O Governo do Brasil está implantando a identificação biométrica no cadastro de beneficiários de programas sociais e previdenciários como parte de um processo de modernização e de maior segurança dos sistemas de benefícios.
A biometria utiliza características físicas únicas de cada pessoa — como impressões digitais ou reconhecimento facial — para confirmar a identidade do cidadão. Esse sistema ajuda a reduzir fraudes, evitar cadastros duplicados e impedir o recebimento indevido de benefícios por terceiros.
O cadastro biométrico será implantado gradualmente em todo o território nacional para não prejudicar nenhuma pessoa. Até que a infraestrutura esteja disponível para toda a população, algumas pessoas poderão ficar temporariamente dispensadas dessa exigência para solicitar, manter ou renovar benefícios sociais. A medida considera situações como dificuldades de deslocamento, condições de saúde, falta de documentos específicos ou residência em locais de difícil acesso, garantindo que ninguém perca o acesso aos seus direitos durante essa fase de implantação.
Estão dispensados do cadastro biométrico, mediante comprovação (acesse AQUI a lista de documentos aceitos):
Pessoas com mais de 80 anos.
Migrantes, refugiadas e apátridas.
Residentes no exterior.
Pessoas com impossibilidade de deslocamento em decorrência do estado de saúde ou condição de deficiência.
Pessoas que moram em localidades de difícil acesso (acesse a lista de localidades).
Também estão dispensadas do cadastro biométrico, até 30/04/2026:
Pessoas que requererem salário-maternidade, benefício por incapacidade temporária ou pensão por morte ao Instituto Nacional do Seguro Social – INSS.
Pessoas que requererem seguro-desemprego ou se enquadrarem nos critérios de concessão do abono salarial.
Pessoas que integrem famílias elegíveis ao Programa Bolsa Família identificadas no CadÚnico ou já beneficiárias do Programa.

