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INSTITUCIONAL
Benedito Gonçalves toma posse como corregedor do Conselho Nacional de Justiça
A Corregedoria Nacional de Justiça, órgão do CNJ, é responsável pelo acompanhamento, pela orientação e pela fiscalização administrativa e disciplinar dos tribunais e magistrados brasileiros. Foto: Tom Costa/MJSP
Brasília, 25/8/2026 – O ministro do Superior Tribunal de Justiça (STJ) Benedito Gonçalves tomou posse, nesta terça-feira (25), como corregedor do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) para o biênio 2026-2028. A solenidade contou com a participação do ministro da Justiça e Segurança Pública, Wellington César Lima e Silva, além de autoridades dos Poderes Executivo e Judiciário.
A posse marca o início da atuação de Benedito Gonçalves à frente da Corregedoria Nacional de Justiça, órgão do CNJ responsável pelo acompanhamento, pela orientação e pela fiscalização administrativa e disciplinar dos tribunais e magistrados brasileiros.
“Mais do que fiscalizar procedimentos e verificar números, cabe à Corregedoria dar suporte para que a Justiça seja eficiente e comprometida com a sociedade. É uma das mais elevadas responsabilidades do sistema de Justiça brasileiro. É uma conquista que acolho com gratidão, humildade e plena consciência do que ela representa”, afirmou Benedito Gonçalves durante a posse.
Indicado pelo Pleno do STJ em abril deste ano, o novo corregedor foi nomeado pelo presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, em 17 de agosto, após a aprovação de seu nome pelo Senado Federal.
Trajetória
Natural do Rio de Janeiro, Benedito Gonçalves é ministro do Superior Tribunal de Justiça desde 2008. Formado em Direito, construiu carreira no Ministério Público e no Judiciário, com atuação em diferentes funções antes de integrar o STJ.
No tribunal, atuou em matérias de direito público e administrativo. Também possui trajetória acadêmica e profissional voltada ao aprimoramento das instituições públicas.
Como corregedor nacional de Justiça, Benedito Gonçalves passa a integrar a direção do CNJ, com atribuições relacionadas ao controle, à fiscalização e ao aperfeiçoamento da atividade judicial em todo o País.