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Você está aqui: Página Inicial Assuntos Notícias 2021 Agosto Mais de 8,5 milhões de brasileiros ainda não foram tomar a segunda dose da vacina Covid-19
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ATRASADINHOS

Mais de 8,5 milhões de brasileiros ainda não foram tomar a segunda dose da vacina Covid-19

Saiba qual a importância de receber a segunda dose do imunizante e completar o esquema vacinal contra a Covid-19
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Publicado em 20/08/2021 16h41 Atualizado em 01/11/2022 11h13
segunda dose.png

Dizem que brasileiro deixa sempre para última hora, mas quando o assunto é vacinar-se contra a Covid-19 esse tema precisa ser levado a sério, mas muito a sério. Enquanto 52,9 milhões de brasileiros cumpriram o seu papel e completaram o esquema vacinal, mais de 8,5 milhões de “atrasadinhos” deixaram de voltar ao posto de vacinação para receber a segunda dose.

No ranking nacional dos estados com o maior número de pessoas que iniciaram o esquema vacinal e não terminaram estão São Paulo, com 1,69 milhão; Rio de Janeiro, com 1,06 milhão; e Minas Gerais, com 1,02 milhão, respectivamente. Vale lembrar que estudos comprovam que apenas com as duas doses a pessoa garante a maior efetividade na imunização.

Quem já recebeu a segunda dose da vacina fala do alívio que é estar completamente vacinado. Quem conclui o esquema vacinal fala que se sente mais seguro de voltar à vida normal aos poucos, mesmo ainda cumprindo com todos os cuidados como uso de máscara, distanciamento social e higiene das mãos.

Eu acho muito triste quem ainda não foi receber a segunda dose. Tantos gostariam de já estar vacinado. Sem falar nas pessoas que perderam alguém por essa doença. Acho que falta um pouco mais consciência. Se tiver oportunidade vacine-se”, contou Bianca Abdelnor, moradora da cidade de Botucatu, interior de São Paulo.

“Sei que vai levar um tempo para voltar ao normal. Mas estar vacinada traz esperança. Não ter tanto medo de se relacionar com as pessoas, do nosso cotidiano. Porque a gente estava com medo de ir à escola, à faculdade, se infectar e levar o vírus para dentro de casa. Agora sentimos mais segurança”, destacou a estudante Bárbara Helena.

Para o médico infectologista, mestre em medicina tropical e saúde internacional, Victor Bertollo, a segunda dose da vacina Covid-19 aumenta a resposta imune na produção de anticorpos contra o vírus. Ele lembra ainda que as vacinas são seguras, o que foi demonstrado por estudos mesmo antes da introdução dos imunizantes no Programa Nacional de Imunizações (PNI).

“O risco de apresentar formas graves pela Covid-19, após a segunda dose, se reduz significativamente. Então, completar o esquema vacinal é extremamente importante. Lembrando que as vacinas não protegem apenas o vacinado, mas também as pessoas ao seu redor. Então, se vacinar é ato individual de proteção, mas também coletivo. É um ato que todos saem ganhando”, destacou Bertollo.

Segundo o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, todos os agentes imunizantes disponíveis no PNI são extremamente eficazes, efetivos e aprovados pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária, a Anvisa. Para ele, vacina boa é a vacina aplicada no braço do povo brasileiro.

“Tenho me portado de maneira absolutamente isonômica em relação aos quatro imunizantes que estão disponíveis aos brasileiros. Já avançamos muito na vacinação, mas precisamos do apoio de quem ainda não foi receber a segunda dose, que compareça ao posto de vacinação. Assim, vamos poder avançar ainda mais”, contou o ministro.

Efeitos colaterais da vacina

Entre os motivos de a população não retornar ao posto para tomar a segunda dose estão os efeitos colaterais relatados. Há quem tenha sentido sintomas como dores de cabeça e no corpo, febre, ou qualquer outro desconforto. Mas especialistas garantem que os efeitos da segunda dose são mais leves e autolimitados.

“A ocorrência de eventos adversos não impede que a pessoa receba a segunda dose. Apenas alguns eventos adversos muito específicos, que são bastante raros, de fato contraindicam doses adicionais das vacinas. Para algumas vacinas, como AstraZeneca e Coronavac, a tendência é que as reações sejam mais leves na segunda aplicação. Para a vacina Pfizer, especificamente, ela tem um pouco mais de reação adversa na segunda dose, mas ainda assim são eventos leves e autolimitados”, contou Vitor.

As vacinas contra a variante Delta

Uma dúvida muito comum também diz respeito à variante Delta. É importante ressaltar que todas os agentes imunizantes disponíveis para aplicação no Brasil são eficazes contra a Delta, principalmente nas formas mais graves da doença. As vacinas também possuem eficácia para as outras variantes, como a Alfa, Beta e a Gama.

Para algumas vacinas, como AstraZeneca e Coronavac, a tendência é que as reações sejam mais leves na segunda aplicação. Para a vacina Pfizer, especificamente, ela tem um pouco mais de reação adversa na segunda dose, mas ainda assim são eventos leves e autolimitados” - Victor Bertollo, médico infectologista.

“Mesmo vacinada, a pessoa ainda corre o risco se infectar com a variante Delta, mas a tendência é que ela tenha a forma mais leve da doença. Além disso, as vacinas reduzem muito o risco de a pessoa ter a forma mais grave da doença e vir a precisar ser internada, precisar de UTI ou mesmo morrer pela a Covid-19”, alertou.

Fernando Brito
Ministério da Saúde

Dúvidas dos internautas

O Ministério da Saúde realizou uma enquete nas redes sociais para saber quais são as principais dúvidas da população em relação à segunda dose da vacina Covid-19. Nós conversamos com o médico infectologista, mestre em medicina tropical e saúde internacional, Victor Bertollo.

Vitor é consultor técnico do Programa Nacional de Imunização (PNI) da Secretaria de Vigilância em Saúde (SVS) do Ministério da Saúde.

Qual a importância de se tomar a segunda dose da vacina Covid-19?

Dados mostram que a primeira dose da AstraZeneca, Pfizer e Janssen já possuem uma boa eficácia para formas graves da doença. Porém, a segunda dose promove um aumento significativo da resposta imune, aumento da proteção para formas graves e apenas após a segunda dose se tem uma boa proteção para formas leves, o que é importante para reduzir a transmissão. O aumento da resposta imune após a segunda dose tende também a aumentar a duração da proteção que aquela pessoa vai ter após a vacinação.

Posso adiantar a segunda dose e tomar antes da data indicada no meu cartão de vacina?

É muito importante que as pessoas se atenham ao intervalo previsto pelo Ministério da Saúde. A decisão por um intervalo ampliado tem tanto um ganho individual (pois aumenta a resposta imune e a efetividade do esquema vacinal) e coletivo, de saúde pública, pois amplia a vacinação da população.

E isso foi definido de maneira muito pensada e discutida com a comunidade científica brasileira dentro da Câmara Técnica Assessora de Imunizações.

Claro que essas decisões são dinâmicas. Então, pode ser que esse intervalo venha a ser alterado, mas é importante seguir as orientações do Ministério da Saúde que elas vão estar sempre adequadas à situação da pandemia no país e aos dados de pesquisas em relação à vacinação contra a Covid-19.

É recomendável tomar a segunda dose da vacina Covid-19 diferente da primeira?

De maneira geral esta não é a recomendação. Como regra geral, a orientação é que o esquema seja completado com a mesma vacina. Porém, em situações específicas, esta estratégia pode ser usada.

No momento, o Ministério da Saúde recomenda que gestantes que tenham recebido a vacina da AstraZeneca, tomem Pfizer ou Coronavac. A ideia é que as gestantes não deixem de tomar a segunda dose.

Pessoas que vêm do exterior, que receberam a primeira dose de um fabricante que não possui no Brasil, também está recomendada a administração de outro fabricante.

Além disso, pessoas que tiveram algum evento adverso grave que de fato contraindique a vacinação com o mesmo fabricante, também é indicada a aplicação de outro imunizante.

O tempo de intervalo entre as doses das vacinas será reduzido devido às novas variantes do vírus da Covid-19?

Nesse momento, o Ministério ainda recomenda manter os intervalos que são: 28 dias para a Coronavac, três meses para as vacinas Pfizer e AstraZeneca. Importante ressaltar que o intervalo adotado promove uma resposta imunológica maior e mais efetividade.

Com o avanço da vacinação, é possível que esse intervalo seja reduzido. Mas é importante seguir as recomendações do Ministério da Saúde.

Preciso receber a segunda dose da vacina hoje. Porém, estou me recuperando de uma gripe. Posso tomar?

Não há evidências de que uma gripe recente interfira na resposta da vacina. Provável que não. A orientação é que aguarde a recuperação para receber a vacina. Isso é importante, principalmente, para que os sintomas dessa doença não sejam confundidos como potenciais eventos adversos das vacinas.

Mas um resfriado leve, em que a pessoa não tenha febre, mas só uma coriza, de maneira geral não há problemas. Ressalta-se no entanto que pessoas que tiveram covid-19 devem aguardar 28 dias a partir da data do início dos sintomas para receberem a vacina, desde que estejam em recuperação clínica, ou seja, se você tem sintomas de gripe é fundamental fazer o teste para covid-19 para um diagnóstico adequado.

Vou realizar uma cirurgia. Devo esperar recuperação para tomar minha dose da vacina?

Se é uma cirurgia simples, não tem contraindicação. Cirurgias de grande porte, de fato, é bom evitar. O ideal é que a pessoa se vacine primeiro para depois passar pela cirurgia. Ou o contrário: aguardar recuperação para receber a dose. A preocupação inicial, diante disso, é não confundir as complicações de uma cirurgia com os eventos da vacinação.

Tomei a primeira dose da vacina Covid-19 e tive reações. Vou ter algum tipo de reação também na segunda dose?

A ocorrência de eventos adversos não impede que a pessoa receba a segunda dose. Apenas alguns exemplos muito específicos que são efeitos graves ou raros. Para algumas vacinas, como AstraZeneca e Coronavac, a tendência é que as reações sejam mais leves na segunda aplicação. Para a vacina Pfizer, especificamente, ela tem um pouco mais de reação adversa na segunda dose, mas ainda assim são eventos leves e autolimitados na grande maioria das vezes.

A primeira dose oferece algum tipo de proteção contra a variante Delta? E a segunda?

Para as vacinas Pfizer, AstraZeneca e Janssen sim, a primeira dose reduz muito o risco de a pessoa ter a forma mais grave da doença e vir a precisar ser internada, precisar de UTI ou mesmo morrer pela a Covid-19. No entanto mesmo vacinada, a pessoa ainda corre o risco se infectar com a variante Delta, mas a tendência é que ela tenha a forma mais leve da doença.

É importante destacar no entanto a importância da administração da segunda dose das vacinas no momento adequado, tendo em vista que esta segunda dose aumenta bastante a resposta imune, aumentando a proteção para infecção, para formas graves, e aumentando a duração da resposta imune.

Quanto tempo depois de tomar a segunda dose estarei completamente imunizado?

As vacinas não são uma proteção absoluta, mas reduzem muito o risco de adoecimento e de complicações pela doença. As maiores taxas de efetividade das vacinas, após a segunda dose, foram identificadas duas semanas após a segunda dose. Então, de maneira geral, a gente entende que a eficácia da imunização se dá após esse período.

Depois de 15 dias, após tomar a segunda dose da vacina, ainda tenho risco de morte pela doença?

O risco reduz muito, mas não reduz a zero. Isso é importante também estar claro. Se uma vacina tem 80% de efetividade, quer dizer que as pessoas vacinadas terão um risco 80% menor de desenvolverem complicações pela doença e morrer. Vai ser um risco muito menor do que as pessoas não vacinadas, mas esse risco não zera.

Por isso, todas as outas medidas de proteção individual e coletiva, como uso de máscara, distanciamento social, frequentar locais mais abertos, deixar os ambientes bem ventilados, evitar aglomerações, precisam continuar sendo adotadas, mesmo após a vacinação, enquanto a gente estiver vivendo uma situação de pandemia.

A imunização contra a Covid-19 será igual a da Influenza, que tem campanhas todo ano? Qual vai ser a periodicidade: de dois em dois anos ou de três em três?

Esse ainda é um ponto de dúvida na literatura médica. Pode ser que sim, mas esse ainda é um ponto em debate.

Saúde e Vigilância Sanitária
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