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Publicado em 06/07/2022 16h16

Ministra sugere parceria global para enfrentar as doenças de forte determinação social

Em painel do Fórum Econômico Mundial, Nísia Trindade debateu o impacto das mudanças climáticas na saúde das populações, em especial, as mais vulneráveis
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Publicado em 17/01/2024 14h25 Atualizado em 18/01/2024 15h02

Para a ministra Nísia Trindade, a saúde tem de estar no topo das discussões sobre os efeitos das mudanças climáticas. A afirmação foi feita, nesta terça-feira (16), durante o painel “Quando o clima afeta a sua saúde”, no Fórum Econômico Mundial. A cúpula acontece em Davos, na Suíça, e conta com representantes de mais de 100 países.

Durante o painel, Nísia citou a dificuldade enfrentada pela população de algumas regiões do Brasil como exemplo desse impacto desproporcional. “Neste início de 2024, as chuvas estão afetando a região sudeste com impacto diverso na população especialmente nas áreas consideradas mais vulneráveis, mais pobres, de população predominantemente afrodescendente. Então há, sim, uma questão étnico-racial presente”, comentou.

“Temos de nos antecipar e fortalecer os sistemas de saúde, desenvolver programas de ciência, tecnologia e inovação que favoreçam respostas dos sistemas de saúde, especificamente em relação a emergências de doenças de forte determinação social e ambiental”, alertou. “Precisamos organizar programas como o que vamos apresentar agora no Brasil, que é um plano de eliminação dessas doenças que têm forte determinação, a exemplo da doença de chagas e hanseníase”, complementou Nísia Trindade.

Ao discorrer sobre o contexto do clima, ela ainda mencionou um paradoxo. “Ao mesmo tempo, vivemos uma seca extrema na região amazônica. Todos esses fatores levam a um impacto diverso na saúde: interrupção de serviços essenciais, aumento de doenças que são transmitidas pela água e destruição de algumas unidades de saúde”.

A ministra aproveitou a oportunidade para conclamar os países a unirem esforços na construção de sistemas de saúde com foco na equidade e que caminhem juntos com outros setores governamentais, com a sociedade civil e o setor privado na elaboração de planos para redução de emissões de carbono, e na implementação de medidas sustentáveis para o setor de saúde. Segundo Nísia, essa é uma pauta prioritária que será trabalhada pelo Brasil na presidência do Grupo dos 20 (G20).

Assista ao painel

Fórum Econômico Mundial

Com o lema “Reconstruindo a confiança”, a 54ª edição do Fórum Econômico Mundial segue até a próxima sexta-feira (19). Ao longo da semana, a ministra participa de encontros bilaterais, painéis e rodas de conversa em que vai apresentar ao mundo as prioridades do Brasil na presidência do G20, como a proposta de criação de uma ampla parceria para o desenvolvimento de medicamentos e vacinas. Entre os temas estratégicos em debate no evento também estão a transição energética, segurança global e o desenvolvimento da inteligência artificial.

Saúde e Vigilância Sanitária

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Atualizado em 10/05/2024 16h20
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Taxa de HPV na genital atinge 54,4% das mulheres e 41,6% dos homens no Brasil, diz estudo

Pesquisa inédita encomendada pelo Ministério da Saúde busca conhecer a real situação do HPV no Brasil.
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Publicado em 21/12/2023 16h59

A taxa de infecção pelo HPV (papilomavírus humano) na genital atinge 54,4% das mulheres que já iniciaram a vida sexual e 41,6% dos homens. Os resultados são da pesquisa nacional sobre o tema, encomendada pelo Ministério da Saúde e feita por meio do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do SUS (Proadi-SUS). Os números referem-se à modalidade de alto risco da doença. O cenário reforça a importância da vacinação, política pública em que a pasta vem redobrando investimentos desde o início da atual gestão.

O HPV é a infecção sexualmente transmissível mais comum no mundo e está associada a mais de 90% dos casos de câncer de colo do útero e de ânus, e a mais da metade dos casos de câncer na vulva, pênis e orofaringe. Além disso, 90% das verrugas genitais são provocadas pela infecção. A vacinação é uma opção segura e eficaz de prevenção da infecção ao HPV, disponibilizada pelo Sistema Único de Saúde (SUS). A vacina quadrivalente previne contra essas complicações e está disponível, gratuitamente, nos cerca de 38 mil postos de vacinação pelo Brasil.

Antes, a vacina era aplicada apenas em crianças e adolescentes de 9 a 14 anos e em pessoas de 9 a 45 anos em condições clínicas especiais, como as que vivem com HIV ou aids, transplantados de órgãos sólidos ou medula óssea e pacientes oncológicos (imunossuprimidos). Desde agosto, passou também a ser oferecida a vítimas de abuso sexual. A decisão de ampliar o público-alvo se alinha à recomendação da Organização Mundial da Saúde (OMS) e da Associação Pan-Americana de Infectologia (API).

Entretanto, nos últimos anos, o país enfrenta queda de cobertura da vacinação contra o HPV. Em 2022, entre as meninas, a primeira e a segunda dose tiveram, respectivamente, 75,91% e 57,44% de adesão. Entre os garotos, os valores são ainda menores: 52,26% na primeira aplicação e 36,59% na segunda. Os dados deste ano ainda não estão consolidados.

Prevenção ao câncer

Segundo o diretor do Programa Nacional de Imunizações (PNI), Eder Gatti, o estudo é uma ferramenta de combate usada pelo Ministério da Saúde. “A pesquisa traz algo importante que é mostrar para a população que o HPV está associado a câncer em outras regiões, como a anal, e que a vacina não é apenas contra o câncer de colo de útero. É uma vacina contra vários tipos de câncer que podem afetar homens e mulheres”, alerta.

Gatti também ressalta o quão importante é a imunização contra o HPV. “Em uma estratégia inédita, o Ministério está promovendo ações de microplanejamento nos estados, conforme o calendário da multivacinação. As equipes da pasta estão percorrendo todo o Brasil com treinamentos para gestores e lideranças locais com o objetivo de ajustar a estratégia de vacinação de acordo com as realidades locais. Estamos nas escolas, nas casas, em todos os lugares”, esclarece.

Para o reforço na imunização, a pasta destinou mais de R$ 151 milhões a estados e municípios, como parte das ações de microplanejamento. A retomada das altas coberturas vacinais é uma prioridade do governo federal, especialmente em crianças e adolescentes, público considerado prioritário.

Esquema vacinal do HPV

• Pessoas de 9 a 14 anos de idade, do sexo feminino e masculino, vítimas de violência sexual – Duas doses conforme o Calendário Nacional de Vacinação de rotina.  As doses devem ter um intervalo de 6 meses;

• Pessoas de 15 a 45 anos de idade, do sexo feminino e masculino, imunocompetentes e vítimas de violência sexual – Três doses, com um intervalo de 2 meses entre a primeira e a segunda; e de 6 meses, entre a primeira e a terceira. O intervalo para vacinar deve ser de no máximo 6 meses;

• Pessoas de 15 a 45 anos de idade, do sexo feminino e masculino nas indicações especiais (vivendo com HIV ou aids, transplantados de órgãos sólidos ou medula óssea); pacientes oncológicos; imunossuprimidos (pessoas vivendo com HIV ou aids, transplantados e pacientes oncológicos); e vítimas de violência sexual – Três doses, com um intervalo de 2 meses, entre a primeira e a segunda; e de seis meses, entre a primeira e a terceira (0, 2 e 6 meses).

A vacina contra o HPV foi desenvolvida em 2006, na Austrália, e integra os programas de imunização de mais de 50 países. No Brasil, é produzida pelo Instituto Butantan e protege contra o HPV de baixo risco, tipos 6 e 11, que causam verrugas anogenitais, e de alto risco tipos 16 e 18, que causam câncer de colo uterino, de pênis, de canal anal e de orofaringe.

Saúde e Vigilância Sanitária

Ministério da Saúde lança chamada pública para mapear experiências exitosas em proteção social às pessoas com tuberculose

Iniciativa do Programa Brasil Saudável busca identificar práticas inovadoras que promovam direitos, enfrentem o estigma e fortaleçam a articulação entre saúde e assistência social
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Publicado em 31/10/2025 14h30

O Ministério da Saúde abriu uma chamada pública para identificar e valorizar experiências exitosas em proteção social voltadas às pessoas com tuberculose. A iniciativa faz parte do Programa Brasil Saudável – Unir para Cuidar e busca práticas inovadoras que fortaleçam a articulação entre saúde e assistência social, promovam direitos e enfrentem o estigma da doença.

Podem participar secretarias de saúde, coordenações estaduais e municipais de tuberculose, serviços do SUS, secretarias de assistência social, organizações da sociedade civil e instituições acadêmicas. As experiências selecionadas serão apresentadas em evento virtual e publicadas pelo Ministério da Saúde.

As iniciativas devem estar alinhadas às diretrizes do Programa Brasil Saudável, à Instrução Operacional Conjunta nº 01/2019 (IOC) e ao Plano Nacional pelo Fim da Tuberculose, podendo envolver ações de segurança alimentar, apoio socioeconômico, transporte, habitação, enfrentamento do estigma, inovação, pesquisa e articulação intersetorial.

Inscrições

As inscrições são exclusivas pelo formulário eletrônico, até 23h59 do dia 5 de dezembro de 2025. Cada instituição pode inscrever apenas uma experiência, que será avaliada por um Comitê de Seleção composto por especialistas, membros da academia e da sociedade civil.

Serão escolhidas dez experiências, com representantes de todas as regiões do país, que receberão certificado, convite para apresentação em evento virtual e coautoria na publicação oficial. Iniciativas com pontuação mínima, mas não selecionadas, receberão menção honrosa.

O cronograma prevê início das inscrições em 29 de outubro de 2025, término em 5 de dezembro de 2025, início da avaliação em 15 de dezembro de 2025 e divulgação dos resultados em 2 de fevereiro de 2026. Dúvidas podem ser enviadas para tuberculose@saude.gov.br.


João Moraes

Ministério da Saúde

Saúde e Vigilância Sanitária

Saúde institui seis comitês técnicos para auxiliar na elaboração de políticas públicas para eliminação de infecções e doenças

Iniciativa visa qualificar a atenção, o cuidado e o atendimento à população brasileira
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Publicado em 03/04/2025 11h03

O Ministério da Saúde instituiu seis novos comitês técnicos assessores (CTAs) com a finalidade de assessorar o Departamento e HIV, Aids, Tuberculose, Hepatites Virais e Infecções Sexualmente Transmissíveis (Dathi/SVSA/MS) na elaboração de políticas públicas na resposta a infecções e doenças. Para o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, esse é um reforço da atual gestão com o compromisso de agilizar o atendimento à população. “Os CTAs também auxiliam o Ministério da Saúde na atualização das diretrizes clínicas para melhoria do atendimento à população e diminuição do tempo entre diagnóstico e início de tratamento”.

Foram instituídos CTAs em infecções sexualmente transmissíveis (ISTs); em vírus linfotrópico de células T humanas (HTLV); em prevenção da transmissão vertical de HIV, sífilis, hepatites virais, HTLV e outras ISTs; de diagnóstico e monitoramento de infecção por HIV, hepatites virais e outras ISTs; para coinfecção de tuberculose e HIV; e de terapia antirretroviral para adultos que vivem com HIV ou aids.

Os Comitês são compostos por representantes de conselhos, secretarias, sociedade civil, associações e especialistas com notório saber e experiência nos temas para apoiar na proposição, elaboração e avaliação de estratégias para controlar essas infecções e doenças. Pâmela Gaspar, coordenadora-geral de Vigilância das Infecções Sexualmente Transmissíveis do Dathi, afirma que esse é um passo importante para o alcance das metas de eliminação estabelecidas pelo Programa Brasil Saudável.

“A existência dos CTA é fundamental para auxiliar o Ministério da Saúde na atualização de políticas públicas informadas por evidências científicas, considerando as especificidades do país e as prioridades da população quanto à ampliação do acesso à prevenção, testagem e a melhoria da qualidade do cuidado”, explica a coordenadora-geral.

Por sua vez, o diretor do Dathi/MS, Draurio Barreira, ressalta que a contribuição intersetorial e de representantes de diversos segmentos auxiliará na elaboração de ações mais equalitárias. “Precisamos de inovações tecnológicas e, ao mesmo tempo, o cuidado precisa ser centrado nas pessoas afetadas por infecções e doenças como HIV, tuberculose, hepatites virais, sífilis e outras infecções. Por isso, ampliar a diversidade de perspectivas é essencial para as políticas públicas”.

No início da atual gestão do Dathi/MS foram instituídos os CTAs em micoses endêmicas e oportunistas; em tuberculose; em hepatites virais; de vigilância da infecção pelo HIV, aids, tuberculose, hepatites virais e ISTs; e de prevenção da transmissão de HIV, aids, hepatites virais e outras ISTs.

Ministério da Saúde

Saúde e Vigilância Sanitária

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Atualizado em 18/06/2024 17h01
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2025

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Saúde realiza curso sobre cuidados na coinfecção TB-HIV

Atividade foi ofertada como curso pré-congresso do Medtrop 2023, em Salvador-BA
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Publicado em 12/09/2023 17h50

Dados do Ministério da Saúde apontam que 8,5% dos casos de tuberculose (TB) no Brasil em 2022 ocorreram em pessoas vivendo com HIV/aids (PVHA). A TB é a principal causa de mortes de PVHA no país. Ainda em 2022, 1.724 pessoas com a coinfecção TB-HIV vieram a óbito. 

Essas informações foram apresentadas durante o curso “Como fortalecer as ações colaborativas e os serviços de saúde para o manejo da coinfecção TB-HIV”, realizado como atividade prévia ao 58º Congresso da Sociedade Brasileira de Medicina Tropical – Medtrop 2023, realizado entre os dias 10 e 13 de setembro em Salvador-BA. A Coordenação-Geral de Vigilância da Tuberculose e Micoses Endêmicas do Departamento de HIV, Aids, Tuberculose, Hepatites Virais e ISTs (CGTM/Dathi) integrou a atividade com as palestras das consultoras técnicas Denise Arakaki e Liliana Romero. O curso também contou com a participação da médica infectologista Rossana Brito. 

A iniciativa abordou aspectos gerais da coinfecção, dados epidemiológicos nacionais e internacionais, ações governamentais, metas da Organização Mundial da Saúde (OMS) das quais o Brasil é signatário e outras iniciativas para a resposta ao problema de saúde pública. Conforme as informações destacadas durante o curso, o trabalho colaborativo para o cuidado da coinfecção TB-HIV vai muito além de reunir diretrizes de cada uma das infecções e disponibilizá-las para que serviços e profissionais de saúde façam o cuidado integrado. 

As palestrantes afirmaram que é necessário um olhar diferenciado de todos os atores envolvidos para, de maneira efetiva, diminuir barreiras de acesso ao cuidado integral em saúde. De acordo com as palestras, é preciso reforçar as atividades de prevenção ao HIV nos serviços de TB e vice-versa. 

Ainda segundo as palestrantes, o cuidado multissetorial também é fundamental para a resposta adequada à coinfecção TB-HIV, pois muitas pessoas precisam da atenção da Assistência Social em relação a alimentação e mobilidade, dentre outros. Aos gestores, foi demonstrada a importância de aumentar a captação de recursos específicos para o cuidado da coinfecção, a garantia da notificação e a distribuição de tratamentos preventivos aos usuários. 

Helen Medeiros, bioquímica do Laboratório Central do Amazonas, onde trabalha com micobacteriologia na investigação de casos de tuberculose, diz que o curso despertou nela a necessidade de ter um olhar mais integral para a coinfecção TB-HIV. “A gente olha para o paciente só com HIV e para o paciente só com tuberculose, perdendo um pouco o olhar para esse paciente [com TB-HIV], que precisa ser visto com muito cuidado, mais que a doença isoladamente, pois quem tem HIV e se descobre com tuberculose, ou tem tuberculose e se descobre com HIV, precisa muito de assistência social e médica e do cuidado redobrado dos demais profissionais”. 

MEDTROP

O Medtrop é um congresso realizado pela Sociedade Brasileira de Medicina Tropical, com mais de 60 anos de história. Trata-se do maior congresso de medicina tropical da América Latina. Em sua 58ª edição, trouxe como tema central os “Desafios da medicina tropical no século XXl: como enfrentá-los?”. Realizado entre 10 e 13 de setembro deste ano em Salvador-BA, reuniu profissionais, gestores, pesquisadores e estudantes que se dedicam às doenças tropicais, em geral determinadas socialmente e negligenciadas pela sociedade. Sua programação contou com a participação nacional e internacional de cerca de 3 mil pessoas em conferências, palestras, cursos, oficinas e mesas redondas, bem como em eventos paralelos, a exemplo do Workshop da Rede de Tuberculose, o ChagasLeish e o Fórum de Doenças Negligenciadas

Saúde apresenta perspectivas sobre o cuidado na lobomicose

Miniconferência apontou a necessidade de realizar pesquisas científicas sobre o tema
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Publicado em 13/09/2023 11h32 Atualizado em 15/09/2023 16h42

A responsável pelas ações relacionadas às micoses endêmicas da Coordenação-Geral de Vigilância da Tuberculose e das Micoses Endêmicas e Micobactérias Não Tuberculosas (CGTM) do Ministério da Saúde, Maria Adelaide Millington, aceitou o desafio proposto pela Comissão Científica do Congresso da Sociedade Brasileira de Medicina Tropical – Medtrop 2023: realizar uma miniconferência sobre perspectivas terapêuticas na lobomicose, também conhecida como micose de Jorge Lobo. O Congresso ocorre em Salvador-BA e termina nesta quarta-feira (13). 

A lobomicose é uma infecção de evolução crônica, causada por um fungo que atinge a pele das pessoas. No Brasil, os estados da região amazônica concentram a maioria dos casos registrados dessa micose. Atualmente, o Ministério da Saúde tem conhecimento de 907 casos, sendo 55% registrados no Acre. Contudo, não se trata de uma infecção de notificação compulsória. 

Conforme a apresentação da consultora técnica do Ministério da Saúde, que é médica infectologista, especialista em micologia e mestre em medicina tropical, a lobomicose ainda não tem tratamento específico e necessita de cuidados que são longos e pouco exitosos. Ela explicou que, em busca de compreender melhor o tratamento da micose, a CGTM contratou uma revisão sistemática. Os dados apontaram a existência de pouquíssimos estudos sobre o tema e revelou, ainda, que os tratamentos medicamentosos – em geral, combinados com itraconazol – são pouco eficazes, além do consenso sobre a necessidade de remoção cirúrgica das lesões. 

Os ouvintes da miniconferência puderam compreender por que a infecção acaba entrando na lista de doenças negligenciadas e, ao mesmo tempo, saber quais são as ações da pasta ministerial para garantir o cuidado às pessoas com lobomicose. Maria Adelaide apresentou toda a contextualização que culminará na apresentação de uma proposta preliminar de pesquisa para a definição de um protocolo clínico e diretrizes terapêuticas, bem como em uma série de encaminhamentos para garantir o cuidado às pessoas acometidas pela infecção. 

Ainda conforme a consultora, além da proposta de pesquisa, a CGTM planeja ofertar treinamento de profissionais de saúde para vigilância e assistência dos casos de lobomicose e ações preventivas por meio de educação continuada. Além disso, a Coordenação também irá convidar técnicos da Secretaria de Saúde Indígena e de outras secretarias ministeriais afeitas ao tema para as discussões sobre a lobomicose por meio da formalização de um grupo governamental. 

MEDTROP

O Medtrop é um congresso realizado pela Sociedade Brasileira de Medicina Tropical, com mais de 60 anos de história. Trata-se do maior congresso de medicina tropical da América Latina. Em sua 58ª edição, trouxe como tema central os “Desafios da medicina tropical no século XXl: como enfrentá-los?”. Realizado entre 10 e 13 de setembro deste ano em Salvador-BA, reuniu profissionais, gestores, pesquisadores e estudantes que se dedicam às doenças tropicais, em geral determinadas socialmente e negligenciadas pela sociedade. Sua programação contou com a participação nacional e internacional de cerca de 3 mil pessoas em conferências, palestras, cursos, oficinas e mesas redondas, bem como em eventos paralelos, a exemplo do Workshop da Rede de Tuberculose, o ChagasLeish e o Fórum de Doenças Negligenciadas.

Ministério da Saúde lança campanha de carnaval com foco na prevenção às infecções sexualmente transmissíveis

Iniciativa vai lembrar aos foliões que a proteção é uma peça fundamental para a festa, lado a lado com o respeito, a diversidade e a inclusão. Atendimento, diagnóstico e tratamento estão disponíveis no SUS
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Publicado em 07/02/2024 15h20 Atualizado em 08/02/2024 15h35

Para conscientizar a população sobre a importância do uso da camisinha para prevenção das Infecções Sexualmente Transmissíveis (ISTs), o Ministério da Saúde lança, nesta terça-feira (6), a campanha nacional do carnaval 2024.  Com o slogan ‘Carnaval, respeito e proteção #TemQueTer’, a campanha será veiculada na TV aberta, no rádio e em locais de grande circulação de pessoas em todo o Brasil. A estratégia inclui peças de comunicação que trazem os ritmos e a cultura de cada região do país, além de conteúdos específicos para os momentos antes, durante e depois das festas.

Outra importante forma de prevenir contra as ISTs, como o HIV, por exemplo, é fazendo uso da PrEP, método que consiste em tomar comprimidos antes da relação sexual, que permitem ao organismo estar preparado para enfrentar um possível contato com o HIV. A pessoa em PrEP realiza acompanhamento regular de saúde, com testagem para o HIV e outras infecções sexualmente transmissíveis. Entre os avanços conquistados em 2023 pelo Ministério da Saúde, está a disponibilização da profilaxia nos ambulatórios que acompanham a saúde de pessoas trans. Em todos os estados há serviços de saúde ofertando a PrEP.

Ainda no ano passado, a pasta investiu R$ 27 milhões na aquisição de testes rápidos que detectam sífilis e HIV em um mesmo dispositivo. A inclusão do teste inédito no Sistema Único de Saúde (SUS) fortalece o rastreio e tratamento mais ágil para a população. Inicialmente, o duo teste será direcionado para o rastreio em mulheres grávidas, trabalhadoras do sexo e homens que fazem sexo com homens. As demais pessoas serão testadas com a tecnologia que já é ofertada atualmente.

Entre as vantagens do novo teste, estão a simplificação do processo de execução, que exige apenas um reagente, e a redução do espaço necessário para armazenamento nos postos de atendimento. Assim como o rastreio que já é feito, a leitura de resultado do duo teste será de até 30 minutos, sem a necessidade de estrutura laboratorial.

Outro importante anúncio do governo federal em 2023 foi a diminuição da quantidade de comprimidos ingeridos diariamente para as pessoas que vivem com o vírus do HIV. O medicamento, agora único, combina dois antirretrovirais, ambos fornecidos pelo SUS: lamivudina e dolutegravir. O remédio facilita a vida do usuário, evita efeitos colaterais e mantém a carga viral controlada. Em janeiro de 2024, o Ministério da Saúde distribuiu 5,6 milhões de unidades do medicamento para estados e municípios.

O Comitê Interministerial para Eliminação da Tuberculose e Outras Doenças Determinadas Socialmente (Ciedds) também integra as novidades anunciadas durante 2023. Coordenado pelo Ministério da Saúde, o grupo é inédito e vai funcionar até janeiro de 2030. Dados da pasta apontam que, entre 2017 e 2021, as doenças determinadas socialmente foram responsáveis pela morte de mais de 59 mil pessoas no Brasil. O plano de trabalho inicial inclui enfrentar 11 dessas enfermidades. A meta é que a maioria das doenças sejam eliminadas como problema de saúde pública. Para o HIV e a aids, o objetivo é atingir as metas operacionais de eliminação pactuadas internacionalmente, incluindo a eliminação da transmissão vertical de HIV, sífilis e hepatite B, quando a infecção é passada de mãe para filho.

Para o carnaval 2024, o foco da campanha é lembrar aos foliões que a proteção é uma peça fundamental para a festa, lado a lado com o respeito, a diversidade e a inclusão.

Mais sobre as ISTs e a assistência no SUS

Ouso da camisinha externa ou interna, em todas as relações sexuais, é o método mais eficaz para proteção contra o HIV e outras infecções sexualmente transmissíveis. O Ministério da Saúde reforça que camisinhas podem ser retiradas gratuitamente nas Unidades Básicas de Saúde. As IST são causadas por vírus, bactérias ou outros microrganismos e transmitidas, principalmente, por meio de contato sexual com uma pessoa que esteja infectada. Atendimento, diagnóstico e tratamento estão disponíveis no SUS de forma gratuita.

Existem diversos tipos de ISTs. As mais conhecidas são:

- HIV;

- Sífilis;

- Herpes genital;

- HPV;

- Gonorreia;

- Infecção por clamídia;

- Hepatites B e C;

- Infecção pelo HTLV; e

- Tricomoníase.

As Infecções Sexualmente Transmissíveis aparecem, principalmente, no órgão genital, mas também podem surgir em outras partes do corpo, como palma das mãos, olhos ou língua. Elas podem se manifestar por meio de feridas, corrimentos e verrugas anogenitais, entre outros possíveis sintomas, como dor pélvica, ardência ao urinar, lesões de pele e aumento de ínguas. Ao perceber qualquer sinal ou sintoma, deve-se procurar o serviço de saúde, independentemente de quando foi a última relação sexual. É importante que não haja automedicação e que o tratamento seja prescrito por um profissional de saúde habilitado.

O Ministério da Saúde ressalta, ainda, a importância da realização de testes para diagnóstico precoce, principalmente se houver relação sexual desprotegida, pois algumas ISTs podem não apresentar sinais e sintomas. Caso apresente exposição sexual com risco de infecção, o usuário deve se informar sobre a profilaxia pós-exposição (PEP), que deve ser iniciada em até 72 horas. Se não forem diagnosticadas e tratadas precocemente, algumas infecções podem levar a graves complicações. Também é de extrema relevância que as parcerias sexuais sejam alertadas sempre que uma IST for diagnosticada, para que também realizem o tratamento.

A camisinha também é um importante método contraceptivo para quem quer evitar a gravidez. Além do preservativo, o SUS oferta de maneira gratuita outros métodos que ajudam com os cuidados relacionados aos direitos sexuais e reprodutivos, como anticoncepcional injetável mensal, anticoncepcional injetável trimestral, minipílula, pílula combinada, diafragma, pílula anticoncepcional de emergência (ou pílula do dia seguinte) e o Dispositivo Intrauterino (DIU).

Você sabia?

O termo ‘Infecções Sexualmente Transmissíveis (ISTs)’ passou a ser adotado em substituição à expressão ‘Doenças Sexualmente Transmissíveis (DSTs)’, porque destaca a possibilidade de uma pessoa ter e transmitir uma infecção, mesmo sem sinais e sintomas. Além disso, se tratadas precocemente, várias infecções não se tornam doenças.

Conheça a campanha de prevenção às ISTs - Carnaval 2024.

Use camisinha e conheça a Prevenção Combinada. Previna-se!

Saúde e Vigilância Sanitária

Criadores de conteúdo dialogam sobre uso de redes sociais para divulgar informações de prevenção do HIV

Seminário realizado pelo Ministério da Saúde dialoga sobre novas formas de informar a população sobre métodos de prevenção do HIV
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Publicado em 05/09/2024 17h54 Atualizado em 06/09/2024 09h35

O Ministério da Saúde (MS) promoveu o seminário “Caminhos para a prevenção do HIV” para compartilhar experiências, estudos e ações em saúde, com objetivo de aperfeiçoar a prevenção ao HIV. O HIV e a aids são problemas de saúde pública em vários lugares no mundo e o Brasil tem participado dos esforços globais para o controle da transmissão da infecção.

O evento reuniu gestores(as), trabalhadores(as) de saúde, acadêmicos(as), sociedade civil, além de criadores de conteúdo. Foram realizadas cinco mesas temáticas, todas voltadas para a utilização de novas tecnologias e novas formas de comunicação que estão agregando resultados na resposta à aids.

Para o diretor substituto do Departamento de HIV, Aids, Tuberculose, Hepatites Virais e Infecções Sexualmente Transmissíveis (Dathi/SVSA/MS), Artur Kalichman, o seminário “foi um momento de compartilhar as experiências para avaliar e reavaliar os caminhos da prevenção na perspectiva da eliminação da aids enquanto problema de saúde pública no Brasil até 2030”. “Estamos aqui juntos para aprimorar a nossa estratégia de prevenção, pois só assim alcançaremos a nossa meta”, conclui.

Na parte da manhã, a primeira mesa “Encontros, trocas e sexo na era das mídias sociais” contou com a participação do pesquisador da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo, Alexandre Grangeiro, como debatedor, e teve como foco as novas interações sociais que têm modificado a forma como as pessoas se relacionam sexualmente, com o uso de drogas e aplicativos digitais, por exemplo. A colaboradora do Centro de Ensino e Pesquisa do Centro de Convivência É de Lei, Karin Di Monteiro, trouxe o termo chemsex – consumo de drogas para facilitar ou aumentar a atividade sexual - para o debate.

A pesquisadora da Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho, Larissa Pelúcio, destacou que os avanços nas tecnologias preventivas não diminuíram o estigma e a discriminação em relação às pessoas vivendo com HIV ou aids e que os likes podem reiterar preconceitos presentes no off-line. “Esse cenário de interações plataformizadas e de ambiguidades frente à gestão dos nossos afetos me parecem determinantes para os processos de formulação e implementação, monitoramento de políticas voltadas para prevenção e para os cuidados em saúde”, ressalta.

Já o trabalho sexual no contexto das mídias sociais e aplicativos foi discutido pela pesquisadora da Universidade Estadual de Campinas e Universidade Federal do Amazonas, Carolina Bonomi, que mostrou uma linha do tempo das transformações do trabalho sexual que passou a estar presente também no ambiente virtual. “Nós precisamos entender essa nova classe de trabalho, que é totalmente diversa, para sabermos como podemos dialogar com elas e ajudar nos cuidados necessários com a saúde”, destaca.

Uma das formas de incentivar a conscientização da população sobre as infecções sexualmente transmissíveis (ISTs) é por meio das redes sociais, visando dialogar com o público mais jovem. E, para discutir a forma que deve ser feita essa comunicação digital, o seminário também abordou o tema “Mídias sociais como ferramenta para a oferta de prevenção do HIV”. A mesa contou com criadores de conteúdo que utilizam as redes sociais para informar públicos diversos sobre o tema.

Os criadores do podcast Preto Positivo, Emer Conatus e Raul Nunes, utilizam o stream para destacar as narrativas de pessoas pretas LGBTQIAPN+ que vivem com HIV ou aids. Os podcasters, que vivem com HIV, perceberam a dificuldade de encontrar pessoas pretas relatando suas vivencias com a infecção e sentiam falta da representatividade, por isso se juntaram para a criação do Preto Positivo. De acordo com a segunda edição do Boletim Epidemiológico da População Negra, lançado em outubro de 2023 pelo Ministério da Saúde, as pessoas negras são as mais impactadas pelas novas infecções por HIV e evolução para aids.

O revezamento entre o consultório e as redes sociais, principalmente o Instagram, é feito pelo médico infectologista, Ricardo Kores, que utiliza ambos para disseminar informações sobre a prevenção do HIV para os jovens. E, para se comunicar com a população jovem nas redes sociais sem que o algoritmo identifique o conteúdo como pornografia, Kores começou a utilizar analogias, como: “rosquinha” para o ânus, “pirulito” para o pênis e “bruschetta” para a vagina. “Eu acho que a adaptação do conteúdo com analogias faz com que a pessoa ache o conteúdo engraçado e, ao mesmo tempo, aprenda e melhore o diálogo de prevenção e tratamento”, afirma.

Outro comunicador em saúde que participou da mesa foi o criador do canal Super Indetectável, João Geraldo Netto, que divulga informações sobre sexualidade, comportamento e saúde sexual e reprodutiva com foco na população LGBTQIAPN+. “A gente precisa ficar atento as inovações tecnológicas e usar isso ao nosso favor, por que já tem gente utilizando essas tecnologias para desinformar sobre as ISTs”, destacou o criador do Super Indetectável.

Na parte da tarde houve mais três mesas temáticas: Prevenção combinada pelo olhar das populações mais afetadas pelo HIV; Como inovar no acesso à prevenção combinada do HIV; e Caminhos em construção: entregas para a prevenção do HIV.

 

João Vitor Moura
Ministério da Saúde

Saúde e Vigilância Sanitária

Ministério da Saúde lança chamada pública para mapear experiências exitosas na prevenção da tuberculose

Iniciativa busca identificar ações inovadoras e replicáveis no enfrentamento da infecção latente pelo Mycobacterium tuberculosis e na oferta do tratamento preventivo da doença; inscrições vão até 15 de setembro
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Publicado em 17/07/2025 13h27 Atualizado em 21/07/2025 10h17

O Ministério da Saúde abriu a Chamada Pública para o Mapeamento de Experiências Exitosas na Infecção Latente pelo Mycobacterium tuberculosis (ILTB) e na Oferta do Tratamento Preventivo da Tuberculose (TPT). A iniciativa é coordenada pela Coordenação-Geral de Vigilância da Tuberculose, Micoses Endêmicas e Micobactérias Não Tuberculosas (CGTM), do Departamento de HIV/Aids, Tuberculose, Hepatites Virais e Infecções Sexualmente Transmissíveis (DATHI), vinculado à Secretaria de Vigilância em Saúde e Ambiente (SVSA).

Com inscrições abertas até o dia 25 de setembro de 2025, por meio da plataforma https://edital.aids.gov.br, a chamada tem como objetivo valorizar, reconhecer e divulgar iniciativas bem-sucedidas que promovam a prevenção da tuberculose e ampliem o acesso ao tratamento preventivo, contribuindo para o cumprimento das metas do Plano Nacional pelo Fim da Tuberculose como Problema de Saúde Pública (2021–2025). As experiências selecionadas serão apresentadas em evento promovido pelo Ministério da Saúde e integrarão uma publicação oficial.

Poderão participar coordenações estaduais e municipais de TB, serviços de saúde do SUS, organizações da sociedade civil, instituições acadêmicas e grupos de pesquisa que atuem em parceria com o controle da tuberculose. Serão aceitas experiências implementadas entre 2023 e 2024, ou ainda em execução, que estejam alinhadas às diretrizes do Programa Brasil Saudável e apresentem caráter inovador, impacto positivo e possibilidade de replicação.

As iniciativas devem se enquadrar em uma das cinco linhas temáticas: prevenção e cuidado centrado na pessoa; qualificação do diagnóstico da ILTB e do TPT; ações colaborativas TB-HIV; estratégias de comunicação e enfrentamento ao estigma; e compromisso político e gestão. Serão selecionadas dez experiências — uma por região brasileira e as cinco melhores pontuadas no ranking geral —, que receberão certificado de reconhecimento, convite para apresentação oral e coautoria na publicação oficial do Ministério da Saúde.

As propostas serão avaliadas por um comitê de seleção, composto por especialistas do Ministério da Saúde, da academia e da sociedade civil, com base em critérios como potencial de replicação, inovação, alinhamento com as diretrizes nacionais e relevância para o fim da tuberculose como problema de saúde pública.

Para mais informações, dúvidas e acesso ao edital completo, os interessados devem consultar a página oficial do DATHI/SVSA no portal do Ministério da Saúde: www.gov.br/aids, ou entrar em contato pelo e-mail: tuberculose@saude.gov.br.

João Moraes

Ministério da Saúde

Saúde e Vigilância Sanitária

Divulgada lista de projetos de mobilização social selecionados para receber apoio financeiro do Ministério da Saúde

Edital selecionou projetos de organizações civis dedicados à promoção de saúde e direitos humanos em HIV, aids, tuberculose, hepatites virais, HTLV e outras ISTs
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Publicado em 10/03/2025 17h30

O Ministério da Saúde divulgou, nesta segunda-feira (10), a lista de 33 projetos aprovados pelo edital n.º 02/2024 para seleção de Organizações da Sociedade Civil (OSCs), realizado pelo Departamento de HIV, Aids, Tuberculose, Hepatites Virais e Infecções Sexualmente Transmissíveis (Dathi), em parceria com a Organização Pan-Americana da Saúde (Opas/OMS). Foram selecionados projetos para promoção de saúde e direitos humanos em pessoas vivendo com HIV, aids, tuberculose, hepatites virais, HTLV e outras infecções sexualmente transmissíveis (ISTs).  

A iniciativa tem como objetivo fomentar a implementação dos projetos selecionados, fortalecendo a resposta nacional a essas infecções e doenças. Para o diretor do Dathi/MS, Draurio Barreira, a sociedade civil é um dos pilares do Programa Brasil Saudável. “As OSCs estão mais próximas às populações-chaves e por isso são estratégicas tanto na construção das políticas públicas, quanto para garantia dos direitos humanos”. 

O teto para a realização de cada projeto é de até R$ 160 mil, até o limite financeiro total de R$ 5 milhões. 

Swelen Botaro

Ministério da Saúde

Saúde e Vigilância Sanitária

Brasil e Reino Unido compartilham experiências na resposta a infecções sexualmente transmissíveis

Coordenadora-geral da Cgist foi convidada para o STI-Net Workshop Brasil UK, que ocorreu nos dias 21 e 22 de agosto, em São Paulo
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Publicado em 28/08/2024 10h39 Atualizado em 30/08/2024 10h36

A coordenadora-geral de Vigilância das Infecções Sexualmente Transmissíveis do Departamento de HIV, Aids, Tuberculose, Hepatites Virais e Infecções Sexualmente Transmissíveis (Cgist/Dathi), Pâmela Gaspar, participou do STI-Net Workshop Brasil UK, em São Paulo, na última semana. 

O evento fez parte de uma parceria entre a London School of Hygiene & Tropical Medicine (LSHTM) e o Departamento de Infectologia e Medicina Tropical da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (Fmusp), sob as coordenações da Dra. Gwenda Hughes e da Dra. Silvia Costa, respectivamente. O STI-Net Workshop teve como objetivo a revisão de dados recentes e de evidências sobre a carga de infecções sexualmente transmissíveis (ISTs) e a resistência aos antimicrobianos relacionada às ISTs (principalmente Neisseria gonorrhoeae e Mycoplasma genitalium), tanto globalmente quanto no Brasil. O evento ainda objetivou a troca de conhecimentos sobre novas pesquisas brasileiras e a identificação de lacunas de conhecimento, áreas para inovação e prioridades de pesquisa em ISTs.  

Pâmela Gaspar foi convidada como representante do Ministério da Saúde para apresentar um panorama da vigilância e do controle de ISTs no Brasil e compartilhar reflexões que orientem os esforços de pesquisa e intervenção na área. “Essa é uma excelente oportunidade para estabelecer parcerias, trocar experiências e contribuir para o avanço do conhecimento e das práticas na área das ISTs e da resistência antimicrobiana”, declara. 

Juntamente com representantes do Reino Unido, estiveram presentes no STI-Net redes e organizações parceiras do Brasil, como a Fiocruz/RJ, CRT Santa Cruz, Fleury,  HC/SEAP/USP, Universidade de Brasília e Santa Casa de São Paulo e demais instituições na nas áreas de saúde pública, clínica, academia e laboratório envolvidas em cuidados de saúde de ISTs e resistência antimicrobiana, vigilância e pesquisa. 

“Junto aos demais participantes, a Cgist busca abordar as lacunas de conhecimento existentes, além de desenvolver estratégias eficazes para enfrentar esses desafios, como o aproveitamento de tecnologias de testes moleculares e o desenvolvimento de inovações digitais sustentáveis na assistência e vigilância à saúde”, explica a coordenadora-geral da Cgist.

Junio Silva
Ministério da Saúde

Saúde e Vigilância Sanitária

Projeto brasileiro que promove acesso à prevenção combinada por pessoas trans e não binárias é tema na Conferência Internacional de Aids

Painel reúne pesquisadores de diversos países para compartilhar experiências exitosas na promoção da prevenção centrada nas pessoas
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Publicado em 26/07/2024 10h58 Atualizado em 26/07/2024 10h59

Com o tema “Colocar as pessoas em primeiro lugar”, a 25ª Conferência Internacional de Aids tem reunido diversos exemplos positivos de todo o mundo sobre modelos de prevenção ao HIV. Nessa quarta-feira (24), o Brasil teve a oportunidade de mostrar os resultados de projeto voltado para a promoção de acesso à prevenção combinada em serviços de saúde para pessoas trans e não binárias.

Em Munique/Alemanha, a assessora de Políticas de Inclusão, Diversidade e Equidade em Saúde da Secretaria de Vigilância em Saúde e Ambiente (SVSA/MS), Alícia Krüger explicou o projeto e ressaltou a importância de farmacêuticos(as) poderem prescrever as profilaxias pré e pós-exposição ao HIV (PrEP e PEP), facilitando o acesso a essas estratégias de prevenção.

Em sua fala, Alícia Krüger destacou que, no Brasil, 2% das pessoas se identificam como trans ou não binárias. O projeto mapeou 130 serviços voltados para essa população, disponibilizou equipamentos e qualificou profissionais na elaboração de estratégias para oferta de tecnologias de prevenção ao HIV junto a esse público.

A assessora ressaltou, ainda, que a elaboração da resposta ao HIV precisa estar centrada nas pessoas. “Essa apresentação não foi sobre PrEP, nem sobre farmacêuticos(as). Foi sobre colocar as pessoas em primeiro lugar. Esse é o modelo brasileiro: ‘nada sobre nós, sem nós”.

Impacto do racismo no acesso à prevenção e ao tratamento de HIV

Gregorio Millet, pesquisador da Fundação para a Pesquisa da Aids (amFAR), abordou como o racismo estrutural impacta o acesso de homens negros à prevenção e ao tratamento nos Estados Unidos e na Europa. No entanto, ele alertou que essa é uma questão que vai além das fronteiras geográficas. “Temos falado sobre raça e racismo, mas esse problema não afeta apenas o cuidado em relação ao HIV. Estudos mostram que a raça é determinante no acesso ao cuidado de outras infecções, inclusive fora dos EUA e da Europa”.

Além disso, de acordo com as pesquisas apresentadas por Millet, homens negros que fazem sexo com outros homens são afetados não apenas pelo racismo, como também pela homofobia. “Ambos são formas de opressão estrutural”, afirmou.

Estratégias de prevenção em outros países

O painel “Serviços centrados nas pessoas: concepção e implementação de prevenção e cuidados eficazes na resposta ao HIV” também contou com palestras do pesquisador Fakhriddin Nizamov, representante do Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef Suíça), que apresentou a experiência ucraniana de integração de cuidados ao HIV em serviços de saúde voltados para jovens.

A pesquisadora Angela Tembo, do Centro de Pesquisa Ezintsha, da África do Sul, também exibiu os resultados de projeto que utilizou farmácias comunitárias para alcançar pessoas vulneráveis ao HIV, com o objetivo de iniciar o uso da PrEP naquele país.

Lorany Silva, Angela Martinazzo e Ádria Albarado

Ministério da Saúde

Saúde e Vigilância Sanitária

Brasil discute falta de acessibilidade no valor de antirretroviral em Conferência Internacional de Aids

Abordagem unificada do Mercosul para controle de qualidade de testes rápidos para HIV, sífilis e hepatite C também foi compartilhada no evento
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Publicado em 26/07/2024 12h05

Por meio do Sistema Único de Saúde (SUS), o Brasil oferece acesso à terapia antirretroviral de forma gratuita. Um estudo divulgado esta semana durante a 25ª edição da Conferência Internacional de Aids – realizada até esta sexta-feira (26), em Munique/Alemanha – analisa os valores investidos pelo país na compra de dolutegravir em comparação a outros países, para discutir a importância de valores acessíveis na garantia da saúde da população.

Draurio Barreira, diretor do Departamento de HIV, Aids, Tuberculose, Hepatites Virais e Infecções Sexualmente Transmissíveis (Dathi) da Secretaria de Vigilância em Saúde e Ambiente do Ministério da Saúde (SVSA/MS), ressaltou a incompatibilidade dos custos dos antirretrovirais com o esforço mundial para eliminar a aids como problema de saúde pública. “Não podemos aceitar que a saúde seja encarada de um ponto de vista meramente mercadológico. Estamos falando da vida das pessoas e os direitos humanos são inegociáveis”, afirmou.

A pesquisa apresentada por Luciana Lopes, consultora técnica do Dathi/MS, apontou que atualmente o dolutegravir é utilizado por mais de 580 mil pessoas. No entanto, os valores do antirretroviral ainda são uma barreira ao tratamento, pois possuem um impacto importante no acesso sustentável ao tratamento no Brasil e na garantia da incorporação de novos medicamentos.

 Abordagem do Mercosul para garantia da qualidade de testes rápidos de ISTs

Também na perspectiva do cuidado integral à saúde, Álisson Bigolin, consultor técnico do Departamento, difundiu a experiência unificada do Mercado Comum do Sul (Mercosul) na Avaliação Externa da Qualidade (AEQ) de testes diagnósticos para sífilis, infecção por HIV e hepatite C.

O Ministério da Saúde do Brasil iniciou, em 2011, um programa nacional para supervisionar a qualidade dos testes rápidos. Ao longo da presidência pro tempore do Brasil no Mercosul, foi possível estabelecer um protocolo único, considerando as diferenças de reagentes e instrumentos disponíveis na Argentina, Brasil, Paraguai e Uruguai. Com o compartilhamento dos resultados na Conferência, a pasta ministerial espera que outros países possam utilizar o protocolo, aproveitando as evidências disponíveis.

Para o pesquisador Rachawit Setpakdeem, do Hospital Ramathibodi, da Faculdade de Medicina da Universidade Mahidol, na Tailândia, é estimulante ouvir as experiências de outros países. “Tenho conhecido pessoas de diversos lugares do mundo, e entender como outros países desenvolvem ações relacionadas ao HIV tem sido inspirador”, afirma.

Lorany Silva, Angela Martinazzo e Ádria Albarado

Ministério da Saúde

Saúde e Vigilância Sanitária

Ministério da Saúde abre consulta pública sobre novo teste para diagnosticar infecção fúngica grave

Interessados em contribuir têm até o dia 2 de fevereiro
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Publicado em 15/01/2026 12h32

O Ministério da Saúde quer ouvir a sociedade sobre a proposta de incluir no SUS um novo exame para detectar a aspergilose invasiva. O teste, chamado imunoenzimático (técnica ELISA), busca identificar rapidamente a presença do fungo Aspergillus no organismo de pessoas imunocomprometidas.

A Consulta Pública é realizada por meio da Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no Sistema Único de Saúde (Conitec) e ficará aberta até o dia 2 de fevereiro de 2026.

A aspergilose invasiva ocorre quando o fungo Aspergillus entra pelas vias aéreas e atinge órgãos como pulmões e cérebro. Ela é considerada uma doença grave, com alta taxa de mortalidade, afetando principalmente pessoas que passaram por transplantes ou que tratam cânceres no sangue.

Atualmente, o SUS utiliza o exame de cultura, cujo resultado pode demorar e nem sempre identifica o fungo, gerando resultados "falso-negativos". Além disso, pode requerer procedimentos invasivos de coleta, não recomendados em pacientes muito debilitados. A nova tecnologia proposta, para a qual a coleta de material é minimamente invasiva, proporciona maior agilidade e acurácia nos resultados, permitindo início precoce do tratamento e evitando o uso desnecessário de medicações que podem causar efeitos colaterais e gerar resistência do fungo.

A coordenadora-geral de Vigilância da Tuberculose, Micoses Endêmicas e Micobactérias Não Tuberculosas (CGTM/SVSA/MS), Fernanda Dockhorn, ressalta o impacto da tecnologia para as pessoas mais vulnerabilizadas à doença.

 "Nosso objetivo com a oferta deste teste é garantir um diagnóstico precoce e seguro. Ao identificar o fungo rapidamente, podemos iniciar o tratamento correto de imediato, salvando vidas e evitando gastos com medicamentos que não seriam eficazes para aquele caso específico”, informa.

A Conitec deu um parecer inicial favorável à oferta do teste. Os(as) especialistas consideraram que o exame é fácil de ser usado nos hospitais, tem custo adequado e garante mais anos de vida aos usuários do SUS.

Saúde e Vigilância Sanitária

Foto: Zeca Miranda / MS
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Atualizado em 05/02/2026 11h12

Publicado resultado da chamada pública para mapeamento de experiências exitosas em proteção social às pessoas com tuberculose

Iniciativa buscou identificar práticas inovadoras que promovam direitos, enfrentem o estigma e fortaleçam a articulação entre saúde e assistência social
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Publicado em 10/02/2026 11h09

O Ministério da Saúde, por meio do Departamento de HIV, Aids, Tuberculose, Hepatites Virais e Infecções Sexualmente Transmissíveis da Secretaria de Vigilância em Saúde e Ambiente (Dathi/SVSA/MS), publicou o resultado final da Chamada Pública para mapeamento de experiências exitosas em proteção social às pessoas com tuberculose.

A iniciativa, coordenada pela Coordenação-Geral de Vigilância da Tuberculose, Micoses Endêmicas e Micobactérias não Tuberculosas (CGTM/Dathi/SVSA/MS), integra o Programa Brasil Saudável – Unir para Cuidar e teve como objetivo identificar práticas inovadoras que fortaleçam a articulação entre as políticas de saúde e assistência social, promovam direitos e contribuam para o enfrentamento do estigma relacionado à tuberculose.

As experiências selecionadas serão apresentadas em um evento presencial, previsto para maio de 2026, e integrarão uma publicação institucional, ambos organizados pela CGTM/Dathi/SVSA/MS.

O resultado completo da chamada pública está disponível no site oficial: https://edital.aids.gov.br/

As informações relativas à documentação complementar e à participação no evento serão encaminhadas oportunamente ao endereço eletrônico dos representantes das experiências selecionadas, informado no ato da inscrição.

Saúde e Vigilância Sanitária

Estratégias e ações de diagnóstico de hepatites virais são tema de encontro de profissionais da saúde e gestores

Ações de qualificação na linha de cuidado e apoio a ações focadas em populações vulnerabilizadas compõem os esforços para a eliminação das hepatites virais como problema de saúde pública
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Publicado em 25/06/2024 10h58

O último webinar da série “Diálogos para a Eliminação das Hepatites Virais” reuniu profissionais da saúde e gestores para atualização sobre as diretrizes do eixo diagnóstico. A iniciativa ocorreu na última semana e foi realizada pelo Departamento de HIV, Aids, Tuberculose, Hepatites Virais e Infecções Sexualmente Transmissíveis (Dathi) na última semana.

Os consultores técnicos do Dathi Mário Gonzalez, Vinícius Mello, Adson Belém, Wendel Alencar e Ana Gurski apresentaram e debateram os principais pontos de atenção no diagnóstico das hepatites virais, bem como estratégias, ações e demais atividades relacionadas ao tema previstas no planejamento estratégico do Departamento junto ao público participante do evento.

Entre os principais problemas detectados para a realização oportuna do diagnóstico, estão a falta de qualificação dos profissionais envolvidos com a ação, a fragilidade das estratégias de disseminação da informação para profissionais da saúde e para a população geral, e a dificuldade de acesso e monitoramento da testagem.

Em resposta a essas demandas, o Dathi incorporou estratégias e atividades ao seu planejamento estratégico e programação anual. Dentre essas, destacam-se a realização de oficinas de qualificação na linha de cuidados, a simplificação do fluxo diagnóstico das hepatites virais e o apoio a ações focadas em segmentos mais vulnerabilizados da população.

O coordenador-geral de HIV, Aids e Hepatites Virais, Artur Kalichman, ressalta o papel do diagnóstico na eliminação das hepatites virais como problema de saúde pública. “Fazer o diagnóstico em momento oportuno é um dos maiores desafios que temos pela frente. De acordo com nossos cálculos, é possível que haja aproximadamente 700 mil pessoas no Brasil com hepatite B não diagnosticada e, aproximadamente 400 mil com hepatite C não diagnosticada”.

A série de webinários exibidos no canal da Secretaria de Vigilância em Saúde e Ambiente (SVSA) antecipa as discussões para o seminário Diálogos para Eliminação das Hepatites Virais a ser realizado no próximo mês, durante as ações do “Julho Amarelo”. Na ocasião, será apresentado o Guia de Eliminação das Hepatites Virais, no qual estarão incluídas as estratégias e discussões apresentadas nos eventos on-line.

Junio Silva e Ádria Albarado

Ministério da Saúde

Saúde e Vigilância Sanitária

Brasil elimina transmissão vertical do HIV, da mãe para o bebê, e alcança menor taxa de mortalidade dos últimos anos

Avanços são resultados da ampliação da testagem e oferta de tratamentos mais modernos no SUS. Ministério da Saúde lança campanha de conscientização sobre a doença e celebra 40 anos de enfrentamento com exposição no SESI Lab em Brasília
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Publicado em 02/12/2025 15h01

O Brasil registrou queda 13% no número de óbitos por aids entre 2023 e 2024 – o que representa mais de mil vidas salvas, segundo o novo boletim epidemiológico divulgado pelo Ministério da Saúde nesta segunda-feira (1º). Os dados refletem os avanços em prevenção, diagnóstico e, principalmente, no acesso gratuito pelo SUS a terapias de ponta capazes de tornar o vírus indetectável e intransmissível. Combinação que levou também a eliminação, como problema de saúde pública, da transmissão vertical da doença, quando ocorre da mãe para o bebê.

“Hoje é um dia de luta, mas também de conquista histórica: alcançamos o menor número de mortes por aids em 32 anos. Esse resultado só foi possível porque o SUS oferece gratuitamente as tecnologias mais modernas de prevenção, diagnóstico e tratamento. Os avanços também permitiram ao país alcançar as metas de eliminação da transmissão vertical como problema de saúde pública”, afirmou o ministro da Saúde, Alexandre Padilha.

O número de mortes por aids no Brasil caiu de mais de 10 mil em 2023 para 9,1 mil em 2024. Pela primeira vez, o número de mortes ficou abaixo de dez mil em três décadas. Os casos de aids também apresentaram redução no período, com queda de 1,5%, passando de 37,5 mil em 2023 para 36,9 mil no último ano.

No componente materno-infantil, o país registrou queda de 7,9% nos casos de gestantes com HIV (7,5 mil) e de 4,2% no número de crianças expostas ao vírus (6,8 mil). O início tardio da profilaxia neonatal caiu 54%, o que demonstra melhora significativa na atenção ofertada no pré-natal e nas maternidades.

A eliminação da transmissão vertical como problema de saúde pública também foi alcançada: o Brasil manteve a taxa de transmissão vertical abaixo de 2% e a incidência da infecção em crianças abaixo de 0,5 caso por mil nascidos vivos. O país também atingiu mais de 95% de cobertura em pré-natal, testagem para HIV e oferta de tratamento às gestantes que vivem com o vírus.

Isso significa que o país interrompeu, de forma sustentada, a infecção de bebês durante a gestação, o parto ou a amamentação, atingindo integralmente as metas internacionais. Os resultados estão em linha com os critérios da Organização Mundial da Saúde (OMS).

Em 2024, o Brasil contabilizou 68,4 mil pessoas vivendo com HIV ou aids, mantendo a tendência de estabilidade observada nos últimos anos.

Ampliação do acesso à prevenção, diagnóstico e tratamento

O Brasil adota a estratégia de Prevenção Combinada, que reúne diferentes métodos para reduzir o risco de infecção pelo HIV. Antes centrada principalmente na distribuição de preservativos, a política incorporou ferramentas como a PrEP e a PEP, que reduzem o risco de infecção antes e depois da exposição ao vírus. Para dialogar com o público jovem, que vem reduzindo o uso de preservativos, o Ministério da Saúde lançou camisinhas texturizadas e sensitivas, com a aquisição de 190 milhões de unidades de cada modelo.

O país também ampliou o acesso à Profilaxia Pré-Exposição. Desde 2023, o número de usuários da PrEP cresceu mais de 150%, resultado que fortaleceu a testagem, aumentou a detecção de casos e contribuiu para a redução de novas infecções. Atualmente, 140 mil pessoas utilizam a PrEP diariamente.

No diagnóstico, houve expansão na oferta de exames com a aquisição de 6,5 milhões de duo testes para HIV e sífilis, 65% a mais do que no ano anterior, além da distribuição de 780 mil autotestes, que facilitam a detecção precoce e o início oportuno do tratamento.

O SUS mantém oferta gratuita de terapia antirretroviral e acompanhamento a todas as pessoas diagnosticadas com HIV. Mais de 225 mil utilizam o comprimido único de lamivudina mais dolutegravir, combinação de alta eficácia, melhor tolerabilidade e menor risco de efeitos adversos a longo prazo. Por concentrar o tratamento em uma única dose diária, o esquema favorece a adesão e melhora a qualidade de vida.

Esses avanços aproximam o Brasil das metas globais 95-95-95, que preveem que 95% das pessoas vivendo com HIV conheçam o diagnóstico, 95% delas estejam em tratamento e 95% das tratadas alcancem supressão viral. Duas das três metas já foram cumpridas pelo país.

Saúde lança edital de R$ 9 milhões para participação social

Para fortalecer a participação social e a governança da resposta ao HIV, o Ministério da Saúde lançou editais inéditos que somam R$ 9 milhões destinados a organizações da sociedade civil, reconhecendo o papel histórico dessas entidades no controle social e na construção de políticas públicas de enfrentamento à aids.

A pasta também reúne hoje o maior número de comissões e comitês consultivos já instituídos na área, o que amplia a escuta da sociedade e qualifica decisões estratégicas. Além disso, liderou a criação de um comitê interministerial voltado à eliminação de infecções e doenças determinadas socialmente, com foco especial na transmissão vertical do HIV e na aids, iniciativa inédita no campo da saúde

Exposição celebra avanços do Brasil no enfrentamento à doença

O Ministério da Saúde abre ao público, em Brasília, a exposição “40 anos da história da resposta brasileira à aids” e lança a campanha “Nascer sem HIV, viver sem aids”, reforçando o compromisso contínuo do país no enfrentamento ao HIV.

A mostra não apenas revisita o passado: convida o público a reencontrar memórias, reconhecer avanços e refletir sobre os desafios que permanecem. A iniciativa marca o início do Dezembro Vermelho 2025, mês dedicado à conscientização sobre HIV e aids.

Instalada no SESI Lab, a exposição reúne relatos de vida, documentos, obras e conteúdos que retratam quatro décadas de políticas públicas, produção científica, mobilização social e conquistas que consolidaram o Brasil como referência mundial na resposta ao HIV e à aids. A visitação segue aberta até 30 de janeiro de 2026.

Amanda Milan
Ministério da Saúde

Saúde e Vigilância Sanitária

Lançamento da campanha “Nascer sem HIV, Viver sem Aids” e abertura da exposição "Aids 40 anos da resposta brasileira" no SESI Lab. Foto: Luís Targino/MS
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Atualizado em 02/12/2025 15h00

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Foto: Rodrigo Nunes/MS
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Atualizado em 16/12/2024 10h04
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Foto: Elderson Amancio/Instituto Jones dos Santos Neves (IJSN)
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Atualizado em 16/12/2024 10h07
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Ministério da Saúde lança campanha de combate à tuberculose e reforça ações para eliminação da doença no Brasil

Em 2021, número recorde de mortes foi registrado - 5 mil óbitos. Iniciativas para prevenção são focadas principalmente em populações vulneráveis
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Publicado em 24/03/2023 13h07 Atualizado em 05/04/2023 15h15

 Uma doença infecciosa transmissível principalmente entre a população mais vulnerável que, mesmo com medidas de prevenção e tratamento disponíveis, causou número recorde de mortes já registrado no Brasil – 5 mil óbitos em 2021. Diante deste cenário, o Ministério da Saúde lançou, nesta sexta-feira (24), a Campanha Nacional de Combate à Tuberculose.

A iniciativa reforça a importância de medidas de prevenção, do diagnóstico e do tratamento correto. A pasta também apresenta o novo boletim epidemiológico com dados atualizados. A eliminação da tuberculose no Brasil será prioridade de um esforço conjunto do Governo Federal, com a criação de um grupo interministerial.

“É inadmissível que tantas pessoas percam a vida por uma doença que tem prevenção, tratamento e cura. […] A tuberculose é uma doença que atinge mais fortemente a população mais vulnerável. Entendemos que são populações e grupos populacionais que são negligenciados. O foco é nas pessoas e não nas doenças”, disse a ministra da Saúde, Nísia Trindade, durante o lançamento da campanha.

Com a mensagem “Quem tem tuberculose nunca está sozinho. A gente testa, a gente trata, a gente vence”, a campanha será veiculada a partir desta sexta (24) na TV aberta e segmentada, rádio, internet e em locais de grande circulação de pessoas em todo o Brasil, com foco nas regiões prioritárias com maior incidência da doença, como Manaus, Belém, Rio Branco, Recife e Rio de Janeiro. A mobilização chama atenção para os principais sintomas, como tosse por três semanas ou mais, febre e emagrecimento. A campanha também reforça que o diagnóstico e o tratamento, que leva a cura da tuberculose, estão disponíveis no Sistema Único de Saúde (SUS).

O Brasil faz parte dos países prioritários para o enfrentamento à doença, elencados pela Organização Mundial da Saúde (OMS) e está entre os 30 países do mundo com maior índice de transmissão da doença. O compromisso do país é zerar o número de famílias afetadas pela tuberculose, o que aumenta ainda mais a vulnerabilidade e os gastos com o tratamento da doença, até 2035. Além de ampliar o acesso ao diagnóstico e ações de prevenção, está prevista a criação do Comitê Interministerial para a eliminação da doença. O Brasil deve participar ainda da 2ª reunião de Alto Nível pelo Fim da TB na ONU.

“O Brasil, junto com a Índia, a Indonésia e a coalizão de líderes, firmarão o compromisso para ter a tuberculose como uma prioridade para a agenda do G20”, afirmou a ministra.

Em 2022, cerca de 78 mil pessoas adoeceram por tuberculose no Brasil. O número representa um aumento de 4,9% em relação à 2021, segundo informações da edição especial do Boletim Epidemiológico. A meta do Ministério da Saúde é alcançar as populações prioritárias e mais vulneráveis para doença, como pessoas em situação de rua, pessoas privadas de liberdade, pessoas vivendo com HIV/AIDS, imigrantes e comunidades indígenas.

Uma das principais formas de proteção contra casos graves da tuberculose é a vacina BCG, recomendada pelo Calendário Nacional de Vacinação logo após o nascimento. Nos últimos anos, houve uma redução importante da cobertura vacinal. Até 2018, o índice de vacinação se mantinha acima de 95%. A partir de 2019, a cobertura não ultrapassou os 88%. Essa queda representa aumento do risco de transmissão da doença e retomar a alta cobertura vacinal é fundamental para a eliminação da tuberculose no Brasil. Incentivar a imunização das crianças é prioridade do Movimento Nacional pela Vacinação, lançado em fevereiro pelo Ministério da Saúde.

“Ações como a vacinação são fundamentais. O combate à tuberculose não pode ser visto como uma ação setorial, nós precisamos de ações interministeriais e que estão na pauta do nosso governo, como orientação do presidente Lula”, concluiu a ministra Nísia Trindade.

O cenário da tuberculose no Brasil também foi agravado pela pandemia da Covid-19, que provocou a redução de notificações. O diagnóstico precoce é fundamental para iniciar o tratamento no tempo correto e aumentar as chances de cura, principalmente entre a população que tem maior risco para sintomas graves. Por isso, o Ministério da Saúde irá disponibilizar, a partir deste mês, um novo teste de urina para o diagnóstico da tuberculose em pessoas vivendo com HIV com imunodepressão avançada. Também está sendo desenvolvida uma parceria com a Fiocruz e a Foundation for Innovative (FIND) para desenvolvimento de dois projetos internacionais focados na qualificação do diagnóstico da tuberculose até 2024.

Tuberculose tem cura

A tuberculose é uma doença transmissível e permanece entre as doenças infecciosas que mais matam no mundo, atrás apenas da Covid-19. A transmissão acontece por via respiratória, pela eliminação de aerossóis produzidos pela tosse, fala ou espirro de uma pessoa com tuberculose ativa.

Os testes para o diagnóstico da tuberculose são ofertados gratuitamente nas Unidades Básicas de Saúde. A medida é fundamental para a detecção de novos casos e para o controle da doença. Neste sentido, pessoas com sintomas da doença devem procurar uma unidade de saúde para avaliação e realização de exames. É importante, também, que os contatos mais próximos de uma pessoa com resultado positivo para a tuberculose sejam testados, tendo em vista que a transmissão da doença ocorre pelo ar. O tratamento para tuberculose deve ser iniciado o mais rápido possível após o resultado positivo do teste. A doença tem cura quando o tratamento é feito de forma adequada e até o final.

Acesse para abrir e baixar a apresentação da campanha

Assista ao vídeo da campanha

 

Gestores e profissionais de saúde do Pará são qualificados para ampliar cuidado das pessoas com hepatites virais

Os treinamentos são realizados por estado, focados nas especificidades de cada território
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Publicado em 29/08/2024 16h48 Atualizado em 29/08/2024 16h56

Belém recebeu, entre segunda e quarta-feira (26 e 28), uma oficina técnica do Ministério da Saúde para construção e qualificação da linha de cuidado das pessoas com hepatites virais no Pará. Os treinamentos fazem parte do plano de eliminação das hepatites virais como problema de saúde pública no Brasil até 2030, e tem sido realizado por estado, focados nas especificidades de cada território. 

Organizada pelo Secretaria de Vigilância em Saúde e Ambiente (SVSA), as oficinas contam com apoio da Secretaria de Atenção Primária da Saúde (Saps). Para a secretária da SVSA, Ethel Maciel, as oficinas por estado são essenciais para um resultado maior. “Fortalecemos a linha de cuidado de acordo com a realidade de cada estado. Dessa forma, conseguimos identificar e trabalhar para resolver as lacunas dos territórios, alcançando um resultado muito mais produtivo”.  

Cerca de 70 gestores estaduais e municipais, profissionais de saúde, representantes de movimentos sociais, além de outros entes que atuam com o tema hepatites nos territórios fizeram o treinamento e receberam a qualificação. 

A coordenação estadual de hepatites virais do Pará vem aprimorando a sua linha de cuidado desde 2021. E o Ministério da Saúde tem atuado no fortalecimento das estratégias locais, para definir as metas e atuação dos entes junto aos diferentes territórios. 

Saúde e Vigilância Sanitária

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Atualizado em 29/01/2025 10h26
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No Brasil, raça-cor ainda é um determinante social que afeta negativamente a saúde das pessoas negras

Por meio do Ciedds e do Programa Brasil Saudável, o Governo Federal tem considerado determinantes sociais para criação e implementação de políticas públicas
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Publicado em 20/11/2024 12h57

Pela primeira vez, o Dia da Consciência Negra é feriado nacional do Brasil. A Lei nº 14.759 foi sancionada pelo presidente Luís Inácio Lula da Silva em dezembro de 2023. A data – 20 de novembro – relembra a resistência de pessoas escravizadas e a morte de Zumbi, que comandou o Quilombo dos Palmares.

A iniciativa é de extrema simbologia, pois, no Brasil, o racismo segue sendo um determinante social que afeta a vida e, inclusive, a saúde da população. De acordo com os boletins epidemiológicos divulgados pelo Departamento de HIV, Aids, Tuberculose, Hepatites Virais e Infecções Sexualmente Transmissíveis do Ministério da Saúde (Dathi/SVSA/MS) em 2023 e 2024, pessoas pretas e pardas são mais atingidas.

Em 2024, no caso da tuberculose, pessoas pretas correspondem a 65,2% do total da população com a doença. No que diz respeito à sífilis, esse grupo representa 55,7% do total de casos. Já nas hepatites B e C, as porcentagens são de 52,9% e 32,9%, respectivamente. Sobre HIV e aids, em 2023, 63,3% dos novos casos de HIV ocorreram entre pessoas negras.

Para o diretor do Dathi/SVSA/MS, Draurio Barreira, a eliminação dessas infecções e doenças como problemas de saúde pública, passa, indissociavelmente, por esforços que vão além da área da saúde. “Embora tenhamos as melhores tecnologias de prevenção e cuidado à saúde das pessoas, precisamos reconhecer que o racismo ainda é uma barreira de acesso à saúde e que não é possível pensar a saúde sem a garantia de outros direitos básicos e sem enfrentar esse problema, por isso a importância do Ciedds [Comitê interministerial para a Eliminação de Doenças Determinadas Socialmente] e do Programa Brasil Saudável”.

O Programa Brasil Saudável foi instituído em fevereiro deste ano como um desdobramento das ações do Comitê Interministerial para a Eliminação da Tuberculose e de Outras Doenças Determinadas Socialmente, criado no ano anterior. O Programa visa eliminar infecções e doenças por meio do enfrentamento aos determinantes sociais em uma ação conjunta do Ministério da Saúde e outros 13 ministérios. Entre eles estão o Ministério da Igualdade Racial, o Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania e, o Ministério dos Povos Indígenas.

O representante do Ministério da Igualdade Racial no Ciedds, Edvaldo Batista, destaca a adoção do novo Objetivo de Desenvolvimento Sustentável (ODS) 18 da Organização das Nações Unidas (ONU), voltado parra a igualdade étnico-racial. Ele revela que pesquisadores da Universidade Federal da Paraíba estão desenvolvendo, com financiamento da referida pasta ministerial, no âmbito das ações do Ciedds e do Brasil Saudável, uma plataforma para o monitoramento dos ODS 18 e 3 – que tratam de saúde e bem-estar.

Edvaldo Batista também ressalta a criação do Plano Juventude Negra Viva, que visa a redução de vulnerabilidades que afetam a juventude negra no Brasil e, a atualização do HUB da Igualdade Racial, uma plataforma que possibilita a busca de dados sobre saúde desagregados por raça e cor. O representante também destacou o acordo de cooperação entre o Ministério de Igualdade Racial e o Ministério da Saúde para a promoção de Políticas de Saúde da População Negra, objetivando ampliar ações que valorizem processos ancestrais de cura e promoção da saúde integral.

Para ele e para Draurio Barreira, a articulação interministerial é uma oportunidade única para a promoção de políticas públicas que facilitem entregas qualificadas e efetivas em resposta ao racismo e em prol dos direitos das pessoas pretas e pardas no Brasil. 

 

Lorany Silva e Ádria Albarado

Saúde e Vigilância Sanitária

Profissionais de saúde recebem orientações sobre logística de medicamentos para hepatites virais

Webinário promovido pelo Ministério da Saúde detalhou o processo de ressuprimento no sistema Siclom HV
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Publicado em 14/07/2025 11h53

O Ministério da Saúde, por meio do Departamento de HIV, Aids, Tuberculose, Hepatites Virais e Infecções Sexualmente Transmissíveis (Dathi), promoveu, nesta quarta-feira (9), o webinário “Orientações sobre o processo logístico dos medicamentos para as hepatites virais – Siclom HV”. A iniciativa teve como objetivo capacitar profissionais da rede de atenção às hepatites virais sobre o processo de ressuprimento dos medicamentos utilizados no tratamento das infecções.

Voltado a profissionais de saúde das farmácias cadastradas para a dispensação dos medicamentos, além de gestores envolvidos na logística dos fármacos, o encontro virtual apresentou orientações práticas sobre o preenchimento do mapa de consumo, a elaboração do boletim e a programação ascendente — etapas fundamentais para garantir a continuidade do tratamento dos usuários do SUS.

O evento foi moderado por Rayane Martins da Silva, consultora técnica do Dathi, que destacou a importância da capacitação contínua dos profissionais que atuam na ponta. “Nosso objetivo é fortalecer a rede com informações atualizadas e orientações claras, garantindo que o processo de ressuprimento ocorra de forma eficiente e segura, para que os medicamentos cheguem a quem precisa, no tempo certo”, afirmou.

Durante o webinário, o consultor técnico do Dathi, Lucas Batista Tavares, apresentou orientações detalhadas sobre o processo de ressuprimento no Sistema de Controle Logístico de Medicamentos para Hepatites Virais (Siclom HV). Em seguida, Carla Alves, também consultora técnica do departamento, realizou uma demonstração prática da plataforma, explicando as etapas para o correto registro das informações.

O webinário contou ainda com a participação das consultoras Ana Paula Maciel Gurski, da Coordenação-Geral de Vigilância das Hepatites Virais (CGHV), e Juliana Monteiro da Cruz, integrante da equipe de desenvolvimento do Siclom HV, que colaboraram nos esclarecimentos das dúvidas dos participantes.

Assista o Webinário completo em: Canal SVSA

João Moraes

Ministério da Saúde

Saúde e Vigilância Sanitária

Iniciado o Planejamento Estratégico do Dathi

Equipe discute e se programa para as próximas ações do departamento
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Publicado em 06/06/2023 18h26 Atualizado em 06/06/2023 18h27

O Sistema Único de Saúde (SUS) preconiza a realização dos processos de planejamento de ações no primeiro ano de governo, para os próximos quatro anos, de forma a não haver descontinuidade das ações e do alcance das metas. Em conformidade com essa orientação, o Departamento de HIV/Aids, Tuberculose, Hepatites Virais e Infecções Sexualmente Transmissíveis (Dathi/SVSA/MS) prevê a realização do seu Planejamento Estratégico entre junho e agosto. 

A programação inclui quatro oficinas com representantes das coordenações de vigilância das doenças de responsabilidade do Departamento, além das áreas transversais, sendo o processo conduzido pela assessoria de planejamento e ações estratégicas da Diretoria. A primeira oficina ocorreu na última sexta-feira (02/06), com o objetivo geral de construir a visão, a missão e os valores do Dathi, de apresentar a análise de situação e de resposta relacionadas às doenças e de identificar os principais problemas que permeiam a atuação do órgão. 

A equipe de planejamento apresentou a dinâmica da oficina, bem como a conceituação e os exemplos sobre visão, missão e valores que compõem a identidade organizacional de uma instituição. Em seguida, os participantes foram subdivididos em quatro grupos: promoção e prevenção; diagnóstico e vinculação; tratamento, retenção e adesão e por fim, o grupo de gestão, articulação com sociedade civil e Direitos Humanos. Em cada grupo, foi elaborada uma proposta de redação para a nova identidade organizacional do Dathi. Todas foram discutidas, votadas e definidas em plenária. 

Na parte da tarde, ocorreram exposições sobre a análise situacional e de resposta para as doenças sob a gestão do Dathi, de forma a consolidar e estratificar os dados e as informações por doenças ou grupos delas com relação aos últimos anos, subsídio fundamental para a definição dos problemas a serem revelados e superados. 

Na ocasião, o diretor do Dathi, Draurio Barreira, destacou que as propostas do Departamento se coadunam com as do Ministério da Saúde e com as da Organização Mundial da Saúde (OMS), além de ressaltar o papel do Comitê Interministerial para a Eliminação da Tuberculose e de Outras Doenças Determinadas Socialmente (Cieds). "Estamos alinhados com as metas da OMS, porque, entre outras, ela prevê a preparação para próximas pandemias. Compreendendo que não se sabe qual o agente etiológico dessa próxima onda, o Cieds já nos prepara para próximas possíveis pandemias, pois está atrelado a doenças de diferentes aspectos para além do viral, como o social, o sexual e o respiratório". 

O encontro foi encerrado após o grupo se subdividir para elencar os problemas que o Dathi vem enfrentando, tendo sido acordada para a próxima oficina, prevista para 13/06, uma discussão em plenária sobre essas dificuldades e os nós críticos identificados. 

Para mais informações sobre o Cieds, clique aqui. 

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