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ECONOMIA CRIATIVA
Entenda como a criatividade e a cultura podem impulsionar a geração de trabalho e renda
Victor Vec
Mais do que um conjunto de atividades econômicas, a Economia Criativa reúne segmentos que têm como principal matéria-prima a criatividade, o conhecimento, a cultura e a inovação. São atividades cujo valor está relacionado à dimensão simbólica, à criação intelectual, à diversidade cultural e à capacidade de gerar produtos, serviços e experiências que movimentam a economia e fortalecem os territórios.
No Brasil, esse segmento abrange desde artistas, artesãos e mestres da cultura popular até produtores culturais, designers, arquitetos, desenvolvedores de games, profissionais do audiovisual, da moda, da música, da literatura, da gastronomia, das artes cênicas e de diversas outras áreas criativas.
Desenvolvimento com identidade
A Economia Criativa tem papel estratégico para promover inclusão produtiva, fortalecer economias locais e ampliar oportunidades de geração de emprego e renda.
Além do impacto econômico, a Economia Criativa também impulsiona a preservação do patrimônio cultural, promove a diversidade, estimula a inovação e amplia o acesso à cultura.
Obec
O Observatório Brasileiro da Economia Criativa (Obec) é responsável pela sistematização de dados e indicadores do setor, a Escola Solano Trindade de Cultura e Economia Criativa (Escult), que oferece formação gratuita para trabalhadores e trabalhadoras da cultura em todo o país, e a Política Nacional de Economia Criativa, Brasil Criativo, que será assinada.
Essas ações buscam ampliar oportunidades para profissionais, coletivos e empreendedores culturais, fortalecendo redes de cooperação e contribuindo para que a criatividade brasileira se transforme em desenvolvimento econômico, social e cultural.
Um setor em expansão
Ao investir em pessoas, talentos e na diversidade cultural brasileira, o país fortalece um modelo de desenvolvimento que alia geração de renda, sustentabilidade, inclusão social e valorização da cultura.