Parque Nacional da Serra dos Órgãos
O Parque Nacional da Serra dos Órgãos protege a excepcional paisagem e a biodiversidade deste trecho da Serra do Mar na Região Serrana do Rio de Janeiro. São 19.855 hectares protegidos nos municípios de Teresópolis, Petrópolis, Magé e Guapimirim.
Criado em 30 de novembro de 1939, o PARNASO é o terceiro parque mais antigo do país, representando um importante marco na história das Unidades de Conservação brasileiras. (Conheça um pouco mais da história do parque)
É um dos melhores locais do país para a prática de esportes de montanha, como escalada, caminhada, rapel e outros; além de ter fantásticas cachoeiras. O Parque tem a maior rede de trilhas do Brasil. São mais de 200 quilômetros de trilhas em todos os níveis de dificuldade: desde a trilha suspensa, acessível até a cadeirantes, até a pesada Travessia Petrópolis-Teresópolis, com 30 Km de subidas e descidas pela parte alta das montanhas.
Entre as escaladas destacam-se o Dedo de Deus, considerado o marco inicial da escalada no país, a Agulha do Diabo e centenas de vias de todos os níveis de dificuldade, desde iniciantes até alguns dos maiores bigwalls do país.
O Parque abriga mais de 2.800 espécies de plantas catalogadas pela ciência, 462 espécies de aves, 100 de mamíferos, 103 de anfíbios e 83 de répteis, incluindo 130 animais ameaçados de extinção e muitas espécies endêmicas (que só ocorrem neste local).
Assim como todas as unidades de conservação federais, o PARNASO é administrado pelo Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), autarquia federal responsável também pela conservação de espécies ameaçadas.
Guia do Visitante
Pesquisa
O interesse científico pela região da Serra dos Órgãos é anterior a criação do Parque e data do início do séc. XIX junto às primeiras expedições naturalistas de europeus que viajaram pelo Brasil, como von Martius, von Spix, George Gardner e outros. Hoje, o PARNASO é uma das Unidades de Conservação Federais com maior número de pesquisas no país.
Para garantir o melhor gerenciamento do grande número de projetos científicos realizados no PARNASO, bem como dos resultados gerados por essas pesquisas, é necessário contar com a colaboração das equipes de pesquisa, através da observação das regras de pesquisa estabelecidas na Portaria ICMBio 748/2022 do Sistema de Autorização e Informação em Biodiversidade – SISBIO (que normatiza a pesquisa e atividades didáticas no âmbito do Ensino Superior em UCs federais), no Plano de Manejo do PARNASO (Portaria ICMBio 45/2008).
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