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SEGURANÇA PÚBLICA
Ciberlab apoia operação contra fraudes na venda de veículos pela internet
Registro de uma diligência da operação que contou com apoio do Ciberlab. Foto: Divulgação/MJSP
Brasília, 9/10/26 – A Polícia Civil de Santa Catarina (PCSC), com apoio do Laboratório de Operações Cibernéticas (Ciberlab), do Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP), deflagrou, nesta sexta-feira (9), operação para investigar uma associação criminosa especializada em fraudes na compra e venda de veículos pela internet. A ação contou também com a participação da Polícia Civil do Rio Grande do Sul (PCRS) e resultou na expedição de cinco mandados de prisão temporária e quatro de busca e apreensão.
O trabalho investigativo identificou 29 anúncios fraudulentos, envolvendo negociações que somam aproximadamente R$ 850 mil. O grupo utilizava perfis falsos em plataformas de comércio eletrônico para negociar veículos e apresentar comprovantes de transferência bancária falsificados, obtendo os bens sem efetuar o pagamento.
As investigações começaram após uma vítima de Florianópolis (SC) perder um veículo em uma negociação fraudulenta. As diligências foram realizadas nos municípios gaúchos de Porto Alegre, Arroio do Sal e Caxias do Sul.
Atuação do Ciberlab
Vinculado à Diretoria de Operações Integradas e de Inteligência (Diopi), da Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp), o Ciberlab presta apoio técnico-operacional às forças de segurança pública em investigações de crimes cibernéticos. Na operação, a atuação integrada com as Polícias Civis de Santa Catarina e do Rio Grande do Sul contribuiu para o avanço das investigações sobre as fraudes praticadas em ambiente digital.
O delegado Osmar Carraro Júnior, da Polícia Civil de Santa Catarina, responsável pela operação, destacou a importância da cooperação entre as instituições para identificar os investigados e avançar na apuração dos crimes.
“Os criminosos utilizam cada vez mais as plataformas digitais para aplicar golpes e atingir vítimas em diferentes estados. O trabalho investigativo, aliado ao apoio do Ciberlab/MJSP e à cooperação entre as Polícias Civis, foi fundamental para identificar os integrantes do grupo e avançar na responsabilização dos envolvidos”, disse.