Para análise de causalidade, o Brasil utiliza o método da OMS, classificando a relação entre o evento e a vacina em:
consistente com o produto/vacinação,
indeterminado,
coincidente,
inclassificável.
Casos graves podem ser avaliados por comitês de farmacovigilância, sendo eles: CEFAVI (Comitê Estadual de Farmacovigilância de Vacinas e outros Imunobiológicos- nível estadual) e/ou CIFAVI (Comitê Interinstitucional de Farmacovigilância de Vacinas e outros Imunobiológicos- nível federal).