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Competição de drones premia professores e alunos do ensino médio
A equipe DronFly, do Instituto Federal do Sudeste de Minas Gerais (IF Sudeste MG), foi a vencedora da 1ª Fórmula Drone, concurso de robôs voadores controlados a distância, realizado com o apoio da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES). O torneio aconteceu de 19 a 21 de maio no campus da Universidade Federal de Itajubá (Unifei), em Minas Gerais, e reuniu 12 equipes formadas por estudantes e professores de ensino profissional técnico de nível médio de escolas públicas e Institutos Federais de Educação, Ciência e Tecnologia (IF) dos estados de Minas Gerais, Rio de Janeiro e São Paulo.
O diretor de Formação de Professores da Educação Básica da CAPES, Marcelo Câmara, explica a importância da realização de eventos desse tipo. “A competição incentiva professores e estudantes a desenvolverem suas habilidades para além da sala de aula, além de mostrar o alinhamento da ação com o propósito da CAPES de promover a formação de professores da educação básica”, afirma o diretor, que entregou o prêmio à equipe vencedora.
Helidesign
A competição Fórmula Drone é o evento culminante do programa Helidesign, apoiado pela Diretoria de Formação de Professores da Educação Básica da CAPES, e que reúne equipes integradas por até 15 alunos com o objetivo de desenvolver sistemas instalados a bordo de drones, visando o cumprimento de tarefas (ou missões) que constituem um desafio técnico, segundo requisitos detalhados no regulamento da competição. Nos três dias de competição foram avaliados aspectos como qualidade teórica da proposta, desempenho mecânico do protótipo e capacidade de o drone realizar tarefas de maneira autônoma.
Para se habilitar a inscrever um projeto no torneio, professores de ensino profissional técnico de nível médio interessados participaram, em 2016, de um curso de três dias ofertado por alunos de engenharia da Unifei. Em seguida, apresentaram projetos de construção de drones e desenvolveram as máquinas com seus alunos.
“O objetivo do programa é aproximar professores e alunos de uma tecnologia nova, que já tem uma extensa utilidade para a sociedade civil”, afirma Horacio Forjaz, coordenador do projeto. “Essa primeira edição foi realizada em caráter experimental, por isso contou com a participação de apenas três estados. Com o sucesso do projeto, queremos ampliá-lo na edição 2018, de modo a receber professores e alunos de todo o país”, diz Forjaz.
(Lucas Lopes)