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SEGURANÇA PÚBLICA
Representantes do ENA-RJ participam de reunião do Eixo Tecnológico no Civitas
Registro da reunião que contou com representantes do ENA no Rio de Janeiro. Foto: Divulgação/MJSP
Rio de Janeiro, 30/9/2026 - Representantes do Escritório Nacional Antifacção no Rio de Janeiro (ENA-RJ) participaram, na terça-feira (29), de reunião do Eixo Tecnológico com os órgãos integrantes do Acordo de Cooperação Técnica nº 5/2026/MJSP/GOV-RJ, realizada na Central de Inteligência, Vigilância e Tecnologia (Civitas Rio), da Prefeitura do estado.
Durante o encontro, foram apresentadas as capacidades tecnológicas da Civitas Rio, com destaque para as ferramentas de análise e integração de dados, monitoramento por câmeras e produção de relatórios e informações, destinadas a subsidiar as atividades de inteligência, investigação e atuação operacional dos órgãos de segurança pública.
A reunião tratou da aplicação dessas capacidades no enfrentamento ao roubo de cargas e a outros crimes praticados nos corredores logísticos prioritários. Os representantes das instituições participantes conheceram as ferramentas disponíveis e apresentaram sugestões de aprimoramento, instalação de novos equipamentos e adoção de outras soluções tecnológicas.
“Não existe inteligência integrada sem diálogo entre as instituições. É a partir dessa troca que conseguimos compreender as necessidades de cada órgão, aprimorar e apresentar as nossas soluções para transformar dados integrados em informações que fortaleçam as investigações. A integração entre municípios, estados e União fortalece a capacidade do poder público de atuar de forma mais coordenada e qualificada no enfrentamento ao crime", explica o chefe executivo da Civitas Rio, Davi Carreiro.
Integração
O encontro reforçou a importância da integração entre os órgãos federais, estaduais e municipais, associando tecnologia, inteligência, investigação e atuação operacional nas ações relacionadas aos crimes que afetam os corredores logísticos do Estado do Rio de Janeiro.
A iniciativa está alinhada ao ACT, que prevê expressamente a utilização de tecnologias de monitoramento, comunicação e apoio à decisão, além da integração das capacidades federais, estaduais e municipais para proteção dos corredores logísticos estratégicos.