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Radar Agtech zeigt den Stand der landwirtschaftlichen Innovation in Brasilien
Radar Agtech mostra o estágio da inovação agropecuária no Brasil
Am 4. November fand das Webinar zur Einführung der englischen Version der Studie „Radar Agtech Brasil 2024“ statt, die von der Brasilianischen Landwirtschaftsforschungsanstalt (Embrapa) in Zusammenarbeit mit den Unternehmen SP Ventures und Homo Ludens erstellt wurde. Die virtuelle Veranstaltung, unterstützt vom brasilianischen Außenministerium (MRE), hatte das Ziel, dem internationalen Publikum den aktuellen Reifegrad des brasilianischen Innovationsökosystems in der Landwirtschaft sowie Investitionstrends und Geschäftsmöglichkeiten im Sektor vorzustellen.
Der Radar Agtech Brasil kartierte 1.972 aktive Start-ups im brasilianischen Agribusiness – ein deutlicher Anstieg gegenüber den 1.125, die in der ersten Ausgabe im Jahr 2019 erfasst wurden. Die Erhebung zeigte, dass das nationale Ökosystem ein hohes Maß an Reife erreicht hat, gekennzeichnet nicht nur durch die zahlenmäßige Zunahme, sondern auch durch geografische und technologische Diversifizierung.
Obwohl die Südostregion weiterhin die Mehrheit der Initiativen konzentriert (57,7 %), gefolgt von der Südregion (25,3 %), wurde eine Tendenz zur Dezentralisierung festgestellt. Die Regionen Mittelwesten (6,1 %), Nordosten (5,9 %) und Norden (5,0 %) gewinnen zunehmend an Bedeutung, mit deutlichen Zuwächsen bei der Zahl der Start-ups seit 2019, was die Stärkung von Ökosystemen außerhalb der traditionellen Zentren widerspiegelt.
Die Taxonomie der Studie unterteilt die Wertschöpfungskette in die Phasen „vor dem Hoftor“ (Inputs, Kredite, Genetik), „innerhalb des Hoftors“ (landwirtschaftliche und tierische Produktion sowie Management) und „nach dem Hoftor“ (Logistik, Verarbeitung, Vertrieb und Konsum). Das Segment „innerhalb des Hoftors“ bleibt das repräsentativste und macht 41,5 % der erfassten Agritechs aus, insbesondere Lösungen für Betriebsmanagement und Datenintegrationsplattformen.
Das Segment „vor dem Hoftor“ verzeichnete ein kontinuierliches Wachstum, vor allem durch Agrifintechs und Lösungen für Kredit, Versicherung und Treuhandanalyse, die bereits einen bedeutenden Anteil der Risikokapitalinvestitionen im Sektor darstellen. Die Kategorie „nach dem Hoftor“ bleibt relevant, insbesondere bei Lebensmittelinnovationen und neuen Märkten.
Das Webinar hob die Widerstandsfähigkeit des brasilianischen Agrartechnologiemarktes hervor. Im Gegensatz zum Rückgang in anderen globalen Technologiesektoren stiegen die Investitionen in Agritechs in Lateinamerika im letzten Jahr um etwa 25 %, angeführt von Brasilien. Darüber hinaus wurden die Robustheit der Klimafinanzierungslösungen und die weltweite Führungsrolle bei der Entwicklung und Anwendung biologischer Inputs als Wettbewerbsvorteile des Landes betont – entscheidend für den Übergang zu einer regenerativen und kohlenstoffarmen Landwirtschaft.
Die Veranstaltung behandelte auch die Internationalisierung der Unternehmen. Es wurde hervorgehoben, dass brasilianische Start-ups ihre Aktivitäten auf Märkte mit ähnlichen klimatischen und landwirtschaftlichen Herausforderungen ausweiten, wie andere Länder
Lateinamerikas, Afrikas und Südostasiens. Für ausländische Start-ups, die in Brasilien tätig werden möchten, wurde die Notwendigkeit einer lokalen Präsenz und Anpassung an die Besonderheiten der tropischen Landwirtschaft betont.
Abschließend bekräftigte Embrapa die strategische Bedeutung der COP30 als Meilenstein, um Brasilien als globalen Vorreiter in der Klimaagenda und Bioökonomie zu positionieren. In diesem Zusammenhang wird die Veranstaltung als Katalysator gesehen, um internationale Investitionen in naturbasierte Lösungen, Agroforstsysteme und kohlenstoffarme Technologien anzuziehen und das Potenzial Amazoniens für die Entwicklung nachhaltiger und innovativer Wertschöpfungsketten zu nutzen.
Klicken Sie auf die folgenden Links, um die Studie „Radar Agtech Brasil 2024“ und die Aufzeichnung des Webinars (beide auf Englisch) zu erhalten: (i) Vollständige Studie. (ii) Webinar-Aufzeichnung.
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Radar Agtech mostra o estágio da inovação agropecuária no Brasil
Foi realizado, no último dia 4 de novembro, o webinário de lançamento da versão em inglês do estudo "Radar Agtech Brasil 2024", elaborado pela Embrapa, em parceria com as empresas SP Ventures e Homo Ludens. O evento virtual, apoiado pelo Ministério das Relações Exteriores do Brasil (MRE), teve como objetivo apresentar ao público internacional o atual estágio de maturidade do ecossistema brasileiro de inovação agropecuária, bem como as tendências de investimento e oportunidades de negócios no setor.
O Ragar Agtech Brasil mapeou 1.972 startups ativas no agronegócio brasileiro, um crescimento expressivo em relação às 1.125 registradas na primeira edição, em 2019. O levantamento demonstrou que o ecossistema nacional atingiu um elevado nível de maturidade, caracterizado não apenas pelo aumento numérico, mas também pela diversificação geográfica e tecnológica.
Embora a região Sudeste ainda concentre a maioria das iniciativas (57,7%), seguida pela região Sul (25,3%), observou-se tendência de descentralização. As regiões Centro-Oeste (6,1%), Nordeste (5,9%) e Norte (5,0%) vêm ganhando espaço no mapeamento, com crescimentos expressivos no número de startups desde 2019, refletindo o fortalecimento de ecossistemas fora dos eixos tradicionais.
A taxonomia do estudo divide a cadeia produtiva nas etapas "antes da porteira", que envolve insumos, crédito e genética, "dentro da porteira", focada na produção agrícola e pecuária e gestão, e "depois da porteira", que abrange logística, processamento, distribuição e consumo. O segmento "dentro da porteira" permanece como o mais representativo, correspondendo a
41,5% das agritechs mapeadas, com destaque para soluções de gestão de propriedades e plataformas de integração de dados.
O segmento "antes da porteira" registrou crescimento contínuo, impulsionado principalmente pelas agrifintechs e soluções de crédito, seguro e análise fiduciária, que já representam parcela significativa dos investimentos de capital de risco no setor. Já a categoria "depois da porteira" segue relevante, especialmente em inovações alimentares e novos mercados.
O webinário destacou a resiliência do mercado brasileiro de tecnologia agrícola. Em contraste com a retração observada em outros setores globais de tecnologia, o investimento em agritechs na América Latina cresceu cerca de 25% no último ano, liderado pelo Brasil. Além disso, foram sublinhados como diferenciais competitivos do país a robustez das soluções de financiamento climático e a liderança global no desenvolvimento e adoção de insumos biológicos, fundamentais para a transição para uma agricultura regenerativa e de baixo carbono.
O evento também abordou a internacionalização das empresas. Foi ressaltado que startups brasileiras têm expandido operações para mercados com desafios climáticos e agrícolas similares, como outros países da América Latina, da África e do Sudeste Asiático. Por sua vez, para startups estrangeiras que desejam ingressar no Brasil, enfatizou-se a necessidade de presença local e adaptação às especificidades da agricultura tropical.
Por fim, a Embrapa reiterou a importância estratégica da COP30 como um marco para posicionar o Brasil na liderança global da agenda climática e da bioeconomia. Nesse sentido, o evento é visto como um catalisador para atrair investimentos internacionais focados em soluções baseadas na natureza, sistemas agroflorestais e tecnologias de baixo carbono, aproveitando o potencial da Amazônia para o desenvolvimento de cadeias de valor sustentáveis e inovadoras.
Clique nos links abaixo para acessar o estudo "Radar Agtech Brasil 2024" e a gravação do webinário, ambos disponíveis em inglês: (i) Estudo completo. (ii) Gravação do webinário.