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Alimentação Escolar

Em parceria com a FAO, Pnae lança segunda edição de curso sobre alimentação escolar

Objetivo principal é capacitar profissionais de países da América Latina e Caribe
Publicado em 31/05/2021 12h07

O Programa Nacional de Alimentação Escolar (Pnae) participou do lançamento da segunda edição do curso Alimentação escolar como estratégia educacional para uma vida saudável, na última sexta-feira, 28 de maio. O objetivo principal da iniciativa é capacitar profissionais das áreas de educação, saúde, nutrição, agricultura e políticas públicas de países da América Latina e Caribe, como Colômbia, Equador, Guatemala, Peru, Paraguai e República Dominicana.  

Promovido pelo Programa de Cooperação Internacional Brasil-FAO (Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura), em parceria com o Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), o curso integra as ações da Rede de Alimentação Escolar Sustentável (Raes), criada pelo governo brasileiro para apoiar o desenvolvimento de programas de alimentação escolar sustentáveis na região.

A segunda edição tem duração de 14 semanas (cerca de 90h/aula), abordando uma variedade de temas, como a garantia do direito humano à alimentação adequada; a segurança alimentar e nutricional e sua relação com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável das Nações Unidas (ODS); a criação de programas de alimentação escolar sustentável; a educação alimentar e nutricional no âmbito da alimentação escolar; e as hortas escolares a partir do enfoque pedagógico. 

Coordenadora-geral do Pnae, Karine Santos ressaltou a importância do curso na troca de conhecimento entre os países. “O Pnae é referência mundial, visto que é um dos programas de segurança alimentar e nutricional de maior durabilidade do Brasil. Atualmente, o objetivo do programa é oferecer alimentação adequada, completa e segura para os alunos e, por meio de ações de educação alimentar e nutricional, contribuir para a formação de hábitos saudáveis. É muito importante essa troca de informação entre os países, para que possamos melhorar o desempenho dos alunos tanto na aprendizagem quanto no combate à fome”, destacou.  

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