Plano Mais Produção (P+P)
Com a Nova Indústria Brasil (NIB), a indústria brasileira passou a viver um novo momento, retomando seu papel estratégico como indutora do desenvolvimento econômico do país.
O painel consolidado do Plano Mais Produção foi elaborado a partir dos dados dos agentes financeiros parceiros – BNDES, Caixa Econômica Federal, Banco do Brasil, Banco do Nordeste, Banco da Amazônia e FINEP – e permite acompanhar as aprovações relacionadas ao apoio a projetos de neoindustrialização da NIB entre 2023 e 2026.
Ele traz informações sobre os recursos disponibilizados em cada uma das seis Missões da NIB, permitindo identificar os aportes por regiões e unidades federativas. Ao permitir o acompanhamento em tempo real e por meio de atualizações trimestrais, o painel reforça a transparência e a capacidade de monitoramento da execução do Plano Mais Produção.
É importante destacar que há diferenças metodológicas entre os processos internos das instituições financeiras, que precisam ser consideradas ao analisar os dados do painel. A principal delas se refere às limitações institucionais do Banco do Brasil, relacionadas ao compliance da empresa, que impedem a desagregação regional dos dados e condicionam a divulgação de resultados a datas específicas.
Até o quarto trimestre de 2025, os desembolsos totais somam mais de R$ 653 bilhões.
Aportes por instituições até o quarto trimestre de 2025
O painel mostra que, entre 2023 e o quarto trimestre de 2025, o BNDES lidera os desembolsos entre os agentes financeiros parceiros, com mais de R$ 287,4 bilhões concedidos a 180 mil projetos, considerando todos os eixos do Plano Mais Produção.
A Caixa Econômica Federal financiou 15 mil projetos no período, totalizando mais de R$ 184 bilhões. Importante destacar que parte significativa desse valor corresponde a recursos do FGTS. O montante inclui tanto créditos para estimular a demanda da indústria quanto recursos aplicados nas demais linhas de financiamento da instituição.
O Banco do Nordeste (BNB) e o Banco da Amazônia (BASA) já concederam financiamentos da ordem de mais de R$ 33 bilhões e quase R$ 27 bilhões, respectivamente.
Já a FINEP destinou mais de R$ 34 bilhões a 3 mil projetos.