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REVISTA AMERICANA DESTACA TRABALHO DO ICMBIO
EcoAmericas explica o trabalho pela recuperação das ararinhas-azuis
EcoAmericas explica o trabalho pela recuperação das ararinhas-azuis
Brasília (05/08/2015) – A edição de julho da revista EcoAmericas traz uma matéria de capa sobre as ações para recuperação das ararinhas-azuis, coordenadas pelo Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio). A espécie, originária da Bahia, é considerada extinta na natureza, desde o ano 2000, sobretudo devido ao tráfico de animais. Hoje, existem apenas 100 exemplares da espécie, todos em cativeiro.
A revista americana é uma publicação mensal da Fourth Street Press e cobre desenvolvimento e meio-ambiente na América Latina. Leia a matéria (em inglês): páginas 1 e 2 .
Coordenado pelo Centro Nacional de Pesquisa e Conservação de Aves Silvestres (CEMAVE/ICMBio), o Plano de Ação Nacional (PAN) para a Conservação da Ararinha-azul reúne ações para a recuperação da espécie e tem o objetivo de reintroduzir as aves na natureza, a partir de 2021.
Saiba mais sobre o PAN da Ararinha-azul .
"O fato de os esforços de conservação da ararinha-azul terem iniciado quando a espécie já estava praticamente extinta, torna muito difícil o trabalho para sua recuperação. As ações realizadas pelo ICMBio e pelos parceiros para reintroduzir as ararinhas-azuis na natureza precisam superar barreiras quase intransponíveis, como a baixa diversidade genética entre os animais em cativeiro", afirma o diretor de Pesquisa, Avaliação e Monitoramento da Biodiversidade do ICMBio, Marcelo Marcelino.
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Projeto Ararinha na Natureza
O Projeto Ararinha na Natureza, coordenado pelo Cemave, faz parte da implementação do Plano de Ação Nacional para a Conservação da Ararinha-azul, consolidado em 2011 pelo ICMBio. Além dos criadouros – Association for the Conservation of Threatened Parrots (ACTP), na Alemanha; Al-Wabra Wildlife Preservation, no Catar; Nest e Fundação Lymington, no Brasil –, que trabalham para garantir a reprodução da espécie em cativeiro, o projeto conta com a parceria da Vale e de organizações da sociedade civil sem fins lucrativos, como o Fundo Brasileiro para a Biodiversidade (Funbio) e a Sociedade para a Conservação das Aves do Brasil (SAVE Brasil).