Notícias
Discurso na Cerimônia de Encerramento da XI UNCTAD - São Paulo, 18 de junho de 2004
Senhoras e senhores; Senhor Secretário-Geral da UNCTAD, Como disse o Embaixador Ricupero, deveria, pela tradição, caber ao Presidente da Conferência umas palavras finais. E eu havia preparado, efetivamente, algumas palavras finais. Mas eu creio que essa reunião já chegou ao seu clímax. E como alguém que já passou pelas artes criativas, como meu amigo Gilberto Gil, de quem talvez eu tenha tirado a maior lição de política externa de seu verso, aplicado à sua vida pessoal, mas que nós aplicamos também ao Brasil e cada um de nós tem que aplicar ao seu país, em que ele dizia, da Bahia, que é seu estado natal, que ela lhe havia dado “verso e compasso, mas o meu caminho pela vida eu mesmo traço”. Então, com essas palavras, de orgulho nacional e de orgulho que deve existir em cada um de nós, e de grande reconhecimento pelo Embaixador Ricupero, pelo trabalho que ele fez, e me associando a todos os agradecimentos que ele já pronunciou aqui a alguns de meus colegas muito queridos, também aos delegados estrangeiros, ao secretariado, aos operários que construíram isso aqui. Um pouco assim como o Ronaldinho faz dois gols em cinco minutos, quando ninguém espera mais que a partida de futebol possa ter outro resultado, com essas palavras, eu declaro encerrada esta décima primeira UNCTAD.