Notícias
INTEGRAÇÃO
Simone Tebet participa da apresentação do contrato de concessão da Rota da Celulose
A concessão terá duração de 30 anos, engloba 870 quilômetros e prevê cerca de R$ 7 bilhões em investimentos em obras de infraestrutura, além de aproximadamente R$ 3 bilhões em custo operacionais ao longo da duração da concessão, totalizando R$ 10 bilhões.
Fundamental para a logística da indústria de celulose, o projeto vai contribuir ainda para a melhoria das condições de tráfego em um dos principais corredores rodoviários de Mato Grosso do Sul.
Em discurso, a ministra Tebet lembrou os principais momentos históricos da instalação das empresas e da expansão das rodovias da região, que viabilizaram a Rota da Celulose. “Este projeto é um projeto de muitas mãos... agora estamos conseguindo trazer a duplicação daquela que é a estrada que vai ligar o maior Estado da Federação Brasileira ao Estado do agronegócio, como o Mato Grosso do Sul, para poder ligar essa região à nossa rota bioceânica, que estará pronta até o final do ano”, afirmou.
Ela ressaltou ainda a importância dos investimentos, tanto do setor privado, quanto público, para que os projetos se tornassem viáveis: “Nós estamos falando de desenvolvimento que vamos trazer ainda mais e ainda melhor para o nosso querido Estado de Mato Grosso do Sul. Mais investimentos públicos federais serão necessários e mais investimentos privados serão necessários”, disse a ministra.
A ministra avaliou ainda que o Brasil não pode perder oportunidades de crescimento que estão à porta, como a questão da energia limpa, que é um grande ativo nacional e, também, as terras raras.
Por fim, a ministra agradeceu ao governo do Estado e destacou a importância da união de esforços para o desenvolvimento do Mato Grosso do Sul, que ocupa hoje o terceiro lugar de Estado com menor índice de pobreza e o segundo lugar em crescimento do Produto Interno Bruto em 2025.
Rota da Celulose
A rota é chamada “da celulose” pois as estradas são próximas das grandes fábricas instaladas no Estado nos últimos anos, como as unidades da Suzano, em Ribas do Rio Pardo, e da Eldorado Brasil, em Três Lagoas. A Rota, concedida ao setor privado, é composta por cinco trechos rodoviários que cortam o Mato grosso do Sul, abrangendo os municípios de Campo Grande, Três Lagoas, Ribas do Rio Pardo, Água Clara, Bataguassu, Nova Andradina, Nova Alvorada do Sul e Santa Rita do Pardo.
