FINANÇAS

Regulação do sistema financeiro deve acompanhar avanços e incentivar ambiente competitivo, diz Gustavo Guimarães

Ministro-substituto do Planejamento e Orçamento participou do encerramento de evento no setor

Publicado em 30/05/2025 15:36Modificado em 02/06/2025 12:18
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29/05/2025 - Encerramento do 4º Congresso ABIPAG

Ao participar do encerramento do 4º Congresso da Associação Brasileira de Instituições de Pagamento (Abipag), realizado na última quinta-feira (29/5), o ministro-substituto do Planejamento e Orçamento, Gustavo Guimarães, destacou os avanços tecnológicos que posicionam o Brasil na vanguarda do sistema financeiro global.

“A iniciativa privada faz o show, e o governo precisa focar em uma regulação consistente, que acompanhe os avanços, incentive o desenvolvimento e a inovação, e, ao mesmo tempo, assegure um ambiente competitivo”, afirmou.

Guimarães ressaltou que o Brasil é um país reformista, atento às transformações globais e comprometido com a modernização institucional. “Desde a Constituição de 1988, realizamos diversas reformas estruturantes — como a criação do Plano Real, as reformas previdenciária e tributária —, além de inovações relevantes como o Sistema de Pagamentos Brasileiro (SPB) e, mais recentemente, o Pix, uma revolução no sistema de pagamentos reconhecida internacionalmente. Temos até que lembrar que nossa moeda ainda é o real, e não o Pix”, brincou.

O ministro-substituto também enfatizou a importância da segurança da informação no sistema financeiro. “Precisamos de mecanismos cada vez mais robustos para proteger os dados e as transações. A inovação regulatória deve acompanhar a evolução tecnológica, incluindo o uso crescente da Inteligência Artificial”, alertou.

Guimarães lembrou ainda que o Ministério do Planejamento e Orçamento (MPO), como integrante do Conselho Monetário Nacional (CMN) — órgão responsável pela formulação da regulação do Sistema Financeiro Nacional —, tem contribuído ativamente para o aprimoramento das normas e diretrizes que orientam o funcionamento e a fiscalização das instituições financeiras.

O evento reuniu representantes do Ministério da Fazenda, do Banco Central, do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (CADE), além de instituições de pagamento, fintechs, associações do setor financeiro e do varejo nacional.

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Finanças, Impostos e Gestão Pública
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