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Açudes do DNOCS no Ceará recebem água mas continuam críticos
Os açudes administrados pelo DNOCS no Estado do Ceará continuam ainda em situação crítica, no que concerne aos seus volumes de água acumulados. Alguns, embora recebendo aporte no mês de março e início de abril, permanecem com níveis menores do que no início do ano.
De acordo com o setor de monitoramento da Coordenadoria do DNOCS no Ceará, na bacia do Alto Jaguaribe, o açude Orós, com capacidade de acumular 1.940.000.000 m³, estava no início do ano com cerca de 643.000.000 m3 e hoje acumula 686.000.000m³, ou 35,3% de sua capacidade, representando aporte superior a 42.000.000 de m³.
Por outro lado, o açude Castanhão, localizado na bacia do Médio Jaguaribe e que tem capacidade total de acumulação de 6.700.000.000 m³, apresenta um quadro atual de 669.816.000m³ ou 10% de sua capacidade, com uma perda de 72.000.000 de m³ se comparado com sua situação do início do ano, quando acumulava 741.927.000m³.
Na bacia do Acaraú, o açude Paulo Sarasate (Araras), cuja capacidade é de 891.000.000m³, no início do ano comportava 55.897.000m³ e hoje comporta 63.677.000m³, ou 7,15% de sua capacidade.
Na bacia do Curu – uma das mais críticas – o açude Pereira de Miranda (Pentecoste), que tem uma capacidade de acumulação de 360.000.000 m³, se encontrava em janeiro com 5.243.000m³ e hoje está com 5.131.000m³ ou apenas 1,43% da sua capacidade.
Já na bacia Litorânea, o açude Mundaú (fotos ao lado), que tem capacidade de acumular 21.308.000m³ e no início do ano acumulava 4.7522.000m³ recebeu aporte de água, estando hoje com 8.201.000m³ acumulados ou 38,5% da capacidade total.