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Em visita ao MCTI, presidente da The Global New Economy Forum busca apoio para ampliar hub
Foto: Wesley Sousa - ASCOM/MCTI
O presidente da The Global New Economy Forum, Victor Borges, esteve na tarde da quarta-feira (13) no Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações (MCTI). O The Global New Economy Forum é um seminário internacional de cooperação econômica que possui sede permanente no Brasil e discute temas como a nova economia mundial, economia verde, sustentabilidade, inclusão digital, dentre outros. No encontro com o ministro Paulo Alvim o presidente da entidade fez um balanço de como foi a edição de 2021 do evento, que reuniu representantes de cerca de 50 países.
“Em 2021 tivemos grande participação da comunidade internacional. Destaco o interesse pela pauta climática e o mais importante, discutida a partir do estado do Amazonas, o que é uma novidade. Geralmente se discutem o tema de clima e Amazônia fora do Brasil. Discutir em nosso território foi algo muito produtivo”, avaliou Borges que citou outros temas debatidos no evento. “Também foi tratado sobre segurança alimentar, a produção brasileira de alimentos que é destaque no mundo inteiro. Por fim discutimos grandes acordos vigentes no mundo como o acordo União Europeia e Mercosul”, detalhou o presidente da entidade.
Outra pauta tratada na reunião foi relativa a um hub de pesquisa tecnológica do Hospital de Amor em Barretos (SP). Segundo Borges existe um consórcio de municípios (CODEVAR) e o ministério já apoia institucionalmente este hub de startups em tecnologia pesquisa para cirurgias contra o câncer. “Viemos solicitar que esse apoio possa ser ampliado, se possível com recursos para que o hub possa crescer ainda mais”, explicou.
Ao final do encontro o presidente da The Global New Economy Forum fez um convite formal para que o MCTI participe da edição de 2022 que acontecerá na última semana de novembro em Manaus (AM).
“Vamos tratar as questões dos fertilizantes que têm sido um problema global. Vamos debater o contexto dos refugiados e o redesenho do mapa em função da guerra na Ucrânia. E a questão da cooperação por exemplo na produção de vacinas algo que já temos dialogado com embaixadores para que outros países, junto com Brasil, possam desenvolver medicamentos e vacinas contra a Covid-19 e outras doenças”, adiantou.