Notificação e Comunicação de Novas Pragas
As suspeitas de ocorrência de pragas quarentenárias, exóticas ou emergentes que ainda não são oficialmente registradas no território brasileiro podem ser comunicadas diretamente às Superintendências Federais de Agricultura, presentes em todas as unidades da federação. Além disso o Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), por meio da Secretaria de Defesa Agropecuária (SDA) disponibilizou um canal exclusivo de notificação de suspeitas de ocorrência de pragas quarentenárias, exóticas ou emergentes para facilitar o envio dessas informações: alertapragas@agro.gov.br
O que são pragas de interesse de notificação para o MAPA?
São organismos que podem causar danos econômicos, sociais ou ambientais às plantas e aos sistemas de produção. Incluem insetos, ácaros, fungos, bactérias, vírus, nematoides e plantas daninhas. Algumas pragas podem não existir no Brasil ou ocorrer em áreas restritas fazendo com que a detecção precoce seja fundamental para evitar sua instalação e disseminação.
Quando comunicar?
Quando observados sintomas desconhecidos ou fora do comum nas plantas ou em áreas de produção agrícola, presença de organismos exóticos ou sinais de possível introdução de pragas que não ocorrem na região ou no país.
Nenhuma confirmação técnica prévia é necessária para o envio das informações.
Como notificar a suspeita de praga?
A comunicação deve ser encaminhada para alertapragas@agro.gov.br com os seguintes dados:
1. descrição do problema observado;
2. município, local e data da observação;
3. imagens, quando possível;
4. informações adicionais que possam auxiliar na análise;
5. dados de contato do comunicante.
Todas as mensagens são avaliadas pela equipe técnica do MAPA, que poderá acionar unidades de vigilância para verificação de campo, coleta de amostras e demais procedimentos necessários.
Por que notificar é importante?
A colaboração da sociedade contribui diretamente para reduzir riscos de entrada e disseminação de pragas no país e proteger a agricultura, o meio ambiente e a economia do Brasil.
A participação ativa de produtores, profissionais e cidadãos aumenta a eficiência da vigilância e possibilita atuação mais rápida e precisa em riscos de emergências fitossanitárias.