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Siglas do DNIT ajudam a identificar serviços, estruturas e instrumentos de gestão da infraestrutura de transportes
O trabalho do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT) envolve diferentes áreas, serviços, estruturas e instrumentos utilizados no planejamento, na operação, na manutenção e no desenvolvimento da infraestrutura de transportes. Nesse contexto, algumas siglas fazem parte da rotina do órgão e ajudam a identificar atividades e iniciativas específicas.
Uma delas é a IP4, sigla para Instalações Portuárias Públicas de Pequeno Porte. São estruturas destinadas à movimentação de passageiros, cargas ou ambos, exclusivamente voltadas à navegação interior, como rios, lagos e outras vias navegáveis internas.
Nas rodovias, os Pontos de Parada e Descanso (PPDs) são espaços localizados às margens das estradas ou em áreas sob circunscrição federal, com características e instalações adequadas para a espera, o repouso e o descanso dos motoristas profissionais do transporte rodoviário.
Na área de pesquisa e desenvolvimento tecnológico, o IPR, Instituto de Pesquisas em Transportes, promove estratégias e ações voltadas à infraestrutura rodoviária e ferroviária, abrangendo pesquisa, normalização, transferência de tecnologia e assistência técnica. O instituto era anteriormente denominado Instituto de Pesquisas Rodoviárias.
Já o Índice de Condição da Manutenção, o ICM, é um indicador utilizado pelo DNIT para avaliar a condição da manutenção das rodovias sob jurisdição do Departamento e serve como referência para o acompanhamento das ações realizadas na malha.
O SNV, Sistema Nacional de Viação, é o instrumento legal que organiza e planeja a infraestrutura de transportes do Brasil. O sistema, anteriormente conhecido como PNV (Plano Nacional de Viação), é gerenciado e atualizado pelo DNIT, que mantém registros oficiais das malhas rodoviárias e hidroviárias federais, incluindo informações sobre quilometragem e tipos de trechos.
Para conhecer o comportamento do tráfego nas rodovias, o DNIT utiliza o PNCT, Plano Nacional de Contagem de Tráfego. Os dados obtidos são utilizados como subsídios para ações de planejamento, elaboração de projetos rodoviários e estudos econômicos.
Na fiscalização de veículos pesados, o PIAF, Posto Integrado Automatizado de Fiscalização, utiliza diferentes equipamentos para verificar o excesso de peso. O modelo combina a pesagem em alta velocidade, por meio do HS-WIM, com a pesagem lenta realizada em posto de pesagem fixo.
Na infraestrutura rodoviária, a sigla OAC, Obra de Arte Corrente, identifica estruturas de pequeno porte destinadas, principalmente, à passagem e ao escoamento de águas sob a via. São exemplos os bueiros, galerias e pequenas passagens hidráulicas, fundamentais para a continuidade da drenagem e a conservação das rodovias.
Por fim, a AET, Autorização Especial de Trânsito, é o documento expedido pelo DNIT para veículos ou combinações de veículos utilizados no transporte de cargas que não se enquadrem nos limites de peso e dimensões estabelecidos pelo Conselho Nacional de Trânsito (CONTRAN).
Essas são apenas algumas das siglas presentes nas atividades do DNIT. Conhecer seus significados ajuda a compreender melhor os diferentes serviços, estruturas e instrumentos utilizados pelo Departamento na gestão da infraestrutura de transportes do País.