Modelo de Custo
Modelo de Custos Aplicado à Digitalização — referencial técnico da Secretaria de Governo Digital (SGD) que consolida estudos e ferramentas de 2020 a 2025, com o Gov.br como fonte primária de dados e metodologia replicável por entes subnacionais. O modelo utiliza a página de serviços do Governo Federal e os dados estruturados do Estaleiro do Serpro (API JSON de serviços), reduzindo intermediários na coleta. Quanto melhor descritos os serviços no Portal, mais precisos ficam os resultados — um mecanismo de precisão que evolui de forma orgânica com a maturidade das informações. Variáveis globais complementares (energia, deslocamento, renda via IBGE, custos de TI etc.) são atualizadas pela SGD com fontes públicas. Tempos ligados a documentos usam parâmetros da Calculadora de Interoperabilidade (CONECTAGOV, 2020). Com base nas etapas descritas no Portal, o modelo identifica verbos nos títulos e classifica cada etapa em duas macroetapas padronizadas — traduzindo textos heterogêneos em estrutura comparável para tempos, custos e projeção de economicidade (digital vs. presencial). inscrever · solicitar · requerer Atividades de pedido e envio de informações ao governo. retirar · emitir · consultar Obtenção do resultado do serviço (entrega, execução ou informação). No referencial completo, cada serviço segue um rol padronizado de quatro etapas; a operacionalização do modelo classifica as etapas do Portal nas macroetapas acima: O cálculo combina variáveis por serviço e variáveis transversais (Anexo I do guia), além de indicadores ambientais e sociais — sem detalhar cada fórmula neste draft. Grupo 1 — por serviço Grupo 2 — transversais API de Avaliação de Serviço Quantidade de solicitações geradas e de avaliações respondidas. Sem integração ao Módulo de Avaliação: extrapolação por médias do órgão e dos serviços. Renda (monetização) Renda média de usuários e de prestadores (servidores), com dados do IBGE quando não há segmentação por tipo de serviço — base para converter impactos em valores monetários. Para cada serviço catalogado, o modelo monta uma matriz (etapas, documentos, volume digital, tempos pré/pós) e estima a economia entre o cenário digital e um cenário 100% presencial, para governo e sociedade. A soma por serviço consolida a economia do ente; quando faltam dados, aplicam-se extrapolações até a incorporação de novos serviços. Variáveis globais Definições econômicas, ambientais e de preços (Anexo I). Dados do serviço Leitura no Portal / JSON: etapas, documentos, formas de prestação. Catalogação Classificação lexical automática (dicionário de referência). Mensuração Cruzamento macroetapas, variáveis e volume (API / CGAUX). Economia Fórmulas por dimensão → painéis e séries históricas. O processo se repete para cada serviço e alimenta um painel interativo em Power BI, com exportação de dados para análises complementares. Indicadores cobrem dimensões econômicas, sociais (bem-estar, congestão urbana, assimetria informacional) e ambientais (uso de papel, emissões, energia). Custos e economias para cidadãos e empresas Ganhos de eficiência e custos da Administração Pública Fórmulas, constantes e modelagem matemática: ver Informações complementares do guia técnico (gp2), fora do roteiro principal de apresentação (nmc). Princípios fundamentais: Elementos incorporados dos estudos anteriores: Guia Prático (SGD, 2022) — Positivos: padronização de etapas; amplo catálogo; documentos por serviço; renda média; percentual de atendimento digital. Atenção: pouca segmentação (transporte, internet fixa/móvel); dependência de formulários aos gestores, com estimativas heterogêneas. Relatório SGD/UFMG (2025) — Positivos: fundamentação teórica; georreferenciamento; variáveis atualizáveis; categorização por renda e tipo de usuário; doses de tratamento. Atenção: formato “cookbook”; alta individualização; aplicação a apenas quatro serviços; georreferenciamento pouco escalável em larga escala. O Standard Cost Model (Holanda, início dos anos 2000) isolou custos administrativos de cumprimento de obrigações de informação ao Estado. Foi adotado pela Comissão Europeia (Better Regulation) e recomendado pela OCDE — referência histórica para mensuração regulatória, distinta do núcleo operacional deste modelo centrado nos serviços digitais do Gov.br. Boas práticas: fontes oficiais (IBGE, Ipea, portais); simplificação de variáveis; prudência nas estimativas. Medidas de prudência (exemplos): IA (transitório): variáveis globais pesquisadas com LLM multiagente (deep research) e revisão humana — sujeitas a novo estudo aprofundado.Novo Modelo de Custos
Gov.br como fonte de dados
Portal Gov.br
(JSON)Análise lexical e macroetapas
Solicitar
Receber
Rol técnico de etapas (guia gp2)
Variáveis e volume
O serviço como unidade de cálculo
Resultados e transparência
Sociedade
Governo
gp2.docx (guia técnico completo).Contexto e estudos anteriores