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AMAZÔNIA LEGAL

Unifap expande programas de pós-graduação

São seis programas e três eixos de pesquisa nas áreas da saúde, biodiversidade e diversidade sociocultural
Publicado em 29/04/2021 09h17 Atualizado em 29/04/2021 09h18

A Universidade Federal do Amapá (Unifap), selecionada no Programa de Desenvolvimento da Amazônia Legal, aposta na integração das áreas da saúde, biodiversidade e diversidade sociocultural para consolidar sua pós-graduação. São seis programas e três eixos de pesquisa.

Integram o eixo de saúde pública, doenças tropicais e tecnologia para o trabalho em saúde os programas de Ciências da Saúde e Ciências Farmacêuticas. Além da formação de pessoal, as pesquisas serão direcionadas ao desenvolvimento de medicamentos e bioprodutos para doenças tropicais como a malária, febre amarela e dengue.

No campo da biodiversidade, conservação e recuperação ambiental são oferecidas especializações stricto sensu em Biodiversidade Tropical e Ciências Ambientais. “Esses dois programas atuam com pesquisas na área ambiental, desde a caracterização da biodiversidade existente na nossa região, gestão, conservação e uso sustentável da biodiversidade, até estudos de impactos ambientais, entre outros”, explica Fernando Antônio de Medeiros, diretor da Pós-graduação da Unifap.

Segundo Fernando, o terceiro eixo está relacionado à diversidade sociocultural, sustentabilidade e atividade socioeconômica. Aqui se encaixam os Programas de Educação e o de Desenvolvimento Regional,  que formarão pessoal qualificado, além de apresentar estudos socioeconômicos para a região do Amapá e da Amazônia Legal, tendo como meta a educação para o desenvolvimento regional.

PDPG Amazônia Legal
PDPG na Amazônia Legal vai incentivar o desenvolvimento dos programas de pós-graduação em áreas estratégicas na região da Amazônia Legal. Serão oferecidas 488 bolsas: 130 para mestrado, 90 para doutorado e 268 para pós-doutorado. O investimento em cada projeto será de R$627,2 mil, dos quais R$200 mil são destinados ao custeio. A Amazônia Legal corresponde a 59% do território brasileiro e engloba nove estados: Acre, Amapá, Amazonas, Maranhão, Mato Grosso, Pará, Rondônia, Roraima e Tocantins.

A seleção considerou como áreas estratégicas: Biotecnologia, Biodiversidade, Conservação e Recuperação Ambiental, Saúde Pública, Doenças Tropicais e Tecnologias para o Trabalho em Saúde, Combate e Prevenção Voltados ao Enfrentamento de Epidemias, Engenharias, Tecnologia de Informação e Comunicação, Clima, Energia e Recursos Hídricos, Produção Animal e Vegetal Sustentável, e Diversidade Sociocultural, Sustentabilidade e Atividades Socioeconômicas.

A Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES) é um órgão vinculado ao Ministério da Educação (MEC)
(Brasília – Redação CCS/CAPES)

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