Canoas debate políticas para as mulheres em conferência municipal
Cerca de 350 mulheres estiveram reunidas no saguão do Instituto Pestalozzi para realizar um amplo debate sobre as políticas públicas para as mulheres, na 4ª Conferência Municipal de Políticas para as Mulheres. Neste ano, o evento aborda o tema "Mais direitos, participação e poder para as mulheres". O encontro foi realizado pela Coordenadoria de Políticas para Mulheres de Canoas (RS), em parceria com o Conselho Municipal dos Direitos da Mulher (Condim).
A conferência contou com a participação da socióloga e vice-presidente da Internacional Socialista, Miguelina Veccio, que tratou da temática do empoderamento. As conferencistas ainda puderam desfrutar de quatro apresentações culturais. As atividades foram realizadas na sexta-feira (28/08).
No encontro foram debatidas propostas e sugestões com o objetivo de aprimorar o Plano Municipal de Políticas para Mulheres, que trata do enfrentamento da violência contra mulheres, da promoção da igualdade no mercado de trabalho, do racismo e de assuntos voltados à saúde, à educação, à cultura, ao esporte e aos direitos sexuais e reprodutivos.
Segundo Lurdes Marta Santin, diretora de Políticas para as Mulheres e coordenadora da Conferência de Canoas, as mulheres jovens e adolescentes também tiveram espaço garantido e foram representadas por 22 delas, que sugeriram, por exemplo, que o município garanta e amplie o atendimento especializado às adolescentes em caso de violência.
Presença
Participaram do evento a prefeita em exercício, Beth Colombo; a dirigente do Núcleo de Defesa da Mulher/Defensoria Pública, Lísia Mostardeiro Tabajara; a representante do Conselho Estadual da Mulher, Rosana Leivas; a presidenta do Condim, Miriam Chevarria; a diretora do Departamento da Mulher da Secretaria de Direitos Humanos e Justiça do Estado, Salva Valêncio; a secretária Especial da Coordenadoria da Mulher, Angela Calixto e secretários municipais.
A conferência contou a presença de representantes das mulheres negras, com deficiência, profissionais do sexo, mulheres em prisão domiciliar (com tornozeleiras) integrantes do Programa Recomeçar, além de vários outros segmentos.
Fonte: Coordenadoria da Conferência de Canoas
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