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Sudene abre nova consulta pública para o PRDNE

Em uma ação conjunta com o Centro de Gestão e Estudos Estratégicos (CGEE), a Superintendência do Desenvolvimento do Nordeste busca aperfeiçoar as propostas que compõem o plano.
Publicado em 12/07/2021 16h52 Atualizado em 13/07/2021 16h49
Consulta Pública para o PRDNE

As contribuições serão aceitas até o dia 27 de julho Arte; Ascom/Sudene

Os interessados devem contribuir até dia 27 deste mês, acessando este link para responder a um questionário e ajudar a atualizar o Plano Regional de Desenvolvimento do Nordeste (PRDNE). A consulta é voltada para instituições que fazem parte do Sistema Nacional de Desenvolvimento Regional ou cidadãos que tenham interesse pelo tema. As ideias levantadas na consulta irão ajudar a direcionar a aplicação dos investimentos públicos, apontando, ainda, prioridades e oportunidades.

A Sudene e o CGEE pressupõem a “adoção de um duplo olhar: o do enfrentamento das fragilidades, refletidas no seu passivo econômico e social, e o da aquisição de capacidades habilitadoras, requisito para acessar determinantes contemporâneos do desenvolvimento”. Por meio da participação de pesquisadores e especialistas nas consultas públicas, a Sudene cria para o PRDNE uma instância inovadora de governança, garantindo mais aderência à realidade local.

O Plano Regional contribui para orientar a construção de estratégias de ação que tirem proveito das potencialidades regionais. Trata-se de um instrumento de planejamento voltado para as necessidades da região, que apresenta programas, ações e projetos construídos coletivamente e orientados para a atração de investimentos, foco no desenvolvimento sustentável e melhoria da qualidade de vida de mais de 67 milhões de brasileiros. O PRDNE conta com seis eixos estratégicos, 27 programas, 153 projetos e 578 ações indicativas.

Para o superintendente da Sudene, Evaldo Cruz Neto, o PRDNE visa aperfeiçoar a aplicação dos recursos orçamentários para toda a região de abrangência, qualificar diretrizes e prioridades dos Fundos de financiamento (FDNE e FNE), propor novos modelos de financiamento mais adequados à Região e atrair investimentos privados por meio de articulação de stakeholders para viabilizar os impactos regionais.