Notícias
Chuva nas comemorações dos 104 anos do DNOCS é saudada como um novo tempo
A chuva fina que caía na manhã desta quarta-feira (dia 23) no pátio da
administração central no momento do hasteamento das bandeiras do Brasil, Ceará e
DNOCS foi saudada pelo mestre de cerimônias, Heraldo Menezes, como esperança de
um bom inverno. O diretor geral do DNOCS, Emerson Fernandes Daniel Júnior,
comparou a chuva ao papel do DNOCS no semiárido e expressou o desejo que a
região continue a ser não só a mais habitada com a de um povo feliz em
comparação com outros países de clima semelhante.
O Diretor-Geral içou a bandeira do Brasil; o coordenador estadual do Ceará,
Falb Ferreira Gomes, ergueu o pavilhão do estado e a servidora Josimeuba Soares
hasteou a bandeira do DNOCS, na abertura da solenidade de comemoração dos 104
anos do Departamento, ao som da Banda da Polícia Militar do Ceará. Participaram
da solenidade os diretores Glauco Mendes, de Infraestrutura Hídrica; Laucimar
Loiola, de Desenvolvimento Tecnológico e Produção, o diretor Administrativo,
Ivan Claudino e o coordenador estadual do Dnocs em Minas Gerais, Marco Antonio
Graça Câmara.
“Quero que me recebam como um de vocês na luta com cada um de vocês para
somar no objetivo de crescimento deste órgão brilhante, que me encantou. Que
este objetivo seja alcançado e possamos felizes começar um novo tempo, com a
reestruturação do DNOCS”, afirmou Emerson Daniel. Após o hasteamento da
bandeira, as autoridades descerraram a fita de inauguração da 2ª Mostra de Arte
e Cultura do DNOCS, que reúne o resultado da produção de fruticultura dos
perímetros irrigados, trabalhos de artesanato, literatura relacionada ao
semiárido, espécimes da piscicultura do DNOCS e comidas típicas do Nordeste.
O mestre de cerimônias fez um breve relato da história do DNOCS, desde a
época de Inspetoria de Obras Contra as Secas (IOCS), quando foi criado no dia 21
de outubro de 1909, falou do período em que a instituição passou a se chamar
Inspetoria Federal de Obras Contra as Secas (IFOCS), em 1919, até assumir a
denominação atual em 1945. No balanço das realizações, Heraldo Menezes informou
que o DNOCS investiu no semiárido brasileiro mais de 20 bilhões de dólares e
conseguir tornar o semiárido nordestino o mais povoado no mundo.