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Outubro
- Foto: Banco de imagens
No evento “Diálogo com Embaixadores da UE no Brasil: crescimento, sustentabilidade e políticas públicas”, promovido pela Casa Civil e o Ministério das Relações Exteriores, foram apresentadas as políticas publicadas formuladas pelo Brasil para a recuperação econômica, as reformas estruturantes e os programas de sustentabilidade. Também foi debatido a estratégia de inserção internacional da economia brasileira, a entrada do Brasil na Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) e a integração comercial resultante do Acordo Mercosul-União Europeia.
Acolhida
O Brasil foi escolhido para presidir o comitê executivo do Comissariado das Nações Unidas para Refugiados (Acnur). A indicação se deveu a atuação do Brasil com a Operação Acolhida, ação do Governo Federal composta por 11 ministérios, apoio da Organização das Nações Unidas (ONU) e mais de 100 entidades, que oferece assistência emergencial aos migrantes e refugiados da Venezuela que entram no país pela fronteira com Roraima.
Auxílio Emergencial
Em reunião no Banco Mundial, o Auxílio Emergencial foi considerado um dos melhores e mais efetivos programas de transferência de renda à população, se tornando referência internacional. Pago a 67,8 milhões de pessoas, o benefício impactou mais da metade da população, chegando a 126,5 milhões de brasileiros.
Economia
Brasil e Estados Unidos assinaram o Protocolo ao Acordo de Comércio e Cooperação Econômica bilateral. O pacote comercial visa à promoção dos fluxos bilaterais de comércio e investimento, criando um ambiente econômico favorável aos negócios e reinserção competitiva do Brasil na economia internacional.
A OCDE elaborou os Peer Reviews "A Caminho da Era Digital no Brasil" e "Telecomunicações e Radiodifusão no Brasil". Os estudos foram estratégicos para o País, tanto pelos temas que abordam, quanto pelo alinhamento que promovem entre o Brasil e a OCDE.
Comunidades Indígenas
O Governo Federal destinou R$ 228 milhões para a aquisição de alimentos para povos indígenas, quilombolas, pescadores artesanais e extrativistas. A medida foi adotada para minimizar os impactos da Covid-19, como a paralisação das atividades de diversos segmentos que impactaram diretamente a renda de muitas famílias.
Economia
Buscando minimizar os efeitos da Covid-19 na economia brasileira, o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (Bndes) destinou R$ 105 bilhões para a economia do País. Esse valor apoiou cerca de 258 mil micro, pequenas e médias empresas , que tiveram acesso ao Programa Emergencial de Acesso a Crédito (Peac) e ao Fundo PIS-Pasep.