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Seca se intensifica no Centro-Oeste, Nordeste, Norte e Sudeste. Fenômeno se abranda no Sul segundo atualização do Monitor de Secas
Segundo a última atualização do Monitor de Secas, entre junho e julho, em termos de severidade da seca, houve uma intensificação do fenômeno em 12 unidades da Federação: Alagoas, Amazonas, Bahia, Espírito Santo, Goiás, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Paraíba, Pernambuco, Rio de Janeiro, Sergipe e Tocantins. No sentido oposto, a seca se abrandou no mês passado em São Paulo. Em nove estados o fenômeno ficou estável em termos de severidade nesse período: Acre, Ceará, Maranhão, Pará, Paraná, Piauí, Rio Grande do Norte, Rondônia e Roraima. No último mês a seca voltou a ser verificada em Mato Grosso. Já o Rio Grande do Sul e Santa Catarina passaram a ficar livres de seca e se juntaram ao Amapá e ao Distrito Federal nessa condição.

- Mapa do Monitor em junho e julho de 2026

- Seca por grau de severidade por unidade da Federação em junho e julho de 2026
Considerando as cinco regiões geopolíticas acompanhadas pelo Monitor de Secas, o Sudeste teve, em junho, o quadro mais severo do fenômeno no País com seca grave em 2% da região. Já o Sul teve a condição mais branda do fenômeno no último mês. Entre junho e julho, a região com menor percentual de área com seca também foi o Sul: 4%. Já o Sudeste teve a maior porção percentual com presença do fenômeno: 89% de sua área.

- Seca por grau de severidade por região geopolítica e no Brasil em junho e julho de 2026
Na comparação entre junho e julho, 17 estados registraram aumento da área com seca: Acre, Alagoas, Amazonas, Bahia, Goiás, Maranhão, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rondônia, Roraima, Sergipe e Tocantins. No sentido oposto, o Monitor identificou diminuição da área com seca em dois estados: Paraná e São Paulo. Em outros três estados, a área com seca se manteve estável: Ceará, Espírito Santo e Pará. Mato Grosso voltou a registrar seca em julho. Por sua vez, o Rio Grande do Sul e Santa Catarina se tornaram livres de seca e se juntaram ao Amapá e ao Distrito Federal nessa condição no último mês.

- Percentual de seca por unidade da Federação entre junho e julho de 2026
As cores do gráfico indicam as regiões CENTRO-OESTE, SUDESTE, NORDESTE, SUL e NORTE.
Três unidades da Federação registraram seca em 100% do território em julho: Acre, Espírito Santo e Minas Gerais. Nos demais estados com registro do fenômeno, os percentuais variaram de 7% a 95%.

- Percentual da área com seca por unidade da Federação em julho de 2026
As cores do gráfico indicam as regiões CENTRO-OESTE, SUDESTE, NORDESTE, SUL e NORTE.
Com base no território de cada unidade da Federação acompanhada, o Amazonas lidera a área total com seca de julho, seguido por Minas Gerais, Bahia, Pará e Goiás. No total, entre junho e julho, a área com o fenômeno aumentou de 3,79 para 4,43 milhões de km², o equivalente a 52% do território brasileiro.

- Área com seca por UF em julho de 2026 por km²
As cores do gráfico indicam as regiões CENTRO-OESTE, SUDESTE, NORDESTE, SUL e NORTE.
Situação por UF
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UF |
ÁREA |
SEVERIDADE DA SECA |
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Acre |
Entre junho e julho, a área com seca aumentou de 67% para 100% do Acre. É o maior percentual de seca no AC desde os 100% observados em outubro de 2025. Além disso, o Acre foi o único estado do Norte com o registro do fenômeno na totalidade de seu território e teve o maior percentual de seca entre os estados brasileiros em julho juntamente com o Espírito Santo e Minas Gerais |
A severidade da seca se manteve estável no Acre entre maio e julho, já que houve somente o registro de seca fraca, que é a mais branda na escala do Monitor |
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Alagoas |
Entre junho e julho, a área com seca em Alagoas aumentou de 37% para 66% do estado. É a maior porção com registro do fenômeno desde os 68% verificados em março deste ano |
A seca se intensificou em Alagoas entre junho e julho, com o aumento da área com seca moderada de 19% para 30% do estado nesse período. É a condição mais severa em AL desde março deste ano, quando houve seca moderada em 35% do território alagoano |
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Amapá |
Entre maio e julho o Amapá ficou livre de seca. É a primeira vez que o estado fica livre do fenômeno por três meses consecutivos desde o período entre junho e agosto de 2025. Apenas o Amapá, Distrito Federal, Rio Grande do Sul e Santa Catarina ficaram livres de seca em julho dentre todas as unidades da Federação |
O Amapá ficou livre de seca em julho juntamente com Distrito Federal, Rio Grande do Sul e Santa Catarina |
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Amazonas |
Entre junho e julho, a área com seca no Amazonas dobrou de 30% para 60% do estado com maior território do Brasil |
O fenômeno se intensificou no Amazonas entre junho e julho com o aumento da área com seca moderada de 6% para 8% do estado. Esse é o quadro mais severo do fenômeno desde novembro de 2025, quando houve seca moderada em 9% do AM |
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Bahia |
Entre junho e julho, a área com seca aumentou na Bahia, passando de 79% para 90% do estado. Essa é a maior porção com registro do fenômeno desde os 93% verificados em janeiro deste ano |
Entre junho e julho, o fenômeno se intensificou na Bahia, já que a seca moderada aumentou de 58% para 72% do estado. É a condição de seca mais severa no território baiano desde fevereiro deste ano |
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Ceará |
A área com seca no Ceará seguiu no patamar de 30% do estado entre junho e julho. Essa é a menor porção do fenômeno observada no território cearense desde os 20% registrados em março de 2025. Além disso, o território do estado teve o menor percentual de área com seca entre os estados do Nordeste em julho |
A severidade da seca se manteve estável no Ceará entre junho e julho, já que a seca moderada seguiu no patamar de 3% do estado. É a condição mais branda do fenômeno no território cearense desde maio de 2025 |
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Distrito Federal |
Entre junho e julho, o Distrito Federal ficou livre de seca, o que não acontecia desde o período entre fevereiro e março deste ano. Apenas o DF, Amapá, Rio Grande do Sul e Santa Catarina ficaram livres de seca em julho dentre todas as unidades da Federação |
O Distrito Federal ficou livre de seca em junho e julho. No último mês, o DF não registrou o fenômeno juntamente com o Amapá, o Rio Grande do Sul e Santa Catarina |
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Espírito Santo |
Entre junho e julho, o Espírito Santo se manteve com seca em 100% de seu território, o que não acontecia desde o período entre fevereiro e março de 2025. Além disso, o ES teve o maior percentual de seca entre os estados brasileiros em julho juntamente com o Acre e Minas Gerais |
O fenômeno se intensificou no Espírito Santo entre junho e julho, pois a seca moderada voltou a ser observada em 92% do território capixaba. Essa é a condição mais severa do fenômeno no ES desde os 100% de seca moderada no estado em setembro de 2024 |
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Goiás |
Entre junho e julho, a área com seca aumentou de 82% para 87% de Goiás. Essa é a maior área com a presença do fenômeno desde os 100% identificados em janeiro deste ano. Com isso, o estado teve o maior percentual de registro do fenômeno no Centro-Oeste em julho |
O fenômeno se intensificou em Goiás entre junho e julho com o aumento da área com seca moderada de 19% para 22% do estado. Além disso, o território goiano teve a maior intensidade do fenômeno no Centro-Oeste em julho |
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Maranhão |
Entre junho e julho, a área com seca aumentou de 40% para 45% do Maranhão. Essa é a maior área com a presença do fenômeno desde março deste ano |
A severidade do fenômeno se manteve estável no Maranhão entre abril e julho, pois houve somente o registro de seca fraca, que é a mais branda na escala do Monitor. Além disso, o território maranhense teve a condição mais branda do fenômeno entre os estados do Nordeste em julho por ser o único somente com registro de seca fraca na região |
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Mato Grosso |
Em julho Mato Grosso voltou a registrar seca em 7% de seu território. Entre abril e junho deste ano, MT ficou livre de seca |
Mato Grosso voltou a registrar seca fraca em julho em 7% de seu território, após 3 meses consecutivos sem seca |
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Mato Grosso do Sul |
Entre junho e julho, a área com seca aumentou de 21% para 34% de Mato Grosso do Sul. Essa é a maior área com registro do fenômeno no estado desde os 35% verificados em março deste ano |
O fenômeno se intensificou em Mato Grosso do Sul entre junho e julho, já que a seca moderada voltou a ser registrada em 12% do estado. É a condição mais severa do fenômeno em Mato Grosso do Sul desde janeiro deste ano |
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Minas Gerais |
Entre junho e julho, a área com seca aumentou de 74% para 100% de Minas Gerais. É a maior porção com registro do fenômeno desde janeiro deste ano. Além disso, MG teve o maior percentual de seca entre os estados brasileiros em julho juntamente com o Acre e o Espírito Santo |
O fenômeno se intensificou em Minas Gerais entre junho e julho, com o aumento da área com seca moderada de 29% para 32% do estado. É a condição mais severa do fenômeno em MG desde fevereiro deste ano. Apesar disso, Minas Gerais teve a condição mais branda de seca na região Sudeste em julho |
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Pará |
Entre maio e julho, a área com seca seguiu no patamar de 28% do Pará. É a maior área com o registro do fenômeno no estado desde os 35% verificados em janeiro deste ano |
A severidade da seca se manteve estável no Pará entre março e julho, já que somente a seca fraca, a mais branda na escala do Monitor, foi verificada nesse período no estado |
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Paraíba |
Entre junho e julho, a área com seca aumentou de 74% para 85% do território da Paraíba. Essa é a maior área com registro do fenômeno desde os 100% verificados em março deste ano |
A seca se intensificou na Paraíba entre junho e julho com o aumento da seca moderada de 40% para 45% do estado |
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Paraná |
Entre junho e julho, a área com seca caiu de 38% para 11% do Paraná. É a menor área com o registro do fenômeno no estado desde janeiro de 2024, quando o estado ficou livre de seca. Apesar disso, o PR foi o único estado do Sul a registrar o fenômeno em julho |
A severidade do fenômeno se manteve estável no Paraná entre junho e julho, pois somente a seca fraca foi observada no estado nesse período. O PR foi o único estado do Sul a registrar o fenômeno em julho |
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Pernambuco |
Entre junho e julho, a área com seca subiu de 81% para 91% de Pernambuco. Além disso, o estado teve o maior percentual de área com seca no Nordeste em julho |
A seca se intensificou em Pernambuco entre junho e julho, pois a área com seca moderada aumentou de 69% para 77% do estado. Além disso, PE registrou a condição mais intensa de seca em julho entre os estados nordestinos |
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Piauí |
Entre junho e julho, a área com seca aumentou de 85% para 88% do Piauí |
A severidade do fenômeno se manteve estável no Piauí entre junho e julho, já que a seca moderada seguiu observada em 65% do estado |
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Rio de Janeiro |
Entre junho e julho, a área com seca aumentou de 68% para 76% do Estado do Rio de Janeiro. É o maior percentual de área com seca no RJ desde os 79% verificados em janeiro deste ano |
O fenômeno se intensificou no Rio de Janeiro entre junho e julho com o aumento da área com seca moderada de 21% para 42% do estado. Essa é a condição mais severa de seca no RJ desde janeiro deste ano |
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Rio Grande do Norte |
Entre junho e julho, a área com seca aumentou de 69% para 79% do Rio Grande do Norte. Esse é o maior percentual registrado no estado desde os 93% de março deste ano |
A severidade do fenômeno se manteve estável no RN entre junho e julho, pois a seca moderada seguiu no patamar de 15% do estado no período |
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Rio Grande do Sul |
Em julho a seca deixou de ser registrada no Rio Grande do Sul, o que não acontecia no estado desde dezembro de 2025. Apenas o Amapá, Distrito Federal, Rio Grande do Sul e Santa Catarina ficaram livres de seca em julho dentre todas as unidades da Federação |
O fenômeno deixou de ser verificado no Rio Grande do Sul entre junho e julho. O estado ficou livre de seca no último mês juntamente com o Amapá, o Distrito Federal e Santa Catarina |
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Rondônia |
Entre junho e julho, a área com seca aumentou de 59% para 63% do território de Rondônia. É a maior porção do fenômeno desde os 66% observados em outubro de 2025 |
A severidade do fenômeno se manteve estável em Rondônia entre maio e julho, pois a seca moderada seguiu presente em 24% do estado nesse período |
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Roraima |
Entre junho e julho, a área com seca em Roraima aumentou significativamente de 7% para 50% do estado |
Roraima seguiu somente com seca fraca entre junho e julho, que é a mais branda na escala do Monitor |
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Santa Catarina |
Em julho Santa Catarina deixou de registrar seca, o que não acontecia no estado desde julho de 2024. Somente o Amapá, Distrito Federal, Rio Grande do Sul e Santa Catarina ficaram livres de seca em julho dentre todas as unidades da Federação |
O fenômeno deixou de ser observado em Santa Catarina em julho. O estado ficou livre de seca no último mês juntamente com o Amapá, o Distrito Federal e o Rio Grande do Sul |
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São Paulo |
Entre junho e julho, a área com seca no Estado de São Paulo diminuiu de 76% para 65% de seu território. É a menor área com registro do fenômeno em SP desde os 57% observados em janeiro de 2024. Além disso, o território paulista registrou o menor percentual de seca entre os estados do Sudeste no último mês |
O fenômeno se abrandou levemente em São Paulo entre junho e julho, com a redução da área com seca moderada de 32% para 31%. Essa é a condição mais branda desde junho de 2025. Por outro lado, o estado teve a condição mais severa de seca do Brasil em julho, sendo o único com registro de seca grave no País |
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Sergipe |
Entre junho e julho, a área com seca aumentou de 12% para 49% de Sergipe. Esse é o maior percentual de registro do fenômeno no estado desde os 78% observados em março deste ano |
Entre junho e julho, a seca se intensificou em Sergipe, já que a seca moderada aumentou de 1% para 11% do estado |
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Tocantins |
Entre junho e julho, a área com seca aumentou de 92% para 95% do Tocantins. É a maior área com seca no estado desde janeiro deste ano, quando houve seca em 100% do TO. Além disso, o estado teve o maior percentual de registro do fenômeno na região Norte em julho |
O fenômeno se intensificou no Tocantins entre junho e julho, pois a seca moderada aumentou de 23% para 34% do estado nesse período. É a condição mais severa da seca no TO desde janeiro deste ano. Além disso, o Tocantins teve a maior severidade do fenômeno entre os estados do Norte em julho |
Novos produtos do Monitor de Secas
O Monitor de Secas lançou novos produtos com um recorte municipal da seca. Agora o programa apresenta a Seca Relativa Máxima (SRM); a Persistência de Seca Relativa Máxima (PSRM); e a Persistência de Seca por Categoria (PSC). A SRM representa, para cada município e em cada mês de referência, a condição de seca mais intensa registrada no mês consultado. Por sua vez, a PSRM apresenta, para cada município e em cada mês de referência, a continuidade ao longo do tempo da condição indicada pela Seca Relativa Máxima. Assim, a PSRM contabiliza o número de meses consecutivos em que a SRM permanece inalterada no município.
Já a PSC apresenta uma abordagem complementar da continuidade da seca ao longo do tempo, ao analisar a permanência do fenômeno em cada uma das cinco categorias adotadas pelo Monitor. A Persistência de Seca por Categoria tem como diferencial a possibilidade de contabilização do tempo acumulado de ocorrência da seca desde o seu início, incluindo eventuais períodos de intensificação do fenômeno.
O Monitor de Secas
O Monitor realiza o acompanhamento contínuo do grau de severidade das secas no Brasil com base em indicadores do fenômeno e nos impactos causados em curto e/ou longo prazo. Os impactos de curto prazo são para déficits de precipitações recentes até seis meses. Acima desse período, os impactos são de longo prazo. Essa ferramenta vem sendo utilizada para auxiliar o planejamento e a execução de políticas públicas de combate à seca e pode ser acessada tanto pelo site monitordesecas.ana.gov.br quanto pelo aplicativo Monitor de Secas, disponível gratuitamente para dispositivos móveis com os sistemas Android e iOS.
O projeto tem como principal produto o Mapa do Monitor, construído mensalmente a partir da colaboração dos estados integrantes do projeto e de uma rede de instituições parceiras que assumem diferentes papéis na rotina de sua elaboração. Por meio da ferramenta, é possível comparar a evolução das secas nos 26 estados e no Distrito Federal a cada mês vencido. O Monitor de Secas teve início em julho de 2014, começando pela região Nordeste, sendo que o processo de expansão dessa iniciativa, a partir de 2018, foi concluído com a entrada do Amapá no Mapa do Monitor de dezembro de 2023, completando sua cobertura em todo o território nacional.
A metodologia do Monitor de Secas foi baseada no modelo de acompanhamento de secas dos Estados Unidos e do México. O cronograma de atividades inclui as fases de coleta de dados, cálculo dos indicadores de seca, traçado dos rascunhos do Mapa pela equipe de autoria, validação dos estados envolvidos e divulgação da versão final do Mapa do Monitor, que indica a ausência do fenômeno ou uma seca relativa, significando que as categorias de seca em uma determinada área são estabelecidas em relação ao próprio histórico da região.
Assessoria Especial de Comunicação Social (ASCOM)
Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA)
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