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Em Cuiabá (MT), ministro André Mendonça acompanha inauguração de ala da Penitenciária Central do Estado

Melhor gestão de recursos e investimentos em inovação e tecnologia resultarão em mudança no sistema prisional, segundo o ministro
Publicado em 20/11/2020 18h01 Atualizado em 24/11/2020 17h01
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Cuiabá (MT), 20/11/2020 - O ministro da Justiça e Segurança Pública, André Mendonça, afirmou, nesta sexta-feira (20), que a mudança no sistema prisional depende da maior eficiência na gestão dos recursos, inovação e investimentos em tecnologia.

Ao lado do governador do Mato Grosso, Mauro Mendes, o ministro acompanhou a inauguração, pelo governo do Estado, de uma nova ala da Penitenciária Central. A estrutura de mais de 1.500m² foi construída em tempo recorde de 45 dias, ao custo de R$ 9,7 milhões. A nova ala, com portas automatizadas, terá capacidade para mais 432 vagas.“Um dos causadores dos altos índices de criminalidade violenta deve-se a ausência de controle do sistema prisional e essa sistemática permite uma mudança drástica em um curto espaço de tempo”, afirmou Mendonça.


O ministro destacou que o compromisso do Governo Federal é uma atuação cooperativa junto aos Estados e Distrito Federal, conforme determina o Sistema Único de Segurança Pública (SUSP). Mesmo em meio à pandemia do novo coronavírus, o trabalho do Departamento Penitenciário Nacional (Depen) com as Unidades da Federação resultou na criação de 20 mil vagas em 2020. A meta, até 2023, é chegar a 100 mil novas vagas.


Mendonça também abordou os resultados expressivos do governo no combate ao crime organizado. “O governo Bolsonaro tem o histórico de apreensões de drogas que são incomparáveis com outros anos, nos últimos seis meses apreendemos mais drogas, batemos recorde na apreensão de valores do crime organizado, só em caso de corrupção, no ano passado, tivemos R$ 800 milhões apreendidos. Este ano, início da minha gestão, no mês de maio, nós já apreendemos mais de R$ 4 bilhões”, destacou o ministro.

Também integraram a comitiva do Ministério, a diretora-geral do Departamento Penitenciário Nacional, Tânia Fogaça; o secretário-Nacional de Segurança Pública Adjunto, Roney Matsui e o diretor-Executivo da Polícia Rodoviária Federal, José Hott.

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