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Seca se intensifica no Centro-Oeste, Nordeste e Sudeste. Fenômeno se abranda no Sul e segue com severidade estável no Norte, segundo Monitor de Secas
Conforme a última atualização do Monitor de Secas, entre outubro e novembro, em termos de severidade da seca, houve um abrandamento do fenômeno em quatro estados: Acre, Amazonas, Bahia e Paraná. No sentido oposto, a seca se intensificou em novembro em outros 19 estados: Alagoas, Ceará, Espírito Santo, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rondônia, Roraima, São Paulo, Sergipe e Tocantins. Já em outras três unidades da Federação o fenômeno ficou estável em termos de severidade nesse período: Amapá, Distrito Federal e Santa Catarina. No Rio Grande do Sul o fenômeno voltou a ser verificado em novembro.

- Mapa do Monitor em outubro e novembro de 2025

- Seca por grau de severidade por unidade da Federação em outubro e novembro de 2025
Considerando as cinco regiões geopolíticas acompanhadas pelo Monitor de Secas, o Sul teve a condição mais branda do fenômeno em novembro, enquanto o Nordeste teve a situação mais severa, com 21% da sua área com registro de seca extrema, que é a pior situação da região desde março de 2019. Entre outubro e novembro no Centro-Oeste, Nordeste e Sudeste o fenômeno se intensificou nesse período. No Sul houve abrandamento da seca, enquanto a severidade do fenômeno ficou estável no Norte. Considerando a extensão da área com seca, no Centro-Oeste, Sudeste e Sul a área com seca teve um aumento. Nas regiões Nordeste e Norte a área com o fenômeno permaneceu estável.

- Seca por grau de severidade por região geopolítica e no Brasil em outubro e novembro de 2025
Na comparação entre outubro e novembro, dez estados registraram o aumento da área com seca: Alagoas, Amapá, Espírito Santo, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Pará, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Roraima e Sergipe. Já no Rio Grande do Sul o fenômeno voltou a ser verificado em novembro. No sentido oposto, o Monitor identificou a diminuição da área com o fenômeno em outros cinco estados: Acre, Amazonas, Paraná, Rondônia e Santa Catarina. Em outras 11 unidades da Federação, a área com seca se manteve estável: Bahia, Ceará, Distrito Federal, Goiás, Maranhão, Minas Gerais, Paraíba, Pernambuco, Piauí, São Paulo e Tocantins.

- Percentual de seca por unidade da Federação entre outubro e novembro de 2025
As cores do gráfico indicam as regiões CENTRO-OESTE, SUDESTE, NORDESTE, SUL e NORTE.
Oito unidades da Federação registraram seca em 100% do território em novembro deste ano: Ceará, Distrito Federal, Goiás, Minas Gerais, Piauí, Rio de Janeiro, São Paulo e Tocantins. Nos demais estados com registro do fenômeno, os percentuais variaram de 27% a 94%.

- Percentual da área com seca por unidade da Federação em novembro de 2025
As cores do gráfico indicam as regiões CENTRO-OESTE, SUDESTE, NORDESTE, SUL e NORTE.
Com base no território de cada unidade da Federação acompanhada, o Mato Grosso lidera a área total com seca de novembro, seguido por Amazonas, Minas Gerais, Bahia e Pará. No total, entre outubro e novembro, a área com o fenômeno seguiu em cerca de 5,7 milhões de km², o equivalente a 68% do território brasileiro.

As cores do gráfico indicam as regiões CENTRO-OESTE, SUDESTE, NORDESTE, SUL e NORTE.
Situação por UF
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UF |
ÁREA |
SEVERIDADE DA SECA |
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Acre |
Entre outubro e novembro, a área com seca no Acre diminuiu de 100% para 88%. É a menor área com o registro do fenômeno no AC desde junho deste ano, quando houve registro de seca em 64% do estado |
No Acre a seca se abrandou entre outubro e novembro, já que a seca moderada passou de 52% para 12% do estado. É a melhor condição desde novembro de 2022, quando o estado entrou no Mapa do Monitor |
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Alagoas |
Entre outubro e novembro, a área com seca em Alagoas teve um leve aumento, passando de 39% para 40% do estado, ainda assim o estado registrou o menor percentual de área com seca entre os estados nordestinos em novembro |
O fenômeno se intensificou em Alagoas entre outubro e novembro, com o aumento da seca moderada de 6% para 31% do território. É a pior condição desde maio deste ano, quando AL registrou 23% de seca grave |
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Amapá |
Entre outubro e novembro, a área com seca aumentou de 39% para 62% no Amapá. É a maior área com seca no estado desde dezembro de 2024, quando houve seca em 82% do AP |
A severidade da seca se manteve estável no Amapá entre outubro e novembro, com registro somente de seca fraca, a mais branda na escala do Monitor. Com isso, o Amapá teve a condição mais branda do fenômeno no Norte em novembro |
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Amazonas |
Entre outubro e novembro, a área com seca diminuiu de 55% para 39% no Amazonas. É a menor área com o registro de seca em AM desde maio de 2023, quando houve registro de seca em 24% do estado |
O fenômeno se abrandou levemente no Amazonas entre outubro e novembro, com a diminuição da área com seca moderada de 11% para 9% do estado |
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Bahia |
Entre outubro e novembro, a área com seca se manteve estável em 91% da Bahia |
Em novembro, houve uma leve atenuação da seca na Bahia, com a redução da seca extrema de 33% para 28% do território baiano |
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Ceará |
A área com seca no Ceará se manteve na totalidade do território do estado entre outubro e novembro |
A seca se intensificou no Ceará entre outubro e novembro, visto que a seca grave voltou a ser verificada em 27% do estado, o que não acontecia desde janeiro de 2024, quando houve seca grave em 2% do território cearense |
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Distrito Federal |
A área com seca se manteve estável em 100% do Distrito Federal pelo 19º mês consecutivo. O território do DF registra o fenômeno desde maio de 2024, maior sequência entre todas as unidades da Federação atualmente |
A severidade da seca permanece estável no DF há nove meses consecutivos, com 100% do território apresentando seca moderada entre março e novembro |
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Espírito Santo |
Entre outubro e novembro, a área com seca aumentou de 68% para 84% no Espírito Santo. É a maior área com o fenômeno no ES desde abril deste ano, quando foi registrada seca em 10% do estado. Ainda assim, o ES teve o menor percentual de seca no Sudeste em novembro |
A severidade da seca se intensificou levemente no ES entre outubro e novembro, com a seca moderada passando de 23% para 24%. É a condição mais severa do fenômeno desde novembro de 2024, quando o estado registrou 32% de seca moderada. Apesar disso, o Espírito Santo teve a condição mais branda do fenômeno no Sudeste em novembro |
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Goiás |
Entre outubro e novembro, a área com seca se manteve em 100% de Goiás. É a maior área com seca desde fevereiro de 2025, quando o estado também registrou o fenômeno na totalidade do seu território |
O fenômeno se intensificou levemente em Goiás entre outubro e novembro, com o aumento da seca grave de 5% para 7%. É a pior condição no território goiano desde os 27% de seca grave registrados em novembro de 2024. Com isso GO teve o quadro mais severo do fenômeno de seca no Centro-Oeste |
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Maranhão |
Entre agosto e novembro, a área com seca se manteve estável em 92% do Maranhão |
O fenômeno se intensificou no Maranhão entre outubro e novembro, com o aumento da área com seca grave de 69% para 73%. É a condição mais severa da seca no MA desde janeiro de 2018, quando houve seca extrema em 11% do estado |
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Mato Grosso |
Entre outubro e novembro, a área com seca aumentou de forma significativa no Mato Grosso, passando de 31% para 93%. É a maior área com o fenômeno desde janeiro deste ano quando foi registrado 100% de seca no estado |
A severidade da seca se intensificou em MT entre outubro e novembro, pois a seca moderada voltou a ser registrada em 8% do estado. Ainda assim, MT teve a condição mais branda do fenômeno no Centro-Oeste em novembro |
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Mato Grosso do Sul |
Entre outubro e novembro, a área com seca aumentou de 57% para 90% do Mato Grosso do Sul. Apesar disso, o estado teve o menor percentual de registro do fenômeno no Centro-Oeste em novembro |
A severidade da seca se intensificou no MS entre outubro e novembro, com o aumento da seca moderada de 27% para 38%. É a condição mais severa do fenômeno no estado desde abril deste ano, quando houve seca moderada em 40% do Mato Grosso do Sul |
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Minas Gerais |
Entre agosto e novembro, a área com seca se manteve estável em 100% de Minas Gerais |
O fenômeno se intensificou em Minas Gerais entre outubro e novembro, com o aumento da área com seca grave de 26% para 45%. É a pior condição do fenômeno em MG desde setembro de 2024, quando foram registrados 4% de seca extrema no território mineiro. Além disso, o estado teve a maior severidade do fenômeno no Sudeste em novembro |
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Pará |
Entre outubro e novembro, a área com seca aumentou de 12% para 31% no Pará. É a maior área com o registro do fenômeno desde janeiro deste ano, quando houve registro de seca em 100% do estado |
A severidade da seca se intensificou no Pará entre outubro e novembro, já que a seca moderada voltou a ser identificada em 1% do estado. É a pior condição desde janeiro de 2025, quando o estado registrou 25% de seca moderada no PA |
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Paraíba |
Entre maio e novembro, a área com seca se manteve estável em 87% da Paraíba |
Entre outubro e novembro, a seca se intensificou na Paraíba, pois a seca extrema voltou a ser registrada em 38% do estado, severidade que não era observada desde fevereiro de 2019. É a pior condição do fenômeno no estado desde novembro de 2018 quando houve seca extrema em 43% da Paraíba |
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Paraná |
Entre outubro e novembro, a área com seca diminuiu de 66% para 45% do Paraná. É a menor área com o fenômeno desde janeiro deste ano, quando foi registrada 42% de seca no estado. O estado teve o maior percentual de registro do fenômeno entre os estados do Sul em novembro |
O fenômeno se abrandou levemente no Paraná entre outubro e novembro, já que a área com seca grave passou de 5% para 3%. É a melhor condição do fenômeno desde julho de 2025. Ainda assim, essa é a condição mais severa entre os estados do Sul em novembro |
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Pernambuco |
Entre outubro e novembro, a área com seca se manteve no patamar de 88% de Pernambuco |
O fenômeno se intensificou em Pernambuco entre outubro e novembro, com o aumento da área com seca extrema de 16% para 26%. É a condição mais severa do fenômeno no território pernambucano desde março de 2019, quando foi registrado 1% de seca excepcional, a mais severa na escala do Monitor |
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Piauí |
Entre abril e novembro, a área com seca se manteve estável em 100% do Piauí. É a primeira vez que o estado registra seca na totalidade de seu território por oito meses consecutivos desde o período entre março de 2017 e agosto de 2016 |
A severidade da seca se intensificou no Piauí entre outubro e novembro, com o aumento da área com seca grave de 48% para 54%. A seca extrema se manteve estável em 44% do estado. É a maior severidade do fenômeno no território piauiense desde novembro de 2018, quando houve 1% de seca excepcional no PI. O estado também teve a condição de seca mais severa do Nordeste em novembro |
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Rio de Janeiro |
Entre outubro e novembro, a área com seca aumentou de 66% para 100% no Rio de Janeiro. É o maior percentual de área com seca no RJ, desde março deste ano, quando o fenômeno também foi verificado em 100% do território fluminense |
O fenômeno se intensificou no RJ entre outubro e novembro, com o registro de 5% de seca grave no estado. É a pior condição do estado desde maio de 2020, quando o Rio de Janeiro entrou no Mapa do Monitor de Secas |
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Rio Grande do Norte |
Entre outubro e novembro, a área com seca aumentou levemente de 91% para 94% do Rio Grande do Norte. É a maior área com seca desde julho deste ano quando foram registrados 97% de seca no estado |
O fenômeno se intensificou de forma significativa no RN entre outubro e novembro, já que a seca extrema passou a ser registrada em 19% do estado. É a pior condição desde março de 2018 quando o território registrou 38% de seca extrema no estado |
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Rio Grande do Sul |
Em novembro a seca voltou a ser registrada em 34% do Rio Grande do Sul, depois de um mês sem registro do fenômeno |
Em novembro o Rio Grande do Sul apresentou apenas seca fraca, a mais branda na escala do Monitor |
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Rondônia |
Entre outubro e novembro, a área com seca diminuiu de 66% para 60% em Rondônia |
O fenômeno se intensificou em Rondônia entre outubro e novembro, com o aumento da seca moderada de 2% para 18% do estado. É a pior condição do fenômeno desde fevereiro deste ano, quando houve o registro de seca grave em 8% do estado |
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Roraima |
Entre outubro e novembro, a área com seca aumentou de 13% para 27%. É a maior área com o fenômeno desde janeiro deste ano, quando houve o registro de seca em 36% de Roraima. Ainda assim esse é o menor percentual de área com seca entre os estados da região Norte em novembro |
Em novembro, a seca se intensificou em Roraima, pois a seca moderada voltou a ser registrada em 4% do estado. É a pior condição desde janeiro de 2025, quando houve o registro de seca moderada em 14% do estado |
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Santa Catarina |
Entre outubro e novembro, a área com seca diminuiu de 55% para 29% em Santa Catarina. É a menor área com o fenômeno desde dezembro de 2024, quando foram identificados 27% de seca em SC. Com isso esse é o menor percentual de área com seca entre os estados do Sul em novembro |
Entre outubro e novembro, a intensidade da seca se manteve estável em Santa Catarina, que seguiu somente com registro de seca fraca. Com isso, SC teve a condição mais branda do fenômeno no Sul em novembro |
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São Paulo |
Entre agosto e novembro, a área com seca seguiu estável em 100% de São Paulo |
O fenômeno se intensificou levemente em São Paulo entre outubro e novembro, com o aumento da área com seca grave de 36% para 38%. É a pior condição do fenômeno em SP desde outubro de 2024, quando foram registrados 47% de seca grave no território paulista |
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Sergipe |
Entre outubro e novembro, a área com seca aumentou de 35% para 45% em Sergipe. É a maior área com o fenômeno desde maio de 2025, quando a seca foi registrada em 69% do estado |
Entre outubro e novembro, a seca se intensificou em Sergipe, já que a seca moderada passou a ser registrada em 14% do estado. É a pior condição desde maio deste ano, quando SE registrou 10% de seca grave. Ainda assim, o estado teve a melhor condição de seca no Nordeste em novembro |
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Tocantins |
Entre agosto e novembro, a área com seca seguiu estável em 100% do Tocantins. O estado teve o maior percentual de registro do fenômeno entre os estados do Norte em novembro |
O fenômeno se intensificou em Tocantins entre outubro e novembro, com o aumento da área com seca grave de 35% para 45%. É a pior condição da seca no estado desde outubro de 2024, quando foram registrados 52% de seca grave. Além disso, Tocantins teve a maior severidade da seca entre os estados do Norte em novembro |
O Monitor de Secas
O Monitor realiza o acompanhamento contínuo do grau de severidade das secas no Brasil com base em indicadores do fenômeno e nos impactos causados em curto e/ou longo prazo. Os impactos de curto prazo são para déficits de precipitações recentes até seis meses. Acima desse período, os impactos são de longo prazo. Essa ferramenta vem sendo utilizada para auxiliar o planejamento e a execução de políticas públicas de combate à seca e pode ser acessada tanto pelo site monitordesecas.ana.gov.br quanto pelo aplicativo Monitor de Secas, disponível gratuitamente para dispositivos móveis com os sistemas Android e iOS.
O projeto tem como principal produto o Mapa do Monitor, construído mensalmente a partir da colaboração dos estados integrantes do projeto e de uma rede de instituições parceiras que assumem diferentes papéis na rotina de sua elaboração. Por meio da ferramenta, é possível comparar a evolução das secas nos 26 estados e no Distrito Federal a cada mês vencido. O Monitor de Secas teve início em julho de 2014, começando pela Região Nordeste, sendo que o processo de expansão dessa iniciativa, a partir de 2018, foi concluído com a entrada do Amapá no Mapa do Monitor de dezembro de 2023, completando a cobertura em todo o território nacional.
A metodologia do Monitor de Secas foi baseada no modelo de acompanhamento de secas dos Estados Unidos e do México. O cronograma de atividades inclui as fases de coleta de dados, cálculo dos indicadores de seca, traçado dos rascunhos do Mapa pela equipe de autoria, validação dos estados envolvidos e divulgação da versão final do Mapa do Monitor, que indica a ausência do fenômeno ou uma seca relativa, significando que as categorias de seca em uma determinada área são estabelecidas em relação ao próprio histórico da região.
Assessoria Especial de Comunicação Social (ASCOM)
Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA)
(61) 2109-5129/5495/5103
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