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Seca fica mais branda no Centro-Oeste, Nordeste e Sudeste. Fenômeno se intensifica no Norte e no Sul segundo atualização do Monitor de Secas
De acordo com a última atualização do Monitor de Secas, entre março e abril, em termos de severidade da seca, houve um abrandamento do fenômeno em 14 unidades da Federação: Alagoas, Bahia, Ceará, Goiás, Maranhão, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Norte, São Paulo, Sergipe e Tocantins. No sentido oposto, a seca se intensificou em abril em cinco estados: Amazonas, Paraná, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul e Santa Catarina. Em quatro estados o fenômeno ficou estável em termos de severidade nesse período: Amapá, Pará, Rondônia e Roraima. No último mês a seca voltou a ser verificada no Distrito Federal e no Espírito Santo. Já em Mato Grosso o fenômeno deixou de ser verificado e o Acre seguiu livre de seca.

- Mapa do Monitor em março e abril de 2026

- Seca por grau de severidade por unidade da Federação em março e abril de 2026
Considerando as cinco regiões geopolíticas acompanhadas pelo Monitor de Secas, o Nordeste teve, em abril, o quadro mais severo do fenômeno no País com seca grave e seca moderada respectivamente em 2% e 37% da região. Já o Norte teve a condição mais branda do fenômeno no último mês. Entre março e abril, a região com menor percentual de área com seca foi o Centro-Oeste: 20%. Já o Sul teve a maior porção percentual com presença do fenômeno: 84% de sua área.

- Seca por grau de severidade por região geopolítica e no Brasil em março e abril de 2026
Na comparação entre março e abril, três estados registraram aumento da área com seca: Goiás, Minas Gerais e Rio Grande do Sul. No sentido oposto, o Monitor identificou diminuição da área com seca em 15 estados: Alagoas, Amapá, Bahia, Maranhão, Mato Grosso do Sul, Pará, Paraíba, Pernambuco, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rondônia, Roraima, Santa Catarina, Sergipe e Tocantins. Em cinco unidades da Federação, a área com seca se manteve estável: Amazonas, Ceará, Paraná, Piauí e São Paulo. Distrito Federal e Espírito Santo voltaram a registrar seca em abril. Já Mato Grosso se juntou ao Acre como únicos estados livres de seca em abril.

- Percentual de seca por unidade da Federação entre março e abril de 2026
As cores do gráfico indicam as regiões CENTRO-OESTE, SUDESTE, NORDESTE, SUL e NORTE.
Cinco unidades da Federação registraram seca em 100% do território em abril deste ano: Ceará, Distrito Federal, Paraná, Piauí e São Paulo. Nos demais estados com registro do fenômeno, os percentuais variaram de 3% a 93%.

- Percentual da área com seca por unidade da Federação em abril de 2026
As cores do gráfico indicam as regiões CENTRO-OESTE, SUDESTE, NORDESTE, SUL e NORTE.
Com base no território de cada unidade da Federação acompanhada, o Amazonas lidera a área total com seca de abril, seguido por Bahia, Minas Gerais, Piauí e São Paulo. No total, entre março e abril, a área com o fenômeno diminuiu de 4,17 para 3,43 milhões de km², o equivalente a 41% do território brasileiro.
As cores do gráfico indicam as regiões CENTRO-OESTE, SUDESTE, NORDESTE, SUL e NORTE.
Situação por UF
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UF |
ÁREA |
SEVERIDADE DA SECA |
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Acre |
Entre janeiro e abril, o Acre permaneceu livre de seca. Desde a entrada do estado no Mapa do Monitor, em novembro de 2022, é a primeira vez que o AC fica livre do fenômeno por quatro meses consecutivos. Somente o Acre e Mato Grosso ficaram livres do fenômeno em abril |
Livre de seca de janeiro a abril deste ano, o Acre está em sua melhor condição quanto ao fenômeno desde novembro de 2022 |
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Alagoas |
Entre março e abril, a área com seca em Alagoas diminuiu de 68% para 22% do estado. É a menor área com seca no território alagoano desde os 12% registrados em setembro de 2025 |
O fenômeno se abrandou em Alagoas entre março e abril, com a redução da área com seca moderada de 35% para 9% do estado. É a condição mais branda em AL desde outubro de 2025, quando o território alagoano registrou 6% de seca moderada |
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Amapá |
Entre março e abril, a área com seca no Amapá caiu fortemente de 55% para 6% do estado. É a menor área com seca no território amapaense desde agosto de 2025, quando ficou livre de seca |
A severidade da seca se manteve estável no Amapá entre março e abril, já que somente a seca fraca, a mais branda na escala do Monitor, foi registrada |
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Amazonas |
Entre março e abril, a área com seca se manteve no patamar de 45% do Amazonas. O estado teve o maior percentual de registro do fenômeno na região Norte em abril |
O fenômeno se intensificou no Amazonas entre março e abril com o registro de seca moderada em 6% do estado. Além disso, o AM teve a maior severidade do fenômeno entre os estados do Norte em abril |
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Bahia |
Entre março e abril, a área com seca diminuiu na Bahia, passando de 83% para 81% do estado. É a menor área com seca na BA desde os 71% verificados em julho de 2024 |
Entre março e abril, houve um abrandamento do fenômeno na Bahia, já que a seca grave deixou de ser observada. É a melhor condição de seca no estado desde janeiro de 2025 |
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Ceará |
A área com seca no Ceará se manteve na totalidade do território do estado entre outubro de 2025 e abril de 2026. Desde o período entre setembro de 2016 e março de 2017, é a primeira vez que o CE registra seca em 100% de seu território por sete meses consecutivos |
A seca se abrandou no Ceará entre março e abril, já que a seca extrema deixou de ser verificada no estado. É a condição mais branda do fenômeno no território cearense desde outubro de 2025 |
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Distrito Federal |
Em abril a seca voltou a ser registrada no Distrito Federal, o que tinha ocorrido pela última vez em janeiro deste ano. O fenômeno foi verificado na totalidade do território do DF, que teve o maior percentual de registro do fenômeno no Centro-Oeste em abril |
A seca fraca, categoria mais branda na escala do Monitor, voltou a ser observada em 100% do DF, sendo que a última vez que ocorreu foi em janeiro deste ano |
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Espírito Santo |
Em abril o Espírito Santo voltou a registrar seca em 18% do estado, sendo que o fenômeno não era registrado no território capixaba desde janeiro deste ano. Por outro lado, o ES teve o menor percentual de seca entre os estados da região Sudeste em abril |
O Espírito Santo voltou a registrar seca fraca em abril, que é a mais branda na escala do Monitor. Ainda assim, o estado teve a condição mais branda de seca na região Sudeste em abril |
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Goiás |
Entre março e abril, a área com seca aumentou de 57% para 64% de Goiás |
O fenômeno se abrandou em Goiás entre março e abril, com a diminuição da área com seca moderada de 32% para 26% do estado. É a condição mais branda no território goiano desde novembro de 2023, quando houve seca moderada em 16% de GO. Por outro lado, o território goiano teve a maior intensidade do fenômeno no Centro-Oeste em abril |
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Maranhão |
Entre março e abril, a área com seca diminuiu de 78% para 20% do Maranhão. Essa é a menor área com registro do fenômeno no estado desde os 18% observados em maio de 2024 |
O fenômeno se abrandou no Maranhão entre março e abril, pois a seca moderada deixou de ser identificada no estado. Essa é a condição mais branda do fenômeno no MA desde março de 2023 |
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Mato Grosso |
Em abril Mato Grosso ficou livre de seca e se juntou ao Acre como únicas unidades da Federação nessa condição. É a primeira vez que MT fica livre do fenômeno desde julho de 2025 |
A seca deixou de ser observada em Mato Grosso em abril. É a melhor condição do Brasil em abril juntamente com o Acre, que também ficou livre de seca |
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Mato Grosso do Sul |
Entre março e abril, a área com seca diminuiu de 35% para 26% de Mato Grosso do Sul. É a menor área com registro do fenômeno no estado desde setembro de 2023, quando houve seca em 17% de MS |
O fenômeno se abrandou em Mato Grosso do Sul entre março e abril, já que a área com seca moderada caiu de 9% para 5% do estado. É a condição mais branda do fenômeno em Mato Grosso do Sul desde agosto de 2025, quando houve somente seca fraca no estado |
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Minas Gerais |
Entre março e abril, a área com seca aumentou de 56% para 57% de Minas Gerais |
O fenômeno se abrandou em Minas Gerais entre março e abril, com a redução da área com seca moderada de 28% para 26% do estado. É a condição mais branda do fenômeno em MG desde fevereiro de 2025, quando foram registrados 16% de seca moderada no território mineiro |
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Pará |
Entre março e abril, a área com seca diminuiu de 10% para 3% do Pará. É a menor área com o registro do fenômeno no estado desde maio de 2025, quando o território paraense ficou livre de seca |
A severidade da seca se manteve estável entre março e abril, já que somente a seca fraca, a mais branda na escala do Monitor, foi verificada nesse período |
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Paraíba |
Entre março e abril, a área com seca diminuiu de 100% para 80% da Paraíba. Essa é a menor área com registro do fenômeno desde os 45% verificados em agosto de 2024 |
A severidade da seca se abrandou na PB entre março e abril, já que a seca grave deixou de ser identificada no estado. É a condição mais branda do fenômeno na Paraíba desde março de 2025 |
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Paraná |
Entre março e abril, a seca se manteve presente em 100% do Paraná. É a primeira vez que fenômeno é registrado na totalidade do estado por dois meses consecutivos desde o período de janeiro a fevereiro de 2021. Além disso, o PR teve o maior percentual de registro do fenômeno entre os estados do Sul em abril |
O fenômeno se intensificou no Paraná entre março e abril com o aumento da área com seca moderada de 24% para 29% do estado. Além disso o Paraná teve a maior intensidade da seca entre os estados do Sul em abril |
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Pernambuco |
Entre março e abril, a área com seca caiu de 100% para 79% de Pernambuco. É a menor área com registro do fenômeno no território pernambucano desde os 60% observados em agosto de 2024 |
O fenômeno se abrandou em Pernambuco entre março e abril, pois a seca grave deixou de ser verificada no estado. É a condição mais branda no território pernambucano desde fevereiro de 2025 |
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Piauí |
Entre abril de 2025 e abril de 2026, a área com seca se manteve estável em 100% do Piauí. É a primeira vez que o estado registra seca na totalidade de seu território por 1 ano e 1 mês de forma consecutiva desde o período entre março de 2016 e março de 2017 |
O fenômeno se abrandou no Piauí entre março e abril com a redução das áreas com seca grave e com seca moderada no estado. É a melhor condição do fenômeno no território piauiense desde março de 2025. No entanto, o Piauí registrou a condição mais intensa de seca em abril entre todas as unidades da Federação do Brasil com 11% de seca grave |
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Rio de Janeiro |
Entre março e abril, a área com seca diminuiu de 37% para 30% do Estado do Rio de Janeiro. É o menor percentual de área com seca no RJ desde julho de 2025, quando o fenômeno foi verificado em 27% do território fluminense |
O fenômeno se intensificou no RJ entre março e abril com o aumento da área com seca moderada de 2% para 12% do estado |
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Rio Grande do Norte |
Entre março e abril, a área com seca diminuiu de 93% para 69% do Rio Grande do Norte. É a menor área com seca desde os 34% verificados em março de 2025 |
O fenômeno se abrandou no RN entre março e abril, pois a seca extrema deixou de ser observada no período. É a condição mais branda no território potiguar desde abril de 2025 |
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Rio Grande do Sul |
Entre março e abril, a área com seca aumentou de 65% para 70% do Rio Grande do Sul. É o maior percentual do território gaúcho com seca desde os 100% verificados em maio de 2025. Por outro lado, o RS teve o menor percentual de seca entre os estados da região Sul em abril |
O fenômeno se intensificou no Rio Grande do Sul entre março e abril com o registro de seca moderada em 1% do estado, categoria de seca que não era observada no território gaúcho desde agosto de 2025. No entanto, o RS teve a condição mais branda de seca na região Sul em abril |
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Rondônia |
Entre março e abril, a área com seca diminuiu de 17% para 15% de Rondônia |
A severidade do fenômeno se manteve estável em Rondônia entre janeiro e abril, já que houve somente seca fraca no estado, que é a mais branda na escala do Monitor |
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Roraima |
Entre março e abril, a área com seca diminuiu de 57% para 33% de Roraima. Com isso, o estado teve o menor percentual de área com seca desde novembro de 2025, quando houve seca em 27% de seca em RR |
Entre março e abril, a severidade da seca se manteve estável em Roraima, pois somente a seca fraca, a mais branda na escala do Monitor, foi observada no estado |
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Santa Catarina |
Entre março e abril, a área com seca diminuiu de 100% para 93% de Santa Catarina |
O fenômeno se intensificou em Santa Catarina entre março e abril com o aumento da área com seca moderada de 12% para 19% do estado. É a maior severidade do fenômeno em SC desde agosto de 2025, quando houve seca moderada em 29% do território catarinense |
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São Paulo |
Entre março e abril, a seca se manteve presente na totalidade do Estado de São Paulo. Assim, o estado teve o maior percentual de área com seca no Sudeste em fevereiro |
O fenômeno se abrandou em São Paulo entre março e abril, com a redução da área com seca moderada de 62% para 60%. Já a seca grave se manteve no patamar de 9%. É a melhor condição do fenômeno em SP desde junho de 2025. Por outro lado, o estado teve a maior severidade do fenômeno no Sudeste em abril |
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Sergipe |
Entre março e abril, a área com seca caiu fortemente de 78% para 7% de Sergipe. É a menor área com o fenômeno no estado desde junho de 2024, quando o território sergipano ficou livre de seca. Além disso, o SE teve o menor percentual de área com seca entre os estados do Nordeste em abril |
Entre março e abril, a seca se abrandou em Sergipe, pois a seca moderada deixou de ser registrada no estado. Além disso, o território sergipano teve a condição mais branda do fenômeno entre os estados do Nordeste em abril |
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Tocantins |
Entre março e abril, a área com seca diminuiu significativamente de 58% para 26% do Tocantins. É a menor área com seca no estado desde janeiro de 2023, quando houve seca em 19% do estado |
O fenômeno se abrandou no Tocantins entre março e abril, pois a seca moderada caiu de 6% para 3% do estado nesse período. É a condição mais branda da seca no TO desde maio de 2022 |
O Monitor de Secas
O Monitor realiza o acompanhamento contínuo do grau de severidade das secas no Brasil com base em indicadores do fenômeno e nos impactos causados em curto e/ou longo prazo. Os impactos de curto prazo são para déficits de precipitações recentes até seis meses. Acima desse período, os impactos são de longo prazo. Essa ferramenta vem sendo utilizada para auxiliar o planejamento e a execução de políticas públicas de combate à seca e pode ser acessada tanto pelo site monitordesecas.ana.gov.br quanto pelo aplicativo Monitor de Secas, disponível gratuitamente para dispositivos móveis com os sistemas Android e iOS.
O projeto tem como principal produto o Mapa do Monitor, construído mensalmente a partir da colaboração dos estados integrantes do projeto e de uma rede de instituições parceiras que assumem diferentes papéis na rotina de sua elaboração. Por meio da ferramenta, é possível comparar a evolução das secas nos 26 estados e no Distrito Federal a cada mês vencido. O Monitor de Secas teve início em julho de 2014, começando pela região Nordeste, sendo que o processo de expansão dessa iniciativa, a partir de 2018, foi concluído com a entrada do Amapá no Mapa do Monitor de dezembro de 2023, completando sua cobertura em todo o território nacional.
A metodologia do Monitor de Secas foi baseada no modelo de acompanhamento de secas dos Estados Unidos e do México. O cronograma de atividades inclui as fases de coleta de dados, cálculo dos indicadores de seca, traçado dos rascunhos do Mapa pela equipe de autoria, validação dos estados envolvidos e divulgação da versão final do Mapa do Monitor, que indica a ausência do fenômeno ou uma seca relativa, significando que as categorias de seca em uma determinada área são estabelecidas em relação ao próprio histórico da região.
Assessoria Especial de Comunicação Social (ASCOM)
Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA)
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