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Seca se intensifica no Nordeste e fica estável no Sul. Fenômeno se abranda no Centro-Oeste, Norte e Sudeste conforme atualização do Monitor de Secas
Conforme a última atualização do Monitor de Secas, entre dezembro de 2025 e janeiro de 2026, em termos de severidade da seca, houve um abrandamento do fenômeno em 13 unidades da Federação: Amazonas, Bahia, Distrito Federal, Espírito Santo, Goiás, Mato Grosso, Minas Gerais, Piauí, Rio de Janeiro, Rondônia, Roraima, São Paulo e Tocantins. No sentido oposto, a seca se intensificou em janeiro em outros oito estados: Alagoas, Ceará, Maranhão, Pará, Paraíba, Pernambuco, Rio Grande do Norte e Sergipe. Em quatro estados o fenômeno ficou estável em termos de severidade nesse período: Amapá, Mato Grosso do Sul, Paraná e Santa Catarina. Por sua vez, o Rio Grande do Sul voltou a registrar seca no último mês e o Acre deixou de verificar o fenômeno em janeiro.

- Mapa do Monitor em dezembro de 2025 e janeiro de 2026

- Seca por grau de severidade por unidade da Federação em dezembro de 2025 e janeiro de 2026
Considerando as cinco regiões geopolíticas acompanhadas pelo Monitor de Secas, o Nordeste teve, em janeiro de 2026, o quadro mais severo do fenômeno no País, sendo a única a registrar seca extrema, e o maior percentual de área com registro de seca: 97% da região. Já o Sul teve a condição mais branda do fenômeno no último mês, assim como o menor percentual de área seca: 35%. Entre dezembro e janeiro, o fenômeno se intensificou somente no Nordeste e manteve estável sua severidade no Sul. No Centro-Oeste, Norte e Sudeste a seca se abrandou no período. O Sul foi a única região onde o fenômeno se expandiu em janeiro e tanto o Norte quanto o Nordeste apresentaram estabilidade no percentual de área com seca. Já o Centro-Oeste e o Sudeste tiveram redução no percentual de áreas com seca.

- Seca por grau de severidade por região geopolítica e no Brasil em dezembro de 2025 e janeiro de 2026
Na comparação entre dezembro de 2025 e janeiro de 2026, quatro estados registraram aumento da área com seca: Amapá, Pará, Paraná e Santa Catarina. Já o Rio Grande do Sul voltou a registrar o fenômeno, enquanto no Acre ele deixou de ser verificado. No sentido oposto, o Monitor identificou diminuição da área com seca em oito estados: Amazonas, Bahia, Espírito Santo, Mato Grosso do Sul, Rio de Janeiro, Rondônia, Roraima e São Paulo. Em 13 unidades da Federação, a área com seca se manteve estável: Alagoas, Ceará, Distrito Federal, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Minas Gerais, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Norte, Sergipe e Tocantins.

- Percentual de seca por unidade da Federação entre dezembro de 2025 e janeiro de 2026
As cores do gráfico indicam as regiões CENTRO-OESTE, SUDESTE, NORDESTE, SUL e NORTE.
Onze unidades da Federação registraram seca em 100% do território em janeiro deste ano: Alagoas, Ceará, Distrito Federal, Goiás, Maranhão, Minas Gerais, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Norte e Tocantins. Nos demais estados com registro do fenômeno, os percentuais variaram de 21% a 94%.

- Percentual da área com seca por unidade da Federação em janeiro de 2026
As cores do gráfico indicam as regiões CENTRO-OESTE, SUDESTE, NORDESTE, SUL e NORTE.
Com base no território de cada unidade da Federação acompanhada, Mato Grosso lidera a área total com seca de janeiro, seguido por Minas Gerais, Bahia, Amazonas e Pará. No total, entre dezembro de 2025 e janeiro de 2026, a área com o fenômeno se manteve estável no patamar de 5,4 milhões de km², o equivalente a 63% do território brasileiro.

- Área com seca por UF em janeiro de 2026 por km²
As cores do gráfico indicam as regiões CENTRO-OESTE, SUDESTE, NORDESTE, SUL e NORTE.
Situação por UF
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UF |
ÁREA |
SEVERIDADE DA SECA |
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Acre |
Entre dezembro e janeiro, a seca deixou de ser verificada no Acre. É a primeira vez que o estado fica livre do fenômeno desde sua entrada no Mapa do Monitor em novembro de 2022 |
No Acre a seca deixou de ser verificada em janeiro, sendo a única unidade da Federação nessa condição no último mês. Esse é o melhor quadro do fenômeno no território acreano desde novembro de 2022 |
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Alagoas |
Entre dezembro e janeiro, a área com seca em Alagoas se manteve em 100% do estado. Desde o período entre novembro e dezembro de 2024, é a primeira vez que o território alagoano registra seca em sua totalidade por dois meses consecutivos |
O fenômeno se intensificou em Alagoas entre dezembro e janeiro, com o aumento da seca grave de 15% para 30% do estado. É a pior condição em AL desde dezembro de 2024, quando o território alagoano registrou 35% de seca grave |
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Amapá |
Entre dezembro e janeiro, a área com seca aumentou de 55% para 68% do Amapá. É a maior área com seca no estado desde dezembro de 2024, quando houve seca em 82% do AP |
A severidade da seca se manteve estável no Amapá entre setembro de 2025 e janeiro de 2026, período em que foi registrada somente seca no estado, que é a mais branda na escala do Monitor |
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Amazonas |
Entre dezembro e janeiro, a área com seca diminuiu de 38% para 30% do Amazonas. É a menor área com o registro de seca no estado desde maio de 2023, quando o fenômeno foi verificado em 24% do AM. Além disso, o território amazonense teve o menor percentual de área com seca entre os estados do Norte em janeiro |
O fenômeno se abrandou no Amazonas entre dezembro e janeiro, pois a seca moderada deixou de ser verificada no estado. Em janeiro o AM teve a condição mais branda de seca desde sua entrada no Mapa do Monitor em dezembro de 2022. Além disso, o Amazonas teve a condição mais branda do fenômeno no Norte em janeiro |
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Bahia |
Entre dezembro e janeiro, a área com seca diminuiu discretamente na Bahia, passando de 95% para 93% do estado |
Entre dezembro e janeiro, houve um leve abrandamento do fenômeno na Bahia com a redução da seca extrema de 29% para 27% do estado. É a melhor condição de seca no estado desde setembro de 2025 |
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Ceará |
A área com seca no Ceará se manteve na totalidade do território do estado entre outubro e janeiro. Desde o período entre outubro de 2023 e janeiro de 2024, é a primeira vez que o CE registra seca em 100% de seu território por quatro meses consecutivos |
A seca se intensificou no Ceará entre dezembro e janeiro com o ressurgimento de seca extrema em 24% do estado. É a condição mais severa desde janeiro de 2018, quando houve seca excepcional, a mais severa na escala do Monitor, em 30% do CE |
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Distrito Federal |
Entre maio de 2024 e janeiro de 2026, a área com seca se manteve estável em 100% do Distrito Federal. O território do DF registra a maior sequência entre todas as unidades da Federação atualmente com 1 ano e 9 meses de seca em toda sua área |
A seca se abrandou no Distrito Federal, passando de moderada para fraca na totalidade da unidade da Federação. É a primeira vez que o DF registra somente seca fraca desde fevereiro de 2025. Além disso, o Distrito Federal teve a condição mais branda do fenômeno no Centro-Oeste em janeiro |
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Espírito Santo |
Entre dezembro e janeiro, a área com seca diminuiu significativamente de 100% para 40% do Espírito Santo. É a menor área com o fenômeno no estado desde janeiro de 2025, quando foi registrada seca em 31% dele. Além disso, o território capixaba teve o menor percentual de seca do Sudeste em janeiro |
A seca se abrandou no ES entre dezembro e janeiro, com a forte redução da área com seca moderada de 72% para 2% do estado. É a condição mais branda do fenômeno desde junho de 2025, quando o estado registrou somente seca fraca. Com isso, o Espírito Santo teve a condição mais branda do fenômeno no Sudeste em janeiro |
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Goiás |
Entre outubro e janeiro, a área com seca se manteve no patamar de 100% de Goiás. É a primeira vez que o estado registra seca por quatro meses consecutivos desde o período entre novembro de 2024 e fevereiro de 2025 |
O fenômeno se abrandou em Goiás entre dezembro e janeiro, com a diminuição da área com seca grave de 35% para 25% do estado. Por outro lado, GO teve a condição mais severa do fenômeno no Centro-Oeste em janeiro |
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Maranhão |
Entre dezembro e janeiro, a área com seca se manteve presente em 100% do Maranhão. Desde o período entre dezembro de 2024 e janeiro de 2025, é a primeira vez que o estado acumula dois meses consecutivos com seca na totalidade de seu território |
O fenômeno se intensificou no Maranhão entre dezembro e janeiro, com o aumento da área com seca moderada de 85% para 99% do estado. Apesar disso, o MA teve a condição mais branda do fenômeno entre os estados do Nordeste em janeiro |
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Mato Grosso |
Entre dezembro e janeiro, a área com seca se manteve no patamar de 86% de Mato Grosso |
A seca se abrandou em MT entre dezembro e janeiro, com a leve redução da área com seca moderada de 7% para 6% do estado. É a condição mais branda em Mato Grosso desde outubro de 2025 |
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Mato Grosso do Sul |
Entre dezembro e janeiro, a área com seca diminuiu de 66% para 60% de Mato Grosso do Sul. É a menor área com registro do fenômeno no estado desde outubro de 2025. Além disso, o estado teve o menor percentual de registro de seca no Centro-Oeste em janeiro |
A severidade da seca se manteve estável em MS entre dezembro e janeiro com registro de seca fraca, moderada e grave. Nesse período, Mato Grosso do Sul teve a condição mais severa do fenômeno desde março de 2025 |
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Minas Gerais |
Entre agosto de 2025 e janeiro de 2026, a área com seca se manteve estável em 100% de Minas Gerais. Desde a entrada de MG no Mapa do Monitor, em novembro de 2018, é a primeira vez que o estado registra seca na totalidade do seu território por seis meses consecutivos. Minas foi o único estado do Sudeste com seca na totalidade do seu território em janeiro |
O fenômeno se abrandou em Minas Gerais entre dezembro e janeiro, com a redução da área com seca grave de 53% para 34% do estado. É a condição mais branda do fenômeno em MG desde outubro de 2025, quando foram registrados 26% de seca grave no território mineiro |
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Pará |
Entre dezembro e janeiro, a área com seca aumentou de 19% para 35% no Pará. É a maior área com o registro do fenômeno desde janeiro de 2025, quando houve registro de seca em 100% do estado |
A severidade da seca se intensificou no Pará entre dezembro e janeiro, já que a seca moderada aumentou de 1% para 2% do estado. É a pior condição desde janeiro de 2025, quando o estado registrou 25% de seca moderada |
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Paraíba |
Entre dezembro e janeiro, a área com seca se manteve totalidade da Paraíba. Desde o período entre dezembro de 2024 e janeiro de 2025, é a primeira vez que o estado registra dois meses consecutivos com seca em 100% de seu território |
A severidade da seca se intensificou na PB entre dezembro e janeiro, com o aumento da seca extrema de 67% para 74% do estado. É a pior condição do fenômeno desde fevereiro de 2018, quando houve seca excepcional, a mais severa na escala do Monitor, em 28% da Paraíba. Também é a condição mais intensa de seca no Brasil em janeiro de 2026 |
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Paraná |
Entre dezembro e janeiro, a área com seca aumentou de 47% para 52% do Paraná. É a maior área com o fenômeno no estado desde outubro de 2025, quando houve 66% de seca no estado. O PR teve o maior percentual de registro do fenômeno entre os estados do Sul em janeiro |
A severidade do fenômeno se manteve estável no Paraná entre dezembro e janeiro com registro de seca fraca, moderada e grave. É a condição mais branda do fenômeno no PR desde julho de 2025. Ainda assim, o Paraná teve a maior intensidade da seca entre os estados do Sul em janeiro |
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Pernambuco |
Entre dezembro e janeiro, a área com seca se manteve em 100% de Pernambuco. Desde o período entre março e abril de 2025, é a primeira vez que o estado registra o fenômeno na totalidade de seu território por dois meses consecutivos |
O fenômeno se intensificou em Pernambuco entre dezembro e janeiro, com o aumento da área com seca extrema de 42% para 65%. É a condição mais severa do fenômeno no território pernambucano desde março de 2019, quando foi registrado 1% de seca excepcional, a mais severa na escala do Monitor |
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Piauí |
Entre abril e dezembro, a área com seca se manteve estável em 100% do Piauí. É a primeira vez que o estado registra seca na totalidade de seu território por dez meses consecutivos desde o período entre junho de 2016 e março de 2017 |
A seca se abrandou no Piauí entre dezembro e janeiro, com a redução da área com seca extrema de 21% para 16% do estado. É a melhor condição do fenômeno no território piauiense desde junho de 2025 |
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Rio de Janeiro |
Entre dezembro e janeiro, a área com seca diminuiu de 100% para 79% do Estado do Rio de Janeiro. É o menor percentual de área com seca no RJ desde outubro de 2025, quando o fenômeno foi verificado em 66% do território fluminense |
O fenômeno se abrandou no RJ entre dezembro e janeiro, com a redução da área com seca moderada de 60% para 42% do estado |
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Rio Grande do Norte |
Entre dezembro e janeiro, a área com seca permaneceu em 100% do Rio Grande do Norte. É a primeira vez que o estado registra seca em sua totalidade por dois meses consecutivos desde o período entre novembro e dezembro de 2024 |
O fenômeno se intensificou de forma significativa no RN entre dezembro e janeiro, já que a área com seca extrema saltou de 47% para 61% do estado. É a pior condição no território potiguar desde fevereiro de 2018, quando houve 18% de seca excepcional, a mais severa na escala do Monitor, no estado |
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Rio Grande do Sul |
Entre dezembro e janeiro, a seca voltou a ser registrada em 21% do Rio Grande do Sul. Mesmo assim, o estado teve o menor percentual de área de seca da região Sul em janeiro |
A seca fraca voltou a ser registrada em 21% do RS em janeiro. Ainda assim, o Rio Grande do Sul teve a condição mais branda de seca na região Sul em janeiro |
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Rondônia |
Entre dezembro e janeiro, a área com seca diminuiu de 56% para 42% de Rondônia. É o menor percentual de área com a presença do fenômeno no estado desde os 39% verificados em julho de 2025 |
O fenômeno se abrandou em Rondônia entre dezembro e janeiro, já que a seca moderada deixou de ser registrada no estado no último mês |
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Roraima |
Entre dezembro e janeiro, a área com seca diminuiu de 59% para 38% de Roraima |
Entre dezembro e janeiro, a seca se abrandou em Roraima, pois a seca moderada deixou de ser observada no estado |
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Santa Catarina |
Entre dezembro e janeiro, a área com seca aumentou de 30% para 39% de Santa Catarina. É o maior percentual de área com o fenômeno em SC desde outubro de 2025, quando houve seca em 55% do estado |
Entre setembro de 2025 e janeiro de 2026, a intensidade da seca se manteve estável em Santa Catarina, que seguiu somente com registro de seca fraca |
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São Paulo |
Entre dezembro e janeiro, a área com seca diminuiu de 100% para 94% do Estado de São Paulo. É a menor área com registro do fenômeno em SP desde julho de 2025, quando houve seca em 89% do estado |
O fenômeno se abrandou em São Paulo entre dezembro e janeiro, com a redução da área com seca grave de 38% para 34%. É a melhor condição do fenômeno em SP desde setembro de 2025, quando foram registrados 33% de seca grave no território paulista. Por outro lado, o estado teve a maior severidade do fenômeno no Sudeste em janeiro |
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Sergipe |
Entre dezembro e janeiro, a área com seca se manteve no patamar de 90% de Sergipe. É a maior área com o fenômeno desde janeiro de 2025, quando a seca foi registrada em 100% do estado. Apesar disso, Sergipe teve o menor percentual de área com seca entre os estados do Nordeste |
Entre dezembro e janeiro, a seca se intensificou em Sergipe, pois a seca grave voltou a ser registrada em 21% do estado. É a condição mais severa do fenômeno em SE desde dezembro de 2024, quando o território sergipano registrou 53% de seca grave |
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Tocantins |
Entre agosto de 2025 e janeiro de 2026, a área com seca seguiu estável em 100% do Tocantins. Desde o período entre agosto de 2024 e janeiro de 2025, é a primeira vez que o estado acumula seis meses consecutivos com seca na totalidade de seu território |
O fenômeno se abrandou no Tocantins entre dezembro e janeiro, com a redução da área com seca grave de 37% para 29%. É a condição mais branda da seca no estado desde setembro de 2025. Por outro lado, o Tocantins teve a maior severidade da seca entre os estados do Norte em janeiro |
O Monitor de Secas
O Monitor realiza o acompanhamento contínuo do grau de severidade das secas no Brasil com base em indicadores do fenômeno e nos impactos causados em curto e/ou longo prazo. Os impactos de curto prazo são para déficits de precipitações recentes até seis meses. Acima desse período, os impactos são de longo prazo. Essa ferramenta vem sendo utilizada para auxiliar o planejamento e a execução de políticas públicas de combate à seca e pode ser acessada tanto pelo site monitordesecas.ana.gov.br quanto pelo aplicativo Monitor de Secas, disponível gratuitamente para dispositivos móveis com os sistemas Android e iOS.
O projeto tem como principal produto o Mapa do Monitor, construído mensalmente a partir da colaboração dos estados integrantes do projeto e de uma rede de instituições parceiras que assumem diferentes papéis na rotina de sua elaboração. Por meio da ferramenta, é possível comparar a evolução das secas nos 26 estados e no Distrito Federal a cada mês vencido. O Monitor de Secas teve início em julho de 2014, começando pela região Nordeste, sendo que o processo de expansão dessa iniciativa, a partir de 2018, foi concluído com a entrada do Amapá no Mapa do Monitor de dezembro de 2023, completando sua cobertura em todo o território nacional.
A metodologia do Monitor de Secas foi baseada no modelo de acompanhamento de secas dos Estados Unidos e do México. O cronograma de atividades inclui as fases de coleta de dados, cálculo dos indicadores de seca, traçado dos rascunhos do Mapa pela equipe de autoria, validação dos estados envolvidos e divulgação da versão final do Mapa do Monitor, que indica a ausência do fenômeno ou uma seca relativa, significando que as categorias de seca em uma determinada área são estabelecidas em relação ao próprio histórico da região.
Assessoria Especial de Comunicação Social (ASCOM)
Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA)
(61) 2109-5129/5495/5103
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