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Habitação

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Publicado em 22/03/2023 10h00 Atualizado em 11/02/2026 10h25
  • Orientações ao público geral sobre o Programa Minha Casa, Minha Vida
    • 1. Quem pode participar do Programa Minha Casa, Minha Vida?

      Podem participar do programa Minha Casa, Minha Vida, famílias residentes em áreas urbanas que tenham renda bruta familiar mensal de até R$ 12 mil, e famílias que vivem em áreas rurais com renda bruta familiar anual de até R$ 150 mil.

      A família deve estar inserida em uma das faixas de renda abaixo:

      Renda Familiar (Bruta)

      Faixas 

      Áreas urbanas (mensal)

      Áreas rurais (anual)

      Faixa 1 

      até R$ 2.850,00 

      até R$ 40.000,00

      Faixa 2

      de R$ 2.850,01 a R$ 4.700,00

      de R$ 40.000,01 a R$ 66.600,00

      Faixa 3

      de R$ 4.700,01 a R$ 8.600,00

      de R$ 66.600,01 a R$ 120.000,00

      Fonte: PORTARIA MCID Nº 399, DE 22 DE ABRIL DE 2025.

      O programa tem várias modalidades de atendimento habitacional, que podem ser subsidiadas ou financiadas, conforme a renda da família.

      Os beneficiários integrantes da Faixa 1 poderão ser contemplados com unidades habitacionais subsidiadas – que são aquelas construídas com diferentes recursos como Orçamento Geral da União, Fundo de Arrendamento Residencial, Fundo de Desenvolvimento Social – ou por meio de financiamentos habitacionais com recursos do FGTS (aquisição financiada).

      Nas Faixas 2 e 3, a aquisição da unidade é possível por meio de financiamento habitacional.

      A linha de atendimento financiada está disponível para todas as faixas de renda. A liberação do financiamento imobiliário, com subsídios e descontos de juros previstos pelo programa, depende da aprovação de risco e de crédito pelas instituições financeiras que operam o Minha Casa, Minha Vida (Caixa Econômica Federal ou Banco do Brasil).

    • 2. O cálculo da renda familiar considera o valor recebido de benefícios assistenciais ou indenizatórios?

      Não. O valor considerado nas faixas de renda não leva em conta benefícios temporários de natureza indenizatória, assistencial ou previdenciária, recebido pela família, como: auxílio-doença, auxílio-acidente, seguro-desemprego, Benefício de Prestação Continuada (BPC) e do Programa Bolsa Família.

    • 3. Quem NÃO PODE participar do programa?

      Como é destinado à pessoa física para aquisição ou contratação para produção da moradia pelo Minha Casa, Minha Vida, o benefício será concedido apenas uma vez para cada beneficiário. Portanto, não pode participar do programa a pessoa física que:

      I - seja titular de contrato de financiamento obtido com recursos do FGTS ou em condições equivalentes às do Sistema Financeiro da Habitação, em qualquer parte do País;

      II - seja proprietária, promitente compradora ou titular de direito de aquisição, de arrendamento, de usufruto ou de uso de imóvel residencial, regular, com padrão mínimo de edificação e de habitabilidade estabelecido pelas regras da administração municipal, e dotado de abastecimento de água, de solução de esgotamento sanitário e de atendimento regular de energia elétrica, em qualquer parte do País;

      III - tenha recebido, nos últimos 10 (dez) anos, benefícios similares oriundos de subvenções econômicas concedidas com recursos do Orçamento-Geral da União, do Fundo de Arrendamento Residencial, do FDS ou provenientes de descontos habitacionais concedidos com recursos do FGTS, excetuados as subvenções e os descontos destinados à aquisição de material de construção e o Crédito Instalação, disponibilizados pelo Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra), na forma prevista em regulamentação específica.

    • 4. Como participar/cadastrar-se no programa Minha Casa, Minha Vida?

      É importante lembrar que o programa tem diferentes linhas de atendimento, e para cada uma delas há uma forma de inclusão.

      Para a linha de atendimento do MCMV-FAR, com unidade habitacional subsidiada em área urbana, a pessoa interessada deve se cadastrar no local em que reside, no cadastro habitacional local do Município, Estado ou DF. Esse atendimento é voltado para as famílias que estão enquadradas na Faixa 1 de renda bruta familiar, e as orientações para o processo de seleção está definido pela PORTARIA MCID Nº 738, DE 22 DE JULHO DE 2024.

      No MCMV–FDS (Entidades), também na modalidade de provisão urbana subsidiada, a indicação das famílias é feita por meio de entidade organizadora para famílias enquadradas na Faixa Urbano 1. O fluxo operacional dessa modalidade está definido na PORTARIA MCID Nº 959, DE 25 DE AGOSTO DE 2025.

      A modalidade de provisão subsidiada em área rural, o MCMV-Rural, estabelece as regras de seleção e atendimento para famílias que residem em área rural e que estejam inseridas na Faixa 1 através da PORTARIA MCID Nº 741 de 20 DE JUNHO DE 2023.

      As linhas financiadas do MCMV, não tem inscrição, nem processo seletivo. A família interessada deve procurar um imóvel residencial de sua preferência (no caso de aquisição), que atenda às exigências do financiamento (imóvel regularizado, em plenas condições de habitabilidade e ausência de vícios construtivos, e que se enquadre nos limites de valor dos imóveis que podem ser financiados), e ir até uma instituição financeira habilitada, para realizar a análise de crédito. O contrato de financiamento é celebrado diretamente entre a família e o banco. A análise de risco de crédito, que se trata de processo realizado pela instituição financeira à luz de regramento estabelecido pelo Banco Central do Brasil. Recomenda-se para melhor compreensão das modalidades de financiamento a leitura dos normativos a RESOLUÇÃO CCFGTS Nº 1.116, DE 15 DE ABRIL DE 2025, que cria o programa Classe Média e altera a Resolução CCFGTS nº 1.101, de 31 de outubro de 2024, do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço - FGTS, e a INSTRUÇÃO NORMATIVA N. 48, DE 19 DE DEZEMBRO DE 2022, que regulamenta os Programas Carta de Crédito Individual, Carta de Crédito Associativo e Apoio à Produção de Habitações, integrantes da área de aplicação Habitação Popular, no âmbito do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço.

    • 5. O programa Minha Casa, Minha Vida define prioridade de atendimento?

      Sim. O Minha Casa, Minha Vida define na LEI Nº 14.620, DE 13 DE JULHO DE 2023, quem deve ser priorizado para o atendimento habitacional na modalidade de provisão subsidiada.

      Será priorizado o atendimento às famílias:

      I - que tenham a mulher como responsável pela unidade familiar;

      II - de que façam parte:

      a) pessoas com deficiência, conforme o disposto na Lei nº 13.146, de 6 de julho de 2015 (Estatuto da Pessoa com Deficiência), inclusive aquelas com transtorno do espectro autista, conforme a Lei nº 12.764, de 27 de dezembro de 2012, devendo os imóveis destinados a essas pessoas ser adaptados à deficiência apresentada;

      b) pessoas idosas, conforme o disposto na Lei nº 10.741, de 1º de outubro de 2003 (Estatuto da Pessoa Idosa), devendo os imóveis destinados a essas pessoas ser adaptados às suas condições físicas;

      c) crianças ou adolescentes, conforme o disposto na Lei nº 8.069, de 13 de julho de 1990 (Estatuto da Criança e do Adolescente);

      d) pessoas com câncer ou doença rara crônica e degenerativa;

      III - em situação de vulnerabilidade ou risco social, conforme a Lei nº 8.742, de 7 de dezembro de 1993 (Lei Orgânica da Assistência Social);

      IV - que tenham perdido a moradia em razão de desastres naturais em localidade em que tenha sido decretada situação de emergência ou estado de calamidade pública;

      V - em deslocamento involuntário em razão de obras públicas federais;

      VI - em situação de rua;

      VII - que tenham mulheres vítimas de violência doméstica e familiar, conforme o disposto na Lei nº 11.340, de 7 de agosto de 2006 (Lei Maria da Penha);

      VIII - residentes em área de risco;

      IX - integrantes de povos tradicionais e quilombolas.

    • 6. Pessoas em situação de rua podem participar do MCMV?

      Sim. As pessoas e famílias em situação de rua ou com trajetória de rua são prioridade de atendimento no programa.

      No início do ano de 2025, foi publicada a PORTARIA CONJUNTA MCID/MDHC/MDS Nº 4, DE 20 DE MARÇO DE 2025, que define as orientações e os procedimentos para o atendimento de pessoas e famílias em situação de rua e com trajetória de rua.

      A Portaria também informa que o Distrito Federal, as capitais brasileiras e os municípios com mais de 1.000 (mil) pessoas em situação de rua - de acordo com registros do CadÚnico atualizados até outubro de 2024, devem reservar 3% das unidades habitacionais para esse público nos empreendimentos construídos na modalidade MCMV-FAR.

    • 7. Pessoas estrangeiras podem ser beneficiárias do MCMV?

      Sim. O programa MCMV não impede a participação de estrangeiros. No entanto, o interessado deve atender aos mesmos critérios de elegibilidade exigidos dos cidadãos brasileiros, conforme a LEI Nº 14.620, DE 13 DE JULHO DE 2023.

      O estrangeiro deve:

      • Estar em situação migratória regular, com Registro Nacional Migratório (RNM) válido (antigo RNE);
      • Possuir CPF ativo e regular;
      • Residir no Brasil de forma estável e permanente;
      • Comprovar renda familiar dentro dos limites da Faixa Urbana 1, conforme portarias vigentes;

      O processo de inscrição e seleção deve ser realizado via Cadastro Habitacional Local do município, razão pela qual recomenda-se que o interessado procure a prefeitura onde reside para obter informações sobre prazos, documentação e fluxos do programa.

    • 8. Povos indígenas, comunidades quilombolas podem ser atendidos pelo MCMV urbano?

      Sim. Famílias com integrantes de povos indígenas e quilombolas podem ser atendidos no MCMV-FAR. Essas famílias também são priorizadas para atendimento pelo programa, desde que declaradas no CadÚnico.

      Vale lembrar que, para pessoas residentes em áreas rurais, existem linhas específicas do Programa Minha Casa, Minha Vida - Rural.

    • 9. Existe taxa de inscrição/cadastro ou de priorização?

      Não. Não há taxa para cadastro ou de priorização. O Minha Casa, Minha Vida PROIBE a cobrança de qualquer taxa de cadastramento, tanto no âmbito urbano quanto rural.

      Também não existe previsão de taxas para priorização de beneficiários. Todos os cadastros devem ser analisados de forma imparcial, de acordo com os critérios de seleção referente à modalidade e linha de atendimento estabelecidos por normativo publicado pelo Ministério.

    • 10. As famílias pagam pretações? Há possibilidade de isenção?

      Sim. As famílias devem arcar com prestações mensais após o recebimento das unidades habitacionais.  O valor das prestações será calculado conforme a renda da família.

      O programa Minha Casa, Minha Vida, através da LEI Nº 14.620, DE 13 DE JULHO DE 2023, prevê que as famílias que recebem BPC ou que participam do Bolsa Família, sejam dispensadas do pagamento de prestações. Para essas famílias, o imóvel será 100% gratuito.

    • 11. Quais os custos que as famílias beneficiadas pelo programa Minha Casa, Minha Vida passarão a ter com a nova moradia?

      Além das prestações do imóvel, quando houver, as famílias atendidas pelo programa Minha Casa, Minha Vida passam a assumir outras despesas, que variam conforme a modalidade de atendimento habitacional e as características do empreendimento.

      Quando a família reside em um conjunto habitacional organizado como condomínio, deve arcar com as despesas condominiais, que correspondem aos custos comuns a todos os moradores, relacionados aos serviços e à manutenção do empreendimento. Além disso, cada família é responsável pelas despesas individuais de consumo — como água, energia elétrica e gás — e por outras obrigações decorrentes da posse ou propriedade do imóvel, como o pagamento de IPTU e, quando aplicável, taxas de serviços urbanos.

    • 12. Os imóveis do programa Minha Casa, Minha Vida podem ser vendidos?

      Os imóveis do programa produzidos na linha de atendimento subsidiado em área urbana (Faixa 1) não podem ser comercializados durante período de vigência do contrato (60 meses).

      Os beneficiários permanecem vinculados ao imóvel, sem possibilidade de venda, até a quitação das parcelas do imóvel e após superado o período de inalienabilidade (60 meses). Após esse período, é feita a transferência de propriedade para a família.

      Na modalidade financiada, não há impedimentos normatizados pelo Ministério das Cidades. Deve-se observar, entretanto, as disposições do contrato de financiamento firmado entre o mutuário e a instituição financeira.

    • 13. A família beneficiária pode cancelar o contrato?

      Os contratos assinados na linha de atendimento de provisão subsidiada MCMV-FAR Faixa Urbano 1, tem previsão de distrato somente nas hipóteses e condições definidas na PORTARIA Nº 488, DE 18 DE JULHO DE 2017.

  • Orientações ao Ente Público (municípios, estados e DF) sobre o Programa Minha Casa, Minha Vida
    • 1. Qual normativa vigente que define o processo de seleção das famílias residentes em área urbana, para atendimento na linha de provisão subsidiada, MCMV-FAR, Faixa 1?

      Atualmente, a portaria que define o processo de seleção das famílias é a PORTARIA MCID Nº 738, DE 22 DE JULHO DE 2024. Nela estão descritos os procedimentos e fluxos necessários para garantir o processo de seleção das famílias de forma objetiva e transparente.

    • 2. O Ente Público pode realizar sorteio para selecionar as famílias?

      Não. A PORTARIA MCID Nº 738, DE 22 DE JULHO DE 2024, estabelece de forma explicita procedimentos e fluxos para garantir que a seleção das famílias seja feita com base em critérios objetivos e com transparência.

      Caso o Ente Público tenha iniciado o processo de seleção com base em outro ato normativo, ou seja, enviado a lista de beneficiários para a Agente Financeiro em data anterior à publicação da PORTARIA MCID Nº 738, DE 22 DE JULHO DE 2024, é facultada a continuidade do processo seguindo tal regulamentação. Do contrário, é obrigatório que siga os dispositivos da PORTARIA MCID Nº 738, DE 22 DE JULHO DE 2024.

    • 3. Qual prazo para envio da relação das famílias para enquadramento e definição da demanda?

      O envio da lista, pelo Ente Público, para análise de enquadramento da demanda pelo Agente Financeiro, deve ocorrer com até 50% da execução física das obras do empreendimento.

      A listagem deve conter o limite de 130% de indicação do total de unidades habitacionais. O valor que extrapola o total de unidades é para suplência de atendimento caso alguma família não seja enquadrada nos critérios de elegibilidade do programa.

    • 4. Como deve ser enviada a relação das famílias para análise de enquadramento?

      A lista deve ser encaminhada ao Agente Financeiro diretamente pela plataforma de seleção de beneficiários da CAIXA: https://selecaohabitacao.caixa.gov.br/.

      Desde março de 2025, não há mais a interface com o CadÚnico para envio da demanda habitacional e o envio da lista é feito exclusivamente pela plataforma da CAIXA.

      A lista deve conter as famílias hierarquizadas (conforme critérios de priorização definidos na PORTARIA MCID Nº 738, DE 22 DE JULHO DE 2024 e com análise prévia da documentação realizada pelo Ente Público Local.

      Para esclarecimento de dúvidas quanto ao sistema, o Ente Público Local deve contatar a Superintendência Executiva de Habitação (SEH) da CAIXA à qual o município está vinculado.

      A SEH local prestará o suporte necessário ao cadastramento do representante do Ente Público Local, inclusive orientando quanto à documentação exigida. Cada Ente Público Local poderá ter um representante principal cadastrado pela CAIXA que, por sua vez, poderá habilitar até cinco usuários adicionais com acesso ao sistema.

      Informações complementares podem ser consultadas no portal oficial do Ministério das Cidades: Min. Cidades realiza capacitação da plataforma Seleção Habitação web para gestores públicos.

    • 5. É necessário encaminhar dossiê físico à CEF?

      Não. Todo o processo é digital, conforme fluxo padronizado previsto na PORTARIA MCID Nº 738, DE 22 DE JULHO DE 2024 e operacionalizado via Sistema de Gestão de Demanda Habitacional (SIGDH), conforme esquematizado na imagem abaixo, podendo ser acessado pelo Ente Público em https://selecaohabitacao.caixa.gov.br/.

      Maiores informações podem ser encontradas no link Alterações CADUNICO 6.

      Jornada Ente Público
      Jornada Ente Público
    • 6. Quais são os percentuais obrigatórios para reserva de unidades habitacionais e para qual público?

      O programa define que o Ente Público Local reserve obrigatoriamente os seguintes percentuais mínimos de unidades habitacionais no MCMV-FAR:

      • 50% (cinquenta por cento) das unidades habitacionais para beneficiários atendidos por meio do Programa Bolsa Família – PBF, Benefício de Prestação Continuada – BPC, ou que apresentem pessoa com microcefalia na composição familiar;
      • 3% (três por cento) para idoso;
      • 3% (três por cento) para PCD;

      Além disso, conforme dispõe a PORTARIA CONJUNTA MCID/MDHC/MDS Nº 4, DE 20 DE MARÇO DE 2025, as capitais brasileiras, o Distrito Federal e os municípios com mais de 1.000 pessoas em situação de rua de acordo com registros do CadÚnico atualizados até outubro de 2024, devem obrigatoriamente, nos empreendimentos no MCMV-FAR, reservar:

      • 3% (três por cento) das unidades habitacionais para pessoas e famílias em situação de rua ou com trajetória de rua.
    • 7. Como fazer o enquadramento da família no critério de elegibilidade do déficit habitacional?

      A PORTARIA MCID Nº 738, DE 22 DE JULHO DE 2024 define os critérios de elegibilidade no seu art. 9º, e exige, cumulativamente, que a família atenda aos critérios de:

      (i) renda bruta familiar mensal da Faixa Urbano 1;

      (ii) observar os dispositivos de vedação do art. 9º da LEI Nº 14.620, DE 13 DE JULHO DE 2023 e;

      (iii) integrar o déficit habitacional local comprovado por meio de ateste do Ente Público Local e das informações habitacionais constantes no Cadastro Único de Programas Sociais do Governo Federal – CadÚnico.

      Os critérios para enquadramento no déficit habitacional estão descritos no art. 11 da PORTARIA MCID Nº 738, DE 22 DE JULHO DE 2024 e devem ser atestados pelo Ente Público Local com base nas informações constantes do CADÚNICO.

      Foi elaborada a NOTA TÉCNICA Nº 40/2024 que apresenta análise da metodologia para o cálculo de déficit habitacional a partir dos dados do CadÚnico. Outro material de apoio ao Ente Público Local para auxiliar na elaboração do ateste para fins de enquadramento da família no déficit habitacional é o Informe MDS nº 61/2025.

      Recomendamos a leitura de ambos os materiais: NOTA TÉCNICA Nº 40/2024 e Informe MDS nº 61/2025.

    • 8. O município pode estabelecer critérios adicionais para priorização das famílias?

      Sim. A PORTARIA MCID Nº 738, DE 22 DE JULHO DE 2024 prevê a possibilidade do Ente Público Local adicionar critérios de hierarquização aos já estabelecidos no normativo. Contudo, critérios adicionais não podem ser confundidos com critérios de elegibilidade, ou seja, critérios obrigatórios e que excluem a família do processo de seleção.
      Os critérios adicionais se somam aos demais critérios de hierarquização estabelecidos na Portaria e são adotados na etapa de hierarquização, após verificação dos critérios de elegibilidade. Eles visam refletir vulnerabilidades econômicas e sociais locais.

      Somente será possível estabelecer critérios adicionais se o Ente Público Local for promotor do benefício habitacional, conforme o art. 13, § 2º da PORTARIA MCID Nº 738, DE 22 DE JULHO DE 2024. Ou seja, o município deve ter ofertado contrapartidas na construção do empreendimento, como doação do terreno, aporte financeiro ou cobertura da participação das famílias. A proposição de critérios adicionais deve ser submetida à aprovação do Ministério das Cidades, e somente serão incorporados se aprovados.

      Para propor critérios adicionais, o Ente Público Local deve encaminhar ofício com apresentação e justificativa da proposta ao Ministério das Cidades para o e-mail: dpsm@cidades.gov.br. É importante informar o pleito no assunto do e-mail.

      É fundamental que normativos locais não contrariem os dispositivos da legislação federal vigente que regula o Programa Minha Casa, Minha Vida.

      O Ente Público Local deve manter o registro documental que comprove os requisitos e os critérios atendidos por cada candidato que justifique a hierarquização da lista de candidatos a beneficiários.

    • 9. A família que teve detectada alguma incompatibilidade no momento do enquadramento, pode regularizar sua situação?

      Sim. Após o envio da lista das famílias para análise e pesquisa de enquadramento pelo Agente Financeiro, o Ente Público receberá a seguinte devolutiva em relação a cada candidato:

      I - compatível: candidato enquadrado nos critérios de elegibilidade; ou

      II - incompatível: candidato com dados cadastrais ou financeiros apontados como incompatíveis com as regras e condições de enquadramento do Programa.

      Nos casos identificados como “incompatível”, o Ente Público Local deve orientar os candidatos a regularizarem a situação que ensejou a incompatibilidade, quando for possível, no prazo de 60 (sessenta) dias a partir da divulgação do resultado do enquadramento.

      Os candidatos compatíveis devem ser chamados para apresentar documentação.

      Importante: Deve ser dada ampla publicidade às informações, respeitando o sigilo dos dados, de modo que nenhuma família fique sem ter conhecimento de sua situação e, caso precise regularizar sua situação, tenha tempo hábil, sem prejuízo.

    • 10. Quando encaminhar a documentação da família para fins de verificação documental?

      Superada a etapa de enquadramento aos critérios, o Ente Público Local deve encaminhar ao Agente Financeiro a documentação que comprove a situação de cada família considerada compatível, previamente analisada pelo Ente Público Local.

      Em caso de família de que faça parte pessoa com deficiência ou idoso, o Ente Público Local deve informar ao Agente Financeiro a necessidade de adaptação da unidade habitacional, especificando o tipo de deficiência e a adaptação necessária ao imóvel.

      A verificação documental deve ser concluída previamente à etapa de entrega do empreendimento habitacional.

    • 11. Como fazer para designar as Unidades habitacionais?

      Concluída a etapa de verificação documental, o Ente Público Local fará a designação das unidades habitacionais para posterior elaboração do contrato com a família, indicando em qual unidade ela será alocada. Após definição das unidades, o Ente Público Local terá 48 horas para informar ao Agente Financeiro.

      Sugere-se que tal designação seja feita em articulação com a equipe do trabalho social para que sejam garantidas as relações de convivência identificadas entre as famílias e questões de acessibilidade.

      As unidades habitacionais de piso térreo devem ser destinadas, prioritariamente, a famílias de que façam parte pessoas com deficiência, idosos ou que tenham mobilidade reduzida.

      Caso o Ente Público opte por realizar sorteio para designar as unidades, o que é diferente de sorteio para selecionar as famílias beneficiárias, é necessário que informe com antecedência ao Ministério das Cidades e as instituições financeiras conforme estabelecido na PORTARIA MCID Nº 988, DE 9 DE SETEMBRO DE 2024.

    • 12. Com quem é firmado o contrato?

      O contrato habitacional será firmado junto ao Agente Financeiro e deve conter as condições gerais da linha de atendimento. Deve ser registrado na matrícula do imóvel a cláusula de inalienabilidade pelo prazo de 60 (sessenta) meses. Ou seja, por esse período o imóvel ainda terá vinculação com o Fundo de Arrendamento Residencial, não podendo ser comercializado.

      A LEI Nº 14.620, DE 13 DE JULHO DE 2023 estabelece que após a família assinar o contrato ela fica obrigada a ocupar o imóvel em até 30 dias, a contar a data da assinatura.

      O candidato selecionado deve possuir capacidade civil para a assinatura do contrato.

    • 13. Em caso de irregularidade na ocupação do imóvel, o que fazer?

      Caso tenha se observe alguma situação de irregularidade na ocupação da unidade habitacional é importante que o Ente Público tenha conhecimento para que possa realizar a fiscalização do uso e ocupação do imóvel.

      O Ente Público é o agente responsável por designar as unidades habitacionais e por promover a averiguação de denúncias referentes ao descumprimento contratual do beneficiário ou ocupação irregular da unidade habitacional, as quais constarão em cláusula do contrato assinado pelo candidato conforme estabelece a PORTARIA MCID Nº 738, DE 22 DE JULHO DE 2024.

      Lembrando que a equipe que executa o Trabalho Social não pode ser responsável por verificação de denúncias ou fiscalização de qualquer natureza dos beneficiários do Programa.

      Assim que constatada a irregularidade, o Ente Público deve encaminhar a documentação comprobatória de descumprimento contratual ou de ocupação irregular da unidade habitacional ao Agente Financeiro para início do processo de execução extrajudicial e retomada da unidade habitacional.

      A PORTARIA MCID Nº 738, DE 22 DE JULHO DE 2024 define qual a ordem de prioridade de indicação de novo beneficiário que o Ente Público deve seguir para a redesignação da unidade habitacional retomada, desde que esteja em condições de habitabilidade. O Agente Financeiro deve dar ciência ao candidato sobre possíveis avarias da unidade habitacional retomada e solicitar a sua anuência antes da contratação.

    • 14. Em quais situações o contrato de atendimento habitacional pode ser cancelado/distratado?

      A regulamentação quanto à rescisão contratual está disposta na PORTARIA Nº 488, DE 18 DE JULHO DE 2017 e prevê hipóteses de distrato tanto por solicitação do beneficiário, quanto por situação involuntária à família.

      Para os casos de solicitação do beneficiário, é necessário que as obrigações e encargos relativos ao contrato e ao imóvel estejam em dia, que o imóvel esteja em condição de ocupação, que todas as obrigações, despesas, custas cartorárias e encargos relativos à rescisão sejam arcados pelo beneficiário, além de outros condicionantes estabelecidos na PORTARIA Nº 488, DE 18 DE JULHO DE 2017.

      Nessas situações, o beneficiário não poderá ser novamente contemplado com outra unidade habitacional, e seu nome constará no Cadastro Nacional de Mutuários (CADMUT).

      Para as situações que o contrato precisa ser rescindido por medida de segurança e preservação da vida da família, a Portaria exige que família comprove a situação em que se encontra, seja por meio de declaração do Ente Público, por apresentação de Boletim de Ocorrência, decisão judicial, ou outro documento pertinente à hipótese de rescisão indicada na PORTARIA Nº 488, DE 18 DE JULHO DE 2017.

      A instituição financeira que houver efetivado a contratação da operação deverá manter sob sua guarda e nos dossiês dos beneficiários, dentro dos prazos legais, os documentos comprobatórios das situações elencadas nos incisos deste artigo, mantendo-os sob regime de sigilo. Além disso, a instituição financeira deve informar ao Ente Público sobre a situação da família.

      Comprovada a situação, serão adotados os procedimentos administrativos e judiciais buscando proteger a pessoa, e restituir o imóvel ao Fundo de Arrendamento Residencial (FAR) para que possa ser destinado a outra família. O titular do contrato objeto de rescisão poderá optar pela desistência do benefício, mediante assinatura de declaração, ou ser beneficiado novamente com outra unidade habitacional.

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