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REGIONALIZAÇÃO
Mapa e GT da cadeia produtiva da cebola debatem medidas para fortalecer a safra em Santa Catarina
Mapa e GT da cadeia produtiva da cebola debatem medidas para fortalecer a safra em Santa Catarina
O Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), por meio da Superintendência de Agricultura e Pecuária em Santa Catarina, reuniu-se com o Grupo de Trabalho formado por lideranças políticas e representantes da cadeia produtiva da cebola para enfrentar os desafios que têm impactado as últimas safras, especialmente na região de Ituporanga (SC), um dos principais polos produtores do país. A iniciativa buscou construir soluções estruturantes voltadas à melhoria da qualidade do produto, ao escoamento da produção e à estabilização de preços.
Durante reunião realizada na terceira semana de abril, produtores reforçaram a necessidade de intensificar a fiscalização sobre a cebola importada, com foco no cumprimento rigoroso das exigências sanitárias, evitando riscos de introdução de pragas e doenças que possam comprometer as lavouras locais.
Entre as pautas debatidas estiveram a importação e exportação da cebola, o acordo com o Mercosul, as questões burocráticas de exportação e de acesso a mercados, além da proposta de revisão dos critérios de classificação do produto por quilo, e não por tamanho, apresentada pelo presidente da Associação de Produtores de Cebola de Santa Catarina (Aprocesc), Jorge Sardo.
A atuação do Mapa, a partir das demandas apresentadas pelo grupo, terá como eixo central o fortalecimento das medidas fitossanitárias, consideradas estratégicas para assegurar a sanidade da produção nacional e a competitividade da cebolicultura brasileira, garantindo elevados padrões de qualidade e segurança alimentar, em conformidade com as normas nacionais e internacionais.
Para o superintendente de Agricultura e Pecuária em Santa Catarina, Ivanor Boing, a cooperação do Ministério é essencial para garantir equilíbrio entre a proteção da produção nacional e a manutenção de um mercado competitivo. “O Mapa atua para assegurar que toda cebola que entra no país atenda rigorosamente às exigências fitossanitárias. Isso é fundamental para proteger nossas lavouras, garantir qualidade ao consumidor e dar equilíbrio e condições justas de concorrência ao produtor brasileiro em relação aos produtos importados”, destacou.
A expectativa é que, com a atuação integrada entre produtores, lideranças políticas e o Mapa, seja possível avançar em soluções que assegurem maior previsibilidade, qualidade e competitividade à cebolicultura da região.
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