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Sangram açudes construídos e monitorados pelo DNOCS no RN
Com a ocorrência de chuvas em todo interior do Rio Grande do Norte no início
deste ano e, em maior intensidade no último final de semana, o volume de água
dos açudes públicos construídos e monitorados pelo DNOCS, que já estavam com a
capacidade de armazenamento superior a 50% aumentou consideravelmente. Dentre
eles, quatro: Mendubim (Assu); Riacho da Cruz no município do mesmo nome; Pataxó
(Ipanguaçu) e Currais (Itaú), os dois últimos entregues ao Estado, já haviam
sangrado no início da estação chuvosa, os quais estiveram por alguns dias com as
suas cotas reduzidas em razão de um veranico de duas semanas.
Maiores precipitações registradas nos últimos dias contribuíram para que
ocorressem sangrias em mais três açudes do DNOCS: Marechal Dutra, mais conhecido
como açude Gargalheiras, em Acari, possuinte de uma beleza extraordinária,
especialmente na ocasião de sua sangria conhecida como “véu de noiva” e que
neste ano do centenário do órgão comemora 50 anos de construção; Dourado, em
Currais Novos; Cruzeta, no município homônimo e Alecrim em Santana do Matos,
todos na Bacia do Piranhas Açu.
A barragem Armando Ribeiro Gonçalves, maior reservatório do DNOCS, no Estado,
com capacidade de armazenar 2.400 bilhões de m³ de água, acumula atualmente
92,71% do seu volume, faltando apenas 92cm para início da sangria. A segunda, de
maior porte, barragem Engº José Batista do Rego Pereira (Poço Branco) construída
pelo extinto DNOS e que está sob a responsabilidade do Ministério da Integração
Nacional, sendo momentaneamente administrada por este Departamento acumula 80%
de sua capacidade. Os demais reservatórios, dentre outros, os principais: açude
Itans, em Caicó; Sabugi (São João do Sabugi); açude Pau dos Ferros (Pau dos
Ferros) e Caldeirão (Parelhas) estão com seus volumes de armazenamento em média
de 70 % .
O Diretor Geral do DNOCS, Elias Fernandes, junto ao Coordenador Estadual do RN,
José Eduardo Wanderley, dando ênfase às ações de maior relevância do órgão - a
açudagem, e tendo como preocupação resguardar a vida útil dos reservatórios
visando garantir a estabilidade e segurança de suas estruturas, liberou recursos
financeiros e estão sendo aplicados em obras de infraestrutura, recuperação,
conservação e manutenção dos açudes.
Tendo sido contemplados: a barragem Arrmando Ribeiro Gonçalves (Assu); os
açudes Santa Cruz do Trairí e Inharé (Santa Cruz); Marechal Dutra (Acari);
Cruzeta (Cruzeta); Itans ( Caicó); Sabugi (São João do Sabugi); Zangarelhas
(Jardim do Seridó); Pau dos Ferros (Pau dos Ferros); Arapuá (Rafael Fernandes);
além de recuperar os diques de proteção à cidade de Jucurutu e o dique auxiliar
da barragem Armando Ribeiro Gonçalves, que são estruturas complementares.