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CEST-PB homenageia DNOCS pelo seus 107 anos de criação
A Coordenadoria Estadual do DNOCS na Paraíba (CEST/PB), na tarde de
sexta
-feira (21), através do coordenador Alberto Batista e de seu quadro de servidores prestaram significativa homenagem ao DNOCS pela passagem dos seus 107 anos de criação.
Em sua fala Alberto Batista
parabenizou a todos que fazem essa centenária autarquia, ressaltando que o fortalecimento do órgão pelo Governo Federal, é de fundamental importância, pois vem resgatar toda essa capacidade técnica, administrativa e acima de tudo social, por tudo que foi realizado nesses 107 anos, sempre procurando uma melhor convivência da população com as secas que ciclicamente assolam a região.
O Departamento Nacional de Obras Contra as Secas – DNOCS é uma Autarquia Federal, criada em
21 de outubro
de 1909 sob o nome de Inspetoria de Obras Contra as Secas – IOCS. Em 1919 passou a denominar-se Inspetoria Federal de Obras Contra as Secas – IFOCS, recebendo o nome atual em 1945 Sua área de atuação abrange todos os estados do Nordeste e o norte de Minas Gerais.
Foi o primeiro órgão do Governo Federal a estudar a problemática do semiárido, marcando, nesses 107 anos, sua presença em todo o solo nordestino. Seu acervo de obras envolve a construção de rodovias, ferrovias, campos de pouso, aeroporto, portos, implantação de redes de energia elétrica, ações de abastecimento, açudagem, irrigação, piscicultura, entre outros.
Na Paraíba, a ação do DNOCS está evidenciada pelos seguintes empreendimentos: Implantação de Rede Pluviométrica, construção de 2.000 Km de estradas; 08 campos de pouso; implantação de 30 sistemas de abastecimento d’água nas principais cidades do Estado; instalação da usina hidrelétrica de Coremas, com eletrificação de 20 cidades através de 440 Km de linhas de transmissão; construção de 42 açudes públicos e 60 açudes em regime de cooperação, com represamento total de 2,7 bilhões de metros cúbicos d’água; perenização de 450 Km de rios; perfuração de 5.500 poços artesianos em comunidades e estabelecimentos rurais; irrigação de 8.000 ha em 03 perímetros públicos (São Gonçalo, Sumé e Engenheiro Arcoverde) e as margens dos rios perenizados; produção de 3 milhões de quilos de pescados/ano nos açudes públicos; exploração de 18.000 ha situados a montante dos açudes, com agricultura de sequeiro e vazante, onde 3.200 famílias estão assentadas; instalação de 40 dessalinizadores; construção de 01 Estação de Piscicultura em Marizópolis/PB com capacidade para produção de 5 milhões de alevinos/ano.