Notícias

MJSP apoia operação internacional de combate ao tráfico de armas

Ação foi promovida pela Interpol e contou com a participação dos 13 países-membros na América do Sul
Publicado em 06/04/2021 15h56 Atualizado em 06/04/2021 17h54
MJSP apoia operação internacional de combate ao tráfico de armas.png

Brasília, 06/04/2021  Com o apoio do Ministério da Justiça e Segurança Pública e coordenação da Interpol, a Operação Trigger VI - ação policial contra o tráfico internacional de armas, apresentou, nesta terça-feira (6), os resultados da atuação integrada entre agentes de segurança pública estaduais e federais no Brasil. No período de 8 a 28 de março, cerca de 3.500 suspeitos foram presos, com quase 4 mil armas de fogo ilícitas, 41,3 mil munições, além de peças, componentes e explosivos recuperados. Além do Brasil, a Operação ocorreu em 13 países sul-americanos.

No país, as atividades foram conduzidas pela Polícia Federal, por meio do Escritório Central da Interpol, com o apoio da Secretaria de Operações Integradas (Seopi) do MJSP, que viabilizou a atuação integrada das Polícias Civis e Militares dos 26 estados e Distrito Federal nas atividades operacionais. Também participaram da operação a Receita Federal, o Exército e a Polícia Rodoviária Federal.

Essa operação permite que a polícia, as alfândegas e os serviços de fronteira colaborem entre si para realizar pesquisas nas bases de dados da Interpol para rastrear armas ilegais e detectar possíveis ligações com o crime organizado, fazendo com que o Brasil entre no circuito internacional de análise de armas apreendidas.

De acordo com o diretor de Operações da SeopiClyton Xavier, a Secretaria tem atuado em parceria tanto com as instituições federais quanto estaduais, e “é essa articulação e integração entre as Forças de Segurança que permitem o êxito das operações com resultados cada vez mais expressivos”.

Para o chefe do Escritório Central da Interpol no Brasil, Bruno Samezima, o apoio do MJSP foi fundamental para que o Brasil pudesse obter os melhores resultados na operação. “Essa é a primeira vez que, de uma forma coordenada e integrada, a gente consegue envolver na operação uma participação bastante ativa das polícias civis e militares dos estados. E esse resultado só foi possível com a integração de todas as forças, graças ao apoio articulado pela Secretaria de Operações Integradas do Ministério”, disse. 

Justiça e Segurança