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GSI/PR participa do 7º Exercício Guardião Cibernético, que reuniu 20 países
Com informações do Ministério da Defesa
Com número recorde de participantes, foi realizado entre os dias 15 e 19 de setembro o Exercício Guardião Cibernético, conduzido pelo Ministério da Defesa e coordenado pelo Comando de Defesa Cibernética (ComDCiber), do Exército Brasileiro. Em sua sétima edição, o treinamento reuniu 169 organizações e 750 participantes de 20 países. Também foram realizadas atividades on-line com a participação de aproximadamente mil pessoas.
O treinamento ocorreu na Escola Superior de Defesa (ESD), em Brasília (DF), para fortalecer o preparo das Forças Armadas e das instituições participantes na segurança nacional e na proteção de infraestruturas críticas, aprimorando as capacidades de defesa do Brasil. A iniciativa envolveu áreas estratégicas, como energia, transporte, recursos hídricos, comunicações, biossegurança e setor financeiro.
Para o ministro do GSI/PR, Marcos Amaro, "o Exercício Guardião Cibernético visa aumentar a segurança e a resiliência benéfica das infraestruturas críticas do País e dos serviços essenciais que são prestados por diversas agências e empresas em todo o território nacional. Nesse contexto a gente pode citar a área de telecomunicações, o sistema elétrico, o sistema financeiro nacional, o sistema de saúde, entre outros que são serviços essenciais para a população brasileira", disse.
De acordo com o Comandante de Defesa Cibernética, General de Divisão Ivan de Sousa Corrêa Filho, a Estratégia Nacional de Defesa e o Plano Nacional de Segurança de Infraestruturas Críticas (Plansic) atribuem ao Ministério da Defesa a tarefa de auxiliar na resiliência das infraestruturas críticas nacionais. “O exercício ataca essa missão em várias vertentes e pólos diferentes. Uma parte é voltada para a direção das empresas, que é muito importante. A gente coloca a direção das empresas numa situação difícil, num problema simulado. Com isso, fazemos eles sentirem na pele um problema que, por enquanto, não sentiram. Muitas vezes eles não sabem que tem esse problema”, destacou.
Nesta edição, o Exercício contou ainda com um hub em Belém, como ação preparatória para a Conferência das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas de 2025 (COP30). A iniciativa reforça a importância de proteger os sistemas digitais e de informação que darão suporte a um dos maiores eventos internacionais já sediados pelo Brasil.