Dados Ambientais - Recursos Hídricos
Os dados abertos sobre Recursos Hídricos constituem instrumentos estratégicos para o planejamento, a gestão sustentável e o monitoramento das águas superficiais e subterrâneas do Brasil. Essas informações subsidiam a formulação e avaliação de políticas públicas, a prevenção de eventos críticos como secas e cheias, a garantia da segurança hídrica, a gestão dos usos múltiplos da água e a conservação dos ecossistemas aquáticos.
A disponibilização de dados em formato aberto permite que gestores públicos, pesquisadores, setor produtivo, organizações da sociedade civil e cidadãos tenham acesso a informações qualificadas para compreender a disponibilidade hídrica, a qualidade das águas, os usos dos recursos hídricos, os riscos hidrológicos e os impactos das mudanças climáticas sobre os sistemas aquáticos brasileiros.
Esses dados abrangem temas como monitoramento hidrológico, qualidade da água, águas subterrâneas, outorgas de uso da água, segurança de barragens, eventos hidrológicos críticos, balanço hídrico, disponibilidade hídrica, enquadramento dos corpos d'água, irrigação, saneamento, bacias hidrográficas, reservatórios, usos consuntivos e não consuntivos da água, além de indicadores de segurança hídrica.
Onde encontrar dados abertos sobre Recursos Hídricos?
Os dados abertos sobre recursos hídricos estão disponíveis em diversos órgãos e entidades da Administração Pública Federal. Essas informações fortalecem a transparência da gestão das águas no Brasil e apoiam a tomada de decisões baseada em evidências.
A seguir, são apresentados os principais portais, sistemas e bases oficiais relacionados ao tema.
Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima – MMA
Rios+Limpos: A poluição da água é uma das principais ameaças à saúde humana e ao meio ambiente. Frente a mais de 100 milhões de brasileiros sem acesso à coleta de esgoto, o MMA lançou em 2021 o Programa Rios+Limpos, com o objetivo de contribuir para a melhoria da gestão de efluentes e saneamento básico em todo o país. Cuidar do saneamento básico é trabalhar pela despoluição de rios, proteção da biodiversidade, equilíbrio ecossistêmico e mais saúde para todos os brasileiros.
Ministério da Pesca e Aquicultura – MPA
Dados de Cessões de Uso em Águas da União: Planilha com as informações de todos os contratos de cessão que são firmados com pessoas físicas ou jurídicas que solicitaram espaços físicos em águas da União para fins de aquicultura. Esses dados são atualizados mensalmente, e são retirados do SINAU (Sistema Nacional das Autorizações de Uso para fins de Aquicultura em Águas da União.
Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico – ANA
A ANA tem como missão implementar e coordenar a gestão compartilhada e integrada dos recursos hídricos e regular o acesso a água, promovendo seu uso sustentável em benefício das atuais e futuras gerações, implementar a política nacional de segurança de barragens e a política nacional de saneamento básico. A Agência é uma autarquia sob regime especial, com autonomia administrativa e financeira, vinculada ao Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima, conduzida por uma Diretoria Colegiada composta por cinco membros: um diretor-presidente e quatro diretores, todos nomeados pelo Presidente da República, com mandatos não coincidentes de quatro anos.
À ANA cabe disciplinar a implementação, a operacionalização, o controle e a avaliação dos instrumentos de gestão criados pela Política Nacional de Recursos Hídricos, Política Nacional de Segurança de Barragens e Política Nacional de Saneamento Básico. Dessa forma, seu espectro de regulação ultrapassa os limites das bacias hidrográficas com rios de domínio da União, pois alcança aspectos institucionais relacionados à regulação dos recursos hídricos no âmbito nacional.
Catálogo de Metadados da ANA - Plataforma que centraliza, organiza e disponibiliza informações documentadas (metadados) sobre todos os dados geoespaciais produzidos pela agência. Em termos simples, ele funciona como uma "biblioteca virtual" ou um grande inventário. O portal não apenas diz quais dados existem, mas explica o que eles contêm, quem os produziu, qual a data de criação, o sistema de coordenadas e a escala utilizada. Ele serve principalmente para que pesquisadores, engenheiros, gestores públicos e estudantes possam localizar e baixar bases de dados geográficas gratuitas para uso em softwares de mapas (como o QGIS ou ArcGIS).
Abastecimento Urbano de Água - Captações Superficiais: Os resultados do estudo do Atlas do Abastecimento Urbano (2010), juntamente com as informações consolidadas pela Operação Seca (2013), possibilitaram um mapeamento dos mananciais e da infraestrutura hídrica para os municípios da bacia. As sedes municipais foram classificadas da seguinte maneira: Baixa garantia hídrica: sedes em que o estudo do Atlas identificou a necessidade de um novo manancial, ou sede em que o abastecimento encontra-se em racionamento, colapso ou alerta, no ano de 2013; Ampliação do sistema produtor: sedes que não apresentam problema no abastecimento de água, e que o estudo do Atlas apontou a necessidade de ampliação de unidades do sistema produtor; Abastecimento satisfatório: sedes que não apresentam criticidade no seu abastecimento e qualificadas como satisfatórias pelo trabalho do Atlas Brasil, ou seja, quando nem o manancial nem a infraestrutura hídrica existente apresentavam obstáculos ao atendimento das demandas de água atual e futura.
Abastecimento Urbano de Água - Captações Superficiais: Os resultados do estudo do Atlas do Abastecimento Urbano (2010), juntamente com as informações consolidadas pela Operação Seca (2013), possibilitaram um mapeamento dos mananciais e da infraestrutura hídrica para os municípios da bacia. As sedes municipais foram classificadas da seguinte maneira: Baixa garantia hídrica: sedes em que o estudo do Atlas identificou a necessidade de um novo manancial, ou sede em que o abastecimento encontra-se em racionamento, colapso ou alerta, no ano de 2013; Ampliação do sistema produtor: sedes que não apresentam problema no abastecimento de água, e que o estudo do Atlas apontou a necessidade de ampliação de unidades do sistema produtor; Abastecimento satisfatório: sedes que não apresentam criticidade no seu abastecimento e qualificadas como satisfatórias pelo trabalho do Atlas Brasil, ou seja, quando nem o manancial nem a infraestrutura hídrica existente apresentavam obstáculos ao atendimento das demandas de água atual e futura.
Atlas Água 2021 – Aquedutos: O Atlas Águas foi elaborado pela ANA, com informações dos prestadores de serviço de abastecimento de água e parceiros institucionais, para atualizar e aprimorar o Atlas Brasil: abastecimento urbano de água, lançado em 2011. O Atlas 2021 incorpora conceitos e ferramentas do Plano Nacional de Segurança Hídrica (PNSH), avançando no conceito de segurança hídrica para a dimensão específica do abastecimento de água nas cidades brasileiras.Parte da avaliação de todos os mananciais e sistemas de abastecimento urbano de água e indica soluções para as demandas atuais e futuras para as 5.570 sedes urbanas, considerando o horizonte de 2035. Apresenta os investimentos necessários para o atendimento de 100% da população urbana do país, tanto para o componente de produção de água, que abrange desde a captação ao tratamento, como para o de distribuição de água.
Atlas Água 2021 - Camadas Segurança Hídrica: O Atlas Águas foi elaborado pela ANA, com informações dos prestadores de serviço de abastecimento de água e parceiros institucionais, para atualizar e aprimorar o Atlas Brasil: abastecimento urbano de água, lançado em 2011. O Atlas 2021 incorpora conceitos e ferramentas do Plano Nacional de Segurança Hídrica (PNSH), avançando no conceito de segurança hídrica para a dimensão específica do abastecimento de água nas cidades brasileiras.Parte da avaliação de todos os mananciais e sistemas de abastecimento urbano de água e indica soluções para as demandas atuais e futuras para as 5.570 sedes urbanas, considerando o horizonte de 2035. Apresenta os investimentos necessários para o atendimento de 100% da população urbana do país, tanto para o componente de produção de água, que abrange desde a captação ao tratamento, como para o de distribuição de água.
Atlas Água 2021 - Captações Subterrâneas: O Atlas Águas foi elaborado pela ANA, com informações dos prestadores de serviço de abastecimento de água e parceiros institucionais, para atualizar e aprimorar o Atlas Brasil: abastecimento urbano de água, lançado em 2011. O Atlas 2021 incorpora conceitos e ferramentas do Plano Nacional de Segurança Hídrica (PNSH), avançando no conceito de segurança hídrica para a dimensão específica do abastecimento de água nas cidades brasileiras.Parte da avaliação de todos os mananciais e sistemas de abastecimento urbano de água e indica soluções para as demandas atuais e futuras para as 5.570 sedes urbanas, considerando o horizonte de 2035. Apresenta os investimentos necessários para o atendimento de 100% da população urbana do país, tanto para o componente de produção de água, que abrange desde a captação ao tratamento, como para o de distribuição de água.
Atlas Água 2021 - Captações Superficiais: O Atlas Águas foi elaborado pela ANA, com informações dos prestadores de serviço de abastecimento de água e parceiros institucionais, para atualizar e aprimorar o Atlas Brasil: abastecimento urbano de água, lançado em 2011. O Atlas 2021 incorpora conceitos e ferramentas do Plano Nacional de Segurança Hídrica (PNSH), avançando no conceito de segurança hídrica para a dimensão específica do abastecimento de água nas cidades brasileiras.Parte da avaliação de todos os mananciais e sistemas de abastecimento urbano de água e indica soluções para as demandas atuais e futuras para as 5.570 sedes urbanas, considerando o horizonte de 2035. Apresenta os investimentos necessários para o atendimento de 100% da população urbana do país, tanto para o componente de produção de água, que abrange desde a captação ao tratamento, como para o de distribuição de água.
Atlas Água 2021 - PISF - Canais: O Atlas Águas foi elaborado pela ANA, com informações dos prestadores de serviço de abastecimento de água e parceiros institucionais, para atualizar e aprimorar o Atlas Brasil: abastecimento urbano de água, lançado em 2011. O Atlas 2021 incorpora conceitos e ferramentas do Plano Nacional de Segurança Hídrica (PNSH), avançando no conceito de segurança hídrica para a dimensão específica do abastecimento de água nas cidades brasileiras. Parte da avaliação de todos os mananciais e sistemas de abastecimento urbano de água e indica soluções para as demandas atuais e futuras para as 5.570 sedes urbanas, considerando o horizonte de 2035. Apresenta os investimentos necessários para o atendimento de 100% da população urbana do país, tanto para o componente de produção de água, que abrange desde a captação ao tratamento, como para o de distribuição de água.
Atlas Água 2021 - PISF - Corpo D'Água: O Atlas Águas foi elaborado pela ANA, com informações dos prestadores de serviço de abastecimento de água e parceiros institucionais, para atualizar e aprimorar o Atlas Brasil: abastecimento urbano de água, lançado em 2011. O Atlas 2021 incorpora conceitos e ferramentas do Plano Nacional de Segurança Hídrica (PNSH), avançando no conceito de segurança hídrica para a dimensão específica do abastecimento de água nas cidades brasileiras. Parte da avaliação de todos os mananciais e sistemas de abastecimento urbano de água e indica soluções para as demandas atuais e futuras para as 5.570 sedes urbanas, considerando o horizonte de 2035. Apresenta os investimentos necessários para o atendimento de 100% da população urbana do país, tanto para o componente de produção de água, que abrange desde a captação ao tratamento, como para o de distribuição de água.
Atlas Água 2021 - PISF - Hidrografia: O Atlas Águas foi elaborado pela ANA, com informações dos prestadores de serviço de abastecimento de água e parceiros institucionais, para atualizar e aprimorar o Atlas Brasil: abastecimento urbano de água, lançado em 2011. O Atlas 2021 incorpora conceitos e ferramentas do Plano Nacional de Segurança Hídrica (PNSH), avançando no conceito de segurança hídrica para a dimensão específica do abastecimento de água nas cidades brasileiras. Parte da avaliação de todos os mananciais e sistemas de abastecimento urbano de água e indica soluções para as demandas atuais e futuras para as 5.570 sedes urbanas, considerando o horizonte de 2035. Apresenta os investimentos necessários para o atendimento de 100% da população urbana do país, tanto para o componente de produção de água, que abrange desde a captação ao tratamento, como para o de distribuição de água.
Atlas Água 2021 - PISF - Municípios Beneficiados: O Atlas Águas foi elaborado pela ANA, com informações dos prestadores de serviço de abastecimento de água e parceiros institucionais, para atualizar e aprimorar o Atlas Brasil: abastecimento urbano de água, lançado em 2011. O Atlas 2021 incorpora conceitos e ferramentas do Plano Nacional de Segurança Hídrica (PNSH), avançando no conceito de segurança hídrica para a dimensão específica do abastecimento de água nas cidades brasileiras. Parte da avaliação de todos os mananciais e sistemas de abastecimento urbano de água e indica soluções para as demandas atuais e futuras para as 5.570 sedes urbanas, considerando o horizonte de 2035. Apresenta os investimentos necessários para o atendimento de 100% da população urbana do país, tanto para o componente de produção de água, que abrange desde a captação ao tratamento, como para o de distribuição de água.
Atlas Água 2021 - Tipo de Manancial: O Atlas Águas foi elaborado pela ANA, com informações dos prestadores de serviço de abastecimento de água e parceiros institucionais, para atualizar e aprimorar o Atlas Brasil: abastecimento urbano de água, lançado em 2011. O Atlas 2021 incorpora conceitos e ferramentas do Plano Nacional de Segurança Hídrica (PNSH), avançando no conceito de segurança hídrica para a dimensão específica do abastecimento de água nas cidades brasileiras. Parte da avaliação de todos os mananciais e sistemas de abastecimento urbano de água e indica soluções para as demandas atuais e futuras para as 5.570 sedes urbanas, considerando o horizonte de 2035. Apresenta os investimentos necessários para o atendimento de 100% da população urbana do país, tanto para o componente de produção de água, que abrange desde a captação ao tratamento, como para o de distribuição de água.
Atlas Água 2021 - Tipo de Sistema: O Atlas Águas foi elaborado pela ANA, com informações dos prestadores de serviço de abastecimento de água e parceiros institucionais, para atualizar e aprimorar o Atlas Brasil: abastecimento urbano de água, lançado em 2011. O Atlas 2021 incorpora conceitos e ferramentas do Plano Nacional de Segurança Hídrica (PNSH), avançando no conceito de segurança hídrica para a dimensão específica do abastecimento de água nas cidades brasileiras. Parte da avaliação de todos os mananciais e sistemas de abastecimento urbano de água e indica soluções para as demandas atuais e futuras para as 5.570 sedes urbanas, considerando o horizonte de 2035. Apresenta os investimentos necessários para o atendimento de 100% da população urbana do país, tanto para o componente de produção de água, que abrange desde a captação ao tratamento, como para o de distribuição de água.
Atlas Água 2021 - Índice de Segurança Hídrica Urbano: O Atlas Águas foi elaborado pela ANA, com informações dos prestadores de serviço de abastecimento de água e parceiros institucionais, para atualizar e aprimorar o Atlas Brasil: abastecimento urbano de água, lançado em 2011. O Atlas 2021 incorpora conceitos e ferramentas do Plano Nacional de Segurança Hídrica (PNSH), avançando no conceito de segurança hídrica para a dimensão específica do abastecimento de água nas cidades brasileiras. Parte da avaliação de todos os mananciais e sistemas de abastecimento urbano de água e indica soluções para as demandas atuais e futuras para as 5.570 sedes urbanas, considerando o horizonte de 2035. Apresenta os investimentos necessários para o atendimento de 100% da população urbana do país, tanto para o componente de produção de água, que abrange desde a captação ao tratamento, como para o de distribuição de água.
Entidades com Funções de Agência de Água: O tema apresenta polígonos correspondentes a CBHs Interestaduais onde estão instaladas Agências de Água por meio de contratos de gestão, bem como termos de colaboração/parceria com Entidades Delegatárias (EDs) operando com funções de Agência de Bacia ou Água. Tais agências são entidades técnicas e executivas que atuam em apoio à secretaria-executiva dos Comitês de Bacia e deverão aportar subsídios técnicos à discussão sobre o planejamento e a gestão dos usos da água nas bacias hidrográficas onde atuam. Essas atribuições estão previstas nos artigos 41 e 44 da Política Nacional de Recursos Hídricos (Lei nº 9.433/1997).
Indicadores de Qualidade da Água - DBO - Média do último ano da série - 2021: Nos mapas e tabelas são apresentados e disponibilizados indicadores de qualidade de água medidos entre 2001 e 2021 (Oxigênio Dissolvido, Fósforo Total, Demanda Bioquímica de Oxigênio, Turbidez e E. coli), fornecidos pelas entidades que operam redes de monitoramento nas Unidades da Federação (UFs). Para cada indicador, os pontos de monitoramento são representados pela média do último ano da série amostral, pela média de toda a série disponível na base de dados da ANA e pelas estatísticas anuais ao longo da série de dados.
Indicadores de Qualidade da Água - DBO - Série histórica - até 2021: Nos mapas e tabelas são apresentados e disponibilizados indicadores de qualidade de água medidos entre 2001 e 2021 (Oxigênio Dissolvido, Fósforo Total, Demanda Bioquímica de Oxigênio, Turbidez e E. coli), fornecidos pelas entidades que operam redes de monitoramento nas Unidades da Federação (UFs). Para cada indicador, os pontos de monitoramento são representados pela média do último ano da série amostral, pela média de toda a série disponível na base de dados da ANA e pelas estatísticas anuais ao longo da série de dados.
Indicadores de Qualidade da Água - Ecoli - Média do último ano da série - 2020: Nos mapas e tabelas são apresentados e disponibilizados indicadores de qualidade de água medidos entre 2001 e 2020 (Oxigênio Dissolvido, Fósforo Total, Demanda Bioquímica de Oxigênio, Turbidez e E. coli), fornecidos pelas entidades que operam redes de monitoramento nas Unidades da Federação (UFs). Para cada indicador, os pontos de monitoramento são representados pela média do último ano da série amostral, pela média de toda a série disponível na base de dados da ANA e pelas estatísticas anuais ao longo da série de dados.
Indicadores de Qualidade da Água - Ecoli - Série histórica - até 2020: Nos mapas e tabelas são apresentados e disponibilizados indicadores de qualidade de água medidos entre 2001 e 2020 (Oxigênio Dissolvido, Fósforo Total, Demanda Bioquímica de Oxigênio, Turbidez e E. coli), fornecidos pelas entidades que operam redes de monitoramento nas Unidades da Federação (UFs). Para cada indicador, os pontos de monitoramento são representados pela média do último ano da série amostral, pela média de toda a série disponível na base de dados da ANA e pelas estatísticas anuais ao longo da série de dados.
Indicadores de Qualidade da Água - Fósforo Total - Média do último ano da série - 2021: Nos mapas e tabelas são apresentados e disponibilizados indicadores de qualidade de água medidos entre 2001 e 2021 (Oxigênio Dissolvido, Fósforo Total, Demanda Bioquímica de Oxigênio, Turbidez e E. coli), fornecidos pelas entidades que operam redes de monitoramento nas Unidades da Federação (UFs). Para cada indicador, os pontos de monitoramento são representados pela média do último ano da série amostral, pela média de toda a série disponível na base de dados da ANA e pelas estatísticas anuais ao longo da série de dados.
Indicadores de Qualidade da Água - Fósforo Total - Série histórica - até 2021: Nos mapas e tabelas são apresentados e disponibilizados indicadores de qualidade de água medidos entre 2001 e 2021 (Oxigênio Dissolvido, Fósforo Total, Demanda Bioquímica de Oxigênio, Turbidez e E. coli), fornecidos pelas entidades que operam redes de monitoramento nas Unidades da Federação (UFs). Para cada indicador, os pontos de monitoramento são representados pela média do último ano da série amostral, pela média de toda a série disponível na base de dados da ANA e pelas estatísticas anuais ao longo da série de dados.
Indicadores de Qualidade da Água - IQA - Média do último ano da série - 2020: Nos mapas e tabelas são apresentados e disponibilizados indicadores de qualidade de água medidos entre 2001 e 2020 (Oxigênio Dissolvido, Fósforo Total, Demanda Bioquímica de Oxigênio, Turbidez e E. coli), fornecidos pelas entidades que operam redes de monitoramento nas Unidades da Federação (UFs). Para cada indicador, os pontos de monitoramento são representados pela média do último ano da série amostral, pela média de toda a série disponível na base de dados da ANA e pelas estatísticas anuais ao longo da série de dados.
Indicadores de Qualidade da Água - IQA - Média do último ano da série - 2021: Nos mapas e tabelas são apresentados e disponibilizados indicadores de qualidade de água medidos entre 2001 e 2021 (Oxigênio Dissolvido, Fósforo Total, Demanda Bioquímica de Oxigênio, Turbidez e E. coli), fornecidos pelas entidades que operam redes de monitoramento nas Unidades da Federação (UFs). Para cada indicador, os pontos de monitoramento são representados pela média do último ano da série amostral, pela média de toda a série disponível na base de dados da ANA e pelas estatísticas anuais ao longo da série de dados.
Indicadores de Qualidade da Água - IQA - Série histórica - até 2020: Nos mapas e tabelas são apresentados e disponibilizados indicadores de qualidade de água medidos entre 2001 e 2020 (Oxigênio Dissolvido, Fósforo Total, Demanda Bioquímica de Oxigênio, Turbidez e E. coli), fornecidos pelas entidades que operam redes de monitoramento nas Unidades da Federação (UFs). Para cada indicador, os pontos de monitoramento são representados pela média do último ano da série amostral, pela média de toda a série disponível na base de dados da ANA e pelas estatísticas anuais ao longo da série de dados.
Indicadores de Qualidade da Água - IQA - Série histórica - até 2021: Nos mapas e tabelas são apresentados e disponibilizados indicadores de qualidade de água medidos entre 2001 e 2021 (Oxigênio Dissolvido, Fósforo Total, Demanda Bioquímica de Oxigênio, Turbidez e E. coli), fornecidos pelas entidades que operam redes de monitoramento nas Unidades da Federação (UFs). Para cada indicador, os pontos de monitoramento são representados pela média do último ano da série amostral, pela média de toda a série disponível na base de dados da ANA e pelas estatísticas anuais ao longo da série de dados.
Indicadores de Qualidade da Água - OD - Média do último ano da série - 2021: Nos mapas e tabelas são apresentados e disponibilizados indicadores de qualidade de água medidos entre 2001 e 2021 (Oxigênio Dissolvido, Fósforo Total, Demanda Bioquímica de Oxigênio, Turbidez e E. coli), fornecidos pelas entidades que operam redes de monitoramento nas Unidades da Federação (UFs). Para cada indicador, os pontos de monitoramento são representados pela média do último ano da série amostral, pela média de toda a série disponível na base de dados da ANA e pelas estatísticas anuais ao longo da série de dados.
Indicadores de Qualidade da Água - OD - Série histórica - até 2021: Nos mapas e tabelas são apresentados e disponibilizados indicadores de qualidade de água medidos entre 2001 e 2021 (Oxigênio Dissolvido, Fósforo Total, Demanda Bioquímica de Oxigênio, Turbidez e E. coli), fornecidos pelas entidades que operam redes de monitoramento nas Unidades da Federação (UFs). Para cada indicador, os pontos de monitoramento são representados pela média do último ano da série amostral, pela média de toda a série disponível na base de dados da ANA e pelas estatísticas anuais ao longo da série de dados.
Indicadores de Qualidade da Água - Turbidez - Média do último ano da série - 2021: Nos mapas e tabelas são apresentados e disponibilizados indicadores de qualidade de água medidos entre 2001 e 2021 (Oxigênio Dissolvido, Fósforo Total, Demanda Bioquímica de Oxigênio, Turbidez e E. coli), fornecidos pelas entidades que operam redes de monitoramento nas Unidades da Federação (UFs). Para cada indicador, os pontos de monitoramento são representados pela média do último ano da série amostral, pela média de toda a série disponível na base de dados da ANA e pelas estatísticas anuais ao longo da série de dados.
Indicadores de Qualidade da Água - Turbidez - Série histórica - até 2021: Nos mapas e tabelas são apresentados e disponibilizados indicadores de qualidade de água medidos entre 2001 e 2021 (Oxigênio Dissolvido, Fósforo Total, Demanda Bioquímica de Oxigênio, Turbidez e E. coli), fornecidos pelas entidades que operam redes de monitoramento nas Unidades da Federação (UFs). Para cada indicador, os pontos de monitoramento são representados pela média do último ano da série amostral, pela média de toda a série disponível na base de dados da ANA e pelas estatísticas anuais ao longo da série de dados.
Marcos Regulatórios e Processos de Alocação de Água - Reservatório: A alocação de água é um processo de gestão empregado para disciplinar os usos em sistemas hídricos impactados por estiagens intensas, com emergência ou forte potencial de conflito. E os marcos regulatórios são orientações que objetivam regularizar e aplicar os instrumentos de gestão de recursos hídricos, a partir de um consenso entre os atores de interesse com o intuito de conciliar os diversos usos da água na bacia.
Marcos Regulatórios e Processos de Alocação de Água - Trecho de rio: A alocação de água é um processo de gestão empregado para disciplinar os usos em sistemas hídricos impactados por estiagens intensas, com emergência ou forte potencial de conflito. E os marcos regulatórios são orientações que objetivam regularizar e aplicar os instrumentos de gestão de recursos hídricos, a partir de um consenso entre os atores de interesse com o intuito de conciliar os diversos usos da água na bacia.
Municípios abrangidos pelos projetos do Programa Produtor de Água em 2020: Os projetos desenvolvidos no âmbito do Programa Produtor de Água têm como objetivo a conservação da água e do solo em propriedades rurais por meio da redução da erosão e do assoreamento em mananciais. O Programa atua com foco na política de Pagamento por Serviços Ambientais (PSA) por meio do pagamento aos produtores rurais que aderirem voluntariamente ao Programa. A remuneração ocorre a partir da certificação de práticas conservacionistas adotadas pelos mesmos, orientadas com vistas à conservação de água e solo em suas propriedades.
PNRH - Temas Relevantes nas UGRHs - Expansão competitiva dos usos da água: O Diagnóstico e o Prognóstico do PNRH permite a identificação das principais pressões ou temas relevantes na escala territorial adotada, correspondente às UGRHs, com foco na agenda de recursos hídricos e na sua interface com os planejamentos setoriais. Expansão competitiva dos usos: UGRHs com tendência e alto potencial de expansão regional dos usos por irrigação ou geração hidrelétrica, com competição intrassetorial, da irrigação com a geração, ou desses com outros usos, especialmente pesca, turismo e navegação, além da preservação ambiental.
PNRH - Temas Relevantes nas UGRHs - Intensidade atual dos usos da água: O Diagnóstico e o Prognóstico do PNRH permite a identificação das principais pressões ou temas relevantes na escala territorial adotada, correspondente às UGRHs, com foco na agenda de recursos hídricos e na sua interface com os planejamentos setoriais.
Intensidade atual dos usos da água: UGRHs com usos múltiplos intensos em quantidade-diversidade, presença expressiva de polos de irrigação desenvolvidos e/ou parque hidrelétrico atual expressivo com impacto de regras operativas sobre a oferta hídrica e os demais usos da bacia.
Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística - IBGE
BC250 - Depósito de Abastecimento de Água – 1:250 000 - 2017: A classe Depósito de Abastecimento de Água faz parte da categoria Abastecimento de Água e Saneamento Básico da Base Cartográfica Contínua do Brasil na escala 1:250.000 (BC250) sendo um conjunto de dados geoespaciais de referência, estruturados em bases de dados digitais, permitindo uma visão integrada do território nacional nesta escala. Este mapeamento foi atualizado e complementado em regiões de vazio cartográfico e naquelas previamente definidas pela defasagem de informações. A BC250encontra-se estruturada, conforme a Especificação Técnica para a Estruturação de Dados Geoespaciais Vetoriais (ET-EDGV). Correspondente aos elementos geográficos que representam o território nacional nessa escala. Possui atributos geométricos e semânticos associados a banco de dados permitindo consultas espaciais e semânticas.
Mapa Hidrogeológico da Região Nordeste Mapa Hidrogeológico da Região Nordeste - Massa D´água: O Mapa Hidrogeológico da Região Nordeste do Brasil representa cartograficamente a produtividade dos aquíferos desta regiãoa partir dos valores de vazões e de vazões específicas de 54.864 poços tubulares. Estas informações estão armazenadas em banco de dados e agrupadas em intervalos. Esta metodologia segue, em parte, os procedimentos utilizados no Mapa de Domínios/Subdomínios Hidrogeológicos do Brasil (CPRM, 2007) e nas Cartas Hidrogeológicas do Brasil ao Milionésimo (CPRM). O conceito de Domínio Hidrogeológico é definido para um conjunto de unidades geológicas que apresentam as mesmas aptidões hidrogeológicas, incluindo litologia, espessura, principais aquíferos e sistemas aquíferos, modos de circulação, qualificação química das águas subterrâneas, etc. Para representar os quatro diferentes tipos de Domínios Hidrogeológicos que ocorrem na Região Nordeste (Poroso, Fissural, Poroso-Fissural e Cárstico) foram adotadas as seguintes cores: Aquíferos Porosos (tonalidades do azul) Aquíferos Fissurais (tonalidades do verde) Aquíferos Porosos-Fissurais (tonalidades do laranja) Aquíferos Cársticos (tonalidades do lilás) As produtividades das unidades hidroestratigráficas espacializadas neste mapa traduzem a média estatística das vazões dos poços catalogados em um determinado domínio hidrogeológico, que tem como limite os polígonos geológicos que o compõe. Desta feita, a classe de vazão representada no mapa, muitas vezes, não coincide com a classe de vazão da unidade geológica aflorante.
Mapa de Hidroquímica dos Mananciais Subterrâneos da Região Nordeste Hidroquímica dos Mananciais Subterrâneos da Região Nordeste - Tipo de Água: O O Mapa de Hidroquímica dos Mananciais Subterrâneos da Região Nordeste do Brasil reúne um acervo de 10.478 análises físico-químicas– todas procedentes de poços tubulares – e delimita domínios quimicamente homogêneos com relação à potabilidade, aos fáciesquímicos e à adequabilidade das águas para uso na irrigação. Os laudos químicos foram incorporados a um banco de dados (elaborado em Access), onde – utilizando aplicativos – foram classificados, segundo os critérios acima citados. Essas determinações foram migradas e georreferenciadas no GeoMedia, onde foi desenvolvido um minucioso trabalho de individualização de zonas quimicamente homogêneas, utilizando critérios geológicos, fisiográficos e hidrogeológicos, que permitiram a demarcação de unidades que guardam características mais ou menos similares no âmbito de seus limites. A conjugação dos temas numa única carta só foi possível com a utilização de cores (tipos químicos), hachuras (classes de potabilidade) e símbolos (classes de irrigação)– artifícios visuais que permitem ao usuário uma visão global das características químicas das águas subterrâneas desta região. Na classificação dos tipos químicos de água foi utilizado o Diagrama Triangular de Feré, onde são confrontados os percentuais relativos (em meq/l) dos principais cátions (Ca, Mg, Na e K) e ânions (Cl, HCO3, SO4 e NO3) presentes em cada uma das amostras. A potabilidade das águas subterrâneas foi avaliada em termos de suas características físico-químicas e balizada a partir da utilização dos parâmetros estabelecidos por Schoeller (Cálcio, Sódio, Magnésio, Cloreto, Sulfatos e Resíduo Seco), os quais definem seis classes de potabilidade: boa, passável, medíocre, má, momentânea e não-potável. Na avaliação das águas para fins de uso na irrigação foi utilizada a classificação americana do U.S. Salinity Laboratory, que relaciona os valores da Condutividade Elétrica (C) e da Razão de Adsorção de Sódio (SAR), estabelecendo recomendações de uso para diversos tipos de solos e culturas vegetais.
Mapa de Hidroquímica dos Mananciais Subterrâneos da Região Nordeste Hidroquímica dos Mananciais Subterrâneos da Região Nordeste - Água para Irrigação: O Mapa de Hidroquímica dos Mananciais Subterrâneos da Região Nordeste do Brasil reúne um acervo de 10.478 análises físico-químicas– todas procedentes de poços tubulares – e delimita domínios quimicamente homogêneos com relação à potabilidade, aos fáciesquímicos e à adequabilidade das águas para uso na irrigação. Os laudos químicos foram incorporados a um banco de dados (elaborado em Access), onde – utilizando aplicativos – foram classificados, segundo os critérios acima citados. Essas determinações foram migradas e georreferenciadas no GeoMedia, onde foi desenvolvido um minucioso trabalho de individualização de zonas quimicamente homogêneas, utilizando critérios geológicos, fisiográficos e hidrogeológicos, que permitiram a demarcação de unidades que guardam características mais ou menos similares no âmbito de seus limites. A conjugação dos temas numa única carta só foi possível com a utilização de cores (tipos químicos), hachuras (classes de potabilidade) e símbolos (classes de irrigação)– artifícios visuais que permitem ao usuário uma visão global das características químicas das águas subterrâneas desta região. Na classificação dos tipos químicos de água foi utilizado o Diagrama Triangular de Feré, onde são confrontados os percentuais relativos (em meq/l) dos principais cátions (Ca, Mg, Na e K) e ânions (Cl, HCO3, SO4 e NO3) presentes em cada uma das amostras. A potabilidade das águas subterrâneas foi avaliada em termos de suas características físico-químicas e balizada a partir da utilização dos parâmetros estabelecidos por Schoeller (Cálcio, Sódio, Magnésio, Cloreto, Sulfatos e Resíduo Seco), os quais definem seis classes de potabilidade: boa, passável, medíocre, má, momentânea e não-potável. Na avaliação das águas para fins de uso na irrigação foi utilizada a classificação americana do U.S. Salinity Laboratory,que relaciona os valores da Condutividade Elétrica (C) e da Razão de Adsorção de Sódio (SAR), estabelecendo recomendações de uso para diversos tipos de solos e culturas vegetais.
Mapa de Hidroquímica dos Mananciais Superficiais da Região Nordeste Hidroquímica dos Mananciais Superficiais da Região Nordeste - Tipo de Água: O Mapa de Hidroquímica dos Mananciais Superficiais da Região Nordeste do Brasil reúne um acervo de 843 análises físico-químicas– procedentes de rios e açudes da região – e delimita domínios quimicamente homogêneos com relação à potabilidade, aosfácies químicos e à adequabilidade das águas para uso na irrigação. Os laudos químicos foram incorporados a um banco de dados (elaborado em Access), onde – utilizando aplicativos – foram classificados, segundo os critérios acima citados. Essas determinações foram migradas e georreferenciadas no GeoMedia, onde foi desenvolvido um minucioso trabalho de individualização de zonas quimicamente homogêneas, que permitiram a demarcação de unidades que guardam características mais ou menos similares no âmbito de seus limites. A conjugação dos temas numa única carta só foi possível com a utilização de cores (tipos químicos), hachuras (classes de potabilidade) e símbolos (classes de irrigação) – artifícios visuais que permitem ao usuário uma visão global das características químicas das águas superficiais desta região. Na classificação dos tipos químicos de água foi utilizado o Diagrama Triangular de Feré, onde são confrontados os percentuais relativos (em meq/l) dos principais cátions (Ca, Mg, Na e K) e ânions (Cl, HCO3, SO4 e NO3) presentes em cada uma das amostras. A potabilidade das águas superficiais foi avaliada em termos de suas características físico-químicas e balizada a partir da utilização dos parâmetros estabelecidos por Schoeller (Cálcio, Sódio, Magnésio, Cloreto, Sulfatos e Resíduo Seco), os quais definem seis classes de potabilidade: boa, passável, medíocre, má, momentânea e não-potável. Na avaliação das águas para fins de uso na irrigação foi utilizada a classificação americana do U.S. Salinity Laboratory, que relaciona os valores da Condutividade Elétrica (C) e da Razão de Adsorção de Sódio (SAR), estabelecendo recomendações de uso para diversos tipos de solos e culturas vegetais.
Mapa de Hidroquímica dos Mananciais Superficiais da Região Nordeste Hidroquímica dos Mananciais Superficiais da Região Nordeste - Água para Irrigação: O Mapa de Hidroquímica dos Mananciais Superficiais da Região Nordeste do Brasil reúne um acervo de 843 análises físico-químicas– procedentes de rios e açudes da região – e delimita domínios quimicamente homogêneos com relação à potabilidade, aosfácies químicos e à adequabilidade das águas para uso na irrigação. Os laudos químicos foram incorporados a um banco de dados (elaborado em Access), onde – utilizando aplicativos – foram classificados, segundo os critérios acima citados. Essas determinações foram migradas e georreferenciadas no GeoMedia, onde foi desenvolvido um minucioso trabalho de individualização de zonas quimicamente homogêneas, que permitiram a demarcação de unidades que guardam características mais ou menos similares no âmbito de seus limites. A conjugação dos temas numa única carta só foi possível com a utilização de cores (tipos químicos), hachuras (classes de potabilidade) e símbolos (classes de irrigação) – artifícios visuais que permitem ao usuário uma visão global das características químicas das águas superficiais desta região. Na classificação dos tipos químicos de água foi utilizado o Diagrama Triangular de Feré, onde são confrontados os percentuais relativos (em meq/l) dos principais cátions (Ca, Mg, Na e K) e ânions (Cl, HCO3, SO4 e NO3) presentes em cada uma das amostras. A potabilidade das águas superficiais foi avaliada em termos de suas características físico-químicas e balizada a partir da utilização dos parâmetros estabelecidos por Schoeller (Cálcio, Sódio, Magnésio, Cloreto, Sulfatos e Resíduo Seco), os quais definem seis classes de potabilidade: boa, passável, medíocre, má, momentânea e não-potável. Na avaliação das águas para fins de uso na irrigação foi utilizada a classificação americana do U.S. Salinity Laboratory,que relaciona os valores da Condutividade Elétrica (C) e da Razão de Adsorção de Sódio (SAR), estabelecendo recomendações de uso para diversos tipos de solos e culturas vegetais.
Fundação Nacional de Saúde - FUNASA
Indicadores sobre Abastecimento de Água - Funasa: Série histórica de indicadores dos resultados governamentais relativos à Abastecimento de Água - Funasa. PGI é um repositório de informações estruturadas (indicadores) à feição dos processos de governança para o Governo Federal; ou seja, um repositório de compartilhamento de indicadores de políticas públicas. Atenção: os dados das séries de indicadores são fornecidos por seu valor histórico e não serão mais atualizados após dezembro/2014.