Método: Derivativo

Elaboração da tabela de atividades
Publicado em 20/10/2021 09h05 Atualizado em 20/10/2021 09h23

Esse método geralmente é utilizado por instituições que se baseiam no controle de produtividade, utilizando sistemas ou outras formas de sistematização e uso de informações. Trata-se daquelas organizações cujo trabalho é predominantemente processual e de rotina, com ciclos previsíveis e rígidos (exemplo: auditorias, processamento de benefícios etc.). 

Neste caso, a aplicação do método derivativo se torna um trabalho adicional de sistematização para dimensionamento do produto e das atividades cujas parcelas encontram-se diluídas nesses sistemas e outras formas de armazenamento da informação. 

O maior erro, nesse método, é a migração direta das informações dos sistemas, das planilhas etc., na forma em que se encontram, para a tabela de atividades.

Procedendo de forma direta, teremos distorções, como: 

  • igualdade entre tempo de relógio e tempo-equivalente (previsto na tabela de atividades); 
  • tempos muito curtos para atividades que, na verdade, são de nível inferior ou parcial; 
  • gigantismo do plano de trabalho, porque a composição para gerar o produto real será volumosa; 
  • dificuldade de evolução pela rotina, ou seja, a tabela de atividades promove a rotina e não permite caracterização do todo para alterações na tabela; e
  • esforço de sistema e de tempo administrativo para montagem do plano, mesmo que isso seja automatizado. 

Vantagem: rapidez 

Desvantagem: maior risco de distorções, menos participativo, tabela enrijecida e com dificuldade de revisões.

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