Notícias
Irrigação e plano de operação do São Gonçalo são debatidos
A Coordenadoria Estadual do DNOCS na Paraíba, promoveu reunião no auditório da
Escola Estadual Dione Diniz localizada no Núcleo Habitacional II do Perímetro
Irrigado São Gonçalo em Sousa-PB, para definição da água a ser alocada dos
açudes engenheiro Avidos e São Gonçalo para irrigação no perímetro e do plano de
operação e manutenção da infra-estrutura de uso comum daquele perímetro.
A reunião foi aberta pelo coordenador estadual do Dnocs na Paraíba, Solon Alves
Diniz que ressaltou a importância do encontro pela relevância dos assuntos
colocados em debates e a forma participativa e democrática em que se dará essa
discussão e pela difinição de como será essa alocação e do plano de trabalho
para a operação e manutenção da infra-estrutura de distribuição da água.
Por ocasião dos debates, o técnico Francisco Mariano da Silva, alertou para que
todos colaborassem e cumprissem com seus compromissos para que haja uma gestão
eficiente. A tecnica Maria de Lourdes de Sousa, apresentou simulações de
operações dos açudes. A discussão do plano de operação e manutenção e o
estabelecimento da tarifa K2 para 2007 foi feita pela Junta de Usuários de Água
do Perímetro Irrigado São Gonçalo(JUSG) com orientação técnica de técnicos da Cest.
Ficou definido na reunião que seriam destinados 28 milhões de m3 para atender as
explorações agrícolas, isto, dentro das condições de suporte dos açudes, bem
como pela expectativa pretendida pelos irrigantes para 2007. Quanto a tarifa k2
que dá suporte aos serviços de distribuição da água para irrigação (operação e
manutenção da infra-estrutura de irrigação de uso comum) foi estabelecida em R$
6,6/1000 m3 para valor variável(k2.1) e em R$ 52,35/ha/ano para o valor fixo
(k2.2). Esse assunto deve se analisado com mais detalhe no início do segundo
semestre, quando não ocorrem chuvas significativas, sendo que a sustentação
hídrica das culturas é suprida pelas águas dos açudes.
O perímetro conta com 1.134 hectares com culturas permanentes com destaque para
708 ha com coco e 333 ha com banana. A meta é implantar no perímetro entre
culturas permanentes e temporárias mais 1.000 ha, perfazendo um total de 2.134
hectares cultivados. Participaram da reunião, irrigantes, vazenteiros, membros
da comissão gestora dos açudes , técnicos da Cest entre outros.