Use a régua da violência no trabalho
Você já ouviu falar sobre a régua da violência? Se a sua resposta foi não, fique atento em mais uma divulgação da campanha interna Faces do Assédio e da Discriminação. Existe uma gradação das diversas condutas inadequadas, segundo o Guia Lilás da Controladoria-Geral da União (CGU). Quando colocamos essas situações em uma escala, percebemos o quanto é importante que as instituições atuem nos níveis mais brandos dessas violências para prevenir situações mais graves.
Na régua da violência existem seis estágios de violência. Entre eles estão o “Não ofensivo”, que é quando há opiniões/comentários sobre temas como cabelos e roupas de forma respeitosa; o segundo tópico é “Constrangedor e levemente ofensivo”, que são comentários que afirmam distinções de gênero desfavoráveis às pessoas, como piadas opressivas, objetificação de mulheres, entre outras atitudes.
O terceiro estágio é o “Ofensivo” que são práticas insensíveis às questões de gênero, raça, idade e deficiência, como, por exemplo, negar oportunidades de trabalho para pessoas com deficiência pela necessidade de adaptação de ambiente. Outro estágio da régua da violência é o “Bastante ofensivo”, que engloba comportamentos ou comentários intencionalmente humilhantes ou insultantes.
Existe ainda o “Assédio Sexual”, que abrange comportamentos transgressores, agressivos e/ou intrusivos, como toques não consentidos e sugerir que uma pessoa seja punida por não ser ceder a um ato sexual. O último estágio dessa régua proposta pela CGU é a “Violência mais grave”, que consiste nos comportamentos envolvendo coerção, violência, ameaça ou agressão física. Exemplos dessa violência mais grave é tentar beijar alguém de forma forçada e/ou agarrar alguém tocando em suas partes intimas.
A campanha interna Faces do Assédio e da Discriminação é realizada pela Corregedoria (COR) em parceria com a Assessoria Especial de Comunicação Social (ASCOM) com o objetivo de levar conhecimento aos servidores(as) e colaboradores(as) da Agência sobre como evitar esse tipo de conduta e reagir diante de situações de assédio e discriminação no serviço público. Siga acompanhando a divulgação sobre essa temática para que não haja dúvidas sobre como construir um ambiente de trabalho mais saudável.
