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SECAS
Seca se intensifica no Nordeste, Centro-Oeste e Norte. Fenômeno se abranda no Sudeste e Sul fica livre de seca segundo atualização do Monitor de Secas
Segundo a última atualização do Monitor de Secas, entre julho e agosto, em termos de severidade da seca, houve uma intensificação do fenômeno em 17 unidades da Federação: Acre, Alagoas, Amazonas, Bahia, Ceará, Espírito Santo, Maranhão, Mato Grosso, Minas Gerais, Pará, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Norte, Rondônia, Roraima, Sergipe e Tocantins. No sentido oposto, a seca se abrandou no mês passado no Rio de Janeiro e em São Paulo. Em três estados o fenômeno ficou estável em termos de severidade nesse período: Goiás, Mato Grosso do Sul e Paraíba. No último mês a seca voltou a ser verificada no Amapá e no Distrito Federal. Já o Paraná passou a ficar livre de seca, juntando-se ao Rio Grande do Sul e a Santa Catarina nessa condição.

- Mapa do Monitor em julho e agosto de 2026

- Seca por grau de severidade por unidade da Federação em julho e agosto de 2026
Considerando as cinco regiões geopolíticas acompanhadas pelo Monitor de Secas, o Nordeste teve, em agosto, o quadro mais severo do fenômeno no País com seca grave em 16% da região. Já o Sul teve a melhor condição, já que ficou completamente livre do fenômeno no último mês. Entre julho e agosto, a região com maior percentual de área com seca também foi o Nordeste: 90%.

- Seca por grau de severidade por região geopolítica e no Brasil em julho e agosto de 2026
Na comparação entre julho e agosto, 11 estados registraram aumento da área com seca: Alagoas, Amazonas, Bahia, Ceará, Goiás, Maranhão, Pará, Piauí, Rondônia, Roraima e Sergipe. No sentido oposto, o Monitor identificou diminuição da área com seca em quatro estados: Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Rio de Janeiro e São Paulo. Em outros sete estados, a área com seca se manteve estável: Acre, Espírito Santo, Mato Grosso, Paraíba, Pernambuco, Rio Grande do Norte e Tocantins. O Amapá e o Distrito Federal voltaram a registrar seca em agosto. Por sua vez, o Rio Grande do Sul e Santa Catarina seguiram livres de seca, condição que o Paraná também teve no último mês.

- Percentual de seca por unidade da Federação entre julho e agosto de 2026
As cores do gráfico indicam as regiões CENTRO-OESTE, SUDESTE, NORDESTE, SUL e NORTE.
Cinco unidades da Federação registraram seca em 100% do território em agosto: Acre, Distrito Federal, Espírito Santo, Piauí e Roraima. Nos demais estados com registro do fenômeno, os percentuais variaram de 7% a 99%.

- Percentual da área com seca por unidade da Federação em agosto de 2026
Com base no território de cada unidade da Federação acompanhada, o Amazonas lidera a área total com seca de agosto, seguido pelo Pará, Minas Gerais, Bahia e Goiás. No total, entre julho e agosto, a área com o fenômeno aumentou de 4,43 para 5,19 milhões de km², o equivalente a 61% do território brasileiro.

- Área com seca por UF em agosto de 2026 por km²
As cores do gráfico indicam as regiões CENTRO-OESTE, SUDESTE, NORDESTE, SUL e NORTE.
Situação por UF
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UF |
ÁREA |
SEVERIDADE DA SECA |
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Acre |
Entre julho e agosto, a área com seca seguiu em 100% do Acre. O estado e Roraima foram os únicos do Norte a terem o fenômeno em 100% de seus territórios em agosto |
O fenômeno se intensificou no Acre entre maio e julho, já que a seca grave e a seca moderada voltaram a ser verificadas no estado no último mês. É a condição mais severa no AC desde dezembro de 2024. Além disso, o Acre teve a maior severidade do fenômeno no Brasil em agosto |
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Alagoas |
Entre julho e agosto, a área com seca em Alagoas aumentou de 66% para 69% do estado. É a maior porção com registro do fenômeno desde os 100% verificados em fevereiro deste ano. Além disso, o estado teve o menor percentual de área com seca entre os estados do Nordeste em agosto |
A seca se intensificou em Alagoas entre julho e agosto, com o aumento da área com seca moderada de 30% para 42% do estado nesse período. É a condição mais severa em AL desde fevereiro deste ano, quando houve seca grave em 10% do território alagoano |
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Amapá |
Em agosto o Amapá voltou a registrar seca em 56% de seu território, o maior percentual desde os 68% observados em fevereiro deste ano. Ainda assim, o AP teve a menor porção com presença do fenômeno entre os estados da região Norte em agosto |
O Amapá voltou a registrar seca fraca em 56% do seu território. |
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Amazonas |
Entre julho e agosto, a área com seca no Amazonas aumentou significativamente de 60% para 94% do estado. É a maior área com presença do fenômeno desde os 99% observados em janeiro de 2025 |
O fenômeno se intensificou no Amazonas entre julho e agosto com o aumento significativo da área com seca moderada de 8% para 50% do estado. Esse é o quadro mais severo do fenômeno desde abril de 2025 |
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Bahia |
Entre julho e agosto, a área com seca aumentou na Bahia, passando de 90% para 94% do estado. Essa é a maior porção com registro do fenômeno desde os 96% verificados em setembro de 2025 |
Entre julho e agosto, o fenômeno se intensificou na Bahia, já que a seca grave voltou a ser observada em 36% do estado. É a condição de seca mais severa no território baiano desde janeiro deste ano. Além disso, a BA registrou a condição mais intensa de seca em agosto entre os estados nordestinos |
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Ceará |
A área com seca no Ceará aumentou significativamente de 30% para 88% do estado entre julho e agosto. Essa é a maior porção do fenômeno observada no território cearense desde os 100% registrados em abril deste ano |
O fenômeno se intensificou no Ceará entre julho e agosto, já que a seca moderada aumentou de 3% para 4% do estado |
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Distrito Federal |
Em agosto, o Distrito Federal voltou a registrar seca, o que não acontecia desde maio deste ano. Com o fenômeno presente em 100% do DF, a unidade da Federação teve o maior percentual de registro de seca no Centro-Oeste em agosto |
Em agosto, o Distrito Federal voltou a registrar seca fraca, a mais branda na escala do Monitor, na totalidade do seu território. Ainda assim, o DF teve a condição mais amena do fenômeno em agosto no Centro-Oeste |
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Espírito Santo |
Entre junho e agosto, o Espírito Santo se manteve com seca em 100% de seu território, o que não acontecia por três meses consecutivos desde o período entre outubro e dezembro de 2024. Além disso, o ES teve o maior percentual de seca entre os estados do Sudeste em agosto |
O fenômeno se intensificou no Espírito Santo entre julho e agosto, pois a área com seca moderada aumentou de 92% para 100% do território capixaba. Essa é a condição mais severa do fenômeno no ES desde dezembro de 2019. Além disso, o estado teve a condição mais severa de seca do Sudeste em agosto |
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Goiás |
Entre julho e agosto, a área com seca aumentou de 87% para 92% de Goiás. Essa é a maior área com a presença do fenômeno desde os 100% identificados em janeiro deste ano |
A severidade do fenômeno se manteve estável em Goiás entre julho e agosto. Além disso, o território goiano teve a maior intensidade do fenômeno no Centro-Oeste em agosto com 22% de seu território com seca moderada |
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Maranhão |
Entre julho e agosto, a área com seca aumentou significativamente de 45% para 83% do Maranhão. Essa é a maior área com a presença do fenômeno no MA desde fevereiro deste ano |
O fenômeno se intensificou no Maranhão entre julho e agosto, já que a seca moderada voltou a ser identificada em 4% do estado em agosto. É a maior severidade da seca no MA desde fevereiro deste ano. Além disso, o território maranhense teve a condição mais branda do fenômeno entre os estados do Nordeste em agosto |
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Mato Grosso |
Em julho e agosto, Mato Grosso manteve o patamar de seca em 7% de seu território, o que representa o menor percentual do Centro-Oeste em agosto |
Em agosto o fenômeno se intensificou em Mato Grosso, pois a seca moderada voltou a ser observada em 1% do estado |
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Mato Grosso do Sul |
Entre julho e agosto, a área com seca diminuiu de 34% para 23% de Mato Grosso do Sul |
A intensidade do fenômeno se manteve estável em Mato Grosso do Sul entre julho e agosto, já que a seca moderada seguiu no patamar de 12% do estado. Nesse período, o MS seguiu com a condição mais severa do fenômeno no estado desde janeiro deste ano |
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Minas Gerais |
Entre julho e agosto, a área com seca diminuiu levemente de 100% para 99% de Minas Gerais |
O fenômeno se intensificou em Minas Gerais entre julho e agosto, com o aumento da área com seca moderada de 32% para 37% do estado. É a condição mais severa do fenômeno em MG desde fevereiro deste ano |
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Pará |
Entre maio e julho, a área com seca aumentou significativamente de 29% para 63% do Pará. É a maior área com o registro do fenômeno no estado desde os 100% verificados em janeiro de 2025 |
O fenômeno se intensificou no Pará entre julho e agosto, pois a seca moderada voltou a ser observada em 13% do estado no último mês. É a condição mais severa do fenômeno no território paraense desde janeiro de 2025 |
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Paraíba |
Entre julho e agosto, a área com seca continuou no patamar de 85% do território da Paraíba. Essa é a maior área com registro do fenômeno desde os 100% verificados em março deste ano |
A severidade da seca se manteve estável na Paraíba entre julho e agosto com o registro de seca moderada seguindo presente em 45% do estado |
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Paraná |
Entre julho e agosto, a área com seca caiu de 11% para 0% do Paraná, tornando-o livre do fenômeno pela primeira vez desde janeiro de 2024. Somente os três estados do Sul ficaram livres de seca em agosto dentre todas as unidades da Federação |
O fenômeno deixou de ser registrado no Paraná em agosto. O estado ficou livre de seca no último mês juntamente com o Rio Grande do Sul e Santa Catarina |
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Pernambuco |
Entre julho e agosto, a área com seca seguiu no patamar de 91% de Pernambuco, que é o maior desde os 100% verificados em março deste ano |
A seca se intensificou em Pernambuco entre julho e agosto, pois a seca grave voltou a ser identificada em 28% do estado. É a maior severidade do fenômeno em PE desde março deste ano |
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Piauí |
Entre julho e agosto, a área com seca aumentou de 88% para 100% do Piauí. A última vez que o estado tinha registrado o fenômeno na totalidade do seu território foi em abril deste ano. Além disso, o estado teve o maior percentual de área com seca no Nordeste em agosto |
O fenômeno se intensificou no Piauí entre julho e agosto, já que a seca grave voltou a ser observada em 6% do estado. É a maior severidade desde abril deste ano no PI |
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Rio de Janeiro |
Entre julho e agosto, a área com seca diminuiu de 76% para 64% do Estado do Rio de Janeiro. É o menor percentual de área com seca no RJ desde os 52% verificados em maio deste ano |
O fenômeno se abrandou no Rio de Janeiro entre julho e agosto com a redução da área com seca moderada de 42% para 27% do estado. Com isso, o território fluminense teve a condição mais branda de seca na região Sudeste em agosto |
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Rio Grande do Norte |
Entre julho e agosto, a área com seca seguiu no patamar de 79% do Rio Grande do Norte. Esse é o maior percentual registrado no estado desde os 93% de março deste ano |
O fenômeno se intensificou no RN entre julho e agosto, pois a área com seca moderada aumentou de 15% para 25% do estado no período. É a condição mais severa desde abril deste ano |
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Rio Grande do Sul |
De julho a agosto, o Rio Grande do Sul esteve livre de seca, o que não acontecia no estado por dois meses consecutivos desde o período entre setembro e outubro de 2024. Somente os três estados do Sul ficaram livres de seca em agosto dentre todas as unidades da Federação |
O fenômeno não foi verificado no Rio Grande do Sul entre julho e agosto. O estado ficou livre de seca no último mês juntamente com o Paraná e Santa Catarina |
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Rondônia |
Entre julho e agosto, a área com seca aumentou de 63% para 70% do território de Rondônia. É a maior porção do fenômeno desde os 100% observados em fevereiro de 2025 |
O fenômeno se intensificou em Rondônia entre julho e agosto, pois a área com seca moderada aumentou de 24% para 43% do estado no último mês. É a condição mais severa do fenômeno em RO desde fevereiro de 2025 |
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Roraima |
Entre julho e agosto, a área com seca em Roraima dobrou de 50% para 100% do estado. O estado e o Acre foram os únicos do Norte a terem o fenômeno presente em 100% de seus territórios em agosto |
O fenômeno se intensificou em Roraima entre julho e agosto, já que a seca grave voltou a ser verificada em 35% do estado. É a condição mais severa do fenômeno em RR desde abril de 2024 |
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Santa Catarina |
Entre julho e agosto, Santa Catarina ficou livre de seca, o que não acontecia no estado por dois meses consecutivos desde o período entre junho e julho de 2024. Somente os três estados do Sul ficaram livres de seca em agosto dentre todas as unidades da Federação |
Santa Catarina esteve livre de seca entre julho e agosto. O estado ficou livre de seca no último mês juntamente com o Paraná e o Rio Grande do Sul |
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São Paulo |
Entre julho e agosto, a área com seca no Estado de São Paulo diminuiu de 65% para 49% de seu território. É a menor área com registro do fenômeno em SP desde os 19% observados em dezembro de 2023. Além disso, o território paulista registrou o menor percentual de seca entre os estados do Sudeste no último mês |
O fenômeno se abrandou em São Paulo entre julho e agosto, pois a área com seca grave deixou de ser verificada no estado no último mês. Essa é a condição mais branda desde maio de 2024 |
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Sergipe |
Entre julho e agosto, a área com seca aumentou significativamente de 49% para 70% de Sergipe. Esse é o maior percentual de registro do fenômeno no estado desde os 78% observados em março deste ano |
Entre julho e agosto, o fenômeno se intensificou em Sergipe, já que a seca moderada aumentou de 11% para 22% do estado. É a condição mais severa desde fevereiro deste ano |
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Tocantins |
Entre julho e agosto, a área com seca seguiu no patamar de 95% do Tocantins. É a maior área com seca no estado desde janeiro deste ano, quando houve seca em 100% do TO |
O fenômeno se intensificou no Tocantins entre julho e agosto, pois a seca moderada aumentou de 34% para 57% do estado nesse período. É a condição mais severa da seca no TO desde janeiro deste ano |
Novos produtos do Monitor de Secas
O Monitor de Secas lançou novos produtos com um recorte municipal da seca. Agora o programa apresenta a Seca Relativa Máxima (SRM); a Persistência de Seca Relativa Máxima (PSRM); e a Persistência de Seca por Categoria (PSC). A SRM representa, para cada município e em cada mês de referência, a condição de seca mais intensa registrada no mês consultado. Por sua vez, a PSRM apresenta, para cada município e em cada mês de referência, a continuidade ao longo do tempo da condição indicada pela Seca Relativa Máxima. Assim, a PSRM contabiliza o número de meses consecutivos em que a SRM permanece inalterada no município.
Já a PSC apresenta uma abordagem complementar da continuidade da seca ao longo do tempo, ao analisar a permanência do fenômeno em cada uma das cinco categorias adotadas pelo Monitor. A Persistência de Seca por Categoria tem como diferencial a possibilidade de contabilização do tempo acumulado de ocorrência da seca desde o seu início, incluindo eventuais períodos de intensificação do fenômeno.
O Monitor de Secas
O Monitor realiza o acompanhamento contínuo do grau de severidade das secas no Brasil com base em indicadores do fenômeno e nos impactos causados em curto e/ou longo prazo. Os impactos de curto prazo são para déficits de precipitações recentes até seis meses. Acima desse período, os impactos são de longo prazo. Essa ferramenta vem sendo utilizada para auxiliar o planejamento e a execução de políticas públicas de combate à seca e pode ser acessada tanto pelo site monitordesecas.ana.gov.br quanto pelo aplicativo Monitor de Secas, disponível gratuitamente para dispositivos móveis com os sistemas Android e iOS.
O projeto tem como principal produto o Mapa do Monitor, construído mensalmente a partir da colaboração dos estados integrantes do projeto e de uma rede de instituições parceiras que assumem diferentes papéis na rotina de sua elaboração. Por meio da ferramenta, é possível comparar a evolução das secas nos 26 estados e no Distrito Federal a cada mês vencido. O Monitor de Secas teve início em julho de 2014, começando pela região Nordeste, sendo que o processo de expansão dessa iniciativa, a partir de 2018, foi concluído com a entrada do Amapá no Mapa do Monitor de dezembro de 2023, completando sua cobertura em todo o território nacional.
A metodologia do Monitor de Secas foi baseada no modelo de acompanhamento de secas dos Estados Unidos e do México. O cronograma de atividades inclui as fases de coleta de dados, cálculo dos indicadores de seca, traçado dos rascunhos do Mapa pela equipe de autoria, validação dos estados envolvidos e divulgação da versão final do Mapa do Monitor, que indica a ausência do fenômeno ou uma seca relativa, significando que as categorias de seca em uma determinada área são estabelecidas em relação ao próprio histórico da região.
Assessoria Especial de Comunicação Social (ASCOM)
Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA)
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