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VACINAÇÃO COVID-19

Sudeco discute avanços na produção de matéria-prima de vacinas e kit de intubação

O encontro aconteceu na tarde desta quarta-feira (09) com autoridades política e representantes do setor farmacêutico.
Publicado em 10/06/2021 16h54 Atualizado em 10/06/2021 17h13
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As alternativas para importação de kits de intubação e de Insumo Farmacêutico Ativo (IFA) foi tema da videoconferência realizada na tarde desta quarta-feira (09), que contou com a participação do superintendente do Centro-Oeste, Nelson Fraga,  o ministro da Ciência, Tecnologia e Inovações (MCTI), Marcos Pontes, o vice-governador de Goiás, Lincoln Tejota, e representantes do setor farmacêutico.

O objetivo do encontro é diminuir a dependência do Brasil à produção de outros países e, assim, evitar atrasos na produção de vacinas e falhas na prestação de assistência médica.

A reunião contou também com a participação do secretário de Empreendedorismo e Inovação do Goiás, Paulo César Alvim, do diretor de Planejamento e Avaliação, João Balestra, e do diretor de Implementação de Gestão de Programas e de Gestão de Fundos, Renato Lima, ambos da Sudeco.

O superintendente da Sudeco, Nelson Fraga, parabenizou o trabalho que já vem sendo realizado pelo setor farmacêutico e aproveitou a oportunidade para destacar que o papel da Sudeco é o de reduzir as desigualdades regionais, integrando a base produtiva regional na economia nacional e internacional. “Através do Fundo de Desenvolvimento do Centro-Oeste (FDCO) podemos fortalecer a indústria farmacêutica e acelerar a autonomia do Brasil na produção, por exemplo, dos insumos necessários para a produção de vacinas”.

De acordo com o ministro do MCTI, Marcos Pontes, o ministério tem feito pesquisas a fim de garantir a autonomia brasileira nesse aspecto. “Mais do que estratégia e soberania, a independência significa sobrevivência para o País. Com o agravamento da pandemia na Índia, por exemplo, eles deram prioridade para a situação interna, e nós nos vimos vulneráveis quanto aos insumos”. O ministro ainda reforçou que trazer essa produção para o Brasil contribui para o fortalecimento da economia e para a geração de empregos.

Para o diretor de Planejamento e Avaliação da Sudeco, João Balestra, o polo farmoquímico de Goiás não perde para nenhum do País. “Essa vai ser uma grande oportunidade para desenvolver os insumos que tanto precisamos nesse momento”, concluiu Balestra.

A partir desta reunião, ficou definida a criação de um grupo de trabalho com representantes do Ministério, do Governo de Goiás, da Sudeco e do Polo Farmoquímico de Goiás.