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"Reino","Filo","Classe","Ordem","Familia","Genero","Especie","Subespecie","Nome_Cientifico_Anterior","Autor","Nome_Comum","Grupo","Mes_Ano_Avaliacao","Categoria","Possivemente_Extinta","Criterio","Justificativa","Endemica_Brasil","Consta_em_Lista_Nacional_Oficial","Estado","Regiao","Bioma","Bacia_Hidrografica","Unidade_de_Conservacao_Federal","Unidade_de_Conservacao_Estadual","RPPN","Migratoria","Tendencia_Populacional","Ameaca","Uso","Acao_Conservacao","Plano_de_Acao","Listas_e_Convencoes","Altitude_min_max_","Barimetria_min_max_"
"Animalia","Arthropoda","Insecta","Lepidoptera","Nymphalidae","Adelpha","Adelpha atlantica","","","Willmott, 2003","Borboleta","Invertebrados Terrestres","04/2018","Em Perigo","","B1ab(iii)","Adelpha atlantica é conhecida de apenas três localidades na Baixada Fluminense e Serra dos Órgãos (Rio de Janeiro), em fragmentos florestais, sendo dois deles preservados e um sujeito à destruição pela expansão urbana. Possui Extensão de Ocorrência (EOO) menor que 5.000 km2 (B1), três localizações (a) e declínio continuado na qualidade do habitat (b). Por isso, A. atlantica foi categorizada como Em Perigo (EN) pelo critério B1ab(iii).","Sim","Sim","Rio de Janeiro","|Sudeste|","Mata Atlântica","Sub-bacia Litoral RJ Sub-bacia Paraíba do Sul","APA Petrópolis","","","","Desconhecida","1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.1 - Expansão urbana 9 - Poluição|9.2 - Industrial|9.2.4 - Tipo desconhecido","","Plano de Ação Nacional (PAN)","Plano de Ação Nacional para a Conservação de Insetos Polinizadores","Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022","25",""
"Animalia","Chordata","Elasmobranchii","Lamniformes","Alopiidae","Alopias","Alopias superciliosus","","Alopias superciliosus","Lowe, 1841","tubarão-rabudo, tubarão-raposa, tubarão-raposa-olhudo","Tubarões e Raias","11/2017","Em Perigo","","A4d","Alopias superciliosus é um tubarão de distribuição circunglobal e altamente migratório, que ocupa regiões oceânicas e costeiras em águas tropicais e temperadas. Em avaliação ecológica de risco realizada em 2008, pela Comissão Internacional para Conservação dos Atuns do Atlântico (ICCAT), foi classificado como a espécie de tubarão mais vulnerável à pesca oceânica. Como consequência, em 2009 o Comitê Permanente de Pesquisa e Estatística da ICCAT (SCRS) recomendou a proibição da retenção e do desembarque da espécie em todo o oceano Atlântico. No Atlântico Sul, é observado um declínio populacional e sua frequência é cada vez menor nas pescarias. No Brasil, a espécie era frequentemente desembarcada pela frota de espinhel de superfície entre as décadas de 1990 e 2000. Entretanto, a partir desse período registro dessa espécie tornou-se raro atribuído a diminuição de sua população. Os poucos dados quantitativos dependentes do contexto (inconstância na forma de reportar os dados, mudanças nos petrechos da frota e descartes) que existem não permitem uma avaliação precisa de tendência populacional. Entretanto suspeita-se um declínio populacional maior que 50% em uma janela temporal que inclui o período de três gerações (47 anos) desde o final da década de 1970, incluindo o futuro. Por isso, A. superciliosus foi categorizada como Em Perigo (EN), pelo critério A4d.","Não","Sim","Alagoas, Amapá, Bahia, Ceará, Espírito Santo, Maranhão, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe","|Nordeste|Norte|Sudeste|Sul|","Sistema Costeiro-Marinho","","APA do Arquipélago de Trindade e Martim Vaz, MONA do Arquipélago de Trindade e Martim Vaz e Monte Columbia, PARNA Marinho de Fernando de Noronha","","","Sim","Declinando","5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.6 - Captura indireta - larga escala|5.4.6.6 - Arrasto 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.6 - Captura indireta - larga escala|5.4.6.7 - Emalhe 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.6 - Captura indireta - larga escala|5.4.6.8 - Espinhel","1 - Alimentação humana|1.7 - Pesca artesanal 1 - Alimentação humana|1.8 - Pesca industrial 4 - Caça/pesca esportiva","Legislação, Outra, Plano de Ação Nacional (PAN), Proteção de recursos/habitat","Plano de Ação Nacional para a Conservação dos Elasmobrânquios Ameaçados de Extinção","CITES - Anexo II, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022","","50 , 500"
"Animalia","Chordata","Elasmobranchii","Lamniformes","Alopiidae","Alopias","Alopias vulpinus","","Alopias vulpinus","(Bonnaterre, 1788)","tubarão-rabudo, tubarão-raposa, tubarão-saltador","Tubarões e Raias","11/2017","Criticamente em Perigo","Não","A4bd","A distribuição geográfica de Alopias vulpinus é ampla, ocorrendo em todos os oceanos. A espécie nunca foi considerada abundante na costa brasileira e por este motivo sua biologia é pouco conhecida. É capturada como by-catch em diversas artes de pesca incluindo espinhéis, redes de emalhar e redes de arrasto. Embora a captura da espécie seja incidental na pesca dirigida a outras espécies de peixes pelágicos, quando capturada é aproveitada para o consumo humano. Assumindo uma única população para o Atlântico Sul, os resultados de estudo conduzido em uma área significativa da distribuição da espécie no Brasil que indicaram redução nas taxas de captura de aproximadamente 97%, bem como a perspectiva de continuidade de ameaças a espécie, infere-se um declínio populacional maior que 80% em uma janela de 45 anos (equivalente a três gerações) a partir de 2002. Assim, a espécie foi categorizada como Criticamente em Perigo (CR) pelos critérios A4bd.","Não","Sim","Alagoas, Amapá, Bahia, Ceará, Espírito Santo, Maranhão, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe","|Nordeste|Norte|Sudeste|Sul|","Sistema Costeiro-Marinho","","APA Baleia Franca, PARNA Marinho dos Abrolhos","APA MARINHA DO LITORAL CENTRO","","Sim","Declinando","5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.2 - Captura intencional - larga escala|5.4.2.6 - Arrasto 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.2 - Captura intencional - larga escala|5.4.2.7 - Emalhe 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.2 - Captura intencional - larga escala|5.4.2.8 - Espinhel","13 - Outros bens de consumo 1 - Alimentação humana|1.8 - Pesca industrial 1 - Alimentação humana|1.8 - Pesca industrial|1.8.6 - Arrasto 1 - Alimentação humana|1.8 - Pesca industrial|1.8.7 - Emalhe 1 - Alimentação humana|1.8 - Pesca industrial|1.8.8 - Espinhel 4 - Caça/pesca esportiva","Criação de áreas protegidas, Legislação e política, Plano de Ação Nacional (PAN), Proteção de locais/áreas","Plano de Ação Nacional para a Conservação dos Elasmobrânquios Ameaçados de Extinção","Comissão Internacional para a Conservação do Atum do Atlântico - ICCAT, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022, CITES - Anexo II","","350"
"Animalia","Chordata","Aves","Galliformes","Cracidae","Aburria","Aburria cujubi","","Aburria cujubi","(Pelzeln, 1858)","cujubi","Aves","09/2017","Vulnerável","","A2d","Aburria cujubi ocorre na Amazônia brasileira, a sul do rio Amazonas, na Bolívia e, registros históricos revelam que possivelmente, no Paraguai. Ocorre ainda em áreas do Cerrado fortemente impactada na área de contato ao sul da Amazônia. Os registros desta espécie ao longo da sua área de distribuição vêm declinando, sendo necessário monitoramento populacional. Embora possua uma distribuição relativamente ampla, é uma espécie muito procurada por caçadores, sofrendo também com a destruição do seu habitat, uma vez que é sensível a alterações ambientais. As perdas populacionais em três gerações passadas, baseadas em níveis reais ou potenciais de exploração, podem ser consideradas maiores que 30%. Por estas razões, A. cujubi foi categorizada como Vulnerável (VU) A2d.","Não","Sim","Amazonas, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Pará, Rondônia, Tocantins","|Centro-Oeste|Nordeste|Norte|","Amazônia, Cerrado, Pantanal","Sub-bacia Araguaia Sub-bacia Foz Amazonas Sub-bacia Gurupi Sub-bacia Madeira Sub-bacia Mearim Sub-bacia Paraguai 02 Sub-bacia Paraguai 03 Sub-bacia Paraná RH1 Sub-bacia Paru Sub-bacia Tapajós Sub-bacia Tocantins Alto Sub-bacia Tocantins Baixo Sub-bacia Trombetas Sub-bacia Xingu","ESEC da Serra das Araras, ESEC da Terra do Meio, ESEC de Taiamã, FLONA Amaná, FLONA Carajás, FLONA Caxiuanã, FLONA do Tapajós, FLONA Itaituba II, FLONA Jamanxim, FLONA Jamari, FLONA Jatuarana, FLONA Trairão, PARNA Amazônia, PARNA Campos Amazônicos, PARNA da Chapada dos Guimarães, PARNA do Jamanxim, PARNA do Pantanal Mato-grossense, PARNA Juruena, REBIO do Gurupi, REBIO do Jaru, REBIO Nascentes da Serra do Cachimbo, RESEX Rio Iriri, RESEX Riozinho do Anfrísio","ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL DA CHAPADA DOS GUIMARÃES, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL ILHA DO BANANAL/CANTÃO, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL POUSO ALTO","RPPN Fazenda Estância Dorochê, RPPN Jubran, RPPN Lote Cristalino, RPPN Parque Natural Leonildo Ferreira 1","Desconhecido","Declinando","1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.1 - Expansão urbana 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.2 - Silvicultura|2.2.3 - Plantações em escala desconhecida 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.3 - Pecuária|2.3.4 - Pecuária em escala desconhecida 4 - Transportes e serviços de transmissão|4.1 - Estradas e ferrovias 4 - Transportes e serviços de transmissão|4.7 - Linhas de força/transmissão 5 - Uso de recursos biológicos|5.1 - Caça e captura de animais terrestres ou marinhos|5.1.1 - Caça/captura intencional (a espécie é o alvo)|5.1.1.1 - Uso de subsistência/escambo local 5 - Uso de recursos biológicos|5.3 - Extração florestal|5.3.5 - Motivação desconhecida","","Conservação ex-situ, Criação de áreas protegidas, Plano de Ação Nacional (PAN), Reintrodução","Plano de Ação Nacional para a Conservação das Aves Ameaçadas do Bioma Amazônia - 2º ciclo","Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022","",""
"Animalia","Chordata","Aves","Psittaciformes","Psittacidae","Aratinga","Aratinga solstitialis","","Aratinga solstitialis","(Linnaeus, 1766)","jandaia-amarela","Aves","08/2018","Em Perigo","","A2cd","Aratinga solstitialis é uma espécie endêmica do Escudo das Guianas no norte da América do Sul, ocorrendo exclusivamente no extremo norte do Brasil e oeste da Guiana. Com base nos registros recentes da espécie, o tamanho populacional global é estimado em menos de 2.500 indivíduos maduros. Há alterações de habitat em sua distribuição; a área de ocupação no Brasil foi estimada em menos de 4.000 km². Foi excessivamente capturada nas últimas décadas e desapareceu da maioria das localidades de ocorrência, de modo que uma redução populacional é suspeitada em mais de 50% nos últimos 21 anos (três gerações). Considerando que as causas que levaram ao declínio populacional não cessaram, A. solstitialis foi categorizada como Em Perigo (EN), segundo os critérios A2cd.","Não","Sim","Roraima","|Norte|","Amazônia","Sub-bacia Negro","ESEC de Maracá","","","Não","Declinando","2 - Agropecuária e Aquacultura|2.1 - Culturas anuais e perenes não-madeireiras|2.1.4 - Agricultura de escala desconhecida 5 - Uso de recursos biológicos|5.1 - Caça e captura de animais terrestres ou marinhos|5.1.1 - Caça/captura intencional (a espécie é o alvo) 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.1 - Incêndios e supressão de incêndios","3 - Animais de estimação/ornamentais","Controle e fiscalização, Educação e comunicação, Plano de Ação Nacional (PAN)","Plano de Ação Nacional para a Conservação das Aves Ameaçadas do Bioma Amazônia, Plano de Ação Nacional para a Conservação das Aves Ameaçadas do Bioma Amazônia - 2º ciclo, Plano de Ação Nacional para a Conservação das Aves da Caatinga - 2º ciclo","CITES - Anexo II, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022","",""
"Animalia","Chordata","Aves","Passeriformes","Tyrannidae","Alectrurus","Alectrurus tricolor","","Alectrurus tricolor","(Vieillot, 1816)","galito","Aves","10/2018","Vulnerável","","C2a(i)","Alectrurus tricolor distribui-se na Bolívia, Paraguai e Brasil, ocorrendo em campos naturais pouco alterados ou inalterados do Cerrado. Atualmente, a população brasileira está quase restrita a unidades de conservação. A população é inferida em menos de 10.000 indivíduos maduros, com três subpopulações representativas localizadas nos Parques Nacionais das Emas, da Serra da Canastra e da Chapada dos Veadeiros, entretanto não existe nenhuma unidade de conservação que ofereça proteção a uma das populações mais relevantes, que habita a região de Uberaba/MG. As subpopulações são inferidas em menos de 1.000 indivíduos maduros. A espécie está ameaçada pela perda de habitat devido à supressão dos campos naturais em função da expansão das atividades agrosilvopastoris e invasões de espécies exóticas (Pinus e gramíneas), havendo declínio populacional continuado. Por essas razões, A. tricolor foi categorizada Vulnerável (VU), pelo critério C2a(i).","Não","Sim","Distrito Federal, Goiás, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Paraná, Rio Grande do Sul, São Paulo, Tocantins","|Centro-Oeste|Norte|Sudeste|Sul|","Cerrado, Mata Atlântica, Pantanal","Sub-bacia Grande Sub-bacia Paraguai 01 Sub-bacia Paraguai 02 Sub-bacia Paraíba do Sul Sub-bacia Paranaíba Sub-bacia Paranapanema Sub-bacia Paraná RH1 Sub-bacia São Francisco Alto Sub-bacia São Francisco Médio Sub-bacia Tietê Sub-bacia Tocantins Alto","APA Bacia do Rio Descoberto, APA Ilhas e Várzeas do Rio Paraná, APA Planalto Central, FLONA de Brasília, FLONA de Ipanema , PARNA da Chapada dos Veadeiros, PARNA das Emas, PARNA da Serra da Canastra, PARNA de Brasília, PARNA de Ilha Grande","APA CORUMBATAí, BOTUCATU E TEJUPá PERIMETRO CORUMBATAí, APA DA BACIA DOS RIBEIRÕES DO GAMA E CABEÇA DE VEADO, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL ESTADUAL DA ESCARPA DEVONIANA, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL POUSO ALTO, ESTAÇÃO ECOLÓGICA DE ÁGUAS EMENDADAS, ESTAÇÃO ECOLÓGICA DE ITIRAPINA, ESTAçãO ECOLóGICA DE SANTA BáRBARA, ESTAÇÃO ECOLÓGICA DO JARDIM BOTÂNICO","RPPN Cachoeira do Cerradão, RPPN Chakra Grisu, RPPN Fazenda América, RPPN Fazenda Campo Alegre, RPPN Fazenda Mata Funda, RPPN Fazenda São Miguel, RPPN Fazendinha, RPPN Nave da Esperança","Desconhecido","Declinando","1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.3 - Áreas de turismo e recreação 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.2 - Silvicultura|2.2.3 - Plantações em escala desconhecida 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.3 - Pecuária|2.3.4 - Pecuária em escala desconhecida 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.1 - Incêndios e supressão de incêndios|7.1.1 - Aumento da frequência/intensidade de incêndios 9 - Poluição|9.3 - Agropecuária e florestal|9.3.3 - Herbicidas e pesticidas","","Criação de áreas protegidas, Expansão de áreas protegidas, Plano de Ação Nacional (PAN)","Plano de Ação Nacional para a Conservação das Aves Ameaçadas do Bioma Amazônia, Plano de Ação Nacional para a Conservação das Aves do Cerrado e Pantanal, Plano de Ação Nacional para a Conservação das Aves do Cerrado e Pantanal - 2º ciclo, Plano de Ação Nacional para a Conservação das Aves dos Campos Sulinos - 2º ciclo, Plano de Ação Nacional para a Conservação dos Passeriformes Ameaçados dos Campos Sulinos e Espinilho","Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022","",""
"Animalia","Chordata","Aves","Passeriformes","Pipridae","Antilophia","Antilophia bokermanni","","Antilophia bokermanni","Coelho & Silva 1998","soldadinho-do-araripe","Aves","11/2016","Criticamente em Perigo","Não","A4b; B1ab(i,ii,iii,v)+2ab(i,ii,iii,v)","Antilophia bokermanni possui distribuição restrita à Chapada do Araripe, no Ceará, com área de ocupação (AOO) de 8,25km² e extensão de ocorrência (EOO) de 44,89km². Ocorre apenas em uma localização, sendo o uso indiscriminado das fontes de água e as consequentes modificações decorrentes desta atividade a ameaça mais importante à sobrevivência desta espécie. A área de potencial ocorrência histórica de Antilophia bokermanni já perdeu 77% de sua vegetação original e continua sofrendo degradação ambiental e diminuição na quantidade e qualidade dos recursos hídricos. Há declínio continuado de EOO (observado na perda de 8% de seu comprimento entre 2005 e 2014), de AOO (observado saldo negativo de pelo menos um sítio reprodutivo entre 2005 e 2014, restando outros 104) e da qualidade ambiental por perda de vazão d’água. Foi observado declínio do número de indivíduos maduros em taxa de 13% em dois anos, projetando-se uma perda populacional de 86% em três gerações (passado e futuro). Assim sendo, A. bokermanni foi categorizada como Criticamente em Perigo (CR) A4b; B1ab(i,ii,iii,v)+2ab(i,ii,iii,v).","Sim","Sim","Ceará","|Nordeste|","Caatinga","Sub-bacia Jaguaribe","APA Chapada do Araripe, FLONA do Araripe-Apodi","","RESERVA PARTICULAR DO PATRIMONIO NATURAL RPPN OASIS ARARIPE, RPPN Arajara Park","Não","Declinando","1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.1 - Expansão urbana 1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.3 - Áreas de turismo e recreação 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.1 - Culturas anuais e perenes não-madeireiras|2.1.2 - Agricultura em pequenas propriedades 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.2 - Represas e uso de água|7.2.1 - Captação de água de superfície - uso doméstico 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.2 - Represas e uso de água|7.2.2 - Captação de água de superfície - uso comercial 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.2 - Represas e uso de água|7.2.3 - Captação de água de superfície - uso na agricultura","","Plano de Ação Nacional (PAN)","Plano de Ação Nacional para a Conservação do Soldadinho-do-Araripe, Plano de Ação Nacional para a Conservação do Soldadinho-do-araripe - 2º ciclo","Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022","",""
"Animalia","Chordata","Aves","Psittaciformes","Psittacidae","Anodorhynchus","Anodorhynchus leari","","Anodorhynchus leari","Bonaparte, 1856","arara-azul-de-lear","Aves","11/2016","Em Perigo","","D","Anodorhynchus leari é endêmica do nordeste da Bahia. Considera-se que existam, atualmente, até 244 indivíduos maduros da espécie. A única população viável está localizada em uma pequena área, sendo dependente de ações de conservação devido a ameaças como alteração e perda de habitat, conflitos com proprietários de plantações de milho e tráfico de animais silvestres. Assim sendo, A. leari foi categorizada como Em Perigo (EN), pelo critério D.","Sim","Sim","Bahia","|Nordeste|","Caatinga","Sub-bacia Itapecuru-Paraguaçu Sub-bacia Litoral SE Sub-bacia São Francisco Médio Sub-bacia São Francisco Submédio","APA do Boqueirao da Onça, ARIE Corobobó, ESEC Raso da Catarina, PARNA do Boqueirao da Onça","ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL LAGO DE SOBRADINHO, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL SERRA BRANCA / RASO DA CATARINA","","Não","Aumentando","5 - Uso de recursos biológicos|5.1 - Caça e captura de animais terrestres ou marinhos|5.1.1 - Caça/captura intencional (a espécie é o alvo)|5.1.1.2 - Comercial - Nacional/Local 5 - Uso de recursos biológicos|5.1 - Caça e captura de animais terrestres ou marinhos|5.1.1 - Caça/captura intencional (a espécie é o alvo)|5.1.1.3 - Comercial - Internacional 5 - Uso de recursos biológicos|5.1 - Caça e captura de animais terrestres ou marinhos|5.1.1 - Caça/captura intencional (a espécie é o alvo)|5.1.1.6 - Retaliação/controle 5 - Uso de recursos biológicos|5.3 - Extração florestal|5.3.3 - Efeitos indiretos - subsistência/pequena escala 5 - Uso de recursos biológicos|5.3 - Extração florestal|5.3.4 - Efeitos indiretos - larga escala","3 - Animais de estimação/ornamentais","Plano de Ação Nacional (PAN)","Plano de Ação Nacional para a Conservação da Arara-Azul-de-Lear, Plano de Ação Nacional para a Conservação da Arara-Azul-de-Lear 2º ciclo, Plano de Ação Nacional para a Conservação das Aves da Caatinga - 2º ciclo","CITES - Anexo I, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022","",""
"Animalia","Arthropoda","Entognatha","Symphypleona","Arrhopalitidae","Arrhopalites","Acherontides eleonorae","","Acherontides eleonorae","Palacios-Vargas & Gnaspini-Netto, 1992","","Invertebrados Terrestres","05/2018","Vulnerável","","D2","Acherontides eleonorae é endêmica do Brasil, conhecida de algumas cavernas na região do Parque Estadual Turístico do Alto Ribeira, São Paulo. A espécie não é homogeneamente distribuída nas cavernas onde ocorre e está restrita a depósitos de guano de morcegos hematófagos. Desta forma, a área de ocupação é seguramente menor que 20km2. Algumas cavernas tem visitação, mas atualmente controlada e com plano de manejo, o que melhorou a condição ambiental nos últimos anos. No entanto, essa situação pode ser revertida em função de pressões para intensificar o uso turístico da região, o que representa uma ameaça concreta à espécie. Por isso, A. eleonorae foi categorizada como Vulnerável (VU) pelo critério D2.","Sim","Sim","São Paulo","|Sudeste|","Mata Atlântica","Sub-bacia Litoral RJ SP","","APA SERRA DO MAR, PARQUE ESTADUAL INTERVALES, PARQUE ESTADUAL TURÍSTICO DO ALTO DO RIBEIRA","","Não","Desconhecida","6 - Distúrbios humanos 6 - Distúrbios humanos|6.1 - Atividades recreacionais/turísticas","15 - Pesquisa","Manejo de locais/áreas, Plano de Ação Nacional (PAN)","Plano de Ação Nacional para a Conservação das Cavernas do Brasil","Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022","",""
"Animalia","Arthropoda","Malacostraca","Decapoda","Aeglidae","Aegla","Aegla cavernicola","","Aegla cavernicola","Türkay, 1972","","Invertebrados de Água Doce","05/2018","Criticamente em Perigo","Não","B2ab(iii,v)","Aegla cavernicola é endêmica de um sistema de cavernas (Sistema Areias) na região do Parque Estadual Turístico do Alto Ribeira, São Paulo, possuindo reduzida área de ocupação (aproximadamente 0,02 km²), e que corresponde a uma única localização. Este sistema é caracterizado por ser ambiente singular, composto por um habitat subterrâneo frágil e de comunidade animal fortemente dependente de aporte de nutrientes de origem externa (meio epígeo). Além disso, observa-se ainda a degradação ambiental (assoreamento, desmatamento e poluição da água) no entorno das cavernas em consequência da ocupação humana e um acentuado declínio populacional em anos recentes. Por esses motivos, a espécie foi categorizada como Criticamente em Perigo de acordo com o critério B2ab(iii,v).","Sim","Sim","São Paulo","|Sudeste|","Mata Atlântica","Sub-bacia Litoral RJ SP","","PARQUE ESTADUAL TURÍSTICO DO ALTO DO RIBEIRA","","Não","Declinando","1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.1 - Expansão urbana 6 - Distúrbios humanos|6.1 - Atividades recreacionais/turísticas 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.3 - Outras modificações nos ecossistemas 9 - Poluição|9.1 - Doméstica e urbana - escoamento de água|9.1.1 - Esgoto 9 - Poluição|9.3 - Agropecuária e florestal|9.3.2 - Erosão do solo/sedimentação 9 - Poluição|9.4 - Lixo e resíduos sólidos|9.4.1 - Urbanos","15 - Pesquisa","Expansão de áreas protegidas, Manejo de locais/áreas, Plano de Ação Nacional (PAN), Proteção de recursos/habitat","Plano de Ação Nacional para a Conservação das Cavernas do Brasil","Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022","",""
"Animalia","Arthropoda","Malacostraca","Decapoda","Aeglidae","Aegla","Aegla leptochela","","Aegla leptochela","Bond-Buckup & Buckup, 1994","","Invertebrados de Água Doce","05/2018","Criticamente em Perigo","Não","B2ab(iii,v)","Aegla leptochela é conhecida somente da Gruta dos Paiva, na região do Alto Ribeira, estado de São Paulo, com uma área de ocupação (AOO) muito reduzida e estimada em 0,00864km². Seu habitat é caracterizado por ser um ambiente singular (hipógeo), frágil e com comunidade animal fortemente dependente de aporte de nutrientes de origem externa (meio epígeo). A localidade apresenta declínio na qualidade do habitat em virtude da exploração de minério e de calcário, desmatamento e perturbações provocadas por visitação, além de sofrer com a introdução e estabelecimento de uma população não-endêmica de carpa que compete com os eglídeos pelos escassos recursos e nutrientes provenientes do meio epígeo. Foi observado um declínio significativo no tamanho estimado de indivíduos adultos na população em anos recentes. Considerando uma localização a espécie foi categorizada como Criticamente em Perigo (CR) pelo critério B2ab(iii,v).","Sim","Sim","São Paulo","|Sudeste|","Mata Atlântica","Sub-bacia Litoral RJ SP","","","","Não","Declinando","3 - Produção energética e mineração|3.2 - Mineração|3.2.3 - Extração de minérios - subsolo 6 - Distúrbios humanos|6.1 - Atividades recreacionais/turísticas 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.3 - Outras modificações nos ecossistemas 8 - Espécies invasoras problemáticas e doenças|8.1 - Espécies exóticas|8.1.1 - Espécie conhecida|8.1.1.1 - Competidores 8 - Espécies invasoras problemáticas e doenças|8.1 - Espécies exóticas|8.1.1 - Espécie conhecida|8.1.1.2 - Predadores 9 - Poluição|9.2 - Industrial|9.2.2 - Infiltraçao oriunda de mineração 9 - Poluição|9.2 - Industrial|9.2.3 - Contaminação por metais pesados","15 - Pesquisa","Controle de espécies invasoras/problemáticas, Expansão de áreas protegidas, Manejo de locais/áreas, Nível regional, Plano de Ação Nacional (PAN), Proteção de recursos/habitat","Plano de Ação Nacional para a Conservação das Cavernas do Brasil","Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022","",""
"Animalia","Arthropoda","Malacostraca","Decapoda","Aeglidae","Aegla","Aegla microphthalma","","Aegla microphthalma","Bond-Buckup & Buckup, 1994","","Invertebrados de Água Doce","05/2018","Criticamente em Perigo","Não","B2ab(iii,v)","Aegla microphtalma é conhecida apenas da localidade-tipo, a Caverna Santana no Parque Estadual Turístico do Alto Ribeira, estado de São Paulo, possuindo reduzida área de ocupação (0,02272 km²). Foi observado um forte declínio populacional nos últimos 40 anos. Seu habitat é caracterizado por ser um ambiente singular (habitat subterrâneo), frágil e com comunidade animal fortemente dependente de aporte de nutrientes de origem externa (meio epígeo). A degradação ambiental na região causada pela exploração de minério continua ocorrendo de forma clandestina, afetando as drenagens da região. Expedições recentes registraram a espécie muito raramente. Considerando uma localização, a espécie foi categorizada como Criticamente em Perigo pelo critério B2ab(iii,v).","Sim","Sim","São Paulo","|Sudeste|","Mata Atlântica","Sub-bacia Litoral RJ SP","","PARQUE ESTADUAL TURÍSTICO DO ALTO DO RIBEIRA","","Não","Declinando","3 - Produção energética e mineração|3.2 - Mineração|3.2.3 - Extração de minérios - subsolo 6 - Distúrbios humanos|6.1 - Atividades recreacionais/turísticas 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.3 - Outras modificações nos ecossistemas 8 - Espécies invasoras problemáticas e doenças|8.2 - Espécies domésticas|8.2.1 - Competidores 8 - Espécies invasoras problemáticas e doenças|8.2 - Espécies domésticas|8.2.2 - Predadores 9 - Poluição|9.2 - Industrial|9.2.2 - Infiltraçao oriunda de mineração 9 - Poluição|9.2 - Industrial|9.2.3 - Contaminação por metais pesados","15 - Pesquisa","Plano de Ação Nacional (PAN)","Plano de Ação Nacional para a Conservação das Cavernas do Brasil","Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022","",""
"Animalia","Arthropoda","Malacostraca","Isopoda","Scleropactidae","Amazoniscus","Amazoniscus leistikowi","","","Campos-Filho, Araujo & Taiti, 2014","","Invertebrados Terrestres","05/2018","Criticamente em Perigo","Não","B2ab(iii)","Amazoniscus leitikowi é conhecida apenas da localidade tipo, o abrigo do Sismógrafo em Altamira/Pará. Essa localidade foi alagada com o início da operação da usina hidrelétrica de Belo Monte, em 2016. Embora outras cavernas da região tenham sido amostradas durante a realização do Estudo de Impacto Ambiental do empreendimento e a espécie não tenha sido em outra localidade, é provável que existam mais habitats disponíveis que precisam ser devidamente amostrados. Considerando uma área de ocupação menor do que 10km2 e uma localização, a espécie foi categorizada como Criticamente em Perigo pelo critério B2ab(iii).","Sim","Sim","Pará","|Norte|","Amazônia","Sub-bacia Xingu","","","","Não","Desconhecida","11 - Mudanças e extremos climáticos|11.1 - Mudança/alteração de habitat 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.3 - Pecuária|2.3.4 - Pecuária em escala desconhecida 3 - Produção energética e mineração|3.3 - Energia renovável|3.3.1 - Hidrelétricas 5 - Uso de recursos biológicos|5.3 - Extração florestal|5.3.5 - Motivação desconhecida 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.2 - Represas e uso de água|7.2.10 - Represas (grandes) 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.3 - Outras modificações nos ecossistemas","","Plano de Ação Nacional (PAN)","Plano de Ação Nacional para a Conservação das Cavernas do Brasil","Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022","",""
"Animalia","Chordata","Actinopterygii","Gymnotiformes","Sternopygidae","Archolaemus","Archolaemus ferreirai","","Archolaemus ferreirai","Vari, de Santana & Wosiacki, 2012","","Peixes Continentais","05/2018","Vulnerável","","D2","Archolaemus ferreirai é endêmica do Brasil, conhecida dos rios Mucajaí e Uraricoera, estado de Roraima. Como a espécie parece viver apenas em trechos de corredeira, que são justamente as regiões mais visadas em empreendimentos hidrelétricos, presume-se que A. ferreirai seja altamente impactada pela construção de barragens. Considerando que a subpopulação do rio Mucajaí foi severamente impactada pela construção da hidrelétrica Cachoeira Paredão e que a subpopulação do rio Uraricoera está sob forte influência da expansão do garimpo, assumida como uma localização (location) que pode colocar a espécie em CR ou EX em curto prazo, A. ferreirai foi categorizada como Vulnerável (VU) pelo critério D2.","Sim","Sim","Roraima","|Norte|","Amazônia","Sub-bacia Negro","","","","Não","Desconhecida","3 - Produção energética e mineração|3.2 - Mineração|3.2.4 - Extração de minérios - garimpo 3 - Produção energética e mineração|3.3 - Energia renovável|3.3.1 - Hidrelétricas","","Plano de Ação Nacional (PAN)","","Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022","",""
"Animalia","Chordata","Actinopterygii","Gymnotiformes","Sternopygidae","Archolaemus","Archolaemus santosi","","Archolaemus santosi","Vari, de Santana & Wosiacki, 2012","","Peixes Continentais","05/2018","Vulnerável","","B1ab(iii)","Archolaemus santosi é endêmica do Brasil, e conhecida de apenas 13 exemplares, incluindo somente fêmeas e juvenis, coletados em 1985 em um trecho do rio Jamari, afluente do Madeira, onde atualmente está a UHE Samuel, em Candeias do Jamari, estado de Rondônia. Apesar de ter havido novos esforços de coleta na região, a espécie não foi mais encontrada. Nos últimos anos, PCHs foram implantadas ou estão previstas no rio Jamari. Considerando que a área da bacia do rio Jamari foi estimada em 29.000 km², e que as áreas de corredeiras, potenciais locais de ocorrência da espécie, são pontuais ao longo da bacia, estima-se que o total dessas áreas seja menor que 20.000 km² (inferida como sendo a EOO da espécie). Archolaemus santosi é uma espécie reofílica, sendo impactada pela construção de barragens, implicando em um declínio continuado de habitat a partir do final da década de 1980 (biii). Considerando-se os empreendimentos hidrelétricos na bacia, o número de localizações é, provavelmente, menor ou igual a 10 (a). Portanto, A. santosi foi categorizada como Vulnerável (VU) pelos critérios B1 ab(iii).","Sim","Sim","Rondônia","|Norte|","Amazônia","Sub-bacia Madeira","","","","Não","Desconhecida","3 - Produção energética e mineração|3.3 - Energia renovável|3.3.1 - Hidrelétricas","","Plano de Ação Nacional (PAN)","","Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022","",""
"Animalia","Arthropoda","Entognatha","Symphypleona","Arrhopalitidae","Arrhopalites","Arrhopalites alambariensis","","Arrhopalites alambariensis","Zeppelini, 2006","","Invertebrados Terrestres","05/2018","Vulnerável","","D2","Arrhopalites alambariensis é endêmica do Brasil, conhecida da gruta Alambari de Cima, em São Paulo na região do Parque Estadual Turístico do Alto Ribeira (a área de ocupação é seguramente menor que 20km2). As grutas Alambari de Baixo e de Cima são um único sistema e a Alambari de Baixo tem turismo intenso, embora manejado. Atualmente a visitação na Alambari de Baixo aparentemente não afeta a espécie, que ocorre na Alambari de Cima, mas há pressão para abrir outras cavernas à visitação, bem como novos roteiros nas cavernas já abertas, no PETAR. Isto é uma ameaça potencial à espécie. Por isso, A. alambariensis foi categorizada como Vulnerável (VU) pelo critério D2.","Sim","Sim","São Paulo","|Sudeste|","Mata Atlântica","Sub-bacia Litoral RJ SP Sub-bacia Litoral SP","","PARQUE ESTADUAL TURÍSTICO DO ALTO DO RIBEIRA","","Não","Desconhecida","1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.1 - Expansão urbana 1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.3 - Áreas de turismo e recreação 6 - Distúrbios humanos|6.1 - Atividades recreacionais/turísticas 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.3 - Outras modificações nos ecossistemas","15 - Pesquisa 16 - Outro","Plano de Ação Nacional (PAN)","Plano de Ação Nacional para a Conservação das Cavernas do Brasil","Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022","",""
"Animalia","Arthropoda","Entognatha","Symphypleona","Arrhopalitidae","Arrhopalites","Arrhopalites amorimi","","Arrhopalites amorimi","Palacios-Vargas & Zeppelini, 1995","","Invertebrados Terrestres","05/2018","Vulnerável","","D2","Arrhopalites amorimi é endêmica do Brasil, conhecida da gruta Casa de Pedra, em São Paulo na região do Parque Estadual Turístico do Alto Ribeira (a área de ocupação é seguramente menor que 20km2). A gruta atualmente está fechada para visitação, mas há estudos para viabilizar sua reabertura. Isto é uma ameaça potencial à espécie. Por isso, A. amorimi foi categorizada como Vulnerável (VU) pelo critério D2.","Sim","Sim","São Paulo","|Sudeste|","Mata Atlântica","Sub-bacia Litoral RJ SP Sub-bacia Litoral SP","","PARQUE ESTADUAL TURÍSTICO DO ALTO DO RIBEIRA","","Não","Desconhecida","6 - Distúrbios humanos|6.1 - Atividades recreacionais/turísticas","15 - Pesquisa","Manejo de locais/áreas, Plano de Ação Nacional (PAN)","Plano de Ação Nacional para a Conservação das Cavernas do Brasil","Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022","",""
"Animalia","Arthropoda","Entognatha","Symphypleona","Arrhopalitidae","Arrhopalites","Arrhopalites botuveraensis","","Arrhopalites botuveraensis","Zeppelini, 2006","","Invertebrados Terrestres","05/2018","Vulnerável","","D2","Arrhopalites botuveraensis é endêmica do Brasil, conhecida da gruta Botuverá, em Santa Catarina (a área de ocupação é seguramente menor que 20km2). Apenas a entrada da gruta está localizada dentro do Parque Natural Municipal Grutas de Botuverá e possui turismo intenso e manejado, que ocorre em pequena porção da caverna (cerca de 20% da área ou 300m), porém a região possui também atividade de mineração e projetos de aproveitamento de energia hidrelétrica, o que representa outras ameaças potenciais à espécie. Por isso, A. botuveraensis foi categorizada como Vulnerável (VU) pelo critério D2.","Sim","Sim","Santa Catarina","|Sul|","Mata Atlântica","Sub-bacia Litoral SP PR SC","","","","Não","Desconhecida","1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.1 - Expansão urbana 1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.3 - Áreas de turismo e recreação 6 - Distúrbios humanos|6.1 - Atividades recreacionais/turísticas 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.2 - Represas e uso de água|7.2.11 - Represas (tamanho desconhecido) 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.3 - Outras modificações nos ecossistemas","15 - Pesquisa","Manejo de locais/áreas, Plano de Ação Nacional (PAN), Proteção de locais/áreas","Plano de Ação Nacional para a Conservação das Cavernas do Brasil","Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022","",""
"Animalia","Arthropoda","Entognatha","Symphypleona","Arrhopalitidae","Arrhopalites","Arrhopalites gnaspinii","","Arrhopalites gnaspinii","(Palacios-Vargas & Zeppelini, 1995)","","Invertebrados Terrestres","05/2018","Criticamente em Perigo","Não","B2ab(iii)","Arrhopalites gnaspinii é endêmica do Brasil e restrita à Caverna Alambari de Baixo, no Parque Estadual Turístico do Alto Ribeira - PETAR, em Iporanga-SP. A área de ocupação da espécie é menor que 1 km², representando uma localização, e sofre pressão e desgaste oriundos das populações humanas adjacentes e da atividade de visitação turística nas cavernas do parque. Os visitantes causam degradação e perda de hábitat e de indivíduos da população através do pisoteamento da fauna de solo e dos locais habitados por ela, como acúmulos de guano e poças d’água, configurando um declínio continuado na qualidade do habitat. Há pressão para ampliar as rotas de turismo nesta caverna. Por isso, A. gnaspinii foi categorizada como Criticamente em Perigo (CR) segundo o critério B2ab(iii).","Sim","Sim","São Paulo","|Sudeste|","Mata Atlântica","Sub-bacia Litoral RJ SP Sub-bacia Litoral SP","","PARQUE ESTADUAL TURÍSTICO DO ALTO DO RIBEIRA","","Não","Desconhecida","6 - Distúrbios humanos|6.1 - Atividades recreacionais/turísticas","15 - Pesquisa","Manejo de locais/áreas, Plano de Ação Nacional (PAN)","Plano de Ação Nacional para a Conservação das Cavernas do Brasil","Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022","",""
"Animalia","Arthropoda","Entognatha","Symphypleona","Arrhopalitidae","Arrhopalites","Arrhopalites heteroculatus","","Arrhopalites heteroculatus","Zeppelini, 2006","","Invertebrados Terrestres","05/2018","Vulnerável","","D2","Arrhopalites heteroculatus é endêmica do Brasil, conhecida da gruta Colorida, em São Paulo, na região do Parque Estadual Turístico do Alto Ribeira (a área de ocupação é seguramente menor que 20km2), que tem turismo intenso, embora manejado e atualmente não ocorre no local de ocorrência da espécie. Há pressão para ampliação das rotas de turismo dentro desta caverna e isto é uma ameaça potencial à espécie. Por isso, A. heteroculatus foi categorizada como Vulnerável (VU) pelo critério D2.","Sim","Sim","São Paulo","|Sudeste|","Mata Atlântica","Sub-bacia Litoral RJ SP Sub-bacia Litoral SP","","PARQUE ESTADUAL INTERVALES","","Não","Desconhecida","6 - Distúrbios humanos|6.1 - Atividades recreacionais/turísticas","15 - Pesquisa","Plano de Ação Nacional (PAN)","Plano de Ação Nacional para a Conservação das Cavernas do Brasil","Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022","",""
"Animalia","Arthropoda","Entognatha","Symphypleona","Arrhopalitidae","Arrhopalites","Arrhopalites lawrencei","","Arrhopalites lawrencei","Palacios-Vargas & Zeppelini, 1995","","Invertebrados Terrestres","05/2018","Vulnerável","","D2","Arrhopalites lawrencei é endêmica do Brasil e restrita à Gruta da Tapagem (Caverna do Diabo), no Parque Estadual de Jacupiranga, em Eldorado-São Paulo (a área de ocupação é seguramente menor que 20km2). Embora tenha turismo intenso, a caverna é extensa e ele só ocorre em pequena proporção. No entanto, há previsão de ampliação desta área de visitação, o que representa uma ameaça potencial à espécie. Por isso, A. lawrencei foi categorizada como Vulnerável (VU) pelo critério D2.","Sim","Sim","São Paulo","|Sudeste|","Mata Atlântica","Sub-bacia Litoral RJ SP Sub-bacia Litoral SP","","PARQUE ESTADUAL CAVERNA DO DIABO","","Não","Desconhecida","11 - Mudanças e extremos climáticos|11.1 - Mudança/alteração de habitat 1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.3 - Áreas de turismo e recreação 6 - Distúrbios humanos|6.1 - Atividades recreacionais/turísticas","15 - Pesquisa","Manejo de locais/áreas, Plano de Ação Nacional (PAN)","Plano de Ação Nacional para a Conservação das Cavernas do Brasil","Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022","",""
"Animalia","Arthropoda","Entognatha","Symphypleona","Arrhopalitidae","Arrhopalites","Arrhopalites paranaensis","","Arrhopalites paranaensis","Zeppelini, 2006","","Invertebrados Terrestres","05/2018","Criticamente em Perigo","Não","B2ab(iii)","Arrhopalites paranaensis é endêmica do Brasil e restrita ao Monumento Natural da Gruta da Lancinha, em Rio Branco do Sul-Paraná. A área de ocupação da espécie é restrita (apenas uma localidade), possui área inferior a 10 km² e sofre pressão e desgaste oriundos das populações humanas adjacentes e da atividade de visitação turística desordenada na caverna. Os visitantes causam degradação e perda de hábitat e de indivíduos da população através do pisoteamento da fauna de solo e dos locais habitados pela espécie, como acúmulos de guano e poças d’água. É válido ressaltar que, embora a espécie tenha sido descrita em 2006, a área da caverna Lancinha e seus arredores foi estudada e os registros de espécimes de colêmbolos na área, resultantes de amostragem seguidas, confirmam que a espécie está de fato restrita à caverna citada. Por isso, A. paranaensis foi categorizada como Criticamente em Perigo (CR) pelo critério B2ab(iii).","Sim","Sim","Paraná","|Sul|","Mata Atlântica","Sub-bacia Litoral RJ Sub-bacia Litoral RJ SP Sub-bacia Litoral SP","","","","Não","Desconhecida","11 - Mudanças e extremos climáticos|11.1 - Mudança/alteração de habitat 1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.1 - Expansão urbana 1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.3 - Áreas de turismo e recreação 6 - Distúrbios humanos|6.1 - Atividades recreacionais/turísticas","15 - Pesquisa","Manejo de locais/áreas, Plano de Ação Nacional (PAN), Proteção de locais/áreas","Plano de Ação Nacional para a Conservação das Cavernas do Brasil","Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022","",""
"Animalia","Chordata","Aves","Passeriformes","Furnariidae","Anabazenops","Anabazenops dorsalis","","Anabazenops dorsalis","(Sclater & Salvin, 1880)","barranqueiro-de-topete","Aves","08/2018","Vulnerável","","A2c","Anabazenops dorsalis ocorre do sudeste da Colômbia ao extremo noroeste da Bolívia e sul da Amazônia brasileira, nos estados do Acre, Rondônia, norte do Mato Grosso e Pará, em área sobreposta ao arco do desmatamento. A espécie é dependente de floresta em bom estado de conservação. Devido à perda, fragmentação e degradação do seu habitat em função do avanço da agropecuária, suspeita-se um declínio populacional de pelo menos 30% nos últimos 12 anos (três gerações), baseado no declínio na qualidade do habitat. Por isso, A. dorsalis foi categorizada como Vulnerável (VU) pelo critério A2c. MERGEFIELD Justificativa","Não","Sim","Acre, Mato Grosso, Pará, Rondônia","|Centro-Oeste|Norte|","Amazônia","Sub-bacia Madeira Sub-bacia Purus Sub-bacia Tapajós","ESEC Rio Acre, PARNA Juruena, REBIO do Jaru, RESEX Chico Mendes","","RPPN Lote Cristalino","Não","Declinando","2 - Agropecuária e Aquacultura|2.1 - Culturas anuais e perenes não-madeireiras|2.1.4 - Agricultura de escala desconhecida 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.2 - Silvicultura|2.2.3 - Plantações em escala desconhecida 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.3 - Pecuária|2.3.4 - Pecuária em escala desconhecida 5 - Uso de recursos biológicos|5.3 - Extração florestal|5.3.5 - Motivação desconhecida 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.1 - Incêndios e supressão de incêndios|7.1.1 - Aumento da frequência/intensidade de incêndios","","Plano de Ação Nacional (PAN)","Plano de Ação Nacional para a Conservação das Aves Ameaçadas do Bioma Amazônia - 2º ciclo","Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022","",""
"Animalia","Chordata","Aves","Passeriformes","Passerellidae","Arremonops","Arremonops conirostris","","Arremonops conirostris","(Bonaparte, 1850)","tico-tico-cantor","Aves","08/2018","Em Perigo","","B2ab(iii)","Arremonops conirostris ocorre de Honduras à Colômbia e contrafortes andinos. No Brasil, ocorre apenas no estado de Roraima, em uma população pequena e isolada da população global, além de restrita às várzeas do rio Branco e alguns tributários. A área de ocupação da espécie no Brasil é menor que 500 km². A Usina do Bem Querer, prevista para ser instalada no médio rio Branco, já se encontra em processo de licenciamento e irá impactar fortemente o habitat da espécie. Apresenta duas localizações e declínio continuado na qualidade do habitat devido ao cultivo de arroz e a incêndios antrópicos. Não há alteração de categoria levando em consideração o ajuste regional. Dessa forma, A. conirostris foi categorizada como Em Perigo (EN) segundo os critérios B2ab(iii).","Não","Sim","Roraima","|Norte|","Amazônia","Sub-bacia Negro","ESEC de Maracá, PARNA do Viruá","AREA DE PROTECAO AMBIENTAL XERIUINI","","Não","Desconhecida","2 - Agropecuária e Aquacultura|2.1 - Culturas anuais e perenes não-madeireiras|2.1.4 - Agricultura de escala desconhecida 3 - Produção energética e mineração|3.3 - Energia renovável|3.3.1 - Hidrelétricas 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.1 - Incêndios e supressão de incêndios|7.1.1 - Aumento da frequência/intensidade de incêndios","","Plano de Ação Nacional (PAN)","Plano de Ação Nacional para a Conservação das Aves Ameaçadas do Bioma Amazônia, Plano de Ação Nacional para a Conservação das Aves Ameaçadas do Bioma Amazônia - 2º ciclo","Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022","",""
"Animalia","Arthropoda","Malacostraca","Decapoda","Aeglidae","Aegla","Aegla charon","","","Bueno & Moraes, 2017","","Invertebrados de Água Doce","05/2018","Criticamente em Perigo","Não","B2ab(iii)","Aegla charon é conhecida somente da localidade-tipo, a caverna “Lago Subterrâneo”, no município de Guapiara, São Paulo. Sua área de ocupação é muito restrita, estimada em menos de 10km2. Apesar de a caverna estar em uma unidade de conservação (Parque Estadual de Intervales), há estudos em outras cavernas da região que indicam poluição das águas por metais pesados decorrentes de atividade de mineração no entorno. Além disso, a presença de pleópodos nos machos da espécie sugere má formação decorrente de contaminação, já que essa não é uma característica dos machos do grupo. Considerando uma localização, a espécie foi categorizada como Criticamente em Perigo pelo critério B2ab(iii).","Sim","Sim","São Paulo","|Sudeste|","Mata Atlântica","Sub-bacia Paranapanema","","APA SERRA DO MAR, PARQUE ESTADUAL INTERVALES","","Não","Desconhecida","9 - Poluição|9.2 - Industrial|9.2.2 - Infiltraçao oriunda de mineração 9 - Poluição|9.2 - Industrial|9.2.3 - Contaminação por metais pesados","","Plano de Ação Nacional (PAN)","Plano de Ação Nacional para a Conservação das Cavernas do Brasil","Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022","",""
"Animalia","Chordata","Amphibia","Anura","Eleutherodactylidae","Adelophryne","Adelophryne maranguapensis","","Adelophryne maranguapensis","Hoogmoed, Borges & Cascon, 1994","Rãnzinha-pulga","Anfíbios","09/2018","Criticamente em Perigo","Não","B1ab(iii)","Adelophryne maranguapensis é endêmica do Brasil, conhecida somente da localidade-tipo (Pico da Rajada, na Serra de Maranguape) no estado do Ceará, em uma área restrita de floresta úmida (brejo de altitude) entre 800 e 900 metros de altitude. Sua extensão de ocorrência foi estimada em 2 km². A espécie é bromelígena e abundante localmente, contudo, sofre forte pressão antrópica devido à expansão urbana, com a construção de casas de veraneio, e de plantações de bananas, que atingem as porções mais altas da Serra, caracterizando declínio continuado na qualidade do seu hábitat. Toda sua distribuição é tida como apenas uma localização, considerando a principal ameaça a expansão dos plantios de banana. Por essas razões, Adelophryne maranguapensis foi avaliada como Criticamente em Perigo (CR) pelo critério B1ab(iii).","Sim","Sim","Ceará","|Nordeste|","Caatinga","Sub-bacia Litoral CE PI","","","","Não","Desconhecida","1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.1 - Expansão urbana 1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.3 - Áreas de turismo e recreação 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.1 - Culturas anuais e perenes não-madeireiras|2.1.2 - Agricultura em pequenas propriedades 5 - Uso de recursos biológicos|5.2 - Coleta de plantas terrestres|5.2.2 - Efeitos indiretos (a espécie não é o alvo)","","Identificação de novas áreas protegidas, Plano de Ação Nacional (PAN), Proteção de recursos/habitat","Plano de Ação Nacional para a Conservação da Herpetofauna Ameaçada da Mata Atlântica Nordestina, Plano de Ação Nacional para a Conservação da Herpetofauna do Nordeste - 2º ciclo","Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022","",""
"Animalia","Arthropoda","Entognatha","Collembola","Isotomidae","Archisotoma","Archisotoma arariboia","","","Neves & Mendonça, 2014","Colêmbolo, Pulga-de-jardim","Invertebrados Terrestres","05/2018","Criticamente em Perigo","Não","B1ab(iii)+2ab(iii)","Archisotoma arariboia é endêmica do Brasil, ocorrendo exclusivamente na zona entremarés da praia do Sossego, em Niterói, estado do Rio de Janeiro, região intensamente urbanizada. A principal ameaça à espécie é a degradação do ambiente relacionada ao intenso uso recreativo da praia, que inclui a poluição e pisoteio. A Extensão de Ocorrência e a Área de Ocupação são inferiores à 100km² (B1) e 10km2 (B2), respectivamente. Apresenta uma única localização (a) e declínio continuado da qualidade do habitat (biii). Por isso, A. arariboia foi categorizada como Criticamente em Perigo (CR) pelos critérios B1ab(iii)+2ab(iii).","Sim","Sim","Rio de Janeiro","|Sudeste|","","Sub-bacia Litoral RJ","","","","Desconhecido","Desconhecida","6 - Distúrbios humanos|6.1 - Atividades recreacionais/turísticas 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.3 - Outras modificações nos ecossistemas 9 - Poluição|9.4 - Lixo e resíduos sólidos|9.4.1 - Urbanos 9 - Poluição|9.4 - Lixo e resíduos sólidos|9.4.2 - Industriais","","","","Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022","",""
"Animalia","Arthropoda","Entognatha","Collembola","Arrhopalitidae","Arrhopalites","Arrhopalites glabrofasciatus","","","Zeppelini, Brito & Lima, 2018","","Invertebrados Terrestres","05/2018","Em Perigo","","B1ab(iii)+2ab(iii)","Arrhopalites glabrofasciatus é espécie endêmica do Brasil, registrada em rocha calcárea e ferrífera nos municípios de Nova Lima, Matozinhos e Santa Bárbara, Minas Gerais. A Extensão de Ocorrência foi calculada em 1.233km2 e a Área de Ocupação, estimada em menos de 10km2. A principal ameaça à espécie é a intensa atividade de mineração da região, que provoca forte declínio da qualidade de hábitat. Considerando 3 localizações, A. glabrofasciatus foi categorizada como Em Perigo (EN) pelos critérios B1ab(iii)+2ab(iii).","Sim","Sim","Minas Gerais","|Sudeste|","Cerrado, Mata Atlântica","Sub-bacia Doce Sub-bacia São Francisco Alto","PARNA da Serra do Gandarela","ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL SUL-RMBH","","Não","Desconhecida","3 - Produção energética e mineração|3.2 - Mineração|3.2.3 - Extração de minérios - subsolo","","Plano de Ação Nacional (PAN)","Plano de Ação Nacional para a Conservação das Cavernas do Brasil","Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022","",""
"Animalia","Arthropoda","Entognatha","Entomobryomorpha","Isotomidae","Archisotoma","Archisotoma catiae","","Archisotoma catiae","Abrantes & Mendonça, 2007","Colêmbolo, Pulga-de-jardim","Invertebrados Terrestres","05/2018","Criticamente em Perigo","Não","B2ab(iii)","Archisotoma catiae é endêmica do Brasil, ocorrendo exclusivamente nas dunas da restinga da praia da Barra de Maricá, estado do Rio de Janeiro, região intensamente urbanizada. Apesar de estar dentro de uma APA, a área sofre intensa expansão urbana e incêndios frequentes na vegetação de restinga. A principal ameaça à espécie é a degradação do ambiente. Sua Área de Ocupação é inferior à 10km2 (B2), com uma única localização (a) e declínio continuado da qualidade do habitat (biii). Por isso, A. catiae foi categorizada como Criticamente em Perigo (CR) pelo critério B2ab(iii).","Sim","Sim","Rio de Janeiro","|Sudeste|","","","","","","Não","Desconhecida","1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.1 - Expansão urbana 1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.3 - Áreas de turismo e recreação 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.1 - Incêndios e supressão de incêndios|7.1.1 - Aumento da frequência/intensidade de incêndios 9 - Poluição|9.1 - Doméstica e urbana - escoamento de água|9.1.3 - Tipo desconhecido","","","","Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022","",""
"Animalia","Arthropoda","Entognatha","Symphypleona","Arrhopalitidae","Arrhopalites","Aethiopella littoralis","","Aethiopella littoralis","Fernandes & Mendonça, 2002","Colêmbolo, Pulga-de-jardim","Invertebrados Terrestres","05/2018","Criticamente em Perigo","Não","B2ab(iii)","Aethiopella litoralis é endêmica do Brasil, ocorrendo exclusivamente nas dunas da restinga da praia da Barra de Maricá, estado do Rio de Janeiro, região intensamente urbanizada. Apesar de estar dentro de uma APA, a área sofre intensa expansão urbana e incêndios frequentes na vegetação de restinga. A principal ameaça à espécie é a degradação do ambiente. Sua Área de Ocupação é inferior à 10km2 (B2), com uma única localização (a) e declínio continuado da qualidade do habitat (biii). Por isso, A. litoralis foi categorizada como Criticamente em Perigo (CR) pelo critério B2ab(iii).","Sim","Sim","Rio de Janeiro","|Sudeste|","Mata Atlântica","Sub-bacia Litoral RJ","","ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL DE MARICÁ","","Não","Desconhecida","1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.1 - Expansão urbana 9 - Poluição|9.1 - Doméstica e urbana - escoamento de água|9.1.3 - Tipo desconhecido","","","","Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022","",""
"Animalia","Arthropoda","Entognatha","Symphypleona","Arrhopalitidae","Arrhopalites","Agraphorura mariapetrae","","Agraphorura mariapetrae","(Thibaud, 1993)","Colêmbolo, Pulga-de-jardim","Invertebrados Terrestres","05/2018","Criticamente em Perigo","Não","B2ab(iii)","Agraphorura mariapetrae ocorre nas Antilhas e no Brasil, onde é registrada em áreas alagadas e substrato de dunas da restinga de Itaipuaçu, estado do Rio de Janeiro, na APA de Maricá, região intensamente urbanizada. Apesar de estar dentro de uma APA, a área é impactada por intensa expansão urbana e incêndios frequentes na vegetação de restinga. A principal ameaça à espécie é a degradação do ambiente. Sua Área de Ocupação é inferior à 10km² (B2), com uma localização (a) e declínio continuado da qualidade do habitat (biii). Por isso, A. mariapetrae foi categorizada como Criticamente em Perigo (CR) pelo critério B2ab(iii).","Não","Sim","Rio de Janeiro","|Sudeste|","","Sub-bacia Litoral RJ","","ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL DE MARICÁ","","Não","Desconhecida","1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.1 - Expansão urbana 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.1 - Incêndios e supressão de incêndios|7.1.1 - Aumento da frequência/intensidade de incêndios","","","","Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022","",""
"Animalia","Arthropoda","Entognatha","Entomobryomorpha","Isotomidae","Arlea","Arlea arenicola","","Arlea arenicola","Abrantes & Mendonça, 2005","Colêmbolo, Pulga-de-jardim","Invertebrados Terrestres","05/2018","Criticamente em Perigo","Não","B2ab(iii)","Arlea arenicola é endêmica do Brasil, ocorrendo exclusivamente nas dunas da restinga da praia da Barra de Maricá, estado do Rio de Janeiro, região intensamente urbanizada. Apesar de estar dentro de uma APA, a área sofre intensa expansão urbana e incêndios frequentes na vegetação de restinga. A principal ameaça à espécie é a degradação do ambiente. Sua Área de Ocupação é inferior à 10km² (B2), com uma única localização (a) e declínio continuado da qualidade do habitat (biii). Por isso, A. arenicola foi categorizada como Criticamente em Perigo (CR) pelo critério B2ab(iii).","Sim","Sim","Rio de Janeiro","|Sudeste|","","","","","","Não","Desconhecida","1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.1 - Expansão urbana 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.1 - Incêndios e supressão de incêndios|7.1.1 - Aumento da frequência/intensidade de incêndios","","","","Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022","",""
"Animalia","Arthropoda","Entognatha","Symphypleona","Arrhopalitidae","Arrhopalites","Arlesia intermedia","","Arlesia intermedia","Fernandes & Mendonça, 2004","Colêmbolo, Pulga-de-jardim","Invertebrados Terrestres","05/2018","Criticamente em Perigo","Não","B2ab(iii)","Arlesia intermedia é endêmica do Brasil, ocorrendo em substrato de dunas e áreas alagáveis da praia de Itaipuaçu, na APA de Maricá, estado do Rio de Janeiro, região intensamente urbanizada. Apesar de estar dentro de uma APA, a área sofre intensa expansão urbana e incêndios frequentes na vegetação de restinga. A principal ameaça à espécie é a degradação do ambiente. Sua Área de Ocupação é inferior à 10km² (B2), com uma única localização (a) e declínio continuado da qualidade do habitat (biii). Por isso, A. intermedia foi categorizada como Criticamente em Perigo (CR) pelo critério B2ab(iii).","Sim","Sim","Rio de Janeiro","|Sudeste|","","Sub-bacia Litoral RJ","","ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL DE MARICÁ","","Não","Desconhecida","1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.1 - Expansão urbana 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.1 - Incêndios e supressão de incêndios|7.1.1 - Aumento da frequência/intensidade de incêndios","","","","Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022","",""
"Animalia","Arthropoda","Entognatha","Entomobryomorpha","Isotomidae","Arlea","Arlea psammophila","","Arlea psammophila","Mendonça, Abrantes & Fernandes, 2006","Colêmbolo, Pulga-de-jardim","Invertebrados Terrestres","05/2018","Criticamente em Perigo","Não","B2ab(iii)","Arlea psammophila é endêmica do Brasil, ocorrendo em cordão arenoso, próximo à linha de marés da praia da Barra de Maricá, estado do Rio de Janeiro, região intensamente urbanizada. Apesar de estar dentro de uma APA, a área sofre intensa expansão urbana e incêndios frequentes na vegetação de restinga. A principal ameaça à espécie é a degradação do ambiente. Sua Área de Ocupação é inferior à 10km² (B2), com uma única localização (a) e declínio continuado da qualidade do habitat (biii). Por isso, A. psammophila foi categorizada como Criticamente em Perigo (CR) pelo critério B2ab(iii).","Sim","Sim","Rio de Janeiro","|Sudeste|","","","","","","Não","Desconhecida","1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.1 - Expansão urbana 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.1 - Incêndios e supressão de incêndios|7.1.1 - Aumento da frequência/intensidade de incêndios","","","","Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022","",""
"Animalia","Arthropoda","Arachnida","Araneae","Segestriidae","Ariadna","Ariadna aurea","","","Giroti & Brescovit, 2018","","Invertebrados Terrestres","05/2018","Vulnerável","","D2","Ariadna aurea é conhecida apenas para a localidade-tipo, a gruta dos Brejões, em São Gabriel (Bahia). Embora encontre-se aparentemente em bom estado de conservação, uma ameaça plausível é a mineração, já que existem vários polígonos minerários no entorno da caverna com solicitação e autorização de pesquisa. A atividade pode impactar o habitat da espécie. Sua área de ocupação, estimada a partir da extensão da caverna (7,5km), é de menos de 10km². Por esses motivos, foi categorizada como Vulnerável (VU) segundo o critério D2.","Sim","Sim","Bahia","|Nordeste|","Caatinga","Sub-bacia São Francisco Médio","","ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL GRUTAS DOS BREJÕES / VEREDAS DO ROMÃO GRAMACHO","","Não","Desconhecida","3 - Produção energética e mineração|3.2 - Mineração|3.2.3 - Extração de minérios - subsolo","","Plano de Ação Nacional (PAN)","Plano de Ação Nacional para a Conservação das Cavernas do Brasil","Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022","",""
"Animalia","Chordata","Amphibia","Anura","Aromobatidae","Anomaloglossus","Anomaloglossus apiau","","","Fouquet, Souza, Nunes, Kok, Curcio, Carvalho, Grant & Rodrigues, 2015","","Anfíbios","06/2017","Em Perigo","","B1ab(iii)+2ab(iii)","Anomaloglossus apiau é endêmica do Brasil, do bioma Amazônia, com registro de ocorrência somente para a Serra do Apiaú, uma região serrana isolada por florestas de baixada e ecossistemas savânicos no estado de Roraima. A espécie é abundante no local. Sua extensão de ocorrência foi considerada equivalente à área da serra, 150 km2, e sua área de ocupação certamente é menor do que esse valor, já que ela foi registrada somente acima de 500 metros de altitude. Embora as áreas acima de 200 metros estejam ainda relativamente bem preservadas, todo o entorno da serra sofre pressão de extração de madeira, desmatamento e ocupação pela atividade agropecuária, levando ao declínio continuado da qualidade do hábitat. Considerando o fogo utilizado em práticas agrícolas como a principal ameaça, foi definida apenas uma localização. Por essas razões, Anomaloglossus apiau foi avaliada como Em Perigo (EN) pelos critérios B1ab(iii)+2ab(iii).","Sim","Sim","Roraima","|Norte|","Amazônia","Sub-bacia Negro","","","","Não","Desconhecida","1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.1 - Expansão urbana 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.1 - Culturas anuais e perenes não-madeireiras|2.1.4 - Agricultura de escala desconhecida 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.3 - Pecuária|2.3.4 - Pecuária em escala desconhecida 5 - Uso de recursos biológicos|5.3 - Extração florestal 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.1 - Incêndios e supressão de incêndios|7.1.1 - Aumento da frequência/intensidade de incêndios","","Plano de Ação Nacional (PAN)","","Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022","",""
"Animalia","Chordata","Amphibia","Anura","Aromobatidae","Anomaloglossus","Anomaloglossus tepequem","","","Fouquet, Souza, Nunes, Kok, Curcio, Carvalho, Grant & Rodrigues, 2015","","Anfíbios","06/2017","Criticamente em Perigo","Sim","B1ab(iii)","Anomaloglossus tepequem é endêmica do Brasil, do bioma Amazônia, conhecida apenas para a Serra do Tepequém, no estado de Roraima. A espécie foi registrada somente acima de 500 metros de altitude e sua extensão de ocorrência foi estimada em 50 km2. Embora sua descrição seja relativamente recente (2015), seus registros são históricos. Nos anos de 1986 e 1992 a espécie era abundante e facilmente encontrada no local. Entre os anos de 1985 e 1990 houve intensa atividade minerária para extração de ouro, que atingiu até o topo da serra, impactando fortemente o hábitat da espécie. Expedições mais recentes, em 2011 e 2013, na mesma localidade não resultaram no encontro da espécie, que presumivelmente desapareceu. Após a atividade de mineração, a região tem sofrido declínio continuado da qualidade do hábitat em função da ocupação humana, pecuária e constantes queimadas. Considerando uma única localização, tendo o fogo como principal ameaça, Anomaloglossus tepequem foi avaliada como Criticamente em Perigo (CR) pelo critério B1ab(iii), estando possivelmente extinta (PEX).","Sim","Sim","Roraima","|Norte|","Amazônia","Sub-bacia Negro","","","","Não","Declinando","2 - Agropecuária e Aquacultura|2.1 - Culturas anuais e perenes não-madeireiras|2.1.4 - Agricultura de escala desconhecida 3 - Produção energética e mineração|3.2 - Mineração|3.2.4 - Extração de minérios - garimpo 6 - Distúrbios humanos|6.1 - Atividades recreacionais/turísticas 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.1 - Incêndios e supressão de incêndios|7.1.3 - Tendência desconhecida","","Plano de Ação Nacional (PAN)","","Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022","",""
"Animalia","Chordata","Actinopterygii","Siluriformes","Loricariidae","Ancistrus","Ancistrus minutus","","Ancistrus minutus","Fisch-Muller, Mazzoni & Weber, 2001","","Peixes Continentais","11/2018","Em Perigo","","B1ab(i,iii)","Ancistrus minutus é endêmica do Brasil, conhecida de poucas localidades muito próximas entre si, na bacia do alto rio Tocantins, na região da Serra da Mesa, estado de Goiás. A área tem sido amostrada desde a descrição da espécie, em 2001, sem terem sido feitos novos registros taxonomicamente confiáveis de A. minutus. Todas as localidades da espécie estão a montante da barragem da UHE Serra da Mesa, restando apenas dois registros fora da sua área de inundação. A localidade-tipo da espécie (córrego Bateias) atualmente está inundada pelo reservatório. Assumindo extirpações locais na área de inundação da hidrelétrica e que a espécie ficou restrita a pequenos riachos a montante da área de inundação, sua Extensão de Ocorrência (EOO) foi calculada em 1.624 km2. Além disso, A. minutus sofre com ameaças difusas como a degradação ambiental, a agropecuária e a urbanização. Portanto, houve uma fragmentação da população em função da UHE e há um declínio continuado da extensão de ocorrência e qualidade do habitat. Desta forma, A. minutus foi categorizada como Em Perigo (EN), sob o critério B1ab(i,iii).","Sim","Sim","Goiás","|Centro-Oeste|","Cerrado","Sub-bacia Tocantins Alto","","","","Não","Declinando","1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.1 - Expansão urbana 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.1 - Culturas anuais e perenes não-madeireiras|2.1.4 - Agricultura de escala desconhecida 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.3 - Pecuária|2.3.4 - Pecuária em escala desconhecida 3 - Produção energética e mineração|3.3 - Energia renovável|3.3.1 - Hidrelétricas","","Plano de Ação Nacional (PAN)","Plano de Ação Nacional para Conservação das Espécies Ameaçadas de Extinção da Ictiofauna, Herpetofauna e Primatas do Cerrado e Pantanal","Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022","",""
"Animalia","Chordata","Mammalia","Rodentia","Cricetidae","Akodon","Akodon mystax","","","Hershkovitz, 1998","Caparaó Grass Mouse, Rato-do-chão do Caparaó","Mamíferos","06/2013","Vulnerável","","D2","Akodon mystax é endêmico do Brasil, conhecido somente na localidade tipo, Parque Nacional do Caparaó, em área de altitude elevada, acima de 1800m. A espécie ocorre em apenas uma localização. A área recebe constantemente visitação estando sujeita a incêndios antropogênicos. Além disso, por ser apenas uma população está sujeita a eventos estocásticos como epizootias ou mudanças ambientais. Estas são ameaças plausíveis que poderão levar a espécie à categoria de Criticamente em Perigo ou Extinta em futuro próximo. Desta forma, a espécie foi classificada como Vulnerável (VU) pelo critério D2.","Sim","Não","","||","","","","","","","Desconhecida","","","","","","",""
"Animalia","Arthropoda","Malacostraca","Decapoda","Aeglidae","Aegla","Aegla renana","","","Bond-Buckup & Santos, 2010","Egla","Invertebrados Marinhos","09/2010","Criticamente em Perigo","Não","B2ab(iii)","Sua área de ocupação (AOO) foi estimada em menos de 10 km2. Após coletas em bacias hidrográficas próximas e contíguas constatou-se que a espécie ocorre somente em uma localidade/localização. O curso d´água onde a espécie ocorre é próximo à cidade de Nova Petrópolis, RS e sofre impacto de ações antrópicas, especialmente a destruição da mata ciliar e o assoreamento do curso d’água que descaracterizam o habitat. A fragmentação e o constante declínio na qualidade do habitat são potenciais ameaças a sua existência.","Sim","Não","","||","Mata Atlântica","","","","","","Desconhecida","9 - Poluição|9.1 - Doméstica e urbana - escoamento de água","","Controle e fiscalização, Educação e comunicação","","","",""
"Animalia","Arthropoda","Malacostraca","Decapoda","Aeglidae","Aegla","Aegla brevipalma","","Aegla brevipalma","Bond-Buckup & Santos, 2012","Egla","Invertebrados de Água Doce","10/2019","Criticamente em Perigo","Não","B1ab(iii)","Aegla brevipalma é endêmica do Brasil e conhecida em uma única localidade, no Rio Matador, Município de Bom Retiro (SC). A extensão de ocorrência foi calculada em 3 km² e foi identificada uma localização a partir da principal ameaça, que é o avanço das atividades agropecuárias, com substituição da vegetação nativa por silvicultura. A região onde a espécie ocorre está sujeita ao declínio continuo da qualidade de habitat, devido à criação de bovinos e suínos nas imediações do curso d’água. Por isso, A. brevipalma foi categorizada como Criticamente em Perigo (CR), segundo o critério B1ab(iii).","Sim","Sim","Santa Catarina","|Sul|","Mata Atlântica","Sub-bacia Uruguai Alto","","","","Não","Declinando","2 - Agropecuária e Aquacultura|2.2 - Silvicultura|2.2.1 - Plantações em pequenas propriedades 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.3 - Pecuária|2.3.2 - Pecuária em pequenas propriedades 9 - Poluição|9.3 - Agropecuária e florestal|9.3.1 - Acúmulo de nutrientes 9 - Poluição|9.3 - Agropecuária e florestal|9.3.2 - Erosão do solo/sedimentação","","Plano de Ação Nacional (PAN), Proteção de locais/áreas","Plano de Ação Nacional para a Conservação dos Peixes e Eglas da Mata Atlântica","Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022","",""
"Animalia","Arthropoda","Malacostraca","Decapoda","Aeglidae","Aegla","Aegla camargoi","","Aegla camargoi","Buckup & Rossi, 1977","Egla","Invertebrados de Água Doce","10/2019","Em Perigo","","B1ab(iii)","Aegla camargoi é endêmica do Brasil, ocorrendo no Nordeste do Rio Grande do Sul (sub-bacia Rio Pelotas) e Planalto de Santa Catarina (sub-bacia do Rio Pelotas). A extensão de ocorrência (EOO) foi calculada em 3.085 km2 a partir da área do mínimo polígono convexo formado pelas microbacias onde a espécie já foi registrada. A expansão da pecuária e silvicultura, com a supressão da mata ciliar na região onde ocorre a espécie são as principais ameaças, que fragmentaram severamente a população e provocaram o declínio continuado da qualidade do habitat. Portanto, A. camargoi foi categorizada como Em Perigo (EN), considerando o critério B1ab(iii).","Sim","Sim","Rio Grande do Sul, Santa Catarina","|Sul|","Mata Atlântica","Sub-bacia Guaíba Sub-bacia Litoral SP PR SC Sub-bacia Uruguai Alto","","","","Não","Desconhecida","2 - Agropecuária e Aquacultura|2.2 - Silvicultura|2.2.3 - Plantações em escala desconhecida 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.3 - Pecuária|2.3.4 - Pecuária em escala desconhecida","","Plano de Ação Nacional (PAN)","Plano de Ação Nacional para a Conservação dos Peixes e Eglas da Mata Atlântica","Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022","",""
"Animalia","Arthropoda","Malacostraca","Decapoda","Aeglidae","Aegla","Aegla franca","","","Schmitt, 1942","Egla","Invertebrados Marinhos","09/2013","Criticamente em Perigo","Não","B2ab(iii)","O estado de conservação de Aegla franca foi avaliado de acordo com os critérios da IUCN (2001), com base em informações recentes sobre a biologia e dados sobre a área de ocupação da espécie. A espécie é endêmica de córregos pertencentes à microbacia do rio Canoas (municípios de Franca, SP, e Claraval, MG), conhecida de apenas sete córregos afluentes do rio Canoas (sete localizações). A população encontra-se fragmentada e a área de ocupação é muito inferior a 10km². Observa-se um processo de degradação ambiental em andamento, causada principalmente pelos seguintes fatores: eliminação da mata ciliar que acompanha os córregos, intensa atividade de agricultura e criação de gado e presença de indústrias de processamento do couro, com descarte de resíduos altamente poluidores e tóxicos em rios e córregos da região. A categoria proposta para o táxon é “Criticamente Em Perigo (CR)” segundo o critério B2ab(iii).","Sim","Não","","||","","","","","","","","1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.2 - Áreas comerciais e industriais 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.3 - Pecuária 4 - Transportes e serviços de transmissão|4.1 - Estradas e ferrovias","","Educação e comunicação","","","",""
"Animalia","Arthropoda","Malacostraca","Decapoda","Aeglidae","Aegla","Aegla inconspicua","","Aegla inconspicua","Bond-Buckup & Buckup, 1994","Egla","Invertebrados de Água Doce","10/2019","Vulnerável","","B1ab(iii)","Aegla inconspicua é uma espécie endêmica do Brasil, distribuída no nordeste do estado do Rio Grande do Sul, nas Bacias dos Rios Sinos e Caí. A extensão de ocorrência (EOO) foi calculada em 12.623 km2 a partir da área do mínimo polígono convexo formado pelas microbacias onde a espécie já foi registrada. A região de ocorrência da espécie é impactada por intensa atividade agropecuária e urbanização, que resultam em perda da qualidade do habitat e fragmentação da população. Por essas razões, A. inconspicua foi categorizada como Vulnerável (VU), pelo critério B1ab(iii).","Sim","Sim","Rio Grande do Sul","|Sul|","Mata Atlântica, Pampa","Sub-bacia Guaíba","","ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL DO BANHADO GRANDE","","Não","Desconhecida","1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.1 - Expansão urbana 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.1 - Culturas anuais e perenes não-madeireiras|2.1.4 - Agricultura de escala desconhecida","","Plano de Ação Nacional (PAN), Proteção de recursos/habitat","Plano de Ação Nacional para a Conservação dos Peixes e Eglas da Mata Atlântica","Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022","",""
"Animalia","Arthropoda","Malacostraca","Decapoda","Aeglidae","Aegla","Aegla inermis","","Aegla inermis","Bond-Buckup & Buckup, 1994","Egla","Invertebrados de Água Doce","10/2019","Em Perigo","","B1ab(iii)","Aegla inermis é uma espécie endêmica do Brasil, distribuída no Rio Grande do Sul nos tributários das bacias do Rio Caí e dos Sinos. A extensão de ocorrência (EOO) foi calculada em 2.136 km2 a partir da área do mínimo polígono convexo formado pelas microbacias onde a espécie já foi registrada. A região de ocorrência da espécie é impactada por intensa atividade agropecuária e urbanização, que resultam em perda da qualidade do habitat e fragmentação da população. Por essas razões, A. inermis foi categorizada como Em Perigo (EN), pelo critério B1ab(iii).","Sim","Sim","Rio Grande do Sul","|Sul|","Mata Atlântica","Sub-bacia Guaíba Sub-bacia Litoral RS","","ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL DO BANHADO GRANDE","","Não","Desconhecida","2 - Agropecuária e Aquacultura|2.1 - Culturas anuais e perenes não-madeireiras|2.1.4 - Agricultura de escala desconhecida 4 - Transportes e serviços de transmissão|4.1 - Estradas e ferrovias 9 - Poluição|9.3 - Agropecuária e florestal|9.3.3 - Herbicidas e pesticidas","","Educação e comunicação, Plano de Ação Nacional (PAN), Proteção de locais/áreas","Plano de Ação Nacional para a Conservação dos Peixes e Eglas da Mata Atlântica","Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022","",""
"Animalia","Arthropoda","Malacostraca","Decapoda","Aeglidae","Aegla","Aegla itacolomiensis","","Aegla itacolomiensis","Bond-Buckup & Buckup, 1994","Egla","Invertebrados de Água Doce","10/2019","Em Perigo","","B1ab(iii)","Aegla itacolomiensis é endêmica do Brasil e ocorre no leste do Rio Grande do Sul, nas sub-bacias do Gravataí e Sinos. A extensão de ocorrência (EOO) foi calculada em 3.094 km2 a partir da área do mínimo polígono convexo formado pelas microbacias onde a espécie já foi registrada. A região de ocorrência da espécie é impactada por intensa urbanização e atividade agropecuária que resultam em perda da qualidade do habitat e fragmentação da população. Por essas razões, A. itacolomiensis foi categorizada como Em Perigo (EN) sob o critério B1ab(iii).","Sim","Sim","Rio Grande do Sul","|Sul|","Mata Atlântica, Pampa","Sub-bacia Guaíba","","","","Não","Estável","1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.1 - Expansão urbana 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.1 - Culturas anuais e perenes não-madeireiras|2.1.4 - Agricultura de escala desconhecida","","Plano de Ação Nacional (PAN), Proteção de locais/áreas","Plano de Ação Nacional para a Conservação dos Peixes e Eglas da Mata Atlântica","Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022","",""
"Animalia","Arthropoda","Malacostraca","Decapoda","Aeglidae","Aegla","Aegla leachi","","Aegla leachi","Bond-Buckup & Santos, 2012","Egla","Invertebrados de Água Doce","10/2019","Em Perigo","","B1ab(iii)","Aegla leachi é endêmica do Brasil, ocorrendo nas sub-bacias dos Rios Canoas e Caveiras no estado de Santa Catarina. A extensão de ocorrência (EOO) foi calculada em 2.351 km2 a partir da área do mínimo polígono convexo formado pelas microbacias onde a espécie já foi registrada. A degradação do habitat e a fragmentação da população são provocadas pela silvicultura de larga escala, considerada a principal ameaça. Por essas razões, A. leachi foi categorizada como Em Perigo (EN) sob o critério B1ab(iii).","Sim","Sim","Santa Catarina","|Sul|","Mata Atlântica","Sub-bacia Uruguai Alto","","","","Não","Desconhecida","2 - Agropecuária e Aquacultura|2.2 - Silvicultura|2.2.2 - Plantações agro-industriais 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.1 - Incêndios e supressão de incêndios|7.1.1 - Aumento da frequência/intensidade de incêndios","","Plano de Ação Nacional (PAN)","Plano de Ação Nacional para a Conservação dos Peixes e Eglas da Mata Atlântica","Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022","",""
"Animalia","Arthropoda","Malacostraca","Decapoda","Aeglidae","Aegla","Aegla leptodactyla","","","Buckup & Rossi, 1977","Egla","Invertebrados Marinhos","09/2013","Vulnerável","","B1ab(iii)","Aegla leptodactyla Buckup & Rossi, 1977 distribui-se no nordeste do RS e planalto de SC, a extensão de ocorrência (EOO) é menor que 20.000 km² (5.260 km²), com população severamente fragmentada, em áreas com declínio continuado na qualidade do habitat. Considerando as informações, a espécie foi categorizada como Vulnerável (VU), atendendo o critério B1ab(iii).","Sim","Não","","||","Mata Atlântica","","","PARQUE ESTADUAL DO TAINHAS","","","","","","","","","",""
"Animalia","Arthropoda","Malacostraca","Decapoda","Aeglidae","Aegla","Aegla manuinflata","","Aegla manuinflata","Bond-Buckup & Santos, 2009","Egla","Invertebrados de Água Doce","10/2019","Em Perigo","","B1ab(iii)","Aegla manuinflata é endêmica do Brasil com registros na Bacia do Rio Ibicuí, um afluente do Rio Uruguai, na região central do estado do Rio Grande do Sul. Há registro de 3 subpopulações, restritas as nascentes, isoladas reprodutivamente. A extensão de ocorrência (EOO) foi calculada em 1.312 km2 a partir da área do mínimo polígono convexo formado pelas microbacias onde a espécie foi registrada. A degradação do habitat pela atividade agrícola, em especial por áreas de pastagem, tem reduzido a mata ciliar em todos os locais onde a espécie foi registrada. Entre 2006 e 2016 foi constatada a redução da abundância da espécie na localidade tipo, onde antes era o local com maior abundância, sendo observada a instalação de criação de porcos próximo as margens do riacho. Portanto, A. manuinflata foi categorizada como Em Perigo (EN) sob o critério B1ab(iii).","Sim","Sim","Rio Grande do Sul","|Sul|","Mata Atlântica, Pampa","Sub-bacia Ibicuí","","","","Não","Desconhecida","2 - Agropecuária e Aquacultura|2.3 - Pecuária|2.3.4 - Pecuária em escala desconhecida","","Plano de Ação Nacional (PAN)","Plano de Ação Nacional para a Conservação dos Peixes e Eglas da Mata Atlântica","Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022","",""
"Animalia","Arthropoda","Malacostraca","Decapoda","Aeglidae","Aegla","Aegla oblata","","Aegla oblata","Bond-Buckup & Santos, 2012","Egla","Invertebrados de Água Doce","10/2019","Em Perigo","","B1ab(iii)","Aegla oblata é endêmica do Brasil, ocorrendo nas sub-bacias do Rio Caveiras, Bacia do Rio Canoas e Rio Lava-Tudo, Bacia do Rio Pelotas, no Estado de Santa Catarina. A extensão de ocorrência (EOO) foi calculada em 1.944 km2 a partir da área do mínimo polígono convexo formado pelas microbacias onde a espécie foi registrada. A supressão da mata ciliar, com consequente perda de qualidade de habitat, também leva a fragmentação da população. Por essas razões, A. oblata foi categorizada como Em Perigo (EN) sob o critério B1ab(iii).","Sim","Sim","Santa Catarina","|Sul|","Mata Atlântica","Sub-bacia Uruguai Alto","","","","Não","Desconhecida","2 - Agropecuária e Aquacultura|2.1 - Culturas anuais e perenes não-madeireiras|2.1.4 - Agricultura de escala desconhecida 9 - Poluição|9.3 - Agropecuária e florestal|9.3.3 - Herbicidas e pesticidas","","Plano de Ação Nacional (PAN)","Plano de Ação Nacional para a Conservação dos Peixes e Eglas da Mata Atlântica","Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022","",""
"Animalia","Arthropoda","Malacostraca","Decapoda","Aeglidae","Aegla","Aegla obstipa","","Aegla obstipa","Bond-Buckup & Buckup, 1994","Egla","Invertebrados de Água Doce","10/2019","Em Perigo","","B1ab(iii)","Aegla obstipa é endêmica do Brasil, sendo registrada em sete locais na micro-bacia do Arroio dos Ratos (RS). A extensão de ocorrência (EOO) foi calculada em 1.294 km2 a partir da área do mínimo polígono convexo formado pelas microbacias onde a espécie foi registrada. A qualidade do habitat da espécie vem sofrendo um declínio contínuo, cujos efeitos são bastante acentuados considerando-se sua distribuição restrita. A degradação do habitat provocado pelo plantio de Eucaliptus spp. é a principal ameaça. Esse impacto tem provocado a redução da mata ciliar em toda a distribuição da espécie, também ocasionando fragmentação severa da população. Sendo assim, A. obstipa foi categorizada como Em Perigo (EN), pelo critério B1ab(iii).","Sim","Sim","Rio Grande do Sul","|Sul|","Pampa","Sub-bacia Guaíba Sub-bacia Litoral RS","","","","Não","Desconhecida","2 - Agropecuária e Aquacultura|2.2 - Silvicultura|2.2.3 - Plantações em escala desconhecida 9 - Poluição|9.3 - Agropecuária e florestal|9.3.2 - Erosão do solo/sedimentação","","Controle e fiscalização, Educação e comunicação, Plano de Ação Nacional (PAN)","Plano de Ação Nacional Lagoas do Sul, Plano de Ação Nacional para a Conservação dos Peixes e Eglas da Mata Atlântica","Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022","",""
"Animalia","Arthropoda","Malacostraca","Decapoda","Aeglidae","Aegla","Aegla perobae","","","Hebling & Rodrigues, 1977","Egla","Invertebrados Marinhos","09/2010","Criticamente em Perigo","Não","B2ab(iii,v)","A espécie é endêmica do município de São Pedro (SP), encontrada somente em 10 localizações. Sua área de ocupação (AOO) é estimada em 0,02km². Sua população está severamente fragmentada e as subpopulações estão reprodutivamente isoladas. Seu habitat sofre contínua degradação em função do avanço da agropecuária. A poluição doméstica e uso de agrotóxicos nos trechos a montante das áreas de ocorrência contribuem para agravar ainda mais a degradação do habitat. Entre 2009 e 2011 observou-se uma significativa diminuição no tamanho da população.","Sim","Não","","||","","","","","","","","2 - Agropecuária e Aquacultura 7 - Modificações nos sistemas naturais 9 - Poluição|9.3 - Agrícola e florestal 9 - Poluição|9.4 - Lixo e resíduos sólidos","","Manejo de locais/áreas, Proteção de locais/áreas","","","",""
"Animalia","Arthropoda","Malacostraca","Decapoda","Aeglidae","Aegla","Aegla violacea","","Aegla violacea","Bond-Buckup & Buckup, 1994","Egla","Invertebrados de Água Doce","10/2019","Em Perigo","","B1ab(iii)","Aegla violacea é endêmica das bacias hidrográficas do Lago Guaíba e do Baixo Jacuí (RS), com extensão de ocorrência (EOO) estimada em 768 km². A qualidade do habitat vem sofrendo declínio contínuo, com efeitos severos na população, ainda mais tendo em vista que a espécie é restrita às nascentes dos riachos. A degradação do habitat provocado pelo plantio de Eucaliptus spp. é a principal ameaça. Essa atividade tem provocado a redução da mata ciliar em toda a distribuição da espécie, ocasionando fragmentação severa da população. Foi registrado o desaparecimento de subpopulações da espécie em um afluente da micro-bacia do Arroio Grande. Sendo assim, A. violacea foi categorizada como Em Perigo (EN), pelo critério B1ab(iii).","Sim","Sim","Rio Grande do Sul","|Sul|","Pampa","Sub-bacia Guaíba","","","","Não","Desconhecida","2 - Agropecuária e Aquacultura|2.1 - Culturas anuais e perenes não-madeireiras|2.1.4 - Agricultura de escala desconhecida 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.2 - Silvicultura|2.2.3 - Plantações em escala desconhecida 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.3 - Pecuária|2.3.4 - Pecuária em escala desconhecida 9 - Poluição|9.3 - Agropecuária e florestal|9.3.3 - Herbicidas e pesticidas","","Controle e fiscalização, Educação e comunicação, Plano de Ação Nacional (PAN)","Plano de Ação Nacional para a Conservação dos Peixes e Eglas da Mata Atlântica","Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022","",""
"Animalia","Chordata","Aves","Galliformes","Cracidae","Aburria","Aburria jacutinga","","Aburria jacutinga","(Spix, 1825)","jacutinga","Aves","06/2019","Em Perigo","","C2a(i)","Aburria jacutinga ocorre no nordeste da Argentina, sudeste do Paraguai e Brasil, originalmente da Bahia ao Rio Grande do Sul. Foi extinta em diversas áreas de sua distribuição, como no extremo sul da Bahia, em todo o Espírito Santo e no centro-oeste do Paraná. A partir de estimativas para a principal subpopulação existente em florestas montanhosas de São Paulo, infere-se que na população brasileira haja menos de 2.500 indivíduos maduros, sendo que há menos de 250 deles em cada subpopulação. Há declínio populacional continuado devido à caça e perda de qualidade de habitat. Dessa forma, A. jacutinga foi avaliada como Em Perigo (EN), pelo critério C2a(i)","Não","Sim","Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Paraná, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, São Paulo","|Centro-Oeste|Sudeste|Sul|","Cerrado, Mata Atlântica, Sistema Costeiro-Marinho","Sub-bacia Doce Sub-bacia Grande Sub-bacia Iguaçu Sub-bacia Litoral RJ Sub-bacia Litoral RJ SP Sub-bacia Litoral SP Sub-bacia Litoral SP PR SC Sub-bacia Paraíba do Sul Sub-bacia Paranapanema Sub-bacia Paraná RH1 Sub-bacia Tietê Sub-bacia Uruguai Médio","APA Bacia do Rio Paraíba do Sul, APA Cananéia-Iguape-Peruíbe, APA Guaraqueçaba, APA Petrópolis, PARNA da Serra da Bocaina, PARNA da Serra do Itajaí, PARNA da Serra dos Órgãos, PARNA de Itatiaia, PARNA Guaricana, PARNA Iguaçu, RESEX Mandirá","APA ILHA COMPRIDA, APA SERRA DO MAR, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL DA BACIA DO RIO MACACU, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL DO IRAÍ, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL ESTADUAL DE GUARATUBA, ESTAÇÃO ECOLÓGICA JURÉIA-ITATINS, PARQUE ESTADUAL CARLOS BOTELHO, PARQUE ESTADUAL DA ILHA DO CARDOSO, PARQUE ESTADUAL DA SERRA DO MAR, PARQUE ESTADUAL DA SERRA DO TABULEIRO, PARQUE ESTADUAL DE ILHABELA, PARQUE ESTADUAL DO RIO DOCE, PARQUE ESTADUAL DO TURVO, PARQUE ESTADUAL INTERVALES, PARQUE ESTADUAL SERRA DO BRIGADEIRO","RPPN Caetezal, RPPN Fazenda San Michele, RPPN Fazenda Silvo Agro-Pastoril Gonçalves, RPPN Morro do Curussu Mirim, RPPN Parque Ecológico ARTEX, RPPN Reserva Rizzieri, RPPN Sítio do Bananal, RPPN Sítio do Jacu","Não","Declinando","1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.1 - Expansão urbana 3 - Produção energética e mineração|3.3 - Energia renovável|3.3.1 - Hidrelétricas 5 - Uso de recursos biológicos|5.1 - Caça e captura de animais terrestres ou marinhos|5.1.1 - Caça/captura intencional (a espécie é o alvo)|5.1.1.1 - Uso de subsistência/escambo local 5 - Uso de recursos biológicos|5.3 - Extração florestal|5.3.3 - Efeitos indiretos - subsistência/pequena escala","12 - Vestuário acessório 1 - Alimentação humana","Implementação de áreas protegidas, Plano de Ação Nacional (PAN), Proteção de recursos/habitat, Reintrodução, Reprodução em cativeiro/propagação artificial, Restauração de habitat e processos naturais","Plano de Ação Nacional para a Conservação das Aves Ameaçadas do Bioma Mata Atlântica, Plano de Ação Nacional para a Conservação dos Galliformes","Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022","",""
"Animalia","Chordata","Aves","Passeriformes","Furnariidae","Acrobatornis","Acrobatornis fonsecai","","Acrobatornis fonsecai","Pacheco, Whitney & Gonzaga, 1996","acrobata","Aves","06/2019","Vulnerável","","B1ab(i,ii,iii,v)","Acrobatornis fonsecai é endêmica do Brasil, com ocorrência restrita ao sul da Bahia e nordeste de Minas Gerais, onde há apenas registros históricos, e sua extensão de ocorrência (EOO) foi calculada em 18.867 km². Habita cabrucas que sobreiam áreas de plantação de cacau e sua sobrevivência depende inteiramente da manutenção destes cacauais consorciados com floresta nativa. A população está severamente fragmentada e há suspeitas de redução no número de indivíduos maduros de ao menos 10% em um período de 11,4 anos (três gerações), devido à desvalorização da cultura cacaueira, e mais recentemente, relacionadas à expansão das áreas urbanas, cultivo de café e eucalipto, e abertura de pastagens. Essas ameaças têm levado à derrubada das matas de cabruca, gerando declínio continuado na extensão de ocorrência, na área de ocupação e na qualidade do habitat. Dessa forma, A. fonsecai foi categorizada como Vulnerável (VU) pelo critério B1ab(i,ii,iii,v).","Sim","Sim","Bahia, Minas Gerais","|Nordeste|Sudeste|","Mata Atlântica","Sub-bacia Contas Sub-bacia Jequitinhonha","PARNA de Boa Nova, PARNA Serra das Lontras","ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL LAGOA ENCANTADA","","Não","Declinando","1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.1 - Expansão urbana 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.1 - Culturas anuais e perenes não-madeireiras|2.1.4 - Agricultura de escala desconhecida 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.2 - Silvicultura|2.2.3 - Plantações em escala desconhecida 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.3 - Pecuária|2.3.4 - Pecuária em escala desconhecida","","Criação de áreas protegidas, Plano de Ação Nacional (PAN), Restauração de habitat e processos naturais","Plano de Ação Nacional para a Conservação das Aves Ameaçadas do Bioma Mata Atlântica","Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022","",""
"Animalia","Chordata","Aves","Accipitriformes","Accipitridae","Amadonastur","Amadonastur lacernulatus","","Amadonastur lacernulatus","(Temminck, 1827)","gavião-pombo-pequeno","Aves","06/2019","Vulnerável","","C2a(i)","Amadonastur lacernulatus é endêmica do Brasil e ocorre em baixas densidades da Bahia à Santa Catarina. É dependente de áreas florestadas e apesar de sua distribuição geográfica ser semelhante à pretérita, a espécie está restrita à fragmentos florestais isolados. É considerada incomum e o tamanho populacional foi suspeitado em menos de 10.000 indivíduos maduros, onde cada subpopulação possui no máximo 1.000 indivíduos maduros. A baixa densidade populacional associada à perda e diminuição da qualidade de habitat e à perseguição humana indicam que a espécie está sofrendo declínio populacional continuado. Portanto, A. lacernulatus foi categorizada como Vulnerável (VU) pelo critério C2a(i).","Sim","Sim","Bahia, Espírito Santo, Minas Gerais, Paraná, Rio de Janeiro, Santa Catarina, São Paulo","|Nordeste|Sudeste|Sul|","Caatinga, Cerrado, Mata Atlântica","Sub-bacia Contas Sub-bacia Doce Sub-bacia Grande Sub-bacia Iguaçu Sub-bacia Jequitinhonha Sub-bacia Litoral BA ES Sub-bacia Litoral ES Sub-bacia Litoral RJ Sub-bacia Litoral RJ SP Sub-bacia Litoral SP Sub-bacia Litoral SP PR SC Sub-bacia Paraíba do Sul Sub-bacia Paranapanema Sub-bacia São Francisco Alto Sub-bacia Tietê","APA Bacia do Rio São João/Mico-Leão-Dourado, APA Cairuçu, APA Cananéia-Iguape-Peruíbe, APA do Morro da Pedreira, APA Guaraqueçaba, APA Petrópolis, APA Serra da Mantiqueira, FLONA de Goytacazes, FLONA do Rio Preto, PARNA da Chapada Diamantina, PARNA da Serra da Bocaina, PARNA da Serra do Itajaí, PARNA da Serra dos Órgãos, PARNA da Tijuca, PARNA do Caparaó, PARNA do Descobrimento, PARNA do Monte Pascoal, PARNA Guaricana, PARNA Saint-Hilaire/Lange, PARNA Serra das Lontras, PARNA Superagui, REBIO Augusto Ruschi, REBIO de Poço das Antas, REBIO de Sooretama, REBIO do Córrego Grande, REBIO do Tinguá, REBIO União, RESEX Cassurubá","APA ILHA COMPRIDA, APA ITUPARARANGA, APA SERRA DO MAR, APA SISTEMA CANTAREIRA, ÁREA DE PROTEçãO AMBIENTAL ALTO TABOãO, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL DA BACIA DO RIO DOS FRADES, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL DA BACIA DO RIO MACACU, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL DE GERICINÓ/MENDANHA, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL DE MANGARATIBA, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL DE TAMOIOS, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL ESTADUAL DE GUARATUBA, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL LAGOA ENCANTADA, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL MARIMBUS / IRAQUARA, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL PONTA DA BALEIA / ABROLHOS, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL SANTO ANTÔNIO, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL SUL-RMBH, ESTAÇÃO ECOLÓGICA DA ILHA DO MEL, ESTAÇÃO ECOLÓGICA DE FECHOS, ESTAÇÃO ECOLÓGICA JURÉIA-ITATINS, PARQUE ESTADUAL DA CANTAREIRA, PARQUE ESTADUAL DA ILHA DO CARDOSO, PARQUE ESTADUAL DA ILHA GRANDE, PARQUE ESTADUAL DA SERRA DO MAR, PARQUE ESTADUAL DA SERRA DO TABULEIRO, PARQUE ESTADUAL DE ILHABELA, PARQUE ESTADUAL DO DESENGANO, PARQUE ESTADUAL DO MENDANHA, PARQUE ESTADUAL DO RIO DOCE, PARQUE ESTADUAL INTERVALES, PARQUE ESTADUAL RESTINGA DE BERTIOGA, PARQUE ESTADUAL SERRA DO PAPAGAIO, PARQUE ESTADUAL XIXOVÁ-JAPUÍ, PARQUE NATURAL MUNICIPAL DA SERRA DO MENDANHA, PARQUE NATURAL MUNICIPAL DE JACARENEMA","Estação Veracel, RPPN Bio Estação Águas Cristalinas, RPPN Cachoeira Boa Vista, RPPN Caetezal, RPPN CEC/Tinguá, RPPN CEFLUSMME, RPPN Ecoparque de Una, RPPN Fazenda Barra do Sana, RPPN Fazenda Córrego da Luz, RPPN Fazenda Limeira, RPPN Fazenda Palmital, RPPN Fazenda San Michele, RPPN Fazenda Santa Izabel, RPPN Fazenda Sayonara, RPPN Gleba O Saquinho de Itapirapuá, RPPN Itacira, RPPN Mato Grosso, RPPN Meandros II, RPPN Morro das Aranhas, RPPN Morro do Curussu Mirim, RPPN Parque Ecológico ARTEX, RPPN Reserva do Caraguatá II, RPPN Reserva Rizzieri, RPPN Sítio Curucutu, RPPN Sítio do Bananal, RPPN Sítio do Jacu, RPPN Sítio São Domingos/Agartha","Não","Declinando","1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.1 - Expansão urbana 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.1 - Culturas anuais e perenes não-madeireiras|2.1.4 - Agricultura de escala desconhecida 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.3 - Pecuária|2.3.4 - Pecuária em escala desconhecida 5 - Uso de recursos biológicos|5.1 - Caça e captura de animais terrestres ou marinhos|5.1.1 - Caça/captura intencional (a espécie é o alvo)|5.1.1.6 - Retaliação/controle","","Plano de Ação Nacional (PAN)","Plano de Ação Nacional para a Conservação das Aves Ameaçadas do Bioma Mata Atlântica, Plano de Ação Nacional para a Conservação das Aves de Rapina","Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022","",""
"Animalia","Chordata","Aves","Psittaciformes","Psittacidae","Amazona","Amazona pretrei","","Amazona pretrei","(Temminck, 1830)","papagaio-charão","Aves","10/2021","Vulnerável","","A3cde","Amazona pretrei é migratória e ocorre no sul do Brasil, no Rio Grande do Sul e Santa Catarina, com registros raros e ocasionais para o Paraguai e Argentina. Ocupa mata de araucária no norte de sua distribuição e floresta ombrófila em planícies fluviais no sul. A população reprodutiva global da espécie é praticamente restrita ao Rio Grande do Sul. A partir de censos anuais realizados pelo Projeto Charão, estima-se que a população brasileira seja de 15.618 indivíduos maduros. Com base na análise de viabilidade populacional realizada, considerando dados da biologia da espécie, perda de habitat, captura ilegal, dinâmica de cavidades, dinâmica populacional e risco de doenças emergentes (bornavírus e circovírus), o declínio populacional foi projetado em 37% em 32 anos (três gerações). Dessa forma, A. pretrei foi categorizada como Vulnerável (VU) pelo critério A3cde.","Não","Sim","Rio Grande do Sul, Santa Catarina","|Sul|","Mata Atlântica, Pampa","Sub-bacia Guaíba Sub-bacia Ibicuí Sub-bacia Litoral RS Sub-bacia Litoral SP PR SC Sub-bacia Uruguai Alto Sub-bacia Uruguai Médio","ESEC Aracuri-Esmeralda, FLONA de Passo Fundo, Parna Aparados da Serra, PARNA da Serra Geral, PARNA São Joaquim","ÁREA DE PROTEçãO AMBIENTAL ROTA DO SOL, PARQUE ESTADUAL DO PAPAGAIO-CHARãO","RPPN Granja São Roque - Reserva do Paredão, RPPN PAPAGAIO-DE-ALTITUDE, RPPN Rancho Mira-Serra","Sim","Declinando","2 - Agropecuária e Aquacultura|2.3 - Pecuária|2.3.4 - Pecuária em escala desconhecida 5 - Uso de recursos biológicos|5.1 - Caça e captura de animais terrestres ou marinhos|5.1.1 - Caça/captura intencional (a espécie é o alvo)|5.1.1.1 - Uso de subsistência/escambo local 5 - Uso de recursos biológicos|5.1 - Caça e captura de animais terrestres ou marinhos|5.1.1 - Caça/captura intencional (a espécie é o alvo)|5.1.1.2 - Comercial - Nacional/Local 5 - Uso de recursos biológicos|5.3 - Extração florestal|5.3.2 - Uso intencional - larga escala 8 - Espécies invasoras problemáticas e doenças|8.5 - Doenças provocadas por vírus ou príons|8.5.2 - Espécie conhecida (Doença)","3 - Animais de estimação/ornamentais","Conscientização/comunicação, Criação de áreas protegidas, Plano de Ação Nacional (PAN), Proteção de recursos/habitat, Restauração de habitat e processos naturais","Plano de Ação Nacional para a Conservação dos Papagaios - 2º ciclo, Plano de Ação Nacional para a Conservação dos Papagaios da Mata Atlântica","Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022","",""
"Animalia","Chordata","Aves","Psittaciformes","Psittacidae","Amazona","Amazona rhodocorytha","","Amazona rhodocorytha","(Salvadori, 1890)","chauá","Aves","10/2021","Vulnerável","","C1","Amazona rhodocorytha é endêmica do leste do Brasil, ocorrendo de Alagoas ao Rio de Janeiro. Habita, preferencialmente, floresta ombrófila densa de terras baixas e submontana, embora também seja encontrada em floresta ombrófila densa montana e na restinga. Estima-se que a população seja de 4.607 indivíduos maduros. Com base em modelagem realizada a partir de dados de perda de habitat, incidência de fogo, captura ilegal, dinâmica de cavidades, dinâmica populacional e doenças (bornavírus e circovírus), foi projetado um declínio populacional de 28% em 41 anos (três gerações). Neste sentido, projeta-se para a espécie um declínio populacional continuado de no mínimo 10% em três gerações. Dessa forma A. rhodocorytha foi categorizada como Vulnerável (VU) pelo critério C1.","Sim","Sim","Alagoas, Bahia, Espírito Santo, Minas Gerais, Rio de Janeiro, Sergipe","|Nordeste|Sudeste|","Mata Atlântica","Sub-bacia Contas Sub-bacia Doce Sub-bacia Itapecuru-Paraguaçu Sub-bacia Jequitinhonha Sub-bacia Litoral AL PE PB Sub-bacia Litoral BA ES Sub-bacia Litoral ES Sub-bacia Litoral RJ Sub-bacia Litoral SE Sub-bacia Paraíba do Sul","APA Cairuçu, APA Petrópolis, FLONA do Rio Preto, FLONA Pacotuba, PARNA Alto Cariri, PARNA da Serra da Bocaina, PARNA da Serra dos Órgãos, PARNA do Descobrimento, PARNA do Monte Pascoal, PARNA do Pau Brasil, PARNA Serra das Lontras, REBIO Augusto Ruschi, REBIO de Poço das Antas, REBIO de Sooretama, REBIO de Una, REBIO do Córrego do Veado, REBIO do Córrego Grande, REBIO União, REVIS Una","ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL BAÍA DE CAMAMU, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL COSTA DE ITACARÉ/ SERRA GRANDE, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL DE TAMOIOS, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL LAGOA ENCANTADA, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL SANTO ANTÔNIO, ÁREA DE RELEVANTE INTERESSE ECOLÓGICO CORREDOR ECOLÓGICO LAGOA ENCANTADA / SERRA DO CONDURU, PARQUE ESTADUAL ALTO DO CARIRI, PARQUE ESTADUAL DA ILHA GRANDE, PARQUE ESTADUAL DO DESENGANO, PARQUE ESTADUAL DO RIO DOCE, PARQUE NATURAL MUNICIPAL DO MONTE MOCHUARA","Estação Veracel, FAZENDA BOA ESPERANÇA, RPPN Cachoeira Boa Vista, RPPN Ecoparque de Una, RPPN Fazenda Barra do Sana, RPPN Fazenda Córrego da Luz, RPPN Fazenda Limeira, RPPN Fazenda Paraíso, RPPN Fazenda Pindorama - BA, RPPN Fazenda Santa Izabel, RPPN Fazenda Sayonara, RPPN Gleba O Saquinho de Itapirapuá, RPPN Itacira, RPPN Morro Grande","Não","Declinando","1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.1 - Expansão urbana 5 - Uso de recursos biológicos|5.1 - Caça e captura de animais terrestres ou marinhos|5.1.1 - Caça/captura intencional (a espécie é o alvo)|5.1.1.2 - Comercial - Nacional/Local 5 - Uso de recursos biológicos|5.1 - Caça e captura de animais terrestres ou marinhos|5.1.1 - Caça/captura intencional (a espécie é o alvo)|5.1.1.3 - Comercial - Internacional","3 - Animais de estimação/ornamentais","Plano de Ação Nacional (PAN)","Plano de Ação Nacional para a Conservação dos Papagaios - 2º ciclo, Plano de Ação Nacional para a Conservação dos Papagaios da Mata Atlântica","CITES - Anexo I, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022","",""
"Animalia","Chordata","Aves","Psittaciformes","Psittacidae","Amazona","Amazona vinacea","","Amazona vinacea","(Kuhl, 1820)","papagaio-de-peito-roxo","Aves","10/2021","Vulnerável","","C1","Amazona vinacea ocorre no leste do Paraguai, nordeste da Argentina e no Brasil, distribui-se desde a Bahia (onde sua subpopulação é bastante reduzida), até o Rio Grande do Sul, onde encontra-se a maior subpopulação. Habita floresta ombrófila mista e demonstra certa dependência em relação à Araucária e Podocarpus sp. A partir de avistamentos nos dormitórios-coletivos e dados de censos anuais, estima-se que a população brasileira não ultrapasse 3.042 indivíduos maduros. Com base na análise de viabilidade populacional realizada a partir de dados de perda de habitat, incidência de fogo, captura ilegal, dinâmica de cavidades, dinâmica populacional e risco de doenças emergentes (bornavírus e circovírus), obteve-se um declínio populacional continuado projetado de 21% em 31 anos (três gerações). Dessa forma, A. vinacea foi categorizada como Vulnerável (VU), pelo critério C1.","Não","Sim","Bahia, Espírito Santo, Minas Gerais, Paraná, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, São Paulo","|Nordeste|Sudeste|Sul|","Caatinga, Cerrado, Mata Atlântica, Pampa","Sub-bacia Doce Sub-bacia Grande Sub-bacia Guaíba Sub-bacia Iguaçu Sub-bacia Itapecuru-Paraguaçu Sub-bacia Jequitinhonha Sub-bacia Litoral BA ES Sub-bacia Litoral ES Sub-bacia Litoral RJ SP Sub-bacia Litoral RS Sub-bacia Litoral SP PR SC Sub-bacia Paraíba do Sul Sub-bacia Paranaíba Sub-bacia Paranapanema Sub-bacia Paraná RH1 Sub-bacia São Francisco Alto Sub-bacia Tietê Sub-bacia Uruguai Alto Sub-bacia Uruguai Médio","APA Guaraqueçaba, APA Serra da Mantiqueira, ESEC Aracuri-Esmeralda, FLONA Caçador, FLONA São Francisco de Paula, PARNA Araucárias, PARNA da Chapada Diamantina, PARNA da Serra do Itajaí, PARNA de Itatiaia, REBIO da Mata Escura","APA CAMPOS DO JORDÃO, APA PLANALTO DO TURVO, APA RIO PARDINHO E RIO VERMELHO, APA SAPUCAí MIRIM, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL DO BANHADO GRANDE, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL ESTADUAL DA ESCARPA DEVONIANA, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL ESTADUAL DA SERRA DA ESPERANÇA, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL FERNÃO DIAS, ÁREA DE PROTEçãO AMBIENTAL ROTA DO SOL, PARQUE ESTADUAL DE CAMPOS DO JORDÃO, PARQUE ESTADUAL DE ESPIGãO ALTO, PARQUE ESTADUAL DO PAPAGAIO-CHARãO, PARQUE ESTADUAL DO RIO TURVO, PARQUE ESTADUAL RIO CANOAS","RPPN Ano Bom, RPPN Caetezal, RPPN das Araucárias, RPPN Estação Biológica da Mata do Sossego, RPPN Fazenda Araucária, RPPN - Fazenda Barra do Pirapetinga, RPPN Fazenda Macedônia, RPPN Fazenda San Michele, RPPN Gralha-Azul, RPPN Iguaçu I, RPPN Morro das Aranhas, RPPN Nave da Esperança, RPPN Rancho Mira-Serra, RPPN Sítio do Bananal, RPPN Sítio Monte Ararat, RPPN Usina Mauricio","Não","Declinando","5 - Uso de recursos biológicos|5.1 - Caça e captura de animais terrestres ou marinhos|5.1.1 - Caça/captura intencional (a espécie é o alvo)|5.1.1.1 - Uso de subsistência/escambo local 5 - Uso de recursos biológicos|5.1 - Caça e captura de animais terrestres ou marinhos|5.1.1 - Caça/captura intencional (a espécie é o alvo)|5.1.1.2 - Comercial - Nacional/Local 5 - Uso de recursos biológicos|5.1 - Caça e captura de animais terrestres ou marinhos|5.1.1 - Caça/captura intencional (a espécie é o alvo)|5.1.1.4 - Esportiva 5 - Uso de recursos biológicos|5.1 - Caça e captura de animais terrestres ou marinhos|5.1.1 - Caça/captura intencional (a espécie é o alvo)|5.1.1.6 - Retaliação/controle 5 - Uso de recursos biológicos|5.3 - Extração florestal|5.3.2 - Uso intencional - larga escala 8 - Espécies invasoras problemáticas e doenças|8.3 - Espécies nativas problemáticas|8.3.2 - Espécie não conhecida|8.3.2.1 - Competidores","1 - Alimentação humana|1.1 - Caça de subsistência 1 - Alimentação humana|1.2 - Caça para comércio|1.2.1 - Nacional/Local 4 - Caça/pesca esportiva","Banco genético, Capacitação/treinamento, Conscientização/comunicação, Controle e fiscalização, Implementação de corredores, Manejo de locais/áreas, Plano de Ação Nacional (PAN), Proteção de recursos/habitat","Plano de Ação Nacional para a Conservação dos Papagaios - 2º ciclo, Plano de Ação Nacional para a Conservação dos Papagaios da Mata Atlântica","Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022, CITES - Anexo I","",""
"Animalia","Chordata","Aves","Psittaciformes","Psittacidae","Anodorhynchus","Anodorhynchus glaucus","","Anodorhynchus glaucus","(Vieillot, 1816)","arara-azul-pequena","Aves","06/2019","Regionalmente Extinta","","","Anodorhynchus glaucus ocorria no leste do Paraguai, oeste do Uruguai, nordeste da Argentina e Brasil (apenas no sul do Brasil). No Brasil, é conhecida apenas por relatos históricos. Não há qualquer registro ou indício de existência atual da espécie no Brasil e o nível de exploração ornitológica em áreas de ocorrência conhecida ou potencial é grande. Portanto, é altamente improvável que qualquer população remanescente no Brasil tenha passado despercebida até agora e não há nenhuma dúvida razoável quanto à inexistência de indivíduos neste país. Além disso, as chances de uma recolonização a partir de territórios vizinhos é virtualmente nula. Dessa forma, A. glaucus foi categorizada como Regionalmente Extinta (RE).","Não","Não","Mato Grosso do Sul, Rio Grande do Sul, Santa Catarina","|Centro-Oeste|Sul|","Mata Atlântica, Pampa","Sub-bacia Guaíba Sub-bacia Litoral SP PR SC","","","","Não","Desconhecida","2 - Agropecuária e Aquacultura|2.1 - Culturas anuais e perenes não-madeireiras 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.3 - Pecuária 5 - Uso de recursos biológicos|5.1 - Caça e captura de animais terrestres ou marinhos|5.1.1 - Caça/captura intencional (a espécie é o alvo) 6 - Distúrbios humanos|6.2 - Exercícios militares distúrbio civil guerra 8 - Espécies invasoras problemáticas e doenças|8.8 - Doenças de causas desconhecidas","","","","CITES - Anexo I","",""
"Animalia","Chordata","Aves","Passeriformes","Icteridae","Anumara","Anumara forbesi","","Curaeus forbesi","(Sclater, 1886)","anumará","Aves","06/2019","Vulnerável","","C2a(i)","Anumara forbesi é endêmica do Brasil, com registros para o Centro de Endemismo Pernambuco, para Minas Gerais e Espírito Santo. A população total da espécie não ultrapassa 10.000 indivíduos maduros, sendo que cada subpopulação contém menos de 1.000 indivíduos. Há declínio populacional continuado devido à perda de área e de qualidade de habitat, especialmente pela expansão agrícola. Defensivos agrícolas também podem afetar a espécie. Há casos de captura para comércio ilegal. A degradação ambiental leva à expansão de Molothrus bonariensis, parasita de ninhos de A. forbesi, o que pode gerar prejuízos ao recrutamento desta espécie. Por esses motivos, A. forbesi foi categorizada como Vulnerável (VU), pelo critério C2a(i).","Sim","Sim","Alagoas, Espírito Santo, Minas Gerais, Pernambuco","|Nordeste|Sudeste|","Caatinga, Cerrado, Mata Atlântica","Sub-bacia Doce Sub-bacia Litoral AL PE PB Sub-bacia Litoral ES","ESEC de Murici, REBIO de Pedra Talhada","ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL DE MURICÍ, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL DE SIRINHAÉM, REFúGIO DE VIDA SILVESTRE MATAS DO SISTEMA GURJAú","","Não","Declinando","2 - Agropecuária e Aquacultura|2.1 - Culturas anuais e perenes não-madeireiras|2.1.4 - Agricultura de escala desconhecida 5 - Uso de recursos biológicos|5.1 - Caça e captura de animais terrestres ou marinhos|5.1.1 - Caça/captura intencional (a espécie é o alvo)|5.1.1.2 - Comercial - Nacional/Local 8 - Espécies invasoras problemáticas e doenças|8.3 - Espécies nativas problemáticas|8.3.1 - Espécie conhecida|8.3.1.4 - Patógenos/parasitas 9 - Poluição|9.3 - Agropecuária e florestal|9.3.3 - Herbicidas e pesticidas","3 - Animais de estimação/ornamentais","Controle de espécies invasoras/problemáticas, Plano de Ação Nacional (PAN), Proteção de locais/áreas","Plano de Ação Nacional para a Conservação das Aves Ameaçadas do Bioma Mata Atlântica","Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022","",""
"Animalia","Chordata","Actinopterygii","Cyprinodontiformes","Rivulidae","Anablepsoides","Anablepsoides cearensis","","","(Costa & Vono, 2009)","Peixe-anual","Peixes Continentais","10/2011","Criticamente em Perigo","Não","B2ab(i,ii,iii,iv)","Anablepsoides cearensis é conhecida apenas da localidade-tipo, uma mancha de mata no meio da Caatinga, no município de São Gonçalo do Amarante, estado do Ceará, Brasil. Apesar de ter sido descrita há pouco tempo (2009), esforços de coleta intensivos foram realizados na região da localidade-tipo, não tendo sido encontrado qualquer outro registro de subpopulações desta espécie. A Área de Ocupação (AOO) conhecida é menor do que 10 km² (CR B2). Trata-se de uma espécie pertencente a um grupo exclusivo da Amazônia e Guianas, tendo sido, neste caso, coletada na Caatinga. Estuda-se incluí-la em um novo gênero. De forma geral, a ocupação agropecuária e urbana são ameaças ao bioma da Caatinga e o desmatamento atinge as formações de vegetação ciliar em praticamente toda sua extensão. A poluição de cursos d’água por esgotos urbanos, agrotóxicos e efluentes industriais, além de barramento e interligações de rios são também fatores potencialmente impactantes para a biota aquática. Em função de sua raridade e ameaças potenciais, Anablepsoides cearensis foi categorizada como Criticamente em Perigo (CR) pelos critérios B2ab(i,ii,iii,iv).","Sim","Não","Ceará","|Nordeste|","Caatinga","Sub-bacia Litoral CE PI","","","","Desconhecido","Desconhecida","","","","","","",""
"Animalia","Chordata","Reptilia","Squamata","Dipsadidae","Apostolepis","Apostolepis arenaria","","Apostolepis arenaria","Rodrigues, 1992","Cobra-rainha-do-são-francisco","Répteis","11/2019","Em Perigo","","B1ab(iii)","Apostolepis arenaria é endêmica do Brasil, do bioma Caatinga, conhecida apenas para a localidade-tipo, a vila de Alagoado, no município de Casa Nova, estado da Bahia, localizada na região de dunas do médio rio São Francisco. Embora áreas de dunas adjacentes tenham sido relativamente bem amostradas, não houve novos registros da espécie, sugerido uma distribuição restrita. Considerando uma área mais ampliada com ocorrência potencial da espécie, sua extensão de ocorrência foi estimada em 3.357 km2. Trata-se de espécie de hábito fossorial, registrada somente em solo arenoso. A principal ameaça à espécie é a desestabilização das dunas, causada pela extração de areia e de madeira para produção de carvão. Em menor escala, a região é afetada ainda pela expansão agrícola e implantação das turbinas de usinas eólicas. Todas essas atividades provocam declínio contínuo da qualidade do hábitat. Considerando apenas uma localização, Apostolepis arenaria foi avaliada como Em Perigo (EN) pelo critério B1ab(iii).","Sim","Sim","Bahia","|Nordeste|","Caatinga","Sub-bacia São Francisco Médio","","ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL LAGO DE SOBRADINHO","","","Desconhecida","2 - Agropecuária e Aquacultura|2.1 - Culturas anuais e perenes não-madeireiras|2.1.2 - Agricultura em pequenas propriedades 3 - Produção energética e mineração|3.2 - Mineração|3.2.1 - Extração de areia 3 - Produção energética e mineração|3.3 - Energia renovável|3.3.2 - Parques eólicos 5 - Uso de recursos biológicos|5.3 - Extração florestal|5.3.3 - Efeitos indiretos - subsistência/pequena escala","","Criação de áreas protegidas, Implementação de corredores, Plano de Ação Nacional (PAN), Proteção de locais/áreas, Proteção de recursos/habitat","Plano de Ação Nacional para a Conservação da Herpetofauna Ameaçada da Mata Atlântica Nordestina, Plano de Ação Nacional para a Conservação da Herpetofauna do Nordeste - 2º ciclo","Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022","",""
"Animalia","Chordata","Reptilia","Squamata","Dipsadidae","Apostolepis","Apostolepis gaboi","","","Rodrigues, 1992","cobra-rainha-das-dunas","Répteis","04/2012","Em Perigo","","B1ab(iii)","Apostolepis gaboi é endêmica do Brasil, de hábito fossorial, ocorrendo em solo arenoso da região das dunas do médio rio São Francisco, no estado da Bahia. Sua extensão de ocorrência calculada é de 628 km2, com apenas uma localização conhecida, com dois pontos de registro próximos entre si, cuja principal ameaça à espécie é a desestabilização das dunas. A área onde a espécie ocorre está sujeita a ameaças antrópicas como extração de areia e de madeira para produção de carvão, causando desestabilização das dunas e, em menor escala, é afetada também pela expansão agrícola, ocorrendo, portanto, declínio contínuo da qualidade do habitat. Por essas razões, Apostolepis gaboi foi categorizada como Em Perigo (EN), pelo critério B1ab(iii).","Sim","Não","","||","","","","","","","Desconhecida","3 - Produção energética e mineração|3.3 - Energia renovável|3.3.1 - Hidrelétricas 3 - Produção energética e mineração|3.3 - Energia renovável|3.3.2 - Parques eólicos 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.3 - Outras modificações nos ecossistemas","","","","","",""
"Animalia","Chordata","Reptilia","Squamata","Dipsadidae","Apostolepis","Apostolepis quirogai","","Apostolepis quirogai","Giraudo & Scrocchi, 1998","","Répteis","11/2019","Em Perigo","","B1ab(iii)","Apostolepis quirogai ocorre Brasil e no nordeste da Argentina. A espécie é conhecida de apenas três indivíduos no Brasil, oriundos de três localidades no noroeste do Rio Grande do Sul, sendo o último registro de 2012. Sua extensão de ocorrência no país foi calculada em 2.122 km². Essa região já sofreu grande perda de vegetação nativa e os fragmentos encontram-se isolados por extensas áreas com atividades agrícolas, especialmente plantações de soja, que provocam declínio contínuo da qualidade do hábitat em decorrência do intenso uso do solo. Os fragmentos são pequenos e isolados e a população da espécie, que possui baixa capacidade de dispersão, encontra-se severamente fragmentada. Por essas razões, Apostolepis quirogai foi categorizada como Em Perigo (EN), pelo critério B1ab(iii).","Não","Sim","Rio Grande do Sul","|Sul|","Mata Atlântica","Sub-bacia Uruguai Médio","","","","","Desconhecida","2 - Agropecuária e Aquacultura|2.1 - Culturas anuais e perenes não-madeireiras|2.1.3 - Agricultura agro-industrial","","Plano de Ação Nacional (PAN)","Plano de Ação Nacional para a Conservação da Herpetofauna do Sul - 2º ciclo, Plano de Ação Nacional para a Conservação de Répteis e Anfíbios Ameaçados da Região Sul do Brasil","Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022","",""
"Animalia","Chordata","Reptilia","Squamata","Dipsadidae","Apostolepis","Apostolepis striata","","","Lema, 2004","cobra-rainha-estriada","Répteis","04/2012","Em Perigo","","B1ab(iii)","Apostolepis striata é endêmica do Brasil, conhecida apenas da localidade-tipo, em Vilhena, Rondônia, no lado leste da Chapada dos Parecis, na divisa com o estado de Mato Grosso, região de transição de errado com floresta amazônica (Cerradões), a 600 m de altitude. Suspeita-se que sua extensão de ocorrência seja menor que 5.000 km2. A área do registro foi considerada uma localização, cuja principal ameaça à espécie é a perda de habitat em decorrência do avanço recente da fronteira agropecuária, causando também o declínio contínuo da qualidade do habitat. Por essas razões, Apostolepis striata foi categorizada como Em Perigo (EN), pelo critério B1ab(iii).","Sim","Não","","||","","","","","","","Desconhecida","2 - Agropecuária e Aquacultura|2.1 - Culturas anuais e perenes não-madeireiras 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.3 - Pecuária","","","","","",""
"Animalia","Arthropoda","Insecta","Lepidoptera","Nymphalidae","Actinote","Actinote quadra","","","(Schaus, 1902)","Borboleta-palha","Invertebrados Terrestres","11/2010","Vulnerável","","B2ab(ii,iii)","Apesar de amplamente distribuída em áreas de altitude na Mata Atlântica, sua área de ocupação (AOO) é menor do que 2.000 km2 e as populações são muito restritas, ocorrendo em 16 localidades.A maioria está fora de unidades de conservação, em áreas sujeitas à perda e degradação de habitat. As populações conhecidas são bastante desconectadas entre si. Com base nos dados disponíveis a espéciefoi categorizada como Vulnerável (VU), segundo o critério B2ab(ii,iii).","Sim","Não","Espírito Santo, Minas Gerais, Rio de Janeiro","|Sudeste|","Mata Atlântica","Sub-bacia Grande Sub-bacia Litoral ES Sub-bacia Litoral RJ Sub-bacia São Francisco Alto","APA Petrópolis, APA Serra da Mantiqueira, PARNA da Serra dos Órgãos, PARNA de Itatiaia, PARNA do Caparaó","ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL SUL-RMBH, PARQUE ESTADUAL SERRA DO ROLA MOÇA","","Desconhecido","Desconhecida","1 - Desenvolvimento residencial e comercial 2 - Agropecuária e Aquacultura","","Proteção de recursos/habitat","","","",""
"Animalia","Arthropoda","Insecta","Lepidoptera","Nymphalidae","Actinote","Actinote zikani","","Actinote zikani","D´Almeida, 1951","Borboleta","Invertebrados Terrestres","09/2016","Criticamente em Perigo","Não","B1ab(i,ii,iii,v)c(iv)","Actinote zikani é endêmica do Brasil, registrada em uma única localidade, ao longo de uma trilha de 1,5km, no distrito de Paranapiacaba (município de Santo André) (SP). Sua Extensão de Ocorrência (EOO) e sua Área de Ocupação (AOO) foram calculadas em 12km2. Duas das três subpopulações originais da localidade tipo (Boracéia e Alto da Serra, SP), não foram localizadas desde o início da década de 90, mesmo com esforço de amostragem, o que caracteriza declínio da extensão de ocorrência, da área de ocupação e do número de indivíduos maduros de sua população. A porção restante da população conhecida está muito próxima de áreas de extrema pressão antrópica (vila de Paranapiacaba, município de Santo André), quase emendada com a região metropolitana de São Paulo e adjacente ao parque industrial de Cubatão, que adicionalmente promovem declínio da qualidade do habitat remanescente oriundas, sobretudo, da expansão urbana e poluição doméstica e industrial. Estudo populacional revelou flutuações extremas entre 1994 e 2006. Por essas razões, Actinote zikani foi categoriza como Criticamente em Perigo (CR), segundo os critérios B1ab(i,ii,iii,v)c(iv).","Sim","Sim","São Paulo","|Sudeste|","Mata Atlântica","Sub-bacia Litoral SP","","PARQUE ESTADUAL DA SERRA DO MAR","","Não","Declinando","1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.1 - Expansão urbana 1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.2 - Áreas comerciais e industriais 9 - Poluição|9.5 - Poluição do ar|9.5.1 - Chuva ácida 9 - Poluição|9.5 - Poluição do ar|9.5.2 - Fumaça (industrial veículos etc)","","Plano de Ação Nacional (PAN)","Plano de Ação Nacional para a Conservação de Insetos Polinizadores, Plano de Ação Nacional para a Conservação de Lepidópteros","Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022","",""
"Animalia","Chordata","Actinopterygii","Siluriformes","Pimelodidae","Aguarunichthys","Aguarunichthys tocantinsensis","","","Zuanon, Rapp Py-Daniel & Jégu, 1993","","Peixes Continentais","09/2013","Em Perigo","","A4c","Aguarunichthys tocantinsensis é endêmica do Brasil e ocorre na bacia dos rios Tocantins-Araguaia, nos estados de Goiás, Mato Grosso, Pará e Tocantins, onde é pouco frequente e pouco abundante. A Área de Ocupação estimada para Aguarunichthys tocantinsensis é de 6.140 km2. A perda e a fragmentação de habitat representam as principais ameaças a esta espécie, que é encontrada em áreas de correnteza forte e fundo pedregoso, locais que têm sido fortemente impactados pela construção de usinas hidrelétricas (UHEs). A perda de área, representada pela soma das áreas afetadas pelos reservatórios hidrelétricos de Tucuruí, Marabá, Serra Quebrada, Estreito, Tupiratins, Lajeado, Peixe-Angical, São Salvador, Cana Brava, Serra da Mesa e Santa Isabel nos rios Tocantins e Araguaia, foi estimada em 3.815 km2, que representa mais de 60% da Área de Ocupação da espécie. Considerando um prazo de três tempos geracionais equivalente a 27 anos, tanto os impactos já ocorridos quanto os previstos ou projetados para a bacia permitem estimar uma redução populacional de mais de 50%. Por esses motivos, Aguarunichthys tocantinsensis foi categorizada como Em Perigo (EN), pelos critérios A4c.","Sim","Não","Pará","|Norte|","Amazônia","Bacia do rio Tocantins Sub-bacia Tocantins Baixo","","","","","Declinando","3 - Produção energética e mineração|3.3 - Energia renovável|3.3.1 - Hidrelétricas 7 - Modificações nos sistemas naturais","","Proteção de locais/áreas","","","",""
"Animalia","Chordata","Aves","Passeriformes","Motacillidae","Anthus","Anthus nattereri","","Anthus nattereri","Sclater, 1878","caminheiro-grande","Aves","10/2021","Vulnerável","","A4c","Anthus nattereri ocorre no Paraguai, Argentina, Uruguai e nas regiões Sudeste e Sul do Brasil, nos estados de Minas Gerais, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul. No estado de São Paulo a espécie foi extinta pela perda do seu habitat natural. A espécie é exigente quanto ao habitat e sofre declínio populacional devido à perda dos campos naturais dos quais depende. Essas áreas vêm sendo ocupadas por monoculturas de soja, Pinus spp. e eucalipto em praticamente toda sua área de distribuição. A projeção da perda de habitat, baseada nos dados de sensoriamento remoto (passado) e em um modelo de suavização exponencial (futuro), indicam perda de 30% da vegetação em 10 anos (três gerações), quando consideradas perdas no passado e futuro (2015-2025). A avaliação não é alterada quando se verifica a influência da população oriunda de outros países. Dessa forma, A. nattereri foi categorizada como Vulnerável (VU), pelo critério A4c.","Não","Sim","Minas Gerais, Paraná, Rio Grande do Sul, Santa Catarina","|Sudeste|Sul|","Cerrado, Mata Atlântica, Pampa","Sub-bacia Grande Sub-bacia Guaíba Sub-bacia Ibicuí Sub-bacia Iguaçu Sub-bacia Litoral RJ SP Sub-bacia Litoral RS Sub-bacia Litoral SP PR SC Sub-bacia Paranaíba Sub-bacia Paranapanema Sub-bacia São Francisco Alto Sub-bacia Uruguai Alto","Parna Aparados da Serra, PARNA da Lagoa do Peixe, PARNA da Serra da Canastra, PARNA da Serra Geral, REVIS dos Campos de Palmas","ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL DO RIO VERDE, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL ESTADUAL DA ESCARPA DEVONIANA, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL SERRA SÃO JOSÉ, ESTAçãO ECOLóGICA DE SANTA BáRBARA, PARQUE ESTADUAL DO TAINHAS, REFÚGIO ESTADUAL DE VIDA SILVESTRE LIBÉLULAS DA SERRA DE SÃO JOSÉ","RPPN Cachoeira do Cerradão, RPPN das Araucárias, RPPN Fazenda Primavera, RPPN Gralha-Azul, RPPN Rancho Mira-Serra","Não","Declinando","2 - Agropecuária e Aquacultura|2.1 - Culturas anuais e perenes não-madeireiras|2.1.3 - Agricultura agro-industrial 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.2 - Silvicultura|2.2.3 - Plantações em escala desconhecida 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.3 - Pecuária|2.3.4 - Pecuária em escala desconhecida 6 - Distúrbios humanos|6.1 - Atividades recreacionais/turísticas 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.1 - Incêndios e supressão de incêndios|7.1.1 - Aumento da frequência/intensidade de incêndios 8 - Espécies invasoras problemáticas e doenças|8.2 - Espécies domésticas|8.2.1 - Competidores 9 - Poluição|9.3 - Agropecuária e florestal|9.3.3 - Herbicidas e pesticidas","","Controle de espécies invasoras/problemáticas, Criação de áreas protegidas, Plano de Ação Nacional (PAN)","Plano de Ação Nacional para a Conservação das Aves dos Campos Sulinos - 2º ciclo, Plano de Ação Nacional para a Conservação dos Passeriformes Ameaçados dos Campos Sulinos e Espinilho","Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022","",""
"Animalia","Chordata","Mammalia","Primates","Atelidae","Alouatta","Alouatta belzebul","","Alouatta belzebul","(Linnaeus, 1766)","Bugio, Guariba, Guariba-de-mãos-ruivas, Guariba-de-mãos-vermelhas","Mamíferos","09/2019","Vulnerável","","A2cd","Alouatta belzebul é endêmica do Brasil, apresentando distribuição disjunta, parte na Amazônia (Amapá, Maranhão, Mato Grosso, Pará e Tocantins), parte na Mata Atlântica nordestina (Alagoas, Paraíba, Pernambuco e Rio Grande do Norte). Na Mata Atlântica, infere-se que nos últimos 36 anos (três gerações) houve uma redução populacional de, pelo menos, 30% em razão da caça e da perda, degradação e fragmentação de hábitat. Suspeita-se de uma redução populacional de mesma proporção na Amazônia, para o período entre 1985 e 2020 (tempo aproximado de três gerações) em decorrência de estimativas da perda e degradação de hábitat e da caça. A subpopulação da Mata Atlântica encontra-se em maior risco de extinção do que a da Amazônia, em virtude da área de ocupação conhecida ser inferior a 500 km² e o número de indivíduos maduros estimado estar entre 250 e 500. Entretanto, considerando que mais de 90% da população é amazônica, Alouatta belzebul foi categorizada como Vulnerável (VU) pelo critério A2cd.","Sim","Sim","Alagoas, Amapá, Maranhão, Mato Grosso, Pará, Paraíba, Pernambuco, Rio Grande do Norte, Tocantins","|Centro-Oeste|Nordeste|Norte|","Amazônia, Cerrado, Mata Atlântica","Sub-bacia Araguaia Sub-bacia Foz Amazonas Sub-bacia Gurupi Sub-bacia Itapecuru Sub-bacia Litoral AL PE PB Sub-bacia Litoral CE PB Sub-bacia Mearim Sub-bacia Paraíba Sub-bacia Tocantins Alto Sub-bacia Tocantins Baixo Sub-bacia Xingu","APA Igarapé Gelado, ESEC de Murici, FLONA Carajás, FLONA Caxiuanã, FLONA Tapirape-Aquiri, PARNA Araguaia, REBIO do Gurupi, REBIO Guaribas, REBIO Tapirapé, RESEX Maracanã, RESEX Quilombo Flexal","ÁREA DE PROTEçãO AMBIENTAL DAS REENTRâNCIAS MARANHENSES, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL DE MURICÍ, ÁREA DE PROTEçãO AMBIENTAL DE UPAON-AçU / MIRITIBA / ALTO PREGUIçAS, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL DO ARQUIPÉLAGO DO MARAJÓ, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL DO LAGO DE TUCURUI, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL DO RIO CURIAÚ, RESERVA DE DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL ALCOBAÇA, RESERVA DE DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL PUCURUÍ - ARARÃO","RPPN Mata Estrela","Não","Declinando","11 - Mudanças e extremos climáticos|11.1 - Mudança/alteração de habitat 1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.1 - Expansão urbana 1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.4 - Assentamentos e pequenas propriedades rurais 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.1 - Culturas anuais e perenes não-madeireiras|2.1.3 - Agricultura agro-industrial 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.2 - Silvicultura|2.2.2 - Plantações agro-industriais 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.3 - Pecuária|2.3.3 - Pecuária agro-industrial 3 - Produção energética e mineração|3.3 - Energia renovável|3.3.1 - Hidrelétricas 4 - Transportes e serviços de transmissão|4.1 - Estradas e ferrovias 4 - Transportes e serviços de transmissão|4.2 - Atropelamentos 4 - Transportes e serviços de transmissão|4.7 - Linhas de força/transmissão 5 - Uso de recursos biológicos|5.1 - Caça e captura de animais terrestres ou marinhos|5.1.1 - Caça/captura intencional (a espécie é o alvo) 5 - Uso de recursos biológicos|5.3 - Extração florestal|5.3.1 - Uso intencional - subsistência/pequena escala 5 - Uso de recursos biológicos|5.3 - Extração florestal|5.3.2 - Uso intencional - larga escala 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.1 - Incêndios e supressão de incêndios|7.1.1 - Aumento da frequência/intensidade de incêndios","1 - Alimentação humana|1.1 - Caça de subsistência 3 - Animais de estimação/ornamentais","Plano de Ação Nacional (PAN)","Plano de Ação Nacional para a Conservação dos Primatas Amazônicos, Plano de Ação Nacional para a Conservação dos Primatas do Nordeste, Plano de Ação Nacional para a Conservação dos Primatas do Nordeste - 2º ciclo","CITES - Anexo II, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022","",""
"Animalia","Chordata","Mammalia","Primates","Atelidae","Alouatta","Alouatta discolor","","Alouatta discolor","(Spix, 1823)","Guariba-de-mãos-ruivas, guariba-de-mãos-vermelhas","Mamíferos","09/2019","Vulnerável","","A4cd","Alouatta discolor é endêmica do Brasil, presente nos estados do Pará e Mato Grosso, na região do arco do desmatamento. Suspeita-se de um declínio populacional de pelo menos 30% ao longo de 36 anos (três gerações), com base em uma estimativa de perda de habitat de 22% entre 2005 e 2040 fora de Áreas Protegidas, além de degradação ambiental e fragmentação potencializados pelo recente asfaltamento das rodovias BR-163 e BR-230, implantação de hidrelétricas, pecuária extensiva e abertura de lavouras mecanizadas (principalmente soja). Além disso, a espécie é intensamente caçada. Portanto, Alouatta discolor foi categorizada como Vulnerável (VU) pelo critério A4cd.","Sim","Sim","Mato Grosso, Pará","|Centro-Oeste|Norte|","Amazônia","Sub-bacia Paru Sub-bacia Tapajós Sub-bacia Xingu","APA Tapajós, ESEC da Terra do Meio, FLONA Altamira, FLONA do Tapajós, FLONA Itaituba I, FLONA Itaituba II, FLONA Jamanxim, FLONA Trairão, PARNA do Jamanxim, PARNA Rio Novo, REBIO Nascentes da Serra do Cachimbo, RESEX Rio Iriri, RESEX Riozinho do Anfrísio","","","Não","Declinando","1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.4 - Assentamentos e pequenas propriedades rurais 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.1 - Culturas anuais e perenes não-madeireiras|2.1.3 - Agricultura agro-industrial 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.3 - Pecuária|2.3.3 - Pecuária agro-industrial 3 - Produção energética e mineração|3.2 - Mineração|3.2.4 - Extração de minérios - garimpo 3 - Produção energética e mineração|3.3 - Energia renovável|3.3.1 - Hidrelétricas 4 - Transportes e serviços de transmissão|4.1 - Estradas e ferrovias 5 - Uso de recursos biológicos|5.1 - Caça e captura de animais terrestres ou marinhos|5.1.1 - Caça/captura intencional (a espécie é o alvo)","","Plano de Ação Nacional (PAN)","Plano de Ação Nacional para a Conservação dos Primatas Amazônicos","Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022","",""
"Animalia","Chordata","Mammalia","Primates","Atelidae","Alouatta","Alouatta ululata","","Alouatta ululata","Elliot, 1912","Capelão, Guariba, Guariba-da-Caatinga","Mamíferos","09/2019","Em Perigo","","C2a(i)","Alouatta ululata é uma espécie endêmica do Brasil, ocorrendo nos estados do Maranhão, Piauí e Ceará, em áreas na Caatinga e no Cerrado, além de manguezais. Infere-se que há um declínio populacional continuado, causado, principalmente, pela perda, degradação e fragmentação de habitat em função da agricultura, pecuária, mineração, carvoaria e retirada de indivíduos da natureza em virtude de caça. Estima-se que o número de grupos existentes seja menor que 1.000, sendo assim, infere-se que o número de indivíduos maduros esteja próximo de 2.500, distribuídos em subpopulações com menos de 250 indivíduos maduros. Deste modo, Alouatta ululata foi categorizada como Em Perigo (EN) pelo critério C2a(i).","Sim","Sim","Ceará, Maranhão, Piauí","|Nordeste|","Caatinga, Cerrado","Sub-bacia Itapecuru Sub-bacia Jaguaribe Sub-bacia Litoral CE PI Sub-bacia Parnaíba Alto Sub-bacia Parnaíba Baixo Sub-bacia Parnaíba Médio","APA Delta do Parnaíba, APA Serra da Ibiapaba, PARNA de Ubajara, PARNA Lençóis Maranhenses, RESEX Marinha do Delta do Parnaíba","ÁREA DE PROTEçãO AMBIENTAL DA FOZ DO RIO DAS PREGUIçAS - PEQUENOS LENçóIS - REGIãO LAGUNAR ADJACENTE, ÁREA DE PROTEçãO AMBIENTAL DE UPAON-AçU / MIRITIBA / ALTO PREGUIçAS","RPPN Serra das Almas II","Não","Declinando","11 - Mudanças e extremos climáticos|11.2 - Secas 1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.1 - Expansão urbana 1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.4 - Assentamentos e pequenas propriedades rurais 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.1 - Culturas anuais e perenes não-madeireiras|2.1.3 - Agricultura agro-industrial 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.3 - Pecuária|2.3.3 - Pecuária agro-industrial 3 - Produção energética e mineração|3.2 - Mineração|3.2.3 - Extração de minérios - subsolo 3 - Produção energética e mineração|3.3 - Energia renovável|3.3.1 - Hidrelétricas 5 - Uso de recursos biológicos|5.1 - Caça e captura de animais terrestres ou marinhos|5.1.1 - Caça/captura intencional (a espécie é o alvo) 8 - Espécies invasoras problemáticas e doenças|8.4 - Espécies problemáticas de origem desconhecida|8.4.2 - Espécie não conhecida|8.4.2.1 - Competidores","1 - Alimentação humana|1.1 - Caça de subsistência 2 - Alimentação animal 3 - Animais de estimação/ornamentais 5 - Medicina humana ou veterinária","Plano de Ação Nacional (PAN)","Plano de Ação Nacional para a Conservação dos Primatas do Nordeste, Plano de Ação Nacional para a Conservação dos Primatas do Nordeste - 2º ciclo, Plano de Ação Nacional para Conservação de Espécies Ameaçadas e de Importância Socioeconômica do Ecossistema Manguezal","Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022","",""
"Animalia","Arthropoda","Insecta","Zygoptera","Coenagrionidae","Aceratobasis","Aceratobasis cornicauda","","","(Calvert, 1909)","Libélula","Invertebrados de Água Doce","05/2014","Vulnerável","","B2ab(i,ii,iii)","Aceratobasis cornicauda é endêmica do Brasil, ocorrendo em quinze localidades nos estados do Espírito Santo e Bahia. Sua extensão de ocorrência foi estimada em 11.000 km2. Essa espécie parece estar associada a ambientes florestais, o que permite estabelecer que a perda desse ambiente dentro de sua extensão de ocorrência tem efeito direto sobre sua manutenção na paisagem. Assim sua área de ocupação, considerando apenas a presença de remanescentes florestais dentro da extensão de ocorrência, foi estimada em 1.800 km2. Sua área de ocupação encontra-se fragmentada pelo intenso processo de conversão para agricultura, plantios de Eucalipto e ambientes urbanizados onde a espécie não é capaz de persistir. As alterações nessa paisagem levam a uma severa perda de extensão e qualidade de habitat, representado uma ameaça direta sobre a população. A região de sua distribuição foi recentemente foco de estudos com intenso esforço amostral que resultaram na identificação apenas de poucas novas subpopulações o que pode indicar sua sensibilidade ao processo de fragmentação e perda de habitat na região. Considerando essa situação, Aceratobasis cornicauda foi categorizada como Vulnerável (VU) pelo critério B2ab(i,ii,iii).","Sim","Não","Espírito Santo","|Sudeste|","Mata Atlântica","Sub-bacia Litoral BA ES Sub-bacia Litoral ES","FLONA do Rio Preto, REBIO do Córrego Grande","","","Não","Desconhecida","1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.1 - Expansão urbana 2 - Agropecuária e Aquacultura 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.2 - Silvicultura","","","","","",""
"Animalia","Arthropoda","Insecta","Zygoptera","Coenagrionidae","Aceratobasis","Aceratobasis mourei","","","(Santos, 1970)","Libélula","Invertebrados de Água Doce","05/2014","Em Perigo","","B2ab(i,ii,iii)","Aceratobasis mourei é endêmica do Brasil ocorrendo em cinco localidades em dois municípios no Espírito Santo e com extensão de ocorrência (EOO) estimada em 1.950 km2. Essa espécie parece estar associada a ambientes florestais, o que permite estabelecer que a perda desse ambiente dentro de sua extensão de ocorrência tem efeito direto sobre sua manutenção na paisagem. Assim sua área de ocupação (AOO), considerando apenas a presença de remanescentes florestais dentro da extensão de ocorrência, foi estimada em 220 km2. Sua AOO encontra-se fragmentada pelo intenso processo de conversão para agricultura, plantios de Eucalipto e ambientes urbanizados onde a espécie não é capaz de persistir. As alterações nessa paisagem levam a uma severa perda de extensão e qualidade de habitat, representado uma ameaça direta sobre a população. A região de sua distribuição foi recentemente foco de estudos com intenso esforço amostral que resultaram na identificação apenas de poucas novas sub-populações o que pode indicar sua sensibilidade ao processo de fragmentação e perda de habitat na região. Considerando essa situação, Aceratobasis mourei foi categorizada como Em Perigo (EN), pelo critério B2ab(i,ii,iii).","Sim","Não","Espírito Santo","|Sudeste|","Mata Atlântica","Sub-bacia Litoral BA ES","REBIO do Córrego Grande","","","Desconhecido","Desconhecida","1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.1 - Expansão urbana 2 - Agropecuária e Aquacultura 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.2 - Silvicultura","","","","","",""
"Animalia","Arthropoda","Insecta","Ephemeroptera","Baetidae","Adebrotus","Adebrotus lugoi","","Adebrotus lugoi","Salles, 2010","Efemérida","Invertebrados de Água Doce","11/2019","Vulnerável","","D2","Adebrotus lugoi é endêmica do Brasil, com poucos registros no estado do Espírito Santo e outro em Pernambuco. A espécie é rara, com apenas cinco indivíduos conhecidos, a despeito de inúmeras tentativas de coleta de material. Embora tenha sido registrada numa unidade de conservação, a nascente daquele rio está fora da unidade e, portanto, sujeita a degradação ambiental, principalmente por atividades agropecuárias. Os locais de ocorrência nos rios São Mateus - ES e Amarají - PE também encontram-se degradados por atividades urbanas e agropecuárias, respectivamente. Há três localizações, considerando o despejo de efluentes nos recursos hídricos como principal ameaça. Portanto A. lugoi foi categorizada como Vulnerável (VU) pelo critério D2.","Sim","Sim","Espírito Santo, Pernambuco","|Nordeste|Sudeste|","Mata Atlântica","Sub-bacia Doce Sub-bacia Litoral AL PE PB Sub-bacia Litoral BA ES","REBIO de Sooretama","","","Não","Desconhecida","2 - Agropecuária e Aquacultura|2.3 - Pecuária|2.3.4 - Pecuária em escala desconhecida 9 - Poluição|9.1 - Doméstica e urbana - escoamento de água|9.1.1 - Esgoto 9 - Poluição|9.3 - Agropecuária e florestal|9.3.3 - Herbicidas e pesticidas","","","","Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022","",""
"Animalia","Arthropoda","Insecta","Lepidoptera","Lycaenidae","Arawacus","Arawacus aethesa","","Arawacus aethesa","(Hewitson, 1867)","Borboleta, Borboleta formigueira","Invertebrados Terrestres","08/2021","Em Perigo","","B1ab(iii)","Arawacus aethesa é endêmica do Brasil, com registros confirmados no norte do Espírito Santo e Sul da Bahia. Sua extensão de ocorrência (EOO) foi calculada em aproximadamente 2.891km². Essa região é afetada pelas atividades agropecuárias e ocupação urbana, que causam desmatamento, redução e fragmentação do habitat remanescente. As atividades agropecuárias também estão relacionadas ao intenso uso de herbicidas, pesticidas e uso do fogo, que também promovem declínio continuado do habitat. Considerando a baixa capacidade de dispersão e alta fidelidade a ambientes bem preservados, suspeita-se que a fragmentação do habitat seja convertida em severa fragmentação da população. Por essas razões, Arawacus aethesa foi categorizada como Em Perigo (EN), pelo critério B1ab(iii).","Sim","Sim","Bahia, Espírito Santo","|Nordeste|Sudeste|","Mata Atlântica","Sub-bacia Doce Sub-bacia Jequitinhonha Sub-bacia Litoral BA ES","FLONA de Goytacazes","","","Desconhecido","Desconhecida","1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.1 - Expansão urbana 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.1 - Culturas anuais e perenes não-madeireiras|2.1.4 - Agricultura de escala desconhecida 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.3 - Pecuária|2.3.4 - Pecuária em escala desconhecida 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.1 - Incêndios e supressão de incêndios|7.1.1 - Aumento da frequência/intensidade de incêndios 9 - Poluição|9.3 - Agropecuária e florestal|9.3.3 - Herbicidas e pesticidas","","Plano de Ação Nacional (PAN), Proteção de recursos/habitat","Plano de Ação Nacional para a Conservação de Insetos Polinizadores, Plano de Ação Nacional para a Conservação de Lepidópteros","Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022","",""
"Animalia","Arthropoda","Arachnida","Scorpiones","Buthidae","Ananteris","Ananteris infuscata","","","Lourenço, Giupponi & Leguin, 2013","Escorpião","Invertebrados Terrestres","03/2014","Em Perigo","","B1ab(iii)","Ananteris infuscata é endêmica do Brasil, conhecida de duas grutas nos municípios de Grão Mogol (Boca Soberba e Tocaia da Paca), e uma gruta no município de Novo Horizonte (Mocororô), todos em Minas Gerais. A distância entre essas grutas é de 70 km e a extensão de ocorrência da espécie é estimada em 3.848km². Foram amostradas aproximadamente 50 outras cavidades na região e não houve ampliação da distribuição da espécie. Na área externa das cavernas existe o plantio extenso de Pinnus em expansão, que ameaça a qualidade do habitat e restringe a distribuição da espécie a duas localizações. Portanto, Ananteris infuscata foi categorizada como Em Perigo - EN pelos critérios B1ab(iii).","Sim","Não","Minas Gerais","|Sudeste|","Cerrado","Sub-bacia Jequitinhonha","","","","Não","Desconhecida","","","","","","",""
"Animalia","Chordata","Reptilia","Squamata","Teiidae","Ameiva","Ameiva parecis","","Ameiva parecis","(Colli, Costa, Garda, Kopp, Mesquita, Péres, Valdujo, Vieira & Wiederhecker, 2003)","Calango, Calanguinho","Répteis","04/2021","Em Perigo","","B2ab(iii)","Ameiva parecis é endêmica do Brasil, com poucos registros de ocorrência, em enclaves de Cerrado, entre os estados de Rondônia e Mato Grosso. Sua extensão de ocorrência e área de ocupação foram estimadas em 5.069 e 244 km², respectivamente. A espécie ocorre em áreas abertas de solo arenoso, ambiente que vem sofrendo intensa pressão com o avanço de atividades agropecuárias em larga escala, principalmente soja, com intenso uso de agrotóxicos. Outra ameaça é o aumento da frequência e intensidade de incêndios. Essas ameaças provocam declínio continuado da qualidade de hábitat e, considerando a principal ameaça o avanço da agricultura, foram definidas quatro localizações. Não há registro da espécie em unidade de conservação. Por essas razões, Ameiva parecis foi avaliada como Em Perigo (EN), pelo critério B2ab(iii).","Sim","Sim","Mato Grosso, Rondônia","|Centro-Oeste|Norte|","Amazônia, Cerrado","Sub-bacia Madeira Sub-bacia Tapajós","","","","","Desconhecida","2 - Agropecuária e Aquacultura|2.1 - Culturas anuais e perenes não-madeireiras|2.1.3 - Agricultura agro-industrial 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.3 - Pecuária|2.3.3 - Pecuária agro-industrial 3 - Produção energética e mineração|3.3 - Energia renovável|3.3.1 - Hidrelétricas 4 - Transportes e serviços de transmissão|4.1 - Estradas e ferrovias 4 - Transportes e serviços de transmissão|4.8 - Hidrovias 9 - Poluição|9.3 - Agropecuária e florestal|9.3.3 - Herbicidas e pesticidas","","Plano de Ação Nacional (PAN)","Plano de Ação Nacional para Conservação das Espécies Ameaçadas de Extinção da Ictiofauna, Herpetofauna e Primatas do Cerrado e Pantanal","Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022","",""
"Animalia","Chordata","Reptilia","Squamata","Teiidae","Ameivula","Ameivula nativo","","","(Rocha, Bergallo & Peccinini-Seale, 1997)","lagartinho-de-Linhares, lagartinho-nativo","Répteis","10/2013","Em Perigo","","A2ac","Ameivula nativo é endêmica das áreas de restinga do bioma Mata Atlântica no Brasil, ocorrendo apenas nos estados do Espírito Santo e Bahia. Algumas das subpopulações encontram-se completamente disjuntas. Embora sua extensão de ocorrência calculada seja de 33.550,9km2, trata-se de espécie especialista de habitat, ocorrendo na borda das moitas e sob vegetação herbácea, principalmente nas formações de dunas de moitas abertas, ou seja, sua área de ocupação certamente é muito menor que esse valor. Estima-se que nos últimos 10 anos tenha ocorrido uma redução de aproximadamente 50% da área de ocupação da espécie, com algumas subpopulações tendo sido localmente extintas. Considerando que 10 anos representam mais que três gerações para a espécie e considerando sua especificidade ecológica, pode-se suspeitar que a taxa de redução da população seja muito próxima da redução do habitat. Resultados de estudos recentes juntamente com a crescente fragmentação e perda da qualidade do habitat permitem inferir uma tendência de declínio da população. Deve-se ressaltar que as ameaças persistem em ritmo acelerado. Por essas razões, Ameivula nativo foi categorizada como Em Perigo (EN), pelo critério A2ac.","Sim","Não","","||","","","","","","","Declinando","1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.1 - Expansão urbana","","","","","",""
"Animalia","Chordata","Reptilia","Squamata","Amphisbaenidae","Amphisbaena","Amphisbaena arda","","","Rodrigues, 2003","cobra-de-duas-cabeças","Répteis","08/2014","Em Perigo","","B1ab(iii)","Amphisbaena arda é endêmica do Brasil, do bioma Caatinga, conhecida apenas de uma localidade no estado da Bahia, na margem esquerda do rio São Francisco, em ambiente de duna. A espécie é aparentemente rara. Devido a seu hábito fossorial e a ter habitat específico em solo arenoso de dunas, estima-se que sua extensão de ocorrência seja menor que a área da duna, aproximando-se de 5.000km2. A localidade de ocorrência foi considerada como uma única localização já que a área está sob pressão antrópica em decorrência da retirada de areia, afetando diretamente a espécie. Essa atividade, associada ao pisoteio, retirada de lenha e agricultura, causa a desestabilização da duna e declínio contínuo da qualidade do habitat. Por essas razões, Amphisbaena arda foi categorizada como Em Perigo (EN), pelo critério B1ab(iii).","Sim","Não","","||","","","","","","","Desconhecida","2 - Agropecuária e Aquacultura|2.1 - Culturas anuais e perenes não-madeireiras 3 - Produção energética e mineração|3.2 - Mineração|3.2.1 - Extração de areia 3 - Produção energética e mineração|3.3 - Energia renovável|3.3.3 - Parque de energia solar 5 - Uso de recursos biológicos|5.3 - Extração florestal|5.3.3 - Efeitos indiretos - subsistência/pequena escala","","","","","",""
"Animalia","Chordata","Reptilia","Squamata","Amphisbaenidae","Amphisbaena","Amphisbaena frontalis","","","Vanzolini, 1991","cobra-de-duas-cabeças","Répteis","08/2014","Em Perigo","","B1ab(iii)","Amphisbaena frontalis é endêmica do Brasil, do bioma Caatinga, conhecida apenas de duas localidades, dunas de Ibiraba e Alagoado, no estado da Bahia, na margem esquerda do rio São Francisco. Trata-se aparentemente de espécie rara. Estima-se que sua extensão de ocorrência seja menor que a área das dunas, aproximando-se de 5.000km2. As duas localidades foram consideradas como duas localizações distintas, tendo em vista que a principal ameaça que afeta a espécie é a retirada da areia, que não ocorre ao mesmo tempo nas duas dunas. Essa atividade, associada ao pisoteio, retirada de lenha e agricultura, causa a desestabilização das dunas e declínio contínuo da qualidade do habitat. Por essas razões, Amphisbaena frontalis foi categorizada como Em Perigo (EN), pelo critério B1ab(iii).","Sim","Não","","||","","","","","","","Desconhecida","2 - Agropecuária e Aquacultura|2.1 - Culturas anuais e perenes não-madeireiras 3 - Produção energética e mineração|3.2 - Mineração|3.2.1 - Extração de areia 3 - Produção energética e mineração|3.3 - Energia renovável|3.3.3 - Parque de energia solar 5 - Uso de recursos biológicos|5.3 - Extração florestal|5.3.3 - Efeitos indiretos - subsistência/pequena escala","","","","","",""
"Animalia","Chordata","Reptilia","Squamata","Amphisbaenidae","Amphisbaena","Amphisbaena nigricauda","","","Gans, 1966","cobra-de-duas-cabeças","Répteis","08/2014","Em Perigo","","B1ab(iii)","Amphisbaena nigricauda é uma espécie endêmica do Brasil, fossorial, restrita à áreas de restinga da Mata Atlântica e conhecida de poucos exemplares. É conhecida de cinco localidades, nos estados do Espírito Santo e Bahia. A extensão de ocorrência calculada é de 4.947,9km2. Os ambientes de restinga estão sob forte pressão de degradação e fragmentação causadas pela especulação imobiliária, turismo, urbanização, extração ilegal de areia, construção de portos, grilagem de terra, dentre outros fatores, provavelmente causando também fragmentação severa da população, com interrupção do fluxo gênico entre as subpopulações, assim como declínio continuado da qualidade do habitat. Por essas razões, Amphisbaena nigricauda foi avaliada como Em Perigo (EN), pelo critério B1ab(iii).","Sim","Não","","||","","","","","","","Desconhecida","1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.1 - Expansão urbana 1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.3 - Áreas de turismo e recreação 3 - Produção energética e mineração|3.2 - Mineração|3.2.1 - Extração de areia 4 - Transportes e serviços de transmissão|4.3 - Portos","","","","","",""
"Animalia","Chordata","Reptilia","Squamata","Amphisbaenidae","Amphisbaena","Amphisbaena supernumeraria","","Amphisbaena supernumeraria","Mott, Rodrigues & Santos, 2009","Cobra-cega, Cobra-de-duas-cabeças","Répteis","04/2021","Em Perigo","","B1ab(iii)+2ab(iii)","Amphisbaena supernumeraria é endêmica do Brasil, conhecida apenas da Caatinga do estado de Pernambuco, com registros no Parque Nacional de Catimbau e no município de Paranatama. Sua extensão de ocorrência e área de ocupação foram calculadas em 336 km² e 56 km², respectivamente. A espécie é fossorial e foi registrada apenas em solos arenosos. A vegetação nativa do entorno do Parque já sofreu grande redução histórica e fragmentação, e a região ainda é fortemente impactada pela fruticultura de larga escala, criação de caprinos e especulação imobiliária. Mesmo dentro do Parque, cuja situação fundiária não é totalmente regularizada, o ambiente da espécie pode ser afetado pela presença de gado e uso de recursos por moradores da região. Todas essas pressões provocam declínio continuado da qualidade do hábitat. Considerando a fragmentação do ambiente e a baixa capacidade de dispersão da espécie, supõe-se que sua população esteja severamente fragmentada. Portanto, Amphisbaena supernumeraria foi avaliada como Em Perigo (EN) pelos critérios B1ab(iii)+2ab(iii).","Sim","Sim","Pernambuco","|Nordeste|","Caatinga, Mata Atlântica","Sub-bacia Litoral AL PE PB Sub-bacia São Francisco Baixo Sub-bacia São Francisco Submédio","PARNA do Catimbau","","","","Desconhecida","1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.1 - Expansão urbana 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.1 - Culturas anuais e perenes não-madeireiras|2.1.3 - Agricultura agro-industrial 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.3 - Pecuária|2.3.4 - Pecuária em escala desconhecida","","Plano de Ação Nacional (PAN), Proteção de recursos/habitat","Plano de Ação Nacional para a Conservação da Herpetofauna do Nordeste - 2º ciclo","Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022","",""
"Animalia","Chordata","Reptilia","Squamata","Amphisbaenidae","Amphisbaena","Amphisbaena uroxena","","Amphisbaena uroxena","Mott, Rodrigues, Freitas & Silva, 2008","Cobra-cega, Cobra-de-duas-cabeças","Répteis","04/2021","Em Perigo","","B1ab(iii)","Amphisbaena uroxena é endêmica do Brasil, conhecida apenas da região do município de Mucugê, na Chapada Diamantina, Bahia. Essa região é frequentemente amostrada, mas não há registros adicionais, o que sugere uma distribuição bastante restrita, com extensão de ocorrência entre 100 e 5.000 km². A espécie é conhecida apenas de duas localidades no entorno do Parque Nacional da Chapada Diamantina e ocorre em floresta seca semidecídua (carrasco). Uma das localidades em que foi registrada sofre com intensa atividade agrícola de larga escala (plantio de batata e tomate), com uso intensivo de agrotóxico. Incêndios também são frequentes na região de Mucugê e representam ameaças. Esses impactos provocam declínio contínuo da qualidade do hábitat, e foram definidas duas localizações, sendo a principal ameaça os incêndios. Portanto, Amphisbaena uroxena foi avaliada como Em Perigo (EN) pelo critério B1ab(iii).","Sim","Sim","Bahia","|Nordeste|","Caatinga","Sub-bacia Itapecuru-Paraguaçu","","","","","Desconhecida","2 - Agropecuária e Aquacultura|2.1 - Culturas anuais e perenes não-madeireiras|2.1.3 - Agricultura agro-industrial 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.1 - Incêndios e supressão de incêndios|7.1.1 - Aumento da frequência/intensidade de incêndios 9 - Poluição|9.3 - Agropecuária e florestal|9.3.3 - Herbicidas e pesticidas","","Plano de Ação Nacional (PAN)","Plano de Ação Nacional para a Conservação da Herpetofauna do Nordeste - 2º ciclo, Plano de Ação Nacional para a Conservação dos Répteis e Anfíbios Ameaçados de Extinção na Serra do Espinhaço","Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022","",""
"Animalia","Chordata","Actinopterygii","Siluriformes","Loricariidae","Ancistrus","Ancistrus cryptophthalmus","","Ancistrus cryptophthalmus","Reis, 1987","Cascudinho-de-caverna","Peixes Continentais","03/2021","Em Perigo","","B2ab(iii)","Ancistrus cryptophthalmus é endêmica do Brasil, conhecida de dois sistemas de cavernas, o Sistema Angélica-Bezerra e o Sistema São Vicente (nas cavernas São Vicente 1 e Passa Três), na área cárstica de São Domingos, interior do Parque Estadual de Terra Ronca, bacia do alto rio Tocantins, no estado de Goiás. A Área de Ocupação (AOO) estimada é igual a 16 km2. Esses dois sistemas não possuem conectividade subterrânea através de rios, o que indica isolamento geográfico. Estudo baseado em morfometria geométrica mostrou que as subpopulações nas cavernas Passa Três e São Vicente 1 diferem morfologicamente entre si e com relação às subpopulações do sistema Angélica-Bezerra, sendo a da Passa Três a menor e mais divergente. Há diferentes impactos afetando as diferentes subpopulações: na caverna Bezerra, há assoreamento; na Angélica, visitação turística; na Passa Três, a diminuição do volume de água com seca total do riacho; e na São Vicente 1, intenso assoreamento e também redução do volume de água. O avanço da agropecuária em direção aos limites do Parque, o uso de agrotóxicos aplicados por deriva, o assoreamento, e o aumento da captação de água qualificam declínio continuado da qualidade do habitat. Considerando a contaminação química como a principal ameaça capaz de afetar a maior parte das subpopulações, e considerando o isolamento geográfico de cada subpopulação, configura-se quatro localizações. Dessa forma, Ancistrus cryptophthalmus foi categorizada como Em Perigo (EN) pelo critério B2ab(iii).","Sim","Sim","Goiás","|Centro-Oeste|","Cerrado","Sub-bacia Tocantins Alto","","PARQUE ESTADUAL DE TERRA RONCA","","Não","Desconhecida","2 - Agropecuária e Aquacultura|2.1 - Culturas anuais e perenes não-madeireiras|2.1.4 - Agricultura de escala desconhecida 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.3 - Pecuária|2.3.4 - Pecuária em escala desconhecida 6 - Distúrbios humanos|6.1 - Atividades recreacionais/turísticas 9 - Poluição|9.3 - Agropecuária e florestal|9.3.2 - Erosão do solo/sedimentação 9 - Poluição|9.3 - Agropecuária e florestal|9.3.3 - Herbicidas e pesticidas","3 - Animais de estimação/ornamentais","Plano de Ação Nacional (PAN)","Plano de Ação Nacional para a Conservação das Cavernas do Brasil","Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022","",""
"Animalia","Chordata","Actinopterygii","Siluriformes","Loricariidae","Ancistrus","Ancistrus formoso","","","Sabino & Trajano, 1997","Cascudo-cego","Peixes Continentais","10/2011","Vulnerável","","D2","Ancistrus formoso é conhecida apenas do sistema de cavernas do rio Formoso, no estado do Mato Grosso do Sul, Brasil, localizado fora do Parque Nacional (PARNA) da Bodoquena. A Área de Ocupação (AOO) é menor do que 10 km². A mineração de calcário para produção de cimento está em expansão na região, configurando-se como uma ameaça potencial futura e plausível. Proteger o sistema de cavernas do entorno do PARNA da Bodoquena é essencial para a conservação da espécie, por meio da expansão do Parque ou da criação de alguma UC. Portanto, a espécie foi classificada como Vulnerável (VU) pelo critério D2.","Sim","Não","Mato Grosso do Sul","|Centro-Oeste|","Cerrado","Sub-bacia Paraguai 01","","","","Não","Desconhecida","","","","","","",""
"Animalia","Chordata","Actinopterygii","Characiformes","Parodontidae","Apareiodon","Apareiodon davisi","","","Fowler, 1941","Peixe-rei","Peixes Continentais","11/2013","Em Perigo","","B2ab(iii)","Apareiodon davisi é endêmica do Nordeste médio-oriental, sendo descrita de nove lotes provenientes dos rios Jaguaribe, Piranhas e Paraíba, nos estados do Ceará e Paraíba. Outros lotes conhecidos das décadas de 1940 e 50 são bastante numerosos (aproximadamente 100 exemplares ou mais). Coletas entre 1996 e 2012 ampliaram a distribuição da espécie para os rios Curimataú (RN/PB) e rio Ipojuca (PE). A maioria dos lotes recentes, entretanto, contém poucos exemplares (menos de 10), sendo que esforços de coleta nas bacias da localidade-tipo (Russas, rio Jaguaribe) e do rio Piranhas coletaram um único exemplar na sub-bacia do rio Salgado, em 2011. Na bacia do rio Paraíba, poucos indivíduos ainda são encontrados atualmente. Essas bacias receberão águas da transposição do rio São Francisco, sendo que as consequências da mudança do regime hidrológico para a espécie são desconhecidas. Além disso, os locais de ocorrência atuais sofrem alterações antrópicas como desmatamento, expansão do plantio de cana-de-açúcar, pecuária extensiva, erosão, assoreamento, dentre outros, indicando que existe um declínio continuado da qualidade do habitat (biii). Os sucessivos barramentos (açudes) nos rios com registro da espécie contribuem para fragmentar sua população de maneira severa (a). Embora os declínios populacionais não possam ser quantificados, sua Área de Ocupação (AOO) foi calculada em 93,9 km² (B2), somando-se as áreas das bacias dos rios Salgado, Paraíba, Curimataú e Ipojuca, onde a espécie ainda ocorre. Desta maneira, A. davisi foi categorizada como Em Perigo (EN) pelos critérios B2ab(iii).","Sim","Não","Ceará, Paraíba, Pernambuco, Rio Grande do Norte","|Nordeste|","Caatinga","Sub-bacia Jaguaribe Sub-bacia Litoral CE PB Sub-bacia Paraíba Sub-bacia São Francisco Baixo","","","","Desconhecido","Desconhecida","","","","","","",""
"Animalia","Arthropoda","Insecta","Hymenoptera","Andrenidae","Arhysosage","Arhysosage cactorum","","Arhysosage cactorum","Moure, 1999","Abelha, Abelha do cacto","Invertebrados Terrestres","07/2021","Vulnerável","","B1ab(iii)","Arhysosage cactorum é endêmica do Brasil, registrada apenas em campos do bioma Pampa, no Rio Grande do Sul. Sua extensão de ocorrência é calculada em cerca de 16.000 km². O ambiente de ocorrência da espécie é afetado pela conversão das paisagens naturais em culturas anuais e silvicultura. Essas atividades também fazem uso constante de agrotóxicos, pesticidas e fogo, que promovem declínio continuado da qualidade do habitat. A transformação das paisagens naturais também causa intensa fragmentação do habitat remanescente e, considerando a baixa capacidade de dispersão desta espécie, podemos inferir que a fragmentação do habitat conduz à severa fragmentação da população. Além disso, essas abelhas são profundamente dependentes das flores de algumas cactáceas, as quais são amplamente coletadas para o comércio ilegal e susceptíveis ao pastejo de caprinos e ovinos. Essa perda de cactos pode promover um eventual colapso reprodutivo. Portanto, Arhysosage cactorum foi categorizada como Vulnerável (VU), segundo o critério B1ab(iii).","Sim","Sim","Rio Grande do Sul","|Sul|","Pampa","Sub-bacia Guaíba Sub-bacia Ibicuí Sub-bacia Litoral RS Sub-bacia Negro RS","","","","Não","Desconhecida","2 - Agropecuária e Aquacultura|2.1 - Culturas anuais e perenes não-madeireiras|2.1.4 - Agricultura de escala desconhecida 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.2 - Silvicultura|2.2.3 - Plantações em escala desconhecida 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.3 - Pecuária|2.3.4 - Pecuária em escala desconhecida 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.1 - Incêndios e supressão de incêndios|7.1.1 - Aumento da frequência/intensidade de incêndios 9 - Poluição|9.3 - Agropecuária e florestal|9.3.3 - Herbicidas e pesticidas","","Plano de Ação Nacional (PAN), Proteção de locais/áreas, Proteção de recursos/habitat","Plano de Ação Nacional para a Conservação de Insetos Polinizadores","Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022","",""
"Animalia","Arthropoda","Insecta","Coleoptera","Lucanidae","Altitatiayus","Altitatiayus campoi","","","Grossi & Koike, 2011","besouro-tesoura","Invertebrados Terrestres","10/2014","Vulnerável","","D2","Altitatiayus campoi é endêmica do Brasil, conhecida apenas da localidade-tipo, no pico do Marins, SP. A espécie é encontrada somente em altitude superior a 2.300m. Estudos foram realizados em outras áreas de altitude da região, porém não houve registros adicionais da espécie. Sua área de ocupação é extremamente restrita (500m2). A espécie tem tamanho pequeno (14,5 a 18 mm), é diurna e não tem capacidade de voo, utilizando o caminho das trilhas durante o dia. A área não é protegida e sofre intensa visitação, que é desordenada e vem provocando um contínuo declínio da qualidade do habitat, em função de abertura de trilhas, incêndios acidentais e abertura de áreas para camping. Porém não há indícios do declínio da sua população, mas poderia provavelmente ser afetada por um aumento da temperatura, uma vez que está adaptada a vida na parte mais elevada da montanha. Considerando apenas uma localização, foi categorizada como Vulnerável (VU) segundo o critério D2.","Sim","Não","São Paulo","|Sudeste|","Mata Atlântica","Sub-bacia Paraíba do Sul","APA Serra da Mantiqueira","","","Não","Desconhecida","6 - Distúrbios humanos|6.1 - Atividades recreacionais/turísticas 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.1 - Incêndios e supressão de incêndios|7.1.1 - Aumento da frequência/intensidade de incêndios","3 - Animais de estimação/ornamentais","","","","",""
"Animalia","Arthropoda","Insecta","Coleoptera","Lucanidae","Altitatiayus","Altitatiayus dulceae","","","(Bomans & Arnaud, 2002)","besouro-tesoura","Invertebrados Terrestres","10/2014","Vulnerável","","D2","Altitatiayus dulceae é endêmica do Brasil, conhecida apenas da localidade-tipo, no Parque Nacional de Itatiaia. A espécie é encontrada somente em uma altitude de 2.370. Embora ocorra em uma unidade de conservação, a área de ocupação da espécie é extremamente restrita (1 ha). A espécie tem tamanho pequeno (12 a 17mm), é diurna e não tem capacidade de voo, utilizando o caminho das trilhas durante o dia. Já foi observado o pisoteio de alguns exemplares, podendo representar uma ameaça. No entanto, não é possível avaliar o impacto dessa ameaça na população da espécie. Também não há informações sobre a biologia da espécie. Considerando apenas uma localização e AOO de 1 ha, Altitatiayus dulceae foi categorizada como Vulnerável, segundo critério D2.","Sim","Não","Rio de Janeiro","|Sudeste|","Mata Atlântica","Sub-bacia Grande","PARNA de Itatiaia","","","Não","Desconhecida","11 - Mudanças e extremos climáticos 6 - Distúrbios humanos|6.1 - Atividades recreacionais/turísticas 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.1 - Incêndios e supressão de incêndios|7.1.1 - Aumento da frequência/intensidade de incêndios","","","","","",""
"Animalia","Arthropoda","Insecta","Coleoptera","Lucanidae","Altitatiayus","Altitatiayus godinhorum","","","(Bomans & Arnaud, 1996)","besouro-tesoura","Invertebrados Terrestres","10/2014","Vulnerável","","D2","Altitatiayus godinhorum é endêmica do Brasil, conhecida apenas da localidade-tipo, no Parque Nacional de Itatiaia. A espécie é encontrada somente em altitude superior a 2500m. Embora ocorra em uma unidade de conservação, a área de ocupação da espécie é extremamente restrita (1 ha). A espécie tem tamanho pequeno (11 a 16,9mm), é diurna e não tem capacidade de voo, utilizando o caminho das trilhas durante o dia. Já foi observado o pisoteio de alguns exemplares, podendo representar uma ameaça. No entanto, não é possível avaliar o impacto dessa ameaça na população da espécie. Também não há informações sobre a biologia da espécie. Considerando apenas uma localização e AOO de 1 ha, Altitatiayus godinhorum foi categorizada como Vulnerável, segundo critério D2.","Sim","Não","Rio de Janeiro","|Sudeste|","Mata Atlântica","Sub-bacia Paraíba do Sul","PARNA de Itatiaia","","","Não","Desconhecida","11 - Mudanças e extremos climáticos 6 - Distúrbios humanos|6.1 - Atividades recreacionais/turísticas 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.1 - Incêndios e supressão de incêndios|7.1.1 - Aumento da frequência/intensidade de incêndios","","","","","",""
"Animalia","Arthropoda","Insecta","Coleoptera","Lucanidae","Altitatiayus","Altitatiayus koikei","","","Grossi, 2010","besouro-tesoura","Invertebrados Terrestres","10/2014","Vulnerável","","D2","Altitatiayus koikei é endêmica do Brasil, conhecida apenas da localidade-tipo, na Floresta Nacional de Passa Quatro. A espécie é encontrada somente em altitude superior a 2700m. Embora ocorra em uma unidade de conservação, a área de ocupação da espécie é extremamente restrita (1000m2). A espécie tem tamanho pequeno (13,5mm), é diurna e não tem capacidade de voo, utilizando o caminho das trilhas durante o dia. Já foi observado o pisoteio de alguns exemplares de outras espécies, podendo representar uma ameaça. No entanto, não é possível avaliar o impacto dessa ameaça na população da espécie. Também não há informações sobre a biologia da espécie. Considerando apenas uma localização e AOO de 1000m2, Altitatiayus koikei foi categorizada como Vulnerável, segundo critério D2.","Sim","Não","Minas Gerais","|Sudeste|","Mata Atlântica","Sub-bacia Paraíba do Sul","APA Serra da Mantiqueira","","RPPN PEDRA DA MINA","Não","Desconhecida","11 - Mudanças e extremos climáticos 6 - Distúrbios humanos|6.1 - Atividades recreacionais/turísticas 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.1 - Incêndios e supressão de incêndios|7.1.1 - Aumento da frequência/intensidade de incêndios","","","","","",""
"Animalia","Arthropoda","Insecta","Coleoptera","Lucanidae","Altitatiayus","Altitatiayus rotundatus","","","(Boileau, 1902)","besouro-tesoura","Invertebrados Terrestres","10/2014","Vulnerável","","D2","Altitatiayus rotundatus é endêmica do Brasil, conhecida apenas da localidade-tipo, no Parque Nacional de Itatiaia. A espécie é encontrada somente em altitude superior a 2500. Embora ocorra em uma unidade de conservação, a área de ocupação da espécie é extremamente restrita (1km2). A espécie tem tamanho pequeno (10 a 16,8mm), é diurna e não tem capacidade de voo, utilizando o caminho das trilhas durante o dia. Já foi observado o pisoteio de alguns exemplares, podendo representar uma ameaça. No entanto, não é possível avaliar o impacto dessa ameaça na população da espécie. Também não há informações sobre a biologia da espécie. Considerando apenas uma localização e AOO de 1km2, Altitatiayus rotundatus foi categorizada como Vulnerável, segundo critério D2.","Sim","Não","Rio de Janeiro","|Sudeste|","Mata Atlântica","Sub-bacia Paraíba do Sul","PARNA de Itatiaia","","","Não","Desconhecida","11 - Mudanças e extremos climáticos 6 - Distúrbios humanos|6.1 - Atividades recreacionais/turísticas 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.1 - Incêndios e supressão de incêndios|7.1.1 - Aumento da frequência/intensidade de incêndios","","","","","",""
"Animalia","Arthropoda","Insecta","Coleoptera","Lucanidae","Altitatiayus","Altitatiayus ruficollis","","","(Luederwaldt, 1931)","besouro-tesoura","Invertebrados Terrestres","10/2014","Vulnerável","","D2","Altitatiayus ruficollis é endêmica do Brasil, conhecida apenas da localidade-tipo, no Parque Nacional de Itatiaia. A espécie é encontrada somente em altitude superior a 2700m. Embora ocorra em uma unidade de conservação, a área de ocupação da espécie é extremamente restrita (~1km2). A espécie tem tamanho pequeno (12 a 17 mm), é diurna e não tem capacidade de voo, utilizando o caminho das trilhas durante o dia. Já foi observado o pisoteio de alguns exemplares de outra espécie, podendo representar uma ameaça. No entanto, não é possível avaliar o impacto dessa ameaça na população da espécie. Considerando apenas uma localização e AOO de 1km2, Altitatiayus ruficollis foi categorizada como Vulnerável, segundo critério D2.","Sim","Não","Rio de Janeiro","|Sudeste|","Mata Atlântica","Sub-bacia Paraíba do Sul","PARNA de Itatiaia","","","Não","Desconhecida","11 - Mudanças e extremos climáticos 6 - Distúrbios humanos|6.1 - Atividades recreacionais/turísticas 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.1 - Incêndios e supressão de incêndios|7.1.1 - Aumento da frequência/intensidade de incêndios","","","","","",""
"Animalia","Arthropoda","Insecta","Coleoptera","Lucanidae","Altitatiayus","Altitatiayus trifurcatus","","","(Grossi & Racca-Filho, 2004)","besouro-tesoura","Invertebrados Terrestres","10/2014","Vulnerável","","D2","Altitatiayus trifurcatus é endêmica do Brasil, conhecida apenas da localidade-tipo, na Floresta Nacional de Passa Quatro. A espécie é encontrada somente em uma altitude superior a 2700m. Embora ocorra em uma unidade de conservação, a área de ocupação da espécie é extremamente restrita (1000m2). A espécie tem tamanho pequeno (16 mm), é diurna e não tem capacidade de voo, utilizando o caminho das trilhas durante o dia. Já foi observado o pisoteio de alguns exemplares, podendo representar uma ameaça. No entanto, não é possível avaliar o impacto dessa ameaça na população da espécie. Também não há informações sobre a biologia da espécie. Considerando apenas uma localização e AOO de 1000m2, Altitatiayus trifurcatus foi categorizada como Vulnerável, segundo critério D2.","Sim","Não","Minas Gerais","|Sudeste|","Mata Atlântica","Sub-bacia Paraíba do Sul","APA Serra da Mantiqueira","","RPPN PEDRA DA MINA","Não","Desconhecida","11 - Mudanças e extremos climáticos 6 - Distúrbios humanos|6.1 - Atividades recreacionais/turísticas 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.1 - Incêndios e supressão de incêndios|7.1.1 - Aumento da frequência/intensidade de incêndios","","","","","",""
"Animalia","Arthropoda","Insecta","Coleoptera","Lampyridae","Amydetes","Amydetes bellorum","","Amydetes bellorum","Silveira e Mermudes, 2014","","Invertebrados Terrestres","07/2022","Em Perigo","","B1ab(iii)","Amydetes bellorum é endêmica do Brasil, conhecida apenas em quatro localidades no estado do Rio de Janeiro. A espécie é de fácil detecção, mas não foi localizada em outras áreas amostradas da região. Sua extensão de ocorrência é estimada em 1.460km2. No continente, a espécie ocorre numa área de forte urbanização, e a poluição luminosa decorrente do crescimento das regiões do entorno pode impactar a espécie, já que mesmo níveis baixos de fotopoluição sabidamente interferem na reprodução dos vagalumes. Mesmo na Ilha Grande, o lado continental é bastante ocupado, e a vegetação próxima às praias já foi modificada. Conjuntamente, essas ameaças e transformações da paisagem natural promovem declínio continuado da qualidade do habitat remanescente. A espécie possui baixa capacidade de dispersão e, considerando a matriz urbana em que se insere, suspeita-se que sua população esteja severamente fragmentada. Portanto, A. bellorum foi categorizada como Em Perigo (EN) segundo o critério B1ab(iii).","Sim","Sim","Rio de Janeiro","|Sudeste|","Mata Atlântica, Sistema Costeiro-Marinho","Sub-bacia Litoral RJ","","ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL DE TAMOIOS, PARQUE ESTADUAL DA ILHA GRANDE","","Não","Desconhecida","1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.1 - Expansão urbana 9 - Poluição|9.6 - Excesso de energia|9.6.1 - Poluição luminosa","","","","Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022","",""
"Animalia","Chordata","Actinopterygii","Pleuronectiformes","Achiridae","Achirus","Achirus mucuri","","","Ramos, Ramos & Lopes, 2009","solha, tapa","Peixes Marinhos (ósseos)","05/2014","Vulnerável","","D2","Achirus mucuri é uma espécie endêmica do Brasil, com registros apenas na porção baixa do rioMucuri, na Bahia. A região de onde a espécie é conhecida até o momento é impactada pela indústriade celulose, por uma usina hidrelétrica e está em constante processo de assoreamento. Além disso, A.mucuri é capturada incidentalmente em pescarias de arrasto. Considerando que o número de localizaçõesé menor ou igual a 5, e que as ameaças identificadas podem levar o táxon à condição de Criticamente emPerigo (CR) ou Extinta (EX) em curto prazo, Achirus mucuri foi categorizada como Vulnerável (VU)sob o critério D2.","Sim","Não","","||","Mata Atlântica","","","","","Sim","Desconhecida","10 - Eventos geológicos 1 - Desenvolvimento residencial e comercial 5 - Uso de recursos biológicos 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.5 - Captura indireta - subsistência/pequena escala|5.4.5.6 - Arrasto 7 - Modificações nos sistemas naturais 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.3 - Outras modificações nos ecossistemas","","","","","",""
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