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IGUALDADE DE GÊNERO
Seminário debate desafios para mulheres na educação superior

- Imagem: Seminário Desafios e Políticas Públicas para as Mulheres na Educação Superior e na Ciência & Tecnologia (Naiara Demarco - CGCOM/CAPES)
Ao apresentar os desafios para as mulheres na educação superior Denise Pires de Carvalho, presidente da CAPES, apresentou dados sobre a trajetória feminina na pós-graduação. A fala aconteceu durante o Seminário Desafios e Políticas Públicas para as Mulheres na Educação Superior e na Ciência & Tecnologia, realizado pela Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior (Andifes), na quarta-feira, 21 de março.
A presidente destacou “haver questões relevantes” para que gestores de políticas públicas se preocupem com a participação feminina no ambiente da educação superior. Ela explicou o conceito conhecido como ‘efeito-tesoura’ no caso do Brasil: mesmo que se esteja alcançando paridade de gênero no ingresso na pós-graduação, as mulheres são ultrapassadas pelos homens a depender da área de atuação ou da trajetória percorrida. Como exemplo a gestora citou o ambiente de inventores e das academias no País, que é predominantemente masculino.

- Imagem: Seminário Desafios e Políticas Públicas para as Mulheres na Educação Superior e na Ciência & Tecnologia (Naiara Demarco - CGCOM/CAPES)
Denise informou que a CAPES tem trabalhado para mudar o cenário que propicia o ‘efeito-tesoura’, e comentou sobre o edital de mobilidade internacional do Programa Abdias Nascimento, com recorte específico de gênero e étnico-racial. Por fim, mencionou a retomada do grupo de trabalho sobre equidade de gênero da Fundação, para que o governo “tenha políticas com base em dados”.
O seminário pode ser visto na íntegra na página do YouTube da Andifes.
A Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES) é um órgão vinculado ao Ministério da Educação (MEC).
(Brasília – Redação CGCOM/CAPES)
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