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Diretor Geral do DNOCS reúne coordenadores estaduais
Convocada pelo Diretor Geral, Rosilônio Magalhães, aconteceu nesta manhã, 13, reunião com os coordenadores estaduais do DNOCS. Realizado no Gabinete, na Sede Central em Fortaleza (CE), o encontro faz parte da meta de gestão, como primeiro encontro de pelo menos dois, até fevereiro, com as coordenadorias, como forma de promover a integração no Órgão.
Seguindo ordem alfabética, cada coordenador apresentou o panorama no seu estado; as obras realizadas, bem como, os desafios enfrentados em cada área. Iniciando por Alagoas, Paulo Maia, coordenador da CEST/AL, explicou que as obras de fornecimento de água em áreas públicas estão sendo priorizadas no estado e explicou a meta de produção de alevinos. Entre os principais desafios, a falta de pessoal e a falta de recursos para recuperação de obras foram destacados.
Para o coordenador da CEST/BA, Lucas Lobão, a perspectiva é que se consiga verba para o DNOCS através de emendas parlamentares. “Sem essas emendas, que é o que faz dar relevância ao Órgão, a gente não vai conseguir”, afirma o coordenador, referindo-se a falta de verba devido aos contingenciamentos que ocorreram nos últimos anos.
No Ceará, existem cinco equipes técnicas, mas sem orçamento para realizar as obras. A falta de fiscalização também é um problema enfrentado, segundo o coordenador da CEST/CE, Hermenegildo Sousa.”50% dos açudes estão sem ter mais de uma pessoa vendo o que acontece”, explica.
Aleksander Souza, coordenador em Minas Gerais, iniciou falando das dificuldades no Norte do estado, exemplificando o município de Pedra Azul em que todos os dias a água chega através de carros pipa. Em 2019, foram perfurados 10 poços artesianos em parceria com prefeituras, forma de concluir as obras utilizadas em várias coordenadorias.
Na Paraíba, segundo o coordenador, Alberto Batista, muitas obras estão em etapa de conclusão ou concluídas no prazo. A recuperação de barragens é uma demanda da CEST/PB.
“A nossa dificuldade é pessoal”, explica o coordenador da CEST/PE, Marcos Rueda. Falta pessoal qualificado com conhecimento técnico. Em 2019, o estado teve três obras grandes concluídas: Barragem de Ingazeira, Barragem de Barra do Juá e Adutora do Pajeú.
No Piauí, o coordenador Djalma Policarpo, falou da falta de servidores na área administrativa e equipes para fiscalizar as obras que estão por vir.
Eduardo Alves Wanderley, do Rio Grande do Norte, disse que a situação da coordenadoria é crítica.” Precisamos com urgência de terceirizados. Os servidores estão se aposentando”. Ele disse, ainda, que algumas barragens foram recuperadas e foram feitas parcerias com a Agência Nacional de Águas.
Perfuração e manutenção de poços artesianos estão sendo feitos pela Coordenadoria de Sergipe. O gestor Luciano Gois, também garante o acompanhamento da piscicultura. Como todas as outras coordenadorias ressalta a falta de pessoal.
O Diretor Geral, Rosilônio Magalhães, ficou feliz com o encontro. “ Na minha concepção atendemos o objetivo principal que é o de compreender a situação das coordenadorias e tentar a todo custo ajudá-las da melhor forma”.
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