PDA_especies_ameacadas_SALVE_publico_29nov2023.csv
Atualizado em
29/01/2024 14h56
PDA_especies_ameacadas_SALVE_publico_29nov2023.csv
— 2612 KB
Conteúdo do arquivo
"Reino,""Filo"",""Classe"",""Ordem"",""Familia"",""Genero"",""Nome_Cientifico"",""Nome_Cientifico_Anterior"",""Autor"",""Nome_Comum"",""Grupo"",""Mes_Ano_Avaliacao"",""Categoria"",""Possivemente_Extinta"",""Criterio"",""Justificativa"",""Endemica_Brasil"",""Consta_em_Lista_Nacional_Oficial"",""Estado"",""Regiao"",""Bioma"",""Bacia_Hidrografica"",""Unidade_de_Conservacao_Federal"",""Unidade_de_Conservacao_Estadual"",""RPPN"",""Migratoria"",""Tendencia_Populacional"",""Ameaca"",""Uso"",""Acao_Conservacao"",""Plano_de_Acao"",""Listas_e_Convencoes"",""Altitude_min_max_"",""Barimetria_min_max_""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Aves"",""Accipitriformes"",""Accipitridae"",""Leptodon"",""Leptodon forbesi"",""Leptodon forbesi"",""(Swann, 1922)"",""gavião-gato-do-nordeste"",""Aves"",""06/2019"",""Em Perigo"","""",""C2a(i)"",""Leptodon forbesi é endêmica do nordeste do Brasil, ocorrendo em áreas florestais do Centro de Endemismo Pernambuco. Estudos desenvolvidos em diversos fragmentos dentro da área de distribuição da espécie permitem inferir que a população total não é maior que 2.500 indivíduos maduros e há menos de 250 em cada subpopulação. A perda de habitat leva a declínio populacional continuado. Assim, L. forbesi foi categorizada como Em Perigo (EN) pelo critério C2a(i)."",""Sim"",""Sim"",""Alagoas, Paraíba, Pernambuco, Rio Grande do Norte, Sergipe"",""|Nordeste|"",""Caatinga, Mata Atlântica"",""Sub-bacia Litoral AL PE PB Sub-bacia Litoral CE PB Sub-bacia Litoral SE Sub-bacia Paraíba"",""ESEC de Murici, FLONA Ibura, FLONA Nísia Floresta, FLONA Restinga de Cabedelo, REBIO Guaribas"",""ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL ALDEIA-BEBERIBE, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL BONFIM/GUARAÍRA, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL DE MURICÍ, ESTAÇÃO ECOLÓGICA DE CAETÉS"",""RPPN Frei Caneca"",""Não"",""Declinando"",""1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.1 - Expansão urbana 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.1 - Culturas anuais e perenes não-madeireiras|2.1.4 - Agricultura de escala desconhecida 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.3 - Pecuária|2.3.4 - Pecuária em escala desconhecida"","""",""Plano de Ação Nacional (PAN), Proteção de locais/áreas, Restauração de habitat e processos naturais"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação das Aves Ameaçadas do Bioma Mata Atlântica, Plano de Ação Nacional para a Conservação das Aves da Caatinga, Plano de Ação Nacional para a Conservação das Aves da Caatinga - 2º ciclo, Plano de Ação Nacional para a Conservação das Aves de Rapina"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022, CITES - Anexo II"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Actinopterygii"",""Cyprinodontiformes"",""Poeciliidae"",""Phallotorynus"",""Phallotorynus fasciolatus"",""Phallotorynus fasciolatus"",""Henn, 1916"",""Barrigudinho"",""Peixes Continentais"",""11/2018"",""Criticamente em Perigo"",""Sim"",""D"",""Phallotorynus fasciolatus é uma espécie endêmica do Brasil e conhecida de apenas dois pontos próximos em bacias distintas, um no alto rio Paraíba do Sul e outro no alto rio Tietê, no estado de São Paulo. Apesar de esforços intensos com métodos de captura direcionados e em período sazonal adequados, em ambos os sítios, não há registros dessa espécie desde 1967, há mais de 50 anos, com a indicação em literatura de sua provável extinção. Portanto, P. fasciolatus foi categorizada como Criticamente em Perigo (CR) pelo critério D, estando Possivelmente Extinta (PEX)."",""Sim"",""Sim"",""São Paulo"",""|Sudeste|"","""","""","""","""","""",""Não"",""Declinando"",""1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.1 - Expansão urbana 1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.2 - Áreas comerciais e industriais 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.1 - Culturas anuais e perenes não-madeireiras|2.1.4 - Agricultura de escala desconhecida 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.3 - Pecuária|2.3.4 - Pecuária em escala desconhecida 8 - Espécies invasoras problemáticas e doenças|8.1 - Espécies exóticas|8.1.1 - Espécie conhecida|8.1.1.1 - Competidores 9 - Poluição|9.1 - Doméstica e urbana - escoamento de água|9.1.2 - Escoamento urbano"","""",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação das Espécies Aquáticas Ameaçadas de Extinção da Bacia do Rio Paraíba do Sul, Plano de Ação Nacional para a Conservação das Espécies Aquáticas Ameaçadas de Extinção da Bacia do Rio Paraíba do Sul - 2º ciclo"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Aves"",""Passeriformes"",""Rhinocryptidae"",""Scytalopus"",""Scytalopus diamantinensis"",""Scytalopus diamantinensis"",""Bornschein, Maurício, Belmonte-Lopes, Mata & Bonato, 2007"",""tapaculo-da-chapada-diamantina"",""Aves"",""11/2016"",""Em Perigo"","""",""B2ab(iii)"",""Scytalopus diamantinensis é endêmico do Brasil, com ocorrência apenas para o estado da Bahia, restrita à região da Chapada Diamantina. Ocupa o sub-bosque denso e sombreado, em ramos de pequeno diâmetro no interior de florestas e capoeiras altas. Sua área de ocupação (AOO) foi calculada em 316 km². Sua população é naturalmente fragmentada. Há declínio continuado da qualidade de habitat devido à substituição da vegetação natural por plantações de café, à retirada de lenha para uso doméstico. Devido à possibilidade de incêndios descontrolados afetarem as populações, pode-se afirmar que cinco localizações do evento de ameaça são suficientes para levar S. diamantinensis a um risco de extinção em um futuro próximo. Desta forma, S. diamantinensis foi categorizada como Em Perigo (EN), pelos critérios B2ab(iii)."",""Sim"",""Sim"",""Bahia"",""|Nordeste|"",""Caatinga"",""Sub-bacia Contas Sub-bacia Itapecuru-Paraguaçu"",""PARNA da Chapada Diamantina"",""ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL MARIMBUS / IRAQUARA, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL SERRA DO BARBADO"",""RPPN Itamarandiba"",""Desconhecido"",""Desconhecida"",""11 - Mudanças e extremos climáticos|11.1 - Mudança/alteração de habitat 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.2 - Silvicultura|2.2.3 - Plantações em escala desconhecida 5 - Uso de recursos biológicos|5.3 - Extração florestal|5.3.1 - Uso intencional - subsistência/pequena escala 5 - Uso de recursos biológicos|5.3 - Extração florestal|5.3.2 - Uso intencional - larga escala 6 - Distúrbios humanos|6.1 - Atividades recreacionais/turísticas 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.1 - Incêndios e supressão de incêndios|7.1.1 - Aumento da frequência/intensidade de incêndios"","""",""Controle e fiscalização, Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação das Aves da Caatinga, Plano de Ação Nacional para a Conservação das Aves da Caatinga - 2º ciclo"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Actinopterygii"",""Gymnotiformes"",""Apteronotidae"",""Sternarchorhynchus"",""Sternarchorhynchus villasboasi"",""Sternarchorhynchus villasboasi"",""de Santana & Vari, 2010"","""",""Peixes Continentais"",""05/2018"",""Em Perigo"","""",""B2ab(iii)"",""Sternarchorhynchus villasboasi é endêmica do Brasil e conhecida somente das corredeiras da Cachoeira de Kaituká, no baixo rio Xingu, município de Altamira, estado do Pará, porção leste da bacia Amazônica. O único registro se refere à localidade-tipo (três exemplares), em um trecho de difícil acesso e amostragem, na região de influência direta da Usina Hidrelétrica de Belo Monte, caracterizando apenas uma localização (a). A área de ocupação (AOO) foi calculada em 480 km2, considerando os locais de registro e nos potenciais habitats. A UHE Belo Monte impôs declínio continuado da qualidade de hábitat (b), e foi considerada a principal ameaça. Portanto, S. villasboasi foi categorizada como Em Perigo (EN) pelo critério B2ab(iii)."",""Sim"",""Sim"",""Pará"",""|Norte|"",""Amazônia"",""Sub-bacia Xingu"","""","""","""",""Não"",""Desconhecida"",""3 - Produção energética e mineração|3.3 - Energia renovável|3.3.1 - Hidrelétricas"","""",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação dos Peixes Amazônicos"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Mammalia"",""Rodentia"",""Ctenomyidae"",""Ctenomys"",""Ctenomys bicolor"",""Ctenomys bicolor"",""Miranda-Ribeiro, 1914"","""",""Mamíferos"",""09/2021"",""Em Perigo"","""",""B2ab(iii)"",""Ctenomys bicolor é endêmica do Brasil, registrada apenas no estado de Rondônia. É conhecida apenas da localidade tipo e arredores, restrita a cerca de 1.000 km² nos municípios de Primavera de Rondônia e Pimenta Bueno. Sua área de ocupação (AOO) é bastante restrita, calculada em 80 km², pelo fato de a espécie ocupar apenas cordões arenosos dentro dessa região. A área de distribuição da espécie é intensamente alterada pelas atividades minerárias, agropecuárias e exploração madeireira, fortemente associadas ao uso do fogo, que causam redução e fragmentação de habitat, e declínio da qualidade do habitat remanescente. Considerando duas localizações causadas pelo desmatamento e pelos incêndios da região, Ctenomys bicolor foi categorizada como Em Perigo (EN), pelo critério B2ab(iii)."",""Sim"",""Sim"",""Mato Grosso, Rondônia"",""|Centro-Oeste|Norte|"",""Amazônia, Cerrado"",""Sub-bacia Madeira Sub-bacia Xingu"","""","""","""",""Não"",""Desconhecida"",""2 - Agropecuária e Aquacultura|2.1 - Culturas anuais e perenes não-madeireiras|2.1.4 - Agricultura de escala desconhecida 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.2 - Silvicultura|2.2.3 - Plantações em escala desconhecida 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.3 - Pecuária|2.3.4 - Pecuária em escala desconhecida 3 - Produção energética e mineração|3.2 - Mineração|3.2.1 - Extração de areia"","""",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação dos Pequenos Mamíferos de Áreas Florestais"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Arthropoda"",""Insecta"",""Lepidoptera"",""Lycaenidae"",""Arawacus"",""Arawacus aethesa"",""Arawacus aethesa"",""(Hewitson, 1867)"",""Borboleta, Borboleta formigueira"",""Invertebrados Terrestres"",""08/2021"",""Em Perigo"","""",""B1ab(iii)"",""Arawacus aethesa é endêmica do Brasil, com registros confirmados no norte do Espírito Santo e Sul da Bahia. Sua extensão de ocorrência (EOO) foi calculada em aproximadamente 2.891km². Essa região é afetada pelas atividades agropecuárias e ocupação urbana, que causam desmatamento, redução e fragmentação do habitat remanescente. As atividades agropecuárias também estão relacionadas ao intenso uso de herbicidas, pesticidas e uso do fogo, que também promovem declínio continuado do habitat. Considerando a baixa capacidade de dispersão e alta fidelidade a ambientes bem preservados, suspeita-se que a fragmentação do habitat seja convertida em severa fragmentação da população. Por essas razões, Arawacus aethesa foi categorizada como Em Perigo (EN), pelo critério B1ab(iii)."",""Sim"",""Sim"",""Bahia, Espírito Santo"",""|Nordeste|Sudeste|"",""Mata Atlântica"",""Sub-bacia Doce Sub-bacia Jequitinhonha Sub-bacia Litoral BA ES"",""FLONA de Goytacazes"","""","""",""Desconhecido"",""Desconhecida"",""1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.1 - Expansão urbana 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.1 - Culturas anuais e perenes não-madeireiras|2.1.4 - Agricultura de escala desconhecida 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.3 - Pecuária|2.3.4 - Pecuária em escala desconhecida 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.1 - Incêndios e supressão de incêndios|7.1.1 - Aumento da frequência/intensidade de incêndios 9 - Poluição|9.3 - Agropecuária e florestal|9.3.3 - Herbicidas e pesticidas"","""",""Plano de Ação Nacional (PAN), Proteção de recursos/habitat"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação de Insetos Polinizadores, Plano de Ação Nacional para a Conservação de Lepidópteros"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Aves"",""Passeriformes"",""Thamnophilidae"",""Myrmotherula"",""Myrmotherula snowi"",""Myrmotherula snowi"",""Teixeira & Gonzaga, 1985"",""choquinha-de-alagoas"",""Aves"",""06/2019"",""Criticamente em Perigo"",""Não"",""B1ab(iii,v)"; C2a(i,ii);" D"",""Myrmotherula snowi é endêmica do Brasil e ocorre apenas na Estação Ecológica de Murici, em Alagoas. Anteriormente ocorria em Pernambuco, porém desde 2007 não há registros documentados nesse estado. O cálculo de extensão de ocorrência (EOO) foi aplicado apenas aos registros atuais conhecidos da espécie na região da ESEC Murici, resultando em 93 km². É considerada severamente fragmentada, uma vez que sua ocorrência está restrita aos fragmentos de mata sem conectividade, menores que o necessário para sustentar uma população viável. A população é estimada em no máximo 50 indivíduos maduros, com declínio populacional continuado, sendo que de 90 a 100% desses indivíduos encontram-se em uma única subpopulação remanescente. A partir das ameaças, como a extração de madeira, a substituição de florestas por pastagens e plantações, e das extinções locais pode-se identificar um declínio continuado na qualidade do habitat e no número de indivíduos maduros. Desta forma, M. snowi foi categorizada como Criticamente em Perigo (CR) pelos critérios B1ab(iii,v)"; C2a(i,ii);" D."",""Sim"",""Sim"",""Alagoas, Pernambuco"",""|Nordeste|"",""Mata Atlântica"",""Sub-bacia Litoral AL PE PB"",""ESEC de Murici"",""ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL DE MURICÍ"","""",""Não"",""Declinando"",""2 - Agropecuária e Aquacultura|2.1 - Culturas anuais e perenes não-madeireiras|2.1.2 - Agricultura em pequenas propriedades 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.1 - Culturas anuais e perenes não-madeireiras|2.1.4 - Agricultura de escala desconhecida 5 - Uso de recursos biológicos|5.1 - Caça e captura de animais terrestres ou marinhos|5.1.2 - Efeitos indiretos (a espécie não é o alvo) 5 - Uso de recursos biológicos|5.3 - Extração florestal|5.3.5 - Motivação desconhecida"","""",""Controle e fiscalização, Criação de áreas protegidas, Implementação de áreas protegidas, Implementação de corredores, Manejo de espécies, Plano de Ação Nacional (PAN), Reprodução em cativeiro/propagação artificial, Restauração de habitat e processos naturais"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação das Aves Ameaçadas do Bioma Mata Atlântica"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";; "Animalia,""Chordata"",""Actinopterygii"",""Cyprinodontiformes"",""Rivulidae"",""Simpsonichthys"",""Simpsonichthys punctulatus"",""Simpsonichthys punctulatus"",""Costa & Brasil, 2007"",""Peixe anual, Peixe das nuvens"",""Peixes Continentais"",""05/2019"",""Criticamente em Perigo"",""Não"",""B2ab(iii)"",""Simpsonichthys punctulatus é endêmica do Brasil e conhecida apenas da localidade-tipo, um brejo temporário adjacente a um córrego afluente do rio Bezerra, drenagem do rio Preto (bacia do rio São Francisco) próximo à rodovia BR-020, município de Formosa, estado de Goiás. Sua Área de Ocupação (AOO) foi calculada em 8 km². A localidade de ocorrência da espécie é cortada por uma estrada e o entorno da área está intensamente ocupado por atividades agropecuárias, o que resulta no declínio da qualidade do hábitat e caracteriza uma única localização. Considerando as informações disponíveis, Simpsonichthys punctulatus foi categorizada como Criticamente em Perigo (CR) pelo critério B2ab(iii)."",""Sim"",""Sim"",""Goiás"",""|Centro-Oeste|"",""Cerrado"",""Sub-bacia São Francisco Médio"","""","""","""",""Não"",""Desconhecida"",""2 - Agropecuária e Aquacultura|2.1 - Culturas anuais e perenes não-madeireiras|2.1.4 - Agricultura de escala desconhecida 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.3 - Pecuária|2.3.4 - Pecuária em escala desconhecida 4 - Transportes e serviços de transmissão|4.1 - Estradas e ferrovias"",""3 - Animais de estimação/ornamentais"",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação dos Peixes Rivulídeos Ameaçados de Extinção - 2º ciclo"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Aves"",""Passeriformes"",""Rhinocryptidae"",""Scytalopus"",""Scytalopus gonzagai"",""Scytalopus gonzagai"",""Maurício, Belmonte-Lopes, Pacheco, Silveira, Whitney & Bornschein, 2014"",""tapaculo-preto-baiano"",""Aves"",""11/2016"",""Em Perigo"","""",""B1ab(iii)+2ab(iii)"",""Scytalopus gonzagai é endêmica do Brasil, sendo conhecida de apenas cinco localidades, distribuídas nos municípios baianos de Boa Nova, Iguaí e Arataca. Ocupa o sub-bosque de florestas montanas perenes. Frequentemente encontrada no interior de densos taquarais dentro de matas primárias. Vive na vegetação densa e escura de locais úmidos. A espécie possui baixa mobilidade o que reduz o potencial de dispersão para além da floresta densa. Sua área de ocupação (AOO) foi calculada em 208 km2 e extensão de ocorrência (EOO) de 499 km2. A população é severamente fragmentada, tendo mais de 50% de sua área de ocupação separada por grandes distâncias, não havendo fluxo gênico. Há declínio continuado da população devido à destruição de habitat (pressão de desmatamento para extração clandestina de madeira e queimadas frequentes para expansão agropecuária). Dessa forma, S. gonzagai foi categorizada como Em Perigo (EN), pelos critérios B1ab(iii)+2ab(iii)."",""Sim"",""Sim"",""Bahia"",""|Nordeste|"",""Mata Atlântica"",""Sub-bacia Contas"",""PARNA de Boa Nova, PARNA Serra das Lontras"","""","""",""Desconhecido"",""Declinando"",""2 - Agropecuária e Aquacultura|2.2 - Silvicultura|2.2.3 - Plantações em escala desconhecida 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.3 - Pecuária|2.3.4 - Pecuária em escala desconhecida 5 - Uso de recursos biológicos|5.3 - Extração florestal|5.3.5 - Motivação desconhecida 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.1 - Incêndios e supressão de incêndios|7.1.1 - Aumento da frequência/intensidade de incêndios"","""",""Conscientização/comunicação, Criação de áreas protegidas, Plano de Ação Nacional (PAN), Políticas e regulamentações"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação das Aves Ameaçadas do Bioma Mata Atlântica"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Arthropoda"",""Insecta"",""Lepidoptera"",""Nymphalidae"",""Actinote"",""Actinote quadra"","""",""(Schaus, 1902)"",""Borboleta-palha"",""Invertebrados Terrestres"",""11/2010"",""Vulnerável"","""",""B2ab(ii,iii)"",""Apesar de amplamente distribuída em áreas de altitude na Mata Atlântica, sua área de ocupação (AOO) é menor do que 2.000 km2 e as populações são muito restritas, ocorrendo em 16 localidades.A maioria está fora de unidades de conservação, em áreas sujeitas à perda e degradação de habitat. As populações conhecidas são bastante desconectadas entre si. Com base nos dados disponíveis a espéciefoi categorizada como Vulnerável (VU), segundo o critério B2ab(ii,iii)."",""Sim"",""Não"",""Espírito Santo, Minas Gerais, Rio de Janeiro"",""|Sudeste|"",""Mata Atlântica"",""Sub-bacia Grande Sub-bacia Litoral ES Sub-bacia Litoral RJ Sub-bacia São Francisco Alto"",""APA Petrópolis, APA Serra da Mantiqueira, PARNA da Serra dos Órgãos, PARNA de Itatiaia, PARNA do Caparaó"",""ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL SUL-RMBH, PARQUE ESTADUAL SERRA DO ROLA MOÇA"","""",""Desconhecido"",""Desconhecida"",""1 - Desenvolvimento residencial e comercial 2 - Agropecuária e Aquacultura"","""",""Proteção de recursos/habitat"","""","""","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Aves"",""Passeriformes"",""Scleruridae"",""Geositta"",""Geositta poeciloptera"",""Geositta poeciloptera"",""(Wied, 1830)"",""andarilho, curriqueiro"",""Aves"",""10/2018"",""Vulnerável"","""",""A3c"",""Geositta poeciloptera distribui-se no leste da Bolívia e centro do Brasil. A espécie ocupa principalmente campos naturais (habita especificamente campos limpos e sujos) do bioma Cerrado entre 500 e 1.250 metros de altitude. Há duas subpopulações consideradas relevantes, uma no Parque Nacional da Serra da Canastra e outra, fora de unidade de conservação, no Campo das Vertentes/MG, havendo forte fragmentação populacional. Embora ocorra principalmente em áreas protegidas, estas ainda sofrem com incêndios descontrolados, resultando em redução de área de ocupação, perda de qualidade de habitat devido à supressão dos campos naturais em função da expansão das atividades agrosilvopastoris, invasões de espécies exóticas (Pinus e gramíneas) e mineração. Essas ameaças causam declínio na área de ocupação, extensão da ocorrência e qualidade do habitat. Cálculos realizados para estimar a perda de habitat usado pela espécie revelam que em três gerações futuras (12 anos) haverá uma perda de 31% de campos naturais em seu polígono de ocorrência. Neste sentido, baseado no declínio da perda de habitat suspeita-se que ocorrerá no futuro um declínio populacional de mesma porcentagem em três gerações (12 anos). Por isso, G. poeciloptera foi categorizada como Vulnerável (VU) pelo critério A3c."",""Não"",""Sim"",""Distrito Federal, Goiás, Mato Grosso, Minas Gerais, Tocantins"",""|Centro-Oeste|Norte|Sudeste|"",""Cerrado, Mata Atlântica"",""Sub-bacia Grande Sub-bacia Jequitinhonha Sub-bacia Paraguai 03 Sub-bacia Paranaíba Sub-bacia São Francisco Alto Sub-bacia São Francisco Médio Sub-bacia Tocantins Alto"",""APA Bacia do Rio Descoberto, APA Bacia do Rio São Bartolomeu, APA Carste da Lagoa Santa, APA Planalto Central, FLONA de Brasília, PARNA da Chapada dos Veadeiros, PARNA das Emas, PARNA da Serra da Canastra, PARNA de Brasília, REBIO da Contagem"",""APA DA BACIA DOS RIBEIRÕES DO GAMA E CABEÇA DE VEADO, APA DE CAFURINGA, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL POUSO ALTO, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL SERRA SÃO JOSÉ, ESTAÇÃO ECOLÓGICA DE ÁGUAS EMENDADAS, ESTAÇÃO ECOLÓGICA DO JARDIM BOTÂNICO, REFÚGIO ESTADUAL DE VIDA SILVESTRE LIBÉLULAS DA SERRA DE SÃO JOSÉ"",""RPPN Cachoeira do Cerradão, RPPN Chakra Grisu, RPPN Fazenda Cruzeiro, RPPN Fazenda Mata Funda, RPPN Linda Serra dos Topázios, RPPN Nave da Esperança"",""Não"",""Declinando"",""2 - Agropecuária e Aquacultura|2.1 - Culturas anuais e perenes não-madeireiras|2.1.4 - Agricultura de escala desconhecida 3 - Produção energética e mineração|3.2 - Mineração|3.2.6 - Tipo desconhecido 6 - Distúrbios humanos|6.1 - Atividades recreacionais/turísticas 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.1 - Incêndios e supressão de incêndios|7.1.1 - Aumento da frequência/intensidade de incêndios 8 - Espécies invasoras problemáticas e doenças|8.1 - Espécies exóticas|8.1.2 - Espécie não conhecida|8.1.2.1 - Competidores"","""",""Manejo de locais/áreas, Plano de Ação Nacional (PAN), Proteção de locais/áreas"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação das Aves Ameaçadas do Bioma Amazônia, Plano de Ação Nacional para a Conservação das Aves Ameaçadas do Bioma Mata Atlântica, Plano de Ação Nacional para a Conservação das Aves do Cerrado e Pantanal, Plano de Ação Nacional para a Conservação das Aves do Cerrado e Pantanal - 2º ciclo"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Aves"",""Passeriformes"",""Thraupidae"",""Tangara"",""Tangara velia"",""Tangara velia signata"",""(Hellmayr, 1905)"",""saíra-diamante"",""Aves"",""09/2017"",""Vulnerável"","""",""A2c"",""Tangara velia signata é endêmica do Brasil, restringindo-se ao Centro de Endemismo Belém e Ilha do Marajó. Habita florestas úmidas, principalmente de terra firme, frequentando também as bordas. É tolerante a determinados níveis de degradação florestal, podendo ocupar florestas primárias perturbadas. Entretanto, o desmatamento tem sido completo em sua distribuição, exterminando o habitat adequado à espécie em muitos locais. A espécie somente tem sido encontrada em fragmentos em excelente estado de conservação e relativamente contínuos. As perdas populacionais em três gerações (15 anos) passadas, baseadas em perda de habitat, podem ser consideradas entre 30% e 50%. Dessa forma, T. v. signata foi categorizada como Vulnerável (VU) A2c."",""Sim"",""Sim"",""Maranhão, Pará"",""|Nordeste|Norte|"",""Amazônia"",""Sub-bacia Gurupi Sub-bacia Mearim Sub-bacia Tocantins Baixo"",""REBIO do Gurupi"","""","""",""Desconhecido"",""Declinando"",""11 - Mudanças e extremos climáticos|11.1 - Mudança/alteração de habitat 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.2 - Silvicultura|2.2.3 - Plantações em escala desconhecida 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.3 - Pecuária|2.3.4 - Pecuária em escala desconhecida 5 - Uso de recursos biológicos|5.3 - Extração florestal|5.3.5 - Motivação desconhecida"","""",""Controle e fiscalização, Criação de áreas protegidas, Implementação de corredores, Plano de Ação Nacional (PAN), Proteção de locais/áreas, Restauração de habitat e processos naturais"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação das Aves Ameaçadas do Bioma Amazônia"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Aves"",""Passeriformes"",""Pipridae"",""Neopelma"",""Neopelma aurifrons"",""Neopelma aurifrons"",""(Wied, 1831)"",""fruxu-baiano"",""Aves"",""06/2019"",""Em Perigo"","""",""B2ab(ii,iii,v)"",""Neopelma aurifrons é endêmica do Brasil, originalmente ocorrendo do sul da Bahia e leste de Minas Gerais ao Rio de Janeiro. Extinções locais são conhecidas para o litoral da Bahia e estado do Rio de Janeiro. A área de ocupação (AOO) da espécie foi calculada em 320 km2. A população é severamente fragmentada tendo mais de 50% de sua área total de ocupação separadas de outros fragmentos por grande distância e os indivíduos não se deslocam entre os fragmentos fora do seu habitat. Há declínio continuado da população devido à perda de habitat por conversão da floresta em áreas para agropecuária, exploração madeireira ilegal, expansão urbana e incêndios florestais. Dessa forma, N. aurifrons foi avaliada como Em Perigo (EN) pelo critério B2ab(ii,iii,v)."",""Sim"",""Sim"",""Bahia, Espírito Santo, Minas Gerais, Rio de Janeiro"",""|Nordeste|Sudeste|"",""Cerrado, Mata Atlântica"",""Sub-bacia Contas Sub-bacia Doce Sub-bacia Jequitinhonha Sub-bacia Litoral ES"",""FLONA Pacotuba, PARNA de Boa Nova, REBIO Augusto Ruschi, REVIS Boa Nova"",""ESTAÇÃO ECOLÓGICA DE ACAUÃ, PARQUE ESTADUAL DO RIO DOCE"",""FAZENDA BOA ESPERANÇA, RPPN Cachoeira Boa Vista"",""Não"",""Declinando"",""1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.1 - Expansão urbana 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.1 - Culturas anuais e perenes não-madeireiras|2.1.2 - Agricultura em pequenas propriedades 5 - Uso de recursos biológicos|5.3 - Extração florestal|5.3.1 - Uso intencional - subsistência/pequena escala 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.1 - Incêndios e supressão de incêndios|7.1.1 - Aumento da frequência/intensidade de incêndios"","""",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação das Aves Ameaçadas do Bioma Mata Atlântica"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Elasmobranchii"",""Rajiformes"",""Arhynchobatidae"",""Atlantoraja"",""Atlantoraja cyclophora"",""Atlantoraja cyclophora"",""(Regan, 1903)"","""",""Tubarões e Raias"",""11/2017"",""Vulnerável"","""",""A4bd"",""Atlantoraja cyclophora é uma espécie de médio porte, que ocorre no Atlântico Sul ocidental do Espírito Santo até a Argentina, na plataforma continental e talude superior. A espécie possui alto interesse comercial sendo capturada como uma das espécies-alvo da frota de arrasto e de emalhe de fundo do sudeste e sul do Brasil. A partir da década de 2000 houve o direcionamento para categoria comercial “emplastros” em função da exportação para o mercado asiático, sendo A. cyclophora uma das principais espécies que compõe essa categoria. O principal esforço de captura, sobretudo da pesca industrial, concentra-se na região Sul. A partir dos dados dos desembarques da pesca industrial no sul e sudeste do Brasil, observou-se reduções superiores a 40% nas LPUEs (desembarque em kg por viagem) entre 2001 e 2012 para a frota de arrasto e emalhe de fundo. Devido às reduções já registradas no passado e ao fato de que a pesca continua sem restrições, suspeita-se que possa haver uma redução de pelo menos 30% no tamanho populacional em um intervalo de tempo que compreenda três gerações da espécie (54 anos) considerando uma janela de tempo de 16 anos no passado e 38 no futuro. Portanto, A. cyclophora foi categorizada como Vulnerável (VU) sob o critério A4bd."",""Não"",""Sim"",""Espírito Santo, Paraná, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, São Paulo"",""|Sudeste|Sul|"",""Sistema Costeiro-Marinho"","""",""REBIO Marinha do Arvoredo, RESEX Arraial do Cabo"",""APA MARINHA DO LITORAL CENTRO, APA MARINHA DO LITORAL NORTE, APA MARINHA DO LITORAL SUL, RESERVA DE DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL DO AVENTUREIRO"","""",""Sim"",""Declinando"",""5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.3 - Captura intencional - comércio internacional 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.5 - Captura indireta - subsistência/pequena escala|5.4.5.3 - Aparelho com anzol|5.4.5.3.3 - Espinhel fixo de fundo 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.5 - Captura indireta - subsistência/pequena escala|5.4.5.3 - Aparelho com anzol|5.4.5.3.5 - Linha de fundo e linha de mão 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.5 - Captura indireta - subsistência/pequena escala|5.4.5.6 - Arrasto|5.4.5.6.1 - Arrasto simples 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.5 - Captura indireta - subsistência/pequena escala|5.4.5.6 - Arrasto|5.4.5.6.2 - Arrasto duplo 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.5 - Captura indireta - subsistência/pequena escala|5.4.5.6 - Arrasto|5.4.5.6.3 - Arrasto de praia 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.5 - Captura indireta - subsistência/pequena escala|5.4.5.7 - Emalhe 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.5 - Captura indireta - subsistência/pequena escala|5.4.5.7 - Emalhe|5.4.5.7.1 - Emalhe de fundo 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.6 - Captura indireta - larga escala|5.4.6.6 - Arrasto|5.4.6.6.1 - Arrasto simples 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.6 - Captura indireta - larga escala|5.4.6.6 - Arrasto|5.4.6.6.2 - Arrasto duplo 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.6 - Captura indireta - larga escala|5.4.6.6 - Arrasto|5.4.6.6.3 - Arrasto de parelha 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.6 - Captura indireta - larga escala|5.4.6.7 - Emalhe|5.4.6.7.1 - Emalhe de fundo 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.6 - Captura indireta - larga escala|5.4.6.8 - Espinhel|5.4.4.8.2 - Espinhel de fundo"",""1 - Alimentação humana 1 - Alimentação humana|1.5 - Pesca de subsistência 1 - Alimentação humana|1.6 - Pesca - comércio internacional 1 - Alimentação humana|1.7 - Pesca artesanal 1 - Alimentação humana|1.7 - Pesca artesanal|1.7.6 - Arrasto 1 - Alimentação humana|1.7 - Pesca artesanal|1.7.7 - Emalhe 1 - Alimentação humana|1.8 - Pesca industrial 1 - Alimentação humana|1.8 - Pesca industrial|1.8.6 - Arrasto 1 - Alimentação humana|1.8 - Pesca industrial|1.8.7 - Emalhe"",""Criação de áreas protegidas, Expansão de áreas protegidas, Manejo/ordenamento de caça/pesca, Plano de Recuperação, Plano de Redução de Impacto (PRIM), Proteção de locais/áreas"","""",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""5 , 500""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Reptilia"",""Testudines"",""Cheloniidae"",""Lepidochelys"",""Lepidochelys olivacea"",""Lepidochelys olivacea"",""(Eschscholtz, 1829)"",""Tartaruga comum, Tartaruga-oliva, Tartaruga pequena, Xibirro"",""Répteis"",""10/2018"",""Vulnerável"","""",""A1bcd"",""A tartaruga-oliva Lepidochelys olivacea é uma espécie migratória com distribuição global e possui hábitos alimentares carnívoros durante todo o ciclo de vida. A área prioritária de desova desta espécie no Brasil está localizada entre o litoral sul do estado de Alagoas e o litoral norte da Bahia com maior quantidade de desovas no estado de Sergipe. Ocorrem em áreas costeiras e oceânicas desde o Rio Grande do Sul até o Pará, e em águas internacionais adjacentes à zona econômica exclusiva do Brasil. A espécie apresenta ciclo de vida longo com maturação sexual média de 16 anos e tempo geracional estimado em 20 anos. A principal ameaça para L. olivacea no passado foi a coleta de ovos, o que não acontece mais nas áreas prioritárias de reprodução. Atualmente as maiores ameaças são a captura incidental na pesca, principalmente a de arrasto, em frente às áreas de desova, e a perda de ninhos por predação animal (raposas). Além disso, a ocupação desordenada do ambiente costeiro, a poluição, e as atividades portuárias e de petróleo e gás, também afetam negativamente as populações. Apesar do declínio acentuado ocorrido no passado, iniciativas de conservação, desde a década de 1980, resultaram no início da recuperação destas populações. Entretanto, não se pode assegurar a continuidade dessa recuperação, tendo em vista a alta mortalidade contínua de indivíduos decorrente da pesca de arrasto nas áreas de reprodução. Nesse contexto, como os estudos de tendência de população cobrem pouco mais de um tempo geracional para este táxon, foram utilizadas estimativas para o período anterior, chegando a uma faixa de reduções estimada que inclui valores superiores a 50% de redução da população nos últimos 60 anos, baseado em um índice de abundância apropriado para o táxon, e considerando como causas da redução os níveis reais de exploração e declínio na qualidade do habitat. Por essas razões, L. olivacea foi categorizada como Vulnerável (VU) pelo critério A1bcd."",""Não"",""Sim"",""Pará, Paraíba, Pernambuco, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe"",""|Nordeste|Norte|Sudeste|Sul|"",""Amazônia, Caatinga, Cerrado, Mata Atlântica, Pampa, Sistema Costeiro-Marinho"","""",""APA Cananéia-Iguape-Peruíbe, APA Costa dos Corais, APA Delta do Parnaíba, APA Piaçabuçú, PARNA da Lagoa do Peixe, PARNA Jericoacoara, PARNA Lençóis Maranhenses, PARNA Restinga de Jurubatiba, REBIO Comboios, REBIO Santa Isabel, RESEX Araí Peroba, RESEX Arraial do Cabo, RESEX Canavieiras, RESEX Maracanã, RESEX Marinha da Lagoa do Jequiá, RESEX MAR Soure"",""APA DA ORLA MARíTIMA, APA ILHA COMPRIDA, APA MARINHA DO LITORAL CENTRO, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL BONFIM/GUARAÍRA, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL CARAÍVA/ TRANCOSO, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL CONCEIÇÃO DA BARRA, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL COSTA DE ITACARÉ/ SERRA GRANDE, ÁREA DE PROTEçãO AMBIENTAL DA BAIXADA MARANHENSE, ÁREA DE PROTEçãO AMBIENTAL DA FOZ DO RIO DAS PREGUIçAS - PEQUENOS LENçóIS - REGIãO LAGUNAR ADJACENTE, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL DA MARITUBA DO PEIXE, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL DE SANTA RITA, ÁREA DE PROTEçãO AMBIENTAL DE UPAON-AçU / MIRITIBA / ALTO PREGUIçAS, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL LAGOA ENCANTADA, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL PLATAFORMA CONTINENTAL DO LITORAL NORTE, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL SANTO ANTÔNIO, ÁREA DE RELEVANTE INTERESSE ECOLóGICO DO DEGREDO, PARQUE ESTADUAL DA LAGOA DO AÇU, PARQUE ESTADUAL DO ITINGUÇU"",""Estação Veracel, RPPN Araçari, RPPN Ecoparque de Una, RPPN Meandros"",""Sim"",""Aumentando"",""11 - Mudanças e extremos climáticos|11.1 - Mudança/alteração de habitat 1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.1 - Expansão urbana 1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.2 - Áreas comerciais e industriais 1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.3 - Áreas de turismo e recreação 3 - Produção energética e mineração|3.1 - Extração de petróleo e gás natural 4 - Transportes e serviços de transmissão|4.2 - Atropelamentos 4 - Transportes e serviços de transmissão|4.3 - Portos 4 - Transportes e serviços de transmissão|4.4 - Tráfego de embarcações 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.5 - Captura indireta - subsistência/pequena escala 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.6 - Captura indireta - larga escala 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.3 - Outras modificações nos ecossistemas 8 - Espécies invasoras problemáticas e doenças|8.2 - Espécies domésticas|8.2.2 - Predadores 8 - Espécies invasoras problemáticas e doenças|8.3 - Espécies nativas problemáticas|8.3.1 - Espécie conhecida|8.3.1.2 - Predadores 9 - Poluição|9.1 - Doméstica e urbana - escoamento de água 9 - Poluição|9.2 - Industrial 9 - Poluição|9.4 - Lixo e resíduos sólidos"",""15 - Pesquisa 1 - Alimentação humana"",""Educação e comunicação, Plano de Ação Nacional (PAN), Proteção territorial"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação das Tartarugas Marinhas - 2º ciclo, Plano de Ação Nacional para Conservação das Tartarugas Marinhas"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Aves"",""Passeriformes"",""Thamnophilidae"",""Epinecrophylla"",""Epinecrophylla dentei"",""Epinecrophylla dentei"",""Whitney, Isler, Bravo, Aristizábal, Schunck, Silveira & Piacentini, 2013"",""choquinha-do-rio-roosevelt"",""Aves"",""08/2018"",""Vulnerável"","""",""A3c"",""Epinecrophylla dentei é endêmica do microinterflúvio Aripuanã-Machado, contido no interflúvio Madeira-Tapajós. A partir da perda e degradação de habitat em função da expansão agropecuária, principalmente no sul do estado do Amazonas, projeta-se um declínio populacional de pelo menos 30% nos próximos 13 anos (três gerações), baseado no declínio na qualidade do habitat. Por isso, E. dentei foi categorizada como Vulnerável (VU) pelo critério A3c."",""Sim"",""Sim"",""Amazonas, Rondônia"",""|Norte|"",""Amazônia"",""Sub-bacia Madeira"",""REBIO do Jaru"","""","""",""Não"",""Declinando"",""2 - Agropecuária e Aquacultura|2.1 - Culturas anuais e perenes não-madeireiras|2.1.4 - Agricultura de escala desconhecida 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.3 - Pecuária|2.3.4 - Pecuária em escala desconhecida 5 - Uso de recursos biológicos|5.3 - Extração florestal|5.3.5 - Motivação desconhecida 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.1 - Incêndios e supressão de incêndios|7.1.1 - Aumento da frequência/intensidade de incêndios"","""",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação das Aves Ameaçadas do Bioma Amazônia - 2º ciclo"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Aves"",""Passeriformes"",""Thamnophilidae"",""Thamnophilus"",""Thamnophilus nigrocinereus tschudii"",""Thamnophilus nigrocinereus tschudii"",""Pelzeln, 1868"",""choca-preta-e-cinza"",""Aves"",""08/2018"",""Em Perigo"","""",""B1ab(iii)+2ab(iii)"",""Thamnophilus nigrocinereus tschudii ocupa uma área bastante restrita, sendo encontrado, principalmente, em ilhas grandes, com floresta alagável bem desenvolvida, da calha do baixo e médio rio Madeira. Sua extensão de ocorrência (EOO) e área de ocupação (AOO) são estimadas em 700 km2 e 180 km2, respectivamente. Duas hidrelétricas estão atualmente em construção no rio Madeira, à montante de sua área de distribuição, o que irá modificar o regime hidrológico à jusante, impactando o habitat preferencial dessa espécie em toda sua distribuição, caracterizando assim uma única localização. Além disso, há declínio continuado da qualidade do habitat devido ao corte de árvores de grande porte e a alterações no regime hidrológico que podem acarretar alteração ou perda de cobertura vegetal da qual depende esta ave. Dessa forma, T. n. tschudii foi categorizado como Em Perigo (EN), pelos critérios B1ab(iii)+2ab(iii)."",""Sim"",""Sim"",""Amazonas"",""|Norte|"",""Amazônia"",""Sub-bacia Madeira"","""","""","""",""Não"",""Desconhecida"",""3 - Produção energética e mineração|3.3 - Energia renovável|3.3.1 - Hidrelétricas 5 - Uso de recursos biológicos|5.3 - Extração florestal|5.3.5 - Motivação desconhecida"","""",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação das Aves Ameaçadas do Bioma Amazônia"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Aves"",""Passeriformes"",""Thraupidae"",""Sporophila"",""Sporophila falcirostris"",""Sporophila falcirostris"",""(Temminck, 1820)"",""cigarra-verdadeira"",""Aves"",""06/2019"",""Vulnerável"","""",""C1"",""Sporophila falcirostris ocorre no Paraguai, Argentina e Brasil, do sul da Bahia até o sul de Santa Catarina e pontualmente no Mato Grosso do Sul. É espécie florestal que realiza deslocamentos nomádicos acompanhando a floração das taquaras. Sensível à fragmentação do habitat, sofreu extinções em diversas localidades e é considerada incomum ou rara. Suspeita-se que a população brasileira possui menos de 10.000 indivíduos maduros e apresenta declínio populacional continuado de ao menos 10% em três gerações (cerca de 14 anos) devido, principalmente, à grande pressão de captura e também à perda de habitat. A avaliação não é alterada quando se verifica a influência da população oriunda de outros países. Dessa forma, S. falcirostris foi categorizada como Vulnerável (VU) pelo critério C1."",""Não"",""Sim"",""Bahia, Espírito Santo, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Paraná, Rio de Janeiro, Santa Catarina, São Paulo"",""|Centro-Oeste|Nordeste|Sudeste|Sul|"",""Cerrado, Mata Atlântica"",""Sub-bacia Contas Sub-bacia Doce Sub-bacia Grande Sub-bacia Itapecuru-Paraguaçu Sub-bacia Jequitinhonha Sub-bacia Litoral BA ES Sub-bacia Litoral ES Sub-bacia Litoral RJ Sub-bacia Litoral RJ SP Sub-bacia Litoral SP Sub-bacia Litoral SP PR SC Sub-bacia Paraguai 01 Sub-bacia Paraíba do Sul Sub-bacia Paranapanema Sub-bacia São Francisco Alto Sub-bacia Tietê"",""APA Cananéia-Iguape-Peruíbe, APA Guaraqueçaba, APA Petrópolis, PARNA da Serra dos Órgãos, PARNA da Tijuca, PARNA de Itatiaia, PARNA do Caparaó, PARNA do Pau Brasil, PARNA Serra das Lontras, REBIO Augusto Ruschi, REBIO de Una, REBIO do Tinguá"",""APA CAMPOS DO JORDÃO, APA ILHA COMPRIDA, APA SAPUCAí MIRIM, APA SERRA DO MAR, APA SISTEMA CANTAREIRA, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL DA BACIA DO RIO MACACU, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL ESTADUAL DE GUARATUBA, ESTAÇÃO ECOLÓGICA JURÉIA-ITATINS, PARQUE ESTADUAL DA ILHA DO CARDOSO, PARQUE ESTADUAL DA SERRA DO MAR, PARQUE ESTADUAL DO DESENGANO, PARQUE ESTADUAL INTERVALES"",""RPPN Caetezal, RPPN CEC/Tinguá, RPPN CEFLUSMME, RPPN dos Feixos, RPPN Ecoparque de Una, RPPN Fattoria Grigia, RPPN Fazenda Arco-Íris, RPPN Fazenda Barra do Sana, RPPN Fazenda Córrego da Luz, RPPN Fazenda Limeira, RPPN Fazenda Palmital, RPPN Fazenda San Michele, RPPN Fazenda Santa Izabel, RPPN Fazenda São Geraldo, RPPN Fazenda Silvo Agro-Pastoril Gonçalves, RPPN Fazenda Suspiro, RPPN Gleba O Saquinho de Itapirapuá, RPPN Morro do Curussu Mirim, RPPN Parque Ecológico ARTEX, RPPN Prima Luna, RPPN Reserva Rizzieri, RPPN Sítio Capuavinha, RPPN Sítio Curucutu, RPPN Sítio do Bananal, RPPN Sítio do Jacu, RPPN Usina Mauricio, RPPN Vila Ana Angélica"",""Não"",""Declinando"",""5 - Uso de recursos biológicos|5.1 - Caça e captura de animais terrestres ou marinhos|5.1.1 - Caça/captura intencional (a espécie é o alvo)|5.1.1.2 - Comercial - Nacional/Local 5 - Uso de recursos biológicos|5.3 - Extração florestal|5.3.5 - Motivação desconhecida 9 - Poluição|9.3 - Agropecuária e florestal|9.3.3 - Herbicidas e pesticidas"",""3 - Animais de estimação/ornamentais"",""Conscientização/comunicação, Conservação ex-situ, Controle e fiscalização, Manejo de locais/áreas, Plano de Ação Nacional (PAN), Reintrodução"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação das Aves Ameaçadas do Bioma Mata Atlântica, Plano de Ação Nacional para Conservação de Espécies Ameaçadas e de Importância Socioeconômica do Ecossistema Manguezal"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Actinopterygii"",""Cyprinodontiformes"",""Rivulidae"",""Austrolebias"",""Austrolebias jaegari"",""Austrolebias jaegari"",""Costa & Cheffe, 2002"",""Peixe anual, Peixe das nuvens"",""Peixes Continentais"",""05/2019"",""Em Perigo"","""",""B1ab(ii,iii)"",""Austrolebias jaegari é endêmica do Brasil, ocorrendo nos municípios de Pelotas e Capão do Leão, no sistema da laguna dos Patos, estado do Rio Grande do Sul. A Extensão de Ocorrência (EOO) calculada é de 1.560 km2. A subpopulação de A. jaegari registrada em Pelotas está sob impacto de drenagem e foi reduzida a uma pequena lâmina d'água. Do mesmo modo, a subpopulação da espécie em Capão do Leão está situada num charco extremamente modificado localizado às margens de uma rodovia, que sofre forte impacto do cultivo de arroz. Ainda, sempre que coletada, a espécie foi encontrada em baixíssima abundância. Portanto, a partir do cenário de fragmentação severa dos biótopos onde A. jaegari ocorre, infere-se que a população da espécie esteja severamente fragmentada. Além disso, a espécie está sob declínio continuado de sua Área de Ocupação (AOO) e qualidade de hábitat. Desse modo, Austrolebias jaegari foi categorizada como Em Perigo (EN) de acordo com critério B1ab(ii,iii)."",""Sim"",""Sim"",""Rio Grande do Sul"",""|Sul|"",""Pampa"",""Sub-bacia Litoral RS"","""","""","""",""Não"",""Desconhecida"",""2 - Agropecuária e Aquacultura|2.1 - Culturas anuais e perenes não-madeireiras|2.1.4 - Agricultura de escala desconhecida 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.2 - Represas e uso de água|7.2.4 - Captação de água de superfície - uso desconhecido"","""",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação dos Peixes Rivulídeos Ameaçados de Extinção - 2º ciclo"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Actinopterygii"",""Cyprinodontiformes"",""Rivulidae"",""Notholebias"",""Notholebias cruzi"",""Notholebias cruzi"",""(Costa, 1988)"",""Peixe anual, Peixe das nuvens"",""Peixes Continentais"",""05/2019"",""Criticamente em Perigo"",""Não"",""B2ab(i,ii,iii,iv)"",""Notholebias cruzi é endêmica do Brasil, e, historicamente, costumava ser abundante entre os municípios de Barra de São João e Rio das Ostras, no estado do Rio de Janeiro. Ocorre em sintopia com Ophthalmolebias constanciae e Nematolebias whitei. O aterramento continuado de brejos em toda área de distribuição da espécie fragmentou sua população e provocou o declínio continuado de seus ambientes originais e da qualidade do hábitat. A área de ocupação (AOO) conhecida atualmente é de 8 km². Algumas poças foram reduzidas de 1500 m² para 25 m², não existindo registro dessa espécie desde 2002, embora existam esforços de amostragem na região, em vários anos após 2002. Portanto, Notholebias cruzi foi categorizada como Criticamente em Perigo (CR) pelo critério B2ab(i,ii,iii,iv)."",""Sim"",""Sim"",""Rio de Janeiro"",""|Sudeste|"",""Mata Atlântica"",""Sub-bacia Litoral RJ"","""","""",""RPPN Morro Grande"",""Não"",""Declinando"",""1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.1 - Expansão urbana 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.3 - Outras modificações nos ecossistemas"","""",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação dos Peixes Rivulídeos Ameaçados de Extinção, Plano de Ação Nacional para a Conservação dos Peixes Rivulídeos Ameaçados de Extinção - 2º ciclo"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Actinopterygii"",""Cyprinodontiformes"",""Rivulidae"",""Notholebias"",""Notholebias vermiculatus"",""Notholebias vermiculatus"",""Costa & Amorim, 2013"",""Peixe anual, Peixe das nuvens"",""Peixes Continentais"",""05/2019"",""Criticamente em Perigo"",""Não"",""B1ab(i,ii,iii,iv)"",""Notholebias vermiculatus é endêmica do Brasil e conhecida de poucas áreas isoladas, nos municípios de Saquarema e Maricá, estado do Rio de Janeiro. A localidade-tipo consiste de uma série de poças temporárias na planície de inundação próxima ao rio Catimbau que drena para a lagoa Saquarema. Esse complexo de poças cruzava a RJ-106 em sua porção média, mas foi severamente perturbado após 2007, quando a espécie desapareceu depois que os últimos vestígios da vegetação marginal original foram removidos, fragmentando severamente o habitat da espécie, o que contribuiu para a fragmentação da população. Toda a região situada ao norte da rodovia foi drenada para a agricultura e atualmente é ocupada por plantações. Entretanto, a espécie ainda é encontrada em poças ao sul da rodovia. Uma segunda localidade é uma área alagada temporária próxima à lagoa Jaconé, menor do que 1 km², que sofrerá impactos da construção de um porto (Empreendimentos Terminais Ponta Negra) e do Gasoduto Rota 3, da Petrobrás. A Extensão de Ocorrência (EOO) foi calculada em 13 km² a partir do MPC formado pelos registros conhecidos. Considerando o declínio da extensão de ocorrência, área de ocupação, qualidade do habitat e potencialmente do número de subpopulações localizadas na área do empreendimento, Notholebias vermiculatus foi categorizada como Criticamente em Perigo (CR) pelo critério B1ab(i,ii,iii,iv)."",""Sim"",""Sim"",""Rio de Janeiro"",""|Sudeste|"",""Mata Atlântica"",""Sub-bacia Litoral RJ"","""","""","""",""Não"",""Declinando"",""2 - Agropecuária e Aquacultura|2.1 - Culturas anuais e perenes não-madeireiras|2.1.4 - Agricultura de escala desconhecida 3 - Produção energética e mineração|3.1 - Extração de petróleo e gás natural 4 - Transportes e serviços de transmissão|4.3 - Portos"","""",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação dos Peixes Rivulídeos Ameaçados de Extinção - 2º ciclo"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Actinopterygii"",""Cyprinodontiformes"",""Rivulidae"",""Ophthalmolebias"",""Ophthalmolebias constanciae"",""Ophthalmolebias constanciae"",""(Myers, 1942)"",""Peixe anual, Peixe das nuvens"",""Peixes Continentais"",""05/2019"",""Criticamente em Perigo"",""Não"",""B1ab(i,ii,iii,iv)+2ab(i,ii,iii,iv)"",""Ophthalmolebias constanciae é endêmica do Brasil, ocorrendo em poças em meio à vegetação de restinga, entre os municípios de Rio das Ostras e Cabo Frio, no estado do Rio de Janeiro. No passado, várias subpopulações abundantes eram encontradas nesses municípios, mas atualmente restam apenas três. Em Casimiro de Abreu, distrito de Barra de São João, encontrava-se a subpopulação mais saudável";" contudo, o alagado foi parcialmente aterrado em 2018. Apesar de haverem sido empreendidos esforços para recuperar o ambiente, não é possível avaliar no momento a efetividade de tais ações. Em Rio das Ostras, a segunda subpopulação ocorre na beira da praia, entre casas e está completamente descaracterizada, com poucos indivíduos, apesar de ser a subpopulação com maior densidade populacional. Uma terceira subpopulação foi descoberta recentemente, na área da localidade-tipo, em Botafogo, município de Cabo Frio. É rara nessa localidade, onde ocorre em simpatria com Nematolebias whitei. A Extensão de Ocorrência (EOO) calculada é de 1 km², considerando os registros conhecidos, o que sugere que a AOO seja ainda inferior a esse valor. Em função dos declínios continuados na extensão de ocorrência, área de ocupação, qualidade do habitat e redução do número de subpopulações, além de se tratar de uma espécie de interesse ornamental, Ophthalmolebias constanciae foi categorizada como Criticamente em Perigo (CR) pelos critérios B1+2ab(i,ii,iii,iv)."",""Sim"",""Sim"",""Rio de Janeiro"",""|Sudeste|"",""Mata Atlântica"",""Sub-bacia Litoral RJ"","""","""","""",""Não"",""Declinando"",""1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.1 - Expansão urbana 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.1 - Captura intencional - subsistência/pequena escala|5.4.1.4 - Armadilha|5.4.1.4.5 - Puçá"",""3 - Animais de estimação/ornamentais"",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação dos Peixes Rivulídeos Ameaçados de Extinção, Plano de Ação Nacional para a Conservação dos Peixes Rivulídeos Ameaçados de Extinção - 2º ciclo"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;; "Animalia,""Arthropoda"",""Insecta"",""Lepidoptera"",""Papilionidae"",""Parides"",""Parides klagesi"","""",""(Ehrmann, 1904)"",""Borboleta, rabo-de-andorinha"",""Invertebrados Terrestres"",""11/2010"",""Criticamente em Perigo"",""Não"",""B2ab(iii)"",""Parides klagesi é conhecida atualmente de uma única população na Amazônia, no estado do Pará. É encontrada em um fragmento menor do que 10 km², que se encontra isolado e sob pressão de urbanização e agropecuária. Portanto, a espécie foi categorizada como Criticamente em Perigo (CR), segundo o critério B2ab(iii)."",""Não"",""Não"",""Pará"",""|Norte|"",""Amazônia"",""Sub-bacia Tocantins Baixo"","""","""",""RPPN Klagesi"",""Desconhecido"",""Desconhecida"",""1 - Desenvolvimento residencial e comercial 2 - Agropecuária e Aquacultura"","""",""Criação de áreas protegidas, Proteção de recursos/habitat"","""","""","""",""""";;;;;; "Animalia,""Arthropoda"",""Malacostraca"",""Decapoda"",""Aeglidae"",""Aegla"",""Aegla franca"","""",""Schmitt, 1942"",""Egla"",""Invertebrados Marinhos"",""09/2013"",""Criticamente em Perigo"",""Não"",""B2ab(iii)"",""O estado de conservação de Aegla franca foi avaliado de acordo com os critérios da IUCN (2001), com base em informações recentes sobre a biologia e dados sobre a área de ocupação da espécie. A espécie é endêmica de córregos pertencentes à microbacia do rio Canoas (municípios de Franca, SP, e Claraval, MG), conhecida de apenas sete córregos afluentes do rio Canoas (sete localizações). A população encontra-se fragmentada e a área de ocupação é muito inferior a 10km². Observa-se um processo de degradação ambiental em andamento, causada principalmente pelos seguintes fatores: eliminação da mata ciliar que acompanha os córregos, intensa atividade de agricultura e criação de gado e presença de indústrias de processamento do couro, com descarte de resíduos altamente poluidores e tóxicos em rios e córregos da região. A categoria proposta para o táxon é “Criticamente Em Perigo (CR)” segundo o critério B2ab(iii)."",""Sim"",""Não"","""",""||"","""","""","""","""","""","""","""",""1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.2 - Áreas comerciais e industriais 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.3 - Pecuária 4 - Transportes e serviços de transmissão|4.1 - Estradas e ferrovias"","""",""Educação e comunicação"","""","""","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Elasmobranchii"",""Rajiformes"",""Arhynchobatidae"",""Sympterygia"",""Sympterygia acuta"",""Sympterygia acuta"",""Garman, 1877"",""emplastro-bicudo, raia-emplastro"",""Tubarões e Raias"","""",""Em Perigo"","""",""A4bd"",""Sympterygia acuta é endêmica do Atlântico Sul ocidental, e ocorre desde o estado de Rio de Janeiro até a Argentina. A pesca de arrasto de fundo que ocorre na plataforma interna e a pesca de emalhe são as principais ameaças no Brasil. A abundância relativa (kg/h) de S. acuta sofreu um declínio de 74,5% entre 1974 e 2005, na Plataforma Sul do Brasil a partir de dados de cruzeiros de pesquisa. A partir dos dados dos desembarques da pesca industrial nos portos de Itajaí, observou-se reduções superiores a 35% nas CPUEs (desembarque em kg por viagem) entre 2001 e 2012 para o emalhe de fundo e parelha, entretanto, nessas pescarias a proporção de emplastros na captura total fica em torno de 0,5 a 1% tendo apresentado diminuição também nessa proporção entre 2001 e 2012 em ambas artes de pesca. Nas pescarias de arrasto duplo e arrasto simples houve uma certa estabilidade e um pequeno aumento na CPUE evidenciando o direcionamento à captura de emplastros, portanto com percentuais maiores de contribuição deste grupo na captura total, seguindo a mesma tendência de redução observadas para as duas outras artes nesta proporção. Devido às reduções já registradas no passado e ao fato de que a pesca continua sem restrições, infere-se que possa haver uma redução de entre 50% a 80% da população em um intervalo de tempo que compreende três gerações da espécie (48 anos) considerando uma janela de tempo de 42 anos no passado e 6 no futuro. Devido à redução substancial na abundância da espécie, como resultado da pesca excessiva desde a década de 1970, e ainda o expressivo aumento do seu interesse comercial, infere-se um cenário de contínua redução populacional, categorizando Sympterygia acuta como Em Perigo (EN) pelo critério A4bd."",""Não"",""Sim"",""Santa Catarina"",""|Sul|"",""Sistema Costeiro-Marinho"","""",""APA Anhatomirim, REBIO Marinha do Arvoredo"","""","""",""Sim"",""Declinando"",""5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.5 - Captura indireta - subsistência/pequena escala|5.4.5.6 - Arrasto|5.4.5.6.1 - Arrasto simples 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.5 - Captura indireta - subsistência/pequena escala|5.4.5.6 - Arrasto|5.4.5.6.2 - Arrasto duplo 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.5 - Captura indireta - subsistência/pequena escala|5.4.5.6 - Arrasto|5.4.5.6.4 - Arrasto de parelha 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.5 - Captura indireta - subsistência/pequena escala|5.4.5.7 - Emalhe|5.4.5.7.1 - Emalhe de fundo 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.6 - Captura indireta - larga escala|5.4.6.6 - Arrasto|5.4.6.6.1 - Arrasto simples 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.6 - Captura indireta - larga escala|5.4.6.6 - Arrasto|5.4.6.6.2 - Arrasto duplo 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.6 - Captura indireta - larga escala|5.4.6.6 - Arrasto|5.4.6.6.3 - Arrasto de parelha 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.6 - Captura indireta - larga escala|5.4.6.7 - Emalhe|5.4.6.7.1 - Emalhe de fundo"",""1 - Alimentação humana|1.7 - Pesca artesanal 1 - Alimentação humana|1.8 - Pesca industrial"",""Manejo/ordenamento de caça/pesca, Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação dos Elasmobrânquios Ameaçados de Extinção"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""10 , 180""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Actinopterygii"",""Perciformes"",""Scombridae"",""Thunnus"",""Thunnus thynnus"",""Thunnus thynnus"",""(Linnaeus, 1758)"","""",""Peixes Marinhos (ósseos)"",""12/2015"",""Em Perigo"","""",""A2bd"",""Thunnus thynnus ocorre no oceano Atlântico e no Mar Mediterrâneo. Existem dois estoques reconhecidos pela ICCAT: o oriental (que inclui o Mediterrâneo) e o ocidental. Houve capturas de alto rendimento dessa espécie na década de 1960 pela frota espinheleira japonesa, especialmente no oeste do Atlântico Equatorial, incluindo a ZEE brasileira, sobretudo nos meses quentes do ano. Contudo, o rendimento das capturas da espécie nesta mesma área reduziu drasticamente a partir de meados da década de 1970. Desde então, a espécie vem sendo registrada esporadicamente, com desembarques ocasionais de poucos indivíduos, pela frota de espinhel brasileira. Embora a causa dessa redução não seja totalmente elucidada, havendo várias hipóteses, entende-se que é resultado de múltiplos fatores que interagem com a pesca, incluindo fatores biológicos e variações ambientais. Mesmo que as capturas tenham reduzido quase totalmente em águas brasileiras, a espécie é altamente migratória, não havendo, portanto, uma subpopulação exclusiva do Brasil. As estimativas provenientes da última avaliação do estoque do Atlântico ocidental, realizada pela ICCAT, apontaram uma recuperação em relação às avaliações anteriores. Essa recuperação deve-se à implementação de medidas de ordenamento pesqueiro adotadas pela ICCAT no Atlântico e mares adjacentes nos anos recentes. A partir dessas informações disponíveis, estimou-se que a biomassa do estoque desovante, para o ano de 2013, correspondeu a 60% daquela estimada para o ano de 1974 (correspondendo a três gerações ou 39 anos, tendo como base o tempo geracional de 13 anos) em todo Atlântico ocidental. Embora não sejam conhecidas as taxas de aporte de indivíduos oriundos do Atlântico Norte ocidental para o Atlântico Sul ocidental, suspeita-se que possa ter ocorrido um aumento da abundância no Atlântico Sul ocidental em consequência da recuperação do estoque no Atlântico Norte ocidental. Sendo assim, a espécie foi categorizada como Em Perigo (EN) de acordo com o critério A2bd."",""Não"",""Sim"","""",""||"",""Sistema Costeiro-Marinho"","""","""","""","""",""Sim"",""Declinando"",""5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.2 - Captura intencional - larga escala|5.4.2.8 - Espinhel|5.4.2.8.1 - Espinhel de superfície 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.3 - Captura intencional - comércio internacional"",""1 - Alimentação humana 1 - Alimentação humana|1.3 - Criadouro comercial 1 - Alimentação humana|1.6 - Pesca - comércio internacional 1 - Alimentação humana|1.8 - Pesca industrial 1 - Alimentação humana|1.8 - Pesca industrial|1.8.1 - Armadilhas 1 - Alimentação humana|1.8 - Pesca industrial|1.8.2 - Linha de mão 1 - Alimentação humana|1.8 - Pesca industrial|1.8.5 - Cerco 1 - Alimentação humana|1.8 - Pesca industrial|1.8.8 - Espinhel 1 - Alimentação humana|1.8 - Pesca industrial|1.8.8 - Espinhel|1.8.8.1 - Espinhel de superfície 4 - Caça/pesca esportiva"",""Manejo/ordenamento de caça/pesca"","""",""Comissão Internacional para a Conservação do Atum do Atlântico - ICCAT, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Elasmobranchii"",""Myliobatiformes"",""Mobulidae"",""Mobula"",""Mobula thurstoni"",""Mobula thurstoni"",""(Lloyd, 1908)"",""raia-jamanta, raia-manta"",""Tubarões e Raias"",""11/2017"",""Vulnerável"","""",""A2cd"",""Mobula thurstoni é uma espécie migratória de grande porte, hábitos oceânico pelágicos, com ocorrência ocasional em águas costeiras. Distribui-se globalmente, principalmente em águas tropicais. No Brasil, os registros confirmados são para o Arquipélago de São Pedro e São Paulo estados de São Paulo e Ceará, além de registro não publicados para Fernando de Noronha, Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul. Ainda que não existam dados populacionais e biológicos adequados no Brasil, a espécie está sob pressão pesqueira uma vez que ficam presas em redes de emalhe e espinhéis pelágicos. Em função da história de vida conservativa, não tolera altos níveis de captura. A existência de pescarias intensivas de voador, atuns e afins nas proximidades dos Arquipélagos de São Pedro e São Paulo, Fernando de Noronha e Abrolhos, e a recente expansão da frota espinheleira de Itaipava (ES) podem ter afetado de forma importante a população desta espécie. Pesquisadores que trabalham com elasmobrânquios nestas regiões reportam que as avistagens da espécie têm sido menos frequentes. Considerando que a espécie é altamente migratória, que declínios em abundância superiores a 70 % foram observados em outros setores oceânicos, a escassez de informações sobre pescarias no Brasil e o aumento a demanda por subprodutos de mobulideos aumentou significativamente nas últimas décadas, suspeita-se um declínio de pelo menos 30% tenha ocorrido no Brasil. Foi utilizado o tempo geracional de 7.5 anos. Por estas razões a espécie foi avaliada como Vulnerável (VU), sob os critérios A2cd."",""Não"",""Sim"",""Ceará, Pernambuco, São Paulo"",""|Nordeste|Sudeste|"",""Sistema Costeiro-Marinho"","""",""ESEC Tupinambás, PARNA Marinho de Fernando de Noronha, REBIO Atol das Rocas"",""APA MARINHA DO LITORAL CENTRO, APA MARINHA DO LITORAL NORTE, PARQUE ESTADUAL MARINHO DA LAJE DE SANTOS, PARQUE ESTADUAL MARINHO DA PEDRA DA RISCA DO MEIO"","""",""Sim"",""Desconhecida"",""5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.3 - Captura intencional - comércio internacional 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.5 - Captura indireta - subsistência/pequena escala|5.4.5.6 - Arrasto|5.4.5.6.1 - Arrasto simples 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.5 - Captura indireta - subsistência/pequena escala|5.4.5.6 - Arrasto|5.4.5.6.2 - Arrasto duplo 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.5 - Captura indireta - subsistência/pequena escala|5.4.5.7 - Emalhe|5.4.5.7.2 - Emalhe de superfície 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.5 - Captura indireta - subsistência/pequena escala|5.4.5.7 - Emalhe|5.4.5.7.3 - Rede de espera fina 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.6 - Captura indireta - larga escala|5.4.6.5 - Cerco 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.6 - Captura indireta - larga escala|5.4.6.6 - Arrasto|5.4.6.6.1 - Arrasto simples 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.6 - Captura indireta - larga escala|5.4.6.6 - Arrasto|5.4.6.6.2 - Arrasto duplo 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.6 - Captura indireta - larga escala|5.4.6.6 - Arrasto|5.4.6.6.3 - Arrasto de parelha 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.6 - Captura indireta - larga escala|5.4.6.7 - Emalhe|5.4.6.7.2 - Emalhe de superfície 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.6 - Captura indireta - larga escala|5.4.6.7 - Emalhe|5.4.6.7.3 - Emalhe de meia-água 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.6 - Captura indireta - larga escala|5.4.6.8 - Espinhel|5.4.6.8.1 - Espinhel de superfície"","""",""Controle e fiscalização, Legislação, Plano de Ação Nacional (PAN), Proteção de locais/áreas"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação dos Elasmobrânquios Ameaçados de Extinção"",""CITES - Anexo II, Convenção sobre Espécies Migratórias – CMS, Memorandum of Understanding on the Conservation of Migratory Sharks - MoU, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""0 , 100""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Amphibia"",""Anura"",""Bufonidae"",""Melanophryniscus"",""Melanophryniscus admirabilis"",""Melanophryniscus admirabilis"",""Di Bernardo, Maneyro & Grillo, 2006"",""Sapinho-admirável-de-barriga-vermelha, Sapinho-da-barriga-colorida"",""Anfíbios"",""09/2018"",""Criticamente em Perigo"",""Não"",""B1ab(iii)+2ab(iii)"",""Melanophryniscus admirabilis é endêmica do Brasil, com registros somente ao longo de um trecho de 2,2 km do rio Forqueta, em um vale estreito limitado por encostas íngremes, nos municípios de Arvorezinha e Soledade, no limite sul da Mata Atlântica no estado do Rio Grande do Sul. A espécie é de encontro frequente na sua localidade, contudo, provavelmente a população é reduzida. Estima-se que sua extensão de ocorrência seja menor que 1 km² e, dada a pouca disponibilidade de ambientes utilizados pela espécie, a área de ocupação é ainda menor. Atualmente, as principais ameaças são a perda e fragmentação do hábitat, coleta ilegal de espécimes, uso de agroquímicos provenientes das plantações de fumo adjacentes às encostas do vale do rio Forqueta e impactos impostos pelos turistas, que causam também declínio contínuo da qualidade do hábitat. O projeto de instalação de uma pequena central hidrelétrica teve a licença negada em 2014, mas ainda é uma ameaça potencial. Considerando uma localização, Melanophryniscus admirabilis foi avaliada como Criticamente em Perigo (CR) pelos critérios B1ab(iii)+2ab(iii)."",""Sim"",""Sim"",""Rio Grande do Sul"",""|Sul|"",""Mata Atlântica"",""Sub-bacia Guaíba"","""","""","""",""Não"",""Desconhecida"",""2 - Agropecuária e Aquacultura|2.1 - Culturas anuais e perenes não-madeireiras|2.1.4 - Agricultura de escala desconhecida 3 - Produção energética e mineração|3.3 - Energia renovável|3.3.1 - Hidrelétricas 5 - Uso de recursos biológicos|5.1 - Caça e captura de animais terrestres ou marinhos|5.1.1 - Caça/captura intencional (a espécie é o alvo)|5.1.1.2 - Comercial - Nacional/Local 5 - Uso de recursos biológicos|5.1 - Caça e captura de animais terrestres ou marinhos|5.1.1 - Caça/captura intencional (a espécie é o alvo)|5.1.1.3 - Comercial - Internacional 6 - Distúrbios humanos|6.1 - Atividades recreacionais/turísticas 8 - Espécies invasoras problemáticas e doenças|8.1 - Espécies exóticas|8.1.1 - Espécie conhecida|8.1.1.4 - Patógenos/Parasitas 9 - Poluição|9.3 - Agropecuária e florestal|9.3.3 - Herbicidas e pesticidas"",""3 - Animais de estimação/ornamentais"",""Conscientização/comunicação, Criação de áreas protegidas, Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação da Herpetofauna do Sul - 2º ciclo, Plano de Ação Nacional para a Conservação de Répteis e Anfíbios Ameaçados da Região Sul do Brasil"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Aves"",""Passeriformes"",""Fringillidae"",""Spinus"",""Spinus yarrellii"",""Spinus yarrellii"",""(Audubon, 1839)"",""pintassilgo-do-nordeste"",""Aves"",""11/2016"",""Vulnerável"","""",""C1"",""Spinus yarrellii é endêmica do Brasil, com ocorrência do Maranhão, Piauí, Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba, Pernambuco, Alagoas, Sergipe, Bahia e Tocantins. Ocupa bordas de floresta úmida, matas secundárias e caatinga. Apesar da distribuição ampla, é extremamente rara e há um pequeno número de registros atuais com poucos indivíduos observados, inferindo-se que o número de indivíduos maduros total não ultrapasse 10.000. As principais ameaças são a captura ilegal (especialmente de machos) e a perda de habitat, podendo-se projetar um declínio de 10% em três gerações (14,4 anos). Desta forma, S. yarrellii foi categorizada como Vulnerável (VU) pelo critério C1."",""Sim"",""Sim"",""Alagoas, Bahia, Ceará, Maranhão, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Norte, Sergipe, Tocantins"",""|Nordeste|Norte|"",""Caatinga, Cerrado, Mata Atlântica"",""Sub-bacia Contas Sub-bacia Itapecuru-Paraguaçu Sub-bacia Jaguaribe Sub-bacia Litoral AL PE PB Sub-bacia Litoral CE PB Sub-bacia Litoral CE PI Sub-bacia Litoral SE Sub-bacia Parnaíba Alto Sub-bacia Parnaíba Baixo Sub-bacia Parnaíba Médio Sub-bacia Piranhas Sub-bacia São Francisco Médio Sub-bacia São Francisco Submédio Sub-bacia Tocantins Alto"",""APA Barra do Rio Mamanguape, APA Chapada do Araripe, APA do Boqueirao da Onça, APA Serra da Ibiapaba, ESEC de Murici, ESEC Raso da Catarina, FLONA do Araripe-Apodi, PARNA da Chapada das Mesas, PARNA da Serra da Capivara, PARNA da Serra de Itabaiana, PARNA de Ubajara, PARNA do Catimbau, REBIO de Pedra Talhada, REBIO de Saltinho, REBIO de Serra Negra"",""ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL ALDEIA-BEBERIBE, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL DA SERRA DE BATURITÉ, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL DE MURICÍ, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL MARIMBUS / IRAQUARA, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL SERRA BRANCA / RASO DA CATARINA, REFúGIO DE VIDA SILVESTRE MATAS DO SISTEMA GURJAú"",""RPPN Fazenda Olho D'Água do Urucu, RPPN Reserva Ecológica Maurício Dantas"",""Não"",""Declinando"",""11 - Mudanças e extremos climáticos|11.1 - Mudança/alteração de habitat 5 - Uso de recursos biológicos|5.1 - Caça e captura de animais terrestres ou marinhos|5.1.1 - Caça/captura intencional (a espécie é o alvo)|5.1.1.2 - Comercial - Nacional/Local 9 - Poluição|9.3 - Agropecuária e florestal|9.3.3 - Herbicidas e pesticidas"","""",""Controle e fiscalização, Plano de Ação Nacional (PAN), Proteção de recursos/habitat, Reintrodução"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação das Aves Ameaçadas do Bioma Mata Atlântica, Plano de Ação Nacional para a Conservação das Aves da Caatinga, Plano de Ação Nacional para a Conservação das Aves da Caatinga - 2º ciclo"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Elasmobranchii"",""Myliobatiformes"",""Mobulidae"",""Mobula"",""Mobula tarapacana"",""Mobula tarapacana"",""(Philippi, 1892)"",""jamanta, raia-manta"",""Tubarões e Raias"",""11/2017"",""Vulnerável"","""",""A2cd"",""Mobula tarapacana é uma espécie migratória de grande porte, hábitos oceânico pelágicos, com ocorrência ocasional em águas costeiras. Distribui-se globalmente, principalmente em águas tropicais. No Brasil, os registros são para o Arquipélago de São Pedro e São Paulo, Laje de Santos, Fernando de Noronha e próximo ao Arquipélago do Abrolhos. Ainda que não existam dados populacionais e biológicos adequados no Brasil, a espécie está sob pressão pesqueira uma vez que ficam presas em redes de emalhe e espinhéis pelágicos. Em função da história de vida conservativa, não tolera altos níveis de captura. A existência de pescarias intensivas de voador, atuns e afins nas proximidades dos Arquipélagos de São Pedro e São Paulo, Fernando de Noronha e Abrolhos, e a recente expansão da frota espinheleira de Itaipava (ES) podem ter afetado de forma importante a população desta espécie. Considerando que a espécie é altamente migratória, que declínios em abundância de cerca de 70 % foram observados em outros setores oceânicos, a escassez de informações sobre pescarias no Brasil e o aumento a demanda por subprodutos de mobulideos aumentou significativamente nas ultimas décadas, suspeita-se um declínio de pelo menos 30% tenha ocorrido no Brasil. Foi utilizado o tempo geracional de outra espécie que atinge maiores tamanhos. Por estas razões a espécie foi avaliada como Vulnerável (VU), sob os critérios A2cd."",""Não"",""Sim"",""Bahia, Pernambuco, São Paulo"",""|Nordeste|Sudeste|"",""Sistema Costeiro-Marinho"","""",""APA do Arquipelago Sao Pedro e Sao Paulo, APA Fernando de Noronha, PARNA Marinho de Fernando de Noronha, PARNA Marinho dos Abrolhos"",""APA MARINHA DO LITORAL CENTRO, PARQUE ESTADUAL MARINHO DA LAJE DE SANTOS"","""",""Sim"",""Desconhecida"",""5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.3 - Captura intencional - comércio internacional 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.5 - Captura indireta - subsistência/pequena escala|5.4.5.7 - Emalhe|5.4.5.7.2 - Emalhe de superfície 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.6 - Captura indireta - larga escala|5.4.6.7 - Emalhe|5.4.6.7.2 - Emalhe de superfície 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.6 - Captura indireta - larga escala|5.4.6.7 - Emalhe|5.4.6.7.3 - Emalhe de meia-água 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.6 - Captura indireta - larga escala|5.4.6.8 - Espinhel|5.4.6.8.1 - Espinhel de superfície"",""1 - Alimentação humana 1 - Alimentação humana|1.7 - Pesca artesanal 1 - Alimentação humana|1.8 - Pesca industrial"",""Conscientização/comunicação, Legislação, Plano de Ação Nacional (PAN), Proteção de locais/áreas"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação dos Elasmobrânquios Ameaçados de Extinção, Plano de Ação Nacional para Conservação dos Ambientes Coralíneos do Brasil"",""CITES - Anexo II, Convenção sobre Espécies Migratórias – CMS, Memorandum of Understanding on the Conservation of Migratory Sharks - MoU, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""0 , 1896""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Mammalia"",""Chiroptera"",""Furipteridae"",""Furipterus"",""Furipterus horrens"",""Furipterus horrens"",""(Cuvier, 1828)"","""",""Mamíferos"",""11/2018"",""Vulnerável"","""",""C2a(i)"",""Furipterus horrens ocorre do sul da Costa Rica ao Peru, Guianas, Trinidad e Brasil, onde é registrada em 18 estados. Apesar da ampla distribuição, a espécie é raramente registrada e quando ocorre, se dá em função da localização de abrigos, frequentemente cavernas, que são ambientes altamente sensíveis a perturbações, com características físicas próprias e de pequena amplitude geográfica, configurando uma Área de Ocupação restrita. Contagens disponíveis apontam um total de 1795 indivíduos, em 32 de 212 cavernas analisadas, e 172 indivíduos em outros três abrigos. A partir dos levantamentos populacionais realizados e demais informações disponíveis, foi possível estimar que a subpopulação brasileira possui cerca de 6.640 indivíduos, valor inferior ao limiar de 10.000 indivíduos, sendo que destes apenas uma fração é de indivíduos maduros, e que cada subpopulação, que está restrita a cada sistema cavernícola dada sua baixa amplitude de voo, tem bem menos que 1000 indivíduos maduros cada, conforme consta dos levantamentos. As ameaças que incidem sobre a distribuição da espécie incluem principalmente a exploração mineral e turismo desordenado que afetam diretamente as cavernas. Além destas, há ameaças que afetam de forma indireta a espécie, tais como desmatamento e outras mudanças no uso do solo. Este conjunto de ameaças já atinge 42% da Extensão de Ocorrência da espécie. Na região de Carajás foi verificava a supressão de uma caverna pela atividade de mineração, eliminando a população desta caverna. Cavernas impactadas pela mineração frequentemente experimentam supressão total, i.e., a destruição completa daquele abrigo e de sua biota associada. Portanto, é correto projetar a perda observada em Carajás para os demais sistemas cavernícolas onde a espécie foi registrada - e que estão sujeitos ao mesmo tipo de ameaça- projetando-se um declínio continuado do número de subpopulações. Portanto, F. horrens foi categorizado como Vulnerável (VU) pelo critério C2a(i)."",""Não"",""Sim"",""Amazonas, Bahia, Ceará, Distrito Federal, Espírito Santo, Goiás, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Roraima, Santa Catarina, São Paulo, Tocantins"",""|Centro-Oeste|Nordeste|Norte|Sudeste|Sul|"",""Amazônia, Caatinga, Cerrado, Mata Atlântica"",""Sub-bacia Itapecuru-Paraguaçu Sub-bacia Jequitinhonha Sub-bacia Litoral BA ES Sub-bacia Litoral CE PB Sub-bacia Litoral CE PI Sub-bacia Litoral RJ Sub-bacia Litoral RJ SP Sub-bacia Negro Sub-bacia Paranapanema Sub-bacia Parnaíba Alto Sub-bacia Parnaíba Médio Sub-bacia Piranhas Sub-bacia São Francisco Médio Sub-bacia São Francisco Submédio Sub-bacia Solimões Sub-bacia Tapajós Sub-bacia Tocantins Alto Sub-bacia Tocantins Baixo Sub-bacia Trombetas Sub-bacia Xingu"",""APA Cairuçu, APA Nascentes do Rio Vermelho, APA Planalto Central, FLONA Carajás, FLONA do Rio Preto, FLONA do Tapajós, PARNA da Furna Feia, PARNA da Serra das Confusões, PARNA de Brasília, PARNA de Ubajara, PARNA dos Campos Ferruginosos"",""APA DE CAFURINGA, APA QUILOMBOS DO MéDIO RIBEIRA, APA SERRA DO MAR, PARQUE ESTADUAL INTERVALES, PARQUE ESTADUAL NASCENTES DO PARANAPANEMA, PARQUE ESTADUAL TURÍSTICO DO ALTO DO RIBEIRA"","""",""Desconhecido"",""Declinando"",""3 - Produção energética e mineração|3.2 - Mineração|3.2.3 - Extração de minérios - subsolo 5 - Uso de recursos biológicos|5.1 - Caça e captura de animais terrestres ou marinhos|5.1.3 - Perseguição/Controle 6 - Distúrbios humanos|6.1 - Atividades recreacionais/turísticas"","""",""Plano de Ação Nacional (PAN), Plano de Redução de Impacto (PRIM)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação das Cavernas do Brasil"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Actinopterygii"",""Cyprinodontiformes"",""Rivulidae"",""Hypsolebias"",""Hypsolebias magnificus"",""Hypsolebias magnificus"",""(Costa & Brasil, 1991)"",""Peixe anual"",""Peixes Continentais"",""05/2019"",""Em Perigo"","""",""B1ab(ii,iii,iv)+2ab(ii,iii,iv)"",""Hypsolebias magnificus é endêmica do Brasil, ocorre em poças temporárias próximas ao rio São Francisco, entre as cidades de Jaíba e Manga, e um registro à leste, no município de Gameleiras (localidade de Gado Bravo), em 2006, no estado de Minas Gerais. A principal ameaça à espécie é a destruição de seu hábitat pela expansão urbana e de atividades agropecuárias, que se intensificaram nas últimas décadas. Além disso, a pressão de coleta por aquaristas é uma ameaça real, sendo uma das espécies mais exuberantes de rivulídeos. À época de sua descrição, apresentava subpopulações abundantes, mas muitas delas desapareceram nesse eixo, o que representa um forte indício de fragmentação severa da população. A extensão de ocorrência (EOO) foi calculada em 4.668 km2 e a área de ocupação em 24 km2, com declínio continuado da área de ocupação, qualidade do habitat e número de subpopulações. A despeito de H. magnificus se tratar de um complexo de espécies, do qual duas novas espécies foram descritas em 2018, a maior parte dos registros confirmados datam da década de 1990. Por isso, H. magnificus foi categorizada como Em Perigo (EN) pelos critérios B1ab(ii,iii,iv)+2ab(ii,iii,iv)."",""Sim"",""Sim"",""Bahia, Minas Gerais"",""|Nordeste|Sudeste|"",""Caatinga, Cerrado"",""Sub-bacia São Francisco Médio"","""","""",""RPPN Fazenda Ressaca"",""Não"",""Declinando"",""1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.1 - Expansão urbana 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.1 - Culturas anuais e perenes não-madeireiras|2.1.4 - Agricultura de escala desconhecida 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.3 - Pecuária|2.3.4 - Pecuária em escala desconhecida 4 - Transportes e serviços de transmissão|4.1 - Estradas e ferrovias 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.3 - Captura intencional - comércio internacional 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.3 - Outras modificações nos ecossistemas 9 - Poluição|9.3 - Agropecuária e florestal|9.3.3 - Herbicidas e pesticidas"",""3 - Animais de estimação/ornamentais"",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação das Espécies Ameaçadas de Extinção da Fauna Aquática da Bacia do Rio São Francisco, Plano de Ação Nacional para a Conservação dos Peixes Rivulídeos Ameaçados de Extinção, Plano de Ação Nacional para a Conservação dos Peixes Rivulídeos Ameaçados de Extinção - 2º ciclo"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Actinopterygii"",""Pleuronectiformes"",""Achiridae"",""Achirus"",""Achirus mucuri"","""",""Ramos, Ramos & Lopes, 2009"",""solha, tapa"",""Peixes Marinhos (ósseos)"",""05/2014"",""Vulnerável"","""",""D2"",""Achirus mucuri é uma espécie endêmica do Brasil, com registros apenas na porção baixa do rioMucuri, na Bahia. A região de onde a espécie é conhecida até o momento é impactada pela indústriade celulose, por uma usina hidrelétrica e está em constante processo de assoreamento. Além disso, A.mucuri é capturada incidentalmente em pescarias de arrasto. Considerando que o número de localizaçõesé menor ou igual a 5, e que as ameaças identificadas podem levar o táxon à condição de Criticamente emPerigo (CR) ou Extinta (EX) em curto prazo, Achirus mucuri foi categorizada como Vulnerável (VU)sob o critério D2."",""Sim"",""Não"","""",""||"",""Mata Atlântica"","""","""","""","""",""Sim"",""Desconhecida"",""10 - Eventos geológicos 1 - Desenvolvimento residencial e comercial 5 - Uso de recursos biológicos 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.5 - Captura indireta - subsistência/pequena escala|5.4.5.6 - Arrasto 7 - Modificações nos sistemas naturais 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.3 - Outras modificações nos ecossistemas"","""","""","""","""","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Actinopterygii"",""Syngnathiformes"",""Syngnathidae"",""Hippocampus"",""Hippocampus reidi"",""Hippocampus reidi"",""Ginsburg, 1933"","""",""Peixes Marinhos (ósseos)"",""10/2021"",""Vulnerável"","""",""A2acd"",""Hippocampus reidi ocorre no oceano Atlântico ocidental, de Cape Hatteras (EUA) à Argentina, habitando tipicamente manguezais, baías, recifes costeiros e prados submersos. No Brasil, a espécie ocorre ao longo de todo o litoral. A contribuição das subpopulações estrangeiras para a manutenção da subpopulação brasileira não é conhecida. Os cavalos-marinhos são um recurso intensamente explorado em todo o país. Estudos efetuados com a frota pesqueira de arrasto mostram que números alarmantes de indivíduos secos são comercializados por ano. Outros estudos mostram que existe um comércio bastante intenso de cavalos-marinhos vivos para fins ornamentais, que é amplamente baseado em exemplares de H. reidi coletados no nordeste. Os cavalos-marinhos não são contemplados por registros oficiais da estatística pesqueira. Entretanto, dados obtidos diretamente dos pescadores indicam um declínio populacional nas ultimas décadas, com uma diminuição ou desaparecimento bem documentado em áreas onde esses animais eram comumente encontrados. Tendo em vista que os cavalos-marinhos continuam sendo intensamente explorados e que existe uma redução populacional que pode chegar a até 90% em algumas localidades, infere-se uma redução de pelo menos 30% da subpopulação em todo o país nos últimos 10 anos. Os ambientes tipicamente habitados pelos cavalos-marinhos são susceptíveis às ações antrópicas, cujo declínio da qualidade do habitat pode comprometer a manutenção da subpopulação brasileira. Somado a isso, características de sua biologia como baixa fecundidade, viviparidade e baixa mobilidade, potencializam os impactos negativos identificados para a espécie. Por esses motivos, H. reidi foi categorizada como Vulnerável (VU), sob o critério A2acd."",""Não"",""Sim"",""Alagoas, Amapá, Bahia, Ceará, Espírito Santo, Maranhão, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe"",""|Nordeste|Norte|Sudeste|Sul|"",""Sistema Costeiro-Marinho"","""",""APA Baleia Franca, APA Cairuçu, APA Cananéia-Iguape-Peruíbe, APA Costa das Algas, APA Delta do Parnaíba, APA Guaraqueçaba, ESEC Tamoios, PARNA Jericoacoara, RESEX Acaú-Goiana, RESEX Arraial do Cabo, RESEX do Corumbau, RESEX Mãe Grande de Curuçá, REVIS Santa Cruz"",""APA MARINHA DO LITORAL NORTE, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL BAÍA DE CAMAMU, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL BAÍA DE TODOS OS SANTOS, ÁREA DE PROTEçãO AMBIENTAL DE UPAON-AçU / MIRITIBA / ALTO PREGUIçAS, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL DO CATOLÉ E FERNÃO VELHO, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL ESTADUAL DE GUARATUBA, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL PLATAFORMA CONTINENTAL DO LITORAL NORTE, RDS DA BARRA DO UNA, RESERVA DE DESENVOLVIMENTO SUSTENTáVEL ESTADUAL PONTA DO TUBARãO"","""",""Desconhecido"",""Declinando"",""11 - Mudanças e extremos climáticos|11.1 - Mudança/alteração de habitat 5 - Uso de recursos biológicos|5.1 - Caça e captura de animais terrestres ou marinhos|5.1.1 - Caça/captura intencional (a espécie é o alvo)|5.1.1.3 - Comercial - Internacional 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.1 - Captura intencional - subsistência/pequena escala|5.4.1.1 - Coleta manual 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.3 - Captura intencional - comércio internacional 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.6 - Captura indireta - larga escala|5.4.6.6 - Arrasto|5.4.6.6.1 - Arrasto simples 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.6 - Captura indireta - larga escala|5.4.6.6 - Arrasto|5.4.6.6.2 - Arrasto duplo 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.6 - Captura indireta - larga escala|5.4.6.6 - Arrasto|5.4.6.6.3 - Arrasto de parelha 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.6 - Captura indireta - larga escala|5.4.6.9 - Outro 6 - Distúrbios humanos|6.1 - Atividades recreacionais/turísticas 9 - Poluição|9.1 - Doméstica e urbana - escoamento de água|9.1.1 - Esgoto 9 - Poluição|9.1 - Doméstica e urbana - escoamento de água|9.1.2 - Escoamento urbano 9 - Poluição|9.2 - Industrial|9.2.1 - Derramamento de óleo 9 - Poluição|9.2 - Industrial|9.2.3 - Contaminação por metais pesados 9 - Poluição|9.2 - Industrial|9.2.4 - Resíduos líquidos diversos 9 - Poluição|9.4 - Lixo e resíduos sólidos|9.4.1 - Urbanos 9 - Poluição|9.4 - Lixo e resíduos sólidos|9.4.2 - Industriais"",""14 - Artesanato jóias objetos decorativos 3 - Animais de estimação/ornamentais 5 - Medicina humana ou veterinária"",""Manejo/ordenamento de caça/pesca, Plano de Ação Nacional (PAN), Proteção de locais/áreas, Proteção de recursos/habitat, Reprodução em cativeiro/propagação artificial"",""Plano de Ação Nacional Lagoas do Sul, Plano de Ação Nacional para Conservação dos Ambientes Coralíneos do Brasil"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022, CITES - Anexo II"","""",""15 , 55""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Aves"",""Charadriiformes"",""Laridae"",""Thalasseus"",""Thalasseus maximus"",""Thalasseus maximus"",""(Boddaert, 1783)"",""trinta-réis-real"",""Aves"",""10/2019"",""Em Perigo"","""",""C1"",""Thalasseus maximus ocorre do sul da Califórnia até Sinaloa, de Maryland até o Texas e, através das Índias Ocidentais até as Guianas e Brasil. As populações reprodutivas americanas são disjuntas, sendo uma em Yucatán, uma no sudeste do Brasil e uma na Patagônia. Inverna na América Central e do Sul. No Brasil, ocorre no litoral norte do Amapá até o Ceará, registros na Bahia e litoral sul e sudeste. Reproduz-se em seis ilhas costeiras de São Paulo, sendo considerada uma única subpopulação. A ocupação humana nas ilhas costeiras e a predação de ninhos por Larus dominicanus são as principais ameaças. Estima-se que a população reprodutiva brasileira seja menor que 800 indivíduos maduros e que houve declínio continuado de 20% em 22 anos (duas gerações). Dessa forma, T. maximus foi categorizada como Em Perigo (EN) pelo critério C1."",""Não"",""Sim"",""Amapá, Bahia, Ceará, Espírito Santo, Maranhão, Pará, Paraná, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, São Paulo"",""|Nordeste|Norte|Sudeste|Sul|"",""Amazônia, Caatinga, Cerrado, Mata Atlântica, Pampa"",""Sub-bacia Amapá Litoral Sub-bacia Doce Sub-bacia Gurupi Sub-bacia Jequitinhonha Sub-bacia Litoral BA ES Sub-bacia Litoral CE PI Sub-bacia Litoral ES Sub-bacia Litoral RJ Sub-bacia Litoral RJ SP Sub-bacia Litoral RS Sub-bacia Litoral SP Sub-bacia Litoral SP PR SC Sub-bacia Mearim Sub-bacia Parnaíba Baixo Sub-bacia Tocantins Baixo"",""APA Cananéia-Iguape-Peruíbe, APA Delta do Parnaíba, APA Guapi-Mirim, APA Guaraqueçaba, ESEC Carijós, ESEC Guanabara, ESEC Tupiniquins, PARNA da Lagoa do Peixe, PARNA Marinho dos Abrolhos, PARNA Saint-Hilaire/Lange, REBIO Marinha do Arvoredo, RESEX Cururupu, RESEX Marinha Pirajubaé"",""APA ILHA COMPRIDA, APA MARINHA DO LITORAL CENTRO, APA MARINHA DO LITORAL SUL, AREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL DA LAGOA VERDE, ÁREA DE PROTEçãO AMBIENTAL DAS REENTRâNCIAS MARANHENSES, ÁREA DE PROTEçãO AMBIENTAL DE UPAON-AçU / MIRITIBA / ALTO PREGUIçAS, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL ESTADUAL DE GUARATUBA, ESTAÇÃO ECOLÓGICA JURÉIA-ITATINS, PARQUE ESTADUAL DA ILHA DO CARDOSO, PARQUE ESTADUAL DO ITINGUÇU, PARQUE ESTADUAL MARINHO DA LAJE DE SANTOS, PARQUE ESTADUAL RESTINGA DE BERTIOGA, PARQUE ESTADUAL XIXOVÁ-JAPUÍ"",""RPPN Caetezal, RPPN CEFLUSMME, RPPN Fazenda Barra do Sana, RPPN Fazenda Boa Esperança, RPPN Fazenda Córrego da Luz, RPPN Fazenda Palmital, RPPN Fazenda Santa Izabel, RPPN Fazenda Sayonara, RPPN Gleba O Saquinho de Itapirapuá, RPPN Mato Grosso, RPPN Meandros, RPPN Morro das Aranhas, RPPN Morro do Curussu Mirim, RPPN Reserva do Patrimônio Natural do Guaxinim, RPPN Reserva Rizzieri, RPPN Sítio do Jacu"",""Sim"",""Declinando"",""3 - Produção energética e mineração|3.3 - Energia renovável|3.3.2 - Parques eólicos 6 - Distúrbios humanos|6.2 - Exercícios militares distúrbio civil guerra 6 - Distúrbios humanos|6.3 - Trabalho e outras atividades 8 - Espécies invasoras problemáticas e doenças|8.3 - Espécies nativas problemáticas|8.3.1 - Espécie conhecida|8.3.1.2 - Predadores"","""",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação das Aves Marinhas, Plano de Ação Nacional para Conservação de Espécies Ameaçadas e de Importância Socioeconômica do Ecossistema Manguezal"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Arthropoda"",""Insecta"",""Coleoptera"",""Lucanidae"",""Altitatiayus"",""Altitatiayus godinhorum"","""",""(Bomans & Arnaud, 1996)"",""besouro-tesoura"",""Invertebrados Terrestres"",""10/2014"",""Vulnerável"","""",""D2"",""Altitatiayus godinhorum é endêmica do Brasil, conhecida apenas da localidade-tipo, no Parque Nacional de Itatiaia. A espécie é encontrada somente em altitude superior a 2500m. Embora ocorra em uma unidade de conservação, a área de ocupação da espécie é extremamente restrita (1 ha). A espécie tem tamanho pequeno (11 a 16,9mm), é diurna e não tem capacidade de voo, utilizando o caminho das trilhas durante o dia. Já foi observado o pisoteio de alguns exemplares, podendo representar uma ameaça. No entanto, não é possível avaliar o impacto dessa ameaça na população da espécie. Também não há informações sobre a biologia da espécie. Considerando apenas uma localização e AOO de 1 ha, Altitatiayus godinhorum foi categorizada como Vulnerável, segundo critério D2."",""Sim"",""Não"",""Rio de Janeiro"",""|Sudeste|"",""Mata Atlântica"",""Sub-bacia Paraíba do Sul"",""PARNA de Itatiaia"","""","""",""Não"",""Desconhecida"",""11 - Mudanças e extremos climáticos 6 - Distúrbios humanos|6.1 - Atividades recreacionais/turísticas 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.1 - Incêndios e supressão de incêndios|7.1.1 - Aumento da frequência/intensidade de incêndios"","""","""","""","""","""",""""";;;;;; "Animalia,""Arthropoda"",""Insecta"",""Coleoptera"",""Lucanidae"",""Altitatiayus"",""Altitatiayus campoi"","""",""Grossi & Koike, 2011"",""besouro-tesoura"",""Invertebrados Terrestres"",""10/2014"",""Vulnerável"","""",""D2"",""Altitatiayus campoi é endêmica do Brasil, conhecida apenas da localidade-tipo, no pico do Marins, SP. A espécie é encontrada somente em altitude superior a 2.300m. Estudos foram realizados em outras áreas de altitude da região, porém não houve registros adicionais da espécie. Sua área de ocupação é extremamente restrita (500m2). A espécie tem tamanho pequeno (14,5 a 18 mm), é diurna e não tem capacidade de voo, utilizando o caminho das trilhas durante o dia. A área não é protegida e sofre intensa visitação, que é desordenada e vem provocando um contínuo declínio da qualidade do habitat, em função de abertura de trilhas, incêndios acidentais e abertura de áreas para camping. Porém não há indícios do declínio da sua população, mas poderia provavelmente ser afetada por um aumento da temperatura, uma vez que está adaptada a vida na parte mais elevada da montanha. Considerando apenas uma localização, foi categorizada como Vulnerável (VU) segundo o critério D2."",""Sim"",""Não"",""São Paulo"",""|Sudeste|"",""Mata Atlântica"",""Sub-bacia Paraíba do Sul"",""APA Serra da Mantiqueira"","""","""",""Não"",""Desconhecida"",""6 - Distúrbios humanos|6.1 - Atividades recreacionais/turísticas 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.1 - Incêndios e supressão de incêndios|7.1.1 - Aumento da frequência/intensidade de incêndios"",""3 - Animais de estimação/ornamentais"","""","""","""","""",""""";;;;;; "Animalia,""Arthropoda"",""Insecta"",""Coleoptera"",""Lucanidae"",""Altitatiayus"",""Altitatiayus rotundatus"","""",""(Boileau, 1902)"",""besouro-tesoura"",""Invertebrados Terrestres"",""10/2014"",""Vulnerável"","""",""D2"",""Altitatiayus rotundatus é endêmica do Brasil, conhecida apenas da localidade-tipo, no Parque Nacional de Itatiaia. A espécie é encontrada somente em altitude superior a 2500. Embora ocorra em uma unidade de conservação, a área de ocupação da espécie é extremamente restrita (1km2). A espécie tem tamanho pequeno (10 a 16,8mm), é diurna e não tem capacidade de voo, utilizando o caminho das trilhas durante o dia. Já foi observado o pisoteio de alguns exemplares, podendo representar uma ameaça. No entanto, não é possível avaliar o impacto dessa ameaça na população da espécie. Também não há informações sobre a biologia da espécie. Considerando apenas uma localização e AOO de 1km2, Altitatiayus rotundatus foi categorizada como Vulnerável, segundo critério D2."",""Sim"",""Não"",""Rio de Janeiro"",""|Sudeste|"",""Mata Atlântica"",""Sub-bacia Paraíba do Sul"",""PARNA de Itatiaia"","""","""",""Não"",""Desconhecida"",""11 - Mudanças e extremos climáticos 6 - Distúrbios humanos|6.1 - Atividades recreacionais/turísticas 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.1 - Incêndios e supressão de incêndios|7.1.1 - Aumento da frequência/intensidade de incêndios"","""","""","""","""","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Aves"",""Procellariiformes"",""Procellariidae"",""Pterodroma"",""Pterodroma madeira"",""Pterodroma madeira"",""Mathews, 1934"",""grazina-da-madeira"",""Aves"",""10/2019"",""Em Perigo"","""",""B2ab(iii)";" D"",""Pterodroma madeira reproduz nos maciços montanhosos do Arquipélago da Madeira (área de ocupação reprodutiva de 12 km², considerada uma localização devido ao risco de incêndios). Migra para o sul quando fora do período reprodutivo. Dados de telemetria identificam o nordeste brasileiro como área importante de invernagem. Dados indicam que há cerca de 80 casais reprodutivos da espécie. Há declínio de qualidade de habitat devido a incêndios florestais e construção de infraestrutura. Por estas razões, P. madeira foi categorizada como Em Perigo (EN), pelos critérios B2ab(iii)";" D."",""Não"",""Sim"",""Pernambuco, Rio Grande do Norte"",""|Nordeste|"","""","""",""MONA do Arquipelago Sao Pedro e Sao Paulo, PARNA Marinho de Fernando de Noronha, REBIO Atol das Rocas"","""","""",""Sim"",""Aumentando"",""4 - Transportes e serviços de transmissão|4.7 - Linhas de força/transmissão 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.1 - Incêndios e supressão de incêndios|7.1.1 - Aumento da frequência/intensidade de incêndios 8 - Espécies invasoras problemáticas e doenças|8.2 - Espécies domésticas|8.2.2 - Predadores 8 - Espécies invasoras problemáticas e doenças|8.4 - Espécies problemáticas de origem desconhecida|8.4.1 - Espécie conhecida|8.4.1.2 - Predadores"","""",""Controle de espécies invasoras/problemáticas, Educação e comunicação, Plano de Ação Nacional (PAN), Políticas e regulamentações"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação das Aves Marinhas"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;; "Animalia,""Chordata"",""Aves"",""Procellariiformes"",""Procellariidae"",""Pterodroma"",""Pterodroma deserta"",""Pterodroma deserta"",""Mathews, 1934"",""grazina-de-desertas"",""Aves"",""10/2019"",""Vulnerável"","""",""D1+2"",""Pterodroma deserta reproduz na ilha Bugio, no arquipélago das Desertas, Ilha da Madeira, Portugal. No Brasil há um registro no Rio Grande do Sul e dados de rastreamento mostram a ocupação de duas áreas de invernagem (nordeste, sudeste-sul). A população reprodutiva global é menor que 1.000 indivíduos maduros, aparentemente com tendência à estabilidade. A área de ocupação reprodutiva é de 20 km² e corresponde a uma única localização. No passado a principal ameaça à espécie foi a introdução de espécies exóticas predadoras de ninho. Considerando o número de indivíduos maduros e o número de localização (menor que cinco), P. deserta foi categorizada como Vulnerável (VU), pelo critério D1+2."",""Não"",""Sim"",""Ceará, Rio Grande do Sul"",""|Nordeste|Sul|"","""","""","""","""","""",""Sim"",""Estável"",""5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.7 - Motivação desconhecida 8 - Espécies invasoras problemáticas e doenças|8.1 - Espécies exóticas|8.1.2 - Espécie não conhecida|8.1.2.2 - Predadores"","""",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação das Aves Marinhas"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Actinopterygii"",""Siluriformes"",""Pimelodidae"",""Aguarunichthys"",""Aguarunichthys tocantinsensis"","""",""Zuanon, Rapp Py-Daniel & Jégu, 1993"","""",""Peixes Continentais"",""09/2013"",""Em Perigo"","""",""A4c"",""Aguarunichthys tocantinsensis é endêmica do Brasil e ocorre na bacia dos rios Tocantins-Araguaia, nos estados de Goiás, Mato Grosso, Pará e Tocantins, onde é pouco frequente e pouco abundante. A Área de Ocupação estimada para Aguarunichthys tocantinsensis é de 6.140 km2. A perda e a fragmentação de habitat representam as principais ameaças a esta espécie, que é encontrada em áreas de correnteza forte e fundo pedregoso, locais que têm sido fortemente impactados pela construção de usinas hidrelétricas (UHEs). A perda de área, representada pela soma das áreas afetadas pelos reservatórios hidrelétricos de Tucuruí, Marabá, Serra Quebrada, Estreito, Tupiratins, Lajeado, Peixe-Angical, São Salvador, Cana Brava, Serra da Mesa e Santa Isabel nos rios Tocantins e Araguaia, foi estimada em 3.815 km2, que representa mais de 60% da Área de Ocupação da espécie. Considerando um prazo de três tempos geracionais equivalente a 27 anos, tanto os impactos já ocorridos quanto os previstos ou projetados para a bacia permitem estimar uma redução populacional de mais de 50%. Por esses motivos, Aguarunichthys tocantinsensis foi categorizada como Em Perigo (EN), pelos critérios A4c."",""Sim"",""Não"",""Pará"",""|Norte|"",""Amazônia"",""Bacia do rio Tocantins Sub-bacia Tocantins Baixo"","""","""","""","""",""Declinando"",""3 - Produção energética e mineração|3.3 - Energia renovável|3.3.1 - Hidrelétricas 7 - Modificações nos sistemas naturais"","""",""Proteção de locais/áreas"","""","""","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Aves"",""Passeriformes"",""Dendrocolaptidae"",""Xiphorhynchus"",""Xiphorhynchus atlanticus"",""Xiphorhynchus atlanticus"",""(Cory, 1916)"",""arapaçu-de-garganta-amarela-do-nordeste, arapaçu-rajado-do-nordeste"",""Aves"",""06/2019"",""Vulnerável"","""",""C2a(i)"",""Xiphorhynchus atlanticus é endêmica do Brasil, com ocorrência restrita ao nordeste do país (Ceará, Paraíba, Pernambuco e Alagoas). Considerando-se que sua área de distribuição é muito bem amostrada e usando dados de estimativas populacionais obtidos na Reserva Biológica de Guaribas é seguro inferir que há menos de 10.000 indivíduos maduros e que cada subpopulação possui menos de 450 indivíduos maduros. A fragmentação do habitat isola as populações, pois a espécie possui pouca mobilidade fora da matriz florestal, resultando em declínio populacional continuado devido à perda de área de ocupação e de qualidade de habitat. Assim sendo, X. atlanticus foi categorizada como Vulnerável (VU), pelo critério C2a(i)."",""Sim"",""Sim"",""Alagoas, Ceará, Paraíba, Pernambuco"",""|Nordeste|"",""Caatinga, Mata Atlântica"",""Sub-bacia Litoral AL PE PB Sub-bacia Litoral CE PB Sub-bacia Litoral CE PI Sub-bacia Paraíba"",""APA Barra do Rio Mamanguape, ESEC de Murici, PARNA de Ubajara, REBIO de Pedra Talhada, REBIO de Saltinho, REBIO Guaribas"",""ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL ALDEIA-BEBERIBE, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL DA SERRA DE BATURITÉ, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL DE MURICÍ, PARQUE ESTADUAL DE DOIS IRMÃOS, REFúGIO DE VIDA SILVESTRE MATAS DO SISTEMA GURJAú"",""MATA DO CEDRO"",""Não"",""Declinando"",""1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.1 - Expansão urbana 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.1 - Culturas anuais e perenes não-madeireiras|2.1.4 - Agricultura de escala desconhecida 5 - Uso de recursos biológicos|5.3 - Extração florestal|5.3.2 - Uso intencional - larga escala"","""",""Criação de áreas protegidas, Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação das Aves Ameaçadas do Bioma Mata Atlântica, Plano de Ação Nacional para a Conservação das Aves da Caatinga, Plano de Ação Nacional para a Conservação das Aves da Caatinga - 2º ciclo"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Actinopterygii"",""Gymnotiformes"",""Sternopygidae"",""Archolaemus"",""Archolaemus santosi"",""Archolaemus santosi"",""Vari, de Santana & Wosiacki, 2012"","""",""Peixes Continentais"",""05/2018"",""Vulnerável"","""",""B1ab(iii)"",""Archolaemus santosi é endêmica do Brasil, e conhecida de apenas 13 exemplares, incluindo somente fêmeas e juvenis, coletados em 1985 em um trecho do rio Jamari, afluente do Madeira, onde atualmente está a UHE Samuel, em Candeias do Jamari, estado de Rondônia. Apesar de ter havido novos esforços de coleta na região, a espécie não foi mais encontrada. Nos últimos anos, PCHs foram implantadas ou estão previstas no rio Jamari. Considerando que a área da bacia do rio Jamari foi estimada em 29.000 km², e que as áreas de corredeiras, potenciais locais de ocorrência da espécie, são pontuais ao longo da bacia, estima-se que o total dessas áreas seja menor que 20.000 km² (inferida como sendo a EOO da espécie). Archolaemus santosi é uma espécie reofílica, sendo impactada pela construção de barragens, implicando em um declínio continuado de habitat a partir do final da década de 1980 (biii). Considerando-se os empreendimentos hidrelétricos na bacia, o número de localizações é, provavelmente, menor ou igual a 10 (a). Portanto, A. santosi foi categorizada como Vulnerável (VU) pelos critérios B1 ab(iii)."",""Sim"",""Sim"",""Rondônia"",""|Norte|"",""Amazônia, Desconhecido"",""Sub-bacia Madeira"","""","""","""",""Não"",""Desconhecida"",""3 - Produção energética e mineração|3.3 - Energia renovável|3.3.1 - Hidrelétricas"","""",""Plano de Ação Nacional (PAN)"","""",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Actinopterygii"",""Perciformes"",""Lutjanidae"",""Lutjanus"",""Lutjanus cyanopterus"",""Lutjanus cyanopterus"",""(Cuvier, 1828)"",""Caranha, Caranha-do-fundo, Caranho, Vermelho-caranho"",""Peixes Marinhos (ósseos)"",""11/2018"",""Vulnerável"","""",""A4bcd"",""Lutjanus cyanopterus se distribui ao longo do Oceano Atlântico ocidental, em regiões tropicais e subtropicais, de Massachusetts ao Brasil. Ocorre ao longo da costa brasileira do Amapá a Santa Catarina. As principais ameaças identificadas são a pesca e a degradação do habitat. Atualmente, é incomum em desembarques pesqueiros, ao longo de sua distribuição. É mais comum em estuários, onde os juvenis ocorrem com frequência nas capturas da pesca artesanal. Pescarias específicas são direcionadas para esta espécie durante as agregações reprodutivas, quando as capturas registram maior rendimento. Declínios foram observados nas estatísticas de desembarque ao longo da costa até a década de 2000, bem como a partir de relatos de pescadores durante entrevistas. Uma redução de 60 a 80% foi observada nos desembarques do estado da Bahia, entre 1997 e 2006, sendo que a partir da década de 2010, em monitoramentos na Baía de Todos os Santos e sul da Bahia, também foram observadas baixas abundâncias relativas nos desembarques. Entre a década de 1990 e 2000 também foram observadas a exaustão de agregações (caranheiros), na região nordeste, sem indícios de sua recuperação atualmente. Com base nas estatísticas pesqueiras nacionais, de 1997 a 2009, para a categoria caranha, foi calculado um declínio de mais de 80% nos desembarques para o ano de 2010. Considerando esses declínios na totalidade de sua distribuição no Brasil, suspeita-se uma redução de pelo menos 30% no tamanho populacional, a partir da década de 1990, em uma janela no passado e no futuro de 33 anos (três tempos geracionais), baseando-se em índices de abundância apropriados, no declínio da qualidade do habitat e nos atuais níveis de exploração da espécie. Portanto, L. cyanopterus foi categorizada como Vulnerável (VU) pelos critérios A4bcd."",""Não"",""Sim"",""Alagoas, Amapá, Bahia, Ceará, Espírito Santo, Maranhão, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe"",""|Nordeste|Norte|Sudeste|Sul|"",""Sistema Costeiro-Marinho"","""",""APA Costa dos Corais, APA Delta do Parnaíba, ESEC Carijós, REBIO Marinha do Arvoredo, RESEX Acaú-Goiana, RESEX Cassurubá"",""APA MARINHA DO LITORAL CENTRO, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL BAÍA DE TODOS OS SANTOS, ÁREA DE PROTEçãO AMBIENTAL DAS REENTRâNCIAS MARANHENSES, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL DO CATOLÉ E FERNÃO VELHO, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL PONTA DA BALEIA / ABROLHOS, PARQUE ESTADUAL MARINHO DA LAJE DE SANTOS, PARQUE ESTADUAL MARINHO DO PARCEL DE MANUEL LUíS"","""","""",""Declinando"",""1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.1 - Expansão urbana 3 - Produção energética e mineração|3.1 - Extração de petróleo e gás natural 5 - Uso de recursos biológicos|5.1 - Caça e captura de animais terrestres ou marinhos|5.1.1 - Caça/captura intencional (a espécie é o alvo)|5.1.1.4 - Esportiva 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.1 - Captura intencional - subsistência/pequena escala|5.4.1.3 - Aparelho com anzol|5.4.1.3.5 - Linha de fundo e linha de mão 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.1 - Captura intencional - subsistência/pequena escala|5.4.1.7 - Emalhe|5.4.1.7.1 - Emalhe de fundo"",""1 - Alimentação humana|1.7 - Pesca artesanal 1 - Alimentação humana|1.8 - Pesca industrial 4 - Caça/pesca esportiva"",""Criação de áreas protegidas, Implementação de áreas protegidas, Manejo de locais/áreas, Manejo/ordenamento de caça/pesca, Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para Conservação dos Ambientes Coralíneos do Brasil"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""1 , 70""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Actinopterygii"",""Syngnathiformes"",""Syngnathidae"",""Hippocampus"",""Hippocampus erectus"",""Hippocampus erectus"",""Perry, 1810"",""cavalinho, cavalinho-do-mar, cavalo-marinho, hipocampo"",""Peixes Marinhos (ósseos)"",""10/2021"",""Vulnerável"","""",""A2acd"","""",""Não"",""Sim"",""Alagoas, Bahia, Ceará, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, São Paulo"",""|Nordeste|Sudeste|Sul|"",""Sistema Costeiro-Marinho"","""",""APA Barra do Rio Mamanguape, APA Cairuçu, APA Cananéia-Iguape-Peruíbe, APA Delta do Parnaíba, ARIE Manguezais da Foz do Rio Mamanguape, RESEX Acaú-Goiana, RESEX Arraial do Cabo"",""APA MARINHA DO LITORAL NORTE, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL BAÍA DE TODOS OS SANTOS, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL DO CATOLÉ E FERNÃO VELHO, ARIE DE SãO SEBASTIãO"","""","""",""Declinando"",""11 - Mudanças e extremos climáticos|11.1 - Mudança/alteração de habitat 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.1 - Captura intencional - subsistência/pequena escala|5.4.1.1 - Coleta manual 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.3 - Captura intencional - comércio internacional 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.6 - Captura indireta - larga escala|5.4.6.6 - Arrasto|5.4.6.6.1 - Arrasto simples 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.6 - Captura indireta - larga escala|5.4.6.6 - Arrasto|5.4.6.6.2 - Arrasto duplo 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.6 - Captura indireta - larga escala|5.4.6.6 - Arrasto|5.4.6.6.3 - Arrasto de parelha 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.6 - Captura indireta - larga escala|5.4.6.9 - Outro 6 - Distúrbios humanos|6.1 - Atividades recreacionais/turísticas 7 - Modificações nos sistemas naturais 9 - Poluição|9.1 - Doméstica e urbana - escoamento de água|9.1.1 - Esgoto 9 - Poluição|9.1 - Doméstica e urbana - escoamento de água|9.1.2 - Escoamento urbano 9 - Poluição|9.2 - Industrial|9.2.1 - Derramamento de óleo 9 - Poluição|9.2 - Industrial|9.2.3 - Contaminação por metais pesados 9 - Poluição|9.2 - Industrial|9.2.4 - Resíduos líquidos diversos 9 - Poluição|9.4 - Lixo e resíduos sólidos|9.4.1 - Urbanos 9 - Poluição|9.4 - Lixo e resíduos sólidos|9.4.2 - Industriais"",""14 - Artesanato jóias objetos decorativos 3 - Animais de estimação/ornamentais 5 - Medicina humana ou veterinária"",""Plano de Ação Nacional (PAN), Proteção de recursos/habitat, Proteção territorial"",""Plano de Ação Nacional para Conservação dos Ambientes Coralíneos do Brasil"",""CITES - Anexo II, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""20 , 70""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Aves"",""Strigiformes"",""Strigidae"",""Glaucidium"",""Glaucidium mooreorum"",""Glaucidium mooreorum"",""Silva, Coelho & Gonzaga, 2002"",""caburé-de-pernambuco"",""Aves"",""06/2019"",""Extinta"","""","""",""Glaucidium mooreorum era endêmica do Brasil, sendo restrita apenas ao litoral sul de Pernambuco. Os registros documentados restringem-se a dois indivíduos coletados em novembro de 1980 e um único registro sonoro de outubro de 1990, ambos na mesma localidade. Buscas intensivas e direcionadas à espécie, realizadas por ornitólogos experientes, durante um período superior a três gerações da espécie, em todas as áreas de ocorrência confirmada e potencial (48 localidades nos estados de Alagoas, Paraíba e Pernambuco), não revelaram sua presença. Não havendo dúvida razoável sobre a inexistência de exemplares vivos desta espécie, G. mooreorum foi categorizada como Extinta (EX)."",""Sim"",""Não"",""Pernambuco"",""|Nordeste|"",""Mata Atlântica"","""","""","""","""",""Não"",""Desconhecida"",""1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.1 - Expansão urbana 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.1 - Culturas anuais e perenes não-madeireiras|2.1.1 - Agricultura de rotação 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.1 - Culturas anuais e perenes não-madeireiras|2.1.3 - Agricultura agro-industrial 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.3 - Pecuária|2.3.3 - Pecuária agro-industrial 4 - Transportes e serviços de transmissão|4.1 - Estradas e ferrovias 5 - Uso de recursos biológicos|5.3 - Extração florestal 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.1 - Incêndios e supressão de incêndios"","""",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação das Aves de Rapina"",""CITES - Anexo II"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Actinopterygii"",""Cyprinodontiformes"",""Rivulidae"",""Melanorivulus"",""Melanorivulus pinima"",""Melanorivulus pinima"",""(Costa, 1989)"",""Peixe das nuvens, Peixe não-anual"",""Peixes Continentais"",""08/2021"",""Em Perigo"","""",""B1ab(i,ii,iii,iv,v)+2ab(i,ii,iii,iv,v)"",""Melanorivulus pinima é endêmica do Brasil e ocorre na drenagem dos rios Claro e Bois, bacia do alto rio Paraná, nos arredores dos municípios de Jataí e Rio Verde, no estado de Goiás. É abundante na localidade-tipo, sendo que a informação mais recente de captura da espécie nessa área é de 2014. Sabe-se que grande parte das subpopulações conhecidas desapareceu devido ao crescimento da região entre Jataí e Rio Verde, que fragmentou seus ambientes. Suspeita-se que mais de 90% do ambiente original da espécie esteja descaracterizado. A extensão de ocorrência (EOO) foi calculada em 1.244 km² e a área de ocupação (AOO), em 12 km². Assume-se que em virtude da extrema fragmentação dos biótopos, a população também tenha sido extremamente fragmentada. As principais ameaças decorrem da perda de hábitat pela urbanização e pela conversão de áreas em lavouras, o que caracteriza o declínio continuado da qualidade do hábitat. Portanto, Melanorivulus pinima foi categorizada como Em Perigo (EN) pelos critérios B1ab(i,ii,iii,iv,v)+2ab(i,ii,iii,iv,v)."",""Sim"",""Sim"",""Goiás"",""|Centro-Oeste|"",""Cerrado"",""Sub-bacia Paranaíba"","""","""","""",""Não"",""Declinando"",""1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.1 - Expansão urbana 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.1 - Culturas anuais e perenes não-madeireiras|2.1.4 - Agricultura de escala desconhecida"","""",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação dos Peixes Rivulídeos Ameaçados de Extinção - 2º ciclo"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Reptilia"",""Squamata"",""Gymnophthalmidae"",""Calyptommatus"",""Calyptommatus sinebrachiatus"",""Calyptommatus sinebrachiatus"",""Rodrigues, 1991"","""",""Répteis"",""04/2021"",""Em Perigo"","""",""B1ab(iii)+2ab(iii)"",""Calyptommatus sinebrachiatus ocorre na Caatinga, na margem direita do rio São Francisco, nos municípios de Xique-Xique e Gentio do Ouro, na Bahia. Tanto sua extensão de ocorrência como a área de ocupação foram estimadas em 156 km². A espécie é fossorial e encontrada em em dunas de solos arenosos. Foram consideradas três localizações, tendo como principal ameaça a perda de hábitat devido ao desenvolvimento desencadeado pela instalação de parques eólicos ou fotovoltaicos. A perda de hábitat também se dá pela retirada de areia e de lenha e pela compactação e erosão do solo pelo tráfego de veículos e atividades de turismo. Portanto, Calyptommatus sinebrachiatus foi avaliada como Em Perigo (EN) pelos critérios B1ab(iii)+2ab(iii)."",""Sim"",""Sim"",""Bahia"",""|Nordeste|"",""Caatinga"",""Sub-bacia São Francisco Médio"","""",""ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL LAGOA DE ITAPARICA"","""","""",""Desconhecida"",""3 - Produção energética e mineração|3.2 - Mineração|3.2.1 - Extração de areia 3 - Produção energética e mineração|3.3 - Energia renovável|3.3.2 - Parques eólicos 3 - Produção energética e mineração|3.3 - Energia renovável|3.3.3 - Parque de energia solar 5 - Uso de recursos biológicos|5.3 - Extração florestal|5.3.5 - Motivação desconhecida 6 - Distúrbios humanos|6.1 - Atividades recreacionais/turísticas 6 - Distúrbios humanos|6.3 - Trabalho e outras atividades"","""",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação da Herpetofauna do Nordeste - 2º ciclo, Plano de Ação Nacional para a Conservação dos Répteis e Anfíbios Ameaçados de Extinção na Serra do Espinhaço"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Aves"",""Piciformes"",""Picidae"",""Celeus"",""Celeus galeatus"",""Dryocopus galeatus"",""(Temminck, 1822)"",""pica-pau-de-cara-canela"",""Aves"",""06/2019"",""Em Perigo"","""",""C2a(i)"",""Celeus galeatus ocorre no leste do Paraguai, nordeste da Argentina, sul e sudeste do Brasil, nos estados de São Paulo, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul. Habita florestas altas de montanha e de planície. Pode ser encontrada em pequenas manchas de florestas degradadas e até mesmo próximo a áreas urbanas, desde que haja grandes extensões de florestas intactas nas redondezas. Há diversos casos de extinção local e a espécie está categorizada como ameaçada em todos os estados de sua distribuição. Suspeita-se que haja menos de 2.500 indivíduos maduros no Brasil, com menos de 250 deles em cada subpopulação. Suspeita-se de declínio populacional continuado devido à perda de habitat. Não há aporte externo de indivíduos que possa alterar a categorização de risco da espécie no Brasil. Dessa forma, C. galeatus foi categorizada como Em Perigo (EN) pelo critério C2a(i)."",""Não"",""Sim"",""Mato Grosso do Sul, Paraná, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, São Paulo"",""|Centro-Oeste|Sudeste|Sul|"",""Mata Atlântica"",""Sub-bacia Iguaçu Sub-bacia Litoral RJ SP Sub-bacia Litoral SP PR SC Sub-bacia Paranapanema Sub-bacia Paraná RH1 Sub-bacia Tietê Sub-bacia Uruguai Alto Sub-bacia Uruguai Médio"",""APA Cananéia-Iguape-Peruíbe, APA Ilhas e Várzeas do Rio Paraná, FLONA de Ipanema , FLONA Três Barras, PARNA Araucárias, PARNA de Ilha Grande, PARNA Iguaçu"",""APA SERRA DO MAR, PARQUE ESTADUAL CARLOS BOTELHO, PARQUE ESTADUAL DA ILHA DO CARDOSO, PARQUE ESTADUAL DO TURVO, PARQUE ESTADUAL INTERVALES, RESERVA BIOLOGICA ESTADUAL DO SASSAFRAS"",""RPPN Caetezal, RPPN Fazenda HorII, RPPN Fazenda Palmital, RPPN Fazenda Silvo Agro-Pastoril Gonçalves, RPPN Iguaçu I, TRÁPAGA"",""Não"",""Declinando"",""5 - Uso de recursos biológicos|5.3 - Extração florestal|5.3.5 - Motivação desconhecida"","""",""Controle e fiscalização, Expansão de áreas protegidas, Plano de Ação Nacional (PAN), Restauração de habitat e processos naturais"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação das Aves Ameaçadas do Bioma Mata Atlântica"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"",""800"",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Reptilia"",""Squamata"",""Amphisbaenidae"",""Amphisbaena"",""Amphisbaena frontalis"","""",""Vanzolini, 1991"",""cobra-de-duas-cabeças"",""Répteis"",""08/2014"",""Em Perigo"","""",""B1ab(iii)"",""Amphisbaena frontalis é endêmica do Brasil, do bioma Caatinga, conhecida apenas de duas localidades, dunas de Ibiraba e Alagoado, no estado da Bahia, na margem esquerda do rio São Francisco. Trata-se aparentemente de espécie rara. Estima-se que sua extensão de ocorrência seja menor que a área das dunas, aproximando-se de 5.000km2. As duas localidades foram consideradas como duas localizações distintas, tendo em vista que a principal ameaça que afeta a espécie é a retirada da areia, que não ocorre ao mesmo tempo nas duas dunas. Essa atividade, associada ao pisoteio, retirada de lenha e agricultura, causa a desestabilização das dunas e declínio contínuo da qualidade do habitat. Por essas razões, Amphisbaena frontalis foi categorizada como Em Perigo (EN), pelo critério B1ab(iii)."",""Sim"",""Não"","""",""||"","""","""","""","""","""","""",""Desconhecida"",""2 - Agropecuária e Aquacultura|2.1 - Culturas anuais e perenes não-madeireiras 3 - Produção energética e mineração|3.2 - Mineração|3.2.1 - Extração de areia 3 - Produção energética e mineração|3.3 - Energia renovável|3.3.3 - Parque de energia solar 5 - Uso de recursos biológicos|5.3 - Extração florestal|5.3.3 - Efeitos indiretos - subsistência/pequena escala"","""","""","""","""","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Actinopterygii"",""Cyprinodontiformes"",""Rivulidae"",""Hypsolebias"",""Hypsolebias tocantinensis"",""Hypsolebias tocantinensis"",""Nielsen, Cruz & Baptista, 2012"",""Peixe anual"",""Peixes Continentais"",""08/2019"",""Criticamente em Perigo"",""Não"",""B2ab(iii)"",""Hypsolebias tocantinensis é endêmica do Brasil e foi descrita de uma poça temporária próxima ao rio Lajeado, na bacia do rio Tocantins, estado do Maranhão. A espécie é conhecida apenas desta única poça com área de ocupação estimada em 4km2 (B2), que foi impactada pela construção da BR-010 (uma localização), estando inserida em uma paisagem completamente alterada por pastagens e uma estação de piscicultura, apresentando declínio da qualidade do habitat (biii). Por essas razões, H. tocantinensis foi categorizada como Criticamente em Perigo (CR) pelo critério B2ab(iii)."",""Sim"",""Sim"",""Maranhão"",""|Nordeste|"",""Cerrado"",""Sub-bacia Tocantins Alto"","""","""","""",""Não"",""Declinando"",""2 - Agropecuária e Aquacultura|2.3 - Pecuária|2.3.4 - Pecuária em escala desconhecida 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.4 - Aquacultura marinha e de água doce|2.4.3 - Aquacultura em escala desconhecida 4 - Transportes e serviços de transmissão|4.1 - Estradas e ferrovias"","""",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação dos Peixes Rivulídeos Ameaçados de Extinção - 2º ciclo"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Actinopterygii"",""Cyprinodontiformes"",""Rivulidae"",""Hypsolebias"",""Hypsolebias shibattai"","""",""Nielsen, Martins, Araujo & Suzart, 2014"",""Peixe anual"",""Peixes Continentais"",""05/2019"",""Vulnerável"","""",""D2"",""Hypsolebias shibattai é endêmica do Brasil e conhecida apenas de sua localidade-tipo, uma lagoa temporária localizada na bacia do rio São Francisco, município de Bom Jesus da Lapa, estado da Bahia. Foram realizados esforços pontuais de amostragem em 2017, na área da localidade-tipo, porém sem sucesso. A área de ocupação (AOO) foi calculada em 4 km² e a expansão de atividades agropecuárias é uma ameaça potencial que pode levar a espécie à condição de Criticamente em Perigo ou à extinção em curto prazo. Por isso, H. shibattai foi categorizada como Vulnerável (VU) pelo critério D2."",""Sim"",""Sim"",""Bahia"",""|Nordeste|"",""Caatinga"",""Sub-bacia São Francisco Médio"","""","""","""",""Não"",""Desconhecida"",""2 - Agropecuária e Aquacultura"","""","""","""",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Actinopterygii"",""Cyprinodontiformes"",""Rivulidae"",""Austrolebias"",""Austrolebias ephemerus"","""",""Volcan & Severo-Neto, 2019"",""Peixe anual"",""Peixes Continentais"",""05/2019"",""Em Perigo"","""",""B2ab(ii,iii,iv)"",""Austrolebias ephemerus é endêmica do Brasil, e foi descrita de seis alagados temporários situadas na margem esquerda da bacia do rio Paraguai, entre a margem esquerda do rio Amonguijá e a margem direita do córrego Progresso, município de Porto Murtinho, estado de Mato Grosso do Sul, Brasil. A Área de Ocupação (AOO) calculada é de 16 km2 e está inteiramente compreendida no ambiente do chaco brasileiro. Esforços recentes de amostragem da espécie demonstraram que duas dessas lagoas temporárias foram aterradas, resultando em perda de subpopulações. A alteração do uso e ocupação do solo com a substituição da vegetação nativa por pastagem é a principal ameaça para a espécie, caracterizando quatro localizações. Além disso, a espécie está sofrendo declínio continuado de sua Área de Ocupação (AOO), qualidade do habitat e número de localizações. Portanto, Austrolebias ephemerus foi categorizada como Em Perigo (EN) pelos critérios B2ab(ii,iii,iv)."",""Sim"",""Sim"",""Mato Grosso do Sul"",""|Centro-Oeste|"",""Pantanal"",""Sub-bacia Paraguai 01"","""","""","""",""Não"",""Desconhecida"",""2 - Agropecuária e Aquacultura|2.3 - Pecuária|2.3.4 - Pecuária em escala desconhecida"","""","""","""",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"",""80 , 100"",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Actinopterygii"",""Siluriformes"",""Loricariidae"",""Ancistrus"",""Ancistrus formoso"","""",""Sabino & Trajano, 1997"",""Cascudo-cego"",""Peixes Continentais"",""10/2011"",""Vulnerável"","""",""D2"",""Ancistrus formoso é conhecida apenas do sistema de cavernas do rio Formoso, no estado do Mato Grosso do Sul, Brasil, localizado fora do Parque Nacional (PARNA) da Bodoquena. A Área de Ocupação (AOO) é menor do que 10 km². A mineração de calcário para produção de cimento está em expansão na região, configurando-se como uma ameaça potencial futura e plausível. Proteger o sistema de cavernas do entorno do PARNA da Bodoquena é essencial para a conservação da espécie, por meio da expansão do Parque ou da criação de alguma UC. Portanto, a espécie foi classificada como Vulnerável (VU) pelo critério D2."",""Sim"",""Não"",""Mato Grosso do Sul"",""|Centro-Oeste|"",""Cerrado"",""Sub-bacia Paraguai 01"","""","""","""",""Não"",""Desconhecida"","""","""","""","""","""","""",""""";;;;;; "Animalia,""Arthropoda"",""Malacostraca"",""Isopoda"",""Brasileirinidae"",""Brasileirinho"",""Brasileirinho cavaticus"","""",""Prevor?nik, Ferreira & Sket, 2012"","""",""Invertebrados de Água Doce"",""05/2018"",""Criticamente em Perigo"",""Não"",""B1ab(iii)+2ab(iii)"",""Brasileirinho cavaticus é endêmica do Brasil, com distribuição restrita a um lago freático no fundo da caverna da Baixa Funda, no Município de Paripiranga-Bahia. A caverna da Baixa Funda é o único habitat conhecido da espécie até agora. A espécie não foi encontrada em outras cavernas da região. Sua extensão de ocorrência e área de ocupação são estimadas em menos de 10km2. A espécie era abundante na época em foi descrita. A caverna da Baixa Funda, bem como seus arredores, foi severamente alterada, e não está em área protegida. A vegetação nativa foi substituída por monoculturas, atualmente milho. Os moradores locais usam a caverna para descartar o lixo doméstico. Devido ao difícil acesso através da entrada parcialmente obstruída, a seção final da caverna permanece relativamente bem protegida dos visitantes. No entanto ainda existe uma grande ameaça humana para a localidade tipo e seus habitantes, já que muitos produtos agrícolas foram vistos na entrada, representando uma fonte potencial de contaminação química da água subterrânea. Existe forte declínio da qualidade de hábitat. Até o momento não há qualquer ação do poder público no intuito de proteger esta caverna. Considerando uma localização, a espécie foi categorizada como Criticamente em Perigo pelos critérios B1ab(iii)+2ab(iii)."",""Sim"",""Sim"",""Bahia"",""|Nordeste|"",""Caatinga"",""Sub-bacia Litoral SE"","""","""","""",""Não"",""Desconhecida"",""11 - Mudanças e extremos climáticos|11.1 - Mudança/alteração de habitat 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.1 - Culturas anuais e perenes não-madeireiras|2.1.2 - Agricultura em pequenas propriedades 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.3 - Outras modificações nos ecossistemas 9 - Poluição|9.3 - Agropecuária e florestal|9.3.2 - Erosão do solo/sedimentação 9 - Poluição|9.3 - Agropecuária e florestal|9.3.3 - Herbicidas e pesticidas 9 - Poluição|9.4 - Lixo e resíduos sólidos|9.4.1 - Urbanos"","""",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação das Cavernas do Brasil"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Elasmobranchii"",""Lamniformes"",""Carchariidae"",""Carcharias"",""Carcharias taurus"",""Carcharias taurus"",""Rafinesque, 1810"",""cação-da-areia, cação-mangona, caçoa, tubarão-mangona"",""Tubarões e Raias"",""11/2017"",""Criticamente em Perigo"",""Não"",""A2bcd"",""Carcharias taurus é um tubarão de grande porte, com distribuição costeira, ocorrendo nos oceanos subtropicais e temperados, com exceção do Pacífico Oriental. É uma espécie K-estrategista e produz no máximo dois filhotes por gestação. Como resultado, as taxas anuais de crescimento da população são muito baixas, reduzindo sua capacidade de suportar a pressão da pesca. Subpopulações no Brasil foram dizimadas pela pesca industrial e de pequena escala, sendo observada a redução de CPUE em mais de 90%. Infere-se que a espécie tenha sofrido um declínio populacional de mais de 80% em uma janela temporal que inclui o período de três gerações (52,5 anos). Por estas razões, a espécie foi categorizada como Criticamente em Perigo (CR), pelo critério A2bcd."",""Não"",""Sim"",""Espírito Santo, Paraná, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, São Paulo"",""|Sudeste|Sul|"",""Sistema Costeiro-Marinho"","""",""APA Baleia Franca, PARNA Superagui, REBIO Marinha do Arvoredo"",""APA MARINHA DO LITORAL CENTRO, APA MARINHA DO LITORAL NORTE, APA MARINHA DO LITORAL SUL, PARQUE ESTADUAL MARINHO DA LAJE DE SANTOS"","""",""Sim"",""Declinando"",""5 - Uso de recursos biológicos|5.1 - Caça e captura de animais terrestres ou marinhos|5.1.1 - Caça/captura intencional (a espécie é o alvo)|5.1.1.4 - Esportiva 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.1 - Captura intencional - subsistência/pequena escala|5.4.1.7 - Emalhe|5.4.1.7.1 - Emalhe de fundo 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.1 - Captura intencional - subsistência/pequena escala|5.4.1.7 - Emalhe|5.4.1.7.2 - Emalhe de superfície 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.1 - Captura intencional - subsistência/pequena escala|5.4.1.7 - Emalhe|5.4.1.7.5 - Caçoeiro 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.1 - Captura intencional - subsistência/pequena escala|5.4.1.7 - Emalhe|5.4.1.7.6 - Feiticeira 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.2 - Captura intencional - larga escala|5.4.2.8 - Espinhel|5.4.2.8.2 - Espinhel de fundo 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.5 - Captura indireta - subsistência/pequena escala|5.4.5.3 - Aparelho com anzol|5.4.5.3.3 - Espinhel fixo de fundo 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.5 - Captura indireta - subsistência/pequena escala|5.4.5.7 - Emalhe|5.4.5.7.1 - Emalhe de fundo 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.5 - Captura indireta - subsistência/pequena escala|5.4.5.7 - Emalhe|5.4.5.7.2 - Emalhe de superfície 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.5 - Captura indireta - subsistência/pequena escala|5.4.5.7 - Emalhe|5.4.5.7.5 - Caçoeiro 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.5 - Captura indireta - subsistência/pequena escala|5.4.5.7 - Emalhe|5.4.5.7.6 - Feiticieira 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.6 - Captura indireta - larga escala|5.4.6.7 - Emalhe|5.4.6.7.1 - Emalhe de fundo 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.6 - Captura indireta - larga escala|5.4.6.7 - Emalhe|5.4.6.7.2 - Emalhe de superfície 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.6 - Captura indireta - larga escala|5.4.6.8 - Espinhel|5.4.4.8.2 - Espinhel de fundo 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.6 - Captura indireta - larga escala|5.4.6.8 - Espinhel|5.4.6.8.1 - Espinhel de superfície"",""1 - Alimentação humana|1.7 - Pesca artesanal 1 - Alimentação humana|1.7 - Pesca artesanal|1.7.6 - Arrasto 1 - Alimentação humana|1.7 - Pesca artesanal|1.7.7 - Emalhe 1 - Alimentação humana|1.8 - Pesca industrial 1 - Alimentação humana|1.8 - Pesca industrial|1.8.7 - Emalhe 1 - Alimentação humana|1.8 - Pesca industrial|1.8.8 - Espinhel"",""Plano de Ação Nacional (PAN), Proteção de locais/áreas"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação dos Elasmobrânquios Ameaçados de Extinção"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""5 , 200""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Aves"",""Passeriformes"",""Thamnophilidae"",""Phlegopsis"",""Phlegopsis borbae"",""Phlegopsis borbae"",""Hellmayr, 1907"",""mãe-de-taoca-dourada"",""Aves"",""08/2018"",""Vulnerável"","""",""A3c"",""Phegopsis borbae é endêmica do interflúvio Madeira-Tapajós. A partir da perda e degradação de habitat em função da expansão agropecuária, principalmente no estado de Rondônia, no sul do estado do Amazonas e norte do Mato Grosso e da construção de hidrelétricas, projeta-se um declínio populacional de pelo menos 30% nos próximos 13 anos (três gerações), baseado no declínio na qualidade do habitat. Por isso, P. borbae foi categorizada como Vulnerável (VU) pelo critério A3c."",""Sim"",""Sim"",""Amazonas, Mato Grosso, Pará, Rondônia"",""|Centro-Oeste|Norte|"",""Amazônia"",""Sub-bacia Madeira Sub-bacia Tapajós Sub-bacia Trombetas"",""FLONA Pau-Rosa, PARNA Amazônia, PARNA Campos Amazônicos"","""","""",""Não"",""Declinando"",""2 - Agropecuária e Aquacultura|2.1 - Culturas anuais e perenes não-madeireiras|2.1.4 - Agricultura de escala desconhecida 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.3 - Pecuária|2.3.4 - Pecuária em escala desconhecida 3 - Produção energética e mineração|3.3 - Energia renovável|3.3.1 - Hidrelétricas"","""",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação das Aves Ameaçadas do Bioma Amazônia - 2º ciclo"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Aves"",""Passeriformes"",""Grallariidae"",""Grallaria"",""Grallaria varia distincta"",""Grallaria varia distincta"",""Todd, 1927"",""tovacuçu"",""Aves"",""08/2018"",""Vulnerável"","""",""A4c"",""Grallaria varia distincta ocorre no norte do Brasil, a sul do rio Amazonas (entre o rio Madeira e o leste do Pará)";" nos estados do Amazonas, Rondônia, Mato Grosso, Pará e Maranhão. Suspeita-se que houve declínio populacional devido à perda e alteração de habitat, uma vez que este táxon é bastante exigente quanto ao habitat, não tolerando nem mesmo matas onde foi realizado corte seletivo. A construção de hidrelétricas em sua área de ocupação causará nova perda populacional. Ao considerar passado e futuro e a estimativa de perda de habitat de 15% por corte raso e inundações, somada à estimativa de perda de 20% por corte seletivo e focos de incêndios, suspeita-se uma perda populacional mínima de 30% em três gerações (12 anos). Dessa forma, G. v. distincta foi categorizada como Vulnerável (VU) pelo critério A4c."",""Sim"",""Sim"",""Amazonas, Maranhão, Mato Grosso, Pará, Rondônia"",""|Centro-Oeste|Nordeste|Norte|"",""Amazônia"",""Sub-bacia Gurupi Sub-bacia Madeira Sub-bacia Tapajós Sub-bacia Tocantins Alto Sub-bacia Tocantins Baixo Sub-bacia Trombetas Sub-bacia Xingu"",""ESEC da Terra do Meio, FLONA Carajás, FLONA do Tapajós, FLONA Jamanxim, FLONA Pau-Rosa, FLONA Tapirape-Aquiri, FLONA Trairão, PARNA Amazônia, PARNA Mapinguari, PARNA Serra do Pardo, REBIO do Gurupi, REBIO do Jaru, REBIO Tapirapé"",""ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL DO LAGO DE TUCURUI"","""",""Não"",""Declinando"",""11 - Mudanças e extremos climáticos|11.1 - Mudança/alteração de habitat 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.1 - Culturas anuais e perenes não-madeireiras|2.1.4 - Agricultura de escala desconhecida 3 - Produção energética e mineração|3.3 - Energia renovável|3.3.1 - Hidrelétricas 5 - Uso de recursos biológicos|5.3 - Extração florestal|5.3.5 - Motivação desconhecida 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.1 - Incêndios e supressão de incêndios|7.1.1 - Aumento da frequência/intensidade de incêndios"","""",""Plano de Ação Nacional (PAN), Proteção de locais/áreas"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação das Aves Ameaçadas do Bioma Amazônia"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;; "Animalia,""Chordata"",""Aves"",""Psittaciformes"",""Psittacidae"",""Touit"",""Touit melanonotus"",""Touit melanonotus"",""(Wied, 1820)"",""apuim-de-costas-pretas"",""Aves"",""06/2019"",""Vulnerável"","""",""C2a(i)"",""Touit melanonotus é endêmica do Brasil, ocorrendo da Bahia à Santa Catarina e leste de Minas Gerais. Habita matas de baixada (floresta ombrófila densa), restingas, matas de encosta e matas de altitude Suspeita-se que o tamanho populacional não exceda 10.000 indivíduos maduros, sendo que há menos de 1.000 em cada subpopulação. Há declínio populacional continuado devido ao desmatamento e fragmentação de habitat, os quais tiveram efeitos nocivos para a espécie. Dessa forma, T. melanonotus foi categorizada como Vulnerável (VU) pelo critério C2a(i)."",""Sim"",""Sim"",""Bahia, Espírito Santo, Minas Gerais, Paraná, Rio de Janeiro, Santa Catarina, São Paulo"",""|Nordeste|Sudeste|Sul|"",""Mata Atlântica"",""Sub-bacia Contas Sub-bacia Doce Sub-bacia Grande Sub-bacia Jequitinhonha Sub-bacia Litoral BA ES Sub-bacia Litoral ES Sub-bacia Litoral RJ Sub-bacia Litoral RJ SP Sub-bacia Litoral SP Sub-bacia Litoral SP PR SC Sub-bacia Paraíba do Sul Sub-bacia Paranapanema Sub-bacia Tietê"",""APA Bacia do Rio Paraíba do Sul, APA Cairuçu, APA Cananéia-Iguape-Peruíbe, APA Guaraqueçaba, APA Petrópolis, FLONA Pacotuba, PARNA da Serra da Bocaina, PARNA da Serra dos Órgãos, PARNA da Tijuca, PARNA de Itatiaia, PARNA Saint-Hilaire/Lange, PARNA Serra das Lontras, REBIO do Tinguá"",""APA ILHA COMPRIDA, APA SERRA DO MAR, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL COSTA DE ITACARÉ/ SERRA GRANDE, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL DA BACIA DO RIO MACACU, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL DE MACAÉ DE CIMA, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL ESTADUAL DE GUARATUBA, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL SANTO ANTÔNIO, ESTAÇÃO ECOLÓGICA JURÉIA-ITATINS, PARQUE ESTADUAL DA ILHA DO CARDOSO, PARQUE ESTADUAL DA SERRA DO MAR, PARQUE ESTADUAL DO DESENGANO, PARQUE ESTADUAL INTERVALES"",""Estação Veracel, RPPN Araçari, RPPN Caetezal, RPPN CEFLUSMME, RPPN Fazenda Barra do Sana, RPPN Fazenda Limeira, RPPN Fazenda Palmital, RPPN Fazenda Silvo Agro-Pastoril Gonçalves, RPPN Fazenda Suspiro, RPPN Gleba O Saquinho de Itapirapuá, RPPN Morro do Curussu Mirim, RPPN Prima Luna, RPPN Sítio Curucutu, RPPN Sítio do Bananal, RPPN Sítio do Jacu"",""Não"",""Declinando"",""1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.1 - Expansão urbana 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.1 - Culturas anuais e perenes não-madeireiras|2.1.4 - Agricultura de escala desconhecida 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.3 - Pecuária|2.3.4 - Pecuária em escala desconhecida 5 - Uso de recursos biológicos|5.3 - Extração florestal|5.3.5 - Motivação desconhecida"","""",""Criação de áreas protegidas, Implementação de áreas protegidas, Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação das Aves Ameaçadas do Bioma Mata Atlântica, Plano de Ação Nacional para Conservação de Espécies Ameaçadas e de Importância Socioeconômica do Ecossistema Manguezal"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022, CITES - Anexo II"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Arthropoda"",""Malacostraca"",""Amphipoda"",""Hyalellidae"",""Hyalella"",""Hyalella epikarstica"","""",""Rodrigues, Bueno & Ferreira, 2014"","""",""Invertebrados de Água Doce"",""05/2018"",""Criticamente em Perigo"",""Não"",""B1ab(iii)+2ab(iii)"",""Hyallela epikarstica é endêmica do Brasil e conhecida apenas da localidade-tipo, a gruta Areias de Cima, Iporanga/São Paulo, Parque Estadual Turístico do Alto Ribeira. Embora a caverna esteja em uma área protegida em bom estado de conservação, as áreas de recarga do sistema estão fora da unidade de conservação e sofrem com aporte de poluentes, principalmente esgoto doméstico e descarte de água cinza, provocando declínio da qualidade da água e, portanto, do habitat da espécie. Sua extensão de ocorrência e área do ocupação foram estimadas em menos de 10km2. Considerando uma localização, a espécie foi avaliada como Criticamente em Perigo (CR) pelos critérios B1ab(iii)+2ab(iii)."",""Sim"",""Sim"",""São Paulo"",""|Sudeste|"",""Mata Atlântica"",""Sub-bacia Litoral RJ SP"","""",""PARQUE ESTADUAL TURÍSTICO DO ALTO DO RIBEIRA"","""",""Não"",""Desconhecida"",""9 - Poluição|9.1 - Doméstica e urbana - escoamento de água|9.1.1 - Esgoto 9 - Poluição|9.1 - Doméstica e urbana - escoamento de água|9.1.2 - Escoamento urbano 9 - Poluição|9.2 - Industrial|9.2.2 - Infiltraçao oriunda de mineração"","""",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação das Cavernas do Brasil"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Arthropoda"",""Malacostraca"",""Amphipoda"",""Hyalellidae"",""Hyalella"",""Hyalella formosa"","""",""Cardoso & Araujo, 2014"","""",""Invertebrados de Água Doce"",""05/2018"",""Criticamente em Perigo"",""Não"",""B2ab(iii)"",""Hyalella formosa é endêmica do Brasil e conhecida apenas da localidade-tipo, a Caverna das Andorinhas, no Município de Ponta Grossa/Paraná. Sua área de ocupação é estimada em menos de 10km2. A caverna não está em área protegida e a vegetação em seu entorno imediato encontra-se quase que totalmente convertida em plantações. A espécie habita o lençol freático, ambiente que pode ser afetado pelas alteração do uso do solo e pelo uso de agrotóxicos. Além disso, a caverna está inserida em um polígono minerário com requerimento de lavra. Portanto, a espécie foi categorizada como Criticamente em Perigo (CR) segundo o critério B2ab(iii)."",""Sim"",""Sim"",""Paraná"",""|Sul|"",""Mata Atlântica"",""Sub-bacia Litoral RJ SP"","""",""ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL ESTADUAL DA ESCARPA DEVONIANA"","""",""Não"",""Desconhecida"",""11 - Mudanças e extremos climáticos|11.1 - Mudança/alteração de habitat 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.1 - Culturas anuais e perenes não-madeireiras|2.1.3 - Agricultura agro-industrial 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.2 - Silvicultura|2.2.2 - Plantações agro-industriais 5 - Uso de recursos biológicos|5.3 - Extração florestal|5.3.5 - Motivação desconhecida 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.3 - Outras modificações nos ecossistemas 9 - Poluição|9.3 - Agropecuária e florestal|9.3.4 - Tipo desconhecido"","""",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação das Cavernas do Brasil"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Arthropoda"",""Malacostraca"",""Amphipoda"",""Hyalellidae"",""Hyalella"",""Hyalella veredae"","""",""Cardoso & Bueno, 2014"","""",""Invertebrados de Água Doce"",""05/2018"",""Criticamente em Perigo"",""Não"",""B2ab(iii)"",""Hyalella veredae é endêmica do Brasil e conhecida de três cavernas próximas entre si no Município de Presidente Olegário, Minas Gerais. As cavernas não estão localizadas em área protegida. A vegetação de seu entorno imediato já foi bastante alterada, sendo substituída por pastagens. Na região há empreendimentos de extração de gás e há projetos futuros para a instalação de pequenas centrais hidrelétricas. Além disso, a caverna está inserida em um polígono minerário com requerimento de lavra. Considerando uma área de ocupação menor do que 10km2 e uma localização, a espécie foi categorizada como Criticamente em Perigo (CR) pelo critério B2ab(iii)."",""Sim"",""Sim"",""Minas Gerais"",""|Sudeste|"",""Cerrado"",""Sub-bacia São Francisco Médio"","""","""","""",""Não"",""Desconhecida"",""11 - Mudanças e extremos climáticos|11.1 - Mudança/alteração de habitat 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.1 - Culturas anuais e perenes não-madeireiras|2.1.4 - Agricultura de escala desconhecida 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.3 - Outras modificações nos ecossistemas 9 - Poluição|9.3 - Agropecuária e florestal|9.3.1 - Acúmulo de nutrientes 9 - Poluição|9.3 - Agropecuária e florestal|9.3.3 - Herbicidas e pesticidas"","""",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação das Cavernas do Brasil"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Actinopterygii"",""Cyprinodontiformes"",""Rivulidae"",""Simpsonichthys"",""Simpsonichthys cholopteryx"",""Simpsonichthys cholopteryx"",""Costa, Moreira & Lima, 2003"",""annual killifish, Peixe anual"",""Peixes Continentais"",""08/2019"",""Em Perigo"","""",""B1ab(iii)"",""Simpsonichthys cholopteryx é endêmica do Brasil e conhecida de três registros na bacia do alto rio Araguaia, estado do Mato Grosso. A principal ameaça à espécie é a expansão da atividade agrícola. A Extensão de Ocorrência (EOO) calculada é de 3.985 km2 (B1). Os registros existentes para a espécie representam três localizações (a) e estão inseridos em uma paisagem completamente alterada por pastagens e agricultura, representando um declínio continuado na qualidade do habitat (biii). Por essas razões, S. cholopteryx foi categorizada como Em Perigo (EN) pelo critério B1ab(iii)."",""Sim"",""Sim"",""Mato Grosso"",""|Centro-Oeste|"",""Cerrado"",""Sub-bacia Araguaia"","""","""","""",""Não"",""Declinando"",""2 - Agropecuária e Aquacultura|2.1 - Culturas anuais e perenes não-madeireiras|2.1.4 - Agricultura de escala desconhecida 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.3 - Pecuária|2.3.4 - Pecuária em escala desconhecida"","""",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação dos Peixes Rivulídeos Ameaçados de Extinção - 2º ciclo"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Mammalia"",""Pilosa"",""Bradypodidae"",""Bradypus"",""Bradypus torquatus"",""Bradypus torquatus"",""Illiger, 1811"",""Aí-pixuna, Preguiça-de-coleira, Preguiça-preta"",""Mamíferos"",""11/2018"",""Vulnerável"","""",""B2ab(iii)"",""Bradypus torquatus é endêmica da Mata Atlântica brasileira, onde ocorre do sul do estado de Sergipe ao norte do Rio de Janeiro. A principal ameaça identificada para o táxon é a perda de habitat em função da destruição da Mata Atlântica pela expansão das atividades agropecuárias. Possui distribuição descontínua, com área de ocupação estimada em 796 km2, e sub-populações severamente fragmentadas e isoladas. Além disso, o desmatamento decorrente de expansão urbana, aumento da matriz rodoviária e incêndios representa impactos recorrentes e caracterizam declínio continuado na qualidade do habitat. Por isso, B. torquatus foi categorizada como Vulnerável (VU), pelo critério B2ab(iii)."",""Sim"",""Sim"",""Bahia, Espírito Santo, Rio de Janeiro, Sergipe"",""|Nordeste|Sudeste|"",""Mata Atlântica"",""Sub-bacia Contas Sub-bacia Doce Sub-bacia Itapecuru-Paraguaçu Sub-bacia Jequitinhonha Sub-bacia Litoral BA ES Sub-bacia Litoral ES Sub-bacia Litoral RJ Sub-bacia Litoral SE Sub-bacia Paraíba do Sul"",""APA Bacia do Rio São João/Mico-Leão-Dourado, FLONA de Goytacazes, PARNA Serra das Lontras, REBIO Augusto Ruschi, REBIO Comboios, REBIO de Poço das Antas, REBIO de Una, REBIO União, RESEX Cassurubá, REVIS Una"",""ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL BACIA DO COBRE / SÃO BARTOLOMEU, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL BAÍA DE CAMAMU, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL COSTA DE ITACARÉ/ SERRA GRANDE, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL DA BACIA DO RIO MACACU, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL DA SERRA DE SAPIATIBA, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL LAGOA ENCANTADA, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL PONTA DA BALEIA / ABROLHOS, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL SANTO ANTÔNIO, ESTAÇÃO ECOLÓGICA ESTADUAL WENCESLAU GUIMARÃES, PARQUE ESTADUAL DA COSTA DO SOL, PARQUE ESTADUAL DA SERRA DO CONDURU, PARQUE ESTADUAL DO DESENGANO, PARQUE ESTADUAL DO FORNO GRANDE"",""Estação Veracel, RPPN Mata 01 (Bom Jardim) e Mata 02,03 e 04 (Tapera), VALE DO SOL"",""Não"",""Declinando"",""11 - Mudanças e extremos climáticos|11.3 - Extremos térmicos 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.1 - Culturas anuais e perenes não-madeireiras|2.1.4 - Agricultura de escala desconhecida 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.3 - Pecuária|2.3.2 - Pecuária em pequenas propriedades 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.3 - Pecuária|2.3.3 - Pecuária agro-industrial 4 - Transportes e serviços de transmissão|4.2 - Atropelamentos 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.1 - Incêndios e supressão de incêndios|7.1.1 - Aumento da frequência/intensidade de incêndios 8 - Espécies invasoras problemáticas e doenças|8.2 - Espécies domésticas|8.2.2 - Predadores"",""1 - Alimentação humana|1.1 - Caça de subsistência 3 - Animais de estimação/ornamentais"",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação dos Mamíferos da Mata Atlântica Central, Plano de Ação Nacional para a Conservação dos Primatas da Mata Atlântica e da Preguiça-de-Coleira"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Aves"",""Passeriformes"",""Furnariidae"",""Cinclodes"",""Cinclodes espinhacensis"",""Cinclodes espinhacensis"",""Freitas, Chaves, Costa, Santos & Rodrigues, 2012"",""pedreiro-do-espinhaço"",""Aves"",""10/2018"",""Em Perigo"","""",""B1ab(iii)+2ab(iii)"",""Cinclodes espinhacensis é endêmica do Brasil, com distribuição restrita à porção meridional da Serra do Espinhaço, em Minas Gerais. Sua extensão de ocorrência (EOO) foi calculada em 490 km2 e a área de ocupação (AOO) é certamente menor. A espécie é exigente quanto ao habitat, ocorrendo apenas em afloramentos rochosos e campos abertos em áreas altas. Há perda continuada de qualidade de habitat devido a fogo, turismo e expansão da atividade agropecuária. São conhecidas menos de cinco localizações da espécie, considerando-se o fogo como a principal ameaça. Dessa forma, C. espinhacensis foi categorizada como Em Perigo (EN) pelos critérios B1ab(iii)+2ab(iii)."",""Sim"",""Sim"",""Minas Gerais"",""|Sudeste|"",""Cerrado"",""Sub-bacia Doce Sub-bacia São Francisco Alto"",""APA do Morro da Pedreira, PARNA da Serra do Cipó"","""","""",""Não"",""Desconhecida"",""11 - Mudanças e extremos climáticos|11.3 - Extremos térmicos 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.1 - Culturas anuais e perenes não-madeireiras|2.1.4 - Agricultura de escala desconhecida 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.3 - Pecuária|2.3.4 - Pecuária em escala desconhecida 3 - Produção energética e mineração|3.2 - Mineração|3.2.3 - Extração de minérios - subsolo 6 - Distúrbios humanos|6.1 - Atividades recreacionais/turísticas 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.1 - Incêndios e supressão de incêndios|7.1.1 - Aumento da frequência/intensidade de incêndios"","""",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação das Aves do Cerrado e Pantanal, Plano de Ação Nacional para a Conservação das Aves do Cerrado e Pantanal - 2º ciclo"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Amphibia"",""Anura"",""Brachycephalidae"",""Brachycephalus"",""Brachycephalus mirissimus"","""",""Pie, Ribeiro, Canfetti, Nadaline & Bornschein, 2018"",""Pingo-de-ouro-brilhante"",""Anfíbios"",""09/2018"",""Vulnerável"","""",""D2"",""Brachycephalus mirissimus é endêmica do Brasil, do bioma Mata Atlântica, conhecida apenas da localidade-tipo, o Morro Santo Anjo, no município de Massaranduba, no estado de Santa Catarina. Trata-se de espécie de pequeno porte e de hábitat específico, encontrada somente na serrapilheira de floresta montana, entre 470 e 540 metros de altitude. Morros adjacentes têm sido amostrados, sem que haja registros adicionais da espécie. Assim, sua distribuição parece ser bastante restrita e sua área de ocupação foi estimada em apenas 0,56 km2. A região não é protegida e no entorno da localidade-tipo há plantio de Pinus, Eucalyptus e palmeiras (Archontophoenix alexandra), assim como corte seletivo de madeira. Tendo em vista que essas interferências podem, em curto prazo de tempo, levar a espécie à condição de Criticamente em Perigo (CR) ou mesmo Extinta (EX), Brachycephalus mirissimus foi avaliada como Vulnerável (VU) pelo critério D2."",""Sim"",""Sim"",""Santa Catarina"",""|Sul|"",""Mata Atlântica"",""Sub-bacia Litoral SP PR SC"","""","""","""",""Não"",""Desconhecida"",""2 - Agropecuária e Aquacultura|2.2 - Silvicultura|2.2.3 - Plantações em escala desconhecida 4 - Transportes e serviços de transmissão|4.1 - Estradas e ferrovias 5 - Uso de recursos biológicos|5.3 - Extração florestal|5.3.5 - Motivação desconhecida"","""",""Plano de Ação Nacional (PAN)"","""",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Reptilia"",""Squamata"",""Gymnophthalmidae"",""Bachia"",""Bachia psamophila"","""",""Rodrigues, Pavan & Curcio, 2007"","""",""Répteis"",""10/2013"",""Criticamente em Perigo"",""Não"",""A2c"",""Bachia psamophila é endêmica do Brasil do bioma Cerrado, conhecida de dois registros, sendo um no município de Palmas e outro no município Porto Nacional, ambos no estado de Tocantins. Embora sua extensão de ocorrência calculada seja de 1.646,2km2, essas localidades de registro, dunas que chegavam a 50 m de altura e eram peculiares da região, foram suprimidas pelo reservatório da UHE Luiz Eduardo Magalhães. Diante disso, suspeita-se que mais de 80% de sua população tenha sido também suprimida, pois no monitoramento posterior ao enchimento do reservatório a espécie não foi mais encontrada. Por essas razões, Bachia psamophila foi categorizada como Criticamente em Perigo (CR), pelo critério A2c."",""Sim"",""Não"","""",""||"","""","""","""","""","""","""",""Declinando"",""3 - Produção energética e mineração|3.3 - Energia renovável|3.3.1 - Hidrelétricas"","""","""","""","""","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Reptilia"",""Squamata"",""Dipsadidae"",""Apostolepis"",""Apostolepis gaboi"","""",""Rodrigues, 1992"",""cobra-rainha-das-dunas"",""Répteis"",""04/2012"",""Em Perigo"","""",""B1ab(iii)"",""Apostolepis gaboi é endêmica do Brasil, de hábito fossorial, ocorrendo em solo arenoso da região das dunas do médio rio São Francisco, no estado da Bahia. Sua extensão de ocorrência calculada é de 628 km2, com apenas uma localização conhecida, com dois pontos de registro próximos entre si, cuja principal ameaça à espécie é a desestabilização das dunas. A área onde a espécie ocorre está sujeita a ameaças antrópicas como extração de areia e de madeira para produção de carvão, causando desestabilização das dunas e, em menor escala, é afetada também pela expansão agrícola, ocorrendo, portanto, declínio contínuo da qualidade do habitat. Por essas razões, Apostolepis gaboi foi categorizada como Em Perigo (EN), pelo critério B1ab(iii)."",""Sim"",""Não"","""",""||"","""","""","""","""","""","""",""Desconhecida"",""3 - Produção energética e mineração|3.3 - Energia renovável|3.3.1 - Hidrelétricas 3 - Produção energética e mineração|3.3 - Energia renovável|3.3.2 - Parques eólicos 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.3 - Outras modificações nos ecossistemas"","""","""","""","""","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Aves"",""Passeriformes"",""Furnariidae"",""Asthenes"",""Asthenes hudsoni"","""",""(Sclater, 1874)"",""joão-platino"",""Aves"",""11/2013"",""Vulnerável"","""",""B1ab(iii)"",""Asthenes hudsoni ocorre na Argentina, Uruguai e extremo sul do Brasil. Apresenta ocorrência discreta e local em manchas de habitat (campos arenosos) da planície costeira externa do Rio Grande do Sul, as quais estão sujeitas, em grande parte, à pressão de pastejo excessivo, expansão e implementação de parques eólicos, urbanização e monoculturas de Pinus spp. Supõe-se que as populações uruguaias não sejam numerosas nem capazes de compensar perdas por meio de dispersão. O número de indivíduos registrados na maioria das localidades é pequeno. Pela combinação de população fragmentada e reduzida extensão de ocorrência (EOO) da espécie no Brasil é menor que 10.000 km2, além da existência de pressão constante sobre o habitat, A. hudsoni foi avaliada como Vulnerável (VU) B1ab(iii)."",""Não"",""Não"","""",""||"","""","""","""","""","""","""",""Desconhecida"",""1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.1 - Expansão urbana 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.1 - Culturas anuais e perenes não-madeireiras|2.1.3 - Agricultura agro-industriais 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.3 - Pecuária|2.3.4 - Pecuária em escala desconhecida 3 - Produção energética e mineração|3.3 - Energia renovável|3.3.2 - Parques eólicos"","""",""Controle e fiscalização, Manejo de locais/áreas, Manejo territorial, Outra, Plano de Ação Nacional (PAN), Proteção de recursos/habitat, Restauração de habitat e processos naturais"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação dos Passeriformes Ameaçados dos Campos Sulinos e Espinilho"","""","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Reptilia"",""Squamata"",""Dipsadidae"",""Apostolepis"",""Apostolepis striata"","""",""Lema, 2004"",""cobra-rainha-estriada"",""Répteis"",""04/2012"",""Em Perigo"","""",""B1ab(iii)"",""Apostolepis striata é endêmica do Brasil, conhecida apenas da localidade-tipo, em Vilhena, Rondônia, no lado leste da Chapada dos Parecis, na divisa com o estado de Mato Grosso, região de transição de errado com floresta amazônica (Cerradões), a 600 m de altitude. Suspeita-se que sua extensão de ocorrência seja menor que 5.000 km2. A área do registro foi considerada uma localização, cuja principal ameaça à espécie é a perda de habitat em decorrência do avanço recente da fronteira agropecuária, causando também o declínio contínuo da qualidade do habitat. Por essas razões, Apostolepis striata foi categorizada como Em Perigo (EN), pelo critério B1ab(iii)."",""Sim"",""Não"","""",""||"","""","""","""","""","""","""",""Desconhecida"",""2 - Agropecuária e Aquacultura|2.1 - Culturas anuais e perenes não-madeireiras 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.3 - Pecuária"","""","""","""","""","""",""""";;;;;; "Animalia,""Echinodermata"",""Asteroidea"",""Paxillosida"",""Astropectinidae"",""Astropecten"",""Astropecten articulatus"","""",""(Say, 1825)"",""estrela-do-mar"",""Invertebrados Marinhos"",""10/2014"",""Vulnerável"","""",""A4bd"",""Astropecten articulatus distribui-se da Virginia (EUA) até o Brasil, com registros para o Rio de Janeiro e São Paulo. Ocorre entre zero e 200 m de profundidade. Essa espécie já foi referida para o litoral paulista como frequente e dominante, mas devido à grande quantidade de pesca de arrasto de fundo na região, nos quais compõe a fauna acompanhante, não tem sido mais encontrada. Considerando a distribuição no Brasil, suspeita-se que a espécie tenha sofrido redução de pelo menos 30%. Por estes motivos, a espécie é categorizada como Vulnerável (VU), segundo o critério A4bd."",""Não"",""Não"","""",""||"","""","""","""","""","""",""Não"",""Declinando"","""","""","""","""","""","""",""0 , 200""";;;;;; "Animalia,""Echinodermata"",""Asteroidea"",""Paxillosida"",""Astropectinidae"",""Astropecten"",""Astropecten brasiliensis"","""",""Müller & Troschel, 1842"",""estrela-do-mar"",""Invertebrados Marinhos"",""10/2014"",""Vulnerável"","""",""A4bd"",""Astropecten brasiliensis distribui-se das Antilhas até a Argentina. No Brasil, tem registros na Bahia, Rio de Janeiro e São Paulo. Ocorre entre um e 40 m de profundidade. Essa espécie já foi referida para o litoral paulista como a mais frequente e abundante, mas devido à grande quantidade de pesca de arrasto de fundo na região, no qual compõe a fauna acompanhante, somente poucos espécimes são coletados recentemente. Considerando a distribuição no Brasil, suspeita-se que a espécie tenha sofrido redução de pelo menos 30%. Por estes motivos, a espécie é categorizada como Vulnerável (VU), segundo o critério A4bd."",""Não"",""Não"","""",""||"","""","""","""","""","""",""Não"",""Declinando"","""","""","""","""","""","""",""1 , 40""";;;;;; "Animalia,""Echinodermata"",""Asteroidea"",""Paxillosida"",""Astropectinidae"",""Astropecten"",""Astropecten marginatus"","""",""Gray, 1840"",""estrela-do-mar"",""Invertebrados Marinhos"",""10/2014"",""Vulnerável"","""",""A4bd"",""Astropecten marginatus distribui-se em Porto Rico, Venezuela, e no Brasil até o Rio Grande do Sul. Ocorre entre 6 e 130 m de profundidade. Essa espécie já foi referida para o litoral paulista como uma das mais frequentes e abundantes, mas devido à intensa pesca de arrasto de fundo na região, não tem sidomais encontrada. Considerando a distribuição no Brasil, suspeita-se que a espécie tenha sofrido redução de pelo menos 30%. Por estes motivos, a espécie é categorizada como Vulnerável (VU), segundo o critério A4bd."",""Não"",""Não"","""",""||"","""","""","""","""","""",""Não"",""Declinando"","""","""","""","""","""","""",""1 , 130""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Actinopterygii"",""Cyprinodontiformes"",""Rivulidae"",""Simpsonichthys"",""Simpsonichthys zonatus"",""Simpsonichthys zonatus"",""(Costa & Brasil, 1990)"",""Peixe anual, Peixe das nuvens"",""Peixes Continentais"",""05/2019"",""Criticamente em Perigo"",""Sim"",""D"",""Simpsonichthys zonatus é endêmica do Brasil e conhecida da drenagem do curso superior do rio Urucuia, bacia do rio São Francisco, no estado de Minas Gerais. É uma espécie rara, que ocorre em região acidentada, com poucas áreas adequadas à manutenção de peixes anuais. A espécie foi registrada em duas áreas relativamente distantes entre si, além da localidade-tipo, e que não existem mais, todas destruídas por plantações de soja. Suspeita-se que esteja extinta, visto que outras expedições para amostragem de Rivulidae na região não tiveram sucesso em registrar a espécie. Por isso, S. zonatus foi categorizada como Criticamente em Perigo (CR) pelo critério D, estando possivelmente extinta."",""Sim"",""Sim"",""Minas Gerais"",""|Sudeste|"",""Cerrado"",""Sub-bacia São Francisco Médio"","""","""","""",""Não"",""Declinando"",""2 - Agropecuária e Aquacultura|2.1 - Culturas anuais e perenes não-madeireiras|2.1.4 - Agricultura de escala desconhecida"",""3 - Animais de estimação/ornamentais"",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação das Espécies Ameaçadas de Extinção da Fauna Aquática da Bacia do Rio São Francisco, Plano de Ação Nacional para a Conservação dos Peixes Rivulídeos Ameaçados de Extinção, Plano de Ação Nacional para a Conservação dos Peixes Rivulídeos Ameaçados de Extinção - 2º ciclo"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Actinopterygii"",""Cyprinodontiformes"",""Rivulidae"",""Simpsonichthys"",""Simpsonichthys parallelus"",""Simpsonichthys parallelus"",""Costa, 2000"",""Peixe anual, Peixe das nuvens"",""Peixes Continentais"",""05/2019"",""Em Perigo"","""",""B1ab(iii)"",""Simpsonichthys parallelus é endêmica do Brasil e apresenta registros no rio Formoso, drenagem do rio Paranaíba, estado de Goiás. É conhecida de quatro localidades, e uma delas está inserida no Parque Nacional das Emas. A extensão de ocorrência (EOO) foi calculada em 1.609 km². A principal ameaça decorre da degradação contínua da qualidade do habitat em função da intensa atividade agropecuária praticada na região. Considerando a conectividade hídrica entre as localidades, foram identificadas três localizações. Com base nessas informações, Simpsonichthys parallelus foi categorizada como Em Perigo (EN) pelo critério B1ab(iii)."",""Sim"",""Sim"",""Goiás"",""|Centro-Oeste|"",""Cerrado"",""Sub-bacia Paranaíba"",""PARNA das Emas"","""","""",""Não"",""Desconhecida"",""2 - Agropecuária e Aquacultura|2.1 - Culturas anuais e perenes não-madeireiras|2.1.4 - Agricultura de escala desconhecida 9 - Poluição|9.3 - Agropecuária e florestal|9.3.3 - Herbicidas e pesticidas"",""3 - Animais de estimação/ornamentais"",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação dos Peixes Rivulídeos Ameaçados de Extinção, Plano de Ação Nacional para a Conservação dos Peixes Rivulídeos Ameaçados de Extinção - 2º ciclo"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Mammalia"",""Rodentia"",""Ctenomyidae"",""Ctenomys"",""Ctenomys minutus"",""Ctenomys minutus"",""Nehring, 1887"","""",""Mamíferos"",""09/2021"",""Vulnerável"","""",""B1ab(ii,iii)+2ab(ii,iii)"",""Ctenomys minutus é endêmica do Brasil, ocorrendo em campos arenosos atrás da primeira linha de dunas ao longo da planície costeira dos estados do Rio Grande do Sul e Santa Catarina. Sua extensão de ocorrência (EOO) foi calculada em 5.630 km² e sua área de ocupação (AOO) em 1.476 km², com redução estimada de 20% nos últimos 10 anos. A paisagem natural na distribuição da espécie tem sofrido algumas modificações, como urbanização, mineração de areia e introdução de animais domésticos. Essas modificações causam redução, fragmentação e declínio da qualidade do habitat remanescente, que podem afetar genética e evolutivamente sua população. Há suspeita de fragmentação severa de sua população, em decorrência deste cenário. Portanto, Ctenomys minutus foi categorizada como Vulnerável (VU), pelos critérios B1ab(ii,iii)+2ab(ii,iii)."",""Sim"",""Sim"",""Rio Grande do Sul, Santa Catarina"",""|Sul|"",""Mata Atlântica, Pampa, Sistema Costeiro-Marinho"",""Sub-bacia Litoral RS Sub-bacia Litoral SP PR SC"",""APA Baleia Franca, PARNA da Lagoa do Peixe"",""PARQUE ESTADUAL DE ITAPEVA"","""",""Não"",""Estável"",""1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.1 - Expansão urbana 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.1 - Culturas anuais e perenes não-madeireiras|2.1.4 - Agricultura de escala desconhecida 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.3 - Pecuária|2.3.2 - Pecuária em pequenas propriedades 3 - Produção energética e mineração|3.2 - Mineração|3.2.1 - Extração de areia 5 - Uso de recursos biológicos|5.1 - Caça e captura de animais terrestres ou marinhos|5.1.1 - Caça/captura intencional (a espécie é o alvo)|5.1.1.6 - Retaliação/controle"","""",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional Lagoas do Sul, Plano de Ação Nacional para a Conservação dos Pequenos Mamíferos de Áreas Abertas"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Actinopterygii"",""Perciformes"",""Pomacentridae"",""Microspathodon"",""Microspathodon chrysurus"",""Microspathodon chrysurus"",""(Cuvier, 1830)"",""Donzela-Azul"",""Peixes Marinhos (ósseos)"",""06/2019"",""Vulnerável"","""",""A2cd"",""Microspathodon chrysurus ocorre no Atlântico Ocidental, da Flórida (EUA) e Bermuda até sudeste do Brasil, com registros do Maranhão ao Rio de Janeiro, incluindo o complexo insular Trindade-Martin Vaz (ES) e os montes Vitória, Jaseur e Davis. A espécie foi massivamente coletada para o comércio ornamental na costa nordeste e central do Brasil, a partir de meados da década de 1980 até 2004, quando tornou-se extremamente rara nessas regiões. Houve declínio populacional nos recifes de Maracajaú (RN) de 73% entre 2013 e 2017. Atualmente a captura para o comércio ornamental é proibida, mas ainda ocorre ilegalmente para o mercado interno. Além disso, a espécie apresenta associação com corais de fogo, os quais vêm sofrendo recorrentemente com o branqueamento, coleta, turismo subaquático desordenado, eutrofização, erosão e assoreamento costeiro e pesca fantasma. Os dados de declínio somados aos impactos mencionados indicam uma diminuição de pelo menos 30% na subpopulação do país nas ultimas três gerações (24 anos). Assim, M. chrysurus foi categorizada como Vulnerável (VU) sob o critério A2cd."",""Não"",""Sim"",""Alagoas, Bahia, Ceará, Espírito Santo, Maranhão, Paraíba, Pernambuco, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte"",""|Nordeste|Sudeste|"",""Sistema Costeiro-Marinho"","""",""APA Costa dos Corais, MONA do Arquipélago de Trindade e Martim Vaz e Monte Columbia, PARNA Marinho dos Abrolhos, RESEX do Corumbau"",""ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL PONTA DA BALEIA / ABROLHOS, PARQUE ESTADUAL MARINHO DO PARCEL DE MANUEL LUíS"","""","""",""Declinando"",""12 - Outras ameaças 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos"",""3 - Animais de estimação/ornamentais"",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para Conservação dos Ambientes Coralíneos do Brasil"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""1 , 43""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Actinopterygii"",""Perciformes"",""Pomacentridae"",""Stegastes"",""Stegastes rocasensis"",""Stegastes rocasensis"","""",""Donzela, Donzela-de-rocas, Saberé, saberé-de-rocas"",""Peixes Marinhos (ósseos)"",""06/2019"",""Vulnerável"","""",""D2"",""Stegastes rocasensis é uma espécie endêmica do Arquipélago de Fernando de Noronha, de Atol das Rocas e com registros esporádicos no Arquipélago de São Pedro e São Paulo. Sua área de ocupação (AOO) é restrita de 20km2, tendo em vista que a espécie vive estritamente associada a ambientes recifais em uma faixa de profundidade que chega a, no máximo, 15 metros. As principais ameaças, que podem levar a espécie à condição de Criticamente em Perigo (CR) ou Extinta (EX) em curto prazo, são a invasão biológica pelo peixe-leão Pterois volitans, impactos antrópicos crônicos relacionados com a ocupação do Arquipélago e tráfego de embarcações na região com a possibilidade de acidentes marítimos, assim como os efeitos direto e indiretos da atividade de pesca em Fernando de Noronha, e aos eventos de mortalidade em massa de peixes em várias ilhas oceânicas, ainda sem causas definidas, observados recorrentemente nas duas últimas décadas. Considerando-se que a área de ocupação (AOO) é restrita de 20km2 e a existência de um conjunto, em sinergia, de ameaças, S. rocasensis foi categorizada como Vulnerável (VU) sob o critério D2."",""Sim"",""Sim"",""Pernambuco, Rio Grande do Norte"",""|Nordeste|"",""Sistema Costeiro-Marinho"","""",""APA Fernando de Noronha, PARNA Marinho de Fernando de Noronha, REBIO Atol das Rocas"","""","""","""",""Desconhecida"",""12 - Outras ameaças 1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.1 - Expansão urbana 1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.2 - Áreas comerciais e industriais 4 - Transportes e serviços de transmissão|4.4 - Tráfego de embarcações 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.3 - Captura intencional - comércio internacional 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.7 - Motivação desconhecida 8 - Espécies invasoras problemáticas e doenças|8.1 - Espécies exóticas|8.1.1 - Espécie conhecida|8.1.1.1 - Competidores 8 - Espécies invasoras problemáticas e doenças|8.1 - Espécies exóticas|8.1.1 - Espécie conhecida|8.1.1.2 - Predadores 9 - Poluição"",""3 - Animais de estimação/ornamentais"",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para Conservação dos Ambientes Coralíneos do Brasil"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""0 , 15""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Actinopterygii"",""Perciformes"",""Pomacentridae"",""Stegastes"",""Stegastes sanctipauli"",""Stegastes sanctipauli"","""",""Donzela-de-são-pedro"",""Peixes Marinhos (ósseos)"",""06/2019"",""Vulnerável"","""",""D2"",""Stegastes sanctipauli é uma espécie endêmica do Arquipélago de São Pedro e São Paulo. Sua área de ocupação é restrita de 8 km², ocorrendo em profundidades de até 50 metros. As principais ameaças identificadas, que podem levar a espécie à condição de Criticamente em Perigo (CR) ou Extinta (EX) em curto prazo, relacionam-se aos eventos de mortalidade em massa de peixes em várias ilhas oceânicas, ainda sem causas definidas, observados recorrentemente nas duas últimas décadas. Recentemente foram prospectadas áreas de mineração com possibilidades de exploração em um futuro próximo. Além disso, impactos antrópicos crônicos como ocupação da ilha, tráfego de embarcações, possibilidade de acidentes marítimos, assim como os efeitos indiretos da pesca também apresentam ameaças à espécie. Considerando-se que a espécie ocorre apenas no Arquipélago de São Pedro e São Paulo, sua a área de ocupação (AOO) é restrita de 8km² e a existência de um conjunto, em sinergia, de ameaças, S. sanctipauli foi categorizada como Vulnerável (VU) sob o critério D2."",""Sim"",""Sim"",""Pernambuco"",""|Nordeste|"",""Sistema Costeiro-Marinho"","""",""APA do Arquipelago Sao Pedro e Sao Paulo, APA Fernando de Noronha"","""","""","""",""Desconhecida"",""12 - Outras ameaças 4 - Transportes e serviços de transmissão|4.4 - Tráfego de embarcações 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos 6 - Distúrbios humanos 9 - Poluição"","""",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para Conservação dos Ambientes Coralíneos do Brasil"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""50""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Actinopterygii"",""Cyprinodontiformes"",""Rivulidae"",""Austrolebias"",""Austrolebias bagual"","""",""Volcan, Lanés & Gonçalves, 2014"",""Peixe anual"",""Peixes Continentais"",""05/2019"",""Criticamente em Perigo"",""Não"",""B2ab(ii,iii)"",""Austrolebias bagual é endêmica do Brasil, conhecida apenas de sua localidade-tipo em uma lagoa temporária adjacente ao arroio Abranjo, afluente do trecho médio do rio Camaquã, no sistema da Laguna dos Patos, município de Encruzilhada do Sul, estado do Rio Grande do Sul. Sua Área de Ocupação (AOO) foi calculada de 4 km2. Apesar de esforços de amostragem recentes na região, a espécie não foi registrada novamente. A expansão da fronteira agrícola na área de ocupação de A. bagual é considerada uma ameaça significativa, representando uma única localização. Além disso, a espécie apresenta declínio continuado da sua Área de Ocupação (AOO) e da qualidade do seu habitat. Portanto, Austrolebias bagual foi categorizada como Criticamente em Perigo (CR) pelos critérios B2ab(ii,iii)."",""Sim"",""Sim"",""Rio Grande do Sul"",""|Sul|"",""Pampa"",""Sub-bacia Litoral RS"","""","""","""",""Não"",""Desconhecida"",""2 - Agropecuária e Aquacultura|2.1 - Culturas anuais e perenes não-madeireiras|2.1.4 - Agricultura de escala desconhecida"","""","""","""",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Actinopterygii"",""Siluriformes"",""Loricariidae"",""Baryancistrus"",""Baryancistrus longipinnis"","""",""(Kindle, 1895)"",""Acari, cari, cascudo"",""Peixes Continentais"",""11/2012"",""Criticamente em Perigo"",""Não"",""A4c"",""Baryancistrus longipinnis é endêmica do Brasil e ocorre nas bacias dos rios Tocantins e Araguaia, nos estados do Pará e Tocantins. Por habitar ambientes de pedrais e corredeiras, a construção de hidrelétricas ao longo desses rios representa a principal ameaça à espécie. Considerando uma janela de tempo no passado e no futuro de três tempos geracionais (35 anos), um total de pelo menos 25% da extensão dos trechos em que B. longipinnis tem registro confirmado foi impactado pelas barragens já construídas nos últimos 10 anos (UHEs: Lajeado, Serra da Mesa, Cana Brava, São Salvador e Peixe Angical). Do trecho remanescente, há previsão de construção, dentro dos próximos 25 anos, das UHEs de Santa Isabel, Marabá, Estreito, Ipueiras, Serra Quebrada e Tupiratins. Sendo assim, há a expectativa de impactos em aproximadamente 2.600 km2 adicionais nas bacias dos rios Tocantins e Araguaia, comprometendo cerca de 97% da Extensão de Ocorrência conhecida da espécie. Isso deverá causar uma considerável perda de habitat, com diminuição da área de ocupação e uma redução populacional suspeitada maior que 80%. Portanto, Baryancistrus longipinnis foi categorizada como Criticamente em Perigo (CR), pelo critério A4c."",""Sim"",""Não"",""Pará, Tocantins"",""|Norte|"",""Amazônia, Cerrado"",""Região Hidrográfica do Tocantins/Araguaia Sub-bacia Araguaia Sub-bacia Tocantins Alto Sub-bacia Tocantins Baixo"","""",""ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL DO LAGO DE TUCURUI"","""","""",""Declinando"",""3 - Produção energética e mineração|3.3 - Energia renovável"",""1 - Alimentação humana 1 - Alimentação humana|1.5 - Pesca de subsistência 3 - Animais de estimação/ornamentais"",""Proteção de locais/áreas, Proteção de recursos/habitat"","""","""","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Actinopterygii"",""Siluriformes"",""Loricariidae"",""Baryancistrus"",""Baryancistrus niveatus"","""",""(Castelnau, 1855)"",""Acari"",""Peixes Continentais"",""11/2012"",""Criticamente em Perigo"",""Não"",""A4c"",""Baryancistrus niveatus é endêmica do Brasil e ocorre desde a região de Tucuruí até a região de Serra da Mesa, no rio Tocantins, e no baixo rio Araguaia até Araguaína, nos estados de Goiás, Pará e Tocantins. A Extensão de Ocorrência (EOO) estimada para a espécie foi de 3.640 km2. Por habitar ambientes de pedrais e corredeiras, a construção de usinas hidrelétricas ao longo dos rios Araguaia e Tocantins representa a principal ameaça sobre B. niveatus. Existem cerca de 80 registros desta espécie em coleções ictiológicas, sendo o maior problema do táxon, a sua correta identificação. Considerando-se o período de três tempos geracionais da espécie, 35 anos, sendo 10 anos no passado e 25 anos no futuro, cerca de 920 km2 da EOO da espécie foram impactados pelas barragens construídas nos últimos 10 anos (UHEs: Lajeado, Serra da Mesa, Cana Brava, São Salvador e Peixe Angical). No trecho remanescente há previsão de construção, dentro dos próximos 25 anos, das UHEs de Santa Isabel, Marabá, Estreito, Ipueiras, Serra Quebrada e Tupiratins, que somam 2.622 km2. O total da área impactada é será de 3.542 km2, equivalentes a 97% da Extensão de Ocorrência da espécie. Isso deverá causar uma considerável perda de habitat, com diminuição da área de ocupação de B. niveatus e uma redução populacional suspeitada maior que 80%. Portanto, Baryancistrus niveatus foi categorizada como Criticamente em Perigo (CR), pelo critério A4c."",""Sim"",""Não"",""Goiás, Pará, Tocantins"",""|Centro-Oeste|Norte|"",""Amazônia, Cerrado"",""Região Hidrográfica do Tocantins/Araguaia Sub-bacia Araguaia Sub-bacia Tocantins Alto Sub-bacia Tocantins Baixo"","""",""ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL LAGO DE PEIXE/ANGICAL, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL LAGO DE SANTA ISABEL"","""","""",""Declinando"",""3 - Produção energética e mineração|3.3 - Energia renovável"",""1 - Alimentação humana|1.5 - Pesca de subsistência 3 - Animais de estimação/ornamentais"","""","""","""","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Aves"",""Charadriiformes"",""Laridae"",""Thalasseus"",""Thalasseus acuflavidus"",""Thalasseus acuflavidus"",""(Cabot, 1847)"",""trinta-réis-de-bando"",""Aves"",""10/2019"",""Vulnerável"","""",""A4bcde"",""Thalasseus acuflavidus distribui-se no leste da América do Norte, Antilhas, Caribe, Venezuela, Guiana Francesa e pela costa leste do Brasil, até o Uruguai e Argentina. No Brasil, reproduz em ilhas costeiras no sul e sudeste, sendo que a maior colônia reprodutiva do Atlântico Sul está no Espírito Santo, com cerca de 9.000 indivíduos em 2015 diminuindo para 2.600 em 2019. A degradação nas ilhas costeiras, a predação de ninhos por Larus dominicanus e a contaminação das águas são as principais ameaças. Na década de 80, houve grande pressão nas colônias reprodutivas do Espírito Santo devido à massiva coleta de ovos, e a partir de 2013/2015 foi observado grande flutuação com redução em sua abundância. Suspeita-se que haja redução populacional de pelo menos 30% no passado e futuro em três gerações (32 anos). Sendo assim, T. acuflavidus foi categorizada como Vulnerável (VU) pelo critério A4bcde."",""Não"",""Sim"",""Rio Grande do Sul, Santa Catarina, São Paulo"",""|Sudeste|Sul|"",""Mata Atlântica, Pampa, Sistema Costeiro-Marinho"",""Sub-bacia Litoral RS Sub-bacia Litoral SP PR SC"",""APA Cananéia-Iguape-Peruíbe"",""PARQUE ESTADUAL DA ILHA DO CARDOSO"","""",""Sim"",""Declinando"",""5 - Uso de recursos biológicos|5.1 - Caça e captura de animais terrestres ou marinhos|5.1.1 - Caça/captura intencional (a espécie é o alvo)|5.1.1.1 - Uso de subsistência/escambo local 6 - Distúrbios humanos|6.3 - Trabalho e outras atividades 8 - Espécies invasoras problemáticas e doenças|8.3 - Espécies nativas problemáticas|8.3.1 - Espécie conhecida|8.3.1.2 - Predadores"",""1 - Alimentação humana"","""","""",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Aves"",""Suliformes"",""Fregatidae"",""Fregata"",""Fregata minor"",""Fregata minor"",""(Gmelin, 1789)"",""tesourão-grande"",""Aves"",""10/2019"",""Criticamente em Perigo"",""Não"",""A2ace"; C2a(i,ii);" D"",""Fregata minor ocorre nos oceanos Índico, Pacífico e Atlântico, especialmente nas zonas tropicais. No Brasil, ocorre no Atlântico Sul, nas ilhas da Trindade e Martin Vaz. Reproduz-se somente na Ilha da Trindade. Dados de censos populacionais indicam que a população no país não é superior a 50 indivíduos maduros, sendo que 100% da população reprodutiva encontra-se em uma única subpopulação. Esses censos também indicam uma redução populacional passada de 94% em três gerações (45 anos), sendo necessário elucidar as causas desse declínio. Dessa forma, F. minor foi categorizada como Criticamente em Perigo (CR) A2ace"; C2a(i,ii);" D."",""Não"",""Sim"",""Espírito Santo"",""|Sudeste|"",""Mata Atlântica"","""",""MONA do Arquipélago de Trindade e Martim Vaz e Monte Columbia"","""","""",""Não"",""Declinando"",""3 - Produção energética e mineração|3.3 - Energia renovável|3.3.2 - Parques eólicos 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.7 - Motivação desconhecida 8 - Espécies invasoras problemáticas e doenças|8.1 - Espécies exóticas|8.1.2 - Espécie não conhecida|8.1.2.1 - Competidores"","""",""Controle de espécies invasoras/problemáticas, Manejo de locais/áreas, Plano de Ação Nacional (PAN), Restauração de habitat e processos naturais"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação das Aves Marinhas"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";; "Animalia,""Chordata"",""Actinopterygii"",""Perciformes"",""Malacanthidae"",""Lopholatilus"",""Lopholatilus villarii"",""Lopholatilus villarii"",""Miranda Ribeiro, 1915"",""batata, namorado-batata, peixe-batata"",""Peixes Marinhos (ósseos)"",""06/2019"",""Vulnerável"","""",""A2bd"",""Lopholatilus villarii distribui-se no Atlântico ocidental, do estado do Rio Grande do Norte até a Argentina, sendo mais comum na costa central e sul do Brasil. Forma agregações em fundos rochosos e sedimento inconsolidado grosseiro, e portanto, sua distribuição espacial não é contínua. A espécie era relativamente abundante no passado e passou a ser explorada, principalmente, a partir da década de 1950, mantendo-se em condições sustentáveis até meados da década de 1990. A introdução da pesca de espinhel-de-fundo nesse período, fez a abundância da espécie decair rapidamente nos anos seguintes, quando foi identificada a sobrepesca entre 60% e 90% no esforço para o rendimento máximo sustentável, com base nos dados coletados no sudeste e sul. Estatísticas oficiais reportaram quedas entre 30% e 65% por dados de desembarques monitorados entre a década de 1990 e 2010, com quedas de até 50% na biomassa do estoque entre 1994 e 1999 (REVIZEE). Entretanto, é importante ressaltar que essas porcentagens refletem os declínios em biomassa e não necessariamente em número de indivíduos maduros. O crescimento lento, o baixo valor de k (coeficiente de crescimento), a alta longevidade, agregação reprodutiva, hermafroditismo, a diminuição no tamanho de captura e o fato de indivíduos serem recrutados pela pesca de espinhel com cerca de cinco anos e ainda menores pela pesca de arrasto, faz com que o poder de recuperação do estoque seja ainda mais reduzido. A análise desses fatores, combinada com os declínios registrados nos desembarques e na biomassa, permite inferir uma redução de, pelo menos, 30% no tamanho populacional dessa espécie no Brasil, nos três tempos geracionais (30 anos). Portanto, L. villarii foi categorizada como Vulnerável (VU) sob o critério A2bd."",""Não"",""Sim"","""",""||"",""Sistema Costeiro-Marinho"","""","""","""","""",""Desconhecido"",""Declinando"",""5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.2 - Captura intencional - larga escala|5.4.2.6 - Arrasto|5.4.2.6.2 - Arrasto duplo 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.2 - Captura intencional - larga escala|5.4.2.8 - Espinhel|5.4.2.8.2 - Espinhel de fundo 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.3 - Captura intencional - comércio internacional"",""1 - Alimentação humana 1 - Alimentação humana|1.8 - Pesca industrial 1 - Alimentação humana|1.8 - Pesca industrial|1.8.2 - Linha de mão 1 - Alimentação humana|1.8 - Pesca industrial|1.8.6 - Arrasto|1.8.6.1 - Arrasto simples 1 - Alimentação humana|1.8 - Pesca industrial|1.8.6 - Arrasto|1.8.6.2 - Arrasto duplo 1 - Alimentação humana|1.8 - Pesca industrial|1.8.6 - Arrasto|1.8.6.3 - Arrasto de parelha 1 - Alimentação humana|1.8 - Pesca industrial|1.8.8 - Espinhel|1.8.8.2 - Espinhel de fundo"",""Manejo/ordenamento de caça/pesca, Plano de Recuperação"","""",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""60 , 470""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Elasmobranchii"",""Myliobatiformes"",""Dasyatidae"",""Bathytoshia"",""Bathytoshia centroura"",""Bathytoshia centroura"",""(Mitchill, 1815)"",""raia-amarela, raia-de-pedra, raia-prego, raia-prego-de-cauda-áspera"",""Tubarões e Raias"",""11/2017"",""Criticamente em Perigo"",""Não"",""A4bd"",""Bathytoshia centroura é uma das maiores raias da família Dasyatidae, distribuída no Atlântico ocidental. No Brasil, a espécie ocorre em toda a costa e concentrava-se na região sul, no estado do Rio Grande do Sul. É capturada incidentalmente em várias modalidades de pesca, como o arrasto-de-fundo e emalhe-de-fundo. Estas pescarias mantém-se intensas na área de sua distribuição da espécie e, provavelmente, o esforço de pesca deve ter aumentado. Segundo monitoramentos de pesca com arrasto-de-fundo no Rio Grande do Sul, a espécie passou de abundante para rara a partir da década de 1980. No período de 1976 a 2002, foi observada uma redução de mais de 80% nas capturas em prospecções científicas no Rio Grande do Sul. Em outras regiões, a espécie nunca foi abundante, havendo apenas registros pontuais para a costa nordeste e central do Brasil, com indícios de reduções nas abundâncias. A espécie possui grande tamanho, que a torna intrinsecamente vulnerável à depleção populacional. Sendo assim, considerando declínios superiores a 80% em sua área de maior concentração, suspeita-se uma redução no tamanho populacional maior que 80%, em uma janela de tempo no passado e no futuro que contempla os três tempos geracionais da espécie (60 anos), visto que as ameaças identificadas se manterão no futuro próximo. Sendo assim, Bathytoshia centroura foi categorizada como Criticamente em Perigo (CR), pelo critério A4bd."",""Não"",""Sim"",""Alagoas, Amapá, Bahia, Ceará, Espírito Santo, Maranhão, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe"",""|Nordeste|Norte|Sudeste|Sul|"",""Sistema Costeiro-Marinho"","""",""REBIO Atol das Rocas"",""APA MARINHA DO LITORAL CENTRO"","""",""Sim"",""Desconhecida"",""5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.3 - Captura intencional - comércio internacional 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.5 - Captura indireta - subsistência/pequena escala|5.4.5.3 - Aparelho com anzol|5.4.5.3.3 - Espinhel fixo de fundo 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.5 - Captura indireta - subsistência/pequena escala|5.4.5.3 - Aparelho com anzol|5.4.5.3.5 - Linha de fundo e linha de mão 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.5 - Captura indireta - subsistência/pequena escala|5.4.5.6 - Arrasto|5.4.5.6.1 - Arrasto simples 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.5 - Captura indireta - subsistência/pequena escala|5.4.5.6 - Arrasto|5.4.5.6.2 - Arrasto duplo 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.5 - Captura indireta - subsistência/pequena escala|5.4.5.6 - Arrasto|5.4.5.6.3 - Arrasto de praia 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.5 - Captura indireta - subsistência/pequena escala|5.4.5.7 - Emalhe 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.5 - Captura indireta - subsistência/pequena escala|5.4.5.7 - Emalhe|5.4.5.7.1 - Emalhe de fundo 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.6 - Captura indireta - larga escala|5.4.6.2 - Linha de mão 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.6 - Captura indireta - larga escala|5.4.6.6 - Arrasto|5.4.6.6.1 - Arrasto simples 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.6 - Captura indireta - larga escala|5.4.6.6 - Arrasto|5.4.6.6.2 - Arrasto duplo 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.6 - Captura indireta - larga escala|5.4.6.6 - Arrasto|5.4.6.6.3 - Arrasto de parelha 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.6 - Captura indireta - larga escala|5.4.6.7 - Emalhe|5.4.6.7.1 - Emalhe de fundo 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.6 - Captura indireta - larga escala|5.4.6.8 - Espinhel|5.4.4.8.2 - Espinhel de fundo"",""1 - Alimentação humana 1 - Alimentação humana|1.7 - Pesca artesanal 1 - Alimentação humana|1.7 - Pesca artesanal|1.7.3 - Aparelho com anzol 1 - Alimentação humana|1.7 - Pesca artesanal|1.7.6 - Arrasto 1 - Alimentação humana|1.7 - Pesca artesanal|1.7.7 - Emalhe 1 - Alimentação humana|1.8 - Pesca industrial 1 - Alimentação humana|1.8 - Pesca industrial|1.8.6 - Arrasto 1 - Alimentação humana|1.8 - Pesca industrial|1.8.7 - Emalhe 1 - Alimentação humana|1.8 - Pesca industrial|1.8.8 - Espinhel"",""Controle e fiscalização, Criação de áreas protegidas, Instrumentos de gestão, Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação dos Elasmobrânquios Ameaçados de Extinção"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""274""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Elasmobranchii"",""Myliobatiformes"",""Dasyatidae"",""Hypanus"",""Hypanus marianae"",""Hypanus marianae"",""(Gomes, Rosa & Gadig, 2000)"",""raia-de-fogo, raia-mariquita"",""Tubarões e Raias"",""11/2017"",""Vulnerável"","""",""A3cd"",""Hypanus marianae é uma espécie de raia de pequeno porte endêmica do Brasil e associada à recifes costeiros, ocorrendo do Maranhão ao sul da Bahia (Banco de Abrolhos). A espécie era geralmente capturada em pequenas quantidades na pesca artesanal e também para o comercio de peixes ornamentais, porém estudos recentes apontam capturas mais acentuadas na pesca artesanal nos Estados do Ceará, Rio Grande do Norte e Pernambuco. Além disso, existem ameaças de impacto sobre os ambientes recifais que constituem seu habitat restrito. Considerando os impactos sobre a espécie e seu ambiente, suas características intrínsecas com pequena Extensão de Ocorrência (EOO 2), fidelidade ao habitat, fecundidade baixíssima (um embrião), ciclo bienal e as taxas de reduções populacionais estimadas, suspeita-se que a espécie no futuro, considerando três tempos geracionais (13 anos), sofra um declínio no tamanho da população de pelo menos 30%. Por estas razões a espécie é categorizada como Vulnerável (VU) sob o critério A3cd."",""Sim"",""Sim"",""Alagoas, Bahia, Ceará, Maranhão, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Norte, Sergipe"",""|Nordeste|"",""Sistema Costeiro-Marinho"","""",""APA Costa dos Corais, PARNA Marinho dos Abrolhos, RESEX Acaú-Goiana"",""ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL BAÍA DE TODOS OS SANTOS, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL PLATAFORMA CONTINENTAL DO LITORAL NORTE, PARQUE ESTADUAL MARINHO DA PEDRA DA RISCA DO MEIO, PARQUE ESTADUAL MARINHO DO PARCEL DE MANUEL LUíS"","""",""Sim"",""Desconhecida"",""5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.1 - Captura intencional - subsistência/pequena escala|5.4.1.2 - Aparelho primitivo|5.4.1.2.1 - Arpão 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.1 - Captura intencional - subsistência/pequena escala|5.4.1.2 - Aparelho primitivo|5.4.1.2.2 - Fisga 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.1 - Captura intencional - subsistência/pequena escala|5.4.1.3 - Aparelho com anzol|5.4.1.3.3 - Espinhel fixo de fundo 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.1 - Captura intencional - subsistência/pequena escala|5.4.1.3 - Aparelho com anzol|5.4.1.3.5 - Linha de fundo e linha de mão 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.1 - Captura intencional - subsistência/pequena escala|5.4.1.7 - Emalhe|5.4.1.7.1 - Emalhe de fundo 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.5 - Captura indireta - subsistência/pequena escala|5.4.5.3 - Aparelho com anzol 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.5 - Captura indireta - subsistência/pequena escala|5.4.5.4 - Armadilha|5.4.5.4.3 - Cerco fixo (curral) 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.5 - Captura indireta - subsistência/pequena escala|5.4.5.7 - Emalhe|5.4.5.7.1 - Emalhe de fundo 6 - Distúrbios humanos|6.1 - Atividades recreacionais/turísticas 9 - Poluição|9.1 - Doméstica e urbana - escoamento de água|9.1.1 - Esgoto 9 - Poluição|9.1 - Doméstica e urbana - escoamento de água|9.1.2 - Escoamento urbano 9 - Poluição|9.2 - Industrial|9.2.1 - Derramamento de óleo 9 - Poluição|9.2 - Industrial|9.2.3 - Contaminação por metais pesados 9 - Poluição|9.2 - Industrial|9.2.4 - Resíduos líquidos diversos 9 - Poluição|9.4 - Lixo e resíduos sólidos|9.4.1 - Urbanos 9 - Poluição|9.4 - Lixo e resíduos sólidos|9.4.2 - Industriais"",""1 - Alimentação humana 1 - Alimentação humana|1.5 - Pesca de subsistência 1 - Alimentação humana|1.7 - Pesca artesanal 1 - Alimentação humana|1.7 - Pesca artesanal|1.7.3 - Aparelho com anzol 1 - Alimentação humana|1.7 - Pesca artesanal|1.7.7 - Emalhe"",""Controle e fiscalização, Educação e comunicação, Manejo de espécies"","""",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Actinopterygii"",""Perciformes"",""Polyprionidae"",""Polyprion"",""Polyprion americanus"",""Polyprion americanus"",""(Bloch & Schneider, 1801)"",""cherne-poveiro"",""Peixes Marinhos (ósseos)"",""11/2019"",""Criticamente em Perigo"",""Não"",""A2bd"",""Polyprion americanus, o cherne-poveiro, tem distribuição ampla, mas descontínua no Atlântico, Pacífico, Oceano Índico e Mediterrâneo. No Atlântico Sul ocidental, a espécie ocorre do sul de Cabo Frio, no Rio de Janeiro, até a Argentina. Essa subpopulação é geneticamente isolada das outras regiões do mundo, devendo ser tratada como endêmica para fins de manejo e conservação. Juvenis presentes no Uruguai e Argentina são oriundos das áreas de reprodução registradas apenas no Brasil. A espécie tem alto valor comercial e foi alvo de pesca dirigida não manejada no sul e sudeste do Brasil ao longo de vários anos. Polyprion americanus é extremamente sensível a pesca por ter vida longa, crescimento lento";" maturação sexual tardia e, especialmente, por formar agregações reprodutivas em épocas e locais determinados. A redução no tamanho populacional foi inferida pelos dados de captura por unidade de esforço (CPUE) de cruzeiros de pesquisa, entre 1983 e o início dos anos 2000, foi consistente, contínuo e maior do que 90%. O declínio continuou em anos seguintes, pelo menos até 2006, mas não pôde ser quantificado com segurança devido à falta de dados consistentes após esse período. Além disto dados da pesca comercial também indicaram que esta colapsou em toda região sudeste e sul no início da década de 2000, com quedas nos índices de abundância também acima de 90%, sendo que foi proibida a captura do cherne-poveiro a partir de 2005. Atualmente, a espécie continua sendo capturada incidentalmente pelas frotas de arrasto, emalhe e espinhel de fundo, por vezes comercializada ilegalmente. Entretanto, observa-se redução do esforço pesqueiro na última década em virtude da diminuição do número de embarcações, mas sem indícios de recuperação populacional. Considerando as características biológicas da espécie e ausência de informação recente que confirme alguma recuperação, infere-se uma redução no tamanho populacional por volta de 90%, nos três tempos geracionais (108 anos) no passado. Por estas razões, Polyprion americanus foi categorizada como Criticamente em Perigo, pelo critério A2bd."",""Não"",""Sim"",""Paraná, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, São Paulo"",""|Sudeste|Sul|"",""Sistema Costeiro-Marinho"","""","""","""","""",""Desconhecido"",""Declinando"",""5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.2 - Captura intencional - larga escala|5.4.2.2 - Linha de mão 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.2 - Captura intencional - larga escala|5.4.2.6 - Arrasto|5.4.2.6.2 - Arrasto duplo 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.2 - Captura intencional - larga escala|5.4.2.7 - Emalhe|5.4.2.7.1 - Emalhe de fundo 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.2 - Captura intencional - larga escala|5.4.2.8 - Espinhel|5.4.2.8.2 - Espinhel de fundo"",""1 - Alimentação humana|1.6 - Pesca - comércio internacional 1 - Alimentação humana|1.7 - Pesca artesanal 1 - Alimentação humana|1.8 - Pesca industrial|1.8.2 - Linha de mão 1 - Alimentação humana|1.8 - Pesca industrial|1.8.6 - Arrasto 1 - Alimentação humana|1.8 - Pesca industrial|1.8.7 - Emalhe 1 - Alimentação humana|1.8 - Pesca industrial|1.8.7 - Emalhe|1.8.7.1 - Emalhe de fundo 1 - Alimentação humana|1.8 - Pesca industrial|1.8.8 - Espinhel 4 - Caça/pesca esportiva"",""Controle e fiscalização, Manejo/ordenamento de caça/pesca, Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para Conservação dos Ambientes Coralíneos do Brasil"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""500""";;;;; "Animalia,""Chordata"",""Actinopterygii"",""Cyprinodontiformes"",""Rivulidae"",""Hypsolebias"",""Hypsolebias lopesi"",""Hypsolebias lopesi"",""(Nielsen, Shibatta, Suzart & Martín, 2010"",""Peixe anual"",""Peixes Continentais"",""05/2019"",""Criticamente em Perigo"",""Não"",""B2ab(iii)"",""Hypsolebias lopesi é endêmica do Brasil e conhecida apenas da localidade-tipo, uma poça temporária no riacho Santana, município de Muquém de São Francisco, estado da Bahia. A principal ameaça à espécie é a perda e degradação do habitat em função das atividades agropecuárias. Além disso, sabe-se que a poça, localizada dentro dos limites de uma propriedade rural, foi escavada e perenizada para ser utilizada como bebedouro para gado. Esforços de amostragem, sem sucesso, foram realizados de 2014 a 2016, em diferentes épocas do ano, inclusive na localidade-tipo. A área de ocupação (AOO) foi calculada em 4 km², com uma única localização e declínio continuado da qualidade do habitat pela forte modificação da paisagem. Por isso, H. lopesi foi categorizada como Criticamente em Perigo (CR) pelo critério B2ab(iii)."",""Sim"",""Sim"",""Bahia"",""|Nordeste|"",""Cerrado"",""Sub-bacia São Francisco Médio"","""","""","""",""Não"",""Desconhecida"",""2 - Agropecuária e Aquacultura|2.1 - Culturas anuais e perenes não-madeireiras|2.1.4 - Agricultura de escala desconhecida 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.3 - Pecuária|2.3.4 - Pecuária em escala desconhecida 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.2 - Represas e uso de água|7.2.3 - Captação de água de superfície - uso na agricultura 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.3 - Outras modificações nos ecossistemas"",""3 - Animais de estimação/ornamentais"",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação dos Peixes Rivulídeos Ameaçados de Extinção - 2º ciclo"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Actinopterygii"",""Cyprinodontiformes"",""Rivulidae"",""Melanorivulus"",""Melanorivulus rutilicaudus"",""Melanorivulus rutilicaudus"",""(Costa, 2005)"",""Peixe das nuvens, Peixe não-anual"",""Peixes Continentais"",""08/2021"",""Vulnerável"","""",""D2"",""Melanorivulus rutilicaudus é endêmica do Brasil e conhecida por dois registros, um em 2004 e outro em 2011, na mesma localidade na planície de inundação do rio Verde, bacia do alto rio Paraná, município de Serranópolis, no estado de Goiás. A Área de Ocupação conhecida é de 4 km². A sub-bacia do rio Verde é bastante visada para empreendimentos hidrelétricos";" nesse sentido, a principal ameaça futura é a construção das AHEs Estrela e Taboca, planejadas para serem instaladas em áreas contíguas no rio Verde, e que afetará a dinâmica hídrica da região e, consequentemente, pode impactar a única população conhecida de M. rutilicaudus, que está a aproximadamente a 10 km a jusante. Considerando as informações atuais, e o fato de existirem ameaças plausíveis que possam levar a espécie a Criticamente em Perigo (CR) ou Extinta (EX) em curto prazo, Melanorivulus rutilicaudus foi categorizada como Vulnerável (VU) pelo critério D2."",""Sim"",""Sim"",""Goiás"",""|Centro-Oeste|"",""Cerrado"",""Sub-bacia Paranaíba"","""","""","""",""Não"",""Desconhecida"",""3 - Produção energética e mineração|3.3 - Energia renovável|3.3.1 - Hidrelétricas"",""3 - Animais de estimação/ornamentais"",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação dos Peixes Rivulídeos Ameaçados de Extinção - 2º ciclo"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;; "Animalia,""Chordata"",""Elasmobranchii"",""Orectolobiformes"",""Ginglymostomatidae"",""Ginglymostoma"",""Ginglymostoma cirratum"",""Ginglymostoma cirratum"",""(Bonnaterre, 1788)"",""cação-lixa, lambarú, tubarão-lixa, urumaru"",""Tubarões e Raias"",""11/2017"",""Vulnerável"","""",""A2cd"",""Ginglymostoma cirratum ocorre ao longo da costa tropical brasileira em habitats específicos. Estudos preliminares de sua biologia indicam forte fidelidade de sítio, o que torna este tubarão vulnerável à extirpação local pela sobre-exploração. Existem evidências recentes de declínios em várias áreas, assim como da diminuição e fragmentação de sua área de distribuição. A espécie, por exemplo, não é mais encontrada no Estado de São Paulo e no Município do Rio de Janeiro, e apresenta reduções consideráveis nos Estados de Espírito Santo, Bahia e Alagoas. Atualmente é notória a ausência de indivíduos adultos em desembarques e observações sub-aquáticas, apontando para possível sobre-explotação da população. É extremamente vulnerável a pescarias costeiras, sendo incidental e deliberadamente capturada em redes e espinhéis. É um alvo fácil da caça submarina por seus hábitos sedentários e comportamento dócil, e visada pelo seu tamanho corporal como troféu. O tubarão-lixa também é vulnerável a impactos indiretos na zona costeira, particularmente em áreas recifais que constituem seu principal habitat. A degradação desses habitats e a pressão pesqueira sobre os mesmos ameaçam a integridade da população regional. Apesar da sua proteção legal no Brasil desde 2004, a espécie continua sendo capturada pela pesca artesanal e pela caça submarina. Somando-se os efeitos da perda de habitat, da diminuição da extensão de ocorrência e da pressão continuada da pesca, infere-se, a partir das observações de declínios locais, que a população da espécie diminuiu no mínimo 30% na costa brasileira no período que inclui as três últimas gerações. Portanto, a espécie foi categorizada como Vulnerável (VU) pelo critério A2cd."",""Não"",""Sim"",""Alagoas, Amapá, Bahia, Ceará, Espírito Santo, Maranhão, Pará, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, São Paulo, Sergipe"",""|Nordeste|Norte|Sudeste|"",""Sistema Costeiro-Marinho"",""Sub-bacia Amapá Litoral Sub-bacia Itapecuru Sub-bacia Litoral RJ SP"",""APA Costa dos Corais, APA Delta do Parnaíba, APA Fernando de Noronha, PARNA do Cabo Orange, PARNA Marinho de Fernando de Noronha, PARNA Marinho dos Abrolhos, REBIO Atol das Rocas, RESEX Cururupu"",""ÁREA DE PROTEçãO AMBIENTAL DAS REENTRâNCIAS MARANHENSES, ÁREA DE PROTEçãO AMBIENTAL DE UPAON-AçU / MIRITIBA / ALTO PREGUIçAS, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL PLATAFORMA CONTINENTAL DO LITORAL NORTE, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL PONTA DA BALEIA / ABROLHOS, PARQUE ESTADUAL MARINHO DA PEDRA DA RISCA DO MEIO, PARQUE ESTADUAL MARINHO DO PARCEL DE MANUEL LUíS"","""",""Sim"",""Declinando"",""1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.1 - Expansão urbana 1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.3 - Áreas de turismo e recreação 5 - Uso de recursos biológicos|5.1 - Caça e captura de animais terrestres ou marinhos|5.1.1 - Caça/captura intencional (a espécie é o alvo)|5.1.1.4 - Esportiva 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.1 - Captura intencional - subsistência/pequena escala|5.4.1.3 - Aparelho com anzol|5.4.1.3.3 - Espinhel fixo de fundo 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.1 - Captura intencional - subsistência/pequena escala|5.4.1.3 - Aparelho com anzol|5.4.1.3.5 - Linha de fundo e linha de mão 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.1 - Captura intencional - subsistência/pequena escala|5.4.1.7 - Emalhe 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.5 - Captura indireta - subsistência/pequena escala|5.4.5.3 - Aparelho com anzol|5.4.5.3.3 - Espinhel fixo de fundo 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.5 - Captura indireta - subsistência/pequena escala|5.4.5.3 - Aparelho com anzol|5.4.5.3.5 - Linha de fundo e linha de mão 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.5 - Captura indireta - subsistência/pequena escala|5.4.5.7 - Emalhe 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.6 - Captura indireta - larga escala|5.4.6.2 - Linha de mão 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.6 - Captura indireta - larga escala|5.4.6.8 - Espinhel|5.4.4.8.2 - Espinhel de fundo"",""1 - Alimentação humana 1 - Alimentação humana|1.7 - Pesca artesanal 1 - Alimentação humana|1.7 - Pesca artesanal|1.7.3 - Aparelho com anzol|1.7.3.3 - Espinhel fixo de fundo 1 - Alimentação humana|1.7 - Pesca artesanal|1.7.3 - Aparelho com anzol|1.7.3.5 - Linha de fundo e linha de mão 4 - Caça/pesca esportiva"",""Controle e fiscalização, Identificação de novas áreas protegidas, Nível nacional, Plano de Ação Nacional (PAN), Proteção de recursos/habitat"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação dos Elasmobrânquios Ameaçados de Extinção, Plano de Ação Nacional para Conservação de Espécies Ameaçadas e de Importância Socioeconômica do Ecossistema Manguezal, Plano de Ação Nacional para Conservação dos Ambientes Coralíneos do Brasil"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""1 , 130""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Elasmobranchii"",""Myliobatiformes"",""Myliobatidae"",""Myliobatis"",""Myliobatis goodei"",""Myliobatis goodei"",""Garman, 1885"","""",""Tubarões e Raias"",""11/2017"",""Criticamente em Perigo"",""Não"",""A2bd"",""Myliobatis goodei ocorre no Atlântico ocidental, da Carolina do Sul, EUA, até a Argentina. No Brasil, concentra-se no estado do Rio Grande do Sul, onde existe registro de uma queda de mais de 99% nas capturas oriundas de cruzeiros de pesquisa entre 1974 a 2005, e pouquíssimos registros de ocorrência em áreas vizinhas. A pressão de pesca sobre a espécie manteve-se igual ou ainda maior devido ao direcionamento das pescarias à categoria emplastro, ocorrida a partir da década de 2000. Esta espécie, assim como outras do gênero, possui o comportamento de migração e agregação em berçários costeiros no Rio Grande do Sul durante o verão, o que aumenta sua susceptibilidade à pesca dentro de sua área de reprodução, principalmente pela captura de fêmeas grávidas. Suspeita-se que a redução populacional ocorrida nesta área seja extensiva para a população brasileira como um todo e deve ter ocorrido na ordem de pelo menos 80% considerando os três tempos geracionais (45 anos), categorizando a espécie como Criticamente Em Perigo (CR) pelos critérios A2bd."",""Não"",""Sim"",""Alagoas, Amapá, Bahia, Ceará, Espírito Santo, Maranhão, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe"",""|Nordeste|Norte|Sudeste|Sul|"",""Sistema Costeiro-Marinho"","""",""APA Barra do Rio Mamanguape, REBIO Marinha do Arvoredo"",""APA MARINHA DO LITORAL CENTRO, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL DO PAU BRASIL"","""",""Desconhecido"",""Declinando"",""5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.5 - Captura indireta - subsistência/pequena escala|5.4.5.3 - Aparelho com anzol|5.4.5.3.3 - Espinhel fixo de fundo 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.5 - Captura indireta - subsistência/pequena escala|5.4.5.3 - Aparelho com anzol|5.4.5.3.5 - Linha de fundo e linha de mão 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.5 - Captura indireta - subsistência/pequena escala|5.4.5.6 - Arrasto|5.4.5.6.1 - Arrasto simples 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.5 - Captura indireta - subsistência/pequena escala|5.4.5.6 - Arrasto|5.4.5.6.2 - Arrasto duplo 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.5 - Captura indireta - subsistência/pequena escala|5.4.5.6 - Arrasto|5.4.5.6.3 - Arrasto de praia 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.5 - Captura indireta - subsistência/pequena escala|5.4.5.7 - Emalhe|5.4.5.7.1 - Emalhe de fundo 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.5 - Captura indireta - subsistência/pequena escala|5.4.5.7 - Emalhe|5.4.5.7.2 - Emalhe de superfície 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.5 - Captura indireta - subsistência/pequena escala|5.4.5.7 - Emalhe|5.4.5.7.3 - Rede de espera fina 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.5 - Captura indireta - subsistência/pequena escala|5.4.5.7 - Emalhe|5.4.5.7.4 - Rede volta/bate-bate 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.5 - Captura indireta - subsistência/pequena escala|5.4.5.7 - Emalhe|5.4.5.7.6 - Feiticieira 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.6 - Captura indireta - larga escala|5.4.6.5 - Cerco 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.6 - Captura indireta - larga escala|5.4.6.6 - Arrasto|5.4.6.6.1 - Arrasto simples 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.6 - Captura indireta - larga escala|5.4.6.7 - Emalhe|5.4.6.7.1 - Emalhe de fundo 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.6 - Captura indireta - larga escala|5.4.6.7 - Emalhe|5.4.6.7.2 - Emalhe de superfície 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.6 - Captura indireta - larga escala|5.4.6.7 - Emalhe|5.4.6.7.3 - Emalhe de meia-água"",""1 - Alimentação humana 1 - Alimentação humana|1.7 - Pesca artesanal 1 - Alimentação humana|1.7 - Pesca artesanal|1.7.6 - Arrasto|1.7.6.1 - Arrasto simples 1 - Alimentação humana|1.7 - Pesca artesanal|1.7.6 - Arrasto|1.7.6.2 - Arrasto duplo 1 - Alimentação humana|1.7 - Pesca artesanal|1.7.6 - Arrasto|1.7.6.3 - Arrasto de praia 1 - Alimentação humana|1.8 - Pesca industrial 1 - Alimentação humana|1.8 - Pesca industrial|1.8.6 - Arrasto|1.8.6.1 - Arrasto simples 1 - Alimentação humana|1.8 - Pesca industrial|1.8.6 - Arrasto|1.8.6.2 - Arrasto duplo 1 - Alimentação humana|1.8 - Pesca industrial|1.8.6 - Arrasto|1.8.6.3 - Arrasto de parelha 1 - Alimentação humana|1.8 - Pesca industrial|1.8.7 - Emalhe|1.8.7.1 - Emalhe de fundo"",""Controle e fiscalização, Legislação e política, Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação dos Elasmobrânquios Ameaçados de Extinção"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""0 , 180""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Elasmobranchii"",""Rhinopristiformes"",""Rhinobatidae"",""Pseudobatos"",""Pseudobatos horkelii"",""Pseudobatos horkelii"",""(Müller & Henle, 1841)"",""raia-viola, viola"",""Tubarões e Raias"",""11/2017"",""Criticamente em Perigo"",""Não"",""A2bd"",""Pseudobatos horkelii é uma espécie endêmica da plataforma continental do Atlântico Sudoeste, ocorrendo do Espírito Santo até a Argentina. As pescarias artesanais e industriais de arrasto e emalhe representam as principais ameaças, e os hábitos reprodutivos e de migrações da espécie a tornam extremamente susceptível aos impactos da pesca. Foram observados declínios acentuados nas CPUEs de cruzeiros científicos, na área de maior abundância da espécie, entre a década de 1970 e 2000, que foram maiores que 90%. Atualmente, observa-se ainda uma intensa atividade pesqueira artesanal e industrial, no sudeste e sul, impactando diretamente sua população no Brasil. Informações sobre a captura da espécie a partir de cruzeiros de pesca comercial, dão indícios de que a abundância permanece em níveis muito baixos. Algumas capturas excepcionais podem ser observadas mas provavelmente são decorrentes do esforço concentrado sobre as últimas agregações existentes. Apesar de 13 anos de proibição da captura dessa espécie, não foram observados indícios de recuperação. Portanto, nos últimos 39 anos (três tempos geracionais), infere-se uma queda populacional de mais de 80%, sendo categorizada como Criticamente em Perigo (CR) segundo o critério A2bd."",""Não"",""Sim"",""Santa Catarina, São Paulo"",""|Sudeste|Sul|"",""Sistema Costeiro-Marinho"",""Sub-bacia Litoral SP Sub-bacia Litoral SP PR SC"",""ESEC Tupinambás, PARNA da Lagoa do Peixe, REBIO Marinha do Arvoredo, RESEX Marinha Pirajubaé"",""APA MARINHA DO LITORAL CENTRO, APA MARINHA DO LITORAL NORTE, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL DO PAU BRASIL"","""",""Sim"",""Declinando"",""5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.5 - Captura indireta - subsistência/pequena escala|5.4.5.6 - Arrasto|5.4.5.6.1 - Arrasto simples 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.5 - Captura indireta - subsistência/pequena escala|5.4.5.6 - Arrasto|5.4.5.6.2 - Arrasto duplo 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.5 - Captura indireta - subsistência/pequena escala|5.4.5.6 - Arrasto|5.4.5.6.3 - Arrasto de praia 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.5 - Captura indireta - subsistência/pequena escala|5.4.5.7 - Emalhe|5.4.5.7.1 - Emalhe de fundo 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.6 - Captura indireta - larga escala|5.4.6.6 - Arrasto|5.4.6.6.1 - Arrasto simples 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.6 - Captura indireta - larga escala|5.4.6.6 - Arrasto|5.4.6.6.2 - Arrasto duplo 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.6 - Captura indireta - larga escala|5.4.6.6 - Arrasto|5.4.6.6.3 - Arrasto de parelha 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.6 - Captura indireta - larga escala|5.4.6.7 - Emalhe|5.4.6.7.1 - Emalhe de fundo"",""1 - Alimentação humana 1 - Alimentação humana|1.7 - Pesca artesanal 1 - Alimentação humana|1.7 - Pesca artesanal|1.7.6 - Arrasto 1 - Alimentação humana|1.7 - Pesca artesanal|1.7.6 - Arrasto|1.7.6.2 - Arrasto duplo 1 - Alimentação humana|1.7 - Pesca artesanal|1.7.6 - Arrasto|1.7.6.3 - Arrasto de praia 1 - Alimentação humana|1.7 - Pesca artesanal|1.7.7 - Emalhe 1 - Alimentação humana|1.7 - Pesca artesanal|1.7.7 - Emalhe|1.7.7.1 - Emalhe de fundo 1 - Alimentação humana|1.8 - Pesca industrial 1 - Alimentação humana|1.8 - Pesca industrial|1.8.6 - Arrasto 1 - Alimentação humana|1.8 - Pesca industrial|1.8.6 - Arrasto|1.8.6.2 - Arrasto duplo"",""Conscientização/comunicação, Controle e fiscalização, Criação de áreas protegidas, Implementação de áreas protegidas, Implementação de corredores, Legislação, Manejo/ordenamento de caça/pesca, Plano de Ação Nacional (PAN), Plano de Redução de Impacto (PRIM), Substituição de atividade econômica"",""Plano de Ação Nacional Lagoas do Sul, Plano de Ação Nacional para a Conservação dos Elasmobrânquios Ameaçados de Extinção"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022, CITES - Anexo II"","""",""5 , 200""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Mammalia"",""Primates"",""Atelidae"",""Ateles"",""Ateles chamek"","""",""(Humboldt, 1812)"",""Coatá, Coatá-preto, Macaco-aranha, Macaco-aranha-da-cara-preta"",""Mamíferos"",""08/2012"",""Vulnerável"","""",""A4cd"",""Ateles chamek apresenta ampla distribuição, porém, considerando a exigência de hábitat característica da espécie, a maturação sexual tardia e o longo intervalo entre nascimentos, as baixíssimas densidades em grande parte da sua distribuição e o intenso desmatamento na porção sul e sudeste, fatores estes somados aos grandes empreendimentos (hidrelétricas, rodovias e linhas de transmissão), além da caça direcionada (menos intensa no estado de Rondônia), suspeita-se um declínio populacional de pelo menos 30% em três gerações, sendo, portanto categorizada como Vulnerável (VU) sob o critério A4cd. Avaliações nacional anterior: Táxon não consta na última avaliação nacional."",""Não"",""Não"",""Acre, Amazonas, Mato Grosso, Pará, Rondônia"",""|Centro-Oeste|Norte|"",""Amazônia, Cerrado, Pantanal"",""Sub-bacia Madeira Sub-bacia Paraguai 03 Sub-bacia Purus Sub-bacia Solimões Sub-bacia Tapajós Sub-bacia Trombetas"",""ESEC Cuniã, ESEC da Serra das Araras, ESEC Iquê, ESEC Juami-Japurá, ESEC Jutaí-Solimões, ESEC Rio Acre, FLONA Amaná, FLONA Jamari, FLONA Purus, FLONA Tefé, PARNA Amazônia, PARNA Campos Amazônicos, PARNA Juruena, PARNA Mapinguari, PARNA Pacaás Novos, PARNA Serra da Cutia, PARNA Serra do Divisor, REBIO Abufari, REBIO do Guaporé, REBIO do Jaru, RESEX Alto Tarauacá, RESEX Baixo Juruá, RESEX Barreiro das Antas, RESEX Riozinho da Liberdade"",""ESTAÇÃO ECOLÓGICA SAMUEL, ESTAÇÃO ECOLÓGICA SERRA DOS TRÊS IRMÃOS, PARQUE ESTADUAL CHANDLESS, PARQUE ESTADUAL DE GUAJARÁ-MIRIM, PARQUE ESTADUAL IGARAPÉS DO JURUENA, PARQUE ESTADUAL SERRA RICARDO FRANCO, RESERVA BIOLÓGICA RIO OURO PRETO, RESERVA BIOLÓGICA TRAÇADAL, RESERVA DE DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL CUJUBIM, RESERVA DE DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL MAMIRAUÁ, RESERVA DE DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL PIAGAÇU PURUS, RESERVA DE DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL UACARÍ, RESERVA EXTRATIVISTA DO RIO GREGÓRIO"","""",""Não"",""Declinando"","""","""","""","""",""CITES - Anexo II"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Arthropoda"",""Insecta"",""Coleoptera"",""Scarabaeidae"",""Ateuchus"",""Ateuchus squalidus"","""",""(Fabricius, 1775)"","""",""Invertebrados Terrestres"",""10/2014"",""Vulnerável"","""",""B2ab(ii,iii)"",""Ateuchus squalidus é uma espécie típica de restingas na Mata Atlântica Brasileira, sensível a distúrbios nesse tipo de habitat. Sua área de ocupação é de 500km2, estimada pela área de habitat remanescente em sua distribuição. A degradação e a substituição de restingas representam as principais ameaças. As áreas nativas de restinga estão sendo substituídas principalmente por ocupação urbana, incluindo hotéis, e por áreas para pastagens. As restingas também sofrem com retirada de madeira e incêndios florestais. São conhecidas menos de 10 localidades para a espécie. Portanto, Ateuchus squalidus foi categorizada como Vulnerável (VU) segundo o critério B2ab(ii,iii)."",""Sim"",""Não"",""Espírito Santo, Rio de Janeiro"",""|Sudeste|"",""Mata Atlântica"",""Sub-bacia Doce Sub-bacia Litoral BA ES Sub-bacia Litoral RJ"",""PARNA Restinga de Jurubatiba"",""ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL CONCEIÇÃO DA BARRA"","""",""Não"",""Desconhecida"",""1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.1 - Expansão urbana 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.3 - Pecuária|2.3.4 - Pecuária em escala desconhecida 5 - Uso de recursos biológicos|5.3 - Extração florestal|5.3.1 - Uso intencional - subsistência/pequena escala 6 - Distúrbios humanos|6.1 - Atividades recreacionais/turísticas 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.1 - Incêndios e supressão de incêndios|7.1.1 - Aumento da frequência/intensidade de incêndios"","""",""Proteção de recursos/habitat, Restauração de habitat e processos naturais"","""","""","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Aves"",""Galliformes"",""Cracidae"",""Crax"",""Crax globulosa"",""Crax globulosa"",""Spix, 1825"",""mutum-açu, mutum-de-assovio, mutum-de-fava, mutum-fava, mutum-piurí"",""Aves"",""08/2018"",""Em Perigo"","""",""A3cd+4cd"",""Crax globulosa é endêmica da Amazônia, ocorrendo no oeste do Brasil (a oeste do rio Madeira), sudeste da Colômbia, leste do Equador, leste do Peru e norte da Bolívia. No Brasil, existem registros pontuais nos rios Solimões, Madeira, Juruá, Purus e Javari, sendo que no rio Madeira não há registro recente, apesar de um intenso esforço de busca. Ocupa exclusivamente floresta primária de várzea, sendo sensível à degradação de habitat. É alvo preferencial de caça em toda sua área de distribuição. A população no Brasil é estimada em menos de 1.000 indivíduos maduros. Suspeita-se que essas ameaças possam levar a uma redução populacional de pelo menos 50% no período de três gerações futuras e em uma janela temporal que inclui passado e futuro, somando um total de 35 anos em ambos os casos. O ajuste regional não alterou a avaliação da espécie no Brasil. Assim sendo, C. globulosa foi categorizada como Em Perigo (EN), pelos critérios A3cd+4cd. MERGEFIELD Justificativa"",""Não"",""Sim"",""Amazonas"",""|Norte|"",""Amazônia"",""Sub-bacia Purus Sub-bacia Solimões"",""FLONA Mapiá-Inauini, FLONA Purus, REBIO Abufari, RESEX Médio Juruá"",""RESERVA DE DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL AMANÃ, RESERVA DE DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL MAMIRAUÁ, RESERVA DE DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL PIAGAÇU PURUS, RESERVA DE DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL UACARÍ"","""",""Não"",""Declinando"",""4 - Transportes e serviços de transmissão|4.4 - Tráfego de embarcações 5 - Uso de recursos biológicos|5.1 - Caça e captura de animais terrestres ou marinhos|5.1.1 - Caça/captura intencional (a espécie é o alvo)|5.1.1.1 - Uso de subsistência/escambo local 5 - Uso de recursos biológicos|5.1 - Caça e captura de animais terrestres ou marinhos|5.1.1 - Caça/captura intencional (a espécie é o alvo)|5.1.1.2 - Comercial - Nacional/Local 8 - Espécies invasoras problemáticas e doenças|8.4 - Espécies problemáticas de origem desconhecida|8.4.2 - Espécie não conhecida|8.4.2.2 - Predadores"",""1 - Alimentação humana|1.1 - Caça de subsistência 1 - Alimentação humana|1.2 - Caça para comércio"",""Controle e fiscalização, Educação e comunicação, Expansão de áreas protegidas, Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação das Aves Ameaçadas do Bioma Amazônia, Plano de Ação Nacional para a Conservação das Aves Ameaçadas do Bioma Amazônia - 2º ciclo"",""CITES - Anexo III, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Amphibia"",""Anura"",""Ceratophryidae"",""Ceratophrys"",""Ceratophrys ornata"",""Ceratophrys ornata"",""(Bell, 1843)"",""Sapo-de-chifre, Sapo intanha, Sapo-untanha"",""Anfíbios"",""09/2018"",""Criticamente em Perigo"",""Sim"",""D"",""Ceratophrys ornata ocorre no Brasil, Argentina e Uruguai. A espécie tem sido registrada na região dos pampas na Argentina, mas não há registros no Uruguai desde o início da década de 1980. No Brasil, há registros históricos da espécie no bioma Pampa, no extremo sul do estado do Rio Grande do Sul, sendo o avistamento mais recente do início da década de 1990. A espécie era registrada com certa facilidade até a década de 1980, mesmo fora do período reprodutivo. As áreas alagadas na área de distribuição da espécie no país encontram-se severamente fragmentadas pela expansão de plantações de arroz e expansão urbana. A região foi bem amostrada nos últimos anos, especialmente a Estação Ecológica do Taim, mas não há registros adicionais. Embora seja de difícil encontro devido ao hábito de reprodução explosiva, outras espécies de comportamento similar têm sido encontradas na região. Suspeita-se que esteja extinta no Brasil ou que haja menos de 50 indivíduos maduros no país. Portanto, Ceratophrys ornata foi avaliada como Criticamente em Perigo (CR) pelo critério D, estando possivelmente extinta no Brasil (PEX)."",""Não"",""Sim"","""",""||"","""","""","""","""","""",""Desconhecido"",""Declinando"",""1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.1 - Expansão urbana 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.1 - Culturas anuais e perenes não-madeireiras|2.1.4 - Agricultura de escala desconhecida 5 - Uso de recursos biológicos|5.1 - Caça e captura de animais terrestres ou marinhos|5.1.1 - Caça/captura intencional (a espécie é o alvo)|5.1.1.3 - Comercial - Internacional 5 - Uso de recursos biológicos|5.1 - Caça e captura de animais terrestres ou marinhos|5.1.1 - Caça/captura intencional (a espécie é o alvo)|5.1.1.6 - Retaliação/controle 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.2 - Represas e uso de água|7.2.3 - Captação de água de superfície - uso na agricultura 9 - Poluição|9.3 - Agropecuária e florestal|9.3.3 - Herbicidas e pesticidas"",""3 - Animais de estimação/ornamentais"",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação da Herpetofauna do Sul - 2º ciclo, Plano de Ação Nacional para a Conservação de Répteis e Anfíbios Ameaçados da Região Sul do Brasil"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Aves"",""Psittaciformes"",""Psittacidae"",""Pyrrhura"",""Pyrrhura leucotis"",""Pyrrhura leucotis"",""(Kuhl, 1820)"",""tiriba-de-orelha-branca"",""Aves"",""06/2019"",""Vulnerável"","""",""C2a(i)"",""Pyrrhura leucotis é endêmica do leste do Brasil, ocorrendo da Bahia ao Rio de Janeiro, incluindo o leste de Minas Gerais. Habita a Mata Atlântica de baixada, ocupando bordas de mata e clareiras adjacentes à floresta, assim como matas de cabruca. Considerando os registros conhecidos, as descrições de abundância e extensão de ocorrência, suspeita-se que há menos de 10.000 indivíduos maduros na população, com menos de 1.000 em cada subpopulação. Há declínio populacional continuado devido à perda de habitat, especialmente pela expansão urbana e por mudanças no sistema de cultivo do cacau, e à captura ilegal para o comércio local e internacional de aves silvestres. Dessa forma, P. leucotis foi categorizada como Vulnerável (VU) pelo critério C2a(i)."",""Sim"",""Sim"",""Bahia, Espírito Santo, Minas Gerais, Rio de Janeiro"",""|Nordeste|Sudeste|"",""Mata Atlântica"",""Sub-bacia Contas Sub-bacia Doce Sub-bacia Jequitinhonha Sub-bacia Litoral BA ES Sub-bacia Litoral ES Sub-bacia Litoral RJ Sub-bacia Paraíba do Sul"",""APA Petrópolis, FLONA de Goytacazes, PARNA da Serra dos Órgãos, PARNA da Tijuca, PARNA do Descobrimento, PARNA do Monte Pascoal, PARNA do Pau Brasil, REBIO de Sooretama, REBIO do Córrego do Veado, REBIO do Tinguá, REBIO União"",""ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL COSTA DE ITACARÉ/ SERRA GRANDE, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL LAGOA ENCANTADA, PARQUE ESTADUAL DO DESENGANO, PARQUE ESTADUAL DO RIO DOCE"",""Estação Veracel, RPN Salto Apepique, RPPN Araçari, RPPN CEC/Tinguá, RPPN Fazenda Paraíso, RPPN Reserva Natural da Serra do Teimoso"",""Não"",""Declinando"",""1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.1 - Expansão urbana 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.2 - Silvicultura|2.2.3 - Plantações em escala desconhecida 5 - Uso de recursos biológicos|5.1 - Caça e captura de animais terrestres ou marinhos|5.1.1 - Caça/captura intencional (a espécie é o alvo)|5.1.1.2 - Comercial - Nacional/Local 5 - Uso de recursos biológicos|5.1 - Caça e captura de animais terrestres ou marinhos|5.1.1 - Caça/captura intencional (a espécie é o alvo)|5.1.1.3 - Comercial - Internacional 5 - Uso de recursos biológicos|5.3 - Extração florestal"",""3 - Animais de estimação/ornamentais"",""Controle e fiscalização, Plano de Ação Nacional (PAN), Proteção de locais/áreas, Restauração de habitat e processos naturais"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação das Aves Ameaçadas do Bioma Mata Atlântica"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022, CITES - Anexo II"",""600"",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Actinopterygii"",""Cyprinodontiformes"",""Rivulidae"",""Austrolebias"",""Austrolebias cheradophilus"",""Austrolebias cheradophilus"",""(Vaz-Ferreira, Sierra de Soriano & Scaglia de Paulete, 1965)"",""Peixe anual"",""Peixes Continentais"",""05/2019"",""Criticamente em Perigo"",""Não"",""B2ab(ii,iii)"",""Austrolebias cheradophilus foi registrada no município de Jaguarão, estado do Rio Grande do Sul, Brasil, e também ocorre no Uruguai. Existem duas subpopulações no Brasil, pouco abundantes, em áreas urbanas muito restritas, com Área de Ocupação (AOO) calculada em 8 km². Esforços de amostragem intensos foram realizados no entorno da área de distribuição da espécie, sem sucesso. A expansão urbana é a ameaça direta principal para A. cheradophilus e suas subpopulações estão situadas na borda de uma área urbana, distantes apenas 750 m entre si, caracterizando então uma única localização. Além disso, a espécie apresenta declínio continuado de sua Área de Ocupação (AOO) e da qualidade do seu habitat. Portanto, Austrolebias cheradophilus foi categorizada como Criticamente em Perigo (CR) pelos critérios B2ab(ii,iii)."",""Não"",""Sim"",""Rio Grande do Sul"",""|Sul|"",""Pampa"",""Sub-bacia Litoral RS"","""","""","""",""Não"",""Desconhecida"",""1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.1 - Expansão urbana 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.1 - Culturas anuais e perenes não-madeireiras|2.1.4 - Agricultura de escala desconhecida 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.2 - Silvicultura|2.2.3 - Plantações em escala desconhecida 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.3 - Pecuária|2.3.4 - Pecuária em escala desconhecida 3 - Produção energética e mineração|3.3 - Energia renovável|3.3.2 - Parques eólicos"",""3 - Animais de estimação/ornamentais"",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação dos Peixes Rivulídeos Ameaçados de Extinção - 2º ciclo"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Aves"",""Passeriformes"",""Thraupidae"",""Sporophila"",""Sporophila frontalis"",""Sporophila frontalis"",""(Verreaux, 1869)"",""pixoxó"",""Aves"",""06/2019"",""Vulnerável"","""",""C1"",""Sporophila frontalis ocorre no Paraguai, Argentina e Brasil, do sul da Bahia e leste de Minas Gerais ao nordeste do Rio Grande do Sul, onde até 2015 era considerada extinta. É espécie florestal que realiza deslocamentos nomádicos acompanhando a floração das taquaras. Sensível à fragmentação do habitat, sofreu extinções em diversas localidades e é considerada incomum ou rara. Suspeita-se que a população brasileira possui menos de 10.000 indivíduos maduros e apresenta declínio populacional continuado de ao menos 10% em três gerações (cerca de 14 anos) devido, principalmente, à grande pressão de captura e também à perda de habitat. A avaliação não é alterada quando se verifica a influência da população oriunda de outros países. Dessa forma, S. frontalis foi categorizada como Vulnerável (VU) pelo critério C1."",""Não"",""Sim"",""Bahia, Espírito Santo, Minas Gerais, Paraná, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, São Paulo"",""|Nordeste|Sudeste|Sul|"",""Mata Atlântica"",""Sub-bacia Contas Sub-bacia Doce Sub-bacia Grande Sub-bacia Iguaçu Sub-bacia Jequitinhonha Sub-bacia Litoral ES Sub-bacia Litoral RJ Sub-bacia Litoral RJ SP Sub-bacia Litoral RS Sub-bacia Litoral SP Sub-bacia Litoral SP PR SC Sub-bacia Paraíba do Sul Sub-bacia Paranapanema Sub-bacia São Francisco Alto Sub-bacia Tietê Sub-bacia Uruguai Alto"",""APA Bacia do Rio Paraíba do Sul, APA Cananéia-Iguape-Peruíbe, APA Guaraqueçaba, APA Petrópolis, APA Serra da Mantiqueira, PARNA da Serra da Bocaina, PARNA da Serra dos Órgãos, PARNA da Tijuca, PARNA de Itatiaia, PARNA Saint-Hilaire/Lange, PARNA Serra das Lontras, REBIO Augusto Ruschi, REBIO de Sooretama, REBIO do Tinguá"",""APA CAMPOS DO JORDÃO, APA SAPUCAí MIRIM, APA SERRA DO MAR, APA SISTEMA CANTAREIRA, APA VáRZEA DO RIO TIETê, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL DA BACIA DO RIO MACACU, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL DE TAMOIOS, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL DO IRAÍ, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL ESTADUAL DE GUARATUBA, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL FERNÃO DIAS, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL MUNICIPAL DO CAPIVARI-MONOS, ESTAÇÃO ECOLÓGICA JURÉIA-ITATINS, PARQUE ESTADUAL DA ILHA DO CARDOSO, PARQUE ESTADUAL DA ILHA GRANDE, PARQUE ESTADUAL DA SERRA DO MAR, PARQUE ESTADUAL DE ILHABELA, PARQUE ESTADUAL DO RIO TURVO, PARQUE ESTADUAL INTERVALES, PARQUE ESTADUAL RESTINGA DE BERTIOGA, PARQUE NATURAL MUNICIPAL NASCENTES DE PARANAPIACABA"",""RPPN Bio Estação Águas Cristalinas, RPPN Cachoeira Boa Vista, RPPN Caetezal, RPPN CEFLUSMME, RPPN dos Feixos, RPPN Fattoria Grigia, RPPN Fazenda Alto da Boa Vista, RPPN Fazenda Arco-Íris, RPPN Fazenda Barra do Sana, RPPN Fazenda Limeira, RPPN Fazenda Pedra Bonita, RPPN Fazenda San Michele, RPPN Fazenda Santa Izabel, RPPN Fazenda São Geraldo, RPPN Fazenda Silvo Agro-Pastoril Gonçalves, RPPN Fazenda Suspiro, RPPN Gleba O Saquinho de Itapirapuá, RPPN Morro do Curussu Mirim, RPPN Parque Ecológico ARTEX, RPPN Prima Luna, RPPN Reserva Rizzieri, RPPN Sítio Capuavinha, RPPN Sítio Curucutu, RPPN Sítio do Bananal, RPPN Sítio do Jacu, RPPN Sítio Grimpas, RPPN Sítio São Domingos/Agartha, RPPN Vila Ana Angélica, RPPN Voturuna II, Sítio do Cantoneiro"",""Não"",""Declinando"",""5 - Uso de recursos biológicos|5.1 - Caça e captura de animais terrestres ou marinhos|5.1.1 - Caça/captura intencional (a espécie é o alvo)|5.1.1.2 - Comercial - Nacional/Local 9 - Poluição|9.3 - Agrícola e florestal|9.3.3 - Herbicidas e pesticidas"",""3 - Animais de estimação/ornamentais"",""Conscientização/comunicação, Conservação ex-situ, Controle e fiscalização, Manejo de locais/áreas, Plano de Ação Nacional (PAN), Reintrodução"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação das Aves Ameaçadas do Bioma Mata Atlântica, Plano de Ação Nacional para Conservação de Espécies Ameaçadas e de Importância Socioeconômica do Ecossistema Manguezal"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Aves"",""Psittaciformes"",""Psittacidae"",""Amazona"",""Amazona pretrei"",""Amazona pretrei"",""(Temminck, 1830)"",""papagaio-charão"",""Aves"",""10/2021"",""Vulnerável"","""",""A3cde"",""Amazona pretrei é migratória e ocorre no sul do Brasil, no Rio Grande do Sul e Santa Catarina, com registros raros e ocasionais para o Paraguai e Argentina. Ocupa mata de araucária no norte de sua distribuição e floresta ombrófila em planícies fluviais no sul. A população reprodutiva global da espécie é praticamente restrita ao Rio Grande do Sul. A partir de censos anuais realizados pelo Projeto Charão, estima-se que a população brasileira seja de 15.618 indivíduos maduros. Com base na análise de viabilidade populacional realizada, considerando dados da biologia da espécie, perda de habitat, captura ilegal, dinâmica de cavidades, dinâmica populacional e risco de doenças emergentes (bornavírus e circovírus), o declínio populacional foi projetado em 37% em 32 anos (três gerações). Dessa forma, A. pretrei foi categorizada como Vulnerável (VU) pelo critério A3cde."",""Não"",""Sim"",""Rio Grande do Sul, Santa Catarina"",""|Sul|"",""Mata Atlântica, Pampa"",""Sub-bacia Guaíba Sub-bacia Ibicuí Sub-bacia Litoral RS Sub-bacia Litoral SP PR SC Sub-bacia Uruguai Alto Sub-bacia Uruguai Médio"",""ESEC Aracuri-Esmeralda, FLONA de Passo Fundo, Parna Aparados da Serra, PARNA da Serra Geral, PARNA São Joaquim"",""ÁREA DE PROTEçãO AMBIENTAL ROTA DO SOL, PARQUE ESTADUAL DO PAPAGAIO-CHARãO"",""RPPN Granja São Roque - Reserva do Paredão, RPPN PAPAGAIO-DE-ALTITUDE, RPPN Rancho Mira-Serra"",""Sim"",""Declinando"",""2 - Agropecuária e Aquacultura|2.3 - Pecuária|2.3.4 - Pecuária em escala desconhecida 5 - Uso de recursos biológicos|5.1 - Caça e captura de animais terrestres ou marinhos|5.1.1 - Caça/captura intencional (a espécie é o alvo)|5.1.1.1 - Uso de subsistência/escambo local 5 - Uso de recursos biológicos|5.1 - Caça e captura de animais terrestres ou marinhos|5.1.1 - Caça/captura intencional (a espécie é o alvo)|5.1.1.2 - Comercial - Nacional/Local 5 - Uso de recursos biológicos|5.3 - Extração florestal|5.3.2 - Uso intencional - larga escala 8 - Espécies invasoras problemáticas e doenças|8.5 - Doenças provocadas por vírus ou príons|8.5.2 - Espécie conhecida (Doença)"",""3 - Animais de estimação/ornamentais"",""Conscientização/comunicação, Criação de áreas protegidas, Plano de Ação Nacional (PAN), Proteção de recursos/habitat, Restauração de habitat e processos naturais"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação dos Papagaios - 2º ciclo, Plano de Ação Nacional para a Conservação dos Papagaios da Mata Atlântica"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Cnidaria"",""Anthozoa"",""Scleractinia"",""Mussidae"",""Mussismilia"",""Mussismilia braziliensis"","""",""(Verrill, 1868)"","""",""Invertebrados Marinhos"",""02/2012"",""Vulnerável"","""",""A3e"",""O Banco de Abrolhos possui a maior parte da população (≥ 90%) da espécie, que é uma das principais construtoras dos recifes da região. Em algumas áreas do Banco foram detectados declínios em subpopulações de corais, situadas fora do Parque Nacional dos Abrolhos (Parcel das Paredes, APA Estadual Ponta da Baleia, Recifes Itacolomis e RESEX do Corumbau) (Francini-Filho et al. com. pess. 2012). Na região de Abrolhos a espécie tem sofrido com a incidência e proliferação da “praga branca”, que é reconhecida como causa da mortalidade de corais-cérebros em outras regiões do mundo (Caribe e Indo-Pacífico). A praga-branca é causada por um consórcio de bactérias que se tornam patogênicas com a elevação da temperatura da água. Com base em um modelo quantitativo na região de Abrolhos e levando-se em conta as condições atuais de temperatura da água, foi previsto que, nestas condições, Mussismilia braziliensis estará praticamente extinta em 100 anos (redução de 99% da população). Os principais parâmetros considerados foram: taxas de prevalência, cobertura relativa inicial, a taxa de crescimento do coral, e a progressão da doença. Esses parâmetros foram acompanhados durante 3 anos (2005 a 2007). Se forem considerados os prognósticos de aumento de temperatura das águas superficiais dos oceanos, os danos causados pela doença podem ser mais severos/críticos. Se a proliferação de patógenos continuar nos níveis atuais, a redução populacional projetada será de 45% em 3 gerações (30 anos). Portanto, segundo os critérios da IUCN, a espécie é categorizada como Vulnerável – VU A3e)"",""Sim"",""Não"","""",""||"",""Mata Atlântica, Sistema Costeiro-Marinho"","""",""PARNA Marinho dos Abrolhos, RESEX do Corumbau"",""ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL BAÍA DE TODOS OS SANTOS, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL PONTA DA BALEIA / ABROLHOS, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL SANTO ANTÔNIO"","""","""",""Desconhecida"",""11 - Mudanças e extremos climáticos|11.3 - Extremos térmicos 12 - Outras ameaças 3 - Produção energética e mineração|3.1 - Extração de petróleo e gás natural 4 - Transportes e serviços de transmissão|4.4 - Tráfego de embarcações 5 - Uso de recursos biológicos|5.1 - Caça e captura de animais terrestres ou marinhos|5.1.1 - Caça/captura intencional (a espécie é o alvo) 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos 6 - Distúrbios humanos|6.1 - Atividades recreacionais/turísticas 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.3 - Outras modificações nos ecossistemas 8 - Espécies invasoras problemáticas e doenças|8.1 - Espécies exóticas 9 - Poluição|9.6 - Excesso de energia|9.6.2 - Poluição térmica"",""14 - Artesanato jóias objetos decorativos 16 - Outro 3 - Animais de estimação/ornamentais"","""","""","""","""",""0 , 25""";;;;;; "Animalia,""Cnidaria"",""Anthozoa"",""Scleractinia"",""Mussidae"",""Mussismilia"",""Mussismilia harttii"","""",""(Verrill, 1868)"","""",""Invertebrados Marinhos"",""02/2012"",""Em Perigo"","""",""A2c"",""A espécie é mais abundante em recifes costeiros rasos que sofrem mais diretamente os impactos antrópicos. Baseado em declínios estimados em 80% no complexo Pirangi-Maceió (período 1962-2002), em relatos de decréscimo populacional da espécie em Pernambuco (Amaral, F. com. pess. 2010) e no declínio de 36,7% nos recifes costeiros desprotegidos contra a pesca do complexo de Abrolhos, (período 2006-2008), estimou-se um declínio ponderado geral de 50% em um período de três gerações (30 anos). Portanto, a espécie se enquadra na categoria Em Perigo (EN A2c) segundo os critérios IUCN."",""Sim"",""Não"","""",""||"",""Mata Atlântica, Sistema Costeiro-Marinho"","""",""PARNA Marinho dos Abrolhos, RESEX do Corumbau"",""ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL BAÍA DE TODOS OS SANTOS, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL PONTA DA BALEIA / ABROLHOS"","""","""",""Desconhecida"",""11 - Mudanças e extremos climáticos|11.1 - Mudança/alteração de habitat 11 - Mudanças e extremos climáticos|11.4 - Tempestades/enchentes 12 - Outras ameaças 3 - Produção energética e mineração|3.1 - Extração de petróleo e gás natural 4 - Transportes e serviços de transmissão|4.4 - Tráfego de embarcações 5 - Uso de recursos biológicos|5.1 - Caça e captura de animais terrestres ou marinhos|5.1.1 - Caça/captura intencional (a espécie é o alvo) 5 - Uso de recursos biológicos|5.1 - Caça e captura de animais terrestres ou marinhos|5.1.2 - Efeitos indiretos (a espécie não é o alvo) 6 - Distúrbios humanos|6.1 - Atividades recreacionais/turísticas 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.3 - Outras modificações nos ecossistemas 8 - Espécies invasoras problemáticas e doenças|8.1 - Espécies exóticas 9 - Poluição|9.6 - Excesso de energia|9.6.2 - Poluição térmica"",""14 - Artesanato jóias objetos decorativos 16 - Outro 3 - Animais de estimação/ornamentais"","""","""","""","""",""1 , 55""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Reptilia"",""Squamata"",""Dipsadidae"",""Atractus"",""Atractus ronnie"","""",""Passos, Fernandes & Borges-Nojosa, 2007"",""cobra-da-terra-dos-brejos"",""Répteis"",""04/2012"",""Em Perigo"","""",""B1ab(i,ii,iii)"",""Atractus ronnie é endêmica do Brasil, do bioma Caatinga no estado do Ceará. Ocorre em enclaves de floresta úmida, restrita às áreas de altitude superior a 500 m cobertas por vegetação florestal, na Serra de Baturité, nos municípios de Pacotí, Guaramiranga e Mulungú, nos municípios do Crato e Tianguá, Chapada do Araripe e Planalto de Ibiapaba. Sua extensão de ocorrência calculada é de 1.802 km2. Essas três localidades foram consideradas localizações, cuja ameaça principal à espécie é a perda de habitat causada pela atividade agropastoril crescente na região e extração de madeira, que vem causando declínio contínuo da qualidade do habitat. Por essas razões, Atractus ronnie foi considerada Em Perigo (EN), pelo critério B1ab(i,ii,iii)."",""Sim"",""Não"","""",""||"","""","""","""","""","""","""",""Desconhecida"",""2 - Agropecuária e Aquacultura|2.1 - Culturas anuais e perenes não-madeireiras 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.3 - Pecuária 5 - Uso de recursos biológicos|5.2 - Coleta de plantas terrestres|5.2.2 - Efeitos indiretos (a espécie não é o alvo) 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.1 - Incêndios e supressão de incêndios|7.1.1 - Aumento da frequência/intensidade de incêndios"","""","""","""","""","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Mammalia"",""Primates"",""Pitheciidae"",""Callicebus"",""Callicebus barbarabrownae"","""",""Hershkovitz, 1990"",""guigó, guigó-da-caatinga, pangola, sauá-loiro"",""Mamíferos"",""08/2012"",""Criticamente em Perigo"",""Não"",""C2a(i)"",""Callicebus barbarabrownae é uma espécie rara e endêmica à Caatinga da Bahia e Sergipe. Possui uma densidade populacional muito baixa, com número de indivíduos maduros inferido próximo a 250 e subpopulações também muito pequenas, com menos de 50 indivíduos maduros em cada. Sua população tende a apresentar um declínio continuado, sendo motivado principalmente pela perda e fragmentação de hábitat. A espécie não foi registrada em Unidades de Conservação de Proteção Integral. Dessa forma, Callicebus barbarabrownae foi categorizada como Criticamente em Perigo (CR) pelos critérios C2(ai)."",""Sim"",""Não"",""Bahia, Sergipe"",""|Nordeste|"",""Caatinga, Cerrado"",""Sub-bacia Contas Sub-bacia Itapecuru-Paraguaçu Sub-bacia Litoral SE Sub-bacia São Francisco Baixo Sub-bacia São Francisco Médio Sub-bacia São Francisco Submédio"",""PARNA da Chapada Diamantina"",""ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL DO RIO PRETO, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL MARIMBUS / IRAQUARA, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL SERRA BRANCA / RASO DA CATARINA, ÁREA DE RELEVANTE INTERESSE ECOLÓGICO SERRA DO OROBÓ"","""",""Não"",""Declinando"","""","""","""","""",""CITES - Anexo II"",""241 , 908"",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Mammalia"",""Primates"",""Pitheciidae"",""Callicebus"",""Callicebus melanochir"","""",""Wied-Neuwied, 1820"",""Guigó, Sauá"",""Mamíferos"",""08/2012"",""Vulnerável"","""",""A4c"",""Callicebus melanochir ocorre na Mata Atlântica do sul da Bahia, extremo norte do Espírito Santo e nordeste de Minas Gerais. Esta espécie apresenta declínio populacional causado pela severa perda e fragmentação de hábitat, em função da agricultura e pecuária. Estes impactos não cessaram, inferindo-se uma redução de pelo menos 30% da população em três gerações (24 anos) no passado e futuro. Portanto, este táxon foi classificado como Vulnerável - VUA4c."",""Sim"",""Não"",""Bahia, Espírito Santo, Minas Gerais"",""|Nordeste|Sudeste|"",""Mata Atlântica"",""Sub-bacia Contas Sub-bacia Doce Sub-bacia Itapecuru-Paraguaçu Sub-bacia Jequitinhonha Sub-bacia Litoral BA ES"",""PARNA do Monte Pascoal, PARNA do Pau Brasil, REBIO de Una, RESEX Canavieiras, REVIS Una"",""PARQUE ESTADUAL ALTO DO CARIRI, PARQUE ESTADUAL DE ITAÚNAS"",""RPN Salto Apepique"",""Não"",""Declinando"","""","""","""","""",""CITES - Anexo II"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Elasmobranchii"",""Myliobatiformes"",""Rhinopteridae"",""Rhinoptera"",""Rhinoptera brasiliensis"",""Rhinoptera brasiliensis"",""Müller, 1836"","""",""Tubarões e Raias"",""11/2017"",""Criticamente em Perigo"",""Não"",""A2bd"",""Rhinoptera brasiliensis distribui-se do Golfo do México até a região Sul do Brasil. Possui baixo potencial reprodutivo, com fecundidade uterina de apenas um embrião e ciclo reprodutivo de dois anos, sendo sensível à sobrepesca. Na costa do Rio Grande do Sul, R. brasiliensis é capturada pela pesca amadora e artesanal com arrastão de praia e pela pesca industrial com redes de arrasto. Também é altamente suscetível à pesca em águas costeiras devido ao comportamento de agregação nessas áreas. A pesca de arrasto costeiro também causa impactos sobre seu habitat. Na década de 1980, ocorriam habitualmente grandes capturas dessa espécie na pesca de arrastão de praia no Rio Grande do Sul, onde já não é mais capturada. Infere-se que houve um declínio populacional da ordem de 90% entre 1981 e 2003 na área de maior abundância da espécie, e projeta-se este declínio para a população como um todo em um período de três gerações. Portanto, a espécie foi listada como Criticamente em Perigo (CR), segundo o critério A2bd."",""Não"",""Sim"",""Paraná, São Paulo"",""|Sudeste|Sul|"",""Sistema Costeiro-Marinho"",""Sub-bacia Litoral SP PR SC"",""APA Guaraqueçaba, ESEC Tupinambás, PARNA Superagui"",""APA MARINHA DO LITORAL CENTRO, APA MARINHA DO LITORAL NORTE, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL DO PAU BRASIL"","""",""Desconhecido"",""Declinando"",""5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.5 - Captura indireta - subsistência/pequena escala|5.4.5.6 - Arrasto|5.4.5.6.1 - Arrasto simples 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.5 - Captura indireta - subsistência/pequena escala|5.4.5.6 - Arrasto|5.4.5.6.2 - Arrasto duplo 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.5 - Captura indireta - subsistência/pequena escala|5.4.5.6 - Arrasto|5.4.5.6.3 - Arrasto de praia 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.5 - Captura indireta - subsistência/pequena escala|5.4.5.7 - Emalhe|5.4.5.7.1 - Emalhe de fundo 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.5 - Captura indireta - subsistência/pequena escala|5.4.5.7 - Emalhe|5.4.5.7.2 - Emalhe de superfície 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.6 - Captura indireta - larga escala|5.4.6.6 - Arrasto|5.4.6.6.1 - Arrasto simples 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.6 - Captura indireta - larga escala|5.4.6.6 - Arrasto|5.4.6.6.2 - Arrasto duplo 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.6 - Captura indireta - larga escala|5.4.6.6 - Arrasto|5.4.6.6.3 - Arrasto de parelha 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.6 - Captura indireta - larga escala|5.4.6.7 - Emalhe|5.4.6.7.1 - Emalhe de fundo 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.6 - Captura indireta - larga escala|5.4.6.7 - Emalhe|5.4.6.7.2 - Emalhe de superfície"",""1 - Alimentação humana 1 - Alimentação humana|1.7 - Pesca artesanal 1 - Alimentação humana|1.7 - Pesca artesanal|1.7.6 - Arrasto 1 - Alimentação humana|1.7 - Pesca artesanal|1.7.6 - Arrasto|1.7.6.1 - Arrasto simples 1 - Alimentação humana|1.7 - Pesca artesanal|1.7.6 - Arrasto|1.7.6.2 - Arrasto duplo 1 - Alimentação humana|1.7 - Pesca artesanal|1.7.6 - Arrasto|1.7.6.3 - Arrasto de praia"",""Criação de áreas protegidas, Manejo/ordenamento de caça/pesca, Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação dos Elasmobrânquios Ameaçados de Extinção"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""0 , 20""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Elasmobranchii"",""Carcharhiniformes"",""Sphyrnidae"",""Sphyrna"",""Sphyrna zygaena"",""Sphyrna zygaena"",""(Linnaeus, 1758)"",""cambeva, cambevota, tubarão-martelo, tubarão-martelo-liso"",""Tubarões e Raias"",""11/2017"",""Criticamente em Perigo"",""Não"",""A4bd"",""Sphyrna zygaena possui distribuição circunglobal, em regiões temperadas e tropicais, entre 40°N e 40°S. No sul e sudeste do Brasil, onde ocorre a maior abundância de S. zygaena no país, foram registradas diminuições na CPUE (captura por unidade de esforço) das pescarias de emalhe-de-fundo e de espinhel-de-superfície, da ordem de mais de 90%. Além disto, a pesca com rede de emalhe de deriva oceânico de superfície (malhão), modalidade proibida a partir de 2012, ainda continua sendo praticada de forma ilegal e representa relevante impacto sobre a espécie. No norte e nordeste do Brasil a espécie é aparentemente rara. O principal fator de ameaça é a intensa e continua atividade pesqueira exercida nas três áreas criticas da população: o berçário costeiro onde ocorrem os neonatos, a plataforma continental onde ocorrem os jovens, e no talude superior onde fêmeas grávidas no termo se concentram antes de migrarem para realizar o parto, ou seja, o hábito gregário da espécie a torna vulnerável à captura. Considerando que grande parte da biomassa de S. zygaena ocorre na região sudeste e sul do Brasil, e a menor incidência na região nordeste e norte, infere-se declínios do tamanho populacional acima de 80%, em uma janela de 76,5 anos (equivalente a três gerações) a partir de 1962. Assim, a espécie foi categorizada como Criticamente em Perigo (CR) pelos critérios A4bd."",""Não"",""Sim"",""Alagoas, Bahia, Ceará, Espírito Santo, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe"",""|Nordeste|Sudeste|Sul|"",""Sistema Costeiro-Marinho"","""",""APA Baleia Franca, MONA do Arquipelago Sao Pedro e Sao Paulo, PARNA Marinho de Fernando de Noronha, REBIO Marinha do Arvoredo"",""APA MARINHA DO LITORAL CENTRO, APA MARINHA DO LITORAL SUL"","""",""Sim"",""Declinando"",""5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.2 - Captura intencional - larga escala|5.4.2.6 - Arrasto 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.2 - Captura intencional - larga escala|5.4.2.7 - Emalhe 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.2 - Captura intencional - larga escala|5.4.2.8 - Espinhel 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.3 - Captura intencional - comércio internacional 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.5 - Captura indireta - subsistência/pequena escala|5.4.5.6 - Arrasto 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.5 - Captura indireta - subsistência/pequena escala|5.4.5.7 - Emalhe 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.6 - Captura indireta - larga escala|5.4.6.6 - Arrasto 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.6 - Captura indireta - larga escala|5.4.6.7 - Emalhe 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.6 - Captura indireta - larga escala|5.4.6.8 - Espinhel 7 - Modificações nos sistemas naturais 9 - Poluição"",""1 - Alimentação humana|1.5 - Pesca de subsistência 1 - Alimentação humana|1.6 - Pesca - comércio internacional 1 - Alimentação humana|1.7 - Pesca artesanal 1 - Alimentação humana|1.8 - Pesca industrial"",""Criação de áreas protegidas, Expansão de áreas protegidas, Identificação de novas áreas protegidas, Nível nacional, Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação dos Elasmobrânquios Ameaçados de Extinção"",""CITES - Anexo II, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Elasmobranchii"",""Squatiniformes"",""Squatinidae"",""Squatina"",""Squatina guggenheim"",""Squatina guggenheim"",""Marini, 1936"",""cação-anjo-espinhoso, cação-anjo-espinhudo"",""Tubarões e Raias"",""11/2017"",""Criticamente em Perigo"",""Não"",""A2bd"",""Squatina guggenheim é endêmica do Atlântico Sul ocidental. No Brasil, há registros da espécie desde o Rio de Janeiro até o Rio Grande do Sul. Foram registradas reduções de 85% nas abundâncias relativas de S. guggenheim desde o ano de 1988 em sua área de distribuição no Brasil. Provavelmente isto é uma subestimação do declínio do tamanho populacional. Embora sua captura esteja proibida, as pescarias com redes de arrasto e emalhe permanecem como a principal ameaça sobre a espécie, pois continuam a operar sobre sua área de distribuição. A espécie é de longa vida e possui baixo potencial reprodutivo. Possivelmente existe entrada de indivíduos por dispersão de países vizinhos, mas com intensidade insuficiente para manter a abundância da população regional quando esta sofre um forte impacto da pesca. Em função dos declínios nas abundâncias relativas observadas, suspeita-se uma redução no tamanho populacional de mais de 80%, em uma janela temporal no passado que inclui três gerações (27 anos), categorizando S. guggenheim como Criticamente Em Perigo (CR), sob os critérios A2bd."",""Não"",""Sim"",""Rio de Janeiro, Santa Catarina"",""|Sudeste|Sul|"",""Sistema Costeiro-Marinho"","""",""REBIO Marinha do Arvoredo"",""APA MARINHA DO LITORAL CENTRO, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL DE TAMOIOS, PARQUE ESTADUAL DA ILHA GRANDE"","""",""Sim"",""Declinando"",""5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.2 - Captura intencional - larga escala|5.4.2.6 - Arrasto|5.4.2.6.1 - Arrasto simples 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.2 - Captura intencional - larga escala|5.4.2.6 - Arrasto|5.4.2.6.2 - Arrasto duplo 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.2 - Captura intencional - larga escala|5.4.2.6 - Arrasto|5.4.2.6.3 - Arrasto de parelha 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.2 - Captura intencional - larga escala|5.4.2.7 - Emalhe|5.4.2.7.1 - Emalhe de fundo 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.6 - Captura indireta - larga escala|5.4.6.6 - Arrasto|5.4.6.6.1 - Arrasto simples 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.6 - Captura indireta - larga escala|5.4.6.6 - Arrasto|5.4.6.6.2 - Arrasto duplo 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.6 - Captura indireta - larga escala|5.4.6.6 - Arrasto|5.4.6.6.3 - Arrasto de parelha 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.6 - Captura indireta - larga escala|5.4.6.7 - Emalhe|5.4.6.7.1 - Emalhe de fundo"",""1 - Alimentação humana 1 - Alimentação humana|1.8 - Pesca industrial 1 - Alimentação humana|1.8 - Pesca industrial|1.8.6 - Arrasto|1.8.6.1 - Arrasto simples 1 - Alimentação humana|1.8 - Pesca industrial|1.8.6 - Arrasto|1.8.6.2 - Arrasto duplo 1 - Alimentação humana|1.8 - Pesca industrial|1.8.6 - Arrasto|1.8.6.3 - Arrasto de parelha 1 - Alimentação humana|1.8 - Pesca industrial|1.8.7 - Emalhe|1.8.7.1 - Emalhe de fundo"",""Controle e fiscalização, Plano de Ação Nacional (PAN), Proteção de locais/áreas"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação dos Elasmobrânquios Ameaçados de Extinção"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""10 , 100""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Aves"",""Psittaciformes"",""Psittacidae"",""Pionus"",""Pionus reichenowi"",""Pionus reichenowi"",""Heine, 1844"",""maitaca-de-barriga-azul"",""Aves"",""06/2019"",""Vulnerável"","""",""C2a(i)"",""Pionus reichenowi é endêmica da Mata Atlântica e ocorre nos estados de Pernambuco, Alagoas, Bahia e Espírito Santo. Habita o dossel de matas primárias e secundárias das encostas e baixadas litorâneas da Mata Atlântica. A espécie é bastante conspícua e seu tamanho populacional não ultrapassa 10.000 indivíduos maduros. Considerando a margem de erro das estimativas populacionais existentes, infere-se que nenhuma subpopulação contenha mais de 1.000 indivíduos maduros. A subpopulação que ocorre no Centro de Endemismo Pernambuco está em situação crítica quando comparada às demais. Há declínio populacional continuado devido à perda de qualidade de habitat. Portanto, P. reichenowi foi categorizada como Vulnerável (VU) pelo critério C2a(i)."",""Sim"",""Sim"",""Alagoas, Bahia, Espírito Santo, Pernambuco"",""|Nordeste|Sudeste|"",""Mata Atlântica"",""Sub-bacia Contas Sub-bacia Doce Sub-bacia Itapecuru-Paraguaçu Sub-bacia Litoral AL PE PB Sub-bacia Litoral BA ES Sub-bacia Litoral ES"",""ESEC de Murici, PARNA do Caparaó, PARNA do Descobrimento, PARNA do Monte Pascoal, PARNA do Pau Brasil, REBIO de Sooretama"",""ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL BAÍA DE CAMAMU, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL COSTA DE ITACARÉ/ SERRA GRANDE, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL DE MURICÍ, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL SANTO ANTÔNIO"",""Estação Veracel, RPPN Araçari, RPPN Ecoparque de Una, RPPN Fazenda Sayonara"",""Não"",""Declinando"",""2 - Agropecuária e Aquacultura|2.1 - Culturas anuais e perenes não-madeireiras|2.1.4 - Agricultura de escala desconhecida 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.2 - Silvicultura|2.2.2 - Plantações agro-industriais 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.3 - Pecuária|2.3.4 - Pecuária em escala desconhecida 5 - Uso de recursos biológicos|5.1 - Caça e captura de animais terrestres ou marinhos|5.1.1 - Caça/captura intencional (a espécie é o alvo)|5.1.1.2 - Comercial - Nacional/Local 5 - Uso de recursos biológicos|5.3 - Extração florestal|5.3.5 - Motivação desconhecida 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.1 - Incêndios e supressão de incêndios|7.1.1 - Aumento da frequência/intensidade de incêndios"",""3 - Animais de estimação/ornamentais"",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação das Aves Ameaçadas do Bioma Mata Atlântica"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Elasmobranchii"",""Carcharhiniformes"",""Triakidae"",""Mustelus"",""Mustelus canis"",""Mustelus canis"",""(Mitchill, 1815)"",""bico-doce, boca-de-velha, bodinho, cola-fina"",""Tubarões e Raias"",""11/2017"",""Em Perigo"","""",""A2bd"",""Mustelus canis distribui-se no oceano Atlântico ocidental, de Massachusetts até a Argentina. No Brasil, sua maior abundância era observada em sua porção sul, onde era comum e abundante nas pescarias entre as décadas de 1970 e 1980. A espécie é capturada como bycatch das pescarias de arrasto-de-fundo, espinhel-de-fundo e redes de emalhar ao longo de toda sua distribuição, sendo comercializada. Declínios nas capturas foram registrados desde a década de 1980 até a década de 2010, chegando a mais de 70% em algumas regiões. Atualmente, ao longo de sua distribuição no Brasil, é raramente encontrada nas capturas. Sendo assim, suspeita-se que tenha ocorrido uma redução no tamanho populacional de pelo menos 50%, nos três tempos geracionais, considerando as reduções nos índices de abundâncias observados nas pescarias ao longo de sua distribuição no Brasil e os atuais níveis observados nos registros de capturas, uma vez que não há indícios de diminuição do esforço de pesca em sua área de distribuição. Por estas razões, Mustelus canis foi categorizada como Em Perigo (EN), sob o critério A2bd."",""Não"",""Sim"",""Alagoas, Amapá, Bahia, Ceará, Espírito Santo, Maranhão, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe"",""|Nordeste|Norte|Sudeste|Sul|"",""Sistema Costeiro-Marinho"","""",""APA Baleia Franca"",""APA MARINHA DO LITORAL SUL, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL PLATAFORMA CONTINENTAL DO LITORAL NORTE"","""",""Sim"",""Desconhecida"",""5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.1 - Captura intencional - subsistência/pequena escala|5.4.1.3 - Aparelho com anzol|5.4.1.3.5 - Linha de fundo e linha de mão 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.1 - Captura intencional - subsistência/pequena escala|5.4.1.7 - Emalhe|5.4.1.7.1 - Emalhe de fundo 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.1 - Captura intencional - subsistência/pequena escala|5.4.1.7 - Emalhe|5.4.1.7.2 - Emalhe de superfície 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.1 - Captura intencional - subsistência/pequena escala|5.4.1.7 - Emalhe|5.4.1.7.5 - Caçoeiro 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.1 - Captura intencional - subsistência/pequena escala|5.4.1.7 - Emalhe|5.4.1.7.6 - Feiticeira 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.2 - Captura intencional - larga escala|5.4.2.6 - Arrasto 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.2 - Captura intencional - larga escala|5.4.2.7 - Emalhe 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.2 - Captura intencional - larga escala|5.4.2.8 - Espinhel"",""13 - Outros bens de consumo 1 - Alimentação humana 1 - Alimentação humana|1.7 - Pesca artesanal 1 - Alimentação humana|1.7 - Pesca artesanal|1.7.3 - Aparelho com anzol|1.7.3.3 - Espinhel fixo de fundo 1 - Alimentação humana|1.7 - Pesca artesanal|1.7.3 - Aparelho com anzol|1.7.3.5 - Linha de fundo e linha de mão 1 - Alimentação humana|1.7 - Pesca artesanal|1.7.6 - Arrasto 1 - Alimentação humana|1.7 - Pesca artesanal|1.7.7 - Emalhe 1 - Alimentação humana|1.7 - Pesca artesanal|1.7.7 - Emalhe|1.7.7.1 - Emalhe de fundo 1 - Alimentação humana|1.8 - Pesca industrial 1 - Alimentação humana|1.8 - Pesca industrial|1.8.6 - Arrasto 1 - Alimentação humana|1.8 - Pesca industrial|1.8.7 - Emalhe 1 - Alimentação humana|1.8 - Pesca industrial|1.8.8 - Espinhel"",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação dos Elasmobrânquios Ameaçados de Extinção"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""20 , 500""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Elasmobranchii"",""Lamniformes"",""Lamnidae"",""Carcharodon"",""Carcharodon carcharias"",""Carcharodon carcharias"",""(Linnaeus, 1758)"",""tubarão-branco"",""Tubarões e Raias"",""11/2017"",""Vulnerável"","""",""A2cd"",""Carcharodon carcharias é um tubarão de grande porte, altamente migratório, e cosmopolita com ocorrência predominante nas zonas costeiras temperadas. Registros históricos (sec. XVI) demonstram que essa espécie era possivelmente mais abundante no litoral brasileiro. Suas características intrínsecas (baixa fecundidade, alta longevidade e abundância naturalmente baixa) implicam em vulnerabilidade à pesca. Na maior parte de sua distribuição, incluindo o Brasil, não há dados quantitativos sobre tendências populacionais. Suspeita-se que reduções populacionais maiores que 30% tenham ocorrido ao longo das últimas três gerações. Assim a espécie foi categorizada como Vulnerável (VU), sob os critérios A2cd, em concordância com o reconhecimento internacional da sua situação de ameaça e a avaliação global da IUCN."",""Não"",""Sim"",""Espírito Santo, Paraná, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, São Paulo"",""|Sudeste|Sul|"",""Sistema Costeiro-Marinho"","""",""REVIS Ilha dos Lobos"","""","""",""Sim"",""Desconhecida"",""5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.5 - Captura indireta - subsistência/pequena escala|5.4.5.7 - Emalhe 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.6 - Captura indireta - larga escala|5.4.6.6 - Arrasto|5.4.6.6.1 - Arrasto simples 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.6 - Captura indireta - larga escala|5.4.6.6 - Arrasto|5.4.6.6.2 - Arrasto duplo 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.6 - Captura indireta - larga escala|5.4.6.6 - Arrasto|5.4.6.6.3 - Arrasto de parelha 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.6 - Captura indireta - larga escala|5.4.6.7 - Emalhe 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.6 - Captura indireta - larga escala|5.4.6.8 - Espinhel|5.4.6.8.1 - Espinhel de superfície 9 - Poluição|9.1 - Doméstica e urbana - escoamento de água 9 - Poluição|9.2 - Industrial"",""13 - Outros bens de consumo 14 - Artesanato jóias objetos decorativos"",""Educação e comunicação, Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação dos Elasmobrânquios Ameaçados de Extinção"",""CITES - Anexo II, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""0 , 1200""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Elasmobranchii"",""Myliobatiformes"",""Mobulidae"",""Mobula"",""Mobula birostris"",""Manta birostris"",""(Walbaum, 1792)"",""boca-de-gaveta, raia-jamanta, raia-manta"",""Tubarões e Raias"",""11/2017"",""Vulnerável"","""",""A2cd"",""Mobula birostris é a maior espécie de raia conhecida, atingindo 7,1 m de largura, migratória com hábitos costeiro oceânicos em ambientes epipelágicos. Distribui-se globalmente, principalmente em águas tropicais e subtropicais. No Brasil, ocorre por toda a costa, incluindo as ilhas oceânicas. Em função de sua história de vida conservativa não tolera níveis até mesmo moderados de exploração pesqueira. Os dados para o Brasil são incipientes, mas ainda assim as informações mostram que a espécie está sob pressão pesqueira, com muitos registros de animais emalhados acidentalmente em redes. A pesca intensiva em regiões costeiras e oceânicas, além do intenso tráfego de embarcações em regiões estuarinas onde a espécie ocorre, pode afetar significativamente a população dessa espécie. Globalmente, estima-se a redução populacional de 70 a 99%, considerando que trata-se de uma espécie migratória com escassez de informações nacionais sobre pescarias e com a crescente valorização e demanda internacional por seus rastros branquiais, suspeita-se que um declínio de pelo menos 30% tenha ocorrido no Brasil. Sendo assim, a espécie foi avaliada como Vulnerável (VU), sob os critérios A2cd."",""Não"",""Sim"",""Alagoas, Amapá, Bahia, Ceará, Espírito Santo, Maranhão, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe"",""|Nordeste|Norte|Sudeste|Sul|"",""Sistema Costeiro-Marinho"","""",""APA do Arquipelago Sao Pedro e Sao Paulo, APA Fernando de Noronha, APA Guaraqueçaba, PARNA Marinho de Fernando de Noronha"",""APA MARINHA DO LITORAL CENTRO, APA MARINHA DO LITORAL SUL, PARQUE ESTADUAL MARINHO DA LAJE DE SANTOS, PARQUE ESTADUAL MARINHO DA PEDRA DA RISCA DO MEIO"","""",""Sim"",""Desconhecida"",""5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.3 - Captura intencional - comércio internacional 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.5 - Captura indireta - subsistência/pequena escala|5.4.5.7 - Emalhe|5.4.5.7.1 - Emalhe de fundo 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.5 - Captura indireta - subsistência/pequena escala|5.4.5.7 - Emalhe|5.4.5.7.2 - Emalhe de superfície 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.5 - Captura indireta - subsistência/pequena escala|5.4.5.7 - Emalhe|5.4.5.7.5 - Caçoeiro 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.6 - Captura indireta - larga escala|5.4.6.6 - Arrasto|5.4.6.6.1 - Arrasto simples 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.6 - Captura indireta - larga escala|5.4.6.6 - Arrasto|5.4.6.6.2 - Arrasto duplo 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.6 - Captura indireta - larga escala|5.4.6.6 - Arrasto|5.4.6.6.3 - Arrasto de parelha 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.6 - Captura indireta - larga escala|5.4.6.7 - Emalhe|5.4.6.7.2 - Emalhe de superfície 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.6 - Captura indireta - larga escala|5.4.6.7 - Emalhe|5.4.6.7.3 - Emalhe de meia-água 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.6 - Captura indireta - larga escala|5.4.6.8 - Espinhel|5.4.6.8.1 - Espinhel de superfície 6 - Distúrbios humanos|6.1 - Atividades recreacionais/turísticas 9 - Poluição|9.1 - Doméstica e urbana - escoamento de água|9.1.1 - Esgoto 9 - Poluição|9.1 - Doméstica e urbana - escoamento de água|9.1.2 - Escoamento urbano 9 - Poluição|9.2 - Industrial|9.2.1 - Derramamento de óleo 9 - Poluição|9.2 - Industrial|9.2.3 - Contaminação por metais pesados 9 - Poluição|9.2 - Industrial|9.2.4 - Resíduos líquidos diversos 9 - Poluição|9.4 - Lixo e resíduos sólidos|9.4.1 - Urbanos 9 - Poluição|9.4 - Lixo e resíduos sólidos|9.4.2 - Industriais"",""12 - Vestuário acessório 1 - Alimentação humana|1.6 - Pesca - comércio internacional 1 - Alimentação humana|1.8 - Pesca industrial|1.8.7 - Emalhe"",""Controle e fiscalização, Legislação, Plano de Ação Nacional (PAN), Proteção de locais/áreas"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação dos Elasmobrânquios Ameaçados de Extinção, Plano de Ação Nacional para Conservação dos Ambientes Coralíneos do Brasil"",""CITES - Anexo II, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""0 , 1000""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Elasmobranchii"",""Orectolobiformes"",""Rhincodontidae"",""Rhincodon"",""Rhincodon typus"",""Rhincodon typus"",""Smith, 1828"",""cação-estrela, tubarão-baleia, tubarão-estrela"",""Tubarões e Raias"",""11/2017"",""Vulnerável"","""",""A2b+4b"",""Rhincodon typus é uma espécie cosmopolita de clima tropical e temperado e é considerada o maior elasmobrânquio do mundo. É uma espécie lenta, mas altamente migratória, com ocorrência predominante nas zonas costeiras temperadas. A população do sudeste da Ásia parecem ter sido reduzidas por pesca de arpão. As populações de tubarão-baleia estão diminuindo em muitos locais no mundo, como resultado da pesca não regulamentada, sendo sua captura incidental em redes de emalhe a principal ameaça sobre a espécie. Tubarões-baleia estão protegidos legalmente em diversos países e seu estado de conservação seria mais bem garantido com a aplicação de acordos internacionais de cooperação. Não existem dados de tendência populacional conhecidos para o Brasil atualmente, onde a espécie possui registros esporádicos. Suas características intrínsecas (alta longevidade, maturação sexual tardia e abundância naturalmente baixa) e o alto valor no comércio internacional de suas nadadeiras implicam em vulnerabilidade à pesca, mundialmente. Considerando que a população brasileira é a mesma do Atlântico, infere-se que o declínio observado neste oceano corresponda à redução populacional em águas brasileiras, registrado na última avaliação da população do Atlântico pela IUCN, sendo este de pelo menos 30% em três gerações. Assim a espécie no Brasil foi categorizada como Vulnerável (VU) sob o critério A2b+4b."",""Não"",""Sim"",""Alagoas, Bahia, Ceará, Espírito Santo, Maranhão, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe"",""|Nordeste|Norte|Sudeste|Sul|"",""Sistema Costeiro-Marinho"",""Sub-bacia Litoral SP"",""APA Costa dos Corais, APA do Arquipelago Sao Pedro e Sao Paulo, APA Fernando de Noronha, MONA do Arquipélago de Trindade e Martim Vaz e Monte Columbia, PARNA Marinho de Fernando de Noronha, PARNA Marinho dos Abrolhos, REBIO Atol das Rocas, RESEX Arraial do Cabo"",""APA MARINHA DO LITORAL CENTRO, PARQUE ESTADUAL MARINHO DA LAJE DE SANTOS"","""",""Sim"",""Desconhecida"",""4 - Transportes e serviços de transmissão|4.4 - Tráfego de embarcações 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.5 - Captura indireta - subsistência/pequena escala|5.4.5.7 - Emalhe|5.4.5.7.1 - Emalhe de fundo 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.5 - Captura indireta - subsistência/pequena escala|5.4.5.7 - Emalhe|5.4.5.7.2 - Emalhe de superfície 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.5 - Captura indireta - subsistência/pequena escala|5.4.5.7 - Emalhe|5.4.5.7.5 - Caçoeiro 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.5 - Captura indireta - subsistência/pequena escala|5.4.5.7 - Emalhe|5.4.5.7.6 - Feiticieira 6 - Distúrbios humanos|6.1 - Atividades recreacionais/turísticas 9 - Poluição|9.4 - Lixo e resíduos sólidos|9.4.1 - Urbanos 9 - Poluição|9.4 - Lixo e resíduos sólidos|9.4.2 - Industriais"",""13 - Outros bens de consumo 1 - Alimentação humana 1 - Alimentação humana|1.7 - Pesca artesanal 1 - Alimentação humana|1.8 - Pesca industrial"",""Conscientização/comunicação, Educação e comunicação, Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação dos Elasmobrânquios Ameaçados de Extinção"",""CITES - Anexo II, Convenção sobre Espécies Migratórias – CMS, Memorandum of Understanding on the Conservation of Migratory Sharks - MoU, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""1800""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Reptilia"",""Testudines"",""Chelidae"",""Ranacephala"",""Ranacephala hogei"",""Ranacephala hogei"",""(Mertens, 1967)"",""Cágado, Cágado-de-hoge, Cágado-de-hogei, Cágado-do-paraíba, Cágado-do-Paraíba-do-Sul"",""Répteis"",""10/2016"",""Vulnerável"","""",""B2ab(iii)"",""Ranacephala hogei é endêmica do Brasil, do bioma Mata Atlântica da região Sudeste do país, ocorre na região hidrográfica do Atlântico Sudeste, com registros de ocorrência nos estados do Rio de Janeiro (nos rios Mocotó, Paraíba do Sul, Negro e Pirapetinga), sul de Minas Gerais (nos rios Carangola, São Mateus e Pomba), além dos rios Itapemirim e Itabapoana (bacia litorânea), no estado do Espírito Santo. Embora sua extensão de ocorrência tenha sido estimada em 25.892 km2, sua ocorrência é restrita a calha principal desses rios, não se distanciando muito das margens. Sendo assim, sua área de ocupação foi estimada em 1.000 km². A bacia hidrográfica do rio Paraíba do Sul é considerada uma das mais degradadas no Brasil, devido, especialmente, ao desmatamento e implantação de barragens, forte expansão demográfica e ao intenso, diversificado e desordenado desenvolvimento econômico ocorrido no último século. Esse ambiente é fortemente fragmentado, possivelmente causando também a fragmentação severa da população (interrupção do fluxo gênico), tendo em vista que subpopulações da espécie são encontradas em locais com melhor qualidade de água. Essas interferências no ambiente causam também o declínio continuado da qualidade do habitat. Por essas razões, Ranacephala hogei foi avaliada como Vulnerável (VU) pelo critério B2ab(iii)."",""Sim"",""Sim"",""Espírito Santo, Minas Gerais, Rio de Janeiro"",""|Sudeste|"",""Mata Atlântica"",""Sub-bacia Litoral ES Sub-bacia Litoral RJ Sub-bacia Paraíba do Sul"",""PARNA da Serra da Bocaina"","""","""",""Não"",""Desconhecida"",""12 - Outras ameaças 1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.1 - Expansão urbana 3 - Produção energética e mineração|3.3 - Energia renovável|3.3.1 - Hidrelétricas 4 - Transportes e serviços de transmissão|4.1 - Estradas e ferrovias 4 - Transportes e serviços de transmissão|4.2 - Atropelamentos 5 - Uso de recursos biológicos|5.1 - Caça e captura de animais terrestres ou marinhos|5.1.1 - Caça/captura intencional (a espécie é o alvo)|5.1.1.1 - Uso de subsistência/escambo local 5 - Uso de recursos biológicos|5.1 - Caça e captura de animais terrestres ou marinhos|5.1.1 - Caça/captura intencional (a espécie é o alvo)|5.1.1.2 - Comercial - Nacional/Local 5 - Uso de recursos biológicos|5.3 - Extração florestal|5.3.5 - Motivação desconhecida 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.5 - Captura indireta - subsistência/pequena escala|5.4.5.3 - Aparelho com anzol|5.4.5.3.4 - Espinhel de superfície 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.3 - Outras modificações nos ecossistemas 8 - Espécies invasoras problemáticas e doenças|8.1 - Espécies exóticas|8.1.1 - Espécie conhecida|8.1.1.2 - Predadores 9 - Poluição|9.2 - Industrial|9.2.4 - Tipo desconhecido"",""1 - Alimentação humana 3 - Animais de estimação/ornamentais"",""Criação de áreas protegidas, Plano de Ação Nacional (PAN), Plano de Recuperação"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação das Espécies Aquáticas Ameaçadas de Extinção da Bacia do Rio Paraíba do Sul, Plano de Ação Nacional para conservação da Herpetofauna Ameaçada da Mata Atlântica da Região Sudeste do Brasil"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Aves"",""Cuculiformes"",""Cuculidae"",""Neomorphus"",""Neomorphus geoffroyi dulcis"",""Neomorphus geoffroyi dulcis"",""Snethlage, 1927"",""jacu-estalo"",""Aves"",""06/2019"",""Em Perigo"","""",""B2ab(ii,iii)"",""Neomorphus geoffroyi dulcis é endêmica do leste do Brasil, ocorrendo originalmente nas matas de baixada do Espírito Santo, leste de Minas Gerais e norte do Rio de Janeiro provavelmente extinta. Atualmente, é registrada em três unidades de conservação de Minas Gerais (Parque Estadual do Rio Doce) e Espírito Santo (Reserva Natural Vale e Reserva Biológica de Sooretama). Sua área de ocupação (AOO) foi calculada em 12 km2. A população é severamente fragmentada tendo mais de 50% de sua população separada por grande distância, não havendo fluxo gênico. Além disso, há declínio continuado da população devido à perda de habitat por conversão da floresta em áreas para agropecuária e exploração madeireira ilegal. Há declínio populacional continuado devido à perda de habitat e fragmentação da população. Assim, N. g. dulcis foi categorizada como Em Perigo (EN) pelo critério B2ab(ii,iii)."",""Sim"",""Sim"",""Espírito Santo, Minas Gerais, Rio de Janeiro"",""|Sudeste|"",""Mata Atlântica"",""Sub-bacia Doce"",""REBIO de Sooretama"",""PARQUE ESTADUAL DO RIO DOCE"","""",""Não"",""Declinando"",""2 - Agropecuária e Aquacultura|2.3 - Pecuária|2.3.4 - Pecuária em escala desconhecida 5 - Uso de recursos biológicos|5.1 - Caça e captura de animais terrestres ou marinhos|5.1.1 - Caça/captura intencional (a espécie é o alvo)|5.1.1.1 - Uso de subsistência/escambo local 5 - Uso de recursos biológicos|5.3 - Extração florestal|5.3.5 - Motivação desconhecida"",""1 - Alimentação humana"",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação das Aves Ameaçadas do Bioma Mata Atlântica"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Aves"",""Charadriiformes"",""Laridae"",""Sterna"",""Sterna dougallii"",""Sterna dougallii"",""Montagu, 1813"",""trinta-réis-róseo"",""Aves"",""10/2019"",""Vulnerável"","""",""B2ab(iii)"",""Sterna dougallii é migrante em parte de sua distribuição, reproduzindo em apenas três áreas principais com localização restrita (menor que 2.000 km²). No Brasil, ocorre ao largo do Amapá até Espírito Santo. Os indivíduos registrados no Brasil provém principalmente da América do Norte, onde a espécie é considerada ameaçada. Foi considerado que quase a totalidade da população de sua área de reprodução migra para o Brasil no inverno. No litoral da Bahia, a espécie ocorre em bancos de areia, essenciais para o pernoite das aves, sendo o local com a maior concentração da espécie na costa brasileira. A avaliação não é alterada quando se verifica a influência da população oriunda de outros países. Considerando que a área de ocupação da espécie é menor que 2.000 km², e a suspeita que haja declínio continuado de qualidade de habitat devido à ocupação humana, principalmente à expansão urbana e atividades turísticas, S. dougallii foi categorizada como Vulnerável (VU) pelo critério B2ab(iii)."",""Não"",""Sim"",""Alagoas, Bahia, Ceará, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Sergipe"",""|Nordeste|Sudeste|"",""Caatinga, Cerrado, Mata Atlântica, Sistema Costeiro-Marinho"",""Sub-bacia Itapecuru-Paraguaçu Sub-bacia Litoral AL PE PB Sub-bacia Litoral BA ES Sub-bacia Litoral CE PI Sub-bacia Litoral ES Sub-bacia Parnaíba Baixo Sub-bacia Piranhas Sub-bacia São Francisco Baixo"",""APA Delta do Parnaíba, APA Fernando de Noronha, PARNA Marinho de Fernando de Noronha, RESEX Acaú-Goiana, RESEX do Corumbau"",""ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL BAÍA DE TODOS OS SANTOS, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL PLATAFORMA CONTINENTAL DO LITORAL NORTE, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL PONTA DA BALEIA / ABROLHOS"","""",""Sim"",""Estável"",""1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.3 - Áreas de turismo e recreação 5 - Uso de recursos biológicos|5.1 - Caça e captura de animais terrestres ou marinhos|5.1.1 - Caça/captura intencional (a espécie é o alvo)|5.1.1.1 - Uso de subsistência/escambo local 6 - Distúrbios humanos|6.1 - Atividades recreacionais/turísticas"",""1 - Alimentação humana"",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação das Aves Marinhas"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Elasmobranchii"",""Myliobatiformes"",""Myliobatidae"",""Myliobatis"",""Myliobatis ridens"",""Myliobatis ridens"",""Ruocco, Lucifora, Astarloa, Mabragaña & Delpiani, 2012"",""raia-manteiga, raia-sapo"",""Tubarões e Raias"",""11/2017"",""Criticamente em Perigo"",""Não"",""A2bd"",""Myliobatis ridens é considerada como espécie endêmica do Atlântico Sul ocidental, com registros inequívocos de Santa Catarina até o norte da Argentina. É uma espécie simpátrica com M. goodei e M. freminvillei. Tradicionalmente, esta espécie tinha sido considerada como M. goodei. As maiores ocorrências para M. goodei e M. ridens, agrupadas, concentram-se no Rio Grande do Sul, onde houve um declínio populacional de mais de 90% de acordo com dados de CPUE oriundos de pesquisas entre 1974 a 2005. A pressão de pesca sobre a espécie manteve-se igual ou ainda maior devido ao direcionamento das pescarias à categoria emplastro, ocorrida a partir da década de 2000. Esta espécie, assim como outras do gênero, possui o comportamento de migração e agregação em berçários costeiros no Rio Grande do Sul durante o verão, o que aumenta sua susceptibilidade à pesca dentro de sua área de reprodução, principalmente pela captura de fêmeas grávidas. Suspeita-se que a redução populacional seja de pelo menos 80% considerando os três tempos geracionais (45 anos), categorizando a espécie como Criticamente Em Perigo (CR) pelos critérios A2bd."",""Não"",""Sim"",""Rio Grande do Sul"",""|Sul|"",""Sistema Costeiro-Marinho"","""",""PARNA da Lagoa do Peixe"","""","""",""Sim"",""Declinando"",""5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.5 - Captura indireta - subsistência/pequena escala|5.4.5.3 - Aparelho com anzol|5.4.5.3.3 - Espinhel fixo de fundo 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.5 - Captura indireta - subsistência/pequena escala|5.4.5.3 - Aparelho com anzol|5.4.5.3.5 - Linha de fundo e linha de mão 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.5 - Captura indireta - subsistência/pequena escala|5.4.5.6 - Arrasto|5.4.5.6.1 - Arrasto simples 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.5 - Captura indireta - subsistência/pequena escala|5.4.5.6 - Arrasto|5.4.5.6.2 - Arrasto duplo 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.5 - Captura indireta - subsistência/pequena escala|5.4.5.6 - Arrasto|5.4.5.6.3 - Arrasto de praia 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.5 - Captura indireta - subsistência/pequena escala|5.4.5.6 - Arrasto|5.4.5.6.4 - Arrasto de parelha 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.5 - Captura indireta - subsistência/pequena escala|5.4.5.7 - Emalhe|5.4.5.7.1 - Emalhe de fundo 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.5 - Captura indireta - subsistência/pequena escala|5.4.5.7 - Emalhe|5.4.5.7.2 - Emalhe de superfície 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.5 - Captura indireta - subsistência/pequena escala|5.4.5.7 - Emalhe|5.4.5.7.3 - Rede de espera fina 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.5 - Captura indireta - subsistência/pequena escala|5.4.5.7 - Emalhe|5.4.5.7.6 - Feiticieira 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.6 - Captura indireta - larga escala|5.4.6.6 - Arrasto|5.4.6.6.1 - Arrasto simples 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.6 - Captura indireta - larga escala|5.4.6.6 - Arrasto|5.4.6.6.2 - Arrasto duplo 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.6 - Captura indireta - larga escala|5.4.6.6 - Arrasto|5.4.6.6.3 - Arrasto de parelha 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.6 - Captura indireta - larga escala|5.4.6.7 - Emalhe|5.4.6.7.1 - Emalhe de fundo 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.6 - Captura indireta - larga escala|5.4.6.7 - Emalhe|5.4.6.7.2 - Emalhe de superfície"",""1 - Alimentação humana 1 - Alimentação humana|1.7 - Pesca artesanal 1 - Alimentação humana|1.7 - Pesca artesanal|1.7.6 - Arrasto 1 - Alimentação humana|1.7 - Pesca artesanal|1.7.7 - Emalhe 1 - Alimentação humana|1.8 - Pesca industrial 1 - Alimentação humana|1.8 - Pesca industrial|1.8.6 - Arrasto 1 - Alimentação humana|1.8 - Pesca industrial|1.8.7 - Emalhe 1 - Alimentação humana|1.8 - Pesca industrial|1.8.8 - Espinhel"",""Controle e fiscalização, Criação de áreas protegidas, Educação e comunicação, Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação dos Elasmobrânquios Ameaçados de Extinção"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""5 , 47""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Mammalia"",""Cetartiodactyla"",""Iniidae"",""Inia"",""Inia araguaiaensis"","""",""Hrbek, Farias, Dutra & Da Silva, 2014"",""Boto-do-Araguaia"",""Mamíferos"",""05/2018"",""Vulnerável"","""",""D1"",""Inia araguaiaensis tem distribuição nas Bacias dos Rios Araguaia-Tocantins e do Rio Pará, sendo a única espécie de mamífero aquático endêmica do Brasil e restrita aos Biomas Amazônico e do Cerrado. A espécie está sob forte ameaça antrópica devido ao assoreamento e bombeamento de água do Rio Araguaia para irrigação, contaminação por pesticidas e metais pesados, intenso tráfego de embarcações, interações negativas com a pesca, turismo desordenado, morte intencional por armas de fogo e molestamento, e a fragmentação de habitat pelas hidrelétricas. Todas estas ameaças ocorrem de forma generalizada ao longo da distribuição da espécie. Não existe estimativa de abundância para a totalidade da distribuição da espécie. Em um trecho de 655 km do Rio Araguaia foram contabilizados 358 indivíduos";" e em 734 km do rio Tocantins, 218 indivíduos. A partir desses dados inferiu-se que o número total de indivíduos em toda área de distribuição não deve ser superior a 2000. Considerando que a proporção de animais maduros seria de cerca de 50% da população, infere-se um número de indivíduos maduros inferior a 1000. Por essas razões, I. araguaiaensis foi categorizada como vulnerável (VU) pelo critério D1."",""Sim"",""Sim"",""Goiás, Mato Grosso, Pará, Tocantins"",""|Centro-Oeste|Norte|"",""Amazônia, Cerrado"",""Sub-bacia Araguaia Sub-bacia Foz Amazonas Sub-bacia Tocantins Baixo"",""APA Meandros do Rio Araguaia, FLONA Itacaiunas, FLONA Tapirape-Aquiri, PARNA Araguaia, RESEX Lago do Cedro, RESEX MAR Soure"",""ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL DO ARQUIPÉLAGO DO MARAJÓ"","""",""Não"",""Declinando"",""11 - Mudanças e extremos climáticos|11.2 - Secas 3 - Produção energética e mineração|3.3 - Energia renovável|3.3.1 - Hidrelétricas 4 - Transportes e serviços de transmissão|4.4 - Tráfego de embarcações 5 - Uso de recursos biológicos|5.1 - Caça e captura de animais terrestres ou marinhos|5.1.1 - Caça/captura intencional (a espécie é o alvo)|5.1.1.1 - Uso de subsistência/escambo local 5 - Uso de recursos biológicos|5.1 - Caça e captura de animais terrestres ou marinhos|5.1.1 - Caça/captura intencional (a espécie é o alvo)|5.1.1.4 - Esportiva 5 - Uso de recursos biológicos|5.1 - Caça e captura de animais terrestres ou marinhos|5.1.3 - Perseguição/Controle 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.5 - Captura indireta - subsistência/pequena escala|5.4.5.4 - Armadilha|5.4.5.4.2 - Cerco flutuante 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.5 - Captura indireta - subsistência/pequena escala|5.4.5.4 - Armadilha|5.4.5.4.3 - Cerco fixo (curral) 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.5 - Captura indireta - subsistência/pequena escala|5.4.5.6 - Arrasto|5.4.5.6.1 - Arrasto simples 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.5 - Captura indireta - subsistência/pequena escala|5.4.5.6 - Arrasto|5.4.5.6.2 - Arrasto duplo 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.5 - Captura indireta - subsistência/pequena escala|5.4.5.7 - Emalhe|5.4.5.7.1 - Emalhe de fundo 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.5 - Captura indireta - subsistência/pequena escala|5.4.5.7 - Emalhe|5.4.5.7.2 - Emalhe de superfície 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.6 - Captura indireta - larga escala|5.4.6.7 - Emalhe|5.4.6.7.1 - Emalhe de fundo 6 - Distúrbios humanos|6.1 - Atividades recreacionais/turísticas 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.2 - Represas e uso de água|7.2.3 - Captação de água de superfície - uso na agricultura 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.3 - Outras modificações nos ecossistemas 9 - Poluição|9.2 - Industrial|9.2.2 - Infiltraçao oriunda de mineração 9 - Poluição|9.3 - Agropecuária e florestal|9.3.3 - Herbicidas e pesticidas"","""",""Legislação e política, Manejo/ordenamento de caça/pesca, Plano de Ação Nacional (PAN), Proteção de locais/áreas"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação dos Mamíferos Aquáticos Amazônicos"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022, CITES - Anexo II"","""",""""";;;;; "Animalia,""Chordata"",""Mammalia"",""Chiroptera"",""Phyllostomidae"",""Lonchophylla"",""Lonchophylla bokermanni"",""Lonchophylla bokermanni"",""Sazima, Vizotto e Taddei, 1978"","""",""Mamíferos"",""11/2018"",""Vulnerável"","""",""B1ab(iii)"",""Lonchophylla bokermanni é endêmica do Brasil, conhecida por apenas seis registros nos estados da Bahia e Minas Gerais, restritos à cadeia do Espinhaço. Ocupa campos rupestres em uma faixa altitudinal de 800 a 1200 m, e alimenta-se de insetos e néctar, sendo um importante polinizador de um variado número de plantas. Sua EOO foi calculada em 11.561 km² a partir dos registros confirmados e com utilização do mínimo polígono convexo. Ao longo desta EOO foram identificadas seis localizações, que remetem aos registros de ocorrência e se caracterizam pelas ameaças diretas de mineração, turismo desordenado e especulação imobiliária nos pontos de Minas Gerais, e pela expressiva proliferação de parques eólicos nos pontos da Bahia. Realizando a análise da variação de cobertura vegetal através das ferramentas do MapBiomas, foi verificada uma tendência de redução dos ambientes naturais de 8 km² por ano, no período de 1985 até 2018, o que configura um declínio continuado da área, extensão e/ou qualidade do habitat, uma vez que as ameaças não cessaram e demonstram permanência futura. Por estas razões, L. bokermanni foi categorizada como Vulnerável (VU) pelo critério B1ab(iii)."",""Sim"",""Sim"",""Bahia, Minas Gerais"",""|Nordeste|Sudeste|"",""Caatinga, Cerrado"",""Sub-bacia Contas Sub-bacia Doce Sub-bacia Jequitinhonha Sub-bacia São Francisco Alto"",""APA do Morro da Pedreira"",""ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL ÁGUAS VERTENTES, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL DO ITACURU, PARQUE ESTADUAL RIO PRETO"","""",""Desconhecido"",""Desconhecida"",""11 - Mudanças e extremos climáticos|11.1 - Mudança/alteração de habitat 1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.1 - Expansão urbana 3 - Produção energética e mineração|3.2 - Mineração|3.2.6 - Tipo desconhecido 3 - Produção energética e mineração|3.3 - Energia renovável|3.3.2 - Parques eólicos"","""",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação dos Mamíferos da Mata Atlântica Central, Plano de Ação Nacional para Conservação do Patrimônio Espeleológico nas Áreas Cársticas da Bacia do Rio São Francisco"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Mammalia"",""Chiroptera"",""Phyllostomidae"",""Lonchophylla"",""Lonchophylla dekeyseri"",""Lonchophylla dekeyseri"",""Taddei, Vizotto e Sazima, 1983"",""Morceguinho-do-Cerrado"",""Mamíferos"",""11/2018"",""Em Perigo"","""",""B2ab(iii,v)"",""Lonchophylla dekeyseri é endêmica do Brasil com registros confirmados em Goiás, Distrito Federal, Tocantins, Minas Gerais, Mato Grosso do Sul e Mato Grosso. Trata-se de uma espécie nectarívora que utiliza cavernas como abrigo e seus registros estão quase sempre associados a complexos cársticos, apresentando desta forma, alta especificidade de habitat. Sua área de ocupação foi calculada em 196 km² e está inserida em uma matriz de expressiva predominância de agricultura e pastagem, que recobrem cerca de 50% da extensão de ocorrência da espécie e ameaçam não só a área de forrageio da espécie como o equilíbrio e manutenção do meio cárstico. Dessa forma, dada a alta especificidade de habitat da espécie, sua dependência de cavernas, e o fato de que sua capacidade de voo está restrita a cerca de 4 km, sua população encontra-se subdividida em fragmentos isolados, caracterizando uma população severamente fragmentada, com declínio continuado do número de indivíduos maduros, conforme já foi registrado nas cavernas do DF e corroborado por análises de viabilidade populacional. Tais análises também levaram em consideração as iniciativas de controle do morcego hematófago Desmodus rotundus, que compartilha abrigos cavernícolas com L. dekeyseri e, portanto, representa outra ameaça relevante. Como as ameaças que levaram a este quadro não cessaram e tendem a continuar, é plausível concluir que também há um declínio continuado da área, extensão e qualidade do habitat da espécie. Dessa forma, L. dekeyseri foi categorizada como Em Perigo (EN) pelo critério B2 ab(iii,v)."",""Sim"",""Sim"",""Distrito Federal, Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Tocantins"",""|Centro-Oeste|Norte|Sudeste|"",""Cerrado, Mata Atlântica"",""Sub-bacia Araguaia Sub-bacia Jequitinhonha Sub-bacia Paraguai 02 Sub-bacia Paraguai 03 Sub-bacia Paranaíba Sub-bacia São Francisco Alto Sub-bacia São Francisco Médio Sub-bacia Tocantins Alto"",""APA Bacia do Rio São Bartolomeu, APA do Morro da Pedreira, APA Nascentes do Rio Vermelho, APA Planalto Central, ESEC da Serra das Araras, PARNA das Emas, PARNA da Serra do Cipó, PARNA de Brasília"",""APA DA BACIA DOS RIBEIRÕES DO GAMA E CABEÇA DE VEADO, APA DE CAFURINGA, ESTAÇÃO ECOLÓGICA DE ÁGUAS EMENDADAS, PARQUE ESTADUAL DA LAPA GRANDE, PARQUE ESTADUAL DA SERRA DE CALDAS NOVAS"","""",""Não"",""Declinando"",""1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.1 - Expansão urbana 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.1 - Culturas anuais e perenes não-madeireiras|2.1.4 - Agricultura de escala desconhecida 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.3 - Pecuária|2.3.1 - Pecuária nômade/extensiva 3 - Produção energética e mineração|3.2 - Mineração|3.2.6 - Tipo desconhecido 5 - Uso de recursos biológicos|5.1 - Caça e captura de animais terrestres ou marinhos|5.1.3 - Perseguição/Controle 6 - Distúrbios humanos|6.1 - Atividades recreacionais/turísticas"","""",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação das Cavernas do Brasil, Plano de Ação Nacional para a Conservação do Morceguinho-do-cerrado, Plano de Ação Nacional para Conservação do Patrimônio Espeleológico nas Áreas Cársticas da Bacia do Rio São Francisco"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Mammalia"",""Chiroptera"",""Natalidae"",""Natalus"",""Natalus macrourus"",""Natalus macrourus"",""(Gervais, 1856)"","""",""Mamíferos"",""11/2018"",""Vulnerável"","""",""D1"",""Natalus macrourus ocorre na América do Sul, sendo registrada na Bolívia, Paraguai e Brasil, onde é conhecida de 19 estados. Apesar da ampla distribuição, apresenta elevada especificidade de habitat, uma vez que é dependente de cavernas com características físicas específicas que não são encontradas nas demais cavernas existentes e, portanto, é seguro inferir que a área de ocupação da espécie é bastante restrita. Em todos os levantamentos realizados, a espécie se mostra extremamente rara, com uma taxa de ocupação de 4,7%, com média de 12,7 indivíduos por cavidade natural. A compilação desses levantamentos e demais dados disponíveis revelou ainda, que o número de indivíduos para toda a subpopulação brasileira, em uma estimativa cautelosa, é de 1053 indivíduos. Embora não existam dados sobre estrutura etária das colônias conhecidas, considerando as características biológicas e populacionais de uma espécie próxima (N. mexicanus), é plausível afirmar que estes 1053 indivíduos não são todos maduros, pois normalmente as colônias contém também indivíduos jovens. Assim, é plausível aceitar que o número de indivíduos maduros é inferior a 1000. Associadas a este cenário, ameaças incidentes sobre a distribuição da espécie tais como a mineração, turismo desordenado e vandalismo representam um impacto significativo direto, visto que cada caverna apresenta condições únicas, de elevada sensibilidade, e a sua perda significa a perda definitiva de seus recursos e da biota que depende deles. Dessa forma, N. macrourus foi categorizada como Vulnerável (VU) pelo critério D1."",""Não"",""Sim"",""Bahia, Ceará, Distrito Federal, Espírito Santo, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rondônia, São Paulo, Sergipe, Tocantins"",""|Centro-Oeste|Nordeste|Norte|Sudeste|"",""Amazônia, Caatinga, Cerrado, Mata Atlântica"",""Sub-bacia Araguaia Sub-bacia Contas Sub-bacia Itapecuru-Paraguaçu Sub-bacia Jaguaribe Sub-bacia Jequitinhonha Sub-bacia Litoral BA ES Sub-bacia Litoral CE PB Sub-bacia Litoral RJ SP Sub-bacia Litoral SE Sub-bacia Madeira Sub-bacia Paraguai 02 Sub-bacia Paraguai 03 Sub-bacia Paraíba do Sul Sub-bacia Paranaíba Sub-bacia Paraná RH1 Sub-bacia Parnaíba Alto Sub-bacia Parnaíba Baixo Sub-bacia Parnaíba Médio Sub-bacia Piranhas Sub-bacia São Francisco Médio Sub-bacia São Francisco Submédio Sub-bacia Tocantins Alto Sub-bacia Tocantins Baixo Sub-bacia Xingu"",""APA Cavernas do Peruaçu, APA Chapada do Araripe, APA Nascentes do Rio Vermelho, APA Planalto Central, APA Serra da Ibiapaba, FLONA Carajás, PARNA da Furna Feia, PARNA da Serra das Confusões, PARNA do Catimbau, REBIO Guaribas"",""APA DE CAFURINGA, PARQUE ESTADUAL DA SERRA DOS MARTÍRIOS/ANDORINHAS, PARQUE ESTADUAL DE ITAÚNAS, PARQUE ESTADUAL TURÍSTICO DO ALTO DO RIBEIRA"",""RPPN Fazenda Sayonara"",""Não"",""Declinando"",""3 - Produção energética e mineração|3.2 - Mineração|3.2.3 - Extração de minérios - subsolo"","""",""Implementação de áreas protegidas, Plano de Ação Nacional (PAN), Plano de Redução de Impacto (PRIM), Proteção territorial"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação das Cavernas do Brasil, Plano de Ação Nacional para a Conservação das Espécies Endêmicas e Ameaçadas de Extinção da Fauna da Região do Baixo e Médio Xingu"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Elasmobranchii"",""Carcharhiniformes"",""Carcharhinidae"",""Carcharhinus"",""Carcharhinus signatus"",""Carcharhinus signatus"",""(Poey, 1868)"",""cação-noturno, machote, tubarão-azeiteiro, tubarão-toninha"",""Tubarões e Raias"",""11/2017"",""Em Perigo"","""",""A4bd"",""Carcharhinus signatus é uma espécie semi-oceânica e endêmica do oceano Atlântico que distribui-se, possivelmente, de forma contínua ao longo da costa brasileira. Não há dados populacionais exclusivos para C. signatus no Brasil, mas o acompanhamento de desembarques da categoria “machote” em Santa Catarina, na qual a espécie é agrupada com C. falciformis, indicou declínios da ordem de 94,9% na proporção desembarcada de elasmobrânquios pela pesca industrial de espinhel pelágico entre 2000 e 2010. Entre 1997 e 2008 dados do Banco Nacional de Dados sobre Atuns e Afins (BNDA) apontaram um declínio da ordem de 96% para os tubaões do gênero Carcharhinus onde C. signatus representa parcela significativa na costa brasileira e bancos e cadeias oceânicas. A exploração de áreas críticas tanto no sul como no nordeste do Brasil tem contribuído para a redução populacional da espécie. A avaliação específica destes tubarões fica comprometida no Brasil por serem agrupados em uma única categoria na estatística pesqueira. Porém, não há dúvida que atualmente as capturas da espécie representem uma pequena fração das que ocorriam no passado e que o declínio deve ser continuado em função da pesca não ter cessado. Infere-se que sua subpopulação brasileira apresente declínio de pelo menos 50%, considerando que inclui o período de três gerações equivalente a 46 anos, envolvendo o passado e o futuro. Por isso, C. signatus foi categorizada como Em Perigo (EN) sob o critério A4bd."",""Não"",""Sim"",""Bahia, Ceará, Espírito Santo, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe"",""|Nordeste|Sudeste|Sul|"",""Sistema Costeiro-Marinho"","""",""PARNA Marinho de Fernando de Noronha, REBIO Atol das Rocas"","""","""",""Sim"",""Declinando"",""5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.2 - Captura intencional - larga escala|5.4.2.8 - Espinhel|5.4.2.8.1 - Espinhel de superfície 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.3 - Captura intencional - comércio internacional 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.6 - Captura indireta - larga escala|5.4.6.6 - Arrasto 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.6 - Captura indireta - larga escala|5.4.6.7 - Emalhe"",""13 - Outros bens de consumo 1 - Alimentação humana 1 - Alimentação humana|1.6 - Pesca - comércio internacional 1 - Alimentação humana|1.7 - Pesca artesanal 1 - Alimentação humana|1.7 - Pesca artesanal|1.7.3 - Aparelho com anzol 1 - Alimentação humana|1.8 - Pesca industrial 1 - Alimentação humana|1.8 - Pesca industrial|1.8.8 - Espinhel"",""Conscientização/comunicação, Controle e fiscalização, Educação e comunicação, Identificação de novas áreas protegidas, Legislação, Manejo/ordenamento de caça/pesca, Plano de Ação Nacional (PAN), Proteção de recursos/habitat"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação dos Elasmobrânquios Ameaçados de Extinção"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022, CITES - Anexo II"","""",""38 , 600""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Elasmobranchii"",""Lamniformes"",""Alopiidae"",""Alopias"",""Alopias superciliosus"",""Alopias superciliosus"",""Lowe, 1841"",""tubarão-rabudo, tubarão-raposa, tubarão-raposa-olhudo"",""Tubarões e Raias"",""11/2017"",""Em Perigo"","""",""A4d"",""Alopias superciliosus é um tubarão de distribuição circunglobal e altamente migratório, que ocupa regiões oceânicas e costeiras em águas tropicais e temperadas. Em avaliação ecológica de risco realizada em 2008, pela Comissão Internacional para Conservação dos Atuns do Atlântico (ICCAT), foi classificado como a espécie de tubarão mais vulnerável à pesca oceânica. Como consequência, em 2009 o Comitê Permanente de Pesquisa e Estatística da ICCAT (SCRS) recomendou a proibição da retenção e do desembarque da espécie em todo o oceano Atlântico. No Atlântico Sul, é observado um declínio populacional e sua frequência é cada vez menor nas pescarias. No Brasil, a espécie era frequentemente desembarcada pela frota de espinhel de superfície entre as décadas de 1990 e 2000. Entretanto, a partir desse período registro dessa espécie tornou-se raro atribuído a diminuição de sua população. Os poucos dados quantitativos dependentes do contexto (inconstância na forma de reportar os dados, mudanças nos petrechos da frota e descartes) que existem não permitem uma avaliação precisa de tendência populacional. Entretanto suspeita-se um declínio populacional maior que 50% em uma janela temporal que inclui o período de três gerações (47 anos) desde o final da década de 1970, incluindo o futuro. Por isso, A. superciliosus foi categorizada como Em Perigo (EN), pelo critério A4d."",""Não"",""Sim"",""Alagoas, Amapá, Bahia, Ceará, Espírito Santo, Maranhão, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe"",""|Nordeste|Norte|Sudeste|Sul|"",""Sistema Costeiro-Marinho"","""",""APA do Arquipélago de Trindade e Martim Vaz, MONA do Arquipélago de Trindade e Martim Vaz e Monte Columbia, PARNA Marinho de Fernando de Noronha"","""","""",""Sim"",""Declinando"",""5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.6 - Captura indireta - larga escala|5.4.6.6 - Arrasto 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.6 - Captura indireta - larga escala|5.4.6.7 - Emalhe 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.6 - Captura indireta - larga escala|5.4.6.8 - Espinhel"",""1 - Alimentação humana|1.7 - Pesca artesanal 1 - Alimentação humana|1.8 - Pesca industrial 4 - Caça/pesca esportiva"",""Legislação, Outra, Plano de Ação Nacional (PAN), Proteção de recursos/habitat"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação dos Elasmobrânquios Ameaçados de Extinção"",""CITES - Anexo II, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""50 , 500""";;;;;; "Animalia,""Arthropoda"",""Malacostraca"",""Decapoda"",""Aeglidae"",""Aegla"",""Aegla microphthalma"",""Aegla microphthalma"",""Bond-Buckup & Buckup, 1994"","""",""Invertebrados de Água Doce"",""05/2018"",""Criticamente em Perigo"",""Não"",""B2ab(iii,v)"",""Aegla microphtalma é conhecida apenas da localidade-tipo, a Caverna Santana no Parque Estadual Turístico do Alto Ribeira, estado de São Paulo, possuindo reduzida área de ocupação (0,02272 km²). Foi observado um forte declínio populacional nos últimos 40 anos. Seu habitat é caracterizado por ser um ambiente singular (habitat subterrâneo), frágil e com comunidade animal fortemente dependente de aporte de nutrientes de origem externa (meio epígeo). A degradação ambiental na região causada pela exploração de minério continua ocorrendo de forma clandestina, afetando as drenagens da região. Expedições recentes registraram a espécie muito raramente. Considerando uma localização, a espécie foi categorizada como Criticamente em Perigo pelo critério B2ab(iii,v)."",""Sim"",""Sim"",""São Paulo"",""|Sudeste|"",""Mata Atlântica"",""Sub-bacia Litoral RJ SP"","""",""PARQUE ESTADUAL TURÍSTICO DO ALTO DO RIBEIRA"","""",""Não"",""Declinando"",""3 - Produção energética e mineração|3.2 - Mineração|3.2.3 - Extração de minérios - subsolo 6 - Distúrbios humanos|6.1 - Atividades recreacionais/turísticas 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.3 - Outras modificações nos ecossistemas 8 - Espécies invasoras problemáticas e doenças|8.2 - Espécies domésticas|8.2.1 - Competidores 8 - Espécies invasoras problemáticas e doenças|8.2 - Espécies domésticas|8.2.2 - Predadores 9 - Poluição|9.2 - Industrial|9.2.2 - Infiltraçao oriunda de mineração 9 - Poluição|9.2 - Industrial|9.2.3 - Contaminação por metais pesados"",""15 - Pesquisa"",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação das Cavernas do Brasil"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Elasmobranchii"",""Carcharhiniformes"",""Sphyrnidae"",""Sphyrna"",""Sphyrna lewini"",""Sphyrna lewini"",""(Griffith & Smith, 1834)"","""",""Tubarões e Raias"",""11/2017"",""Criticamente em Perigo"",""Não"",""A4bd"",""Sphyrna lewini possui distribuição circunglobal, em regiões temperadas e tropicais, entre 40°N e 40°S. No sul e sudeste do Brasil, onde ocorre a maior abundância de S. lewini no país, foram registradas diminuições na CPUE (captura por unidade de esforço) das pescarias de emalhe-de-fundo e de espinhel-de-superfície, da ordem de mais de 90%. Além disto, a pesca com rede de emalhe de deriva oceânico de superfície (malhão), modalidade proibida a partir de 2012, ainda continua sendo praticada de forma ilegal e representa relevante impacto sobre a espécie. O principal fator de ameaça é a intensa e continua atividade pesqueira exercida nas três áreas criticas da população: o berçário costeiro onde ocorrem os neonatos, a plataforma continental onde ocorrem os jovens, e no talude superior onde fêmeas grávidas no termo se concentram antes de migrarem para realizar o parto, ou seja, o hábito gregário da espécie a torna vulnerável à captura. Considerando que grande parte da biomassa de S. lewini ocorre na região sudeste e sul do Brasil, e a menor incidência na região nordeste e norte, infere-se declínios do tamanho populacional acima de 80%, em uma janela de 76,5 anos (equivalente a três gerações) a partir de 1962. Assim, a espécie foi categorizada como Criticamente em Perigo (CR) pelos critérios A4bd."",""Não"",""Sim"",""Alagoas, Amapá, Bahia, Ceará, Espírito Santo, Maranhão, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe"",""|Nordeste|Norte|Sudeste|Sul|"",""Sistema Costeiro-Marinho"","""",""APA Baleia Franca, APA Costa dos Corais, APA do Arquipelago Sao Pedro e Sao Paulo, APA Fernando de Noronha, ESEC Tupinambás, PARNA do Cabo Orange, PARNA Marinho de Fernando de Noronha, PARNA Marinho dos Abrolhos, REBIO Marinha do Arvoredo, RESEX Cururupu, RESEX da Baia do Tubarao, REVIS Arquipélago de Alcatrazes"",""APA MARINHA DO LITORAL CENTRO, APA MARINHA DO LITORAL NORTE, ÁREA DE PROTEçãO AMBIENTAL DAS REENTRâNCIAS MARANHENSES, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL PLATAFORMA CONTINENTAL DO LITORAL NORTE"","""",""Sim"",""Declinando"",""5 - Uso de recursos biológicos|5.1 - Caça e captura de animais terrestres ou marinhos|5.1.1 - Caça/captura intencional (a espécie é o alvo)|5.1.1.4 - Esportiva 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.2 - Captura intencional - larga escala|5.4.2.8 - Espinhel 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.3 - Captura intencional - comércio internacional 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.5 - Captura indireta - subsistência/pequena escala|5.4.5.3 - Aparelho com anzol|5.4.5.3.5 - Linha de fundo e linha de mão 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.5 - Captura indireta - subsistência/pequena escala|5.4.5.6 - Arrasto 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.5 - Captura indireta - subsistência/pequena escala|5.4.5.7 - Emalhe 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.6 - Captura indireta - larga escala|5.4.6.6 - Arrasto 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.6 - Captura indireta - larga escala|5.4.6.7 - Emalhe 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.6 - Captura indireta - larga escala|5.4.6.8 - Espinhel 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.3 - Outras modificações nos ecossistemas"",""1 - Alimentação humana 1 - Alimentação humana|1.7 - Pesca artesanal 1 - Alimentação humana|1.8 - Pesca industrial"",""Controle e fiscalização, Manejo de comércio, Manejo/ordenamento de caça/pesca, Plano de Ação Nacional (PAN), Proteção de locais/áreas"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação dos Elasmobrânquios Ameaçados de Extinção"",""Comissão Internacional para a Conservação do Atum do Atlântico - ICCAT, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022, CITES - Anexo II"","""",""3000""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Elasmobranchii"",""Carcharhiniformes"",""Sphyrnidae"",""Sphyrna"",""Sphyrna mokarran"",""Sphyrna mokarran"",""(Rüppell, 1837)"",""cambeva, panã, tubarão martelo-grande"",""Tubarões e Raias"",""11/2017"",""Criticamente em Perigo"",""Não"",""A4bcd"",""Sphyrna mokarran é um grande tubarão-martelo tropical e sub-tropical, amplamente distribuído. É altamente valorizado por suas barbatanas, sofre mortalidade muito elevada como captura incidental e se reproduz apenas uma vez a cada dois anos, tornando-se vulnerável à sobre-exploração e depleção da população. Geralmente considerado como solitário, é, portanto improvável que seja abundante onde quer que ocorra. Estudos no Brasil indicam que o grupo “martelos”, constituído pelo menos por três espécies do gênero, quando analisados conjuntamente, apresentam níveis decrescentes de abundância estimada. Dois conjuntos de séries temporais de dados (diários de bordo de pelágicos, levantamento de grandes pelágicos) têm mostrado um declínio na captura de espécies de Sphyrna desde 1979. Em ambientes costeiros, a qualidade do seu habitat tem diminuído por impactos antrópicos, atingindo áreas de parto e berçário da espécie. É um dos maiores tubarões existentes, podendo atingir 6,1 m, com alto valor comercial no Brasil e cujas ameaças não cessaram. Dada a sua vulnerabilidade à pesca, a baixa sobrevivência à captura, seu alto valor para o comércio de barbatanas, a redução observada nos registros da espécie ao longo de sua distribuição e da degradação do habitat, infere-se um declínio populacional de pelo menos 80%, em uma janela de 76,5 anos (equivalente a três gerações) no passado e no futuro, a partir de 1979. Assim, a espécie foi categorizada como Criticamente em Perigo (CR) pelos critérios A4bcd."",""Não"",""Sim"",""Alagoas, Amapá, Bahia, Ceará, Maranhão, Pará, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Sergipe"",""|Nordeste|Norte|Sudeste|"",""Sistema Costeiro-Marinho"","""",""APA Costa dos Corais, PARNA do Cabo Orange, PARNA Marinho de Fernando de Noronha, PARNA Marinho dos Abrolhos, RESEX Cururupu"",""ÁREA DE PROTEçãO AMBIENTAL DAS REENTRâNCIAS MARANHENSES"","""",""Sim"",""Declinando"",""5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.2 - Captura intencional - larga escala|5.4.2.2 - Linha de mão 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.2 - Captura intencional - larga escala|5.4.2.6 - Arrasto 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.2 - Captura intencional - larga escala|5.4.2.7 - Emalhe 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.2 - Captura intencional - larga escala|5.4.2.8 - Espinhel 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.3 - Captura intencional - comércio internacional 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.5 - Captura indireta - subsistência/pequena escala|5.4.5.6 - Arrasto 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.5 - Captura indireta - subsistência/pequena escala|5.4.5.7 - Emalhe 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.6 - Captura indireta - larga escala|5.4.6.6 - Arrasto 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.6 - Captura indireta - larga escala|5.4.6.7 - Emalhe 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.6 - Captura indireta - larga escala|5.4.6.8 - Espinhel|5.4.6.8.1 - Espinhel de superfície 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.3 - Outras modificações nos ecossistemas 9 - Poluição"",""1 - Alimentação humana|1.7 - Pesca artesanal|1.7.6 - Arrasto 1 - Alimentação humana|1.7 - Pesca artesanal|1.7.7 - Emalhe 1 - Alimentação humana|1.8 - Pesca industrial|1.8.2 - Linha de mão 1 - Alimentação humana|1.8 - Pesca industrial|1.8.6 - Arrasto 1 - Alimentação humana|1.8 - Pesca industrial|1.8.7 - Emalhe 1 - Alimentação humana|1.8 - Pesca industrial|1.8.8 - Espinhel"",""Legislação e política, Manejo de espécies, Plano de Ação Nacional (PAN), Proteção de locais/áreas"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação dos Elasmobrânquios Ameaçados de Extinção"",""CITES - Anexo II, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""0 , 80""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Elasmobranchii"",""Carcharhiniformes"",""Triakidae"",""Mustelus"",""Mustelus fasciatus"",""Mustelus fasciatus"",""(Garman, 1913)"",""cação-listrado, cação-malhado"",""Tubarões e Raias"",""11/2017"",""Criticamente em Perigo"",""Não"",""A2bcd"",""Mustelus fasciatus é um pequeno tubarão costeiro, endêmico de uma área restrita do Atlântico Sul ocidental, ocorrendo historicamente de Santa Catarina à Argentina. A área de distribuição dos neonatos de Mustelus fasciatus sofreu redução de 90% entre as décadas de 1980 e 2000. Para os adultos, uma redução de pelo menos 95% da abundância no Brasil foi inferida com base em registros de CPUE (captura por unidade de esforço) de pesca científica e desembarques comerciais desde a década de 1980. Redução semelhante da população foi observada na Argentina e no Uruguai, na década 1990. No Brasil, o fator causal do declínio é a pesca demersal, principalmente de arrasto e de emalhe na plataforma continental. Estas pescarias ainda continuam, sendo o esforço de pesca mantido ou aumentado entre as décadas de 1980 e 2010. Face aos declínios constatados nas abundâncias relativas e redução da extensão de ocorrência, suspeita-se que uma redução maior que 80% no tamanho populacional em um período que compreende três tempos geracionais (30 anos) no passado. Por esta razão, Mustelus fasciatus foi categorizada como Criticamente em Perigo (CR), sob o critério A2bcd."",""Não"",""Sim"","""",""||"",""Sistema Costeiro-Marinho"","""",""APA Baleia Franca, PARNA da Lagoa do Peixe"","""","""",""Sim"",""Declinando"",""5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.5 - Captura indireta - subsistência/pequena escala|5.4.5.6 - Arrasto 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.5 - Captura indireta - subsistência/pequena escala|5.4.5.7 - Emalhe 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.6 - Captura indireta - larga escala|5.4.6.6 - Arrasto 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.6 - Captura indireta - larga escala|5.4.6.7 - Emalhe 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.6 - Captura indireta - larga escala|5.4.6.8 - Espinhel|5.4.6.8.1 - Espinhel de superfície"",""1 - Alimentação humana 1 - Alimentação humana|1.7 - Pesca artesanal 1 - Alimentação humana|1.7 - Pesca artesanal|1.7.6 - Arrasto 1 - Alimentação humana|1.7 - Pesca artesanal|1.7.7 - Emalhe 1 - Alimentação humana|1.8 - Pesca industrial 1 - Alimentação humana|1.8 - Pesca industrial|1.8.6 - Arrasto 1 - Alimentação humana|1.8 - Pesca industrial|1.8.7 - Emalhe"",""Plano de Ação Nacional (PAN), Proteção de locais/áreas"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação dos Elasmobrânquios Ameaçados de Extinção"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""50 , 150""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Elasmobranchii"",""Carcharhiniformes"",""Triakidae"",""Mustelus"",""Mustelus schmitti"",""Mustelus schmitti"",""Springer, 1939"","""",""Tubarões e Raias"",""11/2017"",""Criticamente em Perigo"",""Não"",""A2bd"",""Mustelus schmitti distribui-se no Atlântico Sul ocidental, desde o sul da Patagônia até o Rio de Janeiro. No início da década de 1990, já haviam estimativas de redução nas abundâncias relativas da espécie entorno de 85%. Sobre a população assim reduzida, já capturada por diversas modalidades, dentre elas o arrasto-de-fundo industrial e pescarias de beira de praia, como o arrastão e calão, desenvolveu-se uma nova pescaria com rede de emalhe-de-fundo, que continua intensa até hoje. Dados de pescas científicas indicam que entre 1972 a 2002 ocorreu uma redução nas capturas por unidade de esforço (CPUE) de cerca de 90%. Este declínio da biomassa provavelmente é uma subestimação da redução da abundância dos adultos. Dados do período 1997-2017 estimam uma redução de 80% do número de indivíduos desembarcados pela pesca de arrasto de fundo no Porto de Itajaí/Navegantes-SC. Em vista dos declínios observados em sua abundância relativa desde a década de 1980, que inclui um período de três gerações (39 anos), infere-se uma redução no tamanho populacional em mais de 80%. Sendo assim, M. schmitti foi categorizada como Criticamente em Perigo (CR), sob o critério A2bd."",""Não"",""Sim"",""Santa Catarina"",""|Sul|"",""Sistema Costeiro-Marinho"","""",""APA Baleia Franca"","""","""",""Sim"",""Declinando"",""5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.1 - Captura intencional - subsistência/pequena escala|5.4.1.6 - Arrasto|5.4.1.6.3 - Arrasto de praia 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.1 - Captura intencional - subsistência/pequena escala|5.4.1.7 - Emalhe|5.4.1.7.1 - Emalhe de fundo 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.1 - Captura intencional - subsistência/pequena escala|5.4.1.7 - Emalhe|5.4.1.7.2 - Emalhe de superfície 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.2 - Captura intencional - larga escala|5.4.2.6 - Arrasto|5.4.2.6.1 - Arrasto simples 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.2 - Captura intencional - larga escala|5.4.2.6 - Arrasto|5.4.2.6.2 - Arrasto duplo 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.2 - Captura intencional - larga escala|5.4.2.7 - Emalhe 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.5 - Captura indireta - subsistência/pequena escala|5.4.5.6 - Arrasto|5.4.5.6.2 - Arrasto duplo 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.5 - Captura indireta - subsistência/pequena escala|5.4.5.6 - Arrasto|5.4.5.6.3 - Arrasto de praia 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.5 - Captura indireta - subsistência/pequena escala|5.4.5.7 - Emalhe|5.4.5.7.1 - Emalhe de fundo 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.6 - Captura indireta - larga escala|5.4.6.6 - Arrasto|5.4.6.6.1 - Arrasto simples 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.6 - Captura indireta - larga escala|5.4.6.6 - Arrasto|5.4.6.6.2 - Arrasto duplo 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.6 - Captura indireta - larga escala|5.4.6.6 - Arrasto|5.4.6.6.3 - Arrasto de parelha 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.6 - Captura indireta - larga escala|5.4.6.7 - Emalhe|5.4.6.7.1 - Emalhe de fundo"",""1 - Alimentação humana|1.7 - Pesca artesanal 1 - Alimentação humana|1.8 - Pesca industrial 1 - Alimentação humana|1.8 - Pesca industrial|1.8.6 - Arrasto 1 - Alimentação humana|1.8 - Pesca industrial|1.8.7 - Emalhe"",""Criação de áreas protegidas, Implementação de corredores, Manejo/ordenamento de caça/pesca, Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação dos Elasmobrânquios Ameaçados de Extinção"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""20 , 200""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Mammalia"",""Cetartiodactyla"",""Cervidae"",""Ozotoceros"",""Ozotoceros bezoarticus bezoarticus"",""Ozotoceros bezoarticus bezoarticus"",""(Linnaeus, 1758)"",""Veado-campeiro"; Veado-branco;" Veado-galheiro"",""Mamíferos"","""",""Vulnerável"","""",""A2c"",""Ozotoceros bezoarticus bezoarticus é uma subespécie que depende da boa qualidade das fitofisionomias abertas do Cerrado e Pampa e vem sofrendo declínio populacional acentuado. As principais ameaças a essa subespécie são a perda de habitat e a caça ilegal, mas também sofre impactos negativos causados por doenças, interações com espécies exóticas invasoras e domésticas, e degradação dos habitats dentro e fora de UCs. Em função da rápida e continuada supressão da vegetação do Cerrado, suspeita-se redução populacional de, ao menos, 30% nos últimos 15 anos (3 gerações) baseado em declínio na área de ocupação, extensão de ocorrência e/ou qualidade do habitat. Por essas razões, O. b. bezoarticus foi categorizada como Vulnerável (VU) pelo critério A2c."",""Sim"",""Sim"",""Bahia, Distrito Federal, Goiás, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Tocantins"",""|Centro-Oeste|Nordeste|Norte|Sudeste|"",""Amazônia, Caatinga, Cerrado, Pampa"",""Sub-bacia Araguaia Sub-bacia Paraguai 02 Sub-bacia Paranaíba Sub-bacia Paraná RH1 Sub-bacia São Francisco Alto Sub-bacia São Francisco Médio Sub-bacia Tocantins Alto"",""APA do Morro da Pedreira, PARNA Araguaia, PARNA da Chapada dos Veadeiros, PARNA das Emas, PARNA da Serra da Canastra, PARNA da Serra do Cipó, PARNA de Brasília, PARNA Grande Sertão Veredas"",""FLORESTA ESTADUAL DO ARAGUAIA, PARQUE ESTADUAL DAS NASCENTES DO RIO TAQUARI"","""",""Não"",""Declinando"",""1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.1 - Expansão urbana 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.1 - Culturas anuais e perenes não-madeireiras|2.1.4 - Agricultura de escala desconhecida 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.2 - Silvicultura|2.2.3 - Plantações em escala desconhecida 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.3 - Pecuária|2.3.4 - Pecuária em escala desconhecida 5 - Uso de recursos biológicos|5.1 - Caça e captura de animais terrestres ou marinhos|5.1.1 - Caça/captura intencional (a espécie é o alvo)|5.1.1.1 - Uso de subsistência/escambo local 5 - Uso de recursos biológicos|5.1 - Caça e captura de animais terrestres ou marinhos|5.1.1 - Caça/captura intencional (a espécie é o alvo)|5.1.1.4 - Esportiva 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.1 - Incêndios e supressão de incêndios|7.1.1 - Aumento da frequência/intensidade de incêndios 8 - Espécies invasoras problemáticas e doenças|8.1 - Espécies exóticas 8 - Espécies invasoras problemáticas e doenças|8.2 - Espécies domésticas 8 - Espécies invasoras problemáticas e doenças|8.5 - Doenças provocadas por vírus ou príons|8.5.2 - Espécie conhecida (Doença) 8 - Espécies invasoras problemáticas e doenças|8.6 - Doenças bacterianas"",""16 - Outro 1 - Alimentação humana 1 - Alimentação humana|1.1 - Caça de subsistência"",""Conservação ex-situ, Controle de doenças, patógenos e parasitas, Controle e fiscalização, Criação de áreas protegidas, Educação e comunicação, Outra, Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação dos Cervídeos Ameaçados de Extinção, Plano de Ação Nacional para a Conservação dos Ungulados"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;; "Animalia,""Chordata"",""Elasmobranchii"",""Squatiniformes"",""Squatinidae"",""Squatina"",""Squatina argentina"",""Squatina argentina"",""(Marini, 1930)"",""cação-anjo-de-asa-longa, tubarão-anjo-argentino"",""Tubarões e Raias"",""11/2017"",""Criticamente em Perigo"",""Não"",""A2bd"",""Squatina argentina é endêmica do Atlântico Sul ocidental. No Brasil, há registros da espécie desde o Rio de Janeiro até o Rio Grande do Sul. Foram registradas reduções de 96% nas abundâncias relativas de Squatina argentina desde o ano de 1986 em sua área de distribuição no sul do Brasil. Provavelmente isto é uma subestimação do declínio do tamanho populacional, que deve ter ocorrido nos mesmos patamares para outras áreas de sua distribuição. Embora sua captura esteja proibida, as pescarias com redes de arrasto e emalhe permanecem como a principal ameaça sobre a espécie, pois continuam a operar sobre sua área de distribuição. A espécie é de longa vida e possui baixo potencial reprodutivo. Possivelmente existe entrada de indivíduos por dispersão de países vizinhos, mas com intensidade insuficiente para manter a abundância da população regional quando esta sofre um forte impacto da pesca. Em função dos declínios nas abundâncias relativas observadas, suspeita-se um declínio no tamanho populacional de mais de 80%, em uma janela temporal no passado que inclui três gerações (48 anos), categorizando S. argentina como Criticamente Em Perigo (CR), sob os critérios A2bd."",""Não"",""Sim"","""",""||"",""Sistema Costeiro-Marinho"","""",""APA Baleia Franca, REBIO Marinha do Arvoredo"","""","""",""Sim"",""Declinando"",""11 - Mudanças e extremos climáticos|11.1 - Mudança/alteração de habitat 1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.1 - Expansão urbana 1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.2 - Áreas comerciais e industriais 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.2 - Captura intencional - larga escala|5.4.2.6 - Arrasto|5.4.2.6.1 - Arrasto simples 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.2 - Captura intencional - larga escala|5.4.2.6 - Arrasto|5.4.2.6.2 - Arrasto duplo 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.2 - Captura intencional - larga escala|5.4.2.6 - Arrasto|5.4.2.6.3 - Arrasto de parelha 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.2 - Captura intencional - larga escala|5.4.2.7 - Emalhe|5.4.2.7.1 - Emalhe de fundo 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.6 - Captura indireta - larga escala|5.4.6.6 - Arrasto|5.4.6.6.1 - Arrasto simples 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.6 - Captura indireta - larga escala|5.4.6.6 - Arrasto|5.4.6.6.2 - Arrasto duplo 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.6 - Captura indireta - larga escala|5.4.6.6 - Arrasto|5.4.6.6.3 - Arrasto de parelha"",""1 - Alimentação humana 1 - Alimentação humana|1.8 - Pesca industrial 1 - Alimentação humana|1.8 - Pesca industrial|1.8.6 - Arrasto 1 - Alimentação humana|1.8 - Pesca industrial|1.8.7 - Emalhe"",""Criação de áreas protegidas, Plano de Ação Nacional (PAN), Proteção de locais/áreas"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação dos Elasmobrânquios Ameaçados de Extinção"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""20 , 437""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Elasmobranchii"",""Carcharhiniformes"",""Carcharhinidae"",""Carcharhinus"",""Carcharhinus falciformis"",""Carcharhinus falciformis"",""(Müller & Henle, 1839)"",""cação-baia, cação-em-cima-d’água, cação-sedoso, focinhudo, negrinho, tubarão-lombo-preto"",""Tubarões e Raias"","""",""Criticamente em Perigo"",""Não"",""A4bd"",""Carcharhinus falciformis é um tubarão associado a ilhas e bancos oceânicos, sendo mais abundante em zona pelágica, encontrado ao redor do mundo em águas equatorias e tropicais. É espécie comumente capturada em pescarias com espinhéis pelágicos. Atualmente indivíduos adultos são praticamente ausentes nas pescarias e as taxas de capturas são muito baixas. Assim como em outros grandes tubarões, a história de vida conservativa confere a esta espécie uma resiliência muito baixa. O tempo geracional foi calculado em 15 anos e foi estimado um declínio populacional de 86% entre os anos de 1979 e 2007. Assumindo-se que a pressão pesqueira será mantida, se não aumentada, aliada à ausência de dados de estatística pesqueira entre 2008 e 2016, inferiu-se uma redução populacional de pelo menos 80%, no período de 1979 a 2024, baseando-se em um índice de abundância apropriado para o táxon e nos níveis reais de exploração. Por isso, C. falciformis foi categorizada como Criticamente Em Perigo (CR), pelos critérios A4bd."",""Não"",""Não"",""Alagoas, Amapá, Bahia, Ceará, Espírito Santo, Maranhão, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe"",""|Nordeste|Norte|Sudeste|Sul|"",""Sistema Costeiro-Marinho"","""",""APA Costa dos Corais, APA do Arquipélago de Trindade e Martim Vaz, PARNA do Cabo Orange, PARNA Marinho de Fernando de Noronha, PARNA Marinho dos Abrolhos, RESEX Arraial do Cabo, RESEX Cururupu"",""APA MARINHA DO LITORAL CENTRO, ÁREA DE PROTEçãO AMBIENTAL DAS REENTRâNCIAS MARANHENSES"","""",""Sim"",""Declinando"",""5 - Uso de recursos biológicos|5.1 - Caça e captura de animais terrestres ou marinhos|5.1.1 - Caça/captura intencional (a espécie é o alvo)|5.1.1.4 - Esportiva 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.1 - Captura intencional - subsistência/pequena escala|5.4.1.3 - Aparelho com anzol|5.4.1.3.5 - Linha de fundo e linha de mão 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.2 - Captura intencional - larga escala|5.4.2.8 - Espinhel 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.3 - Captura intencional - comércio internacional 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.5 - Captura indireta - subsistência/pequena escala|5.4.5.7 - Emalhe|5.4.5.7.1 - Emalhe de fundo 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.5 - Captura indireta - subsistência/pequena escala|5.4.5.7 - Emalhe|5.4.5.7.2 - Emalhe de superfície 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.5 - Captura indireta - subsistência/pequena escala|5.4.5.7 - Emalhe|5.4.5.7.5 - Caçoeiro 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.5 - Captura indireta - subsistência/pequena escala|5.4.5.7 - Emalhe|5.4.5.7.6 - Feiticieira 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.6 - Captura indireta - larga escala|5.4.6.8 - Espinhel|5.4.6.8.1 - Espinhel de superfície"",""1 - Alimentação humana|1.6 - Pesca - comércio internacional 1 - Alimentação humana|1.7 - Pesca artesanal|1.7.3 - Aparelho com anzol 1 - Alimentação humana|1.8 - Pesca industrial|1.8.2 - Linha de mão 1 - Alimentação humana|1.8 - Pesca industrial|1.8.8 - Espinhel 1 - Alimentação humana|1.8 - Pesca industrial|1.8.8 - Espinhel|1.8.8.1 - Espinhel de superfície"",""Controle e fiscalização, Manejo/ordenamento de caça/pesca"","""",""CITES - Anexo II, Convenção sobre Espécies Migratórias – CMS, Memorandum of Understanding on the Conservation of Migratory Sharks - MoU"","""",""18 , 500""";;;;;; "Animalia,""Arthropoda"",""Entognatha"",""Poduromorpha"",""Hypogastruridae"",""Acherontides"",""Acherontides eleonorae"",""Acherontides eleonorae"",""Palacios-Vargas & Gnaspini-Netto, 1992"","""",""Invertebrados Terrestres"",""05/2018"",""Vulnerável"","""",""D2"",""Acherontides eleonorae é endêmica do Brasil, conhecida de algumas cavernas na região do Parque Estadual Turístico do Alto Ribeira, São Paulo. A espécie não é homogeneamente distribuída nas cavernas onde ocorre e está restrita a depósitos de guano de morcegos hematófagos. Desta forma, a área de ocupação é seguramente menor que 20km2. Algumas cavernas tem visitação, mas atualmente controlada e com plano de manejo, o que melhorou a condição ambiental nos últimos anos. No entanto, essa situação pode ser revertida em função de pressões para intensificar o uso turístico da região, o que representa uma ameaça concreta à espécie. Por isso, A. eleonorae foi categorizada como Vulnerável (VU) pelo critério D2."",""Sim"",""Sim"",""São Paulo"",""|Sudeste|"",""Mata Atlântica"",""Sub-bacia Litoral RJ SP"","""",""APA SERRA DO MAR, PARQUE ESTADUAL INTERVALES, PARQUE ESTADUAL TURÍSTICO DO ALTO DO RIBEIRA"","""",""Não"",""Desconhecida"",""6 - Distúrbios humanos 6 - Distúrbios humanos|6.1 - Atividades recreacionais/turísticas"",""15 - Pesquisa"",""Manejo de locais/áreas, Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação das Cavernas do Brasil"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Actinopterygii"",""Cyprinodontiformes"",""Rivulidae"",""Austrolebias"",""Austrolebias univentripinnis"","""",""Costa & Cheffe, 2005"",""Peixe-anual"",""Peixes Continentais"",""10/2011"",""Criticamente em Perigo"",""Não"",""B2ab(ii,iii)"",""Austrolebias univentripinnis foi descrita em 2006 e é registrada somente na várzea do baixo curso do rio Jaguarão, estado do Rio Grande do Sul, Brasil. São conhecidas apenas cinco subpopulações isoladas (a), sendo que as regiões de ocorrência e entorno foram amplamente exploradas por campanhas de coletas desde 2004. As poças em que ocorrem são pequenas, com área inferior a 1000 m², portanto, sua Área de Ocupação (AOO) é menor que 10 km² (CR B2). A principal ameaça à espécie é o cultivo do arroz, visto que todas as áreas encontram-se fortemente alteradas por esta atividade. Outras ameaças são dadas pela expansão das áreas urbanas e em menor grau pela pecuária, presente em todos os charcos. Portanto, a espécie foi categorizada como Criticamente em Perigo (CR) pelo critério B2ab(ii,iii)."",""Sim"",""Não"",""Rio Grande do Sul"",""|Sul|"",""Pampa"",""Sub-bacia Litoral RS"","""","""","""",""Desconhecido"",""Desconhecida"","""","""","""","""","""","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Actinopterygii"",""Characiformes"",""Bryconidae"",""Brycon"",""Brycon insignis"",""Brycon insignis"",""Steindachner, 1877"",""Piabanha"",""Peixes Continentais"",""11/2018"",""Em Perigo"","""",""B2 ab(iii,iv)"",""Brycon insignis é endêmica do Brasil, com distribuição nas bacias dos rios Itabapoana e Paraíba do Sul, nos estados de Espírito Santo, Minas Gerais, Rio de Janeiro e São Paulo. A construção de vários empreendimentos hidrelétricos promoveu uma severa fragmentação da sua distribuição geográfica (a). Não há registros atuais da ocorrência de subpopulações silvestres bem estabelecidas de piabanha na parte paulista da bacia do rio Paraíba do Sul (biv), onde até a década de 1950 era bastante abundante. Atualmente, subpopulações naturais ocorrem no trecho fluminense do Paraíba do Sul e em seus tributários, no sistema da lagoa Feia, no rio Itabapoana, na divisa entre o Rio de Janeiro e Espírito Santo, e no rio São João, na área costeira do Rio de Janeiro. Os trechos livres de represamentos nos rios em que ainda há registro da espécie somam 425 km². Contudo, pelo método de grid preconizado pela IUCN para calcular área de ocupação (AOO), foram considerados 30 registros que resultaram em uma AOO igual a 120 km2. As principais ameaças decorrem da degradação de seu habitat, desmatamento, poluição, introdução de espécies alóctones (ex. Salminus brasiliensis) e construção de hidrelétricas (biii) que acarretam declínio da extensão e qualidade do habitat. Dessa forma, Brycon insignis foi categorizada como Em Perigo (EN) pelo critério B2ab(iii,iv)."",""Sim"",""Sim"",""Espírito Santo, Minas Gerais, Rio de Janeiro, São Paulo"",""|Sudeste|"",""Mata Atlântica"",""Sub-bacia Doce Sub-bacia Litoral ES Sub-bacia Litoral RJ Sub-bacia Paraíba do Sul Sub-bacia Tietê"",""APA Bacia do Rio Paraíba do Sul, APA Bacia do Rio São João/Mico-Leão-Dourado, REBIO de Poço das Antas"","""","""",""Sim"",""Declinando"",""1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.1 - Expansão urbana 1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.2 - Áreas comerciais e industriais 3 - Produção energética e mineração|3.3 - Energia renovável|3.3.1 - Hidrelétricas 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.2 - Captura intencional - larga escala 8 - Espécies invasoras problemáticas e doenças|8.1 - Espécies exóticas|8.1.1 - Espécie conhecida|8.1.1.2 - Predadores 9 - Poluição|9.1 - Doméstica e urbana - escoamento de água|9.1.1 - Esgoto 9 - Poluição|9.1 - Doméstica e urbana - escoamento de água|9.1.2 - Escoamento urbano 9 - Poluição|9.2 - Industrial"",""1 - Alimentação humana"",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação das Espécies Aquáticas Ameaçadas de Extinção da Bacia do Rio Paraíba do Sul, Plano de Ação Nacional para a Conservação das Espécies Aquáticas Ameaçadas de Extinção da Bacia do Rio Paraíba do Sul - 2º ciclo"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Actinopterygii"",""Cyprinodontiformes"",""Rivulidae"",""Austrolebias"",""Austrolebias varzeae"",""Austrolebias varzeae"",""Costa, Reis & Behr, 2004"",""Peixe anual"",""Peixes Continentais"",""05/2019"",""Criticamente em Perigo"",""Não"",""B2ab(ii,iii)"",""Austrolebias varzeae é endêmica do Brasil e ocorre em duas localidades muito próximas entre si na bacia do rio Uruguai, município de Carazinho, estado do Rio Grande do Sul. A Área de Ocupação (AOO) calculada é de 4 km2. As duas localidades onde a espécie ocorre representam uma única localização, severamente fragmentada pelo cultivo de soja, sendo este o fator capaz de levar a espécie à extinção em curto prazo. Além disso, a espécie está sob declínio continuado da sua Área de Ocupação (AOO) e da qualidade de habitat. Portanto, Austrolebias varzeae foi categorizada como Criticamente em Perigo (CR) pelos critérios B2ab(ii,iii)."",""Sim"",""Sim"",""Rio Grande do Sul"",""|Sul|"",""Mata Atlântica"",""Sub-bacia Uruguai Alto"","""","""","""",""Não"",""Desconhecida"",""2 - Agropecuária e Aquacultura|2.1 - Culturas anuais e perenes não-madeireiras|2.1.4 - Agricultura de escala desconhecida 3 - Produção energética e mineração|3.3 - Energia renovável|3.3.1 - Hidrelétricas 8 - Espécies invasoras problemáticas e doenças|8.1 - Espécies exóticas|8.1.1 - Espécie conhecida|8.1.1.2 - Predadores"","""",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação dos Peixes Rivulídeos Ameaçados de Extinção - 2º ciclo"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Actinopterygii"",""Cyprinodontiformes"",""Rivulidae"",""Cynolebias"",""Cynolebias griseus"",""Cynolebias griseus"",""Costa, Lacerda & Brasil, 1990"",""killifish, Peixe anual, Peixe-das-nuvens"",""Peixes Continentais"",""05/2019"",""Em Perigo"","""",""B2ab(iii)"",""Cynolebias griseus é endêmica do Brasil e conhecida de dois registros, sendo um deles a localidade-tipo, num brejo temporário na várzea do rio Paranã, bacia do alto rio Tocantins, estado de Goiás, em área de Cerrado. Esse brejo, que está inserido em uma área de forte atividade agrícola, foi reduzido em 70% de sua área durante a pavimentação da rodovia Iaciara/Nova Roma (GO), mas é provável que a espécie ainda ocorra em outros ambientes alagáveis da região. Os dois registros conhecidos representam duas localizações, com área de ocupação (AOO) calculada em 8 km² e declínio continuado na qualidade do habitat devido a pavimentação e expansão da atividade agropecuária. Portanto, C. griseus foi categorizada como Em Perigo (EN) pelos critérios B2ab(iii)."",""Sim"",""Sim"",""Goiás"",""|Centro-Oeste|"",""Cerrado"",""Sub-bacia Tocantins Alto"","""","""","""",""Não"",""Declinando"",""2 - Agropecuária e Aquacultura|2.1 - Culturas anuais e perenes não-madeireiras|2.1.4 - Agricultura de escala desconhecida 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.3 - Pecuária|2.3.4 - Pecuária em escala desconhecida 4 - Transportes e serviços de transmissão|4.1 - Estradas e ferrovias 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.2 - Represas e uso de água|7.2.3 - Captação de água de superfície - uso na agricultura 9 - Poluição|9.3 - Agropecuária e florestal|9.3.2 - Erosão do solo/sedimentação"","""",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação dos Peixes Rivulídeos Ameaçados de Extinção, Plano de Ação Nacional para a Conservação dos Peixes Rivulídeos Ameaçados de Extinção - 2º ciclo"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Actinopterygii"",""Cyprinodontiformes"",""Rivulidae"",""Cynolebias"",""Cynolebias parnaibensis"",""Cynolebias parnaibensis"",""Costa, Ramos, Alexandre & Ramos, 2010"",""Peixe anual, Peixe de chuva"",""Peixes Continentais"",""05/2019"",""Criticamente em Perigo"",""Não"",""B2ab(ii,iii,iv)"",""Cynolebias parnaibensis é endêmica do Brasil e foi descrita de duas poças temporárias próximas à uma rodovia, entre os municípios de Conceição de Canindé e Jacobina do Piauí, estado do Piauí. Uma das poças foi completamente aterrada em 2010 e o asfaltamento da rodovia, em 2012, comprometeu parcialmente a localidade-tipo. Embora esforços de amostragem em toda a região tenham sido realizados de 2009 a 2014, a espécie foi somente encontrada em parte da localidade-tipo. A principal ameaça identificada à espécie é a destruição do hábitat pela atividade agropecuária. A área de ocupação (AOO) foi calculada em 4 km2, com uma localização e declínio continuado da área de ocupação, qualidade do hábitat e número de subpopulações em função do uso e ocupação do solo pelas atividades agropecuárias, acrescido do asfaltamento da estrada. Por isso, C. parnaibensis foi categorizada como Criticamente em Perigo (CR) pelos critérios B2ab(ii,iii,iv)."",""Sim"",""Sim"",""Piauí"",""|Nordeste|"",""Caatinga"",""Sub-bacia Parnaíba Médio"","""","""","""",""Não"",""Desconhecida"",""11 - Mudanças e extremos climáticos|11.1 - Mudança/alteração de habitat 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.1 - Culturas anuais e perenes não-madeireiras|2.1.4 - Agricultura de escala desconhecida 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.3 - Pecuária|2.3.4 - Pecuária em escala desconhecida 4 - Transportes e serviços de transmissão|4.1 - Estradas e ferrovias 6 - Distúrbios humanos|6.3 - Trabalho e outras atividades"","""","""","""",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Reptilia"",""Squamata"",""Dipsadidae"",""Philodryas"",""Philodryas livida"",""Philodryas livida"",""(Amaral, 1923)"",""Corre-Campo, Parelheira-do-Campo"",""Répteis"",""11/2019"",""Vulnerável"","""",""B2ab(ii,iii)"",""Philodryas livida ocorre no Brasil e Paraguai. No Brasil, existem registros nos estados de São Paulo, Goiás e Mato Grosso do Sul. Os únicos registros recentes (2000-2019) no Brasil concentram-se na região do Parque Nacional das Emas, sudoeste do estado de Goiás, e os registros nos estados do Mato Grosso do Sul e São Paulo são possivelmente históricos, sendo os últimos da década de 1970. Toda a região da distribuição da espécie é historicamente impactada pela conversão de áreas naturais em áreas de agricultura mecanizada, formação de pastagem e urbanização, com perda de vegetação natural acumulada ao longo de toda a extensão de ocorrência da espécie de 83,82%. Considerando toda a vegetação campestre remanescente - hábitat da espécie -, sua área de ocupação foi estimada em 1.016 km2. Sua população encontra-se severamente fragmentada e as áreas de ocorrência da espécie ainda estão sob forte pressão antrópica, principalmente pela expansão agrícola e pecuária, com perda e declínio continuado da qualidade do hábitat. Por essas razões, Philodryas livida foi categorizada como Vulnerável (VU) pelo critério B2ab(ii,iii)"",""Não"",""Sim"",""Goiás, Mato Grosso do Sul, São Paulo"",""|Centro-Oeste|Sudeste|"",""Cerrado, Pantanal"",""Sub-bacia Araguaia Sub-bacia Paraguai 01 Sub-bacia Paraguai 02 Sub-bacia Paranaíba Sub-bacia Paranapanema Sub-bacia Paraná RH1 Sub-bacia Tietê"",""PARNA das Emas"",""APA CORUMBATAí, BOTUCATU E TEJUPá PERIMETRO CORUMBATAí, ESTAçãO ECOLóGICA DE SANTA BáRBARA"",""RPPN Estância Santa Inês, RPPN Fazendinha"","""",""Declinando"",""2 - Agropecuária e Aquacultura|2.1 - Culturas anuais e perenes não-madeireiras|2.1.3 - Agricultura agro-industrial 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.2 - Silvicultura|2.2.2 - Plantações agro-industriais 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.3 - Pecuária|2.3.3 - Pecuária agro-industrial 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.1 - Incêndios e supressão de incêndios|7.1.1 - Aumento da frequência/intensidade de incêndios"","""",""Plano de Ação Nacional (PAN), Proteção de recursos/habitat"",""Plano de Ação Nacional para Conservação das Espécies Ameaçadas de Extinção da Ictiofauna, Herpetofauna e Primatas do Cerrado e Pantanal"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Actinopterygii"",""Cyprinodontiformes"",""Rivulidae"",""Hypsolebias"",""Hypsolebias hamadryades"","""",""Costa, Amorim & Mattos, 2018"",""Peixe anual"",""Peixes Continentais"",""05/2019"",""Criticamente em Perigo"",""Não"",""B2ab(iii)"",""Hypsolebias hamadryades é endêmica do Brasil e conhecida apenas de sua localidade-tipo, uma lagoa situada nas planícies do rio Gorutuba, na bacia do rio São Francisco, município de Janaúba, estado de Minas Gerais. Esforços de coleta no entorno da localidade-tipo não obtiveram sucesso em registrar a espécie que, aparentemente, só ocorre naquela lagoa. A principal ameaça é a destruição do hábitat pela expansão urbana da cidade de Janaúba. A área de ocupação (AOO) foi calculada em 4 km², com uma única localização e declínio continuado na qualidade do hábitat em decorrência do uso e ocupação do solo (rodovias, extração de argila e urbanização). Por isso, H. hamadryades foi categorizada como Criticamente em Perigo (CR) pelo critério B2ab(iii)."",""Sim"",""Sim"",""Minas Gerais"",""|Sudeste|"",""Cerrado"",""Sub-bacia São Francisco Médio"","""","""","""",""Não"",""Desconhecida"",""11 - Mudanças e extremos climáticos|11.1 - Mudança/alteração de habitat 1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.1 - Expansão urbana"",""3 - Animais de estimação/ornamentais"","""","""",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Actinopterygii"",""Cyprinodontiformes"",""Rivulidae"",""Hypsolebias"",""Hypsolebias splendissimus"","""",""Costa, 2018"",""Peixe anual"",""Peixes Continentais"",""05/2019"",""Vulnerável"","""",""D2"",""Hypsolebias splendissimus é endêmica do Brasil e conhecida apenas de sua localidade-tipo, uma lagoa temporária em uma área de planície localizada entre os rios Poço do Magro e Carnaíba de Dentro, trecho médio do rio São Francisco, município de Guanambi, no estado da Bahia. Esta localidade foi visitada em 2017, mas a lagoa havia sido inteiramente drenada e a espécie não foi encontrada. A área de ocupação (AOO) foi calculada em 4 km² e a expansão de atividades agropecuárias é uma ameaça potencial que pode levar a espécie à condição de Criticamente em Perigo ou à extinção em curto prazo. Por isso, H. splendissimus foi categorizada como Vulnerável (VU) pelo critério D2."",""Sim"",""Sim"",""Bahia"",""|Nordeste|"",""Caatinga"",""Sub-bacia São Francisco Médio"","""","""","""",""Não"",""Desconhecida"",""11 - Mudanças e extremos climáticos|11.1 - Mudança/alteração de habitat 2 - Agropecuária e Aquacultura"","""","""","""",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Mammalia"",""Primates"",""Callitrichidae"",""Callithrix"",""Callithrix flaviceps"","""",""(Thomas, 1903)"",""Sagui-da-serra, Sagui-da-serra-claro, Sagui-taquara"",""Mamíferos"",""08/2012"",""Em Perigo"","""",""C1+2a(i)"",""Callithrix flaviceps é endêmica da Mata Atlântica, tendo distribuição restrita e parapátrica com C. aurita e C. geoffroyi, que está ampliando sua área de ocupação e extensão de ocorrência e aumentando a competição e hibridação com C. flaviceps. Estes fatores somados à hibridação e competição com C. penicillata introduzidos e à perda e fragmentação de hábitat pelo avanço da pecuária e agricultura levaram a um declínio populacional estimado de pelo menos 20% em duas gerações. Considerando que a estimativa do número de indivíduos maduros foi menor que 2500 e que o número estimado de indivíduos maduros em cada subpopulação é menor que 250 em virtude da fragmentação severa, categorizou-se a espécie como Em Perigo (EN) pelos critérios C1 + C2a(i)."",""Sim"",""Não"",""Espírito Santo, Minas Gerais"",""|Sudeste|"",""Mata Atlântica"",""Sub-bacia Doce Sub-bacia Litoral ES"",""PARNA do Caparaó, REBIO Augusto Ruschi"","""",""RPPN Estação Biológica da Mata do Sossego, RPPN Feliciano Miguel Abdala, VALE DO SOL"",""Não"",""Declinando"",""1 - Desenvolvimento residencial e comercial 2 - Agropecuária e Aquacultura 3 - Produção energética e mineração 8 - Espécies invasoras problemáticas e doenças"","""",""Educação e comunicação, Manejo territorial, Proteção de locais/áreas"","""",""CITES - Anexo II"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Reptilia"",""Squamata"",""Viperidae"",""Bothrops"",""Bothrops alcatraz"","""",""Marques, Martins & Sazima, 2002"",""jararaca-de-alcatrazes"",""Répteis"",""04/2012"",""Criticamente em Perigo"",""Não"",""B1ab(iii)+2ab(iii)"",""Bothrops alcatraz é endêmica do Brasil, da Ilha dos Alcatrazes, próxima à costa do município de São Sebastião, litoral norte do estado de São Paulo. Sua extensão de ocorrência é de 1,72 km2 que equivale à área da ilha excluindo-se a porção do Oratório, e certamente sua área de ocupação é ainda menor, pois a espécie só ocorre na área florestada. A ilha foi considerada uma única localização, cuja principal ameaça à espécie são incêndios que causam a perda de habitat e propiciam o avanço da vegetação exótica invasora, causando também declínio continuado da área e da qualidade do habitat. Por essas razões, Bothrops alcatraz foi categorizada como Criticamente em Perigo (CR), pelo critério B1ab(iii)+2ab(iii)."",""Sim"",""Não"","""",""||"","""","""","""","""","""","""",""Desconhecida"",""6 - Distúrbios humanos|6.2 - Exercícios militares distúrbio civil guerra 8 - Espécies invasoras problemáticas e doenças|8.1 - Espécies exóticas|8.1.1 - Espécie conhecida"","""","""","""","""","""",""""";;;;;; "Animalia,""Arthropoda"",""Entognatha"",""Diplura"",""Campodeidae"",""Oncinocampa"",""Oncinocampa trajanoae"","""",""Condé, 1997"","""",""Invertebrados Terrestres"",""05/2018"",""Criticamente em Perigo"",""Não"",""B2ab(iii)"",""Oncinocampa trajanoae é endêmica do Brasil e tem distribuição restrita ao sistema Areias, composto pelas grutas das Areias I (Gruta Areias de Cima), Gruta das Areias II e Ressurgência das Areias de Água Quente, no Município de Iporanga/São Paulo. Parte do sistema está inserida no Parque Estadual Turístico do Alto Ribeira (PETAR). As cavernas da região são bem amostradas, mas a espécie não foi registrada em outras cavidades. A área de ocupação da espécie é restrita (menor do que 10km2). Embora parte do sistema esteja em uma área protegida em bom estado de conservação, as áreas de recarga estão fora da unidade de conservação e sofrem com aporte de poluentes, principalmente esgoto doméstico, descarte de água cinza e metais pesados decorrentes de mineração, provocando declínio da qualidade da água. Esses impactos no ambiente aquático provavelmente interferem no ambiente terrestre em função da dinâmica hídrica do sistema (inundações cíclicas). Considerando uma localização, a espécie foi categorizada como Criticamente em Perigo (CR) de acordo com o critério B2ab(iii)."",""Sim"",""Sim"",""São Paulo"",""|Sudeste|"",""Mata Atlântica"",""Sub-bacia Litoral RJ SP"","""",""PARQUE ESTADUAL TURÍSTICO DO ALTO DO RIBEIRA"","""",""Não"",""Desconhecida"",""6 - Distúrbios humanos|6.1 - Atividades recreacionais/turísticas 9 - Poluição|9.2 - Industrial|9.2.2 - Infiltraçao oriunda de mineração 9 - Poluição|9.3 - Agropecuária e florestal|9.3.3 - Herbicidas e pesticidas"","""",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação das Cavernas do Brasil"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Arthropoda"",""Entognatha"",""Symphypleona"",""Sminthuridae"",""Pararrhopalites"",""Pararrhopalites sideroicus"","""",""Zeppelini & Brito, 2014"","""",""Invertebrados Terrestres"",""05/2018"",""Criticamente em Perigo"",""Não"",""B2ab(iii)"",""Pararrhopalites sideroicus é endêmica do Brasil e restrita à caverna VL29/30, no Quadrilátero Ferrífero, em Itabirito-Minas Gerais. A área de ocupação da espécie é menor que 1 km², representando uma localização, e sofre pressão e desgaste oriundos da intensa atividade mineradora da região, que representa um declínio continuado na qualidade do habitat. Por isso, P. sideroicus foi categorizada como Criticamente em Perigo (CR) segundo o critério B2ab(iii)."",""Sim"",""Sim"",""Minas Gerais"",""|Sudeste|"",""Mata Atlântica"",""Sub-bacia São Francisco Alto"","""",""MONUMENTO NATURAL ESTADUAL SERRA DA MOEDA"","""",""Não"",""Desconhecida"",""3 - Produção energética e mineração|3.2 - Mineração|3.2.3 - Extração de minérios - subsolo"","""",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação das Cavernas do Brasil"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Reptilia"",""Squamata"",""Viperidae"",""Bothrops"",""Bothrops muriciensis"","""",""Ferrarezzi & Freire, 2001"",""jararacuçu-de-murici"",""Répteis"",""04/2012"",""Em Perigo"","""",""B1ab(iii,v)+2ab(iii,v)"",""Bothrops muriciensis é endêmica do Brasil, conhecida de apenas um registro na ESEC de Murici, estado de Alagoas, em fragmento florestal pequeno. Ocorre em floresta ombrófila densa. A espécie ocorre em ambiente florestado e ao redor da unidade de conservação só existem pequenas manchas florestais, pois boa parte da área nativa foi convertida em plantio de larga escala de cana-de-açúcar. Assim, a extensão de ocorrência calculada é de 314 km2. Mesmo dentro da unidade de conservação a espécie sofre declínio da qualidade do habitat em decorrência da invasão de gado, e há suspeita de declínio do número de indivíduos maduros em decorrência de capturas ilegais. Por essas razões, Bothrops muriciensis foi categorizada como Em Perigo (EN), sob os critérios B1ab(iii,v)+2ab(iii,v)."",""Sim"",""Não"","""",""||"","""","""","""","""","""","""",""Desconhecida"",""2 - Agropecuária e Aquacultura|2.1 - Culturas anuais e perenes não-madeireiras 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.3 - Pecuária"","""","""","""","""","""",""""";;;;;; "Animalia,""Arthropoda"",""Insecta"",""Coleoptera"",""Lucanidae"",""Altitatiayus"",""Altitatiayus dulceae"","""",""(Bomans & Arnaud, 2002)"",""besouro-tesoura"",""Invertebrados Terrestres"",""10/2014"",""Vulnerável"","""",""D2"",""Altitatiayus dulceae é endêmica do Brasil, conhecida apenas da localidade-tipo, no Parque Nacional de Itatiaia. A espécie é encontrada somente em uma altitude de 2.370. Embora ocorra em uma unidade de conservação, a área de ocupação da espécie é extremamente restrita (1 ha). A espécie tem tamanho pequeno (12 a 17mm), é diurna e não tem capacidade de voo, utilizando o caminho das trilhas durante o dia. Já foi observado o pisoteio de alguns exemplares, podendo representar uma ameaça. No entanto, não é possível avaliar o impacto dessa ameaça na população da espécie. Também não há informações sobre a biologia da espécie. Considerando apenas uma localização e AOO de 1 ha, Altitatiayus dulceae foi categorizada como Vulnerável, segundo critério D2."",""Sim"",""Não"",""Rio de Janeiro"",""|Sudeste|"",""Mata Atlântica"",""Sub-bacia Grande"",""PARNA de Itatiaia"","""","""",""Não"",""Desconhecida"",""11 - Mudanças e extremos climáticos 6 - Distúrbios humanos|6.1 - Atividades recreacionais/turísticas 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.1 - Incêndios e supressão de incêndios|7.1.1 - Aumento da frequência/intensidade de incêndios"","""","""","""","""","""",""""";;;;;; "Animalia,""Arthropoda"",""Insecta"",""Coleoptera"",""Lucanidae"",""Altitatiayus"",""Altitatiayus ruficollis"","""",""(Luederwaldt, 1931)"",""besouro-tesoura"",""Invertebrados Terrestres"",""10/2014"",""Vulnerável"","""",""D2"",""Altitatiayus ruficollis é endêmica do Brasil, conhecida apenas da localidade-tipo, no Parque Nacional de Itatiaia. A espécie é encontrada somente em altitude superior a 2700m. Embora ocorra em uma unidade de conservação, a área de ocupação da espécie é extremamente restrita (~1km2). A espécie tem tamanho pequeno (12 a 17 mm), é diurna e não tem capacidade de voo, utilizando o caminho das trilhas durante o dia. Já foi observado o pisoteio de alguns exemplares de outra espécie, podendo representar uma ameaça. No entanto, não é possível avaliar o impacto dessa ameaça na população da espécie. Considerando apenas uma localização e AOO de 1km2, Altitatiayus ruficollis foi categorizada como Vulnerável, segundo critério D2."",""Sim"",""Não"",""Rio de Janeiro"",""|Sudeste|"",""Mata Atlântica"",""Sub-bacia Paraíba do Sul"",""PARNA de Itatiaia"","""","""",""Não"",""Desconhecida"",""11 - Mudanças e extremos climáticos 6 - Distúrbios humanos|6.1 - Atividades recreacionais/turísticas 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.1 - Incêndios e supressão de incêndios|7.1.1 - Aumento da frequência/intensidade de incêndios"","""","""","""","""","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Mammalia"",""Primates"",""Pitheciidae"",""Chiropotes"",""Chiropotes utahickae"",""Chiropotes utahickae"",""(Hershkovitz, 1985)"",""Cuxiú"",""Mamíferos"",""09/2019"",""Vulnerável"","""",""A2c"",""Chiropotes utahickae é endêmica do Brasil, onde está presente no Pará e extremo nordeste do Mato Grosso, habitando a floresta amazônica no interflúvio Xingu-Tocantins. A perda, degradação e fragmentação do habitat ao longo de sua extensão de ocorrência, causadas, principalmente, pela agropecuária e expansão da malha rodoviária e da matriz energética, são as principais ameaças à espécie. A estimativa de perda de habitat para os últimos 30 anos (três gerações) é de 29,2%. Além disso, há continuidade da degradação ambiental causada também pela exploração madeireira e forte pressão de caça que intensificam a redução populacional da espécie, que necessita de áreas de floresta primária com alta produtividade de frutos para sua sobrevivência. Dessa forma suspeita-se de um declínio populacional de, pelo menos, 30% nas últimas três gerações. Portanto, Chiropotes utahickae foi categorizada como Vulnerável (VU) pelo critério A2c."",""Sim"",""Sim"",""Mato Grosso, Pará"",""|Centro-Oeste|Norte|"",""Amazônia, Cerrado"",""Sub-bacia Araguaia Sub-bacia Foz Amazonas Sub-bacia Tocantins Baixo Sub-bacia Xingu"",""APA Igarapé Gelado, FLONA Carajás, FLONA Caxiuanã, FLONA Itacaiunas, FLONA Tapirape-Aquiri, RDS Itatupã-Baquiá, REBIO Tapirapé, RESEX Ipaú-Anilzinho"",""ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL DE SÃO GERALDO DO ARAGUAIA, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL DO LAGO DE TUCURUI, PARQUE ESTADUAL DA SERRA DOS MARTÍRIOS/ANDORINHAS, RESERVA DE DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL ALCOBAÇA, RESERVA DE DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL PUCURUÍ - ARARÃO"","""",""Não"",""Declinando"",""1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.1 - Expansão urbana 1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.4 - Assentamentos rurais 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.1 - Culturas anuais e perenes não-madeireiras|2.1.3 - Agricultura agro-industriais 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.3 - Pecuária|2.3.3 - Pecuária agro-industrial 3 - Produção energética e mineração|3.2 - Mineração 3 - Produção energética e mineração|3.3 - Energia renovável|3.3.1 - Hidrelétricas 4 - Transportes e serviços de transmissão|4.1 - Estradas e ferrovias 5 - Uso de recursos biológicos|5.1 - Caça e captura de animais terrestres ou marinhos 5 - Uso de recursos biológicos|5.3 - Extração florestal"","""",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação das Espécies Endêmicas e Ameaçadas de Extinção da Fauna da Região do Baixo e Médio Xingu, Plano de Ação Nacional para a Conservação dos Primatas Amazônicos"",""CITES - Anexo II, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Actinopterygii"",""Siluriformes"",""Trichomycteridae"",""Cambeva"",""Cambeva tropeiro"","""",""(Ferrer & Malabarba, 2011)"",""Cambeva"",""Peixes Continentais"",""05/2013"",""Criticamente em Perigo"",""Não"",""B1+2ab(iii)"",""Trichomycterus tropeiro é endêmica das cabeceiras do rio das Antas, sistema da laguna dos Patos, conhecida em três localidades situadas acima de 1000 m de altitude no estado do Rio Grande do Sul, Brasil. A espécie é pouco frequente, pouco abundante e possui distribuição extremamente restrita, com Extensão de Ocorrência (EOO) calculada em 2 km². Na região de ocorrência, a silvicultura e a introdução da truta (Oncorhynchus mykiss) são praticadas e constituem um fator de declínio continuado da qualidade do hábitat (biii). Considerando o impacto da introdução da truta, a espécie pode estar restrita a uma localização (a=1). A espécie foi categorizada, portanto, como Criticamente Em Perigo (CR) pelos critérios B1+2ab(iii)."",""Sim"",""Não"",""Rio Grande do Sul"",""|Sul|"",""Mata Atlântica"",""Sub-bacia Guaíba Sub-bacia Uruguai Alto"","""","""","""",""Desconhecido"",""Desconhecida"","""","""","""","""","""","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Reptilia"",""Squamata"",""Gymnophthalmidae"",""Calyptommatus"",""Calyptommatus leiolepis"","""",""Rodrigues, 1991"","""",""Répteis"",""10/2013"",""Em Perigo"","""",""B1ab(iii)"",""Calyptommatus leiolepis é endêmica do Brasil. Ocorre no estado da Bahia, no bioma Caatinga, conhecida de três localidades (Alagoado, Casa Nova e Ibiraba) nas margens do rio São Francisco. Com base na biologia da espécie e disponibilidade de seus micro-habitat (as dunas), infere-se que a extensão de ocorrência seja equivalente à área das dunas, 6.855km2. As dunas sofrem várias perturbações, sendo a retirada de areia a mais impactante à espécie, pois desestabiliza seu habitat. Para a avaliação, foram consideradas três localizações. Essa ameaça, associada às outras, como pisoteio, implantação de usina hidrelétrica e extração de madeira, causam declínio continuado do habitat. Por essas razões, e, considerando-se uma avaliação conservadora, Calyptommatus leiolepis foi categorizada como Em Perigo (EN), pelo critério B1ab(iii)."",""Sim"",""Não"","""",""||"","""","""","""","""","""","""",""Desconhecida"",""3 - Produção energética e mineração|3.2 - Mineração|3.2.1 - Extração de areia 3 - Produção energética e mineração|3.3 - Energia renovável|3.3.1 - Hidrelétricas 5 - Uso de recursos biológicos|5.3 - Extração florestal 6 - Distúrbios humanos|6.3 - Trabalho e outras atividades"","""","""","""","""","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Aves"",""Passeriformes"",""Thraupidae"",""Tangara"",""Tangara cyanocephala cearensis"",""Tangara cyanocephala cearensis"",""Cory, 1916"",""saíra-militar"",""Aves"",""11/2016"",""Vulnerável"","""",""C1"",""Tangara cyanocephala cearensis é endêmica do estado do Ceará, no Nordeste do Brasil. A população nas Serras de Baturité, Aratanha e Maranguape é estimada em cerca de 4.300 indivíduos, o que indica que certamente há menos de 10.000 indivíduos maduros. Estima-se um declínio continuado de pelo menos 10% em três gerações (14,7 anos) devido à captura e perda de habitat. Desta forma, T. c. cearensis foi categorizada como Vulnerável (VU) pelo critério C1."",""Sim"",""Sim"",""Ceará"",""|Nordeste|"",""Caatinga"",""Sub-bacia Litoral CE PI"","""",""ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL DA SERRA DA ARATANHA, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL DA SERRA DE BATURITÉ"",""GÁLIA, RPPN Monte Alegre"",""Não"",""Declinando"",""11 - Mudanças e extremos climáticos|11.1 - Mudança/alteração de habitat 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.2 - Silvicultura|2.2.3 - Plantações em escala desconhecida 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.3 - Pecuária|2.3.4 - Pecuária em escala desconhecida 5 - Uso de recursos biológicos|5.1 - Caça e captura de animais terrestres ou marinhos|5.1.1 - Caça/captura intencional (a espécie é o alvo)|5.1.1.2 - Comercial - Nacional/Local 5 - Uso de recursos biológicos|5.3 - Extração florestal|5.3.5 - Motivação desconhecida 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.1 - Incêndios e supressão de incêndios|7.1.1 - Aumento da frequência/intensidade de incêndios"","""",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação das Aves da Caatinga, Plano de Ação Nacional para a Conservação das Aves da Caatinga - 2º ciclo"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Aves"",""Passeriformes"",""Tyrannidae"",""Attila"",""Attila spadiceus uropygiatus"",""Attila spadiceus uropygiatus"",""(Wied, 1831)"",""capitão-de-saíra-amarelo"",""Aves"",""06/2019"",""Em Perigo"","""",""B2ab(iii)"",""Attila spadiceus uropygiatus é endêmica do Brasil, ocorrendo nos estados de Pernambuco, Alagoas, Bahia e Espírito Santo. Sua área de ocupação (AOO) foi calculada em 212 km². O táxon ocorre exclusivamente em fragmentos de mata maiores e mais conservados e estando restritos a poucos fragmentos. Sua população encontra-se severamente fragmentada e apresenta baixa mobilidade de deslocamento entre fragmentos. Há declínio continuado na qualidade do habitat devido à conversão de áreas naturais em agrícolas e à expansão urbana. Assim sendo, A. s. uropygiatus foi categorizada como Em Perigo (EN) B2ab(iii)."",""Sim"",""Sim"",""Alagoas, Bahia, Espírito Santo, Pernambuco"",""|Nordeste|Sudeste|"",""Mata Atlântica"",""Sub-bacia Contas Sub-bacia Doce Sub-bacia Itapecuru-Paraguaçu Sub-bacia Jequitinhonha Sub-bacia Litoral AL PE PB Sub-bacia Litoral BA ES"",""ESEC de Murici, PARNA do Descobrimento, PARNA do Monte Pascoal, PARNA Serra das Lontras, REBIO de Sooretama, REBIO do Córrego Grande"",""ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL COSTA DE ITACARÉ/ SERRA GRANDE, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL DE MURICÍ, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL SANTO ANTÔNIO"",""Estação Veracel, MATA DO CEDRO, RPN Salto Apepique, RPPN Araçari, RPPN Ecoparque de Una, RPPN Fazenda Sayonara"",""Não"",""Declinando"",""2 - Agropecuária e Aquacultura|2.1 - Culturas anuais e perenes não-madeireiras|2.1.4 - Agricultura de escala desconhecida 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.3 - Pecuária|2.3.4 - Pecuária em escala desconhecida"","""",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação das Aves Ameaçadas do Bioma Mata Atlântica"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Actinopterygii"",""Cyprinodontiformes"",""Rivulidae"",""Austrolebias"",""Austrolebias litzi"",""Austrolebias litzi"",""Costa, 2006"",""Peixe anual"",""Peixes Continentais"",""05/2019"",""Vulnerável"","""",""B1ab(ii,iii)"",""Austrolebias litzi é endêmica do Brasil, sendo conhecida de alagados temporários nos municípios de Dilermando de Aguiar, Santa Maria, São Gabriel e São Sepé, no sistema da Laguna dos Patos, na região central do estado do Rio Grande do Sul. A Extensão de Ocorrência (EOO) calculada é de 3.417 km². A principal ameaça direta para A. litzi é a atividade agrícola, com a conversão do solo para pastagem sendo também uma ameaça, que ocorre em menor grau. Foram registradas pelo menos seis subpopulações da espécie, caracterizando menos de 10 localizações. Além disso, a espécie está sob declínio continuado de sua Área de Ocupação (AOO) e da qualidade do habitat. Portanto, Austrolebias litzi foi categorizada como Vulnerável (VU) pelos critérios B1ab(ii,iii)."",""Sim"",""Sim"",""Rio Grande do Sul"",""|Sul|"",""Pampa"",""Sub-bacia Guaíba"","""","""","""",""Não"",""Desconhecida"",""2 - Agropecuária e Aquacultura|2.1 - Culturas anuais e perenes não-madeireiras|2.1.4 - Agricultura de escala desconhecida 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.3 - Pecuária|2.3.4 - Pecuária em escala desconhecida"","""",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação dos Peixes Rivulídeos Ameaçados de Extinção - 2º ciclo"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Aves"",""Procellariiformes"",""Diomedeidae"",""Diomedea"",""Diomedea epomophora"",""Diomedea epomophora"",""Lesson, 1825"",""albatroz-real"",""Aves"",""10/2019"",""Vulnerável"","""",""A1de"",""Diomedea epomophora é espécie migratória que se reproduz apenas na Nova Zelândia, nas ilhas Auckland e Campbell. O litoral sul do Brasil é utilizado como área de alimentação da espécie. Nas áreas reprodutivas, houve declínio muito acentuado após a colonização das ilhas (ocorrida há cerca de 130 anos, equivalente a três gerações da espécie). Estima-se que haja 27.200 indivíduos maduros";" a tendência parece ser de estabilidade ou crescimento populacional, apesar das ameaças existentes nas áreas de alimentação (poluentes, captura incidental em espinhel e arrasto de fundo). Dados indicam que a captura por pesca de espinhel é maior que o observado anteriormente. Aparentemente, a tendência de crescimento nos últimos 60 anos representa uma recuperação da população que sofreu sério declínio antes desse período. Com base na extinção ou quase extinção da espécie em outras ilhas, sujeitas às mesmas ameaças que afetaram as ilhas Campbell e no fato da população ainda estar aparentemente em recuperação, suspeita-se que houve um declínio populacional superior a 50% em três gerações passadas e as ameaças são bem conhecida e já controladas. Desta forma, D. epomophora foi categorizada como Vulnerável (VU), pelo critério A1de."",""Não"",""Sim"",""Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, São Paulo"",""|Sudeste|Sul|"",""Pampa"",""Sub-bacia Litoral RS"",""ESEC do Taim, REBIO Marinha do Arvoredo, REVIS Arquipélago de Alcatrazes"","""","""",""Sim"",""Estável"",""5 - Uso de recursos biológicos|5.1 - Caça e captura de animais terrestres ou marinhos|5.1.2 - Efeitos indiretos (a espécie não é o alvo) 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.6 - Captura indireta - larga escala|5.4.6.6 - Arrasto|5.4.6.6.1 - Arrasto simples 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.6 - Captura indireta - larga escala|5.4.6.6 - Arrasto|5.4.6.6.2 - Arrasto duplo 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.6 - Captura indireta - larga escala|5.4.6.6 - Arrasto|5.4.6.6.3 - Arrasto de parelha 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.6 - Captura indireta - larga escala|5.4.6.7 - Emalhe|5.4.6.7.2 - Emalhe de superfície 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.6 - Captura indireta - larga escala|5.4.6.8 - Espinhel 9 - Poluição|9.4 - Lixo e resíduos sólidos|9.4.1 - Urbanos"","""",""Educação e comunicação, Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação de Albatrozes e Petréis, Plano de Ação Nacional para a Conservação de Albatrozes e Petréis - 2º ciclo, Plano de Ação Nacional para a Conservação de Albatrozes e Petréis - 3º ciclo"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;; "Animalia,""Chordata"",""Actinopterygii"",""Characiformes"",""Characidae"",""Bryconamericus"",""Bryconamericus lambari"","""",""Malabarba & Kindel, 1995"",""Lambari"",""Peixes Continentais"",""05/2013"",""Em Perigo"","""",""B1ab(iii)"",""Bryconamericus lambari é conhecida de apenas duas localidades, uma das quais em área urbana do município de Dois Irmãos, estado do Rio Grande do Sul, região metropolitana de Porto Alegre. Novos esforços foram realizados na bacia sem que a espécie tenha sido detectada. A Extensão de Ocorrência (EOO) foi calculada em 80 km², sendo utilizada a área parcial da sub-bacia de ocorrência. Um dos locais de registro encontra-se na zona urbana do município, sofrendo ameaça da expansão urbana (biii) dos municípios de Dois Irmãos e Morro Reuter, caracterizando assim duas localizações (a). Portanto, B. lambari foi categorizada como Em Perigo (EN) pelo critério B1ab(iii)."",""Sim"",""Não"",""Rio Grande do Sul"",""|Sul|"",""Mata Atlântica"",""Sub-bacia Guaíba"","""","""","""",""Desconhecido"",""Desconhecida"","""","""","""","""","""","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Actinopterygii"",""Characiformes"",""Bryconidae"",""Brycon"",""Brycon devillei"","""",""(Castelnau, 1855)"",""Piabinha"",""Peixes Continentais"",""11/2013"",""Em Perigo"","""",""B2ab(iii,iv)"",""Brycon devillei foi descrita originalmente da “Bahia”. Tradicionalmente, esta espécie tem sido identificada também nas bacias dos rios Doce e Jequitinhonha, em Minas Gerais. Em trabalho de revisão taxonômica, concluiu-se que a espécie de Brycon do rio Jequitinhonha é certamente distinta daquela do rio Doce, e provavelmente nenhuma das duas é co-específica ao “verdadeiro” B. devillei, conhecido apenas do holótipo. O nome B. devillei está sendo aqui utilizado para as subpopulações de Brycon dos rios Jequitinhonha e Doce de forma provisória. Portanto, enquanto a revisão taxonômica não é publicada, para efeitos de conservação, as subpopulações das bacias mencionadas foram consideradas como sendo uma única entidade específica. Em ambas as bacias, a espécie sofreu declínios populacionais consideráveis, mas não existem dados quantitativos para mensurar as proporções com segurança. A Área de Ocupação (AOO) calculada foi de 61 km² (EN B2) levando-se em conta os registros, a partir do ano 2000, dos trechos onde a espécie ainda é registrada. Os registros históricos foram desconsiderados, pois coletas recentes nos mesmos locais não revelaram a espécie (biv). O que restou da população encontra-se severamente fragmentada (a). Além disso, seus ambientes preferenciais estão sendo progressivamente descaracterizados pela remoção de vegetação ciliar, poluição, assoreamento, construção de barragens e introdução de espécies exóticas e alóctones (biii). Portanto, B. devillei foi listada na categoria Em Perigo (EN) pelos critérios B2ab(iii,iv)."",""Sim"",""Não"",""Minas Gerais"",""|Sudeste|"",""Cerrado, Mata Atlântica"",""Sub-bacia Doce Sub-bacia Jequitinhonha"","""",""PARQUE ESTADUAL RIO PRETO"","""",""Desconhecido"",""Desconhecida"","""","""","""","""","""","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Actinopterygii"",""Characiformes"",""Bryconidae"",""Brycon"",""Brycon gouldingi"","""",""Lima, 2004"","""",""Peixes Continentais"",""09/2014"",""Em Perigo"","""",""A4c"",""Brycon gouldingi é endêmica do Brasil e amplamente distribuída na drenagem do rio Tocantins, incluindo os rios Araguaia, Paranã, Itacaiúnas e rio das Mortes, nos estados de Goiás, Pará, Mato Grosso e Tocantins. A extensão de ocorrência da espécie (EOO) foi calculada em 8.419 km². Brycon gouldingi é uma espécie de grande porte, migradora, que realiza desova total e habita a calha de rios, sendo alvo de pescarias comerciais e esportivas. A bacia do rio Tocantins está sendo progressivamente modificada por barragens hidrelétricas. Na área de distribuição de B. gouldingi estão construídas as usinas hidrelétricas (UHEs) Serra da Mesa, Peixe Angical, Lajeado, Estreito e Tucuruí, totalizando 1.263 km² de extensão de rio alterada. Além destas, estão previstas as UHEs Santa Isabel, Marabá, Serra Quebrada, Tupiratins, Ipueiras, Cana Brava, São Salvador, Água Limpa e Mortes Dois, totalizando 1.613 km². É esperado que essas barragens acarretem impactos severos para B. gouldingi. Considerando que o jaraqui (Semaprochilodus brama), outro grande migrador de desova total, desapareceu no trecho a jusante da UHE Tucuruí, é muito provável que o mesmo tenha acontecido com B. gouldingi que foi registrada nessa região apenas até a década de 80. Considerando as UHEs previstas, concluídas e os trechos entre elas, estima-se uma perda de habitat de 5.125 km² (60% da EOO da espécie), em uma janela de tempo de 23 anos (três tempos geracionais), no passado, a partir da construção da UHE Serra da Mesa (1996) e no futuro. Tal perda corresponde a uma redução populacional suspeitada de pelo menos 50%. Em função desses impactos B. gouldingi foi categorizada como Em Perigo (EN) sob o critério A4c."",""Sim"",""Não"",""Goiás, Mato Grosso, Pará, Tocantins"",""|Centro-Oeste|Norte|"",""Amazônia, Cerrado"",""Região Hidrográfica do Tocantins/Araguaia Sub-bacia Araguaia Sub-bacia Tocantins Alto Sub-bacia Tocantins Baixo"",""APA Meandros do Rio Araguaia, FLONA Tapirape-Aquiri"",""ÁREA DE PROTEçãO AMBIENTAL FOZ DO RIO SANTA TEREZA, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL ILHA DO BANANAL/CANTÃO, FLORESTA ESTADUAL DO ARAGUAIA"","""","""",""Declinando"",""3 - Produção energética e mineração|3.3 - Energia renovável"",""1 - Alimentação humana 4 - Caça/pesca esportiva"","""","""","""","""",""""";;;;;; "Animalia,""Arthropoda"",""Insecta"",""Coleoptera"",""Scarabaeidae"",""Canthon"",""Canthon corpulentus"","""",""Harold, 1868"",""besouro-rola-bosta"",""Invertebrados Terrestres"",""10/2014"",""Vulnerável"","""",""B2ab(iii)"",""Canthon corpulentus é endêmica do Brasil, marcadora de ambientes de campo rupestre no centro-oeste e sudeste Brasileiro. Os campos rupestres são sensíveis a introdução por gramíneas exóticas, o que pode colocar as espécies que ali habitam em risco. Além disso, não se tem dados dessa espécie ocupando outros tipos de formação campestre como pastos ou cerrado de campo limpo em altitudes mais baixas. A espécie possui ampla distribuição, porém por ocorrer em habitat específico, sua área de ocupação é restrita, estimada em, no máximo, cerca de 1.575km2. Estudos direcionados em campos rupestres de outras localidades (p. ex. Parque Nacional das Emas, Parque Nacional de Brasília e Chapada dos Veadeiros) não localizaram a espécie. Atualmente, é conhecida de sete localizações, e acredita-se que o número não ultrapasse dez. Portanto, Canthon coprulentus foi categorizada como Vulnerável (VU) segundo o critério B2ab(iii)."",""Sim"",""Não"",""Distrito Federal, Mato Grosso, Minas Gerais, São Paulo"",""|Centro-Oeste|Sudeste|"",""Cerrado, Mata Atlântica, Pantanal"",""Sub-bacia Grande Sub-bacia Jequitinhonha Sub-bacia Paraguai 03 Sub-bacia São Francisco Alto Sub-bacia Tocantins Alto"",""APA Planalto Central, PARNA da Serra da Canastra, PARNA de Brasília"",""APA DE CAFURINGA, PARQUE ESTADUAL RIO PRETO"","""",""Não"",""Desconhecida"",""2 - Agropecuária e Aquacultura|2.2 - Silvicultura|2.2.3 - Plantações em escala desconhecida 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.3 - Pecuária|2.3.4 - Pecuária em escala desconhecida 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.1 - Incêndios e supressão de incêndios|7.1.1 - Aumento da frequência/intensidade de incêndios"","""",""Proteção de recursos/habitat"","""","""","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Mammalia"",""Rodentia"",""Ctenomyidae"",""Ctenomys"",""Ctenomys flamarioni"","""",""Travi, 1981"",""Tuco-tuco"",""Mamíferos"",""06/2013"",""Em Perigo"","""",""B1ab(i,iii)"",""Justificativa: flamarioni é endêmica do Brasil, ocorrendo exclusivamente na primeira faixa de dunas ao longo da região litorânea do Rio Grande do Sul. A extensão de ocorrência da espécie é estimada em cerca de 1200 km2. A paisagem natural da região de sua ocorrência tem sofrido algumas modificações como urbanização, mineração de areia e introdução de animais domésticos. Como resultado dessas modificações, os habitats nativos têm ficado fragmentados e destruídos. Tanto a perda de habitats como o processo de fragmentação podem reduzir o tamanho da população, afetando genética e evolutivamente a população da espécie. Além disso, a espécie sofre risco de predação por humanos porque esses animais foram considerados, por décadas, uma peste agrícola devido ao seu hábito fossorial. Portanto, a espécie foi classificada como Em Perigo (EN) pelo critério B1ab(i, iii). Histórico das avaliações nacionais anteriores: Vulnerável (VU), segundo o Livro Brasileiro da Fauna Brasileira Ameaçada de Extinção (Machado et al. 2008). Justificativa para a mudança: Mudança genuína no estado de conservação"",""Sim"",""Não"","""",""||"","""","""","""","""","""","""",""Declinando"","""","""","""","""","""","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Elasmobranchii"",""Carcharhiniformes"",""Carcharhinidae"",""Carcharhinus"",""Carcharhinus longimanus"","""",""(Poey, 1861)"",""Tubarão-galha-branca"",""Tubarões e Raias"",""11/2010"",""Vulnerável"","""",""A4d"",""Carcharhinus longimanus é um tubarão de grande porte, sendo uma das espécies de maior distribuição em águas tropicais e subtropicais oceânicas, com ocorrência em toda zona oceânica pelágica do Brasil. No Atlântico Sul assim como em praticamente todas as regiões em que a espécie ocorre, declínios populacionais acentuados tem sido observados e sua frequência de captura ou mesmo avistagens é cada vez mais rara. No nordeste brasileiro as capturas de C. longimanus passaram de 640 t no ano de 2000 para 80 t no ano de 2005. Análises demográficas na mesma região considerando múltiplos cenários de mortalidade apontam que a população declinou cerca de 80% em relação à sua abundância virgem nos últimos anos. Biologicamente, C. longimanus está entre os tubarões oceânicos mais vulneráveis do mundo, classificado entre as cinco espécies com maior probabilidade de risco de extinção. A espécie tem resiliência limitada devido a fecundidade baixa (média de seis filhotes) e um número cada mais reduzido de adultos. O tempo geracional é estimado em 8,5 anos e a partir dos declínios observados tanto em desembarques totais das regiões nordeste e sul do Brasil, quanto em analises demográficas na região nordeste, é conservativo inferir que o nível de redução populacional da espécie no Brasil é de pelo menos 30% nas últimas três gerações. Deste modo, pelos critérios A4 (d), a espécie foi avaliada como Vulnerável."",""Não"",""Não"","""",""||"","""","""","""","""","""","""",""Declinando"",""5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.2 - Captura intencional - larga escala|5.4.2.8 - Espinhel 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.6 - Captura indireta - larga escala|5.4.6.8 - Espinhel"",""1 - Alimentação humana|1.8 - Pesca industrial|1.8.8 - Espinhel|1.8.8.1 - Espinhel de superfície"",""Manejo/ordenamento de caça/pesca, Plano de Ação Nacional (PAN)"","""","""","""",""""";;;;;; "Animalia,""Arthropoda"",""Insecta"",""Coleoptera"",""Lycidae"",""Cartagonum"",""Cartagonum apiuba"","""",""Nascimento & Bocakova, 2010"",""besouro"",""Invertebrados Terrestres"",""10/2014"",""Criticamente em Perigo"",""Não"",""B1ab(iii)+2ab(iii)"",""Cartagonum apiuba é uma espécie endêmica do Brasil, conhecida apenas da localidade-tipo, a Estação Ecológica de Ribeirão Preto, conhecida como Mata de Santa Tereza, localizada em Ribeirão Preto-SP. A reserva possui pouco mais de 150ha e encontra-se totalmente isolada por extensas áreas agrícolas. Inventários em fragmentos florestais nas proximidades não obtiveram sucesso em localizar indivíduos da espécie, e estudos de material coletado em várias partes do estado e proveniente de coleções científicas também não obtiveram registros adicionais. A capacidade de dispersão dos indivíduos é reduzida, sendo sabido que os membros dessa espécie participam de anéis miméticos no local. Embora seja uma unidade de conservação, o entorno da reserva sofre com crescente urbanização. A área é frequentemente utilizada pela população, e existe o risco de incêndios. Em setembro de 2014 houve um incêndio de grandes proporções, atingindo aproximadamente 50% da vegetação nativa. Considerando a extensão de ocorrência e a área de ocupação de 1,5km2, e uma localização, Cartagonum apiuba foi categorizada como Criticamente em Perigo (CR) segundo os critérios B1ab(iii)+2ab(iii)."",""Sim"",""Não"",""São Paulo"",""|Sudeste|"",""Cerrado"",""Sub-bacia Grande"","""",""ESTAÇÃO ECOLÓGICA DE RIBEIRÃO PRETO"","""",""Não"",""Desconhecida"",""1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.1 - Expansão urbana 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.1 - Culturas anuais e perenes não-madeireiras|2.1.4 - Agricultura de escala desconhecida 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.1 - Incêndios e supressão de incêndios|7.1.1 - Aumento da frequência/intensidade de incêndios"","""",""Proteção de recursos/habitat"","""","""","""",""""";;;;;; "Animalia,""Echinodermata"",""Echinoidea"",""Cassiduloida"",""Cassidulidae"",""Cassidulus"",""Cassidulus mitis"","""",""Krau, 1954"",""ouriço-do-mar, ouriço-irregular"",""Invertebrados Marinhos"",""10/2014"",""Em Perigo"","""",""B2ab(iii)"",""Cassidulus mitis é uma espécie endêmica do Brasil, ocorrendo somente em algumas praias nos estados do Rio de Janeiro e São Paulo, em profundidades entre 9 e 24 m. Sua área de ocupação foi calculada em menos de 500 km². A ameaça ocorre devido ao declínio da qualidade de habitat, devido a contaminantes orgânicos, nos locais onde a espécie é registrada associados à sua distribuição restrita, severamente fragmentada e a baixa capacidade de dispersão natural. Por estes motivos, a espécie é categorizada como Em Perigo (EN), segundo o critério B2ab(iii)."",""Sim"",""Não"","""",""||"","""","""","""","""","""",""Não"",""Desconhecida"","""","""","""","""","""","""",""2 , 24""";;;;;; "Animalia,""Arthropoda"",""Insecta"",""Odonata"",""Aeshnidae"",""Castoraeschna"",""Castoraeschna januaria"","""",""(Hagen, 1867)"",""Libélula"",""Invertebrados de Água Doce"",""05/2014"",""Vulnerável"","""",""B1ab(i,ii)"",""Castoraeschna januaria tem distribuição conhecida para a Argentina, Equador e Brasil, onde é conhecida de cinco localidades nos estados de São Paulo e Minas Gerais. Essa espécie deve estar associada a riachos com mata riparia preservada. É uma espécie de distribuição restrita, com extensão de ocorrência (EOO) estimada em 11.960 km2 e área de ocupação (AOO) estimada, considerando a presença de remanescentes dentro da extensão de ocorrência, de 3.780 km². Considerando sua especificidade de habitat e a intensidade de perda de habitat com conversão para agricultura e urbanização dentro da extensão de ocorrência, conclui-se que seu habitat está fragmentado e sofre declínio continuado da qualidade. Além disso, não existem registros recentes de sua ocorrência. Por essas razões, Castoraeschna januaria foi categorizada como Vulnerável (VU), pelo critério B1ab(i,ii)."",""Não"",""Não"",""Minas Gerais"",""|Sudeste|"",""Cerrado"",""Sub-bacia São Francisco Alto"",""APA do Morro da Pedreira, PARNA da Serra do Cipó"","""","""","""",""Desconhecida"",""1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.1 - Expansão urbana 2 - Agropecuária e Aquacultura"","""","""","""","""","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Actinopterygii"",""Characiformes"",""Bryconidae"",""Henochilus"",""Henochilus wheatlandii"","""",""Garman, 1890"",""Andirá"",""Peixes Continentais"",""11/2013"",""Criticamente em Perigo"",""Não"",""B2ab(iii)"",""Henochilus wheatlandii é encontrada atualmente apenas em uma parte da porção média do rio Santo Antônio, afluente do rio Doce, Minas Gerais. Até sua redescoberta, em 1996, supunha-se que a espécie, cuja localidade-tipo é Santa Clara, no rio Mucuri, abaixo da cidade de Nanuque, Minas Gerais, estivesse extinta, sendo até então conhecida apenas a partir do seu holótipo e mais quatro exemplares não-tipos, um deles de localidade indeterminada (leste de Minas Gerais), e três outros provenientes do baixo rio Doce, próximo à cidade de Aimorés, no estado do Espírito Santo (todos coletados em 1865, durante a Expedição Thayer ao Brasil). Habita apenas os trechos encachoeirados dos rios, sendo que sua Área de Ocupação (AOO) foi calculada em 8,36 km² (B2). As principais ameaças atuais são a construção de hidrelétricas e mineração, que alteram progressivamente a qualidade dos ambientes (biii). O número de localizações é igual a um (a=1), considerando a instalação de 5 empreendimentos hidrelétricos como a principal ameaça, exatamente no trecho onde a espécie ainda ocorre. Por esses motivos, Henochilus wheatlandii foi listada como Criticamente em Perigo (CR) pelos critérios B2ab(iii). Uma vez que a espécie possui características reofílicas, recomendamos fortemente a manutenção de ambientes lóticos para manutenção do seu ciclo de vida e da única subpopulação conhecida."",""Sim"",""Não"",""Minas Gerais"",""|Sudeste|"",""Mata Atlântica"",""Sub-bacia Doce"","""","""","""",""Desconhecido"",""Declinando"","""","""","""","""","""","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Actinopterygii"",""Perciformes"",""Microdesmidae"",""Cerdale"",""Cerdale fasciata"","""",""Dawson, 1974"",""peixe-lombriga-listrado"",""Peixes Marinhos (ósseos)"",""09/2012"",""Em Perigo"","""",""B2ab(iii)"",""Cerdale fasciata é uma espécie endêmica do Brasil, conhecida apenas de áreas de poças-de-maré, com fundo de corais moles do gênero Palythoa, das Ilhas de Itaparica e Itapuã, na Bahia. Apesar do esforço amostral realizado desde a década de 1970, a espécie não foi encontrada fora dessas localidades.A extensão de ocorrência calculada para a espécie é de 1.200 km2. Tendo em vista a alta especificidade do habitat de C. fasciata, a área de ocupação conhecida da espécie atinge no máximo 10 km2. O turismo e o crescimento urbano desordenado tem se intensificado nas últimas décadas, e impactam negativamente todas as poças de maré na Ilha de Itaparica e Itapuã. Por esses motivos, a espécie foi categorizada como Em Perigo (EN) sob o critério B2ab(iii)."",""Sim"",""Não"","""",""||"","""","""","""","""","""","""",""Desconhecida"",""6 - Distúrbios humanos 6 - Distúrbios humanos|6.1 - Atividades recreacionais/turísticas 9 - Poluição"","""",""Proteção de locais/áreas"","""","""","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Mammalia"",""Rodentia"",""Erethizontidae"",""Chaetomys"",""Chaetomys subspinosus"","""",""(Olfers, 1818)"",""Bristle-spined Porcupine, Gandú, Ouriço-preto"",""Mamíferos"",""06/2013"",""Vulnerável"","""",""B2ab(ii,iii)"",""Chaetomys subspinosus é endêmico do Brasil, ocorrendo na Mata Atlântica do sul do Espírito Santo ao extremo sul de Sergipe. A espécie prefere as florestas primárias e secundárias mais avançadas, evitando outras formações vegetais como capoeira e cabruca. A extensão de ocorrência calculada foi de aproximadamente 53.326 km2. Estima-se que existam menos de 3% da cobertura original de floresta para ser utilizada como habitat pela espécie. Com esse valor, estima-se que a área de ocupação máxima é de aproximadamente 1.600 km2, estando severamente fragmentada. A completa remoção ou simplificação das florestas, incluindo restingas arbóreas, representa um dos principais fatores de ameaça para a espécie, por ser essa uma espécie estritamente arborícola e dependente da estrutura florestal nativa. Além disso, fatores como fogo e caça devem ser levados em consideração, uma vez que nas áreas de bordas esse animal pode ser mais vulnerável a esses eventos e ter limitada capacidade de fuga. A espécie ainda apresenta baixa taxa reprodutiva e elevados níveis de endogamia no sul da Bahia. Desta forma, a espécie é categorizada como Vulnerável (VU) pelo critério B2ab(ii,iii)."",""Sim"",""Não"","""",""||"","""","""","""","""","""","""",""Declinando"","""","""","""","""","""","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Mammalia"",""Primates"",""Pitheciidae"",""Chiropotes"",""Chiropotes satanas"","""",""(Hoffmannsegg, 1807)"",""cuxiú, Cuxiú-preto, cuxuí, macaco-preto"",""Mamíferos"",""08/2012"",""Criticamente em Perigo"",""Não"",""A2cd"",""Chiropotes satanas ocorre no leste da Amazônia no arco do desmatamento, onde sofre pressão de caça. Suspeita-se que houve uma redução de pelo menos 80% da população original nas últimas três gerações (30 anos). O desmatamento e fragmentação do seu hábitat em toda sua extensão de ocorrência são as principais ameaças. A espécie necessita de áreas de floresta primária com alta produtividade de frutos para sua sobrevivência. Portanto, sendo categorizada como Criticamente em Perigo (CR) segundo os critérios A2cd."",""Sim"",""Não"",""Maranhão, Pará"",""|Nordeste|Norte|"",""Amazônia, Cerrado"",""Sub-bacia Gurupi Sub-bacia Mearim Sub-bacia Tocantins Alto Sub-bacia Tocantins Baixo"",""REBIO do Gurupi"",""ÁREA DE PROTEçãO AMBIENTAL DAS REENTRâNCIAS MARANHENSES, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL DO LAGO DE TUCURUI"","""",""Não"",""Declinando"","""","""","""","""",""CITES - Anexo II"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Actinopterygii"",""Perciformes"",""Serranidae"",""Choranthias"",""Choranthias salmopunctatus"","""",""(Lubbock & Edward, 1981)"",""canário-do-mar"",""Peixes Marinhos (ósseos)"",""05/2014"",""Vulnerável"","""",""D2"",""Choranthias salmopunctatus é uma espécie recifal, endêmica do Arquipélago de São Pedro e São Paulo, Pernambuco. É considerado um dos peixes marinhos com menor área de ocupação no mundo, menor do que 10 km². A espécie foi considerada como sendo característica da “zona Sub-Caulerpa” em sua descrição, não sendo registrada por aproximadamente 25 anos, apesar de pesquisas frequentes na área. As principais ameaças identificadas, que podem levar a espécie à condição de Criticamente em Perigo (CR) ou Extinta (EX) em curto prazo, relacionam-se aos impactos crônicos em função da ocupação da ilha, do tráfego de embarcações, acidentes marítimos, assim como dos efeitos indiretos da pesca. Além disso, eventos de mortalidade em massa de peixes em várias ilhas oceânicas, ainda sem causas definidas, mas de possível origem antrópica, têm sido observados recorrentemente nas duas últimas décadas. Dessa forma, a espécie foi categorizada como Vulnerável (VU) sob o critério D2."",""Sim"",""Não"","""",""||"",""Sistema Costeiro-Marinho"","""",""APA Fernando de Noronha, MONA do Arquipelago Sao Pedro e Sao Paulo"","""","""",""Não"",""Desconhecida"",""1 - Desenvolvimento residencial e comercial 1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.1 - Expansão urbana 1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.2 - Áreas comerciais e industriais 5 - Uso de recursos biológicos 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos"","""","""","""","""","""",""35 , 55""";;;;;; "Animalia,""Arthropoda"",""Arachnida"",""Araneae"",""Ctenidae"",""Isoctenus"",""Isoctenus corymbus"",""Isoctenus corymbus"",""Polotow, Brescovit & Pellegatti-Franco, 2005"",""Aranha"",""Invertebrados Terrestres"",""09/2021"",""Criticamente em Perigo"",""Não"",""B1ab(iii)"",""Isoctenus corymbus é endêmica do Brasil, conhecida apenas para a Lapa do Angélica, no Parque Estadual de Terra Ronca, São Domingos, Goiás. Amostragens fora da caverna onde a espécie ocorre e outras do entorno não detectaram a espécie. Isoctenus corymbus foi capturada somente na zona afótica, e a sua extensão de ocorrência é estimada em 13 km2. O turismo é intenso na caverna, o que representa a principal ameaça. Assim, considerando apenas uma localização, a espécie foi categorizada como Criticamente em Perigo (CR) pelo critério B1ab(iii)."",""Sim"",""Sim"",""Goiás"",""|Centro-Oeste|"",""Cerrado, Mata Atlântica"",""Sub-bacia Tocantins Alto"","""",""PARQUE ESTADUAL DE TERRA RONCA"","""",""Não"",""Desconhecida"",""6 - Distúrbios humanos|6.1 - Atividades recreacionais/turísticas"","""",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação das Cavernas do Brasil"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Reptilia"",""Squamata"",""Phyllodactylidae"",""Homonota"",""Homonota uruguayensis"",""Homonota uruguayensis"",""(Vaz-Ferreira & Sierra de Soriano, 1961)"",""Camarãozinho, Geco-do-campo, Geco-dos-campos, Geco-uruguaio"",""Répteis"",""03/2021"",""Vulnerável"","""",""B1ab(ii,iii)"",""Homonota uruguayensis é endêmica do bioma Pampa do Brasil e Uruguai. No Brasil, ocorre na região da Campanha, no sudoeste do estado do Rio Grande do Sul, e possui extensão de ocorrência (EOO) estimada em 13.492 km². A espécie é associada a afloramentos rochosos em morros, ambientes que têm sido afetados pela silvicultura e pecuária, atividades que provocam declínio da área de ocupação e da qualidade do seu hábitat, principalmente pela compactação do solo provocado pela presença do gado e práticas agrícolas. Embora localmente abundante, a espécie possui baixa capacidade de dispersão, e já foi demonstrado isolamento genético, evidenciando uma população severamente fragmentada. Por esses motivos, Homonota uruguayensis foi avaliada como Vulnerável (VU), pelo critério B1ab(ii,iii)."",""Não"",""Sim"",""Rio Grande do Sul"",""|Sul|"",""Pampa"",""Sub-bacia Ibicuí Sub-bacia Uruguai Médio"",""APA Ibirapuitã"","""","""","""",""Desconhecida"",""2 - Agropecuária e Aquacultura|2.1 - Culturas anuais e perenes não-madeireiras|2.1.4 - Agricultura de escala desconhecida 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.3 - Pecuária|2.3.4 - Pecuária em escala desconhecida"","""",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação da Herpetofauna do Sul - 2º ciclo, Plano de Ação Nacional para a Conservação de Répteis e Anfíbios Ameaçados da Região Sul do Brasil"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Cnidaria"",""Anthozoa"",""Actiniaria"",""Actiniidae"",""Condylactis"",""Condylactis gigantea"","""",""(Weinland, 1860)"","""",""Invertebrados Marinhos"",""02/2012"",""Em Perigo"","""",""C2a(ii)"",""Baseado em dados de monitoramento do Reef Check, de 0,34 indivíduos/100 m2, em áreas restritas no Banco dos Abrolhos, estimou-se que o número de indivíduos maduros de Condylactis gigantea seja de 156. Considerando os seguintes fatos: no estado do Rio de Janeiro a espécie está praticamente extinta, no Parcel de Manuel Luís o registro é pontual, na baía de Todos-os-Santos e Espírito Santo a área coralínea é muito menor que a de Abrolhos, que por sua vez é a localidade que representa atualmente a maior área de distribuição da espécie no Brasil (e 95% da população), estima-se que a população total da espécie atualmente seja inferior a 2.500 indivíduos maduros. Portanto, C. gigantea foi categorizada como Em Perigo (EN), segundo o critério C2a(ii)."",""Não"",""Não"","""",""||"",""Mata Atlântica, Sistema Costeiro-Marinho"","""",""PARNA Marinho dos Abrolhos, RESEX Arraial do Cabo"",""ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL BAÍA DE TODOS OS SANTOS, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL PONTA DA BALEIA / ABROLHOS, PARQUE ESTADUAL MARINHO DO PARCEL DE MANUEL LUíS"","""",""Não"",""Declinando"",""12 - Outras ameaças 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.4 - Aquacultura marinha e de água doce 3 - Produção energética e mineração|3.1 - Extração de petróleo e gás natural 4 - Transportes e serviços de transmissão|4.4 - Tráfego de embarcações 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos 6 - Distúrbios humanos|6.1 - Atividades recreacionais/turísticas"",""3 - Animais de estimação/ornamentais"",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para Conservação dos Ambientes Coralíneos do Brasil"","""","""",""0 , 30""";;;;;; "Animalia,""Porifera"",""Demospongiae"",""Spongillida"",""Metaniidae"",""Corvomeyenia"",""Corvomeyenia epilithosa"","""",""Volkmer-Ribeiro, de Rosa-Barbosa & Machado, 2005"",""Esponja"",""Invertebrados Marinhos"",""08/2014"",""Vulnerável"","""",""D2"",""Corvomeyenia epilithosa é endêmica do Brasil, conhecida somente da localidade-tipo, em Cambará do Sul, no Rio Grande do Sul. A espécie habita ambientes lóticos de águas ácidas. A região é bem amostrada, porém a espécie foi encontrada somente na localidade-tipo e seu habitat é bastante raro em outras localidades. Sua área de ocupação é estimada em menos de 10 km2. Embora o riacho que habita esteja situado no interior do PARNA da Serra Geral, a área é visitada por turistas, atividade ainda não regulamentada, o que representa uma ameaça potencial. Considerando apenas uma localização, C. epilithosa foi categorizada como Vulnerável (VU), pelo critério D2."",""Sim"",""Não"","""",""||"",""Mata Atlântica"","""",""PARNA da Serra Geral"","""","""",""Não"",""Desconhecida"","""","""","""","""","""","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Actinopterygii"",""Cyprinodontiformes"",""Rivulidae"",""Cynopoecilus"",""Cynopoecilus intimus"","""",""Costa, 2002"",""Peixe-anual"",""Peixes Continentais"",""10/2011"",""Vulnerável"","""",""D2"",""Cynopoecilus intimus foi descrita em 2002, conhecida apenas de três localidades, nas drenagens do rio Vacacaí, na bacia do rio Jacuí, próxima ao município de Santa Maria, estado do Rio Grande do Sul, Brasil. Embora os esforços de coleta tenham sido insuficientes, a principal ameaça para a espécie é dada pelo cultivo de arroz nas várzeas do entorno de Santa Maria e pelas atividades de extração de areia na sua área de sua ocorrência. Outros dados sobre biologia ou população são desconhecidos e são necessários novos estudos para elucidar sua distribuição. Mesmo assim, considerando o conhecimento atual, e o fato de existirem ameaças potenciais capazes de levar o táxon à condição de CR ou EX em curto prazo, Cynopoecilus intimus foi categorizada como Vulnerável (VU) pelo critério D2."",""Sim"",""Não"",""Rio Grande do Sul"",""|Sul|"",""Pampa"",""Sub-bacia Guaíba"","""","""","""",""Desconhecido"",""Desconhecida"","""","""","""","""","""","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Actinopterygii"",""Siluriformes"",""Loricariidae"",""Leporacanthicus"",""Leporacanthicus joselimai"","""",""Isbrücker & Nijssen, 1989"",""Acari vampiro"",""Peixes Continentais"",""11/2012"",""Vulnerável"","""",""A3c"",""Leporacanthicus joselimai é endêmica do Brasil e ocorre na bacia do médio rio Tapajós, estado do Pará. A espécie é pouco frequente e pouco abundante, associada à pedrais e corredeiras. Existe coleta de exemplares para o mercado de aquariofilia, mas que, aparentemente, não representa impacto relevante sobre as subpopulações de L. joselimai. A principal ameaça sobre suas subpopulações é a construção de barragens hidrelétricas nas drenagens do rio Tapajós (UHEs São Luiz do Tapajós e Jatobá). Considerando a área dos trechos onde a espécie tem registro confirmado, foi inferido que cerca de 42% serão impactados pelas barragens previstas. Tendo em vista o atual planejamento energético brasileiro para a bacia Amazônica e as construções já previstas para as bacias dos rios onde L. joselimai ocorre, haverá uma considerável perda de habitat, com diminuição da área de ocupação. Assim, suspeita-se que isto acarretaria uma redução populacional entre 30% e 50%, em 15 anos (três tempos geracionais), categorizando Leporacanthicus joselimai como Vulnerável (VU) sob o critério A3c."",""Sim"",""Não"",""Pará"",""|Norte|"",""Amazônia"",""Região Hidrográfica Amazônica Sub-bacia Tapajós"","""","""","""","""",""Declinando"",""3 - Produção energética e mineração|3.3 - Energia renovável"","""",""Proteção de locais/áreas, Proteção de recursos/habitat"","""","""","""",""""";;;;;; "Animalia,""Arthropoda"",""Insecta"",""Lepidoptera"",""Papilionidae"",""Heraclides"",""Heraclides himeros baia"","""",""(Rothschild & Jordan, 1906)"",""Borboleta, rabo-de-andorinha"",""Invertebrados Terrestres"",""11/2010"",""Em Perigo"","""",""B2ab(ii,iii)"",""Heraclides himeros baia foi registrado do litoral da Bahia até o interior do Tocantins, em três localidades pretéritas e uma recente na Paraíba, em um brejo de altitude em meio a Caatinga (Pico do Jabre). O táxon não foi detectado na Bahia, onde tem havido a presença de estudiosos de borboletas nas últimas décadas. Assim, há apenas uma localidade conhecida atualmente. Apesar da grande extensão de ocorrência, sua área de ocupação é estimada em menos de 500 km2, e grande parte de seu habitat está sendo devastado pela agricultura e pecuária. Portanto, o táxon foi categorizado como Em Perigo (EN) segundo o critério B2ab(ii,iii)."",""Sim"",""Não"",""Paraíba"",""|Nordeste|"",""Caatinga"",""Sub-bacia Piranhas"","""",""PARQUE ESTADUAL PICO DO JABRE"","""",""Desconhecido"",""Desconhecida"","""","""",""Plano de Ação Nacional (PAN), Proteção de recursos/habitat"","""","""",""300 , 900"",""""";;;;;; "Animalia,""Arthropoda"",""Insecta"",""Lepidoptera"",""Papilionidae"",""Heraclides"",""Heraclides himeros himeros"","""",""(Hopffer, 1865)"",""Borboleta, rabo-de-andorinha"",""Invertebrados Terrestres"",""11/2010"",""Em Perigo"","""",""B2ab(i,ii,iii,iv)"",""Existem apenas duas populações conhecidas da subespécie (ES e RJ), sendo que a população mais densa está no estado do Rio de Janeiro. Sua área de ocupação foi estimada em menos de 500 km².O táxon foi exaustivamente procurado desde a década de 1940 por vários pesquisadores, não tendo sido encontrado em nenhuma localidade adicional. Além disso, uma das localidades onde a subespécie costumava ser comum foi completamente alterada, não havendo evidências de que o táxon ainda ocorra. A destruição e a degradação dos habitat representam ameaças, além de competição e predação por espécies invasoras. O tamanho populacional pequeno desse táxon sugere que sua situação possa ser pior do que aquela indicada pela avaliação. Portanto, Heraclides himeros himeros foi categorizada como Em Perigo (EN), segundo o critério B2ab(i,ii,iii,iv)."",""Sim"",""Não"","""",""||"","""","""","""","""","""",""Desconhecido"",""Desconhecida"",""8 - Espécies invasoras problemáticas e doenças"","""",""Conscientização/comunicação, Proteção de recursos/habitat"","""","""","""",""""";;;;;; "Animalia,""Arthropoda"",""Malacostraca"",""Isopoda"",""Styloniscidae"",""Iuiuniscus"",""Iuiuniscus iuiuensis"","""",""Souza, Ferreira & Senna, 2015"","""",""Invertebrados Terrestres"",""05/2018"",""Vulnerável"","""",""D2"",""Iuiuniscus iuiuensis é endêmica do Brasil e conhecida somente da localidade tipo, a lapa do Baixão, no Município de Iuiú/Bahia. Outras cavernas da região são bem amostradas e a espécie não foi identificada em nenhuma outra localidade. Embora a caverna esteja relativamente bem preservadas, a região está em fase de pesquisa mineral e esta ameaça pode levar a espécie à condição de CR ou EX em um futuro próximo. Por isso, I. iuiuensis foi categorizada como Vulnerável (VU) pelo critério D2."",""Sim"",""Sim"",""Bahia"",""|Nordeste|"",""Cerrado"",""Sub-bacia São Francisco Médio"","""","""","""",""Não"",""Desconhecida"",""2 - Agropecuária e Aquacultura|2.1 - Culturas anuais e perenes não-madeireiras|2.1.2 - Agricultura em pequenas propriedades 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.3 - Pecuária|2.3.2 - Pecuária em pequenas propriedades 3 - Produção energética e mineração|3.2 - Mineração|3.2.3 - Extração de minérios - subsolo"","""",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação das Cavernas do Brasil"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Reptilia"",""Squamata"",""Dactyloidae"",""Dactyloa"",""Dactyloa nasofrontalis"","""",""(Amaral, 1933)"",""calanguinho, papa-vento"",""Répteis"",""08/2014"",""Vulnerável"","""",""D2"",""Dactyloa nasofrontalis é endêmica do Brasil. Foi descrita em 1933 para áreas florestadas da Mata Atlântica do estado do Espírito Santo, com registro posterior na década de 40 para a região de Santa Tereza, também nesse estado. Trata-se de uma região que tem sido amostrada ao longo dos anos e nunca mais houve registro da espécie. Considerando a distribuição bastante restrita e que a região encontra-se fortemente degradada em decorrência principalmente da atividade agrícola, foi considerada apenas uma localização. Essa ameaça pode levar a espécie à condição de Criticamente em Perigo ou mesmo Extinta em um curto prazo de tempo. Por essas razões, Dactyloa nasofrontalis foi avaliada como Vulnerável (VU), pelo critério D2."",""Sim"",""Não"","""",""||"","""","""","""","""","""","""",""Desconhecida"",""2 - Agropecuária e Aquacultura|2.1 - Culturas anuais e perenes não-madeireiras 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.3 - Pecuária"","""","""","""","""","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Reptilia"",""Squamata"",""Dactyloidae"",""Dactyloa"",""Dactyloa pseudotigrina"","""",""(Amaral, 1933)"",""calanguinho, papa-vento"",""Répteis"",""08/2014"",""Vulnerável"","""",""D2"",""Dactyloa pseudotigrina é endêmica do Brasil, descrita em 1933, conhecida de áreas florestadas da Mata Atlântica do estado do Espírito Santo, na região do rio Doce (sem localidade definida), e com registro posterior, na década de 70, para a região de Santa Teresa, também nesse estado. Trata-se de uma região que tem sido amostrada e nunca mais houve registro da espécie. Considerando a distribuição bastante restrita e que a região encontra-se fortemente degradada em decorrência principalmente da atividade agrícola, foi considerada apenas uma localização. Essa ameaça pode levar a espécie à condição de Criticamente em Perigo ou mesmo Extinta em um curto prazo de tempo. Por essas razões, Dactyloa pseudotigrina foi avaliada como Vulnerável (VU), pelo critério D2."",""Sim"",""Não"","""",""||"","""","""","""","""","""","""",""Desconhecida"",""2 - Agropecuária e Aquacultura|2.1 - Culturas anuais e perenes não-madeireiras 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.3 - Pecuária"","""","""","""","""","""",""""";;;;;; "Animalia,""Arthropoda"",""Insecta"",""Lepidoptera"",""Nymphalidae"",""Episcada"",""Episcada vitrea"","""",""D`Almeida & Mielke, 1967"",""Asas de vidro, Borboleta"",""Invertebrados Terrestres"",""11/2010"",""Em Perigo"","""",""B1ab(iii)+2ab(iii)"",""Existem cinco localidades conhecidas para a espécie, na Mata Atlântica dos estados do Espírito Santo, Minas Gerais e do Rio de Janeiro, sendo duas das localidades fora de unidade de conservação.Sua extensão de ocorrência (EOO) menor do que 5.000 km2. Ocorre apenas em matas de altitude, de modo que sua área de ocupação (AOO) é bastante restrita, sendo estimada em menos de 10 km2. As áreas onde ocorre estão sujeitas à degradação e fragmentação severa em tempo recente. Portanto, E. vitrea foi categorizada como Em Perigo (EN), segundo os critérios B1ab(iii)+2ab(iii)."",""Sim"",""Não"",""Espírito Santo, Rio de Janeiro"",""|Sudeste|"",""Mata Atlântica"",""Sub-bacia Litoral ES Sub-bacia Litoral RJ"",""APA Petrópolis, PARNA da Serra dos Órgãos, PARNA do Caparaó"",""PARQUE ESTADUAL DO FORNO GRANDE"","""",""Desconhecido"",""Desconhecida"","""","""","""","""","""","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Actinopterygii"",""Perciformes"",""Cichlidae"",""Crenicichla"",""Crenicichla heckeli"","""",""Ploeg, 1989"","""",""Peixes Continentais"",""05/2013"",""Vulnerável"","""",""D2"",""Crenicichla heckeli é endêmica do Brasil, com ocorrência na bacia do rio Trombetas, estado do Pará. A espécie habita trechos de corredeiras, onde é considerada frequente e abundante. A extensão de ocorrência (EOO) de C. heckeli, calculada tendo como base a soma dos trechos de corredeiras dos rios Trombetas e Mapuera, foi de aproximadamente 700 km2. A usina hidrelétrica (UHE) Cachoeira Porteira está planejada para ser construída exatamente sobre a localidade-tipo da espécie, o que pode gerar uma ameaça significativa. Em função dos impactos ambientais previstos como resultados da formação do reservatório da UHE Cachoeira Porteira foram identificadas, no máximo, duas localizações, o rio Trombetas e o rio Mapuera. Considerando sua distribuição muito restrita e a ameaça futura plausível representada pela construção da UHE, Crenicichla heckeli foi categorizada como Vulnerável (VU) sob o critério D2."",""Sim"",""Não"",""Pará"",""|Norte|"",""Amazônia"",""Região Hidrográfica Amazônica Sub-bacia Trombetas"","""",""FLORESTA ESTADUAL DE FARO"","""","""",""Desconhecida"",""3 - Produção energética e mineração|3.3 - Energia renovável"",""3 - Animais de estimação/ornamentais"","""","""","""","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Actinopterygii"",""Perciformes"",""Cichlidae"",""Crenicichla"",""Crenicichla cyclostoma"","""",""Ploeg, 1986"","""",""Peixes Continentais"",""05/2013"",""Criticamente em Perigo"",""Não"",""A3c"",""Crenicichla cyclostoma é endêmica do Brasil, sendo conhecida de duas áreas nos estados do Pará e Tocantins: região do baixo rio Tocantins, onde foi construída a usina hidrelétrica (UHE) Tucuruí, e região do baixo rio Araguaia, entre São Geraldo e São João do Araguaia. Após a construção da UHE Tucuruí a espécie não foi mais registrada na área do reservatório. O restante da região de ocorrência conhecida atualmente de C. cyclostoma faz parte da área de alagamento de duas UHEs previstas, Santa Isabel e Marabá. Considerando o período de cerca de oito anos até o completo enchimento desses reservatórios, a espécie perderá 100% de sua extensão de ocorrência e área de ocupação em menos de três gerações (o tempo geracional é de três anos). Esse impacto deve causar uma perda populacional de mais de 80%, uma vez que a espécie é restrita a corredeiras. Portanto, C. cyclostoma foi categorizada como Criticamente em Perigo (CR) pelo critério A3c."",""Sim"",""Não"",""Pará, Tocantins"",""|Norte|"",""Amazônia"",""Região Hidrográfica do Tocantins/Araguaia Sub-bacia Araguaia Sub-bacia Tocantins Baixo"","""","""","""","""",""Declinando"",""3 - Produção energética e mineração|3.3 - Energia renovável"","""","""","""","""","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Actinopterygii"",""Perciformes"",""Cichlidae"",""Crenicichla"",""Crenicichla hadrostigma"","""",""Lucena, 2007"",""Joana"",""Peixes Continentais"",""05/2013"",""Vulnerável"","""",""B1ab(ii,iii)"",""Crenicichla hadrostigma é distribuída nos trechos médio e alto do rio Uruguai, nos estados de Santa Catarina e Rio Grande do Sul, Brasil. É uma espécie descrita recentemente (2007), com poucos registros em coleções, embora toda a região do médio e alto rio Uruguai seja bem amostrada. Está associada a ambientes de corredeiras, em uma região bastante comprometida por barramentos atuais e previstos. A Extensão de Ocorrência (EOO) calculada foi de 8.568 km² (B1), considerando os registros conhecidos até o presente. A formação de reservatórios em cascata no alto rio Uruguai tem alterado os hábitats preferenciais da espécie (bii e iii). Até o momento, existem cinco usinas hidrelétricas na área onde a espécie foi registrada. Considerando a instalação de empreendimentos hidrelétricos como a principal ameaça, foram identificadas quatro localizações (a) (1 = a montante da barragem da UHE Passo São João, no rio Ijuí"; 2 = rio Passo Fundo, na área de influência do reservatório da UHE Monjolinho; 3 = rio Chapecó, na área de influência do reservatório UHE Foz do Chapecó, em Santa Catarina;" 4 = rio Uruguai, trecho ainda livre de hidrelétricas, porém na área de influência do projeto do Aproveitamento Hidrelétrico de Itapiranga). Além disso, existem dezenas de projetos em prospecção de outros empreendimentos hidrelétricos na área de ocorrência da espécie, o que torna a população da espécie severamente fragmentada. Portanto, Crenicichla hadrostigma foi enquadrada na categoria Vulnerável (VU) pelo critério B1ab(ii,iii)."",""Sim"",""Não"",""Rio Grande do Sul, Santa Catarina"",""|Sul|"",""Mata Atlântica"",""Sub-bacia Uruguai Alto Sub-bacia Uruguai Médio"","""","""","""",""Desconhecido"",""Desconhecida"","""","""","""","""","""","""",""""";;; "Animalia,""Chordata"",""Actinopterygii"",""Perciformes"",""Cichlidae"",""Crenicichla"",""Crenicichla jegui"","""",""Ploeg, 1986"","""",""Peixes Continentais"",""05/2013"",""Em Perigo"","""",""B2ab(ii,iii,iv)"",""Crenicichla jegui é endêmica do Brasil e está distribuída na bacia do baixo rio Tocantins e baixo rio Araguaia, nos estados do Pará e Tocantins. A espécie é relativamente pouco abundante e pouco frequente nas capturas (conhecida de poucos exemplares). A Área de Ocupação (AOO) de C. jegui foi calculada em 264 km2, a partir dos pontos extremos da distribuição conhecida atualmente, de Santa Isabel a Pedral de Itaipavas. A construção de barragens é a principal ameaça a esta espécie. Dessa forma, foram definidas três localizações: região do baixo rio Tocantins, onde foi construída a usina hidrelétrica (UHE) Tucuruí"; baixo rio Araguaia, em Santa Isabel, onde será construída a UHE Santa Isabel;" e Pedral de Itaipavas, em Conceição do Araguaia. Após a construção da UHE Tucuruí a espécie não foi mais registrada na área do reservatório. Após a construção da UHE Santa Isabel (reservatório de aproximadamente 159 km2), calcula-se uma redução de 60% da área de ocupação total estimada para C. jegui, restando apenas 105 km2. A espécie, portanto apresenta uma área de ocupação menor que 500 km2, e está restrita a duas localizações, uma delas sendo impactada pela construção de uma hidrelétrica, e apresenta declínio continuado em área de ocupação, qualidade do habita e número de localizações. Desta forma, Crenicichla jegui foi categorizada como Em Perigo (EN) de acordo com os critérios B2ab(ii,iii,iv)."",""Sim"",""Não"",""Pará, Tocantins"",""|Norte|"",""Amazônia"",""Região Hidrográfica do Tocantins/Araguaia Sub-bacia Araguaia Sub-bacia Tocantins Baixo"","""","""","""","""","""",""3 - Produção energética e mineração 3 - Produção energética e mineração|3.3 - Energia renovável 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos"",""3 - Animais de estimação/ornamentais"",""Criação de áreas protegidas, Proteção de recursos/habitat"","""","""","""",""""";;;; "Animalia,""Arthropoda"",""Insecta"",""Lepidoptera"",""Nymphalidae"",""Eresia"",""Eresia erysice erysice"","""",""(Geyer, 1832)"",""Borboleta"",""Invertebrados Terrestres"",""11/2010"",""Criticamente em Perigo"",""Não"",""B1ab(i,ii,iii,iv)"",""Eresia erysice erysice é conhecida de apenas duas localidades na Mata Atlântica, separadas por uma área bastante alterada no sul da Bahia, sendo apenas uma dentro de unidade de conservação. A extensãode ocorrência (EOO) é estimada em menos de 100 km2. A região como um todo está sob pressão antrópica e tem perdido área de cobertura florestal continuamente. As principais ameaças são a degradação e destruição do habitat, provocada principalmente pela atividade agropecuária. Portanto, Eresia erysice erysice foi categorizada como Criticamente em Perigo (CR), segundo o critério B1ab(i,ii,iii,iv)."",""Sim"",""Não"","""",""||"","""","""","""","""","""",""Desconhecido"",""Desconhecida"","""","""","""","""","""","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Actinopterygii"",""Perciformes"",""Cichlidae"",""Crenicichla"",""Crenicichla urosema"","""",""Kullander, 1990"","""",""Peixes Continentais"",""05/2013"",""Em Perigo"","""",""B1ab(iii)"",""Crenicichla urosema é endêmica do Brasil e apresenta distribuição restrita, ocorrendo na bacia do médio rio Tapajós (região de Itaituba e São Luiz do Tapajós) e no baixo rio Jamanxim, estado do Pará. A espécie é naturalmente pouco frequente e pouco abundante. A implantação das usinas hidrelétricas Jatobá, Cachoeira do Caí e São Luiz do Tapajós na área de ocorrência da espécie constitui uma ameaça futura. Sua Extensão de Ocorrência é de 2.319 km2, correspondendo a duas localizações (Tapajós e Jamanxim, definidas pela ameaça de instalação das hidrelétricas Jatobá, Cachoeira do Caí e São Luiz do Tapajós). Atualmente a área em que C. urosema ocorre é impactada pelo garimpo, portanto, a espécie sofre declínio continuado em qualidade do habitat. Desta forma, Crenicichla urosema foi categorizada como Em Perigo (EN), de acordo com os critérios B1ab(iii)."",""Sim"",""Não"",""Pará"",""|Norte|"",""Amazônia"",""Região Hidrográfica Amazônica Sub-bacia Tapajós"",""PARNA do Jamanxim"","""","""","""","""",""3 - Produção energética e mineração|3.3 - Energia renovável"","""","""","""","""","""",""""";;;;;; "Animalia,""Arthropoda"",""Insecta"",""Lepidoptera"",""Nymphalidae"",""Dasyophthalma"",""Dasyophthalma vertebralis"","""",""Butler, 1869"",""Borboleta"",""Invertebrados Terrestres"",""11/2010"",""Criticamente em Perigo"",""Sim"",""B2ab(i,ii,iii,iv)"",""Dasyophthalma vertebralis tem poucos exemplares conhecidos de museus e não é registrada ou coletada desde 1939. Espécimes são conhecidos de apenas cinco localidades sem sítios especificados nos antigos rótulos dos exemplares depositados em museus. A região de ocorrência da espécie, na Mata Atlântica do Espírito Santo e de Minas Gerais, está severamente fragmentada e vem sendo continuamente degradada desde o século XIX. As poucas expedições realizadas para a busca dessa espécie não obtiveram sucesso. Há grande urgência de localização de populações remanescentes, dado que o habitat praticamente desapareceu. Não há informações sobre ecologia, habitat preferencial ou período de ocorrência, o que pode dificultar a localização das novas subpopulações. Portanto, D. vertebralis foi categorizada como Criticamente em Perigo, Possivelmente Extinta (CR-PEX), segundo o critério B2ab(i,ii,iii,iv)."",""Sim"",""Não"","""",""||"","""","""","""","""","""",""Desconhecido"",""Desconhecida"","""","""",""Proteção de recursos/habitat"","""","""","""",""""";;;;;; "Animalia,""Arthropoda"",""Insecta"",""Lepidoptera"",""Nymphalidae"",""Dasyophthalma"",""Dasyophthalma geraensis"","""",""Rebel, 1922"",""Borboleta"",""Invertebrados Terrestres"",""11/2010"",""Criticamente em Perigo"",""Não"",""B1ab(iii)+2ab(iii)"",""Dasyophthalma geraensis é conhecida de poucas localidades de floresta de altitude na Serra da Mantiqueira. A espécie ocorre em habitat específicos de florestas úmidas já severamente fragmentadas em altitudes acima de 1000 m, com uma área de ocupação (AOO) estimada em menos de 10 km2. A extensão de ocorrência (EOO) é menor do que 100 km2. Recentemente, a expansão imobiliária e atividades recreativas irregulares têm ameaçado os habitat remanescentes fora das unidades de conservação. Portanto, D. geraensis foi categorizada como Criticamente em Perigo (CR) segundo os critérios B1ab(iii)+2ab(iii)."",""Sim"",""Não"",""Minas Gerais, São Paulo"",""|Sudeste|"",""Mata Atlântica"",""Sub-bacia Grande"",""APA Serra da Mantiqueira, PARNA de Itatiaia"",""APA CAMPOS DO JORDÃO, PARQUE ESTADUAL DE CAMPOS DO JORDÃO"","""",""Desconhecido"",""Desconhecida"",""1 - Desenvolvimento residencial e comercial"","""",""Proteção de recursos/habitat"","""","""","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Actinopterygii"",""Characiformes"",""Characidae"",""Diapoma"",""Diapoma pyrrhopteryx"","""",""Menezes & Weitzman, 2011"",""Lambari"",""Peixes Continentais"",""05/2013"",""Em Perigo"","""",""B1ab(ii,iii)"",""Diapoma pyrrhopteryx é endêmica do Brasil e está presente na bacia do alto rio Uruguai, sendo conhecida apenas da calha dos rios. São conhecidos registros em seis sub-bacias (Pelotas, Canoas, Passo Fundo, do Peixe, Jacutinga e Dourados) e na calha do próprio rio Uruguai, com uma Extensão de Ocorrência (EOO) calculada de 1.837 km² (EN B1). Embora toda a região da bacia do alto rio Uruguai tenha sido muito bem amostrada, a espécie não foi encontrada em outras sub-bacias. As diversas hidroelétricas que já afetaram os locais de ocorrência da espécie, com exceção dos rios Jacutinga e do Peixe, tornaram a população severamente fragmentada (a). A progressiva construção de barragens hidroelétricas do plano de aproveitamento energético acarreta um declínio continuado da qualidade do habitat do alto rio Uruguai (biii), bem como da área de ocupação da espécie (bii), que ocorre exclusivamente na calha dos rios. A espécie não foi mais encontrada no rio Passo Fundo após o enchimento do reservatório da UHE Monjolinho. Portanto, Diapoma pyrrhopteryx foi categorizada como Em Perigo (EN) segundo o critério B1ab(ii,iii)."",""Sim"",""Não"",""Rio Grande do Sul, Santa Catarina"",""|Sul|"",""Mata Atlântica"",""Sub-bacia Uruguai Alto"","""","""","""",""Desconhecido"",""Desconhecida"","""","""","""","""","""","""",""""";;;;;; "Animalia,""Arthropoda"",""Insecta"",""Coleoptera"",""Scarabaeidae"",""Dichotomius"",""Dichotomius eucranioides"","""",""Pereira & Andretta, 1955"",""besouro-rola-bosta"",""Invertebrados Terrestres"",""10/2014"",""Em Perigo"","""",""B2ab(ii,iii)"",""Dichotomius eucranioides é endêmica do Brasil, com poucos registros no estado do Mato Grosso do Sul. É conhecida de apenas quatro localidades na margem direita do Rio Paraná, uma delas um registro antigo da década de 1940. Estudos mais recentes em outros fragmentos florestais da região não localizaram a espécie. Dichotomius eucranioides possui asas membranosas atrofiadas, portanto é incapaz de voar. Associada a essa limitação de dispersão, seu ambiente sobre forte pressão agrícola. A maior parte das florestas em sua distribuição foi convertida em atividades agropecuárias, especialmente plantações de eucalipto e pastagens, sendo os remanescentes florestais poucos e isolados. Sua área de ocupação é estimada em menos de 500km2. Portanto, foi categorizada como Em Perigo (EN) segundo o critério B2ab(ii,iii)."",""Sim"",""Não"",""Mato Grosso do Sul"",""|Centro-Oeste|"",""Cerrado, Mata Atlântica"",""Sub-bacia Paraná RH1"","""","""","""",""Não"",""Desconhecida"",""2 - Agropecuária e Aquacultura|2.2 - Silvicultura|2.2.3 - Plantações em escala desconhecida 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.3 - Pecuária|2.3.4 - Pecuária em escala desconhecida"","""",""Proteção de recursos/habitat"","""","""","""",""""";;;;;; "Animalia,""Arthropoda"",""Malacostraca"",""Isopoda"",""Calabozoidae"",""Pongycarcinia"",""Pongycarcinia xiphidiourus"","""","""","""",""Invertebrados de Água Doce"",""05/2018"",""Em Perigo"","""",""B2ab(iii)"",""Pongycarcinia xiphidiorus é endemica do Brasil, com ocorrência em duas cavernas denominadas toca do Gonçalo (localidade tipo, município de Umburanas/Bahia) e toca da Jurema (município de Várzea Nova/Bahia). A região é bem amostrada e outros inventários de fauna subterrânea não ampliaram a distribuição da espécie. Sua área de ocupação é seguramente menor do que 500km2. As duas cavernas estão fortemente impactadas principalmente pela redução do nível da água, resultando em declínio da qualidade de habitat. Além disso, a vegetação do entorno encontra-se bastante desmatada e a região possui polígonos minerários com requerimento de lavra. Considerando duas localizações, a espécie foi categorizada como Em Perigo (EN) pelo critério B2ab(iii)."",""Sim"",""Sim"",""Bahia"",""|Nordeste|"",""Caatinga"",""Sub-bacia São Francisco Submédio"","""","""","""",""Não"",""Desconhecida"",""11 - Mudanças e extremos climáticos|11.1 - Mudança/alteração de habitat 11 - Mudanças e extremos climáticos|11.2 - Secas 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.1 - Culturas anuais e perenes não-madeireiras|2.1.4 - Agricultura de escala desconhecida 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.2 - Represas e uso de água|7.2.5 - Captação de água subterrânea - uso doméstico 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.2 - Represas e uso de água|7.2.7 - Captação de água subterrânea - uso na agricultura 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.3 - Outras modificações nos ecossistemas"","""",""Plano de Ação Nacional (PAN), Restauração de habitat e processos naturais"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação das Cavernas do Brasil"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Mollusca"",""Gastropoda"",""Caenogastropoda"",""Hydrobiidae"",""Potamolithus"",""Potamolithus troglobius"",""Potamolithus troglobius"",""Simone & Miracchiolli, 1994"","""",""Invertebrados Terrestres"",""05/2018"",""Criticamente em Perigo"",""Não"",""B1ab(iii)+2ab(iii)"",""Potamolithus troglobius é endêmica do Brasil e conhecida apenas da localidade-tipo, o Sistema Areias (gruta Areias de Cima, Areias de Baixo e Ressurgência das Areias de Água Quente), em Iporanga/São Paulo, no Parque Estadual Turístico do Alto Ribeira. Embora a caverna esteja em uma área protegida em bom estado de conservação, as áreas de recarga do sistema estão fora da unidade de conservação e sofrem com aporte de poluentes, principalmente esgoto doméstico e descarte de água cinza, provocando declínio da qualidade da água e, portanto, do habitat da espécie. Sua extensão de ocorrência e área do ocupação foram estimadas em menos de 10km2. Considerando uma localização, a espécie foi avaliada como Criticamente em Perigo (CR) pelos critérios B1ab(iii)+2ab(iii)."",""Sim"",""Sim"",""São Paulo"",""|Sudeste|"",""Mata Atlântica"",""Sub-bacia Litoral RJ SP"","""",""PARQUE ESTADUAL TURÍSTICO DO ALTO DO RIBEIRA"","""",""Não"",""Estável"",""11 - Mudanças e extremos climáticos|11.1 - Mudança/alteração de habitat 1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.1 - Expansão urbana 1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.3 - Áreas de turismo e recreação 6 - Distúrbios humanos|6.1 - Atividades recreacionais/turísticas 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.3 - Outras modificações nos ecossistemas 8 - Espécies invasoras problemáticas e doenças|8.1 - Espécies exóticas|8.1.1 - Espécie conhecida 9 - Poluição|9.1 - Doméstica e urbana - escoamento de água|9.1.1 - Esgoto 9 - Poluição|9.1 - Doméstica e urbana - escoamento de água|9.1.2 - Escoamento urbano 9 - Poluição|9.2 - Industrial|9.2.2 - Infiltraçao oriunda de mineração"","""",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação das Cavernas do Brasil"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Arthropoda"",""Diplopoda"",""Spirostreptida"",""Pseudonannolenidae"",""Pseudonannolene"",""Pseudonannolene lundi"","""",""Iniesta & Ferreira, 2015"","""",""Invertebrados Terrestres"",""05/2018"",""Criticamente em Perigo"",""Não"",""B1ab(iii)+2ab(iii)"",""Pseudonannolene lundi é endêmica do Brasil e conhecida apenas da localidade-tipo, a Lapa Sem Fim, uma caverna calcária do município de Luislândia, Minas Gerais. Embora a espécie pareça ser abundante no local, e a caverna relativamente bem preservada (raramente visitada por habitantes locais), a lapa Sem Fim está localizada em uma fazenda particular e o entorno imediato está bastante alterado em função de desmatamento para implantação de pastagens, além da construção de um pequeno açude. Tais impactos afetam principalmente as dinâmicas trófica (aporte de recursos para a população) e hídrica (a espécie é dependente de ambiente úmido). Recentemente a caverna está sendo muito visitada por grupos de espeleologia, o que vem causando impactos como pisoteamento em áreas antes bastante preservadas. Todos estes impactos têm causado declínio da qualidade do habitat da espécie. Considerando uma localização, além de Extensão de Ocorrência e Área de Ocupação inferiores a 10km2, a espécie foi categorizada como Criticamente em Perigo (CR) pelos critérios B1ab(iii)+2ab(iii)."",""Sim"",""Sim"",""Minas Gerais"",""|Sudeste|"",""Cerrado"",""Sub-bacia São Francisco Médio"","""","""","""",""Não"",""Desconhecida"",""2 - Agropecuária e Aquacultura|2.1 - Culturas anuais e perenes não-madeireiras|2.1.4 - Agricultura de escala desconhecida 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.3 - Pecuária|2.3.4 - Pecuária em escala desconhecida 6 - Distúrbios humanos|6.1 - Atividades recreacionais/turísticas 6 - Distúrbios humanos|6.3 - Trabalho e outras atividades"","""",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação das Cavernas do Brasil"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Arthropoda"",""Insecta"",""Coleoptera"",""Scarabaeidae"",""Dichotomius"",""Dichotomius schiffleri"","""",""Vaz de Mello, Louzada & Gavino, 2001"",""besouro-rola-bosta"",""Invertebrados Terrestres"",""10/2014"",""Em Perigo"","""",""B2ab(iii)"",""Dichotomius schiffleri é endêmica do Brasil com ocorrência na Mata Atlântica costeira, especialmente restingas, do estado de Pernambuco até o Espírito Santo. A espécie necessita de restingas arbóreas em bom estado de conservação, não sendo encontrada em habitats alterados. Embora tenha uma ampla distribuição geográfica, ocorre em habitat específico que já sofreu grande perda de cobertura. Sua área de ocupação é estimada em menos de 500km2, calculada pela área de remanescente florestal ocupada pela espécie. A degradação e substituição das restingas, principalmente por atividades agropecuárias e urbanização, representam as principais ameaças, e a população da espécie encontra-se severamente fragmentada. Portanto, Dichotomius schiffleri foi categorizada como Em Perigo (EN) segundo o critério B2ab(iii)."",""Sim"",""Não"",""Bahia, Espírito Santo, Pernambuco, Sergipe"",""|Nordeste|Sudeste|"",""Mata Atlântica"",""Sub-bacia Doce Sub-bacia Itapecuru-Paraguaçu Sub-bacia Litoral AL PE PB Sub-bacia Litoral BA ES Sub-bacia Litoral SE"","""","""","""",""Não"",""Desconhecida"",""1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.1 - Expansão urbana 5 - Uso de recursos biológicos|5.3 - Extração florestal|5.3.1 - Uso intencional - subsistência/pequena escala 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.1 - Incêndios e supressão de incêndios|7.1.1 - Aumento da frequência/intensidade de incêndios"","""",""Proteção de recursos/habitat"","""","""","""",""""";;;;;; "Animalia,""Arthropoda"",""Arachnida"",""Pseudoscorpiones"",""Bochicidae"",""Spelaeobochica"",""Spelaeobochica muchmorei"",""Spelaeobochica muchmorei"",""Andrade & Mahnert, 2003"","""",""Invertebrados Terrestres"",""05/2018"",""Criticamente em Perigo"",""Não"",""B2ab(iii)"",""Spelaeobochica muchmorei é conhecida apenas das cavernas do Sistema Areias: Gruta Ressurgência das Areias de Águas Quentes, Gruta Areias de Cima e Gruta Areias de Baixo, no Município de Iporanga/São Paulo. As cavernas fazem parte de um mesmo sistema subterrâneo e a extensão de ocorrência foi estimada em menos de 10 km². Parte do sistema está inserida no Parque Estadual Turístico do Alto Ribeira (PETAR). As cavernas da região são bem amostradas, mas a espécie não foi registrada em outras cavidades. A área de ocupação da espécie é restrita (menor do que 10km2). Embora parte do sistema esteja em uma área protegida em bom estado de conservação, as áreas de recarga estão fora da unidade de conservação e sofrem com aporte de poluentes, principalmente esgoto doméstico, descarte de água cinza e metais pesados decorrentes de mineração, provocando declínio da qualidade da água. Esses impactos no ambiente aquático provavelmente interferem no ambiente terrestre em função da dinâmica hídrica do sistema (inundações cíclicas). Considerando uma localização, a espécie foi categorizada como Criticamente em Perigo de acordo com o critério B2ab(iii)."",""Sim"",""Sim"",""São Paulo"",""|Sudeste|"",""Mata Atlântica"",""Sub-bacia Litoral RJ SP"","""",""PARQUE ESTADUAL TURÍSTICO DO ALTO DO RIBEIRA"","""",""Não"",""Desconhecida"",""1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.1 - Expansão urbana 5 - Uso de recursos biológicos|5.3 - Extração florestal|5.3.5 - Motivação desconhecida 9 - Poluição|9.1 - Doméstica e urbana - escoamento de água|9.1.1 - Esgoto 9 - Poluição|9.1 - Doméstica e urbana - escoamento de água|9.1.2 - Escoamento urbano 9 - Poluição|9.2 - Industrial|9.2.2 - Infiltraçao oriunda de mineração"","""",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação das Cavernas do Brasil"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Aves"",""Passeriformes"",""Passerellidae"",""Arremonops"",""Arremonops conirostris"",""Arremonops conirostris"",""(Bonaparte, 1850)"",""tico-tico-cantor"",""Aves"",""08/2018"",""Em Perigo"","""",""B2ab(iii)"",""Arremonops conirostris ocorre de Honduras à Colômbia e contrafortes andinos. No Brasil, ocorre apenas no estado de Roraima, em uma população pequena e isolada da população global, além de restrita às várzeas do rio Branco e alguns tributários. A área de ocupação da espécie no Brasil é menor que 500 km². A Usina do Bem Querer, prevista para ser instalada no médio rio Branco, já se encontra em processo de licenciamento e irá impactar fortemente o habitat da espécie. Apresenta duas localizações e declínio continuado na qualidade do habitat devido ao cultivo de arroz e a incêndios antrópicos. Não há alteração de categoria levando em consideração o ajuste regional. Dessa forma, A. conirostris foi categorizada como Em Perigo (EN) segundo os critérios B2ab(iii)."",""Não"",""Sim"",""Roraima"",""|Norte|"",""Amazônia"",""Sub-bacia Negro"",""ESEC de Maracá, PARNA do Viruá"",""AREA DE PROTECAO AMBIENTAL XERIUINI"","""",""Não"",""Desconhecida"",""2 - Agropecuária e Aquacultura|2.1 - Culturas anuais e perenes não-madeireiras|2.1.4 - Agricultura de escala desconhecida 3 - Produção energética e mineração|3.3 - Energia renovável|3.3.1 - Hidrelétricas 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.1 - Incêndios e supressão de incêndios|7.1.1 - Aumento da frequência/intensidade de incêndios"","""",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação das Aves Ameaçadas do Bioma Amazônia, Plano de Ação Nacional para a Conservação das Aves Ameaçadas do Bioma Amazônia - 2º ciclo"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Arthropoda"",""Insecta"",""Lepidoptera"",""Saturniidae"",""Dirphia"",""Dirphia monticola"","""",""Zerny, 1924"",""Mariposa"",""Invertebrados Terrestres"",""08/2014"",""Vulnerável"","""",""D2"",""Dirphia monticola é endêmica do Brasil, sendo conhecida apenas de um registro em Minas Gerais (Passa Quatro) e um no Rio de Janeiro (Itatiaia). O registro de Minas Gerais é impreciso (sem data, coletor e registro em coleção) e portanto, assume-se que a espécie esteja restrita aos campos rupestres do Itatiaia. É uma espécie localmente abundante na área de campos elevados da Mata Atlântica em altitudes acima de 2.000 m. A Área de Ocupação (AOO) foi calculada em 4 km², e possui apenas uma localização atualmente confirmada. Considerando que a espécie é restrita a uma localização e que está sujeita a ameaça iminente à sua conservação, incidência natural de queimadas, que pode levar à extinção dessa única população conhecida, Dirphia monticola foi categorizada como Vulnerável (VU) pelo critério D2."",""Sim"",""Não"",""Minas Gerais"",""|Sudeste|"",""Mata Atlântica"",""Sub-bacia Grande"",""PARNA de Itatiaia"","""","""",""Desconhecido"",""Desconhecida"","""","""","""","""","""","""",""""";;;;;; "Animalia,""Arthropoda"",""Insecta"",""Lepidoptera"",""Nymphalidae"",""Doxocopa"",""Doxocopa zalmunna"","""",""(Butler, 1869)"",""Borboleta"",""Invertebrados Terrestres"",""11/2010"",""Criticamente em Perigo"",""Sim"",""B2ab(i,ii,iii,iv)"",""Doxocopa zalmunna não foi observada nos últimos 60 anos, apesar de esforços recentes de amostragem. Os registros conhecidos estão fora de unidades de conservação, sendo que uma daslocalidades de registro mais confiável foi desmatada. A região de ocorrência (Mata Atlântica de São Paulo) está severamente fragmentada e vem sendo continuamente degradada desde o século XIX. Hágrande urgência de localização de populações remanescentes. Portanto, D. zalmunna foi categorizada como Criticamente em Perigo, Possivelmente Extinta (CR-PEX) segundo o critério B2ab(i,ii,iii,iv)."",""Sim"",""Não"","""",""||"","""","""","""","""","""",""Desconhecido"",""Desconhecida"",""1 - Desenvolvimento residencial e comercial 2 - Agropecuária e Aquacultura"","""",""Proteção de recursos/habitat"","""","""","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Mammalia"",""Rodentia"",""Cricetidae"",""Noronhomys"",""Noronhomys vespuccii"",""Noronhomys vespuccii"",""Carleton & Olson, 1999"",""Rato-de-Noronha, Vespucci’s Rodent"",""Mamíferos"",""10/2021"",""Extinta"","""","""",""Noronhomys vespuccii é conhecida apenas de registros históricos, que indicam a existência da espécie na ilha de Fernando de Noronha até 1503, quando os últimos relatos de sua observação foram feitos. A espécie não foi mais registrada desde então, apesar dos estudos no arquipélago. Portanto, Noronhomys vespuccii foi categorizada como Extinta (EX)."",""Sim"",""Não"",""Pernambuco"",""|Nordeste|"",""Desconhecido"","""","""","""","""",""Não"",""Desconhecida"","""","""","""","""","""","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Mammalia"",""Rodentia"",""Cricetidae"",""Juscelinomys"",""Juscelinomys candango"",""Juscelinomys candango"",""Moojen, 1965"",""Candango akodont, Candango Mouse, Rato-candango"",""Mamíferos"",""10/2021"",""Criticamente em Perigo"",""Sim"",""D"",""Juscelinomys candango é conhecida apenas de nove espécimes da localidade-tipo, a Fundação Zoobotânica de Brasília, Distrito Federal. Essa localidade foi totalmente descaracterizada, e apesar de muitos esforços de coleta, nenhum indivíduo foi registrado desde 1960. Portanto, Juscelinomys candango foi categorizada como Criticamente em Perigo, Possivelmente Extinta (CR-PEX), pelo critério D."",""Sim"",""Sim"",""Distrito Federal"",""|Centro-Oeste|"",""Cerrado"",""Sub-bacia Paranaíba"","""","""","""","""",""Desconhecida"",""1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.1 - Expansão urbana"","""",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação dos Pequenos Mamíferos de Áreas Abertas"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Arthropoda"",""Malacostraca"",""Decapoda"",""Aeglidae"",""Aegla"",""Aegla brevipalma"",""Aegla brevipalma"",""Bond-Buckup & Santos, 2012"",""Egla"",""Invertebrados de Água Doce"",""10/2019"",""Criticamente em Perigo"",""Não"",""B1ab(iii)"",""Aegla brevipalma é endêmica do Brasil e conhecida em uma única localidade, no Rio Matador, Município de Bom Retiro (SC). A extensão de ocorrência foi calculada em 3 km² e foi identificada uma localização a partir da principal ameaça, que é o avanço das atividades agropecuárias, com substituição da vegetação nativa por silvicultura. A região onde a espécie ocorre está sujeita ao declínio continuo da qualidade de habitat, devido à criação de bovinos e suínos nas imediações do curso d’água. Por isso, A. brevipalma foi categorizada como Criticamente em Perigo (CR), segundo o critério B1ab(iii)."",""Sim"",""Sim"",""Santa Catarina"",""|Sul|"",""Mata Atlântica"",""Sub-bacia Uruguai Alto"","""","""","""",""Não"",""Declinando"",""2 - Agropecuária e Aquacultura|2.2 - Silvicultura|2.2.1 - Plantações em pequenas propriedades 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.3 - Pecuária|2.3.2 - Pecuária em pequenas propriedades 9 - Poluição|9.3 - Agropecuária e florestal|9.3.1 - Acúmulo de nutrientes 9 - Poluição|9.3 - Agropecuária e florestal|9.3.2 - Erosão do solo/sedimentação"","""",""Plano de Ação Nacional (PAN), Proteção de locais/áreas"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação dos Peixes e Eglas da Mata Atlântica"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Arthropoda"",""Malacostraca"",""Decapoda"",""Aeglidae"",""Aegla"",""Aegla camargoi"",""Aegla camargoi"",""Buckup & Rossi, 1977"",""Egla"",""Invertebrados de Água Doce"",""10/2019"",""Em Perigo"","""",""B1ab(iii)"",""Aegla camargoi é endêmica do Brasil, ocorrendo no Nordeste do Rio Grande do Sul (sub-bacia Rio Pelotas) e Planalto de Santa Catarina (sub-bacia do Rio Pelotas). A extensão de ocorrência (EOO) foi calculada em 3.085 km2 a partir da área do mínimo polígono convexo formado pelas microbacias onde a espécie já foi registrada. A expansão da pecuária e silvicultura, com a supressão da mata ciliar na região onde ocorre a espécie são as principais ameaças, que fragmentaram severamente a população e provocaram o declínio continuado da qualidade do habitat. Portanto, A. camargoi foi categorizada como Em Perigo (EN), considerando o critério B1ab(iii)."",""Sim"",""Sim"",""Rio Grande do Sul, Santa Catarina"",""|Sul|"",""Mata Atlântica"",""Sub-bacia Guaíba Sub-bacia Litoral SP PR SC Sub-bacia Uruguai Alto"","""","""","""",""Não"",""Desconhecida"",""2 - Agropecuária e Aquacultura|2.2 - Silvicultura|2.2.3 - Plantações em escala desconhecida 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.3 - Pecuária|2.3.4 - Pecuária em escala desconhecida"","""",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação dos Peixes e Eglas da Mata Atlântica"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Elasmobranchii"",""Rajiformes"",""Arhynchobatidae"",""Sympterygia"",""Sympterygia bonapartii"",""Sympterygia bonapartii"",""Müller & Henle, 1841"",""emplastro-amarelo"",""Tubarões e Raias"","""",""Em Perigo"","""",""A4bd"",""Sympterygia bonapartii é endêmica do Atlântico Sul ocidental, e ocorre do sudeste do Brasil até a Argentina. A pesca de arrasto de fundo, que ocorre na plataforma interna e a pesca de emalhe são as principais ameaças no Brasil. A abundância relativa (kg/h) de S. bonapartii sofreu um declínio de 94% entre 1974 e 2005, na Plataforma Sul do Brasil a partir de dados de cruzeiros de pesquisa. Esta espécie, junto com outros rajoídeos são usualmente reportados como raias e ou emplastro nos desembarques pesqueiros. A partir dos dados dos desembarques da pesca industrial nos portos de Itajaí/Navegantes-SC, observou-se reduções superiores a 35% nas CPUEs (desembarque em kg por viagem) entre 2001 e 2012 para o emalhe de fundo e parelha, entretanto, nessas pescarias a proporção da categoria denominada “emplastros” na captura total fica em torno de 0,5 a 1%, tendo apresentado diminuição também nessa proporção entre 2001 e 2012 em ambas artes de pesca. Nas pescarias de arrasto duplo e arrasto simples, houve uma certa estabilidade e um pequeno aumento na CPUE evidenciando o direcionamento à captura de emplastros, portanto com percentuais maiores de contribuição deste grupo na captura total, seguindo a mesma tendência de redução observadas para as duas outras artes nesta proporção. Devido às reduções já registradas no passado e ao fato de que a pesca continua sem restrições, infere-se que possa haver uma redução entre 50 e 80% da população em um intervalo de tempo que compreenda três gerações da espécie (48 anos) considerando uma janela de tempo de 42 anos no passado e 6 no futuro. Devido à redução substancial na abundância da espécie, como resultado da pesca excessiva desde a década de 1970, e ainda o expressivo aumento do seu interesse comercial, infere-se um cenário de contínua redução populacional, categorizando Sympterygia bonapartii como Em Perigo (EN) pelo critério A4bd."",""Não"",""Sim"",""Santa Catarina"",""|Sul|"",""Sistema Costeiro-Marinho"","""",""APA Anhatomirim, APA Baleia Franca, REBIO Marinha do Arvoredo"",""APA MARINHA DO LITORAL CENTRO"","""",""Sim"",""Declinando"",""5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.5 - Captura indireta - subsistência/pequena escala|5.4.5.6 - Arrasto|5.4.5.6.1 - Arrasto simples 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.5 - Captura indireta - subsistência/pequena escala|5.4.5.6 - Arrasto|5.4.5.6.2 - Arrasto duplo 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.5 - Captura indireta - subsistência/pequena escala|5.4.5.6 - Arrasto|5.4.5.6.3 - Arrasto de praia 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.5 - Captura indireta - subsistência/pequena escala|5.4.5.6 - Arrasto|5.4.5.6.4 - Arrasto de parelha 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.5 - Captura indireta - subsistência/pequena escala|5.4.5.7 - Emalhe|5.4.5.7.1 - Emalhe de fundo 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.6 - Captura indireta - larga escala|5.4.6.6 - Arrasto|5.4.6.6.1 - Arrasto simples 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.6 - Captura indireta - larga escala|5.4.6.6 - Arrasto|5.4.6.6.2 - Arrasto duplo 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.6 - Captura indireta - larga escala|5.4.6.6 - Arrasto|5.4.6.6.3 - Arrasto de parelha 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.6 - Captura indireta - larga escala|5.4.6.7 - Emalhe|5.4.6.7.1 - Emalhe de fundo"",""1 - Alimentação humana|1.6 - Pesca - comércio internacional 1 - Alimentação humana|1.7 - Pesca artesanal 1 - Alimentação humana|1.8 - Pesca industrial"",""Identificação de novas áreas protegidas, Plano de Ação Nacional (PAN), Proteção de locais/áreas"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação dos Elasmobrânquios Ameaçados de Extinção"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""10 , 50""";;;;;; "Animalia,""Arthropoda"",""Malacostraca"",""Decapoda"",""Aeglidae"",""Aegla"",""Aegla itacolomiensis"",""Aegla itacolomiensis"",""Bond-Buckup & Buckup, 1994"",""Egla"",""Invertebrados de Água Doce"",""10/2019"",""Em Perigo"","""",""B1ab(iii)"",""Aegla itacolomiensis é endêmica do Brasil e ocorre no leste do Rio Grande do Sul, nas sub-bacias do Gravataí e Sinos. A extensão de ocorrência (EOO) foi calculada em 3.094 km2 a partir da área do mínimo polígono convexo formado pelas microbacias onde a espécie já foi registrada. A região de ocorrência da espécie é impactada por intensa urbanização e atividade agropecuária que resultam em perda da qualidade do habitat e fragmentação da população. Por essas razões, A. itacolomiensis foi categorizada como Em Perigo (EN) sob o critério B1ab(iii)."",""Sim"",""Sim"",""Rio Grande do Sul"",""|Sul|"",""Mata Atlântica, Pampa"",""Sub-bacia Guaíba"","""","""","""",""Não"",""Estável"",""1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.1 - Expansão urbana 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.1 - Culturas anuais e perenes não-madeireiras|2.1.4 - Agricultura de escala desconhecida"","""",""Plano de Ação Nacional (PAN), Proteção de locais/áreas"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação dos Peixes e Eglas da Mata Atlântica"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Arthropoda"",""Malacostraca"",""Decapoda"",""Aeglidae"",""Aegla"",""Aegla violacea"",""Aegla violacea"",""Bond-Buckup & Buckup, 1994"",""Egla"",""Invertebrados de Água Doce"",""10/2019"",""Em Perigo"","""",""B1ab(iii)"",""Aegla violacea é endêmica das bacias hidrográficas do Lago Guaíba e do Baixo Jacuí (RS), com extensão de ocorrência (EOO) estimada em 768 km². A qualidade do habitat vem sofrendo declínio contínuo, com efeitos severos na população, ainda mais tendo em vista que a espécie é restrita às nascentes dos riachos. A degradação do habitat provocado pelo plantio de Eucaliptus spp. é a principal ameaça. Essa atividade tem provocado a redução da mata ciliar em toda a distribuição da espécie, ocasionando fragmentação severa da população. Foi registrado o desaparecimento de subpopulações da espécie em um afluente da micro-bacia do Arroio Grande. Sendo assim, A. violacea foi categorizada como Em Perigo (EN), pelo critério B1ab(iii)."",""Sim"",""Sim"",""Rio Grande do Sul"",""|Sul|"",""Pampa"",""Sub-bacia Guaíba"","""","""","""",""Não"",""Desconhecida"",""2 - Agropecuária e Aquacultura|2.1 - Culturas anuais e perenes não-madeireiras|2.1.4 - Agricultura de escala desconhecida 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.2 - Silvicultura|2.2.3 - Plantações em escala desconhecida 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.3 - Pecuária|2.3.4 - Pecuária em escala desconhecida 9 - Poluição|9.3 - Agropecuária e florestal|9.3.3 - Herbicidas e pesticidas"","""",""Controle e fiscalização, Educação e comunicação, Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação dos Peixes e Eglas da Mata Atlântica"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Aves"",""Galliformes"",""Cracidae"",""Crax"",""Crax fasciolata pinima"",""Crax fasciolata pinima"",""Pelzeln, 1870"",""mutum-pinima"",""Aves"",""09/2017"",""Criticamente em Perigo"",""Sim"",""A2cd"; C2a(i,ii);" D"",""Crax fasciolata pinima é restrita ao Centro de Endemismo Belém, com ocorrência nos estados do Pará e Maranhão. É, seguramente, uma das aves mais ameaçadas de extinção em toda a região neotropical. É conhecida por poucos exemplares depositados em museus e não se tinha registros comprovados na natureza desde 1978. Registros atuais somente na Terra Indígena Alto Turiaçu, Terra Indígena Alto Alegre do Pindaré e Rebio do Gurupi, no estado do Maranhão. A região onde ocorre é, hoje, a mais descaracterizada de toda a Amazônia. O táxon perdeu mais do que 75% de seu habitat original. É intolerante a alterações de habitat, restrita a florestas primárias e sofre intensa pressão de caça. A floresta primária nas áreas remanescentes continua sofrendo degradação e considera-se que não existe mais habitat ótimo para este táxon. Suspeita-se que o declínio populacional devido à perda de habitat e à caça tenha sido maior que 80% em três gerações (35 anos). A população é certamente menor que 50 indivíduos maduros. Por estas razões, Crax f. pinima foi categorizada como Criticamente em Perigo (CR) pelos critérios A2cd"; C2a(i,ii);" D."",""Sim"",""Sim"",""Maranhão, Pará"",""|Nordeste|Norte|"",""Amazônia"",""Sub-bacia Gurupi Sub-bacia Mearim Sub-bacia Tocantins Baixo"",""REBIO do Gurupi"","""","""",""Não"",""Declinando"",""1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.4 - Assentamentos e pequenas propriedades rurais 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.2 - Silvicultura|2.2.3 - Plantações em escala desconhecida 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.3 - Pecuária|2.3.4 - Pecuária em escala desconhecida 5 - Uso de recursos biológicos|5.1 - Caça e captura de animais terrestres ou marinhos|5.1.1 - Caça/captura intencional (a espécie é o alvo)|5.1.1.1 - Uso de subsistência/escambo local 5 - Uso de recursos biológicos|5.3 - Extração florestal|5.3.5 - Motivação desconhecida 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.1 - Incêndios e supressão de incêndios|7.1.3 - Tendência desconhecida"",""14 - Artesanato jóias objetos decorativos 1 - Alimentação humana"",""Nível nacional, Plano de Ação Nacional (PAN), Reprodução em cativeiro/propagação artificial"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação das Aves Ameaçadas do Bioma Amazônia, Plano de Ação Nacional para a Conservação das Aves da Caatinga - 2º ciclo, Plano de Ação Nacional para a Conservação dos Galliformes"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";; "Animalia,""Chordata"",""Aves"",""Cuculiformes"",""Cuculidae"",""Neomorphus"",""Neomorphus squamiger"",""Neomorphus squamiger"",""Todd, 1925"",""jacu-estalo-escamoso"",""Aves"",""09/2017"",""Vulnerável"","""",""A2c"",""Neomorphus squamiger é endêmica do Brasil, ocorrendo no Pará e Mato Grosso, especialmente nos interflúvios Xingu-Tapajós e Tapajós-Madeira. Espécie naturalmente rara, com poucos registros em regiões continuamente monitoradas por ornitólogos. É dependente de floresta de terra firme primária e da presença de formigas de correição, porcos e macacos, não tolerando nenhum tipo de modificação em seu habitat. Sua distribuição sobrepõe-se a uma área de grande pressão de desmatamento e perturbação, permitindo suspeitar de perdas populacionais maiores que 30% nas últimas três gerações (12,6 anos): ao menos 7,5% devido ao corte raso das florestas e o restante devido a perturbações diversas na floresta primária, especialmente corte seletivo e fragmentação. Desta forma, N. squamiger foi categorizada como Vulnerável (VU) pelo critério A2c."",""Sim"",""Sim"",""Mato Grosso, Pará"",""|Centro-Oeste|Norte|"",""Amazônia"",""Sub-bacia Paru Sub-bacia Tapajós Sub-bacia Tocantins Baixo Sub-bacia Trombetas Sub-bacia Xingu"",""FLONA Amaná, FLONA Trairão, PARNA Amazônia"","""",""RPPN Lote Cristalino"",""Desconhecido"",""Declinando"",""11 - Mudanças e extremos climáticos|11.1 - Mudança/alteração de habitat 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.1 - Culturas anuais e perenes não-madeireiras|2.1.4 - Agricultura de escala desconhecida 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.2 - Silvicultura|2.2.3 - Plantações em escala desconhecida 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.3 - Pecuária|2.3.4 - Pecuária em escala desconhecida 5 - Uso de recursos biológicos|5.3 - Extração florestal|5.3.2 - Uso intencional - larga escala"","""",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação das Aves Ameaçadas do Bioma Amazônia, Plano de Ação Nacional para a Conservação das Aves Ameaçadas do Bioma Amazônia - 2º ciclo"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Aves"",""Galbuliformes"",""Bucconidae"",""Malacoptila"",""Malacoptila minor"","""",""Sassi, 1911"","""",""Aves"",""09/2017"",""Vulnerável"","""",""A2c"",""Malacoptila minor é endêmica do Brasil, com ocorrência no estado do Maranhão e Piauí. Suspeita-se que houve perda populacional entre 30% e 50% em três gerações (19 anos), decorrente da perda ou degradação de habitat, da dependência de florestas em bom estado de conservação. Por esta razão, Malacoptila minor foi categorizada como Vulnerável (VU) A2c"",""Sim"",""Sim"",""Maranhão, Piauí"",""|Nordeste|"",""Amazônia, Caatinga, Cerrado"",""Sub-bacia Itapecuru Sub-bacia Mearim Sub-bacia Parnaíba Baixo Sub-bacia Parnaíba Médio"","""",""ÁREA DE PROTEçãO AMBIENTAL DA BAIXADA MARANHENSE, ÁREA DE PROTEçãO AMBIENTAL DA FOZ DO RIO DAS PREGUIçAS - PEQUENOS LENçóIS - REGIãO LAGUNAR ADJACENTE"",""RPPN Ilha do Caju"",""Não"",""Declinando"",""2 - Agropecuária e Aquacultura|2.1 - Culturas anuais e perenes não-madeireiras|2.1.4 - Agricultura de escala desconhecida 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.2 - Silvicultura|2.2.3 - Plantações em escala desconhecida 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.3 - Pecuária|2.3.4 - Pecuária em escala desconhecida 5 - Uso de recursos biológicos|5.3 - Extração florestal|5.3.5 - Motivação desconhecida 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.1 - Incêndios e supressão de incêndios|7.1.3 - Tendência desconhecida"","""",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação das Aves Ameaçadas do Bioma Amazônia - 2º ciclo, Plano de Ação Nacional para a Conservação das Aves do Cerrado e Pantanal - 2º ciclo"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Actinopterygii"",""Siluriformes"",""Loricariidae"",""Ancistrus"",""Ancistrus minutus"",""Ancistrus minutus"",""Fisch-Muller, Mazzoni & Weber, 2001"","""",""Peixes Continentais"",""11/2018"",""Em Perigo"","""",""B1ab(i,iii)"",""Ancistrus minutus é endêmica do Brasil, conhecida de poucas localidades muito próximas entre si, na bacia do alto rio Tocantins, na região da Serra da Mesa, estado de Goiás. A área tem sido amostrada desde a descrição da espécie, em 2001, sem terem sido feitos novos registros taxonomicamente confiáveis de A. minutus. Todas as localidades da espécie estão a montante da barragem da UHE Serra da Mesa, restando apenas dois registros fora da sua área de inundação. A localidade-tipo da espécie (córrego Bateias) atualmente está inundada pelo reservatório. Assumindo extirpações locais na área de inundação da hidrelétrica e que a espécie ficou restrita a pequenos riachos a montante da área de inundação, sua Extensão de Ocorrência (EOO) foi calculada em 1.624 km2. Além disso, A. minutus sofre com ameaças difusas como a degradação ambiental, a agropecuária e a urbanização. Portanto, houve uma fragmentação da população em função da UHE e há um declínio continuado da extensão de ocorrência e qualidade do habitat. Desta forma, A. minutus foi categorizada como Em Perigo (EN), sob o critério B1ab(i,iii)."",""Sim"",""Sim"",""Goiás"",""|Centro-Oeste|"",""Cerrado"",""Sub-bacia Tocantins Alto"","""","""","""",""Não"",""Declinando"",""1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.1 - Expansão urbana 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.1 - Culturas anuais e perenes não-madeireiras|2.1.4 - Agricultura de escala desconhecida 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.3 - Pecuária|2.3.4 - Pecuária em escala desconhecida 3 - Produção energética e mineração|3.3 - Energia renovável|3.3.1 - Hidrelétricas"","""",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para Conservação das Espécies Ameaçadas de Extinção da Ictiofauna, Herpetofauna e Primatas do Cerrado e Pantanal"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Aves"",""Passeriformes"",""Tyrannidae"",""Knipolegus"",""Knipolegus franciscanus"",""Knipolegus franciscanus"",""Snethlage, 1928"",""maria-preta-do-nordeste"",""Aves"",""10/2018"",""Vulnerável"","""",""C2a(i)"",""Knipolegus franciscanus é endêmica do Brasil, ocorrendo no vale do São Francisco, na fronteira Bahia-Goiás-Tocantins, no Distrito Federal e em Minas Gerais. Há ameaças evidentes devido à expansão da atividade pecuária, culturas irrigadas, extração de madeira e mineração de calcário, causando declínio populacional. Em todas as populações conhecidas o número de indivíduos reportados é pequeno, onde infere-se que existem menos de 10.000 indivíduos maduros no Brasil e nenhuma subpopulação possui mais de 1.000 indivíduos. Neste contexto, K. franciscanus foi categorizada como Vulnerável (VU) pelo critério C2a(i)."",""Sim"",""Sim"",""Bahia, Distrito Federal, Goiás, Minas Gerais, Tocantins"",""|Centro-Oeste|Nordeste|Norte|Sudeste|"",""Caatinga, Cerrado"",""Sub-bacia Paranaíba Sub-bacia São Francisco Alto Sub-bacia São Francisco Médio Sub-bacia Tocantins Alto"",""APA Cavernas do Peruaçu, APA Planalto Central, PARNA Cavernas do Peruaçu, PARNA da Chapada dos Veadeiros"",""APA DE CAFURINGA, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL BACIA DO RIO PANDEIROS, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL SERRA DO SABONETAL, MONUMENTO NATURAL DO CONJUNTO ESPELEOLóGICO DO MORRO DA PEDREIRA, PARQUE ESTADUAL DA LAPA GRANDE, PARQUE ESTADUAL DE TERRA RONCA, PARQUE ESTADUAL MATA SECA"",""RPPN Chakra Grisu"",""Não"",""Declinando"",""2 - Agropecuária e Aquacultura|2.1 - Culturas anuais e perenes não-madeireiras|2.1.4 - Agricultura de escala desconhecida 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.3 - Pecuária|2.3.4 - Pecuária em escala desconhecida 3 - Produção energética e mineração|3.2 - Mineração|3.2.3 - Extração de minérios - subsolo 5 - Uso de recursos biológicos|5.3 - Extração florestal|5.3.5 - Motivação desconhecida"","""",""Controle e fiscalização, Criação de áreas protegidas, Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação das Aves do Cerrado e Pantanal - 2º ciclo"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Mammalia"",""Cingulata"",""Dasypodidae"",""Tolypeutes"",""Tolypeutes tricinctus"",""Tolypeutes tricinctus"",""(Linnaeus, 1758)"",""Bola, Bolinha, Tatu-apara, Tatu-bola"",""Mamíferos"",""11/2018"",""Em Perigo"","""",""B2ab(i,ii,iii)"",""Tolypeutes tricinctus é endêmica do Brasil, ocorrendo principalmente na Caatinga e em regiões de transição com o Cerrado. As principais ameaças identificadas são a perda de habitat e a caça direcionada, que têm levando a espécie a ocorrer preferencialmente dentro ou perto de áreas protegidas ou em remanescentes com baixa densidade humana. Considerando os registros confirmados, a Área de Ocupação (AOO) da espécie foi estimada em 412 km², com sua população severamente fragmentada e com declínio continuado em sua extensão de ocorrência, área de ocupação e qualidade do habitat. Assim, Tolypeutes tricinctus foi categorizada como Em Perigo (EN) pelos critérios EN B2ab(i,ii,iii)."",""Sim"",""Sim"",""Alagoas, Bahia, Ceará, Goiás, Maranhão, Minas Gerais, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Norte, Tocantins"",""|Centro-Oeste|Nordeste|Norte|Sudeste|"",""Caatinga, Cerrado"",""Sub-bacia Contas Sub-bacia Itapecuru Sub-bacia Itapecuru-Paraguaçu Sub-bacia Jaguaribe Sub-bacia Litoral SE Sub-bacia Parnaíba Alto Sub-bacia Parnaíba Médio Sub-bacia Piranhas Sub-bacia São Francisco Médio Sub-bacia São Francisco Submédio Sub-bacia Tocantins Alto"",""APA Chapada do Araripe, APA da Ararinha Azul, APA Serra da Ibiapaba, ESEC Raso da Catarina, ESEC Serra Geral do Tocantins, PARNA da Chapada Diamantina, PARNA da Serra da Capivara, PARNA da Serra das Confusões, PARNA do Boqueirao da Onça, PARNA Grande Sertão Veredas, PARNA Nascentes do Rio Parnaíba, REBIO de Serra Negra, REVIS das Veredas do Oeste Baiano"",""ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL DO RIO PRETO, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL LAGO DE SOBRADINHO, PARQUE ESTADUAL CAMINHO DOS GERAIS, PARQUE ESTADUAL DE TERRA RONCA, PARQUE ESTADUAL DO JALAPãO"","""",""Não"",""Declinando"",""2 - Agropecuária e Aquacultura|2.1 - Culturas anuais e perenes não-madeireiras|2.1.4 - Agricultura de escala desconhecida 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.2 - Silvicultura|2.2.3 - Plantações em escala desconhecida 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.3 - Pecuária|2.3.4 - Pecuária em escala desconhecida 5 - Uso de recursos biológicos|5.1 - Caça e captura de animais terrestres ou marinhos|5.1.1 - Caça/captura intencional (a espécie é o alvo)|5.1.1.1 - Uso de subsistência/escambo local"",""16 - Outro 1 - Alimentação humana|1.1 - Caça de subsistência 3 - Animais de estimação/ornamentais 5 - Medicina humana ou veterinária"",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação do Tamanduá-bandeira e Tatu-canastra, Plano de Ação Nacional para Conservação do Tatu-bola"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Mammalia"",""Rodentia"",""Cricetidae"",""Gyldenstolpia"",""Gyldenstolpia planaltensis"","""",""(Avila-Pires, 1972)"",""Fossorial Giant Rat, Rato-do-mato"",""Mamíferos"",""06/2013"",""Em Perigo"","""",""B1ab(iii,iv)"",""Gyldenstolpia planaltensis é endêmica do Brasil, conhecida somente de três registros: dois no Distrito Federal e um no Mato Grosso. Encontrada apenas em ambientes de campo limpo, provavelmente aqueles sazonalmente inundáveis, e associados a áreas úmidas ou corpos d’água, cuja área representa uma pequena fração da extensão de ocorrência da espécie, calculada em aproximadamente 7.500km2. Assumindo que o habitat da espécie ocupe até 5% desta área, a área de ocupação é estimada em 325 km2. O último registro da espécie foi em 1995 em uma unidade de conservação, porém a espécie não foi mais encontrada desde então, mesmo com esforços de captura mais recentes, inferindo-se um declínio populacional continuado. As três subpopulações, que representam três localizações, estão distantes entre si, isoladas e sujeitas a alterações de habitat pela expansão agrícola e crescimento de área urbana no Cerrado. Portanto a espécie foi categorizada como em perigo (EN) B2 ab(iii,iv)."",""Sim"",""Não"","""",""||"","""","""","""","""","""","""",""Desconhecida"","""","""","""","""","""","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Mammalia"",""Rodentia"",""Ctenomyidae"",""Ctenomys"",""Ctenomys lami"",""Ctenomys lami"",""Freitas, 2001"","""",""Mamíferos"",""09/2021"",""Em Perigo"","""",""B1ab(ii,iii)+2ab(ii,iii)"",""Ctenomys lami é endêmica do Brasil, registrada em uma área restrita à Coxilha das Lombas, a nordeste do rio Guaíba, estado do Rio Grande do Sul. Sua extensão de ocorrência (EOO) foi calculada em 724 km² e sua área de ocupação (AOO) em 492 km², com declínio de 12% nos últimos 10 anos. Sua distribuição está a oeste da região metropolitana do município de Porto Alegre, onde a expansão agrícola e imobiliária representa as principais ameaças e causam redução, fragmentação e declínio continuado da qualidade do habitat. Estudos genéticos identificaram quatro subpopulações bem estruturadas e com pouco fluxo gênico entre si. Considerando a fragmentação do habitat sobre esses blocos populacionais, suspeita-se que a população se encontre severamente fragmentada. Portanto, Ctenomys lami foi categorizada como Em Perigo (EN), pelos critérios B1ab(ii,iii)+2ab(ii,iii)."",""Sim"",""Sim"",""Rio Grande do Sul"",""|Sul|"",""Pampa"",""Sub-bacia Guaíba Sub-bacia Litoral RS"","""",""ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL DO BANHADO GRANDE, REFúGIO DE VIDA SILVESTRE BANHADO DOS PACHECOS"","""",""Desconhecido"",""Desconhecida"",""1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.1 - Expansão urbana 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.1 - Culturas anuais e perenes não-madeireiras|2.1.3 - Agricultura agro-industrial 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.2 - Silvicultura|2.2.1 - Plantações em pequenas propriedades 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.3 - Pecuária|2.3.3 - Pecuária agro-industrial 3 - Produção energética e mineração|3.2 - Mineração|3.2.1 - Extração de areia 4 - Transportes e serviços de transmissão|4.7 - Linhas de força/transmissão 8 - Espécies invasoras problemáticas e doenças|8.2 - Espécies domésticas|8.2.2 - Predadores"","""",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação dos Pequenos Mamíferos de Áreas Abertas"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Mammalia"",""Rodentia"",""Cricetidae"",""Microakodontomys"",""Microakodontomys transitorius"",""Microakodontomys transitorius"",""Hershkovitz, 1993"",""Rato-do-mato, Transitional Colilargo"",""Mamíferos"",""10/2021"",""Em Perigo"","""",""B1ab(ii,iii)+2ab(ii,iii)"",""Microakodontomys transitorius é endêmica do Brasil, conhecida de apenas duas localidades no Distrito Federal. A espécie é restrita a campos limpos, é rara e, aparentemente, não tolera modificações no habitat. A extensão de ocorrência (EOO) da espécie é calculada em 1.328 km² e a área de ocupação (AOO) é de 204 km². A população da espécie está severamente fragmentada, pois o perímetro urbano da cidade de Brasília está entre o Parque Nacional de Brasília e a área da Marinha, onde a espécie foi registrada. Além disso, a disponibilidade do habitat encontra-se restrita a pequenos fragmentos. Ambas as áreas, embora protegidas, sofrem forte pressão, da expansão urbana, dos incêndios e da introdução de animais domésticos, que predam indivíduos e transmitem doenças à espécie. Juntas, essas ameaças causam declínio continuado da qualidade do habitat e da área de ocupação. Portanto, Microakodontomys transitorius foi categorizada como Em Perigo (EN), pelos critérios B1ab(ii,iii)+2ab(ii,iii)."",""Sim"",""Sim"",""Distrito Federal"",""|Centro-Oeste|"",""Cerrado"",""Sub-bacia Paranaíba"",""APA Planalto Central, PARNA de Brasília"","""","""",""Não"",""Desconhecida"",""1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.1 - Expansão urbana 1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.2 - Áreas comerciais e industriais 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.1 - Incêndios e supressão de incêndios|7.1.1 - Aumento da frequência/intensidade de incêndios 8 - Espécies invasoras problemáticas e doenças|8.1 - Espécies exóticas|8.1.2 - Espécie não conhecida|8.1.2.2 - Predadores 8 - Espécies invasoras problemáticas e doenças|8.8 - Doenças de causas desconhecidas"","""",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação dos Pequenos Mamíferos de Áreas Abertas"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Mammalia"",""Rodentia"",""Echimyidae"",""Callistomys"",""Callistomys pictus"",""Callistomys pictus"",""(Pictet, 1843)"",""Rato-do-cacau, Saruê-beiju, Saruê-beju"",""Mamíferos"",""09/2021"",""Em Perigo"","""",""B1ab(i,ii,iii)"",""Callistomys pictus é endêmica do Brasil, com registros atuais restritos à Mata Atlântica no sul da Bahia, configurando uma extensão de ocorrência (EOO) calculada em 4.847 km². A espécie já foi registrada na região de Salvador durante o período colonial. Entretanto, não há indícios da permanência da espécie nessa região e, portanto, este registro é considerado histórico. A área de distribuição atual é fortemente impactada pelas atividades agropecuárias e de silvicultura que promovem redução, fragmentação e declínio da qualidade do habitat remanescente. A fragmentação da paisagem, a baixa capacidade de dispersão e a fidelidade a ambientes preservados, indica que a população esteja severamente fragmentada. Por essas razões, Callistomys pictus foi categorizada como Em Perigo (EN), pelo critério B1ab(i,ii,iii)."",""Sim"",""Sim"",""Bahia"",""|Nordeste|"",""Mata Atlântica"",""Sub-bacia Contas Sub-bacia Itapecuru-Paraguaçu"","""",""ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL LAGOA ENCANTADA"","""",""Desconhecido"",""Declinando"",""2 - Agropecuária e Aquacultura|2.1 - Culturas anuais e perenes não-madeireiras|2.1.4 - Agricultura de escala desconhecida 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.2 - Silvicultura|2.2.3 - Plantações em escala desconhecida 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.3 - Pecuária|2.3.4 - Pecuária em escala desconhecida 4 - Transportes e serviços de transmissão|4.1 - Estradas e ferrovias 5 - Uso de recursos biológicos|5.1 - Caça e captura de animais terrestres ou marinhos|5.1.1 - Caça/captura intencional (a espécie é o alvo)"",""1 - Alimentação humana"",""Manejo de locais/áreas, Plano de Ação Nacional (PAN), Proteção de locais/áreas, Reprodução em cativeiro/propagação artificial"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação dos Mamíferos da Mata Atlântica Central, Plano de Ação Nacional para a Conservação dos Pequenos Mamíferos de Áreas Florestais"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Mammalia"",""Rodentia"",""Echimyidae"",""Trinomys"",""Trinomys eliasi"",""Trinomys eliasi"",""(Pessôa & Reis, 1993)"",""Elias Atlantic Spiny-rat, Rato-do-espinho"",""Mamíferos"",""09/2021"",""Vulnerável"","""",""B1ab(iii)+2ab(iii)"",""Trinomys eliasi é endêmica do Brasil, sendo registrada apenas em parte do estado do Rio de Janeiro, em região de baixada no extremo norte do estado, em algumas unidades de conservação. Sua extensão de ocorrência (EOO) foi calculada em 8.896 km² e sua área de ocupação (AOO) em 1.324 km². Toda a área de distribuição da espécie está sujeita a altas taxas de perda e fragmentação do habitat, provocadas pela expansão agropecuária, indústria petrolífera, expansão urbana e mineração. Essas ameaças também promovem declínio continuado da qualidade do habitat. Considerando a baixa capacidade de dispersão, a alta fidelidade a ambientes bem conservados e intensa fragmentação do habitat remanescente, infere-se que a população encontra-se severamente fragmentada. Portanto, Trinomys eliasi foi categorizada como Vulnerável (VU), pelos critérios B1ab(iii)+2ab(iii)."",""Sim"",""Sim"",""Rio de Janeiro"",""|Sudeste|"",""Mata Atlântica"",""Sub-bacia Litoral ES Sub-bacia Litoral RJ Sub-bacia Paraíba do Sul"",""APA Bacia do Rio São João/Mico-Leão-Dourado, PARNA Restinga de Jurubatiba, REBIO de Poço das Antas, REBIO União"",""ESTAÇÃO ECOLÓGICA ESTADUAL DE GUAXINDIBA"","""",""Desconhecido"",""Declinando"",""1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.1 - Expansão urbana 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.3 - Pecuária|2.3.4 - Pecuária em escala desconhecida 3 - Produção energética e mineração|3.1 - Extração de petróleo e gás natural 3 - Produção energética e mineração|3.2 - Mineração|3.2.1 - Extração de areia 9 - Poluição|9.1 - Doméstica e urbana - escoamento de água|9.1.3 - Tipo desconhecido 9 - Poluição|9.4 - Lixo e resíduos sólidos"","""",""Manejo de locais/áreas, Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação dos Mamíferos da Mata Atlântica Central, Plano de Ação Nacional para a Conservação dos Pequenos Mamíferos de Áreas Florestais"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"",""0 , 400"",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Mammalia"",""Rodentia"",""Caviidae"",""Kerodon"",""Kerodon acrobata"",""Kerodon acrobata"",""Moojen, Locks & Langguth, 1997"",""Climbing Cavy, Mocó"",""Mamíferos"",""09/2021"",""Vulnerável"","""",""B1ab(iii)"",""Kerodon acrobata tem uma distribuição restrita ao Cerrado do sudeste do estado de Tocantins e nordeste do estado de Goiás, tendo uma extensão de ocorrência (EOO) de 17.696 km². É uma espécie dependente de afloramentos rochosos calcários associados a matas semideciduais, com uma distribuição naturalmente fragmentada. Esses ambientes são ameaçados por atividades de mineração e agropecuária, que acarretam a perda e o declínio da qualidade do habitat. Atualmente, a espécie é conhecida em apenas uma Unidade de Conservação de Proteção Integral, o Parque Estadual de Terra Ronca. Sofre intensa pressão de caça devido ao seu tamanho corporal grande e pela qualidade de sua carne. Portanto, Kerodon acrobata foi categorizada como Vulnerável (VU) pelo critério B1ab(iii)."",""Sim"",""Sim"",""Goiás, Tocantins"",""|Centro-Oeste|Norte|"",""Cerrado"",""Sub-bacia Tocantins Alto"","""",""PARQUE ESTADUAL DE TERRA RONCA"","""","""",""Desconhecida"",""2 - Agropecuária e Aquacultura|2.1 - Culturas anuais e perenes não-madeireiras|2.1.3 - Agricultura agro-industrial 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.3 - Pecuária|2.3.3 - Pecuária agro-industrial 3 - Produção energética e mineração|3.2 - Mineração|3.2.6 - Tipo desconhecido 5 - Uso de recursos biológicos|5.1 - Caça e captura de animais terrestres ou marinhos|5.1.1 - Caça/captura intencional (a espécie é o alvo) 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.1 - Incêndios e supressão de incêndios|7.1.3 - Tendência desconhecida"",""1 - Alimentação humana"",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação dos Pequenos Mamíferos de Áreas Abertas"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Mammalia"",""Rodentia"",""Echimyidae"",""Trinomys"",""Trinomys moojeni"",""Trinomys moojeni"",""(Pessôa, Oliveira & Reis, 1992)"",""Moojen’s Atlantic Spiny-rat, Rato-de-espinho"",""Mamíferos"",""09/2021"",""Em Perigo"","""",""B1ab(iii)+2ab(iii)"",""Trinomys moojeni é endêmica do Brasil e restrita à parte sul do maciço do Espinhaço, no centro-leste do estado de Minas Gerais. É conhecida de apenas quatro localidades situadas acima de 1.200 m, incluindo duas Unidades de Conservação, PARNA Serra do Cipó e RPPN Serra do Caraça. Esforços de coleta em outras localidades do maciço do Espinhaço têm resultado na captura de outras espécies de Trinomys, mas não de T. moojeni, indicando que esta espécie parece ter uma distribuição bastante restrita. A extensão de ocorrência (EOO) da espécie é estimada em aproximadamente 4.346 km² e sua área de ocupação (AOO), em 239 km². Seu habitat vem sendo continuamente atingido por incêndios de grandes proporções, desmatamento, atividades agropecuárias e mineração, as quais vem causando declínio da qualidade do habitat remanescente. Além disso, considerando a baixa capacidade de dispersão, fidelidade ao habitat preservado e fragmentação da paisagem, infere-se que a população esteja severamente fragmentada. Desta forma, Trinomys moojeni é categorizado como Em Perigo (EN), pelos critérios B1ab(iii)+2ab(iii)."",""Sim"",""Sim"",""Minas Gerais"",""|Sudeste|"",""Mata Atlântica"",""Sub-bacia Doce"","""",""ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL SUL-RMBH"","""",""Desconhecido"",""Declinando"",""2 - Agropecuária e Aquacultura|2.1 - Culturas anuais e perenes não-madeireiras|2.1.4 - Agricultura de escala desconhecida 3 - Produção energética e mineração|3.2 - Mineração|3.2.3 - Extração de minérios - subsolo 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.1 - Incêndios e supressão de incêndios|7.1.1 - Aumento da frequência/intensidade de incêndios"","""",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação dos Mamíferos da Mata Atlântica Central, Plano de Ação Nacional para a Conservação dos Pequenos Mamíferos de Áreas Abertas"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"",""900 , 1300"",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Reptilia"",""Squamata"",""Dipsadidae"",""Echinanthera"",""Echinanthera cephalomaculata"","""",""Di-Bernardo, 1994"","""",""Répteis"",""10/2012"",""Vulnerável"","""",""D2"",""Echinanthera cephalomaculata é endêmica do Brasil, conhecida apenas da localidade-tipo, no bioma Mata Atlântica do estado de Alagoas. O único registro conhecido encontra-se em região amplamente impactada com muito poucos remanescentes de vegetação nativa, e as poucas áreas restantes continuam sob pressão de atividades agropecuárias, especialmente plantações de cana-de-açúcar e pecuária extensiva. Diante da ampla degradação histórica e recente dessa área, as subpopulações da espécie provavelmente estão reduzidas a pequenos fragmentos, e assim sujeitas a alterações antrópicas de escala reduzida que em curto prazo podem levar a espécie a um grau maior de risco de extinção. Por esses motivos, Echinanthera cephalomaculata foi categorizada como Vulnerável (VU), sob o critério D2."",""Sim"",""Não"","""",""||"","""","""","""","""","""","""",""Declinando"",""2 - Agropecuária e Aquacultura|2.1 - Culturas anuais e perenes não-madeireiras 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.3 - Pecuária"","""","""","""","""","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Actinopterygii"",""Perciformes"",""Gobiidae"",""Elacatinus"",""Elacatinus figaro"","""","""",""néon"",""Peixes Marinhos (ósseos)"",""11/2013"",""Vulnerável"","""",""A2bcd"",""Elacatinus figaro é endêmica da costa brasileira, ocorrendo desde o Maranhão a Santa Catarina. Ausente nas ilhas oceânicas. A principal ameaça à espécie é a captura em grande escala para comércio aquarista, sendo uma das principais espécies brasileiras oferecidas ao mercado internacional. Outra ameaça é a degradação dos recifes coralíneos brasileiros, principal habitat da espécie, causada por pesca, poluição, assoreamento e atividades de turismo. Sendo uma espécie de peixe limpador, foi observado que o número das estações de limpeza e o tamanho dos indivíduos diminuiu nos últimos 10 anos, que englobam os três tempos geracionais da espécie, sendo registrados atualmente uma proporção maior de exemplares de pequeno porte na população. Apesar de ocorrer em algumas unidades de conservação e ter sido incluída em 2004 em normativa que veta sua captura, a espécie permanece sendo capturada para o comércio aquarista. Infere-se que E. figaro sofreu um declínio populacional de pelo menos 30% nos últimos 10 anos, baseado em índice de abundância apropriado para o táxon, declínio na qualidade do habitat e níveis reais de exploração. Por essas razões, Elacatinus fígaro foi categorizada como Vulnerável (VU), sob o critério A2bcd."",""Sim"",""Não"","""",""||"",""Mata Atlântica, Sistema Costeiro-Marinho"","""",""APA Guaraqueçaba, ESEC Tupinambás, ESEC Tupiniquins, PARNA Marinho dos Abrolhos, REBIO Marinha do Arvoredo, RESEX Arraial do Cabo, RESEX do Corumbau"",""APA MARINHA DO LITORAL CENTRO, APA MARINHA DO LITORAL NORTE, APA MARINHA DO LITORAL SUL, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL PONTA DA BALEIA / ABROLHOS, PARQUE ESTADUAL DA ILHA ANCHIETA, PARQUE ESTADUAL MARINHO DA LAJE DE SANTOS, PARQUE ESTADUAL MARINHO DA PEDRA DA RISCA DO MEIO, PARQUE ESTADUAL MARINHO DO PARCEL DE MANUEL LUíS"","""","""",""Declinando"","""","""",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para Conservação dos Ambientes Coralíneos do Brasil"","""","""",""3 , 50""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Actinopterygii"",""Gymnotiformes"",""Sternopygidae"",""Eigenmannia"",""Eigenmannia vicentespelaea"","""",""Triques, 1996"",""Ituí"",""Peixes Continentais"",""10/2011"",""Vulnerável"","""",""D2"",""Eigenmannia vicentespelaea é endêmica e conhecida somente do sistema de cavernas São Vicente (cavernas São Vicente I e São Vicente II), no município de São Domingos, estado de Goiás, Brasil. Estima-se uma Extensão de Ocorrência (EOO) menor de 10 km² e, consequentemente, uma Área de Ocupação (AOO) ainda menor, já que a espécie ocupa micro-hábitats específicos (remansos com fundo de areia em profundidades máximas de 2 m). Embora seja encontrada no interior de uma Unidade de Conservação, o Parque Estadual de Terra Ronca, as nascentes do rio São Vicente se encontram desprotegidas, sofrendo assoreamento de plantações localizadas no estado da Bahia. Embora não haja evidências de declínio da área de ocupação ou mesmo da qualidade do hábitat, essa região está sujeita a desmatamentos e queimadas anuais para plantações e pastos, com destruição da mata ciliar, o que pode provocar assoreamento do rio e diminuição do aporte de alimento no sistema São Vicente. Portanto, a espécie foi classificada como Vulnerável (VU) pelo critério D2. É necessário intensificar a fiscalização no entorno do parque e proteger as nascentes dos rios que formam os sistemas cavernícolas do PETER."",""Sim"",""Não"",""Goiás"",""|Centro-Oeste|"",""Cerrado, Desconhecido"",""Sub-bacia Tocantins Alto"","""",""PARQUE ESTADUAL DE TERRA RONCA"","""",""Desconhecido"",""Desconhecida"","""","""","""","""","""","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Elasmobranchii"",""Myliobatiformes"",""Myliobatidae"",""Myliobatis"",""Myliobatis freminvillei"",""Myliobatis freminvillii"",""Lesueur, 1824"",""raia-amarela, raia-manteiga, raia-sapo"",""Tubarões e Raias"","""",""Em Perigo"","""",""A4bd"",""Myliobatis freminvillei é uma raia pouco conhecida, distribuída no Atlântico ocidental, ocorrendo a partir de Cape Cod, EUA, até a Argentina. No Brasil, ela ocorre predominantemente na região Sul, estando associada a águas frias. Existem poucos registros na costa central e o único registro no Nordeste é questionável. A espécie apresentou no Rio Grande do Sul, sua área de maior abundância histórica, um decréscimo de 91% da população local entre 1980 a 2002, em prospecções científicas. Nessa mesma situação e período, todas as espécies do grupo Myliobatis apresentou 85% de declínio dentro da janela de três gerações (45 anos), considerando uma janela no passado e no futuro. Mais recentemente, em 11 cruzeiros científicos realizados entre 2009 e 2011, na plataforma e talude superior de SC, não houve registro de M. freminvillei. Todas as localidades de ocorrência da espécie estão sob os mesmos fatores de ameaça que a fizeram declinar tanto no Rio Grande do Sul quanto em Santa Catarina e, portanto, suspeita-se de um declínio populacional de pelo menos 50%. Apesar de haver possibilidade de intercâmbios com as populações regionais do Uruguai, dados de fluxo das subpopulações são desconhecidos, assim mantém-se a categoria da espécie. Sendo assim, a espécie foi categorizada como Em Perigo (EN) sob o critério A4bd."",""Não"",""Sim"",""Rio de Janeiro, Santa Catarina, São Paulo"",""|Sudeste|Sul|"",""Sistema Costeiro-Marinho"","""",""REBIO Marinha do Arvoredo"",""APA MARINHA DO LITORAL CENTRO, APA MARINHA DO LITORAL NORTE, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL DO PAU BRASIL"","""",""Sim"",""Declinando"",""5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.5 - Captura indireta - subsistência/pequena escala|5.4.5.3 - Aparelho com anzol|5.4.5.3.3 - Espinhel fixo de fundo 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.5 - Captura indireta - subsistência/pequena escala|5.4.5.6 - Arrasto|5.4.5.6.1 - Arrasto simples 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.5 - Captura indireta - subsistência/pequena escala|5.4.5.6 - Arrasto|5.4.5.6.2 - Arrasto duplo 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.5 - Captura indireta - subsistência/pequena escala|5.4.5.6 - Arrasto|5.4.5.6.3 - Arrasto de praia 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.5 - Captura indireta - subsistência/pequena escala|5.4.5.7 - Emalhe|5.4.5.7.1 - Emalhe de fundo 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.5 - Captura indireta - subsistência/pequena escala|5.4.5.7 - Emalhe|5.4.5.7.6 - Feiticieira 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.6 - Captura indireta - larga escala|5.4.6.6 - Arrasto|5.4.6.6.1 - Arrasto simples 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.6 - Captura indireta - larga escala|5.4.6.6 - Arrasto|5.4.6.6.2 - Arrasto duplo 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.6 - Captura indireta - larga escala|5.4.6.6 - Arrasto|5.4.6.6.3 - Arrasto de parelha 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.6 - Captura indireta - larga escala|5.4.6.7 - Emalhe|5.4.6.7.1 - Emalhe de fundo"",""1 - Alimentação humana|1.7 - Pesca artesanal 1 - Alimentação humana|1.8 - Pesca industrial"",""Manejo/ordenamento de caça/pesca, Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação dos Elasmobrânquios Ameaçados de Extinção"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Aves"",""Passeriformes"",""Cotingidae"",""Lipaugus"",""Lipaugus conditus"",""Tijuca condita"",""(Snow, 1980)"",""saudade-de-asa-cinza"",""Aves"",""06/2019"",""Vulnerável"","""",""B1ab(iii)"",""Lipaugus conditus é endêmica do Brasil e está restrita a poucas localidades na região serrana do estado do Rio de Janeiro. Considerada rara e muito local, sua extensão de ocorrência (EOO) foi calculada em 720 km². Habita matas de altitude e é encontrada em florestas nebulosas extremamente úmidas, preferencialmente entre 1.800 e 2.000 m de altitude, em locais de difícil acesso. Sua população é severamente fragmentada tendo mais de 50% de sua área total de ocupação separadas por grandes distâncias, muitas vezes intransponíveis para a espécie por não se deslocar fora de habitat adequado. Apesar de estar parcialmente protegida por unidades de conservação, há declínio continuado na qualidade do habitat devido aos incêndios florestais, principalmente durante a estação seca. A partir dessa mesma ameaça, foram contabilizadas 6 localizações que podem afetar de forma independente as subpopulações da espécie. Desta forma, L. conditus foi categorizada como Vulnerável (VU) pelo critério B1ab(iii)."",""Sim"",""Sim"",""Rio de Janeiro"",""|Sudeste|"",""Mata Atlântica"",""Sub-bacia Litoral RJ Sub-bacia Paraíba do Sul"",""APA Petrópolis, PARNA da Serra dos Órgãos, REBIO do Tinguá"",""ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL DA BACIA DO RIO DOS FRADES, ÁREA DE PROTEçãO AMBIENTAL DO ALTO IGUAçU, RESERVA BIOLÓGICA DE ARARAS"","""",""Não"",""Desconhecida"",""6 - Distúrbios humanos|6.1 - Atividades recreacionais/turísticas 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.1 - Incêndios e supressão de incêndios|7.1.1 - Aumento da frequência/intensidade de incêndios"","""",""Plano de Ação Nacional (PAN), Proteção de locais/áreas"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação das Aves Ameaçadas do Bioma Mata Atlântica"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Aves"",""Apodiformes"",""Trochilidae"",""Phaethornis"",""Phaethornis major"",""Phaethornis bourcieri major"",""Hinkelmann, 1989"",""rabo-branco-de-bico-reto"",""Aves"",""09/2017"",""Vulnerável"","""",""A2c"",""Phaetornis major é endêmica do Brasil, ocorrendo apenas no Centro de Endemismo Tapajós. É sensível às alterações de habitat, até mesmo corte seletivo de madeira, sendo dependente de floresta de terra firme em bom estado de conservação. Sua área de distribuição vem sofrendo altas taxas de desmatamento e sobrepõe-se à área de influência da BR-163. Além disso, há risco de mudança de categoria e redução de Unidades de Conservação na área. As perdas populacionais em três gerações passadas, baseadas em perda de habitat, podem ser consideradas entre 30% e 50%. Desta forma, P. major foi categorizada como Vulnerável (VU) A2c."",""Sim"",""Sim"",""Mato Grosso, Pará"",""|Centro-Oeste|Norte|"",""Amazônia"",""Sub-bacia Paru Sub-bacia Tapajós Sub-bacia Xingu"",""APA Tapajós, FLONA Altamira, FLONA Crepori, FLONA do Tapajós, FLONA Jamanxim, FLONA Trairão, PARNA do Jamanxim"",""PARQUE ESTADUAL CRISTALINO"","""",""Desconhecido"",""Declinando"",""2 - Agropecuária e Aquacultura|2.1 - Culturas anuais e perenes não-madeireiras|2.1.4 - Agricultura de escala desconhecida 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.2 - Silvicultura|2.2.3 - Plantações em escala desconhecida 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.3 - Pecuária|2.3.4 - Pecuária em escala desconhecida 4 - Transportes e serviços de transmissão|4.1 - Estradas e ferrovias 5 - Uso de recursos biológicos|5.3 - Extração florestal|5.3.5 - Motivação desconhecida 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.1 - Incêndios e supressão de incêndios|7.1.1 - Aumento da frequência/intensidade de incêndios"","""",""Controle e fiscalização, Plano de Ação Nacional (PAN), Proteção territorial"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação das Aves Ameaçadas do Bioma Amazônia, Plano de Ação Nacional para a Conservação das Aves Ameaçadas do Bioma Amazônia - 2º ciclo"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Actinopterygii"",""Perciformes"",""Serranidae"",""Hyporthodus"",""Hyporthodus nigritus"",""Hyporthodus nigritus"",""(Holbrook, 1855)"",""cherne-negro, cherne-queimado, cherne-verdadeiro, mero-negro"",""Peixes Marinhos (ósseos)"",""11/2019"",""Em Perigo"","""",""A4bd"",""Hyporthodus nigritus, o cherne-negro, ocorre no Atlântico ocidental entre Massachusetts (EUA) e o sul do Brasil, incluindo Golfo do México e Caribe. No Brasil, é registrada no Arquipélago de Fernando de Noronha, Ceará, e do Espírito Santo ao Rio Grande do Sul, entre 55 e 525 m de profundidade. A espécie é principalmente capturada ao longo de sua distribuição pelo espinhel-de-fundo, havendo também registros de captura pelas pescarias de arrasto, linha de mão, pargueira e emalhe. Entre 2000 e 2003, existiu uma pescaria direcionada ao camarão-carabineiro, que teve a espécie como fauna acompanhante no platô do Ceará e na cadeia de Fernando de Noronha, que colapsou em três anos. Ao longo de sua distribuição há relatos de diminuições drásticas das pescarias artesanais que tinham esta espécie dentre suas capturas, tornando-se pouco conhecida entre os pescadores mais novos. Os dados disponíveis de rendimento por viagem (LPUE) do grupo \""chernes\"" ou \""chernes-agrupados\"" no qual a espécie está inserida, para os Estados de Santa Catarina e São Paulo indicam que entre 1998 e 2019 houve declínio nestes índices entre 70 e mais de 90%. Também foi observada redução do tamanho médio de indivíduos capturados em parte de sua distribuição. Sendo assim, suspeita-se uma redução que se aproximaria de 80% do tamanho populacional em uma janela temporal no passado de 24 anos e no futuro de 66 anos, compondo três tempo geracionais da espécie (90 anos). Por estas razões, Hyporthodus nigritus foi categorizada como Em Perigo (EN) pelo critério A4bd."",""Não"",""Sim"",""Espírito Santo, Paraná, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, São Paulo"",""|Sudeste|Sul|"",""Sistema Costeiro-Marinho"","""",""APA Cananéia-Iguape-Peruíbe, PARNA Marinho das Ilhas dos Currais"",""APA MARINHA DO LITORAL NORTE"","""",""Desconhecido"",""Declinando"",""5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.1 - Captura intencional - subsistência/pequena escala|5.4.1.3 - Aparelho com anzol|5.4.1.3.3 - Espinhel fixo de fundo 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.1 - Captura intencional - subsistência/pequena escala|5.4.1.3 - Aparelho com anzol|5.4.1.3.5 - Linha de fundo e linha de mão 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.1 - Captura intencional - subsistência/pequena escala|5.4.1.6 - Arrasto|5.4.1.6.1 - Arrasto simples 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.1 - Captura intencional - subsistência/pequena escala|5.4.1.6 - Arrasto|5.4.1.6.2 - Arrasto duplo 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.1 - Captura intencional - subsistência/pequena escala|5.4.1.6 - Arrasto|5.4.1.6.4 - Arrasto de parelha 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.1 - Captura intencional - subsistência/pequena escala|5.4.1.7 - Emalhe|5.4.1.7.1 - Emalhe de fundo 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.2 - Captura intencional - larga escala|5.4.2.2 - Linha de mão 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.2 - Captura intencional - larga escala|5.4.2.6 - Arrasto|5.4.2.6.1 - Arrasto simples 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.2 - Captura intencional - larga escala|5.4.2.6 - Arrasto|5.4.2.6.2 - Arrasto duplo 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.2 - Captura intencional - larga escala|5.4.2.6 - Arrasto|5.4.2.6.3 - Arrasto de parelha 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.2 - Captura intencional - larga escala|5.4.2.7 - Emalhe|5.4.2.7.1 - Emalhe de fundo 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.2 - Captura intencional - larga escala|5.4.2.7 - Emalhe|5.4.2.7.3 - Emalhe de meia-água 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.2 - Captura intencional - larga escala|5.4.2.8 - Espinhel|5.4.2.8.2 - Espinhel de fundo"",""1 - Alimentação humana|1.5 - Pesca de subsistência 1 - Alimentação humana|1.7 - Pesca artesanal 1 - Alimentação humana|1.8 - Pesca industrial"",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para Conservação dos Ambientes Coralíneos do Brasil"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""55 , 525""";;;;;; "Animalia,""Arthropoda"",""Arachnida"",""Palpigradi"",""Eukoeneniidae"",""Eukoenenia"",""Eukoenenia potiguar"","""",""Ferreira, Souza, Machado & Brescovit, 2011"",""palpígrado"",""Invertebrados Terrestres"",""03/2014"",""Vulnerável"","""",""B1ab(iii)"",""Eukoenenia potiguar é endêmica do Brasil e ocorre em quatro cavernas próximas na região da Chapada do Apodi, RN, municípios de Felipe Guerra e Governador Dix-Sept Rosado, sempre em pequeno número de indivíduos. Apesar de a espécie ser registrada apenas em 4 locais, suspeita-se que ela ocorra em outras cavernas da Chapada Apodi, e portanto a extensão de ocorrência foi estimada para menos que 5.000 km². Nessa área foram detectadas atividades de mineração, que comprometem diretamente o habitat da espécie. Considerando que a mineração afeta várias cavernas e seu entorno simultaneamente, o número de localizações foi estimado em menor que 10. Portanto, Eukoenenia potiguar foi categorizado como Vulnerável – VU pelos critérios B1ab(iii)."",""Sim"",""Não"",""Rio Grande do Norte"",""|Nordeste|"",""Caatinga"",""Sub-bacia Piranhas"","""","""","""",""Não"",""Desconhecida"","""","""","""","""","""","""",""""";;;;;; "Animalia,""Annelida"",""Polychaeta"",""Eunicida"",""Eunicidae"",""Eunice"",""Eunice sebastiani"","""",""Nonato, 1965"","""",""Invertebrados Marinhos"",""10/2014"",""Em Perigo"","""",""B1ab(iii,v)"",""Eunice sebastiani é uma espécie endêmica do Brasil, ocorrendo somente em algumas praias na região do litoral de São Paulo. Sua extensão de ocorrência foi calculada em 379 km². Na área de distribuição da espécie ocorrem diversos derramamentos de óleo, sendo uma ameaça de grande impacto nas suas populações, caracterizando, assim, apenas uma localização. A limpeza das praias significa para a espécie uma perda da qualidade do habitat e a captura de indivíduos utilizados como isca provoca o declínio no número de indivíduos. Por estes motivos, a espécie é categorizada como Em Perigo (EN), segundo os critérios B1a,b(iii,v)."",""Sim"",""Não"","""",""||"","""","""","""","""","""","""",""Desconhecida"",""12 - Outras ameaças 3 - Produção energética e mineração|3.2 - Mineração|3.2.1 - Extração de areia 5 - Uso de recursos biológicos|5.1 - Caça e captura de animais terrestres ou marinhos 9 - Poluição|9.1 - Doméstica e urbana - escoamento de água|9.1.1 - Esgoto 9 - Poluição|9.2 - Industrial|9.2.1 - Derramamento de óleo 9 - Poluição|9.3 - Agrícola e florestal|9.3.1 - Acúmulo de nutrientes"",""4 - Caça/pesca esportiva"","""","""","""","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Actinopterygii"",""Siluriformes"",""Ariidae"",""Genidens"",""Genidens barbus"",""Genidens barbus"",""(Lacepède, 1803)"","""",""Peixes Marinhos (ósseos)"",""06/2019"",""Em Perigo"","""",""A2bd"",""Genidens barbus ocorre do sul da Bahia ao norte da Argentina, com cerca de 70% de sua população concentrada no extremo sul do Brasil. A espécie é estuarina-dependente, sendo suscetível à pesca intensa devido a sua agregação, elevada longevidade, baixa fecundidade e longo período de cuidado parental. Na Lagoa dos Patos (RS) a pesca artesanal de bagres (Genidens spp. - principalmente G. barbus) atualmente está colapsada. O declínio dos desembarques, considerado um indicador de abundância populacional, foi de cerca de 70% entre as décadas de 1960 (1960-1969) e 1970/1980 (1975-1984), reduzindo de um desembarque médio anual de 5.000 t à valores de 530 t, respectivamente. Recentemente (2013-2015), os desembarques monitorados são de 140 t (2013-2015), mesmo considerando medidas de manejo da espécie, refletindo uma parcela restrita do que é desembarcado em toda a Lagoa dos Patos. Em outras regiões do país, os desembarques foram considerados estáveis ou com declínios menores em seus rendimentos. Sendo assim, Sendo assim, considerando que o declínio estimado dos desembarques na Lagoa dos Patos esteve entre 70% e 90% no passado, isto corresponderia a uma redução proporcional de declínio em toda sua distribuição de pelo menos 60%. Não há indícios de recuperação aos índices da década de 1960 e a pesca ainda continua, especialmente como espécie acessória. Além disso, níveis preocupantes de contaminação por metais na espécie demonstram que ela pode ser sensível aos efeitos de poluentes derivados de descartes antrópicos Portanto, infere-se que tenha ocorrido uma redução no tamanho populacional de pelo menos 60%, nos três tempos geracionais no passado (68 anos). Por esses motivos, Genidens barbus foi categorizada como Em Perigo (EN) sob o critério A2bd."",""Não"",""Sim"",""Bahia, Espírito Santo, Paraná, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, São Paulo"",""|Nordeste|Sudeste|Sul|"",""Sistema Costeiro-Marinho"","""",""APA Anhatomirim, APA Baleia Franca, APA Cananéia-Iguape-Peruíbe, APA Guaraqueçaba, REBIO Marinha do Arvoredo, RESEX Marinha Pirajubaé"",""ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL CONCEIÇÃO DA BARRA, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL ESTADUAL DE GUARATUBA, ESTAÇÃO ECOLÓGICA JURÉIA-ITATINS"",""RPN Salto Apepique, RPPN Fazenda Sayonara, RPPN Morro das Aranhas"",""Sim"",""Declinando"",""5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.1 - Captura intencional - subsistência/pequena escala|5.4.1.4 - Armadilha|5.4.1.4.1 - Aviãozinho 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.1 - Captura intencional - subsistência/pequena escala|5.4.1.7 - Emalhe|5.4.1.7.1 - Emalhe de fundo 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.2 - Captura intencional - larga escala|5.4.2.6 - Arrasto|5.4.2.6.1 - Arrasto simples 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.2 - Captura intencional - larga escala|5.4.2.6 - Arrasto|5.4.2.6.2 - Arrasto duplo 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.2 - Captura intencional - larga escala|5.4.2.6 - Arrasto|5.4.2.6.3 - Arrasto de parelha 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.2 - Captura intencional - larga escala|5.4.2.7 - Emalhe|5.4.2.7.1 - Emalhe de fundo 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.2 - Captura intencional - larga escala|5.4.2.8 - Espinhel|5.4.2.8.2 - Espinhel de fundo 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.5 - Captura indireta - subsistência/pequena escala|5.4.5.7 - Emalhe|5.4.5.7.1 - Emalhe de fundo 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.6 - Captura indireta - larga escala|5.4.6.5 - Cerco 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.6 - Captura indireta - larga escala|5.4.6.6 - Arrasto|5.4.6.6.1 - Arrasto simples 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.6 - Captura indireta - larga escala|5.4.6.6 - Arrasto|5.4.6.6.2 - Arrasto duplo 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.6 - Captura indireta - larga escala|5.4.6.6 - Arrasto|5.4.6.6.3 - Arrasto de parelha 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.6 - Captura indireta - larga escala|5.4.6.7 - Emalhe|5.4.6.7.1 - Emalhe de fundo 9 - Poluição|9.2 - Industrial|9.2.3 - Contaminação por metais pesados"",""1 - Alimentação humana|1.7 - Pesca artesanal|1.7.6 - Arrasto 1 - Alimentação humana|1.7 - Pesca artesanal|1.7.7 - Emalhe 1 - Alimentação humana|1.8 - Pesca industrial|1.8.6 - Arrasto 1 - Alimentação humana|1.8 - Pesca industrial|1.8.7 - Emalhe"",""Manejo de espécies, Manejo/ordenamento de caça/pesca, Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional Lagoas do Sul"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""40""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Aves"",""Galliformes"",""Cracidae"",""Aburria"",""Aburria cujubi"",""Aburria cujubi"",""(Pelzeln, 1858)"",""cujubi"",""Aves"",""09/2017"",""Vulnerável"","""",""A2d"",""Aburria cujubi ocorre na Amazônia brasileira, a sul do rio Amazonas, na Bolívia e, registros históricos revelam que possivelmente, no Paraguai. Ocorre ainda em áreas do Cerrado fortemente impactada na área de contato ao sul da Amazônia. Os registros desta espécie ao longo da sua área de distribuição vêm declinando, sendo necessário monitoramento populacional. Embora possua uma distribuição relativamente ampla, é uma espécie muito procurada por caçadores, sofrendo também com a destruição do seu habitat, uma vez que é sensível a alterações ambientais. As perdas populacionais em três gerações passadas, baseadas em níveis reais ou potenciais de exploração, podem ser consideradas maiores que 30%. Por estas razões, A. cujubi foi categorizada como Vulnerável (VU) A2d."",""Não"",""Sim"",""Amazonas, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Pará, Rondônia, Tocantins"",""|Centro-Oeste|Nordeste|Norte|"",""Amazônia, Cerrado, Pantanal"",""Sub-bacia Araguaia Sub-bacia Foz Amazonas Sub-bacia Gurupi Sub-bacia Madeira Sub-bacia Mearim Sub-bacia Paraguai 02 Sub-bacia Paraguai 03 Sub-bacia Paraná RH1 Sub-bacia Paru Sub-bacia Tapajós Sub-bacia Tocantins Alto Sub-bacia Tocantins Baixo Sub-bacia Trombetas Sub-bacia Xingu"",""ESEC da Serra das Araras, ESEC da Terra do Meio, ESEC de Taiamã, FLONA Amaná, FLONA Carajás, FLONA Caxiuanã, FLONA do Tapajós, FLONA Itaituba II, FLONA Jamanxim, FLONA Jamari, FLONA Jatuarana, FLONA Trairão, PARNA Amazônia, PARNA Campos Amazônicos, PARNA da Chapada dos Guimarães, PARNA do Jamanxim, PARNA do Pantanal Mato-grossense, PARNA Juruena, REBIO do Gurupi, REBIO do Jaru, REBIO Nascentes da Serra do Cachimbo, RESEX Rio Iriri, RESEX Riozinho do Anfrísio"",""ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL DA CHAPADA DOS GUIMARÃES, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL ILHA DO BANANAL/CANTÃO, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL POUSO ALTO"",""RPPN Fazenda Estância Dorochê, RPPN Jubran, RPPN Lote Cristalino, RPPN Parque Natural Leonildo Ferreira 1"",""Desconhecido"",""Declinando"",""1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.1 - Expansão urbana 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.2 - Silvicultura|2.2.3 - Plantações em escala desconhecida 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.3 - Pecuária|2.3.4 - Pecuária em escala desconhecida 4 - Transportes e serviços de transmissão|4.1 - Estradas e ferrovias 4 - Transportes e serviços de transmissão|4.7 - Linhas de força/transmissão 5 - Uso de recursos biológicos|5.1 - Caça e captura de animais terrestres ou marinhos|5.1.1 - Caça/captura intencional (a espécie é o alvo)|5.1.1.1 - Uso de subsistência/escambo local 5 - Uso de recursos biológicos|5.3 - Extração florestal|5.3.5 - Motivação desconhecida"","""",""Conservação ex-situ, Criação de áreas protegidas, Plano de Ação Nacional (PAN), Reintrodução"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação das Aves Ameaçadas do Bioma Amazônia - 2º ciclo"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Aves"",""Piciformes"",""Picidae"",""Celeus"",""Celeus obrieni"",""Celeus obrieni"",""Short, 1973"",""pica-pau-do-parnaíba"",""Aves"",""10/2018"",""Vulnerável"","""",""A4c"",""Celeus obrieni é endêmica do Brasil, ocorre nos estados do Pará, Piauí, Maranhão, Tocantins, Goiás e Mato Grosso. É uma espécie predominantemente florestal, altamente dependente de taboca (Guadua paniculata) onde se alimenta de formigas. Mesmo com a recente descoberta de novos pontos de registro, a população sofre perda de habitat devido à expansão da atividade agrícola e do alagamento resultante de empreendimentos hidrelétricos. Essas ameaças causam declínio na área de ocupação, extensão da ocorrência e qualidade do habitat. Cálculos realizados para estimar a perda de habitat usado pela espécie revelam que houve uma perda superior a 32%. Neste sentido, baseado no declínio da perda de habitat projeta-se um declínio populacional passado e futuro de pelo menos 30%, em três gerações (15 anos), devido à perda de habitat. Desta forma, C. obrieni foi categorizada como Vulnerável (VU), pelo critério A4c."",""Sim"",""Sim"",""Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Pará, Piauí, Tocantins"",""|Centro-Oeste|Nordeste|Norte|"",""Amazônia, Cerrado"",""Sub-bacia Araguaia Sub-bacia Gurupi Sub-bacia Itapecuru Sub-bacia Mearim Sub-bacia Paranaíba Sub-bacia Parnaíba Alto Sub-bacia Parnaíba Baixo Sub-bacia Parnaíba Médio Sub-bacia Tocantins Alto Sub-bacia Tocantins Baixo"","""",""ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL ILHA DO BANANAL/CANTÃO, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL LAGO DE PALMAS, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL LAGO DE PEIXE/ANGICAL, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL SERRA DA JIBÓIA"",""RPPN Bela Vista, RPPN Fazenda Santo Antonio do Pindaré,Gleba Barra da Jurema"",""Não"",""Declinando"",""2 - Agropecuária e Aquacultura|2.1 - Culturas anuais e perenes não-madeireiras|2.1.4 - Agricultura de escala desconhecida 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.3 - Pecuária|2.3.4 - Pecuária em escala desconhecida 3 - Produção energética e mineração|3.3 - Energia renovável|3.3.1 - Hidrelétricas 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.1 - Incêndios e supressão de incêndios|7.1.1 - Aumento da frequência/intensidade de incêndios"","""",""Criação de áreas protegidas, Implementação de corredores, Plano de Ação Nacional (PAN), Proteção de locais/áreas"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação das Aves Ameaçadas do Bioma Amazônia, Plano de Ação Nacional para a Conservação das Aves do Cerrado e Pantanal, Plano de Ação Nacional para a Conservação das Aves do Cerrado e Pantanal - 2º ciclo"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Aves"",""Passeriformes"",""Thamnophilidae"",""Clytoctantes"",""Clytoctantes atrogularis"",""Clytoctantes atrogularis"",""Lanyon, Stotz & Willard, 1991"",""choca-de-garganta-preta"",""Aves"",""08/2018"",""Vulnerável"","""",""C1"",""Clytoctantes atrogularis é endêmico do interflúvio Madeira-Tapajós nos estados do Amazonas, Rondônia e Mato Grosso, na Amazônia brasileira. Embora sua área de distribuição seja bem amostrada, os registros do táxon são raríssimos, de modo que suspeita-se que existem menos de 10.000 indivíduos maduros. O declínio populacional continuado, devido à perda de habitat, foi estimado em pelo menos 10% nos últimos 15 anos (três gerações). Assim sendo, C. atrogularis foi categorizado como Vulnerável (VU) segundo o critério C1."",""Sim"",""Sim"",""Amazonas, Mato Grosso, Rondônia"",""|Centro-Oeste|Norte|"",""Amazônia"",""Sub-bacia Madeira"",""FLONA Jatuarana, REBIO do Jaru"","""",""RPPN Seringal Assunção"",""Não"",""Declinando"",""2 - Agropecuária e Aquacultura|2.1 - Culturas anuais e perenes não-madeireiras|2.1.4 - Agricultura de escala desconhecida 3 - Produção energética e mineração|3.3 - Energia renovável|3.3.1 - Hidrelétricas"","""",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação das Aves Ameaçadas do Bioma Amazônia, Plano de Ação Nacional para a Conservação das Aves Ameaçadas do Bioma Amazônia - 2º ciclo"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Aves"",""Passeriformes"",""Furnariidae"",""Asthenes"",""Asthenes luizae"",""Asthenes luizae"",""Vielliard, 1990"",""lenheiro-da-serra-do-cipó"",""Aves"",""10/2018"",""Em Perigo"","""",""E"",""Asthenes luizae é endêmica de Minas Gerais, ocorrendo nos afloramentos rochosos acima de 1.000 m, nas porções sul e central da Cadeia do Espinhaço. É registrada em diversas unidades de conservação. Em um estudo de Análise de Viabilidade Populacional (PVA), todos os cenários testados indicaram probabilidade de extinção na natureza de pelo menos 20% em 20 anos (cinco gerações). Assim sendo, A. luizae foi categorizada como Em Perigo (EN) pelo critério E."",""Sim"",""Sim"",""Minas Gerais"",""|Sudeste|"",""Cerrado, Mata Atlântica"",""Sub-bacia Doce Sub-bacia Jequitinhonha Sub-bacia São Francisco Alto"",""APA do Morro da Pedreira, PARNA da Serra do Cipó"",""ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL ÁGUAS VERTENTES, PARQUE ESTADUAL RIO PRETO, PARQUE ESTADUAL SERRA DO INTENDENTE, PARQUE NATURAL MUNICIPAL DO TABULEIRO"",""RPPN Fazenda Cruzeiro"",""Não"",""Declinando"",""3 - Produção energética e mineração|3.2 - Mineração|3.2.4 - Extração de minérios - garimpo 6 - Distúrbios humanos|6.1 - Atividades recreacionais/turísticas 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.1 - Incêndios e supressão de incêndios|7.1.1 - Aumento da frequência/intensidade de incêndios 8 - Espécies invasoras problemáticas e doenças|8.1 - Espécies exóticas|8.1.2 - Espécie não conhecida|8.1.2.1 - Competidores 8 - Espécies invasoras problemáticas e doenças|8.3 - Espécies nativas problemáticas|8.3.1 - Espécie conhecida"","""",""Controle de espécies invasoras/problemáticas, Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação das Aves do Cerrado e Pantanal, Plano de Ação Nacional para a Conservação das Aves do Cerrado e Pantanal - 2º ciclo"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Aves"",""Passeriformes"",""Thraupidae"",""Conothraupis"",""Conothraupis mesoleuca"",""Conothraupis mesoleuca"",""(Berlioz, 1939)"",""tiê-bicudo"",""Aves"",""10/2018"",""Em Perigo"","""",""C2a(i)"",""Conothraupis mesoleuca é endêmica do Brasil, ocorrendo no centro-oeste e norte do país, nos estados de Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Goiás e Pará. É espécie rara, com distribuição restrita a margens de rios. Três subpopulações, aparentemente disjuntas, são conhecidas: uma população no PARNA das Emas e arredores (Goiás), uma na Chapada dos Parecis (Mato Grosso) e uma na Serra do Cachimbo (Pará). Infere-se que a população total seja menor que 2.500 indivíduos maduros, sendo que nenhuma subpopulação possui mais que 250 indivíduos maduros. A espécie está ameaçada por perda de habitat pela expansão da atividade agrícola e alagamento resultante de empreendimentos hidrelétricos na bacia do Juruena, havendo declínio populacional continuado. Por estas razões, C. mesoleuca foi categorizada como Em Perigo (EN), pelo critério C2a(i)."",""Sim"",""Sim"",""Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Pará"",""|Centro-Oeste|Norte|"",""Amazônia, Cerrado"",""Sub-bacia Araguaia Sub-bacia Paraguai 03 Sub-bacia Paranaíba Sub-bacia Tapajós"",""PARNA das Emas"","""","""",""Não"",""Declinando"",""3 - Produção energética e mineração|3.3 - Energia renovável|3.3.1 - Hidrelétricas"","""",""Criação de áreas protegidas, Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação das Aves Ameaçadas do Bioma Amazônia, Plano de Ação Nacional para a Conservação das Aves do Cerrado e Pantanal, Plano de Ação Nacional para a Conservação das Aves do Cerrado e Pantanal - 2º ciclo"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Actinopterygii"",""Characiformes"",""Anostomidae"",""Leporinus"",""Leporinus pitingai"","""",""Santos & Jégu, 1996"",""Aracu"",""Peixes Continentais"",""05/2012"",""Criticamente em Perigo"",""Não"",""B1ab(iii)"",""Leporinus pitingai é conhecida por apenas três exemplares coletados em um trecho isolado de corredeiras do rio Pitinga, situado entre dois reservatórios de hidrelétricas (Balbina e Pitinga), bacia do rio Uatumã, estado do Amazonas. Não há registro de ocorrência dessa espécie em nenhum outro local da Amazônia. Coletas recentes na bacia do rio Uatumã não resultaram na captura de novos exemplares de L. pitingai. Considerando que a espécie foi encontrada em um trecho isolado de 45 km, sua extensão de ocorrência (EOO) foi estimada em 45 km2 (1 km x 45 km). Alterações frequentes na qualidade do habitat causadas, por exemplo, pela variação do nível da cota de funcionamento da barragem de Pitinga, constituem uma ameaça significativa a L. pitingai. Por esses motivos, a espécie foi categorizada como Criticamente em Perigo (CR), sob os critérios B1ab(iii)."",""Sim"",""Não"",""Amazonas"",""|Norte|"",""Amazônia"",""Região Hidrográfica Amazônica Sub-bacia Trombetas"","""",""ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL DE PRESIDENTE FIGUEIREDO - CAVERNA DO MOROAGA"",""RPPN Adão e Eva"","""",""Desconhecida"",""3 - Produção energética e mineração|3.3 - Energia renovável"","""",""Proteção de locais/áreas, Proteção de recursos/habitat"","""","""","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Actinopterygii"",""Siluriformes"",""Trichomycteridae"",""Trichomycterus"",""Trichomycterus dali"","""",""Rizzato, Costa, Trajano & Bichuette, 2011"",""Bagrinho-cego-da-serra-da-bodoquena"",""Peixes Continentais"",""10/2011"",""Vulnerável"","""",""D2"",""Trichomycterus dali distribui-se na Serra da Bodoquena, município de Bonito, estado do Mato Grosso do Sul, Brasil. Sua Extensão de Ocorrência (EOO) é estimada em 600 km². A maior parte das cavernas não está localizada em área protegida, mas sim no entorno do Parque Nacional da Serra da Bodoquena. Duas ameaças principais afetam a espécie: a expansão da atividade mineradora de calcário na porção sul e a expansão da pecuária na porção norte da distribuição da espécie. Essas regiões configuram duas localizações por afetarem diretamente as subpopulações. Tais atividades estão causando poluição e rebaixamento do lençol freático, além da completa destruição de sistemas cavernícolas no entorno do Parque. Por esse motivo, a espécie foi classificada como Vulnerável (VU) pelo critério D2. É essencial estabelecer medidas protetoras dos sistemas cársticos da Serra da Bodoquena. Estudos que elucidem possíveis diferenças entre as subpopulações da porção norte e sul também são necessários, tais como estudos filogenéticos e de biologia molecular."",""Sim"",""Não"",""Mato Grosso do Sul"",""|Centro-Oeste|"",""Cerrado"",""Sub-bacia Paraguai 01"",""PARNA da Serra da Bodoquena"","""","""",""Não"",""Desconhecida"","""","""","""","""","""","""",""""";;;;;; "Animalia,""Arthropoda"",""Insecta"",""Lepidoptera"",""Nymphalidae"",""Euptychia"",""Euptychia boulleti"","""",""(Le Cerf, 1919)"",""Borboleta"",""Invertebrados Terrestres"",""11/2010"",""Criticamente em Perigo"",""Não"",""B2ab(i,iii,iv)"",""Euptychia boulleti apresenta área de ocupação (AOO) extremamente restrita, com menos de 10 km2, sendo detectada especialmente em matas preservadas em topos de morros dentro da Mata Atlântica. Uma das localidades conhecidas, Independência, no município de Petrópolis (RJ), foi destruída por ocupação urbana, sendo que nenhuma nova população foi encontrada nesta cidade. A localidade de Teresópolis (RJ) foi definida apenas recentemente por meio de dados de museu, porém sem registro recente. Uma terceira localidade de ocorrência, PARNA de Itatiaia, apresenta baixa abundância. As populações encontram-se isoladas e as áreas estão sujeitas a destruição e degradação dos habitat, provocadas pela ocupação urbana, desmatamentos e substituição de habitat. Portanto, E. boulleti foi categorizada como Criticamente em Perigo (CR), segundo o critério B2ab(i,iii,iv)."",""Sim"",""Não"",""Minas Gerais"",""|Sudeste|"",""Mata Atlântica"",""Sub-bacia Grande"",""PARNA de Itatiaia"","""","""",""Desconhecido"",""Desconhecida"","""","""",""Proteção de recursos/habitat"","""","""","""",""""";;;;;; "Animalia,""Arthropoda"",""Insecta"",""Odonata"",""Megapodagrionidae"",""Heteragrion"",""Heteragrion petiense"","""",""Machado, 1988"",""Libélula"",""Invertebrados de Água Doce"",""05/2014"",""Em Perigo"","""",""B1ab(i,ii)"",""Heteragrion petiense é endêmica do Brasil sendo conhecida de quatro localidades no estado de Minas Gerais. Há um registro duvidoso para o estado do Espírito Santo, que não foi validado por falta de confirmação. É uma espécie de distribuição restrita com extensão de ocorrência (EOO) estimada em 1.200 km2. Considerando a intensidade de perda de habitat com conversão para agricultura dentro da extensão de ocorrência, conclui-se que sua população está severamente fragmentada, sofrendo declínio continuado de sua extensão de ocorrência e qualidade de habitat. Por essas razões, Heteragrion petiense foi categorizada como Em Perigo (EN) pelo critério B1ab(i,ii)."",""Sim"",""Não"",""Minas Gerais"",""|Sudeste|"",""Mata Atlântica"",""Sub-bacia Doce Sub-bacia São Francisco Alto"","""","""",""RPPN Itajurú ou Sobrado"","""",""Desconhecida"",""2 - Agropecuária e Aquacultura"","""","""","""","""","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Reptilia"",""Squamata"",""Gymnophthalmidae"",""Leposoma"",""Leposoma baturitensis"","""",""Rodrigues & Borges, 1997"","""",""Répteis"",""10/2013"",""Em Perigo"","""",""B2ab(iii)"",""Leposoma baturitensis é endêmica do Brasil. Ocorre apenas no estado do Ceará, em três áreas florestadas relictuais de Mata Atlântica no semiárido da Caatinga, denominadas brejos de altitude. Tomando-se por base as áreas de brejos de altitude, estima-se que sua área de ocupação seja de 457,1km2, podendo ser ainda menor. Devido aos altos níveis de desmatamento, principalmente por conta do cultivo de monoculturas de banana e chuchu e a expansão imobiliária, essas regiões sofrem declínio contínuo da qualidade do habitat. São reconhecidas duas localizações, cujas subpopulações disjuntas podem ser consideradas severamente fragmentadas pela fragmentação do habitat. Por esses motivos, Leposoma baturitensis foi categorizada como Em Perigo (EN), pelo critério B2ab(iii)."",""Sim"",""Não"","""",""||"","""","""","""","""","""","""",""Desconhecida"",""1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.1 - Expansão urbana 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.1 - Culturas anuais e perenes não-madeireiras|2.1.2 - Agricultura em pequenas propriedades"","""","""","""","""","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Reptilia"",""Squamata"",""Gymnophthalmidae"",""Leposoma"",""Leposoma puk"","""",""Rodrigues, Dixo, Pavan & Verdade, 2002"","""",""Répteis"",""10/2013"",""Em Perigo"","""",""B1ab(iii)"",""Leposoma puk é endêmica do Brasil com distribuição restrita às áreas montanhosas no corredor de Mata Atlântica do estado da Bahia. Sua extensão de ocorrência calculada é de 1.062,5km2. Embora amostragens intensas tenham sido realizadas na Mata Atlântica do leste do Brasil, L. puk foi encontrada apenas em cinco localidades. A única área que se mantém preservada na região fica na face sul da Reserva Particular Serra do Teimoso. A região onde a espécie ocorre é extremamente fragmentada e sofre continua pressão antrópica, como extração madeireira, agricultura, isolando suas subpopulações e declinando a qualidade do habitat. Por esses motivos, Leposoma puk foi categorizada como Em Perigo (EN), pelo critério B1ab(iii)."",""Sim"",""Não"","""",""||"","""","""","""","""","""","""",""Desconhecida"",""2 - Agropecuária e Aquacultura|2.1 - Culturas anuais e perenes não-madeireiras"","""","""","""","""","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Actinopterygii"",""Siluriformes"",""Ariidae"",""Genidens"",""Genidens planifrons"","""",""(Higuchi, Reis & Araújo, 1982)"","""",""Peixes Marinhos (ósseos)"",""08/2011"",""Criticamente em Perigo"",""Não"",""A4bcde"",""Genidens planifrons possui distribuição restrita, ocorrendo apenas do Rio Grande do Sul ao Uruguai. No estuário da Lagoa dos Patos, que concentra uma parte significativa da subpopulação no Brasil, a pesca dirigida a bagres praticamente colapsou, com declínio em sua produção de 99% nos últimos 40 anos. As medidas de conservação atuais, na Lagoa dos Patos, não são eficazes para sua proteção. Inferese, portanto, um declínio populacional de mais de 80% no Brasil, em uma janela de tempo no passado e futuro, considerando três tempos geracionais, aproximadamente 80 anos. Devido às características de seu ciclo de vida, com alta longevidade, baixa fecundidade e cuidado parental, G. planifrons é altamente suscetível à pressão pesqueira. Portanto, G. planifrons foi categorizada como Criticamente em Perigo (CR) sob o critério A4bcde."",""Não"",""Não"","""",""||"","""","""","""","""","""",""Sim"",""Declinando"",""5 - Uso de recursos biológicos 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.1 - Captura intencional - subsistência/pequena escala 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.1 - Captura intencional - subsistência/pequena escala|5.4.1.7 - Emalhe 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.1 - Captura intencional - subsistência/pequena escala|5.4.1.8 - Outro"","""",""Manejo de comércio, Manejo de espécies, Manejo/ordenamento de caça/pesca"","""","""","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Actinopterygii"",""Characiformes"",""Characidae"",""Hollandichthys"",""Hollandichthys taramandahy"","""",""Bertaco & Malabarba, 2013"",""Lambari-listrado"",""Peixes Continentais"",""09/2014"",""Em Perigo"","""",""B1ab(iii)"",""Hollandichthys taramandahy é conhecida de pequenos tributários dos rios Maquiné e Três Forquilhas, sistema do rio Tramandaí, estado do Rio Grande do Sul e das drenagens dos rios Mampituba e Araranguá, no estado de Santa Catarina, Brasil. É uma espécie pouco abundante e pouco frequente, com exigências ambientais específicas, como ambientes florestados, sombreados, com água fria e limpa. Sabe-se que diversas dessas áreas foram perdidas por ocupação antrópica ao longo das últimas décadas em função do desmatamento. A Extensão de Ocorrência (EOO), considerando o mínimo polígono convexo formado a partir dos registros de ocorrência da espécie, é de 1.842 km² (EN B1). Hollandichthys taramandahy é considerada ameaçada no estado do Rio Grande do Sul, devido à sua área de distribuição muito restrita, em regiões com perturbações antrópicas, como por exemplo, o desmatamento das margens dos rios e arroios. Ao se considerar a distribuição da espécie na bacia do rio Araranguá, em Santa Catarina, acrescentam-se os impactos causados pela mineração de carvão, que caracterizam o declínio continuado na qualidade de hábitat (biii). Como a espécie apenas ocorre em ambientes lênticos e florestados laterais à calha do rio, a retirada da mata de galeria fragmenta a população por interromper a continuidade do hábitat (a). Portanto, Hollandichthys taramandahy foi categorizada como Em Perigo (EN) pelo critério B1ab(iii)."",""Sim"",""Não"",""Rio Grande do Sul, Santa Catarina"",""|Sul|"",""Mata Atlântica"",""Sub-bacia Litoral RS Sub-bacia Litoral SP PR SC"",""Parna Aparados da Serra"",""ÁREA DE PROTEçãO AMBIENTAL ROTA DO SOL"","""",""Desconhecido"",""Desconhecida"","""","""","""","""","""","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Actinopterygii"",""Siluriformes"",""Trichomycteridae"",""Glaphyropoma"",""Glaphyropoma spinosum"","""",""Bichuette, de Pinna & Trajano, 2008"",""Bagrinho-de-caverna"",""Peixes Continentais"",""10/2011"",""Vulnerável"","""",""B1ab(iii)"",""Glaphyropoma spinosum é encontrada em seis cavernas na região da Chapada Diamantina, estado da Bahia, Brasil. Essas cavernas não formam um sistema único (a), de modo que representam sete subpopulações, em uma Área de Ocupação (AOO) aproximada de 25 km² (B2). Embora a maioria dessas cavernas esteja localizada no interior do Parque Nacional da Chapada Diamantina, ainda existe atividade ilegal de garimpo artesanal, o que afeta a qualidade do hábitat, através da remoção do substrato no seu micro-hábitat e alteração do fluxo de água (biii). Desse modo, a espécie foi é classificada em Vulnaerável (VU) pelo critério B1ab(iii). Apesar de encontrar-se quase totalmente no interior de uma Unidade de Conservação, é necessário coibir a atividade ilegal de garimpo ali praticada."",""Sim"",""Não"",""Bahia"",""|Nordeste|"",""Caatinga"",""Sub-bacia Itapecuru-Paraguaçu"",""PARNA da Chapada Diamantina"","""","""",""Não"",""Desconhecida"","""","""","""","""","""","""",""""";;;;;; "Animalia,""Arthropoda"",""Insecta"",""Odonata"",""Coenagrionidae"",""Homeoura"",""Homeoura lindneri"","""",""(Ris, 1928)"",""Libélula"",""Invertebrados de Água Doce"",""05/2014"",""Vulnerável"","""",""B1ab(i,ii,iii)+2ab(i,ii,iii)"",""Homeoura lindneri ocorre na Argentina e Brasil. No Brasil está registrada em cinco localidades no estado de São Paulo, sendo considerada uma espécie de distribuição restrita, com extensão de ocorrência (EOO) estimada em 12.200 km2 e área de ocupação (AOO) estimada, considerando a presença de remanescentes dentro da extensão de ocorrência, de 980 km². Considerando a intensidade de perda de habitat com conversão para agricultura e urbanização dentro da extensão de ocorrência, conclui-se que sua população está severamente fragmentada com declínio continuado da vegetação, representando uma ameaça direta sobre a subpopulação. Por essas razões, Homeoura lindneri foi categorizada como Vulnerável (VU), pelos critérios B1ab(i,ii,iii)+2ab(i,ii,iii)."",""Não"",""Não"",""São Paulo"",""|Sudeste|"",""Cerrado, Mata Atlântica"",""Sub-bacia Grande Sub-bacia Litoral SP Sub-bacia Paraíba do Sul Sub-bacia Tietê"","""",""ESTAÇÃO ECOLÓGICA JATAÍ"","""","""",""Desconhecida"",""1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.1 - Expansão urbana 2 - Agropecuária e Aquacultura"","""","""","""","""","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Actinopterygii"",""Characiformes"",""Lebiasinidae"",""Lebiasina"",""Lebiasina melanoguttata"","""",""Netto-Ferreira, 2012"","""",""Peixes Continentais"",""11/2013"",""Vulnerável"","""",""D2"",""Lebiasina melanoguttata é endêmica do Brasil, e conhecida apenas da série-tipo coletada em dois tributários do rio Curuá, no município de Altamira, estado do Pará. Apesar dos esforços empreendidos em duas expedições e direcionados para a captura da espécie, não foram encontrados representantes de L. melanoguttata em outras localidades. A área está sujeita a impactos causados pela pavimentação da BR 163 e construção de uma pequena central hidrelétrica (PCH) nas cabeceiras do rio Curuá. Devido à distribuição limitada a trechos de cabeceira em regiões altas e à especificidade muito grande de representantes do gênero Lebiasina quanto aos micro e meso habitats, é possível que L. melanoguttata esteja restrita aos igarapés onde foram coletados os tipos e áreas adjacentes muito próximas. Considerando-se que essas áreas estariam sujeitas aos mesmos impactos observados para a localidade-tipo, a espécie ainda seria representada por apenas uma localização. A área de ocupação (AOO) de L. melanoguttata é menor que 20 km2. Assim, a espécie foi categorizada como Vulnerável (VU) pelo critério D2."",""Sim"",""Não"",""Pará"",""|Norte|"",""Amazônia"",""Sub-bacia Xingu"","""","""","""","""","""",""3 - Produção energética e mineração 4 - Transportes e serviços de transmissão|4.1 - Estradas e ferrovias"","""","""","""","""","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Reptilia"",""Squamata"",""Sphaerodactylidae"",""Gonatodes"",""Gonatodes tapajonicus"","""",""Rodrigues, 1980"","""",""Répteis"",""08/2014"",""Em Perigo"","""",""B1ab(iii)"",""Gonatodes tapajonicus é endêmica do Brasil ocorrendo na região norte, bioma Amazônia, em áreas do médio rio Tapajós e Jamanxin, no estado do Pará. Encontrada sempre em áreas de açaizal bem preservado. Sua extensão de ocorrência calculada é de 1.327,9km2. Seu habitat, naturalmente distribuído em manchas tem sua fragmentação agravada pela ação humana (extrativismo de açaí e zona de influência da BR 163 – Cuiabá/Santarém), causando a fragmentação severa da população com interrupção do fluxo gênico, assim como declínio continuado da qualidade do habitat. Adicionalmente, existe a ameaça potencial à sua área de distribuição devido a diversos projetos de construção de hidrelétricas, previstas ao longo do rio Tapajós. Por essas razões, Gonatodes tapajonicus foi avaliada como Em Perigo (EN), pelo critério B1ab(iii)."",""Sim"",""Não"","""",""||"","""","""","""","""","""","""",""Desconhecida"",""4 - Transportes e serviços de transmissão|4.1 - Estradas e ferrovias 5 - Uso de recursos biológicos|5.2 - Coleta de plantas terrestres|5.2.2 - Efeitos indiretos (a espécie não é o alvo)"","""","""","""","""","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Reptilia"",""Testudines"",""Cheloniidae"",""Eretmochelys"",""Eretmochelys imbricata"",""Eretmochelys imbricata"",""(Linnaeus, 1766)"",""Tartaruga de escamas, Tartaruga Legítima"",""Répteis"",""10/2018"",""Em Perigo"","""",""A1bcde"",""A tartaruga-de-pente Eretmochelys imbricata é uma espécie migratória com distribuição global em águas tropicais e, numa menor extensão, em águas subtropicais. No Brasil, as principais áreas de desova estão no litoral sul do Rio Grande do Norte e norte da Bahia, com registros regulares em menor quantidade em outros estados da costa do nordeste. As áreas de alimentação conhecidas no Brasil são as ilhas oceânicas e costeiras e ambientes recifais da plataforma continental. A espécie apresenta ciclo de vida longo com maturação sexual média de 25 anos e tempo geracional estimado em 35 anos. A principal ameaça para E. imbricata no passado foi a coleta de ovos e o abate de fêmeas para uso da carapaça, o que em geral não acontece mais nas principais áreas de desova. Atualmente as maiores ameaças são a ocupação desordenada do ambiente costeiro, a poluição e a perda de ninhos por predação animal. Além disso, as pescarias costeiras, principalmente redes de emalhe, também afetam negativamente as populações. Apesar do declínio acentuado ocorrido no passado, iniciativas de conservação, desde a década de 1980, resultaram no início da recuperação destas populações. Entretanto, não se pode assegurar a continuidade dessa recuperação, tendo em vista a mortalidade contínua de indivíduos decorrente do incremento das ameaças atuais. Nesse contexto, como os estudos de tendência de população cobrem no máximo um tempo geracional para este táxon, foram utilizadas estimativas para o período anterior, chegando a uma faixa de reduções estimada que inclui valores superiores a 70% de redução da população nos últimos 105 anos, baseado em um índice de abundância apropriado para o táxon, e tendo como causas da redução os níveis reais de exploração, declínio na qualidade do habitat, e efeitos de hibridização e poluentes. Por essas razões, E. imbricata foi categorizada como Em Perigo (EN) segundo o critério A1bcde."",""Não"",""Sim"",""Paraíba, Pernambuco, Rio Grande do Norte"",""|Nordeste|"",""Amazônia, Caatinga, Cerrado, Mata Atlântica, Pampa, Sistema Costeiro-Marinho"","""",""APA Cananéia-Iguape-Peruíbe, APA Costa dos Corais, APA Delta do Parnaíba, APA do Arquipelago Sao Pedro e Sao Paulo, APA Fernando de Noronha, APA Piaçabuçú, ESEC Tupiniquins, PARNA da Lagoa do Peixe, PARNA Marinho de Fernando de Noronha, PARNA Marinho dos Abrolhos, REBIO Atol das Rocas, REBIO Comboios, REBIO Marinha do Arvoredo, REBIO Santa Isabel, RESEX Arraial do Cabo, RESEX Canavieiras, RESEX Marinha da Lagoa do Jequiá, REVIS Rio dos Frades"",""APA ILHA COMPRIDA, APA MARINHA DO LITORAL CENTRO, APA MARINHA DO LITORAL NORTE, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL BONFIM/GUARAÍRA, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL CARAÍVA/ TRANCOSO, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL CONCEIÇÃO DA BARRA, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL COSTA DE ITACARÉ/ SERRA GRANDE, ÁREA DE PROTEçãO AMBIENTAL DA BAIXADA MARANHENSE, ÁREA DE PROTEçãO AMBIENTAL DA FOZ DO RIO DAS PREGUIçAS - PEQUENOS LENçóIS - REGIãO LAGUNAR ADJACENTE, ÁREA DE PROTEçãO AMBIENTAL DAS REENTRâNCIAS MARANHENSES, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL DE SANTA RITA, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL DO RIO PACOTI, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL LAGOA ENCANTADA, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL PLATAFORMA CONTINENTAL DO LITORAL NORTE, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL SANTO ANTÔNIO, ÁREA DE RELEVANTE INTERESSE ECOLóGICO DO DEGREDO, ESTAÇÃO ECOLÓGICA JURÉIA-ITATINS, PARQUE ESTADUAL DA ILHA ANCHIETA, PARQUE ESTADUAL DA LAGOA DO AÇU, PARQUE ESTADUAL MARINHO DA LAJE DE SANTOS, PARQUE ESTADUAL XIXOVÁ-JAPUÍ"",""Estação Veracel, RPPN Araçari, RPPN Dunas de Santo Antônio"",""Sim"",""Aumentando"",""11 - Mudanças e extremos climáticos|11.1 - Mudança/alteração de habitat 1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.1 - Expansão urbana 1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.2 - Áreas comerciais e industriais 1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.3 - Áreas de turismo e recreação 3 - Produção energética e mineração|3.1 - Extração de petróleo e gás natural 4 - Transportes e serviços de transmissão|4.2 - Atropelamentos 4 - Transportes e serviços de transmissão|4.3 - Portos 4 - Transportes e serviços de transmissão|4.4 - Tráfego de embarcações 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.3 - Outras modificações nos ecossistemas 9 - Poluição|9.1 - Doméstica e urbana - escoamento de água 9 - Poluição|9.2 - Industrial 9 - Poluição|9.4 - Lixo e resíduos sólidos"",""14 - Artesanato jóias objetos decorativos 1 - Alimentação humana"",""Educação e comunicação, Manejo de espécies, Plano de Ação Nacional (PAN), Proteção de recursos/habitat, Proteção territorial"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação das Tartarugas Marinhas - 2º ciclo, Plano de Ação Nacional para Conservação das Tartarugas Marinhas"",""Convenção Interamericana para a Proteção e Conservação das Tartarugas Marinhas, CITES - Anexo I, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""1 , 70""";;;;;; "Animalia,""Arthropoda"",""Arachnida"",""Scorpiones"",""Chactidae"",""Hadrurochactas"",""Hadrurochactas araripe"","""",""Lourenço, 2010"",""Escorpião"",""Invertebrados Terrestres"",""03/2014"",""Criticamente em Perigo"",""Não"",""B1ab(iii)"",""Hadrurochactas araripe é endêmica do Brasil, conhecida apenas de sua localidade tipo, o brejo de altitude da Chapada do Araripe, na região de Pernambuco e Ceará. A área é uma cadeia de montanhas cobertas com vegetação de Cerrado em suas partes mais elevadas e regiões florestadas em suas encostas. A espécie foi descrita apenas a partir de um exemplar macho coletado em 1963 e coletas posteriores não detectaram a espécie. A extensão de ocorrência da espécie é estimada em 28km2, calculada pela área das florestas de encosta da Chapada do Araripe. Apesar de a região possuir uma Floresta Nacional e uma APA, há registros frequentes de extração de fósseis, madeira e minerais, poluição por lixo doméstico e agricultura familiar, o que compromete a qualidade do hábitat da espécie. Estas informações indicam a existência de apenas uma localização conhecida para a espécie. Portanto, H. araripe foi categorizada como Criticamente em Perigo – CR, pelo critério B1ab(iii)."",""Sim"",""Não"",""Ceará, Pernambuco"",""|Nordeste|"",""Caatinga"",""Sub-bacia Jaguaribe Sub-bacia São Francisco Submédio"",""APA Chapada do Araripe, FLONA do Araripe-Apodi"","""","""",""Não"",""Desconhecida"","""","""","""","""","""","""",""""";;;;;; "Animalia,""Arthropoda"",""Arachnida"",""Scorpiones"",""Chactidae"",""Hadrurochactas"",""Hadrurochactas brejo"","""",""Lourenço, 1988"",""Escorpião"",""Invertebrados Terrestres"",""03/2014"",""Criticamente em Perigo"",""Não"",""B1ab(iii)"",""Hadrurochactas brejo é endêmica do Brasil, conhecida apenas de sua localidade tipo, o brejo de altitude de Maranguape, Ceará. A área é uma pequena montanha coberta com vegetação florestada, cercada de Caatinga. A espécie foi descrita a partir de um exemplar fêmea e desde então não foi mais registrada. Sua extensão de ocorrência é estimada em 64,53 Km². Pela proximidade com um grande centro urbano, o município de Fortaleza, Ceará, a região possui turismo e especulação imobiliária intensos, possuindo certo grau de ocupação humana. Isto compromete a qualidade do hábitat da espécie, caracterizado como apenas uma localização. Portanto, H. brejo foi categorizada como Criticamente em Perigo – CR, pelo critério B1ab(iii)."",""Sim"",""Não"",""Ceará"",""|Nordeste|"",""Caatinga"",""Sub-bacia Litoral CE PI"","""",""ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL DA SERRA DA ARATANHA"","""",""Não"",""Desconhecida"","""","""","""","""","""","""",""""";;;;;; "Animalia,""Porifera"",""Demospongiae"",""Suberitida"",""Halichondriidae"",""Halichondria"",""Halichondria cebimarensis"","""",""Carvalho & Hajdu, 2001"",""Esponja"",""Invertebrados Marinhos"",""08/2014"",""Vulnerável"","""",""D2"",""Halichondria (Halichondria) cebimarensis é endêmica do Brasil, com registro apenas na localidade-tipo, em São Sebastião (SP). A espécie parece ser pouco comum no local e ocorre em águas rasas entre 1 e 2 metros. O terminal petrolífero de São Sebastião pode representar uma ameaça potencial e existe um projeto de construção de um porto na Baía do Araçá, muito próximo ao local, o que pode vir a afetar o habitat da espécie. A região de São Sebastião é bem amostrada, entretanto, a espécie não foi registrada em outras localidades. Considerando apenas uma localização, Halichondria (Halichondria) cebimarensis foi categorizada como Vulnerável (VU), pelo critério D2."",""Sim"",""Não"","""",""||"",""Mata Atlântica"","""","""",""ARIE DE SãO SEBASTIãO, PARQUE ESTADUAL DA SERRA DO MAR"","""",""Não"",""Desconhecida"",""3 - Produção energética e mineração|3.1 - Extração de petróleo e gás natural"","""",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para Conservação dos Ambientes Coralíneos do Brasil"","""","""",""""";;;;;; "Animalia,""Porifera"",""Demospongiae"",""Suberitida"",""Halichondriidae"",""Halichondria"",""Halichondria tenebrica"","""",""Carvalho & Hajdu, 2001"",""Esponja"",""Invertebrados Marinhos"",""08/2014"",""Vulnerável"","""",""D2"",""Halichondria (Halichondria) tenebrica é endêmica do Brasil, com registro apenas na localidade-tipo, em São Sebastião (SP). A espécie parece ser rara no local e ocorre em águas rasa entre 1 e 2 metros. O terminal petrolífero de São Sebastião pode representar uma ameaça potencial e existe um projeto de construção de um porto na Baía do Araçá, muito próximo ao local, o que pode vir a afetar o habitat da espécie. A região de São Sebastião é bem amostrada, mas a espécie não foi registrada em outras localidades. Considerando sua ocorrência em apenas uma localização, Halichondria (Halichondria) tenebrica foi categorizada como Vulnerável (VU), pelo critério D2."",""Sim"",""Não"","""",""||"",""Mata Atlântica"","""","""",""ARIE DE SãO SEBASTIãO, PARQUE ESTADUAL DA SERRA DO MAR"","""",""Não"",""Desconhecida"",""3 - Produção energética e mineração|3.1 - Extração de petróleo e gás natural"","""",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para Conservação dos Ambientes Coralíneos do Brasil"","""","""",""""";;;;;; "Animalia,""Arthropoda"",""Insecta"",""Odonata"",""Coenagrionidae"",""Leptagrion"",""Leptagrion vriesianum"","""",""Santos, 1978"",""Libélula"",""Invertebrados de Água Doce"",""05/2014"",""Vulnerável"","""",""B1ab(i,ii,iii)"",""Leptagrion vriesianum é endêmica do Brasil sendo conhecida de seis localidades, nos estados do Rio de Janeiro e São Paulo. É uma espécie de distribuição restrita, com extensão de ocorrência (EOO) estimada em 5.400 km² e área de ocupação (AOO) estimada, considerando a presença de remanescentes dentro da EOO, foi de 3.400 km². Suas larvas se desenvolvem exclusivamente em bromélias (fitotelmata). Considerando a intensidade de perda de habitat com conversão para agricultura e urbanização dentro da extensão de ocorrência, conclui-se que seu habitat está severamente fragmentado com declínio continuado da vegetação e perda de qualidade de habitat. Por essas razões, Leptagrion vriesianum foi categorizada como Vulnerável (VU), pelo critério B1ab(i,ii,iii)."",""Sim"",""Não"",""Rio de Janeiro, São Paulo"",""|Sudeste|"",""Mata Atlântica"",""Sub-bacia Litoral RJ Sub-bacia Paraíba do Sul"",""APA Bacia do Rio Paraíba do Sul, APA Petrópolis, PARNA da Serra da Bocaina, PARNA da Serra dos Órgãos"",""APA SILVEIRAS"",""RPPN Fattoria Grigia, RPPN Fazenda Limeira"","""",""Desconhecida"",""1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.1 - Expansão urbana 2 - Agropecuária e Aquacultura"","""","""","""","""","""",""""";;;;;; "Animalia,""Arthropoda"",""Insecta"",""Lepidoptera"",""Nymphalidae"",""Hyalyris"",""Hyalyris fiammetta"","""",""(Hewitson, 1852)"",""Borboleta"",""Invertebrados Terrestres"",""11/2010"",""Criticamente em Perigo"",""Sim"",""B2ab(i,ii,iii,iv)"",""Hyalyris fiammetta não é vista há mais de 80 anos. Espécimes são conhecidos de localidades com dados imprecisos nas etiquetas de identificação. A maioria dos exemplares conhecidos de museus provêmde localidades inseridas em uma região da Mata Atlântica severamente fragmentada e que vem sendo continuamente degradada desde o século XIX nos estados do Espírito Santo, Rio de Janeiro e MinasGerais. As expedições feitas para localização da espécie não obtiveram sucesso, o que pode ser devido à falta de informações sobre seus requerimentos ecológicos, habitat preferenciais e período de ocorrência.Há grande urgência de localização de populações existentes. Hyalyris fiammetta foi categorizada como Criticamente em Perigo, Possivelmente Extinta (CR-PEX), segundo o critério B2ab(i,ii,iii,iv)."",""Sim"",""Não"","""",""||"","""","""","""","""","""",""Desconhecido"",""Desconhecida"","""","""",""Proteção de recursos/habitat"","""","""","""",""""";;;;;; "Animalia,""Arthropoda"",""Insecta"",""Lepidoptera"",""Nymphalidae"",""Hamadryas"",""Hamadryas velutina browni"","""",""D.W. Jenkins, 1983"",""Borboleta"",""Invertebrados Terrestres"","""",""Em Perigo"","""",""B1ab(i,ii,iii)"",""Hamadryas velutina browni ocorre apenas ao norte do ecótono entre o Pantanal e o Cerrado, em apenas três localidades próximas. Sua extensão de ocorrência é estimada em menos de 5.000 km². Os registros da espécie são antigos, todos das décadas de 1960 e 1970. Desde então, a região vem sofrendo forte conversão de habitat pelo desmatamento e agricultura. Estudos recentes não detectaram a espécie na região. Portanto, a subespécie foi categorizada como Em Perigo (EN), segundo o critério B1ab(i,ii,iii)."",""Não"",""Não"","""",""||"","""","""","""","""","""","""",""Desconhecida"","""","""","""","""","""","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Actinopterygii"",""Siluriformes"",""Loricariidae"",""Harttia"",""Harttia dissidens"","""",""Rapp Py-Daniel & Oliveira, 2001"",""Acari cachimbo"",""Peixes Continentais"",""11/2012"",""Vulnerável"","""",""A3c"",""Harttia dissidens é endêmica da bacia do rio Tapajós, estado do Pará, Brasil. A extensão dos trechos em que a espécie foi amostrada, ao longo dos rios Tapajós e Jamanxim, foi calculada em 1.100 km. O habitat de H. dissidens é restrito a áreas de corredeiras com fundo pedregoso. Em virtude de a espécie ser de pequeno porte (cerca de 150 mm de comprimento) e com base no que se conhece sobre outros loricarineos, acredita-se que o tempo de três gerações seja menor que 10 anos. A maior ameaça é a transformação antrópica do ambiente, da dinâmica de lótica para lêntica por construção de hidrelétricas, e assoreamentos em função de desmatamento e atividades agropecuárias. A extensão da área de influência das hidrelétricas previstas para a bacia do rio Tapajós (seis UHEs no Plano decenal de expansão da energia 2021) nos próximos 10 anos é de cerca de 400 km. Portanto, de acordo com os planos de empreendimentos hidrelétricos, serão perdidos cerca de 40% do ambiente natural dessa espécie. Atualmente existem registros de Harttia dissidens para tributários do rio Tapajós, acessados pela BR 163. Ainda que existam esses trechos de tributários do rio Tapajós que apresentam registros da espécie e que não serão atingidos diretamente pelas hidrelétricas, estes vêm sendo impactados por ação antrópica (desmatamento, atividades agropecuárias, ocupação urbana e estradas). Considerando a perda de ambiente natural no leito do rio causado pelas hidrelétricas somado ao impacto das áreas dos tributários atravessadas pela BR163, suspeita-se que possa ocorrer um declínio da população da espécie de pelo menos 30% nos próximos 10 anos. Por esse motivo, Harttia dissidens foi categorizada como Vulnerável (VU), pelo critério A3c."",""Sim"",""Não"",""Pará"",""|Norte|"",""Amazônia"",""Região Hidrográfica Amazônica Sub-bacia Tapajós"",""FLONA Crepori"","""","""","""",""Declinando"",""1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.1 - Expansão urbana 2 - Agropecuária e Aquacultura 3 - Produção energética e mineração|3.3 - Energia renovável 4 - Transportes e serviços de transmissão|4.1 - Estradas e ferrovias"","""",""Proteção de recursos/habitat, Proteção territorial"","""","""","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Aves"",""Accipitriformes"",""Accipitridae"",""Harpia"",""Harpia harpyja"","""",""(Linnaeus, 1758)"",""gavião-real, harpia"",""Aves"",""08/2014"",""Vulnerável"","""",""A4cd"",""Harpia harpyja ocorre originalmente do sul do México ao leste da Bolívia, leste do Brasil e extremo nordeste da Argentina. É citada como Quase Ameaçada na lista mundial de espécies ameaçadas e como Criticamente em Perigo em quase todas as listas estaduais de espécies ameaçadas existentes no Brasil. A situação da espécie na Amazônia é menos crítica do que em outras regiões do Brasil na atualidade, mas modelagens realizadas estimaram uma redução mínima de 27% de perda de habitat nesse bioma no tempo de três gerações da espécie (56 anos). Considerando que a perda populacional seja proporcional ou superior à perda de habitat e que muitos indivíduos estão sendo removidos da natureza pela caça, captura para criação em cativeiro, derrubada de árvore com ninho ativo pelo corte seletivo na exploração madeireira e impactos diretos de estradas, hidroelétricas e redes de transmissão e distribuição de energia, infere-se que o declínio populacional seja de, no mínimo, 30% no tempo de três gerações da espécie, no passado e no futuro. Por estas razões, H. harpyja foi categorizada como Vulnerável (VU) pelo critério A4cd."",""Não"",""Não"","""",""||"","""","""","""","""","""","""",""Declinando"",""3 - Produção energética e mineração|3.3 - Energia renovável|3.3.1 - Hidrelétricas 4 - Transportes e serviços de transmissão|4.1 - Estradas e ferrovias 4 - Transportes e serviços de transmissão|4.7 - Linhas de força/transmissão 5 - Uso de recursos biológicos|5.1 - Caça e captura de animais terrestres ou marinhos 5 - Uso de recursos biológicos|5.1 - Caça e captura de animais terrestres ou marinhos|5.1.1 - Caça/captura intencional (a espécie é o alvo)|5.1.1.3 - Comercial - Internacional 5 - Uso de recursos biológicos|5.3 - Extração florestal"",""1 - Alimentação humana 3 - Animais de estimação/ornamentais"",""Controle e fiscalização, Implementação de corredores, Plano de Ação Nacional (PAN), Proteção de locais/áreas"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação das Aves Ameaçadas do Bioma Amazônia, Plano de Ação Nacional para a Conservação das Aves Ameaçadas do Bioma Mata Atlântica, Plano de Ação Nacional para a Conservação das Aves do Cerrado e Pantanal"","""",""900"",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Reptilia"",""Squamata"",""Teiidae"",""Glaucomastix"",""Glaucomastix littoralis"",""Ameivula littoralis"",""(Rocha, Araújo, Vrcibradic & Costa, 2000)"",""calango, lagarto-da-cauda-verde"",""Répteis"",""03/2021"",""Em Perigo"","""",""B2ab(ii,iii)"",""Glaucomastix littoralis é endêmica do Brasil, do bioma Mata Atlântica e conhecida de restingas no estado do Rio de Janeiro. A região é muito bem amostrada e a espécie é registrada apenas em quatro localidades: Barra de Maricá, Jurubatiba, Grussaí e Marambaia. Sua extensão de ocorrência (EOO) foi estimada em 6.076 km² e, sua área de ocupação em 388 km². O ambiente da espécie já sofreu grande redução e fragmentação histórica, mas ainda está sujeito a diversas pressões antrópicas, principalmente expansão de áreas urbanas e ocupações humanas, construção de estradas, tráfego de veículo sobre a vegetação, queimadas, extração de areia e presença de animais domésticos, causando declínio contínuo da área de ocupação e da qualidade do hábitat. Entre 2009 e 2019 houve redução de 11,2 km² (17,1%) de hábitat da espécie dentro de sua EOO. A população da espécie está severamente fragmentada e os impactos sobre as restingas têm aumentado nos últimos anos. Portanto, Glaucomastix littoralis foi avaliada como Em Perigo (EN) pelo critério B2ab(ii,iii)."",""Sim"",""Sim"",""Rio de Janeiro"",""|Sudeste|"",""Mata Atlântica"",""Sub-bacia Litoral RJ"",""PARNA Restinga de Jurubatiba"",""ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL DE MARICÁ"",""FAZENDA CARUARA"",""Não"",""Declinando"",""1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.1 - Expansão urbana 1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.3 - Áreas de turismo e recreação 3 - Produção energética e mineração|3.2 - Mineração|3.2.1 - Extração de areia 4 - Transportes e serviços de transmissão|4.1 - Estradas e ferrovias 4 - Transportes e serviços de transmissão|4.2 - Atropelamentos 4 - Transportes e serviços de transmissão|4.3 - Portos 5 - Uso de recursos biológicos|5.1 - Caça e captura de animais terrestres ou marinhos|5.1.4 - Motivação desconhecida 8 - Espécies invasoras problemáticas e doenças|8.2 - Espécies domésticas"","""",""Conscientização/comunicação, Criação de áreas protegidas, Plano de Ação Nacional (PAN), Proteção de recursos/habitat, Restauração de habitat e processos naturais"",""Plano de Ação Nacional para conservação da Herpetofauna Ameaçada da Mata Atlântica da Região Sudeste do Brasil"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Actinopterygii"",""Cyprinodontiformes"",""Rivulidae"",""Simpsonichthys"",""Simpsonichthys santanae"",""Simpsonichthys santanae"",""(Shibata & Garavello, 1992)"",""Peixe anual, Peixe das nuvens"",""Peixes Continentais"",""05/2019"",""Em Perigo"","""",""B1ab(iii)+2ab(iii)"",""Simpsonichthys santanae é endêmica do Brasil e conhecida de três registros em poças temporárias na várzea do Ribeirão Santana, drenagem do rio São Bartolomeu, Distrito Federal, estado de Goiás. A principal ameaça para a espécie é a expansão da atividade agrícola que destrói as poças, seus ambientes típicos. O avanço da ocupação urbana para novas áreas do Distrito Federal também representa um impacto potencial. Os três registros da espécie caracterizam duas localizações e a área de ocupação foi calculada em 8 km², uma vez que dois dos três registros são muito próximos. A extensão de ocorrência, por ser menor do que 8 km², foi considerada equivalente à área de ocupação neste caso. Por existir declínio continuado na qualidade do habitat devido à expansão intensa das atividades agrícolas e ocupação urbana e duas localizações, S. santanae foi categorizada como Em Perigo (EN) pelos critérios B1ab(iii)+2ab(iii)."",""Sim"",""Sim"",""Distrito Federal"",""|Centro-Oeste|"",""Cerrado"",""Sub-bacia Paranaíba"",""APA Planalto Central"","""","""",""Não"",""Declinando"",""1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.1 - Expansão urbana 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.1 - Culturas anuais e perenes não-madeireiras|2.1.4 - Agricultura de escala desconhecida"","""",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação dos Peixes Rivulídeos Ameaçados de Extinção, Plano de Ação Nacional para a Conservação dos Peixes Rivulídeos Ameaçados de Extinção - 2º ciclo"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Actinopterygii"",""Cyprinodontiformes"",""Rivulidae"",""Leptopanchax"",""Leptopanchax splendens"",""Leptolebias splendens"",""Myers, 1942"",""Peixe anual, Peixe das nuvens"",""Peixes Continentais"",""05/2019"",""Criticamente em Perigo"",""Não"",""B2ab(i,ii,iii,iv)"",""Leptopanchax splendens é endêmica do Brasil, exclusiva de poças efêmeras na bacia do rio Estrela, entorno da baía de Guanabara, estado do Rio de Janeiro. Foi abundante no passado, com diversos registros datados da década de 1940. A espécie vem sofrendo severa fragmentação do seu habitat devido à expansão do ambiente urbano. Com o avanço da ocupação da baixada fluminense, seus habitats originais foram destruídos e a espécie deixou de ser amostrada. Em 2018, uma subpopulação foi encontrada no município de Duque de Caxias, em um fragmento de floresta. A atual Área de Ocupação (AOO) da espécie é de 4 km² e a principal ameaça a esta subpopulação remanescente é a proximidade de uma mineração de calcário para produção de cimento, cujo local é de propriedade do empreendedor. Portanto, Leptopanchax splendens foi categorizada como Criticamente em Perigo (CR) pelo critério B2ab(i,ii,iii,iv)."",""Sim"",""Sim"",""Rio de Janeiro"",""|Sudeste|"",""Mata Atlântica"",""Sub-bacia Litoral RJ"","""","""","""",""Desconhecido"",""Declinando"",""1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.1 - Expansão urbana 3 - Produção energética e mineração|3.2 - Mineração|3.2.2 - Extração de seixo/pedra"","""",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação dos Peixes Rivulídeos Ameaçados de Extinção, Plano de Ação Nacional para a Conservação dos Peixes Rivulídeos Ameaçados de Extinção - 2º ciclo"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Mammalia"",""Sirenia"",""Trichechidae"",""Trichechus"",""Trichechus manatus"",""Trichechus manatus"",""Linnaeus, 1758"",""Manati, Peixe-boi-marinho"",""Mamíferos"",""05/2018"",""Em Perigo"","""",""A4cde";" C1"",""Trichechus manatus é uma espécie estritamente costeira com ocorrência histórica desde a Flórida até o Espírito Santo. No Brasil, a espécie foi extinta no limite Sul da sua distribuição, ocorrendo atualmente até o Estado de Alagoas, com áreas de descontinuidade. As estimativas populacionais são incertas, sendo que uma estimativa para a área entre PI e AL revelou uma média de 1.104 animais, portanto infere-se que o número de indivíduos é menor que 2.000 no país. A caça foi o principal fator que reduziu em mais de 50% a população. Embora esta ameaça tenha sido reduzida, ainda é registrada. Além disso, diversas ameaças, que vem crescendo nos últimos anos, têm sido registradas, tais como a destruição do habitat, a captura acidental em equipamento de pesca, o crescimento das atividades de exploração e produção de petróleo e gás, e o atropelamento por embarcações. Somando-se a isso, novas ameaças têm sido identificadas, como a diminuição de recursos alimentares, a presença de patógenos, ingestão de lixo e contaminantes nos animais. Também foi comprovada baixa variabilidade genética e hibridização no limite Norte de ocorrência da espécie. Observou-se também um alto grau de parentesco, especialmente no Nordeste. O ajuste regional não alterou a avaliação preliminar da espécie para o Brasil, em função da ausência de informações robustas sobre fluxo gênico ou de indivíduos entre as subpopulações. Portanto, Trichechus manatus foi categorizada como Em Perigo (EN), segundo os critérios A4cde e C1."",""Não"",""Sim"",""Alagoas, Amapá, Bahia, Ceará, Espírito Santo, Maranhão, Pará, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Norte, Sergipe"",""|Nordeste|Norte|Sudeste|"",""Sistema Costeiro-Marinho"",""Sub-bacia Foz Amazonas Sub-bacia Itapecuru-Paraguaçu Sub-bacia Jaguaribe Sub-bacia Litoral AL PE PB Sub-bacia Litoral CE PB Sub-bacia Litoral CE PI Sub-bacia Litoral SE Sub-bacia Parnaíba Baixo Sub-bacia Piranhas Sub-bacia Tocantins Baixo"",""APA Barra do Rio Mamanguape, APA Costa dos Corais, APA Delta do Parnaíba, ARIE Manguezais da Foz do Rio Mamanguape, RESEX Acaú-Goiana, RESEX Cassurubá, RESEX Prainha do Canto Verde"",""ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL DA LAGOA DO URUAÚ, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL DO ARQUIPÉLAGO DO MARAJÓ, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL PONTA DA BALEIA / ABROLHOS"","""",""Não"",""Estável"",""1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.1 - Expansão urbana 1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.3 - Áreas de turismo e recreação 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.4 - Aquacultura marinha e de água doce|2.4.2 - Aquacultura industrial 4 - Transportes e serviços de transmissão|4.2 - Atropelamentos 4 - Transportes e serviços de transmissão|4.4 - Tráfego de embarcações 5 - Uso de recursos biológicos|5.1 - Caça e captura de animais terrestres ou marinhos|5.1.1 - Caça/captura intencional (a espécie é o alvo) 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.1 - Captura intencional - subsistência/pequena escala|5.4.1.2 - Aparelho primitivo|5.4.1.2.1 - Arpão 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.5 - Captura indireta - subsistência/pequena escala|5.4.5.4 - Armadilha|5.4.5.4.3 - Cerco fixo (curral) 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.5 - Captura indireta - subsistência/pequena escala|5.4.5.7 - Emalhe|5.4.5.7.3 - Rede de espera fina 6 - Distúrbios humanos|6.1 - Atividades recreacionais/turísticas 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.3 - Outras modificações nos ecossistemas 8 - Espécies invasoras problemáticas e doenças|8.5 - Doenças provocadas por vírus ou príons|8.5.2 - Espécie conhecida (Doença) 9 - Poluição|9.1 - Doméstica e urbana - escoamento de água|9.1.1 - Esgoto 9 - Poluição|9.1 - Doméstica e urbana - escoamento de água|9.1.2 - Escoamento urbano 9 - Poluição|9.3 - Agropecuária e florestal|9.3.2 - Erosão do solo/sedimentação 9 - Poluição|9.4 - Lixo e resíduos sólidos|9.4.1 - Urbanos 9 - Poluição|9.4 - Lixo e resíduos sólidos|9.4.2 - Industriais"","""",""Criação de áreas protegidas, Nível nacional, Plano de Ação Nacional (PAN), Proteção de locais/áreas, Reintrodução de espécies"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação do Peixe-boi Marinho, Plano de Ação Nacional para a Conservação dos Sirênios, Plano de Ação Nacional para Conservação de Espécies Ameaçadas e de Importância Socioeconômica do Ecossistema Manguezal"",""CITES - Anexo I, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;; "Animalia,""Chordata"",""Elasmobranchii"",""Rhinopristiformes"",""Rhinobatidae"",""Pseudobatos"",""Pseudobatos percellens"",""Rhinobatos percellens"",""(Walbaum, 1792)"",""cação-viola, raia-viola, viola"",""Tubarões e Raias"",""11/2017"",""Vulnerável"","""",""A2d"",""Rhinobatos percellens é uma espécie de raia costeira, considerada como uma das menores do gênero. Ocorre no Atlântico ocidental, e no Brasil os registros indicam distribuição do Amapá a Santa Catarina. A espécie é capturada em várias modalidades de pesca, principalmente em arrastos de fundo e emalhe. Há relatos de que a espécie era comum na costa do Amapá e do Maranhão na década de 1980, mas tornou-se rara. Existem registros de redução da captura da pesca industrial e artesanal entre 30% e 50% também para o litoral sudeste e sul do Brasil, que não podem ser atribuídos somente a proibição de captura de P. horkelii. Com os dados disponíveis suspeita-se um declínio do tamanho populacional de pelo menos 30% em uma janela temporal que inclui o período de três gerações, considerando o passado. Por este motivo a espécie foi categorizada como Vulnerável (VU) sob o critério A2d."",""Não"",""Sim"",""Alagoas, Amapá, Bahia, Ceará, Espírito Santo, Maranhão, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe"",""|Nordeste|Norte|Sudeste|Sul|"",""Sistema Costeiro-Marinho"",""Sub-bacia Itapecuru-Paraguaçu Sub-bacia Litoral CE PB Sub-bacia Litoral RJ Sub-bacia Litoral SP PR SC"",""APA Bacia do Rio São João/Mico-Leão-Dourado, APA Cananéia-Iguape-Peruíbe, APA Costa dos Corais, APA Guaraqueçaba, ESEC Tupinambás, ESEC Tupiniquins, PARNA Marinho das Ilhas dos Currais, PARNA Marinho dos Abrolhos, PARNA Restinga de Jurubatiba, PARNA Superagui, RESEX Arraial do Cabo"",""APA MARINHA DO LITORAL CENTRO, APA MARINHA DO LITORAL NORTE, APA MARINHA DO LITORAL SUL, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL BAÍA DE CAMAMU, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL BAÍA DE TODOS OS SANTOS, ÁREA DE PROTEçãO AMBIENTAL DAS REENTRâNCIAS MARANHENSES, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL DO PAU BRASIL, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL ESTADUAL DE GUARATUBA, RESERVA DE DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL DO AVENTUREIRO"","""",""Sim"",""Desconhecida"",""5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.5 - Captura indireta - subsistência/pequena escala|5.4.5.6 - Arrasto|5.4.5.6.1 - Arrasto simples 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.5 - Captura indireta - subsistência/pequena escala|5.4.5.6 - Arrasto|5.4.5.6.2 - Arrasto duplo 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.5 - Captura indireta - subsistência/pequena escala|5.4.5.6 - Arrasto|5.4.5.6.3 - Arrasto de praia 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.5 - Captura indireta - subsistência/pequena escala|5.4.5.7 - Emalhe|5.4.5.7.1 - Emalhe de fundo 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.6 - Captura indireta - larga escala|5.4.6.6 - Arrasto|5.4.6.6.1 - Arrasto simples 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.6 - Captura indireta - larga escala|5.4.6.6 - Arrasto|5.4.6.6.2 - Arrasto duplo 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.6 - Captura indireta - larga escala|5.4.6.6 - Arrasto|5.4.6.6.3 - Arrasto de parelha 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.6 - Captura indireta - larga escala|5.4.6.7 - Emalhe|5.4.6.7.1 - Emalhe de fundo"",""1 - Alimentação humana 1 - Alimentação humana|1.7 - Pesca artesanal 1 - Alimentação humana|1.7 - Pesca artesanal|1.7.7 - Emalhe 1 - Alimentação humana|1.7 - Pesca artesanal|1.7.7 - Emalhe|1.7.7.1 - Emalhe de fundo 1 - Alimentação humana|1.8 - Pesca industrial 1 - Alimentação humana|1.8 - Pesca industrial|1.8.7 - Emalhe 1 - Alimentação humana|1.8 - Pesca industrial|1.8.7 - Emalhe|1.8.7.1 - Emalhe de fundo"",""Manejo/ordenamento de caça/pesca"","""",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022, CITES - Anexo II"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Actinopterygii"",""Siluriformes"",""Ariidae"",""Sciades"",""Sciades parkeri"","""",""(Trail, 1982)"","""",""Peixes Marinhos (ósseos)"",""08/2011"",""Vulnerável"","""",""A2bd"",""Sciades parkeri é uma espécie marinha, demersal, que no Brasil, ocorre no litoral norte e nordeste. É alvo de pesca industrial, tanto por sua carne, como pela bexiga natatória, que possui alto valor comercial. No estado do Pará houve diminuição de desembarque de 47 a 54% entre 1997 e 2007, sem que tenha havido diminuição no esforço de pesca nesse período. Esses dados representam o desembarque de cerca de 90% da área de distribuição da espécie no Brasil. Os registros de captura, conhecidos desde 1979, indicam que sua pesca é realizada há mais de 30 anos, havendo aumento do esforço de pesca ao longo dos anos. Considerando-se a diminuição registrada desde 1997, infere-se que o declínio total da população no Brasil é de mais de 30% no período de três gerações. Por ser uma espécie de crescimento lento, possuir alta longevidade, baixa fecundidade, com cuidado parental, sendo intensamente explorada pela pesca industrial, e com o declínio populacional inferido, Sciades parkeri foi categorizada como Vulnerável (VU), sob o critério A2bd."",""Não"",""Não"","""",""||"","""","""","""","""","""",""Sim"",""Declinando"",""5 - Uso de recursos biológicos 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.1 - Captura intencional - subsistência/pequena escala 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.2 - Captura intencional - larga escala 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.2 - Captura intencional - larga escala|5.4.2.6 - Arrasto 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.2 - Captura intencional - larga escala|5.4.2.6 - Arrasto|5.4.2.6.3 - Arrasto de parelha 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.2 - Captura intencional - larga escala|5.4.2.8 - Espinhel 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.2 - Captura intencional - larga escala|5.4.2.8 - Espinhel|5.4.2.8.2 - Espinhel de fundo"",""1 - Alimentação humana 5 - Medicina humana ou veterinária"",""Expansão de áreas protegidas, Implementação de áreas protegidas, Manejo territorial, Proteção de locais/áreas, Proteção territorial"","""","""","""",""20""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Reptilia"",""Squamata"",""Gymnophthalmidae"",""Calyptommatus"",""Calyptommatus nicterus"",""Calyptommatus nicterus"",""Rodrigues, 1991"","""",""Répteis"",""04/2021"",""Em Perigo"","""",""B1ab(iii)+2ab(iii)"",""Calyptommatus nicterus é endêmica do Brasil, encontrada na Caatinga e conhecida somente de dunas na margem direita do rio São Francisco na região da localidade-tipo, no município de Xique-Xique, estado da Bahia. Tanto sua extensão de ocorrência como a área de ocupação foram estimadas em 12 km2. A espécie é fossorial e ocorre em dunas de solo arenoso. Foram consideradas duas localizações, tendo como principal ameaça a perda de hábitat devido ao desenvolvimento desencadeado pela instalação de parques eólicos ou fotovoltaicos. A perda de hábitat também se dá pela retirada de areia e de lenha e pela compactação e erosão do solo pelo tráfego de veículos e atividades de turismo. Portanto, Calyptommatus nicterus foi avaliada como Em Perigo (EN) pelos critérios B1ab(iii)+2ab(iii)."",""Sim"",""Sim"",""Bahia"",""|Nordeste|"",""Caatinga"",""Sub-bacia São Francisco Médio"","""",""ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL DUNAS E VEREDAS DO BAIXO MÉDIO SÃO FRANCISCO"","""","""",""Desconhecida"",""3 - Produção energética e mineração|3.2 - Mineração|3.2.1 - Extração de areia 3 - Produção energética e mineração|3.3 - Energia renovável|3.3.2 - Parques eólicos 3 - Produção energética e mineração|3.3 - Energia renovável|3.3.3 - Parque de energia solar 5 - Uso de recursos biológicos|5.3 - Extração florestal|5.3.5 - Motivação desconhecida 6 - Distúrbios humanos|6.1 - Atividades recreacionais/turísticas"","""",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação da Herpetofauna do Nordeste - 2º ciclo"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Aves"",""Gruiformes"",""Psophiidae"",""Psophia"",""Psophia viridis"",""Psophia viridis"",""Spix, 1825"",""jacamim-de-costas-verdes"",""Aves"",""08/2018"",""Vulnerável"","""",""A2c"",""Psophia viridis, é endêmica do interflúvio Madeira-Tapajós. Boa parte desta área ainda está muito bem preservada, mas os atributos desta espécie (pouca tolerância à habitats alterados, sensibilidade à caça) indicam que as populações merecem ser devidamente monitoradas, visto que o gênero Psophia está desaparecendo rapidamente em todo o sudeste da Amazônia. Há perda de habitat de pelo menos 30% dentro de sua extensão de ocorrência, principalmente no estado de Rondônia. Estima-se um declínio populacional contínuo de pelo menos 30% nos últimos 30 anos (três gerações) baseado no declínio da qualidade do habitat. Por estas razões, a espécie foi categorizada como Vulnerável (VU) pelo critério A2c."",""Sim"",""Sim"",""Amazonas, Mato Grosso, Pará, Rondônia"",""|Centro-Oeste|Norte|"",""Amazônia"",""Sub-bacia Madeira Sub-bacia Paru Sub-bacia Tapajós Sub-bacia Trombetas"",""FLONA Crepori, FLONA do Tapajós, FLONA Jatuarana, FLONA Pau-Rosa, PARNA Amazônia, PARNA Campos Amazônicos, PARNA Pacaás Novos, PARNA Serra da Cutia, REBIO do Jaru, RESEX Tapajós-Arapiuns"",""RESERVA BIOLÓGICA TRAÇADAL"","""",""Não"",""Declinando"",""5 - Uso de recursos biológicos|5.1 - Caça e captura de animais terrestres ou marinhos|5.1.1 - Caça/captura intencional (a espécie é o alvo)|5.1.1.1 - Uso de subsistência/escambo local"",""1 - Alimentação humana"",""Criação de áreas protegidas, Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação das Aves Ameaçadas do Bioma Amazônia - 2º ciclo"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Aves"",""Procellariiformes"",""Procellariidae"",""Procellaria"",""Procellaria conspicillata"","""",""Gould, 1844"",""pardela-de-óculos"",""Aves"",""05/2014"",""Vulnerável"","""",""D2"",""Procellaria conspicillata é espécie migratória que reproduz exclusivamente nas Ilhas Inaccessible e Tristão da Cunha e ocupa o Atlântico Sul. No Brasil, ocorre desde o Rio Grande do Sul até o norte da Bahia. A área de distribuição da espécie sobrepõe-se à área de pesca com espinhel pelágico, sendo essa uma grande ameaça. A área de ocupação reprodutiva é bastante restrita e sujeita à colonização por espécies invasoras (ratos e camundongos) e a eventos catastróficos como derramamento de petróleo e queimadas. Embora existam indicações de crescimento populacional nas últimas décadas, devido à existência de ameaças e distribuição reprodutiva restrita, P. conspicillata foi categorizada como Vulnerável (VU) D2."",""Não"",""Não"",""Bahia, Paraná, Rio de Janeiro"",""|Nordeste|Sudeste|Sul|"",""Mata Atlântica"",""Sub-bacia Litoral SP PR SC"",""APA Guaraqueçaba"","""","""","""",""Estável"",""11 - Mudanças e extremos climáticos|11.4 - Tempestades/enchentes 5 - Uso de recursos biológicos|5.1 - Caça e captura de animais terrestres ou marinhos|5.1.2 - Efeitos indiretos (a espécie não é o alvo) 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.1 - Incêndios e supressão de incêndios|7.1.1 - Aumento da frequência/intensidade de incêndios 8 - Espécies invasoras problemáticas e doenças|8.1 - Espécies exóticas|8.1.1 - Espécie conhecida|8.1.1.2 - Predadores 9 - Poluição|9.2 - Industrial|9.2.1 - Derramamento de óleo"","""",""Educação e comunicação, Manejo/ordenamento de caça/pesca, Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação de Albatrozes e Petréis"","""","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Aves"",""Cuculiformes"",""Cuculidae"",""Neomorphus"",""Neomorphus geoffroyi"","""",""(Temminck, 1820)"",""jacu-estalo"",""Aves"",""08/2013"",""Vulnerável"","""",""A4c"",""Neomorphus geoffroyi ocorre desde a Nicarágua, Costa Rica e Panamá à Colômbia, Equador, Peru, Bolívia e Brasil. É uma espécie naturalmente rara. As subespécies que ocorrem no Brasil foram avaliadas como ameaçadas. A maior parte da população da espécie ocorre na Amazônia, sendo a subespécie desse bioma considerada Vulnerável devido à perda de habitat (estima-se que uma perda de 17% do habitat entre 2002 e 2014, levando a uma perda populacional superior a 30%). Considerando que as demais subespécies representam uma pequena parte da população e encontram-se em estado mais crítico que a subpopulação amazônica, com perdas populacionais superiores e até mesmo extinções locais, considera-se que o estado de conservação de N. g. amazonicus reflete aquele da espécie como um todo no Brasil. A avaliação não é alterada quando se verifica a influência da população oriunda de outros países. Por esses motivos, N. geoffroyi foi avaliada como Vulnerável (VU) A4c."",""Não"",""Não"",""Espírito Santo, Minas Gerais"",""|Sudeste|"",""Mata Atlântica"",""Sub-bacia Doce"",""REBIO de Sooretama"",""PARQUE ESTADUAL DO RIO DOCE"","""","""",""Declinando"","""","""",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação das Aves Ameaçadas do Bioma Amazônia, Plano de Ação Nacional para a Conservação das Aves Ameaçadas do Bioma Mata Atlântica, Plano de Ação Nacional para a Conservação das Aves da Caatinga"","""","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Aves"",""Passeriformes"",""Thraupidae"",""Sporophila"",""Sporophila maximiliani"",""Sporophila maximiliani"",""(Cabanis, 1851)"",""bicudo"",""Aves"",""10/2018"",""Criticamente em Perigo"",""Não"",""C2a(i)"",""Sporophila maximiliani ocorre nas Guianas, Venezuela, Colômbia, Bolívia e Brasil, em áreas alagadas, brejos, banhados, veredas, baixadas de rios sazonalmente inundadas, especialmente onde há concentração de ciperáceas. A principal ameaça a espécie é a forte pressão de caça para abastecer o comércio ilegal, especialmente pelo seu alto valor de mercado. Os últimos registros em campo restringem-se a duas localidades, entre Rondônia e Mato grosso e entre Mato Grosso e Goiás, mas buscas recentes não tiveram sucesso na sua localização. Suspeita-se que a população brasileira esteja próxima da extinção na natureza, apesar de existirem centenas de milhares de indivíduos legalizados em cativeiro. Com base no conhecimento sobre os registros da espécie, descrições de abundância e área de extensão de ocorrência, estima-se um número entre 1.000-2.499 indivíduos maduros para a população global. Infere-se que a população brasileira certamente não é maior que 250 indivíduos maduros e cada subpopulação não possui mais que 50 indivíduos. A avaliação não se altera quando se verifica a influência da população de outros países. Portanto, S. maximiliani foi categorizada como Criticamente em Perigo (CR), pelo critério C2a(i)."",""Não"",""Sim"",""Acre, Goiás, Mato Grosso, Rio de Janeiro, Rondônia, São Paulo, Tocantins"",""|Centro-Oeste|Norte|Sudeste|"",""Amazônia, Cerrado"",""Sub-bacia Madeira Sub-bacia Paraguai 03 Sub-bacia Paranaíba"","""","""","""",""Não"",""Declinando"",""12 - Outras ameaças 5 - Uso de recursos biológicos|5.1 - Caça e captura de animais terrestres ou marinhos|5.1.1 - Caça/captura intencional (a espécie é o alvo)|5.1.1.2 - Comercial - Nacional/Local"",""3 - Animais de estimação/ornamentais"",""Plano de Ação Nacional (PAN), Reintrodução de espécies"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação das Aves Ameaçadas do Bioma Amazônia, Plano de Ação Nacional para a Conservação das Aves Ameaçadas do Bioma Amazônia - 2º ciclo, Plano de Ação Nacional para a Conservação das Aves Ameaçadas do Bioma Mata Atlântica, Plano de Ação Nacional para a Conservação das Aves do Cerrado e Pantanal, Plano de Ação Nacional para a Conservação das Aves do Cerrado e Pantanal - 2º ciclo"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Arthropoda"",""Insecta"",""Coleoptera"",""Vesperidae"",""Hypocephalus"",""Hypocephalus armatus"","""",""Desmarest, 1832"",""carocha"",""Invertebrados Terrestres"",""10/2014"",""Vulnerável"","""",""B1ab(i,ii,iii,v)"",""Hypocephalus armatus é endêmico do Brasil, com registros no norte de Minas Gerais e sudoeste da Bahia, em área de transição Cerrado – Caatinga. Após a descrição do holótipo, poucos indivíduos foram coletados, e estudos recentes na região não localizaram a espécie. Os remanescentes encontram-se isolados por áreas degradadas e convertidas em atividades agropecuárias, fragmentando a população. Outro fator de ameaça é a venda de espécimes para colecionadores. Considerando todos os registros, sua extensão de ocorrência é de cerca de 25.000km2. Porém, muitos registros são antigos, e acredita-se que sua extensão atual tenha reduzido, sendo inferior a 20.000km2. Portanto, Hypocephalus armatus foi categorizada como Vulnerável (VU) pelo critério B1ab(i,ii,iii,v)."",""Sim"",""Não"",""Bahia, Minas Gerais"",""|Nordeste|Sudeste|"",""Caatinga, Cerrado, Mata Atlântica"",""Sub-bacia Contas Sub-bacia Jequitinhonha Sub-bacia São Francisco Médio"","""",""PARQUE ESTADUAL DE MONTEZUMA"","""",""Não"",""Desconhecida"",""2 - Agropecuária e Aquacultura|2.1 - Culturas anuais e perenes não-madeireiras|2.1.4 - Agricultura de escala desconhecida 5 - Uso de recursos biológicos|5.1 - Caça e captura de animais terrestres ou marinhos|5.1.1 - Caça/captura intencional (a espécie é o alvo)|5.1.1.2 - Comercial - Nacional/Local 5 - Uso de recursos biológicos|5.1 - Caça e captura de animais terrestres ou marinhos|5.1.1 - Caça/captura intencional (a espécie é o alvo)|5.1.1.3 - Comercial - Internacional"",""14 - Artesanato jóias objetos decorativos 3 - Animais de estimação/ornamentais"",""Proteção de recursos/habitat"","""","""","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Aves"",""Passeriformes"",""Thamnophilidae"",""Myrmotherula"",""Myrmotherula oreni"",""Myrmotherula oreni"",""Miranda, Aleixo, Whitney, Silveira, Guilherme, Santos & Schneider, 2013"",""choquinha-do-bambu"",""Aves"",""08/2018"",""Vulnerável"","""",""A2c"",""Myrmotherula oreni ocorre no Peru, Bolívia e, no Brasil, apenas no leste do Acre. A espécie é rara, de distribuição local e seu habitat restringe-se a tabocais. Considerando uma perda de habitat de pelo menos 35% dentro de sua extensão de ocorrência, estima-se um declínio populacional contínuo de pelo menos 30% nos últimos 15 anos (três gerações) baseado no declínio da qualidade do habitat. Por estas razões, M. oreni foi categorizada como Vulnerável (VU) pelo critério A2c."",""Não"",""Sim"",""Acre"",""|Norte|"",""Amazônia"",""Sub-bacia Purus"","""","""","""",""Não"",""Desconhecida"","""","""",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação das Aves Ameaçadas do Bioma Amazônia - 2º ciclo"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Arthropoda"",""Arachnida"",""Opiliones"",""Gerdesiidae"",""Gonycranaus"",""Gonycranaus pluto"","""",""Bragagnolo, Hara & Pinto-da-Rocha, 2015"","""",""Invertebrados Terrestres"",""05/2018"",""Vulnerável"","""",""D2"",""Gonycranaus pluto é endêmica do Brasil e conhecida somente da localidade-tipo, uma caverna conhecida como Lapa do Grotão (CAV-0001B), no Município de Morro do Pilar (Minas Gerais). Seu entorno encontra-se em bom estado de conservação e a caverna não sofre visitação. Está localizada em polígono minerário com requerimento de lavra de ferro, o que representa uma ameaça potencial plausível. Além disso, na cavidade há uma drenagem perene e a montante há alterações na cobertura vegetal. Portanto, foi categorizada como Vulnerável (VU) pelo critério D2."",""Sim"",""Sim"",""Minas Gerais"",""|Sudeste|"",""Cerrado"",""Sub-bacia Doce"","""","""","""",""Não"",""Desconhecida"",""3 - Produção energética e mineração|3.2 - Mineração|3.2.3 - Extração de minérios - subsolo"","""",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação das Cavernas do Brasil"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Actinopterygii"",""Siluriformes"",""Trichomycteridae"",""Trichomycterus"",""Trichomycterus itacarambiensis"","""",""Trajano & de Pinna, 1996"","""",""Peixes Continentais"",""10/2011"",""Criticamente em Perigo"",""Não"",""B2ab(iii,v)"",""Trichomycterus itacarambiensis é conhecida de uma única caverna, a Caverna Olhos d’Água, bacia do médio rio São Francisco, município de Itacarambi, estado de Minas Gerais, Brasil. Sua Área de Ocupação (AOO) foi estimada em 1,8 km² (CR B2). Foi observada redução continuada da população nos últimos 15 anos, estimada em 31%. A situação da espécie configura uma única localização, pois está havendo diminuição drástica do aporte de alimento, afetando a qualidade do seu hábitat. Essa redução está relacionada com a tendência nos últimos dez anos de diminuição da precipitação na região, causando a diminuição nas enxurradas, responsáveis pelo carreamento de alimento para a caverna. Desse modo, a espécie foi classificada como Criticamente em Perigo (CR) pelos critérios B2ab(iii,v)."",""Sim"",""Não"",""Minas Gerais"",""|Sudeste|"",""Cerrado"",""Sub-bacia São Francisco Médio"",""APA Cavernas do Peruaçu, PARNA Cavernas do Peruaçu"","""","""",""Não"",""Declinando"","""","""","""","""","""","""",""""";;;;;; "Animalia,""Mollusca"",""Gastropoda"",""Pulmonata"",""Streptaxidae"",""Hypselartemon"",""Hypselartemon alveus"","""",""(Dunker, 1845)"",""Caracol"",""Invertebrados Terrestres"",""09/2014"",""Vulnerável"","""",""D2"",""Hypselartemon alveus é endêmica do Brasil, sendo conhecida apenas da localidade-tipo, Nova Friburgo, Rio de Janeiro. Esforços de coleta têm sido empregados nessa localidade e em regiões adjacentes e a espécie não foi mais registrada, o que leva à estimativa de uma extensão de ocorrência (EOO) e área de ocupação (AOO) menores que 100 km2 e 10 km2 respectivamente. O registro foi realizado apenas em mata com afloramento rochoso, ambiente de extensões reduzidas atualmente. Foram identificadas ameaças tais como urbanização, queimadas, antropização e erosão ocasionando deslizamento de terra, que provocam efeitos diretos a essa população. Segundo a SOS Mata Atlântica, a área não está sofrendo perdas significativas de cobertura vegetal atualmente. Considerando esse cenário, foi identificada apenas uma localização para a espécie, bem como declínio continuado da extensão de ocorrência, área de ocupação e qualidade do habitat. Portanto, H. alveus foi categorizada como Vulnerável (VU), pelo critério D2."",""Sim"",""Não"","""",""||"",""Desconhecido"","""","""","""","""",""Desconhecido"",""Desconhecida"",""1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.1 - Expansão urbana 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.1 - Incêndios e supressão de incêndios"","""","""","""","""","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Actinopterygii"",""Siluriformes"",""Loricariidae"",""Neoplecostomus"",""Neoplecostomus botucatu"","""",""Roxo, Oliveira & Zawadzki, 2012"",""Cascudo"",""Peixes Continentais"","""",""Vulnerável"","""",""D2"",""Neoplecostomus botucatu foi recentemente descrita (2012) e é conhecida apenas da localidade-tipo, o córrego Águas de Madalena, um tributário do rio Pardo, bacia do rio Paranapanema, município de Botucatu, SP. As espécies de Neoplecostomus vivem em ambientes de correnteza, com leito rochoso e com alta taxa de oxigenação da água, portanto a supressão da mata ripária e o consequente assoreamento destas localidades podem ameaçar a presença destes organismos nos ambientes originais. Intensas amostragens na região de entorno da localidade-tipo não revelaram a presença da espécie. A localidade-tipo está situada em perímetro urbano e sujeito aos impactos decorrentes da urbanização, considerando-se como principal ameaça a alteração e a degradação de seu hábitat. A Área de Ocupação (AOO) restrita, somada aos efeitos da urbanização, resulta em uma ameaça futura plausível que pode levar a espécie à condição de Criticamente em Perigo (CR) ou Extinta (EX) em curto prazo. Desta forma, N. botucatu foi categorizada como Vulnerável (VU) pelo critério D2."",""Sim"",""Não"",""São Paulo"",""|Sudeste|"",""Cerrado"",""Sub-bacia Paranapanema"","""",""APA CORUMBATAÍ BOTUCATU TEJUPA PERIMETRO BOTUCATU"","""",""Desconhecido"",""Desconhecida"","""","""","""","""","""","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Actinopterygii"",""Perciformes"",""Istiophoridae"",""Kajikia"",""Kajikia albida"","""",""(Poey, 1860)"","""",""Peixes Marinhos (ósseos)"",""05/2014"",""Vulnerável"","""",""A2bd"",""Kajikia albida é uma espécie amplamente distribuída no oceano Atlântico. No Brasil, ocorre ao longo de todo seu litoral, onde é capturada pela pesca esportiva e comercial, especialmente de espinhel-de-superfície. Um declínio contínuo na abundância do agulhão-branco tem sido observado desde o início de sua exploração pesqueira. As estimativas de declínios populacionais para um período de três tempos de geração variaram entre um declínio inferido de 9% (para o tempo geracional de 4,25 anos) e 37% (tempo geracional de 6,5 anos). As avaliações de estoque mais recentes, para o Atlântico, mostram certa estabilização ou até aparente aumento na abundância. Entretanto, estes dados devem ser considerados com certa precaução, uma vez que é necessária uma série temporal maior para que seja confirmada esta estabilização. É muito provável que a biomassa (B) atual esteja menor que a biomassa que renderia o máximo rendimento sustentável (BMSY), e que o nível de mortalidade por pesca (F) ainda é maior que a estimativa de mortalidade por pesca do máximo rendimento sustentável (FMSY). Sendo assim, utilizou-se o critério A2, uma vez que existem estimativas de queda acima de 30% na biomassa do estoque desovante, além da observação de quedas nos desembarques, variando, nos três tempos geracionais, de 1.526 a 336 t. Por estas razões, K. albida foi categorizada como Vulnerável (VU) sob o critério A2bd. Como esta população está presente no Brasil como uma espécie transnacional e altamente migratória, esta mesma categoria deve ser considerada nacionalmente."",""Não"",""Não"","""",""||"",""Mata Atlântica, Sistema Costeiro-Marinho"","""",""APA Fernando de Noronha, REBIO Atol das Rocas"","""","""",""Sim"",""Declinando"",""5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.1 - Captura intencional - subsistência/pequena escala 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.1 - Captura intencional - subsistência/pequena escala|5.4.1.3 - Aparelho com anzol 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.1 - Captura intencional - subsistência/pequena escala|5.4.1.8 - Outro 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.2 - Captura intencional - larga escala 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.2 - Captura intencional - larga escala|5.4.2.2 - Linha de mão 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.2 - Captura intencional - larga escala|5.4.2.5 - Cerco 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.2 - Captura intencional - larga escala|5.4.2.8 - Espinhel 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.5 - Captura indireta - subsistência/pequena escala 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.5 - Captura indireta - subsistência/pequena escala|5.4.5.3 - Aparelho com anzol 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.6 - Captura indireta - larga escala 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.6 - Captura indireta - larga escala|5.4.6.2 - Linha de mão 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.6 - Captura indireta - larga escala|5.4.6.5 - Cerco 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.6 - Captura indireta - larga escala|5.4.6.8 - Espinhel"",""1 - Alimentação humana 4 - Caça/pesca esportiva"",""Nível nacional"","""",""Comissão Internacional para a Conservação do Atum do Atlântico - ICCAT"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Arthropoda"",""Arachnida"",""Araneae"",""Corinnidae"",""Ianduba"",""Ianduba paubrasil"","""",""Bonaldo, 1997"",""Aranha-formiga"",""Invertebrados Terrestres"",""03/2014"",""Em Perigo"","""",""B2ab(iii)"",""Ianduba paubrasil possui um registro no Sul da Bahia, no município de Itamaraju, e outro no norte do Espírito Santo, na Floresta Nacional (Flona) do Rio Preto, município de Conceição da Barra. O registro de Itamaraju é do final da década de 60, e a área não apresenta mais cobertura por vegetação nativa. Os dois locais estão distantes cerca de 150 km, e a Mata Atlântica dessa região encontra-se extremamente desmatada. A área foi relativamente bem amostrada e a espécie não foi registrada, sendo o único registro atual o da Flona, que possui 28km2 (estimativa da área de ocupação). Mesmo sendo uma Unidade de Conservação, a área está sujeita a ações antrópicas como exploração seletiva de madeira e incêndios. Considerando apenas uma localização, a espécie foi categorizada como Em Perigo (EN) segundo o critério B2ab(iii)."",""Sim"",""Não"",""Bahia, Espírito Santo"",""|Nordeste|Sudeste|"",""Mata Atlântica"",""Sub-bacia Litoral BA ES"",""FLONA do Rio Preto"","""","""",""Não"",""Desconhecida"","""","""","""","""","""","""",""""";;;;;; "Animalia,""Arthropoda"",""Entognatha"",""Entomobryomorpha"",""Isotomidae"",""Isotomurus"",""Isotomurus riparius"",""Isotomurus riparius"",""Mendonça, 1990"",""Colêmbolo, Pulga-de-jardim"",""Invertebrados Terrestres"",""05/2018"",""Criticamente em Perigo"",""Não"",""B2ab(iii)"",""Isotomurus riparius é endêmica do Brasil, ocorrendo exclusivamente na zona ripária da Laguna de Maricá (RJ), região intensamente urbanizada. Apesar da área estar dentro de uma APA, a área sofre de intensa expansão urbana, contaminação por esgoto e incêndios frequentes na vegetação de restinga. A principal ameaça a espécie é a degradação do ambiente. A Área de Ocupação é inferior à 10km2 (B2). Apresenta uma única localização (a) e declínio continuado da qualidade do habitat (biii). Por isso, I. riparius foi categorizada como Criticamente em Perigo (CR) pelos critérios B2ab(iii)."",""Sim"",""Sim"","""",""||"","""","""","""","""","""",""Desconhecido"",""Desconhecida"",""1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.1 - Expansão urbana 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.1 - Incêndios e supressão de incêndios|7.1.1 - Aumento da frequência/intensidade de incêndios 9 - Poluição|9.1 - Doméstica e urbana - escoamento de água|9.1.1 - Esgoto"","""","""","""",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Arthropoda"",""Entognatha"",""Entomobryomorpha"",""Isotomidae"",""Arlea"",""Arlea psammophila"",""Arlea psammophila"",""Mendonça, Abrantes & Fernandes, 2006"",""Colêmbolo, Pulga-de-jardim"",""Invertebrados Terrestres"",""05/2018"",""Criticamente em Perigo"",""Não"",""B2ab(iii)"",""Arlea psammophila é endêmica do Brasil, ocorrendo em cordão arenoso, próximo à linha de marés da praia da Barra de Maricá, estado do Rio de Janeiro, região intensamente urbanizada. Apesar de estar dentro de uma APA, a área sofre intensa expansão urbana e incêndios frequentes na vegetação de restinga. A principal ameaça à espécie é a degradação do ambiente. Sua Área de Ocupação é inferior à 10km² (B2), com uma única localização (a) e declínio continuado da qualidade do habitat (biii). Por isso, A. psammophila foi categorizada como Criticamente em Perigo (CR) pelo critério B2ab(iii)."",""Sim"",""Sim"",""Rio de Janeiro"",""|Sudeste|"",""Sistema Costeiro-Marinho"","""","""","""","""",""Não"",""Desconhecida"",""1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.1 - Expansão urbana 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.1 - Incêndios e supressão de incêndios|7.1.1 - Aumento da frequência/intensidade de incêndios"","""","""","""",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Aves"",""Passeriformes"",""Tityridae"",""Iodopleura"",""Iodopleura pipra"","""",""(Lesson, 1831)"",""anambezinho"",""Aves"",""08/2013"",""Em Perigo"","""",""C2a(i)"",""Iodopleura pipra é endêmica da Mata Atlântica. É bastante rara e sua população é fragmentada devido à descontinuidade de habitat e a seu baixo poder de deslocamento fora das matas. Sua área de distribuição é exaustivamente amostrada por inúmeros ornitólogos, de modo que é seguro afirmar que há menos de 2.500 indivíduos maduros, sendo que não há mais de 250 deles em cada subpopulação. Suspeita-se que a população esteja em declínio continuado devido à sua fragmentação e à perda de habitat. Assim, I. pipra foi caracterizada como Em Perigo (EN) pelo critério C2a(i)."",""Sim"",""Não"",""Alagoas, Bahia, Minas Gerais, Paraíba, Pernambuco, Rio de Janeiro, São Paulo"",""|Nordeste|Sudeste|"",""Mata Atlântica"",""Sub-bacia Contas Sub-bacia Grande Sub-bacia Litoral AL PE PB Sub-bacia Litoral CE PB Sub-bacia Litoral RJ Sub-bacia Litoral RJ SP Sub-bacia Litoral SP Sub-bacia Paraíba do Sul"",""APA Cananéia-Iguape-Peruíbe, APA Petrópolis, ESEC de Murici, ESEC Tamoios, PARNA da Serra dos Órgãos, PARNA de Itatiaia, PARNA Serra das Lontras, REBIO Guaribas, REVIS Boa Nova"",""ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL DE MURICÍ, ESTAÇÃO ECOLÓGICA JURÉIA-ITATINS, PARQUE ESTADUAL DA SERRA DO MAR, PARQUE ESTADUAL DE DOIS IRMÃOS, PARQUE ESTADUAL DO DESENGANO, REFúGIO DE VIDA SILVESTRE MATAS DO SISTEMA GURJAú"",""RPPN Frei Caneca"","""",""Declinando"","""","""",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação das Aves Ameaçadas do Bioma Mata Atlântica"","""","""",""""";;;;;; "Animalia,""Arthropoda"",""Arachnida"",""Araneae"",""Dipluridae"",""Harmonicon"",""Harmonicon cerberus"",""Harmonicon cerberus"",""Pedroso & Baptista, 2014"",""Aranha, Aranha-de-Teia-em-Funil"",""Invertebrados Terrestres"",""09/2021"",""Criticamente em Perigo"",""Não"",""B2ab(iii)"",""Harmonicon cerberus é endêmica do Brasil, conhecida de apenas uma caverna na Floresta Nacional de Carajás, Pará. A espécie é troglomórfica, e estudos em outras cavernas e no ambiente externo não a localizaram. Após a coleta do material-tipo, há dez anos, a espécie não foi mais observada. A extensão da caverna é de menos de 100 m e sua área de ocupação é estimada em menos de 10 km2. A caverna está próxima (cerca de 1 km) das áreas de prospecção de minério, o que representa uma ameaça direta à espécie. Embora a caverna seja tombada pelo IPHAN, a atividade mineradora do entorno pode afetar o interior da caverna e, consequentemente, a espécie. Considerando apenas uma localização, a espécie foi categorizada como Criticamente em Perigo (CR) segundo o critério B2ab(iii)."",""Sim"",""Sim"",""Pará"",""|Norte|"",""Amazônia"",""Sub-bacia Tocantins Baixo"",""FLONA Carajás"","""","""",""Não"",""Desconhecida"",""3 - Produção energética e mineração|3.2 - Mineração|3.2.3 - Extração de minérios - subsolo"","""",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação das Cavernas do Brasil"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Platyhelminthes"",""Rhabditophora"",""Tricladida"",""Dugesiidae"",""Girardia"",""Girardia paucipuntacta"","""",""Helmann & Leal-Zanchet, 2018"",""Planária"",""Invertebrados de Água Doce"",""05/2018"",""Criticamente em Perigo"",""Não"",""B1ab(iii)+2ab(iii)"",""Girardia paucipunctata é endêmica do Brasil e conhecida apenas da localidade-tipo, a gruta Areias de Cima, em Iporanga/São Paulo, Parque Estadual Turístico do Alto Ribeira. Embora a caverna esteja em uma área protegida em bom estado de conservação, as áreas de recarga do sistema estão fora da unidade de conservação e sofrem com aporte de poluentes, principalmente esgoto doméstico e descarte de água cinza, provocando declínio da qualidade da água e, portanto, do habitat da espécie. Sua extensão de ocorrência e área do ocupação foram estimadas em menos de 10km2. Considerando uma localização, a espécie foi avaliada como Criticamente em Perigo (CR) pelos critérios B1ab(iii)+2ab(iii)."",""Sim"",""Sim"",""São Paulo"",""|Sudeste|"",""Mata Atlântica"",""Sub-bacia Litoral RJ SP"","""",""PARQUE ESTADUAL TURÍSTICO DO ALTO DO RIBEIRA"","""",""Não"",""Desconhecida"",""9 - Poluição|9.1 - Doméstica e urbana - escoamento de água|9.1.1 - Esgoto 9 - Poluição|9.1 - Doméstica e urbana - escoamento de água|9.1.2 - Escoamento urbano 9 - Poluição|9.2 - Industrial|9.2.2 - Infiltraçao oriunda de mineração"","""",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação das Cavernas do Brasil"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Aves"",""Piciformes"",""Picidae"",""Celeus"",""Celeus torquatus"",""Celeus torquatus pieteroyensi"",""Oren, 1992"",""pica-pau-de-coleira"",""Aves"",""08/2018"",""Vulnerável"","""",""C2a(i)"",""Celeus torquatus pieteroyensi é restrita ao Centro de Endemismo Belém. Embora sua área de distribuição seja bem amostrada, os registros do táxon são raríssimos, de modo que é razoável inferir que há menos de 10.000 indivíduos maduros. Há declínio populacional continuado devido à perda de habitat e o número de indivíduos maduros por subpopulação é menor que 1.000. Assim sendo, C. t. pieteroyensi foi categorizado como Vulnerável (VU) segundo o critério C2a(i)."",""Sim"",""Sim"",""Maranhão, Pará"",""|Nordeste|Norte|"",""Amazônia"",""Sub-bacia Foz Amazonas Sub-bacia Gurupi Sub-bacia Mearim Sub-bacia Tocantins Baixo"",""REBIO do Gurupi"",""ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL DO ARQUIPÉLAGO DO MARAJÓ, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL DO LAGO DE TUCURUI, RESERVA DE DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL ALCOBAÇA"","""",""Não"",""Declinando"",""2 - Agropecuária e Aquacultura|2.2 - Silvicultura|2.2.3 - Plantações em escala desconhecida 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.3 - Pecuária|2.3.4 - Pecuária em escala desconhecida 4 - Transportes e serviços de transmissão|4.1 - Estradas e ferrovias 5 - Uso de recursos biológicos|5.3 - Extração florestal|5.3.5 - Motivação desconhecida 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.1 - Incêndios e supressão de incêndios|7.1.3 - Tendência desconhecida"","""",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação das Aves Ameaçadas do Bioma Amazônia"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Actinopterygii"",""Siluriformes"",""Trichomycteridae"",""Ituglanis"",""Ituglanis cahyensis"","""",""Sarmento-Soares, Martins-Pinheiro, Aranda & Chamon, 2006"","""",""Peixes Continentais"",""11/2013"",""Em Perigo"","""",""B2ab(iii,iv)"",""Ituglanis cahyensis é endêmica do Brasil, com ocorrência registrada em duas localidades situadas em pequenas drenagens costeiras, uma no sudeste do estado da Bahia e outra no nordeste do estado do Espírito Santo. É conhecida de poucos exemplares, coletados em rios inseridos em ambientes bastante alterados por atividades antrópicas. Atualmente a espécie não é mais encontrada em dois locais apontados por registros históricos da década de 1940, sendo que um deles corresponde à REBIO Sooretama (biv). A Área de Ocupação (AOO) da espécie foi calculada em 32 km² (menos de 500 km²), com base em quadrantes de 4 km² para os 8 pontos onde existem registros da espécie (B2), e a população encontra-se severamente fragmentada (a). O ambiente em torno da localidade-tipo foi desmatado e é utilizado para fins agropecuários, e a outra localidade está inserida em área de plantio florestal (biii). Por esses motivos, Ituglanis cahyensis foi categorizada como Em Perigo (EN) pelos critérios B2ab(iii,iv)."",""Sim"",""Não"",""Bahia, Espírito Santo"",""|Nordeste|Sudeste|"",""Mata Atlântica"",""Sub-bacia Doce Sub-bacia Litoral BA ES"","""","""","""",""Desconhecido"",""Desconhecida"","""","""","""","""","""","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Actinopterygii"",""Siluriformes"",""Trichomycteridae"",""Ituglanis"",""Ituglanis epikarsticus"","""",""Bichuette & Trajano, 2004"",""Bagrinho-de-caverna"",""Peixes Continentais"",""10/2011"",""Vulnerável"","""",""D2"",""Ituglanis epikarsticus ocorre em uma única caverna, a Caverna São Mateus do Sistema São Mateus-Imbira, bacia do Rio Paranã, alto rio Tocantins, município de São Domingos, estado de Goiás, Brasil. Ocorre em um ambiente bastante específico, um aquífero superior formado por água de infiltração na rocha, o qual aflora através de um “chuveiro” no teto da caverna, abastecendo várias poças de travertinos. A área do aquífero superior é estimada em cerca de 1 km² e está localizada no interior do Parque Estadual de Terra Ronca. Embora o ambiente principal da espécie esteja aparentemente protegido, o aquífero superior sofreu redução da vazão na estação seca de 2011, fato nunca observado nos últimos 30 anos, o que representa uma ameaça potencial. Portanto, a espécie foi classificada como Vulnerável (VU) pelo critério D2. É urgente o monitoramento do nível da água desse lençol freático, além do mapeamento detalhado da caverna em busca de outros locais de ocorrência da espécie."",""Sim"",""Não"",""Goiás"",""|Centro-Oeste|"",""Cerrado"",""Sub-bacia Tocantins Alto"","""",""PARQUE ESTADUAL DE TERRA RONCA"","""",""Não"",""Desconhecida"","""","""","""","""","""","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Actinopterygii"",""Siluriformes"",""Trichomycteridae"",""Ituglanis"",""Ituglanis mambai"","""",""Bichuette & Trajano, 2008"","""",""Peixes Continentais"",""05/2013"",""Em Perigo"","""",""D"",""Ituglanis mambai é endêmica do Brasil e conhecida de uma única localidade, um riacho subterrâneo na caverna Lapa do Sumidouro, na porção alta da bacia do rio Tocantins, município de Posse, Goiás. Embora a região apresente boas condições de integridade ambiental, a população estimada da espécie é muito pequena (menos que 250 indivíduos maduros). Por essa razão, I. mambai foi categorizada como Em Perigo (EN) sob o critério D."",""Sim"",""Não"",""Goiás"",""|Centro-Oeste|"",""Cerrado"",""Região Hidrográfica do Tocantins/Araguaia Sub-bacia Tocantins Alto"",""APA Nascentes do Rio Vermelho"","""","""","""","""",""6 - Distúrbios humanos|6.1 - Atividades recreacionais/turísticas"","""",""Proteção de locais/áreas, Proteção de recursos/habitat"","""","""","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Actinopterygii"",""Siluriformes"",""Trichomycteridae"",""Ituglanis"",""Ituglanis passensis"","""",""Fernandez & Bichuette, 2002"",""Bagrinho-de-caverna"",""Peixes Continentais"",""10/2011"",""Vulnerável"","""",""D1+2"",""Ituglanis passensis é encontrada em uma única caverna, a Lapa do Passa Três do Sistema São Vicente, bacia do rio Paranã, alto rio Tocantins, município de São Domingos, Goiás, no interior do Parque Estadual de Terra Ronca (PETER). Tanto a Extensão de Ocorrência (EOO) como a Área de Ocupação (AOO) são estimadas em 2,3 km2. Estudos populacionais estimaram a população adulta em 504 indivíduos. O rio percorre um trecho epígeo antes de penetrar no ambiente subterrâneo (sumidouro), passando por área ainda não indenizada do PETER, onde há intensa ocupação de gado. A expansão do desmatamento e a degradação das matas ciliares podem provocar assoreamento do rio e consequente diminuição do carreamento de matéria orgânica, diminuindo o alimento para as populações subterrâneas. Portanto, Ituglanis passensis foi categorizada como Vulnerável (VU) nos critérios D1 e D2. É necessária a regularização da área do parque nesse local, desapropriando e indenizando os moradores, para efetiva proteção da área."",""Sim"",""Não"",""Goiás"",""|Centro-Oeste|"",""Cerrado"",""Sub-bacia Tocantins Alto"","""",""PARQUE ESTADUAL DE TERRA RONCA"","""",""Desconhecido"",""Desconhecida"","""","""","""","""","""","""",""""";;;;;; "Animalia,""Arthropoda"",""Insecta"",""Lepidoptera"",""Riodinidae"",""Joiceya"",""Joiceya praeclarus"","""",""Talbot, 1928"",""Fadinha"",""Invertebrados Terrestres"",""11/2010"",""Criticamente em Perigo"",""Não"",""B1ab(iii)+2ab(iii)"",""Joiceya praeclarus é conhecida de apenas três exemplares sendo dois pertencentes à sua série-tipo, coletados em 1927, e um recente, de 2011. A espécie é conhecida de apenas duas localidades separadas por cerca de 1.200 km, uma em vegetação de Cerrado (Mato Grosso) e outra em Mata Atlântica (Paraná). Nas duas localidades onde a espécie é conhecida, existem fortes pressões antrópicas, com alta taxa de conversão dos ambientes, principalmente pela agropecuária. Ainda há uso intensivo de agrotóxicos devido à agricultura. Assim, a espécie foi categorizada como Criticamente em Perigo (CR), segundo os critérios B1ab(iii)+2ab(iii)."",""Sim"",""Não"",""Mato Grosso"",""|Centro-Oeste|"",""Cerrado"",""Sub-bacia Paraguai 03"",""ESEC da Serra das Araras"","""","""",""Desconhecido"",""Desconhecida"",""2 - Agropecuária e Aquacultura 6 - Distúrbios humanos 9 - Poluição"","""",""Proteção de recursos/habitat"","""","""","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Reptilia"",""Squamata"",""Liolaemidae"",""Liolaemus"",""Liolaemus lutzae"","""",""Mertens, 1938"",""lagartinho-branco-da-areia, lagartinho-da-praia"",""Répteis"",""10/2013"",""Criticamente em Perigo"",""Não"",""A4ac"",""Liolaemus lutzae é endêmica do estado do Rio de Janeiro. Ocorre em uma faixa de areia de cerca de 200 km, desde a Restinga da Marambaia até as restingas do Município de Cabo Frio, contudo, em algumas localidades a espécies já não é mais detectada. Trata-se de espécie de habitat específico, restrita às zonas de praia de restingas cobertas por vegetação halófila psamófila-reptante. Embora sua área de ocupação seja de 489,1km2, as subpopulações encontram-se isoladas e fragmentadas pela alteração do habitat, devido à urbanização, especulação imobiliária, substituição da vegetação nativa por espécies exóticas (gramíneas), retirada da vegetação para construção de quiosques e quadras esportivas e implantação de portos. A espécie é sensível às modificações do habitat, não sendo mais observada nas áreas que apresentaram severa alteração de relevo e vegetação. Suspeita-se que nos últimos 10 anos, período maior que três gerações para a espécie, tenha ocorrido uma redução da população igual ou maior a 80%, a partir do declínio da qualidade do seu habitat, e as causas não cessaram. Por essas razões, Liolaemus lutzae foi categorizada como Criticamente em Perigo (CR), pelo critério A4ac."",""Sim"",""Não"","""",""||"","""","""","""","""","""","""",""Declinando"",""1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.1 - Expansão urbana"","""","""","""","""","""",""""";;;;;; "Animalia,""Arthropoda"",""Entognatha"",""Collembola"",""Isotomidae"",""Archisotoma"",""Archisotoma arariboia"","""",""Neves & Mendonça, 2014"",""Colêmbolo, Pulga-de-jardim"",""Invertebrados Terrestres"",""05/2018"",""Criticamente em Perigo"",""Não"",""B1ab(iii)+2ab(iii)"",""Archisotoma arariboia é endêmica do Brasil, ocorrendo exclusivamente na zona entremarés da praia do Sossego, em Niterói, estado do Rio de Janeiro, região intensamente urbanizada. A principal ameaça à espécie é a degradação do ambiente relacionada ao intenso uso recreativo da praia, que inclui a poluição e pisoteio. A Extensão de Ocorrência e a Área de Ocupação são inferiores à 100km² (B1) e 10km2 (B2), respectivamente. Apresenta uma única localização (a) e declínio continuado da qualidade do habitat (biii). Por isso, A. arariboia foi categorizada como Criticamente em Perigo (CR) pelos critérios B1ab(iii)+2ab(iii)."",""Sim"",""Sim"",""Rio de Janeiro"",""|Sudeste|"",""Mata Atlântica, Sistema Costeiro-Marinho"",""Sub-bacia Litoral RJ"","""","""","""",""Desconhecido"",""Desconhecida"",""6 - Distúrbios humanos|6.1 - Atividades recreacionais/turísticas 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.3 - Outras modificações nos ecossistemas 9 - Poluição|9.4 - Lixo e resíduos sólidos|9.4.1 - Urbanos 9 - Poluição|9.4 - Lixo e resíduos sólidos|9.4.2 - Industriais"","""","""","""",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Actinopterygii"",""Perciformes"",""Chaetodontidae"",""Prognathodes"",""Prognathodes obliquus"","""",""(Lubbock & Edwards, 1980)"",""peixe-borboleta-de-são-pedroe- são-paulo"",""Peixes Marinhos (ósseos)"",""09/2012"",""Vulnerável"","""",""D2"",""Prognathodes obliquus é um espécie recifal, endêmica do Arquipélago de São Pedro e São Paulo, com área de ocupação bastante restrita, menor que 20 km2. As principais ameaças identificadas que podem levar a espécie à condição de Criticamente em Perigo (CR) ou Extinta (EX) em curto prazo relacionam-se aos impactos crônicos em função da ocupação da ilha, do tráfego de embarcações, acidentes marítimos, assim como dos efeitos indiretos da pesca. Além disso, eventos de mortalidade em massa de peixes em várias ilhas oceânicas, ainda sem causas definidas, mas de possível origem antrópica, têm sido observados recorrentemente nas duas últimas décadas. Dessa forma, a espécie foi categorizada como Vulnerável (VU) sob o critério D2."",""Sim"",""Não"","""",""||"","""","""","""","""","""",""Não"",""Desconhecida"",""1 - Desenvolvimento residencial e comercial 1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.1 - Expansão urbana 1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.2 - Áreas comerciais e industriais 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.1 - Captura intencional - subsistência/pequena escala 6 - Distúrbios humanos|6.1 - Atividades recreacionais/turísticas 6 - Distúrbios humanos|6.3 - Trabalho e outras atividades"","""","""","""","""","""",""40""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Actinopterygii"",""Siluriformes"",""Doradidae"",""Kalyptodoras"",""Kalyptodoras bahiensis"","""",""Higuchi, Britski & Garavello, 1990"",""Peracuca"",""Peixes Continentais"",""11/2013"",""Em Perigo"","""",""B2ab(iii)"",""Kalyptodoras bahiensis apresenta distribuição restrita à bacia do rio Paraguaçu, no estado da Bahia, Brasil. Com a construção da barragem de Pedra do Cavalo na década de 1980, no baixo curso do rio, e mais recentemente da barragem de Bandeira de Melo, a ocorrência da espécie foi restringida ao médio curso do rio Paraguaçu. A Área de Ocupação (AOO) de K. bahiensis no rio Paraguaçu, entre os municípios de Itaetê e Rafael Jambeiro, é de 400 km² (200 km de extensão do rio multiplicados por uma largura de 2 km) (B2). A principal ameaça é o represamento das águas, de modo que o número de localizações é igual a três (a=3) e esta sofre o declínio continuado da qualidade do habitat (biii). Segundo relatos históricos de pescadores locais, a espécie era coletada em abundância no curso superior da bacia. No entanto, esforços recentes de coleta não lograram a captura da espécie à montante da barragem de Bandeira de Melo. Desse modo, Kalyptodoras bahiensis foi categorizado como Em Perigo (EN) pelos critérios B2ab(iii)."",""Sim"",""Não"",""Bahia"",""|Nordeste|"",""Caatinga, Mata Atlântica"",""Sub-bacia Itapecuru-Paraguaçu"","""","""","""",""Desconhecido"",""Desconhecida"","""","""","""","""","""","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Reptilia"",""Squamata"",""Teiidae"",""Kentropyx"",""Kentropyx vanzoi"","""",""Gallagher & Dixon, 1980"",""calango"",""Répteis"",""10/2013"",""Vulnerável"","""",""A2c"",""Kentropyx vanzoi é endêmica do Brasil, conhecida por registros nos estados do Mato Grosso e Rondônia. É uma espécie terrícola de fácil detecção que habita áreas abertas do bioma Cerrado. Sua extensão de ocorrência calculada é de 372.840,7km². Essa área está inserida dentro do arco do desmatamento, que nos últimos 10 anos ou tempo maior que três gerações da espécie, suspeita-se que tenha sofrido 30% de perda da vegetação nativa. Considerando que a espécie habita áreas arenosas bem preservadas, próximas a rios e abaixo de 650 m de altura, pode-se supor a equivalência para a redução de sua população, também nesses dez últimos anos. Ressalta-se que as ameaças persistem em ritmo acelerado. Por essas razões, Kentropyx vanzoi foi categorizada como Vulnerável (VU), pelo critério A2c."",""Sim"",""Não"","""",""||"","""","""","""","""","""","""",""Desconhecida"",""2 - Agropecuária e Aquacultura|2.1 - Culturas anuais e perenes não-madeireiras|2.1.3 - Agricultura agro-industriais 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.3 - Pecuária|2.3.3 - Pecuária agro-industrial 5 - Uso de recursos biológicos|5.3 - Extração florestal"","""","""","""","""","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Mammalia"",""Rodentia"",""Caviidae"",""Kerodon"",""Kerodon rupestris"","""",""(Wied-Neuwied, 1820)"",""Mocó, Rock cavy"",""Mamíferos"",""06/2013"",""Vulnerável"","""",""A2d"",""Kerodon rupestris apresenta ampla distribuição no nordeste do Brasil e norte de Minas Gerais. É associada a afloramentos rochosos e sofre intensa pressão de caça, que desde a década de 70 já é apontada como responsável pelo declínio populacional da espécie. Embora não existam dados demográficos de longo período, trabalhos em campo realizados ao longo de toda a área de distribuição da espécie têm verificado um drástico declínio populacional, com várias extinções locais verificadas, ao longo dos últimos dez anos. Este declínio, devido principalmente à caça e destruição de afloramentos rochosos, pode ter sido agravado pela seca extrema dos últimos anos. Desta forma, suspeita-se que houve um declínio populacional de pelo menos 30% nos últimos dez anos. Este declínio não cessou. Por estas razões, Kerodon rupestris foi categorizada como Vulnerável (VU) A2 d."",""Sim"",""Não"","""",""||"","""","""","""","""","""","""",""Declinando"","""","""","""","""","""","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Actinopterygii"",""Siluriformes"",""Loricariidae"",""Loricaria"",""Loricaria coximensis"","""",""Rodriguez, Cavallaro & Thomas, 2012"","""",""Peixes Continentais"",""05/2014"",""Criticamente em Perigo"",""Não"",""B2ab(iii)"",""Loricaria coximensis é conhecida apenas da localidade-tipo, um tributário na cabeceira do rio Coxim, bacia do alto rio Paraguai, e de mais um ponto. A localidade-tipo está a menos de 500 m da PCH de Ponte Alta, município de São Gabriel do Oeste, estado de Mato Grosso do Sul. Sabe-se que a espécie vive em trechos de rio encachoeirados com leito rochoso. Os dois registros da espécie, que totalizam 24 exemplares, foram coletados entre os anos de 2005 e 2006, e estão localizados em pontos distantes cerca de 650 m entre si. Nos demais tributários da margem esquerda do rio Paraguai, ao norte e ao sul da bacia do rio Coxim, foram realizadas amostragens entre os anos de 1979 e 2007, em que L. coximensis não foi localizada, mas que resultaram em numerosos registros de uma congênere (L. luciae). A Área de Ocupação (AOO) da espécie, calculada com base nos dois únicos registros conhecidos até o momento, é de 8 km² (CR B2). Considerando a PCH de Ponte Alta como a principal ameaça à espécie (formação do reservatório e trecho de vazão residual), pois suprime seus hábitats originais, o número de localizações é igual a um (a=1). A região é fortemente impactada pela atividade agrícola (retirada da vegetação da bacia de drenagem) e existem diversos empreendimentos hidrelétricos previstos para a região a jusante da PCH de Ponte Alta (biii). Desse modo, Loricaria coximensis foi categorizada como Criticamente em Perigo (CR) pelos critérios B2ab(iii). Recomenda-se urgentemente esforços a fim verificar a presença da espécie em cabeceiras de bacias adjacentes com ambientes similares aos da localidade-tipo."",""Sim"",""Não"",""Mato Grosso do Sul"",""|Centro-Oeste|"",""Cerrado"",""Sub-bacia Paraguai 02"","""","""","""",""Desconhecido"",""Desconhecida"","""","""","""","""","""","""",""""";;;;;; "Animalia,""Porifera"",""Demospongiae"",""Poecilosclerida"",""Latrunculiidae"",""Latrunculia"",""Latrunculia janeirensis"","""",""Cordonis, Moraes & Muricy, 2012"",""Esponja"",""Invertebrados Marinhos"",""08/2014"",""Vulnerável"","""",""D2"",""Latrunculia (Biannulata) janeirensis é endêmica do Brasil, conhecida somente das Ilhas Rasa e Redonda (RJ), restrita a profundidades entre 15 e 35 metros. A região é bem amostrada, porém a espécie não foi encontrada em outras localidades. A poluição na Baía de Guanabara é a principal ameaça à espécie. A distância entre as ilhas é de cerca de 4,5 km e a área de ocupação da espécie é estimada em menos de 20 km2, evidenciando uma área de ocupação restrita sob uma ameaça futura plausível. Portanto, L. (B.) janeirensis foi categorizada como Vulnerável (VU), pelo critério D2."",""Sim"",""Não"","""",""||"",""Mata Atlântica"","""",""MONA Arquipélago das Ilhas Cagarras"","""","""",""Não"",""Desconhecida"","""","""",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para Conservação dos Ambientes Coralíneos do Brasil"","""","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Mammalia"",""Primates"",""Callitrichidae"",""Leontopithecus"",""Leontopithecus chrysomelas"","""",""(Kuhl, 1820)"",""Mico-leão-da-cara-dourada"",""Mamíferos"",""08/2012"",""Em Perigo"","""",""C2a(i)"",""Leontopithecus chrysomelas é uma espécie endêmica à Mata Atlântica e ocorre nos remanescentes florestais e áreas de cabruca da Bahia. Apresenta declínio populacional, causado pela perda e fragmentação de habitat, em razão da agricultura, pecuária, assentamentos rurais, com diminuição da qualidade do habitat, principalmente no oeste da sua distribuição. A área de ocupação da espécie foi inferida em menos de 1.000km2, em função de uma redução nas últimas três gerações. De maneira conservadora considerou-se a menor estimativa populacional existente, considerando a tendência de declínio populacional da espécie e a fragmentação de suas subpopulações, portanto, suspeita-se que o tamanho populacional seja menor que 2.500 indivíduos e que as subpopulações tenham menos de 250 indivíduos maduros. Sendo assim, a espécie foi categorizada como Em Perigo pelos critérios C2a(i)."",""Sim"",""Não"",""Bahia, Minas Gerais, Rio de Janeiro"",""|Nordeste|Sudeste|"",""Mata Atlântica"",""Sub-bacia Contas Sub-bacia Jequitinhonha"",""PARNA Serra das Lontras, REBIO de Una, REVIS Una"",""ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL COSTA DE ITACARÉ/ SERRA GRANDE, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL LAGOA ENCANTADA"",""RPN Salto Apepique, RPPN Ecoparque de Una"",""Não"",""Declinando"","""","""","""","""",""CITES - Anexo II"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Mammalia"",""Primates"",""Callitrichidae"",""Leontopithecus"",""Leontopithecus rosalia"","""",""(Linnaeus, 1766)"",""Mico-leão-dourado, Sauim-piranga"",""Mamíferos"",""08/2012"",""Em Perigo"","""",""B2ab(iii)"",""Leontopithecus rosalia é uma espécie endêmica, com distribuição restrita a remanescentes florestais severamente fragmentados da Mata Atlântica de baixada do Rio de Janeiro. Apresenta extensão de ocorrência estimada de 6.000 km2, com área de ocupação menor que 500 km2. Embora a população desta espécie esteja aumentando, como resultado de esforços conservacionistas e criação de áreas protegidas, esta ainda sofre com a fragmentação e seus efeitos secundários, expansão urbana, de infraestrutura e contato com primatas alóctones invasores. Sendo, portanto, categorizada como Em Perigo (EN) pelos critérios B2ab(iii)."",""Sim"",""Não"",""Rio de Janeiro"",""|Sudeste|"",""Mata Atlântica"",""Sub-bacia Litoral RJ Sub-bacia Paraíba do Sul"",""APA Bacia do Rio São João/Mico-Leão-Dourado, APA Petrópolis, REBIO de Poço das Antas, REBIO União"",""ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL DE MANGARATIBA, ÁREA DE PROTEçãO AMBIENTAL DE MASSAMBABA, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL DO PAU BRASIL, PARQUE ESTADUAL DA COSTA DO SOL"",""RPPN El Nagual, RPPN Fazenda Arco-Íris, RPPN Fazenda Bom Retiro, RPPN Fazenda Córrego da Luz, RPPN Fazenda Limeira, RPPN Morro Grande"",""Não"",""Aumentando"","""","""","""","""",""CITES - Anexo I"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Echinodermata"",""Asteroidea"",""Paxillosida"",""Luidiidae"",""Luidia"",""Luidia senegalensis"","""",""(Lamarck, 1816)"","""",""Invertebrados Marinhos"",""10/2014"",""Vulnerável"","""",""A2a"",""Luidia senegalensis distribui-se entre Florida (EUA) e Uruguai, entre zero e 40 m de profundidade, raramente até os 64 m. Como toda espécie de hábito bentônico, é altamente suscetível ao efeito dos poluentes e da pesca de arrasto de fundo que é continuada na sua área de distribuição. Suas populações apresentaram uma redução estimada de mais de 30% da abundância, sendo, portanto, classificada como Vulnerável (VU), segundo o critério A2a."",""Não"",""Não"","""",""||"","""","""","""","""","""","""","""","""","""","""","""","""","""",""0 , 40""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Mammalia"",""Carnivora"",""Canidae"",""Lycalopex"",""Lycalopex vetulus"","""",""(Lund, 1842)"",""Raposa-do-campo, raposinha, raposinha-do-campo"",""Mamíferos"",""12/2011"",""Vulnerável"","""",""A2c+3cd"",""A raposa-do-campo, Lycalopex vetulus, é a única espécie de canídeo brasileiro endêmica do Cerrado, bioma sob alta pressão antrópica e com menos de 20% de sua área original ainda em estado primitivo. Considerando as estimativas mais conservadoras, o Cerrado sofreu um desmatamento de 50% de sua área nos últimos 40 anos";" destes, pode-se estimar uma perda de 20% de área em um período de 15 anos (três gerações), que deve refletir-se em uma perda populacional equivalente para a espécie. Este declínio não cessou. Estima-se que a espécie terá uma perda de hábitat de, pelo menos, 10% nos próximos 15 anos. Considerando que a espécie também sofreu e continua sofrendo perdas importantes não quantificadas decorrentes de atropelamento, predação por cães domésticos, doenças, retaliação à suposta predação de animais domésticos, e alta mortalidade de filhotes/juvenis, o declínio populacional deve, em uma estimativa conservadora, ter sido de pelo menos 30% nos últimos 15 anos e deve atingir o limite de 30% nos próximos 15 anos, qualificando a espécie à categoria Vulnerável pelos critérios A2+A3cd. Até onde se sabe a espécie só ocorre em território brasileiro, não havendo populações em países vizinhos."",""Sim"",""Não"",""Minas Gerais"",""|Sudeste|"",""Cerrado"",""Sub-bacia Grande"",""PARNA da Serra da Canastra"","""","""","""","""",""11 - Mudanças e extremos climáticos|11.1 - Mudança/alteração de habitat 1 - Desenvolvimento residencial e comercial 1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.1 - Expansão urbana 2 - Agropecuária e Aquacultura 4 - Transportes e serviços de transmissão 4 - Transportes e serviços de transmissão|4.1 - Estradas e ferrovias 4 - Transportes e serviços de transmissão|4.2 - Atropelamentos 5 - Uso de recursos biológicos|5.3 - Extração florestal 6 - Distúrbios humanos 8 - Espécies invasoras problemáticas e doenças|8.2 - Espécies domésticas"","""","""","""","""","""",""""";;;;; "Animalia,""Chordata"",""Actinopterygii"",""Perciformes"",""Lutjanidae"",""Lutjanus"",""Lutjanus purpureus"","""",""(Poey, 1876)"",""Pargo, pargo-cachucho, pargo-verdadeiro"",""Peixes Marinhos (ósseos)"","""",""Vulnerável"","""",""A2bd"",""Lutjanus purpureus, o pargo, é uma espécie demersal marinha do Atlântico ocidental tropical, ocorrendo em ambientes recifais entre 20 e 340 m de profundidade, mas sendo geralmente encontrada entre 70 e 120 m. Seu limite sul de distribuição no Brasil é o estado da Bahia. O pargo representou um importante recurso pesqueiro no nordeste do Brasil entre as décadas de 1960 e 1980, quando as capturas colapsaram após 10 a 20 anos de exploração. Nesse ciclo, a espécie foi inicialmente explorada na região da cadeia de montes submarinos do nordeste brasileiro (área 1), com esforço e produção crescente até 1967. A pesca nesses montes submarinos, entretanto, colapsou rapidamente, com redução de 80% dos desembarques (4862 t ano em 1967 para 1008 t ano em 1970). Após isso, a frota passou a explorar novas áreas na plataforma continental, do estado do Ceará em direção ao Norte do Brasil (área 2), onde a pesca também colapsou, em níveis aparentemente semelhantes aqueles observados nos montes submarinos (80%). Atualmente, a pesca direcionada ao pargo ocorre quase que exclusivamente no litoral norte do Brasil (área 3), embora um tímido retorno da pesca no Nordeste tenha sido registrado a partir de 1996 (Dias & Dias, 2016). Estima-se que o declínio de 80% na área 1 e na área 2, somado ao declínio de 30% na área 3 (mais extensa) implicam em um declínio populacional de aproximadamente 45% em três tempos geracionais (57 anos) no Brasil. Existem indícios de conexão gênica entre a subpopulação brasileira de de L. purpureus e aquelas do norte da América do Sul, mas não se sabe se existe um aporte significativo entre essas subpopulações. Por esses motivos, L. purpureus foi categorizada como Vulnerável (VU), sob o critério A2bd. Ressalta-se que o litoral Norte brasileiro pode ser considerado como o último reduto economicamente viável de exploração da espécie. Embora os desembarques ainda sejam relativamente elevados nessa região, esse recurso foi considerado como plenamente explorado de acordo com dados coletados até o ano de 2000. Portanto, é fundamental a adequação das medidas de manejo da pesca em vigência para que haja recuperação da espécie em toda sua área de ocorrência, bem como medidas de manejo eficientes na região Norte, para que o colapso da pesca da espécie seja evitado. Estudos de conectividade entre as subpopulações nacional e estrangeiras também são recomendados."",""Não"",""Não"","""",""||"","""","""","""","""","""",""Não"",""Declinando"",""5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos"",""1 - Alimentação humana|1.7 - Pesca artesanal 1 - Alimentação humana|1.8 - Pesca industrial"",""Manejo de espécies, Manejo/ordenamento de caça/pesca"","""","""","""",""26 , 340""";;;;;; "Animalia,""Arthropoda"",""Insecta"",""Coleoptera"",""Lycidae"",""Lycomorphon"",""Lycomorphon brasiliense"","""",""Nascimento & Bocakova, 2009"",""besouro"",""Invertebrados Terrestres"",""10/2014"",""Criticamente em Perigo"",""Não"",""B1ab(iii)+2ab(iii)"",""Lycomorphon brasiliense é uma espécie endêmica do Brasil, conhecida apenas da localidade-tipo, a Estação Ecológica de Ribeirão Preto, conhecida como Mata Santa Tereza, localizada em Ribeirão Preto-SP. A reserva possui pouco mais de 150ha e encontra-se totalmente isolada por extensas áreas agrícolas. Inventários em fragmentos florestais nas proximidades não obtiveram sucesso em localizar indivíduos da espécie, e estudos de material coletado em várias partes do estado e proveniente de coleções científicas também não obtiveram registros adicionais. O conhecimento sobre a biologia dessa espécie e desse gênero como um todo é extremamente reduzido, porém é possível afirmar que a capacidade de dispersão da espécie é bastante reduzida, como normalmente ocorre para vários membros da família, sendo suposto nesse grupo, que além do vôo fraco dos machos, as fêmeas são ápteras e devem viver no folhiço próximo a áreas úmidas. É sabido que os membros dessa espécie participam de anéis miméticos no local. Embora a Mata Santa Tereza seja uma unidade de conservação, o entorno da reserva sofre com crescente urbanização. A área é frequentemente utilizada pela população, e existe o risco de incêndios. Em setembro de 2014 houve um incêndio de grandes proporções, atingindo aproximadamente 50% da vegetação nativa. Considerando a extensão de ocorrência e a área de ocupação de 1,5km2, e uma localização, Lycomorphon brasiliense foi categorizada como Criticamente em Perigo (CR) segundo os critérios B1ab(iii)+2ab(iii)."",""Sim"",""Não"",""São Paulo"",""|Sudeste|"",""Cerrado"",""Sub-bacia Grande"","""",""ESTAÇÃO ECOLÓGICA DE RIBEIRÃO PRETO"","""",""Não"",""Desconhecida"",""1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.1 - Expansão urbana 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.1 - Culturas anuais e perenes não-madeireiras|2.1.4 - Agricultura de escala desconhecida 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.1 - Incêndios e supressão de incêndios|7.1.1 - Aumento da frequência/intensidade de incêndios"","""",""Proteção de recursos/habitat"","""","""","""",""""";;;;;; "Animalia,""Mollusca"",""Gastropoda"",""Pulmonata"",""Lymnaeidae"",""Lymnaea"",""Lymnaea rupestris"","""",""Paraense, 1982"",""Caramujo de água doce"",""Invertebrados de Água Doce"",""09/2014"",""Vulnerável"","""",""D2"",""Lymnaea rupestris é endêmica do Brasil, sendo conhecida apenas na localidade-tipo, Nova Teutônia, município de Seara, estado de Santa Catarina. Esforços de coleta têm sido empregados frequentemente, em habitat propícios, mas a espécie não tem sido encontrada. Está restrita a ambientes de rochedos muito úmidos e próximos a quedas d‘água, com área de ocupação (AOO) e extensão de ocorrência (EOO) menores que 10 km2 e 100 km2 respectivamente, sendo altamente adaptada a esse micro-habitat. Essa especificidade de habitat torna a espécie mais sensível a ameaças ocorrentes na região, tais como urbanização, poluição e descaracterização do habitat. Portanto, L. rupestris foi categorizada como Vulnerável (VU), pelo critério D2."",""Sim"",""Não"","""",""||"",""Desconhecido"","""","""","""","""","""",""Desconhecida"",""1 - Desenvolvimento residencial e comercial 2 - Agropecuária e Aquacultura 6 - Distúrbios humanos"","""","""","""","""","""",""""";;;;;; "Animalia,""Arthropoda"",""Insecta"",""Odonata"",""Libellulidae"",""Macrothemis"",""Macrothemis tessellata"","""",""(Burmeister, 1839)"",""Libélula"",""Invertebrados de Água Doce"",""05/2014"",""Vulnerável"","""",""B1ab(i,ii,iii)+2ab(i,ii,iii)"",""Macrothemis tessellata ocorre na América Central, Colômbia, Equador, Paraguai, Argentina e Brasil. No Brasil é conhecida de quatro localidades nos estados de São Paulo e Rio de Janeiro. É uma espécie de distribuição restrita, com extensão de ocorrência (EOO) estimada em 6.705 km2 e área de ocupação (AOO) estimada, considerando a presença de remanescentes dentro da extensão de sua ocorrência, de 3.872 km². A partir da intensidade de perda de habitat (58%) e intensa urbanização nessa região, conclui-se que sua população está severamente fragmentada com declínio continuado da vegetação e qualidade do habitat. Além disso, os registros de sua ocorrência são antigos. Por esses motivos Macrothemis tessellata foi categorizada como Vulnerável (VU), pelos critérios B1ab(i,ii,iii)+2ab(i,ii,iii)."",""Não"",""Não"",""Rio de Janeiro, São Paulo"",""|Sudeste|"",""Mata Atlântica"",""Sub-bacia Litoral RJ Sub-bacia Litoral SP"","""",""ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL DE MANGARATIBA, PARQUE ESTADUAL CUNHAMBEBE, PARQUE ESTADUAL DA SERRA DO MAR"","""","""",""Desconhecida"",""1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.1 - Expansão urbana"","""","""","""","""","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Actinopterygii"",""Perciformes"",""Istiophoridae"",""Makaira"",""Makaira nigricans"","""",""Lacepède, 1802"","""",""Peixes Marinhos (ósseos)"",""09/2010"",""Em Perigo"","""",""A2bd"",""Makaira nigricans distribui-se por águas tropicais e temperadas ao redor do mundo, incluindo a costa brasileira. Houve um declínio contínuo na abundância desde o início de sua exploração nas pescarias do oceano Atlântico. Considerando tempos geracionais de 4,5 a 5,5 anos, estimou-se um declínio geral na abundância deste estoque entre 50 e 64%, durante um período de 16 anos (de 1990 a 2006), tendo em conta todos os cenários para os cálculos de declínio elaborados pelo Grupo de Trabalho da International Commission for the Conservation of Atlantic Tunas (ICCAT). As avaliações de estoque mais recentes mostram certa estabilização na abundância nos últimos anos, sendo necessários mais dados para confirmação. Considerando os declínios apresentados no tempo de três gerações e que os indícios de estabilidade são incertos, Makaira nigricans foi categorizada como Em Perigo (EN), sob o critério A2bd. Essa categorização se aplica ao estoque do Atlântico, e também é considerada no Brasil, uma vez que as capturas dos desembarques brasileiros são oriundas desse estoque."",""Não"",""Não"","""",""||"",""Mata Atlântica, Sistema Costeiro-Marinho"","""",""APA Fernando de Noronha, REBIO Atol das Rocas"","""","""",""Sim"",""Declinando"",""5 - Uso de recursos biológicos 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.1 - Captura intencional - subsistência/pequena escala 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.1 - Captura intencional - subsistência/pequena escala|5.4.1.3 - Aparelho com anzol 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.2 - Captura intencional - larga escala 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.2 - Captura intencional - larga escala|5.4.2.2 - Linha de mão 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.2 - Captura intencional - larga escala|5.4.2.8 - Espinhel 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.5 - Captura indireta - subsistência/pequena escala 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.5 - Captura indireta - subsistência/pequena escala|5.4.5.3 - Aparelho com anzol 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.6 - Captura indireta - larga escala 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.6 - Captura indireta - larga escala|5.4.6.2 - Linha de mão 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.6 - Captura indireta - larga escala|5.4.6.8 - Espinhel"",""4 - Caça/pesca esportiva"",""Nível nacional"","""",""Comissão Internacional para a Conservação do Atum do Atlântico - ICCAT"","""",""1000""";;;;;; "Animalia,""Arthropoda"",""Insecta"",""Lepidoptera"",""Lycaenidae"",""Magnastigma"",""Magnastigma julia"","""",""Nicolay, 1977"",""Borboleta, fadinha"",""Invertebrados Terrestres"",""11/2010"",""Em Perigo"","""",""B2ab(ii,iii,iv)"",""Magnastigma julia é rara, conhecida de poucas localidades próximas entre si no Cerrado do Planalto Central. A área de ocupação é menor do que 500 km2. As populações encontram-se severamente isoladas devido à crescente perda e fragmentação do habitat ocasionadas pela destruição do Cerrado por atividades agrícolas. Além disso, efeitos negativos do uso de agrotóxicos representam as principais ameaças. Portanto, a espécie foi categorizada como Em Perigo (EN), segundo o critério B2ab(ii,iii,iv)."",""Sim"",""Não"",""Distrito Federal, Goiás, Minas Gerais"",""|Centro-Oeste|Sudeste|"",""Cerrado"",""Sub-bacia Paranaíba Sub-bacia São Francisco Alto Sub-bacia Tocantins Alto"",""APA do Morro da Pedreira, PARNA da Chapada dos Veadeiros, PARNA da Serra do Cipó, PARNA de Brasília"",""ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL DOS PIRENEUS"",""Reserva Particular do Patrimônio Natural Cara Preta"",""Desconhecido"",""Desconhecida"","""","""",""Proteção de recursos/habitat"","""","""","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Actinopterygii"",""Perciformes"",""Labrisomidae"",""Malacoctenus"",""Malacoctenus brunoi"","""",""Guimarães, Nunan & Gasparini 2010"","""",""Peixes Marinhos (ósseos)"",""09/2012"",""Vulnerável"","""",""D2"",""Malacoctenus brunoi é uma espécie recifal, endêmica do Complexo Insular Trindade-Martim Vaz, onde é registrada em uma profundidade de até 20 m. Sua área de ocupação foi calculada em cerca de 20 km2. Esse complexo insular possui ocupação humana permanente, que resulta em tráfego de embarcações ininterrupto, sendo observados eventos frequentes de vazamento de óleo e combustível de média e pequena escala. Embarcações pesqueiras de tamanhos variados atuam de maneira relativamente intensa no entorno dessas ilhas. Além dos efeitos sinergéticos dessas ações antrópicas, que representam impactos à população de M. brunoi, um único acidente com embarcações que implique em um grande vazamento de óleo pode levar a espécie à extinção. Além disso, eventos de mortalidade em massa de peixes em várias ilhas oceânicas, ainda sem causas definidas, mas de possível origem antrópica, têm sido observados recorrentemente nas duas últimas décadas. Portanto, atualmente existe um conjunto de impactos que, quando somados, podem levar M. brunoi à condição de Criticamente em Perigo (CR) ou Extinta (EX) em um curto prazo. As ilhas de Trindade e Martim-Vaz estão sujeitas a esses mesmos impactos, e portanto são inferidas, no máximo, duas localizações. Por esses motivos, M. brunoi foi categorizada como Vulnerável (VU) sob o critério D2."",""Sim"",""Não"","""",""||"","""","""","""","""","""","""",""Desconhecida"",""1 - Desenvolvimento residencial e comercial 1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.1 - Expansão urbana 1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.2 - Áreas comerciais e industriais 5 - Uso de recursos biológicos 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos"","""","""","""","""","""",""20""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Aves"",""Passeriformes"",""Formicariidae"",""Chamaeza"",""Chamaeza nobilis fulvipectus"",""Chamaeza nobilis fulvipectus"",""Todd, 1927"",""tovaca-estriada"",""Aves"",""09/2017"",""Vulnerável"","""",""A2c"",""Chamaeza nobilis fulvipectus é endêmica do Brasil, ocorrendo entre os rios Madeira e Xingu, em área sobreposta ao Arco do Desmatamento. Parece ocorrer em baixas densidades, ocupando habitats restritos, exigindo florestas altas e maduras com sub-bosque aberto e palmeiras. É bastante sensível à fragmentação e alteração de habitat. Suspeita-se que houve perda populacional entre 30% e 50% em 10 anos. Assim sendo, C. n. fulvipectus foi categorizada como Vulnerável (VU) A2c."",""Sim"",""Sim"",""Mato Grosso, Pará, Rondônia"",""|Centro-Oeste|Norte|"",""Amazônia"",""Sub-bacia Madeira Sub-bacia Paru Sub-bacia Tapajós Sub-bacia Trombetas Sub-bacia Xingu"",""APA Tapajós, FLONA Altamira, FLONA Jamanxim, FLONA Trairão, PARNA Amazônia, PARNA Rio Novo, REBIO do Jaru"",""PARQUE ESTADUAL CRISTALINO"",""RPPN Lote Cristalino"","""",""Desconhecida"",""5 - Uso de recursos biológicos|5.3 - Extração florestal|5.3.5 - Motivação desconhecida"","""",""Criação de áreas protegidas, Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação das Aves Ameaçadas do Bioma Amazônia, Plano de Ação Nacional para a Conservação das Aves da Caatinga - 2º ciclo"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Actinopterygii"",""Cyprinodontiformes"",""Rivulidae"",""Maratecoara"",""Maratecoara formosa"","""",""Costa & Brasil, 1995"",""Peixe-da-chuva"",""Peixes Continentais"",""10/2011"",""Vulnerável"","""",""D2"",""Maratecoara formosa é conhecida de apenas uma localidade, na várzea do médio rio Tocantins, estado de Tocantins, Brasil, com Área de Ocupação (AOO) desconhecida. No entanto, infere-se que a AOO seja menor do que 10 km², visto que se encontra cercada por pastagens e plantios. Portanto, a ameaça potencial plausível que poderia levar a espécie à extinção é a degradação do hábitat devido à ocupação agropecuária e a construção de barragens na região de ocorrência da espécie. São necessários novos esforços de coleta para verificar a real distribuição e tendência populacional da espécie, além de acompanhamento do desenvolvimento agrícola futuro da região, que poderia aumentar ainda mais o seu grau de ameaça. Considerando as informações disponíveis, Maratecoara formosa foi categorizada como Vulnerável (VU) pelo critério D2."",""Sim"",""Não"",""Tocantins"",""|Norte|"",""Cerrado"",""Sub-bacia Tocantins Alto"","""","""","""",""Desconhecido"",""Desconhecida"","""","""","""","""","""","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Aves"",""Passeriformes"",""Dendrocolaptidae"",""Dendrocolaptes"",""Dendrocolaptes medius"",""Dendrocolaptes medius"",""Todd, 1920"",""arapaçu-barrado-do-leste"",""Aves"",""09/2017"",""Vulnerável"","""",""A2c"",""Dendrocolaptes medius é restrita ao Centro de Endemismo Belém. Área sobreposta ao Arco do Desmatamento, onde o avanço da agropecuária, a exploração madeireira e incêndios florestais são ameaças que fragmentam a paisagem destruindo habitat apropriado para a espécie. É dependente de floresta, sensível à fragmentação e alteração de habitat. Suspeita-se que houve perda populacional entre 30% e 50% em três gerações (11 anos). Por esta razão, D. medius foi categorizada como Vulnerável (VU) A2c"",""Sim"",""Sim"",""Alagoas, Maranhão, Pará, Pernambuco"",""|Nordeste|Norte|"",""Amazônia, Mata Atlântica"",""Sub-bacia Gurupi Sub-bacia Litoral AL PE PB Sub-bacia Mearim Sub-bacia Tocantins Alto Sub-bacia Tocantins Baixo"",""ESEC de Murici, REBIO do Gurupi, RESEX Cururupu"",""ÁREA DE PROTEçãO AMBIENTAL DAS REENTRâNCIAS MARANHENSES, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL DE MURICÍ, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL DO LAGO DE TUCURUI, PARQUE ESTADUAL DO UTINGA"",""RPPN Frei Caneca, RPPN Nadir Júnior"","""",""Declinando"",""1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.1 - Expansão urbana 1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.4 - Assentamentos e pequenas propriedades rurais 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.2 - Silvicultura|2.2.3 - Plantações em escala desconhecida 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.3 - Pecuária|2.3.4 - Pecuária em escala desconhecida 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.1 - Incêndios e supressão de incêndios|7.1.3 - Tendência desconhecida"","""",""Controle e fiscalização, Criação de áreas protegidas, Implementação de corredores, Plano de Ação Nacional (PAN), Políticas e regulamentações"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação das Aves Ameaçadas do Bioma Amazônia, Plano de Ação Nacional para a Conservação das Aves Ameaçadas do Bioma Amazônia - 2º ciclo, Plano de Ação Nacional para a Conservação das Aves da Caatinga - 2º ciclo"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Aves"",""Passeriformes"",""Dendrocolaptidae"",""Dendrocolaptes"",""Dendrocolaptes retentus"",""Dendrocolaptes retentus"",""Batista, Aleixo, Vallinoto, Azevedo, Rêgo, Silveira, Sampaio & Schneider, 2013"",""arapaçu-barrado-do-xingu"",""Aves"",""09/2017"",""Vulnerável"","""",""A2c"",""Dendrocolaptes retentus é endêmico do Brasil, ocorrendo no interflúvio Xingu-Tocantins, Tocantins Araguaia. Tendo em vista a forte pressão de desmatamento e degradação das florestas e a sensibilidade do táxon, estima-se que houve perda populacional entre 30% e 50% em três gerações passadas (11 anos). Assim sendo, D. retentus foi categorizada como Vulnerável (VU) A2c."",""Sim"",""Sim"",""Maranhão, Pará, Tocantins"",""|Nordeste|Norte|"",""Amazônia, Cerrado"",""Sub-bacia Araguaia Sub-bacia Foz Amazonas Sub-bacia Tocantins Alto Sub-bacia Tocantins Baixo Sub-bacia Xingu"",""FLONA Carajás, FLONA Caxiuanã, FLONA Tapirape-Aquiri, PARNA da Chapada das Mesas, REBIO Tapirapé"",""ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL ILHA DO BANANAL/CANTÃO, PARQUE ESTADUAL DO CANTãO"",""RPPN Fazenda Pioneira"","""",""Desconhecida"",""1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.1 - Expansão urbana 1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.4 - Assentamentos e pequenas propriedades rurais 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.2 - Silvicultura|2.2.3 - Plantações em escala desconhecida 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.3 - Pecuária|2.3.4 - Pecuária em escala desconhecida 5 - Uso de recursos biológicos|5.3 - Extração florestal|5.3.5 - Motivação desconhecida 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.1 - Incêndios e supressão de incêndios|7.1.3 - Tendência desconhecida"","""",""Criação de áreas protegidas, Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação das Aves Ameaçadas do Bioma Amazônia, Plano de Ação Nacional para a Conservação das Aves Ameaçadas do Bioma Amazônia - 2º ciclo, Plano de Ação Nacional para a Conservação das Aves da Caatinga - 2º ciclo"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Aves"",""Psittaciformes"",""Psittacidae"",""Guaruba"",""Guaruba guarouba"",""Guaruba guarouba"",""(Gmelin, 1788)"",""ararajuba, guaruba"",""Aves"",""09/2017"",""Vulnerável"","""",""A4cd"",""Guaruba guarouba é endêmica da Amazônia brasileira, com ocorrência limitada ao sul do rio Amazonas e leste do rio Madeira. Há uma modelagem baseada em perda de habitat que indica um declínio populacional entre 23% e 40% em três gerações, envolvendo passado e futuro. Além disso, análise de perda de habitat em três gerações passadas indicaram declínio populacional entre 30% e 50%. Por estas razões, G. guarouba foi categorizada como Vulnerável (VU) A4cd."",""Sim"",""Sim"",""Amazonas, Maranhão, Pará"",""|Nordeste|Norte|"",""Amazônia, Cerrado"",""Sub-bacia Foz Amazonas Sub-bacia Gurupi Sub-bacia Madeira Sub-bacia Mearim Sub-bacia Paru Sub-bacia Tapajós Sub-bacia Tocantins Alto Sub-bacia Tocantins Baixo Sub-bacia Trombetas Sub-bacia Xingu"",""FLONA Amaná, FLONA Caxiuanã, FLONA Crepori, FLONA do Tapajós, FLONA Itaituba I, FLONA Itaituba II, FLONA Jamari, FLONA Jatuarana, FLONA Tapirape-Aquiri, FLONA Trairão, PARNA Amazônia, PARNA do Jamanxim, REBIO do Gurupi, RESEX Tapajós-Arapiuns, RESEX Verde para Sempre"",""ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL DA REGIÃO METROLPOLITANA DE BELÉM, ÁREA DE PROTEçãO AMBIENTAL DAS REENTRâNCIAS MARANHENSES, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL DO LAGO DE TUCURUI"",""RPPN Fazenda Santo Antonio do Pindaré,Gleba Barra da Jurema, RPPN Lote Cristalino, RPPN Nadir Júnior"",""Não"",""Declinando"",""5 - Uso de recursos biológicos|5.1 - Caça e captura de animais terrestres ou marinhos|5.1.1 - Caça/captura intencional (a espécie é o alvo)|5.1.1.2 - Comercial - Nacional/Local 5 - Uso de recursos biológicos|5.1 - Caça e captura de animais terrestres ou marinhos|5.1.1 - Caça/captura intencional (a espécie é o alvo)|5.1.1.6 - Retaliação/controle"",""3 - Animais de estimação/ornamentais"",""Conservação ex-situ, Criação de áreas protegidas, Implementação de áreas protegidas, Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação das Aves Ameaçadas do Bioma Amazônia, Plano de Ação Nacional para a Conservação das Aves Ameaçadas do Bioma Amazônia - 2º ciclo, Plano de Ação Nacional para a Conservação das Espécies Endêmicas e Ameaçadas de Extinção da Fauna da Região do Baixo e Médio Xingu"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Aves"",""Passeriformes"",""Dendrocolaptidae"",""Hylexetastes"",""Hylexetastes uniformis"",""Hylexetastes uniformis"",""Hellmayr, 1909"",""arapaçu-uniforme"",""Aves"",""09/2017"",""Vulnerável"","""",""A2c"",""Hylexetastes uniformis ocorre no nordeste da Bolívia e no Brasil, no interflúvio Madeira-Xingu. É dependente de florestas, sendo apenas raramente encontrado em floresta perturbada. Baseado em perda de habitat florestal em sua distribuição, em três gerações passadas, suspeita-se que houve declínio populacional entre 30 e 50%. Desta forma, H. uniformis foi avaliada como Vulnerável (VU) pelo critério A2c."",""Não"",""Sim"",""Amazonas, Mato Grosso, Pará, Rondônia"",""|Centro-Oeste|Norte|"",""Amazônia, Cerrado"",""Sub-bacia Madeira Sub-bacia Paraguai 03 Sub-bacia Paru Sub-bacia Tapajós Sub-bacia Tocantins Baixo Sub-bacia Trombetas Sub-bacia Xingu"",""APA Tapajós, ESEC da Serra das Araras, ESEC da Terra do Meio, FLONA Caxiuanã, FLONA Crepori, FLONA do Tapajós, FLONA Itaituba I, FLONA Pau-Rosa, FLONA Trairão, PARNA Amazônia, PARNA Campos Amazônicos, PARNA Serra da Cutia, PARNA Serra do Pardo, REBIO do Jaru, REBIO Nascentes da Serra do Cachimbo, RESEX Tapajós-Arapiuns, RESEX Verde para Sempre"",""PARQUE ESTADUAL SERRA RICARDO FRANCO, RESERVA BIOLÓGICA TRAÇADAL"",""RPPN Lote Cristalino, RPPN Seringal Assunção"",""Não"",""Declinando"",""1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.1 - Expansão urbana 1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.4 - Assentamentos e pequenas propriedades rurais 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.2 - Silvicultura|2.2.3 - Plantações em escala desconhecida 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.3 - Pecuária|2.3.4 - Pecuária em escala desconhecida 5 - Uso de recursos biológicos|5.3 - Extração florestal|5.3.5 - Motivação desconhecida 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.1 - Incêndios e supressão de incêndios|7.1.3 - Tendência desconhecida"","""",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação das Aves Ameaçadas do Bioma Amazônia - 2º ciclo"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Aves"",""Passeriformes"",""Grallariidae"",""Hylopezus"",""Hylopezus paraensis"",""Hylopezus paraensis"",""Snethlage, 1910"",""torom-do-pará"",""Aves"",""09/2017"",""Vulnerável"","""",""A2c"",""Hylopezus paraensis é endêmico do Brasil, com distribuição restrita ao norte do interflúvio Xingu-Tocantins e Centro de Endemismo Belém, a região que sofreu o maior desmatamento da Amazônia. A espécie é muito sensível a degradação florestal ocorrendo somente em floresta primária bem conservada. A espécie perdeu 80% de seu habitat original e estima-se que houve perda populacional entre 30% e 50% em 10 anos. Por estas razões, H. paraensis foi categorizada como Vulnerável (VU) A2c."",""Sim"",""Sim"",""Maranhão, Pará"",""|Nordeste|Norte|"",""Amazônia"",""Sub-bacia Gurupi Sub-bacia Tocantins Baixo Sub-bacia Xingu"",""FLONA Carajás, FLONA Caxiuanã, FLONA Tapirape-Aquiri, REBIO do Gurupi, REBIO Tapirapé"","""",""RPPN Fazenda Pioneira"",""Desconhecido"",""Declinando"",""11 - Mudanças e extremos climáticos|11.1 - Mudança/alteração de habitat"","""",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação das Aves Ameaçadas do Bioma Amazônia, Plano de Ação Nacional para a Conservação das Aves Ameaçadas do Bioma Amazônia - 2º ciclo"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Aves"",""Passeriformes"",""Grallariidae"",""Hylopezus"",""Hylopezus whittakeri"",""Hylopezus whittakeri"",""Carneiro, Gonzaga, Rêgo, Sampaio, Schneider & Aleixo, 2012"",""torom-de-alta-floresta"",""Aves"",""09/2017"",""Vulnerável"","""",""A2c"",""Hylopezus whittakeri é endêmica do Brasil, ocorrendo no interflúvio dos rios Madeira e Xingu. É dependente de florestas, sendo apenas raramente encontrado em floresta perturbada. Baseado em perda de habitat florestal em sua distribuição, em três gerações passadas, suspeita-se que houve declínio populacional entre 30 e 50%. Desta forma, H. whittakeri foi avaliada como Vulnerável (VU) pelo critério A2c."",""Sim"",""Sim"",""Amazonas, Mato Grosso, Pará, Rondônia"",""|Centro-Oeste|Norte|"",""Amazônia"",""Sub-bacia Madeira Sub-bacia Paru Sub-bacia Tapajós Sub-bacia Trombetas Sub-bacia Xingu"",""FLONA do Tapajós, FLONA Jamanxim, FLONA Trairão, REBIO do Jaru, REBIO Nascentes da Serra do Cachimbo"","""",""RPPN Lote Cristalino, RPPN Seringal Assunção"",""Desconhecido"",""Declinando"",""11 - Mudanças e extremos climáticos|11.1 - Mudança/alteração de habitat"","""",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação das Aves Ameaçadas do Bioma Amazônia - 2º ciclo"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Aves"",""Passeriformes"",""Thamnophilidae"",""Hypocnemis"",""Hypocnemis striata"",""Hypocnemis striata"",""(Spix, 1825)"",""cantador-estriado"",""Aves"",""09/2017"",""Vulnerável"","""",""A2c"",""Hypocnemis striata é endêmica do Brasil, ocorrendo no interflúvio Tapajós-Tocantins, sendo o limite sul de sua distribuição a região de Alta Floresta, no Mato Grosso. É dependente de florestas. Baseado em perda de habitat florestal em sua distribuição, em três gerações passadas, suspeita-se que houve declínio populacional entre 30 e 50%. Desta forma, H. striata foi categorizada como Vulnerável (VU) pelo critério A2c."",""Sim"",""Sim"",""Amazonas, Mato Grosso, Pará, Tocantins"",""|Centro-Oeste|Norte|"",""Amazônia, Cerrado"",""Sub-bacia Araguaia Sub-bacia Foz Amazonas Sub-bacia Madeira Sub-bacia Paru Sub-bacia Tapajós Sub-bacia Tocantins Baixo Sub-bacia Trombetas Sub-bacia Xingu"",""ESEC da Terra do Meio, FLONA Amaná, FLONA Carajás, FLONA Crepori, FLONA do Tapajós, FLONA Itaituba II, FLONA Jamanxim, FLONA Tapirape-Aquiri, FLONA Trairão, PARNA Amazônia, PARNA Serra do Pardo, REBIO Nascentes da Serra do Cachimbo, REBIO Tapirapé"",""ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL DA REGIÃO METROLPOLITANA DE BELÉM, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL DO ARQUIPÉLAGO DO MARAJÓ, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL DO LAGO DE TUCURUI, RESERVA DE DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL BARARATI"",""CRISTALINO III, RPPN Lote Cristalino"",""Não"",""Desconhecida"",""1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.1 - Expansão urbana 1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.4 - Assentamentos e pequenas propriedades rurais 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.2 - Silvicultura|2.2.3 - Plantações em escala desconhecida 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.3 - Pecuária|2.3.4 - Pecuária em escala desconhecida 5 - Uso de recursos biológicos|5.3 - Extração florestal|5.3.5 - Motivação desconhecida 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.1 - Incêndios e supressão de incêndios|7.1.3 - Tendência desconhecida"","""",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação das Aves Ameaçadas do Bioma Amazônia - 2º ciclo"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Aves"",""Passeriformes"",""Pipridae"",""Lepidothrix"",""Lepidothrix vilasboasi"",""Lepidothrix vilasboasi"",""(Sick, 1959)"",""dançador-de-coroa-dourada"",""Aves"",""09/2017"",""Em Perigo"","""",""A4c"",""Lepidothrix vilasboasi é endêmica do Brasil, ocorrendo apenas no interflúvio Tapajós-Jamanxim. Há projeções que preveem esta área como a de maior taxa de desmatamento futuro da Amazônia, devido à sobreposição à área de influência da BR-163 e possível recategorização da Floresta Nacional do Jamaxim para uma categoria menos restritiva. Assim sendo, suspeita-se que a perda de habitat reflita em uma perda populacional equivalente, considerando a sensibilidade da espécie, considerando a janela temporal de três gerações no passado e futuro, serão superiores a 50%. Por estas razões, L. vilasboasi foi categorizada como Em Perigo (EN) A4c."",""Sim"",""Sim"",""Pará"",""|Norte|"",""Amazônia"",""Sub-bacia Tapajós"",""APA Tapajós, FLONA Crepori, FLONA Jamanxim, FLONA Trairão, PARNA Rio Novo"","""","""",""Desconhecido"",""Declinando"",""11 - Mudanças e extremos climáticos|11.1 - Mudança/alteração de habitat 4 - Transportes e serviços de transmissão|4.1 - Estradas e ferrovias 5 - Uso de recursos biológicos|5.3 - Extração florestal|5.3.5 - Motivação desconhecida"","""",""Implementação de corredores, Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação das Aves Ameaçadas do Bioma Amazônia, Plano de Ação Nacional para a Conservação das Aves Ameaçadas do Bioma Amazônia - 2º ciclo"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Aves"",""Apodiformes"",""Trochilidae"",""Lophornis"",""Lophornis gouldii"",""Lophornis gouldii"",""(Lesson, 1832)"",""topetinho-do-brasil-central"",""Aves"",""09/2017"",""Vulnerável"","""",""A2c"",""Lophornis gouldii ocorre no centro-norte do Brasil e leste da Bolívia. Parece ser rara e necessitar de habitat em condição primária. Sua distribuição geográfica coincide aproximadamente com a do Arco de Desmatamento, de modo que a espécie tem perdido expressiva parcela de seu habitat devido às altas taxas de desmatamento, situação bem ilustrada no sudeste do Pará e ao longo da rodovia BR-163 (Cuiabá-Santarém). Em função das taxas de desmatamento e da drástica redução de habitat ocorridas no passado, suspeita-se de perdas populacionais em três gerações entre 30% e 50%. Além da conversão de áreas nativas de florestas e cerrados em pastagens e campos agrícolas, as construções de hidrelétricas no Tocantins representam uma ameaça iminente à espécie. A detecção deste beija-flor ao longo das matas ciliares e varjões do rio Tocantins, em território tocantinense, já demonstra expressiva redução populacional devido às hidrelétricas já estabelecidas, condição igualmente prevista para os rios Araguaia, Xingu e Tapajós, rios onde está planejada a construção de inúmeras hidrelétricas. Por estas razões, L. gouldii foi categorizada como Vulnerável (VU) A2c."",""Não"",""Sim"",""Maranhão, Mato Grosso, Pará, Tocantins"",""|Centro-Oeste|Nordeste|Norte|"",""Amazônia, Cerrado"",""Sub-bacia Araguaia Sub-bacia Gurupi Sub-bacia Itapecuru Sub-bacia Mearim Sub-bacia Paraguai 03 Sub-bacia Tapajós Sub-bacia Tocantins Alto Sub-bacia Tocantins Baixo Sub-bacia Xingu"",""ESEC da Serra das Araras, ESEC da Terra do Meio, FLONA Carajás, FLONA Trairão, PARNA Araguaia, PARNA da Chapada dos Guimarães, REBIO do Gurupi, REBIO Nascentes da Serra do Cachimbo"",""ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL DA CHAPADA DOS GUIMARÃES, ÁREA DE PROTEçãO AMBIENTAL DAS REENTRâNCIAS MARANHENSES, ÁREA DE PROTEçãO AMBIENTAL DE UPAON-AçU / MIRITIBA / ALTO PREGUIçAS, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL DO LAGO DE TUCURUI, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL ILHA DO BANANAL/CANTÃO, PARQUE ESTADUAL DO CANTãO"",""RPPN Bela Vista, RPPN Reserva Ecológica da Mata Fria"",""Desconhecido"",""Declinando"",""11 - Mudanças e extremos climáticos|11.1 - Mudança/alteração de habitat 3 - Produção energética e mineração|3.3 - Energia renovável|3.3.1 - Hidrelétricas 5 - Uso de recursos biológicos|5.3 - Extração florestal|5.3.5 - Motivação desconhecida"","""",""Controle e fiscalização, Criação de áreas protegidas, Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação das Aves Ameaçadas do Bioma Amazônia, Plano de Ação Nacional para a Conservação das Aves Ameaçadas do Bioma Amazônia - 2º ciclo"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022, CITES - Anexo II"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Aves"",""Cuculiformes"",""Cuculidae"",""Neomorphus"",""Neomorphus geoffroyi amazonicus"",""Neomorphus geoffroyi amazonicus"",""Pinto, 1964"",""jacu-estalo"",""Aves"",""09/2017"",""Vulnerável"","""",""A2c"",""Neomorphus geoffroyi amazonicus distribui-se na Amazônia brasileira, boliviana e peruana, predominantemente a sul do rio Amazonas, com duas populações disjuntas, uma no leste e outra no oeste amazônico, áreas correspondentes ao Centro de Endemismo Belém e ao Arco de Desmatamento. É naturalmente rara, com poucos registros em regiões continuamente monitoradas por ornitólogos. Cálculos indicam perda de floresta (corte raso) em 6,2% da área de distribuição da espécie, em três gerações passadas (12,6 anos). Devido à sua sensibilidade, a espécie não sobrevive em áreas onde, embora haja cobertura de florestas, estas encontram-se degradadas. Sua distribuição se sobrepõe a área de muita perturbação das florestas naturais. Não é esperado que, nessa região, mais de 75% da floresta que estava intacta há 12 anos tenha se mantido assim. Assim sendo, suspeita-se que ao menos 25% do habitat da espécie foi perdido em três gerações passadas, o que remete a uma perda populacional equivalente. Considerando-se as taxas de perda aqui calculadas e o fato do táxon evitar ativamente florestas secundárias e ser suscetível à caça ocasional ou oportunista, suspeita-se que haja perda populacional superior a 30% nas três gerações passadas. Assim sendo, N. g. amazonicus foi categorizado como Vulnerável (VU) pelo critério A2c."",""Não"",""Sim"",""Acre, Amazonas, Maranhão, Pará, Rondônia, Tocantins"",""|Nordeste|Norte|"",""Amazônia, Cerrado"",""Sub-bacia Araguaia Sub-bacia Gurupi Sub-bacia Itapecuru Sub-bacia Madeira Sub-bacia Mearim Sub-bacia Purus Sub-bacia Solimões Sub-bacia Tocantins Baixo"",""PARNA Araguaia, REBIO do Gurupi"",""ÁREA DE PROTEçãO AMBIENTAL DAS REENTRâNCIAS MARANHENSES, PARQUE ESTADUAL CHANDLESS"","""",""Desconhecido"",""Declinando"",""11 - Mudanças e extremos climáticos|11.1 - Mudança/alteração de habitat 5 - Uso de recursos biológicos|5.1 - Caça e captura de animais terrestres ou marinhos|5.1.1 - Caça/captura intencional (a espécie é o alvo)|5.1.1.1 - Uso de subsistência/escambo local 5 - Uso de recursos biológicos|5.3 - Extração florestal|5.3.5 - Motivação desconhecida 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.1 - Captura intencional - subsistência/pequena escala|5.4.1.8 - Outro 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.5 - Captura indireta - subsistência/pequena escala|5.4.5.1 - Coleta manual"",""1 - Alimentação humana"",""Controle e fiscalização, Criação de áreas protegidas, Plano de Ação Nacional (PAN), Proteção de recursos/habitat"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação das Aves Ameaçadas do Bioma Amazônia"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Arthropoda"",""Insecta"",""Lepidoptera"",""Nymphalidae"",""Mcclungia"",""Mcclungia cymo fallens"","""",""(Haensch, 1905)"",""Asa-de-vidro"",""Invertebrados Terrestres"","""",""Criticamente em Perigo"",""Não"",""B2ab(iii)"",""Mcclungia cymo fallens tem área de distribuição relativamente ampla, mas a ocorrência é sempre muito localizada, sendo restrita a habitat muito específicos de baixada úmida na Mata Atlântica. Suaárea de ocupação (AOO) é estimada em menos de 10 km2. As áreas onde a subespécie ocorre sofrem pressões de desmatamento, ocupação urbana, redução e substituição de habitat. Todas as localizações dasubespécie estão altamente fragmentadas e isoladas espacialmente, e apenas um dos sete registros está dentro de unidade de conservação. Seu habitat é muito instável, sujeito a inundações ou drenagem dosbrejos, e tende a desaparecer com mínima ocupação humana. Portanto, a subespécie foi categorizada como Criticamente em Perigo (CR), segundo o critério B2ab(iii)."",""Sim"",""Não"",""Rio de Janeiro"",""|Sudeste|"",""Mata Atlântica"",""Sub-bacia Litoral RJ"",""REBIO de Poço das Antas"","""","""",""Desconhecido"",""Desconhecida"","""","""",""Proteção de recursos/habitat"","""","""","""",""""";;;;;; "Animalia,""Arthropoda"",""Insecta"",""Hymenoptera"",""Apidae"",""Melipona"",""Melipona rufiventris"","""",""Lepeletier, 1836"",""abelha-sem-ferrão, tuiuva, Tujuba, tujuva, uruçu-amarela"",""Invertebrados Terrestres"",""10/2014"",""Em Perigo"","""",""B2ab(i,ii,iii)"",""Melipona (Michmelia) rufiventris é endêmica do Brasil, restrita ao Cerrado dos estados de São Paulo, Minas Gerais e Goiás. Embora tenha distribuição relativamente ampla, a espécie é encontrada somente em cerrado denso e cerradão, necessitando de amplas áreas para manutenção de colônias, e os ninhos são construídos em ocos de troncos grossos. Esses habitat têm sido severamente reduzidos nos últimos 20 anos devido ao desmatamento para pecuária e agricultura. Aparentemente houve extinção em algumas áreas devido à exploração por meleiros e meliponicultores, e desmatamento de localidades e sua área de ocupação é estimada em menos de 500 km². A espécie ocorre em baixas densidades e a região de Cerrado onde a espécie ocorre encontra-se bastante alterada por atividades agropecuárias, com poucos fragmentos isolados. A população da espécie encontra-se severamente fragmentada, portanto, Melipona (Michmelia) rufiventris foi categorizada como Em Perigo (EN), segundo o critério B2ab(i,ii,iii)."",""Sim"",""Não"","""",""||"","""","""","""","""","""",""Desconhecido"",""Desconhecida"",""2 - Agropecuária e Aquacultura"","""",""Controle e fiscalização, Proteção de recursos/habitat, Restauração de habitat e processos naturais"","""","""","""",""""";;;;;; "Animalia,""Arthropoda"",""Insecta"",""Hymenoptera"",""Apidae"",""Melipona"",""Melipona scutellaris"","""",""Latreille, 1811"",""abelha-sem-ferrão, uruçu, Uruçu, uruçu-nordestina, uruçu-verdadeira"",""Invertebrados Terrestres"",""10/2014"",""Em Perigo"","""",""B2ab(i,ii,iii)"",""Melipona (Michmelia) scutellaris é endêmica do Brasil, ocorrendo na Mata Atlântica do nordeste. Embora tenha distribuição relativamente ampla, a Mata Atlântica na região de ocorrência da espécie já sofreu grande redução, e os fragmentos florestais remanescentes são pequenos e encontram-se isolados por extensas áreas de atividades agropecuárias, fragmentando a população. Sua área de ocupação é estimada em menos de 500 km². Portanto, foi categorizada como Em Perigo (EN) segundo o critério B2ab(i,ii,iii)."",""Sim"",""Não"",""Bahia, Paraíba, Pernambuco"",""|Nordeste|"",""Caatinga, Mata Atlântica"",""Sub-bacia Itapecuru-Paraguaçu Sub-bacia Litoral AL PE PB Sub-bacia Litoral CE PB"",""REBIO Guaribas"",""ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL ALDEIA-BEBERIBE, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL MARIMBUS / IRAQUARA, REFúGIO DE VIDA SILVESTRE MATA DA USINA SãO JOSé"","""",""Desconhecido"",""Desconhecida"",""11 - Mudanças e extremos climáticos 11 - Mudanças e extremos climáticos|11.1 - Mudança/alteração de habitat 2 - Agropecuária e Aquacultura"","""",""Empreendimentos \""sustentáveis\"""","""","""","""",""""";;;;;; "Animalia,""Mollusca"",""Gastropoda"",""Stylommatophora"",""Megalobulimidae"",""Megalobulimus"",""Megalobulimus cardosoi"","""",""(Morretes, 1952)"",""Aruá-do-Mato"",""Invertebrados Terrestres"",""09/2014"",""Criticamente em Perigo"",""Não"",""B2ab(iii)"",""Megalobulimus cardosoi é endêmica do Brasil, com registros de ocorrência para o município de Murici, Alagoas, e em Pernambuco. A última coleta provém da descrição original, em 1952 e a espécie também é rara em coleções. A população encontra-se severamente fragmentada devido à intensa exploração da Mata Atlântica nordestina, que atualmente está restrita a pequenos fragmentos, principalmente devido à produção intensiva de cana-de-açúcar. Recentemente ainda tem sido observada a redução da extensão total de florestas. Por ser uma espécie de baixa mobilidade e dispersão, assume-se que esteja restrita aos remanescentes, com área de ocupação calculada em 4 km2. Além disso, é um gênero facilmente confundido com a espécie exótica Achatina fulica, capaz de transmitir doenças, podendo desta forma, ser alvo de coleta e abate pela população. Outras ameaças relevantes são a poluição e o aumento da incidência de fogo, que contribuem para o declínio continuado da área de ocupação, qualidade do habitat e número de subpopulações. Assim, M. cardosoi foi categorizada como Criticamente em Perigo (CR), pelo critério B2ab(iii)."",""Sim"",""Não"","""",""||"","""","""","""","""","""",""Desconhecido"",""Desconhecida"",""1 - Desenvolvimento residencial e comercial 6 - Distúrbios humanos 7 - Modificações nos sistemas naturais 8 - Espécies invasoras problemáticas e doenças|8.1 - Espécies exóticas"","""","""","""","""","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Actinopterygii"",""Cyprinodontiformes"",""Rivulidae"",""Hypsolebias"",""Hypsolebias carlettoi"",""Hypsolebias carlettoi"",""(Costa & Nielsen, 2004)"",""Peixe anual, Peixe das nuvens"",""Peixes Continentais"",""05/2019"",""Em Perigo"","""",""B1ab(ii,iii)+2ab(ii,iii)"",""Hypsolebias carlettoi é endêmica do Brasil, encontrada em poças temporárias próximas ao município de Guanambi, e também ao longo da estrada que liga a cidade ao município de Malhada, estado da Bahia. A extensão de ocorrência (EOO) é de 658 km², e a área de ocupação (AOO) é de 12 km². A região, bastante alterada, é ocupada por fazendas de gado, com escavação e aproveitamento de alagados para dessedentação animal, além de pisciculturas, o que caracteriza declínio continuado da qualidade do habitat. As poças do entorno da localidade-tipo, situadas em uma propriedade rural privada, foram convertidas artificialmente em uma única poça, mais profunda, entre 2015 e 2016, e as consequências desse impacto para essa subpopulação são desconhecidas. A pressão de coleta por aquaristas também é uma ameaça real à espécie. Os efeitos da pecuária foram considerados a ameaça principal, de modo que foram identificadas três localizações (poças do entorno da propriedade rural 1 e 2, e poça próxima à cidade de Guanambi). Dessa forma, Hypsolebias carlettoi foi categorizada como Em Perigo (EN) pelos critérios B1+2ab(ii,iii)."",""Sim"",""Sim"",""Bahia"",""|Nordeste|"",""Caatinga"",""Sub-bacia São Francisco Médio"","""","""","""",""Desconhecido"",""Desconhecida"",""2 - Agropecuária e Aquacultura|2.3 - Pecuária|2.3.4 - Pecuária em escala desconhecida 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.4 - Aquacultura marinha e de água doce 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.1 - Captura intencional - subsistência/pequena escala|5.4.1.6 - Arrasto|5.4.1.6.1 - Arrasto simples 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.2 - Represas e uso de água|7.2.11 - Represas (tamanho desconhecido)"","""",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação dos Peixes Rivulídeos Ameaçados de Extinção - 2º ciclo"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Actinopterygii"",""Cyprinodontiformes"",""Rivulidae"",""Hypsolebias"",""Hypsolebias fulminantis"",""Hypsolebias fulminantis"",""(Costa & Brasil, 1993)"",""Peixe anual, Peixe das nuvens"",""Peixes Continentais"",""05/2019"",""Criticamente em Perigo"",""Não"",""B1ab(i,ii,iii,iv)+2ab(i,ii,iii,iv)"",""Hypsolebias fulminantis é endêmica do Brasil, da drenagem do rio das Rãs, bacia do rio São Francisco, estado da Bahia, vivendo em poças temporárias em suas várzeas. Na década de 80 era bastante abundante, encontrada em dezenas de poças numa ampla área. Atualmente, os ambientes do entorno da localidade-tipo estão altamente alterados, sendo que a espécie é ainda registrada em apenas três poças, com redução inferida de mais de 90% das subpopulações, extensão de ocorrência igual a 37 km² e área de ocupação inferior a 10 km². As ameaças sobre a espécie vão desde a destruição de seu hábitat ligada ao desenvolvimento agrícola e olarias, e coleta para aquariofilia, até o avanço desordenado da urbanização sobre os limites dos seus biótopos. Considerando a expansão urbana como principal ameaça, foram caracterizadas três localizações, referentes a cada localidade remanescente. Portanto, Hypsolebias fulminantis foi categorizada como Criticamente em Perigo (CR) pelos critérios B1ab(i,ii,iii,iv)+2ab(i,ii,iii,iv)."",""Sim"",""Sim"",""Bahia"",""|Nordeste|"",""Caatinga"",""Sub-bacia São Francisco Médio"","""","""","""",""Não"",""Declinando"",""1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.1 - Expansão urbana 1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.2 - Áreas comerciais e industriais 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.1 - Culturas anuais e perenes não-madeireiras|2.1.4 - Agricultura de escala desconhecida 3 - Produção energética e mineração|3.3 - Energia renovável|3.3.2 - Parques eólicos 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.1 - Captura intencional - subsistência/pequena escala|5.4.1.6 - Arrasto|5.4.1.6.1 - Arrasto simples 9 - Poluição|9.3 - Agropecuária e florestal|9.3.2 - Erosão do solo/sedimentação"",""3 - Animais de estimação/ornamentais"",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação das Espécies Ameaçadas de Extinção da Fauna Aquática da Bacia do Rio São Francisco, Plano de Ação Nacional para a Conservação dos Peixes Rivulídeos Ameaçados de Extinção, Plano de Ação Nacional para a Conservação dos Peixes Rivulídeos Ameaçados de Extinção - 2º ciclo"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Actinopterygii"",""Cyprinodontiformes"",""Rivulidae"",""Hypsolebias"",""Hypsolebias macaubensis"",""Hypsolebias macaubensis"",""(Costa & Suzart, 2006)"",""Peixe anual, Peixe das nuvens"",""Peixes Continentais"",""05/2019"",""Em Perigo"","""",""B2ab(ii,iii,iv)"",""Hypsolebias macaubensis é endêmica do Brasil e conhecida de apenas três poças temporárias, fora de áreas protegidas, às margens de uma estrada vicinal, perto da cidade de Macaúbas, drenagem do rio Paramirim, bacia do rio São Francisco, estado da Bahia. A principal ameaça identificada é a destruição do habitat em virtude das atividades agropecuárias. Sabe-se que uma das lagoas foi aterrada, restringindo ainda mais sua área de ocorrência. Nesse contexto, a Área de Ocupação (AOO) foi calculada em 4 km², sendo identificadas duas localizações e declínio continuado na área de ocupação, na qualidade do hábitat e no número de sub-populações. Portanto, H. macaubensis foi categorizada como Em Perigo (EN) pelo critério B2ab(ii,iii,iv)."",""Sim"",""Sim"",""Bahia"",""|Nordeste|"",""Caatinga"",""Sub-bacia São Francisco Médio"","""","""","""",""Não"",""Desconhecida"",""2 - Agropecuária e Aquacultura|2.3 - Pecuária|2.3.4 - Pecuária em escala desconhecida 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.3 - Outras modificações nos ecossistemas"",""3 - Animais de estimação/ornamentais"",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação dos Peixes Rivulídeos Ameaçados de Extinção - 2º ciclo"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Actinopterygii"",""Cyprinodontiformes"",""Rivulidae"",""Leptopanchax"",""Leptopanchax itanhaensis"",""Leptolebias itanhaensis"",""(Costa, 2008)"",""Peixe anual, Peixe das nuvens"",""Peixes Continentais"",""05/2019"",""Criticamente em Perigo"",""Não"",""B2ab(i,ii,iii,iv)"",""Leptopanchax itanhaensis é endêmica do Brasil, conhecida da localidade-tipo e mais um ponto nas proximidades, localizados em área urbanizada no município de Itanhaém, estado de São Paulo. A poça de onde a espécie foi descrita foi destruída em 2007. Esforços intensos de coleta já foram realizados na área de entorno, a princípio sem sucesso. Em 2017 a espécie foi reencontrada em duas outras poças muito próximas, na região da localidade-tipo, constituindo-se em uma única localidade. O entorno do local encontra-se visivelmente degradado, há despejo de efluentes próximos e não há sistema de coleta ou tratamento de esgoto nas residências do entorno. A principal ameaça identificada é a expansão urbana e o interesse que a espécie desperta para o mercado de aquariofilia. Sua Área de Ocupação (AOO) é de 4 km². Dessa forma, Leptopanchax itanhaensis foi categorizada como Criticamente em Perigo (CR) pelo critério B2ab(i,ii,iii,iv)."",""Sim"",""Sim"",""São Paulo"",""|Sudeste|"",""Mata Atlântica"",""Sub-bacia Litoral SP"","""","""","""",""Desconhecido"",""Desconhecida"",""1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.1 - Expansão urbana 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.1 - Captura intencional - subsistência/pequena escala|5.4.1.1 - Coleta manual 9 - Poluição|9.1 - Doméstica e urbana - escoamento de água|9.1.1 - Esgoto"",""3 - Animais de estimação/ornamentais"",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação dos Peixes Rivulídeos Ameaçados de Extinção - 2º ciclo"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Actinopterygii"",""Cyprinodontiformes"",""Rivulidae"",""Nematolebias"",""Nematolebias catimbau"",""Nematolebias catimbau"",""Costa, Amorim & Aranha, 2014"",""Peixe anual, Peixe das nuvens"",""Peixes Continentais"",""05/2019"",""Criticamente em Perigo"",""Não"",""B2ab(i,ii,iii)"",""Nematolebias catimbau é endêmica do Brasil, conhecida somente das planícies do rio Catimbau, que drena para a Lagoa Saquarema, no estado do Rio de Janeiro. A espécie não foi encontrada em outras drenagens conectadas ao sistema Saquarema, incluindo o rio Mato Grosso, o maior da bacia. É sempre encontrada em poças temporárias rasas, formadas durante a estação chuvosa. Todas as poças estavam em área de vegetação aberta. Poças adjacentes à estrada RJ-106 perderam vegetação original nos últimos anos e foram parcialmente drenadas, enquanto toda a região ao norte dessa estrada foi modificada para a agricultura, não restando outras poças temporárias. Atualmente, três subpopulações são conhecidas, estando próximas de áreas agrícolas e de expansão urbana, separadas umas das outras por trechos desmatados que fragmentam severamente o habitat potencial da espécie e potencialmente interrompem o fluxo gênico. A Área de Ocupação (AOO) foi calculada em 8 km². Portanto, Nematolebias catimbau foi categorizada como Criticamente em Perigo (CR) pelo critério B2ab(i,ii,iii)."",""Sim"",""Sim"",""Rio de Janeiro"",""|Sudeste|"",""Mata Atlântica"",""Sub-bacia Litoral RJ"","""","""","""",""Não"",""Declinando"",""2 - Agropecuária e Aquacultura|2.1 - Culturas anuais e perenes não-madeireiras|2.1.4 - Agricultura de escala desconhecida 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.2 - Represas e uso de água|7.2.3 - Captação de água de superfície - uso na agricultura"","""",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação dos Peixes Rivulídeos Ameaçados de Extinção - 2º ciclo"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Actinopterygii"",""Cyprinodontiformes"",""Rivulidae"",""Hypsolebias"",""Hypsolebias nudiorbitatus"",""Hypsolebias nudiorbitatus"",""Costa, 2011"",""Peixe anual, Peixe das nuvens"",""Peixes Continentais"",""05/2019"",""Vulnerável"","""",""D2"",""Hypsolebias nudiorbitatus é endêmica do Brasil, conhecida somente de sua localidade-tipo, uma grande área alagada adjacente ao afluente das Jacas, que é um córrego sazonal na bacia do alto rio Itapicuru, estado da Bahia. A área de ocupação foi calculada em 4 km2. Embora a real distribuição da espécie permaneça desconhecida, a localidade-tipo situa-se dentro do perímetro urbano do município de Capim Grosso, e, portanto, está potencialmente susceptível aos impactos da expansão e consolidação urbanas. Diante das informações disponíveis, e da existência de ameaças futuras plausíveis capazes de levar o táxon à condição de CR ou EX em curto prazo, Hypsolebias nudiorbitatus foi categorizada como Vulnerável (VU) pelo critério D2."",""Sim"",""Sim"",""Bahia"",""|Nordeste|"",""Caatinga"",""Sub-bacia Itapecuru-Paraguaçu"","""","""","""",""Não"",""Desconhecida"",""1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.1 - Expansão urbana"","""",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação dos Peixes Rivulídeos Ameaçados de Extinção - 2º ciclo"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Actinopterygii"",""Cyprinodontiformes"",""Rivulidae"",""Notholebias"",""Notholebias fractifasciatus"",""Notholebias fractifasciatus"",""(Costa, 1988)"",""Peixe anual, Peixes das nuvens"",""Peixes Continentais"",""05/2019"",""Criticamente em Perigo"",""Não"",""B2ab(i,ii,iii,iv)"",""Notholebias fractifasciatus é endêmica do Brasil e ocorre em brejos na região de Inoã, no sistema da lagoa de Maricá, estado do Rio de Janeiro. A principal ameaça identificada é a destruição dos ambientes alagáveis pela drenagem e aterros em virtude da expansão imobiliária. Além disso, o despejo de lixo representa impacto adicional. A espécie era conhecida de três localidades, onde ocorria em abundância, mas duas subpopulações foram perdidas por causa da expansão urbana. A área de ocupação foi calculada em 4 km², com uma única localização e declínio continuado na extensão de ocorrência, área de ocupação, qualidade do hábitat e número de subpopulações. Por isso, N. fractifasciatus foi categorizada como Criticamente em Perigo (CR) pelo critério B2ab(i,ii,iii,iv)."",""Sim"",""Sim"",""Rio de Janeiro"",""|Sudeste|"",""Mata Atlântica"",""Sub-bacia Litoral RJ"","""","""","""",""Não"",""Declinando"",""1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.1 - Expansão urbana 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.3 - Outras modificações nos ecossistemas 9 - Poluição|9.4 - Lixo e resíduos sólidos|9.4.1 - Urbanos"","""",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação dos Peixes Rivulídeos Ameaçados de Extinção, Plano de Ação Nacional para a Conservação dos Peixes Rivulídeos Ameaçados de Extinção - 2º ciclo"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Actinopterygii"",""Cyprinodontiformes"",""Rivulidae"",""Hypsolebias"",""Hypsolebias adornatus"",""Hypsolebias adornatus"",""(Costa, 2000)"",""Peixe anual"",""Peixes Continentais"",""05/2019"",""Criticamente em Perigo"",""Não"",""B1ab(i,ii,iv)";" D"",""Hypsolebias adornatus é endêmica do Brasil, e foi registrada em duas poças temporárias no estado da Bahia, no município de Sítio do Mato. A localidade-tipo ainda existe, com exemplares coletados em 2018, mas situa-se à beira de uma estrada em mau estado de conservação";" a segunda poça foi destruída, mas as causas do seu desaparecimento são desconhecidas. Além disso, a espécie é muito apreciada por aquaristas, o que representa mais uma ameaça à sua população. Tanto a extensão de ocorrência quanto a área de ocupação da espécie são certamente menores que os limiares quantitativos de 100 km2 e 10 km2, respectivamente. O número de localizações foi calculado em um, considerando os impactos da estrada como principal ameaça à espécie. A destruição de uma das poças caracteriza declínio continuado em EOO, AOO e no número de subpopulações. Portanto, Hypsolebias adornatus foi categorizada como Criticamente em Perigo (CR) pelos critérios B1+2ab(i,ii,iv)."",""Sim"",""Sim"",""Bahia"",""|Nordeste|"",""Cerrado"",""Sub-bacia São Francisco Médio"","""","""","""",""Não"",""Desconhecida"",""4 - Transportes e serviços de transmissão|4.1 - Estradas e ferrovias 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.3 - Captura intencional - comércio internacional 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.3 - Outras modificações nos ecossistemas"",""3 - Animais de estimação/ornamentais"",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação dos Peixes Rivulídeos Ameaçados de Extinção - 2º ciclo"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;; "Animalia,""Chordata"",""Actinopterygii"",""Cyprinodontiformes"",""Rivulidae"",""Hypsolebias"",""Hypsolebias alternatus"",""Hypsolebias alternatus"",""(Costa & Brasil, 1994)"",""Peixe anual"",""Peixes Continentais"",""05/2019"",""Em Perigo"","""",""B1ab(iii)+2ab(iii)"",""Hypsolebias alternatus é endêmica do Brasil e conhecida de poças temporárias nas várzeas do rio Paracatu e afluentes, em três localidades, no município de Brasilândia de Minas, oeste do estado de Minas Gerais. Indivíduos foram coletados em 2015 e 2018 em duas dessas localidades. A localidade-tipo ainda existe, mas as poças foram gradativamente fragmentadas por estradas e a vegetação do entorno foi destruída. A principal ameaça à espécie é a dinâmica das estradas e acessos às fazendas da região. Além disso, atividades agropecuárias e o avanço da urbanização representam impactos adicionais. A extensão de ocorrência (EOO) foi calculada em 386 km2, a área de ocupação (AOO) em 12 km2, com duas localizações identificadas (duas localidades nas proximidades da localidade-tipo foram consideradas uma única localização) e declínio continuado da qualidade de hábitat. Por isso, H. alternatus foi categorizada como Em Perigo (EN) pelos critérios B1ab(iii)+2ab(iii)."",""Sim"",""Sim"",""Minas Gerais"",""|Sudeste|"",""Cerrado"",""Sub-bacia São Francisco Médio"","""","""","""",""Não"",""Desconhecida"",""1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.1 - Expansão urbana 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.1 - Culturas anuais e perenes não-madeireiras|2.1.4 - Agricultura de escala desconhecida 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.3 - Pecuária|2.3.4 - Pecuária em escala desconhecida 4 - Transportes e serviços de transmissão|4.1 - Estradas e ferrovias 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.2 - Represas e uso de água|7.2.1 - Captação de água de superfície - uso doméstico 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.2 - Represas e uso de água|7.2.3 - Captação de água de superfície - uso na agricultura 9 - Poluição|9.3 - Agropecuária e florestal|9.3.3 - Herbicidas e pesticidas"","""",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação dos Peixes Rivulídeos Ameaçados de Extinção, Plano de Ação Nacional para a Conservação dos Peixes Rivulídeos Ameaçados de Extinção - 2º ciclo"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Actinopterygii"",""Cyprinodontiformes"",""Rivulidae"",""Hypsolebias"",""Hypsolebias brunoi"",""Hypsolebias brunoi"",""(Costa, 2003)"",""Peixe anual"",""Peixes Continentais"",""05/2019"",""Vulnerável"","""",""D2"",""Hypsolebias brunoi é endêmica do Brasil e conhecida apenas da localidade-tipo, uma poça temporária na várzea do Ribeirão Canabrava, perto da cidade de Vila Boa, estado de Goiás. Foram realizadas campanhas de coleta em 2006, 2007 e 2008, e apenas no último ano a espécie foi encontrada. Em 2018, a poça permanecia aparentemente nas mesmas condições ambientais, com água, porém, esforços de coleta não foram realizados. A área de ocupação (AOO) foi calculada em 4 km2. A região em que a espécie ocorre vem sendo bastante alterada por desmatamento, pecuária e construção de acessos que, juntamente com a pressão de coleta por aquaristas, representam ameaças plausíveis que podem elevar o grau de ameaça da espécie ou levá-la a extinção em curto prazo. Por isso, H. brunoi foi categorizada como Vulnerável (VU) pelo critério D2."",""Sim"",""Sim"",""Goiás"",""|Centro-Oeste|"",""Cerrado"",""Sub-bacia Tocantins Alto"","""","""","""",""Não"",""Desconhecida"",""2 - Agropecuária e Aquacultura|2.3 - Pecuária|2.3.4 - Pecuária em escala desconhecida 4 - Transportes e serviços de transmissão|4.1 - Estradas e ferrovias 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.3 - Captura intencional - comércio internacional 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.3 - Outras modificações nos ecossistemas"",""3 - Animais de estimação/ornamentais"",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação dos Peixes Rivulídeos Ameaçados de Extinção - 2º ciclo"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Actinopterygii"",""Cyprinodontiformes"",""Rivulidae"",""Hypsolebias"",""Hypsolebias fasciatus"",""Hypsolebias fasciatus"",""(Costa & Brasil, 2006)"",""Peixe anual"",""Peixes Continentais"",""05/2019"",""Vulnerável"","""",""D2"",""Hypsolebias fasciatus é endêmica do Brasil, distribuída na drenagem do médio rio Preto, município de Unaí, estado de Minas Gerais, sendo descrita de uma única poça temporária à margem de uma estrada asfaltada (BR-251). Conhecida apenas da localidade-tipo, a espécie ocorre em região pouco explorada e há necessidade de intensificar os esforços de amostragem. A área de ocupação é certamente menor do que 10 km2. No passado não haviam vias de acesso (estradas)";" entretanto, a região vem sendo bastante modificada pela agropecuária, o que é uma ameaça potencial para o hábitat da espécie. Considerando as informações atuais e o fato de existir uma ameaça plausível que pode elevar o risco de extinção da espécie em curto prazo, Hypsolebias fasciatus foi categorizada como Vulnerável (VU) pelo critério D2."",""Sim"",""Sim"",""Minas Gerais"",""|Sudeste|"",""Cerrado"",""Sub-bacia São Francisco Médio"","""","""","""",""Não"",""Desconhecida"",""2 - Agropecuária e Aquacultura|2.1 - Culturas anuais e perenes não-madeireiras|2.1.4 - Agricultura de escala desconhecida 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.3 - Pecuária|2.3.4 - Pecuária em escala desconhecida 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.3 - Outras modificações nos ecossistemas"","""",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação dos Peixes Rivulídeos Ameaçados de Extinção - 2º ciclo"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;; "Animalia,""Chordata"",""Actinopterygii"",""Cyprinodontiformes"",""Rivulidae"",""Hypsolebias"",""Hypsolebias flavicaudatus"",""Hypsolebias flavicaudatus"",""(Costa & Brasil, 1990)"",""Peixe anual"",""Peixes Continentais"",""05/2019"",""Em Perigo"","""",""B1ab(ii,iii)+2ab(ii,iii)"",""Hypsolebias flavicaudatus é endêmica do Brasil, habita poças temporárias ao longo das várzeas do médio rio São Francisco. Sua localidade-tipo está situada no município de Petrolina, próximo à sede da cidade de Lagoa Grande, estado de Pernambuco, no bioma da Caatinga. Existem dois novos registros, um no município de Petrolina/PE e outro em Juazeiro/BA. A região da localidade-tipo foi extremamente impactada por desmatamento, vinicultura e fruticultura, caracterizando declínio continuado da qualidade do habitat. Em 2010, foram registrados apenas dois indivíduos da espécie. No entanto, existem diversos relatos não documentados de coletores sobre a sua captura. A extensão de ocorrência calculada pelo MPC é de 72 km2, e a área de ocupação conhecida da espécie é de 12 km². Considerando os impactos das atividades agrícolas como principal ameaça, foram identificadas três localizações (cada localidade foi considerada uma localização). Portanto, Hypsolebias flavicaudatus foi categorizada como Em Perigo (EN) pelos critérios B1+2ab(ii,iii)."",""Sim"",""Sim"",""Bahia, Pernambuco"",""|Nordeste|"",""Caatinga"",""Sub-bacia São Francisco Submédio"","""","""","""",""Não"",""Declinando"",""2 - Agropecuária e Aquacultura|2.1 - Culturas anuais e perenes não-madeireiras|2.1.4 - Agricultura de escala desconhecida 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.3 - Outras modificações nos ecossistemas"",""3 - Animais de estimação/ornamentais"",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação dos Peixes Rivulídeos Ameaçados de Extinção - 2º ciclo"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Actinopterygii"",""Cyprinodontiformes"",""Rivulidae"",""Hypsolebias"",""Hypsolebias guanambi"",""Hypsolebias guanambi"",""Costa & Amorim, 2011"",""Peixe anual"",""Peixes Continentais"",""05/2019"",""Vulnerável"","""",""D2"",""Hypsolebias guanambi é endêmica do Brasil e conhecida de poças temporárias no município de Guanambi, na bacia do rio São Francisco, estado da Bahia. A última expedição à localidade-tipo que efetivamente coletou indivíduos ocorreu em 2017. Algumas ameaças como duplicação ou manutenção de estrada, contaminação da água da poça e extração ilegal de argila podem levar a espécie à extinção em curto prazo. A área de ocupação (AOO) foi calculada em 16 km². Por isso, H. guanambi foi categorizada como Vulnerável (VU) pelo critério D2."",""Sim"",""Sim"",""Bahia"",""|Nordeste|"",""Caatinga, Cerrado"",""Sub-bacia São Francisco Médio"","""","""","""",""Não"",""Desconhecida"",""3 - Produção energética e mineração|3.2 - Mineração|3.2.1 - Extração de areia 4 - Transportes e serviços de transmissão|4.1 - Estradas e ferrovias 9 - Poluição|9.1 - Doméstica e urbana - escoamento de água|9.1.2 - Escoamento urbano"",""3 - Animais de estimação/ornamentais"",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação dos Peixes Rivulídeos Ameaçados de Extinção - 2º ciclo"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Actinopterygii"",""Cyprinodontiformes"",""Rivulidae"",""Hypsolebias"",""Hypsolebias harmonicus"",""Hypsolebias harmonicus"",""(Costa, 2010)"",""Peixe anual"",""Peixes Continentais"",""05/2019"",""Vulnerável"","""",""D2"",""Hypsolebias harmonicus é endêmica do Brasil e conhecida apenas da localidade-tipo, uma lagoa temporária perto da rodovia BR-349 a 12 km da margem esquerda do rio São Francisco, no município de Bom Jesus da Lapa, estado da Bahia. Expedições realizadas entre 2016 e 2018 obtiveram sucesso em capturar exemplares da espécie na localidade-tipo. A principal ameaça identificada à espécie é a perda de hábitat pela expansão de atividades agropecuárias que podem levar a espécie à extinção em curto prazo. A área de ocupação (AOO) foi calculada em 4 km². Por isso, H. harmonicus foi categorizada como Vulnerável (VU) pelo critério D2."",""Sim"",""Sim"",""Bahia"",""|Nordeste|"",""Cerrado"",""Sub-bacia São Francisco Médio"","""","""","""",""Não"",""Desconhecida"",""2 - Agropecuária e Aquacultura|2.1 - Culturas anuais e perenes não-madeireiras|2.1.4 - Agricultura de escala desconhecida 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.3 - Pecuária|2.3.4 - Pecuária em escala desconhecida 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.2 - Represas e uso de água|7.2.5 - Captação de água subterrânea - uso doméstico 9 - Poluição|9.3 - Agropecuária e florestal|9.3.3 - Herbicidas e pesticidas 9 - Poluição|9.4 - Lixo e resíduos sólidos|9.4.1 - Urbanos"",""3 - Animais de estimação/ornamentais"",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação dos Peixes Rivulídeos Ameaçados de Extinção - 2º ciclo"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Actinopterygii"",""Cyprinodontiformes"",""Rivulidae"",""Hypsolebias"",""Hypsolebias hellneri"",""Hypsolebias hellneri"",""(Berkenkamp, 1993)"",""Peixe anual"",""Peixes Continentais"",""05/2019"",""Em Perigo"","""",""B1ab(ii,iii,iv)"",""Hypsolebias hellneri é endêmica do Brasil e ocorre em poças temporárias próximas ao rio São Francisco, entre os municípios de Malhada e São Francisco, estados da Bahia e Minas Gerais. A extensão de ocorrência foi calculada pelo MPC e resultou em 2.183 km2. Era abundante desde São Francisco até Manga, na várzea do rio São Francisco, mas praticamente todas as subpopulações desapareceram nesse eixo, restando, até 2011, uma subpopulação em Itacarambi/MG, uma em Mocambinho/MG e outra pequena subpopulação perto de Malhada/BA. Em 2015, a espécie foi novamente registrada em São Francisco. A principal ameaça que incorre sobre a espécie é a destruição de seu habitat ligada ao desenvolvimento agrícola, resultante da drenagem das áreas alagáveis do rio São Francisco ou em sua contaminação por pesticidas. Além do desmatamento, a pressão de coleta por aquaristas é uma ameaça real à espécie. Em função da intensa ocupação das áreas de várzea do rio São Francisco, considera-se que a fragmentação do habitat de fato segmentou a população de H. hellneri. Portanto, foi categorizada como Em Perigo (EN) pelos critérios B1ab(ii,iii,iv)."",""Sim"",""Sim"",""Bahia, Minas Gerais"",""|Nordeste|Sudeste|"",""Caatinga, Cerrado"",""Sub-bacia São Francisco Médio"","""","""","""",""Não"",""Declinando"",""2 - Agropecuária e Aquacultura|2.1 - Culturas anuais e perenes não-madeireiras|2.1.4 - Agricultura de escala desconhecida 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.3 - Captura intencional - comércio internacional 9 - Poluição|9.3 - Agropecuária e florestal|9.3.3 - Herbicidas e pesticidas"",""3 - Animais de estimação/ornamentais"",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação das Espécies Ameaçadas de Extinção da Fauna Aquática da Bacia do Rio São Francisco, Plano de Ação Nacional para a Conservação dos Peixes Rivulídeos Ameaçados de Extinção, Plano de Ação Nacional para a Conservação dos Peixes Rivulídeos Ameaçados de Extinção - 2º ciclo"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Actinopterygii"",""Cyprinodontiformes"",""Rivulidae"",""Hypsolebias"",""Hypsolebias igneus"",""Hypsolebias igneus"",""(Costa, 2000)"",""Peixe anual"",""Peixes Continentais"",""05/2019"",""Em Perigo"","""",""B2ab(ii,iii)"",""Hypsolebias igneus é endêmica do Brasil e ocorre na planície de inundação da margem esquerda do rio São Francisco, no município de Barra, estado da Bahia. A principal ameaça identificada à espécie é a destruição do hábitat pela expansão da atividade agrícola. Além disso, a captura por aquaristas representa um impacto adicional. Abundante à época de sua descrição no ano 2000, seus ambientes sofreram reduções em função do desmatamento para atividades agrícolas, sendo a localidade-tipo destruída e, atualmente, a espécie restringe-se a uma região com apenas duas lagoas temporárias e um alagado também temporário, distante 10 km ao norte da localidade-tipo, descoberto em 2015. A área de ocupação (AOO) foi calculada em 8 km2, com duas localizações e declínio continuado da área de ocupação e qualidade do hábitat em função do uso e ocupação do solo pelas atividades agrícolas, acrescido da captura para o comércio aquarista. Por isso, H. igneus foi categorizada como Em Perigo (EN) pelo critério B2ab(ii,iii)."",""Sim"",""Sim"",""Bahia"",""|Nordeste|"",""Cerrado"",""Sub-bacia São Francisco Médio"","""","""","""",""Não"",""Declinando"",""2 - Agropecuária e Aquacultura|2.1 - Culturas anuais e perenes não-madeireiras|2.1.4 - Agricultura de escala desconhecida 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.3 - Captura intencional - comércio internacional 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.3 - Outras modificações nos ecossistemas"",""3 - Animais de estimação/ornamentais"",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação dos Peixes Rivulídeos Ameaçados de Extinção - 2º ciclo"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Actinopterygii"",""Cyprinodontiformes"",""Rivulidae"",""Hypsolebias"",""Hypsolebias rufus"",""Hypsolebias rufus"",""(Costa, Nielsen & de Luca, 2001)"",""Peixe anual"",""Peixes Continentais"",""05/2019"",""Criticamente em Perigo"",""Não"",""B2ab(ii,iii,iv)"",""Hypsolebias rufus é endêmica do Brasil e conhecida de apenas uma poça temporária no trecho médio do rio São Francisco, no município de Ibiaí, estado de Minas Gerais. À época de sua descrição eram conhecidas duas poças com indivíduos da espécie, mas uma delas foi destruída devido à extração de terra para construção civil. A poça remanescente está localizada às margens de uma rodovia. A principal ameaça identificada é a destruição de hábitat por um eventual acidente com carga perigosa ou mesmo a duplicação da estrada. Além disso, a extração de terra e a captura para aquariofilia representam impactos adicionais. A área de ocupação (AOO) foi calculada em 4 km², com uma única localização e declínio continuado na área de ocupação, qualidade do hábitat e número de subpopulações. Por isso, H. rufus foi categorizada como Criticamente em Perigo (CR) pelo critério B2ab(ii,iii,iv)."",""Sim"",""Sim"",""Minas Gerais"",""|Sudeste|"",""Cerrado"",""Sub-bacia São Francisco Médio"","""","""","""",""Não"",""Declinando"",""3 - Produção energética e mineração|3.2 - Mineração|3.2.1 - Extração de areia 4 - Transportes e serviços de transmissão|4.1 - Estradas e ferrovias 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.3 - Outras modificações nos ecossistemas"",""3 - Animais de estimação/ornamentais"",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação das Espécies Ameaçadas de Extinção da Fauna Aquática da Bacia do Rio São Francisco, Plano de Ação Nacional para a Conservação dos Peixes Rivulídeos Ameaçados de Extinção, Plano de Ação Nacional para a Conservação dos Peixes Rivulídeos Ameaçados de Extinção - 2º ciclo"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Actinopterygii"",""Cyprinodontiformes"",""Rivulidae"",""Hypsolebias"",""Hypsolebias stellatus"",""Hypsolebias stellatus"",""(Costa & Brasil, 1994)"",""Peixe anual"",""Peixes Continentais"",""05/2019"",""Em Perigo"","""",""B2ab(ii,iii,iv)"",""Hypsolebias stellatus é endêmica do Brasil e conhecida de quatro alagados temporários, sendo dois deles dentro da área urbana do município de São Francisco, estado de Minas Gerais. A localidade-tipo, na porção norte do município, foi completamente aterrada. A principal ameaça identificada à espécie é a perda de hábitat pela expansão urbana. Além disso, a drenagem das áreas alagáveis do rio São Francisco e contaminação por pesticidas em função da atividade agrícola, e a captura para uso ornamental representam impactos adicionais. A área de ocupação (AOO) foi calculada em 16 km2, com quatro localizações e declínio continuado da área de ocupação, qualidade do hábitat e número de subpopulações devido aos impactos identificados. Por isso, H. stellatus foi categorizada como Em Perigo (EN) pelo critério B2ab(ii,iii,iv)."",""Sim"",""Sim"",""Minas Gerais"",""|Sudeste|"",""Cerrado"",""Sub-bacia São Francisco Médio"","""","""","""",""Desconhecido"",""Declinando"",""1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.1 - Expansão urbana 1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.3 - Áreas de turismo e recreação 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.1 - Culturas anuais e perenes não-madeireiras|2.1.4 - Agricultura de escala desconhecida 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.2 - Represas e uso de água|7.2.3 - Captação de água de superfície - uso na agricultura 9 - Poluição|9.3 - Agropecuária e florestal|9.3.3 - Herbicidas e pesticidas"",""3 - Animais de estimação/ornamentais"",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação das Espécies Ameaçadas de Extinção da Fauna Aquática da Bacia do Rio São Francisco, Plano de Ação Nacional para a Conservação dos Peixes Rivulídeos Ameaçados de Extinção, Plano de Ação Nacional para a Conservação dos Peixes Rivulídeos Ameaçados de Extinção - 2º ciclo"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Actinopterygii"",""Cyprinodontiformes"",""Rivulidae"",""Hypsolebias"",""Hypsolebias trilineatus"",""Hypsolebias trilineatus"",""(Costa & Brasil, 1994)"",""Peixe anual"",""Peixes Continentais"",""05/2019"",""Criticamente em Perigo"",""Não"",""B2ab(iii)"",""Hypsolebias trilineatus é endêmica do Brasil e conhecida de três registros em poças temporárias numa mesma área na várzea do médio rio Paracatu, bacia do médio rio São Francisco, perto da cidade de Brasilândia, estado de Minas Gerais. A principal ameaça à espécie é a destruição de hábitat pela construção e manutenção de estradas e acessos às fazendas da região. Além disso, atividades agropecuárias e o avanço da urbanização representam impactos adicionais. As poças vem sendo gradativamente fragmentadas por estradas e acessos, mas não se sabe a porção da população que foi efetivamente fragmentada. A vegetação do entorno também foi destruída. A área de ocupação (AOO) foi calculada em 8 km2, os três registros da espécie representam uma única localização e existe declínio continuado da qualidade de hábitat em função dos impactos identificados. Por isso, H. trilineatus foi categorizada como Criticamente em Perigo (CR) pelo critério B2ab(iii)."",""Sim"",""Sim"",""Minas Gerais"",""|Sudeste|"",""Cerrado"",""Sub-bacia São Francisco Médio"","""","""","""",""Não"",""Desconhecida"",""1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.1 - Expansão urbana 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.1 - Culturas anuais e perenes não-madeireiras|2.1.4 - Agricultura de escala desconhecida 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.3 - Pecuária|2.3.4 - Pecuária em escala desconhecida 4 - Transportes e serviços de transmissão|4.1 - Estradas e ferrovias 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.3 - Outras modificações nos ecossistemas"",""3 - Animais de estimação/ornamentais"",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação das Espécies Ameaçadas de Extinção da Fauna Aquática da Bacia do Rio São Francisco, Plano de Ação Nacional para a Conservação dos Peixes Rivulídeos Ameaçados de Extinção, Plano de Ação Nacional para a Conservação dos Peixes Rivulídeos Ameaçados de Extinção - 2º ciclo"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Actinopterygii"",""Characiformes"",""Crenuchidae"",""Melanocharacidium"",""Melanocharacidium nigrum"","""",""Buckup, 1993"","""",""Peixes Continentais"",""05/2012"",""Em Perigo"","""",""B2ab(i,ii,iii,iv)"",""Melanocharacidium nigrum é endêmica do Brasil e restrita a ambientes de corredeiras com fundo rochoso, sendo fortemente reofílica. Sua distribuição original incluía (1) as corredeiras que foram submersas pelo reservatório da usina hidrelétrica (UHE) de Balbina, no rio Uatumã (AM)";" (2) corredeiras do rio Mucajaí, onde está prevista a construção da UHE do Paredão II e (3) corredeiras do rio Uraricoera associadas à Estação Ecológica da Ilha de Maracá (RO). Em função dos impactos das UHEs na área de distribuição da espécie, estima-se que o ambiente necessário para sua sobrevivência tenha sido eliminado em duas localizações e está sujeita a riscos iminentes numa terceira. Assim, dos três locais de onde M. nigrum é conhecida, apenas uma não está sujeita a perda de habitat devido a empreendimentos hidrelétricos. Estima-se que a área de ocupação da espécie seja inferior a 500 km2 (cálculo baseado na distribuição do habitat da espécie). Tendo em vista que a espécie não foi registrada após a construção de grandes hidrelétricas e que há previsão de novas, infere-se que a extensão de ocorrência, a área de ocupação, a extensão do habitat e número de localizações estão em declínio continuado. Melanocharacidium nigrum foi, portanto, categorizada como Em Perigo (EN) pelos critérios B2ab(i,ii,iii,iv)."",""Sim"",""Não"",""Amazonas, Roraima"",""|Norte|"",""Amazônia"",""Região Hidrográfica Amazônica Sub-bacia Negro Sub-bacia Solimões Sub-bacia Trombetas"","""",""ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL DE PRESIDENTE FIGUEIREDO - CAVERNA DO MOROAGA"","""","""","""",""3 - Produção energética e mineração|3.3 - Energia renovável"","""",""Proteção de locais/áreas, Proteção de recursos/habitat"","""","""","""",""""";;;;; "Animalia,""Chordata"",""Actinopterygii"",""Cyprinodontiformes"",""Rivulidae"",""Melanorivulus"",""Melanorivulus illuminatus"","""",""(Costa, 2007)"",""Peixe-anual"",""Peixes Continentais"",""10/2011"",""Vulnerável"","""",""D2"",""Melanorivulus illuminatus está distribuída na drenagem do rio dos Bois, bacia do alto rio Paraná, Brasil. O espécime-tipo foi coletado próximo à rodovia GO-174, 23 km ao norte de Montividiu, estado de Goiás, na várzea do córrego da Queixada, Serra do Caiapó. Uma única população desta espécie é conhecida, ocupando uma área bem restrita, em topo de bacia, na parte alta da drenagem. Foram realizadas outras expedições na região na tentativa de encontrar novas subpopulações, sem sucesso. A principal ameaça é dada pela degradação de seus hábitats, numa área de ocupação (AOO) conhecida inferior a 20 km². Por esses motivos, Melanorivulus illuminatus foi categorizada como Vulnerável (VU) pelo critério D2."",""Sim"",""Não"",""Goiás"",""|Centro-Oeste|"",""Cerrado"",""Sub-bacia Paranaíba"","""","""","""",""Desconhecido"",""Desconhecida"","""","""","""","""","""","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Actinopterygii"",""Cyprinodontiformes"",""Rivulidae"",""Cynolebias"",""Cynolebias gorutuba"","""",""Costa, 2017"",""Peixe anual"",""Peixes Continentais"",""05/2019"",""Em Perigo"","""",""B2ab(iii)"",""Cynolebias gorutuba é endêmica do Brasil, conhecida apenas de lagoas temporárias da planície do rio Gorutuba, na cidade de Janaúba, estado de Minas Gerais. A área de ocupação calculada é de 8 km². Os exemplares utilizados em sua descrição foram coletados em 2002, 2005 e em 2010. No período de 2014 a 2018, mais exemplares foram coletados fora da localidade-tipo, na segunda localidade conhecida. Foi constatado declínio na qualidade do habitat em função do uso e ocupação do solo (rodovias, extração de argila e urbanização). Duas localizações foram identificadas, considerando a urbanização como principal ameaça. Portanto, Cynolebias gorutuba foi categorizada como Em Perigo (EN) pelos critérios B2ab(iii)."",""Sim"",""Sim"",""Minas Gerais"",""|Sudeste|"",""Cerrado"",""Sub-bacia São Francisco Médio"","""","""","""",""Não"",""Desconhecida"",""1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.1 - Expansão urbana 3 - Produção energética e mineração|3.2 - Mineração 4 - Transportes e serviços de transmissão|4.1 - Estradas e ferrovias"","""","""","""",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Actinopterygii"",""Cyprinodontiformes"",""Rivulidae"",""Hypsolebias"",""Hypsolebias faouri"","""",""Britzke, Nielsen & Oliveira, 2016"",""Peixe anual"",""Peixes Continentais"",""05/2019"",""Vulnerável"","""",""D2"",""Hypsolebias faouri é endêmica do Brasil, conhecida apenas de sua localidade-tipo, situada no rio Preto, bacia do rio São Francisco, no estado da Bahia. Ocorre nas dependências de uma propriedade privada, próxima à estrada, imersa em uma matriz de atividades agropecuárias que modificaram fortemente a paisagem. O alagado temporário é utilizado para fins domésticos, como a criação de peixes para alimentação (tilápias e apaiaris). Há expectativa de registro da espécie em outras localidades, pois o esforço de amostragem para a sua descrição foi pontual. Porém, a área de ocupação conhecida até o momento é muito menor do que 20 km2. Diante da existência de ameaças plausíveis que possam levar o táxon à condição de CR ou EX em curto prazo, Hypsolebias faouri foi categorizada como Vulnerável (VU) pelo critério D2."",""Sim"",""Sim"",""Bahia"",""|Nordeste|"",""Cerrado"",""Sub-bacia São Francisco Médio"","""","""","""",""Não"",""Desconhecida"",""11 - Mudanças e extremos climáticos|11.1 - Mudança/alteração de habitat 2 - Agropecuária e Aquacultura 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.2 - Represas e uso de água|7.2.1 - Captação de água de superfície - uso doméstico 8 - Espécies invasoras problemáticas e doenças|8.1 - Espécies exóticas|8.1.1 - Espécie conhecida"","""","""","""",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Reptilia"",""Squamata"",""Gymnophthalmidae"",""Leposoma"",""Leposoma annectans"",""Leposoma annectans"",""Ruibal, 1952"",""Teiú-pigmeu"",""Répteis"",""04/2021"",""Vulnerável"","""",""B1ab(ii,iii)"",""Leposoma annectans é endêmica do Brasil e apresenta distribuição disjunta nas florestas baixas de Mata Atlântica do estado da Bahia, com registros de ocorrência no sul do estado, entre Itacaré e Porto Seguro, e também em Mata de São João e Salvador, no norte da Baia de Todos os Santos. Sua extensão de ocorrência e área de ocupação foram calculadas em 5.115 km² e 1.384 km², respectivamente. A espécie habita serapilheira úmida, necessitando de florestas em bom estado de conservação, mas pode ser encontrada em algumas áreas de cabrucas. As florestas ao longo da distribuição da espécie são afetadas principalmente, pela expansão urbana e atividades agropecuárias, que provocam declínio contínuo da qualidade de hábitat. Considerando a especificidade de hábitat e a baixa capacidade de dispersão da espécie, sua população encontra-se severamente fragmentada. Portanto, Leposoma annectans foi avaliada como Vulnerável (VU), pelos critérios B1ab(ii,iii)+2ab(ii,iii)."",""Sim"",""Sim"",""Bahia"",""|Nordeste|"",""Mata Atlântica"",""Sub-bacia Contas Sub-bacia Itapecuru-Paraguaçu Sub-bacia Litoral BA ES"",""REBIO de Una"",""ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL COSTA DE ITACARÉ/ SERRA GRANDE, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL LAGOA ENCANTADA, PARQUE ESTADUAL DA SERRA DO CONDURU"",""RPPN Ecoparque de Una"","""",""Desconhecida"",""1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.1 - Expansão urbana 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.1 - Culturas anuais e perenes não-madeireiras|2.1.4 - Agricultura de escala desconhecida 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.3 - Pecuária|2.3.4 - Pecuária em escala desconhecida 6 - Distúrbios humanos|6.1 - Atividades recreacionais/turísticas"","""",""Criação de áreas protegidas, Plano de Ação Nacional (PAN), Proteção de recursos/habitat"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação da Herpetofauna Ameaçada da Mata Atlântica Nordestina, Plano de Ação Nacional para a Conservação da Herpetofauna do Nordeste - 2º ciclo"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Arthropoda"",""Insecta"",""Lepidoptera"",""Nymphalidae"",""Prepona"",""Prepona deiphile"","""",""(Godart, [1824])"",""Borboleta"",""Invertebrados Terrestres"",""11/2010"",""Vulnerável"","""",""B2ab(iii,iv)"",""Prepona deiphile ocorre na Mata Atlântica em Floresta Ombrófila Densa e Floresta Estacional Semidecidual das regiões sul e sudeste. A espécie é conhecida de apenas dez localidades e sua área de ocupação é estimada em menos de 2.000 km². Depende de habitat em bom estado de conservação e estes estão cada vez mais raros na região de ocorrência do táxon. A destruição desses habitat representa a principal ameaça. A coleta dos raros exemplares também pode ser uma ameaça. Portanto, Prepona deiphile foi categorizada como Vulnerável (VU), segundo o critério B2ab(iii,iv)."",""Sim"",""Não"",""Minas Gerais, Rio de Janeiro, São Paulo"",""|Sudeste|"",""Mata Atlântica"",""Sub-bacia Grande Sub-bacia Litoral RJ Sub-bacia Litoral SP"",""APA Petrópolis, PARNA da Serra dos Órgãos, PARNA de Itatiaia"",""PARQUE ESTADUAL DA SERRA DO MAR"","""",""Desconhecido"",""Desconhecida"","""","""","""","""","""","""",""""";;;;;; "Animalia,""Arthropoda"",""Insecta"",""Hymenoptera"",""Formicidae"",""Rhopalothrix"",""Rhopalothrix plaumanni"",""Rhopalothrix plaumanni"",""Brown & Kempf, 1960"",""formiga, Formiga"",""Invertebrados Terrestres"",""11/2019"",""Em Perigo"","""",""B1ab(iii)"",""Rhopalothrix plaumanni é endêmica do Brasil, conhecida apenas da localidade-tipo, em Seara, no oeste de Santa Catarina. Os últimos registros foram realizados em 2004 na mesma localidade e apesar dos esforços de coleta em áreas próximas, apropriadas à sobrevivência da população e com utilização dos métodos de coleta adequados, a distribuição não foi ampliada. Além disso, é uma espécie facilmente identificável. A região é de mata de araucária, que sofre intensa conversão de áreas nativas por agropecuária e silvicultura, que além da remoção da vegetação nativa, ocasiona poluição por agrotóxicos, degradação do habitat remanescente. Considerando a especificidade do habitat e baixa capacidade de dispersão, sua população é considerada severamente fragmentada. Uma vez que a espécie foi registrada apenas no município de Seara, sua Extensão de Ocorrência (EOO) foi calculada em 447km². Portanto, R. plaumanni foi categorizada como Em Perigo (EN), pelo critério B1ab(iii)."",""Sim"",""Sim"",""Santa Catarina"",""|Sul|"",""Mata Atlântica"",""Sub-bacia Uruguai Alto"","""","""","""",""Não"",""Desconhecida"",""2 - Agropecuária e Aquacultura|2.1 - Culturas anuais e perenes não-madeireiras|2.1.4 - Agricultura de escala desconhecida 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.2 - Silvicultura|2.2.3 - Plantações em escala desconhecida 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.3 - Pecuária|2.3.4 - Pecuária em escala desconhecida 9 - Poluição|9.3 - Agropecuária e florestal"","""","""","""",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Actinopterygii"",""Cyprinodontiformes"",""Rivulidae"",""Melanorivulus"",""Melanorivulus scalaris"","""",""(Costa, 2005)"",""Peixe-anual"",""Peixes Continentais"",""10/2011"",""Em Perigo"","""",""B2ab(i,ii,iii,iv)"",""Melanorivulus scalaris é endêmica do Brasil, distribui-se nas drenagens dos rios Sucuruí, Aporé e alto Correntes, na bacia do rio Paraná, e na drenagem do alto rio Taquari, na bacia do rio Paraguai, Brasil, sendo abundante localmente. No entanto, grande parte das subpopulações conhecidas está desaparecendo rapidamente em função da expansão do cultivo da soja. Estima-se que mais de 90% do hábitat da espécie tenha sido alterado pela agricultura, tornando o ambiente de M. scalaris severamente fragmentado (a). A Área de Ocupação (AOO) conhecida da espécie é menor do que 500 km2 (EN B2), não ocorrendo em áreas protegidas. Por esses motivos, Melanorivulus scalaris foi categorizada como Em Perigo (EN) pelos critérios B2ab(i,ii,iii,iv)."",""Sim"",""Não"",""Goiás, Mato Grosso do Sul"",""|Centro-Oeste|"",""Cerrado"",""Sub-bacia Paranaíba Sub-bacia Paraná RH1"","""","""","""",""Desconhecido"",""Declinando"","""","""","""","""","""","""",""""";;;;;; "Animalia,""Arthropoda"",""Insecta"",""Lepidoptera"",""Nymphalidae"",""Melinaea"",""Melinaea mnasias thera"","""",""C. Felder & R. Felder, 1865"",""Borboleta"",""Invertebrados Terrestres"",""11/2010"",""Criticamente em Perigo"",""Não"",""B1ab(i,ii,iii,iv)+2ab(i,ii,iii,iv)"",""Melinaea mnasias thera é conhecida de apenas uma localidade na Mata Atlântica do sul da Bahia, em uma região que tem sido bastante impactada por desmatamento e conversão de habitat. A extensão de ocorrência (EOO) é estimada em menos de 100 km2 e a área de ocupação (AOO), em menos de 10 km2. A provável planta hospedeira é uma epífita da família Solanaceae que necessita de árvores de grande diâmetro para se estabelecer. A degradação e a destruição do habitat no sul da Bahia pela atividade agropecuária e a substituição de matas por cultura de cacau são as principais ameaças às florestas, gerando, por conseguinte uma forte fragmentação dos habitat naturais e da população desta borboleta. Portanto, o táxon foi categorizado como Criticamente em Perigo (CR), segundo os critérios B1ab(i,ii,iii,iv)+2ab(i,ii,iii,iv)."",""Sim"",""Não"","""",""||"","""","""","""","""","""",""Desconhecido"",""Desconhecida"",""2 - Agropecuária e Aquacultura"","""",""Criação de áreas protegidas, Proteção de recursos/habitat"","""","""","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Actinopterygii"",""Perciformes"",""Epinephelidae"",""Epinephelus"",""Epinephelus itajara"",""Epinephelus itajara"",""(Lichtenstein, 1822)."",""bodete, mero, merote"",""Peixes Marinhos (ósseos)"",""02/2020"",""Criticamente em Perigo"",""Não"",""A2bcde"",""Epinephelus itajara, conhecida como mero, possui ampla distribuição geográfica no Atlântico, ocorrendo no Brasil do Amapá a Santa Catarina. As características da história de vida de E. itajara, como crescimento lento, maturação tardia, alta longevidade e a formação de agregação reprodutiva, tornam esta espécie altamente susceptível à pesca excessiva. No Brasil, a espécie é principalmente capturada por linha-de-mão, espinhel, arpão, armadilhas, assim como ocorre na captura incidental em pescarias de arrasto-de-fundo, emalhe-de-fundo, pargueiras e curral, em todas as fases do seu ciclo de vida. Outras ameaças identificadas foram a degradação de habitat como a supressão de área de manguezal (berçário da espécie), poluição e contaminação. O fato de agregações reprodutivas serem alvo de pescarias tem levado a declínios na sua abundância e total desaparecimento das mesmas em algumas áreas historicamente conhecidas. Epinephelus itajara apresenta declínios drásticos, a partir da década de 1960, em sua abundância ao longo da costa brasileira, inclusive relatados por pescadores. Nas regiões Nordeste, Sudeste e Sul esses declínios atingiram mais de 80%, chegando a extinções locais em alguns locais de agregações. No Norte do Brasil, entre 1998 e 2002, ocorreram reduções que chegaram a 30% dos desembarques, mas a pesca se manteve mesmo após a moratória, iniciada em 2002. Atualmente, não existem indícios de recuperação da população no Brasil e nas áreas monitoradas há registros de diminuição na abundância, bem como, manutenção de extinções locais. A pressão de pesca sobre juvenis e o desaparecimento de indivíduos adultos em diversas áreas indicam uma sobrepesca com efeitos negativos ao crescimento e recrutamento. As reduções registradas desde a década de 1960, bem como os reduzidos índices de abundância mesmo após as proteções legais direcionadas à essa espécie desde 2002, direcionam à suspeição de redução no tamanho populacional, considerando os três tempos geracionais (64,5 anos) de pelo menos 80%. Sendo assim, Epinephelus itajara foi categorizada como Criticamente em Perigo (CR), sob o critério A2bcde."",""Não"",""Sim"",""Alagoas, Amapá, Bahia, Ceará, Espírito Santo, Maranhão, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe"",""|Nordeste|Norte|Sudeste|Sul|"",""Sistema Costeiro-Marinho"","""",""APA Barra do Rio Mamanguape, APA Cananéia-Iguape-Peruíbe, APA Costa dos Corais, APA Delta do Parnaíba, APA do Arquipelago Sao Pedro e Sao Paulo, APA Fernando de Noronha, ESEC Maracá Jipioca, MONA Arquipélago das Ilhas Cagarras, PARNA Marinho de Fernando de Noronha, PARNA Marinho dos Abrolhos, REBIO Atol das Rocas, REBIO Marinha do Arvoredo, RESEX Acaú-Goiana, RESEX Canavieiras, RESEX do Corumbau, RESEX Mãe Grande de Curuçá, RESEX Maracanã, RESEX Marinha de Caeté-Taperaçu"",""APA MARINHA DO LITORAL CENTRO, APA MARINHA DO LITORAL NORTE, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL BAÍA DE CAMAMU, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL BAÍA DE TODOS OS SANTOS, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL CONCEIÇÃO DA BARRA, ÁREA DE PROTEçãO AMBIENTAL DA BAIXADA MARANHENSE, ÁREA DE PROTEçãO AMBIENTAL DAS REENTRâNCIAS MARANHENSES, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL DO CATOLÉ E FERNÃO VELHO, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL PONTA DA BALEIA / ABROLHOS, PARQUE ESTADUAL ACARAI, PARQUE ESTADUAL DE ITAÚNAS, PARQUE ESTADUAL MARINHO DA LAJE DE SANTOS, PARQUE ESTADUAL MARINHO DA PEDRA DA RISCA DO MEIO, PARQUE ESTADUAL MARINHO DO PARCEL DE MANUEL LUíS"","""",""Desconhecido"",""Declinando"",""12 - Outras ameaças 1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.1 - Expansão urbana 1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.3 - Áreas de turismo e recreação 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.1 - Captura intencional - subsistência/pequena escala|5.4.1.2 - Aparelho primitivo|5.4.1.2.1 - Arpão 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.1 - Captura intencional - subsistência/pequena escala|5.4.1.3 - Aparelho com anzol|5.4.1.3.5 - Linha de fundo e linha de mão 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.1 - Captura intencional - subsistência/pequena escala|5.4.1.4 - Armadilha|5.4.1.4.3 - Cerco fixo (curral) 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.2 - Captura intencional - larga escala|5.4.2.2 - Linha de mão 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.2 - Captura intencional - larga escala|5.4.2.8 - Espinhel|5.4.2.8.2 - Espinhel de fundo 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.5 - Captura indireta - subsistência/pequena escala|5.4.5.2 - Aparelho primitivo|5.4.5.2.1 - Arpão 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.6 - Captura indireta - larga escala|5.4.6.6 - Arrasto|5.4.6.6.2 - Arrasto duplo 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.6 - Captura indireta - larga escala|5.4.6.7 - Emalhe|5.4.6.7.1 - Emalhe de fundo 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.6 - Captura indireta - larga escala|5.4.6.8 - Espinhel|5.4.4.8.2 - Espinhel de fundo 9 - Poluição|9.1 - Doméstica e urbana - escoamento de água|9.1.1 - Esgoto 9 - Poluição|9.2 - Industrial|9.2.1 - Derramamento de óleo 9 - Poluição|9.2 - Industrial|9.2.3 - Contaminação por metais pesados 9 - Poluição|9.2 - Industrial|9.2.4 - Resíduos líquidos diversos 9 - Poluição|9.4 - Lixo e resíduos sólidos|9.4.1 - Urbanos 9 - Poluição|9.4 - Lixo e resíduos sólidos|9.4.2 - Industriais"",""1 - Alimentação humana|1.7 - Pesca artesanal|1.7.2 - Aparelho primitivo|1.7.2.1 - Arpão 1 - Alimentação humana|1.7 - Pesca artesanal|1.7.3 - Aparelho com anzol|1.7.3.5 - Linha de fundo e linha de mão 1 - Alimentação humana|1.7 - Pesca artesanal|1.7.4 - Armadilha|1.7.4.3 - Cerco fixo (curral) 1 - Alimentação humana|1.7 - Pesca artesanal|1.7.6 - Arrasto|1.7.6.1 - Arrasto simples 1 - Alimentação humana|1.7 - Pesca artesanal|1.7.6 - Arrasto|1.7.6.2 - Arrasto duplo 1 - Alimentação humana|1.7 - Pesca artesanal|1.7.7 - Emalhe|1.7.7.1 - Emalhe de fundo 1 - Alimentação humana|1.8 - Pesca industrial|1.8.2 - Linha de mão 1 - Alimentação humana|1.8 - Pesca industrial|1.8.6 - Arrasto|1.8.6.1 - Arrasto simples 1 - Alimentação humana|1.8 - Pesca industrial|1.8.6 - Arrasto|1.8.6.2 - Arrasto duplo 1 - Alimentação humana|1.8 - Pesca industrial|1.8.7 - Emalhe|1.8.7.1 - Emalhe de fundo 1 - Alimentação humana|1.8 - Pesca industrial|1.8.8 - Espinhel|1.8.8.2 - Espinhel de fundo 4 - Caça/pesca esportiva"",""Manejo de locais/áreas, Plano de Ação Nacional (PAN), Proteção de locais/áreas, Restauração de habitat e processos naturais"",""Plano de Ação Nacional para Conservação de Espécies Ameaçadas e de Importância Socioeconômica do Ecossistema Manguezal, Plano de Ação Nacional para Conservação dos Ambientes Coralíneos do Brasil"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Actinopterygii"",""Perciformes"",""Epinephelidae"",""Epinephelus"",""Epinephelus marginatus"",""Epinephelus marginatus"",""Lowe, 1834"",""garoupa verdadeira"",""Peixes Marinhos (ósseos)"",""06/2019"",""Vulnerável"","""",""A2bcde"","""",""Não"",""Sim"",""Bahia, Espírito Santo, Paraná, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, São Paulo"",""|Nordeste|Sudeste|Sul|"",""Sistema Costeiro-Marinho"","""",""APA Cairuçu, APA Cananéia-Iguape-Peruíbe, APA Costa das Algas, ESEC Tamoios, MONA Arquipélago das Ilhas Cagarras, PARNA da Lagoa do Peixe, PARNA da Serra da Bocaina, PARNA Marinho das Ilhas dos Currais, REBIO Marinha do Arvoredo"",""APA MARINHA DO LITORAL NORTE, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL DE TAMOIOS, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL PONTA DA BALEIA / ABROLHOS, ARIE DE SãO SEBASTIãO, PARQUE ESTADUAL DA ILHA ANCHIETA, PARQUE ESTADUAL DA ILHA GRANDE, PARQUE ESTADUAL DE ILHABELA, RESERVA DE DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL DO AVENTUREIRO"","""",""Desconhecido"",""Declinando"",""11 - Mudanças e extremos climáticos|11.1 - Mudança/alteração de habitat 5 - Uso de recursos biológicos|5.1 - Caça e captura de animais terrestres ou marinhos|5.1.1 - Caça/captura intencional (a espécie é o alvo)|5.1.1.4 - Esportiva 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.1 - Captura intencional - subsistência/pequena escala|5.4.1.3 - Aparelho com anzol|5.4.1.3.3 - Espinhel fixo de fundo 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.1 - Captura intencional - subsistência/pequena escala|5.4.1.3 - Aparelho com anzol|5.4.1.3.5 - Linha de fundo e linha de mão 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.1 - Captura intencional - subsistência/pequena escala|5.4.1.4 - Armadilha|5.4.1.4.3 - Cerco fixo (curral) 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.1 - Captura intencional - subsistência/pequena escala|5.4.1.7 - Emalhe|5.4.1.7.1 - Emalhe de fundo 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.2 - Captura intencional - larga escala|5.4.2.2 - Linha de mão 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.2 - Captura intencional - larga escala|5.4.2.6 - Arrasto|5.4.2.6.3 - Arrasto de parelha 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.2 - Captura intencional - larga escala|5.4.2.7 - Emalhe|5.4.2.7.1 - Emalhe de fundo 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.2 - Captura intencional - larga escala|5.4.2.8 - Espinhel|5.4.2.8.2 - Espinhel de fundo 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.2 - Captura intencional - larga escala|5.4.2.9 - Outro 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.5 - Captura indireta - subsistência/pequena escala|5.4.5.7 - Emalhe 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.6 - Captura indireta - larga escala|5.4.6.7 - Emalhe|5.4.6.7.1 - Emalhe de fundo 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.3 - Outras modificações nos ecossistemas 9 - Poluição|9.2 - Industrial|9.2.3 - Contaminação por metais pesados"",""15 - Pesquisa 16 - Outro 1 - Alimentação humana|1.7 - Pesca artesanal|1.7.2 - Aparelho primitivo|1.7.2.1 - Arpão 1 - Alimentação humana|1.7 - Pesca artesanal|1.7.3 - Aparelho com anzol|1.7.3.5 - Linha de fundo e linha de mão 1 - Alimentação humana|1.7 - Pesca artesanal|1.7.4 - Armadilha|1.7.4.3 - Cerco fixo (curral) 1 - Alimentação humana|1.7 - Pesca artesanal|1.7.7 - Emalhe|1.7.7.1 - Emalhe de fundo 1 - Alimentação humana|1.8 - Pesca industrial|1.8.2 - Linha de mão 1 - Alimentação humana|1.8 - Pesca industrial|1.8.6 - Arrasto|1.8.6.2 - Arrasto duplo 1 - Alimentação humana|1.8 - Pesca industrial|1.8.6 - Arrasto|1.8.6.3 - Arrasto de parelha 1 - Alimentação humana|1.8 - Pesca industrial|1.8.7 - Emalhe|1.8.7.1 - Emalhe de fundo 1 - Alimentação humana|1.8 - Pesca industrial|1.8.8 - Espinhel|1.8.8.2 - Espinhel de fundo 4 - Caça/pesca esportiva"",""Plano de Ação Nacional (PAN), Plano de Recuperação"",""Plano de Ação Nacional Lagoas do Sul, Plano de Ação Nacional para Conservação de Espécies Ameaçadas e de Importância Socioeconômica do Ecossistema Manguezal, Plano de Ação Nacional para Conservação dos Ambientes Coralíneos do Brasil"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""1 , 209""";;;;;; "Animalia,""Arthropoda"",""Insecta"",""Lepidoptera"",""Hesperiidae"",""Olafia"",""Olafia roscius iphimedia"","""",""(Plötz, 1886)"",""Borboleta, diabinha"",""Invertebrados Terrestres"",""11/2010"",""Vulnerável"","""",""B2ab(ii,iii)"",""Olafia roscius iphimedia é um táxon raro. Apesar de um grande esforço de busca, não existem novos registros além das sete localidades conhecidas para a subespécie, cuja área de ocupação é estimada em menos de 2.000 km². Ocorre em áreas de altitude na Mata Atlântica, entre 1.200 e 1.400 m, sofrendo com a severa fragmentação, redução e substituição do habitat. O táxon foi categorizado como Vulnerável (VU), segundo o critério B2ab(ii,iii)."",""Sim"",""Não"",""Minas Gerais, São Paulo"",""|Sudeste|"",""Mata Atlântica"",""Sub-bacia Grande"",""APA Serra da Mantiqueira"",""APA CAMPOS DO JORDÃO, PARQUE ESTADUAL DE CAMPOS DO JORDÃO"","""",""Desconhecido"",""Desconhecida"","""","""",""Proteção de recursos/habitat"","""","""","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Mammalia"",""Primates"",""Callitrichidae"",""Mico"",""Mico rondoni"","""",""Ferrari, Sena, Schneider & Silva Jr., 2010"",""Macaquinho-branco, Mico-de-Rondônia, Sagui-branco"",""Mamíferos"",""08/2012"",""Vulnerável"","""",""A2ce+4ce"",""Mico rondoni é uma espécie rara e endêmica que ocorre no estado de Rondônia. As principais ameaças estão relacionadas à perda e fragmentação de habitat, agricultura, pecuária, expansão urbana, assentamentos rurais, aumento das matrizes rodoviária e energética, além da aparente dominância do Saguinus weddeli weddeli, que está invadindo sua área de distribuição e é potencial competidor por recursos, principalmente em áreas impactadas e fragmentos florestais. Sua densidade e abundância aparentemente são extremamente baixas, sendo obtida uma taxa de avistamentos de apenas 0,69 ind/10km em relevante esforço amostral dispendido na Floresta Nacional do Jamari (1.403,6 km de transecção linear) (M. Messias, dados não publicados). Infere-se que esses fatores levaram a um declínio populacional de pelo menos 30% em três gerações e que este declínio deve continuar existindo. Sendo assim, M. rondoni foi categorizado como Vulnerável (VU) sob os critérios A2ce + A4ce."",""Sim"",""Não"",""Rondônia"",""|Norte|"",""Amazônia"",""Sub-bacia Madeira"",""FLONA Jamari, PARNA Pacaás Novos, REBIO do Jaru, RESEX Rio Ouro Preto"",""ESTAÇÃO ECOLÓGICA SAMUEL"","""",""Não"",""Declinando"",""2 - Agropecuária e Aquacultura"","""","""","""","""","""",""""";;;;;; "Animalia,""Arthropoda"",""Insecta"",""Odonata"",""Libellulidae"",""Micrathyria"",""Micrathyria borgmeieri"","""",""Santos, 1947"",""Libélula"",""Invertebrados de Água Doce"",""05/2014"",""Vulnerável"","""",""B1ab(iii)"",""Micrathyria borgmeieri é endêmica do Brasil sendo conhecida de cinco localidades nos estados de Espírito Santo e Rio de Janeiro. É uma espécie de distribuição restrita, associada principalmente a restingas, com extensão de ocorrência (EOO) estimada em 18.100 km2 e área de ocupação (AOO), considerando a presença de remanescentes dentro da extensão de ocorrência estimada em 5.600 km². Considerando a intensidade de perda de habitat com conversão para agricultura e urbanização dentro da extensão de ocorrência, conclui-se que sua população está severamente fragmentada com declínio continuado da qualidade ambiental de áreas de restinga. Por essas razões, Micrathyria borgmeieri foi categorizada como Vulnerável (VU), pelo critério B1ab(iii)."",""Sim"",""Não"",""Espírito Santo, Rio de Janeiro"",""|Sudeste|"",""Mata Atlântica"",""Sub-bacia Litoral ES Sub-bacia Litoral RJ Sub-bacia Paraíba do Sul"","""","""","""","""",""Desconhecida"",""1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.1 - Expansão urbana 2 - Agropecuária e Aquacultura"","""","""","""","""","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Actinopterygii"",""Perciformes"",""Tripterygiidae"",""Enneanectes"",""Enneanectes smithi"",""Enneanectes smithi"",""Lubbock & Edwards, 1981"","""",""Peixes Marinhos (ósseos)"",""10/2021"",""Vulnerável"","""",""D2"","""",""Sim"",""Sim"",""Pernambuco"",""|Nordeste|"",""Sistema Costeiro-Marinho"","""",""APA do Arquipelago Sao Pedro e Sao Paulo, APA Fernando de Noronha, MONA do Arquipelago Sao Pedro e Sao Paulo"","""","""",""Desconhecido"",""Desconhecida"",""11 - Mudanças e extremos climáticos|11.1 - Mudança/alteração de habitat 3 - Produção energética e mineração|3.2 - Mineração|3.2.3 - Extração de minérios - subsolo 4 - Transportes e serviços de transmissão|4.4 - Tráfego de embarcações 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.3 - Outras modificações nos ecossistemas 9 - Poluição|9.1 - Doméstica e urbana - escoamento de água|9.1.1 - Esgoto 9 - Poluição|9.2 - Industrial|9.2.1 - Derramamento de óleo 9 - Poluição|9.2 - Industrial|9.2.4 - Resíduos líquidos diversos 9 - Poluição|9.4 - Lixo e resíduos sólidos|9.4.1 - Urbanos 9 - Poluição|9.4 - Lixo e resíduos sólidos|9.4.2 - Industriais"","""","""","""",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""55""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Mammalia"",""Primates"",""Callitrichidae"",""Leontopithecus"",""Leontopithecus caissara"",""Leontopithecus caissara"",""Lorini & Persson, 1990"",""Mico-leão-da-cara-preta"",""Mamíferos"",""09/2019"",""Em Perigo"","""",""C2a(i)";" D"",""Leontopithecus caissara é uma espécie endêmica do Brasil e restrita à Mata Atlântica no litoral norte do Paraná e sul de São Paulo. As principais ameaças à espécie estão relacionadas ao isolamento de populações causado pela construção do canal que separou o continente da ilha (Ilha de Superagüi), promovendo desconexão de hábitat, além da perda e fragmentação de hábitat na área continental de sua distribuição. Apesar de quase toda a distribuição conhecida para a espécie estar localizada em áreas de Unidades de Conservação de Proteção Integral (Parque Nacional do Superagüi e Parque Estadual do Lagamar de Cananéia), a população continental apresenta declínio continuado em virtude das ameaças identificadas. Considerando as estimativas populacionais existentes para a espécie, adotou-se, por precaução, o menor valor do intervalo estimado. Portanto, suspeita-se que o tamanho populacional não ultrapasse 250 indivíduos maduros, com declínio continuado em decorrência das ameaças listadas. Entretanto, em virtude da população da Ilha de Superagüi possuir mais de 50 indivíduos maduros, Leontopithecus caissara foi categorizada como Em Perigo (EN) de acordo com os critérios C2a(i)";" D."",""Sim"",""Sim"",""Paraná, São Paulo"",""|Sudeste|Sul|"",""Mata Atlântica"",""Sub-bacia Litoral SP PR SC"",""APA Cananéia-Iguape-Peruíbe, APA Guaraqueçaba, PARNA Superagui"",""PARQUE ESTADUAL LAGAMAR DE CANANEIA"","""",""Não"",""Declinando"",""11 - Mudanças e extremos climáticos 12 - Outras ameaças 1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.1 - Expansão urbana 4 - Transportes e serviços de transmissão|4.8 - Hidrovias 5 - Uso de recursos biológicos|5.3 - Extração florestal|5.3.1 - Uso intencional - subsistência/pequena escala 6 - Distúrbios humanos|6.1 - Atividades recreacionais/turísticas 8 - Espécies invasoras problemáticas e doenças|8.2 - Espécies domésticas 8 - Espécies invasoras problemáticas e doenças|8.5 - Doenças provocadas por vírus ou príons 9 - Poluição|9.1 - Doméstica e urbana - escoamento de água|9.1.1 - Esgoto 9 - Poluição|9.4 - Lixo e resíduos sólidos|9.4.1 - Urbanos"","""",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação dos Mamíferos da Mata Atlântica Central, Plano de Ação Nacional para a Conservação dos Primatas da Mata Atlântica e da Preguiça-de-Coleira"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022, CITES - Anexo I"","""",""""";;;; "Animalia,""Chordata"",""Mammalia"",""Cetartiodactyla"",""Tayassuidae"",""Tayassu"",""Tayassu pecari"",""Tayassu pecari"",""(Link, 1795)"",""Queixada"",""Mamíferos"",""02/2018"",""Vulnerável"","""",""A4cd"",""Tayassu pecari tem uma ampla distribuição no território nacional, mas necessita de grandes áreas bem protegidas para manutenção de subpopulações. Em 18 anos, ou três gerações da espécie, o país perdeu 16,2% de sua vegetação nativa"; portanto, estimou-se uma perda populacional de 21% no Brasil. Quando calculamos essa perda populacional de 21% (1) não excluímos os fragmentos com menos de 2000 ha, portanto assumimos que ali haveria queixadas; (2) não consideramos qualquer dado demográfico, seja impacto da caça nas populações remanescentes, os ciclos populacionais (e seja lá qual for o fator que desencadeie o ciclo) e capacidade de resiliência da espécie reaparecer sem as condições ideias (fragmentação, pobre qualidade de habitat, sobre impato de caça ou tomada de javalis); (3) não consideramos eventos estocásticos na previsão, como secas severas e falta de alimento para sustentar os enormes bandos de queixada;" (4) não consideramos a perda de habitat por exclusão competitiva pelo javali. Dessa forma, esta porcentagem pressupõe uma taxa constante de perda populacional, o que não é realista para Tayassu pecari, uma vez que essa espécie é a primeira a desaparecer em resposta a pressões humanas. No futuro próximo, existe a perspectiva de um grande aumento da degradação da qualidade de habitat na Amazônia devido, entre outros fatores, à expansão das rodovias e seu efeito de espinha de peixe, potencializando todas as demais ameaças, como caça e fragmentação, sobre a maior área de manutenção da espécie, em longo prazo, no país. Com todos esses fatores completariam os 9% de perda populacional nas próximas três gerações para que a espécie atinja os 30% necessários para ser incluída em Vulnerável. Portanto, as perdas populacionais da espécie, em um período de três gerações, devem atingir 30% ou mais, sendo categorizada como Vulnerável (VU) pelos critérios A4cd. Não existem informações sobre o fluxo populacional entre o Brasil e os países vizinhos, portanto a categoria não é alterada na avaliação regional."",""Não"",""Sim"",""Acre, Amapá, Amazonas, Bahia, Distrito Federal, Espírito Santo, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraná, Piauí, Rio de Janeiro, Rondônia, Roraima, Santa Catarina, São Paulo, Tocantins"",""|Centro-Oeste|Nordeste|Norte|Sudeste|Sul|"",""Amazônia, Cerrado, Mata Atlântica, Pantanal, Sistema Costeiro-Marinho"",""Sub-bacia Amapá Litoral Sub-bacia Araguaia Sub-bacia Doce Sub-bacia Foz Amazonas Sub-bacia Grande Sub-bacia Gurupi Sub-bacia Iguaçu Sub-bacia Jequitinhonha Sub-bacia Litoral BA ES Sub-bacia Litoral ES Sub-bacia Litoral RJ SP Sub-bacia Litoral SP Sub-bacia Litoral SP PR SC Sub-bacia Madeira Sub-bacia Mearim Sub-bacia Negro Sub-bacia Paraguai 01 Sub-bacia Paraguai 02 Sub-bacia Paraguai 03 Sub-bacia Paraíba do Sul Sub-bacia Paranaíba Sub-bacia Paranapanema Sub-bacia Paraná RH1 Sub-bacia Parnaíba Alto Sub-bacia Parnaíba Médio Sub-bacia Paru Sub-bacia Purus Sub-bacia São Francisco Alto Sub-bacia São Francisco Médio Sub-bacia Solimões Sub-bacia Tapajós Sub-bacia Tietê Sub-bacia Tocantins Alto Sub-bacia Tocantins Baixo Sub-bacia Trombetas Sub-bacia Uruguai Alto Sub-bacia Xingu"",""APA Cavernas do Peruaçu, APA do Boqueirao da Onça, APA Guaraqueçaba, APA Ilhas e Várzeas do Rio Paraná, APA Meandros do Rio Araguaia, APA Planalto Central, APA Serra da Mantiqueira, ESEC Cuniã, ESEC da Serra das Araras, ESEC da Terra do Meio, ESEC de Taiamã, ESEC de Uruçuí-Una, ESEC Iquê, ESEC Serra Geral do Tocantins, FLONA Altamira, FLONA Amapá, FLONA Caxiuanã, FLONA do Tapajós, FLONA Jamari, FLONA Saracá-Taquera, FLONA Tefé, FLONA Trairão, PARNA Amazônia, PARNA Anavilhanas, PARNA Araguaia, PARNA Campos Amazônicos, PARNA Cavernas do Peruaçu, PARNA da Chapada dos Guimarães, PARNA das Emas, PARNA da Serra da Bodoquena, PARNA da Serra da Capivara, PARNA da Serra das Confusões, PARNA da Serra do Itajaí, PARNA das Sempre-Vivas, PARNA de Brasília, PARNA de Ilha Grande, PARNA de Itatiaia, PARNA do Caparaó, PARNA do Descobrimento, PARNA do Jamanxim, PARNA do Pau Brasil, PARNA Grande Sertão Veredas, PARNA Guaricana, PARNA Iguaçu, PARNA Jaú, PARNA Juruena, PARNA Mapinguari, PARNA Montanhas do Tumucumaque, PARNA Nascentes do Lago Jari, PARNA Nascentes do Rio Parnaíba, PARNA Pico da Neblina, PARNA Saint-Hilaire/Lange, PARNA Serra da Cutia, PARNA Serra da Mocidade, PARNA Serra do Pardo, REBIO Bom Jesus, REBIO da Mata Escura, REBIO de Sooretama, REBIO do Córrego do Veado, REBIO do Guaporé, REBIO do Gurupi, REBIO do Lago Piratuba, REBIO Perobas, REBIO Tapirapé, REBIO Uatumã, RESEX Arapixi, RESEX Baixo Juruá, RESEX Cazumbá-Iracema, RESEX Chico Mendes, RESEX do Corumbau, RESEX Médio Juruá, RESEX Médio Purus, RESEX Rio Xingu, RESEX Riozinho da Liberdade, RESEX Tapajós-Arapiuns, REVIS das Veredas do Oeste Baiano"",""APA CAMPOS DO JORDÃO, APA MARINHA DO LITORAL SUL, APA SAPUCAí MIRIM, APA SERRA DO MAR, APA TIETê, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL COCHÁ E GIBÃO, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL DA CHAPADA DOS GUIMARÃES, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL DAS CABECEIRAS DO RIO CUIABÁ, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL DO ARQUIPÉLAGO DO MARAJÓ, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL DO LAGO DE TUCURUI, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL ESTADUAL DE GUARATUBA, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL LAGO DE SOBRADINHO, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL TRIUNFO DO XINGU, ÁREA DE RELEVANTE INTERESSE ECOLÓGICO JAPIIM PENTECOSTE, ESTAÇÃO ECOLÓGICA DE ACAUÃ, ESTAÇÃO ECOLÓGICA DE ÁGUAS EMENDADAS, ESTAÇÃO ECOLÓGICA DOS CAETETUS, ESTAÇÃO ECOLÓGICA JATAÍ, ESTAÇÃO ECOLÓGICA SAMUEL, FLORESTA ESTADUAL DO PARU, PARQUE ESTADUAL ÁGUAS DO CUIABÁ, PARQUE ESTADUAL CARLOS BOTELHO, PARQUE ESTADUAL CRISTALINO, PARQUE ESTADUAL DA ILHA DO CARDOSO, PARQUE ESTADUAL DA SERRA DO MAR, PARQUE ESTADUAL DA SERRA DO TABULEIRO, PARQUE ESTADUAL DA SERRA DOURADA, PARQUE ESTADUAL DAS NASCENTES DO RIO TAQUARI, PARQUE ESTADUAL DAS VÁRZEAS DO RIO IVINHEMA, PARQUE ESTADUAL DE CAMPOS DO JORDÃO, PARQUE ESTADUAL DE GUAJARÁ-MIRIM, PARQUE ESTADUAL DO CANTãO, PARQUE ESTADUAL DO JALAPãO, PARQUE ESTADUAL DO LAJEADO, PARQUE ESTADUAL DO MORRO DO CHAPÉU, PARQUE ESTADUAL DO PANTANAL DO RIO NEGRO, PARQUE ESTADUAL DO RIO DOCE, PARQUE ESTADUAL DOS PIRINEUS, PARQUE ESTADUAL IGARAPÉS DO JURUENA, PARQUE ESTADUAL RESTINGA DE BERTIOGA, PARQUE ESTADUAL SERRA RICARDO FRANCO, PARQUE ESTADUAL SERRA SANTA BÁRBARA, PARQUE ESTADUAL TURÍSTICO DO ALTO DO RIBEIRA, PARQUE ESTADUAL VEREDAS DO PERUAÇU, RESERVA BIOLÓGICA RIO OURO PRETO, RESERVA DE DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL AMANÃ, RESERVA DE DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL DO JUMA, RESERVA DE DESENVOLVIMENTO SUSTENTAVEL DO RIO MADEIRA, RESERVA DE DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL IGAPÓ-AÇU, RESERVA DE DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL MAMIRAUÁ, RESERVA DE DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL PIAGAÇU PURUS, RESERVA DE DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL UACARÍ"",""CRISTALINO III, PEUGEOT-ONF-BRASIL, RECANTO DAS ANTAS, RPPN Estância Caiman, RPPN Estância Ecológica SESC - Pantanal, RPPN Fazenda Figueira, RPPN Fazendinha"",""Não"",""Declinando"",""2 - Agropecuária e Aquacultura|2.1 - Culturas anuais e perenes não-madeireiras|2.1.4 - Agricultura de escala desconhecida 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.3 - Pecuária|2.3.4 - Pecuária em escala desconhecida 3 - Produção energética e mineração|3.2 - Mineração|3.2.6 - Tipo desconhecido 3 - Produção energética e mineração|3.3 - Energia renovável|3.3.1 - Hidrelétricas 3 - Produção energética e mineração|3.3 - Energia renovável|3.3.4 - Pequenas Centrais Hidrelétricas 4 - Transportes e serviços de transmissão|4.1 - Estradas e ferrovias 5 - Uso de recursos biológicos|5.1 - Caça e captura de animais terrestres ou marinhos|5.1.1 - Caça/captura intencional (a espécie é o alvo)|5.1.1.1 - Uso de subsistência/escambo local 5 - Uso de recursos biológicos|5.1 - Caça e captura de animais terrestres ou marinhos|5.1.1 - Caça/captura intencional (a espécie é o alvo)|5.1.1.6 - Retaliação/controle 5 - Uso de recursos biológicos|5.1 - Caça e captura de animais terrestres ou marinhos|5.1.2 - Efeitos indiretos (a espécie não é o alvo) 5 - Uso de recursos biológicos|5.3 - Extração florestal|5.3.5 - Motivação desconhecida 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.1 - Incêndios e supressão de incêndios|7.1.1 - Aumento da frequência/intensidade de incêndios 8 - Espécies invasoras problemáticas e doenças|8.1 - Espécies exóticas|8.1.1 - Espécie conhecida|8.1.1.1 - Competidores 8 - Espécies invasoras problemáticas e doenças|8.1 - Espécies exóticas|8.1.1 - Espécie conhecida|8.1.1.4 - Patógenos/Parasitas 8 - Espécies invasoras problemáticas e doenças|8.1 - Espécies exóticas|8.1.1 - Espécie conhecida|8.1.1.5 - Modificadores de habitat 8 - Espécies invasoras problemáticas e doenças|8.2 - Espécies domésticas|8.2.4 - Patógenos/Parasitas"",""1 - Alimentação humana|1.1 - Caça de subsistência 1 - Alimentação humana|1.2 - Caça para comércio"",""Criação de áreas protegidas, Implementação de áreas protegidas, Meios de subsistência, economia e outros incentivos, Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação dos Ungulados"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022, CITES - Anexo II"","""",""""";; "Animalia,""Chordata"",""Reptilia"",""Squamata"",""Dipsadidae"",""Calamodontophis"",""Calamodontophis ronaldoi"",""Calamodontophis ronaldoi"",""Franco, Cintra & Lema, 2006"",""Cobra-espada-do-paraná"",""Répteis"",""11/2019"",""Em Perigo"","""",""B1ab(iii)"",""Calamodontophis ronaldoi é endêmica do Brasil e conhecida apenas de dois exemplares provenientes dos municípios de Campo Largo e General Carneiro, no estado do Paraná. A espécie é considerada rara e provavelmente ocupa ambientes campestres da Mata Atlântica em áreas de planalto acima de 800 metros de altitude. A região entre os pontos de registro conhecidos foi intensamente amostrada em diferentes ambientes, sem que a espécie tenha sido encontrada, indicando uma distribuição naturalmente restrita, e sua extensão de ocorrência é estimada em cerca de 4.200 km2. As duas localidades onde foi registrada sofrem impactos negativos, principalmente perda de vegetação nativa e qualidade do hábitat, em decorrência da expansão das atividades pecuárias e agrícolas, e foram consideradas duas localizações. Por esses motivos, Calamodontophis ronaldoi foi categorizada como Em Perigo (EN), pelo critério B1ab(iii)."",""Sim"",""Sim"",""Paraná"",""|Sul|"",""Mata Atlântica"",""Sub-bacia Iguaçu Sub-bacia Litoral RJ SP"","""","""","""","""",""Desconhecida"",""2 - Agropecuária e Aquacultura|2.1 - Culturas anuais e perenes não-madeireiras|2.1.3 - Agricultura agro-industrial 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.3 - Pecuária|2.3.3 - Pecuária agro-industrial"","""",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação da Herpetofauna do Sul - 2º ciclo, Plano de Ação Nacional para a Conservação de Répteis e Anfíbios Ameaçados da Região Sul do Brasil"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Actinopterygii"",""Siluriformes"",""Pseudopimelodidae"",""Microglanis"",""Microglanis robustus"","""",""Ruiz & Shibatta, 2010"","""",""Peixes Continentais"",""09/2013"",""Criticamente em Perigo"",""Não"",""B2ab(ii,iii)"",""Microglanis robustus é endêmica do Brasil, conhecida da cachoeira de Jatobal e a jusante desta localidade, em Tucuruí, bacia do rio Tocantins, estado do Pará, sendo reportada apenas para trechos de corredeiras. A região de ocorrência conhecida da espécie (Área de Ocupação estimada em 8,0 km2) foi totalmente descaracterizada após o enchimento do reservatório da usina hidrelétrica (UHE) Tucuruí. Embora a descrição de Microglanis robustus seja relativamente recente (2010), todos os exemplares foram coletados em 1982, antes do enchimento do reservatório. Entretanto, como a espécie é de difícil captura, não há como comprovar sua extinção até que haja um incremento no esforço de coleta direcionada para a espécie nos tributários do rio Tocantins e nas proximidades de Jatobal. Com base nos registros de ocorrência da espécie, M. robustus apresenta área de ocupação (AOO) menor do que 10 km2, declínio da AOO e da qualidade do hábitat. Portanto, Microglanis robustus foi categorizada como Criticamente em Perigo (CR) pelos critérios B2ab(ii,iii)."",""Sim"",""Não"",""Pará"",""|Norte|"",""Amazônia"",""Região Hidrográfica do Tocantins/Araguaia Sub-bacia Tocantins Baixo"","""",""ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL DO LAGO DE TUCURUI"","""","""","""",""3 - Produção energética e mineração|3.3 - Energia renovável"","""","""","""","""","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Aves"",""Piciformes"",""Picidae"",""Celeus"",""Celeus torquatus tinnunculus"",""Celeus torquatus tinnunculus"",""(Wagler, 1829)"",""pica-pau-de-coleira"",""Aves"",""06/2019"",""Em Perigo"","""",""B2ab(iii)"",""Celeus torquatus tinnunculus é uma subespécie endêmica do leste do Brasil, com registros apenas em florestas de tabuleiro bem conservadas do sul da Bahia e norte do Espírito Santo. A área de ocupação (AOO) foi calculada em 420 km² e há declínio continuado de qualidade de habitat devido ao corte seletivo da vegetação e às queimadas. Tendo em vista sua grande dependência de remanescentes florestais íntegros e da impossibilidade de deslocamento dos indivíduos entre esses fragmentos, a população é severamente fragmentada, tendo mais de 50% de sua população separada por grandes distâncias, não havendo fluxo gênico. Dessa forma, C. t. tinnunculus foi categorizada como Em Perigo (EN) pelo critério B2ab(iii)."",""Sim"",""Sim"",""Bahia, Espírito Santo, Minas Gerais"",""|Nordeste|Sudeste|"",""Mata Atlântica"",""Sub-bacia Contas Sub-bacia Doce Sub-bacia Itapecuru-Paraguaçu Sub-bacia Litoral BA ES"",""PARNA do Descobrimento, PARNA do Monte Pascoal, PARNA do Pau Brasil, REBIO de Sooretama, REBIO de Una"",""ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL BAÍA DE CAMAMU, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL COSTA DE ITACARÉ/ SERRA GRANDE, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL SANTO ANTÔNIO"",""Estação Veracel, RPN Salto Apepique, RPPN Araçari, RPPN Ecoparque de Una, RPPN Juerana"",""Não"",""Declinando"",""5 - Uso de recursos biológicos|5.3 - Extração florestal|5.3.5 - Motivação desconhecida 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.1 - Incêndios e supressão de incêndios|7.1.3 - Tendência desconhecida"","""",""Plano de Ação Nacional (PAN), Proteção de recursos/habitat"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação das Aves Ameaçadas do Bioma Mata Atlântica"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Aves"",""Passeriformes"",""Thraupidae"",""Gubernatrix"",""Gubernatrix cristata"",""Gubernatrix cristata"",""(Vieillot, 1817)"",""cardeal-amarelo"",""Aves"",""10/2021"",""Criticamente em Perigo"",""Não"",""C1+2a(i,ii)";" D"",""Gubernatrix cristata ocorre na Argentina, Uruguai e Brasil (apenas no Rio Grande do Sul). Habita manchas de florestas espinhosas em áreas campestres, regiões arbustivas semidescampadas, áreas abertas com árvores esparsas, cercas-vivas e parque espinilho. Estima-se que haja 38 indivíduos maduros no Brasil, onde mais de 90% dos indivíduos estão concentrados em uma única subpopulação. Há declínio populacional continuado de cerca de 28% em uma geração da espécie, devido à forte pressão de captura. Dessa forma, G. cristata foi categorizada como Criticamente em Perigo (CR) pelo critério C1+2a(i,ii)";" D."",""Não"",""Sim"",""Rio Grande do Sul"",""|Sul|"",""Pampa"",""Sub-bacia Ibicuí Sub-bacia Litoral RS Sub-bacia Uruguai Médio"",""APA Ibirapuitã"","""","""",""Não"",""Declinando"",""2 - Agropecuária e Aquacultura|2.1 - Culturas anuais e perenes não-madeireiras|2.1.4 - Agricultura de escala desconhecida 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.2 - Silvicultura|2.2.3 - Plantações em escala desconhecida 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.3 - Pecuária|2.3.4 - Pecuária em escala desconhecida 5 - Uso de recursos biológicos|5.1 - Caça e captura de animais terrestres ou marinhos|5.1.1 - Caça/captura intencional (a espécie é o alvo)|5.1.1.2 - Comercial - Nacional/Local 8 - Espécies invasoras problemáticas e doenças|8.3 - Espécies nativas problemáticas|8.3.1 - Espécie conhecida|8.3.1.1 - Competidores 8 - Espécies invasoras problemáticas e doenças|8.3 - Espécies nativas problemáticas|8.3.1 - Espécie conhecida|8.3.1.4 - Patógenos/parasitas"",""3 - Animais de estimação/ornamentais"",""Controle e fiscalização, Criação de áreas protegidas, Educação e comunicação, Implementação de áreas protegidas, Manejo territorial, Plano de Ação Nacional (PAN), Políticas e regulamentações, Reprodução em cativeiro/propagação artificial"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação das Aves dos Campos Sulinos - 2º ciclo, Plano de Ação Nacional para a Conservação dos Passeriformes Ameaçados dos Campos Sulinos e Espinilho"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022, CITES - Anexo II"","""",""""";;;; "Animalia,""Chordata"",""Mammalia"",""Rodentia"",""Cricetidae"",""Oligoryzomys"",""Oligoryzomys rupestris"","""",""Weksler & Bonvicino, 2005"",""Rato-da-árvore, Rocky outcrop colilargo"",""Mamíferos"",""06/2013"",""Em Perigo"","""",""B2ac(iii,iv)"",""Oligoryzomys rupestris é endêmico de campos rupestres, ocorrendo em três localidades nos estados da Bahia, Goiás e Minas Gerais. A extensão de ocorrência conhecida da espécie tem 200.000 km2, mas a espécie é restrita a altitudes acima de 1.500 m, ou seja, sua área de ocupação é de cerca de 300 km2. A população da espécie pode ser considerada severamente fragmentada em função da grande distância e alteração do habitat entre as localidades conhecidas. As três localidades onde a espécie foi encontrada podem ser consideradas apenas três localizações, uma vez que o fogo representa uma ameaça plausível que pode extinguir qualquer uma destas subpopulações. Desta forma, a espécie está também sujeita a flutuações extremas em número de localizações, subpopulações e indivíduos maduros. Portanto, a espécie foi categorizada como Em perigo (EN) B2 ac (iii, iv)."",""Sim"",""Não"","""",""||"","""","""","""","""","""","""",""Desconhecida"","""","""","""","""","""","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Aves"",""Psittaciformes"",""Psittacidae"",""Anodorhynchus"",""Anodorhynchus glaucus"",""Anodorhynchus glaucus"",""(Vieillot, 1816)"",""arara-azul-pequena"",""Aves"",""06/2019"",""Regionalmente Extinta"","""","""",""Anodorhynchus glaucus ocorria no leste do Paraguai, oeste do Uruguai, nordeste da Argentina e Brasil (apenas no sul do Brasil). No Brasil, é conhecida apenas por relatos históricos. Não há qualquer registro ou indício de existência atual da espécie no Brasil e o nível de exploração ornitológica em áreas de ocorrência conhecida ou potencial é grande. Portanto, é altamente improvável que qualquer população remanescente no Brasil tenha passado despercebida até agora e não há nenhuma dúvida razoável quanto à inexistência de indivíduos neste país. Além disso, as chances de uma recolonização a partir de territórios vizinhos é virtualmente nula. Dessa forma, A. glaucus foi categorizada como Regionalmente Extinta (RE)."",""Não"",""Não"",""Mato Grosso do Sul, Rio Grande do Sul, Santa Catarina"",""|Centro-Oeste|Sul|"","""","""","""","""","""",""Não"",""Desconhecida"",""2 - Agropecuária e Aquacultura|2.1 - Culturas anuais e perenes não-madeireiras 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.3 - Pecuária 5 - Uso de recursos biológicos|5.1 - Caça e captura de animais terrestres ou marinhos|5.1.1 - Caça/captura intencional (a espécie é o alvo) 6 - Distúrbios humanos|6.2 - Exercícios militares distúrbio civil guerra 8 - Espécies invasoras problemáticas e doenças|8.6 - Doenças de causas desconhecidas"","""","""","""",""CITES - Anexo I"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Actinopterygii"",""Cyprinodontiformes"",""Rivulidae"",""Moema"",""Moema piriana"",""Moema piriana"",""Costa, 1989"",""annual killifish, Peixe anual"",""Peixes Continentais"",""08/2019"",""Criticamente em Perigo"",""Sim"",""B1ab(iii)"",""Moema piriana é endêmica do Brasil e conhecida apenas da localidade-tipo, uma poça de local indeterminado no município de Primavera, estado do Pará, com registros entre 1973 e 1988. Após 1988, a espécie não foi mais registrada, embora tenha havido esforços sucessivos de coleta na região, que é bem explorada para inventários ictiológicos. A extensão de ocorrência (EOO) estimada de M. piriana é certamente menor do que 100 km2 (B1), inserida em uma paisagem completamente alterada por desmatamento e atividade de mineração. Portanto, presume-se declínio continuado na qualidade do habitat da espécie (biii). Como o táxon é conhecido de uma única localidade, e, considerando o desmatamento da região como a principal ameaça, configura-se uma única localização (a). Por essas razões, M. piriana foi categorizada como Criticamente em Perigo (CR) pelos critérios B1ab(iii), estando possivelmente extinta."",""Sim"",""Sim"",""Pará"",""|Norte|"",""Amazônia"",""Sub-bacia Gurupi"","""","""","""",""Não"",""Declinando"",""3 - Produção energética e mineração|3.2 - Mineração|3.2.6 - Tipo desconhecido 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.3 - Outras modificações nos ecossistemas"","""",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação dos Peixes Rivulídeos Ameaçados de Extinção - 2º ciclo"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Arthropoda"",""Insecta"",""Lepidoptera"",""Papilionidae"",""Mimoides"",""Mimoides lysithous sebastianus"","""",""(Oberthür, 1880)"",""Borboleta, rabo-de-andorinha"",""Invertebrados Terrestres"",""03/2011"",""Vulnerável"","""",""B2ab(i,iii)"",""Mimoides lysithous sebastianus possui distribuição geográfica restrita às florestas de Mata Atlântica da baixada do norte do Rio de Janeiro à Bahia, com apenas quatro populações isoladas conhecidas (AOO menor que 2.000 km2). A região de ocorrência encontra-se extremamente fragmentada e com poucos remanescentes de mata contínua. A degradação da restinga e matas ciliares resulta na perda de qualidade do habitat. Portanto, o táxon foi categorizado como Vulnerável (VU), pelo critério B2ab(i,iii)."",""Sim"",""Não"","""",""||"","""","""","""","""","""",""Desconhecido"",""Desconhecida"","""","""",""Educação e comunicação, Proteção de recursos/habitat"","""","""","""",""""";;;;;; "Animalia,""Arthropoda"",""Insecta"",""Lepidoptera"",""Papilionidae"",""Mimoides"",""Mimoides lysithous harrisianus"","""",""(Swainson, 1822)"",""Borboleta, rabo-de-andorinha"",""Invertebrados Terrestres"",""11/2010"",""Criticamente em Perigo"",""Não"",""B1ab(i,ii,iii,iv)+2ab(i,ii,iii,iv)"",""Mimoides lysithous harrisianus encontra-se extremamente restrita a uma parcela de sua distribuição pretérita, sendo atualmente encontrada em apenas duas localidades próximas de restinga no norte do estado do Rio de Janeiro. Sua extensão de ocorrência (EOO) e sua área de ocupação (AOO) são estimadas em menos de 100 km2 e menos de 10 km2 respectivamente. Essa área sofre forte pressão antrópica, principalmente em decorrência de atividades agropecuárias, desmatamento e ocupação urbana. Levando-se em conta o ritmo acelerado de degradação dos habitat remanescentes, ações urgentes são necessárias para a proteção deste táxon. O táxon foi categorizado como Criticamente em Perigo (CR), segundo os critérios B1ab(i,ii,iii,iv)+2ab(i,ii,iii,iv)."",""Sim"",""Não"",""Rio de Janeiro"",""|Sudeste|"",""Mata Atlântica"",""Sub-bacia Litoral RJ"",""REBIO de Poço das Antas"","""","""","""",""Desconhecida"",""1 - Desenvolvimento residencial e comercial 2 - Agropecuária e Aquacultura"","""",""Implementação de áreas protegidas, Proteção de recursos/habitat"","""","""","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Actinopterygii"",""Characiformes"",""Lebiasinidae"",""Lebiasina"",""Lebiasina marilynae"",""Lebiasina marilynae"",""Netto-Ferreira, 2012"","""",""Peixes Continentais"",""10/2019"",""Vulnerável"","""",""D2"",""Lebiasina marilynae é endêmica do Brasil e conhecida apenas da série-tipo coletada em tributário do rio Curuá, no município de Altamira, estado do Pará. Apesar dos esforços empreendidos em duas expedições, realizadas nos anos de 2007 e 2009, e direcionados para a captura da espécie, não foram encontrados representantes de L. marilynae em outras localidades. Devido à distribuição limitada a trechos de cabeceira em regiões altas e à especificidade muito grande dos representantes de Lebiasina quanto aos micro e meso habitats, é possível que L. marilynae esteja restrita ao igarapé onde foram coletados os tipos e a áreas adjacentes muito próximas. A localidade-tipo está sujeita a impactos causados pela pavimentação da BR 163 e construção de pequenas centrais hidrelétricas (PCH) nas cabeceiras do rio Curuá. As áreas adjacentes próximas estão sujeitas aos mesmos impactos, que podem levar a espécie a extinção em um futuro próximo, sendo considerada apenas uma localização. A área de ocupação (AOO) de L. marilynae foi calculada em 20 km2. Portanto, a espécie foi categorizada como Vulnerável (VU) pelo critério D2."",""Sim"",""Sim"",""Pará"",""|Norte|"",""Amazônia"",""Sub-bacia Xingu"","""","""","""",""Não"",""Desconhecida"",""3 - Produção energética e mineração|3.3 - Energia renovável|3.3.4 - Pequenas Centrais Hidrelétricas 4 - Transportes e serviços de transmissão|4.1 - Estradas e ferrovias"","""",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação dos Peixes Amazônicos"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Actinopterygii"",""Characiformes"",""Lebiasinidae"",""Lebiasina"",""Lebiasina minuta"",""Lebiasina minuta"",""Netto-Ferreira, 2012"","""",""Peixes Continentais"",""10/2019"",""Vulnerável"","""",""D2"",""Lebiasina minuta é endêmica do Brasil e conhecida apenas da série-tipo, coletada no rio Treze de Maio, drenagem do rio Iriri, bacia do rio Xingu, município de Altamira, Pará. Apesar dos esforços empreendidos em duas expedições, realizadas nos anos de 2007 e 2009, e direcionados para a captura da espécie, não foram encontrados representantes de L. minuta em outras localidades. Devido à distribuição limitada a trechos de cabeceira em regiões altas e à especificidade muito grande de representantes de Lebiasina quanto aos micro e meso habitats, é possível que L. minuta esteja restrita aos igarapés onde foram coletados os tipos e áreas adjacentes muito próximas. A região onde L. minuta ocorre está sujeita a impactos causados pela construção da Pequena Central Hidrelétrica Buriti, nas cabeceiras do rio Treze de Maio. As áreas adjacentes estariam sujeitas aos mesmos impactos podendo levar a espécie a extinção em um futuro próximo, sendo, portanto, considerada apenas uma localização. A área de ocupação (AOO) de L. minuta foi calculada em 16 km2. Assim, a espécie foi categorizada como Vulnerável (VU) pelo critério D2."",""Sim"",""Sim"",""Pará"",""|Norte|"",""Amazônia"",""Sub-bacia Xingu"","""","""","""",""Não"",""Desconhecida"",""3 - Produção energética e mineração|3.3 - Energia renovável|3.3.4 - Pequenas Centrais Hidrelétricas"","""",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação dos Peixes Amazônicos"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Actinopterygii"",""Ophidiiformes"",""Ophidiidae"",""Ophidion"",""Ophidion holbrookii"","""",""(Putnam, 1874)"","""",""Peixes Marinhos (ósseos)"",""09/2011"",""Criticamente em Perigo"",""Não"",""A2d"",""Ophidion holbrookii distribui-se no Atlântico ocidental, da Carolina do Norte ao sul do Brasil. Porém, o hiato na distribuição entre a Venezuela e o Sudeste do Brasil e a análise preliminar de indivíduos de espécies congêneres, indicam que possivelmente possa se tratar de um táxon não descrito e, portanto, endêmico. Entretanto, todas as informações biológicas e populacionais disponíveis para o Brasil dizem respeito à mesma entidade específica, de modo que não existem problemas taxonômicos que impeçam sua avaliação o País. Entre meados das décadas de 80 e 90, era uma das espécies mais abundantes como fauna acompanhante da pesca de camarão-rosa, entre 30 e 90m de profundidade, desde Cabo Frio (RJ) até o norte de Santa Catarina. A principal ameaça passada e atual é o impacto da pesca de arrasto sobre a espécie, o que pode ser constatado pela grande queda na sua abundância. A produção pesqueira da espécie no Estado de São Paulo iniciou com cerca de 0,5 t, desembarcada em 1972, seguida de crescimento significativo a partir de 1983, com ápice em 1986 com 66 t. Desde meados da década de 90, os desembarques decresceram drasticamente e a sua pesca colapsou com raros exemplares identificados nas capturas em São Paulo na atualidade. Observações realizadas junto ao desembarque das frotas em SC e RJ mostram a mesma tendência de forte declínio. O tempo geracional calculado para a espécie é de 5 anos. Suspeita-se, portanto, que a redução da população de O. holbrookii supere o limiar de 80% em uma janela de três gerações (15 anos) no passado. A espécie apresenta segregação sexual, ontogenética e batimétrica, características que denotam a sua vulnerabilidade. A sua presença ao longo de sua área de distribuição está associada a determinadas características de sedimento, não sendo, portanto, homogênea. Endemismo, concentração reprodutiva em época de intensa atuação da frota de arrasto, aliada a já comentada segregação e a redução populacional, que superam 80% da população, levam a espécie a ser listada como Criticamente em Perigo – CR A2d"",""Não"",""Não"",""Espírito Santo, Rio de Janeiro, São Paulo"",""|Sudeste|"",""Sistema Costeiro-Marinho"","""","""",""APA MARINHA DO LITORAL CENTRO, APA MARINHA DO LITORAL NORTE, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL DO PAU BRASIL, PARQUE ESTADUAL DE ILHABELA"","""",""Desconhecido"",""Declinando"",""5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.5 - Captura indireta - subsistência/pequena escala|5.4.5.6 - Arrasto 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.6 - Captura indireta - larga escala|5.4.6.6 - Arrasto"",""1 - Alimentação humana|1.7 - Pesca artesanal|1.7.6 - Arrasto 1 - Alimentação humana|1.8 - Pesca industrial|1.8.6 - Arrasto"",""Criação de áreas protegidas, Manejo/ordenamento de caça/pesca, Proteção de locais/áreas"","""","""","""",""30 , 40""";;;;;; "Animalia,""Arthropoda"",""Insecta"",""Lepidoptera"",""Pieridae"",""Perrhybris"",""Perrhybris pamela flava"",""Perrhybris pamela flava"",""Oberthür, 1896"",""Borboleta"",""Invertebrados Terrestres"",""08/2021"",""Em Perigo"","""",""B1ab(iii)"",""Perrhybris pamela flava é endêmica do Brasil, registrada apenas em floresta bem conservada da Mata Atlântica nos municípios de Alegre, Santa Leopoldina, Santa Teresa e Serra (ES). Sua extensão de ocorrência (EOO) foi calculada em 2.370km2. A área de distribuição da espécie é fortemente afetada pela expansão urbana e atividades agrícolas, que causam redução e fragmentação do habitat remanescente. Essas atividades também fazem uso recorrente de pesticidas e herbicidas que contribuem para declínio continuado da qualidade do habitat. Considerando a baixa capacidade de dispersão da espécie, a alta fidelidade a ambientes preservados e a alta taxa de transformação da paisagem onde ela vive, suspeita-se que sua população esteja severamente fragmentada. Por essas razões, Perrhybris pamela flava foi categorizada como Em Perigo (EN), pelo critério B1ab(iii)."",""Sim"",""Sim"",""Espírito Santo"",""|Sudeste|"",""Mata Atlântica"",""Sub-bacia Litoral ES"","""","""","""",""Desconhecido"",""Desconhecida"",""1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.1 - Expansão urbana 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.1 - Culturas anuais e perenes não-madeireiras|2.1.4 - Agricultura de escala desconhecida"","""",""Plano de Ação Nacional (PAN), Proteção de recursos/habitat"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação de Insetos Polinizadores, Plano de Ação Nacional para a Conservação de Lepidópteros"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Reptilia"",""Squamata"",""Mabuyidae"",""Brasiliscincus"",""Brasiliscincus caissara"",""Brasiliscincus caissara"",""(Rebouças-Spieker, 1974)"",""Calango-liso-da-restinga"",""Répteis"",""03/2021"",""Em Perigo"","""",""B1ab(iii)"",""Brasiliscincus caissara é endêmica do Brasil, do bioma Mata Atlântica, e possui ocorrência restrita a áreas de baixada no litoral do estado de São Paulo. Sua extensão de ocorrência (EOO) foi estimada em 952 km². A espécie ocorre em restingas semiabertas, não sendo encontrada em florestas mais úmidas da baixada. O hábitat da espécie é historicamente alterado e ainda encontra-se sob intensa pressão de degradação e fragmentação em decorrência da urbanização, industrialização, agricultura e turismo desordenado, dentre outros fatores. Entre 2009 e 2019, houve redução de 11,5km² (1,5%) de vegetação dentro da sua EOO. A espécie possui baixa capacidade de dispersão e sua população encontra-se severamente fragmentada. Por essas razões, Brasiliscincus caissara foi avaliada como Em Perigo (EN), pelo critério B1ab(iii)."",""Sim"",""Sim"",""São Paulo"",""|Sudeste|"",""Mata Atlântica"",""Sub-bacia Litoral SP"","""",""APA MARINHA DO LITORAL CENTRO"",""RPPN Morro do Curussu Mirim, RPPN Reserva Rizzieri, RPPN Sítio do Jacu"","""",""Desconhecida"",""1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.1 - Expansão urbana 1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.2 - Áreas comerciais e industriais 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.1 - Culturas anuais e perenes não-madeireiras|2.1.3 - Agricultura agro-industrial 6 - Distúrbios humanos|6.1 - Atividades recreacionais/turísticas"","""",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para conservação da Herpetofauna Ameaçada da Mata Atlântica da Região Sudeste do Brasil"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Reptilia"",""Squamata"",""Gymnophthalmidae"",""Colobodactylus"",""Colobodactylus dalcyanus"",""Colobodactylus dalcyanus"",""Vanzolini & Ramos, 1977"",""Lagartinho-do-folhedo"",""Répteis"",""03/2021"",""Em Perigo"","""",""B1ab(iii)"",""Colobodactylus dalcyanus é endêmica do Brasil, conhecida de poucos registros em áreas de altitude acima de 1.400 metros ao longo da Serra da Mantiqueira, na região da divisa entre os estados de Minas Gerais, São Paulo e Rio de Janeiro. A espécie é encontrada em áreas de florestas e em campos de altitude na Mata Atlântica e sua extensão de ocorrência foi estimada em 1.010 km2. Suas subpopulações estão restritas a pequenos remanescentes isolados, que sofrem pressões decorrentes da expansão urbana, exploração madeireira, incêndios e conversão de áreas naturais em terras agrícolas, causando declínio contínuo da qualidade do hábitat e fragmentação severa da população. Por essas razões, Colobodactylus dalcyanus foi avaliada como Em Perigo (EN) pelo critério B1ab(iii)."",""Sim"",""Sim"",""Minas Gerais, Rio de Janeiro, São Paulo"",""|Sudeste|"",""Mata Atlântica"",""Sub-bacia Grande Sub-bacia Paraíba do Sul"",""APA Serra da Mantiqueira, PARNA de Itatiaia"",""APA CAMPOS DO JORDÃO"","""","""",""Desconhecida"",""1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.1 - Expansão urbana 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.1 - Culturas anuais e perenes não-madeireiras|2.1.4 - Agricultura de escala desconhecida 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.2 - Silvicultura|2.2.2 - Plantações agro-industriais 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.3 - Pecuária|2.3.4 - Pecuária em escala desconhecida 5 - Uso de recursos biológicos|5.3 - Extração florestal|5.3.5 - Motivação desconhecida 6 - Distúrbios humanos|6.1 - Atividades recreacionais/turísticas 9 - Poluição|9.3 - Agropecuária e florestal|9.3.3 - Herbicidas e pesticidas 9 - Poluição|9.4 - Lixo e resíduos sólidos|9.4.1 - Urbanos"","""",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para conservação da Herpetofauna Ameaçada da Mata Atlântica da Região Sudeste do Brasil"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Reptilia"",""Squamata"",""Liolaemidae"",""Liolaemus"",""Liolaemus arambarensis"",""Liolaemus arambarensis"",""Verrastro, Veronese, Bujes & Dias-Filho, 2003"","""",""Répteis"",""03/2021"",""Em Perigo"","""",""B1ab(ii,iii)+2ab(ii,iii)";" C1"",""Liolaemus arambarensis é endêmica do Brasil, conhecida apenas para o estado do Rio Grande do Sul, com distribuição restrita às restingas sobre depósitos arenosos a noroeste da lagoa dos Patos, na região dos municípios de Arambaré, Barra do Ribeiro, Tapes e Viamão. Tanto sua extensão de ocorrência como sua área de ocupação foram estimadas em 348 km2. A espécie possui forte associação com vegetação herbácea e arbustivo/arbórea e é bastante sensível a alterações nesses ambientes. As principais ameaças são a crescente urbanização dos loteamentos em balneários e a expansão das monoculturas de árvores exóticas (Eucalyptus sp. e Pinus sp.), que provocam declínio continuado da área de ocupação e da qualidade de hábitat. A espécie possui baixa capacidade de dispersão e já foi demonstrada baixa diversidade genética entre as subpopulações, evidenciando uma população severamente fragmentada. Estudo recente estimou o tamanho da população da espécie entre 250 e 2.500 indivíduos maduros e uma redução populacional de pelo menos 20% no período de duas gerações (6 anos). Por essas razões, Liolaemus arambarensis foi avaliada como Em Perigo (EN) pelos critérios B1ab(ii,iii)+2ab(ii,iii)";" C1."",""Sim"",""Sim"",""Rio Grande do Sul"",""|Sul|"",""Pampa"",""Sub-bacia Guaíba Sub-bacia Litoral RS"","""","""",""ESTADUAL BARBA"","""",""Declinando"",""1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.1 - Expansão urbana 1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.2 - Áreas comerciais e industriais 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.2 - Silvicultura|2.2.3 - Plantações em escala desconhecida"","""",""Conscientização/comunicação, Criação de áreas protegidas, Plano de Ação Nacional (PAN), Políticas e regulamentações, Restauração de habitat e processos naturais"",""Plano de Ação Nacional Lagoas do Sul, Plano de Ação Nacional para a Conservação da Herpetofauna do Sul - 2º ciclo, Plano de Ação Nacional para a Conservação de Répteis e Anfíbios Ameaçados da Região Sul do Brasil"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;; "Animalia,""Chordata"",""Reptilia"",""Squamata"",""Gymnophthalmidae"",""Procellosaurinus"",""Procellosaurinus tetradactylus"",""Procellosaurinus tetradactylus"",""Rodrigues, 1991"","""",""Répteis"",""04/2021"",""Em Perigo"","""",""B1ab(iii)+2ab(iii)"",""Procellosaurinus tetradactylus é endêmica do Brasil e conhecida somente nas dunas da margem esquerda do Rio São Francisco, na região de Alagoado (localidade-tipo), no município de Casa Nova, Bahia. Tanto sua extensão de ocorrência como sua área de ocupação foram estimadas em 64 km². A espécie é fossorial e ocorre em dunas de solo arenoso. A principal ameaça à espécie é a alteração de seu ambiente provocada pela instalação de usinas eólicas e fotovoltaicas. Além disso, a retirada de areia e a desestabilização das dunas, provocada por diversas atividades, como retirada de lenha, pisoteio de gado, agricultura em pequena escala e aumento do tráfego de veículos, especialmente decorrente do turismo desordenado, também representam ameaças, que provocam declínio contínuo da qualidade do hábitat. Considerando a instalação de usinas eólicas como principal ameaça, foram definidas duas localizações. Portanto, Procellosaurinus tetradactylus foi avaliada como Em Perigo (EN), pelos critérios B1ab(iii)+2ab(iii)."",""Sim"",""Sim"",""Bahia"",""|Nordeste|"",""Caatinga"",""Sub-bacia São Francisco Médio"","""",""ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL LAGO DE SOBRADINHO"","""","""",""Desconhecida"",""2 - Agropecuária e Aquacultura|2.1 - Culturas anuais e perenes não-madeireiras|2.1.2 - Agricultura em pequenas propriedades 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.3 - Pecuária|2.3.2 - Pecuária em pequenas propriedades 3 - Produção energética e mineração|3.2 - Mineração|3.2.1 - Extração de areia 3 - Produção energética e mineração|3.3 - Energia renovável|3.3.1 - Hidrelétricas 3 - Produção energética e mineração|3.3 - Energia renovável|3.3.2 - Parques eólicos 3 - Produção energética e mineração|3.3 - Energia renovável|3.3.3 - Parque de energia solar 5 - Uso de recursos biológicos|5.3 - Extração florestal|5.3.5 - Motivação desconhecida 6 - Distúrbios humanos|6.1 - Atividades recreacionais/turísticas 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.2 - Represas e uso de água|7.2.10 - Represas (grandes)"","""",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação da Herpetofauna do Nordeste - 2º ciclo"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Reptilia"",""Squamata"",""Tropiduridae"",""Stenocercus"",""Stenocercus azureus"",""Stenocercus azureus"",""(Müller, 1882)"",""Iguaninha-azul, Lagarto-das-pedras, Lagratixa-azul"",""Répteis"",""03/2021"",""Em Perigo"","""",""B2ab(ii,iii,iv)"",""Stenocercus azureus ocorre no Brasil, Uruguai e Argentina. No Brasil, há registros nos estados de São Paulo, Paraná e Rio Grande do Sul. Apesar da ampla distribuição no país, a espécie ocorre de forma descontinua e extremamente localizada, apresentando íntima associação com afloramentos rochosos. Sua área de ocupação foi estimada em apenas 396 km². Os últimos registros em São Paulo e Paraná são das décadas de 1930-40 e, no Rio Grande do Sul, a espécie não tem sido registrada na porção central do estado, onde seu hábitat foi quase totalmente destruído. A região onde a espécie ainda é registrada vem sofrendo acelerada perda e degradação de hábitat pelo avanço da agricultura, instalação de parques eólicos e silvicultura. Essas pressões provocam declínio contínuo da qualidade do hábitat e das subpopulações e, considerando a sua especificidade de hábitat e sua baixa capacidade de dispersão, supõe-se que sua população esteja severamente fragmentada. Por esses motivos, Stenocercus azureus foi avaliada como Em Perigo (EN), pelo critério B2ab(ii,iii,iv)."",""Não"",""Sim"",""Paraná, Rio Grande do Sul, São Paulo"",""|Sudeste|Sul|"",""Mata Atlântica, Pampa"",""Sub-bacia Guaíba Sub-bacia Ibicuí Sub-bacia Uruguai Médio"",""APA Ibirapuitã"","""","""","""",""Declinando"",""2 - Agropecuária e Aquacultura|2.1 - Culturas anuais e perenes não-madeireiras|2.1.4 - Agricultura de escala desconhecida 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.2 - Silvicultura|2.2.3 - Plantações em escala desconhecida 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.3 - Pecuária|2.3.4 - Pecuária em escala desconhecida 3 - Produção energética e mineração|3.3 - Energia renovável|3.3.2 - Parques eólicos"","""",""Criação de áreas protegidas, Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação da Herpetofauna do Sul - 2º ciclo, Plano de Ação Nacional para a Conservação de Répteis e Anfíbios Ameaçados da Região Sul do Brasil, Plano de Ação Nacional para conservação da Herpetofauna Ameaçada da Mata Atlântica da Região Sudeste do Brasil"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Reptilia"",""Squamata"",""Tropiduridae"",""Tropidurus"",""Tropidurus hygomi"",""Tropidurus hygomi"",""Reinhardt & Lütken, 1861"",""Calango, Catende, Lagartixa-de-restinga"",""Répteis"",""04/2021"",""Vulnerável"","""",""B1ab(ii,iii)"",""Tropidurus hygomi é endêmica do Brasil, onde apresenta ocorrência predominante em restingas de solos arenosos no litoral norte do estado da Bahia e Sergipe. A espécie ocorre também na Serra de Itabaiana, em Sergipe. e sua extensão de ocorrência foi calculada em 9.586 km². A principal ameaça é a contínua perturbação e fragmentação das restingas, que estão sendo rapidamente substituídas por habitações e construções urbanas, além de serem impactadas por linhas de transmissão, abertura de estradas, incêndios, presença de gado e atividades agrícolas. Essas pressões provocam declínio de área e da qualidade do hábitat, além de fragmentarem severamente a população da espécie, que possui baixa capacidade de dispersão e não é encontrada em ambientes antropizados. Por esses motivos, Tropidurus hygomi foi avaliada como Vulnerável (VU) pelo critério B1ab(ii,iii)."",""Sim"",""Sim"",""Bahia, Sergipe"",""|Nordeste|"",""Mata Atlântica, Sistema Costeiro-Marinho"",""Sub-bacia Itapecuru-Paraguaçu Sub-bacia Litoral SE Sub-bacia São Francisco Baixo"",""PARNA da Serra de Itabaiana, REBIO Santa Isabel"",""ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL LAGOAS DE GUARAJUBA, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL LAGOAS E DUNAS DO ABAETÉ, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL PLATAFORMA CONTINENTAL DO LITORAL NORTE"","""","""",""Declinando"",""1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.1 - Expansão urbana 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.1 - Culturas anuais e perenes não-madeireiras|2.1.4 - Agricultura de escala desconhecida 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.3 - Pecuária|2.3.4 - Pecuária em escala desconhecida 4 - Transportes e serviços de transmissão|4.1 - Estradas e ferrovias 4 - Transportes e serviços de transmissão|4.7 - Linhas de força/transmissão 6 - Distúrbios humanos|6.1 - Atividades recreacionais/turísticas 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.1 - Incêndios e supressão de incêndios|7.1.1 - Aumento da frequência/intensidade de incêndios 8 - Espécies invasoras problemáticas e doenças|8.3 - Espécies nativas problemáticas|8.3.1 - Espécie conhecida|8.3.1.1 - Competidores 9 - Poluição|9.4 - Lixo e resíduos sólidos|9.4.1 - Urbanos"","""",""Plano de Ação Nacional (PAN), Proteção de recursos/habitat"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação da Herpetofauna Ameaçada da Mata Atlântica Nordestina, Plano de Ação Nacional para a Conservação da Herpetofauna do Nordeste - 2º ciclo"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Echinodermata"",""Asteroidea"",""Valvatida"",""Oreasteridae"",""Oreaster"",""Oreaster reticulatus"","""",""(Linnaeus, 1758)"",""estrela-do-mar"",""Invertebrados Marinhos"",""10/2014"",""Vulnerável"","""",""A2cde"",""Oreaster reticulatus distribui-se entre a Carolina do Norte (EUA) e o sul do Brasil, em Santa Catarina, incluindo a Ilha de Trindade e Cabo Verde, de zero à 70 m de profundidade. Como toda espécie de hábito bentônico, é altamente suscetível ao efeito dos poluentes e da pesca de arrasto de fundo. A coleta ilegal e indiscriminada destes animais ainda é realizada em algumas regiões brasileiras. Além disso, existem registros recentes de infestação por patógeno desconhecido. Considerando a distribuição no Brasil, suspeita-se que a espécie tenha sofrido redução de pelo menos 30%. Por estes motivos, a espécie é categorizada como Vulnerável (VU), segundo o critério A2cde."",""Não"",""Não"","""",""||"","""","""","""","""","""","""","""","""","""","""","""","""","""",""0 , 70""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Actinopterygii"",""Siluriformes"",""Trichomycteridae"",""Trichomycterus"",""Trichomycterus triguttatus"","""",""(Eigenmann, 1918)"","""",""Peixes Continentais"",""05/2013"",""Criticamente em Perigo"",""Não"",""B1ab(v)"",""Trichomycterus triguttatus é conhecida apenas de três exemplares (holótipo e parátipos), coletados em 1908, em um trecho do rio Paraíba do Sul e em poças marginais e afluentes, atualmente localizados na sede do município de Jacareí, São Paulo. Desde então, não houve nenhum outro registro da espécie, apesar dos esforços de coletas na região, tanto no passado quanto recentemente. A Extensão de Ocorrência (EOO) estimada é menor que 100 km² (B1), e a região atualmente está totalmente descaracterizada pela intensa urbanização, correspondendo a uma única localização (a=1). Como a espécie não foi encontrada nos últimos 100 anos ao menos, considera-se que o declínio de indivíduos maduros foi extremo (bv). Portanto, Trichomycterus triguttatus foi categorizada como Criticamente em Perigo (CR) B1ab(v), e é possível que esteja Extinta (EX)."",""Sim"",""Não"",""São Paulo"",""|Sudeste|"",""Mata Atlântica"",""Sub-bacia Paraíba do Sul"","""","""","""",""Desconhecido"",""Declinando"","""","""","""","""","""","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Actinopterygii"",""Characiformes"",""Bryconidae"",""Brycon"",""Brycon vermelha"",""Brycon vermelha"",""Lima & Castro, 2000"",""Vermelha"",""Peixes Continentais"",""10/2021"",""Em Perigo"","""",""B2ab(iii,v)"",""Brycon vermelha é endêmica do Brasil e ocorre nas porções média e alta da bacia do rio Mucuri, nos estados da Bahia e Minas Gerais. Pescadores do município de Carlos Chagas, no estado do Minas Gerais, relataram a ocorrência da espécie no rio São Mateus, na divisa com o estado do Espírito Santo, em uma drenagem costeira ao sul do rio Mucuri";" entretanto, esses registros não foram confirmados. É uma espécie migradora, pouco abundante e pouco frequente, sendo bastante afetada pela degradação ambiental dos rios e por barramentos. Com o início da operação da PCH Mucuri, em setembro de 2013, no município de Carlos Chagas, na principal área de ocorrência atual da espécie, sua perspectiva de conservação reduziu-se ainda mais. Em ambas as bacias, a espécie vem sofrendo declínios populacionais consideráveis, e portanto perda de indivíduos maduros, mas não existem dados quantitativos para mensurar essas taxas com segurança. A Área de Ocupação (AOO) foi calculada em 132 km², considerando o gride de 4 km² sobre os trechos de rios com registro atual e potencial da espécie. Infere-se que o que restou da população se encontra severamente fragmentado, pois nenhuma subpopulação detém mais de 50% dos indivíduos. Além disso, seus ambientes preferenciais estão sendo progressivamente descaracterizados, em virtude da remoção de vegetação ciliar, poluição, assoreamento, construção de barragens e introdução de espécies exóticas e alóctones, o que qualifica o declínio continuado da qualidade do habitat. Desta forma, Brycon vermelha foi categorizada como Em Perigo (EN) pelo critério B2ab(iii,v)."",""Sim"",""Sim"",""Espírito Santo, Minas Gerais"",""|Sudeste|"",""Mata Atlântica"",""Sub-bacia Litoral BA ES"","""","""","""",""Sim"",""Declinando"",""3 - Produção energética e mineração|3.3 - Energia renovável|3.3.1 - Hidrelétricas 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.1 - Captura intencional - subsistência/pequena escala|5.4.1.3 - Aparelho com anzol|5.4.1.3.5 - Linha de fundo e linha de mão 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.3 - Outras modificações nos ecossistemas 8 - Espécies invasoras problemáticas e doenças|8.1 - Espécies exóticas|8.1.1 - Espécie conhecida|8.1.1.1 - Competidores 8 - Espécies invasoras problemáticas e doenças|8.1 - Espécies exóticas|8.1.1 - Espécie conhecida|8.1.1.2 - Predadores 9 - Poluição|9.1 - Doméstica e urbana - escoamento de água|9.1.1 - Esgoto 9 - Poluição|9.2 - Industrial|9.2.4 - Tipo desconhecido 9 - Poluição|9.3 - Agropecuária e florestal|9.3.2 - Erosão do solo/sedimentação"",""4 - Caça/pesca esportiva"",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação dos Peixes e Eglas da Mata Atlântica"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;; "Animalia,""Chordata"",""Actinopterygii"",""Perciformes"",""Serranidae"",""Mycteroperca"",""Mycteroperca bonaci"","""",""(Poey, 1860)"",""badejo, badejo-quadrado, Sirigado"",""Peixes Marinhos (ósseos)"","""",""Vulnerável"","""",""A2d"",""Mycteroperca bonaci ocorre no Brasil, desde o estado do Pará a Santa Catarina, incluindo todas as ilhas oceânicas, exceto o Arquipélago São Pedro São Paulo. Também ocorre em montes submarinos da cadeia dos Abrolhos Norte (Minerva, Rodger e Hotspur) e Sirius (norte do Brasil). Declínios populacionais acentuados foram registrados no Brasil desde os anos 1970, devido a uma pescaria dirigida especialmente à esta espécie durante várias décadas. Ainda é muito pescado em toda sua área de ocorrência no Brasil, incluindo a pesca voltada para grandes agregações conhecidas como “arribadas” ou “correção”. Estimativas de censo visual subaquático mostram abundâncias baixas ao longo da costa brasileira, mesmo dentro de áreas de proteção integral. Apesar de alguns sinais de recuperação nessas áreas, áreas de proteção marinha ainda são poucas e sujeitas a problemas na aplicação da lei. Na região dos Abrolhos, uma das áreas mais importantes para a espécie, a proporção de juvenis nas capturas indicam sobrepesca crescente. Além disso, a espécie tem características como maturação tardia, alta longevidade e formação de agregações reprodutivas, que a torna mais vulnerável à sobrepesca. É esperado que a população desta espécie continue a diminuir no futuro, se as ameaças atuais permanecerem. Considerando a redução populacional de pelo menos 30% no tempo de três gerações, a pressão contínua, a falta de planos específicos de gestão, o alto valor de mercado e status de baixa abundância, Mycteroperca bonaci foi categorizada como Vulnerável (VU) pelo critério A2d. Mycteroperca bonaci ocorre no Brasil, desde o estado do Pará a Santa Catarina, incluindo todas as ilhas oceânicas, exceto o Arquipélago São Pedro São Paulo. Também ocorre em montes submarinos da cadeia dos Abrolhos Norte (Minerva, Rodger e Hotspur) e Sirius (norte do Brasil). Declínios populacionais acentuados foram registrados no Brasil desde os anos 1970, devido a uma pescaria dirigida especialmente à esta espécie durante várias décadas. Ainda é muito pescado em toda sua área de ocorrência no Brasil, incluindo a pesca voltada para grandes agregações conhecidas como “arribadas” ou “correção”. Estimativas de censo visual subaquático mostram abundâncias baixas ao longo da costa brasileira, mesmo dentro de áreas de proteção integral. Apesar de alguns sinais de recuperação nessas áreas, áreas de proteção marinha ainda são poucas e sujeitas a problemas na aplicação da lei. Na região dos Abrolhos, uma das áreas mais importantes para a espécie, a proporção de juvenis nas capturas indicam sobrepesca crescente. Além disso, a espécie tem características como maturação tardia, alta longevidade e formação de agregações reprodutivas, que a torna mais vulnerável à sobrepesca. É esperado que a população desta espécie continue a diminuir no futuro, se as ameaças atuais permanecerem. Considerando a redução populacional de pelo menos 30% no tempo de três gerações, a pressão contínua, a falta de planos específicos de gestão, o alto valor de mercado e status de baixa abundância, Mycteroperca bonaci foi categorizada como Vulnerável (VU) pelo critério A2d."",""Não"",""Não"","""",""||"",""Amazônia, Caatinga, Mata Atlântica, Sistema Costeiro-Marinho"","""",""APA Delta do Parnaíba, ESEC Tamoios, PARNA Marinho dos Abrolhos, RESEX Acaú-Goiana, RESEX do Corumbau"",""APA MARINHA DO LITORAL NORTE, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL BAÍA DE TODOS OS SANTOS, ÁREA DE PROTEçãO AMBIENTAL DA BAIXADA MARANHENSE, ÁREA DE PROTEçãO AMBIENTAL DAS REENTRâNCIAS MARANHENSES, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL DE TAMOIOS, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL DO CATOLÉ E FERNÃO VELHO, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL PONTA DA BALEIA / ABROLHOS, ARIE DE SãO SEBASTIãO, PARQUE ESTADUAL DA COSTA DO SOL, PARQUE ESTADUAL DA ILHA GRANDE, PARQUE ESTADUAL DE ILHABELA, PARQUE ESTADUAL MARINHO DO PARCEL DE MANUEL LUíS, RESERVA DE DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL DO AVENTUREIRO"",""RPPN Gleba O Saquinho de Itapirapuá, RPPN Reserva Rizzieri"",""Desconhecido"",""Declinando"",""11 - Mudanças e extremos climáticos|11.1 - Mudança/alteração de habitat 5 - Uso de recursos biológicos 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos 7 - Modificações nos sistemas naturais 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.3 - Outras modificações nos ecossistemas"","""",""Recuperação de espécies"","""","""","""",""""";;;;;; "Animalia,""Arthropoda"",""Insecta"",""Hymenoptera"",""Formicidae"",""Mycetophylax"",""Mycetophylax simplex"","""",""(Emery, 1888)"",""formiga, Formiga"",""Invertebrados Terrestres"",""05/2014"",""Vulnerável"","""",""B2ab(ii,iii)"",""Mycetophylax simplex é endêmica do Brasil, de ecossistemas de restinga no litoral dos estados do Rio Grande do Sul e Santa Catarina, entre a Praia do Cassino e Florianópolis. É uma espécie que apresenta restrição de habitat, ocorrendo apenas nas restingas, e portanto, com área de ocupação calculada em aproximadamente 800 km². As restingas encontram-se sob intenso processo de degradação, devido à especulação imobiliária e urbanização, o que caracteriza declínio continuado da qualidade do habitat, área de ocupação, e ocasiona fragmentação severa da população. Portanto, Mycetophylax simplex foi categorizada como Vulnerável (VU), pelo critérios B2ab(ii,iii)."",""Sim"",""Não"","""",""||"","""","""","""","""","""","""",""Desconhecida"",""11 - Mudanças e extremos climáticos|11.1 - Mudança/alteração de habitat 1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.1 - Expansão urbana 1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.3 - Áreas de turismo e recreação"","""",""Proteção de recursos/habitat, Restauração de habitat e processos naturais"","""","""","""",""""";;;;;; "Animalia,""Mollusca"",""Bivalvia"",""Unionida"",""Mycetopodidae"",""Mycetopoda"",""Mycetopoda legumen"","""",""(Martens, 1888)"",""Faquinha-arredondada, Marisco de água doce"",""Invertebrados de Água Doce"",""09/2014"",""Em Perigo"","""",""B2ab(ii,iii,iv)"",""Mycetopoda legumen ocorre nas bacias costeiras do Atlântico Sul, em Santa Catarina e no Rio Grande do Sul, em especial na Lagoa dos Patos (porção menos salina) e no lago Guaíba, no médio e baixo rio Uruguai (RS) e no rio da Prata. Ocorre em densidades muito baixas e pontualmente, sendo uma espécie de pouca mobilidade que depende de peixes para dispersar suas larvas. Muitos peixes dispersores dessas larvas estão desaparecendo devido às construções de barragens para hidrelétricas (rio Paraguai e afluentes e rio Uruguai) reduzindo significativamente a dispersão de M. legumen. Por ser encontrada apenas em locais onde a água é corrente e limpa, assume-se que a espécie esteja restrita aos pontos onde foi registrada, com uma área de ocupação de 84 km2. Considerando que o estado de conservação dos rios da região está comprometido devido à crescente construção de barragens, poluição e urbanização, a população encontra-se severamente fragmentada, com declínio continuado da área de ocupação, da qualidade do habitat e do número de subpopulações. Além disso, a presença massiva das espécies exóticas Corbicula spp. e Limnoperna fortunei é outra ameaça direta à espécie, pois esses animais vêm se dispersando com extrema facilidade, diminuindo a disponibilidade de recursos para as espécies de bivalves nativos, sendo possível observar a ausência de subpopulações da espécie em locais onde era registrada no passado. Desta forma, M. legumen foi categorizada como Em Perigo (EN), pelo critério B2ab(ii,iii,iv)."",""Não"",""Não"",""Rio Grande do Sul"",""|Sul|"",""Desconhecido, Pampa"",""Sub-bacia Ibicuí"",""APA Ibirapuitã"","""","""","""",""Desconhecida"",""1 - Desenvolvimento residencial e comercial 6 - Distúrbios humanos 8 - Espécies invasoras problemáticas e doenças"",""14 - Artesanato jóias objetos decorativos"","""","""","""","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Mammalia"",""Pilosa"",""Myrmecophagidae"",""Myrmecophaga"",""Myrmecophaga tridactyla"","""",""Linnaeus, 1758"",""bandeira, Bandurra, Jurumi, jurumim, Papa-formigas, tamanduá-açú, Tamanduá-bandeira"",""Mamíferos"",""06/2012"",""Vulnerável"","""",""A2c"",""Considerando a perda ocorrida e contínua do Cerrado, 49,1% nos últimos 50 anos, bioma que provavelmente abriga a maior fração da população da espécie, o avanço do arco do desmatamento no bioma amazônico e perda de 88% do bioma Mata Atlântica, infere-se que pelo menos 30% da população foi perdida nos últimos 26 anos. Assim Myrmecophaga tridactyla foi considerada Vulnerável (VU) conforme os critérios A2c"",""Não"",""Não"",""Acre, Amapá, Amazonas, Bahia, Distrito Federal, Espírito Santo, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraná, Piauí, Rio Grande do Sul, Rondônia, Roraima, São Paulo, Tocantins"",""|Centro-Oeste|Nordeste|Norte|Sudeste|Sul|"",""Amazônia, Caatinga, Cerrado, Mata Atlântica, Pampa, Pantanal"",""Sub-bacia Amapá Litoral Sub-bacia Araguaia Sub-bacia Doce Sub-bacia Foz Amazonas Sub-bacia Grande Sub-bacia Iguaçu Sub-bacia Itapecuru-Paraguaçu Sub-bacia Jequitinhonha Sub-bacia Litoral RJ SP Sub-bacia Litoral RS Sub-bacia Madeira Sub-bacia Mearim Sub-bacia Negro Sub-bacia Paraguai 01 Sub-bacia Paraguai 02 Sub-bacia Paraguai 03 Sub-bacia Paranaíba Sub-bacia Paranapanema Sub-bacia Paraná RH1 Sub-bacia Parnaíba Alto Sub-bacia Parnaíba Médio Sub-bacia Paru Sub-bacia Purus Sub-bacia São Francisco Alto Sub-bacia São Francisco Médio Sub-bacia Solimões Sub-bacia Tapajós Sub-bacia Tietê Sub-bacia Tocantins Alto Sub-bacia Tocantins Baixo Sub-bacia Trombetas Sub-bacia Xingu"",""APA Cavernas do Peruaçu, APA Ilhas e Várzeas do Rio Paraná, APA Planalto Central, ARIE Cerrado Pé-de-Gigante, ESEC da Serra das Araras, ESEC de Maracá, ESEC de Uruçuí-Una, ESEC do Jari, ESEC Juami-Japurá, ESEC Maracá Jipioca, ESEC Pirapitinga, ESEC Rio Acre, FLONA Carajás, FLONA Caxiuanã, FLONA Crepori, FLONA do Tapajós, FLONA Purus, FLONA Trairão, PARNA Amazônia, PARNA Araguaia, PARNA Campos Amazônicos, PARNA da Chapada Diamantina, PARNA da Chapada dos Guimarães, PARNA das Emas, PARNA da Serra da Canastra, PARNA das Sempre-Vivas, PARNA de Brasília, PARNA de Ilha Grande, PARNA do Cabo Orange, PARNA do Jamanxim, PARNA do Pantanal Mato-grossense, PARNA Grande Sertão Veredas, PARNA Iguaçu, PARNA Jaú, PARNA Juruena, PARNA Montanhas do Tumucumaque, PARNA Nascentes do Lago Jari, PARNA Nascentes do Rio Parnaíba, PARNA Pacaás Novos, PARNA Serra do Divisor, PARNA Serra do Pardo, REBIO de Sooretama, REBIO Rio Trombetas, REBIO Uatumã, RESEX Tapajós-Arapiuns"",""APA CORUMBATAÍ BOTUCATU TEJUPA PERIMETRO BOTUCATU, APA DA BACIA DOS RIBEIRÕES DO GAMA E CABEÇA DE VEADO, APA DE CAFURINGA, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL DA CHAPADA DOS GUIMARÃES, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL DO ARQUIPÉLAGO DO MARAJÓ, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL DO ENCANTADO, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL DO LAGO DE TUCURUI, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL ESTADUAL DA ESCARPA DEVONIANA, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL ESTRADA PARQUE DE PIRAPUTANGA, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL POUSO ALTO, ESTAÇÃO ECOLÓGICA DE ÁGUAS EMENDADAS, ESTAçãO ECOLóGICA DE ANGATUBA, ESTAçãO ECOLóGICA DE PARANAPANEMA, ESTAÇÃO ECOLÓGICA JATAÍ, PARQUE ESTADUAL CARLOS BOTELHO, PARQUE ESTADUAL DAS FURNAS DO BOM JESUS, PARQUE ESTADUAL DE PORTO FERREIRA, PARQUE ESTADUAL DE VASSUNUNGA, PARQUE ESTADUAL DO ARAGUAIAA, PARQUE ESTADUAL DO CANTãO, PARQUE ESTADUAL DO MATUPIRI, PARQUE ESTADUAL DO MORRO DO DIABO, PARQUE ESTADUAL RIO PRETO, PARQUE ESTADUAL VEREDAS DO PERUAÇU, RESERVA DE DESENVOLVIMENTO SUSTENTAVEL DO RIO MADEIRA, RESERVA DE DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL IGAPÓ-AÇU, RESERVA DE DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL PIAGAÇU PURUS"",""RPPN Chakra Grisu, RPPN Estância Ecológica SESC - Pantanal, RPPN Fazenda América, RPPN Fazenda Capão Bonito, RPPN Fazendinha, RPPN Reserva Boca da Mata, RPPN Santuário Ecológico Sonhem"","""",""Declinando"",""2 - Agropecuária e Aquacultura|2.1 - Culturas anuais e perenes não-madeireiras 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.2 - Silvicultura 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.3 - Pecuária 4 - Transportes e serviços de transmissão|4.1 - Estradas e ferrovias 5 - Uso de recursos biológicos|5.1 - Caça e captura de animais terrestres ou marinhos|5.1.1 - Caça/captura intencional (a espécie é o alvo) 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.1 - Incêndios e supressão de incêndios 9 - Poluição|9.3 - Agrícola e florestal|9.3.3 - Herbicidas e pesticidas"","""","""","""",""CITES - Anexo II"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Actinopterygii"",""Characiformes"",""Serrasalmidae"",""Ossubtus"",""Ossubtus xinguense"","""",""Jégu,1992"","""",""Peixes Continentais"",""09/2014"",""Vulnerável"","""",""A3c"",""Ossubtus xinguense é endêmica do Brasil da bacia do rio Xingu, com registros de ocorrência na região da Volta Grande até o baixo rio Iriri, no estado do Pará, e extensão de ocorrência calculada em 1.016 km2. É uma espécie estritamente reofílica, ocorrendo junto a bancos de plantas podostemáceas. A construção da usina hidrelétrica (UHE) Belo Monte resultará em uma perda estimada de 64% da extensão de ocorrência de O. xinguense, decorrente da submersão de corredeiras pelos reservatórios da UHE, e pela formação de um longo trecho de baixa vazão. Há indícios de que a espécie pode ocorrer no trecho médio do rio Iriri e na região de São Félix do Xingu. Considerando essas possibilidades, infere-se que vá ocorrer uma redução populacional de pelo menos 30%, o que coloca Ossubtus xinguense na categoria Vulnerável (VU) pelo critério A3c."",""Sim"",""Não"",""Pará"",""|Norte|"",""Amazônia"",""Sub-bacia Xingu"","""","""","""","""",""Declinando"",""3 - Produção energética e mineração|3.3 - Energia renovável"","""","""","""","""","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Actinopterygii"",""Siluriformes"",""Loricariidae"",""Otothyris"",""Otothyris juquiae"","""",""Garavello, Britski & Schaefer, 1998"",""Cascudinho-anão"",""Peixes Continentais"",""11/2013"",""Criticamente em Perigo"",""Não"",""B2ab(ii,iii)"",""Otothyris juquiae é uma espécie rara e endêmica do rio Juquiá, na bacia do rio Ribeira do Iguape, nos municípios de Juquiá e Registro, no estado de São Paulo, Brasil. É conhecida pelos exemplares da série-tipo coletados em 1953, e mais um registro em 1974. Não se conhecem registros adicionais da espécie, embora esforços de coleta tenham sido direcionados para sua captura na localidade-tipo. A Área de Ocupação (AOO) foi calculada em 8 km² (grides de 4 km² multiplicados pelos dois pontos de ocorrência). A principal ameaça em sua área de ocupação é a expansão agrícola, principalmente o cultivo de banana, associada à utilização de defensivos agrícolas e a construção de canais de irrigação. Adicionalmente, a expansão urbana e a poluição também colocam em risco a sobrevivência da espécie. Considerando apenas uma localização (a=1), pois essas ameaças afetam igualmente toda a área entre os pontos de registros, a espécie foi categorizada como Criticamente em Perigo (CR) pelos critérios B2ab(ii,iii). Caso essa tendência continue, a espécie poderá desaparecer num futuro próximo."",""Sim"",""Não"",""São Paulo"",""|Sudeste|"",""Mata Atlântica"",""Sub-bacia Litoral RJ SP"","""",""APA SERRA DO MAR"","""",""Desconhecido"",""Desconhecida"","""","""","""","""","""","""",""""";;;;;; "Animalia,""Arthropoda"",""Insecta"",""Lepidoptera"",""Nymphalidae"",""Pampasatyrus"",""Pampasatyrus glaucope glaucope"","""",""(C. Felder & R. Felder, 1867)"",""Borboleta"",""Invertebrados Terrestres"",""11/2010"",""Em Perigo"","""",""B1ab(i,ii,iii,iv)+2ab(i,ii,iii,iv)"",""Pampasatyrus glaucope glaucope é conhecido atualmente de poucas localidades em ambientes campestres altamente fragmentados do estado do Paraná e Santa Catarina. A extensão de ocorrência (EOO) é estimada em menos de 5.000 km2 e a área de ocupação, em menos de 500 km2. A substituição do habitat natural por atividade agropecuária e silvicultura de Pinus sp. é a principal ameaça ao táxon. A subespécie não foi encontrada em pelo menos quatro localidades onde havia sido coletada anteriormente. Assim, P. g. glaucope foi categorizada como Em Perigo (EN), segundo os critérios B1ab(i,ii,iii,iv)+2ab(i,ii,iii,iv)."",""Sim"",""Não"","""",""||"","""","""","""","""","""",""Desconhecido"",""Desconhecida"",""2 - Agropecuária e Aquacultura"","""",""Criação de áreas protegidas"","""","""","""",""""";;;;;; "Animalia,""Arthropoda"",""Insecta"",""Lepidoptera"",""Riodinidae"",""Panara"",""Panara ovifera"","""",""Seitz, 1916"",""Borboleta"",""Invertebrados Terrestres"",""11/2010"",""Vulnerável"","""",""D2"",""Panara ovifera é conhecida de poucos exemplares de uma única localização de Mata Atlântica de altitude no estado do Rio de Janeiro. Sua área de ocupação, menor que 20 km², não está em unidade de conservação de proteção integral e sofre forte pressão antrópica, portanto, está sob uma ameaça futura de extinção local em curto prazo. Assim, P. ovifera foi categorizada como Vulnerável (VU), segundo o critério D2."",""Sim"",""Não"",""Rio de Janeiro"",""|Sudeste|"",""Mata Atlântica"",""Sub-bacia Paraíba do Sul"",""APA Petrópolis, PARNA da Serra dos Órgãos"","""","""",""Desconhecido"",""Desconhecida"","""","""",""Proteção de recursos/habitat"","""","""","""",""""";;;;;; "Animalia,""Arthropoda"",""Insecta"",""Lepidoptera"",""Papilionidae"",""Parides"",""Parides bunichus chamissonia"","""",""(Eschscholtz, 1821)"",""Borboleta, rabo-de-andorinha"",""Invertebrados Terrestres"",""11/2010"",""Criticamente em Perigo"",""Não"",""B1ab(iii)+2ab(iii)"",""Parides bunichus chamissonia ocorre em uma estreita faixa de restinga no litoral central do estado de Santa Catarina. A extensão de ocorrência (EOO) e a área de ocupação (AOO) são estimadas em menos de 100 km2 e menos de 10 km2, respectivamente. Essa região sofre intensa fragmentação associada à pressão imobiliária e muitos dos habitat adequados já foram destruídos nos últimos 30 anos. Portanto, o táxon foi categorizado como Criticamente em Perigo (CR) segundo os critérios B1ab(iii)+2ab(iii)."",""Sim"",""Não"",""Santa Catarina"",""|Sul|"",""Mata Atlântica"",""Sub-bacia Litoral SP PR SC"","""",""PARQUE ESTADUAL DA SERRA DO TABULEIRO"","""",""Desconhecido"",""Desconhecida"",""1 - Desenvolvimento residencial e comercial"","""",""Proteção de recursos/habitat"","""","""","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Aves"",""Galliformes"",""Cracidae"",""Penelope"",""Penelope superciliaris alagoensis"","""",""Nardelli, 1993"",""Jacu-de-alagoas, Jacupemba"",""Aves"",""11/2013"",""Criticamente em Perigo"",""Não"",""C2a(i)"",""Penelope superciliaris alagoensis é endêmica do Centro de Endemismo Pernambuco. Há poucos registros atuais. Há declínio populacional continuado devido à caça e perda de habitat. Suspeita-se que a população atual seja menor que 250 indivíduos adultos, sendo que há menos de 50 deles em cada subpopulação. Assim, P. s. alagoensis foi categorizada como Criticamente em Perigo (CR), pelo critério C2a(i)."",""Sim"",""Não"","""",""||"","""","""","""","""","""",""Desconhecido"",""Declinando"",""5 - Uso de recursos biológicos 5 - Uso de recursos biológicos|5.1 - Caça e captura de animais terrestres ou marinhos 5 - Uso de recursos biológicos|5.3 - Extração florestal 7 - Modificações nos sistemas naturais"",""4 - Caça/pesca esportiva"","""","""","""","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Mammalia"",""Rodentia"",""Echimyidae"",""Trinomys"",""Trinomys yonenagae"","""",""(Rocha, 1995)"",""Rato-do-espinho, Yonenaga’s Atlantic Spiny-rat"",""Mamíferos"",""06/2013"",""Em Perigo"","""",""B1ab(ii,iii)"",""Trinomys yonenagae ocorre apenas na Bahia, sendo restrita às dunas arenosas da margem esquerda do rio São Francisco, nos municípios de Ibiraba a Queimadas. A EOO da espécie é de 4.982 km2. As dunas do médio São Francisco, onde a espécie ocorre, estão sofrendo forte perda de habitat devido à extração de areia e à extração de lenha, que podem causar fragmentação severa da população. A distribuição geográfica da espécie não inclui nenhuma área protegida. Desta forma, Trinomys yonenagae foi categorizada como Em perigo (EN) B1 ab (ii,iii)."",""Sim"",""Não"","""",""||"","""","""","""","""","""","""",""Declinando"","""","""","""","""","""","""",""""";;;;;; "Animalia,""Arthropoda"",""Insecta"",""Lepidoptera"",""Riodinidae"",""Petrocerus"",""Petrocerus catiena"","""",""(Hewitson, 1875)"",""Borboleta"",""Invertebrados Terrestres"",""11/2010"",""Em Perigo"","""",""B2ab(ii,iii)"",""Petrocerus catiena é conhecida de poucos exemplares de apenas duas localizações de Mata Atlântica de altitude no estado do Rio de Janeiro. Sua área de ocupação é menor do que 10 km², e as populações encontram-se isoladas e estão sob forte pressão antrópica. A destruição do seu habitat natural e o desmatamento representam as principais ameaças. Portanto, P. catiena foi categorizada como Em Perigo (EN), segundo o critério B2ab(ii,iii)."",""Sim"",""Não"","""",""||"","""","""","""","""","""",""Desconhecido"",""Desconhecida"","""","""",""Proteção de recursos/habitat"","""","""","""",""""";;;;;; "Animalia,""Arthropoda"",""Insecta"",""Zygoptera"",""Coenagrionidae"",""Fluminagrion"",""Fluminagrion taxaense"",""Fluminagrion taxaense"",""(Santos, 1965)"",""Libélula"",""Invertebrados de Água Doce"",""06/2022"",""Criticamente em Perigo"",""Sim"",""B1ab(iii)"",""Fluminagrion taxaense é endêmica do Brasil conhecida em três localidades na cidade do Rio de Janeiro. Sua extensão de ocorrência (EOO) é estimada em 4km², e a região vem sofrendo intenso processo de utilização do solo pela urbanização, o que acarreta uma fragmentação continua, perda de extensão e qualidade de habitat remanescente. Indivíduos dessa espécie não foram observados desde 1966, apesar dos esforços de coleta realizados pela equipe do Museu Nacional e relatada em 2005 nos locais de sua distribuição conhecida. Acredita-se que a única porção ainda preservada de sua distribuição esteja restrita à reserva legal do Condomínio Pedra de Itaúna, considerando a expansão urbana como sua principal ameaça, temos apenas 01 localização. Portanto, Fluminagrion taxaense foi categorizada como Criticamente em Perigo (CR), pelo critério B1ab(iii), sendo Possivelmente Extinta (PEX)."",""Sim"",""Sim"",""Rio de Janeiro"",""|Sudeste|"",""Mata Atlântica"",""Sub-bacia Litoral RJ"","""","""","""","""",""Desconhecida"",""1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.1 - Expansão urbana"","""","""","""",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Actinopterygii"",""Cyprinodontiformes"",""Poeciliidae"",""Phalloptychus"",""Phalloptychus eigenmanni"","""",""Henn, 1916"",""Barrigudinho"",""Peixes Continentais"",""11/2013"",""Criticamente em Perigo"",""Não"",""B2 ab(iii,iv)"",""Phalloptychus eigenmanni era conhecida exclusivamente da localidade-tipo, no rio Catu, em Alagoinhas, estado da Bahia, Brasil, e foi considerada uma espécie possivelmente extinta, uma vez que, após vários esforços de coleta, nenhum exemplar foi amostrado. No entanto, expedições ictiológicas em 2007 e 2014 obtiveram sucesso na captura de exemplares machos e fêmeas no rio Pojuca, no município de Terra Nova, onde está inserido no maior polo industrial do estado da Bahia. O local onde a espécie foi encontrada é altamente antropizado, impondo ameaças de toda ordem à sua população (biii). A Área de Ocupação (AOO) estimada foi de 2,5 km² (CR B2), e foi considerada uma única localização (a=1), pois a subpopulação na localidade-tipo está provavelmente extinta (nenhum indivíduo encontrado desde 1916) e a outra vem sofrendo destruição continuada do hábitat (biii). Por esses motivos, Phalloptychus eigenmanni foi listada na categoria Criticamente em Perigo (CR) pelos critérios B2 ab(iii,iv)."",""Sim"",""Não"",""Bahia"",""|Nordeste|"",""Mata Atlântica"",""Sub-bacia Itapecuru-Paraguaçu"","""","""","""",""Desconhecido"",""Declinando"","""","""","""","""","""","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Reptilia"",""Squamata"",""Dipsadidae"",""Phalotris"",""Phalotris multipunctatus"","""",""Puorto & Ferrarezzi, 1993"",""fura-terra-pintada"",""Répteis"",""04/2012"",""Em Perigo"","""",""B1ab(iii)"",""Phalotris multipunctatus é endêmica do Brasil, conhecida apenas de dois registros. O holótipo é conhecido do município de Brotas, no estado de São Paulo e outro exemplar do município Rio Brilhante, estado do Mato Grosso do Sul. Aparentemente esta espécie não ocorre na área entre essas localidades, caracterizando subpopulações disjuntas, pois há áreas muito bem amostradas nessa região e a espécie não foi encontrada, indicando raridade e possível especialização em habitat restrito. A extensão de ocorrência foi calculada em 628 km2. As localidades foram consideradas como duas localizações, cujas principais ameaças à espécie são a expansão da atividade agropecuária e urbanização, que causam declínio continuado de área e da qualidade do habitat. Por essas razões, Phalotris multipunctatus foi categorizada como Em Perigo (EN), pelo critério B1ab(iii)."",""Sim"",""Não"","""",""||"","""","""","""","""","""","""",""Desconhecida"",""2 - Agropecuária e Aquacultura|2.1 - Culturas anuais e perenes não-madeireiras 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.3 - Pecuária"","""","""","""","""","""",""""";;;;;; "Animalia,""Arthropoda"",""Diplopoda"",""Spirostreptida"",""Spirostreptidae"",""Pseudonannolene"",""Pseudonannolene tocaiensis"","""",""Fontanetti, 1996"",""Piolho-de-cobra"",""Invertebrados Terrestres"",""08/2014"",""Criticamente em Perigo"",""Não"",""B2ab(iii)"",""Pseudonannolene tocaiensis é endêmica do Brasil, conhecida somente da localidade-tipo, a gruta da Toca, em Itirapina, SP, onde é abundante. Amostragens em outras cavernas da região e no ambiente externo não localizaram a espécie. A área de ocupação da espécie é estimada em menos de 1km2, considerando o comprimento da caverna. A caverna e o ambiente externo se encontram em bom estado de conservação. Porém, o controle de morcegos hematófagos, que ocorre na região, é uma ameaça, pois pode diminuir a quantidade de guano no interior da caverna, diminuindo a quantidade de recurso para a espécie. Assim, considerando uma localização, P. tocaiensis foi categorizada como Criticamente em Perigo (CR) pelo critério B2ab(iii)."",""Sim"",""Não"",""São Paulo"",""|Sudeste|"",""Cerrado"",""Sub-bacia Tietê"","""",""APA CORUMBATAí, BOTUCATU E TEJUPá PERIMETRO CORUMBATAí"","""",""Desconhecido"",""Desconhecida"",""7 - Modificações nos sistemas naturais 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.3 - Outras modificações nos ecossistemas"","""","""","""","""","""",""""";;;;;; "Animalia,""Arthropoda"",""Insecta"",""Hymenoptera"",""Formicidae"",""Monomorium"",""Monomorium delabiei"",""Monomorium delabiei"",""Fernández, 2007"",""formiga, Formiga"",""Invertebrados Terrestres"",""11/2019"",""Vulnerável"","""",""B1ab(iii)"",""Monomorium delabiei é endêmica do Brasil, sendo conhecida de seis exemplares provenientes de três registros na Bahia, nos municípios de Barra do Choça, Guaratinga e Boa Nova. A espécie foi coletada somente em áreas de Mata Estacional Decidual (“mata de cipó”), um ecossistema do bioma Mata Atlântica drasticamente impactado pela ação antrópica, principalmente pela cultura de café e pela pecuária. Sua Extensão de Ocorrência (EOO) foi calculada em 6.830km2. O impacto das ameaças citadas promovem intensa fragmentação e declínio continuado da qualidade do habitat remanescente. Considerando a baixa capacidade de dispersão da espécie e sua dependência a um habitat com cobertura vegetal, a fragmentação do habitat se converte na severa fragmentação de sua população. Portanto, M. delabiei foi categorizada como Vulnerável (VU), pelo critério B1ab(iii)."",""Sim"",""Sim"",""Bahia"",""|Nordeste|"",""Mata Atlântica"",""Sub-bacia Contas Sub-bacia Jequitinhonha Sub-bacia Litoral BA ES"",""PARNA de Boa Nova"","""","""",""Não"",""Desconhecida"",""1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.1 - Expansão urbana 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.1 - Culturas anuais e perenes não-madeireiras|2.1.4 - Agricultura de escala desconhecida 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.3 - Pecuária|2.3.4 - Pecuária em escala desconhecida"","""","""","""",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Reptilia"",""Squamata"",""Tropidophiidae"",""Tropidophis"",""Tropidophis grapiuna"","""",""Curcio, Nunes, Argôlo, Skuk & Rodrigues, 2012"","""",""Répteis"",""10/2012"",""Vulnerável"","""",""B2ab(i,iii)"",""Tropidophis grapiuna é endêmica do Brasil, ocorrendo no bioma Mata Atlântica. Recentemente descrita (2012), é conhecida apenas de dois indivíduos em duas serras na região cacaueira no sul do estado da Bahia. A despeito da existência de estudos de longo prazo nas áreas baixas adjacentes, a espécie jamais foi localizada nessas áreas. É, portanto, provavelmente rara e restrita a florestas montanas e com subpopulações severamente fragmentadas, em decorrência do isolamento geográfico e genético causado por atividades antrópicas. A área de ocupação estimada a partir dos fragmentos de floresta acima de 400 m de altitude é de 788 km2. A região ocupada pela espécie permanece sob impacto da expansão de atividades agropecuárias, causando também declínio contínuo da extensão de ocorrência e da qualidade do habitat. Por esses motivos, Tropidophis grapiuna foi categorizada como Vulnerável (VU), segundo os critérios B2ab(i,iii)."",""Sim"",""Não"","""",""||"","""","""","""","""","""","""",""Desconhecida"",""2 - Agropecuária e Aquacultura|2.1 - Culturas anuais e perenes não-madeireiras 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.3 - Pecuária 4 - Transportes e serviços de transmissão|4.1 - Estradas e ferrovias"","""","""","""","""","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Reptilia"",""Squamata"",""Tropiduridae"",""Tropidurus"",""Tropidurus erythrocephalus"","""",""Rodrigues, 1987"",""calango"",""Répteis"",""10/2013"",""Vulnerável"","""",""B1ab(iii)"",""Tropidurus erythrocephalus é endêmica do Brasil, da porção norte da Serra do Espinhaço, no estado da Bahia. Sua extensão de ocorrência calculada é de 9.029,9km2. A espécie é de habitat específico, ocorrendo somente em campos rupestres que se encontram extremamente fragmentados, devido a incêndios, implantação de energia eólica e expansão urbana, ocasionando o isolamento das subpopulações. Esses fatores também causam declínio contínuo da qualidade do habitat. Por essas razões, Tropidurus erythrocephalus foi categorizada como Vulnerável (VU), pelo critério B1ab(iii)."",""Sim"",""Não"","""",""||"","""","""","""","""","""","""",""Desconhecida"","""","""","""","""","""","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Reptilia"",""Squamata"",""Tropiduridae"",""Tropidurus"",""Tropidurus imbituba"","""",""Kunz & Borges-Martins, 2013"","""",""Répteis"",""10/2013"",""Criticamente em Perigo"",""Não"",""B2ab(iii)"",""Tropidurus imbituba é endêmica do Brasil, recém descrita, em 2013, conhecida apenas da área do Morro do Farol, município de Imbituba, litoral do estado de Santa Catarina. Sua área de ocupação é equivalente à área do Morro, calculada em 0,6km2. Apesar do intenso esforço amostral para o estado de Santa Catarina, incluindo áreas próximas ao morro, a espécie não foi encontrada em nenhuma outra localidade, portanto, considera-se que haja apenas uma localização. As principais ameaças à espécie são a alteração do ambiente causada pela intensa circulação de turistas e a proximidade com o porto de Imbituba, que causam declínio continuado na qualidade do habitat. Por essas razões, Tropidurus imbituba foi categorizada como Criticamente em Perigo (CR), pelo critério B2ab(iii)."",""Sim"",""Não"","""",""||"","""","""","""","""","""","""",""Desconhecida"",""6 - Distúrbios humanos|6.1 - Atividades recreacionais/turísticas 9 - Poluição|9.4 - Lixo e resíduos sólidos"","""","""","""","""","""",""""";;;;;; "Animalia,""Arthropoda"",""Malacostraca"",""Amphipoda"",""Hyalellidae"",""Hyalella"",""Hyalella imbya"","""",""Rodrigues & Bueno, 2012"","""",""Invertebrados de Água Doce"",""05/2018"",""Criticamente em Perigo"",""Sim"",""B1ab(iii)+2ab(iii)"",""Hyalella imbya é endêmica do Brasil e conhecida somente da localidade-tipo, um habitat hipotelminorreico no município de Roque Gonzales, estado do Rio Grande do Sul. Habitats hipotelminorreicos compreendem o mais superficial entre todos os ambientes subterrâneos. Indivíduos foram coletados em 2002. Posteriormente, em 2012, em uma expedição direcionada a encontrar a espécie, constatou-se que seu ambiente encontrava-se modificado, provavelmente devido a um barramento próximo ao local, estando totalmente seco (não mais existia o habitat hipotelminorreico). Habitat semelhante não foi encontrado nas proximidades. A região no entorno imediato encontra-se com a vegetação natural totalmente convertida. O gênero é muito bem amostrado no Rio Grande do Sul. Portanto, foi categorizada como Criticamente em Perigo (CR) pelos critérios B1ab(iii)+2ab(iii), estando possivelmente extinta."",""Sim"",""Sim"",""Rio Grande do Sul"",""|Sul|"",""Pampa"",""Sub-bacia Uruguai Médio"","""","""","""",""Não"",""Desconhecida"",""11 - Mudanças e extremos climáticos|11.1 - Mudança/alteração de habitat 1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.1 - Expansão urbana 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.1 - Culturas anuais e perenes não-madeireiras|2.1.4 - Agricultura de escala desconhecida 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.2 - Represas e uso de água|7.2.11 - Represas (tamanho desconhecido) 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.3 - Outras modificações nos ecossistemas 9 - Poluição|9.1 - Doméstica e urbana - escoamento de água|9.1.3 - Tipo desconhecido 9 - Poluição|9.3 - Agropecuária e florestal|9.3.4 - Tipo desconhecido"","""",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação das Cavernas do Brasil"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Reptilia"",""Squamata"",""Tropiduridae"",""Tropidurus"",""Tropidurus psammonastes"","""",""Rodrigues, Kasahara & Yonenaga-Yasuda, 1988"",""calango"",""Répteis"",""10/2013"",""Em Perigo"","""",""B1ab(iii)"",""Tropidurus psammonastes é endêmica do Brasil, descrita em 1988. Ocorre apenas no estado da Bahia, conhecida de dois registros na duna de Xique-Xique (área de 5.894km2), localizada na margem esquerda do rio São Francisco. A espécie é observada na areia aberta ou entre moitas. Com base na biologia da espécie e disponibilidade de seus micro-habitat, infere-se que a extensão de ocorrência da espécie seja menor que a área da duna, algo próximo a 5.000km2. A área ao redor dos pontos de registro é bastante amostrada e a espécie não tem sido encontrada. A principal ameaça à espécie é a retirada de areia, que ocorre em toda a duna, causando supressão e desestabilização do habitat, e caracterizando uma única localização. Soma-se a essa atividade a extração de madeira e pisoteio, causando declínio continuado da qualidade do habitat. Por essas razões, Tropidurus psammonastes foi categorizada como Em Perigo (EN) pelo critério B1ab(iii)."",""Sim"",""Não"","""",""||"","""","""","""","""","""","""",""Desconhecida"",""1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.1 - Expansão urbana 3 - Produção energética e mineração|3.2 - Mineração|3.2.1 - Extração de areia 5 - Uso de recursos biológicos|5.3 - Extração florestal|5.3.1 - Uso intencional - subsistência/pequena escala"","""","""","""","""","""",""""";;;;;; "Animalia,""Arthropoda"",""Malacostraca"",""Decapoda"",""Aeglidae"",""Aegla"",""Aegla charon"","""",""Bueno & Moraes, 2017"","""",""Invertebrados de Água Doce"",""05/2018"",""Criticamente em Perigo"",""Não"",""B2ab(iii)"",""Aegla charon é conhecida somente da localidade-tipo, a caverna “Lago Subterrâneo”, no município de Guapiara, São Paulo. Sua área de ocupação é muito restrita, estimada em menos de 10km2. Apesar de a caverna estar em uma unidade de conservação (Parque Estadual de Intervales), há estudos em outras cavernas da região que indicam poluição das águas por metais pesados decorrentes de atividade de mineração no entorno. Além disso, a presença de pleópodos nos machos da espécie sugere má formação decorrente de contaminação, já que essa não é uma característica dos machos do grupo. Considerando uma localização, a espécie foi categorizada como Criticamente em Perigo pelo critério B2ab(iii)."",""Sim"",""Sim"",""São Paulo"",""|Sudeste|"",""Mata Atlântica"",""Sub-bacia Paranapanema"","""",""APA SERRA DO MAR, PARQUE ESTADUAL INTERVALES"","""",""Não"",""Desconhecida"",""9 - Poluição|9.2 - Industrial|9.2.2 - Infiltraçao oriunda de mineração 9 - Poluição|9.2 - Industrial|9.2.3 - Contaminação por metais pesados"","""",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação das Cavernas do Brasil"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Amphibia"",""Anura"",""Cycloramphidae"",""Cycloramphus"",""Cycloramphus diringshofeni"",""Cycloramphus diringshofeni"",""Bokermann, 1957"",""Rã-de-cachoeira"",""Anfíbios"",""09/2018"",""Criticamente em Perigo"",""Não"",""B1ab(iii)"",""Cycloramphus diringshofeni é endêmica do Brasil, do bioma Mata Atlântica da região Sul do país, com registro confirmado somente para a localidade-tipo, no município de São Bento do Sul, estado de Santa Catarina. Não há registro da espécie há mais de 60 anos, embora tenha havido esforços recentes significativos de coleta na região da localidade-tipo. Diante disso, é possível supor que sua extensão de ocorrência seja menor que 100 km2, havendo apenas uma localização, cuja principal ameaça é a perda de hábitat, causada pela conversão de áreas de vegetação nativa em plantio de Pinus e banana e expansão urbana, atividades que causam também declínio contínuo na qualidade do hábitat. Por essas razões, Cycloramphus diringshofeni foi avaliada como Criticamente em Perigo (CR) pelo critério B1ab(iii)."",""Sim"",""Sim"",""Santa Catarina"",""|Sul|"",""Mata Atlântica"",""Sub-bacia Iguaçu"","""","""",""RPPN Ano Bom"",""Não"",""Desconhecida"",""1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.1 - Expansão urbana 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.1 - Culturas anuais e perenes não-madeireiras|2.1.4 - Agricultura de escala desconhecida 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.2 - Silvicultura|2.2.3 - Plantações em escala desconhecida"","""",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação da Herpetofauna do Sul - 2º ciclo, Plano de Ação Nacional para a Conservação de Répteis e Anfíbios Ameaçados da Região Sul do Brasil"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Amphibia"",""Anura"",""Bufonidae"",""Melanophryniscus"",""Melanophryniscus cambaraensis"",""Melanophryniscus cambaraensis"",""Braun & Braun, 1979"",""Sapinho-mão-vermelha-de-Cambará, Sapinho-verde, Sapinho-verde-de-barriga-vermelha"",""Anfíbios"",""09/2018"",""Em Perigo"","""",""B1ab(iii)"",""Melanophryniscus cambaraensis é endêmica do Brasil, do sul do bioma Mata Atlântica, com ocorrência em floresta ombrófila mista (Floresta de Araucária) no estado do Rio Grande do Sul. A espécie é conhecida apenas de duas localidades, sendo que na localidade-tipo, no Parque Nacional (PARNA) de Serra Geral, não é registrada desde o ano de descrição (1979). A outra localidade é na Floresta Nacional (FLONA) de São Francisco de Paula. Tanto o interior do PARNA quanto a região entre as duas unidades de conservação têm sido bem amostrados, mas a espécie não foi mais localizada. No interior da FLONA, que também é muito bem amostrada, só foram identificados dois sítios reprodutivos. Existe uma carência de dados sobre a extensão de ocorrência, mas considerando os ambientes potencialmente favoráveis à ocorrência da espécie, sua extensão de ocorrência foi estimada em cerca de 500 km2. Toda essa região sofre pressão de atividades agropecuárias e do manejo de florestas de pinheiros (Pinus spp.), além do uso do fogo em ambientes naturais. Essas atividades fragmentam o ambiente e causam declínio contínuo da qualidade do hábitat da espécie. Aliando-se esses impactos à baixa capacidade de dispersão da espécie, supõem-se que sua população esteja severamente fragmentada. Por essas razões, Melanophryniscus cambaraensis foi avaliada como Em Perigo (EN) pelo critério B1ab(iii)."",""Sim"",""Sim"",""Rio Grande do Sul"",""|Sul|"",""Mata Atlântica"",""Sub-bacia Guaíba Sub-bacia Litoral SP PR SC"",""FLONA São Francisco de Paula, PARNA da Serra Geral"","""","""",""Não"",""Desconhecida"",""11 - Mudanças e extremos climáticos|11.3 - Extremos térmicos 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.1 - Culturas anuais e perenes não-madeireiras|2.1.4 - Agricultura de escala desconhecida 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.2 - Silvicultura|2.2.3 - Plantações em escala desconhecida 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.3 - Pecuária|2.3.4 - Pecuária em escala desconhecida 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.1 - Incêndios e supressão de incêndios|7.1.1 - Aumento da frequência/intensidade de incêndios"","""",""Plano de Ação Nacional (PAN), Políticas e regulamentações, Proteção de recursos/habitat"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação da Herpetofauna do Sul - 2º ciclo, Plano de Ação Nacional para a Conservação de Répteis e Anfíbios Ameaçados da Região Sul do Brasil"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Amphibia"",""Anura"",""Bufonidae"",""Melanophryniscus"",""Melanophryniscus macrogranulosus"",""Melanophryniscus macrogranulosus"",""Braun, 1973"",""Sapinho-da-barriga-colorida, Sapinho-mão-vermelha-de-Torres, Sapinho-narigudo-de-barriga-vermelha"",""Anfíbios"",""09/2018"",""Em Perigo"","""",""B1ab(iii)"",""Melanophryniscus macrogranulosus é endêmica do Brasil, do bioma Mata Atlântica, sendo conhecida de poucas localidades no nordeste do estado do Rio Grande do Sul, em remanescentes florestais primários e secundários. A espécie tem sido encontrada nos últimos anos, porém parece ocorrer em densidades muito baixas. Sua extensão de ocorrência foi estimada em 668 km2. Boa parte da vegetação ao longo da distribuição já foi substituída por áreas agrícolas e tem havido expansão de plantações de bananas em algumas localidades onde a espécie ocorre. Além disso, os registros conhecidos estão em áreas de visitação e circulação intensa de pessoas, intensificada no período do verão, com deposição de lixo e/ou de dejetos humanos. A duplicação da BR-101 também contribui para a fragmentação do seu ambiente. Todas essas atividades resultam em declínio contínuo da qualidade do hábitat da espécie e, considerando sua baixa capacidade de dispersão, fragmentam severamente sua população. Por essas razões, Melanophryniscus macrogranulosus foi avaliada como Em Perigo (EN) pelo critério B1ab(iii)."",""Sim"",""Sim"",""Rio Grande do Sul"",""|Sul|"",""Mata Atlântica"",""Sub-bacia Litoral RS Sub-bacia Litoral SP PR SC"","""","""","""",""Não"",""Desconhecida"",""11 - Mudanças e extremos climáticos|11.1 - Mudança/alteração de habitat 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.1 - Culturas anuais e perenes não-madeireiras|2.1.2 - Agricultura em pequenas propriedades 4 - Transportes e serviços de transmissão|4.1 - Estradas e ferrovias 6 - Distúrbios humanos|6.1 - Atividades recreacionais/turísticas 9 - Poluição|9.4 - Lixo e resíduos sólidos|9.4.1 - Urbanos 9 - Poluição|9.6 - Excesso de energia|9.6.3 - Poluição sonora"","""",""Conscientização/comunicação, Expansão de áreas protegidas, Plano de Ação Nacional (PAN), Proteção de recursos/habitat"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação da Herpetofauna do Sul - 2º ciclo, Plano de Ação Nacional para a Conservação de Répteis e Anfíbios Ameaçados da Região Sul do Brasil"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Amphibia"",""Anura"",""Brachycephalidae"",""Brachycephalus"",""Brachycephalus quiririensis"","""",""Pie & Ribeiro, 2015"","""",""Anfíbios"",""09/2018"",""Em Perigo"","""",""B1ab(i,ii,iii)"",""Brachycephalus quiririensis é endêmica do Brasil, do bioma Mata Atlântica, conhecida somente da Serra do Quiriri, no município de Garuva, estado de Santa Catarina. Trata-se de espécie de pequeno porte, com baixa capacidade de dispersão e de hábitat específico, encontrada somente em manchas de florestas nebulares em área de campos de altitude acima de 1.200 metros. A espécie não foi registrada em áreas adjacentes à Serra do Quiriri e sua extensão de ocorrência foi estimada como sendo equivalente à área do topo da Serra, 27,5 km2. Possui apenas duas localizações, sendo a expansão da extração do caulim e de plantação de Pinus as principais ameaças, que provocam declínio contínuo da extensão de ocorrência, área de ocupação e da qualidade do hábitat. Por essas razões, Brachycephalus quiririensis foi avaliada como Em Perigo (EN) pelo critério B1ab(i,ii,iii)."",""Sim"",""Sim"",""Santa Catarina"",""|Sul|"",""Mata Atlântica"",""Sub-bacia Iguaçu Sub-bacia Litoral SP PR SC"","""","""","""",""Não"",""Desconhecida"",""2 - Agropecuária e Aquacultura|2.2 - Silvicultura|2.2.2 - Plantações agro-industriais 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.3 - Pecuária|2.3.3 - Pecuária agro-industrial 3 - Produção energética e mineração|3.2 - Mineração|3.2.3 - Extração de minérios - subsolo 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.1 - Incêndios e supressão de incêndios|7.1.1 - Aumento da frequência/intensidade de incêndios"","""",""Plano de Ação Nacional (PAN), Proteção de recursos/habitat, Restauração de habitat e processos naturais"","""",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Amphibia"",""Anura"",""Hylidae"",""Scinax"",""Scinax muriciensis"",""Scinax muriciensis"",""Cruz, Nunes & Lima, 2011"","""",""Anfíbios"",""09/2018"",""Criticamente em Perigo"",""Não"",""B1ab(iii)"",""Scinax muricensis é endêmica do Brasil, do bioma Mata Atlântica, registrada apenas na localidade-tipo, a Estação Ecológica (ESEC) de Murici, no município de Murici, estado de Alagoas. Sua extensão de ocorrência é menor que 100 km2, tendo em vista que a espécie só ocorre em riachos dentro da ESEC. Embora esteja presente em uma unidade de conservação de proteção integral, o fragmento é afetado pela intensa atividade agropecuária do entorno. Além disso, há extração de madeira e invasões no interior da unidade de conservação, atividades que provocam declínio da qualidade do hábitat da espécie. Considerando apenas uma localização, Scinax muricensis foi avaliada como Criticamente em Perigo (CR) pelo critério B1ab(iii)."",""Sim"",""Sim"",""Alagoas"",""|Nordeste|"",""Mata Atlântica"",""Sub-bacia Litoral AL PE PB"",""ESEC de Murici"",""ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL DE MURICÍ"","""",""Não"",""Desconhecida"",""1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.4 - Assentamentos e pequenas propriedades rurais 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.1 - Culturas anuais e perenes não-madeireiras|2.1.4 - Agricultura de escala desconhecida 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.3 - Pecuária|2.3.4 - Pecuária em escala desconhecida 5 - Uso de recursos biológicos|5.3 - Extração florestal|5.3.5 - Motivação desconhecida"","""",""Implementação de áreas protegidas, Meios de subsistência, economia e outros incentivos, Normas e códigos de referência do setor privado, Plano de Ação Nacional (PAN), Políticas e regulamentações, Proteção de recursos/habitat"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação da Herpetofauna Ameaçada da Mata Atlântica Nordestina, Plano de Ação Nacional para a Conservação da Herpetofauna do Nordeste - 2º ciclo"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Mollusca"",""Gastropoda"",""Gymnomorpha"",""Veronicellidae"",""Phyllocaulis"",""Phyllocaulis renschi"","""",""Thomé, 1965"",""Lesma"",""Invertebrados Terrestres"",""09/2014"",""Em Perigo"","""",""B1ab(i,iii,iv)"",""Phyllocaulis renschi é endêmica do Rio Grande do Sul, estando registrada para quatro municípios deste estado, com extensão de ocorrência (EOO) calculada em 476 km2. Possui pouca capacidade de dispersão e é bastante sensível a variações ambientais por não possuir uma concha para proteger-se e depender de ambientes úmidos. Como as demais espécies do gênero, P. renschi possivelmente seja uma espécie característica de áreas de Mata Atlântica que hoje adaptou-se a áreas antropizadas. A destruição de seus refúgios nas cidades e arredores, assim como de ambientes de Mata Atlântica, constituem uma ameaça para espécies da família, levando à fragmentação severa da população, declínio continuado da extensão de ocorrência, qualidade do habitat e número de subpopulações. Portanto, P. renschi foi categorizada como Criticamente em Perigo (CR), pelo critério B1ab(i,iii,iv)."",""Sim"",""Não"",""Rio Grande do Sul"",""|Sul|"",""Mata Atlântica"",""Sub-bacia Guaíba"","""","""","""","""",""Desconhecida"",""11 - Mudanças e extremos climáticos|11.1 - Mudança/alteração de habitat 1 - Desenvolvimento residencial e comercial 6 - Distúrbios humanos 8 - Espécies invasoras problemáticas e doenças"","""","""","""","""","""",""""";;;;;; "Animalia,""Arthropoda"",""Insecta"",""Odonata"",""Gomphidae"",""Phyllocycla"",""Phyllocycla bartica"","""",""Calvert, 1948"",""Libélula"",""Invertebrados de Água Doce"",""05/2014"",""Vulnerável"","""",""B1ab(i,iii)"",""Phyllocycla bartica tem distribuição conhecida para a Guiana, Guiana Francesa e Brasil, onde é reconhecida no estado do Pará. É uma espécie de distribuição restrita, com extensão de ocorrência (EOO) estimada em 4.637 km2 e área de ocupação (AOO) estimada, considerando a presença de remanescentes dentro da extensão de ocorrência, de 3.936 km². Considerando a intensidade de perda de habitat com conversão para agricultura e pecuária, além da implantação de hidrelétricas prevista para os próximos anos, infere-se que severa perda de habitat dentro de sua extensão de ocorrência levando à fragmentação de suas populações (a) e declínio continuado da extensão de ocorrência e qualidade de habitat (b). Além disso, não existem registros recentes de sua ocorrência. Por essas razões, Phyllocycla bartica foi categorizada como Vulnerável (VU), pelo critério B1ab(i,iii)."",""Não"",""Não"",""Pará"",""|Norte|"",""Amazônia"",""Sub-bacia Paru Sub-bacia Tapajós"",""FLONA do Tapajós"","""","""",""Desconhecido"",""Desconhecida"",""2 - Agropecuária e Aquacultura 3 - Produção energética e mineração|3.3 - Energia renovável|3.3.1 - Hidrelétricas"","""","""","""","""","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Aves"",""Passeriformes"",""Furnariidae"",""Pseudoseisura"",""Pseudoseisura lophotes"","""",""(Reichenbach, 1853)"",""Coperete"",""Aves"",""11/2013"",""Vulnerável"","""",""B1ab(iii)"",""Pseudoseisura lophotes ocorre na Bolívia, Paraguai, Argentina, Uruguai e extremo sul do Brasil. Até recentemente, suspeitava-se que esta espécie estava restrita às formações do parque Espinilho, mas nos últimos anos foi encontrada em localidades esparsas com vegetação savanoide da região da fronteira oeste. Entretanto, não é possível inferir que a espécie esteja em expansão devido a registros históricos para Uruguaiana e à inexistência de um esforço prévio e mais abrangente de amostragem na região. Sua extensão de ocorrência (EOO) é de 5.000 km². Sua população é severamente fragmentada e há contínua redução na qualidade do habitat. A população brasileira recebe aporte de indivíduos da Argentina e/ ou Uruguai, razão pela qual foi dado downlist na categoria de ameaça dessa espécie. Dessa forma, P. lophotes foi avaliada como Vulnerável (VU) B1ab(iii)."",""Não"",""Não"","""",""||"","""","""","""","""","""",""Não"",""Declinando"",""11 - Mudanças e extremos climáticos|11.1 - Mudança/alteração de habitat 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.2 - Silvicultura 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.3 - Pecuária 5 - Uso de recursos biológicos|5.3 - Extração florestal"","""",""Conscientização/comunicação, Controle e fiscalização, Implementação de áreas protegidas, Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação dos Passeriformes Ameaçados dos Campos Sulinos e Espinilho"","""","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Actinopterygii"",""Siluriformes"",""Loricariidae"",""Pseudotocinclus"",""Pseudotocinclus juquiae"","""",""Takako, Oliveira & Oyakawa, 2005"",""Cascudinho-do-Juquiá"",""Peixes Continentais"",""11/2013"",""Criticamente em Perigo"",""Não"",""B2ab(iii,iv)"",""Pseudotocinclus juquiae é conhecida de duas localidades na bacia do rio Juquiá, no ribeirão das Antas, em Juquitiba, e ribeirão Poço Grande, em Juquiá, estado de São Paulo, Brasil. A espécie ocorre em águas claras e lóticas, de substrato argiloso e com poucas rochas. Das duas localidades, Poço Grande foi severamente descaracterizada e a subpopulação está possivelmente extinta (biv), tendo sido registrada pela última vez em 1989, apesar dos esforços de coleta recentes e direcionados. Assim, o número de localizações foi definido como um (a=1), considerando a poluição por esgoto doméstico a principal ameaça. A partir dos registros existentes, a Área de Ocupação (AOO) foi calculada em 4 km², através do método de quadrantes de 2 km (CR B2). A expansão urbana compromete a qualidade do hábitat na única localidade remanescente (biii). Portanto, P. juquiae foi categorizada como Criticamente em Perigo (CR) pelos critérios B2ab(iii,iv)."",""Sim"",""Não"",""São Paulo"",""|Sudeste|"",""Mata Atlântica"",""Sub-bacia Litoral RJ SP"","""","""","""",""Desconhecido"",""Desconhecida"","""","""","""","""","""","""",""""";;;;;; "Animalia,""Arthropoda"",""Insecta"",""Lepidoptera"",""Hesperiidae"",""Turmada"",""Turmada camposa"","""",""(Plötz, 1886)"",""Borboleta"",""Invertebrados Terrestres"",""11/2010"",""Em Perigo"","""",""B1ab(i,ii,iii)+2ab(i,ii,iii)"",""Turmada camposa é conhecida apenas de fragmentos de Mata Atlântica no estado do Rio de Janeiro, severamente ameaçados pela ocupação humana, não tendo sido observada nos últimos 65 anos. Com apenas duas localizações e habitat sofrendo declínio continuado, sua extensão de ocorrência é menor do que 5.000 km² e sua área de ocupação é menor do que 500 km². Portanto, a espécie foi categorizada como Em Perigo (EN) segundo os critérios B1ab(i,ii,iii)+2ab(i,ii,iii)."",""Sim"",""Não"",""Rio de Janeiro"",""|Sudeste|"",""Mata Atlântica"",""Sub-bacia Litoral RJ Sub-bacia Paraíba do Sul"",""APA Petrópolis, PARNA da Serra dos Órgãos, PARNA da Tijuca"","""","""",""Desconhecido"",""Desconhecida"",""1 - Desenvolvimento residencial e comercial"","""",""Conscientização/comunicação, Proteção de recursos/habitat"","""","""","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Aves"",""Passeriformes"",""Rhynchocyclidae"",""Phylloscartes"",""Phylloscartes ceciliae"","""",""Teixeira, 1987"",""cara-pintada"",""Aves"",""08/2013"",""Criticamente em Perigo"",""Não"",""C2a(i)"",""Phylloscartes ceciliae é endêmica do Brasil, com registros apenas nos estados de Alagoas e Pernambuco. As populações são consideradas severamente fragmentadas e há declínio populacional continuado devido à perda de área de ocupação e de qualidade de habitat. Infere-se que a população atual não ultrapasse 250 indivíduos maduros e que cada subpopulação não contenha mais de 50 deles. Por esses motivos, P. ceciliae foi categorizada como Criticamente em Perigo (CR) pelo critério C2a(i)."",""Sim"",""Não"",""Alagoas, Pernambuco"",""|Nordeste|"",""Mata Atlântica"",""Sub-bacia Litoral AL PE PB"",""ESEC de Murici, REBIO de Pedra Talhada"",""ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL DE MURICÍ"",""RPPN Frei Caneca"","""",""Declinando"",""2 - Agropecuária e Aquacultura|2.1 - Culturas anuais e perenes não-madeireiras 5 - Uso de recursos biológicos|5.3 - Extração florestal 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.1 - Incêndios e supressão de incêndios|7.1.1 - Aumento da frequência/intensidade de incêndios"","""",""Criação de áreas protegidas, Implementação de áreas protegidas, Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação das Aves Ameaçadas do Bioma Mata Atlântica"","""",""160 , 980"",""""";;;;;; "Animalia,""Arthropoda"",""Arachnida"",""Araneae"",""Theraphosidae"",""Typhochlaena"",""Typhochlaena curumim"","""",""Bertani, 2012"",""Aranha-caranguejeira, tarântula"",""Invertebrados Terrestres"",""03/2014"",""Criticamente em Perigo"",""Não"",""B1ab(iii)"",""Typhlochlaena curumim é endêmica do Brasil, conhecida somente da localidade-tipo, a Mata do Pau-Ferro, no estado da Paraíba. A área é um Parque Estadual, e representa um brejo de altitude, circundado por áreas mais secas e degradadas. A extensão de ocorrência da espécie, calculada pela área do parque, é de 6km². A espécie é arborícola, dependendo diretamente da existência de vegetação, principalmente arbustiva e arbórea. Apesar de ser uma UC, a área encontra-se sob pressão antrópica decorrente de desmatamento das bordas (circundada por fazendas), efeito de borda, e mesmo em seu interior há estradas e algumas áreas abertas. Considerando apenas uma localização, a espécie foi categorizada como Criticamente em Perigo (CR) segundo o critério B1ab(iii)."",""Sim"",""Não"",""Paraíba"",""|Nordeste|"",""Caatinga"",""Sub-bacia Litoral CE PB"","""",""PARQUE ESTADUAL MATA DO PAU FERRO"","""",""Não"",""Desconhecida"","""","""","""","""","""","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Actinopterygii"",""Siluriformes"",""Heptapteridae"",""Pimelodella"",""Pimelodella spelaea"","""",""Trajano, Reis & Bichuette, 2004"","""",""Peixes Continentais"",""09/2013"",""Em Perigo"","""",""B2ab(iii)"",""Pimelodella spelaea é endêmica do Brasil e conhecida apenas da localidade-tipo no Parque Estadual Terra Ronca, caverna de São Bernardo, em São Domingos, alto rio Tocantins, Goiás. Apesar do grande esforço de coleta, a espécie é encontrada apenas nas áreas acessíveis da caverna São Bernardo. Estima-se que o tamanho total da população é de algumas centenas, chegando a, no máximo, 1.000 indivíduos. A caverna em questão apresenta acesso turístico não ordenado e se encontra no limite do Parque Estadual, o que pode levar a perturbações irreversíveis ao ambiente. Além disso, todas as nascentes dos rios que atravessam a caverna do Parque situam-se fora deste, numa área com agricultura extensiva e de monocultura, assoreando e poluindo os rios, o que pode constituir uma ameaça a toda a população (location = 1). A área de ocupação (AOO) da espécie foi calculada em 17,5 km². Considerando a AOO menor que 500 km², o declínio continuado da qualidade do habitat (com aporte de material alóctone nocivo, especialmente agrotóxico), e número de localizações ≤ 5, Pimelodella spelaea foi categorizada como Em Perigo (EN) pelo critério B2ab(iii). Dessa maneira, recomendam-se estudos para definir a área mínima e o limite espacial de proteção da espécie."",""Sim"",""Não"",""Goiás"",""|Centro-Oeste|"",""Cerrado"",""Região Hidrográfica do Tocantins/Araguaia Sub-bacia Tocantins Alto"","""",""ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL SERRA GERAL DE GOIÁS"","""","""","""",""2 - Agropecuária e Aquacultura"","""",""Proteção de locais/áreas, Proteção de recursos/habitat"","""","""","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Actinopterygii"",""Siluriformes"",""Pimelodidae"",""Pimelodus"",""Pimelodus stewarti"","""",""Ribeiro, Lucena & Lucinda, 2008"","""",""Peixes Continentais"",""09/2013"",""Vulnerável"","""",""B2ab(i,ii,iii)"",""Pimelodus sterwartii é endêmica do Brasil, conhecida da região do alto e médio rio Tocantins, no estado do Tocantins. A espécie é conhecida de exemplares coletados antes do fechamento das usinas hidrelétricas (UHEs) de Lajeado, Peixe-Angical e São Salvador. Pimelodus sterwartii foi encontrada nos canais dos rios principais. Após a transformação do ambiente, não foi mais registrada a presença da espécie no reservatório da UHE Lajeado, o que indica que a mesma é sensível à implantação de hidrelétricas. Considerando os pontos de registros de P. sterwartii, sua área de ocupação foi calculada em 970 km2. Os represamentos provocados pela construção das UHEs Lajeado, Peixe-Angical e São Salvador resultaram na perda de 430 km2, o que equivale a 44% da área de ocupação. Considerando a distribuição geográfica restrita da espécie, associada a uma fragmentação e declínio continuado na extensão de ocorrência, área de ocupação e qualidade de habitat, P. sterwartii foi categorizada como Vulnerável (VU) sob os critérios B2 ab(i,ii,iii)."",""Sim"",""Não"",""Tocantins"",""|Norte|"",""Cerrado"",""Região Hidrográfica do Tocantins/Araguaia Sub-bacia Tocantins Alto"","""",""ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL LAGO DE PEIXE/ANGICAL"","""","""","""",""3 - Produção energética e mineração|3.3 - Energia renovável"","""","""","""","""","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Actinopterygii"",""Characiformes"",""Characidae"",""Rachoviscus"",""Rachoviscus crassiceps"","""",""Myers, 1926"",""Lambari-da-restinga"",""Peixes Continentais"",""11/2013"",""Em Perigo"","""",""B1ab(ii,iii)"",""Rachoviscus crassiceps é endêmica do Brasil e ocorre nas regiões litorâneas de Mata Atlântica e restinga entre Itanhaém, sul do estado de São Paulo e Araquari, norte de Santa Catarina, incluindo a Ilha de São Francisco. É uma espécie rara e pouco abundante, típica de um biótopo específico, dependente da vegetação ripária para manter subpopulações viáveis. A Extensão de Ocorrência (EOO) foi estimada em 2.500 km² (EN B1) a partir da somatória das áreas de dois polígonos convexos, as quais incluem apenas os trechos continentais e que apresentam ambientes habitáveis pela espécie. Este procedimento foi necessário para excluir a expressiva faixa de mar que estaria contida na EOO, caso fosse considerado somente um único polígono. Os ambientes preferenciais da espécie são bastante sensíveis à degradação ambiental e altamente impactados e fragmentados pela expansão imobiliária litorânea (a";" bii, iii). Desse modo, R. crassiceps foi categorizada como Em Perigo (EN) pelos critérios B1ab(ii,iii)."",""Sim"",""Não"",""Paraná, Santa Catarina, São Paulo"",""|Sudeste|Sul|"",""Mata Atlântica"",""Sub-bacia Litoral SP Sub-bacia Litoral SP PR SC"","""",""ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL ESTADUAL DE GUARATUBA"",""RPPN Caetezal"",""Desconhecido"",""Desconhecida"","""","""","""","""","""","""",""""";;;;; "Animalia,""Mollusca"",""Gastropoda"",""Pulmonata"",""Planorbidae"",""Plesiophysa"",""Plesiophysa dolichomastix"","""",""Paraense, 2002"",""Caramujo de água doce"",""Invertebrados de Água Doce"",""09/2014"",""Criticamente em Perigo"",""Não"",""B1ab(i,iii)+2ab(ii,iii)"",""Plesiophysa dolichomastix é endêmica do Brasil, registrada para a lagoa da Pedra, Santa Rosa, município de Formosa, no estado de Goiás. Foi encontrada apenas em ambiente alagado, considerado como pantanal goiano. O táxon foi descrito baseado no material obtido em agosto de 1972 e março de 1975. Em 2003 e 2005 foram realizadas buscas na área da descrição e no entorno (municípios de Formosa e Vila Boa), mas nenhum exemplar desta espécie foi encontrado. Considerando essas características, a área de ocupação (AOO) e extensão de ocorrência (EOO) foram estimadas em menos de 10 km2 e 100 km2 respectivamente, inseridas em uma localização. As ameaças detectadas, tais como descaracterização do habitat, ocasionam o declínio continuado da área de ocupação, extensão de ocorrência e qualidade do habitat. Portanto, P. dolichomastix foi categorizada como Criticamente em Perigo (CR), pelos critérios B1ab(i,iii)+2ab(ii,iii)."",""Sim"",""Não"","""",""||"","""","""","""","""","""","""",""Desconhecida"",""1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.1 - Expansão urbana 1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.3 - Áreas de turismo e recreação 2 - Agropecuária e Aquacultura"","""","""","""","""","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Actinopterygii"",""Perciformes"",""Sciaenidae"",""Pogonias"",""Pogonias cromis"","""",""(Linnaeus, 1766)"",""burriquete, corvina-negra, miragaia"",""Peixes Marinhos (ósseos)"","""",""Em Perigo"","""",""A4bd"",""Pogonias cromis possui distribuição disjunta no Atlântico ocidental, com uma população no Atlântico Norte e outra no Atlântico sul. A população do sul ocorre do Rio de Janeiro até Bahia Blanca, na Argentina. A captura total no Rio Grande do Sul, que representa mais de 95% do desembarque brasileiro, diminuiu de 1.400 t em 1976, para menos de 200 t em 2008, equivalendo a uma redução de 86% no período, não sendo contabilizada nos anos seguintes. A captura total combinada da população do sul, incluindo o Uruguai e a Argentina, reduziu de 1.600 t em 1975 para 674 t em 2008, uma redução de quase 60% em 33 anos. Com essas reduções populacionais inferidas, e com a continuidade da pressão de pesca no futuro, suspeita-se um declínio de pelo menos 50% no intervalo de três tempos geracionais. Apesar do estoque brasileiro dessa espécie poder ser recolonizado pelas populações do Uruguai e Argentina, estas também estão em declínio em função da pressão de pesca. Por isso, P. cromis foi categorizada como Em Perigo (EN) segundo o critério A4bd."",""Não"",""Não"","""",""||"","""","""","""","""","""",""Sim"",""Declinando"",""1 - Desenvolvimento residencial e comercial 1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.2 - Áreas comerciais e industriais 5 - Uso de recursos biológicos 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.1 - Captura intencional - subsistência/pequena escala 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.1 - Captura intencional - subsistência/pequena escala|5.4.1.6 - Arrasto 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.1 - Captura intencional - subsistência/pequena escala|5.4.1.6 - Arrasto|5.4.1.6.3 - Arrasto de praia 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.1 - Captura intencional - subsistência/pequena escala|5.4.1.7 - Emalhe 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.1 - Captura intencional - subsistência/pequena escala|5.4.1.7 - Emalhe|5.4.1.7.1 - Emalhe de fundo 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.3 - Captura intencional - comércio internacional 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.5 - Captura indireta - subsistência/pequena escala"","""",""Manejo territorial"","""","""","""",""""";;;;;; "Animalia,""Arthropoda"",""Arachnida"",""Araneae"",""Sicariidae"",""Loxosceles"",""Loxosceles troglobia"","""",""Souza e Ferreira, 2018"","""",""Invertebrados Terrestres"",""05/2018"",""Vulnerável"","""",""D2"",""Loxosceles troglobia é endêmica do Brasil, coletada em duas cavernas próximas (Tapera d'’água e Tabocas) localizadas nos municípios de Malhada e Iuiu/Bahia. Outras cavernas da região são bem amostradas e a espécie não foi identificada em nenhuma outra localidade. Embora as cavernas estejam relativamente bem preservadas, a região está em fase de pesquisa mineral e esta ameaça pode levar a espécie à condição de CR ou EX em um futuro próximo. Por isso, L. troglobia foi categorizada como Vulnerável (VU) pelo critério D2."",""Sim"",""Sim"",""Bahia"",""|Nordeste|"",""Cerrado"",""Sub-bacia São Francisco Médio"","""","""","""",""Não"",""Desconhecida"",""3 - Produção energética e mineração|3.2 - Mineração|3.2.3 - Extração de minérios - subsolo"","""",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação das Cavernas do Brasil"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Platyhelminthes"",""Rhabditophora"",""Tricladida"",""Dugesiidae"",""Girardia"",""Girardia arenicola"","""",""Hellmann & Leal-Zanchet, 2018"",""Planária"",""Invertebrados de Água Doce"",""05/2018"",""Criticamente em Perigo"",""Não"",""B1ab(iii)+2ab(iii)"",""Girardia arenicola é endêmica do Brasil e conhecida apenas da localidade-tipo, a gruta Areias de Cima, Iporanga/São Paulo, Parque Estadual Turístico do Alto Ribeira. Embora a caverna esteja em uma área protegida em bom estado de conservação, as áreas de recarga do sistema estão fora da unidade de conservação e sofrem com aporte de poluentes, principalmente esgoto doméstico e descarte de água cinza, provocando declínio da qualidade da água e, portanto, do habitat da espécie. Sua extensão de ocorrência e área do ocupação foram estimadas em menos de 10km2. Considerando uma localização, a espécie foi avaliada como Criticamente em Perigo pelos critérios B1ab(iii)+2ab(iii)."",""Sim"",""Sim"",""São Paulo"",""|Sudeste|"",""Mata Atlântica"",""Sub-bacia Litoral RJ SP"","""",""PARQUE ESTADUAL TURÍSTICO DO ALTO DO RIBEIRA"","""",""Não"",""Desconhecida"",""9 - Poluição|9.1 - Doméstica e urbana - escoamento de água|9.1.1 - Esgoto 9 - Poluição|9.1 - Doméstica e urbana - escoamento de água|9.1.2 - Escoamento urbano 9 - Poluição|9.2 - Industrial|9.2.2 - Infiltraçao oriunda de mineração 9 - Poluição|9.2 - Industrial|9.2.3 - Contaminação por metais pesados"","""",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação das Cavernas do Brasil"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Actinopterygii"",""Siluriformes"",""Loricariidae"",""Hypostomus"",""Hypostomus subcarinatus"",""Hypostomus subcarinatus"",""Castelnau, 1855"",""Cascudo"",""Peixes Continentais"",""11/2018"",""Criticamente em Perigo"",""Não"",""B2ab(iii)"",""Hypostomus subcarinatus é endêmica do Brasil e conhecida apenas de uma população na Lagoa da Pampulha, em Belo Horizonte, estado de Minas Gerais. Apesar de extenso esforço de coletas nas últimas décadas nas bacias dos rios São Francisco, Doce, Jequitinhonha, Pardo, Paraná, e Paraíba do Sul, nenhum material atribuível a espécie foi encontrado. Trata-se de uma lagoa artificial pertencente à bacia do rio das Velhas, localizada no centro da região metropolitana de Belo Horizonte, que recebe esgotos domésticos e industriais de forma intensa. A Área de Ocupação (AOO) foi calculada em 8 km2, com uma localização e declínio continuado da qualidade do habitat em função da poluição severa. Por isso, H. subcarinatus foi categorizada como Criticamente em Perigo (CR) pelo critério B2ab(iii)."",""Sim"",""Sim"",""Minas Gerais"",""|Sudeste|"",""Cerrado"",""Sub-bacia São Francisco Alto"","""","""","""",""Desconhecido"",""Desconhecida"",""8 - Espécies invasoras problemáticas e doenças|8.1 - Espécies exóticas|8.1.1 - Espécie conhecida|8.1.1.1 - Competidores 8 - Espécies invasoras problemáticas e doenças|8.1 - Espécies exóticas|8.1.1 - Espécie conhecida|8.1.1.2 - Predadores 9 - Poluição|9.1 - Doméstica e urbana - escoamento de água|9.1.1 - Esgoto 9 - Poluição|9.2 - Industrial|9.2.4 - Tipo desconhecido"",""1 - Alimentação humana"",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação das Espécies Ameaçadas de Extinção da Fauna Aquática da Bacia do Rio São Francisco - 2º ciclo"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Mollusca"",""Gastropoda"",""Caenogastropoda"",""Ampullariidae"",""Pomacea"",""Pomacea sordida"","""",""(Swainson, 1823)"",""aruá, Caramujo de água doce"",""Invertebrados de Água Doce"",""09/2014"",""Em Perigo"","""",""B2ab(ii,iii,iv)"",""Pomacea sordida é endêmica do estado do Rio de Janeiro, com registros para trinta municípios. Os últimos registros foram do começo da década de 2000 e esforços de coleta mais recentes na Região dos Lagos (RJ), não foram capazes de registrar a espécie. Seu habitat de ocorrência vem sofrendo descaracterização devido à drenagem dos corpos d’água, urbanização e especulação imobiliária, levando ao desaparecimento das subpopulações. Essa ameaça caracteriza um declínio continuado da qualidade do habitat, número de subpopulações e da área de ocupação, calculada em 96 km2, com população severamente fragmentada. Portanto, P. sordida foi categorizada como Em perigo (EN), pelo critério B2ab(ii,iii,iv)."",""Sim"",""Não"","""",""||"","""","""","""","""","""","""",""Desconhecida"",""11 - Mudanças e extremos climáticos|11.1 - Mudança/alteração de habitat 1 - Desenvolvimento residencial e comercial 8 - Espécies invasoras problemáticas e doenças|8.1 - Espécies exóticas"",""1 - Alimentação humana 2 - Alimentação animal"","""","""","""","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Aves"",""Anseriformes"",""Anatidae"",""Mergus"",""Mergus octosetaceus"",""Mergus octosetaceus"",""Vieillot, 1817"",""pato-mergulhão"",""Aves"",""10/2018"",""Criticamente em Perigo"",""Não"",""C2a(i)"",""Mergus octosetaceus ocorria no nordeste da Argentina e Paraguai, além do centro, sudeste e sul do Brasil. A população total brasileira é estimada em menos de 250 indivíduos maduros, sendo que todas as subpopulações possuem menos de 50 indivíduos maduros. A espécie parece estar extinta ou funcionalmente extinta na Argentina e no Paraguai. Há declínio populacional continuado devido à perda e alteração de habitat, especialmente causadas pelo desmatamento, poluição das águas dos rios, instalação de empreendimentos hidrelétricos e turismo desordenado. Sendo assim, M. octosetaceus foi categorizada como Criticamente em Perigo (CR), pelo critério C2a(i)."",""Não"",""Sim"",""Bahia, Goiás, Minas Gerais, Paraná, Rio de Janeiro, Santa Catarina, São Paulo, Tocantins"",""|Centro-Oeste|Nordeste|Norte|Sudeste|Sul|"",""Cerrado"",""Sub-bacia Grande Sub-bacia Paranaíba Sub-bacia São Francisco Alto Sub-bacia São Francisco Médio Sub-bacia Tocantins Alto"",""ESEC Serra Geral do Tocantins, PARNA da Chapada dos Veadeiros, PARNA da Serra da Canastra"",""Área de Proteção Ambiental Jalapão, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL POUSO ALTO, PARQUE ESTADUAL DO JALAPãO"",""Reserva Natural do Tombador, RPPN Cachoeira do Cerradão, RPPN Fazenda Campo Alegre, RPPN Fazenda Mata Funda"",""Não"",""Declinando"",""2 - Agropecuária e Aquacultura|2.3 - Pecuária|2.3.4 - Pecuária em escala desconhecida 3 - Produção energética e mineração|3.3 - Energia renovável|3.3.1 - Hidrelétricas 6 - Distúrbios humanos|6.1 - Atividades recreacionais/turísticas 9 - Poluição|9.1 - Doméstica e urbana - escoamento de água|9.1.1 - Esgoto 9 - Poluição|9.3 - Agropecuária e florestal|9.3.3 - Herbicidas e pesticidas"","""",""Conservação ex-situ, Criação de áreas protegidas, Educação e comunicação, Empreendimentos \""sustentáveis\"", Manejo de locais/áreas, Outra, Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação do Pato-Mergulhão, Plano de Ação Nacional para a Conservação do Pato-mergulhão - 2º ciclo"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Aves"",""Tinamiformes"",""Tinamidae"",""Nothura"",""Nothura minor"",""Nothura minor"",""(Spix, 1825)"",""codorna-mineira"",""Aves"",""10/2018"",""Em Perigo"","""",""A4cd"",""Nothura minor ocorre no Paraguai e no Brasil, ocorrendo em campos naturais do Cerrado com registro atuais nos estados de Minas Gerais e Goiás e registros históricos no Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, São Paulo, Paraná e Distrito Federal. Há alguns registros históricos em unidades de conservação (Parque Nacional das Emas, da Serra da Canastra e da Chapada dos Veadeiros). Dois dos únicos registros recentes foram feitos fora de unidade de conservação, em Uberaba/MG e Lassance/MG. A espécie está ameaçada pela perda de habitat devido à supressão dos campos naturais em função da expansão das atividades agrosilvopastoris, invasões de espécies exóticas (Eucalyptus, Pinus e gramíneas), mineração, ocorrência de fogo e caça, havendo declínio populacional continuado. Considerando-se que as políticas de ocupação do Cerrado do início deste século serão mantidas, estima-se que serão perdidos 1,1% de área natural ao ano nesse bioma, inferindo-se, então, uma perda de mais de 22% do seu habitat em 20,4 anos (três gerações). Além disso, suspeita-se que a perda de indivíduos devido à caça ultrapasse 30% da população no período de três gerações. Assim sendo, o declínio populacional total em três gerações da espécie, no passado e no futuro, é igual a 52%. Por essas razões, N. minor foi categorizada como Em Perigo (EN), pelo critério A4cd."",""Não"",""Sim"",""Goiás, Minas Gerais, Paraná"",""|Centro-Oeste|Sudeste|Sul|"",""Cerrado"",""Sub-bacia Araguaia Sub-bacia Paranaíba Sub-bacia São Francisco Alto"",""PARNA das Emas"","""","""",""Não"",""Declinando"",""2 - Agropecuária e Aquacultura|2.2 - Silvicultura|2.2.2 - Plantações agro-industriais 5 - Uso de recursos biológicos|5.1 - Caça e captura de animais terrestres ou marinhos|5.1.1 - Caça/captura intencional (a espécie é o alvo)|5.1.1.1 - Uso de subsistência/escambo local"",""1 - Alimentação humana"",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação das Aves Ameaçadas do Bioma Amazônia, Plano de Ação Nacional para a Conservação das Aves do Cerrado e Pantanal, Plano de Ação Nacional para a Conservação das Aves do Cerrado e Pantanal - 2º ciclo"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Amphibia"",""Anura"",""Aromobatidae"",""Anomaloglossus"",""Anomaloglossus tepequem"","""",""Fouquet, Souza, Nunes, Kok, Curcio, Carvalho, Grant & Rodrigues, 2015"","""",""Anfíbios"",""06/2017"",""Criticamente em Perigo"",""Sim"",""B1ab(iii)"",""Anomaloglossus tepequem é endêmica do Brasil, do bioma Amazônia, conhecida apenas para a Serra do Tepequém, no estado de Roraima. A espécie foi registrada somente acima de 500 metros de altitude e sua extensão de ocorrência foi estimada em 50 km2. Embora sua descrição seja relativamente recente (2015), seus registros são históricos. Nos anos de 1986 e 1992 a espécie era abundante e facilmente encontrada no local. Entre os anos de 1985 e 1990 houve intensa atividade minerária para extração de ouro, que atingiu até o topo da serra, impactando fortemente o hábitat da espécie. Expedições mais recentes, em 2011 e 2013, na mesma localidade não resultaram no encontro da espécie, que presumivelmente desapareceu. Após a atividade de mineração, a região tem sofrido declínio continuado da qualidade do hábitat em função da ocupação humana, pecuária e constantes queimadas. Considerando uma única localização, tendo o fogo como principal ameaça, Anomaloglossus tepequem foi avaliada como Criticamente em Perigo (CR) pelo critério B1ab(iii), estando possivelmente extinta (PEX)."",""Sim"",""Sim"",""Roraima"",""|Norte|"",""Amazônia"",""Sub-bacia Negro"","""","""","""",""Não"",""Declinando"",""2 - Agropecuária e Aquacultura|2.1 - Culturas anuais e perenes não-madeireiras|2.1.4 - Agricultura de escala desconhecida 3 - Produção energética e mineração|3.2 - Mineração|3.2.4 - Extração de minérios - garimpo 6 - Distúrbios humanos|6.1 - Atividades recreacionais/turísticas 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.1 - Incêndios e supressão de incêndios|7.1.3 - Tendência desconhecida"","""",""Plano de Ação Nacional (PAN)"","""",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Amphibia"",""Anura"",""Hylodidae"",""Crossodactylus"",""Crossodactylus franciscanus"","""",""Pimenta, Caramaschi & Cruz, 2015"","""",""Anfíbios"",""06/2017"",""Criticamente em Perigo"",""Sim"",""D"",""Crossodactylus franciscanus é endêmica do Brasil, do bioma Cerrado, conhecida somente do estado de Minas Gerais. Embora tenha sido descrita em 2015, os dois registros conhecidos são históricos, um de 1943, para o município de Passos, e outro de 1981, no Parque Nacional da Serra da Canastra, sua localidade-tipo. Desde então, a região tem sido amostrada por diferentes pesquisadores, mas a espécie não tem sido encontrada, apesar de ser de um grupo de fácil detecção. As razões de seu declínio ainda não são bem compreendidas. Dadas as circunstâncias, é possível supor que esteja extinta ou que haja menos de 50 indivíduos maduros em sua população. Por essas razões, Crossodactylus franciscanus foi avaliada como Criticamente em Perigo (CR) segundo o critério D, estando possivelmente extinta (PEX)."",""Sim"",""Sim"",""Minas Gerais"",""|Sudeste|"",""Cerrado"",""Sub-bacia Grande Sub-bacia São Francisco Alto"",""PARNA da Serra da Canastra"","""","""",""Não"",""Declinando"",""12 - Outras ameaças"","""",""Plano de Ação Nacional (PAN)"","""",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Aves"",""Charadriiformes"",""Scolopacidae"",""Calidris"",""Calidris canutus"",""Calidris canutus"",""(Linnaeus, 1758)"",""maçarico-de-papo-vermelho"",""Aves"",""10/2017"",""Vulnerável"","""",""A2b"",""Calidris canutus é espécie migratória que passa o período não-reprodutivo no Brasil, havendo concentrações populacionais especialmente no Maranhão e no Rio Grande do Sul. Para a subespécie C. c. rufa, única a ocorrer no Brasil, houve registro de declínio populacional de 41,7% nas três gerações passadas em cinco populações monitoradas em áreas de invernagem. As principais ameaças descritas para a espécie são: diminuição na disponibilidade de alimento (caranguejo-ferradura, Limulus polyphemus) na Baía de Delaware nos Estados Unidos e, no Brasil, declínio da qualidade do habitat devido a atividades humanas nas praias. Desta forma, C. canutus foi categorizada como Vulnerável (VU), pelo critério A2b."",""Não"",""Sim"",""Amapá, Bahia, Maranhão, Mato Grosso, Pará, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe"",""|Centro-Oeste|Nordeste|Norte|Sudeste|Sul|"",""Amazônia, Caatinga, Cerrado, Mata Atlântica, Pampa, Pantanal"",""Sub-bacia Amapá Litoral Sub-bacia Foz Amazonas Sub-bacia Gurupi Sub-bacia Ibicuí Sub-bacia Itapecuru Sub-bacia Itapecuru-Paraguaçu Sub-bacia Litoral CE PB Sub-bacia Litoral CE PI Sub-bacia Litoral RJ Sub-bacia Litoral RS Sub-bacia Litoral SE Sub-bacia Litoral SP Sub-bacia Litoral SP PR SC Sub-bacia Paraguai 03 Sub-bacia Piranhas Sub-bacia Tietê"",""APA Cananéia-Iguape-Peruíbe, APA Delta do Parnaíba, ESEC Carijós, PARNA da Lagoa do Peixe, PARNA do Cabo Orange, PARNA Lençóis Maranhenses, PARNA Marinho de Fernando de Noronha, PARNA Restinga de Jurubatiba, REBIO Atol das Rocas, REBIO do Lago Piratuba, REBIO Santa Isabel, RESEX Cururupu, RESEX Gurupi-Piriá"",""APA ILHA COMPRIDA, ÁREA DE PROTEçãO AMBIENTAL DAS REENTRâNCIAS MARANHENSES, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL DO ARQUIPÉLAGO DO MARAJÓ, ÁREA DE PROTEçãO AMBIENTAL DO MANGUEZAL DA BARRA GRANDE, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL PLATAFORMA CONTINENTAL DO LITORAL NORTE, PARQUE ESTADUAL DA ILHA DO CARDOSO, RESERVA BIOLÓGICA DO PARAZINHO"",""RPPN Fazenda Estância Dorochê"",""Sim"",""Declinando"",""2 - Agropecuária e Aquacultura|2.4 - Aquacultura marinha e de água doce|2.4.3 - Aquacultura em escala desconhecida 3 - Produção energética e mineração|3.3 - Energia renovável|3.3.2 - Parques eólicos 6 - Distúrbios humanos|6.1 - Atividades recreacionais/turísticas"","""",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação das Aves Limícolas Migratórias - 2º ciclo, Plano de Ação Nacional para Conservação das Aves Limícolas Migratórias"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Aves"",""Passeriformes"",""Dendrocolaptidae"",""Dendrocolaptes"",""Dendrocolaptes transfasciatus"",""Dendrocolaptes picumnus transfasciatus"",""Todd, 1925"",""arapaçu-meio-barrado"",""Aves"",""09/2017"",""Vulnerável"","""",""A4c"",""Dendrocolaptes transfaciatus é restrita ao interflúvio Xingu-Tapajós. É dependente de floresta primária e em bom estado de conservação, sendo rara em florestas secundárias. Sua distribuição geográfica vem sofrendo alta taxa de desmatamento e sobrepõe-se à área de influência da BR-163. Tendo em vista a forte pressão de desmatamento e degradação das florestas e a sensibilidade do táxon, estima-se que houve perda populacional entre 30% e 50% em três gerações passadas (11 anos). Desta forma, D. transfasciatus foi categorizada como Vulnerável (VU) pelo critério A4c."",""Sim"",""Sim"",""Pará"",""|Norte|"",""Amazônia"",""Sub-bacia Paru Sub-bacia Tapajós Sub-bacia Xingu"",""FLONA do Tapajós, FLONA Jamanxim, REBIO Nascentes da Serra do Cachimbo"","""","""",""Desconhecido"",""Declinando"",""2 - Agropecuária e Aquacultura|2.1 - Culturas anuais e perenes não-madeireiras|2.1.4 - Agricultura de escala desconhecida 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.3 - Pecuária|2.3.4 - Pecuária em escala desconhecida 4 - Transportes e serviços de transmissão|4.1 - Estradas e ferrovias 5 - Uso de recursos biológicos|5.3 - Extração florestal|5.3.5 - Motivação desconhecida"","""",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação das Aves Ameaçadas do Bioma Amazônia, Plano de Ação Nacional para a Conservação das Aves Ameaçadas do Bioma Amazônia - 2º ciclo"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Actinopterygii"",""Siluriformes"",""Heptapteridae"",""Rhamdia"",""Rhamdia jequitinhonha"","""",""Silfvergrip, 1996"",""Mandi"",""Peixes Continentais"",""11/2013"",""Vulnerável"","""",""B2ab(ii,iii)"",""Rhamdia jequitinhonha é endêmica do Brasil, da bacia do rio Jequitinhonha, estado de Minas Gerais, conhecida apenas de dois de seus afluentes, os rios Araçuaí e Itacambiruçu. A Área de Ocupação (AOO) foi superestimada em 992 km², baseada na extensão dos rios Itacambiruçu (165 km) e Araçuaí (331 km) multiplicada por 2 km (VU B2). As duas localidades onde a espécie foi registrada na bacia são relativamente distantes e foram fragmentadas devido à construção da UHE Irapé. Logo, foram consideradas duas localizações (a=2). Além disso, existem projetos de outras PCHs nos dois afluentes, além de outras potenciais ameaças, como mineração e poluição, o que caracteriza o declínio continuado da qualidade do hábitat (biii). A espécie também é pouco frequente em coletas durante trabalhos de campo. Portanto, Rhamdia jequitinhonha foi categorizada como Vulnerável (VU) pelos critérios B2ab(ii,iii)."",""Sim"",""Não"",""Bahia, Minas Gerais"",""|Nordeste|Sudeste|"",""Cerrado, Mata Atlântica"",""Sub-bacia Contas Sub-bacia Itapecuru-Paraguaçu Sub-bacia Jequitinhonha"",""REVIS Boa Nova"",""PARQUE ESTADUAL RIO PRETO"","""",""Desconhecido"",""Desconhecida"","""","""","""","""","""","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Aves"",""Passeriformes"",""Thamnophilidae"",""Formicivora"",""Formicivora paludicola"",""Formicivora paludicola"",""Buzzetti, Belmontes-Lopes, Reinert, Silveira & Bornschein, 2013"",""bicudinho-do-brejo-paulista"",""Aves"",""06/2019"",""Criticamente em Perigo"",""Não"",""C2a(i)"",""Formicivora paludicola é endêmica do Brasil, com distribuição restrita a Mata Atlântica do estado de São Paulo. Ocupa brejos naturais com taboas, juncos e outras plantas aquáticas. Ocorre em altas densidades, entretanto possui pequeno tamanho populacional por estar retrita a poucos brejos em área de grande adensamento humano. Infere-se que a população não excede 250 indivíduos maduros e que cada subpopulação possui no máximo 50 indivíduos maduros. Há suspeitas de declínio populacional continuado devido a perda na qualidade do habitat decorrente da construção de hidrelétricas, extração de areia, ocorrência de queimadas e introdução de plantas exóticas. Dessa forma, F. paludicola foi categorizada como Criticamente em Perigo (CR) pelo critério C2a(i)."",""Sim"",""Sim"",""São Paulo"",""|Sudeste|"",""Mata Atlântica"",""Sub-bacia Paraíba do Sul Sub-bacia Tietê"","""","""","""",""Não"",""Declinando"",""3 - Produção energética e mineração|3.2 - Mineração|3.2.1 - Extração de areia 3 - Produção energética e mineração|3.3 - Energia renovável|3.3.1 - Hidrelétricas 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.1 - Incêndios e supressão de incêndios|7.1.1 - Aumento da frequência/intensidade de incêndios 8 - Espécies invasoras problemáticas e doenças|8.1 - Espécies exóticas|8.1.2 - Espécie não conhecida|8.1.2.1 - Competidores"","""",""Controle e fiscalização, Criação de áreas protegidas, Manejo de espécies, Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação das Aves Ameaçadas do Bioma Mata Atlântica"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Actinopterygii"",""Characiformes"",""Characidae"",""Hasemania"",""Hasemania piatan"",""Hasemania piatan"",""Zanata & Serra, 2010"","""",""Peixes Continentais"",""10/2021"",""Em Perigo"","""",""B1ab(iii)"",""Hasemania piatan é endêmica do Brasil e conhecida somente do riacho Três Morros e do córrego das Piabas, pequenos tributários da bacia do alto rio de Contas, município de Piatã, no estado da Bahia. A Extensão de Ocorrência (EOO) foi calculada em 201 km². O ambiente vem sendo alterado por degradação ambiental, seus cursos d’água são drenados para irrigação, que promovem declínio continuado da qualidade do habitat. Atualmente, há grandes projetos de supressão de vegetação para produção agrícola em larga escala, considerada sua principal ameaça, apresentando 3 localizações. Além disso, existem projetos para construção de barragens e a espécie é utilizada na pesca artesanal como isca. Desta forma, Hasemania piatan foi categorizada como Em Perigo (EN) pelo critério B1ab(iii)."",""Sim"",""Sim"",""Bahia"",""|Nordeste|"",""Caatinga"",""Sub-bacia Contas"","""","""","""",""Desconhecido"",""Desconhecida"",""2 - Agropecuária e Aquacultura|2.1 - Culturas anuais e perenes não-madeireiras|2.1.4 - Agricultura de escala desconhecida 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.7 - Motivação desconhecida 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.2 - Represas e uso de água|7.2.11 - Represas (tamanho desconhecido) 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.2 - Represas e uso de água|7.2.3 - Captação de água de superfície - uso na agricultura 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.3 - Outras modificações nos ecossistemas"",""16 - Outro"",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação dos Peixes e Eglas da Mata Atlântica"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Actinopterygii"",""Siluriformes"",""Loricariidae"",""Hemiancistrus"",""Hemiancistrus megalopteryx"",""Hemiancistrus megalopteryx"",""Cardoso, 2004"","""",""Peixes Continentais"",""11/2021"",""Em Perigo"","""",""B1ab(iii)"",""Hemiancistrus megalopteryx é endêmica do Brasil e ocorre na bacia do rio Tubarão, no estado de Santa Catarina. A espécie não é frequente nem abundante, tendo sido descrita de apenas cinco exemplares. Esforços de coleta em 2011 registraram apenas um indivíduo no rio Cintra, município de Pedras Grandes, também no estado de Santa Catarina. Na região dos municípios de Criciúma e Tubarão existe um forte impacto da mineração de carvão nas cabeceiras dos rios, que interfere diretamente na sobrevivência das subpopulações que ocorrem em três diferentes corpos d’água da bacia, que foram consideradas três localizações. A Extensão de Ocorrência (EOO) foi calculada em 2143 km² e existe declínio continuado da qualidade do habitat em função da atividade minerária. Por isso, H. megalopteryx foi categorizada como Em Perigo (EN) pelo critério B1ab(iii)."",""Sim"",""Sim"",""Santa Catarina"",""|Sul|"",""Mata Atlântica"",""Sub-bacia Litoral SP PR SC"","""","""","""",""Desconhecido"",""Desconhecida"",""3 - Produção energética e mineração|3.2 - Mineração|3.2.3 - Extração de minérios - subsolo 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.3 - Outras modificações nos ecossistemas"","""",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação dos Peixes e Eglas da Mata Atlântica"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Arthropoda"",""Insecta"",""Hymenoptera"",""Formicidae"",""Mycetagroicus"",""Mycetagroicus urbanus"",""Mycetagroicus urbanus"",""Brandão & Mayhé-Nunes, 2001"",""Formiga, Formiga cultivadora de fungo"",""Invertebrados Terrestres"",""11/2019"",""Criticamente em Perigo"",""Sim"",""B1ab(iii)"",""Mycetagroicus urbanus é conhecida apenas da localidade-tipo, Parque do Ibirapuera, em São Paulo. Esse registro foi realizado em 1943 e desde então, a espécie não foi mais registrada, apesar de ser facilmente identificável, dos frequentes esforços de coleta nas áreas apropriadas à sobrevivência da população e com utilização dos métodos de coleta adequados. O processo de urbanização na cidade de São Paulo removeu praticamente toda a área de vegetação nativa em que a espécie poderia ocorrer. A área do Parque é inferior à 2km2, considerada equivalente à sua extensão de ocorrência (EOO). Considerando a expansão urbana sua principal ameaça, representando apenas 01 localização, esse processo também promove declínio continuado na qualidade do habitat remanescente e, possivelmente, da área de ocupação e extensão de ocorrência pretérita da espécie. Portanto, M. urbanus foi categorizada como Criticamente em Perigo (CR), pelo critério B1ab(iiii), sendo Possivelmente Extinta (PEX)."",""Sim"",""Sim"",""São Paulo"",""|Sudeste|"",""Mata Atlântica"",""Sub-bacia Tietê"","""","""","""",""Não"",""Desconhecida"",""1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.1 - Expansão urbana 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.3 - Outras modificações nos ecossistemas 9 - Poluição|9.1 - Doméstica e urbana - escoamento de água|9.1.3 - Tipo desconhecido"","""","""","""",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Actinopterygii"",""Cyprinodontiformes"",""Poeciliidae"",""Cnesterodon"",""Cnesterodon carnegiei"",""Cnesterodon carnegiei"",""Haseman, 1911"",""Barrigudinho"",""Peixes Continentais"",""10/2019"",""Vulnerável"","""",""B1ab(iii)"",""Cnesterodon carnegiei é uma espécie endêmica do Brasil e possui distribuição restrita na porção alta do rio Iguaçu, no estado do Paraná. A principal ameaça identificada é a perda e degradação do hábitat pela expansão urbana. Além disso, as atividades agropecuárias e de mineração representam impactos adicionais. A extensão de ocorrência (EOO) foi calculada em 4.055 km², com 8 localizações e declínio continuado na qualidade do habitat em função dos impactos identificados. Por isso, C. carnegiei foi categorizada como Vulnerável (VU) pelo critério B1ab(iii)."",""Sim"",""Sim"",""Paraná"",""|Sul|"",""Mata Atlântica"",""Sub-bacia Iguaçu"","""",""ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL DO PASSAUNA, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL ESTADUAL DA ESCARPA DEVONIANA"","""",""Desconhecido"",""Desconhecida"",""1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.1 - Expansão urbana 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.3 - Pecuária|2.3.4 - Pecuária em escala desconhecida 3 - Produção energética e mineração|3.2 - Mineração|3.2.2 - Extração de seixo/pedra"","""",""Manejo de espécies, Manejo territorial, Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação da Fauna Aquática e Semiaquática do Baixo Iguaçu"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Actinopterygii"",""Characiformes"",""Characidae"",""Hasemania"",""Hasemania crenuchoides"",""Hasemania crenuchoides"",""Zarske & Géry, 1999"",""Lambari, Piaba"",""Peixes Continentais"",""10/2019"",""Em Perigo"","""",""B1ab(iii)"",""Hasemania crenuchoides é endêmica do Brasil e possui distribuição muito restrita na região do divisor de águas das bacias do alto rio Paraná e Tocantins, sendo conhecida de poucos registros no Distrito Federal. A principal ameaça identificada é a perda do habitat em função da expansão urbana (construção de condomínios). Além disso, a expansão de atividades agrícolas e a coexistência com espécies exóticas (Coptodon rendalli, Xyphophorus sp.) em um dos locais de ocorrência representam impactos adicionais. A extensão de ocorrência (EOO) foi calculada em 1.353 km2 e foram identificadas três localizações considerando os impactos da urbanização do entorno de Brasília como principal ameaça. Há declínio continuado da qualidade do hábitat caracterizado pela degradação dos corpos d´água, assoreamento e carreamento de agrotóxicos. Portanto, H. crenuchoides foi categorizada como Em Perigo (EN) pelo critério B1ab(iii)."",""Sim"",""Sim"",""Distrito Federal"",""|Centro-Oeste|"",""Cerrado"",""Sub-bacia Paranaíba Sub-bacia Tocantins Alto"",""APA Planalto Central, REBIO da Contagem"",""APA DE CAFURINGA, ESTAÇÃO ECOLÓGICA DE ÁGUAS EMENDADAS"","""",""Não"",""Desconhecida"",""1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.1 - Expansão urbana 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.1 - Culturas anuais e perenes não-madeireiras|2.1.4 - Agricultura de escala desconhecida 8 - Espécies invasoras problemáticas e doenças|8.1 - Espécies exóticas|8.1.1 - Espécie conhecida|8.1.1.1 - Competidores 8 - Espécies invasoras problemáticas e doenças|8.1 - Espécies exóticas|8.1.1 - Espécie conhecida|8.1.1.2 - Predadores 9 - Poluição|9.3 - Agropecuária e florestal|9.3.2 - Erosão do solo/sedimentação 9 - Poluição|9.3 - Agropecuária e florestal|9.3.3 - Herbicidas e pesticidas"","""",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação das Espécies de Peixes Ameaçadas de Extinção da Bacia do Alto Rio Paraná, Plano de Ação Nacional para Conservação das Espécies Ameaçadas de Extinção da Ictiofauna, Herpetofauna e Primatas do Cerrado e Pantanal"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Actinopterygii"",""Siluriformes"",""Heptapteridae"",""Heptapterus"",""Heptapterus multiradiatus"",""Heptapterus multiradiatus"",""Ihering, 1907"",""Bagrinho-do-tietê"",""Peixes Continentais"",""10/2019"",""Criticamente em Perigo"",""Sim"",""B1ab(iii)"",""Heptapterus multiradiatus é endêmica do Brasil, com distribuição extremamente restrita aos riachos do alto rio Tietê, na região da grande São Paulo e Ribeirão Pires. Existem três registros da espécie em coleções, sendo que duas dessas localidades foram destruídas pela expansão urbana. O último lote foi coletado em 1966";" desde então, esforços de coleta direcionados foram empreendidos, sem sucesso. A Extensão de Ocorrência (EOO) da espécie é estimada em menos de 100 km2. As espécies do gênero são sensíveis a alterações ambientais e foi considerada apenas uma localização, com declínio continuado da qualidade do habitat. Por esses motivos, a espécie foi listada como Criticamente em Perigo (CR) pelo critério B1ab(iii), estando possivelmente extinta (PEX)."",""Sim"",""Sim"",""São Paulo"",""|Sudeste|"",""Mata Atlântica"",""Sub-bacia Tietê"","""","""","""",""Desconhecido"",""Desconhecida"",""1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.1 - Expansão urbana 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.3 - Outras modificações nos ecossistemas 9 - Poluição|9.1 - Doméstica e urbana - escoamento de água|9.1.1 - Esgoto"","""",""Manejo de espécies, Manejo territorial, Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação das Espécies de Peixes Ameaçadas de Extinção da Bacia do Alto Rio Paraná, Plano de Ação Nacional para a Conservação dos Peixes e Eglas da Mata Atlântica"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;; "Animalia,""Chordata"",""Actinopterygii"",""Characiformes"",""Characidae"",""Hyphessobrycon"",""Hyphessobrycon flammeus"",""Hyphessobrycon flammeus"",""Myers, 1924"",""lambarizinho vermelho, Tetra-rio, Tetra-rosa, Tetra-vermelho"",""Peixes Continentais"",""10/2019"",""Em Perigo"","""",""B1ab(i,iii)"",""Hyphessobrycon flammeus é endêmica do Brasil, com duas subpopulações conhecidas: a primeira nas drenagens da Baixada Fluminense, estado do Rio de Janeiro, e a outra na bacia do alto rio Tietê, estado de São Paulo, proveniente de introdução ocorrida na década de 1970. Há indício também de sua introdução em Santa Catarina. A subpopulação paulista, ao contrário do que ocorre na Baixada Fluminense, é abundante, frequente e ocupa ambientes alterados nas imediações da Região Metropolitana de São Paulo. No Rio de Janeiro, a espécie foi registrada em diferentes localidades da Baixada Fluminense";" porém, a maior parte dos registros em ambiente natural é anterior a 1972. Antes de sua descrição, em 1924, H. flammeus já era apreciada no comércio aquarista, mas era identificada como H. bifasciatus. Para efeito desta avaliação, de acordo as orientações da UICN, foi considerada apenas a população nativa da Baixada Fluminense. A Extensão de Ocorrência (EOO), considerando apenas os registros das últimas décadas, foi estimada em 1.177 km², sendo que a área total dos municípios da Baixada Fluminense é de aproximadamente 3.200 km². A espécie habita córregos de fluxo lento, com vegetação aquática, e provavelmente sofreu com o processo de desmatamento da Baixada Fluminense, que gerou a fragmentação da população nativa. Além disso, os registros ocorrem em regiões muito próximas a áreas de intenso desenvolvimento urbano do estado do Rio de Janeiro, portanto, há declínio da qualidade de hábitat causado pela ocupação urbana e poluição. Portanto, Hyphessobrycon flammeus foi categorizada como Em Perigo (EN) pelo critério B1ab(i,iii)."",""Sim"",""Sim"",""Rio de Janeiro"",""|Sudeste|"",""Mata Atlântica"",""Sub-bacia Litoral RJ"",""APA Bacia do Rio São João/Mico-Leão-Dourado"","""","""",""Desconhecido"",""Declinando"",""1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.1 - Expansão urbana 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.3 - Outras modificações nos ecossistemas 9 - Poluição|9.1 - Doméstica e urbana - escoamento de água|9.1.1 - Esgoto 9 - Poluição|9.1 - Doméstica e urbana - escoamento de água|9.1.2 - Escoamento urbano"",""3 - Animais de estimação/ornamentais"",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação dos Peixes e Eglas da Mata Atlântica"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;; "Animalia,""Chordata"",""Actinopterygii"",""Characiformes"",""Characidae"",""Hyphessobrycon"",""Hyphessobrycon duragenys"",""Hyphessobrycon duragenys"",""Ellis, 1911"",""Lambari"",""Peixes Continentais"",""10/2019"",""Em Perigo"","""",""B1ab(iii)"",""Hyphessobrycon duragenys é endêmica do Brasil, das bacias do alto rio Tietê, alto rio Paraíba do Sul e Ribeira de Iguape, no estado de São Paulo. Por pertencerem a três bacias diferentes, considera-se três subpopulações. A espécie é rara e não há novos registros desde 1999. A extensão de ocorrência calculada pelo MPC é de 2.972 km². Há declínio continuado da área, extensão e qualidade do habitat, em virtude da intensa antropização da Região Metropolitana de São Paulo. Esforços recorrentes de coleta na área da localidade-tipo e entorno não obtiveram sucesso em capturá-la, e as subpopulações estão severamente fragmentadas, em especial nas áreas de cabeceiras. Portanto, Hyphessobrycon duragenys foi categorizada como Em Perigo (EN) pelos critérios B1ab(iii)."",""Sim"",""Sim"",""São Paulo"",""|Sudeste|"",""Mata Atlântica"",""Sub-bacia Litoral RJ SP Sub-bacia Paraíba do Sul Sub-bacia Tietê"","""",""APA VáRZEA DO RIO TIETê"","""",""Desconhecido"",""Desconhecida"",""1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.1 - Expansão urbana 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.3 - Outras modificações nos ecossistemas 9 - Poluição|9.1 - Doméstica e urbana - escoamento de água|9.1.2 - Escoamento urbano 9 - Poluição|9.3 - Agropecuária e florestal|9.3.2 - Erosão do solo/sedimentação"","""",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação das Espécies Aquáticas Ameaçadas de Extinção da Bacia do Rio Paraíba do Sul, Plano de Ação Nacional para a Conservação das Espécies de Peixes Ameaçadas de Extinção da Bacia do Alto Rio Paraná"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Actinopterygii"",""Siluriformes"",""Loricariidae"",""Isbrueckerichthys"",""Isbrueckerichthys saxicola"",""Isbrueckerichthys saxicola"",""Jerep, Shibatta, Pereira & Oyakawa, 2006"",""Cascudo"",""Peixes Continentais"",""10/2019"",""Em Perigo"","""",""B1ab(iii)"",""Isbrueckerichthys saxicola é endêmica do Brasil e ocorre nas bacias dos rios Paranapanema e Tibagi, estado do Paraná. Esforços adicionais de coleta em regiões adjacentes às suas localidades de registro não resultaram em novos registros, totalizando uma extensão de ocorrência (EOO) conhecida de 635 km². Sua distribuição restrita e baixa tolerância a águas poluídas ou hipóxicas tornam a espécie sensível aos efeitos da antropização. A principal ameaça sobre a espécie é a poluição das águas intensificada pela expansão urbana desordenada, configurando-se cinco localizações. Observa-se ainda o declínio continuado na qualidade do habitat devido à poluição, supressão da vegetação e efeitos da urbanização. Portanto, Isbrueckerichthys saxicola foi categorizada como Em Perigo (EN) pelo critério B1ab(iii)."",""Sim"",""Sim"",""Paraná"",""|Sul|"",""Mata Atlântica"",""Sub-bacia Paranapanema"","""","""","""",""Desconhecido"",""Desconhecida"",""1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.1 - Expansão urbana 9 - Poluição|9.1 - Doméstica e urbana - escoamento de água|9.1.1 - Esgoto 9 - Poluição|9.1 - Doméstica e urbana - escoamento de água|9.1.2 - Escoamento urbano"","""",""Manejo de espécies, Manejo territorial, Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação dos Peixes e Eglas da Mata Atlântica"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Actinopterygii"",""Siluriformes"",""Trichomycteridae"",""Cambeva"",""Cambeva igobi"",""Trichomycterus igobi"",""(Wosiacki & de Pinna, 2008)"",""Candiru"",""Peixes Continentais"",""10/2019"",""Vulnerável"","""",""B1ab(ii,iii)"",""Cambeva igobi é endêmica do Brasil e conhecida de poucas localidades nas bacias do rios Jordão e Areia, afluentes do baixo rio Iguaçu, no estado do Paraná. A principal ameaça identificada é a perda e degradação do hábitat pela construção de hidrelétricas. Além disso, a poluição decorrente do uso e ocupação do solo por atividades agrícolas representa impacto adicional. A extensão de ocorrência (EOO) foi calculada em 8.657 km², com 3 localizações e declínio continuado da área de ocupação e qualidade do habitat em função dos impactos identificados. Por isso, C. igobi foi categorizada como Vulnerável (VU) pelo critério B1ab(ii,iii)."",""Sim"",""Sim"",""Paraná"",""|Sul|"",""Mata Atlântica"",""Sub-bacia Iguaçu"","""","""","""",""Desconhecido"",""Desconhecida"",""3 - Produção energética e mineração|3.3 - Energia renovável|3.3.1 - Hidrelétricas 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.2 - Represas e uso de água|7.2.10 - Represas (grandes) 9 - Poluição|9.3 - Agropecuária e florestal|9.3.2 - Erosão do solo/sedimentação"","""",""Manejo de espécies, Manejo territorial, Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação da Fauna Aquática e Semiaquática do Baixo Iguaçu"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Actinopterygii"",""Siluriformes"",""Trichomycteridae"",""Cambeva"",""Cambeva paolence"",""Trichomycterus paolence"",""(Eigenmann, 1917)"",""Cambeva-do-tietê"",""Peixes Continentais"",""10/2019"",""Em Perigo"","""",""B1ab(iii)"",""Cambeva paolence é endêmica do Brasil e conhecida de apenas quatro registros na bacia do alto rio Tietê e bacias litorâneas no estado de São Paulo. Apesar de haver registros no Parque Estadual da Serra do Mar, os locais de ocorrências na bacia do rio Tietê têm sido muito alterados por efeitos antrópicos, principalmente urbanização crescente, os quais geram desmatamento, assoreamento e poluição dos cursos d’água, ocasionando um declínio continuado da área de ocupação, da qualidade do habitat e a fragmentação da população. A principal ameaça identificada é a perda e degradação do hábitat pela expansão urbana. A extensão de ocorrência (EOO) foi calculada em 1.661 km², com 4 localizações e declínio continuado na qualidade do habitat em função dos impactos identificados. Dessa forma, C. paolence foi categorizada como Em Perigo (EN) pelo critério B1ab(iii)."",""Sim"",""Sim"",""São Paulo"",""|Sudeste|"",""Mata Atlântica"",""Sub-bacia Litoral SP"","""",""PARQUE ESTADUAL DA SERRA DO MAR"","""",""Desconhecido"",""Desconhecida"",""1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.1 - Expansão urbana 4 - Transportes e serviços de transmissão|4.1 - Estradas e ferrovias 9 - Poluição|9.1 - Doméstica e urbana - escoamento de água|9.1.1 - Esgoto 9 - Poluição|9.2 - Industrial|9.2.4 - Tipo desconhecido 9 - Poluição|9.3 - Agropecuária e florestal|9.3.2 - Erosão do solo/sedimentação"","""",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação das Espécies de Peixes Ameaçadas de Extinção da Bacia do Alto Rio Paraná, Plano de Ação Nacional para a Conservação dos Peixes e Eglas da Mata Atlântica"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Arthropoda"",""Insecta"",""Lepidoptera"",""Riodinidae"",""Voltinia"",""Voltinia sanarita"","""",""(Schaus, 1902)"",""Borboleta, Fadinha"",""Invertebrados Terrestres"",""11/2010"",""Em Perigo"","""",""B2ab(ii,iii)"",""Voltinia sanarita é conhecida de poucos exemplares, com distribuição restrita a áreas de Mata Atlântica do sudeste em altitudes entre 1.200 e 1.400 m. Sua área de ocupação é menor do que 500 km2. A destruição do habitat natural e o desmatamento representam a maior ameaça, com consequente fragmentação do habitat e isolamento populacional. Portanto, V. sanarita foi categorizada como Em Perigo (EN), segundo o critério B2ab(ii,iii)."",""Sim"",""Não"",""Minas Gerais, Rio de Janeiro, São Paulo"",""|Sudeste|"",""Mata Atlântica"",""Sub-bacia Grande Sub-bacia Litoral RJ"",""APA Serra da Mantiqueira, PARNA da Serra da Bocaina, PARNA de Itatiaia"",""APA CAMPOS DO JORDÃO, PARQUE ESTADUAL DE CAMPOS DO JORDÃO"","""",""Desconhecido"",""Desconhecida"","""","""",""Proteção de recursos/habitat"","""","""","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Actinopterygii"",""Characiformes"",""Characidae"",""Rhinopetitia"",""Rhinopetitia potamorhachia"","""",""Netto-Ferreira, Birindelli, Sousa & Menezes, 2014"","""",""Peixes Continentais"",""11/2014"",""Em Perigo"","""",""A3c"",""Rhinopetitia potamorhachia é endêmica do Brasil, com registros no rio Teles Pires, a jusante das corredeiras Sete Quedas, e na foz do rio Apiacás, estados do Pará e Mato Grosso. Áreas a montante de Sete Quedas e a jusante da foz do Apiacás foram amostradas, mas a espécie não foi encontrada. Os dois registros conhecidos de R. potamorhachia estão distantes entre si cerca de 40 km pelo rio Teles Pires, sendo a área de ocupação da espécie estimada em cerca de 80 km2. Rhinopetitia potamorhachia foi coletada ao longo de praias arenosas no rio Teles Pires, em uma região significativamente afetada pelo reservatório da usina hidrelétrica (UHE) Teles Pires (já em construção) e pelas UHEs Foz do Apiacás e São Manoel (com licenças de instalação já emitidas). As duas últimas deverão afetar toda a distribuição da espécie, já que alagarão uma área de 140 e 89 km2, respectivamente, resultando em uma redução populacional de 80% a 100% de R. potamorhachia em futuro próximo. A espécie não é reofílica, mas foi encontrada principalmente ao longo de praias arenosas adjacentes às corredeiras, que serão afetadas pelo alagamento. Portanto, Rhinopetitia potamorhachia foi categorizado como Em Perigo (EN) segundo o critério A3c."",""Sim"",""Não"",""Mato Grosso, Pará"",""|Centro-Oeste|Norte|"",""Amazônia"",""Sub-bacia Tapajós"","""","""","""","""",""Declinando"",""3 - Produção energética e mineração|3.3 - Energia renovável"","""","""","""","""","""",""""";;;;;; "Animalia,""Arthropoda"",""Insecta"",""Odonata"",""Aeshnidae"",""Rhionaeschna"",""Rhionaeschna eduardoi"","""",""(Machado, 1984)"",""Libélula"",""Invertebrados de Água Doce"",""05/2014"",""Em Perigo"","""",""B1ab(i,ii,iii)+2ab(i,ii,iii)"",""Rhionaeschna eduardoi é endêmica do Brasil, onde é encontrada em quatro localidades no estado de Minas Gerais. A espécie possui distribuição restrita, com extensão de ocorrência (EOO) de 950 km² e área de ocupação (AOO) de 140 km2 e ocorre em populações isoladas e em campos rupestres de altitude (entre 1.200 e 1.540 metros), o que acarreta uma fragmentação severa da população. Além disso, sua área de distribuição histórica vem sofrendo intenso processo de utilização do solo (agricultura, urbanização e mineração), que resulta em perda de extensão de ocorrência e qualidade de habitat. Considerando tudo isso, Rhionaeschna eduardoi foi categorizada como Em Perigo (EN), pelos critérios B1ab(i,ii,iii)+2ab(i,ii,iii)."",""Sim"",""Não"",""Minas Gerais"",""|Sudeste|"",""Mata Atlântica"",""Sub-bacia Grande Sub-bacia São Francisco Alto"","""",""ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL SUL-RMBH, PARQUE ESTADUAL SERRA DO ROLA MOÇA"","""",""Desconhecido"",""Desconhecida"",""1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.1 - Expansão urbana 2 - Agropecuária e Aquacultura 3 - Produção energética e mineração|3.2 - Mineração"","""","""","""","""","""",""""";;;;;; "Animalia,""Hemichordata"",""Enteropneusta"",""Enteropneusta"",""Spengelidae"",""Willeyia"",""Willeyia loya"","""",""Petersen, 1965"","""",""Invertebrados Marinhos"",""10/2014"",""Criticamente em Perigo"",""Não"",""B2ab(iii)"",""Willeyia loya é endêmica do Brasil, registrada apenas na planície de marés na Baía do Araçá (São Sebastião, SP), sua área de ocupação foi calculada em 4 km². Na área de distribuição da espécie ocorrem diversos derramamentos de óleo e há um projeto de ampliação do porto, sendo uma ameaça de grande impacto nas suas populações, caracterizando assim, apenas uma localização. Por estes motivos, a espécie é categorizada como Criticamente em Perigo (CR), segundo os critérios B2ab(iii)."",""Sim"",""Não"","""",""||"",""Mata Atlântica"","""","""",""PARQUE ESTADUAL DA SERRA DO MAR"","""","""",""Desconhecida"","""","""","""","""","""","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Aves"",""Passeriformes"",""Icteridae"",""Xanthopsar"",""Xanthopsar flavus"","""",""(Gmelin, 1788)"",""Veste-amarela"",""Aves"",""11/2013"",""Vulnerável"","""",""C1"",""Xanthopsar flavus ocorre no Paraguai, Argentina, Uruguai e sul do Brasil. Estima-se que haja menos de 10.000 indivíduos maduros no Brasil, sendo que há declínio populacional continuado de ao menos 10% em três gerações (14 anos) devido à grande perda de habitat observada e projetada (ocupação dos Campos de Cima da Serra por plantações de Pinus spp. e da Serra do Sudeste e adjacências por plantações industriais de eucalipto). A avaliação não é alterada quando se verifica a influência da população oriunda de outros países. Dessa forma, X. flavus foi avaliada como Vulnerável (VU) C1."",""Não"",""Não"","""",""||"","""","""","""","""","""",""Não"",""Declinando"",""11 - Mudanças e extremos climáticos|11.1 - Mudança/alteração de habitat 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.2 - Silvicultura 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.1 - Incêndios e supressão de incêndios|7.1.1 - Aumento da frequência/intensidade de incêndios 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.2 - Represas e uso de água|7.2.1 - Captação de água de superfície - uso doméstico 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.2 - Represas e uso de água|7.2.3 - Captação de água de superfície - uso na agricultura 9 - Poluição|9.3 - Agrícola e florestal|9.3.4 - Tipo desconhecido"","""",""Controle e fiscalização, Criação de áreas protegidas, Implementação de áreas protegidas, Manejo territorial, Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação dos Passeriformes Ameaçados dos Campos Sulinos e Espinilho"","""","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Mammalia"",""Rodentia"",""Cricetidae"",""Rhipidomys"",""Rhipidomys cariri"","""",""Tribe, 2005"",""Cariri Climbing Mouse, Rato-da-árvore"",""Mamíferos"",""06/2013"",""Vulnerável"","""",""B2ab(ii,iii)"",""Rhipidomis cariri é conhecida de apenas três localidades nos estados do Ceará e da Bahia, com uma extensão de ocorrência de 50.000 km2. A espécie utiliza matas de encosta, que ocorrem apenas nas três localidades de onde é conhecida, podendo representar cerca de 3% da área total, portanto a espécie tem uma área de ocupação (AOO) de 1.500 km2 (B2). Esta área sofre declínio continuado em extensão e qualidade do habitat devido ao desmatamento das florestas de encosta para agricultura (b ii,iii) que representam uma ameaça plausível sobre as três localizações da espécie (a) e a espécie Portanto Rhipidomys cariri foi categorizada como Vulnerável (VU) B2 a b (ii,iii) ."","""",""Não"","""",""||"","""","""","""","""","""","""",""Desconhecida"","""","""","""","""","""","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Mammalia"",""Rodentia"",""Cricetidae"",""Rhipidomys"",""Rhipidomys tribei"","""",""Costa, Geise, Pereira & Costa, 2011"",""Rato-da-árvore, Tribe’s Climbing Mouse"",""Mamíferos"",""06/2013"",""Em Perigo"","""",""B1ab(ii,iii)"",""Rhipidomys tribei é endêmica do Brasil, sendo registrada no estado de Minas Gerais, nos municípios Santa Barbara, Araponga, Viçosa e Muriaé. Embora sua distribuição até o momento seja restrita, com uma extensão de ocorrência de aproximadamente 2.000 km2, sua descrição é recente e novos registros são bastante prováveis. Sua atual área de distribuição encontra-se numa região fragmentada e com impactos devido à expansão agropecuária e mineração. Portanto, Rhipidomys tribei foi categorizado como Em perigo (EN) B1 ab (ii,iii)."",""Sim"",""Não"","""",""||"","""","""","""","""","""","""",""Desconhecida"","""","""","""","""","""","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Actinopterygii"",""Siluriformes"",""Doradidae"",""Rhynchodoras"",""Rhynchodoras xingui"","""",""Klausewitz & Rössel, 1961"","""",""Peixes Continentais"",""05/2014"",""Em Perigo"","""",""A4c"",""Rhynchodoras xingui é endêmica do Brasil, conhecida para as porções média e alta dos rios Xingu (entre Altamira e Cachoeira Von Martius) e Tocantins (entre Tucuruí e Serra da Mesa), nos estados de Goiás, Mato Grosso e Pará. A área de ocupação original inferida para a espécie é 6.100 km2. Rhynchodoras xingui ocorre exclusivamente em calhas de grandes rios, em ambientes com correnteza moderada a forte. A bacia do rio Xingu será afetada pela construção da Usina Hidrelétrica de Belo Monte. No rio Tocantins, sete usinas hidrelétricas estão em funcionamento: Serra da Mesa, Cana Brava, São Salvador, Peixe Angical, Luís Eduardo Magalhães, Estreito e Tucuruí";" e mais quatro planejadas: Ipueiras, Tupiratins, Serra Quebrada e Marabá. A soma das áreas diretamente impactadas pelas usinas hidrelétricas construídas e projetadas nos dois rios reduz a área de ocupação da espécie em 66%, assumindo-se uma perda populacional equivalente, nos próximos 10 anos, que correspondem a três tempos geracionais. Desta forma, Rhynchodoras xingui foi categorizada como Em Perigo (EN) pelos critérios A4c."",""Sim"",""Não"","""",""||"","""",""Bacia do rio Tocantins"","""","""","""","""",""Declinando"",""3 - Produção energética e mineração|3.3 - Energia renovável"","""","""","""","""","""",""""";;;;; "Animalia,""Chordata"",""Reptilia"",""Squamata"",""Dipsadidae"",""Rodriguesophis"",""Rodriguesophis chui"","""",""(Rodrigues, 1993)"",""muçurana-nariguda-das-dunas"",""Répteis"",""04/2012"",""Em Perigo"","""",""B1ab(iii)"",""Rodriguesophis chui é endêmica do Brasil, ocorre no domínio da Caatinga, associada a solos arenosos da região das dunas, na margem direita do rio São Francisco, estado da Bahia. Sua extensão de ocorrência calculada é de 628,3 km2, considerada como uma localização, sendo que a principal ameaça à espécie é a desestabilização das dunas, causada pela ação antrópica contínua de extração de areia e de madeira voltada para produção de carvão. Essas ameaças associadas à expansão agrícola causam também declínio contínuo da área e da qualidade do habitat. Por esses motivos, Rodriguesophis chui foi categorizada como Em Perigo (EN), pelo critério B1ab(iii)."",""Sim"",""Não"","""",""||"","""","""","""","""","""","""",""Desconhecida"",""2 - Agropecuária e Aquacultura|2.1 - Culturas anuais e perenes não-madeireiras 3 - Produção energética e mineração|3.2 - Mineração|3.2.1 - Extração de areia 5 - Uso de recursos biológicos|5.2 - Coleta de plantas terrestres|5.2.2 - Efeitos indiretos (a espécie não é o alvo)"","""","""","""","""","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Reptilia"",""Squamata"",""Dipsadidae"",""Rodriguesophis"",""Rodriguesophis scriptorcibatus"","""",""(Rodrigues, 1993)"",""muçurana-nariguda-dosão- francisco"",""Répteis"",""04/2012"",""Em Perigo"","""",""B1ab(iii)"",""Rodriguesophis scriptorcibatus é endêmica do Brasil, ocorre no domínio da Caatinga, associada a solos arenosos da região das dunas, na margem esquerda do rio São Francisco, estado da Bahia. Sua extensão de ocorrência calculada é de 1.066 km2. É conhecida de três localidades, consideradas como localizações, sendo que a principal ameaça à espécie é a desestabilização das dunas causada pela ação contínua de extração de areia e de madeira voltada para produção de carvão. Esses fatores, associados à expansão agrícola, causam também declínio contínuo da área e da qualidade do habitat. Por esses motivos, Rodriguesophis scriptorcibatus foi categorizada como Em Perigo (EN), pelo critério B1ab(iii)."",""Sim"",""Não"","""",""||"","""","""","""","""","""","""",""Declinando"",""2 - Agropecuária e Aquacultura|2.1 - Culturas anuais e perenes não-madeireiras 3 - Produção energética e mineração|3.2 - Mineração 5 - Uso de recursos biológicos|5.2 - Coleta de plantas terrestres|5.2.2 - Efeitos indiretos (a espécie não é o alvo)"","""","""","""","""","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Actinopterygii"",""Characiformes"",""Acestrorhynchidae"",""Roestes"",""Roestes itupiranga"","""",""Menezes & Lucena, 1998"","""",""Peixes Continentais"",""05/2012"",""Vulnerável"","""",""B1ab(iii)"",""Roestes itupiranga é endêmica do Brasil e conhecida da localidade-tipo, Lago Grande, Itupiranga, próximo a Marabá";" da área da usina hidrelétrica (UHE) Tucuruí e da Reserva Biológica Tapirapé, no estado do Pará, todas na bacia do rio Tocantins. A extensão de ocorrência calculada foi de aproximadamente 12.000 km². A espécie é rara, conhecida de poucos exemplares coletados em uma bacia fortemente impactada por hidrelétricas e ocupação humana, apesar de ter sido registrada em Unidade de Conservação. Não há informações sobre a biologia da espécie, mas Roestes itupiranga provavelmente é sensível a alterações ambientais em larga escala. Considerando sua extensão de ocorrência, o fato de ser conhecida de apenas três localidades e o declínio continuado na qualidade do habitat, R. itupiranga foi categorizada como Vulnerável (VU) pelos critérios B1ab(iii)."",""Sim"",""Não"",""Pará"",""|Norte|"",""Amazônia"",""Região Hidrográfica do Tocantins/Araguaia Sub-bacia Tocantins Baixo"","""","""","""","""","""","""","""",""Proteção de locais/áreas, Proteção de recursos/habitat"","""","""","""",""""";;;;; "Animalia,""Chordata"",""Mammalia"",""Primates"",""Callitrichidae"",""Saguinus"",""Saguinus niger"","""",""(É. Geoffroy, 1803)"",""guaribinha, Sagui-una"",""Mamíferos"",""08/2012"",""Vulnerável"","""",""A4c"",""Saguinus niger é um táxon endêmico ao bioma Amazônia. Apesar de ser comum em sua área de ocorrência e apresentar relativa tolerância a áreas degradadas, sua distribuição é restrita ao extremo nordeste da Amazônia, estando limitada ao sul do rio Amazonas. Sua área de ocorrência coincide com uma das regiões de colonização mais antigas da Amazônia, onde a degradação ambiental e a retirada de cobertura vegetal estão bastante avançadas. Considerando a intensa perda de hábitat, foi inferida uma redução populacional de pelo menos 30% ao longo de três gerações (18 anos). Novos estudos podem separar o táxon em duas espécies, sendo que a população que ocorre a leste do rio Tocantins provavelmente apresenta maior ameaça. Assim, Saguinus niger foi categorizado como Vulnerável pelo critério A4c. Avaliação nacional anterior: Táxon não consta na avaliação nacional anterior."",""Sim"",""Não"",""Maranhão, Pará"",""|Nordeste|Norte|"",""Amazônia"",""Sub-bacia Gurupi Sub-bacia Mearim Sub-bacia Tocantins Alto Sub-bacia Tocantins Baixo Sub-bacia Xingu"",""FLONA Carajás, FLONA Caxiuanã, FLONA Tapirape-Aquiri, REBIO do Gurupi, REBIO Tapirapé"",""ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL DO LAGO DE TUCURUI, PARQUE ESTADUAL DO UTINGA"","""",""Não"",""Declinando"",""2 - Agropecuária e Aquacultura"","""","""","""",""CITES - Anexo II"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Mammalia"",""Primates"",""Callitrichidae"",""Saguinus"",""Saguinus bicolor"","""",""(Spix, 1823)"",""sagui-de-cara-nua, sagui-de-duas-cores, sauim-de-coleira, sauim-de-Manaus"",""Mamíferos"",""08/2012"",""Criticamente em Perigo"",""Não"",""A4ace"",""Saguinus bicolor possui distribuição restrita, compreendida entre os rios Cuieras e Urubu, no estado do Amazonas. Devido ao efeito do desmatamento, competição com Saguinus midas e expansão urbana, tendo uma perda mínima de hábitat de 80%, estima-se uma redução de pelo menos 80% da população em três gerações desde 1997. Portanto, sendo categorizada como Criticamente Em Perigo (CR) sob os critérios de A4ace."",""Sim"",""Não"",""Amazonas"",""|Norte|"",""Amazônia"",""Sub-bacia Madeira Sub-bacia Negro"","""",""ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL MARGEM ESQUERDA DO RIO NEGRO-SETOR ATURIÁ-APUAUZINHO, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL MARGEM ESQUERDA DO RIO NEGRO-SETOR TARUMÃ AÇU-TARUMÃ MIRIMA, AREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL TARUMA/PONTA NEGRA, PARQUE ESTADUAL RIO NEGRO SETOR SUL, PARQUE ESTADUAL SUMAÚMA, RESERVA DE DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL DO TUPÉ"",""RPPN Laço de Amor, RPPN Nazaré das Lajes e Lajes"",""Não"",""Declinando"","""","""","""","""","""","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Mammalia"",""Primates"",""Cebidae"",""Saimiri"",""Saimiri vanzolinii"","""",""Ayres, 1985"",""Macaco-de-cheiro-de-cabeça-preta"",""Mamíferos"",""08/2012"",""Vulnerável"","""",""D2"",""Saimiri vanzolinii é uma espécie endêmica à região amazônica, restrita à Reserva de Desenvolvimento Sustentável Mamirauá e duas pequenas ilhas fora desta unidade de conservação. Sua extensão de ocorrência foi estimada em aproximadamente 870 km². Existe somente uma população e estima-se que esta apresente menos de 10.000 indivíduos adultos. As principais ameaças estão relacionadas à redução de hábitat, hibridação com S. cassiquiarensis, que também invade sua área de ocupação, além de eventos sazonais de inundação extrema, que vêm ocorrendo com maior frequência. Suspeita-se que esses fatores estejam levando sua população a um declínio continuado. Por esses motivos, essa espécie foi categorizada como Vulnerável (VU) pelo critério D2."",""Sim"",""Não"",""Amazonas"",""|Norte|"",""Amazônia"",""Sub-bacia Solimões"","""",""RESERVA DE DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL MAMIRAUÁ"","""",""Não"",""Declinando"","""","""","""","""",""CITES - Anexo II"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Arthropoda"",""Diplopoda"",""Polydesmida"",""Chelodesmidae"",""Sandalodesmus"",""Sandalodesmus stramineus"","""",""(Schubart, 1956)"",""Emboá, Gagogi, Gongolo, Piolho-de cobra"",""Invertebrados Terrestres"",""08/2014"",""Vulnerável"","""",""D2"",""Sandalodesmus stramineus é endêmica do Brasil, conhecida somente da localidade-tipo, na Lapa Vermelha, em Lagoa Santa, no estado de Minas Gerais. Apenas o holótipo é conhecido. A espécie foi coletada na caverna, mas considerando as características do gênero, não deve ocorrer exclusivamente neste local. A região da caverna é afetada por mineração de calcário e expansão imobiliária. Não há informações sobre distribuição, habitat ou ameaças para uma avaliação adequada da espécie. Portanto, S. stramineus foi avaliada como Vulnerável (VU), pelo critério D2."",""Sim"",""Não"",""Minas Gerais"",""|Sudeste|"",""Cerrado"",""Sub-bacia São Francisco Alto"","""","""","""",""Desconhecido"",""Desconhecida"",""1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.1 - Expansão urbana 3 - Produção energética e mineração|3.2 - Mineração"","""","""","""","""","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Actinopterygii"",""Perciformes"",""Scaridae"",""Scarus"",""Scarus zelindae"","""",""Moura, Figueiredo & Sazima, 2001"",""budião-banana, papagaio-banana, peixe-papagaio-banana"",""Peixes Marinhos (ósseos)"",""09/2012"",""Vulnerável"","""",""A3cd"",""Scarus zelindae é endêmica do Brasil, onde é considerada frequente na maior parte de sua distribuição. É uma espécie pescada em muitas áreas, principalmente por pesca submarina. Na região do Banco dos Abrolhos, que abriga grande parte da população desta espécie, foram inferidos declínios de até 90% entre 2001 e 2009 em recifes desprotegidos, com base em comparações com áreas integralmente protegidas. Ao longo de sua distribuição S. zelindae é pouco abundante em todos os recifes desprotegidos. Áreas integralmente protegidas cobrem menos de 0,1% dos recifes brasileiros. A espécie tem sido crescentemente capturada em conjunto com outras espécies de budiões de grande porte (Scarinae), após o declínio da espécie historicamente mais abundante na costa brasileira e mais ameaçada (Scarus trispinosus). Apesar de declínios acentuados não terem sido observados ao longo de toda a sua distribuição, projeta-se uma redução da população brasileira desta espécie de pelo menos 30% nos próximos 24 anos, com extinções locais nas áreas desprotegidas, caso a atual pressão de pesca continue. Sendo assim, S. zelindae foi categorizada como Vulnerável (VU) segundo o critério A3cd. Essa espécie deve ser monitorada e frequentemente reavaliada."",""Sim"",""Não"","""",""||"","""","""","""","""","""","""",""Declinando"",""12 - Outras ameaças 1 - Desenvolvimento residencial e comercial 5 - Uso de recursos biológicos 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos"",""1 - Alimentação humana|1.5 - Pesca de subsistência 1 - Alimentação humana|1.7 - Pesca artesanal"","""","""","""","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Aves"",""Passeriformes"",""Tityridae"",""Schiffornis"",""Schiffornis turdina intermedia"","""",""Pinto, 1954"",""Flautim-marrom"",""Aves"",""08/2013"",""Vulnerável"","""",""C2a(i)"",""Schiffornis turdina intermedia é restrita ao Centro de Endemismo Pernambuco. Supõe-se que a população total deste táxon seja menor que 10.000 indivíduos maduros, com menos de 1.000 indivíduos em cada subpopulação. A população é severamente fragmentada e há declínio populacional continuado devido à perda de qualidade de habitat e de área de ocupação, e portanto, S. t. intermedia foi categorizada como Vulnerável (VU) pelo critério C2a(i)."",""Sim"",""Não"","""",""||"","""","""","""","""","""",""Desconhecido"",""Declinando"",""1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.1 - Expansão urbana 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.2 - Silvicultura 5 - Uso de recursos biológicos|5.3 - Extração florestal"","""",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação das Aves Ameaçadas do Bioma Mata Atlântica"","""","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Actinopterygii"",""Siluriformes"",""Loricariidae"",""Scobinancistrus"",""Scobinancistrus aureatus"","""",""Burgess, 1994"",""Acari da pedra"",""Peixes Continentais"",""11/2012"",""Vulnerável"","""",""A3c"",""Scobinancistrus aureatus é endêmica do Brasil e distribui-se no rio Xingu, principalmente na região da Volta Grande, bem como na foz do rio Iriri, estado do Pará. Trata-se de uma espécie abundante e frequente, associada aos ambientes de pedrais e corredeiras. Há coleta de exemplares para o mercado de aquariofilia, mas que, aparentemente, não representa impacto relevante sobre a espécie. Atualmente, a principal ameaça está relacionada à construção da Usina Hidrelétrica de Belo Monte. Da extensão do trecho em que S. aureatus tem registro confirmado, cerca de 34% serão impactados por esse empreendimento. Este impacto será ainda maior se outras grandes barragens forem construídas na área onde a espécie ocorre. Sendo assim, haverá uma considerável perda de habitat, com diminuição da área de ocupação de S. aureatus, resultando em uma redução populacional suspeitada maior de 30%, em três tempos geracionais (35 anos). Por isso, Scobinancistrus aureatus foi categorizada como Vulnerável (VU) sob o critério A3c."",""Sim"",""Não"",""Pará"",""|Norte|"",""Amazônia"",""Região Hidrográfica Amazônica Sub-bacia Tapajós Sub-bacia Xingu"","""","""","""","""",""Declinando"",""3 - Produção energética e mineração|3.3 - Energia renovável"",""3 - Animais de estimação/ornamentais"",""Proteção de locais/áreas, Proteção de recursos/habitat"","""","""","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Actinopterygii"",""Siluriformes"",""Loricariidae"",""Scobinancistrus"",""Scobinancistrus pariolispos"","""",""Isbrücker & Nijssen, 1989"",""Acari da pedra"",""Peixes Continentais"",""11/2012"",""Vulnerável"","""",""A3c"",""Scobinancistrus pariolispos é endêmica do Brasil, com ocorrência nas bacias dos rios Xingu, Tocantins, Araguaia e Tapajós, estados do Pará e Tocantins. A espécie é frequente e moderadamente abundante, associada à pedrais e corredeiras. A distribuição geográfica de S. pariolispos é ampla, mas há evidências de variações morfológicas (padrões de colorido) associadas a certas localidades, o que pode indicar a existência de subpopulações geneticamente distintas. Há coleta de exemplares para o mercado de aquariofilia e pesca comercial, mas tais atividades, aparentemente, não representam impacto relevante sobre as subpopulações da espécie. A principal ameaça sobre suas subpopulações de S. pariolispos está relacionada à construção de barragens hidrelétricas (UHEs) em sua área de ocorrência: no rio Xingu (UHE Belo Monte), Tocantins (UHE Marabá), Araguaia (UHE Santa Isabel) e drenagens do rio Tapajós (UHEs São Luiz, Jatobá, Jamanxim, Cachoeira do Caí, Cachoeira dos Patos e Jardim do Ouro). Considerando a área dos trechos onde a espécie tem registro confirmado, foi inferido que cerca de 31% serão impactados pelas barragens previstas. Tendo em vista o atual planejamento energético brasileiro para a bacia Amazônica e as construções já previstas para as bacias dos rios onde a espécie ocorre, haverá uma considerável perda de habitat, com diminuição de sua área de ocupação. Assim, suspeita-se que isto acarretaria em uma redução populacional maior que 30%, em 35 anos (três tempos geracionais) categorizando Scobinancistrus pariolispos como Vulnerável (VU) sob o critério A3c."",""Sim"",""Não"",""Goiás, Pará, Tocantins"",""|Centro-Oeste|Norte|"",""Amazônia, Cerrado"",""Região Hidrográfica Amazônica Região Hidrográfica do Tocantins/Araguaia Sub-bacia Araguaia Sub-bacia Tapajós Sub-bacia Tocantins Alto Sub-bacia Tocantins Baixo Sub-bacia Xingu"",""PARNA do Jamanxim"",""ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL DO LAGO DE TUCURUI"","""","""",""Declinando"",""3 - Produção energética e mineração|3.3 - Energia renovável"",""3 - Animais de estimação/ornamentais"",""Proteção de locais/áreas, Proteção de recursos/habitat"","""","""","""",""""";;;;;; "Animalia,""Arthropoda"",""Chilopoda"",""Scolopendromorpha"",""Scolopendridae"",""Scolopendropsis"",""Scolopendropsis duplicata"","""",""Chagas-Jr, Edgecombe & Minelli, 2008"",""Centopeia, Lacraia"",""Invertebrados Terrestres"",""08/2014"",""Criticamente em Perigo"",""Não"",""B1ab(iii)"",""Scolopendropsis duplicata é endêmica do Brasil, conhecida somente da localidade-tipo, em Porto Nacional, TO. A espécie foi registrada em uma área de cerrado, próxima a margem do rio Tocantins, com solo bastante arenoso. Foi coletado apenas em uma localidade, embora amostragens tenham sido feitas em outros pontos da região, inclusive na margem oposta do rio. O material-tipo foi coletado antes do represamento da Usina Hidrelétrica Luiz Eduardo Magalhães, em armadilhas de pitfall. Amostragens posteriores ao represamento, com procura direcionada no mesmo habitat, não localizaram a espécie. Acredita-se que a espécie ocorra em um ambiente específico e que sua distribuição seja bastante restrita (menos de 100km2). A localidade-tipo foi alagada pela represa e a região de seu entorno está sendo bastante afetada por especulação imobiliária. Considerando apenas uma localização, S. dupicada foi categorizada como Criticamente em Perigo, pelo critério B1ab(iii)."",""Sim"",""Não"",""Tocantins"",""|Norte|"",""Cerrado"",""Sub-bacia Tocantins Alto"","""",""ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL LAGO DE PALMAS"","""",""Desconhecido"",""Desconhecida"","""","""","""","""","""","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Actinopterygii"",""Scorpaeniformes"",""Scorpaenidae"",""Scorpaenodes"",""Scorpaenodes insularis"","""",""Eschmeyer, 1971"",""peixe-pedra-arco-iris"",""Peixes Marinhos (ósseos)"",""08/2011"",""Vulnerável"","""",""D2"",""Scorpaenodes insularis é uma espécie recifal, restrita a poucas ilhas oceânicas do Atlântico ocidental, ocorrendo no Brasil apenas no Arquipélago de São Pedro e São Paulo, Pernambuco. As principais ameaças identificadas, que podem levar a espécie à condição de Criticamente em Perigo (CR) ou Extinta (EX) em curto prazo, relacionam-se aos impactos crônicos em função da ocupação da ilha, do tráfego de embarcações, acidentes marítimos, assim como dos efeitos indiretos da pesca. Além disso, eventos de mortalidade em massa de peixes em várias ilhas oceânicas, ainda sem causas definidas, mas de possível origem antrópica, têm sido observados recorrentemente nas duas últimas décadas. Não são esperados significativos aportes de outras subpopulações."",""Não"",""Não"","""",""||"",""Sistema Costeiro-Marinho"","""",""APA Fernando de Noronha, MONA do Arquipelago Sao Pedro e Sao Paulo"","""","""",""Desconhecido"",""Desconhecida"",""11 - Mudanças e extremos climáticos 11 - Mudanças e extremos climáticos|11.1 - Mudança/alteração de habitat 12 - Outras ameaças 5 - Uso de recursos biológicos 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos 6 - Distúrbios humanos"","""",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para Conservação dos Ambientes Coralíneos do Brasil"","""","""",""""";;;;;; "Animalia,""Arthropoda"",""Insecta"",""Lepidoptera"",""Hesperiidae"",""Zonia"",""Zonia zonia diabo"","""",""Mielke & Casagrande, 1998"","""",""Invertebrados Terrestres"",""11/2010"",""Em Perigo"","""",""B2ab(ii,iii)"",""Zonia zonia diabo é conhecida apenas de três fragmentos de Mata Atlântica e matas de galerias no Cerrado, severamente ameaçados pela ocupação humana e por atividades agropecuárias. Sua extensão de ocorrência é maior do que 20.000 km², mas sua área de ocupação é menor do que 500 km². Os fragmentos representam três localizações e encontram-se isolados. A destruição do habitat e o desmatamento são as ameaças mais significativas. Portanto, o táxon foi categorizado como Em Perigo (EN), segundo o critério B2ab(ii,iii)."",""Sim"",""Não"","""",""||"","""","""","""","""","""",""Desconhecido"",""Desconhecida"","""","""","""","""","""","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Actinopterygii"",""Perciformes"",""Scaridae"",""Sparisoma"",""Sparisoma rocha"","""",""Pinheiro, Gasparini & Sazima, 2010"",""Bodião-de-trindade"",""Peixes Marinhos (ósseos)"",""09/2012"",""Vulnerável"","""",""D2"",""Sparisoma rocha é endêmica do Brasil, ocorrendo na cadeia Vitória-Trindade e ilhas da Trindade e Martim Vaz, sendo conhecida em menos de cinco localizações. As principais ameaças que podem levar a espécie, em curto prazo, à condição de Criticamente em Perigo (CR) ou Extinta (EX) são a atividade de mineração na cadeia Vitória-trindade e os impactos em função da ocupação e tráfego de embarcações nas ilhas. Portanto, S. rocha foi categorizada como Vulnerável (VU), sob o critério D2."",""Sim"",""Não"","""",""||"",""Mata Atlântica"","""","""","""","""","""",""Desconhecida"",""12 - Outras ameaças 3 - Produção energética e mineração 3 - Produção energética e mineração|3.2 - Mineração 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos"","""","""","""","""","""",""10 , 55""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Actinopterygii"",""Perciformes"",""Scaridae"",""Sparisoma"",""Sparisoma frondosum"","""",""(Agassiz, 1831)"",""peixe-papagaio-cinza"",""Peixes Marinhos (ósseos)"",""09/2012"",""Vulnerável"","""",""A3cd"",""Sparisoma frondosum ocorre principalmente no Brasil, possuindo populações isoladas na Venezuela e Cabo Verde, sendo considerada frequente na maior parte de sua área de ocorrência. É uma espécie pescada em muitas áreas, principalmente por pesca de armadilhas. Entre Pernambuco, Paraíba e Rio Grande do Norte este tipo de pescaria tem aumentado. Em 2003, nos estados de PE e RN, as capturas de 36 barcos utilizando armadilhas registrou 36,14 toneladas de Sparisoma spp. Principalmente S. axillare no Estado de Pernambuco e S. frondosum no Rio Grande do Norte. As capturas são para o mercado internacional (exportação) e em 2008 essa captura aumentou para 225 toneladas. Em vários pontos de sua distribuição foram inferidos declínios de até 70% nos últimos 8 anos em recifes desprotegidos, com base em comparações com áreas integralmente protegidas. Estas áreas cobrem menos de 0,1% dos recifes brasileiros. A espécie tem sido crescentemente capturada em conjunto com outras espécies de budiões de grande porte (Scarinae), após o declínio da espécie historicamente mais abundante na costa brasileira e mais ameaçada (Scarus trispinosus). Com base em uma estimativa geracional de cerca de 8 anos, são projetadas extinções locais nas áreas desprotegidas para os próximos 24 anos. Apesar de declínios acentuados não terem sido observados ao longo de toda a sua distribuição, projeta-se uma redução da população brasileira desta espécie de pelo menos 30% nos próximos 24 anos, caso a atual pressão de pesca continue. Sendo assim, S. frondosum foi categorizada como Vulnerável (VU) segundo o critério A3cd. Essa espécie deve ser monitorada e frequentemente reavaliada."",""Não"",""Não"","""",""||"","""","""","""","""","""","""",""Declinando"",""5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos"",""1 - Alimentação humana 1 - Alimentação humana|1.7 - Pesca artesanal"","""","""","""","""",""1 , 35""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Actinopterygii"",""Perciformes"",""Scaridae"",""Sparisoma"",""Sparisoma axillare"","""",""(Steindachner, 1878)"",""Peixe-papagaio-cinza"",""Peixes Marinhos (ósseos)"",""09/2012"",""Vulnerável"","""",""A3cd"",""Sparisoma axillare é uma espécie recifal endêmica do Brasil, sendo considerada frequente na maior parte de sua distribuição. É pescada em muitas áreas, principalmente por pesca de armadilhas. Entre Pernambuco, Paraíba e Rio Grande do Norte este tipo de pescaria tem aumentado. Em 2003, nos estados de Pernambuco e Rio Grande do Norte, as capturas de 36 barcos utilizando armadilhas registraram 36,14 toneladas de Sparisoma spp., principalmente S. axillare, no Estado de Pernambuco, e S. frondosum no Rio Grande do Norte. As capturas são para o mercado internacional (exportação) e em 2008 essa captura aumentou para 225 toneladas. Em recifes desprotegidos ao longo de toda sua distribuição, foram inferidos declínios de até 85% nos últimos oito anos, com base em comparações com áreas integralmente protegidas, as quais cobrem menos de 0,1% dos recifes brasileiros. A captura da espécie em conjunto com outras espécies de budiões de grande porte (Scarinae) tem aumentado, principalmente após o declínio da espécie historicamente mais abundante na costa brasileira e mais ameaçada (Scarus trispinosus). Apesar de declínios acentuados não terem sido observados ao longo de toda a sua distribuição, projeta-se uma redução da população brasileira desta espécie de pelo menos 40% nos próximos 21 anos (três tempos geracionais), caso a atual pressão de pesca continue. Sendo assim, S. axillare foi categorizada como Vulnerável (VU) sob o critério A3cd. Essa espécie deve ser monitorada e frequentemente reavaliada."",""Sim"",""Não"","""",""||"","""","""","""","""","""","""",""Declinando"","""",""1 - Alimentação humana 1 - Alimentação humana|1.7 - Pesca artesanal"","""","""","""","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Aves"",""Passeriformes"",""Emberizidae"",""Sporophila"",""Sporophila palustris"","""",""(Barrows, 1883)"",""caboclinho-de-papo-branco"",""Aves"",""11/2013"",""Vulnerável"","""",""C2a(i)"",""Sporophila palustris reproduz-se na Argentina, extremo sul do Brasil, Uruguai e, possivelmente, Paraguai. Fora do período reprodutivo, migra para o centro-oeste e sudeste do Brasil e leste do Paraguai. A população reprodutiva do Brasil restringe-se ao Rio Grande do Sul. A existência de descontinuidades importantes no habitat e calendários migratórios diferentes sugerem a existência de cinco subpopulações reprodutivas principais no estado: três no litoral sul e duas na Fronteira Oeste. Considerando estimativas populacionais globais e a proporção da distribuição mundial da espécie inserida no Rio Grande do Sul, infere-se que a população brasileira é inferior a 2.500 indivíduos maduros e que nenhuma subpopulação apresenta mais de 250 indivíduos maduros. Declínio continuado é inferido em razão da substituição dos campos por monoculturas arbóreas, expansão de monoculturas anuais, degradação dos campos por sobrepastejo, invasão de espécies exóticas e mineração de argila refratária, sendo que esta última ameaça ocorre nas áreas de invernada.Recentemente, a implantação de parques eólicos no litoral sul do estado provou ser capaz de eliminar territórios reprodutivos, situação antes apenas projetada. A espécie qualifica-se, então, como Em Perigo, pelo critério C2a(i), mas há aporte de indivíduos das populações uruguaias e, principalmente, argentinas para a população brasileira, de modo que é razoável fazer um downlist do risco de ameaça no Brasil. Dessa forma, S. palustris foi avaliada como Vulnerável (VU) C2a(i)."",""Não"",""Não"",""Goiás, Mato Grosso, Pará, Rio Grande do Sul, São Paulo"",""|Centro-Oeste|Norte|Sudeste|Sul|"",""Amazônia, Cerrado, Mata Atlântica, Pampa, Pantanal"",""Sub-bacia Araguaia Sub-bacia Ibicuí Sub-bacia Litoral RS Sub-bacia Paraguai 03 Sub-bacia Paranaíba Sub-bacia Tietê Sub-bacia Uruguai Médio"",""APA Ibirapuitã, PARNA das Emas"",""APA CORUMBATAí, BOTUCATU E TEJUPá PERIMETRO CORUMBATAí, ESTAÇÃO ECOLÓGICA DE ITIRAPINA, PARQUE ESTADUAL DO JUQUERY, RESERVA BIOLóGICA DO MATO GRANDE, RESERVA BIOLóGICA DO SãO DONATO"",""RPPN Estância Ecológica SESC - Pantanal"","""",""Declinando"",""12 - Outras ameaças 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.1 - Culturas anuais e perenes não-madeireiras 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.2 - Silvicultura 3 - Produção energética e mineração|3.3 - Energia renovável|3.3.2 - Parques eólicos 5 - Uso de recursos biológicos|5.1 - Caça e captura de animais terrestres ou marinhos|5.1.1 - Caça/captura intencional (a espécie é o alvo) 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.1 - Incêndios e supressão de incêndios|7.1.1 - Aumento da frequência/intensidade de incêndios 8 - Espécies invasoras problemáticas e doenças|8.1 - Espécies exóticas"",""3 - Animais de estimação/ornamentais"",""Criação de áreas protegidas, Identificação de novas áreas protegidas, Implementação de áreas protegidas, Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação das Aves do Cerrado e Pantanal, Plano de Ação Nacional para a Conservação dos Passeriformes Ameaçados dos Campos Sulinos e Espinilho"","""",""0 , 1100"",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Aves"",""Passeriformes"",""Thraupidae"",""Sporophila"",""Sporophila beltoni"","""",""Repenning & Fontana, 2013"",""Patativa-tropeira"",""Aves"",""11/2013"",""Vulnerável"","""",""C1"",""Sporophila beltoni reproduz do norte do estado do Paraná ao nordeste do Rio Grande do Sul. Inverna para o norte, em áreas de Cerrado, chegando à divisa entre Bahia e Goiás. Estima-se que haja cerca de 9.000 indivíduos maduros no Brasil, sendo que há declínio populacional continuado de ao menos 10% em três gerações devido à grande pressão de captura e perda de habitat. Dessa forma, S. beltoni foi avaliada como Vulnerável (VU) C1."",""Sim"",""Não"","""",""||"","""","""","""","""","""",""Sim"",""Declinando"",""11 - Mudanças e extremos climáticos|11.1 - Mudança/alteração de habitat 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.2 - Silvicultura 3 - Produção energética e mineração|3.2 - Mineração|3.2.1 - Extração de areia 3 - Produção energética e mineração|3.3 - Energia renovável|3.3.1 - Hidrelétricas 5 - Uso de recursos biológicos|5.1 - Caça e captura de animais terrestres ou marinhos|5.1.1 - Caça/captura intencional (a espécie é o alvo)"","""",""Criação de áreas protegidas, Plano de Ação Nacional (PAN), Proteção de locais/áreas"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação dos Passeriformes Ameaçados dos Campos Sulinos e Espinilho"","""","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Aves"",""Passeriformes"",""Emberizidae"",""Sporophila"",""Sporophila ruficollis"","""",""Cabanis, 1851"",""caboclinho-de-papo-escuro"",""Aves"",""11/2013"",""Vulnerável"","""",""C1"",""Sporophila rufcollis ocorre na Bolívia, Paraguai, Argentina, Uruguai e Brasil. É migratória, reproduzindo-se, no Brasil, apenas em uma área restrita da fronteira oeste do Rio Grande do Sul. A extensão de ocorrência (EOO) da área reprodutiva no Brasil foi calculada em 5.000 km2. A população brasileira é menor que 10.000 indivíduos maduros e estima-se que pode haver declínio populacional de 10% em menos de três gerações por causa da perda de habitat. Há declínio continuado de qualidade de habitat e suspeita-se de flutuações extremas na área de ocupação da espécie, uma vez que esta é dependente de áreas úmidas naturais para reprodução e estas áreas encontram-se pressionadas pela agricultura, variando de acordo com o manejo produtivo de um ano para outro. Embora haja influxo de indivíduos de fora do Brasil no inverno, a população global foi avaliada como Quase Ameaçada (NT). Dessa forma, S. rufcollis foi avaliada como Vulnerável (VU) C1."",""Não"",""Não"",""Goiás, Mato Grosso, Rio Grande do Sul, São Paulo"",""|Centro-Oeste|Sudeste|Sul|"",""Cerrado, Pampa, Pantanal"",""Sub-bacia Litoral RS Sub-bacia Paraguai 03 Sub-bacia Paranaíba Sub-bacia Tietê"",""PARNA das Emas"",""APA CORUMBATAí, BOTUCATU E TEJUPá PERIMETRO CORUMBATAí, ESTAÇÃO ECOLÓGICA DE ITIRAPINA, RESERVA BIOLóGICA DO MATO GRANDE"",""RPPN Estância Ecológica SESC - Pantanal"","""",""Declinando"",""2 - Agropecuária e Aquacultura|2.1 - Culturas anuais e perenes não-madeireiras 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.2 - Silvicultura 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.3 - Pecuária 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.1 - Incêndios e supressão de incêndios|7.1.1 - Aumento da frequência/intensidade de incêndios 9 - Poluição|9.3 - Agrícola e florestal|9.3.3 - Herbicidas e pesticidas"","""",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação das Aves do Cerrado e Pantanal, Plano de Ação Nacional para a Conservação dos Passeriformes Ameaçados dos Campos Sulinos e Espinilho"","""","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Aves"",""Passeriformes"",""Emberizidae"",""Sporophila"",""Sporophila hypoxantha"","""",""Cabanis, 1851"",""caboclinho-de-barriga-vermelha"",""Aves"",""11/2013"",""Vulnerável"","""",""C1"",""Sporophila hypoxantha é espécie migratória com padrão de deslocamento ainda pouco conhecido. Ocorre no leste da Bolívia, Paraguai, nordeste da Argentina, Uruguai e Brasil. Estima-se que, no Brasil, haja menos de 10.000 indivíduos maduros, sendo que há declínio populacional continuado de ao menos 10% em três gerações (cerca de 15 anos) devido à grande pressão de captura, especialmente nas áreas reprodutivas do Sul do Brasil. A avaliação não é alterada quando se verifica a influência da população oriunda de outros países. Dessa forma, S. hypoxantha foi avaliada como Vulnerável (VU) C1."",""Não"",""Não"",""Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, São Paulo"",""|Centro-Oeste|Sudeste|Sul|"",""Cerrado, Mata Atlântica, Pampa, Pantanal"",""Sub-bacia Grande Sub-bacia Iguaçu Sub-bacia Paraguai 03 Sub-bacia Paraná RH1 Sub-bacia Tietê Sub-bacia Uruguai Alto Sub-bacia Uruguai Médio"",""APA Ilhas e Várzeas do Rio Paraná, FLONA Três Barras, PARNA da Serra da Canastra, PARNA de Ilha Grande, PARNA São Joaquim"",""APA CORUMBATAí, BOTUCATU E TEJUPá PERIMETRO CORUMBATAí, ESTAÇÃO ECOLÓGICA DE ITIRAPINA, PARQUE ESTADUAL DO IBITIRIá, PARQUE ESTADUAL DO TURVO, RESERVA BIOLóGICA DO SãO DONATO"",""RPPN Estância Ecológica SESC - Pantanal"","""",""Declinando"",""12 - Outras ameaças 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.1 - Culturas anuais e perenes não-madeireiras 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.3 - Pecuária 5 - Uso de recursos biológicos|5.1 - Caça e captura de animais terrestres ou marinhos|5.1.1 - Caça/captura intencional (a espécie é o alvo) 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.1 - Incêndios e supressão de incêndios|7.1.1 - Aumento da frequência/intensidade de incêndios"","""",""Criação de áreas protegidas, Identificação de novas áreas protegidas, Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação das Aves do Cerrado e Pantanal, Plano de Ação Nacional para a Conservação dos Passeriformes Ameaçados dos Campos Sulinos e Espinilho"","""","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Elasmobranchii"",""Carcharhiniformes"",""Carcharhinidae"",""Carcharhinus"",""Carcharhinus acronotus"",""Carcharhinus acronotus"",""(Poey, 1860)"",""cação-lombo-preto, focinho-preto, tubarão-flamengo"",""Tubarões e Raias"",""11/2017"",""Vulnerável"","""",""A4bcd"",""Carcharhinus acronotus é uma espécie de médio porte com ampla distribuição no Atlântico ocidental, desde o sul dos Estados Unidos até o sudeste do Brasil. A espécie sempre foi pouco abundante nas regiões norte e sudeste, porém não é possível identificar tendências populacionais nestas regiões. Na região nordeste (entre os estados da Bahia e Ceará), considerada o centro de abundância da espécie no Atlântico Sul, existem evidências de declínios populacionais consideráveis por conta das pescarias de emalhe e espinhel costeiro. Era considerada abundante em águas rasas, onde há maior atividade pesqueira. Características da espécie, como movimentos para águas mais rasas na época do parto e uso de regiões de banco e áreas de recifes de corais aumentam a sua susceptibilidade as pescarias. A perda de habitats costeiros em alguns pontos do litoral brasileiro, principalmente recifes de corais, contribuiu para extinções locais. A espécie continua sofrendo grande pressão de pesca nas áreas de ocorrência, sendo capturada incidentalmente na fase jovem por redes de emalhar e na fase adulta tanto por rede de emalhar como espinhel de fundo. Considerando estudos que mostraram declínios populacionais de 44% e 92%, por meio de métodos demográficos e por avaliação da variação das capturas por unidades de esforço (CPUE), nos Estado de Pernambuco e Ceará respectivamente, área de maior abundância, e a redução observada da extensão de ocorrência e qualidade do habitat, infere-se um declínio populacional ao longo de todo sua distribuição no Brasil de pelo menos 30% numa janela temporal de 25 anos (equivalente a três gerações) a partir de 1998. Por estas razões, C. acronotus foi categorizada como Vulnerável (VU) sob os critérios A4bcd."",""Não"",""Não"",""Amapá, Bahia, Espírito Santo, Maranhão, Pará, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, São Paulo, Sergipe"",""|Nordeste|Norte|Sudeste|"",""Sistema Costeiro-Marinho"","""",""APA Costa dos Corais, PARNA do Cabo Orange, PARNA Marinho dos Abrolhos, RESEX Cururupu"",""APA MARINHA DO LITORAL CENTRO, APA MARINHA DO LITORAL SUL, ÁREA DE PROTEçãO AMBIENTAL DAS REENTRâNCIAS MARANHENSES, PARQUE ESTADUAL MARINHO DO PARCEL DE MANUEL LUíS, RESERVA DE DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL DO AVENTUREIRO"","""",""Não"",""Desconhecida"",""5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.1 - Captura intencional - subsistência/pequena escala|5.4.1.7 - Emalhe|5.4.1.7.1 - Emalhe de fundo 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.1 - Captura intencional - subsistência/pequena escala|5.4.1.7 - Emalhe|5.4.1.7.2 - Emalhe de superfície 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.1 - Captura intencional - subsistência/pequena escala|5.4.1.7 - Emalhe|5.4.1.7.5 - Caçoeiro 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.1 - Captura intencional - subsistência/pequena escala|5.4.1.7 - Emalhe|5.4.1.7.6 - Feiticeira"",""1 - Alimentação humana 1 - Alimentação humana|1.7 - Pesca artesanal 1 - Alimentação humana|1.8 - Pesca industrial"",""Controle e fiscalização, Legislação"","""",""CITES - Anexo II"","""",""18 , 64""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Elasmobranchii"",""Carcharhiniformes"",""Carcharhinidae"",""Carcharhinus"",""Carcharhinus obscurus"",""Carcharhinus obscurus"",""(Lesueur, 1818)"",""cabeça-chata-do-sul, cação-baía, cação-fidalgo, machote"",""Tubarões e Raias"",""11/2017"",""Em Perigo"","""",""A4bd"",""Carcharhinus obscurus é um tubarão de grande porte, abudante na zona pelágica comumente próximo a recifes, bancos de areia, ao longo da borda da plataforma continental e ilhas oceânicas. No sul e sudeste do Brasil a espécie foi comum até a década de 1980, frequentemente capturada na pesca de emalhe. Neonatos e juvenis de primeiro ano eram comuns da costa de São Paulo à costa central do Rio Grande do Sul, sendo atualmente escassos. Podemos considerar que os Carcharhinus outrora abundantes na costa sudeste e sul do Brasil (C. obscurus, C. plumbeus, C. brachyurus e C. falciformis) possivelmente apresentam declínios de captura em nível genérico semelhantes aos ocorridos no Atlântico Norte ocidental. A avaliação específica destes tubarões fica comprometida no Brasil por serem agrupados em uma única categoria na estatística pesqueira. Porém, não há dúvida que atualmente as capturas da espécie representem uma pequena fração das que ocorriam no passado e que o declínio deve ser continuado em função da pesca não ter cessado. Infere-se que sua subpopulação brasileira apresente declínio de pelo menos 50%, considerando uma janela de tempo de três gerações, envolvendo o passado e o futuro. Por esta razão, C. obscurus foi categorizada como Em Perigo (EN) sob o critério A4bd."",""Não"",""Sim"",""Alagoas, Amapá, Bahia, Ceará, Espírito Santo, Maranhão, Pará, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Sergipe"",""|Nordeste|Norte|Sudeste|Sul|"",""Mata Atlântica, Sistema Costeiro-Marinho"",""Sub-bacia Litoral SP PR SC"",""APA Baleia Franca, APA do Arquipelago Sao Pedro e Sao Paulo, APA Fernando de Noronha, PARNA Marinho dos Abrolhos, RESEX Cururupu"",""APA MARINHA DO LITORAL CENTRO, ÁREA DE PROTEçãO AMBIENTAL DAS REENTRâNCIAS MARANHENSES"","""",""Sim"",""Declinando"",""5 - Uso de recursos biológicos|5.1 - Caça e captura de animais terrestres ou marinhos|5.1.1 - Caça/captura intencional (a espécie é o alvo)|5.1.1.4 - Esportiva 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.1 - Captura intencional - subsistência/pequena escala|5.4.1.7 - Emalhe 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.2 - Captura intencional - larga escala|5.4.2.7 - Emalhe 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.2 - Captura intencional - larga escala|5.4.2.8 - Espinhel|5.4.2.8.1 - Espinhel de superfície 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.3 - Captura intencional - comércio internacional 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.5 - Captura indireta - subsistência/pequena escala|5.4.5.3 - Aparelho com anzol|5.4.5.3.5 - Linha de fundo e linha de mão 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.5 - Captura indireta - subsistência/pequena escala|5.4.5.6 - Arrasto 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.5 - Captura indireta - subsistência/pequena escala|5.4.5.7 - Emalhe 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.6 - Captura indireta - larga escala|5.4.6.6 - Arrasto 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.6 - Captura indireta - larga escala|5.4.6.7 - Emalhe 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.6 - Captura indireta - larga escala|5.4.6.8 - Espinhel|5.4.6.8.1 - Espinhel de superfície"",""1 - Alimentação humana 1 - Alimentação humana|1.7 - Pesca artesanal 1 - Alimentação humana|1.7 - Pesca artesanal|1.7.3 - Aparelho com anzol 1 - Alimentação humana|1.7 - Pesca artesanal|1.7.7 - Emalhe 1 - Alimentação humana|1.8 - Pesca industrial 1 - Alimentação humana|1.8 - Pesca industrial|1.8.7 - Emalhe 1 - Alimentação humana|1.8 - Pesca industrial|1.8.8 - Espinhel"",""Conscientização/comunicação, Controle e fiscalização, Expansão de áreas protegidas, Manejo/ordenamento de caça/pesca, Plano de Ação Nacional (PAN), Proteção de locais/áreas"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação dos Elasmobrânquios Ameaçados de Extinção"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022, CITES - Anexo II"","""",""400""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Elasmobranchii"",""Myliobatiformes"",""Dasyatidae"",""Fontitrygon"",""Fontitrygon colarensis"",""Fontitrygon colarensis"",""(Santos, Gomes & Charvet-Almeida, 2004)"","""",""Tubarões e Raias"",""11/2017"",""Vulnerável"","""",""A4d"",""Fontitrygon colarensis é uma espécie de raia endêmica do Brasil. É estuarina e sua distribuição é restrita, principalmente, à região de influência de descarga do rio Amazonas, no norte do Brasil. Pesca industrial dirigida à espécie foi identificada na área onde a população se concentra e está sendo exportada em quantidades não dimensionadas, reportada como outra espécie (Hypanus guttatus) ou dentro de categorias (ex. raias). Não há estimativas de tamanho populacional ou estatísticas disponíveis dos dados de captura, tanto da pesca industrial como da pesca artesanal. No entanto, acompanhamentos preliminares das duas modalidades de pesca, particularmente de embarcações que utilizam redes de arrastar, apontaram que a participação de F. colarensis nas capturas é relevante. Isto levanta uma preocupação à conservação desta espécie, pois, embora dados sobre sua captura sejam desconhecidos, devem representar um grande volume. Além disso, a espécie tem baixa taxa de fecundidade, e sua extensão de ocorrência é muito restrita. Suspeita-se que, com a pressão da pesca industrial dirigida, cujo esforço muito provavelmente aumentou nos últimos anos, somada ao esforço da pesca artesanal e das capturas incidentais nos arrastos camaroneiros e de piramutaba, o declínio de 30% identificado em 2005 tenha se mantido ou piorado. Por estas razões, e considerando que o tempo geracional da espécie deve ser maior que de outras espécies do mesmo gênero por conta dos grandes tamanhos que atinge, F. colariensis foi mantida na categoria Vulnerável (VU) sob os critérios A4d."",""Não"",""Sim"",""Maranhão"",""|Nordeste|"",""Sistema Costeiro-Marinho"","""",""RESEX Cururupu, RESEX Marinha de Caeté-Taperaçu"",""ÁREA DE PROTEçãO AMBIENTAL DAS REENTRâNCIAS MARANHENSES"","""",""Desconhecido"",""Desconhecida"",""5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.2 - Captura intencional - larga escala|5.4.2.6 - Arrasto|5.4.2.6.1 - Arrasto simples 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.2 - Captura intencional - larga escala|5.4.2.6 - Arrasto|5.4.2.6.2 - Arrasto duplo 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.2 - Captura intencional - larga escala|5.4.2.6 - Arrasto|5.4.2.6.3 - Arrasto de parelha 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.3 - Captura intencional - comércio internacional 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.5 - Captura indireta - subsistência/pequena escala|5.4.5.3 - Aparelho com anzol|5.4.5.3.3 - Espinhel fixo de fundo 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.5 - Captura indireta - subsistência/pequena escala|5.4.5.3 - Aparelho com anzol|5.4.5.3.5 - Linha de fundo e linha de mão 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.5 - Captura indireta - subsistência/pequena escala|5.4.5.4 - Armadilha|5.4.5.4.3 - Cerco fixo (curral) 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.5 - Captura indireta - subsistência/pequena escala|5.4.5.6 - Arrasto|5.4.5.6.1 - Arrasto simples 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.5 - Captura indireta - subsistência/pequena escala|5.4.5.6 - Arrasto|5.4.5.6.2 - Arrasto duplo 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.5 - Captura indireta - subsistência/pequena escala|5.4.5.7 - Emalhe|5.4.5.7.1 - Emalhe de fundo 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.6 - Captura indireta - larga escala|5.4.6.6 - Arrasto|5.4.6.6.1 - Arrasto simples 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.6 - Captura indireta - larga escala|5.4.6.6 - Arrasto|5.4.6.6.2 - Arrasto duplo 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.6 - Captura indireta - larga escala|5.4.6.6 - Arrasto|5.4.6.6.3 - Arrasto de parelha 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.6 - Captura indireta - larga escala|5.4.6.7 - Emalhe|5.4.6.7.1 - Emalhe de fundo 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.6 - Captura indireta - larga escala|5.4.6.8 - Espinhel|5.4.4.8.2 - Espinhel de fundo"",""1 - Alimentação humana 1 - Alimentação humana|1.6 - Pesca - comércio internacional 1 - Alimentação humana|1.7 - Pesca artesanal 1 - Alimentação humana|1.7 - Pesca artesanal|1.7.3 - Aparelho com anzol 1 - Alimentação humana|1.7 - Pesca artesanal|1.7.6 - Arrasto 1 - Alimentação humana|1.7 - Pesca artesanal|1.7.7 - Emalhe 1 - Alimentação humana|1.8 - Pesca industrial 1 - Alimentação humana|1.8 - Pesca industrial|1.8.6 - Arrasto 1 - Alimentação humana|1.8 - Pesca industrial|1.8.7 - Emalhe 1 - Alimentação humana|1.8 - Pesca industrial|1.8.8 - Espinhel"",""Controle e fiscalização, Criação de áreas protegidas, Educação e comunicação, Manejo de comércio, Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação dos Elasmobrânquios Ameaçados de Extinção"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Elasmobranchii"",""Carcharhiniformes"",""Sphyrnidae"",""Sphyrna"",""Sphyrna tudes"",""Sphyrna tudes"",""(Valenciennes, 1822)"",""panã-amarela, tubarão-martelo"",""Tubarões e Raias"",""11/2017"",""Criticamente em Perigo"",""Não"",""A2bcd"",""Sphyrna tudes é um dos menores tubarões do gênero que habita águas rasas costeiras no Atlântico Sul, com distribuição do norte da América do Sul até o sudeste do Brasil, na área compreendida do Amapá a São Paulo. Apesar de sua ampla distribuição histórica, desde 1991 não há registros de indivíduos desta espécie entre Maranhão e São Paulo onde eram relativamente frequentes no passado. Para a costa dos estados do Pará e Amapá, entre 1999 e 2006, apenas nove indivíduos foram registrados na pesca de emalhe costeiro. A espécie ainda é capturada como fauna acompanhante da pesca de arrasto de fundo para camarão nessa área, porém em baixas abundâncias. Ainda, no estado do Maranhão, observou-se um declínio em torno de 90% das capturas desde 1990-1991. Dada a sua vulnerabilidade à pesca e a redução observada da extensão de ocorrência e qualidade do habitat, suspeita que os declínios observados no passado continuaram na mesma taxa em função da manutenção do esforço de pesca sobre a espécie. Sendo assim, suspeita-se um declínio populacional de pelo menos 80% nos últimos 14 anos (equivalente a três gerações). Assim, a espécie foi categorizada como Criticamente em Perigo (CR) pelos critérios A2bcd."",""Não"",""Sim"",""Amapá, Bahia, Ceará, Maranhão, Pará, Pernambuco"",""|Nordeste|Norte|"",""Sistema Costeiro-Marinho"",""Sub-bacia Gurupi"",""PARNA do Cabo Orange, PARNA Marinho dos Abrolhos"",""ÁREA DE PROTEçãO AMBIENTAL DAS REENTRâNCIAS MARANHENSES"","""",""Sim"",""Declinando"",""5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.1 - Captura intencional - subsistência/pequena escala|5.4.1.7 - Emalhe|5.4.1.7.1 - Emalhe de fundo 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.1 - Captura intencional - subsistência/pequena escala|5.4.1.7 - Emalhe|5.4.1.7.2 - Emalhe de superfície 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.1 - Captura intencional - subsistência/pequena escala|5.4.1.7 - Emalhe|5.4.1.7.5 - Caçoeiro"",""1 - Alimentação humana|1.7 - Pesca artesanal|1.7.7 - Emalhe"",""Plano de Ação Nacional (PAN), Proteção de locais/áreas"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação dos Elasmobrânquios Ameaçados de Extinção"",""CITES - Anexo II, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""5 , 80""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Elasmobranchii"",""Carcharhiniformes"",""Carcharhinidae"",""Carcharhinus"",""Carcharhinus perezi"",""Carcharhinus perezi"",""(Poey, 1876)"",""cação-coralino, tubarão-caribenho-dos-recifes, tubarão-dos-recifes"",""Tubarões e Raias"",""11/2017"",""Vulnerável"","""",""A2cd"",""Carcharhinus perezi é uma espécie de grande porte, com habitats costeiros e insulares, de águas tropicais. No Brasil, existem registros da espécie desde o estado do Amapá ao Rio Grande do Sul, porém as ocorrências confirmadas indicam uma distribuição com limite meridional no Complexo Insular Trindade - Martin Vaz (ES). A espécie possui uma alta fidelidade ambiental e está intimamente relacionada a ambientes recifais. Há indícios de declínios nos desembarques pesqueiros no Maranhão desde 1999, e também de declínios populacionais nas ilhas de Trindade e Martim Vaz, ocasionados pela pesca de frotas espinheleiras e pesca submarina, conforme censos visuais desde 2007. Embora a espécie ocorra em unidades de conservação marinhas, dada a sua susceptibilidade a diferentes pescarias no entorno dessas áreas, infere-se um declínio populacional de pelo menos 30% nas últimas três gerações. Por estas razões, a espécie foi categorizada como Vulnerável (VU) pelos critérios A2cd."",""Não"",""Sim"",""Alagoas, Amapá, Bahia, Ceará, Espírito Santo, Maranhão, Pará, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Norte, Sergipe"",""|Nordeste|Norte|Sudeste|"",""Sistema Costeiro-Marinho"","""",""APA Fernando de Noronha, MONA do Arquipélago de Trindade e Martim Vaz e Monte Columbia, PARNA Marinho de Fernando de Noronha, REBIO Atol das Rocas"",""PARQUE ESTADUAL MARINHO DA PEDRA DA RISCA DO MEIO, PARQUE ESTADUAL MARINHO DO PARCEL DE MANUEL LUíS"","""",""Sim"",""Desconhecida"",""5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.5 - Captura indireta - subsistência/pequena escala|5.4.5.3 - Aparelho com anzol 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.5 - Captura indireta - subsistência/pequena escala|5.4.5.7 - Emalhe 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.6 - Captura indireta - larga escala|5.4.6.7 - Emalhe 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.6 - Captura indireta - larga escala|5.4.6.8 - Espinhel"",""1 - Alimentação humana 1 - Alimentação humana|1.5 - Pesca de subsistência 1 - Alimentação humana|1.7 - Pesca artesanal 1 - Alimentação humana|1.7 - Pesca artesanal|1.7.3 - Aparelho com anzol 1 - Alimentação humana|1.7 - Pesca artesanal|1.7.7 - Emalhe 1 - Alimentação humana|1.8 - Pesca industrial 1 - Alimentação humana|1.8 - Pesca industrial|1.8.2 - Linha de mão 1 - Alimentação humana|1.8 - Pesca industrial|1.8.7 - Emalhe 4 - Caça/pesca esportiva"",""Controle e fiscalização, Plano de Ação Nacional (PAN), Proteção de locais/áreas"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação dos Elasmobrânquios Ameaçados de Extinção, Plano de Ação Nacional para Conservação dos Ambientes Coralíneos do Brasil"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022, CITES - Anexo II"","""",""15 , 80""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Mammalia"",""Cetartiodactyla"",""Cervidae"",""Mazama"",""Mazama nana"",""Mazama nana"",""(Hensel, 1872)"",""Veado-bororó-do-sul, Veado-mão-curta"",""Mamíferos"",""02/2018"",""Vulnerável"","""",""A3cde"",""Mazama nana é uma espécie que ocorre na Mata Atlântica da região Sul do Brasil, associada principalmente a florestas de araucárias, ambiente altamente fragmentado. As principais ameaças à esta espécie são o efeito de borda nos pequenos fragmentos, caça, predação por cães domésticos, contaminação por agrotóxicos e enfermidades transmitidas por ungulados domésticos. Espera-se que nos próximos anos muitas das populações existentes nos fragmentos tenham alta probabilidade de extinção. Nesse contexto, projeta-se declínio populacional superior a 30% (A3) nos próximos 15 anos (3 gerações) em M. nana, baseando-se em declínio na qualidade do habitat (c), níveis reais de exploração (d) e efeitos de cães, agrotóxicos e enfermidades (e). Não existem evidências de emigração ou imigração diferencial de indivíduos desta espécie entre o Brasil e os países vizinhos, portanto a categoria da espécie não é alterada quando se aplica a avaliação regional. Portanto, M. nana foi categorizada como Vulnerável (VU) pelo critério A3cde."",""Não"",""Sim"",""Mato Grosso do Sul, Paraná, Rio Grande do Sul, Santa Catarina"",""|Centro-Oeste|Sul|"",""Mata Atlântica"",""Sub-bacia Guaíba Sub-bacia Iguaçu Sub-bacia Litoral SP PR SC Sub-bacia Paranapanema Sub-bacia Paraná RH1 Sub-bacia Uruguai Alto Sub-bacia Uruguai Médio"",""ESEC Mata Preta, FLONA São Francisco de Paula, PARNA Campos Gerais, PARNA da Serra Geral, PARNA Iguaçu"",""ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL ESTADUAL DA ESCARPA DEVONIANA, PARQUE ESTADUAL DO TURVO"","""",""Não"",""Declinando"",""1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.1 - Expansão urbana 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.3 - Pecuária|2.3.4 - Pecuária em escala desconhecida 5 - Uso de recursos biológicos|5.1 - Caça e captura de animais terrestres ou marinhos|5.1.1 - Caça/captura intencional (a espécie é o alvo)|5.1.1.1 - Uso de subsistência/escambo local 5 - Uso de recursos biológicos|5.1 - Caça e captura de animais terrestres ou marinhos|5.1.1 - Caça/captura intencional (a espécie é o alvo)|5.1.1.4 - Esportiva 8 - Espécies invasoras problemáticas e doenças|8.2 - Espécies domésticas 9 - Poluição|9.3 - Agropecuária e florestal|9.3.4 - Tipo desconhecido"","""",""Controle e fiscalização, Educação e comunicação, Plano de Ação Nacional (PAN), Proteção de locais/áreas"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação dos Cervídeos Ameaçados de Extinção, Plano de Ação Nacional para a Conservação dos Ungulados"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Mammalia"",""Perissodactyla"",""Tapiridae"",""Tapirus"",""Tapirus terrestris"",""Tapirus terrestris"",""(Linnaeus, 1758)"",""Anta"",""Mamíferos"",""02/2018"",""Vulnerável"","""",""A2cd"",""Tapirus terrestris é uma espécie de ampla distribuição no Brasil e dependente de habitats florestais e ripários. O Brasil perdeu 30% de sua cobertura vegetal nativa nos últimos 33 anos, ou três gerações da anta, e a espécie deve ter sofrido perdas populacionais em mesma proporção, ou maior devido à expansão agropecuária (agronegócio) e consequente perda e fragmentação de habitat, fogo, atropelamentos, contaminação por agrotóxicos, pressão de caça, expansão de centros urbanos entre outras ameaças. Essas perdas devem continuar e, portanto, a espécie é classificada como VU A2cd."",""Não"",""Sim"",""Acre, Amapá, Amazonas, Bahia, Distrito Federal, Espírito Santo, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraná, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Rondônia, Roraima, Santa Catarina, São Paulo, Tocantins"",""|Centro-Oeste|Nordeste|Norte|Sudeste|Sul|"",""Amazônia, Caatinga, Cerrado, Mata Atlântica, Pantanal"",""Sub-bacia Amapá Litoral Sub-bacia Araguaia Sub-bacia Doce Sub-bacia Foz Amazonas Sub-bacia Grande Sub-bacia Gurupi Sub-bacia Iguaçu Sub-bacia Jequitinhonha Sub-bacia Litoral BA ES Sub-bacia Litoral ES Sub-bacia Litoral RJ Sub-bacia Litoral RJ SP Sub-bacia Litoral SP Sub-bacia Litoral SP PR SC Sub-bacia Madeira Sub-bacia Mearim Sub-bacia Negro Sub-bacia Paraguai 01 Sub-bacia Paraguai 02 Sub-bacia Paraguai 03 Sub-bacia Paraíba do Sul Sub-bacia Paranaíba Sub-bacia Paranapanema Sub-bacia Paraná RH1 Sub-bacia Parnaíba Alto Sub-bacia Paru Sub-bacia Purus Sub-bacia São Francisco Alto Sub-bacia São Francisco Médio Sub-bacia Solimões Sub-bacia Tapajós Sub-bacia Tietê Sub-bacia Tocantins Alto Sub-bacia Tocantins Baixo Sub-bacia Trombetas Sub-bacia Uruguai Médio Sub-bacia Xingu"",""APA Bacia do Rio Descoberto, APA Cananéia-Iguape-Peruíbe, APA Cavernas do Peruaçu, APA Guaraqueçaba, APA Ilhas e Várzeas do Rio Paraná, APA Meandros do Rio Araguaia, APA Nascentes do Rio Vermelho, APA Planalto Central, APA Serra da Mantiqueira, ESEC da Serra das Araras, ESEC da Terra do Meio, ESEC de Maracá, ESEC de Taiamã, ESEC de Uruçuí-Una, ESEC Iquê, ESEC Mico-Leão-Preto, ESEC Pirapitinga, ESEC Serra Geral do Tocantins, FLONA Amapá, FLONA Capão Bonito, FLONA Caxiuanã, FLONA de Brasília, FLONA do Tapajós, FLONA Jamari, FLONA Pau-Rosa, FLONA Trairão, PARNA Amazônia, PARNA Anavilhanas, PARNA Araguaia, PARNA Campos Amazônicos, PARNA Cavernas do Peruaçu, PARNA da Chapada das Mesas, PARNA da Chapada dos Guimarães, PARNA da Chapada dos Veadeiros, PARNA das Emas, PARNA da Serra da Bocaina, PARNA da Serra da Bodoquena, PARNA da Serra do Gandarela, PARNA das Sempre-Vivas, PARNA de Brasília, PARNA de Ilha Grande, PARNA de Itatiaia, PARNA do Cabo Orange, PARNA do Caparaó, PARNA do Descobrimento, PARNA do Monte Pascoal, PARNA do Pau Brasil, PARNA do Viruá, PARNA Grande Sertão Veredas, PARNA Guaricana, PARNA Iguaçu, PARNA Jaú, PARNA Juruena, PARNA Mapinguari, PARNA Nascentes do Lago Jari, PARNA Nascentes do Rio Parnaíba, PARNA Saint-Hilaire/Lange, PARNA Serra da Cutia, PARNA Serra do Pardo, REBIO Bom Jesus, REBIO da Mata Escura, REBIO de Sooretama, REBIO do Córrego do Veado, REBIO do Córrego Grande, REBIO do Guaporé, REBIO do Gurupi, REBIO do Lago Piratuba, REBIO Nascentes da Serra do Cachimbo, REBIO Perobas, REBIO Tapirapé, REBIO Uatumã, RESEX Alto Juruá, RESEX Arapixi, RESEX Baixo Juruá, RESEX Cazumbá-Iracema, RESEX Chico Mendes, RESEX do Corumbau, RESEX Ituxi, RESEX Médio Juruá, RESEX Médio Purus, RESEX Rio Cajari, RESEX Riozinho da Liberdade, REVIS das Veredas do Oeste Baiano"",""APA DA BACIA DOS RIBEIRÕES DO GAMA E CABEÇA DE VEADO, APA DE CAFURINGA, APA SERRA DO MAR, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL BACIA DO RIO PANDEIROS, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL CACHOEIRA DAS ANDORINHAS, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL COCHÁ E GIBÃO, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL DA CHAPADA DOS GUIMARÃES, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL DAS CABECEIRAS DO RIO CUIABÁ, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL DO RIO PRETO, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL ESTADUAL DE GUARATUBA, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL ILHA DO BANANAL/CANTÃO, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL JOÃO LEITE, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL MARGEM ESQUERDA DO RIO NEGRO-SETOR ATURIÁ-APUAUZINHO, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL MUNICIPAL DO CAPIVARI-MONOS, ÁREA DE PROTEçãO AMBIENTAL SERRA DO TIMóTEO, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL SUL-RMBH, ÁREA DE RELEVANTE INTERESSE ECOLÓGICO JAPIIM PENTECOSTE, ESTAÇÃO ECOLÓGICA DE ÁGUAS EMENDADAS, ESTAÇÃO ECOLÓGICA DE XITUÉ, ESTAÇÃO ECOLÓGICA DOS CAETETUS, ESTAÇÃO ECOLÓGICA JATAÍ, ESTAÇÃO ECOLÓGICA JURÉIA-ITATINS, ESTAÇÃO ECOLÓGICA SAMUEL, FLORESTA ESTADUAL DO PARU, PARQUE ESTADUAL ÁGUAS DO CUIABÁ, PARQUE ESTADUAL ALTAMIRO DE MOURA PACHECO, PARQUE ESTADUAL CARLOS BOTELHO, PARQUE ESTADUAL CAVERNA DO DIABO, PARQUE ESTADUAL CHANDLESS, PARQUE ESTADUAL CRISTALINO, PARQUE ESTADUAL DA SERRA DO CABRAL, PARQUE ESTADUAL DA SERRA DO MAR, PARQUE ESTADUAL DA SERRA DO TABULEIRO, PARQUE ESTADUAL DA SERRA DOURADA, PARQUE ESTADUAL DAS NASCENTES DO RIO TAQUARI, PARQUE ESTADUAL DAS VÁRZEAS DO RIO IVINHEMA, PARQUE ESTADUAL DE GUAJARÁ-MIRIM, PARQUE ESTADUAL DE TERRA RONCA, PARQUE ESTADUAL DO AGUAPEÍ, PARQUE ESTADUAL DO CANTãO, PARQUE ESTADUAL DO JALAPãO, PARQUE ESTADUAL DO JURUPARÁ, PARQUE ESTADUAL DO LAJEADO, PARQUE ESTADUAL DO MORRO DO DIABO, PARQUE ESTADUAL DO PANTANAL DO RIO NEGRO, PARQUE ESTADUAL DO RIO DOCE, PARQUE ESTADUAL DOS PIRINEUS, PARQUE ESTADUAL DO TURVO, PARQUE ESTADUAL IGARAPÉS DO JURUENA, PARQUE ESTADUAL INTERVALES, PARQUE ESTADUAL LAGAMAR DE CANANEIA, PARQUE ESTADUAL MATAS DO SEGREDO, PARQUE ESTADUAL MATA SECA, PARQUE ESTADUAL RESTINGA DE BERTIOGA, PARQUE ESTADUAL RIO NEGRO SETOR NORTE, PARQUE ESTADUAL RIO NEGRO SETOR SUL, PARQUE ESTADUAL RIO PRETO, PARQUE ESTADUAL SERRA AZUL, PARQUE ESTADUAL SERRA DAS ARARAS, PARQUE ESTADUAL SERRA DO ARACÁ, PARQUE ESTADUAL SERRA DO PAPAGAIO, PARQUE ESTADUAL SERRA RICARDO FRANCO, PARQUE ESTADUAL SERRA SANTA BÁRBARA, PARQUE ESTADUAL TURÍSTICO DO ALTO DO RIBEIRA, PARQUE ESTADUAL VERDE GRANDE, PARQUE ESTADUAL VEREDAS DO PERUAÇU, RESERVA DE DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL AMANÃ, RESERVA DE DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL CUJUBIM, RESERVA DE DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL DO JUMA, RESERVA DE DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL DO UATUMÃ, RESERVA DE DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL IGAPÓ-AÇU, RESERVA DE DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL MAMIRAUÁ, RESERVA DE DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL RIO AMAPÁ, RESERVA DE DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL UACARÍ, RESERVA EXTRATIVISTA CATUÁ-IPIXUNA"",""RECANTO DAS ANTAS, RESERVA ECOLóGICA DE GUAPIAçU, RPPN Estância Caiman, RPPN Estância Ecológica SESC - Pantanal, RPPN Itajurú ou Sobrado, RPPN Reserva Ecológica da Mata Fria, RPPN Reserva Natural Engenheiro Eliezer Batista"",""Não"",""Declinando"",""11 - Mudanças e extremos climáticos|11.2 - Secas 11 - Mudanças e extremos climáticos|11.4 - Tempestades/enchentes 1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.3 - Áreas de turismo e recreação 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.1 - Culturas anuais e perenes não-madeireiras|2.1.4 - Agricultura de escala desconhecida 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.2 - Silvicultura|2.2.3 - Plantações em escala desconhecida 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.3 - Pecuária 4 - Transportes e serviços de transmissão|4.2 - Atropelamentos 5 - Uso de recursos biológicos|5.1 - Caça e captura de animais terrestres ou marinhos|5.1.1 - Caça/captura intencional (a espécie é o alvo)|5.1.1.1 - Uso de subsistência/escambo local 5 - Uso de recursos biológicos|5.1 - Caça e captura de animais terrestres ou marinhos|5.1.1 - Caça/captura intencional (a espécie é o alvo)|5.1.1.6 - Retaliação/controle 5 - Uso de recursos biológicos|5.3 - Extração florestal|5.3.5 - Motivação desconhecida 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.1 - Incêndios e supressão de incêndios|7.1.1 - Aumento da frequência/intensidade de incêndios 8 - Espécies invasoras problemáticas e doenças|8.2 - Espécies domésticas 8 - Espécies invasoras problemáticas e doenças|8.5 - Doenças provocadas por vírus ou príons|8.5.2 - Espécie conhecida (Doença) 8 - Espécies invasoras problemáticas e doenças|8.6 - Doenças bacterianas 9 - Poluição|9.3 - Agropecuária e florestal|9.3.3 - Herbicidas e pesticidas"",""1 - Alimentação humana|1.1 - Caça de subsistência"",""Criação de áreas protegidas, Implementação de corredores, Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação dos Ungulados"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022, CITES - Anexo II"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Elasmobranchii"",""Carcharhiniformes"",""Carcharhinidae"",""Negaprion"",""Negaprion brevirostris"",""Negaprion brevirostris"",""(Poey, 1868)"",""cação-limão, tubarão-limão"",""Tubarões e Raias"",""11/2017"",""Em Perigo"","""",""A4cd"",""Negaprion brevirostris é uma espécie costeira de grande porte, ocorrendo no Oceano Atlântico ao longo da costa dos Estados Unidos até o Brasil. Os jovens apresentam elevada fidelidade de sítio, mas os adultos podem realizar migrações, possivelmente para águas mais abertas. No Brasil, adultos da espécie são capturados esporadicamente pela pesca de grande escala, e jovens são capturados pela pesca de pequena escala em áreas críticas, incluindo Unidades de Conservação. As capturas na costa são extremamente raras atualmente. Tendências de declínio populacional foram observadas no Atlântico Norte, e no Brasil, em uma área crítica para a espécie (Atol das Rocas). Observa-se uma retração da extensão de ocorrência na parte sul da distribuição da espécie, tendo a mesma sido declarada regionalmente extinta nos estados de São Paulo e Rio de Janeiro. Considerando as reduções populacionais e de extensão de ocorrência observadas, bem como a perspectiva de continuidade de ameaças a espécie, infere-se um declínio populacional maior que 50% em uma janela de 63 anos (equivalente a três gerações) a partir de 1996. Assim, a espécie foi categorizada como Em Perigo (EN) pelos critérios A4cd."",""Não"",""Sim"",""Alagoas, Amapá, Bahia, Ceará, Espírito Santo, Maranhão, Pará, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, São Paulo, Sergipe"",""|Nordeste|Norte|Sudeste|"",""Sistema Costeiro-Marinho"","""",""APA Costa dos Corais, APA Fernando de Noronha, PARNA Marinho de Fernando de Noronha, REBIO Atol das Rocas"","""","""",""Desconhecido"",""Declinando"",""4 - Transportes e serviços de transmissão|4.4 - Tráfego de embarcações 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.5 - Captura indireta - subsistência/pequena escala|5.4.5.6 - Arrasto 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.5 - Captura indireta - subsistência/pequena escala|5.4.5.7 - Emalhe 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.6 - Captura indireta - larga escala|5.4.6.8 - Espinhel|5.4.6.8.1 - Espinhel de superfície 6 - Distúrbios humanos|6.1 - Atividades recreacionais/turísticas 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.3 - Outras modificações nos ecossistemas 9 - Poluição|9.4 - Lixo e resíduos sólidos|9.4.1 - Urbanos"",""1 - Alimentação humana 1 - Alimentação humana|1.6 - Pesca - comércio internacional 1 - Alimentação humana|1.7 - Pesca artesanal 1 - Alimentação humana|1.8 - Pesca industrial"",""Controle e fiscalização, Criação de áreas protegidas, Educação e comunicação, Instrumentos de gestão, Plano de Ação Nacional (PAN), Políticas e regulamentações"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação dos Elasmobrânquios Ameaçados de Extinção, Plano de Ação Nacional para Conservação de Espécies Ameaçadas e de Importância Socioeconômica do Ecossistema Manguezal, Plano de Ação Nacional para Conservação dos Ambientes Coralíneos do Brasil"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022, CITES - Anexo II"","""",""90""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Elasmobranchii"",""Carcharhiniformes"",""Sphyrnidae"",""Sphyrna"",""Sphyrna media"",""Sphyrna media"",""Springer, 1940"",""cação-martelo, rudela, rudela-redonda, Tubarão-martelo-de-aba-curta"",""Tubarões e Raias"",""11/2017"",""Criticamente em Perigo"",""Não"",""A2cd"",""Sphyrna media é um tubarão-martelo amplamente distribuído na América Central e América do Sul, encontrado tanto no leste do Pacífico como no Atlântico ocidental. Na costa Norte do Brasil, as redes de emalhar foram responsáveis pelas capturas e pelo declínio da espécie em toda a faixa costeira. Registros históricos incluem o Sudeste, onde nenhum exemplar é coletado desde a década de 1970. Apesar de ser citada para toda a costa brasileira, sua distribuição atual conhecida é aparentemente limitada ao Amapá e Pará. Atualmente possui pouquíssimos registros nessa área, onde antes era considerada abundante pelos pescadores. O desaparecimento da população do sudeste e nordeste do Brasil, indicado pela total ausência de capturas recentes, é um indicativo do declínio na sua extensão de ocorrência. A espécie continua sofrendo grande pressão de pesca em toda a região Norte, sendo capturada como pescaria incidental no uso de redes de emalhar direcionadas à serra e à pescada-amarela, em arrasto de fundo para pesca de camarão e piramutaba. Dada a sua vulnerabilidade à pesca e a redução observada da extensão de ocorrência e qualidade do habitat pela degradação de ecossistemas costeiros, suspeita-se que os declínios observados no passado continuaram na mesma taxa em função da manutenção das pressões e de fatores biológicos intrínsecos da espécie. Sendo assim, suspeita-se que tenha ocorrido um declínio populacional de pelo menos 80% nos últimos 14 anos (equivalente a três gerações), categorizando S. media como Criticamente em Perigo (CR) pelos critérios A2cd."",""Não"",""Sim"",""Amapá, Maranhão, Pará"",""|Nordeste|Norte|"",""Sistema Costeiro-Marinho"","""",""PARNA do Cabo Orange, RESEX Cururupu"",""ÁREA DE PROTEçãO AMBIENTAL DAS REENTRâNCIAS MARANHENSES"","""",""Sim"",""Declinando"",""5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.5 - Captura indireta - subsistência/pequena escala|5.4.5.3 - Aparelho com anzol|5.4.5.3.5 - Linha de fundo e linha de mão 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.5 - Captura indireta - subsistência/pequena escala|5.4.5.6 - Arrasto 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.5 - Captura indireta - subsistência/pequena escala|5.4.5.7 - Emalhe 9 - Poluição"",""1 - Alimentação humana|1.7 - Pesca artesanal 1 - Alimentação humana|1.8 - Pesca industrial"",""Identificação de novas áreas protegidas, Plano de Ação Nacional (PAN), Proteção de locais/áreas, Restauração de habitat e processos naturais"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação dos Elasmobrânquios Ameaçados de Extinção"",""CITES - Anexo II, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""8 , 70""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Elasmobranchii"",""Carcharhiniformes"",""Sphyrnidae"",""Sphyrna"",""Sphyrna tiburo"",""Sphyrna tiburo"",""(Linnaeus, 1758)"",""paña, tubarão-martelo"",""Tubarões e Raias"",""11/2017"",""Criticamente em Perigo"",""Não"",""A2bcd"",""Sphyrna tiburo ocorre no Atlântico ocidental desde a Carolina do Norte, EUA, até o sul do Brasil. Registros históricos indicam que a espécie ocorria em toda a costa brasileira. Contudo, é considerada extinta nos estados do Paraná, São Paulo, Rio de Janeiro e Espírito Santo, aonde não tem sido registrada há décadas. Atualmente, a espécie só tem sido encontrada na costa Norte e Nordeste (Amapá, Pará, Maranhão, Sergipe e Bahia). Era considerada abundante em águas rasas, onde há maior atividade pesqueira. Características da espécie, como movimentos para águas mais rasas na época do parto e a alta especialização da dieta, baseada principalmente em Callinectes ornatus, são fatores de vulnerabilidade. A perda de habitats costeiros em alguns pontos do litoral brasileiro, principalmente manguezais, também contribuiu para extinções locais. No Maranhão, uma das principais áreas de concentração, a espécie passou de 10% de capturas pesqueiras artesanais para 0,5% entre 1986 e 1998, o que representa uma redução local de 95% de captura. A espécie continua sofrendo grande pressão de pesca em toda a região Norte, sendo capturada como pescaria incidental no uso de redes de emalhar direcionadas à serra e à pescada-amarela, em arrasto de fundo para pesca de camarão e piramutaba, e em currais de pesca. Dada a sua vulnerabilidade à pesca e a redução observada da extensão de ocorrência e qualidade do habitat, suspeita que os declínios observados no passado continuaram na mesma taxa em função da manutenção do esforço de pesca sobre a espécie. Sendo assim, suspeita-se uma redução no tamanho populacional de pelo menos 80% nos últimos 14 anos (equivalente a três gerações). Assim, a espécie foi categorizada como Criticamente em Perigo (CR) pelos critérios A2bcd."",""Não"",""Sim"",""Alagoas, Amapá, Maranhão, Pará"",""|Nordeste|Norte|"",""Sistema Costeiro-Marinho"",""Sub-bacia Gurupi"",""APA Costa dos Corais, PARNA do Cabo Orange, RESEX Cururupu"",""ÁREA DE PROTEçãO AMBIENTAL DAS REENTRâNCIAS MARANHENSES"","""",""Sim"",""Declinando"",""5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.5 - Captura indireta - subsistência/pequena escala|5.4.5.6 - Arrasto|5.4.5.6.2 - Arrasto duplo 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.5 - Captura indireta - subsistência/pequena escala|5.4.5.7 - Emalhe|5.4.5.7.1 - Emalhe de fundo 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.5 - Captura indireta - subsistência/pequena escala|5.4.5.7 - Emalhe|5.4.5.7.2 - Emalhe de superfície 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.6 - Captura indireta - larga escala|5.4.6.6 - Arrasto 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.6 - Captura indireta - larga escala|5.4.6.7 - Emalhe 7 - Modificações nos sistemas naturais 9 - Poluição"",""1 - Alimentação humana|1.7 - Pesca artesanal|1.7.6 - Arrasto 1 - Alimentação humana|1.7 - Pesca artesanal|1.7.7 - Emalhe"",""Controle e fiscalização, Nível nacional, Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação dos Elasmobrânquios Ameaçados de Extinção"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022, CITES - Anexo II"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Elasmobranchii"",""Carcharhiniformes"",""Triakidae"",""Galeorhinus"",""Galeorhinus galeus"",""Galeorhinus galeus"",""(Linnaeus, 1758)"","""",""Tubarões e Raias"",""11/2017"",""Criticamente em Perigo"",""Não"",""A4bd"",""Galeorhinus galeus é uma espécie de águas temperadas com distribuição no oceano Atlântico, Pacífico e Indo-Pacífico. No Atlântico Sul ocidental, ocorre desde Rio de Janeiro até a costa da Patagônia. No Brasil, as maiores abundâncias eram registradas para a costa Sul, sobretudo no talude do Rio Grande do Sul, onde era capturada em grande quantidade pela frota industrial. Sua história de vida é caracterizada por baixo crescimento, alta longevidade, baixa fecundidade e baixa mortalidade natural, fazendo dessa espécie extremamente vulnerável a sobrepesca. Levantamentos de pesca científica mostraram que a biomassa da população migratória de G. galeus no sul do Brasil sofreu um declínio de 90% no período de 1972 a 2001. Esta redução provavelmente é uma subestimação do declínio da abundância dos adultos. Dados recentes (2016 e 2017) não registraram a captura da espécie na pescaria costeira do Rio Grande do Sul. Considerando as taxa de declínio no Brasil e Argentina, bem como a perspectiva da manutenção das ameaças no futuro próximo, G. galeus foi categorizada como Criticamente em Perigo (CR) considerando o critério A4bd."",""Não"",""Sim"",""Santa Catarina"",""|Sul|"",""Sistema Costeiro-Marinho"",""Sub-bacia Litoral SP PR SC"",""REBIO Marinha do Arvoredo, RESEX Marinha Pirajubaé"","""","""",""Sim"",""Declinando"",""5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.2 - Captura intencional - larga escala|5.4.2.6 - Arrasto|5.4.2.6.1 - Arrasto simples 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.2 - Captura intencional - larga escala|5.4.2.6 - Arrasto|5.4.2.6.2 - Arrasto duplo 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.2 - Captura intencional - larga escala|5.4.2.6 - Arrasto|5.4.2.6.3 - Arrasto de parelha 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.2 - Captura intencional - larga escala|5.4.2.7 - Emalhe|5.4.2.7.1 - Emalhe de fundo 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.6 - Captura indireta - larga escala|5.4.6.6 - Arrasto|5.4.6.6.1 - Arrasto simples 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.6 - Captura indireta - larga escala|5.4.6.6 - Arrasto|5.4.6.6.2 - Arrasto duplo 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.6 - Captura indireta - larga escala|5.4.6.6 - Arrasto|5.4.6.6.3 - Arrasto de parelha 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.6 - Captura indireta - larga escala|5.4.6.7 - Emalhe|5.4.6.7.1 - Emalhe de fundo"",""1 - Alimentação humana 1 - Alimentação humana|1.8 - Pesca industrial 1 - Alimentação humana|1.8 - Pesca industrial|1.8.6 - Arrasto 1 - Alimentação humana|1.8 - Pesca industrial|1.8.7 - Emalhe 1 - Alimentação humana|1.8 - Pesca industrial|1.8.8 - Espinhel"",""Controle e fiscalização, Criação de áreas protegidas, Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação dos Elasmobrânquios Ameaçados de Extinção"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""40 , 500""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Elasmobranchii"",""Squatiniformes"",""Squatinidae"",""Squatina"",""Squatina occulta"",""Squatina occulta"",""Vooren & Silva, 1991"",""cação-anjo-de-asa-curta, tubarão-anjo-oculto"",""Tubarões e Raias"",""11/2017"",""Criticamente em Perigo"",""Não"",""A2bd"",""Squatina occulta é endêmica do Atlântico Sul ocidental. No Brasil, há registros da espécie desde o Rio de Janeiro até o Rio Grande do Sul. Foram registradas reduções de no mínimo 80% nas abundâncias relativas de S. occulta desde o ano de 1986 em sua área de distribuição no Brasil. Provavelmente isto é uma subestimação do declínio do tamanho populacional. Embora sua captura esteja proibida (Portaria 445/2014), as pescarias com redes de arrasto e emalhe permanecem como a principal ameaça sobre a espécie, pois continuam a operar sobre sua área de distribuição. A espécie é de longa vida e possui baixo potencial reprodutivo. Possivelmente existe entrada de indivíduos por dispersão de países vizinhos, mas com intensidade insuficiente para manter a abundância da população regional quando esta sofre um forte impacto da pesca. Em função dos declínios nas abundâncias relativas observadas, suspeita-se uma redução no tamanho populacional de mais de 80%, em uma janela temporal no passado que inclui três gerações (27 anos), categorizando S. occulta como Criticamente Em Perigo (CR), sob os critérios A2bd."",""Não"",""Sim"",""Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Santa Catarina"",""|Sudeste|Sul|"",""Sistema Costeiro-Marinho"","""",""REBIO Marinha do Arvoredo"","""","""",""Sim"",""Declinando"",""5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.2 - Captura intencional - larga escala|5.4.2.6 - Arrasto|5.4.2.6.1 - Arrasto simples 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.2 - Captura intencional - larga escala|5.4.2.6 - Arrasto|5.4.2.6.2 - Arrasto duplo 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.2 - Captura intencional - larga escala|5.4.2.6 - Arrasto|5.4.2.6.3 - Arrasto de parelha 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.2 - Captura intencional - larga escala|5.4.2.7 - Emalhe|5.4.2.7.1 - Emalhe de fundo 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.6 - Captura indireta - larga escala|5.4.6.6 - Arrasto|5.4.6.6.1 - Arrasto simples 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.6 - Captura indireta - larga escala|5.4.6.6 - Arrasto|5.4.6.6.2 - Arrasto duplo 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.6 - Captura indireta - larga escala|5.4.6.6 - Arrasto|5.4.6.6.3 - Arrasto de parelha 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.6 - Captura indireta - larga escala|5.4.6.7 - Emalhe|5.4.6.7.1 - Emalhe de fundo"",""1 - Alimentação humana 1 - Alimentação humana|1.8 - Pesca industrial 1 - Alimentação humana|1.8 - Pesca industrial|1.8.6 - Arrasto|1.8.6.1 - Arrasto simples 1 - Alimentação humana|1.8 - Pesca industrial|1.8.6 - Arrasto|1.8.6.2 - Arrasto duplo 1 - Alimentação humana|1.8 - Pesca industrial|1.8.6 - Arrasto|1.8.6.3 - Arrasto de parelha 1 - Alimentação humana|1.8 - Pesca industrial|1.8.7 - Emalhe|1.8.7.1 - Emalhe de fundo"",""Controle e fiscalização, Criação de áreas protegidas, Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação dos Elasmobrânquios Ameaçados de Extinção"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""10 , 350""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Actinopterygii"",""Siluriformes"",""Pimelodidae"",""Steindachneridion"",""Steindachneridion amblyurum"","""",""(Eigenmann & Eigenmann, 1888)"",""Surubim-do-jequitinhonha"",""Peixes Continentais"",""11/2013"",""Criticamente em Perigo"",""Não"",""B2ab(iii)"",""Steindachneridion amblyurum é endêmica da bacia do rio Jequitinhonha, no estado de Minas Gerais, Brasil. A espécie é típica de ambientes de corredeira com substrato rochoso, principalmente em locais mais profundos. Em alguns trechos da bacia esses ambientes foram suprimidos pela formação dos reservatórios das UHEs Irapé e Itapebi, ambas localizadas na calha do rio Jequitinhonha, e pelo assoreamento do leito oriundo de atividades minerárias, extração de areia e desflorestamento. Atualmente a espécie só é encontrada no trecho médio do rio Jequitinhonha e nos rios Itacambiruçu e Araçuaí. Sua distribuição geográfica pretérita provavelmente abrangia quase todo o segmento do rio Jequitinhonha e o curso médio e baixo de seus principais contribuintes, nos estados de Minas Gerais e Bahia. Nos últimos anos, a espécie vem sofrendo declínios populacionais consideráveis, embora não existam dados quantitativos para mensurá-los com precisão. A Área de Ocupação (AOO) calculada é de 14 km², levando-se em conta os registros a partir do ano de 2006 (EN B2). O que restou da população encontra-se severamente fragmentada (a). Seus ambientes preferenciais estão sendo progressivamente descaracterizados pelo assoreamento dos canais, além do declínio da qualidade da água em função do barramento da UHE Irapé (rio Jequitinhonha) e esgoto doméstico (rio Araçuaí) (biii). Ademais, está prevista a construção de empreendimentos hidrelétricos nos trechos onde a espécie ainda ocorre, o que pode comprometer mais sua população. Diante dessas informações, S. amblyurum foi categorizada como Criticamente Em Perigo (CR) pelos critérios B2ab(iii). Assumiu-se que para aplicação do critério B2, a Área de Ocupação da espécie está muito mais próxima dos intervalos da categoria CR do que da EN."",""Sim"",""Não"",""Minas Gerais"",""|Sudeste|"",""Cerrado, Mata Atlântica"",""Sub-bacia Jequitinhonha"","""","""","""",""Sim"",""Declinando"","""","""","""","""","""","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Actinopterygii"",""Siluriformes"",""Pimelodidae"",""Steindachneridion"",""Steindachneridion doceanum"","""",""(Eigenmann & Eigenmann, 1889)"",""Surubim-do-doce"",""Peixes Continentais"",""11/2013"",""Criticamente em Perigo"",""Não"",""B2ab(iii)"",""Steindachneridion doceanum é endêmica do Brasil, especificamente da bacia do rio Doce. Originalmente, ocorria nos estados de Minas Gerais e Espírito Santo, mas hoje só é encontrada em poucas localidades no alto e médio rio Doce, em Minas Gerais. A espécie é típica de ambientes de corredeira com substrato rochoso, principalmente em locais mais profundos. Na maior parte da bacia do rio Doce, esses ambientes foram suprimidos pelo assoreamento e construção de hidrelétricas, além de serem impactados por poluição generalizada. Atualmente, S. doceanum só é conhecida de três localidades nos rios Piranga, Santo Antônio e Manhuaçu. A espécie vem sofrendo declínio populacional considerável, mas não existem dados quantitativos para mensurá-los com precisão. A Área de Ocupação (AOO) calculada foi de 9,7 km² (CR B2), levando-se em conta os registros a partir de 2005. O que restou da população encontra-se severamente fragmentada (a). Os hábitats preferenciais estão sendo progressivamente alterados por assoreamento, poluição e principalmente barramentos de hidrelétricas (b iii). A construção efetiva das várias hidrelétricas que se encontram em diferentes fases de licenciamento ambiental, nas três áreas remanescentes onde estão as subpopulações atuais, representa um fator de risco real à conservação em médio-longo prazo da espécie. Recentemente, com a abertura de minas a céu aberto para a exploração de minério de ferro junto às cabeceiras dos principais afluentes, a subpopulação do rio Santo Antônio também ficou exposta aos impactos negativos advindos dessa atividade. Diante dessas informações, S. doceanum foi categorizada como Criticamente em Perigo (CR) pelos critérios B2ab(iii)."",""Sim"",""Não"",""Minas Gerais"",""|Sudeste|"",""Mata Atlântica"",""Sub-bacia Doce"","""","""","""",""Desconhecido"",""Declinando"","""","""","""","""","""","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Actinopterygii"",""Siluriformes"",""Pimelodidae"",""Steindachneridion"",""Steindachneridion scriptum"","""",""(Miranda Ribeiro, 1918)"",""Surubim"",""Peixes Continentais"",""05/2012"",""Em Perigo"","""",""B2ab(ii,iii)"",""Steindachneridion scriptum apresenta distribuição ampla nas bacias do alto rio Paraná e alto rio Uruguai sendo, porém, pouco abundante. A espécie vive em calhas de rio, preferencialmente em poções próximos a corredeiras. A construção de barragens afeta diretamente a espécie, comprometendo a manutenção de subpopulações viáveis a médio prazo. A Área de Ocupação (AOO) estimada, considerando os trechos livres com corredeiras no rio Uruguai é de 400 km² (EN B2), uma vez que a bacia do alto rio Paraná está completamente fragmentada por barragens. A espécie apresenta uma distribuição severamente fragmentada (a), com declínio da área de ocupação (bii) e declínio na qualidade de hábitat (biii) por barramentos ao longo da sua área de distribuição. Considerando as informações disponíveis, a espécie foi categorizada como Em Perigo (EN) pelos critérios B2ab(ii,iii)."",""Não"",""Não"",""Rio Grande do Sul, Santa Catarina, São Paulo"",""|Sudeste|Sul|"",""Cerrado, Mata Atlântica"",""Sub-bacia Grande Sub-bacia Uruguai Alto"","""","""","""",""Sim"",""Declinando"","""","""","""","""","""","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Elasmobranchii"",""Torpediniformes"",""Narcinidae"",""Narcine"",""Narcine brasiliensis"",""Narcine brasiliensis"",""(Olfers, 1831)"",""raia-elétrica, treme-treme"",""Tubarões e Raias"",""11/2017"",""Vulnerável"","""",""A2bd"",""Narcine brasiliensis é uma espécie de pequeno porte, encontrada em substratos moles de águas rasas costeiras do Atlântico ocidental, geralmente em profundidades inferiores a 40m. Por ser de águas rasas a espécie está sujeita à captura incidental de jovens e adultos em diversos tipos de pescarias costeiras. No sul do Brasil foram observados declínios na ordem de 50% em capturas de cruzeiros científicos entre a década de 1980 e 2000. Considerando que as pescarias que incidem sobre a espécie mantiveram-se constantes ou ainda podem ter aumentado na década de 2010, infere-se que tenha ocorrido uma redução no tamanho populacional ao longo de sua distribuição de pelo menos 30% no passado, considerando os três tempos geracionais. Por esta razão N. brasiliensis foi categorizada como Vulnerável (VU) A2bd."",""Não"",""Sim"",""Alagoas, Amapá, Bahia, Ceará, Espírito Santo, Maranhão, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe"",""|Nordeste|Norte|Sudeste|Sul|"",""Sistema Costeiro-Marinho"",""Sub-bacia Itapecuru-Paraguaçu Sub-bacia Litoral CE PB"",""APA Baleia Franca, APA Guaraqueçaba, ESEC Tupinambás, PARNA Marinho dos Abrolhos, PARNA Superagui"",""APA MARINHA DO LITORAL CENTRO, APA MARINHA DO LITORAL NORTE, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL DO PAU BRASIL"","""",""Sim"",""Desconhecida"",""5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.5 - Captura indireta - subsistência/pequena escala|5.4.5.6 - Arrasto|5.4.5.6.1 - Arrasto simples 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.5 - Captura indireta - subsistência/pequena escala|5.4.5.6 - Arrasto|5.4.5.6.2 - Arrasto duplo 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.5 - Captura indireta - subsistência/pequena escala|5.4.5.6 - Arrasto|5.4.5.6.3 - Arrasto de praia 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.5 - Captura indireta - subsistência/pequena escala|5.4.5.7 - Emalhe 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.5 - Captura indireta - subsistência/pequena escala|5.4.5.7 - Emalhe|5.4.5.7.1 - Emalhe de fundo 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.6 - Captura indireta - larga escala|5.4.6.6 - Arrasto 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.6 - Captura indireta - larga escala|5.4.6.6 - Arrasto|5.4.6.6.1 - Arrasto simples 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.6 - Captura indireta - larga escala|5.4.6.6 - Arrasto|5.4.6.6.2 - Arrasto duplo 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.6 - Captura indireta - larga escala|5.4.6.6 - Arrasto|5.4.6.6.3 - Arrasto de parelha 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.6 - Captura indireta - larga escala|5.4.6.7 - Emalhe|5.4.6.7.1 - Emalhe de fundo 6 - Distúrbios humanos 9 - Poluição"","""",""Conscientização/comunicação, Implementação de áreas protegidas, Manejo/ordenamento de caça/pesca, Proteção de locais/áreas"","""",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""0 , 50""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Elasmobranchii"",""Myliobatiformes"",""Mobulidae"",""Mobula"",""Mobula mobular"",""Mobula mobular"",""(Bonnaterre 1788)"",""raia-jamanta, raia-manta"",""Tubarões e Raias"",""11/2017"",""Vulnerável"","""",""A2cd"",""Mobula mobular é uma espécie migratória e uma das maiores raias marinhas conhecidas. Tem hábitos oceânico-pelágicos, com ocorrência ocasional em águas costeiras. A espécie tem distribuição circunglobal em águas temperadas e tropicais. No Brasil, os registros reportados são para o Arquipélago de São Pedro e São Paulo, Fernando de Noronha, São Paulo, Rio de Janeiro, Bahia e Santa Catarina. Mobula mobular é altamente susceptível à pressão pesqueira, por serem de grande porte e mais facilmente capturadas em diversos petrechos. Por possuir história de vida conservativa, com média de um único filhote a cada pelo menos 3 anos, não tolera altos níveis de captura. A existência de pesca intensiva de atuns e afins ao longo de sua área de distribuição, bem como a expansão de frotas espinheleiras locais nas últimas décadas, pode ter afetado significativamente a população da espécie. Considerando que é altamente migratória, que declínios em abundância superiores a 90% foram observados em outros setores oceânicos, em razão de pescarias similares as que ocorrem no Brasil, incluindo uma extinção regional (Indonésia) e que a demanda por subprodutos de mobulídeos aumentou significativamente nas duas últimas décadas, suspeita-se que um declínio de pelo menos 30% tenha ocorrido em águas brasileiras em três tempos geracionais (cerca de 38 anos). Por estas razões M. mobular foi categorizada como Vulnerável (VU), sob os critérios A2cd."",""Não"",""Sim"",""Bahia, Pernambuco, Rio de Janeiro, São Paulo"",""|Nordeste|Sudeste|"",""Sistema Costeiro-Marinho"","""",""PARNA Marinho dos Abrolhos, REBIO Atol das Rocas"",""APA MARINHA DO LITORAL CENTRO, PARQUE ESTADUAL MARINHO DA LAJE DE SANTOS"","""",""Sim"",""Desconhecida"",""5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.3 - Captura intencional - comércio internacional 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.5 - Captura indireta - subsistência/pequena escala|5.4.5.6 - Arrasto 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.5 - Captura indireta - subsistência/pequena escala|5.4.5.7 - Emalhe 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.6 - Captura indireta - larga escala|5.4.6.5 - Cerco 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.6 - Captura indireta - larga escala|5.4.6.6 - Arrasto 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.6 - Captura indireta - larga escala|5.4.6.7 - Emalhe 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.6 - Captura indireta - larga escala|5.4.6.8 - Espinhel|5.4.6.8.1 - Espinhel de superfície"",""15 - Pesquisa 16 - Outro"",""Conscientização/comunicação, Legislação, Nível nacional, Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação dos Elasmobrânquios Ameaçados de Extinção"",""CITES - Anexo II, Convenção sobre Espécies Migratórias – CMS, Memorandum of Understanding on the Conservation of Migratory Sharks - MoU, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""1 , 1112""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Elasmobranchii"",""Myliobatiformes"",""Potamotrygonidae"",""Paratrygon"",""Paratrygon aiereba"",""Paratrygon aiereba"",""(Müller & Henle, 1841)"","""",""Peixes Continentais"",""11/2017"",""Criticamente em Perigo"",""Não"",""A4bcd"",""Paratrygon aiereba é uma raia de grande porte, baixa fecundidade e amplamente distribuída na bacia dos rios Amazonas e Orinoco (Venezuela, Bolívia, Peru, Equador e Colômbia). No Brasil, ocorre predominantemente na calha do rio Solimões/Amazonas. Apesar da sua ampla distribuição, projeções realizadas através de estudos de análise demográfica, apontam para uma diminuição populacional superior a 80% em três gerações. Desta forma, a baixa resiliência e alta suscetibilidade aos impactos da pesca comercial, turismo e mineração (atividades em franca expansão na bacia Amazônica) a torna altamente suscetível à extinção. Por estas razões, Paratrygon aiereba foi categorizada como Criticamente Em Perigo (CR) pelo critério A4bcd."",""Não"",""Sim"",""Amazonas"",""|Norte|"",""Amazônia"",""Sub-bacia Negro"",""PARNA Anavilhanas"","""","""",""Desconhecido"",""Declinando"",""1 - Desenvolvimento residencial e comercial 2 - Agropecuária e Aquacultura 3 - Produção energética e mineração 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.3 - Captura intencional - comércio internacional 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.5 - Captura indireta - subsistência/pequena escala|5.4.5.3 - Aparelho com anzol|5.4.5.3.3 - Espinhel fixo de fundo 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.5 - Captura indireta - subsistência/pequena escala|5.4.5.3 - Aparelho com anzol|5.4.5.3.5 - Linha de fundo e linha de mão 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.5 - Captura indireta - subsistência/pequena escala|5.4.5.6 - Arrasto|5.4.5.6.1 - Arrasto simples 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.5 - Captura indireta - subsistência/pequena escala|5.4.5.7 - Emalhe|5.4.5.7.1 - Emalhe de fundo 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.5 - Captura indireta - subsistência/pequena escala|5.4.5.7 - Emalhe|5.4.5.7.2 - Emalhe de superfície 9 - Poluição"",""1 - Alimentação humana"",""Criação de áreas protegidas, Manejo de locais/áreas, Nível internacional, Nível nacional, Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação dos Peixes Amazônicos"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022, CITES - Anexo III"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Elasmobranchii"",""Lamniformes"",""Cetorhinidae"",""Cetorhinus"",""Cetorhinus maximus"",""Cetorhinus maximus"",""(Gunnerus, 1765)"","""",""Tubarões e Raias"","""",""Criticamente em Perigo"",""Não"",""A2cd"",""Cetorhinus maximus é uma espécie de grande porte e baixa fecundidade (um a seis filhotes a cada dois a quatro anos). Foi considerada cosmopolita, contudo existem estudos que apontam a existência de populações distintas nos vários oceanos e que há fidelidade de sítios alimentares e reprodutivos em zonas costeiras e talude. No Brasil, existem registros pontuais nas regiões Sul e Sudeste, sendo que no estado de Santa Catarina (sul da ilha de Santa Catarina) havia uma concentração sazonal, apenas no inverno, de indivíduos adultos. Nesta localidade, pelo menos desde 1939 até 1991, a espécie foi alvo de pescaria anual dirigida, que possivelmente extirpou esta população. No período em que esta pescaria ocorreu, as capturas declinaram de nove exemplares num único dia para um único indivíduo em toda a temporada de 1991. Os dois únicos registros posteriores a esta data, trataram-se de indivíduos juvenis. Considerando que os registros de captura apontam para uma redução populacional de mais de 80% ao longo das três últimas gerações, Cetorhinus maximus foi categorizada como sendo Criticamente em Perigo (CR), pelo critério A2cd."",""Não"",""Sim"",""Espírito Santo, Paraná, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, São Paulo"",""|Sudeste|Sul|"",""Sistema Costeiro-Marinho"","""",""APA Baleia Franca, ESEC Tupinambás"","""","""",""Sim"",""Desconhecida"",""5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.3 - Captura intencional - comércio internacional 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.5 - Captura indireta - subsistência/pequena escala|5.4.5.6 - Arrasto 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.5 - Captura indireta - subsistência/pequena escala|5.4.5.7 - Emalhe 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.6 - Captura indireta - larga escala|5.4.6.6 - Arrasto|5.4.6.6.1 - Arrasto simples 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.6 - Captura indireta - larga escala|5.4.6.6 - Arrasto|5.4.6.6.2 - Arrasto duplo 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.6 - Captura indireta - larga escala|5.4.6.6 - Arrasto|5.4.6.6.3 - Arrasto de parelha 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.6 - Captura indireta - larga escala|5.4.6.7 - Emalhe|5.4.6.7.1 - Emalhe de fundo 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.6 - Captura indireta - larga escala|5.4.6.7 - Emalhe|5.4.6.7.2 - Emalhe de superfície 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.6 - Captura indireta - larga escala|5.4.6.7 - Emalhe|5.4.6.7.3 - Emalhe de meia-água 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.6 - Captura indireta - larga escala|5.4.6.8 - Espinhel|5.4.6.8.1 - Espinhel de superfície"",""13 - Outros bens de consumo 1 - Alimentação humana"",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação dos Elasmobrânquios Ameaçados de Extinção"",""CITES - Anexo II, Convenção sobre Espécies Migratórias – CMS, Memorandum of Understanding on the Conservation of Migratory Sharks - MoU, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Elasmobranchii"",""Carcharhiniformes"",""Carcharhinidae"",""Carcharhinus"",""Carcharhinus galapagensis"",""Carcharhinus galapagensis"",""(Snodgrass & Heller, 1905)"",""tubarão/cação-baia, tubarão/cação-cabeça-de-cesto, tubarão-das-galápagos"",""Tubarões e Raias"","""",""Criticamente em Perigo"",""Não"",""A2cd"",""Carcharhinus galapagensis é uma espécie pelágica, cuja distribuição está restrita a proximidades de ilhas oceânicas. No Brasil, era frequentemente avistada no entorno do arquipélago São Pedro e São Paulo. Embora tenha sido considerada localmente extinta neste arquipélago, alguns poucos indivíduos foram recentemente capturados. Registros em Fernando de Noronha desde 1990 são raros, assim como em qualquer outra ilha oceânica brasileira. O tempo geracional foi calculado em 16 anos. Espécies do mesmo gênero apresentam baixa fecundidade, baixa reposição, maturação sexual tardia e, além disso, C. galapagensis possui indícios de isolamento e área de ocorrência restrita e específica. Admite-se que o esforço pesqueiro na área de ocorrência da espécie, desde o fim da década de 1960, tem aumentado e a população continue em declínio. Infere-se uma redução de no mínimo 90% da população nos últimos 48 anos, baseando-se nos níveis reais ou potenciais de exploração. Por estas razões, a espécie foi categorizada como Criticamente em Perigo (CR) sob o critério A2cd."",""Não"",""Sim"",""Ceará, Pernambuco, Rio Grande do Norte"",""|Nordeste|"",""Sistema Costeiro-Marinho"","""",""APA do Arquipelago Sao Pedro e Sao Paulo, APA Fernando de Noronha, MONA do Arquipélago de Trindade e Martim Vaz e Monte Columbia, REBIO Atol das Rocas"","""","""",""Sim"",""Declinando"",""5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.5 - Captura indireta - subsistência/pequena escala|5.4.5.7 - Emalhe|5.4.5.7.1 - Emalhe de fundo 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.5 - Captura indireta - subsistência/pequena escala|5.4.5.7 - Emalhe|5.4.5.7.2 - Emalhe de superfície 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.5 - Captura indireta - subsistência/pequena escala|5.4.5.7 - Emalhe|5.4.5.7.5 - Caçoeiro 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.5 - Captura indireta - subsistência/pequena escala|5.4.5.7 - Emalhe|5.4.5.7.6 - Feiticieira 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.6 - Captura indireta - larga escala|5.4.6.7 - Emalhe|5.4.6.7.1 - Emalhe de fundo 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.6 - Captura indireta - larga escala|5.4.6.7 - Emalhe|5.4.6.7.2 - Emalhe de superfície 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.6 - Captura indireta - larga escala|5.4.6.7 - Emalhe|5.4.6.7.3 - Emalhe de meia-água 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.6 - Captura indireta - larga escala|5.4.6.8 - Espinhel|5.4.6.8.1 - Espinhel de superfície"",""14 - Artesanato jóias objetos decorativos 1 - Alimentação humana|1.6 - Pesca - comércio internacional 1 - Alimentação humana|1.8 - Pesca industrial"",""Manejo/ordenamento de caça/pesca, Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação dos Elasmobrânquios Ameaçados de Extinção, Plano de Ação Nacional para Conservação dos Ambientes Coralíneos do Brasil"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022, CITES - Anexo II"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Aves"",""Passeriformes"",""Tyrannidae"",""Alectrurus"",""Alectrurus tricolor"",""Alectrurus tricolor"",""(Vieillot, 1816)"",""galito"",""Aves"",""10/2018"",""Vulnerável"","""",""C2a(i)"",""Alectrurus tricolor distribui-se na Bolívia, Paraguai e Brasil, ocorrendo em campos naturais pouco alterados ou inalterados do Cerrado. Atualmente, a população brasileira está quase restrita a unidades de conservação. A população é inferida em menos de 10.000 indivíduos maduros, com três subpopulações representativas localizadas nos Parques Nacionais das Emas, da Serra da Canastra e da Chapada dos Veadeiros, entretanto não existe nenhuma unidade de conservação que ofereça proteção a uma das populações mais relevantes, que habita a região de Uberaba/MG. As subpopulações são inferidas em menos de 1.000 indivíduos maduros. A espécie está ameaçada pela perda de habitat devido à supressão dos campos naturais em função da expansão das atividades agrosilvopastoris e invasões de espécies exóticas (Pinus e gramíneas), havendo declínio populacional continuado. Por essas razões, A. tricolor foi categorizada Vulnerável (VU), pelo critério C2a(i)."",""Não"",""Sim"",""Distrito Federal, Goiás, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Paraná, Rio Grande do Sul, São Paulo, Tocantins"",""|Centro-Oeste|Norte|Sudeste|Sul|"",""Cerrado, Mata Atlântica, Pantanal"",""Sub-bacia Grande Sub-bacia Paraguai 01 Sub-bacia Paraguai 02 Sub-bacia Paraíba do Sul Sub-bacia Paranaíba Sub-bacia Paranapanema Sub-bacia Paraná RH1 Sub-bacia São Francisco Alto Sub-bacia São Francisco Médio Sub-bacia Tietê Sub-bacia Tocantins Alto"",""APA Bacia do Rio Descoberto, APA Ilhas e Várzeas do Rio Paraná, APA Planalto Central, FLONA de Brasília, FLONA de Ipanema , PARNA da Chapada dos Veadeiros, PARNA das Emas, PARNA da Serra da Canastra, PARNA de Brasília, PARNA de Ilha Grande"",""APA CORUMBATAí, BOTUCATU E TEJUPá PERIMETRO CORUMBATAí, APA DA BACIA DOS RIBEIRÕES DO GAMA E CABEÇA DE VEADO, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL ESTADUAL DA ESCARPA DEVONIANA, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL POUSO ALTO, ESTAÇÃO ECOLÓGICA DE ÁGUAS EMENDADAS, ESTAÇÃO ECOLÓGICA DE ITIRAPINA, ESTAçãO ECOLóGICA DE SANTA BáRBARA, ESTAÇÃO ECOLÓGICA DO JARDIM BOTÂNICO"",""RPPN Cachoeira do Cerradão, RPPN Chakra Grisu, RPPN Fazenda América, RPPN Fazenda Campo Alegre, RPPN Fazenda Mata Funda, RPPN Fazenda São Miguel, RPPN Fazendinha, RPPN Nave da Esperança"",""Desconhecido"",""Declinando"",""1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.3 - Áreas de turismo e recreação 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.2 - Silvicultura|2.2.3 - Plantações em escala desconhecida 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.3 - Pecuária|2.3.4 - Pecuária em escala desconhecida 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.1 - Incêndios e supressão de incêndios|7.1.1 - Aumento da frequência/intensidade de incêndios 9 - Poluição|9.3 - Agropecuária e florestal|9.3.3 - Herbicidas e pesticidas"","""",""Criação de áreas protegidas, Expansão de áreas protegidas, Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação das Aves Ameaçadas do Bioma Amazônia, Plano de Ação Nacional para a Conservação das Aves do Cerrado e Pantanal, Plano de Ação Nacional para a Conservação das Aves do Cerrado e Pantanal - 2º ciclo, Plano de Ação Nacional para a Conservação das Aves dos Campos Sulinos - 2º ciclo, Plano de Ação Nacional para a Conservação dos Passeriformes Ameaçados dos Campos Sulinos e Espinilho"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Mollusca"",""Bivalvia"",""Pectinida"",""Pectinidae"",""Euvola"",""Euvola ziczac"",""Euvola ziczac"",""(Linnaeus, 1758)"","""",""Invertebrados Marinhos"",""05/2018"",""Em Perigo"","""",""B2ab(ii,iii,iv)"",""Euvola ziczac ocorre no Atlântico Ocidental da Carolina do Norte ao Sul do Brasil. Na costa brasileira, tem sua distribuição conhecida do Amapá a Santa Catarina. Sua maior densidade ocorria nas regiões Sul e Sudeste do Brasil. Euvola ziczac foi fortemente pescada entre 1973 e 1980 e sua pesca industrial de arrasto colapsou após 1980, quando foram desembarcadas 8.800 t. Nos últimos 10 anos os desembarques não têm ultrapassado algumas centenas de quilos. Na década de 1970, E. ziczac concentrava-se num grande banco localizado entre o Sul de São Paulo e o Norte de Santa Catarina, tendo sido reduzido a duas pequenas agregações na década de 1990. Os efeitos cumulativos da redução da área de ocorrência e das densidades do recurso sugerem que a sua biomassa foi reduzida em 98%. Considerando que a AOO atual é igual a 71 km2 (menor que 500 km2 - B2) e considerando a população remanescente no Brasil fragmentada (não há registros de outros bancos na costa brasileira e a espécie apresenta auto-fecundação) e contínuo declínio em sua AOO (97% de redução), associado às flutuações nos dados de desembarque entre 2000 e 2010, E. ziczac foi categorizada como Em Perigo (EN) pelos critérios B2ab(ii, iii, iv)."",""Não"",""Sim"","""",""||"",""Mata Atlântica, Sistema Costeiro-Marinho"","""","""",""APA MARINHA DO LITORAL NORTE, ESTAÇÃO ECOLÓGICA DA ILHA DO MEL"","""",""Desconhecido"",""Declinando"",""5 - Uso de recursos biológicos 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.2 - Captura intencional - larga escala 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.2 - Captura intencional - larga escala|5.4.2.6 - Arrasto 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.6 - Captura indireta - larga escala 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.6 - Captura indireta - larga escala|5.4.6.6 - Arrasto"",""1 - Alimentação humana"",""Manejo/ordenamento de caça/pesca"","""",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""1 , 75""";;;;;; "Animalia,""Mollusca"",""Gastropoda"",""Littorinimorpha"",""Vermetidae"",""Petaloconchus"",""Petaloconchus myrakeenae"",""Petaloconchus myrakeenae"",""Absalão & Rios, 1987"","""",""Invertebrados Marinhos"",""05/2018"",""Vulnerável"","""",""D2"",""Petaloconchus myrakeenae é uma espécie endêmica do Brasil, muito pouco conhecida, encontrada somente na sua localidade tipo (Ponta de Itaipu, Rio de Janeiro), onde ocorre na ponta da praia. A espécie encontra-se bastante vulnerável à destruição do seu habitat, pois a Praia de Itaipu tem sofrido nítido declínio da qualidade ambiental ao longo dos anos (construções na faixa de praia, pisoteio, raspagem dos costões e despejo de esgotos). Além disso, a localidade tipo encontra-se próximo a desembocadura da Baía de Guanabara, uma importante fonte de poluição na costa do Rio de Janeiro. Considerando que a espécie tem distribuição muito restrita (D) e tipicamente menor de 20 km2 (D2), suspeita-se que a espécie pode sofrer uma ameaça futura plausível de levá-la á uma condição de CR ou EX em curto prazo. Por essas razões, P. myrakeenae foi categorizada como Vulnerável (VU) pelo critério D2."",""Sim"",""Sim"",""Rio de Janeiro"",""|Sudeste|"",""Sistema Costeiro-Marinho"","""","""","""","""",""Não"",""Desconhecida"",""12 - Outras ameaças 1 - Desenvolvimento residencial e comercial 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos 6 - Distúrbios humanos|6.1 - Atividades recreacionais/turísticas 7 - Modificações nos sistemas naturais 9 - Poluição 9 - Poluição|9.1 - Doméstica e urbana - escoamento de água"","""",""Plano de Ação Nacional (PAN), Proteção de locais/áreas"",""Plano de Ação Nacional para Conservação dos Ambientes Coralíneos do Brasil"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Mollusca"",""Gastropoda"",""Littorinimorpha"",""Strombidae"",""Macrostrombus"",""Macrostrombus costatus"",""Aliger costatus"",""(Gmelin, 1791)"","""",""Invertebrados Marinhos"",""05/2018"",""Vulnerável"","""",""A2cd"",""Macrostrombos costatus ocorre no Atlântico Ocidental, da Carolina do Norte a São Paulo. No Brasil, ocorre do Maranhão até São Paulo (Ilhabela), incluindo Atol das Rocas, Arquipélagos de Fernando de Noronha e Abrolhos, e Ilha da Trindade. A população está em declínio, em decorrência principalmente de captura. Estima-se que 50% da população de A. costatus está concentrada no Nordeste do Brasil. Foram identificados declínios populacionais e extinções locais na principal área de ocorrência da espécie (Ceará e Rio Grande do Norte), região que abrigava cerca de 80% da população. A principal ameaça à espécie é a captura associada à pesca da lagosta com uso de caçoeiras. Além disso, sua concha é comercializada como peça decorativa. Adicionalmente, a degradação dos recifes de corais (pesca, extração de calcário, aquariofilia e poluição), afetam a densidade de suas populações. Considerando a drástica redução da espécie registrada em localidades do Nordeste do Brasil (80%), onde a espécie era mais abundante, inferiu-se um declínio de pelo menos 32% nos últimos 10 anos (três tempos geracionais), baseado no declínio da qualidade do habitat e níveis reais de exploração. Por essas razões, M. costatus foi categorizada como Vulnerável (VU) pelos critérios A2cd."",""Não"",""Sim"","""",""||"",""Sistema Costeiro-Marinho"","""",""APA do Arquipélago de Trindade e Martim Vaz, PARNA Marinho de Fernando de Noronha, PARNA Marinho dos Abrolhos"","""","""",""Não"",""Declinando"",""12 - Outras ameaças 5 - Uso de recursos biológicos 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos 7 - Modificações nos sistemas naturais 9 - Poluição"",""14 - Artesanato jóias objetos decorativos"",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para Conservação dos Ambientes Coralíneos do Brasil"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Aves"",""Passeriformes"",""Furnariidae"",""Synallaxis"",""Synallaxis kollari"",""Synallaxis kollari"",""Pelzeln, 1856"",""joão-de-barba-grisalha"",""Aves"",""08/2018"",""Vulnerável"","""",""C1"",""Synallaxis kollari é restrito às matas de galeria do alto rio Branco e seus principais afluentes numa pequena região das savanas de Roraima e do oeste da Guiana, na fronteira com o Brasil. Estimativas populacionais indicam a existência de menos de 5.000 indivíduos maduros. A partir da perda do seu habitat devido à construção de hidrelétricas, expansão agrícola e incêndios, suspeita-se de declínio populacional continuada de pelo menos 10% até o ano de 2030 (três gerações). Por isso, Synallaxis kollari foi categorizada como Vulnerável (VU) pelo critério C1."",""Não"",""Sim"",""Roraima"",""|Norte|"",""Amazônia"",""Sub-bacia Negro"","""","""","""",""Não"",""Declinando"",""2 - Agropecuária e Aquacultura|2.1 - Culturas anuais e perenes não-madeireiras|2.1.1 - Agricultura de rotação 3 - Produção energética e mineração|3.3 - Energia renovável|3.3.1 - Hidrelétricas 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.1 - Incêndios e supressão de incêndios|7.1.1 - Aumento da frequência/intensidade de incêndios"","""",""Criação de áreas protegidas, Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação das Aves Ameaçadas do Bioma Amazônia, Plano de Ação Nacional para a Conservação das Aves Ameaçadas do Bioma Amazônia - 2º ciclo"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Aves"",""Passeriformes"",""Thamnophilidae"",""Formicivora"",""Formicivora grantsaui"",""Formicivora grantsaui"",""Gonzaga, Carvalhaes & Buzzetti, 2007"",""papa-formiga-do-sincorá"",""Aves"",""11/2016"",""Em Perigo"","""",""B1ab(iii)+2ab(iii)"",""Formicivora grantsaui possui distribuição restrita à Serra do Sincorá, na Chapada Diamantina (Bahia). Sua área de ocupação foi estimada em 224 km² e extensão de ocorrência de 1.134 km2. Há perda de qualidade de habitat por um aumento na frequência de incêndios antrópicos. Considera-se que incêndios florestais são a principal ameaça para a espécie. Apenas cinco localizações de incêndios florestais são capaz de levar a extinção da espécie. Assim sendo, F. grantsaui foi categorizada como Em Perigo (EN) pelos critérios B1ab(iii)+2ab(iii)."",""Sim"",""Sim"",""Bahia"",""|Nordeste|"",""Caatinga"",""Sub-bacia Contas Sub-bacia Itapecuru-Paraguaçu"",""PARNA da Chapada Diamantina"",""ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL MARIMBUS / IRAQUARA"",""RPPN Adília Paraguassu Batista, RPPN Córrego dos bois"",""Desconhecido"",""Desconhecida"",""6 - Distúrbios humanos|6.1 - Atividades recreacionais/turísticas 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.1 - Incêndios e supressão de incêndios|7.1.1 - Aumento da frequência/intensidade de incêndios"","""",""Controle e fiscalização, Plano de Ação Nacional (PAN), Políticas e regulamentações"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação das Aves da Caatinga, Plano de Ação Nacional para a Conservação das Aves da Caatinga - 2º ciclo"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Aves"",""Passeriformes"",""Pipridae"",""Antilophia"",""Antilophia bokermanni"",""Antilophia bokermanni"",""Coelho & Silva 1998"",""soldadinho-do-araripe"",""Aves"",""11/2016"",""Criticamente em Perigo"",""Não"",""A4b";" B1ab(i,ii,iii,v)+2ab(i,ii,iii,v)"",""Antilophia bokermanni possui distribuição restrita à Chapada do Araripe, no Ceará, com área de ocupação (AOO) de 8,25km² e extensão de ocorrência (EOO) de 44,89km². Ocorre apenas em uma localização, sendo o uso indiscriminado das fontes de água e as consequentes modificações decorrentes desta atividade a ameaça mais importante à sobrevivência desta espécie. A área de potencial ocorrência histórica de Antilophia bokermanni já perdeu 77% de sua vegetação original e continua sofrendo degradação ambiental e diminuição na quantidade e qualidade dos recursos hídricos. Há declínio continuado de EOO (observado na perda de 8% de seu comprimento entre 2005 e 2014), de AOO (observado saldo negativo de pelo menos um sítio reprodutivo entre 2005 e 2014, restando outros 104) e da qualidade ambiental por perda de vazão d’água. Foi observado declínio do número de indivíduos maduros em taxa de 13% em dois anos, projetando-se uma perda populacional de 86% em três gerações (passado e futuro). Assim sendo, A. bokermanni foi categorizada como Criticamente em Perigo (CR) A4b";" B1ab(i,ii,iii,v)+2ab(i,ii,iii,v)."",""Sim"",""Sim"",""Ceará"",""|Nordeste|"",""Caatinga"",""Sub-bacia Jaguaribe"",""APA Chapada do Araripe, FLONA do Araripe-Apodi"","""",""RESERVA PARTICULAR DO PATRIMONIO NATURAL RPPN OASIS ARARIPE, RPPN Arajara Park"",""Não"",""Declinando"",""1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.1 - Expansão urbana 1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.3 - Áreas de turismo e recreação 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.1 - Culturas anuais e perenes não-madeireiras|2.1.2 - Agricultura em pequenas propriedades 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.2 - Represas e uso de água|7.2.1 - Captação de água de superfície - uso doméstico 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.2 - Represas e uso de água|7.2.2 - Captação de água de superfície - uso comercial 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.2 - Represas e uso de água|7.2.3 - Captação de água de superfície - uso na agricultura"","""",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação do Soldadinho-do-Araripe, Plano de Ação Nacional para a Conservação do Soldadinho-do-araripe - 2º ciclo"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;; "Animalia,""Chordata"",""Aves"",""Charadriiformes"",""Scolopacidae"",""Calidris"",""Calidris subruficollis"",""Calidris subruficollis"",""(Vieillot, 1819)"",""maçarico-acanelado"",""Aves"",""10/2017"",""Vulnerável"","""",""B1ab(iii)"",""Calidris subruficollis é espécie migratória que utiliza a rota do Brasil Central e inverna na planície costeira do Rio Grande do Sul. A extensão de ocorrência (EOO) no Brasil foi calculada em 3.196,46km2, onde são conhecidas menos de dez localizações, considerando-se como principal ameaça é a conversão do habitat ocupado pela espécie em pastagem para pecuária. Há ainda degradação contínua da qualidade do habitat. Sendo assim, C. subruficollis foi categorizada como Vulnerável (VU) B1ab(iii)."",""Não"",""Sim"",""Amazonas, Pará, Paraná, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, São Paulo"",""|Norte|Sudeste|Sul|"",""Amazônia, Mata Atlântica, Pampa"",""Sub-bacia Ibicuí Sub-bacia Litoral RJ Sub-bacia Litoral RS Sub-bacia Litoral SP Sub-bacia Litoral SP PR SC Sub-bacia Negro Sub-bacia Paraíba do Sul Sub-bacia Paranapanema Sub-bacia Tietê"",""PARNA da Lagoa do Peixe, PARNA Saint-Hilaire/Lange"",""APA ILHA COMPRIDA, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL ESTADUAL DE GUARATUBA, RESERVA BIOLóGICA DO MATO GRANDE"",""RPPN CEFLUSMME, RPPN Fazenda Palmital, RPPN Sítio do Jacu"",""Sim"",""Declinando"",""11 - Mudanças e extremos climáticos|11.4 - Tempestades/enchentes 1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.1 - Expansão urbana 1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.2 - Áreas comerciais e industriais 1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.3 - Áreas de turismo e recreação 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.2 - Silvicultura|2.2.3 - Plantações em escala desconhecida 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.3 - Pecuária|2.3.4 - Pecuária em escala desconhecida 3 - Produção energética e mineração|3.2 - Mineração|3.2.1 - Extração de areia 3 - Produção energética e mineração|3.3 - Energia renovável|3.3.2 - Parques eólicos 6 - Distúrbios humanos|6.1 - Atividades recreacionais/turísticas 8 - Espécies invasoras problemáticas e doenças|8.1 - Espécies exóticas|8.1.2 - Espécie não conhecida|8.1.2.1 - Competidores 9 - Poluição|9.3 - Agropecuária e florestal|9.3.3 - Herbicidas e pesticidas"","""",""Conscientização/comunicação, Plano de Ação Nacional (PAN), Proteção de locais/áreas, Proteção de recursos/habitat"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação das Aves Limícolas Migratórias - 2º ciclo, Plano de Ação Nacional para Conservação das Aves Limícolas Migratórias"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Aves"",""Passeriformes"",""Rhynchocyclidae"",""Hemitriccus"",""Hemitriccus mirandae"",""Hemitriccus mirandae"",""(Snethlage, 1925)"",""maria-do-nordeste"",""Aves"",""11/2016"",""Em Perigo"","""",""B2ab(iii)"",""Hemitriccus mirandae é endêmica, ocorrendo apenas em Brejos de Altitudes nordestinos, nos estados do Ceará, Paraíba, Pernambuco e Alagoas. Sua área de ocupação (AOO) foi calculada em 336 km². A população é severamente fragmentada tendo mais de 50% de sua área total de ocupação separadas de outros fragmentos por grande distância e os indivíduos não se deslocam entre os fragmentos fora do seu habitat. Há declínio continuado da qualidade do habitat devido à conversão da floresta em áreas para agropecuária, exploração madeireira ilegal, expansão urbana e incêndios florestais. Desta forma, H. mirandae foi categorizada como Em Perigo (EN) pelo critério B2ab(iii)."",""Sim"",""Sim"",""Alagoas, Ceará, Paraíba, Pernambuco"",""|Nordeste|"",""Caatinga, Mata Atlântica"",""Sub-bacia Litoral AL PE PB Sub-bacia Litoral CE PB Sub-bacia Litoral CE PI Sub-bacia Parnaíba Baixo"",""APA Serra da Ibiapaba, APA Serra da Meruoca, PARNA de Ubajara, REBIO de Pedra Talhada"",""ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL DA BICA DO IPÚ, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL DA SERRA DE BATURITÉ, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL DE MURICÍ"",""GÁLIA"",""Desconhecido"",""Desconhecida"",""11 - Mudanças e extremos climáticos|11.1 - Mudança/alteração de habitat 1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.1 - Expansão urbana 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.2 - Silvicultura|2.2.3 - Plantações em escala desconhecida 5 - Uso de recursos biológicos|5.3 - Extração florestal|5.3.5 - Motivação desconhecida 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.1 - Incêndios e supressão de incêndios|7.1.1 - Aumento da frequência/intensidade de incêndios"","""",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação das Aves Ameaçadas do Bioma Mata Atlântica, Plano de Ação Nacional para a Conservação das Aves da Caatinga, Plano de Ação Nacional para a Conservação das Aves da Caatinga - 2º ciclo"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Aves"",""Passeriformes"",""Thraupidae"",""Tangara"",""Tangara fastuosa"",""Tangara fastuosa"",""(Lesson, 1831)"",""pintor, pintor-verdadeiro, saíra-pintor, saíra-sete-cores-do-nordeste"",""Aves"",""06/2019"",""Vulnerável"","""",""C2a(i)"",""Tangara fastuosa é endêmica do Brasil, restrita ao Centro de Endemismo Pernambuco. Habita desde matas costeiras à áreas de brejos no interior do nordeste";" também bordas e interior de florestas primárias e secundárias. Com base em registros conhecidos, descrições de abundância e distribuição de ocorrência, suspeita-se que o tamanho populacional não é superior a 10.000 indivíduos maduros. A população é severamente fragmentada e há menos de 1.000 indivíduos maduros em cada subpopulação. Há declínio populacional continuado devido à captura e à perda de qualidade de habitat, resultante do plantio de culturas de subsistência, extração de lenha, além da conversão de florestas em pastagens e plantações de cana-de-açúcar. Dessa forma, T. fastuosa foi categorizada como Vulnerável (VU) pelo critério C2a(i)."",""Sim"",""Sim"",""Alagoas, Paraíba, Pernambuco, Rio Grande do Norte"",""|Nordeste|"",""Caatinga, Mata Atlântica"",""Sub-bacia Litoral AL PE PB Sub-bacia Litoral CE PB Sub-bacia Paraíba Sub-bacia São Francisco Baixo"",""ESEC de Murici, REBIO de Pedra Talhada, REBIO de Saltinho"",""ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL DE MURICÍ, PARQUE ESTADUAL DE DOIS IRMÃOS, REFúGIO DE VIDA SILVESTRE MATAS DO SISTEMA GURJAú"",""MATA DO CEDRO, RPPN Fazenda Santa Beatriz do Carnijó, RPPN Frei Caneca"",""Não"",""Declinando"",""2 - Agropecuária e Aquacultura|2.1 - Culturas anuais e perenes não-madeireiras|2.1.4 - Agricultura de escala desconhecida 5 - Uso de recursos biológicos|5.1 - Caça e captura de animais terrestres ou marinhos|5.1.1 - Caça/captura intencional (a espécie é o alvo)|5.1.1.2 - Comercial - Nacional/Local 5 - Uso de recursos biológicos|5.3 - Extração florestal|5.3.5 - Motivação desconhecida"",""3 - Animais de estimação/ornamentais"",""Controle e fiscalização, Criação de áreas protegidas, Implementação de áreas protegidas, Plano de Ação Nacional (PAN), Reprodução em cativeiro/propagação artificial"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação das Aves Ameaçadas do Bioma Mata Atlântica, Plano de Ação Nacional para a Conservação das Aves da Caatinga, Plano de Ação Nacional para a Conservação das Aves da Caatinga - 2º ciclo"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022, CITES - Anexo II"",""160 , 1067"",""""";;;;; "Animalia,""Chordata"",""Aves"",""Psittaciformes"",""Psittacidae"",""Anodorhynchus"",""Anodorhynchus leari"",""Anodorhynchus leari"",""Bonaparte, 1856"",""arara-azul-de-lear"",""Aves"",""11/2016"",""Em Perigo"","""",""D"",""Anodorhynchus leari é endêmica do nordeste da Bahia. Considera-se que existam, atualmente, até 244 indivíduos maduros da espécie. A única população viável está localizada em uma pequena área, sendo dependente de ações de conservação devido a ameaças como alteração e perda de habitat, conflitos com proprietários de plantações de milho e tráfico de animais silvestres. Assim sendo, A. leari foi categorizada como Em Perigo (EN), pelo critério D."",""Sim"",""Sim"",""Bahia"",""|Nordeste|"",""Caatinga"",""Sub-bacia Itapecuru-Paraguaçu Sub-bacia Litoral SE Sub-bacia São Francisco Médio Sub-bacia São Francisco Submédio"",""APA do Boqueirao da Onça, ARIE Corobobó, ESEC Raso da Catarina, PARNA do Boqueirao da Onça"",""ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL LAGO DE SOBRADINHO, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL SERRA BRANCA / RASO DA CATARINA"","""",""Não"",""Aumentando"",""5 - Uso de recursos biológicos|5.1 - Caça e captura de animais terrestres ou marinhos|5.1.1 - Caça/captura intencional (a espécie é o alvo)|5.1.1.2 - Comercial - Nacional/Local 5 - Uso de recursos biológicos|5.1 - Caça e captura de animais terrestres ou marinhos|5.1.1 - Caça/captura intencional (a espécie é o alvo)|5.1.1.3 - Comercial - Internacional 5 - Uso de recursos biológicos|5.1 - Caça e captura de animais terrestres ou marinhos|5.1.1 - Caça/captura intencional (a espécie é o alvo)|5.1.1.6 - Retaliação/controle 5 - Uso de recursos biológicos|5.3 - Extração florestal|5.3.3 - Efeitos indiretos - subsistência/pequena escala 5 - Uso de recursos biológicos|5.3 - Extração florestal|5.3.4 - Efeitos indiretos - larga escala"",""3 - Animais de estimação/ornamentais"",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação da Arara-Azul-de-Lear, Plano de Ação Nacional para a Conservação da Arara-Azul-de-Lear 2º ciclo, Plano de Ação Nacional para a Conservação das Aves da Caatinga - 2º ciclo"",""CITES - Anexo I, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Aves"",""Psittaciformes"",""Psittacidae"",""Cyanopsitta"",""Cyanopsitta spixii"",""Cyanopsitta spixii"",""(Wagler, 1832)"",""ararinha-azul"",""Aves"",""11/2016"",""Criticamente em Perigo"",""Não"",""D"",""Cyanopsitta spixii é espécie endêmica do Nordeste do Brasil, com distribuição provável no sertão da Bahia e de Pernambuco. Foram percorridos mais do que 55.000 km desde 1990, embora não tenha sido feitos registros, ainda existe uma dúvida sobre a existência de indivíduos na natureza. Se existir uma população remanescente, esta será certamente menor que 50 indivíduos maduros. Desta forma, C. spixii foi categorizada como Criticamente em Perigo (CR) pelo critério D."",""Sim"",""Sim"",""Bahia, Pernambuco"",""|Nordeste|"","""","""","""","""","""",""Não"",""Desconhecida"",""11 - Mudanças e extremos climáticos|11.1 - Mudança/alteração de habitat 1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.1 - Expansão urbana 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.2 - Silvicultura|2.2.3 - Plantações em escala desconhecida 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.3 - Pecuária|2.3.4 - Pecuária em escala desconhecida 5 - Uso de recursos biológicos|5.1 - Caça e captura de animais terrestres ou marinhos|5.1.1 - Caça/captura intencional (a espécie é o alvo)|5.1.1.2 - Comercial - Nacional/Local 5 - Uso de recursos biológicos|5.1 - Caça e captura de animais terrestres ou marinhos|5.1.1 - Caça/captura intencional (a espécie é o alvo)|5.1.1.3 - Comercial - Internacional 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.1 - Incêndios e supressão de incêndios|7.1.1 - Aumento da frequência/intensidade de incêndios"",""3 - Animais de estimação/ornamentais"",""Conscientização/comunicação, Conservação ex-situ, Plano de Ação Nacional (PAN), Recuperação de espécies"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação da Ararinha-azul, Plano de Ação Nacional para a Conservação da Ararinha-azul - 2º ciclo"",""CITES - Anexo I, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Aves"",""Apodiformes"",""Trochilidae"",""Augastes"",""Augastes lumachella"",""Augastes lumachella"",""(Lesson, 1838)"",""beija-flor-de-gravata-vermelha"",""Aves"",""11/2016"",""Em Perigo"","""",""B2ab(iii)"",""Augastes lumachella é endêmica do Brasil, com ocorrência apenas na Bahia. Embora sua extensão de ocorrência (EOO) seja superior a 20.000km², sua área de ocupação (AOO) foi calculada em 156km². A qualidade do habitat está em declínio em função de incêndios, desmatamento, turismo desordenado. Dessa forma, A. lumachella foi categorizada como Em Perigo (EN) B2ab(iii)."",""Sim"",""Sim"",""Bahia"",""|Nordeste|"",""Caatinga"",""Sub-bacia Contas Sub-bacia Itapecuru-Paraguaçu Sub-bacia São Francisco Médio"",""APA do Boqueirao da Onça, PARNA da Chapada Diamantina"",""ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL MARIMBUS / IRAQUARA, ÁREA DE RELEVANTE INTERESSE ECOLÓGICO NASCENTE DO RIO DE CONTAS, MONUMENTO NATURAL CACHOEIRA DO FERRO DOIDO, PARQUE ESTADUAL DAS SETE PASSAGENS, PARQUE ESTADUAL DO MORRO DO CHAPÉU"",""SERRA DAS ALMAS DE RIO DE CONTAS"",""Desconhecido"",""Desconhecida"",""11 - Mudanças e extremos climáticos|11.1 - Mudança/alteração de habitat 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.3 - Pecuária|2.3.4 - Pecuária em escala desconhecida 5 - Uso de recursos biológicos|5.3 - Extração florestal|5.3.5 - Motivação desconhecida 6 - Distúrbios humanos|6.1 - Atividades recreacionais/turísticas 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.1 - Incêndios e supressão de incêndios|7.1.1 - Aumento da frequência/intensidade de incêndios"","""",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação das Aves da Caatinga, Plano de Ação Nacional para a Conservação das Aves da Caatinga - 2º ciclo"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022, CITES - Anexo II"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Aves"",""Tinamiformes"",""Tinamidae"",""Crypturellus"",""Crypturellus zabele"",""Crypturellus noctivagus zabele"",""(Spix, 1825)"",""zabelé"",""Aves"",""11/2016"",""Vulnerável"","""",""A2cd"",""Crypturellus zabele é endêmico do Brasil, ocorrendo principalmente na Caatinga, no Piauí, Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba, registros históricos em Pernambuco, Alagoas, Sergipe, Bahia e Minas Gerais. A perda da vegetação original deste bioma está estimada 14% em 20 anos, sendo este valor ainda maior para a caatinga arbórea/florestal, habitat ocupado por este táxon. Portanto, baseando-se na redução de sua área de ocupação, extensão da ocorrência e qualidade do habitat, e no fato do táxon ser uma ave cinegética altamente procurada por caçadores, considerou-se que em 21 anos (três gerações no passado) o declínio suspeitado no tamanho da população é maior que 30%. Desta forma, C. zabele foi categorizada como Vulnerável (VU) pelo critério A2cd"",""Sim"",""Sim"",""Bahia, Ceará, Minas Gerais, Paraíba, Piauí, Rio Grande do Norte, Sergipe"",""|Nordeste|Sudeste|"",""Caatinga, Cerrado, Mata Atlântica"",""Sub-bacia Contas Sub-bacia Itapecuru-Paraguaçu Sub-bacia Jaguaribe Sub-bacia Jequitinhonha Sub-bacia Litoral CE PB Sub-bacia Litoral SE Sub-bacia Parnaíba Alto Sub-bacia Parnaíba Médio Sub-bacia São Francisco Alto Sub-bacia São Francisco Baixo Sub-bacia São Francisco Médio Sub-bacia São Francisco Submédio"",""APA Cavernas do Peruaçu, APA Chapada do Araripe, ESEC Raso da Catarina, FLONA Contendas do Sincorá, FLONA do Araripe-Apodi, PARNA Cavernas do Peruaçu, PARNA da Chapada Diamantina, PARNA da Serra da Capivara, PARNA da Serra das Confusões, PARNA de Boa Nova, REBIO Guaribas"",""ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL DUNAS E VEREDAS DO BAIXO MÉDIO SÃO FRANCISCO, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL MARIMBUS / IRAQUARA, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL SERRA BRANCA / RASO DA CATARINA, ESTAÇÃO ECOLÓGICA DE ACAUÃ, PARQUE ESTADUAL MATA SECA"",""RPPN Fazenda Olho D'Água do Urucu"",""Não"",""Declinando"",""11 - Mudanças e extremos climáticos|11.2 - Secas 11 - Mudanças e extremos climáticos|11.5 - Desertificação 1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.4 - Assentamentos e pequenas propriedades rurais 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.3 - Pecuária|2.3.4 - Pecuária em escala desconhecida 5 - Uso de recursos biológicos|5.1 - Caça e captura de animais terrestres ou marinhos|5.1.1 - Caça/captura intencional (a espécie é o alvo)|5.1.1.1 - Uso de subsistência/escambo local 5 - Uso de recursos biológicos|5.1 - Caça e captura de animais terrestres ou marinhos|5.1.1 - Caça/captura intencional (a espécie é o alvo)|5.1.1.4 - Esportiva 5 - Uso de recursos biológicos|5.3 - Extração florestal|5.3.5 - Motivação desconhecida 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.1 - Incêndios e supressão de incêndios|7.1.3 - Tendência desconhecida"",""1 - Alimentação humana 4 - Caça/pesca esportiva"",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação das Aves da Caatinga, Plano de Ação Nacional para a Conservação das Aves da Caatinga - 2º ciclo, Plano de Ação Nacional para a Conservação das Aves do Cerrado e Pantanal - 2º ciclo"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Elasmobranchii"",""Carcharhiniformes"",""Carcharhinidae"",""Carcharhinus"",""Carcharhinus porosus"",""Carcharhinus porosus"",""(Ranzani, 1839)"","""",""Tubarões e Raias"","""",""Criticamente em Perigo"",""Não"",""A2bcd"",""Carcharhinus porosus encontra-se distribuído na costa brasileira com maior frequência nos estados do Amapá, Pará e Maranhão. Registros na costa nordeste, sudeste e sul são esporádicos. Nestas áreas, C. porosus faz parte da fauna acompanhante de redes de emalhe da pesca dirigida à serra (Scomberomorus brasiliensis). Um declínio acentuado na sua abundância foi observado na costa do Maranhão quando se compararam as capturas a partir da década de 1980 com as atuais. Até 2004 esta espécie era um dos elasmobrânquios mais abundantes nas pescarias de curral, linha e anzol, espinhel e emalhe. Hoje em dia, não se captura mais a espécie em curral, raramente em linha e anzol, e como fauna acompanhante nas outras pescarias, ainda é observada, mas em menor quantidade e com indivíduos de menor tamanho. Os impactos da pesca industrial de arrasto de fundo (portas e parelha), apesar de capturarem um número menor de indivíduos, continuam ocorrendo. Baseando-se no declínio da qualidade do habitat e nos níveis reais ou potenciais de exploração, durante os três tempos geracionais, que totalizam 24 anos, foi inferido um declínio de no mínimo, 80%. Portanto, esta espécie é categorizada como Criticamente em Perigo (CR), sob o critério A2bcd."",""Não"",""Sim"",""Alagoas, Amapá, Bahia, Ceará, Espírito Santo, Maranhão, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe"",""|Nordeste|Norte|Sudeste|Sul|"",""Sistema Costeiro-Marinho"",""Sub-bacia Tocantins Baixo"",""APA Baleia Franca, APA Costa dos Corais, APA Delta do Parnaíba, PARNA do Cabo Orange, RESEX Cururupu, RESEX Marinha do Delta do Parnaíba"",""APA MARINHA DO LITORAL NORTE, APA MARINHA DO LITORAL SUL, ÁREA DE PROTEçãO AMBIENTAL DAS REENTRâNCIAS MARANHENSES"","""",""Sim"",""Declinando"",""5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.1 - Captura intencional - subsistência/pequena escala|5.4.1.3 - Aparelho com anzol|5.4.1.3.5 - Linha de fundo e linha de mão 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.2 - Captura intencional - larga escala|5.4.2.2 - Linha de mão 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.2 - Captura intencional - larga escala|5.4.2.7 - Emalhe 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.2 - Captura intencional - larga escala|5.4.2.8 - Espinhel|5.4.2.8.1 - Espinhel de superfície 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.2 - Captura intencional - larga escala|5.4.2.8 - Espinhel|5.4.2.8.2 - Espinhel de fundo 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.3 - Captura intencional - comércio internacional 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.5 - Captura indireta - subsistência/pequena escala|5.4.5.7 - Emalhe|5.4.5.7.1 - Emalhe de fundo 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.5 - Captura indireta - subsistência/pequena escala|5.4.5.7 - Emalhe|5.4.5.7.2 - Emalhe de superfície 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.5 - Captura indireta - subsistência/pequena escala|5.4.5.7 - Emalhe|5.4.5.7.5 - Caçoeiro 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.5 - Captura indireta - subsistência/pequena escala|5.4.5.7 - Emalhe|5.4.5.7.6 - Feiticieira 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.6 - Captura indireta - larga escala|5.4.6.2 - Linha de mão 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.6 - Captura indireta - larga escala|5.4.6.6 - Arrasto|5.4.6.6.3 - Arrasto de parelha 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.6 - Captura indireta - larga escala|5.4.6.7 - Emalhe|5.4.6.7.1 - Emalhe de fundo 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.6 - Captura indireta - larga escala|5.4.6.7 - Emalhe|5.4.6.7.2 - Emalhe de superfície 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.6 - Captura indireta - larga escala|5.4.6.7 - Emalhe|5.4.6.7.3 - Emalhe de meia-água"",""1 - Alimentação humana|1.5 - Pesca de subsistência 1 - Alimentação humana|1.6 - Pesca - comércio internacional 1 - Alimentação humana|1.7 - Pesca artesanal 1 - Alimentação humana|1.8 - Pesca industrial"",""Controle e fiscalização, Identificação de novas áreas protegidas, Manejo/ordenamento de caça/pesca, Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação dos Elasmobrânquios Ameaçados de Extinção"",""CITES - Anexo II, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""8 , 80""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Elasmobranchii"",""Carcharhiniformes"",""Carcharhinidae"",""Isogomphodon"",""Isogomphodon oxyrhynchus"",""Isogomphodon oxyrhynchus"",""(Müller & Henle, 1839)"",""cação-pato, cação-quati"",""Tubarões e Raias"","""",""Criticamente em Perigo"",""Não"",""A2bd"",""Isogomphodon oxyrhynchus é uma espécie de tubarão tropical com distribuição restrita e endêmica das águas costeiras do norte da América do Sul. No Brasil, ocorre na região norte, com registos confirmados até o Maranhão. Apresenta uma alta vulnerabilidade intrínseca por ter uma baixa fecundidade e uma alta taxa de mortalidade por pesca. A espécie é capturada incidentalmente na pesca artesanal com redes de emalhar e na pesca de arrasto industrial. A pressão de pesca é intensa em toda a área de ocorrência, que é naturalmente pequena, e o impacto tende a continuar a aumentar no futuro. A população pequena pode limitar a recolonização de áreas onde a espécie declinou. Estima-se que a população sofreu declínio superior a 90% no tempo de três gerações (39 anos), baseando-se no índice de abundância apropriado para o táxon e nos níveis de exploração. Por isso, I. oxyrhynchus foi categorizada como Criticamente em Perigo (CR), sob o critério A2bd"",""Não"",""Sim"",""Amapá, Maranhão, Pará"",""|Nordeste|Norte|"",""Sistema Costeiro-Marinho"",""Sub-bacia Amapá Litoral Sub-bacia Gurupi"",""PARNA do Cabo Orange, RESEX Cururupu"",""ÁREA DE PROTEçãO AMBIENTAL DAS REENTRâNCIAS MARANHENSES"","""",""Desconhecido"",""Declinando"",""5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.5 - Captura indireta - subsistência/pequena escala|5.4.5.7 - Emalhe|5.4.5.7.1 - Emalhe de fundo 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.5 - Captura indireta - subsistência/pequena escala|5.4.5.7 - Emalhe|5.4.5.7.2 - Emalhe de superfície 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.5 - Captura indireta - subsistência/pequena escala|5.4.5.7 - Emalhe|5.4.5.7.5 - Caçoeiro 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.5 - Captura indireta - subsistência/pequena escala|5.4.5.7 - Emalhe|5.4.5.7.6 - Feiticieira"",""1 - Alimentação humana|1.8 - Pesca industrial"",""Controle e fiscalização, Manejo/ordenamento de caça/pesca, Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação dos Elasmobrânquios Ameaçados de Extinção, Plano de Ação Nacional para Conservação de Espécies Ameaçadas e de Importância Socioeconômica do Ecossistema Manguezal"",""CITES - Anexo II, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Arthropoda"",""Insecta"",""Coleoptera"",""Carabidae"",""Coarazuphium"",""Coarazuphium caatinga"",""Coarazuphium caatinga"",""Pellegrini & Ferreira, 2014"","""",""Invertebrados Terrestres"",""05/2018"",""Em Perigo"","""",""B1ab(iii)"",""Coarazuphium caatinga é endêmica do Brasil, conhecida de três cavernas calcárias no município de Campo Formoso, Bahia (Toca do Gonçalo, Toca de São Tomé e Lapa da Tiquara). A Extensão de Ocorrência (EOO) foi calculada em 190km2. Outros estudos em cavernas da região não localizaram a espécie. Duas das três cavernas vêm sofrendo impactos severos de dessecação de habitats decorrentes do rebaixamento do nível do lençol freático. A terceira caverna onde a espécie ocorre (Lapa da Tiquara) foi intensamente impactada no passado por remoção de salitre e atualmente recebe visitantes esporádicos. A espécie não tem sido observada em expedições recentes na Toca do Gonçalo. As grutas onde a espécie foi registrada estão no bioma Caatinga e não se encontram em área protegida, podendo ser afetadas por atividades agropecuárias no seu entorno. Considerando duas localizações, Coarazuphium caatinga foi categorizada como Em Perigo (EN) pelo critério B1ab(iii)."",""Sim"",""Sim"",""Bahia"",""|Nordeste|"",""Caatinga"",""Sub-bacia São Francisco Submédio"","""","""","""",""Não"",""Desconhecida"",""11 - Mudanças e extremos climáticos|11.1 - Mudança/alteração de habitat 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.3 - Pecuária|2.3.2 - Pecuária em pequenas propriedades 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.2 - Represas e uso de água|7.2.5 - Captação de água subterrânea - uso doméstico 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.2 - Represas e uso de água|7.2.7 - Captação de água subterrânea - uso na agricultura 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.2 - Represas e uso de água|7.2.8 - Captação de água subterrânea - uso desconhecido 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.3 - Outras modificações nos ecossistemas"","""",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação das Cavernas do Brasil"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Arthropoda"",""Insecta"",""Coleoptera"",""Carabidae"",""Coarazuphium"",""Coarazuphium pains"",""Coarazuphium pains"",""Alvares & Ferreira, 2002"","""",""Invertebrados Terrestres"",""05/2018"",""Em Perigo"","""",""B2ab(iii)"",""Coarazuphium pains é endêmica do Brasil, registrada em apenas três cavernas no município de Pains, Minas Gerais. Expedições na localidade-tipo nos últimos anos, incluindo recentemente, não registraram espécimes adicionais. Sua área de ocupação, considerando a extensão das cavernas, é estimada em menos de 10km2. As cavernas não estão em área protegida. A degradação do ambiente externo devido ao desmatamento, substituição da vegetação nativa por pastagens e monoculturas (principalmente de milho) diminui o aporte de nutrientes, reduz a disponibilidade de matéria orgânica e leva ao ressecamento no interior da gruta. A mineração é uma atividade em expansão no município e o turismo desordenado também pode ser ameaça. Considerando três localizações, Coarazuphium pains foi categorizada como Em Perigo (EN) pelo critério B2ab(iii)."",""Sim"",""Sim"",""Minas Gerais"",""|Sudeste|"",""Cerrado"",""Sub-bacia São Francisco Alto"","""","""","""",""Não"",""Desconhecida"",""11 - Mudanças e extremos climáticos|11.1 - Mudança/alteração de habitat 1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.3 - Áreas de turismo e recreação 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.1 - Culturas anuais e perenes não-madeireiras|2.1.4 - Agricultura de escala desconhecida 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.3 - Pecuária|2.3.4 - Pecuária em escala desconhecida 3 - Produção energética e mineração|3.2 - Mineração|3.2.3 - Extração de minérios - subsolo 6 - Distúrbios humanos|6.1 - Atividades recreacionais/turísticas 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.3 - Outras modificações nos ecossistemas"","""",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação das Cavernas do Brasil, Plano de Ação Nacional para Conservação do Patrimônio Espeleológico nas Áreas Cársticas da Bacia do Rio São Francisco"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Arthropoda"",""Insecta"",""Coleoptera"",""Carabidae"",""Coarazuphium"",""Coarazuphium tapiaguassu"",""Coarazuphium tapiaguassu"",""Pellegrini & Ferreira, 2011"","""",""Invertebrados Terrestres"",""05/2018"",""Em Perigo"","""",""B1ab(iii)"",""Coarazuphium tapiaguassu é conhecida de algumas cavernas próximas entre si nas regiões denominadas Serra Leste 1 e Serra Leste 2, no município de Curionópolis/Pará. A região é intensamente amostrada e a espécie não foi localizada em outras áreas. Sua extensão de ocorrência é estimada em menos de 6km2. Toda a região da Serra Leste sofre intensa exploração mineral (minério de ferro). Considerando duas localizações, a espécie foi categorizada como Em Perigo (EN) pelo critério B1ab(iii)."",""Sim"",""Sim"",""Pará"",""|Norte|"",""Amazônia"",""Sub-bacia Tocantins Baixo"","""","""","""",""Não"",""Desconhecida"",""11 - Mudanças e extremos climáticos|11.1 - Mudança/alteração de habitat 3 - Produção energética e mineração|3.2 - Mineração|3.2.3 - Extração de minérios - subsolo 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.3 - Outras modificações nos ecossistemas"","""",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação das Cavernas do Brasil"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Arthropoda"",""Malacostraca"",""Decapoda"",""Aeglidae"",""Aegla"",""Aegla cavernicola"",""Aegla cavernicola"",""Türkay, 1972"","""",""Invertebrados de Água Doce"",""05/2018"",""Criticamente em Perigo"",""Não"",""B2ab(iii,v)"",""Aegla cavernicola é endêmica de um sistema de cavernas (Sistema Areias) na região do Parque Estadual Turístico do Alto Ribeira, São Paulo, possuindo reduzida área de ocupação (aproximadamente 0,02 km²), e que corresponde a uma única localização. Este sistema é caracterizado por ser ambiente singular, composto por um habitat subterrâneo frágil e de comunidade animal fortemente dependente de aporte de nutrientes de origem externa (meio epígeo). Além disso, observa-se ainda a degradação ambiental (assoreamento, desmatamento e poluição da água) no entorno das cavernas em consequência da ocupação humana e um acentuado declínio populacional em anos recentes. Por esses motivos, a espécie foi categorizada como Criticamente em Perigo de acordo com o critério B2ab(iii,v)."",""Sim"",""Sim"",""São Paulo"",""|Sudeste|"",""Mata Atlântica"",""Sub-bacia Litoral RJ SP"","""",""PARQUE ESTADUAL TURÍSTICO DO ALTO DO RIBEIRA"","""",""Não"",""Declinando"",""1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.1 - Expansão urbana 6 - Distúrbios humanos|6.1 - Atividades recreacionais/turísticas 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.3 - Outras modificações nos ecossistemas 9 - Poluição|9.1 - Doméstica e urbana - escoamento de água|9.1.1 - Esgoto 9 - Poluição|9.3 - Agropecuária e florestal|9.3.2 - Erosão do solo/sedimentação 9 - Poluição|9.4 - Lixo e resíduos sólidos|9.4.1 - Urbanos"",""15 - Pesquisa"",""Expansão de áreas protegidas, Manejo de locais/áreas, Plano de Ação Nacional (PAN), Proteção de recursos/habitat"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação das Cavernas do Brasil"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Arthropoda"",""Malacostraca"",""Decapoda"",""Aeglidae"",""Aegla"",""Aegla leptochela"",""Aegla leptochela"",""Bond-Buckup & Buckup, 1994"","""",""Invertebrados de Água Doce"",""05/2018"",""Criticamente em Perigo"",""Não"",""B2ab(iii,v)"",""Aegla leptochela é conhecida somente da Gruta dos Paiva, na região do Alto Ribeira, estado de São Paulo, com uma área de ocupação (AOO) muito reduzida e estimada em 0,00864km². Seu habitat é caracterizado por ser um ambiente singular (hipógeo), frágil e com comunidade animal fortemente dependente de aporte de nutrientes de origem externa (meio epígeo). A localidade apresenta declínio na qualidade do habitat em virtude da exploração de minério e de calcário, desmatamento e perturbações provocadas por visitação, além de sofrer com a introdução e estabelecimento de uma população não-endêmica de carpa que compete com os eglídeos pelos escassos recursos e nutrientes provenientes do meio epígeo. Foi observado um declínio significativo no tamanho estimado de indivíduos adultos na população em anos recentes. Considerando uma localização a espécie foi categorizada como Criticamente em Perigo (CR) pelo critério B2ab(iii,v)."",""Sim"",""Sim"",""São Paulo"",""|Sudeste|"",""Mata Atlântica"",""Sub-bacia Litoral RJ SP"","""","""","""",""Não"",""Declinando"",""3 - Produção energética e mineração|3.2 - Mineração|3.2.3 - Extração de minérios - subsolo 6 - Distúrbios humanos|6.1 - Atividades recreacionais/turísticas 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.3 - Outras modificações nos ecossistemas 8 - Espécies invasoras problemáticas e doenças|8.1 - Espécies exóticas|8.1.1 - Espécie conhecida|8.1.1.1 - Competidores 8 - Espécies invasoras problemáticas e doenças|8.1 - Espécies exóticas|8.1.1 - Espécie conhecida|8.1.1.2 - Predadores 9 - Poluição|9.2 - Industrial|9.2.2 - Infiltraçao oriunda de mineração 9 - Poluição|9.2 - Industrial|9.2.3 - Contaminação por metais pesados"",""15 - Pesquisa"",""Controle de espécies invasoras/problemáticas, Expansão de áreas protegidas, Manejo de locais/áreas, Nível regional, Plano de Ação Nacional (PAN), Proteção de recursos/habitat"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação das Cavernas do Brasil"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Arthropoda"",""Malacostraca"",""Isopoda"",""Scleropactidae"",""Amazoniscus"",""Amazoniscus leistikowi"","""",""Campos-Filho, Araujo & Taiti, 2014"","""",""Invertebrados Terrestres"",""05/2018"",""Criticamente em Perigo"",""Não"",""B2ab(iii)"",""Amazoniscus leitikowi é conhecida apenas da localidade tipo, o abrigo do Sismógrafo em Altamira/Pará. Essa localidade foi alagada com o início da operação da usina hidrelétrica de Belo Monte, em 2016. Embora outras cavernas da região tenham sido amostradas durante a realização do Estudo de Impacto Ambiental do empreendimento e a espécie não tenha sido em outra localidade, é provável que existam mais habitats disponíveis que precisam ser devidamente amostrados. Considerando uma área de ocupação menor do que 10km2 e uma localização, a espécie foi categorizada como Criticamente em Perigo pelo critério B2ab(iii)."",""Sim"",""Sim"",""Pará"",""|Norte|"",""Amazônia"",""Sub-bacia Xingu"","""","""","""",""Não"",""Desconhecida"",""11 - Mudanças e extremos climáticos|11.1 - Mudança/alteração de habitat 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.3 - Pecuária|2.3.4 - Pecuária em escala desconhecida 3 - Produção energética e mineração|3.3 - Energia renovável|3.3.1 - Hidrelétricas 5 - Uso de recursos biológicos|5.3 - Extração florestal|5.3.5 - Motivação desconhecida 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.2 - Represas e uso de água|7.2.10 - Represas (grandes) 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.3 - Outras modificações nos ecossistemas"","""",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação das Cavernas do Brasil"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Reptilia"",""Testudines"",""Dermochelyidae"",""Dermochelys"",""Dermochelys coriacea"",""Dermochelys coriacea"",""(Linnaeus, 1766)"",""Careba-gigante, Careba-mole, Tartaruga-de-cerro, Tartaruga-de-couro, Tartaruga-de-leste, Tartaruga-de-quilha, Tartaruga-gigante, Tartaruga-preta, Tartaruga-sete-quilhas"",""Répteis"",""10/2018"",""Criticamente em Perigo"",""Não"",""D"",""A tartaruga-de-couro Dermochelys coriacea é uma espécie migratória que ocorre nos oceanos tropicais e temperados de todo o mundo, com hábitos pelágicos durante a maior parte da vida. A população brasileira é geneticamente distinta de outras populações conhecidas. A única área com registros regulares de desova da espécie no Brasil é o litoral norte do Espírito Santo, e há citações de ocorrências na costa do Piauí que provavelmente são de uma subpopulação diferente. As principais ameaças no passado, que quase interromperam o ciclo biológico da espécie, foram a coleta de ovos e o abate de fêmeas nas áreas de reprodução, o que de forma geral, não acontecem mais. Atualmente, a maior ameaça é a captura incidental na pesca, no Brasil e águas internacionais. Além disso, a ocupação desordenada do ambiente costeiro, a poluição, e as atividades portuárias e de petróleo e gás, também afetam negativamente as populações. A partir dos dados de número anual de ninhos, de estimativas do intervalo de remigração e da razão machos/fêmeas, o número de indivíduos maduros foi estimado na forma de uma faixa de valores que inclui, com probabilidade considerada significativa, valores menores que 50, que é o ponto de corte entre as categorias CR e EN no critério D. Assim sendo, e tomando uma atitude de precaução quanto à classificação do risco de extinção, D. coriacea foi categorizada como Criticamente em Perigo (CR) pelo critério D."",""Não"",""Sim"",""Bahia, Espírito Santo, Pará, Piauí, Rio Grande do Norte"",""|Nordeste|Norte|Sudeste|"",""Amazônia, Caatinga, Cerrado, Mata Atlântica, Pampa, Sistema Costeiro-Marinho"","""",""APA Cananéia-Iguape-Peruíbe, APA Delta do Parnaíba, PARNA Restinga de Jurubatiba, REBIO Comboios"",""APA DA ORLA MARíTIMA, APA DA PAISAGEM E DO AREAL DA PRAIA DO PONTAL, APA ILHA COMPRIDA, APA MARINHA DO LITORAL CENTRO, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL BONFIM/GUARAÍRA, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL CONCEIÇÃO DA BARRA, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL COSTA DE ITACARÉ/ SERRA GRANDE, ÁREA DE PROTEçãO AMBIENTAL DA FOZ DO RIO DAS PREGUIçAS - PEQUENOS LENçóIS - REGIãO LAGUNAR ADJACENTE, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL PLATAFORMA CONTINENTAL DO LITORAL NORTE, PARQUE ESTADUAL DA LAGOA DO AÇU"",""RPPN Morro das Aranhas"",""Sim"",""Desconhecida"",""11 - Mudanças e extremos climáticos|11.1 - Mudança/alteração de habitat 1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.1 - Expansão urbana 1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.2 - Áreas comerciais e industriais 1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.3 - Áreas de turismo e recreação 3 - Produção energética e mineração|3.1 - Extração de petróleo e gás natural 4 - Transportes e serviços de transmissão|4.2 - Atropelamentos 4 - Transportes e serviços de transmissão|4.3 - Portos 4 - Transportes e serviços de transmissão|4.4 - Tráfego de embarcações 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.3 - Outras modificações nos ecossistemas 9 - Poluição|9.1 - Doméstica e urbana - escoamento de água 9 - Poluição|9.2 - Industrial 9 - Poluição|9.4 - Lixo e resíduos sólidos"",""15 - Pesquisa 1 - Alimentação humana"",""Educação e comunicação, Plano de Ação Nacional (PAN), Proteção territorial"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação das Tartarugas Marinhas - 2º ciclo, Plano de Ação Nacional para Conservação das Tartarugas Marinhas"",""CITES - Anexo I, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Arthropoda"",""Insecta"",""Coleoptera"",""Carabidae"",""Coarazuphium"",""Coarazuphium formoso"",""Coarazuphium formoso"",""Pellegrini & Ferreira, 2011"","""",""Invertebrados Terrestres"",""05/2018"",""Criticamente em Perigo"",""Não"",""B2ab(iii)"",""Coarazuphium formoso é endêmica do Brasil, conhecida de duas cavernas no município de Campo Formoso, Bahia (Barriguda e Calor de Cima), muito próximas entre si. A espécie parece ocorrer somente nas cavernas e sua área de ocupação é estimada em menos de 10km2. A Toca da Barriguda é utilizada para fins pedagógicos e turísticos, onde há um incremento dessa visitação de forma desordenada. Considerando a área de ocupação restrita (1 localização), Coarazuphium formoso foi categorizada como Criticamente em Perigo (CR) pelo critério B2ab(iii)."",""Sim"",""Sim"",""Bahia"",""|Nordeste|"",""Caatinga"",""Sub-bacia São Francisco Submédio"",""APA do Boqueirao da Onça"","""","""",""Não"",""Desconhecida"",""6 - Distúrbios humanos|6.1 - Atividades recreacionais/turísticas"","""",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação das Cavernas do Brasil"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Arthropoda"",""Insecta"",""Coleoptera"",""Carabidae"",""Coarazuphium"",""Coarazuphium tessai"",""Coarazuphium tessai"",""(Godoy & Vanin, 1990)"","""",""Invertebrados Terrestres"",""05/2018"",""Criticamente em Perigo"",""Não"",""B2ab(iii)"",""Coarazuphium tessai é endêmica do Brasil, registrada somente na localidade-tipo, a Gruta do Padre, município de Santana, Bahia. A espécie é conhecida somente do material-tipo (dois indivíduos) e não foi encontrada em expedições posteriores à sua descrição, não ocorrendo em toda a extensão da caverna. A sua área de ocupação é certamente menor do que 10km2. A caverna não está localizada em área protegida e seu entorno encontra-se profundamente alterado. Como a área de captação da caverna é muito grande, ela é mais suscetível a alterações do ambiente externo. Além dessas ameaças atuais, existem nas proximidades polígonos minerários com requerimento de lavra para extração de ouro no rio Corrente. Considerando o declínio da qualidade do habitat e apenas uma localização, a espécie foi categorizada como Criticamente em Perigo (CR) pelo critério B2ab(iii)."",""Sim"",""Sim"",""Bahia"",""|Nordeste|"",""Cerrado"",""Sub-bacia São Francisco Médio"","""","""","""",""Não"",""Desconhecida"",""11 - Mudanças e extremos climáticos|11.1 - Mudança/alteração de habitat 6 - Distúrbios humanos|6.1 - Atividades recreacionais/turísticas 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.3 - Outras modificações nos ecossistemas"","""",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação das Cavernas do Brasil"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Arthropoda"",""Entognatha"",""Symphypleona"",""Arrhopalitidae"",""Arrhopalites"",""Arrhopalites amorimi"",""Arrhopalites amorimi"",""Palacios-Vargas & Zeppelini, 1995"","""",""Invertebrados Terrestres"",""05/2018"",""Vulnerável"","""",""D2"",""Arrhopalites amorimi é endêmica do Brasil, conhecida da gruta Casa de Pedra, em São Paulo na região do Parque Estadual Turístico do Alto Ribeira (a área de ocupação é seguramente menor que 20km2). A gruta atualmente está fechada para visitação, mas há estudos para viabilizar sua reabertura. Isto é uma ameaça potencial à espécie. Por isso, A. amorimi foi categorizada como Vulnerável (VU) pelo critério D2."",""Sim"",""Sim"",""São Paulo"",""|Sudeste|"",""Mata Atlântica"",""Sub-bacia Litoral RJ SP Sub-bacia Litoral SP"","""",""PARQUE ESTADUAL TURÍSTICO DO ALTO DO RIBEIRA"","""",""Não"",""Desconhecida"",""6 - Distúrbios humanos|6.1 - Atividades recreacionais/turísticas"",""15 - Pesquisa"",""Manejo de locais/áreas, Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação das Cavernas do Brasil"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Arthropoda"",""Entognatha"",""Symphypleona"",""Arrhopalitidae"",""Arrhopalites"",""Arrhopalites heteroculatus"",""Arrhopalites heteroculatus"",""Zeppelini, 2006"","""",""Invertebrados Terrestres"",""05/2018"",""Vulnerável"","""",""D2"",""Arrhopalites heteroculatus é endêmica do Brasil, conhecida da gruta Colorida, em São Paulo, na região do Parque Estadual Turístico do Alto Ribeira (a área de ocupação é seguramente menor que 20km2), que tem turismo intenso, embora manejado e atualmente não ocorre no local de ocorrência da espécie. Há pressão para ampliação das rotas de turismo dentro desta caverna e isto é uma ameaça potencial à espécie. Por isso, A. heteroculatus foi categorizada como Vulnerável (VU) pelo critério D2."",""Sim"",""Sim"",""São Paulo"",""|Sudeste|"",""Mata Atlântica"",""Sub-bacia Litoral RJ SP Sub-bacia Litoral SP"","""",""PARQUE ESTADUAL INTERVALES"","""",""Não"",""Desconhecida"",""6 - Distúrbios humanos|6.1 - Atividades recreacionais/turísticas"",""15 - Pesquisa"",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação das Cavernas do Brasil"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Arthropoda"",""Entognatha"",""Symphypleona"",""Arrhopalitidae"",""Arrhopalites"",""Arrhopalites botuveraensis"",""Arrhopalites botuveraensis"",""Zeppelini, 2006"","""",""Invertebrados Terrestres"",""05/2018"",""Vulnerável"","""",""D2"",""Arrhopalites botuveraensis é endêmica do Brasil, conhecida da gruta Botuverá, em Santa Catarina (a área de ocupação é seguramente menor que 20km2). Apenas a entrada da gruta está localizada dentro do Parque Natural Municipal Grutas de Botuverá e possui turismo intenso e manejado, que ocorre em pequena porção da caverna (cerca de 20% da área ou 300m), porém a região possui também atividade de mineração e projetos de aproveitamento de energia hidrelétrica, o que representa outras ameaças potenciais à espécie. Por isso, A. botuveraensis foi categorizada como Vulnerável (VU) pelo critério D2."",""Sim"",""Sim"",""Santa Catarina"",""|Sul|"",""Mata Atlântica"",""Sub-bacia Litoral SP PR SC"","""","""","""",""Não"",""Desconhecida"",""1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.1 - Expansão urbana 1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.3 - Áreas de turismo e recreação 6 - Distúrbios humanos|6.1 - Atividades recreacionais/turísticas 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.2 - Represas e uso de água|7.2.11 - Represas (tamanho desconhecido) 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.3 - Outras modificações nos ecossistemas"",""15 - Pesquisa"",""Manejo de locais/áreas, Plano de Ação Nacional (PAN), Proteção de locais/áreas"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação das Cavernas do Brasil"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Arthropoda"",""Entognatha"",""Symphypleona"",""Arrhopalitidae"",""Arrhopalites"",""Arrhopalites lawrencei"",""Arrhopalites lawrencei"",""Palacios-Vargas & Zeppelini, 1995"","""",""Invertebrados Terrestres"",""05/2018"",""Vulnerável"","""",""D2"",""Arrhopalites lawrencei é endêmica do Brasil e restrita à Gruta da Tapagem (Caverna do Diabo), no Parque Estadual de Jacupiranga, em Eldorado-São Paulo (a área de ocupação é seguramente menor que 20km2). Embora tenha turismo intenso, a caverna é extensa e ele só ocorre em pequena proporção. No entanto, há previsão de ampliação desta área de visitação, o que representa uma ameaça potencial à espécie. Por isso, A. lawrencei foi categorizada como Vulnerável (VU) pelo critério D2."",""Sim"",""Sim"",""São Paulo"",""|Sudeste|"",""Mata Atlântica"",""Sub-bacia Litoral RJ SP Sub-bacia Litoral SP"","""",""PARQUE ESTADUAL CAVERNA DO DIABO"","""",""Não"",""Desconhecida"",""11 - Mudanças e extremos climáticos|11.1 - Mudança/alteração de habitat 1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.3 - Áreas de turismo e recreação 6 - Distúrbios humanos|6.1 - Atividades recreacionais/turísticas"",""15 - Pesquisa"",""Manejo de locais/áreas, Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação das Cavernas do Brasil"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Arthropoda"",""Entognatha"",""Symphypleona"",""Arrhopalitidae"",""Arrhopalites"",""Arrhopalites gnaspinii"",""Arrhopalites gnaspinii"",""(Palacios-Vargas & Zeppelini, 1995)"","""",""Invertebrados Terrestres"",""05/2018"",""Criticamente em Perigo"",""Não"",""B2ab(iii)"",""Arrhopalites gnaspinii é endêmica do Brasil e restrita à Caverna Alambari de Baixo, no Parque Estadual Turístico do Alto Ribeira - PETAR, em Iporanga-SP. A área de ocupação da espécie é menor que 1 km², representando uma localização, e sofre pressão e desgaste oriundos das populações humanas adjacentes e da atividade de visitação turística nas cavernas do parque. Os visitantes causam degradação e perda de hábitat e de indivíduos da população através do pisoteamento da fauna de solo e dos locais habitados por ela, como acúmulos de guano e poças d’água, configurando um declínio continuado na qualidade do habitat. Há pressão para ampliar as rotas de turismo nesta caverna. Por isso, A. gnaspinii foi categorizada como Criticamente em Perigo (CR) segundo o critério B2ab(iii)."",""Sim"",""Sim"",""São Paulo"",""|Sudeste|"",""Mata Atlântica"",""Sub-bacia Litoral RJ SP Sub-bacia Litoral SP"","""",""PARQUE ESTADUAL TURÍSTICO DO ALTO DO RIBEIRA"","""",""Não"",""Desconhecida"",""6 - Distúrbios humanos|6.1 - Atividades recreacionais/turísticas"",""15 - Pesquisa"",""Manejo de locais/áreas, Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação das Cavernas do Brasil"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Arthropoda"",""Entognatha"",""Symphypleona"",""Arrhopalitidae"",""Arrhopalites"",""Arrhopalites paranaensis"",""Arrhopalites paranaensis"",""Zeppelini, 2006"","""",""Invertebrados Terrestres"",""05/2018"",""Criticamente em Perigo"",""Não"",""B2ab(iii)"",""Arrhopalites paranaensis é endêmica do Brasil e restrita ao Monumento Natural da Gruta da Lancinha, em Rio Branco do Sul-Paraná. A área de ocupação da espécie é restrita (apenas uma localidade), possui área inferior a 10 km² e sofre pressão e desgaste oriundos das populações humanas adjacentes e da atividade de visitação turística desordenada na caverna. Os visitantes causam degradação e perda de hábitat e de indivíduos da população através do pisoteamento da fauna de solo e dos locais habitados pela espécie, como acúmulos de guano e poças d’água. É válido ressaltar que, embora a espécie tenha sido descrita em 2006, a área da caverna Lancinha e seus arredores foi estudada e os registros de espécimes de colêmbolos na área, resultantes de amostragem seguidas, confirmam que a espécie está de fato restrita à caverna citada. Por isso, A. paranaensis foi categorizada como Criticamente em Perigo (CR) pelo critério B2ab(iii)."",""Sim"",""Sim"",""Paraná"",""|Sul|"",""Mata Atlântica"",""Sub-bacia Litoral RJ Sub-bacia Litoral RJ SP Sub-bacia Litoral SP"","""","""","""",""Não"",""Desconhecida"",""11 - Mudanças e extremos climáticos|11.1 - Mudança/alteração de habitat 1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.1 - Expansão urbana 1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.3 - Áreas de turismo e recreação 6 - Distúrbios humanos|6.1 - Atividades recreacionais/turísticas"",""15 - Pesquisa"",""Manejo de locais/áreas, Plano de Ação Nacional (PAN), Proteção de locais/áreas"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação das Cavernas do Brasil"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Arthropoda"",""Entognatha"",""Symphypleona"",""Arrhopalitidae"",""Arrhopalites"",""Arrhopalites alambariensis"",""Arrhopalites alambariensis"",""Zeppelini, 2006"","""",""Invertebrados Terrestres"",""05/2018"",""Vulnerável"","""",""D2"",""Arrhopalites alambariensis é endêmica do Brasil, conhecida da gruta Alambari de Cima, em São Paulo na região do Parque Estadual Turístico do Alto Ribeira (a área de ocupação é seguramente menor que 20km2). As grutas Alambari de Baixo e de Cima são um único sistema e a Alambari de Baixo tem turismo intenso, embora manejado. Atualmente a visitação na Alambari de Baixo aparentemente não afeta a espécie, que ocorre na Alambari de Cima, mas há pressão para abrir outras cavernas à visitação, bem como novos roteiros nas cavernas já abertas, no PETAR. Isto é uma ameaça potencial à espécie. Por isso, A. alambariensis foi categorizada como Vulnerável (VU) pelo critério D2."",""Sim"",""Sim"",""São Paulo"",""|Sudeste|"",""Mata Atlântica"",""Sub-bacia Litoral RJ SP Sub-bacia Litoral SP"","""",""PARQUE ESTADUAL TURÍSTICO DO ALTO DO RIBEIRA"","""",""Não"",""Desconhecida"",""1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.1 - Expansão urbana 1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.3 - Áreas de turismo e recreação 6 - Distúrbios humanos|6.1 - Atividades recreacionais/turísticas 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.3 - Outras modificações nos ecossistemas"",""15 - Pesquisa 16 - Outro"",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação das Cavernas do Brasil"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Reptilia"",""Squamata"",""Tropiduridae"",""Stenocercus"",""Stenocercus dumerilii"","""",""(Steindachner, 1867)"","""",""Répteis"",""10/2013"",""Vulnerável"","""",""A2c"",""Stenocercus dumerilii é endêmica do Brasil. Ocorre nos estados do Pará e Maranhão, no extremo leste da Amazônia, a leste do rio Tocantins. Supõe-se que sua distribuição esteja relacionada a manchas isoladas de florestas semiabertas, atualmente sendo encontrada também em fragmentos de florestas secundárias. Nas últimas décadas, esses ambientes vêm perdendo espaço para agriculturas perenes, pastagens, crescimento urbano e, no Maranhão, também para plantações de eucalipto, assentamentos agrários e sofrendo os impactos da expansão da Estrada de Ferro Carajás. Desse modo, S. dumerilii está sob forte pressão antrópica em toda sua extensão de ocorrência, levando à diminuição de seu habitat em pelo menos 39% entre 2008 e 2011. Considerando o período de 10 anos, que se estima ser maior que o período de três gerações para a espécie, e suas especificidades ecológicas, infere-se que a redução de seu habitat seja equivalente à redução da população, sendo que as causas não cessaram. Por essas razões, Stenocercus dumerilii foi categorizada como Vulnerável (VU), pelo critério A2c."",""Sim"",""Não"","""",""||"","""","""","""","""","""","""",""Desconhecida"",""1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.1 - Expansão urbana 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.1 - Culturas anuais e perenes não-madeireiras 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.2 - Silvicultura 4 - Transportes e serviços de transmissão|4.1 - Estradas e ferrovias"","""","""","""","""","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Elasmobranchii"",""Lamniformes"",""Lamnidae"",""Isurus"",""Isurus oxyrinchus"",""Isurus oxyrinchus"",""Rafinesque, 1810"",""anequim, mako-verdadeiro, marracho, tubarão-cavala, tubarão-mako"",""Tubarões e Raias"","""",""Criticamente em Perigo"",""Não"",""A4bd"",""Isurus oxyrinchus é um tubarão altamente migratório encontrado entre 50ºN e 50ºS em todos os oceanos, incluindo o litoral brasileiro. É espécie alvo em pescarias com espinhéis e esportiva, sendo também fauna acompanhante em pescarias artesanais. Atualmente indivíduos adultos são praticamente ausentes nas pescarias. Assim como em outros Lamniformes, a história de vida conservativa confere a esta espécie uma resiliência muito baixa. O tempo geracional foi calculado em 20 anos e assumiu-se que a pressão pesqueira será mantida, se não aumentada. A partir dos declínios estimados entre 1979 e 2007 e das projeções futuras até o ano de 2040, infere-se uma redução populacional de pelo menos 80%, baseando-se em um índice de abundância apropriado para o táxon e em níveis reais de exploração. Por isso, I. oxyrinchus foi categorizado como Criticamente Em Perigo (CR), pelos critérios A4bd."",""Não"",""Não"",""Alagoas, Amapá, Bahia, Ceará, Espírito Santo, Maranhão, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe"",""|Nordeste|Norte|Sudeste|Sul|"",""Sistema Costeiro-Marinho"","""",""APA do Arquipélago de Trindade e Martim Vaz, MONA do Arquipelago Sao Pedro e Sao Paulo"",""APA MARINHA DO LITORAL CENTRO, PARQUE ESTADUAL MARINHO DA LAJE DE SANTOS"","""",""Sim"",""Declinando"",""5 - Uso de recursos biológicos|5.1 - Caça e captura de animais terrestres ou marinhos|5.1.1 - Caça/captura intencional (a espécie é o alvo)|5.1.1.4 - Esportiva 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.1 - Captura intencional - subsistência/pequena escala|5.4.1.3 - Aparelho com anzol|5.4.1.3.5 - Linha de fundo e linha de mão 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.2 - Captura intencional - larga escala|5.4.2.8 - Espinhel|5.4.2.8.1 - Espinhel de superfície 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.3 - Captura intencional - comércio internacional 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.5 - Captura indireta - subsistência/pequena escala|5.4.5.3 - Aparelho com anzol|5.4.5.3.5 - Linha de fundo e linha de mão 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.5 - Captura indireta - subsistência/pequena escala|5.4.5.7 - Emalhe|5.4.5.7.1 - Emalhe de fundo 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.5 - Captura indireta - subsistência/pequena escala|5.4.5.7 - Emalhe|5.4.5.7.2 - Emalhe de superfície 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.5 - Captura indireta - subsistência/pequena escala|5.4.5.7 - Emalhe|5.4.5.7.5 - Caçoeiro 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.5 - Captura indireta - subsistência/pequena escala|5.4.5.7 - Emalhe|5.4.5.7.6 - Feiticieira 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.6 - Captura indireta - larga escala|5.4.6.2 - Linha de mão 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.6 - Captura indireta - larga escala|5.4.6.6 - Arrasto|5.4.6.6.1 - Arrasto simples 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.6 - Captura indireta - larga escala|5.4.6.6 - Arrasto|5.4.6.6.2 - Arrasto duplo 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.6 - Captura indireta - larga escala|5.4.6.6 - Arrasto|5.4.6.6.3 - Arrasto de parelha 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.6 - Captura indireta - larga escala|5.4.6.7 - Emalhe|5.4.6.7.1 - Emalhe de fundo 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.6 - Captura indireta - larga escala|5.4.6.7 - Emalhe|5.4.6.7.2 - Emalhe de superfície 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.6 - Captura indireta - larga escala|5.4.6.7 - Emalhe|5.4.6.7.3 - Emalhe de meia-água 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.6 - Captura indireta - larga escala|5.4.6.8 - Espinhel|5.4.6.8.1 - Espinhel de superfície"",""14 - Artesanato jóias objetos decorativos 1 - Alimentação humana"","""","""",""Convenção sobre Espécies Migratórias – CMS, CITES - Anexo II"","""",""900""";;;;;; "Animalia,""Arthropoda"",""Arachnida"",""Amblypygi"",""Charinidae"",""Charinus"",""Charinus caatingae"","""",""Vasconcelos & Ferreira, 2016"","""",""Invertebrados Terrestres"",""05/2018"",""Criticamente em Perigo"",""Não"",""B2ab(iii)"",""Charinus caatingae é espécie endêmica do Brasil, conhecida somente a localidade-tipo: Toca da fazenda Jurema, no Município de Várzea Nova/Bahia. É uma caverna relativamente pequena (cerca de 100 metros de comprimento, Área de Ocupação menor que 10km2). Muitas outras cavernas foram amostradas na área, e espécimes de C. caatingae foram encontrados apenas nesta caverna, o que sugere que a espécie é endêmica a esta única localidade. A vegetação externa à caverna foi parcialmente removida para o estabelecimento de lavouras de milho e mandioca. Na primeira visita à caverna (em 2008), aparentemente a entrada não havia sido modificada por atividades humanas. No entanto, em 2014, a última visita à área, uma bomba elétrica foi instalada dentro da caverna para bombear água para a irrigação de culturas. Entre os impactos antropogênicos, podemos destacar a instalação de luz elétrica e modificações na área ao redor da entrada da caverna. Por isso, Charinus caatingae foi categorizada como Criticamente em Perigo (CR) pelo critério B2ab(iii)."",""Sim"",""Sim"",""Bahia"",""|Nordeste|"",""Caatinga"",""Sub-bacia São Francisco Submédio"","""","""","""",""Não"",""Desconhecida"",""11 - Mudanças e extremos climáticos|11.1 - Mudança/alteração de habitat 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.1 - Culturas anuais e perenes não-madeireiras|2.1.4 - Agricultura de escala desconhecida 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.2 - Represas e uso de água|7.2.7 - Captação de água subterrânea - uso na agricultura 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.3 - Outras modificações nos ecossistemas"","""",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação das Cavernas do Brasil"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Arthropoda"",""Insecta"",""Orthoptera"",""Phalangopsidae"",""Endecous"",""Endecous peruassuensis"","""",""Bolfarini, 2015"","""",""Invertebrados Terrestres"",""05/2018"",""Em Perigo"","""",""B1ab(iii)"",""Endecous peruassuensis é espécie endêmica do Brasil, conhecida de três cavernas: a gruta Olhos d´Água, a Lapa do Cipó e a Lapa D'Água João Ferreira, no Município de Itacarambi/Minas Gerais, localizados no Parque Nacional Cavernas do Peruaçu, com Extensão de Ocorrência (EOO) calculada em 30km2. Amostragens em outras cavernas dentro do Parque não localizaram a espécie. A ressurgência da Olhos d´Água localiza-se fora dos limites do Parque Nacional. Tem sido observada diminuição da precipitação e aumento do uso de água subterrânea para fins agrícolas na região, acompanhado pela construção de várias represas a montante do sumidouro e dentro da caverna Olhos d´Água para armazenar água para uso durante a estação seca. A Lapa D'Água João Ferreira é impactada pela retirada de água. Esses impactos alteram a quantidade de alimento disponível à comunidade de troglóbios nas cavernas. Considerando duas localizações, a espécie foi categorizada como Em Perigo (EN) pelo critério B1ab(iii)."",""Sim"",""Sim"",""Minas Gerais"",""|Sudeste|"",""Cerrado"",""Sub-bacia São Francisco Médio"",""APA Cavernas do Peruaçu, PARNA Cavernas do Peruaçu"","""","""",""Não"",""Desconhecida"",""11 - Mudanças e extremos climáticos|11.1 - Mudança/alteração de habitat 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.1 - Culturas anuais e perenes não-madeireiras|2.1.4 - Agricultura de escala desconhecida 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.2 - Represas e uso de água|7.2.11 - Represas (tamanho desconhecido) 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.2 - Represas e uso de água|7.2.7 - Captação de água subterrânea - uso na agricultura 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.2 - Represas e uso de água|7.2.9 - Represas (pequenas)"","""",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação das Cavernas do Brasil"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Arthropoda"",""Arachnida"",""Opiliones"",""Gonyleptidae"",""Iandumoema"",""Iandumoema smeagol"","""",""Pinto-da-Rocha, Fonseca-Ferreira & Bichuette, 2015"","""",""Invertebrados Terrestres"",""05/2018"",""Em Perigo"","""",""B2ab(iii)"",""Iandumoema smeagol é endêmica do Brasil e conhecida somente de três cavernas no municípios de Monjolos/Minas Gerais: Lapa de Santo Antônio, Toca do Geraldo e Lapa do Marcelo. A espécie não ocorre em toda a extensão das cavernas, estando restrita às galerias mais úmidas. As cavernas não estão em área protegida e há impactos antropogênicos em seu entorno, como desmatamento para implementação de pastagens e atividades agrícolas. A Lapa Santo Antônio também é impactada pela visitação descontrolada. Além disso, projetos para a instalação de pequenas centrais hidrelétricas e extração de calcário representam ameaças potenciais. Considerando uma área de ocupação menos do que 10 km² e duas localizações, a espécie foi categorizada como Em Perigo (EN) pelo critério B2ab(iii)."",""Sim"",""Sim"",""Minas Gerais"",""|Sudeste|"",""Cerrado"",""Sub-bacia São Francisco Alto"","""","""","""",""Não"",""Desconhecida"",""1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.3 - Áreas de turismo e recreação 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.1 - Culturas anuais e perenes não-madeireiras|2.1.4 - Agricultura de escala desconhecida 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.3 - Pecuária|2.3.4 - Pecuária em escala desconhecida 3 - Produção energética e mineração|3.2 - Mineração|3.2.3 - Extração de minérios - subsolo 3 - Produção energética e mineração|3.3 - Energia renovável|3.3.1 - Hidrelétricas 6 - Distúrbios humanos|6.1 - Atividades recreacionais/turísticas"","""",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação das Cavernas do Brasil"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Mammalia"",""Carnivora"",""Canidae"",""Speothos"",""Speothos venaticus"",""Speothos venaticus"",""(Lund, 1842)"",""cachorro-do-mato-vinagre, cachorro-vinagre"",""Mamíferos"",""11/2018"",""Vulnerável"","""",""C1"",""Speothos venaticus ocorre na região neotropical desde o Panamá, Equador, Peru, oeste da Bolívia, Paraguai até o norte da Argentina. No Brasil, ocorre em ampla distribuição nos biomas Amazônia, Cerrado e Pantanal, com registros na Mata Atlântica. Considerando a média das densidades populacionais estimadas no país (0,0236 ind./km²) e 3% da área de remanescentes de vegetação nativa nos biomas em que a espécie ocorre (4.902.981 km²), representando 147.089 km² que são ocupados pela espécie, estima-se que existam 1.029 indivíduos maduros de cachorro-vinagre em 2020. Projeta-se para os próximos 18 anos (três gerações) a perda de 9% da área onde a espécie ocorre, levando a uma estimativa de declínio populacional em mesma proporção. Somam-se os efeitos conjuntos da perda e fragmentação de habitat, a mortalidade por sarna sarcóptica e outras doenças, e abate por cães domésticos para o declínio populacional, visto que essas ameaças tendem a continuar em mesma medida ou proporções maiores. Dessas ameaças, apenas para sarna sarcóptica estima-se uma perda de 11% dos indivíduos da espécie, somando 20% de declínio estimado em três gerações. Portanto, Speothos venaticus foi categorizada como Vulnerável (VU) pelo critério C1."",""Não"",""Sim"",""Acre, Amapá, Amazonas, Bahia, Distrito Federal, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraná, Rio Grande do Sul, Rondônia, Roraima, São Paulo, Tocantins"",""|Centro-Oeste|Nordeste|Norte|Sudeste|Sul|"",""Amazônia, Caatinga, Cerrado, Mata Atlântica, Pantanal"",""Sub-bacia Amapá Litoral Sub-bacia Araguaia Sub-bacia Foz Amazonas Sub-bacia Grande Sub-bacia Gurupi Sub-bacia Iguaçu Sub-bacia Itapecuru Sub-bacia Litoral RJ SP Sub-bacia Litoral SP PR SC Sub-bacia Madeira Sub-bacia Mearim Sub-bacia Negro Sub-bacia Paraguai 01 Sub-bacia Paraguai 02 Sub-bacia Paraguai 03 Sub-bacia Paranaíba Sub-bacia Paranapanema Sub-bacia Paraná RH1 Sub-bacia Parnaíba Alto Sub-bacia Paru Sub-bacia Purus Sub-bacia São Francisco Médio Sub-bacia Solimões Sub-bacia Tapajós Sub-bacia Tocantins Alto Sub-bacia Tocantins Baixo Sub-bacia Trombetas Sub-bacia Uruguai Médio Sub-bacia Xingu"",""APA Cavernas do Peruaçu, APA Guaraqueçaba, ESEC da Terra do Meio, ESEC de Maracá, ESEC Serra Geral do Tocantins, FLONA Amapá, FLONA Carajás, FLONA do Tapajós, FLONA Tapirape-Aquiri, PARNA Amazônia, PARNA Anavilhanas, PARNA Campos Amazônicos, PARNA Cavernas do Peruaçu, PARNA da Chapada das Mesas, PARNA da Chapada dos Veadeiros, PARNA das Emas, PARNA do Jamanxim, PARNA do Viruá, PARNA Grande Sertão Veredas, PARNA Guaricana, PARNA Iguaçu, PARNA Jaú, PARNA Mapinguari, PARNA Nascentes do Rio Parnaíba, PARNA Serra do Pardo, REBIO do Gurupi, REBIO do Jaru, REBIO Rio Trombetas, REBIO Tapirapé, RESEX Lago do Cedro, RESEX Médio Juruá, RESEX Rio Xingu"",""ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL COCHÁ E GIBÃO, ÁREA DE PROTEçãO AMBIENTAL DA BAIXADA MARANHENSE, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL DE PRESIDENTE FIGUEIREDO - CAVERNA DO MOROAGA, ÁREA DE PROTEçãO AMBIENTAL DE UPAON-AçU / MIRITIBA / ALTO PREGUIçAS, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL DO ARQUIPÉLAGO DO MARAJÓ, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL ESTADUAL DA ESCARPA DEVONIANA, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL ESTADUAL DE GUARATUBA, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL PAYTUNA, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL POUSO ALTO, PARQUE ESTADUAL CARLOS BOTELHO, PARQUE ESTADUAL CHANDLESS, PARQUE ESTADUAL DA MATA ATLÂNTICA, PARQUE ESTADUAL DO CANTãO, PARQUE ESTADUAL DO JALAPãO, PARQUE ESTADUAL DO TURVO, PARQUE ESTADUAL TURÍSTICO DO ALTO DO RIBEIRA, PARQUE ESTADUAL VEREDAS DO PERUAÇU, RESERVA DE DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL AMANÃ, RESERVA DE DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL PIAGAÇU PURUS"",""RPPN Estância Ecológica SESC - Pantanal"",""Não"",""Declinando"",""1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.4 - Assentamentos e pequenas propriedades rurais 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.1 - Culturas anuais e perenes não-madeireiras|2.1.3 - Agricultura agro-industrial 4 - Transportes e serviços de transmissão|4.2 - Atropelamentos 5 - Uso de recursos biológicos|5.1 - Caça e captura de animais terrestres ou marinhos|5.1.1 - Caça/captura intencional (a espécie é o alvo)|5.1.1.6 - Retaliação/controle 5 - Uso de recursos biológicos|5.1 - Caça e captura de animais terrestres ou marinhos|5.1.2 - Efeitos indiretos (a espécie não é o alvo) 8 - Espécies invasoras problemáticas e doenças|8.2 - Espécies domésticas|8.2.2 - Predadores 8 - Espécies invasoras problemáticas e doenças|8.2 - Espécies domésticas|8.2.4 - Patógenos/Parasitas"","""",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação das Espécies Endêmicas e Ameaçadas de Extinção da Fauna da Região do Baixo e Médio Xingu, Plano de Ação Nacional para a Conservação do Cachorro-Vinagre, Plano de Ação Nacional para a Conservação dos Canídeos"",""CITES - Anexo I, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Aves"",""Psittaciformes"",""Psittacidae"",""Pyrrhura"",""Pyrrhura pfrimeri"",""Pyrrhura pfrimeri"",""Miranda-Ribeiro, 1920"",""tiriba-de-pfrimer"",""Aves"",""10/2018"",""Em Perigo"","""",""A2c"",""Pyrrhura pfrimeri é endêmica do Cerrado brasileiro e possui distribuição restrita às matas secas da bacia do rio Paranã, entre o sudeste de Tocantins e nordeste de Goiás. A principal ameaça a espécie é a perda e degradação de habitat em função de desmatamento pela expansão da atividade agropecuária e extração de madeira, mineração de calcário e fosfato, pequenas centrais hidrelétricas e ocorrência de fogo. Estimativas indicam um declínio populacional de 68 a 78% entre 2008 e 2018, representando um declínio de pelo menos 50% nos últimos 18 anos (três gerações) baseado no declínio da área de ocupação, extensão de ocorrência e qualidade do habitat. Assim sendo, P. pfrimeri foi categorizada como Em Perigo (EN) pelo critério A2c."",""Sim"",""Sim"",""Goiás, Tocantins"",""|Centro-Oeste|Norte|"",""Cerrado"",""Sub-bacia Tocantins Alto"",""FLONA Mata Grande"",""ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL SERRA GERAL DE GOIÁS, PARQUE ESTADUAL DE TERRA RONCA"","""",""Não"",""Declinando"",""3 - Produção energética e mineração|3.2 - Mineração|3.2.3 - Extração de minérios - subsolo 3 - Produção energética e mineração|3.3 - Energia renovável|3.3.1 - Hidrelétricas 5 - Uso de recursos biológicos|5.1 - Caça e captura de animais terrestres ou marinhos|5.1.1 - Caça/captura intencional (a espécie é o alvo)|5.1.1.6 - Retaliação/controle 5 - Uso de recursos biológicos|5.3 - Extração florestal 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.1 - Incêndios e supressão de incêndios|7.1.1 - Aumento da frequência/intensidade de incêndios"","""",""Educação e comunicação, Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação das Aves Ameaçadas do Bioma Amazônia, Plano de Ação Nacional para a Conservação das Aves do Cerrado e Pantanal, Plano de Ação Nacional para a Conservação das Aves do Cerrado e Pantanal - 2º ciclo"",""CITES - Anexo II, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Aves"",""Passeriformes"",""Troglodytidae"",""Cyphorhinus"",""Cyphorhinus griseolateralis"","""",""Ridgway, 1888"",""uirapuru-dos-flancos-cinza"",""Aves"",""08/2018"",""Vulnerável"","""",""A2c"",""Cyphorhinus griseolateralis é endêmica do Brasil, ocorrendo no interflúvio Tapajós-Xingu e na ilha do Marajó. É restrita à floresta primária, sendo altamente sensível à fragmentação e outros tipos de modificação de seu habitat. Sua distribuição geográfica vem sofrendo alta taxa de desmatamento e sobrepõe-se à área de influência da BR-163. Tendo em vista a forte pressão de desmatamento e degradação das florestas e a sensibilidade do táxon, suspeita-se que houve perda populacional de pelo menos 30% nos últimos 15 anos (três gerações). Por isso, C. griseolateralis foi categorizada como Vulnerável (VU) pelo critério A2c."",""Sim"",""Sim"",""Mato Grosso, Pará"",""|Centro-Oeste|Norte|"",""Amazônia"",""Sub-bacia Foz Amazonas Sub-bacia Paru Sub-bacia Tapajós Sub-bacia Xingu"",""FLONA do Tapajós, FLONA Jamanxim, FLONA Trairão, REBIO Nascentes da Serra do Cachimbo"",""ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL DO ARQUIPÉLAGO DO MARAJÓ"",""RPPN Lote Cristalino"",""Não"",""Declinando"",""4 - Transportes e serviços de transmissão|4.1 - Estradas e ferrovias 5 - Uso de recursos biológicos|5.3 - Extração florestal|5.3.5 - Motivação desconhecida 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.1 - Incêndios e supressão de incêndios|7.1.1 - Aumento da frequência/intensidade de incêndios"","""",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação das Aves Ameaçadas do Bioma Amazônia - 2º ciclo"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Amphibia"",""Anura"",""Hylodidae"",""Crossodactylus"",""Crossodactylus dispar"",""Crossodactylus dispar"",""Lutz, 1925"",""Rã-de-riacho-de-floresta, Rãzinha-de-riacho, Rãzinha-de-riacho-distinta"",""Anfíbios"",""09/2017"",""Criticamente em Perigo"",""Sim"",""D"",""Crossodactylus dispar é endêmica do Brasil, do bioma Mata Atlântica, com ocorrência no norte da Serra do Mar, nos estados de São Paulo e Rio de Janeiro. São conhecidos apenas registros históricos, pontuais, sendo o último encontro em 1977. Sua extensão de ocorrência foi estimada em 3.356km2. Essa região tem sido amostrada por diferentes pesquisadores e a espécie não tem sido encontrada, mesmo em unidades de conservação bem conservadas e com hábitat adequado. A causa do declínio ou desaparecimentos das subpopulações ainda não é certa. Dada às circunstâncias, suspeita-se que esteja extinta ou que haja menos de 50 indivíduos maduros. Portanto, Crossodactylus dispar foi avaliada como Criticamente em Perigo (CR) segundo o critério D, estando possivelmente extinta (PEX)."",""Sim"",""Sim"",""Rio de Janeiro, São Paulo"",""|Sudeste|"",""Mata Atlântica"",""Sub-bacia Litoral RJ Sub-bacia Paraíba do Sul Sub-bacia Tietê"",""PARNA da Serra da Bocaina"",""PARQUE ESTADUAL DA SERRA DO MAR"","""",""Não"",""Declinando"",""11 - Mudanças e extremos climáticos|11.3 - Extremos térmicos 12 - Outras ameaças 8 - Espécies invasoras problemáticas e doenças|8.8 - Doenças de causas desconhecidas"","""",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para conservação da Herpetofauna Ameaçada da Mata Atlântica da Região Sudeste do Brasil"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Amphibia"",""Anura"",""Cycloramphidae"",""Cycloramphus"",""Cycloramphus stejnegeri"",""Cycloramphus stejnegeri"",""(Noble, 1924)"","""",""Anfíbios"",""09/2017"",""Criticamente em Perigo"",""Sim"",""D"",""Cycloramphus stejnegeri é endêmica do Brasil e é conhecida apenas da localidade-tipo, em ambiente florestal preservados no Parque Nacional da Serra dos Órgãos, estado do Rio de Janeiro. A espécie não é encontrada desde 1979, apesar de esforços recentes de amostragem. Espécies do gênero Cycloramphus vêm sofrendo declínio populacional, mesmo em locais bem preservados, mas a causa ainda é desconhecida. Dadas as circunstâncias, é possível supor que existam menos de 50 indivíduos maduros da espécie. Por essas razões, Cycloramphus stejnegeri foi avaliada como Criticamente em Perigo (CR) segundo o critério D, estando possivelmente extinta (PEX)."",""Sim"",""Sim"",""Rio de Janeiro"",""|Sudeste|"",""Mata Atlântica"",""Sub-bacia Paraíba do Sul"",""APA Petrópolis, PARNA da Serra dos Órgãos"","""","""",""Não"",""Declinando"",""12 - Outras ameaças"","""",""Controle e fiscalização, Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para conservação da Herpetofauna Ameaçada da Mata Atlântica da Região Sudeste do Brasil"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Actinopterygii"",""Gymnotiformes"",""Apteronotidae"",""Sternarchorhynchus"",""Sternarchorhynchus britskii"","""",""Campos-da-Paz, 2000"",""Ituí"",""Peixes Continentais"",""05/2012"",""Em Perigo"","""",""B1+2ab(i,ii,iii,iv)"",""Sternarchorhynchus britskii é conhecida primariamente a partir de exemplares coletados entre 1960 e 1980 nos rios Grande e Paraná, no município de Ilha Solteira, estado de São Paulo, Brasil. Entretanto, não é coletada em Ilha Solteira e arredores desde a década de 1970, quando diversas UHEs passaram a ser implantadas na região. A grande alteração das características originais onde a espécie ocorre e a ausência de registros em aproximadamente 40 anos indicam que a espécie foi localmente extinta. Portanto, a Extensão de Ocorrência (EOO) foi calculada como sendo a distância entre os dois locais onde a espécie foi registrada recentemente, que ficam no Parque Nacional Ilha Grande (na divisa entre SP e MS) e no Parque Estadual Ibiporã (PR), multiplicada por uma estimativa da média da largura dos rios entre essas duas localidades (900 km x 2 km), que é igual a 1800 km² (EN B1). Parte substancial da Área de Ocupação (AOO) calculada equivale à extensão do rio Paraná dentro do PARNA Ilha Grande somado a um pequeno trecho do rio à montante do PARNA, que parece possuir as condições ambientais adequadas para a ocorrência da espécie, multiplicado pela média da largura do rio neste trecho (225 km x 2,5 km), que é igual a 562,5 km². O PE Ibiporã possui apenas 7 km²";" entretanto, a AOO real da espécie é certamente inferior a 500 km² (EN B2), considerando que ela parece habitar exclusivamente a calha do rio em profundidades entre 10 e 15m. Embora S. britskii ocorra em áreas de preservação, este trecho do alto Paraná está sendo profundamente alterado, principalmente através de implantação de UHEs. Considerando que a espécie parece ser extremamente sensível a este tipo de impacto, foram inferidas duas localizações. Portanto, S. britskii foi categorizada como Em Perigo (EN) sob os critérios B1+2ab(i,ii,iii,iv)."",""Sim"",""Não"",""Mato Grosso do Sul"",""|Centro-Oeste|"",""Desconhecido, Mata Atlântica"",""Sub-bacia Paraná RH1"","""","""","""",""Desconhecido"",""Desconhecida"","""","""","""","""","""","""",""""";;;;; "Animalia,""Chordata"",""Aves"",""Galliformes"",""Odontophoridae"",""Odontophorus"",""Odontophorus capueira plumbeicollis"",""Odontophorus capueira plumbeicollis"",""Cory, 1915"",""uru"",""Aves"",""11/2016"",""Criticamente em Perigo"",""Não"",""C2a(ii)"",""Odontophorus capueira plumbeicollis é endêmica do Brasil, com registros em Baturité, no Ceará, registros atuais na Rebio Guaribas, Paraíba e registro em Quebrangulo, em Alagoas. Sua área de distribuição é amplamente amostrada por diversos ornitólogos. A espécie é facilmente registrada pela vocalização. Assim sendo, é seguro dizer que atualmente a população total não ultrapassa 250 indivíduos maduros e que mais de 90% deles estão concentrados em uma única subpopulação (Serra de Baturité). Desta forma, O. c. plumbeicollis foi categorizada como Criticamente em Perigo (CR) pelo critério C2a(ii)."",""Sim"",""Sim"",""Alagoas, Ceará, Paraíba"",""|Nordeste|"",""Caatinga, Mata Atlântica"",""Sub-bacia Litoral AL PE PB Sub-bacia Litoral CE PB Sub-bacia Litoral CE PI"",""ESEC de Murici, REBIO de Pedra Talhada, REBIO Guaribas"",""ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL DA SERRA DE BATURITÉ, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL DE MURICÍ"","""",""Desconhecido"",""Declinando"",""11 - Mudanças e extremos climáticos|11.1 - Mudança/alteração de habitat 5 - Uso de recursos biológicos|5.1 - Caça e captura de animais terrestres ou marinhos|5.1.1 - Caça/captura intencional (a espécie é o alvo)|5.1.1.1 - Uso de subsistência/escambo local 8 - Espécies invasoras problemáticas e doenças|8.2 - Espécies domésticas|8.2.2 - Predadores 8 - Espécies invasoras problemáticas e doenças|8.2 - Espécies domésticas|8.2.4 - Patógenos/Parasitas"",""1 - Alimentação humana"",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação das Aves Ameaçadas do Bioma Mata Atlântica, Plano de Ação Nacional para a Conservação das Aves da Caatinga, Plano de Ação Nacional para a Conservação das Aves da Caatinga - 2º ciclo, Plano de Ação Nacional para a Conservação dos Galliformes"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Aves"",""Passeriformes"",""Scleruridae"",""Sclerurus"",""Sclerurus cearensis"",""Sclerurus cearensis"",""Snethlage, 1924"",""vira-folha-cearense"",""Aves"",""11/2016"",""Em Perigo"","""",""B2ab(iii)"",""Sclerurus cearensis é endêmica do Brasil, com registros apenas para Ceará, Piauí, Pernambuco e Bahia. É restrito a florestas úmidas e matas secas do interior do Nordeste, sendo sua área de ocupação (AOO) calculada em 484 km². A população é severamente fragmentada, tendo mais de 50% de sua área de ocupação separada por grandes distâncias, não havendo fluxo gênico. Há declínio continuado da área e qualidade do habitat devido ao desmatamento para exploração madeireira e expansão agropecuária. Assim sendo, S. cearensis foi categorizada como Em Perigo (EN), pelo critério B2ab(iii)."",""Sim"",""Sim"",""Bahia, Ceará, Pernambuco, Piauí"",""|Nordeste|"",""Caatinga, Cerrado, Mata Atlântica"",""Sub-bacia Contas Sub-bacia Jaguaribe Sub-bacia Litoral CE PI Sub-bacia Parnaíba Alto Sub-bacia Parnaíba Baixo Sub-bacia Parnaíba Médio Sub-bacia São Francisco Submédio"",""APA Chapada do Araripe, APA Serra da Ibiapaba, FLONA do Araripe-Apodi, PARNA da Serra das Confusões, PARNA de Ubajara"",""ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL DA SERRA DA ARATANHA, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL DA SERRA DE BATURITÉ"",""GÁLIA, RESERVA PARTICULAR DO PATRIMONIO NATURAL RPPN OASIS ARARIPE, RPPN Arajara Park, RPPN Reserva Serra das Almas, RPPN Serra das Almas II"",""Desconhecido"",""Desconhecida"",""11 - Mudanças e extremos climáticos|11.1 - Mudança/alteração de habitat 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.2 - Silvicultura|2.2.3 - Plantações em escala desconhecida 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.3 - Pecuária|2.3.4 - Pecuária em escala desconhecida 5 - Uso de recursos biológicos|5.3 - Extração florestal|5.3.2 - Uso intencional - larga escala"","""",""Criação de áreas protegidas, Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação das Aves da Caatinga, Plano de Ação Nacional para a Conservação das Aves da Caatinga - 2º ciclo"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Amphibia"",""Anura"",""Odontophrynidae"",""Proceratophrys"",""Proceratophrys palustris"",""Proceratophrys palustris"",""Giaretta & Sazima, 1993"",""Sapo"",""Anfíbios"",""06/2017"",""Criticamente em Perigo"",""Não"",""B1ab(iii)+2ab(iii)"",""Proceratophrys palustris é endêmica do Brasil, conhecida apenas da localidade-tipo, o Morro do Ferro, no município de Poços de Caldas, na Mata Atlântica do estado de Minas Gerais. A espécie foi registrada apenas no topo do morro, acima de 1.200 metros de altitude, e supõem-se que a extensão de ocorrência e área de ocupação sejam menores que 10 km2. Apesar dos esforços de coleta na localidade-tipo e entorno entre 2007 e 2015, a espécie não foi mais registrada. Foi considerada apenas uma localização, cuja principal ameaça é a atividade minerária. Além disso, atividades agropecuárias (plantio de eucalipto e abertura de pastagens) também provocam declínio continuado da qualidade do hábitat. Por essas razões, Proceratophrys palustris foi avaliada como Criticamente em Perigo (CR) pelos critérios B1ab(iii)+2ab(iii)."",""Sim"",""Sim"",""Minas Gerais"",""|Sudeste|"",""Mata Atlântica"",""Sub-bacia Grande"","""","""","""",""Não"",""Desconhecida"",""2 - Agropecuária e Aquacultura|2.1 - Culturas anuais e perenes não-madeireiras|2.1.4 - Agricultura de escala desconhecida 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.2 - Silvicultura|2.2.3 - Plantações em escala desconhecida 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.3 - Pecuária|2.3.4 - Pecuária em escala desconhecida 3 - Produção energética e mineração|3.2 - Mineração|3.2.3 - Extração de minérios - subsolo"","""",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para conservação da Herpetofauna Ameaçada da Mata Atlântica da Região Sudeste do Brasil"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Amphibia"",""Anura"",""Odontophrynidae"",""Proceratophrys"",""Proceratophrys sanctaritae"",""Proceratophrys sanctaritae"",""Cruz & Napoli, 2010"",""Sapo-de-chifres, Sapo-folha"",""Anfíbios"",""06/2017"",""Criticamente em Perigo"",""Não"",""B1ab(iii)"",""Proceratophrys sanctaritae é endêmica do Brasil, conhecida somente da localidade-tipo, na Serra do Timbó, uma cadeia montanhosa na Mata Atlântica coberta principalmente por florestas semidecíduas, no município de Amargosa, estado da Bahia. A espécie foi registrada entre 800 e 900 metros acima do nível do mar. Trata-se de uma região bastante amostrada, não havendo registros adicioanis, e a extensão de ocorrência da espécie foi estimada em 8 km2. A cobertura florestal da Serra do Timbó está ameaçada principalmente pela conversão de áreas nativas em cultivos de banana e cacau e pastagens, alé de ser afetada pelo corte seletivo de espécies florestais de interesse comercial, causando declínio contínuo da qualidade do hábitat. Considerando apenas uma localização, Proceratophrys sanctaritae foi avaliada como Criticamente em Perigo (CR) pelo critério B1ab(iii)."",""Sim"",""Sim"",""Bahia"",""|Nordeste|"",""Mata Atlântica"",""Sub-bacia Itapecuru-Paraguaçu"","""","""","""",""Não"",""Desconhecida"",""2 - Agropecuária e Aquacultura|2.1 - Culturas anuais e perenes não-madeireiras 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.3 - Pecuária 5 - Uso de recursos biológicos|5.3 - Extração florestal"","""",""Criação de áreas protegidas, Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação da Herpetofauna Ameaçada da Mata Atlântica Nordestina, Plano de Ação Nacional para a Conservação da Herpetofauna do Nordeste - 2º ciclo"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Arthropoda"",""Insecta"",""Lepidoptera"",""Nymphalidae"",""Pampasatyrus"",""Pampasatyrus glaucope eberti"","""",""Pyrcz & Zacca, 2016"",""Borboleta"",""Invertebrados Terrestres"",""04/2018"",""Vulnerável"","""",""D2"",""Pampasatyrus glaucope eberti é conhecida apenas de uma localidade, no entorno Parque Nacional da Serra da Bocaina, acima de 1.700m de altitude. Não foi encontrada em áreas adjuntas, que já foram intensamente amostradas. Vive restritamente em hábitat susceptível ao fogo e à conversão das paisagens naturais pela silvicultura, que pode levar o táxon à condição de CR ou EX em curto prazo. Por isso, P. glaucope eberti foi classificada como Vulnerável (VU), pelo critério D2."",""Sim"",""Sim"",""São Paulo"",""|Sudeste|"",""Mata Atlântica"",""Sub-bacia Paraíba do Sul"","""","""","""",""Não"",""Desconhecida"",""11 - Mudanças e extremos climáticos|11.1 - Mudança/alteração de habitat 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.2 - Silvicultura|2.2.3 - Plantações em escala desconhecida 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.1 - Incêndios e supressão de incêndios|7.1.1 - Aumento da frequência/intensidade de incêndios"","""","""","""",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Arthropoda"",""Insecta"",""Lepidoptera"",""Nymphalidae"",""Pampasatyrus"",""Pampasatyrus reticulata gagarini"","""",""Zacca, Pyrcz, Mielke & Casagrande, 2016"",""Borboleta"",""Invertebrados Terrestres"",""04/2018"",""Em Perigo"","""",""B1ab(iii)"",""Pampasatyrus reticulata gagarini é conhecida de quatro localidades na Serra da Mantiqueira, em áreas de brejo de altitude. Sua Extensão de Ocorrência (EOO) é inferior à 5.000km2, apresenta população severamente fragmentada e declínio continuado na qualidade de seu habitat, devido principalmente à susceptibilidade ao fogo. Por isso, P. reticulata gagarini foi categorizada como Em Perigo (EN), pelo critério B1ab(iii)."",""Sim"",""Sim"",""Rio de Janeiro, São Paulo"",""|Sudeste|"",""Mata Atlântica"",""Sub-bacia Grande Sub-bacia Paraíba do Sul"",""APA Serra da Mantiqueira, PARNA de Itatiaia"",""APA CAMPOS DO JORDÃO, APA SAPUCAí MIRIM"","""",""Não"",""Desconhecida"",""11 - Mudanças e extremos climáticos|11.1 - Mudança/alteração de habitat 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.1 - Incêndios e supressão de incêndios|7.1.1 - Aumento da frequência/intensidade de incêndios"","""","""","""",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Arthropoda"",""Insecta"",""Lepidoptera"",""Nymphalidae"",""Praepedaliodes"",""Praepedaliodes sequeirae"","""",""Pyrcz, Dias & Dolbaina, 2017"",""Borboleta"",""Invertebrados Terrestres"",""04/2018"",""Criticamente em Perigo"",""Não"",""B1ab(iii)"",""Praepedaliodes sequeirae é endêmica do Brasil, onde só é conhecida por dois registros, no município de Resende - RJ, dentro do Parque Nacional de Itatitaia e acima de 2.200m de altitude. Não foi encontrada em áreas adjuntas, que já foram intensamente amostradas. Nesta pequena distribuição conhecida, a Extensão de Ocorrência (EOO) é inferior a 10km², sendo o fogo a principal ameaça a espécie, podemos considerar uma única localização e declínio continuado da qualidade do habitat. Por isso, P. sequeirae foi classificada como Criticamente em Perigo (CR), pelo critério B1ab(iii)."",""Sim"",""Sim"",""Rio de Janeiro"",""|Sudeste|"",""Mata Atlântica"",""Sub-bacia Paraíba do Sul"",""PARNA de Itatiaia"","""","""","""",""Desconhecida"",""7 - Modificações nos sistemas naturais|7.1 - Incêndios e supressão de incêndios|7.1.1 - Aumento da frequência/intensidade de incêndios"","""",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação de Insetos Polinizadores"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"",""2200"",""""";;;;;; "Animalia,""Arthropoda"",""Insecta"",""Lepidoptera"",""Nymphalidae"",""Yphthimoides"",""Yphthimoides iserhardi"","""",""A.V.L. Freitas & E. Barbosa, 2015"",""Borboleta"",""Invertebrados Terrestres"",""04/2018"",""Em Perigo"","""",""B1ab(iii)"",""Yphthimoides iserhardi é endêmica do Brasil e conhecida apenas de três localidades, na Chapada Diamantina (BA), no entorno do Parque Nacional. Vive restritamente em habitat de campo rupestre susceptíveis ao fogo e à conversão de paisagens naturais, devido à intensa atividade agrícola da região, que causam declínio continuado da qualidade de seu habitat. Sua Extensão de Ocorrência (EOO) foi calculada em 2.435 km2 e, considerando o fogo como principal ameaça à espécie, podemos identificar três localizações. Por isso, Y. iserhardi foi categorizada como Em Perigo (EN), pelo critério B1ab(iii)."",""Sim"",""Sim"",""Bahia"",""|Nordeste|"",""Caatinga"",""Sub-bacia Contas Sub-bacia Itapecuru-Paraguaçu"","""",""ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL MARIMBUS / IRAQUARA"","""","""",""Desconhecida"",""2 - Agropecuária e Aquacultura|2.1 - Culturas anuais e perenes não-madeireiras|2.1.4 - Agricultura de escala desconhecida 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.1 - Incêndios e supressão de incêndios|7.1.1 - Aumento da frequência/intensidade de incêndios"","""","""","""",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Actinopterygii"",""Characiformes"",""Characidae"",""Stygichthys"",""Stygichthys typhlops"","""",""Brittan & Böhlke, 1965"",""Piaba-branca"",""Peixes Continentais"",""10/2011"",""Em Perigo"","""",""B2ab(ii,iii)"",""Stygichthys typhlops é encontrada somente no lençol freático na drenagem do córrego Escuro, afluente do rio Verde Grande, alto rio São Francisco, estado de Minas Gerais, Brasil. Considerando a extensão do córrego, de cerca de 15 km, estima-se que a Área de Ocupação (AOO) seja de 15 km2. Esse lençol freático tem sofrido intenso rebaixamento pela extração da água para cultivo de banana em larga escala, o que, além de diminuir o hábitat disponível para a espécie, pode afetar também o aporte de alimento. Como essa ameaça afeta todo o lençol, foi considerada a existência de apenas uma localização. Faz-se urgente um estudo hidrológico visando prever a quantidade máxima de água que pode ser removida do lençol. Portanto, a espécie foi classificada como Em Perigo (EN) pelos critérios B2ab(ii,iii)."",""Sim"",""Não"",""Minas Gerais"",""|Sudeste|"",""Cerrado"",""Sub-bacia São Francisco Médio"","""","""","""",""Não"",""Declinando"","""","""","""","""","""","""",""""";;;;;; "Animalia,""Arthropoda"",""Entognatha"",""Symphypleona"",""Sminthuridae"",""Pararrhopalites"",""Pararrhopalites papaveroi"",""Pararrhopalites papaveroi"",""(Zeppelini & Palacios-Vargas, 1999)"","""",""Invertebrados Terrestres"",""05/2018"",""Em Perigo"","""",""B2ab(iii)"",""Pararrhopalites papaveroi é endêmica do Brasil e restrita às cavernas João de Arruda e Gruta Lago Azul, em Bonito/Mato Grosso do Sul. A área de ocupação da espécie é menor que 500 km², em duas localizações, e sofre pressão e desgaste oriundos das populações adjacentes e da intensa atividade de visitação turística nas cavernas da região. Os visitantes causam degradação e perda de hábitat e indivíduos da população através do pisoteamento da fauna de solo e dos locais habitados por ela, como acúmulos de guano e poças d’água, configurando um declínio continuado na qualidade do habitat. Por isso, P. papaveroi foi categorizada como Em Perigo (EN) segundo o critério B2ab(iii)."",""Sim"",""Sim"",""Mato Grosso do Sul"",""|Centro-Oeste|"",""Cerrado"",""Sub-bacia Paraguai 01"","""",""MONUMENTO NATURAL DA GRUTA DO LAGO AZUL"","""",""Não"",""Desconhecida"",""6 - Distúrbios humanos|6.1 - Atividades recreacionais/turísticas"","""",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação das Cavernas do Brasil"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Arthropoda"",""Malacostraca"",""Decapoda"",""Gecarcinidae"",""Johngarthia"",""Johngarthia lagostoma"",""Johngarthia lagostoma"",""(H. Milne Edwards, 1837)"","""",""Invertebrados Marinhos"",""10/2016"",""Em Perigo"","""",""B1ab(ii,iii)"",""Johngarthia lagostoma é uma espécie endêmica de ilhas oceânicas, sendo encontrada, no Brasil, nos Arquipélagos de Fernando de Noronha, Atol das Rocas e Trindade/Martim Vaz. Uma das principais ameaças sofridas pela espécie ocorre pela introdução de espécies exóticas (gatos e cachorros), em Fernando de Noronha e Trindade, com algumas destas espécies, em especial as domésticas, interferindo diretamente nas populações do caranguejo, predando-o. Também há uma evidente redução na área de ocupação e qualidade do habitat da espécie em Fernando de Noronha, devido à urbanização crescente. Pesquisa recente sugere a existência de interrupção do fluxo gênico, indicando a existência de pelo menos duas Unidades Evolutivamente Significativas (do inglês ESUs): uma na ilha de Trindade e outras compreendendo os indivíduos das demais localidades. Considerando que a extensão de ocorrência é menor que 5.000 km2, que a espécie apresenta menos de 5 localizações e está severamente fragmentada, considerando a ameaça das espécies exóticas nas ilhas, e que existe redução da área de ocupação e qualidade do habitat, J. lagostoma foi categorizada como “Em Perigo (EN)” de acordo com os critérios B1ab(ii,iii)."",""Não"",""Sim"",""Espírito Santo, Pernambuco, Rio Grande do Norte"",""|Nordeste|Sudeste|"",""Mata Atlântica, Sistema Costeiro-Marinho"","""",""APA Fernando de Noronha, REBIO Atol das Rocas"","""","""",""Desconhecido"",""Desconhecida"",""1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.3 - Áreas de turismo e recreação 6 - Distúrbios humanos|6.1 - Atividades recreacionais/turísticas 8 - Espécies invasoras problemáticas e doenças|8.2 - Espécies domésticas|8.2.2 - Predadores"","""","""","""",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Aves"",""Passeriformes"",""Thamnophilidae"",""Thamnophilus"",""Thamnophilus nigrocinereus huberi"","""",""Snethlage, 1907"",""choca-preta-e-cinza"",""Aves"",""08/2018"",""Vulnerável"","""",""D2"",""Thamnophilus nigrocinereus huberi é endêmica do Brasil. Ocupa uma área bastante restrita, sendo encontrado, principalmente, em ilhas grandes, com floresta alagável bem desenvolvida, da calha do médio e alto rio Tapajós e seus formadores. O complexo de hidrelétricas da bacia do Tapajós, com diversas represas ainda a serem instaladas, modificará o regime hidrológico, eliminará parte do ambiente e impactará o habitat preferencial desse táxon em toda sua distribuição, caracterizando assim menos de cinco localizações. Esses impactos podem levar o táxon a uma condição crítica de ameaça em curto prazo. Dessa forma, T. n. huberi foi categorizado como Vulnerável (VU), pelo critério D2."",""Sim"",""Sim"",""Pará"",""|Norte|"",""Amazônia"",""Sub-bacia Tapajós"",""PARNA Amazônia"","""","""",""Não"",""Desconhecida"",""3 - Produção energética e mineração|3.3 - Energia renovável|3.3.1 - Hidrelétricas 5 - Uso de recursos biológicos|5.3 - Extração florestal|5.3.4 - Efeitos indiretos - larga escala"","""","""","""",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Arthropoda"",""Insecta"",""Coleoptera"",""Dytiscidae"",""Copelatus"",""Copelatus cessaima"",""Copelatus cessaima"",""Caetano, Bená & Vanin, 2013"","""",""Invertebrados de Água Doce"",""05/2018"",""Em Perigo"","""",""B1ab(iii)"",""Copelatus cessaima é distribuída e registrada em cavernas das regiões conhecidas como Serra Norte de Carajás (Floresta Nacional de Carajás) e Serra Leste, Pará. Essas duas localidades distam cerca de 60km entre e, aparentemente, não há habitat disponível para a espécie entre elas. Sua extensão de ocorrência foi estimada em 145km2. A espécie não é encontrada em outros platôs da região. As cavernas nas Serras Norte e Leste de Carajás sofrem intensa exploração mineral (minério de ferro). Considerando duas localizações, a espécie foi categorizada como Em Perigo (EN) pelo critério B1ab(iii)."",""Sim"",""Sim"",""Pará"",""|Norte|"",""Amazônia"",""Sub-bacia Tocantins Baixo"",""FLONA Carajás"","""","""",""Não"",""Desconhecida"",""11 - Mudanças e extremos climáticos|11.1 - Mudança/alteração de habitat 3 - Produção energética e mineração|3.2 - Mineração|3.2.3 - Extração de minérios - subsolo 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.3 - Outras modificações nos ecossistemas"","""",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação das Cavernas do Brasil"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Arthropoda"",""Malacostraca"",""Amphipoda"",""Artesiidae"",""Spelaeogammarus"",""Spelaeogammarus sanctus"","""",""Bastos-Pereira & Ferreira, 2015"","""",""Invertebrados de Água Doce"",""05/2018"",""Criticamente em Perigo"",""Não"",""B2ab(iii)"",""Spelaeogammarus sanctus é endêmica do Brasil e conhecida somente da localidade-tipo, a gruta dos Milagres, no município de Bom Jesus da Lapa, Bahia. A gruta localiza-se em um maciço cárstico inserido no meio do centro urbano do município de Bom Jesus da Lapa. A gruta dos Milagres tem sido visitada periodicamente nos últimos séculos e os peregrinos sempre retiram a água do lençol freático onde vivem os espécimes de S. sanctus. Várias garrafas e outros materiais (como baterias, fios e plástico) são frequentemente deixados para trás e depois depositados no fundo do lago. Tais materiais, especialmente baterias e componentes de ferro, podem liberar elementos tóxicos e compostos no lençol freático, ameaçando seriamente a população de anfípodes. Não há um plano de manejo para controlar o uso desta caverna. Considerando uma área de ocupação de menos de 10km2 e uma localização, a espécie foi categorizada como Criticamente em Perigo (CR) pelo critério B2ab(iii)."",""Sim"",""Sim"",""Bahia"",""|Nordeste|"",""Cerrado"",""Sub-bacia São Francisco Médio"","""","""","""",""Não"",""Desconhecida"",""11 - Mudanças e extremos climáticos|11.1 - Mudança/alteração de habitat 1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.1 - Expansão urbana 1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.3 - Áreas de turismo e recreação 6 - Distúrbios humanos|6.1 - Atividades recreacionais/turísticas 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.2 - Represas e uso de água|7.2.5 - Captação de água subterrânea - uso doméstico 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.3 - Outras modificações nos ecossistemas 9 - Poluição|9.4 - Lixo e resíduos sólidos|9.4.1 - Urbanos"","""",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação das Cavernas do Brasil"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Arthropoda"",""Arachnida"",""Pseudoscorpiones"",""Bochicidae"",""Spelaeobochica"",""Spelaeobochica iuiu"",""Spelaeobochica iuiu"",""Ratton, Mahnert & Ferreira, 2012"","""",""Invertebrados Terrestres"",""05/2018"",""Em Perigo"","""",""B1ab(iii)+2ab(iii)"",""Spelaebochica iuiu é endêmica do Brasil, coletada em duas cavernas próximas (Lapa do Baixão e Tapera d'’água) localizadas no município de Iuiu/Bahia. Outras cavernas da região são bem amostradas e a espécie não foi identificada em nenhuma outra localidade. Embora as cavernas estejam relativamente bem preservadas, parte considerável do seu entorno está impactado por atividades antrópicas como desmatamento para agricultura e pecuária, o que tem levado a um declínio da qualidade do habitat da espécie. Além disso, a região está em fase de pesquisa mineral. Diante do exposto e considerando Extensão de Ocorrência e Área de Ocupação inferiores a 500 km2, além de duas localizações, S. iuiu foi categorizada como Em Perigo (EN) pelos critérios B1ab(iii)+2ab(iii)."",""Sim"",""Sim"",""Bahia"",""|Nordeste|"",""Cerrado"",""Sub-bacia São Francisco Médio"","""","""","""",""Não"",""Desconhecida"",""11 - Mudanças e extremos climáticos|11.1 - Mudança/alteração de habitat 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.1 - Culturas anuais e perenes não-madeireiras|2.1.2 - Agricultura em pequenas propriedades 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.3 - Pecuária|2.3.2 - Pecuária em pequenas propriedades 5 - Uso de recursos biológicos|5.3 - Extração florestal|5.3.5 - Motivação desconhecida 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.3 - Outras modificações nos ecossistemas"","""",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação das Cavernas do Brasil"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Arthropoda"",""Malacostraca"",""Amphipoda"",""Artesiidae"",""Spelaeogammarus"",""Spelaeogammarus spinilacertus"","""",""Koenemann & Holsinger, 2000"","""",""Invertebrados de Água Doce"",""05/2018"",""Em Perigo"","""",""B1ab(iii)"",""Spelaeogammarus spinilacertus é endêmica do Brasil e conhecida de algumas cavernas no município de Iraquara, Bahia. Sua extensão de ocorrência foi calculada em 88km2. As principais ameaças na região de Iraquara são a exploração drástica e descontrolada das águas subterrâneas e a poluição dos aquíferos por pesticidas. O nível das águas subterrâneas da região está diminuindo drasticamente nos últimos dois anos, afetando diretamente o habitat da espécie. Além disso, as cavernas são alvo de visitação, que ocorre de forma ordenada. Considerando cinco localizações, a espécie foi categorizada como Em Perigo (EN) pelo critério B1ab(iii)."",""Sim"",""Sim"",""Bahia"",""|Nordeste|"",""Caatinga"",""Sub-bacia Itapecuru-Paraguaçu"","""",""ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL MARIMBUS / IRAQUARA"","""",""Não"",""Desconhecida"",""6 - Distúrbios humanos|6.1 - Atividades recreacionais/turísticas 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.2 - Represas e uso de água|7.2.7 - Captação de água subterrânea - uso na agricultura"","""",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação das Cavernas do Brasil"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Arthropoda"",""Malacostraca"",""Amphipoda"",""Artesiidae"",""Spelaeogammarus"",""Spelaeogammarus trajanoae"","""",""Koenemann & Holsinger, 2000"","""",""Invertebrados de Água Doce"",""05/2018"",""Em Perigo"","""",""B1ab(iii)"",""Spelaeogammarus trajanoae é conhecida somente de algumas cavernas nos municípios de Umburanas, Campo Formoso e Várzea Nova (Bahia). Sua extensão de ocorrência foi estimada em 2.509km2. Estudos em outras cavernas não localizaram a espécie. A principal ameaça é o rebaixamento do nível do lençol freático decorrente da captação de água subterrânea, o que ocorre ao longo de toda a distribuição da espécie e afeta diretamente o seu habitat. Além disso, as cavernas são afetadas por outras atividades antrópicas como remoção da vegetação nativa. Considerando cinco localizações, a espécie foi categorizada como Em Perigo (EN) segundo o critério B1ab(iii)."",""Sim"",""Sim"",""Bahia"",""|Nordeste|"",""Caatinga"",""Sub-bacia São Francisco Submédio"",""APA do Boqueirao da Onça"","""","""",""Não"",""Desconhecida"",""2 - Agropecuária e Aquacultura|2.1 - Culturas anuais e perenes não-madeireiras|2.1.2 - Agricultura em pequenas propriedades 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.1 - Culturas anuais e perenes não-madeireiras|2.1.3 - Agricultura agro-industrial 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.3 - Pecuária|2.3.4 - Pecuária em escala desconhecida 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.2 - Represas e uso de água|7.2.5 - Captação de água subterrânea - uso doméstico 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.2 - Represas e uso de água|7.2.7 - Captação de água subterrânea - uso na agricultura"","""",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação das Cavernas do Brasil"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Arthropoda"",""Malacostraca"",""Isopoda"",""Styloniscidae"",""Spelunconiscus"",""Spelunconiscus castroi"","""",""Campos-Filho, Araujo & Taiti, 2014"","""",""Invertebrados Terrestres"",""05/2018"",""Criticamente em Perigo"",""Não"",""B2ab(iii)"",""Spelunconiscus castroi tem ocorrência conhecida para duas cavernas em um mesmo maciço calcário localizado no Município de Matozinhos, Minas Gerais. Existe mineração em atividade e há polígonos com concessão de lavra no entorno das cavernas, que também se encontra bastante desmatado e com pastagens. A espécie depende do ambiente aquático, o que aumenta sua vulnerabilidade. A Área de Ocupação é estimada em menos de 10km2. Considerando o declínio continuado da qualidade do habitat e apenas uma localização, a espécie foi categorizada como CR pelo critério B2ab(iii)."",""Sim"",""Sim"",""Minas Gerais"",""|Sudeste|"",""Cerrado"",""Sub-bacia São Francisco Alto"",""APA Carste da Lagoa Santa"","""","""",""Não"",""Desconhecida"",""2 - Agropecuária e Aquacultura|2.3 - Pecuária|2.3.4 - Pecuária em escala desconhecida 3 - Produção energética e mineração|3.2 - Mineração|3.2.3 - Extração de minérios - subsolo"","""",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação das Cavernas do Brasil"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Mollusca"",""Gastropoda"",""Littorinimorpha"",""Pomatiopsidae"",""Spiripockia"",""Spiripockia punctata"",""Spiripockia punctata"",""Simone, 2012"","""",""Invertebrados de Água Doce"",""05/2018"",""Criticamente em Perigo"",""Não"",""B2ab(iii)"",""Spiripockia punctata é endêmica do Brasil, conhecida apenas da localidade-tipo, a Lapa dos Peixes, no Município de São Félix do Coribe (Bahia). Amostragens em outras cavernas do mesmo sistema não localizaram a espécie em outra localidade, e mesmo na Lapa dos Peixes só foi registrada em um riacho. Sua área de ocupação foi estimada em menos de 10km2. A espécie parece ser abundante no local. A área da Serra do Ramalho não é legalmente protegida e a extração acelerada da vegetação original para o cultivo de algodão e soja representa a principal ameaça para os ecossistemas subterrâneos, afetando a qualidade do habitat da espécie. Tem sido observada diminuição da precipitação, e a redução do nível freático é outra ameaça. Além disso, a caverna está localizada em polígono com autorização de pesquisa mineral. Considerando uma localização, a espécie foi categorizada como Criticamente em Perigo (CR) pelo critério B2ab(iii)."",""Sim"",""Sim"",""Bahia"",""|Nordeste|"",""Cerrado"",""Sub-bacia São Francisco Médio"","""","""","""",""Não"",""Desconhecida"",""11 - Mudanças e extremos climáticos|11.1 - Mudança/alteração de habitat 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.3 - Pecuária|2.3.2 - Pecuária em pequenas propriedades 3 - Produção energética e mineração|3.2 - Mineração|3.2.3 - Extração de minérios - subsolo 6 - Distúrbios humanos|6.1 - Atividades recreacionais/turísticas 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.2 - Represas e uso de água|7.2.8 - Captação de água subterrânea - uso desconhecido"","""",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação das Cavernas do Brasil"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Arthropoda"",""Entognatha"",""Entomobryomorpha"",""Paronellidae"",""Trogolaphysa"",""Trogolaphysa aelleni"",""Trogolaphysa aelleni"",""Yosii, 1988"","""",""Invertebrados Terrestres"",""05/2018"",""Criticamente em Perigo"",""Não"",""B1ab(iii)+2ab(iii)"",""Trogolaphysa aelleni é endêmica do Brasil e restrita à Gruta das Areias, Iporanga/São Paulo, Parque Estadual Turístico do Alto Ribeira. As cavernas da região são bem amostradas, mas a espécie não foi registrada em outras cavidades. A Extensão de Ocorrência e Área de Ocupação da espécie são restritas (inferiores a 10km2). Embora na caverna não seja permitida a visitação, seu acesso não é controlado e localiza-se muito próximo aos limites do Parque. Embora parte do sistema esteja em uma área protegida em bom estado de conservação, as áreas de recarga estão fora da unidade de conservação e sofrem com aporte de poluentes, principalmente esgoto doméstico, descarte de água cinza e metais pesados decorrentes de mineração, provocando declínio da qualidade da água. Esses impactos no ambiente aquático provavelmente interferem também no ambiente terrestre em função da dinâmica hídrica do sistema (inundações cíclicas). Considerando uma localização, a espécie foi categorizada como Criticamente em Perigo (CR) de acordo com os critério B1ab(iii)+2ab(iii)."",""Sim"",""Sim"",""São Paulo"",""|Sudeste|"",""Mata Atlântica"",""Sub-bacia Litoral RJ SP"","""",""PARQUE ESTADUAL TURÍSTICO DO ALTO DO RIBEIRA"","""",""Não"",""Desconhecida"",""11 - Mudanças e extremos climáticos|11.1 - Mudança/alteração de habitat 1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.1 - Expansão urbana 1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.3 - Áreas de turismo e recreação 6 - Distúrbios humanos|6.1 - Atividades recreacionais/turísticas 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.3 - Outras modificações nos ecossistemas 9 - Poluição|9.1 - Doméstica e urbana - escoamento de água|9.1.1 - Esgoto 9 - Poluição|9.2 - Industrial|9.2.2 - Infiltraçao oriunda de mineração 9 - Poluição|9.2 - Industrial|9.2.3 - Contaminação por metais pesados"","""",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação das Cavernas do Brasil"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Arthropoda"",""Malacostraca"",""Isopoda"",""Styloniscidae"",""Xangoniscus"",""Xangoniscus aganju"","""",""Campos-Filho, Araujo & Taiti, 2014"","""",""Invertebrados Terrestres"",""05/2018"",""Em Perigo"","""",""B1ab(iii)"",""Xangoniscus aganju é endêmica do Brasil e conhecida de três cavernas em Serra do Ramalho/Bahia. A área da Serra do Ramalho não é legalmente protegida e a extração acelerada da vegetação original para o cultivo de algodão e soja representa a principal ameaça para os ecossistemas subterrâneos, afetando a qualidade do habitat da espécie. Tem sido observada diminuição da precipitação, e a redução do nível freático é uma ameaça potencial. Uma das cavernas (a localidade-tipo) está localizada em polígono com pesquisa minerária em andamento. Sua extensão foi estimada em menos 100km2. Considerando duas localizações, a espécie foi categorizada como Em Perigo (EN) pelo critério B1ab(iii)."",""Sim"",""Sim"",""Bahia"",""|Nordeste|"",""Cerrado"",""Sub-bacia São Francisco Médio"","""","""","""",""Não"",""Desconhecida"",""11 - Mudanças e extremos climáticos|11.1 - Mudança/alteração de habitat 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.1 - Culturas anuais e perenes não-madeireiras|2.1.4 - Agricultura de escala desconhecida 3 - Produção energética e mineração|3.2 - Mineração|3.2.3 - Extração de minérios - subsolo 5 - Uso de recursos biológicos|5.3 - Extração florestal|5.3.5 - Motivação desconhecida 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.3 - Outras modificações nos ecossistemas"","""",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação das Cavernas do Brasil"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Arthropoda"",""Arachnida"",""Araneae"",""Theraphosidae"",""Tmesiphantes"",""Tmesiphantes hypogeus"",""Tmesiphantes hypogeus"",""Bertani, Bichuette & Pedroso, 2013"","""",""Invertebrados Terrestres"",""05/2018"",""Criticamente em Perigo"",""Não"",""B2ab(iii)"",""Tmesiphantes hypogeus é endêmica do Brasil, conhecida de apenas duas cavernas em Igatu, município de Andaraí/Bahia, localizadas no Parque Nacional da Chapada Diamantina. Embora o garimpo seja proibido a atividade, que foi intensa no passado, ainda ocorre de forma ilegal, inclusive dentro das cavernas. A área de ocupação da espécie é estimada em menos de 10km2, e é possível que as cavernas sejam um único sistema, sendo considerada apenas uma localização. Portanto, a espécie foi categorizada como Criticamente em Perigo (CR) segundo o critério B2ab(iii)."",""Sim"",""Sim"",""Bahia"",""|Nordeste|"",""Caatinga"",""Sub-bacia Itapecuru-Paraguaçu"",""PARNA da Chapada Diamantina"","""","""",""Não"",""Desconhecida"",""11 - Mudanças e extremos climáticos|11.1 - Mudança/alteração de habitat 3 - Produção energética e mineração|3.2 - Mineração|3.2.3 - Extração de minérios - subsolo 3 - Produção energética e mineração|3.2 - Mineração|3.2.4 - Extração de minérios - garimpo"","""",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação das Cavernas do Brasil"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Arthropoda"",""Entognatha"",""Collembola"",""Paronellidae"",""Troglobius"",""Troglobius brasiliensis"",""Troglobius brasiliensis"",""Palacios-Vargas & Zeppelini, 1995"","""",""Invertebrados Terrestres"",""05/2018"",""Criticamente em Perigo"",""Não"",""B2ab(iii)"",""Troglobius brasiliensis é endêmica do Brasil e restrita à localidade-tipo, a caverna do Limoeiro, em Medicilândia, no Pará. A área de ocupação da espécie é restrita (apenas uma localidade) e inferior a 10 km². A caverna sofre pressão e desgaste oriundos das populações adjacentes e da atividade de visitação turística. Os visitantes causam degradação e perda de habitat original e indivíduos da população através do pisoteamento da fauna de solo e dos microhabitats ocupados por ela, como acúmulos de guano e poças d’água. É válido ressaltar que, embora a espécie tenha sido descrita em 1995, a área de Medicilândia e adjacências foi intensamente estudada e os registros de espécimes de colêmbolos na área, resultantes de amostragem seguidas, confirmam que T. brasiliensis está de fato restrita à Caverna do Limoeiro. Por isso, T. brasiliensis foi categorizada como Criticamente em Perigo (CR ) pelo critério B2ab(iii)."",""Sim"",""Sim"",""Pará"",""|Norte|"",""Amazônia"",""Sub-bacia Xingu"","""","""","""",""Não"",""Desconhecida"",""11 - Mudanças e extremos climáticos|11.1 - Mudança/alteração de habitat 6 - Distúrbios humanos|6.1 - Atividades recreacionais/turísticas"","""",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação das Cavernas do Brasil"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Amphibia"",""Anura"",""Bufonidae"",""Melanophryniscus"",""Melanophryniscus klappenbachi"",""Melanophryniscus klappenbachi"",""Prigioni & Langone, 2000"",""Mão-vermelha-do-chaco"",""Anfíbios"",""05/2018"",""Vulnerável"","""",""B1ab(iii)"",""Melanophryniscus klappenbachi é conhecida para o Brasil, Argentina e Paraguai, sendo espécie típica de Chaco (Savana Estépica). No Brasil, foi registrada em 2012 no município de Porto Murtinho, estado de Mato Grosso do Sul, no bioma Pantanal. Acredita-se que sua distribuição no país seja mais ampla que a atualmente conhecida, mas não ultrapassando a região do Chaco. Assim, infere-se que sua extensão de ocorrência máxima seja equivalente à área do Chaco no Brasil (12.505,9 km2). Nessa região, o município onde a espécie foi registrada é o que mais sofre supressão da vegetação natural, principalmente devido à expansão da pecuária extensiva com pastagens plantadas, atividade que causa declínio contínuo da qualidade do hábitat e fragmentação severa da população da espécie. Por estas razões, Melanophryniscus klappenbachi foi avaliada como Vulnerável (VU) pelo critério B1ab(iii)."",""Não"",""Sim"",""Mato Grosso do Sul"",""|Centro-Oeste|"",""Pantanal"",""Sub-bacia Paraguai 01"","""","""","""",""Desconhecido"",""Desconhecida"",""2 - Agropecuária e Aquacultura|2.3 - Pecuária"","""",""Criação de áreas protegidas, Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para Conservação das Espécies Ameaçadas de Extinção da Ictiofauna, Herpetofauna e Primatas do Cerrado e Pantanal"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Aves"",""Passeriformes"",""Tyrannidae"",""Stigmatura"",""Stigmatura napensis napensis"",""Stigmatura napensis napensis"",""Chapman, 1926"",""papa-mosca-do-sertão"",""Aves"",""08/2018"",""Vulnerável"","""",""A4c"",""Stigmatura napensis napensis ocorre somente em ilhas e bancos de areia recém-formados ao longo dos grandes rios de água barrenta da Amazônia, ocorrendo no extremo sul da Colômbia, nordeste do Peru e leste do Equador. Uma população foi recentemente descoberta no baixo rio Branco, em Roraima. A partir da perda do seu habitat devido ao avanço da agricultura, à construção de hidrelétricas (principalmente nos rios Madeira e Branco) e a atividades de garimpo no rio Madeira, suspeita-se de um declínio populacional de pelo menos 30% em uma janela de 11 anos (três gerações), incluindo passado e futuro. Por isso, Stigmatura napensis napensis foi categorizada como Vulnerável (VU) pelo critério A4c."",""Não"",""Sim"",""Amazonas, Pará, Rondônia, Roraima"",""|Norte|"",""Amazônia"",""Sub-bacia Madeira Sub-bacia Negro Sub-bacia Purus Sub-bacia Solimões Sub-bacia Tapajós Sub-bacia Trombetas"",""ESEC Niquiá, FLONA do Tapajós, PARNA do Viruá, PARNA Serra da Mocidade, RESEX Baixo Rio Branco Jauaperi"",""ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL MARGEM ESQUERDA DO RIO NEGRO-SETOR TARUMÃ AÇU-TARUMÃ MIRIMA"",""RPPN Laço de Amor, RPPN Seringal Assunção"",""Não"",""Declinando"",""2 - Agropecuária e Aquacultura|2.1 - Culturas anuais e perenes não-madeireiras|2.1.4 - Agricultura de escala desconhecida 3 - Produção energética e mineração|3.2 - Mineração|3.2.4 - Extração de minérios - garimpo 3 - Produção energética e mineração|3.3 - Energia renovável|3.3.1 - Hidrelétricas 4 - Transportes e serviços de transmissão|4.3 - Portos"","""",""Plano de Ação Nacional (PAN), Proteção de locais/áreas"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação das Aves Ameaçadas do Bioma Amazônia"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Arthropoda"",""Chilopoda"",""Scolopendromorpha"",""Cryptopidae"",""Cryptops"",""Cryptops spelaeoraptor"",""Cryptops spelaeoraptor"",""Ázara & Ferreira, 2014"","""",""Invertebrados Terrestres"",""05/2018"",""Criticamente em Perigo"",""Não"",""B2ab(iii)"",""Cryptops (Cryptops) spelaeoraptor é endêmica do Brasil, conhecida apenas da localidade-tipo, a toca do Gonçalo, em Campo Formoso, Bahia. Somente o holótipo é conhecido e a espécie parece ser rara no local. A localidade-tipo e outras cavernas da região foram visitadas diversas vezes desde 1998, mas apenas um indivíduo foi registrado. A caverna é fortemente impactada principalmente pela redução do nível da água, resultando em declínio da qualidade de habitat. Além disso, a vegetação do entorno encontra-se bastante desmatada e a região possui polígonos minerários com requerimento de lavra. Considerando uma área de ocupação menor do que 10km2 e uma localização, a espécie foi categorizada em Criticamente em Perigo (CR) pelo critério B2ab(iii)."",""Sim"",""Sim"",""Bahia"",""|Nordeste|"",""Caatinga"",""Sub-bacia São Francisco Submédio"","""","""","""",""Não"",""Desconhecida"",""11 - Mudanças e extremos climáticos|11.1 - Mudança/alteração de habitat 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.3 - Pecuária|2.3.2 - Pecuária em pequenas propriedades 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.2 - Represas e uso de água|7.2.5 - Captação de água subterrânea - uso doméstico 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.2 - Represas e uso de água|7.2.7 - Captação de água subterrânea - uso na agricultura 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.3 - Outras modificações nos ecossistemas"","""",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação das Cavernas do Brasil"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Aves"",""Passeriformes"",""Corvidae"",""Cyanocorax"",""Cyanocorax hafferi"",""Cyanocorax hafferi"",""Cohn-Haft, Santos-Júnior, Fernandes & Ribas, 2013"",""cancão-da-campina"",""Aves"",""08/2018"",""Vulnerável"","""",""A4c"",""Cyanocorax hafferi é endêmica da Amazônia brasileira, ocorrendo principalmente no interflúvio Madeira-Purus (estado do Amazonas), ocupando exclusivamente beira de campos naturais. Embora ocorra em unidades de conservação, estas ainda não estão implementadas e a região toda será impactada por empreendimentos de infraestrutura, principalmente o asfaltamento da rodovia BR-319, que afetará toda sua distribuição. Estudo de modelagem projeta uma perda de habitat, em sua distribuição, entre 29 e 55% de 2002 a 2020, suspeita-se que o declínio populacional seja de pelo menos 30% no período de três gerações (18 anos), incluindo passado e futuro. Assim sendo, C. hafferi foi categorizada como Vulnerável (VU) pelo critério A4c."",""Sim"",""Sim"",""Amazonas, Rondônia"",""|Norte|"",""Amazônia"",""Sub-bacia Madeira Sub-bacia Purus"",""FLONA Iquiri, PARNA Mapinguari, RESEX Ituxi"",""FLORESTA ESTADUAL CANUTAMA, PARQUE ESTADUAL DO MATUPIRI, RESERVA DE DESENVOLVIMENTO SUSTENTAVEL DO RIO MADEIRA"","""",""Não"",""Declinando"",""1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.4 - Assentamentos e pequenas propriedades rurais 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.1 - Culturas anuais e perenes não-madeireiras|2.1.4 - Agricultura de escala desconhecida 3 - Produção energética e mineração|3.1 - Extração de petróleo e gás natural 3 - Produção energética e mineração|3.3 - Energia renovável|3.3.1 - Hidrelétricas 4 - Transportes e serviços de transmissão|4.1 - Estradas e ferrovias 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.1 - Incêndios e supressão de incêndios|7.1.1 - Aumento da frequência/intensidade de incêndios"","""",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação das Aves Ameaçadas do Bioma Amazônia, Plano de Ação Nacional para a Conservação das Aves Ameaçadas do Bioma Amazônia - 2º ciclo"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Arthropoda"",""Malacostraca"",""Isopoda"",""Scleropactidae"",""Circoniscus"",""Circoniscus buckupi"","""",""Campos-Filho & Araujo, 2011"","""",""Invertebrados Terrestres"",""05/2018"",""Criticamente em Perigo"",""Não"",""B1ab(iii)"",""Circoniscus buckupi é distribuída e registrada em cavernas da região conhecida como Serra Norte de Carajás (Floresta Nacional de Carajás), Pará, tendo sido registrada em cavernas muito próximas entre si. Sua extensão de ocorrência foi estimada em 30km2. A espécie não é encontrada em outros platôs da região. As cavernas na Serra Norte de Carajás sofrem intensa exploração mineral (minério de ferro). Considerando uma localização, a espécie foi categorizada como Criticamente em Perigo (CR) pelo critério B1ab(iii)."",""Sim"",""Sim"",""Pará"",""|Norte|"",""Amazônia"",""Sub-bacia Tocantins Baixo"",""FLONA Carajás"","""","""",""Não"",""Desconhecida"",""3 - Produção energética e mineração|3.2 - Mineração|3.2.3 - Extração de minérios - subsolo"","""",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação das Cavernas do Brasil"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Arthropoda"",""Insecta"",""Coleoptera"",""Carabidae"",""Coarazuphium"",""Coarazuphium spinifemur"","""",""Pellegrini & Ferreira, 2017"","""",""Invertebrados Terrestres"",""05/2018"",""Criticamente em Perigo"",""Não"",""B2ab(iii)"",""Coarazuphium spinifemur é conhecida apenas da localidade-tipo, a caverna SL-0074, na região denominada Serra Leste, no município de Curionópolis/Pará. A região é intensamente amostrada e a espécie não foi localizada em outras cavernas. Sua área de ocupação é estimada em menos de 10km2. Toda a região da Serra Leste sofre intensa exploração mineral (minério de ferro) e a caverna está localizada a apenas 240 metros da área de mineração. Considerando uma localização, a espécie foi categorizada como Criticamente em Perigo (CR) pelo critério B2ab(iii)."",""Sim"",""Sim"",""Pará"",""|Norte|"",""Amazônia"",""Sub-bacia Tocantins Baixo"","""","""","""",""Não"",""Desconhecida"",""3 - Produção energética e mineração|3.2 - Mineração|3.2.3 - Extração de minérios - subsolo"","""",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação das Cavernas do Brasil"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Arthropoda"",""Malacostraca"",""Isopoda"",""Pudeoniscidae"",""Iansaoniscus"",""Iansaoniscus georginae"","""",""Campos-Filho, Araujo & Taiti, 2017"","""",""Invertebrados Terrestres"",""05/2018"",""Criticamente em Perigo"",""Não"",""B2ab(iii)"",""Iansaoniscus georginae é endêmica do Brasil e tem distribuição restrita à localidade-tipo, a caverna das Borboletas, em Paripiranga/Bahia. Outras cavernas da região foram amostradas e a espécie não foi localizada. A região não tem proteção legal, sofre impacto pela agricultura e pastagens e, mais recentemente, pela extração de calcário para produção de cimento. Já está em licenciamento empreendimento minerário próxima a caverna, o que representa uma ameaça potencial. Considerando as ameaças atuais e uma localização, a espécie foi categorizada como Criticamente em Perigo (CR) pelo critério B2ab(iii)."",""Sim"",""Sim"",""Bahia"",""|Nordeste|"",""Caatinga"",""Sub-bacia Litoral SE"","""","""","""",""Não"",""Desconhecida"",""2 - Agropecuária e Aquacultura|2.1 - Culturas anuais e perenes não-madeireiras|2.1.4 - Agricultura de escala desconhecida 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.3 - Pecuária|2.3.4 - Pecuária em escala desconhecida 3 - Produção energética e mineração|3.2 - Mineração|3.2.3 - Extração de minérios - subsolo"","""",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação das Cavernas do Brasil"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Arthropoda"",""Arachnida"",""Palpigradi"",""Eukoeneniidae"",""Eukoenenia"",""Eukoenenia jequitinhonha"","""",""Souza & Ferreira, 2016"","""",""Invertebrados Terrestres"",""05/2018"",""Criticamente em Perigo"",""Não"",""B2ab(iii)"",""Eukoenenia jequitinhonha é conhecida apenas da localidade-tipo, uma caverna granítica chamada lapa do Córrego do Vieira, no município de Caraí/Minas Gerais, fora de área protegida. Apenas o holótipo é conhecido, embora expedições posteriores tenham sido feitas. Sua área de ocupação foi estimada em menos de 10km2. A vegetação no entorno da caverna encontra-se bastante alterada e convertida em pastagens, e ela está está localizada a apenas 200 metros de uma rodovia. Considerando o declínio da qualidade do habitat e uma localização, a espécie foi categorizada como Criticamente em Perigo (CR) pelo critério B2ab(iii)."",""Sim"",""Sim"",""Minas Gerais"",""|Sudeste|"",""Mata Atlântica"",""Sub-bacia Litoral BA ES"","""","""","""",""Não"",""Desconhecida"",""2 - Agropecuária e Aquacultura|2.1 - Culturas anuais e perenes não-madeireiras|2.1.4 - Agricultura de escala desconhecida 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.3 - Pecuária|2.3.4 - Pecuária em escala desconhecida 3 - Produção energética e mineração|3.2 - Mineração|3.2.3 - Extração de minérios - subsolo 4 - Transportes e serviços de transmissão|4.1 - Estradas e ferrovias"","""",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação das Cavernas do Brasil"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Elasmobranchii"",""Myliobatiformes"",""Dasyatidae"",""Hypanus"",""Hypanus berthalutzae"",""Hypanus americanus"",""Petean, Naylor & Lima, 2020"",""raia-manteiga, raia-prego"",""Tubarões e Raias"","""",""Vulnerável"","""",""A4bcd"",""Hypanus berthalutzae é uma espécie costeira bentônica, amplamente distribuída entre Nova Jersey e o sudeste do Brasil, incluindo o Golfo do México e as ilhas oceânicas de Atol das Rocas, Fernando de Noronha e nos recifes do Parcel Manoel Luiz. É associada a bancos de areia, algas e ambientes recifais, em profundidades de até aproximadamente 50 metros. A espécie é capturada em várias regiões da América do Sul, por meio das pescarias que ocorrem na Venezuela, Colômbia e Brasil. No Atol das Rocas foi estimada a redução de 84,4% no número de indivíduos a partir de observações feitas em atividade de mergulho livre entre os anos de 2003-2005 e 2015-2016. No estado do Ceará foi estimada a redução de 49,1% nos desembarques da espécie a partir de monitoramentos compreendidos entre os anos de 2006-2008 e 2010-2011, da frota artesanal da enseada do Mucuripe, Fortaleza. O aumento da pressão da pesca artesanal (espinhel-de-fundo para raias) no Brasil é preocupante. Ocorre ao longo de sua distribuição a perda da qualidade de habitat devido à pesca de arrasto de fundo (degradação do substrato marinho), degradação costeira, poluição, aumento do fluxo de embarcações e impacto em berçários nas regiões estuarinas. Suspeita-se um declínio de pelo menos 30% ao longo de sua distribuição no Brasil, considerando 3 tempos geracionais (36 anos), onde 12 anos são no passado e 24 no futuro. Também são considerados os níveis reais atuais de exploração. Por estas razões, a espécie foi categorizada como Vulnerável (VU) sob os critérios A4bcd."",""Não"",""Sim"",""Alagoas, Amapá, Bahia, Ceará, Espírito Santo, Maranhão, Pará, Paraíba, Pernambuco, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, São Paulo, Sergipe"",""|Nordeste|Norte|Sudeste|"",""Sistema Costeiro-Marinho"",""Sub-bacia Litoral SP PR SC"",""APA Cananéia-Iguape-Peruíbe, APA Costa dos Corais, APA Delta do Parnaíba, APA Fernando de Noronha, ESEC Tupinambás, PARNA Marinho de Fernando de Noronha, PARNA Marinho dos Abrolhos, PARNA Restinga de Jurubatiba, REBIO Atol das Rocas, REBIO Comboios, RESEX Arraial do Cabo, RESEX Cururupu, RESEX da Baia do Tubarao, RESEX Marinha de Caeté-Taperaçu"",""APA MARINHA DO LITORAL CENTRO, APA MARINHA DO LITORAL NORTE, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL BAÍA DE TODOS OS SANTOS, ÁREA DE PROTEçãO AMBIENTAL DA FOZ DO RIO DAS PREGUIçAS - PEQUENOS LENçóIS - REGIãO LAGUNAR ADJACENTE, ÁREA DE PROTEçãO AMBIENTAL DAS REENTRâNCIAS MARANHENSES, ÁREA DE PROTEçãO AMBIENTAL DE UPAON-AçU / MIRITIBA / ALTO PREGUIçAS, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL DO PAU BRASIL, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL PLATAFORMA CONTINENTAL DO LITORAL NORTE, PARQUE ESTADUAL MARINHO DO PARCEL DE MANUEL LUíS, RESERVA DE DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL DO AVENTUREIRO"","""",""Sim"",""Declinando"",""5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.1 - Captura intencional - subsistência/pequena escala|5.4.1.3 - Aparelho com anzol|5.4.1.3.3 - Espinhel fixo de fundo 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.1 - Captura intencional - subsistência/pequena escala|5.4.1.3 - Aparelho com anzol|5.4.1.3.5 - Linha de fundo e linha de mão 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.1 - Captura intencional - subsistência/pequena escala|5.4.1.7 - Emalhe|5.4.1.7.1 - Emalhe de fundo 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.1 - Captura intencional - subsistência/pequena escala|5.4.1.8 - Outro 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.5 - Captura indireta - subsistência/pequena escala|5.4.5.6 - Arrasto|5.4.5.6.1 - Arrasto simples 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.5 - Captura indireta - subsistência/pequena escala|5.4.5.6 - Arrasto|5.4.5.6.2 - Arrasto duplo 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.5 - Captura indireta - subsistência/pequena escala|5.4.5.6 - Arrasto|5.4.5.6.3 - Arrasto de praia 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.5 - Captura indireta - subsistência/pequena escala|5.4.5.7 - Emalhe|5.4.5.7.1 - Emalhe de fundo 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.6 - Captura indireta - larga escala|5.4.6.6 - Arrasto|5.4.6.6.1 - Arrasto simples 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.6 - Captura indireta - larga escala|5.4.6.6 - Arrasto|5.4.6.6.2 - Arrasto duplo 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.6 - Captura indireta - larga escala|5.4.6.6 - Arrasto|5.4.6.6.3 - Arrasto de parelha 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.6 - Captura indireta - larga escala|5.4.6.7 - Emalhe|5.4.6.7.1 - Emalhe de fundo"",""1 - Alimentação humana|1.7 - Pesca artesanal|1.7.3 - Aparelho com anzol|1.7.3.5 - Linha de fundo e linha de mão 1 - Alimentação humana|1.7 - Pesca artesanal|1.7.6 - Arrasto 1 - Alimentação humana|1.7 - Pesca artesanal|1.7.7 - Emalhe 1 - Alimentação humana|1.7 - Pesca artesanal|1.7.8 - Outro"",""Controle e fiscalização, Manejo/ordenamento de caça/pesca"","""",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""0 , 100""";;;;;; "Animalia,""Arthropoda"",""Arachnida"",""Palpigradi"",""Eukoeneniidae"",""Eukoenenia"",""Eukoenenia cavatica"","""",""Souza & Ferreira, 2016"","""",""Invertebrados Terrestres"",""05/2018"",""Criticamente em Perigo"",""Não"",""B2ab(iii)"",""Eukoenenia cavatica é conhecida apenas da localidade-tipo, uma caverna calcária chamada gruta Cazanga, no município de Arcos/Minas Gerais. As cavernas da região são muito bem amostradas e a espécie não foi localizada em outras localidades. A gruta não está em área protegida e já foi severamente alterada em função do turismo, mas atualmente seu acesso é controlado. No entanto, seu entorno imediato encontra-se muito impactado, principalmente em decorrência da atividade de mineração calcária, o que afeta o ambiente da espécie. Considerando uma área de ocupação menor do que 10km2 e uma única localização, a espécie foi categorizada como Criticamente em Perigo (CR) pelo critério B2ab(iii)."",""Sim"",""Sim"",""Minas Gerais"",""|Sudeste|"",""Cerrado"",""Sub-bacia São Francisco Alto"","""","""","""",""Não"",""Desconhecida"",""2 - Agropecuária e Aquacultura|2.1 - Culturas anuais e perenes não-madeireiras|2.1.4 - Agricultura de escala desconhecida 3 - Produção energética e mineração|3.2 - Mineração|3.2.3 - Extração de minérios - subsolo 6 - Distúrbios humanos|6.1 - Atividades recreacionais/turísticas"","""",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação das Cavernas do Brasil"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Arthropoda"",""Arachnida"",""Palpigradi"",""Eukoeneniidae"",""Eukoenenia"",""Eukoenenia eywa"","""",""Souza & Ferreira, 2018"","""",""Invertebrados Terrestres"",""05/2018"",""Em Perigo"","""",""B1ab(iii)"",""Eukoenenia eywa é conhecida apenas de 11 cavernas na região do Quadrilátero Ferrífero/Minas Gerais. Sua extensão de ocorrência é estimada em 277km2. Apenas uma está no interior do Parque Nacional do Gandarela. As demais localizam-se em áreas com exploração mineral ou são afetadas pela expansão urbana (próximo a Belo Horizonte) e sofrem declínio continuado da qualidade do habitat. Considerando quatro localizações, a espécie foi categorizada como Em Perigo (EN) segundo o critério B1ab(iii)."",""Sim"",""Sim"",""Minas Gerais"",""|Sudeste|"",""Mata Atlântica"",""Sub-bacia Doce Sub-bacia São Francisco Alto"",""PARNA da Serra do Gandarela"",""ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL SUL-RMBH"","""",""Não"",""Desconhecida"",""3 - Produção energética e mineração|3.2 - Mineração|3.2.3 - Extração de minérios - subsolo"","""",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação das Cavernas do Brasil"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Elasmobranchii"",""Myliobatiformes"",""Gymnuridae"",""Gymnura"",""Gymnura altavela"",""Gymnura altavela"",""(Linnaeus, 1758)"",""raia-borboleta, raia-manteiga"",""Tubarões e Raias"","""",""Criticamente em Perigo"",""Não"",""A2bcd"",""Gymnura altavela é uma espécie de raia irregularmente distribuída em águas tropicais e temperadas das plataformas continentais, do Atlântico oriental e ocidental. No Brasil, é mais comum na costa sul e sudeste. Suas características de história de vida, com tamanho da ninhada variando até no máximo cinco filhotes por ano, comportamento gregário, costeiro associado a estuários, a torna mais suscetível às ameaças. Além da pesca, outros impactos de natureza antrópica, como a poluição, empreendimentos portuários, a destruição de marismas, estuários e manguezais, aumentam a fragilidade da espécie. Uma redução de aproximadamente 99% foi estimada na CPUE em cruzeiros de pesquisa, em capturas com rede de arrasto na costa do Rio Grande do Sul, entre os anos de 1982 e 2005. Considerando que o esforço pesqueiro não apresenta diminuição desde 2005, e que os ambientes costeiros e estuarinos estão sob contínua degradação, perante a vulnerabilidade ecológica da espécie, infere-se um cenário de contínua redução populacional ao longo dos últimos 12 anos (três tempos geracionais) de pelo menos 80%. Portanto, a espécie foi categorizada como Criticamente em Perigo (CR), baseando-se nos critérios A2bcd."",""Não"",""Sim"",""Bahia, Ceará, Espírito Santo, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe"",""|Nordeste|Sudeste|Sul|"",""Sistema Costeiro-Marinho"","""",""APA Baleia Franca, APA Cananéia-Iguape-Peruíbe, APA Guaraqueçaba, ESEC Tupinambás, ESEC Tupiniquins, MONA Arquipélago das Ilhas Cagarras, PARNA Marinho das Ilhas dos Currais, PARNA Marinho dos Abrolhos, PARNA Superagui, REBIO Marinha do Arvoredo"",""APA MARINHA DO LITORAL CENTRO, APA MARINHA DO LITORAL NORTE, APA MARINHA DO LITORAL SUL, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL BAÍA DE TODOS OS SANTOS, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL DO PAU BRASIL, PARQUE ESTADUAL MARINHO DA LAJE DE SANTOS"","""",""Sim"",""Declinando"",""5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.5 - Captura indireta - subsistência/pequena escala|5.4.5.3 - Aparelho com anzol|5.4.5.3.3 - Espinhel fixo de fundo 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.5 - Captura indireta - subsistência/pequena escala|5.4.5.3 - Aparelho com anzol|5.4.5.3.5 - Linha de fundo e linha de mão 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.5 - Captura indireta - subsistência/pequena escala|5.4.5.4 - Armadilha|5.4.5.4.3 - Cerco fixo (curral) 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.5 - Captura indireta - subsistência/pequena escala|5.4.5.6 - Arrasto|5.4.5.6.1 - Arrasto simples 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.5 - Captura indireta - subsistência/pequena escala|5.4.5.6 - Arrasto|5.4.5.6.2 - Arrasto duplo 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.5 - Captura indireta - subsistência/pequena escala|5.4.5.6 - Arrasto|5.4.5.6.3 - Arrasto de praia 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.5 - Captura indireta - subsistência/pequena escala|5.4.5.7 - Emalhe|5.4.5.7.1 - Emalhe de fundo 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.6 - Captura indireta - larga escala|5.4.6.5 - Cerco 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.6 - Captura indireta - larga escala|5.4.6.6 - Arrasto|5.4.6.6.1 - Arrasto simples 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.6 - Captura indireta - larga escala|5.4.6.6 - Arrasto|5.4.6.6.2 - Arrasto duplo 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.6 - Captura indireta - larga escala|5.4.6.6 - Arrasto|5.4.6.6.3 - Arrasto de parelha 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.6 - Captura indireta - larga escala|5.4.6.7 - Emalhe|5.4.6.7.1 - Emalhe de fundo"",""1 - Alimentação humana|1.7 - Pesca artesanal 1 - Alimentação humana|1.8 - Pesca industrial"",""Controle e fiscalização, Criação de áreas protegidas, Identificação de novas áreas protegidas, Implementação de corredores, Manejo/ordenamento de caça/pesca, Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação dos Elasmobrânquios Ameaçados de Extinção"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""10 , 300""";;;;;; "Animalia,""Arthropoda"",""Arachnida"",""Palpigradi"",""Eukoeneniidae"",""Eukoenenia"",""Eukoenenia navi"","""",""Souza & Ferreira, 2018"","""",""Invertebrados Terrestres"",""05/2018"",""Criticamente em Perigo"",""Não"",""B1ab(iii)"",""Eukoenenia navi é endêmica do Brasil, conhecida somente de quinze cavernas próximas entre si no Quadrilátero Ferrífero, município de Barão de Cocais/Minas Gerais. Sua extensão de ocorrência foi estimada em menos de 10km2. Nenhuma caverna está em área protegida. Considerando que todas as cavernas são próximas entre si, estando em um corpo ferruginoso contínuo, e que já existe mineração em atividade que impacta seu habitat, além de previsão de ampliação da atividade (polígonos com requerimento e concessão de lavra), foi considerada apenas uma localização. Portanto, a espécie foi categorizada como Criticamente em Perigo (CR) pelo critério B1ab(iii)."",""Sim"",""Sim"",""Minas Gerais"",""|Sudeste|"",""Mata Atlântica"",""Sub-bacia Doce"","""","""","""",""Não"",""Desconhecida"",""3 - Produção energética e mineração|3.2 - Mineração|3.2.3 - Extração de minérios - subsolo"","""",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação das Cavernas do Brasil"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Arthropoda"",""Arachnida"",""Palpigradi"",""Eukoeneniidae"",""Eukoenenia"",""Eukoenenia neytiri"","""",""Souza & Ferreira, 2018"","""",""Invertebrados Terrestres"",""05/2018"",""Em Perigo"","""",""B2ab(iii)"",""Eukoenenia neytiri é endêmica do Brasil, conhecida somente de cavernas no município de Mariana/Minas Gerais. A região é bem amostrada e a espécie não foi encontrada em outras localidades. Sua área de ocupação é estimada em menos de 10km2. As cavernas não estão em áreas protegidas e uma delas localiza-se em uma área com atividade de mineração em andamento, o que impacta seu habitat. A segunda caverna está inserida em polígonos com concessão de lavra para extração de minério de ferro. Considerando duas localizações, a espécie foi classificada como Em Perigo (EN) de acordo com o critério B2ab(iii)."",""Sim"",""Sim"",""Minas Gerais"",""|Sudeste|"",""Mata Atlântica"",""Sub-bacia Doce"","""","""","""",""Não"",""Desconhecida"",""3 - Produção energética e mineração|3.2 - Mineração|3.2.3 - Extração de minérios - subsolo"","""",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação das Cavernas do Brasil"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Platyhelminthes"",""Rhabditophora"",""Tricladida"",""Dugesiidae"",""Girardia"",""Girardia desiderensis"","""",""Souza & Leal-Zanchet, 2016"","""",""Invertebrados de Água Doce"",""05/2018"",""Criticamente em Perigo"",""Não"",""B1ab(iii)+2ab(iii)"",""Girardia desiderensis é endêmica do Brasil e conhecida apenas para a localidade-tipo, a gruta da Baixa Fria, no município de São Desidério/Bahia. A espécie foi encontrada somente em uma poça dentro da caverna. A caverna não está em área protegida e localiza-se muito próxima à BR 135, entre os municípios de São Desidério a Correntina, que, apesar de embargada, continua sendo utilizada. Há estudos sendo realizados para retomada do projeto, e o aumento do tráfego de veículos, principalmente caminhões, aliado à existência de polígonos minerários com autorização de pesquisa, constituem ameaças potenciais. Considerando uma localização e as ameaças atuais, G. desiderensis foi categorizada como Criticamente em Perigo (CR) pelos critérios B1ab(iii)+2ab(iii)."",""Sim"",""Sim"",""Bahia"",""|Nordeste|"",""Cerrado"",""Sub-bacia São Francisco Médio"","""","""","""",""Não"",""Desconhecida"",""2 - Agropecuária e Aquacultura|2.1 - Culturas anuais e perenes não-madeireiras|2.1.3 - Agricultura agro-industrial 4 - Transportes e serviços de transmissão|4.1 - Estradas e ferrovias 9 - Poluição|9.3 - Agropecuária e florestal|9.3.4 - Tipo desconhecido"","""",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação das Cavernas do Brasil"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Platyhelminthes"",""Rhabditophora"",""Tricladida"",""Uteriporidae"",""Sluysia"",""Sluysia triapertura"","""",""Leal-Zanchet & Souza, 2018"","""",""Invertebrados de Água Doce"",""05/2018"",""Criticamente em Perigo"",""Não"",""B2ab(iii)"",""Sluysia triapertura é endêmica do Brasil e conhecida somente da localidade-tipo, a gruta dos Três Lagos, no município de Felipe Guerra/Rio Grande do Norte. Outras grutas da região foram amostradas, mas a espécie não foi encontrada em outra localidade. A gruta não encontra-se em área protegida. Nos últimos dois anos, um número considerável de novos poços artesianos foi instalado na área do município, especialmente na zona de recarga do aquífero da gruta dos Três Lagos. Esses poços extraem água do lençol freático para a irrigação das lavouras. Foi observado que a gruta de Três Lagos estava praticamente seca. O abaixamento do nível de água nesta caverna pode ser devido, pelo menos em parte, às atividades de extração de água. Considerando uma área ocupação menor do que 1km2 e uma localização, a espécie foi categorizada como Criticamente em Perigo (CR) pelo critério B2ab(iii)."",""Sim"",""Sim"",""Rio Grande do Norte"",""|Nordeste|"",""Caatinga"",""Sub-bacia Piranhas"","""","""","""",""Não"",""Desconhecida"",""11 - Mudanças e extremos climáticos|11.1 - Mudança/alteração de habitat 11 - Mudanças e extremos climáticos|11.2 - Secas 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.1 - Culturas anuais e perenes não-madeireiras|2.1.4 - Agricultura de escala desconhecida 6 - Distúrbios humanos|6.1 - Atividades recreacionais/turísticas 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.2 - Represas e uso de água|7.2.7 - Captação de água subterrânea - uso na agricultura"","""",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação das Cavernas do Brasil"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Elasmobranchii"",""Carcharhiniformes"",""Carcharhinidae"",""Carcharhinus"",""Carcharhinus plumbeus"",""Carcharhinus plumbeus"",""(Nardo, 1827)"",""tubarão-galhudo, tubarão-sucuri"",""Tubarões e Raias"","""",""Criticamente em Perigo"",""Não"",""A4cd"",""Carcharhinus plumbeus é uma espécie de distribuição circunglobal com registros de ocorrência para toda a costa brasileira. No litoral norte, nordeste e central do Brasil, há poucas informações e os registros são pontuais. Era observada frequentemente na região sul, mas atualmente os registros são escassos. A espécie possui alta fidelidade ambiental com agregação de jovens em áreas de berçário na costa do Brasil. Há registros da perda de importantes áreas de berçário nos estados do Rio Grande do Sul e Santa Catarina nas décadas de 1980 e 1990. No passado, havia capturas de jovens em áreas mais costeiras, e de adultos na plataforma continental pela pesca com uso de espinheis e redes de emalhar. Na costa nordeste os registros são mais escassos e em alguns estados não há registros desde a década de 1990, e possivelmente nunca foi tão abundante como era na região sul. O tempo geracional da espécie é de 15 anos, sendo que a idade de primeira maturação é de 13 anos para as fêmeas, com ciclo reprodutivo de dois anos, o que torna a espécie mais suscetível à sobrepesca. Considerando a ausência de indivíduos da espécie nos desembarques recentes e sua abundância no passado, é possível inferir uma redução populacional de pelo menos 80%, em 45 anos, sendo 33 anos no passado e 12 no futuro. Assumindo-se que a frota pesqueira atuante na distribuição da espécie, continua operando e permanecerá no futuro, projeta-se que essa redução persistirá. Baseando-se no declínio da qualidade do habitat e nos níveis reais ou potenciais de exploração, a espécie foi categorizada como Criticamente em Perigo (CR) pelo critério A4cd."",""Não"",""Sim"",""Alagoas, Amapá, Bahia, Ceará, Espírito Santo, Maranhão, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe"",""|Nordeste|Norte|Sudeste|Sul|"",""Sistema Costeiro-Marinho"","""",""APA Baleia Franca, APA Costa dos Corais, APA Fernando de Noronha, APA Guaraqueçaba, PARNA Marinho de Fernando de Noronha, PARNA Marinho dos Abrolhos, PARNA Superagui, REBIO Atol das Rocas, REBIO Marinha do Arvoredo, RESEX Arraial do Cabo, RESEX Cururupu"",""ÁREA DE PROTEçãO AMBIENTAL DAS REENTRâNCIAS MARANHENSES"","""",""Sim"",""Declinando"",""5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.5 - Captura indireta - subsistência/pequena escala|5.4.5.3 - Aparelho com anzol|5.4.5.3.5 - Linha de fundo e linha de mão 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.5 - Captura indireta - subsistência/pequena escala|5.4.5.6 - Arrasto|5.4.5.6.3 - Arrasto de praia 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.5 - Captura indireta - subsistência/pequena escala|5.4.5.7 - Emalhe|5.4.5.7.1 - Emalhe de fundo 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.5 - Captura indireta - subsistência/pequena escala|5.4.5.7 - Emalhe|5.4.5.7.2 - Emalhe de superfície 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.5 - Captura indireta - subsistência/pequena escala|5.4.5.7 - Emalhe|5.4.5.7.5 - Caçoeiro 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.5 - Captura indireta - subsistência/pequena escala|5.4.5.7 - Emalhe|5.4.5.7.6 - Feiticieira 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.6 - Captura indireta - larga escala|5.4.6.6 - Arrasto|5.4.6.6.2 - Arrasto duplo 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.6 - Captura indireta - larga escala|5.4.6.6 - Arrasto|5.4.6.6.3 - Arrasto de parelha 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.6 - Captura indireta - larga escala|5.4.6.7 - Emalhe 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.6 - Captura indireta - larga escala|5.4.6.8 - Espinhel|5.4.4.8.2 - Espinhel de fundo 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.6 - Captura indireta - larga escala|5.4.6.8 - Espinhel|5.4.6.8.1 - Espinhel de superfície"",""14 - Artesanato jóias objetos decorativos 1 - Alimentação humana|1.6 - Pesca - comércio internacional 1 - Alimentação humana|1.7 - Pesca artesanal 1 - Alimentação humana|1.8 - Pesca industrial"",""Legislação, Manejo/ordenamento de caça/pesca, Plano de Ação Nacional (PAN), Proteção de locais/áreas"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação dos Elasmobrânquios Ameaçados de Extinção, Plano de Ação Nacional para Conservação dos Ambientes Coralíneos do Brasil"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022, CITES - Anexo II"","""",""20 , 280""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Elasmobranchii"",""Rajiformes"",""Arhynchobatidae"",""Rioraja"",""Rioraja agassizii"",""Rioraja agassizii"",""(Müller & Henle, 1841)"",""raia-santa"",""Tubarões e Raias"","""",""Vulnerável"","""",""A4bd"",""Rioraja agassizii é endêmica do oceano Atlântico Sul ocidental. No Brasil, ocorre nas regiões Sudeste e Sul. A pesca de arrasto de fundo que ocorre na plataforma interna e a pesca de emalhe são as principais ameaças no Brasil. A abundância de Rioraja agassizii sofreu um declínio de 50% entre 1980 e 2005, na Plataforma Sul do Brasil a partir de dados de cruzeiros de pesquisa, e a taxa anual de mortalidade está acima do máximo que a espécie pode sustentar. Apesar dos declínios registrados no passado, a frequência da espécie nos desembarques recentes é relativamente alta. No entanto, assim como a maioria dos elasmobrânquios, R. agassizii apresenta maior fragilidade ecológica devido à sua biologia, e o crescente aumento do interesse de mercado pela espécie leva à inferência de um declínio de pelo menos 30% durante em 42 anos (três tempos geracionais), em uma janela de 36 anos no passado e 6 anos no futuro. Como a pesca ainda persiste, a tendência de declínio deve se manter no futuro. Portanto, R. agassizii foi categorizada como Vulnerável (VU) segundo o critério A4bd."",""Não"",""Sim"",""Espírito Santo, Santa Catarina, São Paulo"",""|Sudeste|Sul|"",""Sistema Costeiro-Marinho"","""",""APA Baleia Franca, APA Cananéia-Iguape-Peruíbe, APA Costa das Algas, REBIO Marinha do Arvoredo, RESEX Arraial do Cabo"",""APA MARINHA DO LITORAL CENTRO, APA MARINHA DO LITORAL NORTE, APA MARINHA DO LITORAL SUL, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL DO PAU BRASIL, RESERVA DE DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL DO AVENTUREIRO"","""",""Sim"",""Declinando"",""5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.5 - Captura indireta - subsistência/pequena escala|5.4.5.6 - Arrasto|5.4.5.6.1 - Arrasto simples 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.5 - Captura indireta - subsistência/pequena escala|5.4.5.6 - Arrasto|5.4.5.6.2 - Arrasto duplo 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.5 - Captura indireta - subsistência/pequena escala|5.4.5.6 - Arrasto|5.4.5.6.3 - Arrasto de praia 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.5 - Captura indireta - subsistência/pequena escala|5.4.5.7 - Emalhe|5.4.5.7.1 - Emalhe de fundo 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.5 - Captura indireta - subsistência/pequena escala|5.4.5.7 - Emalhe|5.4.5.7.6 - Feiticieira 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.6 - Captura indireta - larga escala|5.4.6.5 - Cerco 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.6 - Captura indireta - larga escala|5.4.6.6 - Arrasto|5.4.6.6.1 - Arrasto simples 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.6 - Captura indireta - larga escala|5.4.6.6 - Arrasto|5.4.6.6.2 - Arrasto duplo 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.6 - Captura indireta - larga escala|5.4.6.6 - Arrasto|5.4.6.6.3 - Arrasto de parelha 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.6 - Captura indireta - larga escala|5.4.6.7 - Emalhe|5.4.6.7.1 - Emalhe de fundo"",""1 - Alimentação humana|1.6 - Pesca - comércio internacional 1 - Alimentação humana|1.7 - Pesca artesanal 1 - Alimentação humana|1.8 - Pesca industrial"",""Controle e fiscalização, Manejo/ordenamento de caça/pesca, Plano de Ação Nacional (PAN), Proteção de locais/áreas"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação dos Elasmobrânquios Ameaçados de Extinção"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Amphibia"",""Anura"",""Eleutherodactylidae"",""Adelophryne"",""Adelophryne maranguapensis"",""Adelophryne maranguapensis"",""Hoogmoed, Borges & Cascon, 1994"",""Rãnzinha-pulga"",""Anfíbios"",""09/2018"",""Criticamente em Perigo"",""Não"",""B1ab(iii)"",""Adelophryne maranguapensis é endêmica do Brasil, conhecida somente da localidade-tipo (Pico da Rajada, na Serra de Maranguape) no estado do Ceará, em uma área restrita de floresta úmida (brejo de altitude) entre 800 e 900 metros de altitude. Sua extensão de ocorrência foi estimada em 2 km². A espécie é bromelígena e abundante localmente, contudo, sofre forte pressão antrópica devido à expansão urbana, com a construção de casas de veraneio, e de plantações de bananas, que atingem as porções mais altas da Serra, caracterizando declínio continuado na qualidade do seu hábitat. Toda sua distribuição é tida como apenas uma localização, considerando a principal ameaça a expansão dos plantios de banana. Por essas razões, Adelophryne maranguapensis foi avaliada como Criticamente em Perigo (CR) pelo critério B1ab(iii)."",""Sim"",""Sim"",""Ceará"",""|Nordeste|"",""Caatinga"",""Sub-bacia Litoral CE PI"","""","""","""",""Não"",""Desconhecida"",""1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.1 - Expansão urbana 1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.3 - Áreas de turismo e recreação 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.1 - Culturas anuais e perenes não-madeireiras|2.1.2 - Agricultura em pequenas propriedades 5 - Uso de recursos biológicos|5.2 - Coleta de plantas terrestres|5.2.2 - Efeitos indiretos (a espécie não é o alvo)"","""",""Identificação de novas áreas protegidas, Plano de Ação Nacional (PAN), Proteção de recursos/habitat"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação da Herpetofauna Ameaçada da Mata Atlântica Nordestina, Plano de Ação Nacional para a Conservação da Herpetofauna do Nordeste - 2º ciclo"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Arthropoda"",""Entognatha"",""Collembola"",""Arrhopalitidae"",""Arrhopalites"",""Arrhopalites glabrofasciatus"","""",""Zeppelini, Brito & Lima, 2018"","""",""Invertebrados Terrestres"",""05/2018"",""Em Perigo"","""",""B1ab(iii)+2ab(iii)"",""Arrhopalites glabrofasciatus é espécie endêmica do Brasil, registrada em rocha calcárea e ferrífera nos municípios de Nova Lima, Matozinhos e Santa Bárbara, Minas Gerais. A Extensão de Ocorrência foi calculada em 1.233km2 e a Área de Ocupação, estimada em menos de 10km2. A principal ameaça à espécie é a intensa atividade de mineração da região, que provoca forte declínio da qualidade de hábitat. Considerando 3 localizações, A. glabrofasciatus foi categorizada como Em Perigo (EN) pelos critérios B1ab(iii)+2ab(iii)."",""Sim"",""Sim"",""Minas Gerais"",""|Sudeste|"",""Cerrado, Mata Atlântica"",""Sub-bacia Doce Sub-bacia São Francisco Alto"",""PARNA da Serra do Gandarela"",""ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL SUL-RMBH"","""",""Não"",""Desconhecida"",""3 - Produção energética e mineração|3.2 - Mineração|3.2.3 - Extração de minérios - subsolo"","""",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação das Cavernas do Brasil"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Amphibia"",""Anura"",""Hylodidae"",""Hylodes"",""Hylodes magalhaesi"",""Hylodes magalhaesi"",""(Bokermann, 1964)"",""Rã-de-corredeira"",""Anfíbios"",""09/2017"",""Vulnerável"","""",""B1ab(ii)"",""Hylodes magalhaesi é endêmica do Brasil, do bioma Mata Atlântica, ocorrendo na Serra da Mantiqueira nos estados de São Paulo e Minas Gerais. Nas localidades onde ocorre é abundante, inclusive no Parque Estadual Campos do Jordão. Estima-se que sua extensão de ocorrência seja maior que a atualmente conhecida, porém, não deve ser maior que 20.000 km2, dada a baixa capacidade de dispersão da espécie. Essa região sofre perturbações no ambiente devido à conversão de áreas naturais em áreas urbanas e agropastoris, causando declínio contínuo da qualidade do hábitat, sendo possível supor que esteja causando também o isolamento genético das subpopulações, dada a fragmentação severa do ambiente. Por estas razões Hylodes magalhaesi foi avaliada como Vulnerável (VU) pelo critério B1ab(iii)"",""Sim"",""Sim"",""Minas Gerais, São Paulo"",""|Sudeste|"",""Mata Atlântica"",""Sub-bacia Grande Sub-bacia Paraíba do Sul Sub-bacia Tietê"",""APA Serra da Mantiqueira"",""APA CAMPOS DO JORDÃO, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL FERNÃO DIAS, PARQUE ESTADUAL DE CAMPOS DO JORDÃO"","""",""Não"",""Desconhecida"",""1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.1 - Expansão urbana 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.1 - Culturas anuais e perenes não-madeireiras 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.3 - Pecuária 8 - Espécies invasoras problemáticas e doenças|8.1 - Espécies exóticas|8.1.1 - Espécie conhecida|8.1.1.4 - Patógenos/Parasitas"","""",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para conservação da Herpetofauna Ameaçada da Mata Atlântica da Região Sudeste do Brasil"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Amphibia"",""Anura"",""Bufonidae"",""Melanophryniscus"",""Melanophryniscus setiba"",""Melanophryniscus setiba"",""Peloso, Faivovich, Grant, Gasparini & Haddad, 2012"",""Sapinho-da-restinga"",""Anfíbios"",""09/2017"",""Vulnerável"","""",""D2"",""Melanophryniscus setiba é endêmica do Brasil, do bioma Mata Atlântica, conhecida apenas da localidade-tipo, no Parque Estadual Paulo César Vinha, no município de Guarapari, estado do Espírito Santo. Estima-se que sua extensão de ocorrência seja igual a área do Parque, 16 km2, e acredita-se que sua área de ocupação seja menor que 10 km2, pois habita somente a serrapilheira de mata seca na restinga. A área de ocupação da espécie está sujeita a eventos estocásticos, como incêndios, que, em futuro incerto, poderão ser capazes de tornar a espécie Criticamente em Perigo (CR) ou até mesmo Extinta (EX) em curto prazo. Por esses motivos, Melanophryniscus setiba foi avaliada como Vulnerável (VU) pelo critério D2."",""Sim"",""Sim"",""Espírito Santo"",""|Sudeste|"",""Mata Atlântica"",""Sub-bacia Litoral ES"","""","""","""",""Não"",""Desconhecida"",""1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.1 - Expansão urbana 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.1 - Incêndios e supressão de incêndios|7.1.1 - Aumento da frequência/intensidade de incêndios"","""",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para conservação da Herpetofauna Ameaçada da Mata Atlântica da Região Sudeste do Brasil"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Amphibia"",""Anura"",""Hylidae"",""Scinax"",""Scinax alcatraz"",""Ololygon alcatraz"",""(Lutz, 1973)"",""Perereca, Perereca-de-Alcatraz"",""Anfíbios"",""09/2017"",""Vulnerável"","""",""D2"",""Scinax alcatraz é endêmica do Brasil e ocorre somente na Ilha dos Alcatrazes, ilha principal do Arquipélago de Alcatrazes, localizado no litoral norte do estado de São Paulo. Em 2016, a ilha passou a fazer parte da recém criada unidade de conservação Refúgio de Vida Silvestre do Arquipélago de Alcatrazes. A espécie é bromelígena e desde 2013 a Marinha do Brasil não faz mais treino de tiro no paredão rochoso do Saco do Funil, local da ilha onde há a maior concentração de bromélias. A extensão de ocorrência da espécie é de 1,80 km2, equivalente à área total da ilha, e sua área de ocupação é ainda menor. Toda essa área está sujeita a eventos estocásticos, como incêndios causados por raios, que, em futuro incerto, poderão colocar a espécie na condição de Criticamente em Perigo (CR) ou até mesmo Extinta (EX) em curto prazo. Por esses motivos, Scinax alcatraz foi avaliada como Vulnerável (VU) pelo critério D2."",""Sim"",""Sim"",""São Paulo"",""|Sudeste|"",""Mata Atlântica"","""",""REVIS Arquipélago de Alcatrazes"","""","""",""Não"",""Estável"",""11 - Mudanças e extremos climáticos|11.1 - Mudança/alteração de habitat 6 - Distúrbios humanos|6.2 - Exercícios militares distúrbio civil guerra 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.1 - Incêndios e supressão de incêndios|7.1.1 - Aumento da frequência/intensidade de incêndios"","""",""Plano de Ação Nacional (PAN), Políticas e regulamentações, Reprodução em cativeiro/propagação artificial"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação da Herpetofauna Insular, Plano de Ação Nacional para conservação da Herpetofauna Ameaçada da Mata Atlântica da Região Sudeste do Brasil"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Amphibia"",""Anura"",""Hylidae"",""Scinax"",""Scinax faivovichi"",""Ololygon faivovichi"",""Brasileiro, Oyamaguchi & Haddad, 2007"",""Perereca, Perereca-da-ilha-dos-porcos"",""Anfíbios"",""09/2017"",""Vulnerável"","""",""D2"",""Scinax faivovichi é endêmica do Brasil, do bioma Mata Atlântica, conhecida somente da Ilha dos Porcos, localizada no município de Ubatuba, no litoral norte do estado de São Paulo. A extensão de ocorrência da espécie equivale à área da ilha, 0,23 km2, e certamente a área de ocupação é ainda menor, pois trata-se de espécie de hábitat específico (bromelígena). Embora conservada, sua área de ocupação está sujeita a atividade humana, pois a ilha é uma propriedade particular. Além disso, eventos estocásticos, como incêndio causado por um raio, poderão, em futuro incerto, afetar rapidamente a espécie, levando-a à condição de Criticamente em Perigo (CR) ou até mesmo Extinta (EX) em curto prazo. Por essas razões, Scinax faivovichi foi avaliada como Vulnerável (VU) pelo critério D2."",""Sim"",""Sim"",""São Paulo"",""|Sudeste|"",""Mata Atlântica"","""","""",""APA MARINHA DO LITORAL NORTE"","""",""Não"",""Desconhecida"",""11 - Mudanças e extremos climáticos|11.1 - Mudança/alteração de habitat 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.1 - Incêndios e supressão de incêndios|7.1.1 - Aumento da frequência/intensidade de incêndios"","""",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação da Herpetofauna Insular, Plano de Ação Nacional para conservação da Herpetofauna Ameaçada da Mata Atlântica da Região Sudeste do Brasil"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Amphibia"",""Anura"",""Hylidae"",""Scinax"",""Scinax peixotoi"",""Scinax peixotoi"",""Brasileiro, Haddad, Sawaya & Martins, 2007"",""Perereca, Pererequinha-da-Queimada-Grande-de-Peixoto"",""Anfíbios"",""09/2017"",""Criticamente em Perigo"",""Sim"",""B1ab(iii,v)+2ab(iii,v)"",""Scinax peixotoi é uma espécie endêmica do Brasil, do bioma Mata Atlântica, conhecida apenas da Ilha da Queimada Grande, no litoral sul do estado de São Paulo. A ilha faz parte da Área de Relevante Interesse Ecológico Ilhas da Queimada Pequena e Queimada Grande e possui área de 0,43 km2, equivalente à extensão de ocorrência da espécie. Sua área de ocupação certamente é ainda menor, já que a espécie possui hábitat específico, encontrada apenas em bromélias. O último registro da espécie foi em 2004, embora a ilha tenha sido amostrada posteriormente por diferentes pesquisadores e a espécie seja de fácil detecção. A principal ameaça é a presença na ilha de gramíneas exóticas invasoras, que dificultam a regeneração da floresta nativa, ambiente onde a espécie é encontrada. Toda a ilha foi considerada uma localização. Por essas razões, Scinax peixotoi foi avaliada como Criticamente em Perigo (CR) pelos critérios B1ab(iii,v)+2ab(iii,v), estando possivelmente extinta (PEX)."",""Sim"",""Sim"",""São Paulo"",""|Sudeste|"",""Mata Atlântica"","""",""ARIE Ilha Queimada Grande e Queimada Pequena"",""APA MARINHA DO LITORAL CENTRO"","""",""Não"",""Declinando"",""11 - Mudanças e extremos climáticos|11.1 - Mudança/alteração de habitat 12 - Outras ameaças 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.1 - Incêndios e supressão de incêndios|7.1.3 - Tendência desconhecida"","""",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação da Herpetofauna Insular, Plano de Ação Nacional para conservação da Herpetofauna Ameaçada da Mata Atlântica da Região Sudeste do Brasil"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Amphibia"",""Anura"",""Phyllomedusidae"",""Phrynomedusa"",""Phrynomedusa fimbriata"",""Phrynomedusa fimbriata"",""Miranda-Ribeiro, 1923"",""Perereca-verde-de-fímbria, Perereca-verde-de-riacho-de-Paranapiacaba, Spiny-knee Leaf Frog"",""Anfíbios"",""09/2017"",""Extinta"","""","""",""Phrynomedusa fimbriata era endêmica do Brasil, do bioma Mata Atlântica, conhecida apenas da localidade-tipo, Alto da Serra de Paranapiacaba, estado de São Paulo. Sua descrição, em 1923, foi realizada a partir de um indivíduo coletado em 1896, e a espécie nunca mais foi reencontrada, apesar de esforços contínuos de amostragem na localidade-tipo. A causa do desaparecimento da espécie é desconhecida. Por essa razão Phrynomedusa fimbriata foi avaliada como Extinta (EX)."",""Sim"",""Não"",""São Paulo"",""|Sudeste|"",""Mata Atlântica"","""","""","""","""",""Não"",""Declinando"",""12 - Outras ameaças"","""",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para conservação da Herpetofauna Ameaçada da Mata Atlântica da Região Sudeste do Brasil"","""","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Aves"",""Passeriformes"",""Dendrocolaptidae"",""Campylorhamphus"",""Campylorhamphus cardosoi"",""Campylorhamphus cardosoi"",""Portes, Aleixo, Zimmer, Whittaker, Weckstein, Gonzaga, Ribas, Bates & Lees, 2013"",""arapaçu-do-tapajós"",""Aves"",""09/2017"",""Vulnerável"","""",""A4c"",""Campylorhamphus cardosoi é endêmica do Brasil, ocorrendo no interflúvio Tapajós-Xingu. É restrita à floresta primária, sendo sensível à fragmentação e outros tipos de modificação de seu habitat. Sua distribuição geográfica vem sofrendo alta taxa de desmatamento e sobrepõe-se à área de influência da BR-163. Tendo em vista a forte pressão de desmatamento e degradação das florestas e a sensibilidade do táxon, estima-se que houve perda populacional entre 30% e 50% em três gerações passadas e futuro (12 anos). Assim sendo, C. cardosoi foi categorizada como Vulnerável (VU) A4c."",""Sim"",""Sim"",""Mato Grosso, Pará"",""|Centro-Oeste|Norte|"",""Amazônia"",""Sub-bacia Foz Amazonas Sub-bacia Madeira Sub-bacia Paru Sub-bacia Tapajós Sub-bacia Trombetas Sub-bacia Xingu"",""FLONA Altamira, FLONA Crepori, FLONA do Tapajós, FLONA Jamanxim, FLONA Trairão, PARNA do Jamanxim, REBIO Nascentes da Serra do Cachimbo"",""PARQUE ESTADUAL CRISTALINO"",""CRISTALINO III, RPPN Lote Cristalino"","""",""Declinando"",""2 - Agropecuária e Aquacultura|2.1 - Culturas anuais e perenes não-madeireiras|2.1.4 - Agricultura de escala desconhecida 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.3 - Pecuária|2.3.4 - Pecuária em escala desconhecida 3 - Produção energética e mineração|3.3 - Energia renovável|3.3.1 - Hidrelétricas 4 - Transportes e serviços de transmissão|4.1 - Estradas e ferrovias"","""",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação das Aves Ameaçadas do Bioma Amazônia, Plano de Ação Nacional para a Conservação das Aves Ameaçadas do Bioma Amazônia - 2º ciclo, Plano de Ação Nacional para a Conservação das Aves da Caatinga - 2º ciclo"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Aves"",""Passeriformes"",""Dendrocolaptidae"",""Campylorhamphus"",""Campylorhamphus multostriatus"",""Campylorhamphus multostriatus"",""(Snethlage, 1907)"",""arapaçu-de-bico-curvo-do-xingu"",""Aves"",""09/2017"",""Vulnerável"","""",""A2c"",""Campylorhamphus multostriatus é endêmica do centro de endemismo Xingu, localizado no interflúvio Xingu-Tocantins, região que vem sofrendo altas taxas de desmatamento. Dentre todos os táxons endêmicos deste Centro de Endemismo parece ser aquele com a menor extensão de ocorrência, estando aparentemente restrita à porção média do interflúvio. Ocorre apenas em grandes áreas de floresta, estando aparentemente extinta em locais alterados e fragmentados. Assim sendo, considera-se que a perda de habitat leva a perda populacional, no mínimo, proporcional. Suspeita-se que houve perda populacional de no mínimo 30% em três gerações (12 anos). Por estas razões, C. multostriatus foi categorizada como Vulnerável (VU), pelos critérios A2c."",""Sim"",""Sim"",""Pará"",""|Norte|"",""Amazônia"",""Sub-bacia Araguaia Sub-bacia Tocantins Baixo Sub-bacia Xingu"",""FLONA Carajás, FLONA Caxiuanã, FLONA Tapirape-Aquiri"","""","""","""",""Declinando"",""3 - Produção energética e mineração|3.2 - Mineração|3.2.3 - Extração de minérios - subsolo 5 - Uso de recursos biológicos|5.3 - Extração florestal|5.3.5 - Motivação desconhecida 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.2 - Represas e uso de água|7.2.11 - Represas (tamanho desconhecido) 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.2 - Represas e uso de água|7.2.7 - Captação de água subterrânea - uso na agricultura 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.3 - Outras modificações nos ecossistemas"","""",""Criação de áreas protegidas, Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação das Aves Ameaçadas do Bioma Amazônia, Plano de Ação Nacional para a Conservação das Aves Ameaçadas do Bioma Amazônia - 2º ciclo, Plano de Ação Nacional para a Conservação das Aves da Caatinga - 2º ciclo"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Aves"",""Piciformes"",""Capitonidae"",""Capito"",""Capito dayi"",""Capito dayi"",""Cherrie, 1916"",""capitão-de-cinta"",""Aves"",""09/2017"",""Vulnerável"","""",""A2c"",""Capito dayi ocorre no interflúvio Madeira-Xingu, para sul, até leste da Bolívia e centro-oeste do Mato Grosso. É relativamente sensível a distúrbios florestais, habitando principalmente florestas de terra firme e sendo menos frequente em locais impactados. Sua distribuição se sobrepõe à área de desmatamento mais intenso da Amazônia, ao longo do Arco de Desmatamento. Suas perdas populacionais (baseadas em perda de habitat) em três gerações passadas podem ser consideradas maior que 30%. Desta forma, C. dayi foi considerada Vulnerável (VU) pelo critério A2c."",""Não"",""Sim"",""Amazonas, Mato Grosso, Pará, Rondônia"",""|Centro-Oeste|Norte|"",""Amazônia, Cerrado"",""Sub-bacia Madeira Sub-bacia Paraguai 03 Sub-bacia Tapajós Sub-bacia Tocantins Baixo Sub-bacia Xingu"",""FLONA Carajás, FLONA Crepori, FLONA Jamanxim, FLONA Jamari, FLONA Jatuarana, FLONA Trairão, PARNA do Jamanxim, PARNA Juruena, PARNA Rio Novo, REBIO do Jaru, REBIO Nascentes da Serra do Cachimbo, RESEX Riozinho do Anfrísio"",""RESERVA BIOLÓGICA TRAÇADAL"",""RPPN Água Boa, RPPN Lote Cristalino, RPPN Seringal Assunção"","""",""Declinando"",""2 - Agropecuária e Aquacultura|2.1 - Culturas anuais e perenes não-madeireiras|2.1.4 - Agricultura de escala desconhecida 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.2 - Silvicultura|2.2.3 - Plantações em escala desconhecida 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.3 - Pecuária|2.3.4 - Pecuária em escala desconhecida 4 - Transportes e serviços de transmissão|4.1 - Estradas e ferrovias 5 - Uso de recursos biológicos|5.3 - Extração florestal|5.3.5 - Motivação desconhecida 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.1 - Incêndios e supressão de incêndios|7.1.3 - Tendência desconhecida"","""",""Plano de Ação Nacional (PAN), Proteção de locais/áreas"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação das Aves Ameaçadas do Bioma Amazônia, Plano de Ação Nacional para a Conservação das Aves Ameaçadas do Bioma Amazônia - 2º ciclo"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Arthropoda"",""Insecta"",""Odonata"",""Coenagrionidae"",""Leptagrion"",""Leptagrion acutum"","""",""Santos, 1961"",""Libélula"",""Invertebrados de Água Doce"",""05/2014"",""Criticamente em Perigo"",""Não"",""B1ab(i,ii,iii)"",""Leptagrion acutum é endêmica do Brasil sendo conhecida de seis pontos de ocorrência todos próximos à REBIO Córrego Grande, no estado do Espírito Santo. É uma espécie de distribuição restrita, com extensão de ocorrência (EOO) estimada em 40 km². Essa espécie ocorre em Mata de Tabuleiro (Mata Atlântica de baixa altitude). Suas larvas se desenvolvem exclusivamente em bromélias (fitotelmata). A estimativa de densidade populacional é de 0,698 indivíduos adultos por hectare e o tamanho populacional estimado é de 1.050 indivíduos adultos para a REBIO de Córrego Grande (assumindo que toda a área da reserva é habitat adequado para essa espécie). Considerando a intensidade de perda de habitat com conversão para agricultura e urbanização dentro da extensão de ocorrência, o número de novos empreendimentos para a região, conclui-se que sua população está severamente fragmentada com declínio continuado da vegetação e perda de qualidade de habitat. Por essas razões, Leptagrion acutum foi categorizada como Criticamente em Perigo (CR) pelo critério B1ab(i,ii,iii)."",""Sim"",""Não"",""Espírito Santo"",""|Sudeste|"",""Mata Atlântica"",""Sub-bacia Litoral BA ES"",""REBIO do Córrego Grande"","""","""","""",""Desconhecida"",""7 - Modificações nos sistemas naturais|7.1 - Incêndios e supressão de incêndios"","""","""","""","""","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Aves"",""Gruiformes"",""Rallidae"",""Porzana"",""Porzana spiloptera"","""",""Durnford, 1877"",""Sanã-cinza"",""Aves"",""11/2013"",""Em Perigo"","""",""B1b(iii)c(iv)"",""Porzana spiloptera ocorre no nordeste da Argentina, sul do Uruguai e extremo sul do Brasil. Sua extensão de ocorrência (EOO) no país é estimada em menos de 5.000 km². A população brasileira é pequena (estimada em no máximo 2.000 indivíduos maduros) e acredita-se que o aporte de indivíduos do Uruguai para o Brasil não seja significativo. As manchas de marismas onde a espécie habita estão constantemente sujeitas a sobrepastejo e a queimadas sazonais. Consequentemente, o número de indivíduos maduros flutua anualmente. Dessa forma, P. spiloptera foi avaliada como Em Perigo (EN) B1b(iii)c(iv)."",""Não"",""Não"","""",""||"","""","""","""","""","""",""Desconhecido"",""Declinando"",""11 - Mudanças e extremos climáticos|11.1 - Mudança/alteração de habitat 1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.1 - Expansão urbana 1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.2 - Áreas comerciais e industriais 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.3 - Pecuária 4 - Transportes e serviços de transmissão|4.3 - Portos 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.1 - Incêndios e supressão de incêndios|7.1.1 - Aumento da frequência/intensidade de incêndios 8 - Espécies invasoras problemáticas e doenças|8.2 - Espécies domésticas 9 - Poluição|9.1 - Doméstica e urbana - escoamento de água 9 - Poluição|9.2 - Industrial"","""",""Controle e fiscalização, Criação de áreas protegidas, Implementação de áreas protegidas, Manejo territorial, Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação dos Passeriformes Ameaçados dos Campos Sulinos e Espinilho"","""","""",""""";;;;;; "Animalia,""Arthropoda"",""Entognatha"",""Symphypleona"",""Sminthuridae"",""Pararrhopalites"",""Pararrhopalites ubiquum"","""",""Zeppelini, Lima & Brito, 2018"","""",""Invertebrados Terrestres"",""05/2018"",""Vulnerável"","""",""B1ab(iii)"",""Pararrhopalites ubiquum é espécie endêmica do Brasil, conhecida de cavernas inseridas na litologia de minério de ferro nos municípios de Itabirito, Brumadinho, Mariana e Rio Acima, região do Quadrilátero Ferrífero, e também em uma caverna no município de Conceição do Mato Dentro, região da Serra do Espinhaço Meridional. Ambas as áreas estão localizadas no estado de Minas Gerais. A Extensão de Ocorrência (EOO) foi calculada em 4.731km2. A principal ameaça para a espécie é a atividade mineradora explorada por várias empresas em toda a região, para a qual foram identificadas 7 localizações. Por isso, P. ubiquum foi categorizada como Vulnerável (VU) pelo critério B1ab(iii)."",""Sim"",""Sim"",""Minas Gerais"",""|Sudeste|"",""Mata Atlântica"",""Sub-bacia Doce Sub-bacia São Francisco Alto"","""",""ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL SUL-RMBH, MONUMENTO NATURAL ESTADUAL SERRA DA MOEDA"","""",""Não"",""Desconhecida"",""3 - Produção energética e mineração|3.2 - Mineração|3.2.3 - Extração de minérios - subsolo"","""",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação das Cavernas do Brasil"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Actinopterygii"",""Perciformes"",""Cichlidae"",""Teleocichla"",""Teleocichla prionogenys"","""",""Kullander, 1988"","""",""Peixes Continentais"",""05/2013"",""Vulnerável"","""",""B2ab(iii)"",""Teleocichla prionogenys é endêmica do Brasil e tem distribuição geográfica restrita, correspondendo a poucos exemplares de apenas três localizações nos rios Jamanxim, Arapiuns e na região próxima a São Luis, acima de Itaituba, no rio Tapajós, estado do Pará. A área de ocupação da espécie (AOO) é de 1.639 km2. As localizações nos rios Jamanxim e Tapajós, serão completamente afetadas pelas hidrelétricas previstas e em implantação na área. Além disso, todas as localizações de coleta de T. prionogenys vêm sofrendo pressão de mineração e garimpos, o que causa declínio continuado da qualidade do habitat. Portanto, Teleocichla prionogenys foi categorizada como Vulnerável (VU) pelos critérios B2ab(iii)."",""Sim"",""Não"",""Pará"",""|Norte|"",""Amazônia"",""Região Hidrográfica Amazônica Sub-bacia Paru Sub-bacia Tapajós"","""","""","""","""","""",""3 - Produção energética e mineração|3.2 - Mineração 3 - Produção energética e mineração|3.3 - Energia renovável"",""3 - Animais de estimação/ornamentais"","""","""","""","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Actinopterygii"",""Perciformes"",""Cichlidae"",""Teleocichla"",""Teleocichla cinderella"","""",""Kullander, 1988"","""",""Peixes Continentais"",""05/2013"",""Em Perigo"","""",""B2ab(i,ii,iii,iv)"",""Teleocichla cinderella é endêmica do Brasil, com ocorrência para os estados Pará e Tocantins, descrita da região do rio Tocantins onde hoje se localiza o reservatório da Usina Hidrelétrica Tucuruí. A população da espécie na região era abundante, segundo registros de coleções ictiológicas, mas não tem sido mais encontrada depois do evento de inundação da UHE, restando apenas subpopulações fora da área de influência do reservatório, próximo a Marabá e no baixo rio Araguaia. A área de ocupação (AOO) de T. cinderella ficou restrita a 421 km2 entre as subpopulações identificadas em Santa Isabel e Marabá. Porém, por ser espécie associada à pedrais, sua área de ocupação real pode ser ainda menor. Dentro da AOO de Teleocichla cinderella estão previstas mais duas hidrelétricas (UHE Marabá e UHE Santa Isabel). Essas hidrelétricas fragmentarão severamente a área da espécie e causarão um declínio continuado em sua extensão de ocorrência, área de ocupação, qualidade de habitat e número de subpopulações. Portanto, T. cinderella foi categorizada como Em Perigo (EN) pelos critérios B2ab(i,ii,iii,iv)."",""Sim"",""Não"",""Pará"",""|Norte|"",""Amazônia"",""Região Hidrográfica do Tocantins/Araguaia Sub-bacia Araguaia Sub-bacia Tocantins Baixo"","""","""","""","""","""",""3 - Produção energética e mineração|3.3 - Energia renovável"",""3 - Animais de estimação/ornamentais"","""","""","""","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Actinopterygii"",""Perciformes"",""Cichlidae"",""Teleocichla"",""Teleocichla wajapi"","""",""Varella & Moreira, 2013"","""",""Peixes Continentais"",""05/2013"",""Em Perigo"","""",""B2ab(i,ii,iii)"",""Teleocichla wajapi é endêmica do Brasil e foi recentemente descrita da bacia do rio Jari, apresentando uma distribuição restrita à área da cachoeira de Santo Antônio do Jari e aos afluentes Iratapuru e Pacanari nos estados do Amapá e Pará. A área de ocupação (AOO) da espécie é de 63 km2. Apesar de um dos pontos de coleta de T. wajapi estar dentro da Estação Ecológica de Jari, toda a sua distribuição geográfica conhecida até o momento está na área de influência do reservatório da Usina Hidrelétrica Santo Antônio do Jari, cuja construção já foi iniciada. A espécie foi coletada apenas em três pontos passíveis de ser afetados pela mesma ameaça, e apresenta declínio continuado em extensão de ocorrência, área de ocupação e qualidade do habitat, devido à construção da hidrelétrica. Portanto, T. wajapi foi categorizada como Em Perigo (EN) sob os critérios B2ab(i,ii,iii)."",""Sim"",""Não"",""Amapá, Pará"",""|Norte|"",""Amazônia"",""Sub-bacia Foz Amazonas"",""ESEC do Jari"","""","""","""","""",""3 - Produção energética e mineração"","""","""","""","""","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Actinopterygii"",""Gymnotiformes"",""Apteronotidae"",""Tembeassu"",""Tembeassu marauna"","""",""Triques, 1998"",""Ituí-maraúna"",""Peixes Continentais"",""05/2012"",""Criticamente em Perigo"",""Sim"",""B1ab(iii)"",""Tembeassu marauna é conhecida apenas de três exemplares coletados na localidade-tipo em 1965, em ensecadeiras do reservatório de Ilha Solteira, alto rio Paraná, divisa entre os estados de Mato Grosso do Sul e São Paulo, Brasil. Suspeita-se que se trate de uma espécie associada ao fundo, mas ela não foi coletada após o enchimento do reservatório, pois muito provavelmente seja sensível a este tipo de alteração ambiental (biii). Embora não existam esforços de coleta direcionados para a espécie, a região tem sido amostrada com frequência, incluindo resgate de ictiofauna em ensecadeiras de empreendimentos próximos. A Extensão de Ocorrência (EOO) estimada pelo método do polígono mínimo convexo é de aproximadamente 80 km² (CR B1) em uma situação que se configura uma única localização (a=1). Portanto, T. marauna foi categorizada como Criticamente em Perigo Possivelmente Extinta (CR PEX) pelos critérios B1ab(iii)."",""Sim"",""Não"",""Mato Grosso do Sul, São Paulo"",""|Centro-Oeste|Sudeste|"",""Desconhecido, Mata Atlântica"",""Sub-bacia Paraná RH1"","""","""","""",""Desconhecido"",""Desconhecida"","""","""","""","""","""","""",""""";;;;;; "Animalia,""Arthropoda"",""Entognatha"",""Collembola"",""Entomobryidae"",""Pseudosinella"",""Pseudosinella ambigua"","""",""Zeppelini, Brito & Lima, 2018"",""Colêmbolo, Pulga-de-jardim"",""Invertebrados Terrestres"",""05/2018"",""Vulnerável"","""",""B1ab(iii)"",""Pseudosinella ambigua é espécie endêmica do Brasil, registrada em rocha calcárea e ferrífera nos municípios de Pains, Vespasiano, São José da Lapa e Pedro Leopoldo, Minas Gerais. A principal ameaça à espécie é a intensa atividade de mineração da região. A Extensão de Ocorrência (EOO) foi calculada em aproximadamente 11mil km2 (B1), existem menos que 10 localizações (a) e declínio da qualidade de habitat (biii). Por isso, P. ambigua foi categorizada como Vulnerável (VU) pelo critério B1ab(iii)."",""Sim"",""Sim"",""Minas Gerais"",""|Sudeste|"",""Cerrado"",""Sub-bacia São Francisco Alto"",""APA Carste da Lagoa Santa"","""","""",""Não"",""Desconhecida"",""3 - Produção energética e mineração|3.2 - Mineração|3.2.6 - Tipo desconhecido"","""","""","""",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Arthropoda"",""Entognatha"",""Entomobryomorpha"",""Entomobryidae"",""Pseudosinella"",""Pseudosinella guanhaensis"","""",""Zeppelini, Brito & Lima, 2018"","""",""Invertebrados Terrestres"",""05/2018"",""Criticamente em Perigo"",""Não"",""B2ab(iii)"",""Pseudosinella guanhaensis é espécie endêmica do Brasil, conhecida apenas da localidade-tipo, uma caverna em Dores de Guanhães, Minas Gerais. Sua Área de Ocupação é certamente inferior a 10km2. A caverna não está em área protegida e seu entorno encontra-se alterado com a vegetação bastante desmatada para formação de pastagem e com pisoteio de gado. Estas atividades antrópicas, aliadas à atividade minerária em expansão no município, afetam fortemente o ambiente da espécie. Considerando apenas uma localização e o declínio continuado do habitat, P. guanhaensis foi categorizada como Criticamente em Perigo (CR) pelo critério B2ab(iii)."",""Sim"",""Sim"",""Minas Gerais"",""|Sudeste|"",""Mata Atlântica"",""Sub-bacia Doce"","""","""","""",""Não"",""Desconhecida"",""11 - Mudanças e extremos climáticos|11.1 - Mudança/alteração de habitat 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.3 - Pecuária|2.3.4 - Pecuária em escala desconhecida 3 - Produção energética e mineração|3.2 - Mineração|3.2.3 - Extração de minérios - subsolo 5 - Uso de recursos biológicos|5.3 - Extração florestal|5.3.5 - Motivação desconhecida"","""",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação das Cavernas do Brasil"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Aves"",""Passeriformes"",""Thamnophilidae"",""Thamnomanes"",""Thamnomanes caesius caesius"","""",""(Temminck, 1820)"",""Ipecuá"",""Aves"",""08/2013"",""Vulnerável"","""",""B2ab(iii)"",""Thamnomanes caesius caesius ocorre na costa leste do Brasil, de Pernambuco ao Rio de Janeiro, sendo que atualmente só há registros para norte do Espírito Santo e sul da Bahia. É dependente de floresta. Sua área de ocupação atual foi calculada em 1.800 km². Sua população encontra-se severamente fragmentada e há declínio continuado na qualidade de habitat. Por esses motivos, T. c. caesius foi categorizada como Vulnerável (VU) pelo critério B2ab(iii)."",""Sim"",""Não"","""",""||"","""","""","""","""","""",""Desconhecido"",""Desconhecida"",""11 - Mudanças e extremos climáticos|11.1 - Mudança/alteração de habitat 5 - Uso de recursos biológicos|5.3 - Extração florestal"","""",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação das Aves Ameaçadas do Bioma Mata Atlântica"","""","""",""""";;;;;; "Animalia,""Mollusca"",""Gastropoda"",""Pulmonata"",""Bulimulidae"",""Thaumastus"",""Thaumastus lundi"","""",""Pena, Salgado e Coelho, 2005"","""",""Invertebrados Terrestres"",""09/2014"",""Criticamente em Perigo"",""Não"",""B1ab(i,iii)+2ab(ii,iii)"",""Thaumastus lundi é endêmica do Brasil, sendo conhecida de registros de ocorrência no maciço calcário da gruta da Lapinha, no PE do Sumidouro, município de Lagoa Santa, Minas Gerais. A espécie é rupícola e ocorre em afloramentos calcários, porém não é encontrada dentro de cavernas e outras cavidades naturais. Existem esforços de coleta na área externa da gruta, e a espécie não foi novamente encontrada, nem mesmo conchas. Em sua localidade-tipo foram estabelecidas trilhas de visitação guiada por onde circulam visitantes em grupos de até 20 pessoas por vez. No entorno do Parque há o registro da espécie exótica Achatina fulica (caracol-africano) em várias propriedades semiurbanas. Os moradores locais, incluindo guias e funcionários da UC, não fazem distinção visual entre A. fulica e T. lundi, e qualquer campanha de erradicação da espécie exótica poderia também atingir a espécie nativa. Sendo assim, a espécie sofre declínio continuado da qualidade do habitat, e número de subpopulações, estando restrita a uma localização. Considerando que a espécie é endêmica da formação calcária onde foi registrada, a área de ocupação e extensão de ocorrência foram calculadas em menos de 10 km2 e 100 km2 respectivamente. Portanto, T. lundi foi categorizada como Criticamente em Perigo (CR), pelos critérios B1ab(i,iii)+2ab(ii,iii)."",""Sim"",""Não"",""Minas Gerais"",""|Sudeste|"",""Cerrado"",""Sub-bacia São Francisco Alto"",""APA Carste da Lagoa Santa"",""PARQUE ESTADUAL DO SUMIDOURO"","""","""",""Declinando"",""6 - Distúrbios humanos|6.1 - Atividades recreacionais/turísticas 8 - Espécies invasoras problemáticas e doenças"","""","""","""","""","""",""""";;;;;; "Animalia,""Arthropoda"",""Entognatha"",""Entomobryomorpha"",""Entomobryidae"",""Seira"",""Seira arenicola"",""Seira arenicola"",""Bellini & Zeppelini, 2008"",""Colêmbolo, Pulga-de-jardim"",""Invertebrados Terrestres"",""05/2018"",""Em Perigo"","""",""B1ab(iii)+2ab(iii)"",""Seira arenicola é endêmica do Brasil e conhecida apenas de Mataraca, litoral norte da Paraíba. Essa localidade está totalmente inserida em área de intensa atividade mineradora de rutita, rutilo e ilmenita em dunas, numa área menor que 20 km². A atividade de mineração implica na destruição do habitat da espécie em função da remoção total da vegetação e esterilização do solo. Nesse contexto, a distribuição extremamente restrita da espécie, toda dentro da área da mineração de areia, e com impacto severo da atividade caracterizam uma única localização e declínio continuado na qualidade do habitat. Por essas razões, S. arenicola foi categorizada como Em Perigo (EN) pelos critérios B1ab(iii)+2ab(iii)."",""Sim"",""Sim"",""Paraíba"",""|Nordeste|"",""Mata Atlântica"",""Sub-bacia Litoral CE PB"","""","""","""",""Não"",""Desconhecida"",""3 - Produção energética e mineração|3.2 - Mineração|3.2.1 - Extração de areia"","""","""","""",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Arthropoda"",""Entognatha"",""Entomobryomorpha"",""Isotomidae"",""Isotomiella"",""Isotomiella uai"",""Isotomiella uai"",""Mendonça, Abrantes & Neves, 2012"",""Colêmbolo, Pulga-de-jardim"",""Invertebrados Terrestres"",""05/2018"",""Vulnerável"","""",""B1ab(iii)";" D2"",""Isotomiella uai é endêmica do Brasil e conhecida apenas de um registro de Caeté, em Minas Gerais. Essa localidade está no Quadrilátero Ferrífero, região de intensa atividade mineradora já em fase final de licenciamento para iniciar a exploração de minério numa área menor que 20 mil km². Considerando a mineração como principal ameaça, que implica na remoção de vegetação e solo, o número de localizações é igual a 1. Portanto, I. uai foi categorizada como Vulnerável (VU), pelos critérios B1ab(iii)";" D2."",""Sim"",""Sim"",""Minas Gerais"",""|Sudeste|"",""Mata Atlântica"",""Sub-bacia São Francisco Alto"","""","""","""",""Desconhecido"",""Desconhecida"",""3 - Produção energética e mineração|3.2 - Mineração|3.2.3 - Extração de minérios - subsolo"","""","""","""",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;; "Animalia,""Arthropoda"",""Entognatha"",""Entomobryomorpha"",""Isotomidae"",""Archisotoma"",""Archisotoma catiae"",""Archisotoma catiae"",""Abrantes & Mendonça, 2007"",""Colêmbolo, Pulga-de-jardim"",""Invertebrados Terrestres"",""05/2018"",""Criticamente em Perigo"",""Não"",""B2ab(iii)"",""Archisotoma catiae é endêmica do Brasil, ocorrendo exclusivamente nas dunas da restinga da praia da Barra de Maricá, estado do Rio de Janeiro, região intensamente urbanizada. Apesar de estar dentro de uma APA, a área sofre intensa expansão urbana e incêndios frequentes na vegetação de restinga. A principal ameaça à espécie é a degradação do ambiente. Sua Área de Ocupação é inferior à 10km2 (B2), com uma única localização (a) e declínio continuado da qualidade do habitat (biii). Por isso, A. catiae foi categorizada como Criticamente em Perigo (CR) pelo critério B2ab(iii)."",""Sim"",""Sim"",""Rio de Janeiro"",""|Sudeste|"",""Sistema Costeiro-Marinho"","""","""","""","""",""Não"",""Desconhecida"",""1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.1 - Expansão urbana 1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.3 - Áreas de turismo e recreação 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.1 - Incêndios e supressão de incêndios|7.1.1 - Aumento da frequência/intensidade de incêndios 9 - Poluição|9.1 - Doméstica e urbana - escoamento de água|9.1.3 - Tipo desconhecido"","""","""","""",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Aves"",""Pelecaniformes"",""Ardeidae"",""Tigrisoma"",""Tigrisoma fasciatum"","""",""(Such, 1825)"",""socó-boi-escuro"",""Aves"",""05/2013"",""Vulnerável"","""",""C2a(i)"",""Tigrisoma fasciatum ocorre em áreas disjuntas desde a Costa Rica e Venezuela à Argentina e Brasil. É uma espécie rara e de distribuição pontual ao longo de rios bem preservados, em áreas de altitude. Suspeita-se que haja declínio populacional continuado devido à poluição, degradação e perda de habitat ripários e implantação de empreendimentos hidrelétricos. Considerando a raridade da espécie e sua alta especificidade de habitat, suspeita-se que a população brasileira seja menor que 10.000 indivíduos maduros, com menos de 1.000 deles em cada subpopulação. Por estas razões, T. fasciatum foi categorizado como Vulnerável (VU), pelo critério C2a(i)."",""Não"",""Não"",""Amazonas, Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Pará, Paraná, Rio de Janeiro, São Paulo"",""|Centro-Oeste|Norte|Sudeste|Sul|"",""Amazônia, Cerrado, Mata Atlântica"",""Sub-bacia Iguaçu Sub-bacia Litoral RJ Sub-bacia Litoral RJ SP Sub-bacia Litoral SP PR SC Sub-bacia Negro Sub-bacia Paraguai 01 Sub-bacia Paraguai 03 Sub-bacia Paraná RH1 Sub-bacia Tapajós Sub-bacia Tocantins Alto Sub-bacia Trombetas Sub-bacia Xingu"",""APA Cananéia-Iguape-Peruíbe, APA Guaraqueçaba, APA Ilhas e Várzeas do Rio Paraná, FLONA Amazonas, FLONA Jamanxim, PARNA Amazônia, PARNA da Chapada dos Guimarães, PARNA da Chapada dos Veadeiros, PARNA da Serra da Bodoquena, PARNA Guaricana, PARNA Iguaçu, PARNA Saint-Hilaire/Lange, REBIO Nascentes da Serra do Cachimbo"",""APA SERRA DO MAR, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL DA CHAPADA DOS GUIMARÃES, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL ESTADUAL DE GUARATUBA, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL POUSO ALTO, ESTAÇÃO ECOLÓGICA JURÉIA-ITATINS, PARQUE ESTADUAL DO DESENGANO, PARQUE ESTADUAL INTERVALES"",""RPPN Fazenda Campo Alegre"","""",""Declinando"",""12 - Outras ameaças 3 - Produção energética e mineração|3.3 - Energia renovável|3.3.1 - Hidrelétricas 6 - Distúrbios humanos|6.1 - Atividades recreacionais/turísticas 8 - Espécies invasoras problemáticas e doenças|8.1 - Espécies exóticas 9 - Poluição|9.3 - Agrícola e florestal|9.3.2 - Erosão do solo/sedimentação 9 - Poluição|9.3 - Agrícola e florestal|9.3.3 - Herbicidas e pesticidas"","""",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação das Aves Ameaçadas do Bioma Mata Atlântica, Plano de Ação Nacional para Conservação de Espécies Ameaçadas e de Importância Socioeconômica do Ecossistema Manguezal"","""","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Actinopterygii"",""Characiformes"",""Characidae"",""Mylesinus"",""Mylesinus paucisquamatus"","""","""",""curupeté, Pacu, pacu borracha, pacu-couro-seco, pacu de cachoeira, pacu-dente-seco"",""Peixes Continentais"",""09/2014"",""Em Perigo"","""",""A2c";" B1ab(i,ii,iii)"",""Mylesinus paucisquamatus é endêmica do Brasil e conhecida apenas da bacia do rio Tocantins, nos estados de Goiás, Pará e Tocantins. É uma espécie fitófaga, estritamente reofílica, dependente de zonas encachoeiradas para sua alimentação e reprodução. Atualmente, Mylesinus paucisquamatus parece ser pouco comum, e vem sendo fortemente impactada pela perda e fragmentação do hábitat de corredeiras pela construção de usinas hidrelétricas (UHEs). Na bacia do rio Tocantins, seis UHEs encontram-se em funcionamento ou já com a Licença de Operação (Serra da Mesa, Cana Brava, São Salvador, Peixe Angical, Lajeado e Tucuruí) e quatro planejadas (Mirador, Estreito, Serra Quebrada e Marabá). Esses empreendimentos deverão causar a extinção de subpopulações e fragmentarão ainda mais a população. A extensão de ocorrência calculada para M. paucisquamatus foi de 2.020 km2. O conjunto de reservatórios construídos nos últimos 22,5 anos (equivalentes a três gerações da espécie), representa uma perda estimada de habitat de 50%, com uma perda populacional suspeitada nas mesmas proporções. Portanto, Mylesinus paucisquamatus foi categorizada como Em Perigo (EN) pelos critérios A2c";" B1ab(i,ii,iii)."",""Sim"",""Não"",""Goiás, Pará, Tocantins"",""|Centro-Oeste|Norte|"",""Amazônia, Cerrado"",""Região Hidrográfica do Tocantins/Araguaia Sub-bacia Tocantins Alto Sub-bacia Tocantins Baixo"","""",""ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL DO LAGO DE TUCURUI, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL LAGO DE PEIXE/ANGICAL, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL SERRA DO LAJEADO"","""","""",""Declinando"",""3 - Produção energética e mineração|3.3 - Energia renovável"","""","""","""","""","""",""""";;;; "Animalia,""Arthropoda"",""Insecta"",""Odonata"",""Coenagrionidae"",""Leptagrion"",""Leptagrion porrectum"","""",""Selys, 1876"",""Libélula"",""Invertebrados de Água Doce"",""05/2014"",""Em Perigo"","""",""B1ab(i,ii,iii)"",""Leptagrion porrectum é endêmica do Brasil sendo conhecida de 12 localidades, a maioria no estado do Espírito Santo e alguns na Bahia. É uma espécie de distribuição restrita, com extensão de ocorrência (EOO) estimada em 2.500 km² e área de ocupação (AOO) estimada, considerando a presença de remanescentes dentro da extensão de ocorrência, de 610 km². Essa espécie ocorre preferencialmente em restinga, principalmente em áreas mais sombreadas (mata seca). Suas larvas se desenvolvem exclusivamente em bromélias (fitotelmata). Considerando a intensidade de perda de habitat com conversão para agricultura e urbanização dentro da EOO, bem como o número de novos empreendimentos para a região, principalmente a construção de complexos portuários, conclui-se que sua população está severamente fragmentada com declínio continuado da vegetação e de qualidade de habitat. Por essas razões, Leptagrion porrectum foi categorizada como Em Perigo (EN), pelo critério B1ab(i,ii,iii)."",""Sim"",""Não"",""Espírito Santo"",""|Sudeste|"",""Mata Atlântica"",""Sub-bacia Doce Sub-bacia Litoral BA ES Sub-bacia Litoral ES"",""REBIO Comboios"",""PARQUE ESTADUAL DE ITAÚNAS"","""","""",""Desconhecida"",""1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.1 - Expansão urbana 1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.2 - Áreas comerciais e industriais 3 - Produção energética e mineração|3.2 - Mineração|3.2.1 - Extração de areia 5 - Uso de recursos biológicos|5.2 - Coleta de plantas terrestres 5 - Uso de recursos biológicos|5.2 - Coleta de plantas terrestres|5.2.2 - Efeitos indiretos (a espécie não é o alvo) 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.1 - Incêndios e supressão de incêndios 9 - Poluição|9.4 - Lixo e resíduos sólidos"","""","""","""","""","""",""""";;;;;; "Animalia,""Arthropoda"",""Entognatha"",""Entomobryomorpha"",""Entomobryidae"",""Seira"",""Seira mataraquensis"",""Seira mataraquensis"",""Bellini & Zeppelini, 2008"",""Colêmbolo, Pulga-de-jardim"",""Invertebrados Terrestres"",""05/2018"",""Em Perigo"","""",""B2ab(iii)"",""Seira mataraquensis é endêmica do Brasil e conhecida apenas de Mataraca, litoral norte da Paraíba. Essa localidade está totalmente inserida em área de intensa atividade mineradora de rutita, rutilo e ilmenita em dunas. A atividade de mineração implica na remoção total de vegetação e esterilização do solo que configuram o habitat da espécie. Nesse contexto, a área de ocupação (AOO) foi calculada em 20 km² e com impacto severo da atividade caracterizam uma única localização e declínio continuado na qualidade do habitat. Por essas razões, S. mataraquensis foi categorizada como Em Perigo (EN) pelo critério B2ab(iii)."",""Sim"",""Sim"",""Paraíba"",""|Nordeste|"",""Mata Atlântica"",""Sub-bacia Litoral CE PB"","""","""","""",""Não"",""Desconhecida"",""3 - Produção energética e mineração|3.2 - Mineração"","""","""","""",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Arthropoda"",""Entognatha"",""Entomobryomorpha"",""Entomobryidae"",""Seira"",""Seira musarum"",""Seira musarum"",""Ridley, 1890"",""Colêmbolo, Pulga-de-jardim"",""Invertebrados Terrestres"",""05/2018"",""Vulnerável"","""",""D2"",""Seira musarum é endêmica do Brasil, ocorrendo exclusivamente no arquipélago de Fernando de Noronha. Foi registrada no fim do século XIX na base do Morro do Pico na Ilha de Fernando de Noronha. O arquipélago é impactado pela urbanização, alteração da vegetação e degradação das praias pelo intenso uso recreativo. A partir de 2012, o Arquipélago foi sistematicamente amostrado e a espécie foi registrada apenas na ilha Rata, que é frequentemente atingida por fogo e outras medidas para controle de ratos e outras espécies exóticas. Nesse contexto, configura-se uma localização e o fogo como ameaça que pode levar a espécie à condição de Criticamente em Perigo ou Extinta em curto prazo. Por isso, S. musarum foi categorizada como Vulnerável (VU) pelo critério D2."",""Não"",""Sim"",""Amazonas, Maranhão, Pará, Paraíba, Rio de Janeiro"",""|Nordeste|Norte|Sudeste|"",""Amazônia, Mata Atlântica, Sistema Costeiro-Marinho"",""Sub-bacia Litoral RJ Sub-bacia Mearim Sub-bacia Negro Sub-bacia Paraíba Sub-bacia Tocantins Baixo"",""APA do Arquipelago Sao Pedro e Sao Paulo, APA Fernando de Noronha"",""ÁREA DE PROTEçãO AMBIENTAL DA REGIãO DO MARACANã"","""",""Não"",""Desconhecida"",""6 - Distúrbios humanos|6.1 - Atividades recreacionais/turísticas 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.1 - Incêndios e supressão de incêndios|7.1.1 - Aumento da frequência/intensidade de incêndios 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.3 - Outras modificações nos ecossistemas 9 - Poluição|9.1 - Doméstica e urbana - escoamento de água|9.1.1 - Esgoto"","""","""","""",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Arthropoda"",""Entognatha"",""Entomobryomorpha"",""Isotomidae"",""Paracerura"",""Paracerura gandarela"",""Paracerura gandarela"",""Mendonça & Silveira, 2013"",""Colêmbolo, Pulga-de-jardim"",""Invertebrados Terrestres"",""05/2018"",""Vulnerável"","""",""D2"",""Paracerura gandarela é endêmica do Brasil e conhecida apenas de um registro em Caeté, estado de Minas Gerais. Essa localidade está no Quadrilátero Ferrífero, região de intensa atividade mineradora, numa área menor que 20 mil km² já em fase final de licenciamento para iniciar a exploração de minério. A atividade de mineração, assim que iniciada implicará na remoção total de vegetação e solo que configuram o habitat da espécie. Por isso, P. gandarela foi categorizada como Vulnerável (VU) pelo critério D2."",""Sim"",""Sim"",""Minas Gerais"",""|Sudeste|"",""Mata Atlântica"",""Sub-bacia São Francisco Alto"","""",""ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL SUL-RMBH"","""","""",""Desconhecida"",""3 - Produção energética e mineração|3.2 - Mineração 3 - Produção energética e mineração|3.2 - Mineração|3.2.3 - Extração de minérios - subsolo"","""","""","""",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Arthropoda"",""Entognatha"",""Entomobryomorpha"",""Entomobryidae"",""Seira"",""Seira pseudoannulata"",""Seira pseudoannulata"",""Bellini & Zeppelini, 2008"",""Colêmbolo, Pulga-de-jardim"",""Invertebrados Terrestres"",""05/2018"",""Em Perigo"","""",""B1ab(iii)+2ab(iii)"",""Seira pseudoannulata é endêmica do Brasil e conhecida apenas de Mataraca, litoral norte da Paraíba. Essa localidade está totalmente inserida em área de intensa atividade mineradora de rutita, rutilo e ilmenita em dunas, numa área menor que 20 km². A atividade de mineração implica na remoção total de vegetação e esterilização do solo que configuram o habitat da espécie. Nesse contexto, a distribuição extremamente restrita da espécie, toda dentro da área da mineração de areia, e com impacto severo da atividade caracterizam uma única localização e declínio continuado na qualidade do habitat. Por essas razões, S. pseudoannulata foi categorizada como Em Perigo (EN) pelos critérios B1ab(iii)+2ab(iii)."",""Sim"",""Sim"",""Paraíba"",""|Nordeste|"",""Mata Atlântica"",""Sub-bacia Litoral CE PB"","""","""","""",""Não"",""Desconhecida"",""3 - Produção energética e mineração|3.2 - Mineração|3.2.1 - Extração de areia"","""","""","""",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Arthropoda"",""Insecta"",""Hymenoptera"",""Formicidae"",""Trachymyrmex"",""Trachymyrmex atlanticus"","""",""Mayhé-Nunes & Brandão, 2007"",""formiga, Formiga"",""Invertebrados Terrestres"",""05/2014"",""Vulnerável"","""",""B2ab(ii,iii)"",""Trachymyrmex atlanticus é endêmica do Brasil, de matas de restinga no litoral dos estados da Bahia, Rio de Janeiro e do Espírito Santo. É uma espécie que apresenta restrição de habitat, ocorrendo apenas nas restingas, e portanto, com área de ocupação calculada em aproximadamente 1.200 km². As restingas encontram-se sob intenso processo de degradação, devido à especulação imobiliária e urbanização, o que caracteriza declínio continuado da qualidade do habitat, área de ocupação, e ocasiona fragmentação severa da população. Portanto, T. atlanticus foi categorizada como Vulnerável (VU), pelo critério B2ab(ii,iii)."",""Sim"",""Não"",""Bahia, Rio de Janeiro"",""|Nordeste|Sudeste|"",""Mata Atlântica"",""Sub-bacia Contas Sub-bacia Litoral RJ"","""",""APA DA ORLA MARíTIMA DA BAíA DE SEPETIBA, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL LAGOA ENCANTADA, RESERVA BIOLÓGICA ESTADUAL DE GUARATIBA"",""RPN Salto Apepique"","""",""Desconhecida"",""11 - Mudanças e extremos climáticos|11.1 - Mudança/alteração de habitat 1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.1 - Expansão urbana"","""","""","""","""","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Aves"",""Procellariiformes"",""Diomedeidae"",""Diomedea"",""Diomedea dabbenena"",""Diomedea dabbenena"",""Mathews, 1929"",""albatroz-de-tristão"",""Aves"",""10/2019"",""Criticamente em Perigo"",""Não"",""A4bd"",""Diomedea dabbenena é migrante que reproduz fora do Brasil. Atualmente há registros reprodutivos apenas nas ilhas Gough e Inaccessible, sendo que a população desta última não é considerada viável. No Brasil, já foi registrada em São Paulo, Santa Catarina e Rio Grande do Sul. A população é pequena, há predação de ninhos nas colônias por camundongos (Mus musculus) introduzidos e, no Brasil, há perdas por captura em espinhel. Modelagens populacionais inferem uma perda de 96% da população em três gerações (86 anos), incluindo passado e futuro. Assim, D. dabbenena foi categorizada como Criticamente em Perigo (CR) pelo critério A4bd."",""Não"",""Sim"",""Rio Grande do Sul, Santa Catarina, São Paulo"",""|Sudeste|Sul|"",""Mata Atlântica, Pampa, Sistema Costeiro-Marinho"",""Sub-bacia Litoral RS Sub-bacia Litoral SP PR SC"","""","""",""RPPN Morro das Aranhas"",""Sim"",""Declinando"",""5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.6 - Captura indireta - larga escala|5.4.6.8 - Espinhel|5.4.6.8.1 - Espinhel de superfície 8 - Espécies invasoras problemáticas e doenças|8.1 - Espécies exóticas|8.1.1 - Espécie conhecida|8.1.1.2 - Predadores"","""",""Educação e comunicação, Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação de Albatrozes e Petréis, Plano de Ação Nacional para a Conservação de Albatrozes e Petréis - 2º ciclo, Plano de Ação Nacional para a Conservação de Albatrozes e Petréis - 3º ciclo"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Actinopterygii"",""Siluriformes"",""Trichomycteridae"",""Trichogenes"",""Trichogenes claviger"","""",""de Pinna, Helmer, Britski & Nunes, 2010"","""",""Peixes Continentais"",""11/2013"",""Criticamente em Perigo"",""Não"",""B2ab(iii)"",""Trichogenes claviger foi registrada em dois pontos no córrego Picada Comprida, bacia do rio Itapemirim, município de Castelo, estado do Espírito Santo, Brasil. A espécie não ocorre em corpos hídricos maiores da região. A distribuição geográfica de T. claviger é certamente restrita, como ocorre tipicamente em Trichogeninae. Assim, sua Área de Ocupação (AOO) é inferior a 10 km² (CR B2). A espécie ocorre em uma área privada sob impacto considerável, fora de Unidade de Conservação, embora esteja situada entre dois parques estaduais. O local tem vegetação alterada, com cultura de Pinus e imagens de satélite mostram que diversas estradas, incluindo uma rodovia, cortam a região, e revelam também diversos pontos de desmatamento. Também há construções civis no local. A espécie foi coletada em um estudo de impacto ambiental, realizado para fins de licenciamento de empreendimento, situando-se em uma única localização (a=1). Portanto, presume-se que alterações ambientais nesta única localidade continuarão ocorrendo, levando ao declínio continuado da qualidade do hábitat (biii). Por esses motivos, Trichogenes claviger foi categorizada como Criticamente em Perigo (CR) pelos critérios B2ab(iii)."",""Sim"",""Não"",""Espírito Santo"",""|Sudeste|"",""Mata Atlântica"",""Sub-bacia Litoral ES"","""","""","""",""Desconhecido"",""Desconhecida"","""","""","""","""","""","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Actinopterygii"",""Siluriformes"",""Pseudopimelodidae"",""Lophiosilurus"",""Lophiosilurus alexandri"",""Lophiosilurus alexandri"",""Steindachner, 1876"",""Cambeva, Cururu, Linguado-do-São Francisco, Nhiquin-pacamã, Niquim, Pacamã, Pacamão, Peixe-sapo, Pocomã"",""Peixes Continentais"",""11/2018"",""Vulnerável"","""",""A2cd"",""Lophiosilurus alexandri é endêmica da bacia do rio São Francisco. Sua presença na bacia do rio Doce é decorrente de translocação ocorrida entre as décadas de 1970 e 1980, e portanto esta subpopulação, apesar de abundante e alvo de pesca, não foi considerada na avaliação do estado de conservação por ter sido introduzida. Estima-se que haja uma acentuada redução no volume pescado de L. alexandri nas últimas décadas. Embora seja altamente valorizada na pesca, é raramente capturada em alguns pontos de sua distribuição. A espécie é considerada extinta em algumas áreas, principalmente em reservatórios de hidrelétricas, que alteraram substancialmente a estrutura de seu habitat original, embora o assoreamento da calha possa beneficiar a espécie criando habitat adicional. Tendo em vista essas considerações, estima-se que exista um declínio passado da população em sua área de distribuição original de mais de 30%, considerando o tempo de três gerações (cerca de 45 anos). Portanto, Lophiosilurus alexandri foi categorizada como Vulnerável (VU) pelo critério A2cd."",""Sim"",""Sim"",""Alagoas, Bahia, Minas Gerais, Pernambuco, Sergipe"",""|Nordeste|Sudeste|"",""Caatinga, Cerrado, Mata Atlântica"",""Sub-bacia Litoral SE Sub-bacia São Francisco Alto Sub-bacia São Francisco Baixo Sub-bacia São Francisco Médio Sub-bacia São Francisco Submédio"","""",""ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL DUNAS E VEREDAS DO BAIXO MÉDIO SÃO FRANCISCO"",""RPPN Fazenda Boa Ventura"",""Não"",""Declinando"",""3 - Produção energética e mineração|3.3 - Energia renovável|3.3.1 - Hidrelétricas 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.1 - Captura intencional - subsistência/pequena escala|5.4.1.3 - Aparelho com anzol|5.4.1.3.5 - Linha de fundo e linha de mão 7 - Modificações nos sistemas naturais 8 - Espécies invasoras problemáticas e doenças|8.1 - Espécies exóticas|8.1.2 - Espécie não conhecida|8.1.2.1 - Competidores 8 - Espécies invasoras problemáticas e doenças|8.1 - Espécies exóticas|8.1.2 - Espécie não conhecida|8.1.2.2 - Predadores 9 - Poluição|9.1 - Doméstica e urbana - escoamento de água|9.1.1 - Esgoto"",""1 - Alimentação humana|1.7 - Pesca artesanal 3 - Animais de estimação/ornamentais"",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação das Espécies Ameaçadas de Extinção da Fauna Aquática da Bacia do Rio São Francisco, Plano de Ação Nacional para a Conservação das Espécies Ameaçadas de Extinção da Fauna Aquática da Bacia do Rio São Francisco - 2º ciclo"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Actinopterygii"",""Characiformes"",""Characidae"",""Spintherobolus"",""Spintherobolus broccae"",""Spintherobolus broccae"",""Myers, 1925"",""Piaba"",""Peixes Continentais"",""11/2018"",""Em Perigo"","""",""B1ab(iii,iv)"",""Spintherobolus broccae é endêmica do Brasil e ocorre em drenagens de planícies litorâneas atlânticas no entorno da Baía de Guanabara, no Rio de Janeiro, e nos arredores de Bertioga e Ubatuba, no estado de São Paulo. É uma espécie pouco comum, que ocorre em brejos e riachos de águas escuras e ácidas em áreas de restinga. A extensão de ocorrência (EOO) conhecida foi calculada em 1.090 km², sendo a área compreendida pelo mínimo polígono convexo. A principal ameaça é a descaracterização de habitat, especialmente restingas, causada pelo avanço da urbanização, que levou à severa fragmentação da população, principalmente no litoral norte de São Paulo e leste do Rio de Janeiro. Isto implica também na destruição das florestas de restinga, poluição dos riachos e drenagem e aterramento de brejos, causando declínio continuado da qualidade do habitat. Há registros de extirpação de parte da população na Baixada Fluminense, onde a espécie outrora foi comum. Considerando as informações disponíveis, Spintherobolus broccae foi categorizada como Em Perigo (EN) pelos critérios B1ab(iii,iv)."",""Sim"",""Sim"",""Rio de Janeiro, São Paulo"",""|Sudeste|"",""Mata Atlântica"",""Sub-bacia Litoral RJ Sub-bacia Litoral SP"","""",""PARQUE ESTADUAL DA SERRA DO MAR, PARQUE ESTADUAL RESTINGA DE BERTIOGA"","""",""Desconhecido"",""Desconhecida"",""1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.1 - Expansão urbana 1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.3 - Áreas de turismo e recreação 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.1 - Culturas anuais e perenes não-madeireiras|2.1.4 - Agricultura de escala desconhecida 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.3 - Pecuária|2.3.4 - Pecuária em escala desconhecida 3 - Produção energética e mineração|3.2 - Mineração|3.2.1 - Extração de areia 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.2 - Represas e uso de água|7.2.1 - Captação de água de superfície - uso doméstico 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.2 - Represas e uso de água|7.2.3 - Captação de água de superfície - uso na agricultura 9 - Poluição|9.1 - Doméstica e urbana - escoamento de água|9.1.1 - Esgoto 9 - Poluição|9.3 - Agropecuária e florestal|9.3.2 - Erosão do solo/sedimentação"","""",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação dos Peixes e Eglas da Mata Atlântica"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Actinopterygii"",""Siluriformes"",""Pimelodidae"",""Conorhynchos"",""Conorhynchos conirostris"",""Conorhynchos conirostris"",""(Valenciennes, 1840)"",""Corneta, Pirá, Pirá-tamanduá"",""Peixes Continentais"",""11/2018"",""Em Perigo"","""",""A2cd"",""Conorhynchos conirostris é endêmica do Brasil e ocorria originalmente em toda a bacia do rio São Francisco. Atualmente ocorre de forma mais representativa na região do alto-médio rio São Francisco (calha e baixo curso de afluentes maiores), no trecho a jusante da barragem da UHE Três Marias até o remanso do reservatório da UHE Sobradinho, no estado de Minas Gerais. Por ser uma espécie migradora, é amplamente afetada pelos barramentos existentes na bacia do rio São Francisco e não estabelece populações em reservatórios. Além disso, é alvo de pesca intensiva, principalmente durante o período de reprodução, e o controle hídrico configura-se como impacto adicional. Existe um claro declínio populacional em decorrência das alterações ambientais das drenagens, da pressão de pesca e principalmente da construção de barragens. Nesse contexto, considerando que, atualmente, a espécie ocorre em menos de 50% de sua área de distribuição original, suspeita-se um declínio populacional de pelo menos 50% ao longo dos últimos 30 anos (três gerações) baseado no declínio da área de ocupação, extensão de ocorrência e qualidade do hábitat e nos níveis reais de exploração, em função da construção das grandes hidrelétricas do baixo rio São Francisco e da pressão da pesca intensiva. Por isso, a espécie foi categorizada como Em Perigo (EN) pelo critério A2cd."",""Sim"",""Sim"",""Minas Gerais"",""|Sudeste|"",""Cerrado"",""Sub-bacia São Francisco Alto Sub-bacia São Francisco Médio"","""","""","""",""Sim"",""Declinando"",""3 - Produção energética e mineração|3.3 - Energia renovável|3.3.1 - Hidrelétricas 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.2 - Captura intencional - larga escala|5.4.2.9 - Outro"",""4 - Caça/pesca esportiva"",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação das Espécies Ameaçadas de Extinção da Fauna Aquática da Bacia do Rio São Francisco, Plano de Ação Nacional para a Conservação das Espécies Ameaçadas de Extinção da Fauna Aquática da Bacia do Rio São Francisco - 2º ciclo"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Actinopterygii"",""Characiformes"",""Prochilodontidae"",""Prochilodus"",""Prochilodus vimboides"",""Prochilodus vimboides"",""Kner, 1859"",""Curimatá, Curimatã, Curimatã-pacu, Curimba, Curimbatá, Grumatã"",""Peixes Continentais"",""10/2019"",""Vulnerável"","""",""A4ce"",""Prochilodus vimboides ocorre nas bacias costeiras do Brasil, desde o rio Jucuruçu no sul da Bahia, até o rio Paraíba do Sul, no Rio de Janeiro, incluindo também o rio Doce, nos estados de Minas Gerais e Espírito Santo"; nas cabeceiras de afluentes da porção leste da bacia do alto rio Paraná, no estado de São Paulo (localidade-tipo);" e também em afluentes do rio São Francisco, próximo a Três Marias, no estado de Minas Gerais. Era uma espécie relativamente abundante e alvo de pesca em várias dessas bacias. Nas bacias do alto rio Tietê e Mogi-Guaçu, mesmo sendo áreas muito bem amostradas, os registros dessa espécie são extremamente escassos nos últimos 60 anos, sendo os últimos, na bacia do rio Mogi-Guaçu, datados de 2006 e 2019 (rio Oriçanga). No Paraíba do Sul, as subpopulações declinaram a ponto de não aparecerem mais na pesca comercial. Os registros atuais provêm de bacias adjacentes ao Paraíba do Sul, da porção terminal do rio Itabapoana e do Complexo do Imbé, Lagoa de Cima, Lagoa Feia e rio Macabu. A introdução de espécies congêneres, como P. lineatus e P. costatus, pode estar associada ao declínio da espécie na bacia do rio Doce e em outras drenagens menores do leste brasileiro. Além disso, a espécie ainda sofre pressão de pesca principalmente nos rios Imbé, Mucuri e Doce, bem como da introdução de espécies exóticas, desmatamento e construção de barragens. Como se trata de uma espécie migradora, os barramentos impactam diretamente as subpopulações. A extensão de ocorrência original da espécie, calculada pelo somatório das bacias com registros atuais e pretéritos, é de aproximadamente 210.000 km². Considerando as bacias mais representativas de ocorrência da espécie, os rios Doce e Paraíba do Sul, suspeita-se que houve uma redução de, pelo menos, 60% em sua extensão de ocorrência nos últimos 20 anos, sendo que o tempo geracional foi calculado em 4 anos (3 TG = 12 anos). A área dessas duas bacias corresponde a 66% da distribuição original da espécie, calculada com base nos seus registros históricos. Assumindo-se que esse declínio possa ser inferido para toda a área de distribuição de P. vimboides, estima-se que ele se aproxime de 40%. É provável que esse cálculo esteja subestimado, uma vez que a abundância histórica reportada de P. vimboides era bem maior nas bacias dos rios Doce e Paraíba do Sul. As causas que levaram ao declínio populacional não cessaram e é esperado que as ameaças sejam intensificadas em função de novas UHEs e PCHs em locais onde a espécie ainda ocorre (possível redução populacional futura), além das consequências da competição com congêneres introduzidas. Há de se considerar também os impactos decorrentes do rompimento da barragem em Mariana, Minas Gerais, que comprometeram a subpopulação presente no rio Doce. Por esses motivos, Prochilodus vimboides foi listada como Vulnerável (VU) pelos critérios A4ce."",""Sim"",""Sim"",""Bahia, Espírito Santo, Minas Gerais, Rio de Janeiro, São Paulo"",""|Nordeste|Sudeste|"",""Cerrado, Mata Atlântica"",""Sub-bacia Doce Sub-bacia Grande Sub-bacia Litoral BA ES Sub-bacia Litoral ES Sub-bacia Litoral RJ Sub-bacia Paraíba do Sul Sub-bacia São Francisco Alto Sub-bacia Tietê"",""APA Bacia do Rio Paraíba do Sul, FLONA Pacotuba"",""ESTAçãO ECOLóGICA DE MOGI-GUAçU, PARQUE ESTADUAL DO RIO DOCE"",""RPPN Cachoeira Boa Vista"",""Sim"",""Declinando"",""1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.1 - Expansão urbana 3 - Produção energética e mineração|3.3 - Energia renovável|3.3.1 - Hidrelétricas 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.7 - Motivação desconhecida 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.2 - Represas e uso de água|7.2.11 - Represas (tamanho desconhecido) 8 - Espécies invasoras problemáticas e doenças|8.1 - Espécies exóticas|8.1.1 - Espécie conhecida|8.1.1.1 - Competidores 8 - Espécies invasoras problemáticas e doenças|8.3 - Espécies nativas problemáticas|8.3.1 - Espécie conhecida|8.3.1.1 - Competidores 9 - Poluição|9.2 - Industrial|9.2.4 - Tipo desconhecido"",""1 - Alimentação humana|1.7 - Pesca artesanal"",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação das Espécies Aquáticas Ameaçadas de Extinção da Bacia do Rio Paraíba do Sul, Plano de Ação Nacional para a Conservação das Espécies Aquáticas Ameaçadas de Extinção da Bacia do Rio Paraíba do Sul - 2º ciclo, Plano de Ação Nacional para a Conservação das Espécies da Fauna Aquática Ameaçadas de Extinção do Ecossistema Mogi-Pardo-Grande, Plano de Ação Nacional para a Conservação das Espécies de Peixes Ameaçadas de Extinção da Bacia do Alto Rio Paraná"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;; "Animalia,""Chordata"",""Amphibia"",""Anura"",""Hylidae"",""Boana"",""Boana buriti"",""Hypsiboas buriti"",""(Caramaschi & Cruz, 1999)"",""Perereca-buriti, Perereca-de-pijama-buriti"",""Anfíbios"",""05/2018"",""Vulnerável"","""",""B1ab(iii,iv)"",""Boana buriti é endêmica do Brasil, do bioma Cerrado, apresentando distribuição restrita e disjunta. É conhecida apenas de quatro localidades situadas nos estados de Minas Gerais e Goiás e no Distrito Federal, com extensão de ocorrência estimada em 12.474 km2. A espécie é conspícua e não tem sido mais observada em anos recentes em duas de suas localidades (Fazenda São Miguel - MG e Fazenda Água Limpa - DF). Na Fazenda São Miguel, seu hábitat foi removido após instalação de pivôs centrais de irrigação e, na Fazenda Água Limpa, houve desaparecimento de uma poça utilizada pela espécie. Boana buriti parece ser muito sensível a mudanças no nível do lençol freático e quase toda sua distribuição encontra-se em área fortemente cobiçada e impactada pela agricultura mecanizada, causando fragmentação e declínio contínuo de área e da qualidade do hábitat da espécie. É possível supor que a fragmentação do ambiente esteja causando também fragmentação severa da população. Por essas razões, Boana buriti foi avaliada como Vulnerável (VU) pelo critério B1ab(iii,iv)."",""Sim"",""Sim"",""Distrito Federal, Goiás, Minas Gerais"",""|Centro-Oeste|Sudeste|"",""Cerrado"",""Sub-bacia Paranaíba Sub-bacia São Francisco Médio"",""APA Planalto Central, ARIE Capetinga-Taquara"",""APA DA BACIA DOS RIBEIRÕES DO GAMA E CABEÇA DE VEADO"","""",""Não"",""Declinando"",""2 - Agropecuária e Aquacultura|2.1 - Culturas anuais e perenes não-madeireiras|2.1.3 - Agricultura agro-industrial"","""",""Criação de áreas protegidas, Plano de Ação Nacional (PAN), Proteção de locais/áreas"",""Plano de Ação Nacional para Conservação das Espécies Ameaçadas de Extinção da Ictiofauna, Herpetofauna e Primatas do Cerrado e Pantanal"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Amphibia"",""Anura"",""Leptodactylidae"",""Crossodactylodes"",""Crossodactylodes itambe"",""Crossodactylodes itambe"",""Barata, Santos, Leite & Garcia, 2013"",""Sapinho-do-Itambé"",""Anfíbios"",""06/2017"",""Criticamente em Perigo"",""Não"",""B1ab(iii)+2ab(iii)"",""Crossodactylodes itambe é endêmica do Brasil, do estado de Minas Gerais, conhecida somente para o Parque Estadual do Pico do Itambé, cuja área é de 1,35 km2. A espécie foi registrada em área de transição entre os biomas Cerrado e Mata Atlântica, em altitudes acima de 1.700 metros, e os girinos foram encontrados somente em bromélias rupícolas da espécie Vriesea medusa em áreas abertas de campos rupestres. A extensão de ocorrência e a área de ocupação foram estimadas em 0,50 km2 (equivalentes à área do bromelial), correspondendo a uma única localização, cujos incêndios recorrentes são a principal ameaça e causam declínio contínuo da qualidade do hábitat. Por essas razões, Crossodactylodes itambe foi avaliada como Criticamente em Perigo (CR) pelos critérios B1ab(iii)+2ab(iii)."",""Sim"",""Sim"",""Minas Gerais"",""|Sudeste|"",""Mata Atlântica"",""Sub-bacia Jequitinhonha"","""",""ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL ÁGUAS VERTENTES, PARQUE ESTADUAL PICO DO ITAMBÉ"","""",""Não"",""Desconhecida"",""2 - Agropecuária e Aquacultura|2.3 - Pecuária|2.3.2 - Pecuária em pequenas propriedades 5 - Uso de recursos biológicos|5.2 - Coleta de plantas terrestres|5.2.2 - Efeitos indiretos (a espécie não é o alvo) 6 - Distúrbios humanos|6.1 - Atividades recreacionais/turísticas 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.1 - Incêndios e supressão de incêndios|7.1.1 - Aumento da frequência/intensidade de incêndios"","""",""Plano de Ação Nacional (PAN)"","""",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Aves"",""Charadriiformes"",""Scolopacidae"",""Calidris"",""Calidris pusilla"",""Calidris pusilla"",""(Linnaeus, 1766)"",""maçarico-rasteirinho"",""Aves"",""10/2017"",""Em Perigo"","""",""A2b"",""Calidris pusilla é espécie migratória que no Brasil ocorre durante o período não reprodutivo ao longo dos ambientes costeiros, principalmente na região norte-nordeste. Essa região juntamente com Suriname e Guiana Francesa, foi considerada como a área de maior importância populacional para a espécie na América do Sul, suportando 90% do total de indivíduos estimado para as áreas não reprodutivas. Estimativas indicam que essa espécie sofreu um declínio de 75,9% em três gerações passadas no litoral norte do Brasil (Pará e Maranhão), que concentra cerca de 90% da população brasileira. Nesse contexto, infere-se que esse declínio reflita de igual maneira a situação da população de C. pusilla nas demais áreas de ocorrência da espécie no Brasil. Assim sendo, C. pusilla foi categorizada como Em Perigo (EN), pelo critério A2b."",""Não"",""Sim"",""Alagoas, Amapá, Amazonas, Bahia, Ceará, Espírito Santo, Maranhão, Mato Grosso, Pará, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe"",""|Centro-Oeste|Nordeste|Norte|Sudeste|Sul|"",""Amazônia, Caatinga, Cerrado, Mata Atlântica, Pampa, Pantanal"",""Sub-bacia Amapá Litoral Sub-bacia Foz Amazonas Sub-bacia Gurupi Sub-bacia Itapecuru Sub-bacia Itapecuru-Paraguaçu Sub-bacia Litoral AL PE PB Sub-bacia Litoral CE PB Sub-bacia Litoral CE PI Sub-bacia Litoral RJ Sub-bacia Litoral RS Sub-bacia Litoral SE Sub-bacia Litoral SP Sub-bacia Litoral SP PR SC Sub-bacia Madeira Sub-bacia Paraguai 03 Sub-bacia Paraíba do Sul Sub-bacia Parnaíba Baixo Sub-bacia Piranhas Sub-bacia São Francisco Baixo Sub-bacia Tietê Sub-bacia Tocantins Baixo Sub-bacia Trombetas"",""APA Barra do Rio Mamanguape, APA Delta do Parnaíba, APA Fernando de Noronha, APA Piaçabuçú, ARIE Manguezais da Foz do Rio Mamanguape, ESEC Carijós, ESEC Maracá Jipioca, PARNA da Lagoa do Peixe, PARNA do Cabo Orange, PARNA Lençóis Maranhenses, PARNA Marinho de Fernando de Noronha, PARNA Restinga de Jurubatiba, REBIO do Lago Piratuba, REBIO Santa Isabel, RESEX Araí Peroba, RESEX Cururupu, RESEX Gurupi-Piriá, RESEX Maracanã, RESEX Marinha de Caeté-Taperaçu"",""ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL ALDEIA-BEBERIBE, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL BAÍA DE TODOS OS SANTOS, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL DA MARITUBA DO PEIXE, ÁREA DE PROTEçãO AMBIENTAL DAS REENTRâNCIAS MARANHENSES, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL DO ARQUIPÉLAGO DO MARAJÓ, ÁREA DE PROTEçãO AMBIENTAL DO MANGUEZAL DA BARRA GRANDE, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL PLATAFORMA CONTINENTAL DO LITORAL NORTE, PARQUE ESTADUAL DA ILHA DO CARDOSO, PARQUE ESTADUAL DA SERRA DO MAR, RESERVA BIOLÓGICA DO PARAZINHO"",""RPPN Fazenda Boa Esperança, RPPN Reserva Ecológica Metodista Ana Gonzaga - CEMAG"",""Sim"",""Desconhecida"",""12 - Outras ameaças 1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.1 - Expansão urbana 1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.2 - Áreas comerciais e industriais 1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.3 - Áreas de turismo e recreação 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.2 - Silvicultura|2.2.3 - Plantações em escala desconhecida 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.4 - Aquacultura marinha e de água doce|2.4.3 - Aquacultura em escala desconhecida 3 - Produção energética e mineração|3.1 - Extração de petróleo e gás natural 3 - Produção energética e mineração|3.3 - Energia renovável|3.3.2 - Parques eólicos 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.7 - Motivação desconhecida 6 - Distúrbios humanos|6.1 - Atividades recreacionais/turísticas 9 - Poluição|9.1 - Doméstica e urbana - escoamento de água|9.1.1 - Esgoto 9 - Poluição|9.2 - Industrial|9.2.1 - Derramamento de óleo"","""",""Educação e comunicação, Manejo de espécies, Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação das Aves Limícolas Migratórias - 2º ciclo, Plano de Ação Nacional para Conservação das Aves Limícolas Migratórias"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Amphibia"",""Anura"",""Brachycephalidae"",""Ischnocnema"",""Ischnocnema karst"","""",""Canedo, Targino, Leite & Haddad, 2012"",""Rãzinha-do-folhiço"",""Anfíbios"",""06/2017"",""Vulnerável"","""",""B1ab(iii)";" D2"",""Ischnocnema karst é endêmica do Brasil, conhecida apenas da localidade-tipo, no município de Arcos, estado de Minas Gerais, em zona de transição entre os biomas Cerrado e Mata Atlântica, na região do Alto São Francisco. A espécie possui hábitat específico, encontrada somente em mancha de mata semidecídua a decídua associada a solo calcário (cárstico). Há lacunas amostrais, mas considerando a disponibilidade de ambientes favoráveis à ocorrência da espécie e amostragens em outros municípios da região do Alto São Francisco, é possível supor que sua extensão de ocorrência não exceda 20.000 km2. Essa região possui intensa atividade de mineração, que provoca declínio contínuo da qualidade do hábitat da espécie. A própria localidade-tipo encontra-se na área de uma mineradora. Foram consideradas menos de cinco localizações, tendo a mineração como principal ameaça. Por esses motivos, Ischnocnema karst foi avaliada como Vulnerável (VU) pelos critérios B1ab(iii)";" D2."",""Sim"",""Sim"",""Minas Gerais"",""|Sudeste|"",""Cerrado"",""Sub-bacia São Francisco Alto"","""","""","""",""Não"",""Desconhecida"",""3 - Produção energética e mineração|3.2 - Mineração|3.2.2 - Extração de seixo/pedra"","""",""Criação de áreas protegidas, Plano de Ação Nacional (PAN), Proteção de locais/áreas"",""Plano de Ação Nacional para Conservação das Espécies Ameaçadas de Extinção da Ictiofauna, Herpetofauna e Primatas do Cerrado e Pantanal"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;; "Animalia,""Chordata"",""Aves"",""Passeriformes"",""Conopophagidae"",""Conopophaga"",""Conopophaga cearae"",""Conopophaga cearae"",""Cory, 1916"",""chupa-dente-do-nordeste"",""Aves"",""11/2016"",""Em Perigo"","""",""B2ab(ii,iii,v)"",""Conopophaga cearae é endêmica do nordeste do Brasil, distribuindo-se no Ceará, Paraíba, Pernambuco, Alagoas e Bahia. Sua área de ocupação foi calculada em 456 km2 incluído os registros confirmados, inferidos e suspeitados. Habita florestas úmidas nos estratos inferiores da mata. Existe extinções locais no Ceará, Paraíba, Pernambuco e Alagoas em fragmentos onde a espécie deixou de ser registrada. A espécie ocorre em uma matriz florestal onde 50% de sua área total de ocupação está em fragmentos separados entre si por grande distância, e portanto, a população é considerada severamente fragmentada, não havendo fluxo gênico. Além disso, há declínio continuado da população devido à perda de área de ocupação e de qualidade de habitat em função de atividades antrópicas, sobretudo agropecuária, expansão urbana e incêndios florestais. Assim sendo, C. cearae foi categorizada como Em Perigo (EN), pelo critério B2ab(ii,iii,v)."",""Sim"",""Sim"",""Alagoas, Bahia, Ceará, Paraíba, Pernambuco"",""|Nordeste|"",""Caatinga, Mata Atlântica"",""Sub-bacia Itapecuru-Paraguaçu Sub-bacia Jaguaribe Sub-bacia Litoral AL PE PB Sub-bacia Litoral CE PB Sub-bacia Litoral CE PI Sub-bacia São Francisco Baixo"",""ESEC de Murici, PARNA da Chapada Diamantina, REBIO de Pedra Talhada, REBIO de Saltinho, REBIO Guaribas"",""ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL ALDEIA-BEBERIBE, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL DA SERRA DE BATURITÉ, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL DE MURICÍ, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL MARIMBUS / IRAQUARA, PARQUE ESTADUAL DE DOIS IRMÃOS, REFúGIO DE VIDA SILVESTRE MATAS DO SISTEMA GURJAú"",""GÁLIA, MATA DO CEDRO"",""Não"",""Desconhecida"",""11 - Mudanças e extremos climáticos|11.1 - Mudança/alteração de habitat 1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.1 - Expansão urbana 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.1 - Culturas anuais e perenes não-madeireiras|2.1.4 - Agricultura de escala desconhecida 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.1 - Incêndios e supressão de incêndios|7.1.1 - Aumento da frequência/intensidade de incêndios"","""",""Criação de áreas protegidas, Implementação de corredores, Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação das Aves Ameaçadas do Bioma Mata Atlântica, Plano de Ação Nacional para a Conservação das Aves da Caatinga, Plano de Ação Nacional para a Conservação das Aves da Caatinga - 2º ciclo"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Mammalia"",""Rodentia"",""Echimyidae"",""Phyllomys"",""Phyllomys unicolor"",""Phyllomys unicolor"",""(Wagner, 1842)"",""Rato-da-árvore, Short-furred Atlantic tree-rat, Unicolored Tree Rat"",""Mamíferos"",""09/2021"",""Criticamente em Perigo"",""Sim"",""D"",""Phyllomys unicolor é endêmica do Brasil, conhecida apenas da localidade-tipo, em Nova Viçosa, estado da Bahia, onde o único espécime conhecido, o holótipo, foi coletado antes de 1824. A região encontra-se profundamente alterada em função da expansão das atividades agrícolas, pecuária e silvicultura, que promovem intensa redução, fragmentação e declínio da qualidade do habitat remanescente. Apesar de intensos e recentes esforços de coleta na região, a espécie não foi mais registrada. Nesse contexto, suspeita-se que a espécie esteja extinta ou que possua menos de 50 indivíduos maduros. Por isso, Phyllomys unicolor foi categorizada como Criticamente em Perigo (CR), pelo critério D, sendo possivelmente extinta (PEX)."",""Sim"",""Sim"",""Bahia"",""|Nordeste|"",""Mata Atlântica"","""","""","""","""",""Desconhecido"",""Declinando"",""2 - Agropecuária e Aquacultura|2.1 - Culturas anuais e perenes não-madeireiras|2.1.2 - Agricultura em pequenas propriedades 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.1 - Culturas anuais e perenes não-madeireiras|2.1.3 - Agricultura agro-industrial 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.2 - Silvicultura|2.2.3 - Plantações em escala desconhecida 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.3 - Pecuária|2.3.2 - Pecuária em pequenas propriedades 5 - Uso de recursos biológicos|5.3 - Extração florestal|5.3.5 - Motivação desconhecida"","""",""Plano de Ação Nacional (PAN), Proteção de locais/áreas"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação dos Mamíferos da Mata Atlântica Central, Plano de Ação Nacional para a Conservação dos Pequenos Mamíferos de Áreas Florestais"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Amphibia"",""Anura"",""Hylidae"",""Sphaenorhynchus"",""Sphaenorhynchus canga"","""",""Araujo-Vieira, Lacerda, Pezzuti, Leite, Assis & Cruz, 2015"","""",""Anfíbios"",""09/2017"",""Criticamente em Perigo"",""Não"",""B1ab(iii)"",""Sphaenorhynchus canga é endêmica do Brasil, conhecida do sudeste do Quadrilátero Ferrífero, parte mais ao sul da Serra do Espinhaço, no estado de Minas Gerais, em área de transição dos biomas Cerrado e Mata Atlântica. A espécie possui hábitat específico, estando restrita às lagoas em áreas de canga (afloramentos de rochas de minério de ferro). A região é bem amostrada, não havendo registros em outras localidades, o que sugere uma distribuição restrita, e sua extensão de ocorrência foi estimada em 17 km2. Não há registros da espécie em unidade de conservação. A principal ameaça à espécie é a atividade minerária, que tem provocado o declínio contínuo da área e da qualidade do hábitat devido à supressão dos afloramentos ferruginosos e da vegetação. Foi considerada apenas uma localização. Por essas razões, Sphaenorhynchus canga foi avaliada com Criticamente em Perigo (CR) pelo critério B1ab(iii)."",""Sim"",""Sim"",""Minas Gerais"",""|Sudeste|"",""Mata Atlântica"",""Sub-bacia Doce"","""","""","""",""Não"",""Desconhecida"",""3 - Produção energética e mineração|3.2 - Mineração|3.2.3 - Extração de minérios - subsolo"","""",""Plano de Ação Nacional (PAN), Proteção de locais/áreas"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação da Herpetofauna do Espinhaço Mineiro - 2º ciclo"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Actinopterygii"",""Atheriniformes"",""Atherinopsidae"",""Odontesthes"",""Odontesthes bicudo"",""Odontesthes bicudo"",""Malabarba & Dyer, 2002"",""Peixe-rei"",""Peixes Continentais"",""11/2018"",""Em Perigo"","""",""B1ab(iii)+2ab(iii)"",""Odontesthes bicudo é endêmica do Brasil, ocorrendo em um pequeno número de lagoas costeiras do sistema do rio Tramandaí, no estado do Rio Grande do Sul. Essas lagoas, antes isoladas, foram conectadas artificialmente ao restante das lagoas do sistema, em função da irrigação de culturas de arroz, ficando sujeitas a flutuações de nível da água que afetam os locais de desova da espécie. Essa dinâmica caracteriza o declínio continuado da qualidade do hábitat. Tal conexão possibilitou ainda a invasão de espécies não-nativas piscívoras, como Trachelyopterus lucenai e Acestrorhynchus pantaneiro, competidoras potenciais de O. bicudo. A Extensão de Ocorrência (EOO) calculada pela área do polígono no entorno das microbacias foi de 366 km², enquanto a Área de Ocupação (AOO) calculada foi de 112 km², a partir do gride de quadrículas sobre a área das dez lagoas com registros confirmados de sua ocorrência. Considerando as flutuações drásticas do nível de água como a principal ameaça, foram identificadas três localizações (1 = lagoas Emboaba-Emboabinha"; 2 = lagoas Veados, Horácio e Rincão;" 3 = lagoas Caconde, Traíra e Lessa). Além disso, a espécie é encontrada na pesca artesanal, o que pode impor um impacto negativo adicional sobre a sua população. A comparação entre amostragens realizadas no início da década de 90 e entre os anos 2009-2012 indica acentuado declínio da abundância da espécie, mas as taxas de redução não foram dimensionadas. Portanto, Odontesthes bicudo foi categorizada como Em Perigo (EN) pelos critérios B12ab(iii)+2ab(iii)."",""Sim"",""Sim"",""Rio Grande do Sul"",""|Sul|"",""Pampa"",""Sub-bacia Litoral RS"","""","""","""",""Desconhecido"",""Declinando"",""5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.1 - Captura intencional - subsistência/pequena escala|5.4.1.7 - Emalhe|5.4.1.7.3 - Rede de espera fina 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.2 - Represas e uso de água|7.2.3 - Captação de água de superfície - uso na agricultura 8 - Espécies invasoras problemáticas e doenças|8.2 - Espécies domésticas|8.2.3 - Hibridação 8 - Espécies invasoras problemáticas e doenças|8.3 - Espécies nativas problemáticas|8.3.1 - Espécie conhecida|8.3.1.1 - Competidores"",""1 - Alimentação humana|1.7 - Pesca artesanal 4 - Caça/pesca esportiva"",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional Lagoas do Sul"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;; "Animalia,""Arthropoda"",""Malacostraca"",""Decapoda"",""Aeglidae"",""Aegla"",""Aegla manuinflata"",""Aegla manuinflata"",""Bond-Buckup & Santos, 2009"",""Egla"",""Invertebrados de Água Doce"",""10/2019"",""Em Perigo"","""",""B1ab(iii)"",""Aegla manuinflata é endêmica do Brasil com registros na Bacia do Rio Ibicuí, um afluente do Rio Uruguai, na região central do estado do Rio Grande do Sul. Há registro de 3 subpopulações, restritas as nascentes, isoladas reprodutivamente. A extensão de ocorrência (EOO) foi calculada em 1.312 km2 a partir da área do mínimo polígono convexo formado pelas microbacias onde a espécie foi registrada. A degradação do habitat pela atividade agrícola, em especial por áreas de pastagem, tem reduzido a mata ciliar em todos os locais onde a espécie foi registrada. Entre 2006 e 2016 foi constatada a redução da abundância da espécie na localidade tipo, onde antes era o local com maior abundância, sendo observada a instalação de criação de porcos próximo as margens do riacho. Portanto, A. manuinflata foi categorizada como Em Perigo (EN) sob o critério B1ab(iii)."",""Sim"",""Sim"",""Rio Grande do Sul"",""|Sul|"",""Mata Atlântica, Pampa"",""Sub-bacia Ibicuí"","""","""","""",""Não"",""Desconhecida"",""2 - Agropecuária e Aquacultura|2.3 - Pecuária|2.3.4 - Pecuária em escala desconhecida"","""",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação dos Peixes e Eglas da Mata Atlântica"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Arthropoda"",""Malacostraca"",""Decapoda"",""Aeglidae"",""Aegla"",""Aegla oblata"",""Aegla oblata"",""Bond-Buckup & Santos, 2012"",""Egla"",""Invertebrados de Água Doce"",""10/2019"",""Em Perigo"","""",""B1ab(iii)"",""Aegla oblata é endêmica do Brasil, ocorrendo nas sub-bacias do Rio Caveiras, Bacia do Rio Canoas e Rio Lava-Tudo, Bacia do Rio Pelotas, no Estado de Santa Catarina. A extensão de ocorrência (EOO) foi calculada em 1.944 km2 a partir da área do mínimo polígono convexo formado pelas microbacias onde a espécie foi registrada. A supressão da mata ciliar, com consequente perda de qualidade de habitat, também leva a fragmentação da população. Por essas razões, A. oblata foi categorizada como Em Perigo (EN) sob o critério B1ab(iii)."",""Sim"",""Sim"",""Santa Catarina"",""|Sul|"",""Mata Atlântica"",""Sub-bacia Uruguai Alto"","""","""","""",""Não"",""Desconhecida"",""2 - Agropecuária e Aquacultura|2.1 - Culturas anuais e perenes não-madeireiras|2.1.4 - Agricultura de escala desconhecida 9 - Poluição|9.3 - Agropecuária e florestal|9.3.3 - Herbicidas e pesticidas"","""",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação dos Peixes e Eglas da Mata Atlântica"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Amphibia"",""Anura"",""Odontophrynidae"",""Proceratophrys"",""Proceratophrys ararype"","""",""Mângia, Koroiva, Nunes, Roberto, Ávila, Sant’Anna, Santana & Garda, 2018"",""Sapo-de-chifre-do-Araripe"",""Anfíbios"",""09/2018"",""Criticamente em Perigo"",""Não"",""B1ab(iii)"",""Proceratophrys ararype é endêmica do Brasil e registrada somente na encosta da Chapada do Araripe, em meio à matriz de Caatinga no estado do Ceará, em uma área restrita de floresta úmida (brejos de altitude). Embora tenha havido esforço de amostragem na região de 2011 a 2018, não há registros da espécie em outros locais, e sua extensão de ocorrência é estimada em 0,15 km². A espécie é abundante localmente, contudo, sofre forte pressão antrópica, principalmente devido às atividades agrícolas, desmatamento da vegetação marginal e desvio de córregos e riachos para a agricultura e recreação. A expansão urbana e queimadas frequentes também representam ameaças à espécie. Essas perturbações resultam em declínio continuado na qualidade do seu hábitat. Considerando apenas uma localização, Proceratophrys ararype foi avaliada como Criticamente em Perigo (CR) pelo critério B1ab(iii)."",""Sim"",""Sim"",""Ceará"",""|Nordeste|"",""Caatinga"",""Sub-bacia Jaguaribe"",""APA Chapada do Araripe"","""","""",""Não"",""Desconhecida"",""1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.1 - Expansão urbana 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.1 - Culturas anuais e perenes não-madeireiras|2.1.2 - Agricultura em pequenas propriedades 6 - Distúrbios humanos|6.1 - Atividades recreacionais/turísticas 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.1 - Incêndios e supressão de incêndios|7.1.1 - Aumento da frequência/intensidade de incêndios 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.2 - Represas e uso de água|7.2.1 - Captação de água de superfície - uso doméstico 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.2 - Represas e uso de água|7.2.3 - Captação de água de superfície - uso na agricultura 8 - Espécies invasoras problemáticas e doenças|8.1 - Espécies exóticas|8.1.1 - Espécie conhecida|8.1.1.4 - Patógenos/Parasitas"","""",""Plano de Ação Nacional (PAN), Proteção de locais/áreas, Proteção de recursos/habitat"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação da Herpetofauna do Nordeste - 2º ciclo"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Aves"",""Passeriformes"",""Tyrannidae"",""Contopus"",""Contopus nigrescens"",""Contopus nigrescens"",""(Sclater & Salvin, 1880)"",""piui-preto"",""Aves"",""09/2017"",""Vulnerável"","""",""A2c"",""Contopus nigrescens ocorre pontualmente no Equador, Peru, Guiana e Brasil (Pará e Maranhão). Possivelmente no sul da Colômbia. É dependente de florestas, não sobrevivendo em matas perturbadas. É afetada pela conversão de florestas em pastagens para criação de gado e plantio de eucalipto, além de queimadas e corte seletivo de madeira. Sua área de distribuição sobrepõe-se ao Arco do Desmatamento. Baseado em perda de habitat florestal em sua distribuição, em três gerações passadas, suspeita-se que houve declínio populacional entre 30 e 50%. Desta forma, C. nigrescens foi categorizada como Vulnerável (VU) pelo critério A2c."",""Não"",""Sim"",""Maranhão, Pará, Tocantins"",""|Nordeste|Norte|"",""Amazônia, Cerrado"",""Sub-bacia Araguaia Sub-bacia Gurupi Sub-bacia Mearim Sub-bacia Paru Sub-bacia Tapajós Sub-bacia Tocantins Baixo Sub-bacia Trombetas Sub-bacia Xingu"",""FLONA Carajás, FLONA do Tapajós, FLONA Itacaiunas, FLONA Tapirape-Aquiri, REBIO do Gurupi, REBIO Tapirapé"",""ÁREA DE PROTEçãO AMBIENTAL DA BAIXADA MARANHENSE"",""RPPN Fazenda Santo Antonio do Pindaré,Gleba Barra da Jurema"",""Não"",""Declinando"",""11 - Mudanças e extremos climáticos|11.1 - Mudança/alteração de habitat 1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.1 - Expansão urbana 1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.4 - Assentamentos e pequenas propriedades rurais 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.2 - Silvicultura|2.2.3 - Plantações em escala desconhecida 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.3 - Pecuária|2.3.4 - Pecuária em escala desconhecida 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.1 - Incêndios e supressão de incêndios|7.1.3 - Tendência desconhecida"","""",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação das Aves Ameaçadas do Bioma Amazônia - 2º ciclo"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Mammalia"",""Rodentia"",""Cricetidae"",""Thalpomys"",""Thalpomys lasiotis"",""Thalpomys lasiotis"",""Thomas, 1916"",""Hairy-eared Mouse, Rato-do-chão"",""Mamíferos"",""11/2021"",""Em Perigo"","""",""A2bc"",""Thalpomys lasiotis é endêmica do Brasil, registrada no Distrito Federal, oeste do estado de Minas Gerais e sudoeste da Bahia. Nos municípios de Curvelo e Lagoa Santa (ambas no estado de Minas Gerais), a espécie não é mais registrada desde o final do século XIX e, portanto, são considerados como registros históricos. A espécie é fortemente associada a campos sazonalmente inundáveis, os quais foram intensamente amostrados nos últimos 10 anos, com pouco sucesso de registro da espécie. Até 2010, havia um declínio populacional calculado em quase 80%, cujas causas não são completamente compreendidas. Baseado no esforço amostral atual com baixas densidades e considerando a perda continuada da qualidade do habitat, infere-se que esse declínio nos últimos 10 anos seja de 63%. Desta forma, Thalpomys lasiotis foi categorizada como Em Perigo (EN), pelos critérios A2bc."",""Sim"",""Sim"",""Bahia, Distrito Federal, Minas Gerais"",""|Centro-Oeste|Nordeste|Sudeste|"",""Cerrado"",""Sub-bacia Grande Sub-bacia Paranaíba Sub-bacia São Francisco Alto Sub-bacia São Francisco Médio Sub-bacia Tocantins Alto"",""APA Planalto Central, ARIE Capetinga-Taquara, PARNA da Serra da Canastra, PARNA de Brasília, REBIO da Contagem"",""APA DA BACIA DOS RIBEIRÕES DO GAMA E CABEÇA DE VEADO, APA DE CAFURINGA, ESTAÇÃO ECOLÓGICA DE ÁGUAS EMENDADAS, ESTAÇÃO ECOLÓGICA DO JARDIM BOTÂNICO"","""","""",""Desconhecida"",""12 - Outras ameaças"","""",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação dos Pequenos Mamíferos de Áreas Abertas, Plano de Ação Nacional para a Conservação dos Pequenos Mamíferos de Áreas Florestais"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Aves"",""Galliformes"",""Cracidae"",""Aburria"",""Aburria jacutinga"",""Aburria jacutinga"",""(Spix, 1825)"",""jacutinga"",""Aves"",""06/2019"",""Em Perigo"","""",""C2a(i)"",""Aburria jacutinga ocorre no nordeste da Argentina, sudeste do Paraguai e Brasil, originalmente da Bahia ao Rio Grande do Sul. Foi extinta em diversas áreas de sua distribuição, como no extremo sul da Bahia, em todo o Espírito Santo e no centro-oeste do Paraná. A partir de estimativas para a principal subpopulação existente em florestas montanhosas de São Paulo, infere-se que na população brasileira haja menos de 2.500 indivíduos maduros, sendo que há menos de 250 deles em cada subpopulação. Há declínio populacional continuado devido à caça e perda de qualidade de habitat. Dessa forma, A. jacutinga foi avaliada como Em Perigo (EN), pelo critério C2a(i)"",""Não"",""Sim"",""Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Paraná, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, São Paulo"",""|Centro-Oeste|Sudeste|Sul|"",""Mata Atlântica"",""Sub-bacia Doce Sub-bacia Grande Sub-bacia Iguaçu Sub-bacia Litoral RJ Sub-bacia Litoral RJ SP Sub-bacia Litoral SP Sub-bacia Litoral SP PR SC Sub-bacia Paraíba do Sul Sub-bacia Paranapanema Sub-bacia Paraná RH1 Sub-bacia Tietê Sub-bacia Uruguai Médio"",""APA Bacia do Rio Paraíba do Sul, APA Cananéia-Iguape-Peruíbe, APA Guaraqueçaba, APA Petrópolis, PARNA da Serra da Bocaina, PARNA da Serra do Itajaí, PARNA da Serra dos Órgãos, PARNA de Itatiaia, PARNA Guaricana, PARNA Iguaçu, RESEX Mandirá"",""APA ILHA COMPRIDA, APA SERRA DO MAR, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL DA BACIA DO RIO MACACU, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL DO IRAÍ, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL ESTADUAL DE GUARATUBA, ESTAÇÃO ECOLÓGICA JURÉIA-ITATINS, PARQUE ESTADUAL CARLOS BOTELHO, PARQUE ESTADUAL DA ILHA DO CARDOSO, PARQUE ESTADUAL DA SERRA DO MAR, PARQUE ESTADUAL DA SERRA DO TABULEIRO, PARQUE ESTADUAL DE ILHABELA, PARQUE ESTADUAL DO RIO DOCE, PARQUE ESTADUAL DO TURVO, PARQUE ESTADUAL INTERVALES, PARQUE ESTADUAL SERRA DO BRIGADEIRO"",""RPPN Caetezal, RPPN Fazenda San Michele, RPPN Fazenda Silvo Agro-Pastoril Gonçalves, RPPN Morro do Curussu Mirim, RPPN Parque Ecológico ARTEX, RPPN Reserva Rizzieri, RPPN Sítio do Bananal, RPPN Sítio do Jacu"",""Não"",""Declinando"",""1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.1 - Expansão urbana 3 - Produção energética e mineração|3.3 - Energia renovável|3.3.1 - Hidrelétricas 5 - Uso de recursos biológicos|5.1 - Caça e captura de animais terrestres ou marinhos|5.1.1 - Caça/captura intencional (a espécie é o alvo)|5.1.1.1 - Uso de subsistência/escambo local 5 - Uso de recursos biológicos|5.3 - Extração florestal|5.3.3 - Efeitos indiretos - subsistência/pequena escala"",""12 - Vestuário acessório 1 - Alimentação humana"",""Implementação de áreas protegidas, Plano de Ação Nacional (PAN), Proteção de recursos/habitat, Reintrodução, Reprodução em cativeiro/propagação artificial, Restauração de habitat e processos naturais"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação das Aves Ameaçadas do Bioma Mata Atlântica, Plano de Ação Nacional para a Conservação dos Galliformes"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Aves"",""Passeriformes"",""Rhinocryptidae"",""Eleoscytalopus"",""Eleoscytalopus psychopompus"",""Eleoscytalopus psychopompus"",""(Teixeira & Carnevalli, 1989)"",""macuquinho-baiano"",""Aves"",""06/2019"",""Em Perigo"","""",""B2ab(iii)"",""Eleoscytalopus psychopompus é endêmica do Brasil, com registros para apenas seis localidades da Bahia e área de ocupação (AOO) calculada em 204 km². A espécie é dependente de floresta de baixada preservada, em áreas próximas à cursos d’água. Esta região é afetada pela expansão da agricultura, silvicultura e pela instalação de infraestruturas, as quais têm gerado declínio continuado na qualidade do habitat. A população está severamente framentada, com as localidades de registro distantes entre si e separadas por habitats inadequados à espécie. Seu estado de conservação poderá ser ainda mais agravado com a diminuição das Áreas de Preservação Permanente (APP) em decorrência das mudanças na legislação ambiental brasileira, já que é uma espécie dependente de mata ciliar. Dessa forma, E. psychopompus foi categorizada como Em Perigo (EN) pelo critério B2ab(iii)."",""Sim"",""Sim"",""Bahia"",""|Nordeste|"",""Mata Atlântica"",""Sub-bacia Contas Sub-bacia Itapecuru-Paraguaçu"",""REBIO de Una"",""ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL BAÍA DE CAMAMU, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL COSTA DE ITACARÉ/ SERRA GRANDE"",""RPPN Araçari, RPPN Ecoparque de Una, RPPN Juerana, RPPN Ouro Verde"",""Não"",""Declinando"",""2 - Agropecuária e Aquacultura|2.1 - Culturas anuais e perenes não-madeireiras|2.1.4 - Agricultura de escala desconhecida 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.2 - Silvicultura|2.2.3 - Plantações em escala desconhecida 4 - Transportes e serviços de transmissão|4.3 - Portos"","""",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação das Aves Ameaçadas do Bioma Mata Atlântica"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Actinopterygii"",""Cyprinodontiformes"",""Rivulidae"",""Austrolebias"",""Austrolebias pelotapes"","""",""Costa & Cheffe, 2017"",""Peixe anual, Peixe das nuvens"",""Peixes Continentais"",""05/2019"",""Em Perigo"","""",""B1ab(ii,iii)"",""Austrolebias pelotapes é endêmica do Brasil e ocorre em alagados temporários e áreas de brejos associadas a pequenos tributários da margem norte do Canal de São Gonçalo, sistema da laguna dos Patos, município de Pelotas, estado do Rio Grande do Sul. A Extensão de Ocorrência (EOO) é de 385 km². A principal ameaça para A. pelotapes é a expansão urbana e atualmente a sua população está severamente fragmentada. Além disso, a espécie está sob declínio continuado de sua Área de Ocupação (AOO) e da qualidade do habitat. Portanto, Austrolebias pelotapes foi categorizada como Em Perigo (EN) pelo critério B1ab(ii,iii)."",""Sim"",""Sim"",""Rio Grande do Sul"",""|Sul|"",""Pampa"",""Sub-bacia Litoral RS"","""","""","""",""Não"",""Desconhecida"",""1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.1 - Expansão urbana"","""",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação dos Peixes Rivulídeos Ameaçados de Extinção - 2º ciclo"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Actinopterygii"",""Perciformes"",""Pomacentridae"",""Stegastes"",""Stegastes trindadensis"",""Stegastes trindadensis"",""(Cuvier, 1830)"",""Donzela-de-trindade"",""Peixes Marinhos (ósseos)"",""06/2019"",""Vulnerável"","""",""D2"",""Stegastes trindadensis é uma espécie recifal, endêmica do Brasil, que ocorre nos montes da Cadeia Vitória-Trindade (montes Davis e Jaseur) e no complexo insular Trindade-Martin Vaz, de 0 a 55 m de profundidade. Sua área de ocupação é estimada em aproximadamente 20km2, tendo em vista que a espécie vive estritamente associada a ambientes recifais Entretanto, as populações dos montes são muito menores que no Complexo Insular. Na Ilha da Trindade, a espécie utiliza as poças de maré como área berçário e, portanto, está sujeita aos impactos presentes nas poças de maré (e.g., poluentes, erosão e descarte inadequado de resíduos) durantes as fases iniciais da ontogenia. Apesar da existência de unidades de conservação, essas não protegem adequadamente esse ambiente das ameaças citadas. As principais ameaças, que podem levar a espécie à condição de Criticamente em Perigo (CR) ou Extinta (EX) em curto prazo, são a mineração nos montes submarinos da Cadeia Vitória-Trindade, a invasão biológica pelo peixe-leão Pterois volitans, impactos antrópicos crônicos relacionados com a ocupação da Ilha da Trindade e tráfego de embarcações na região com a possibilidade de acidentes marítimos, assim como os efeitos direto e indiretos da pesca. Considerando-se a área de ocupação (AOO) é estimada em aproximadamente 20km2 e a existência de um conjunto, em sinergia, de ameaças, S. trindadensis foi categorizada como Vulnerável (VU) sob o critério D2"",""Sim"",""Sim"",""Espírito Santo"",""|Sudeste|"",""Sistema Costeiro-Marinho"","""",""APA do Arquipélago de Trindade e Martim Vaz, MONA do Arquipélago de Trindade e Martim Vaz e Monte Columbia"","""","""","""",""Desconhecida"",""3 - Produção energética e mineração|3.2 - Mineração 4 - Transportes e serviços de transmissão|4.4 - Tráfego de embarcações 6 - Distúrbios humanos|6.3 - Trabalho e outras atividades 8 - Espécies invasoras problemáticas e doenças|8.1 - Espécies exóticas|8.1.1 - Espécie conhecida|8.1.1.1 - Competidores 8 - Espécies invasoras problemáticas e doenças|8.1 - Espécies exóticas|8.1.1 - Espécie conhecida|8.1.1.2 - Predadores 9 - Poluição"","""",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para Conservação dos Ambientes Coralíneos do Brasil"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""0 , 55""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Aves"",""Passeriformes"",""Motacillidae"",""Anthus"",""Anthus nattereri"",""Anthus nattereri"",""Sclater, 1878"",""caminheiro-grande"",""Aves"",""10/2021"",""Vulnerável"","""",""A4c"",""Anthus nattereri ocorre no Paraguai, Argentina, Uruguai e nas regiões Sudeste e Sul do Brasil, nos estados de Minas Gerais, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul. No estado de São Paulo a espécie foi extinta pela perda do seu habitat natural. A espécie é exigente quanto ao habitat e sofre declínio populacional devido à perda dos campos naturais dos quais depende. Essas áreas vêm sendo ocupadas por monoculturas de soja, Pinus spp. e eucalipto em praticamente toda sua área de distribuição. A projeção da perda de habitat, baseada nos dados de sensoriamento remoto (passado) e em um modelo de suavização exponencial (futuro), indicam perda de 30% da vegetação em 10 anos (três gerações), quando consideradas perdas no passado e futuro (2015-2025). A avaliação não é alterada quando se verifica a influência da população oriunda de outros países. Dessa forma, A. nattereri foi categorizada como Vulnerável (VU), pelo critério A4c."",""Não"",""Sim"",""Minas Gerais, Paraná, Rio Grande do Sul, Santa Catarina"",""|Sudeste|Sul|"",""Cerrado, Mata Atlântica, Pampa"",""Sub-bacia Grande Sub-bacia Guaíba Sub-bacia Ibicuí Sub-bacia Iguaçu Sub-bacia Litoral RJ SP Sub-bacia Litoral RS Sub-bacia Litoral SP PR SC Sub-bacia Paranaíba Sub-bacia Paranapanema Sub-bacia São Francisco Alto Sub-bacia Uruguai Alto"",""Parna Aparados da Serra, PARNA da Lagoa do Peixe, PARNA da Serra da Canastra, PARNA da Serra Geral, REVIS dos Campos de Palmas"",""ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL DO RIO VERDE, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL ESTADUAL DA ESCARPA DEVONIANA, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL SERRA SÃO JOSÉ, ESTAçãO ECOLóGICA DE SANTA BáRBARA, PARQUE ESTADUAL DO TAINHAS, REFÚGIO ESTADUAL DE VIDA SILVESTRE LIBÉLULAS DA SERRA DE SÃO JOSÉ"",""RPPN Cachoeira do Cerradão, RPPN das Araucárias, RPPN Fazenda Primavera, RPPN Gralha-Azul, RPPN Rancho Mira-Serra"",""Não"",""Declinando"",""2 - Agropecuária e Aquacultura|2.1 - Culturas anuais e perenes não-madeireiras|2.1.3 - Agricultura agro-industrial 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.2 - Silvicultura|2.2.3 - Plantações em escala desconhecida 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.3 - Pecuária|2.3.4 - Pecuária em escala desconhecida 6 - Distúrbios humanos|6.1 - Atividades recreacionais/turísticas 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.1 - Incêndios e supressão de incêndios|7.1.1 - Aumento da frequência/intensidade de incêndios 8 - Espécies invasoras problemáticas e doenças|8.2 - Espécies domésticas|8.2.1 - Competidores 9 - Poluição|9.3 - Agropecuária e florestal|9.3.3 - Herbicidas e pesticidas"","""",""Controle de espécies invasoras/problemáticas, Criação de áreas protegidas, Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação das Aves dos Campos Sulinos - 2º ciclo, Plano de Ação Nacional para a Conservação dos Passeriformes Ameaçados dos Campos Sulinos e Espinilho"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Aves"",""Passeriformes"",""Thraupidae"",""Sporophila"",""Sporophila melanogaster"",""Sporophila melanogaster"",""(Pelzeln, 1870)"",""caboclinho-de-barriga-preta"",""Aves"",""10/2021"",""Vulnerável"","""",""A4c"",""Sporophila melanogaster é endêmica do Brasil. Toda a população reprodutiva está confinada nos campos de altitude do Rio Grande do Sul e Santa Catarina (Campos de Cima da Serra). Fora do período reprodutivo, a espécie migra, principalmente, para as regiões Sudeste e Centro-Oeste, e pontualmente, Norte e Nordeste do país. As principais ameaças são: perda de habitat (substituição de áreas nativas por pecuária, agricultura, drenagem de áreas alagadas, construção de barragens e gramíneas invasoras), uso de pesticidas, além da captura e comércio ilegal. A projeção da perda de habitat, baseada nos dados de sensoriamento remoto (passado) e em um modelo de suavização exponencial (futuro), indicam perda de 33,3% de \""Formações Campestres\"" em 10 anos, quando consideradas perdas no passado e futuro (2015-2025), no polígono da área de reprodução da espécie. Suspeita-se que a espécie esteja reduzindo sua população na mesma proporção. Dessa forma, S. melanogaster foi categorizada como Vulnerável (VU) pelo critério A4c."",""Sim"",""Sim"",""Bahia, Distrito Federal, Goiás, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Paraná, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, São Paulo, Tocantins"",""|Centro-Oeste|Nordeste|Norte|Sudeste|Sul|"",""Caatinga, Cerrado, Mata Atlântica"",""Sub-bacia Araguaia Sub-bacia Contas Sub-bacia Grande Sub-bacia Guaíba Sub-bacia Iguaçu Sub-bacia Litoral RJ SP Sub-bacia Litoral SP Sub-bacia Litoral SP PR SC Sub-bacia Paraíba do Sul Sub-bacia Paranaíba Sub-bacia Paranapanema Sub-bacia Paraná RH1 Sub-bacia São Francisco Alto Sub-bacia Tietê Sub-bacia Tocantins Alto Sub-bacia Uruguai Alto Sub-bacia Uruguai Médio"",""APA Bacia do Rio Descoberto, APA Ilhas e Várzeas do Rio Paraná, APA Planalto Central, FLONA de Brasília, FLONA São Francisco de Paula, Parna Aparados da Serra, PARNA Campos Gerais, PARNA da Serra da Canastra, PARNA da Serra Geral, PARNA de Brasília, PARNA São Joaquim"",""APA CORUMBATAí, BOTUCATU E TEJUPá PERIMETRO CORUMBATAí, APA DO LAGO PARANOÁ, APA JUNDIAí, APA PIRACICABA JUQUERí-MIRIM AREA II, APA SERRA DO MAR, APA SISTEMA CANTAREIRA, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL ESTADUAL DA ESCARPA DEVONIANA, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL POUSO ALTO, ESTAÇÃO ECOLÓGICA DE ÁGUAS EMENDADAS, ESTAÇÃO ECOLÓGICA DE ITIRAPINA, PARQUE ESTADUAL DO TAINHAS"",""RPPN Cachoeira do Cerradão, RPPN Chácara Mangueiras, RPPN Chakra Grisu, RPPN das Araucárias, RPPN Fazenda Araucária, RPPN Fazenda Palmital, RPPN Fazenda Primavera, RPPN Fazenda Serrinha, RPPN Gralha-Azul, RPPN Rancho Mira-Serra, RPPN Sítio Curucutu, RPPN Sítio do Bananal, RPPN Sítio Monte Ararat"",""Sim"",""Declinando"",""2 - Agropecuária e Aquacultura|2.1 - Culturas anuais e perenes não-madeireiras|2.1.4 - Agricultura de escala desconhecida 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.2 - Silvicultura|2.2.2 - Plantações agro-industriais 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.3 - Pecuária|2.3.4 - Pecuária em escala desconhecida 3 - Produção energética e mineração|3.2 - Mineração|3.2.3 - Extração de minérios - subsolo 5 - Uso de recursos biológicos|5.1 - Caça e captura de animais terrestres ou marinhos|5.1.1 - Caça/captura intencional (a espécie é o alvo)|5.1.1.2 - Comercial - Nacional/Local 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.2 - Represas e uso de água|7.2.11 - Represas (tamanho desconhecido) 8 - Espécies invasoras problemáticas e doenças|8.4 - Espécies problemáticas de origem desconhecida|8.4.2 - Espécie não conhecida|8.4.2.1 - Competidores 9 - Poluição|9.3 - Agropecuária e florestal|9.3.3 - Herbicidas e pesticidas"",""3 - Animais de estimação/ornamentais"",""Criação de áreas protegidas, Identificação de novas áreas protegidas, Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação das Aves Ameaçadas do Bioma Amazônia, Plano de Ação Nacional para a Conservação das Aves do Cerrado e Pantanal, Plano de Ação Nacional para a Conservação das Aves do Cerrado e Pantanal - 2º ciclo, Plano de Ação Nacional para a Conservação das Aves dos Campos Sulinos - 2º ciclo, Plano de Ação Nacional para a Conservação dos Passeriformes Ameaçados dos Campos Sulinos e Espinilho"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Actinopterygii"",""Siluriformes"",""Pseudopimelodidae"",""Microglanis"",""Microglanis maculatus"",""Microglanis maculatus"",""Shibatta, 2014"","""",""Peixes Continentais"",""04/2019"",""Criticamente em Perigo"",""Não"",""B2ab(iii)"",""Microglanis maculatus é endêmica do Brasil, ocorrendo em um afluente do rio dos Patos, bacia do alto rio Tocantins, município de Barro Alto, estado de Goiás. É conhecida apenas de quatro exemplares, coletados exclusivamente na localidade-tipo, em 2004 e 2010. Sua área de ocupação (AOO) foi calculada em 4 km². Foram feitas tentativas de coleta em diversos trechos do mesmo riacho e em outros riachos da cabeceira do rio Tocantins, mas nenhum espécime adicional foi capturado. A região de ocorrência da espécie tem sido historicamente modificada por diferentes formas de uso e ocupação de solo, tais como agropecuária e abertura de estradas. A montante da localidade-tipo, há atividade de mineração, considerada como a principal ameaça, pelo potencial de assorear o único curso d'água onde a espécie ocorre. Considerando a distribuição extremamente restrita e apenas uma localização (mineração a montante da localidade-tipo), bem como o declínio continuado do habitat em função das alterações de uso do solo na região, M. maculatus foi categorizada como Criticamente em Perigo (CR) pelo critério B2ab(iii)."",""Sim"",""Sim"",""Goiás"",""|Centro-Oeste|"",""Cerrado"",""Sub-bacia Tocantins Alto"","""","""","""",""Não"",""Desconhecida"",""2 - Agropecuária e Aquacultura|2.3 - Pecuária|2.3.4 - Pecuária em escala desconhecida 3 - Produção energética e mineração|3.2 - Mineração|3.2.3 - Extração de minérios - subsolo 4 - Transportes e serviços de transmissão|4.1 - Estradas e ferrovias 9 - Poluição|9.3 - Agropecuária e florestal|9.3.2 - Erosão do solo/sedimentação"","""","""","""",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Actinopterygii"",""Cyprinodontiformes"",""Rivulidae"",""Austrolebias"",""Austrolebias cinereus"",""Austrolebias vazferreirai"",""(Amato, 1986)"",""Peixe anual, Peixe das nuvens"",""Peixes Continentais"",""05/2019"",""Criticamente em Perigo"",""Não"",""B2ab(ii,iii)"",""Austrolebias cinereus ocorre no Brasil e Uruguai. No Brasil, é encontrada na bacia do rio Negro, que por sua vez faz parte da bacia do baixo rio Uruguai, nos municípios contíguos de Bagé e Aceguá, estado do Rio Grande do Sul. Nessa região, A. cinereus é conhecida de duas localidades próximas, com Área de Ocupação (AOO) calculada de 8 km². A principal ameaça para a espécie é a agricultura, caracterizando uma única localização pela proximidade e conectividade das duas localidades de ocorrência de A. cinereus. Além disso, a espécie está sob declínio continuado de sua Área de Ocupação (AOO) e da qualidade do seu habitat. Portanto, Austrolebias cinereus foi categorizada como Criticamente em Perigo (CR) pelo critério B2ab(ii,iii)."",""Não"",""Sim"",""Rio Grande do Sul"",""|Sul|"",""Pampa"",""Sub-bacia Negro RS"","""","""","""",""Não"",""Declinando"",""2 - Agropecuária e Aquacultura|2.1 - Culturas anuais e perenes não-madeireiras|2.1.4 - Agricultura de escala desconhecida 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.3 - Pecuária|2.3.4 - Pecuária em escala desconhecida 3 - Produção energética e mineração|3.2 - Mineração|3.2.2 - Extração de seixo/pedra 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.2 - Represas e uso de água|7.2.11 - Represas (tamanho desconhecido) 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.3 - Outras modificações nos ecossistemas"","""",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação dos Peixes Rivulídeos Ameaçados de Extinção - 2º ciclo"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"",""160"",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Mammalia"",""Primates"",""Cebidae"",""Cebus"",""Cebus kaapori"",""Cebus kaapori"",""Queiroz, 1992"",""caiarara, caiarara ka’apor, macaco-cara-branca, piticó"",""Mamíferos"",""09/2019"",""Criticamente em Perigo"",""Não"",""A2cd+4cd"",""Cebus kaapori é endêmica do Brasil, ocorrendo no leste do Pará e oeste do Maranhão, região inserida no arco do desmatamento. A espécie é extremamente rara e sensível a perturbações ambientais. Há registros de extinções locais, principalmente devido à alta pressão de caça e degradações ambientais, inclusive incêndios florestais que atingiram 50% da área da única unidade de conservação de proteção integral com ocorrência da espécie. A distribuição da espécie é uma das menores dentre os Cebus no Brasil, e sua área de ocorrência está completamente fragmentada por causa da grande atividade antrópica na Amazônia Oriental. Considerando estimativas de perda de hábitat e o impacto da caça, suspeita-se de uma redução populacional de 85,28% para uma janela temporal entre os anos 1972 e 2020 (três gerações). Além disto, considerando modelagens de perda de hábitat com uso de variáveis climáticas, projeta-se ainda de uma redução em curso de pelo menos 80%, considerando uma janela temporal entre 2002 e 2050. Portanto, Cebus kaapori foi categorizada como Criticamente em Perigo (CR) pelo critério A2cd+4cd."",""Sim"",""Sim"",""Maranhão, Pará"",""|Nordeste|Norte|"",""Amazônia"",""Sub-bacia Gurupi Sub-bacia Mearim Sub-bacia Tocantins Baixo"",""REBIO do Gurupi"",""ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL DO LAGO DE TUCURUI"","""",""Não"",""Declinando"",""11 - Mudanças e extremos climáticos|11.1 - Mudança/alteração de habitat 1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.1 - Expansão urbana 1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.4 - Assentamentos e pequenas propriedades rurais 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.1 - Culturas anuais e perenes não-madeireiras|2.1.3 - Agricultura agro-industrial 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.2 - Silvicultura|2.2.2 - Plantações agro-industriais 3 - Produção energética e mineração 4 - Transportes e serviços de transmissão|4.1 - Estradas e ferrovias 5 - Uso de recursos biológicos|5.1 - Caça e captura de animais terrestres ou marinhos|5.1.1 - Caça/captura intencional (a espécie é o alvo)|5.1.1.1 - Uso de subsistência/escambo local 5 - Uso de recursos biológicos|5.3 - Extração florestal|5.3.1 - Uso intencional - subsistência/pequena escala 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.1 - Incêndios e supressão de incêndios|7.1.1 - Aumento da frequência/intensidade de incêndios"","""",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação dos Primatas Amazônicos"",""CITES - Anexo II, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Mammalia"",""Primates"",""Atelidae"",""Ateles"",""Ateles belzebuth"",""Ateles belzebuth"",""(É. Geoffroy Saint-Hilaire, 1806)"",""coatá, Macaco-aranha"",""Mamíferos"",""09/2019"",""Vulnerável"","""",""A4cd"",""Ateles belzebuth apresenta ampla distribuição, ocorrendo na Colômbia, Equador, Venezuela, Peru e no Brasil, onde está presente nos estados do Amazonas e Roraima. Considerando (1) a maturação sexual tardia e o longo intervalo entre nascimentos, (2) as baixíssimas densidades e áreas de ausência em parte da sua distribuição, (3) a exigência de hábitat característica da espécie, (4) a intensificação recente da perda de hábitat em Roraima e (5) a caça direcionada com estimativa de redução em torno de 50% na densidade da espécie no Brasil, suspeita-se de uma redução populacional em curso que varia de 30% a 50% no período de 45 anos (três gerações). Assim, Ateles belzebuth foi categorizada como Vulnerável (VU) pelo critério A4cd."",""Não"",""Sim"",""Amazonas, Roraima"",""|Norte|"",""Amazônia"",""Sub-bacia Negro"",""ESEC de Maracá, PARNA Pico da Neblina, PARNA Serra da Mocidade"",""PARQUE ESTADUAL SERRA DO ARACÁ"","""",""Não"",""Declinando"",""11 - Mudanças e extremos climáticos|11.1 - Mudança/alteração de habitat 1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.1 - Expansão urbana 1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.4 - Assentamentos e pequenas propriedades rurais 3 - Produção energética e mineração|3.3 - Energia renovável|3.3.1 - Hidrelétricas 5 - Uso de recursos biológicos|5.1 - Caça e captura de animais terrestres ou marinhos|5.1.1 - Caça/captura intencional (a espécie é o alvo)"",""1 - Alimentação humana|1.1 - Caça de subsistência 1 - Alimentação humana|1.2 - Caça para comércio|1.2.1 - Nacional/Local 3 - Animais de estimação/ornamentais"",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação dos Primatas Amazônicos"",""CITES - Anexo II, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Mammalia"",""Primates"",""Atelidae"",""Alouatta"",""Alouatta belzebul"",""Alouatta belzebul"",""(Linnaeus, 1766)"",""Bugio, Guariba, Guariba-de-mãos-ruivas, Guariba-de-mãos-vermelhas"",""Mamíferos"",""09/2019"",""Vulnerável"","""",""A2cd"",""Alouatta belzebul é endêmica do Brasil, apresentando distribuição disjunta, parte na Amazônia (Amapá, Maranhão, Mato Grosso, Pará e Tocantins), parte na Mata Atlântica nordestina (Alagoas, Paraíba, Pernambuco e Rio Grande do Norte). Na Mata Atlântica, infere-se que nos últimos 36 anos (três gerações) houve uma redução populacional de, pelo menos, 30% em razão da caça e da perda, degradação e fragmentação de hábitat. Suspeita-se de uma redução populacional de mesma proporção na Amazônia, para o período entre 1985 e 2020 (tempo aproximado de três gerações) em decorrência de estimativas da perda e degradação de hábitat e da caça. A subpopulação da Mata Atlântica encontra-se em maior risco de extinção do que a da Amazônia, em virtude da área de ocupação conhecida ser inferior a 500 km² e o número de indivíduos maduros estimado estar entre 250 e 500. Entretanto, considerando que mais de 90% da população é amazônica, Alouatta belzebul foi categorizada como Vulnerável (VU) pelo critério A2cd."",""Sim"",""Sim"",""Alagoas, Amapá, Maranhão, Mato Grosso, Pará, Paraíba, Pernambuco, Rio Grande do Norte, Tocantins"",""|Centro-Oeste|Nordeste|Norte|"",""Amazônia, Cerrado, Mata Atlântica"",""Sub-bacia Araguaia Sub-bacia Foz Amazonas Sub-bacia Gurupi Sub-bacia Itapecuru Sub-bacia Litoral AL PE PB Sub-bacia Litoral CE PB Sub-bacia Mearim Sub-bacia Paraíba Sub-bacia Tocantins Alto Sub-bacia Tocantins Baixo Sub-bacia Xingu"",""APA Igarapé Gelado, ESEC de Murici, FLONA Carajás, FLONA Caxiuanã, FLONA Tapirape-Aquiri, PARNA Araguaia, REBIO do Gurupi, REBIO Guaribas, REBIO Tapirapé, RESEX Maracanã, RESEX Quilombo Flexal"",""ÁREA DE PROTEçãO AMBIENTAL DAS REENTRâNCIAS MARANHENSES, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL DE MURICÍ, ÁREA DE PROTEçãO AMBIENTAL DE UPAON-AçU / MIRITIBA / ALTO PREGUIçAS, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL DO ARQUIPÉLAGO DO MARAJÓ, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL DO LAGO DE TUCURUI, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL DO RIO CURIAÚ, RESERVA DE DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL ALCOBAÇA, RESERVA DE DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL PUCURUÍ - ARARÃO"",""RPPN Mata Estrela"",""Não"",""Declinando"",""11 - Mudanças e extremos climáticos|11.1 - Mudança/alteração de habitat 1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.1 - Expansão urbana 1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.4 - Assentamentos e pequenas propriedades rurais 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.1 - Culturas anuais e perenes não-madeireiras|2.1.3 - Agricultura agro-industrial 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.2 - Silvicultura|2.2.2 - Plantações agro-industriais 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.3 - Pecuária|2.3.3 - Pecuária agro-industrial 3 - Produção energética e mineração|3.3 - Energia renovável|3.3.1 - Hidrelétricas 4 - Transportes e serviços de transmissão|4.1 - Estradas e ferrovias 4 - Transportes e serviços de transmissão|4.2 - Atropelamentos 4 - Transportes e serviços de transmissão|4.7 - Linhas de força/transmissão 5 - Uso de recursos biológicos|5.1 - Caça e captura de animais terrestres ou marinhos|5.1.1 - Caça/captura intencional (a espécie é o alvo) 5 - Uso de recursos biológicos|5.3 - Extração florestal|5.3.1 - Uso intencional - subsistência/pequena escala 5 - Uso de recursos biológicos|5.3 - Extração florestal|5.3.2 - Uso intencional - larga escala 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.1 - Incêndios e supressão de incêndios|7.1.1 - Aumento da frequência/intensidade de incêndios"",""1 - Alimentação humana|1.1 - Caça de subsistência 3 - Animais de estimação/ornamentais"",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação dos Primatas Amazônicos, Plano de Ação Nacional para a Conservação dos Primatas do Nordeste, Plano de Ação Nacional para a Conservação dos Primatas do Nordeste - 2º ciclo"",""CITES - Anexo II, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Mammalia"",""Primates"",""Cebidae"",""Sapajus"",""Sapajus cay"",""Sapajus cay"",""(Illiger, 1815)"",""Macaco-prego, macaco-prego-do-papo-amarelo"",""Mamíferos"",""09/2019"",""Vulnerável"","""",""A4cd"",""Sapajus cay ocorre na Argentina, Paraguai, Bolívia e no Brasil, onde possui registros nos estados do Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Rondônia e Goiás. A espécie vem sofrendo perda, degradação e fragmentação de habitat devido à expansão agropecuária e urbana, de infraestrutura rodoviária e energética, incêndios florestais, além da retirada de animais na natureza por caça, apanha e conflitos com humanos. A partir de análises de modelagens de perda de habitat, estima-se uma redução de 48% entre 2000 e 2050 (aproximadamente três gerações). Por estes motivos, suspeita-se de uma redução populacional em curso de, pelo menos, 30% em 48 anos (três gerações). Assim, Sapajus cay foi categorizada como Vulnerável (VU) pelo critério A4cd."",""Não"",""Sim"",""Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Rondônia"",""|Centro-Oeste|Norte|"",""Amazônia, Cerrado, Mata Atlântica, Pantanal"",""Sub-bacia Araguaia Sub-bacia Madeira Sub-bacia Paraguai 01 Sub-bacia Paraguai 02 Sub-bacia Paraguai 03 Sub-bacia Paranaíba Sub-bacia Paraná RH1 Sub-bacia Tapajós"",""APA Ilhas e Várzeas do Rio Paraná, ESEC da Serra das Araras, ESEC de Taiamã, PARNA da Serra da Bodoquena, PARNA do Pantanal Mato-grossense"",""ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL DA CHAPADA DOS GUIMARÃES, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL ESTRADA PARQUE DE PIRAPUTANGA, PARQUE ESTADUAL DAS VÁRZEAS DO RIO IVINHEMA, PARQUE ESTADUAL DO PANTANAL DO RIO NEGRO, PARQUE ESTADUAL MATAS DO SEGREDO, PARQUE ESTADUAL SERRA RICARDO FRANCO"",""RPPN Arara Azul, RPPN Estância Ecológica SESC - Pantanal, RPPN Fazenda América, RPPN Fazenda Floresta Negra, RPPN Jubran, RPPN Paculândia, RPPN Reserva Ecológica da Mata Fria"",""Não"",""Declinando"",""1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.1 - Expansão urbana 1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.4 - Assentamentos rurais 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.1 - Culturas anuais e perenes não-madeireiras|2.1.3 - Agricultura agro-industriais 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.3 - Pecuária|2.3.3 - Pecuária agro-industrial 3 - Produção energética e mineração 4 - Transportes e serviços de transmissão|4.1 - Estradas e ferrovias 4 - Transportes e serviços de transmissão|4.2 - Atropelamentos 5 - Uso de recursos biológicos|5.1 - Caça e captura de animais terrestres ou marinhos 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.1 - Incêndios e supressão de incêndios|7.1.1 - Aumento da frequência/intensidade de incêndios 8 - Espécies invasoras problemáticas e doenças|8.5 - Doenças provocadas por vírus ou príons 9 - Poluição"",""1 - Alimentação humana|1.1 - Caça de subsistência"",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para Conservação das Espécies Ameaçadas de Extinção da Ictiofauna, Herpetofauna e Primatas do Cerrado e Pantanal"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Mammalia"",""Primates"",""Cebidae"",""Sapajus"",""Sapajus robustus"",""Sapajus robustus"",""(Kuhl, 1820)"",""Macaco, Macaco-prego-de crista, Macaco-preto, Mico-topetudo"",""Mamíferos"",""09/2019"",""Em Perigo"","""",""A4bcde"",""Sapajus robustus é uma espécie endêmica do Brasil, ocorrendo em fragmentos florestais de Mata Atlântica, nos estados da Bahia, Espírito Santo e Minas Gerais. Suspeita-se que a espécie sofreu um declínio populacional de, pelo menos, 50% ao longo dos últimos 48 anos (três gerações), em decorrência principalmente da perda, degradação e fragmentação de habitat, causadas pela expansão agropecuária e silvicultura, aumento da infraestrutura energética e rodoviária, além dos impactos da febre amarela e da retirada de indivíduos da natureza, principalmente por caça. Por essa razão, Sapajus robustus foi categorizada como Em Perigo (EN) pelo critério A4bcde."",""Sim"",""Sim"",""Bahia, Espírito Santo, Minas Gerais"",""|Nordeste|Sudeste|"",""Cerrado, Mata Atlântica"",""Sub-bacia Doce Sub-bacia Jequitinhonha Sub-bacia Litoral BA ES"",""FLONA do Rio Preto, PARNA Alto Cariri, PARNA das Sempre-Vivas, PARNA do Descobrimento, PARNA do Monte Pascoal, PARNA do Pau Brasil, REBIO de Sooretama, REBIO do Córrego do Veado, REBIO do Córrego Grande"",""ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL CARAÍVA/ TRANCOSO, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL CONCEIÇÃO DA BARRA, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL DO ALTO DO MUCURI, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL PONTA DA BALEIA / ABROLHOS, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL SANTO ANTÔNIO, ESTAÇÃO ECOLÓGICA DE ACAUÃ, ESTAÇÃO ECOLÓGICA MATA DOS AUSENTES, PARQUE ESTADUAL ALTO DO CARIRI, REFÚGIO ESTADUAL DE VIDA SILVESTRE MATA DOS MURIQUIS"",""Estação Veracel, RPPN Tibiriçá"",""Não"",""Declinando"",""1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.1 - Expansão urbana 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.1 - Culturas anuais e perenes não-madeireiras|2.1.3 - Agricultura agro-industriais 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.2 - Silvicultura|2.2.2 - Plantações agro-industriais 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.3 - Pecuária|2.3.3 - Pecuária agro-industrial 3 - Produção energética e mineração|3.3 - Energia renovável|3.3.1 - Hidrelétricas 4 - Transportes e serviços de transmissão|4.1 - Estradas e ferrovias 5 - Uso de recursos biológicos|5.1 - Caça e captura de animais terrestres ou marinhos|5.1.1 - Caça/captura intencional (a espécie é o alvo) 8 - Espécies invasoras problemáticas e doenças|8.3 - Espécies nativas problemáticas|8.3.1 - Espécie conhecida|8.3.1.3 - Hibridação 8 - Espécies invasoras problemáticas e doenças|8.5 - Doenças provocadas por vírus ou príons"",""1 - Alimentação humana|1.1 - Caça de subsistência 1 - Alimentação humana|1.3 - Criadouro comercial 3 - Animais de estimação/ornamentais"",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação dos Mamíferos da Mata Atlântica Central, Plano de Ação Nacional para a Conservação dos Primatas da Mata Atlântica e da Preguiça-de-Coleira"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Mammalia"",""Primates"",""Atelidae"",""Ateles"",""Ateles marginatus"",""Ateles marginatus"",""(É. Geoffroy Saint-Hilaire, 1809)"",""Coatá-da-testa-branca, Cuamba (Pará), Guatá (Mato Grosso), Macaco-aranha"",""Mamíferos"",""09/2019"",""Em Perigo"","""",""A4cd"",""Ateles marginatus é endêmica do Brasil, presente nos estados do Pará e Mato Grosso, possuindo extensão de ocorrência ampla. Entretanto, considerando a exigência de habitat, o longo intervalo entre nascimentos, as fortes ameaças no arco do desmatamento e os impactos da caça, potencializadas com o asfaltamento das rodovias BR-163 e BR-230, a implantação de hidrelétricas e aberturas de lavouras (principalmente de soja) e pecuária, suspeita-se de uma redução populacional em curso de pelo menos 50% em 45 anos (três gerações). Portanto, Ateles marginatus foi categorizada como Em Perigo (EN) pelo critério A4cd."",""Sim"",""Sim"",""Mato Grosso, Pará"",""|Centro-Oeste|Norte|"",""Amazônia"",""Sub-bacia Paru Sub-bacia Tapajós Sub-bacia Xingu"",""APA Tapajós, ESEC da Terra do Meio, FLONA Altamira, FLONA Crepori, FLONA do Tapajós, FLONA Itaituba I, FLONA Itaituba II, FLONA Jamanxim, FLONA Trairão, PARNA do Jamanxim, PARNA Serra do Pardo, REBIO Nascentes da Serra do Cachimbo, RESEX Rio Iriri, RESEX Rio Xingu, RESEX Riozinho do Anfrísio"","""","""",""Não"",""Declinando"",""11 - Mudanças e extremos climáticos|11.1 - Mudança/alteração de habitat 1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.1 - Expansão urbana 1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.4 - Assentamentos rurais 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.1 - Culturas anuais e perenes não-madeireiras|2.1.3 - Agricultura agro-industriais 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.3 - Pecuária|2.3.3 - Pecuária agro-industrial 3 - Produção energética e mineração|3.3 - Energia renovável|3.3.1 - Hidrelétricas 4 - Transportes e serviços de transmissão|4.1 - Estradas e ferrovias 5 - Uso de recursos biológicos|5.1 - Caça e captura de animais terrestres ou marinhos|5.1.1 - Caça/captura intencional (a espécie é o alvo)"","""",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação das Espécies Endêmicas e Ameaçadas de Extinção da Fauna da Região do Baixo e Médio Xingu, Plano de Ação Nacional para a Conservação dos Primatas Amazônicos"",""CITES - Anexo II, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Mammalia"",""Primates"",""Atelidae"",""Alouatta"",""Alouatta discolor"",""Alouatta discolor"",""(Spix, 1823)"",""Guariba-de-mãos-ruivas, guariba-de-mãos-vermelhas"",""Mamíferos"",""09/2019"",""Vulnerável"","""",""A4cd"",""Alouatta discolor é endêmica do Brasil, presente nos estados do Pará e Mato Grosso, na região do arco do desmatamento. Suspeita-se de um declínio populacional de, pelo menos, 30% ao longo de 36 anos (três gerações), com base em uma estimativa de perda de habitat de 22% entre 2005 e 2040 fora de Áreas Protegidas, além da degradação ambiental e fragmentação potencializados pelo recente asfaltamento das rodovias BR-163 e BR-230, implantação de hidrelétricas, pecuária extensiva e abertura de lavouras mecanizadas (principalmente de soja). Além disso, a espécie é intensamente caçada. Portanto, Alouatta discolor foi categorizada como Vulnerável (VU) pelo critério A4cd."",""Sim"",""Sim"",""Mato Grosso, Pará"",""|Centro-Oeste|Norte|"",""Amazônia"",""Sub-bacia Paru Sub-bacia Tapajós Sub-bacia Xingu"",""APA Tapajós, ESEC da Terra do Meio, FLONA Altamira, FLONA do Tapajós, FLONA Itaituba I, FLONA Itaituba II, FLONA Jamanxim, FLONA Trairão, PARNA do Jamanxim, PARNA Rio Novo, REBIO Nascentes da Serra do Cachimbo, RESEX Rio Iriri, RESEX Riozinho do Anfrísio"","""","""",""Não"",""Declinando"",""1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.4 - Assentamentos rurais 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.1 - Culturas anuais e perenes não-madeireiras|2.1.3 - Agricultura agro-industriais 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.3 - Pecuária|2.3.3 - Pecuária agro-industrial 3 - Produção energética e mineração|3.2 - Mineração|3.2.4 - Extração de minérios - garimpo 3 - Produção energética e mineração|3.3 - Energia renovável|3.3.1 - Hidrelétricas 4 - Transportes e serviços de transmissão|4.1 - Estradas e ferrovias 5 - Uso de recursos biológicos|5.1 - Caça e captura de animais terrestres ou marinhos|5.1.1 - Caça/captura intencional (a espécie é o alvo)"","""",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação dos Primatas Amazônicos"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Mammalia"",""Primates"",""Callitrichidae"",""Callithrix"",""Callithrix aurita"",""Callithrix aurita"",""(É. Geoffroy Saint-Hilaire, 1812)"",""sagui-caveirinha, Sagui-da-serra-escuro"",""Mamíferos"",""09/2019"",""Em Perigo"","""",""A4cde"",""Callithrix aurita é endêmica da Mata Atlântica do sudeste do Brasil, ocorrendo nos estados de São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais. A espécie vem sofrendo intensa redução populacional em decorrência da perda de hábitat (projeção de cerca de 43% da área de ocupação sendo perdida em 18 anos) e hibridação (cerca de 17% da área de distribuição da espécie encontra-se ocupada por espécies alóctones e híbridos). Assim, infere-se que a espécie está sofrendo uma redução populacional de pelo menos 50% em um intervalo de 18 anos (três gerações) devido a hibridação e competição com espécies congêneres invasoras, que estão ampliando sua distribuição, assim como a retirada de indivíduos da natureza por caça e apanha e a perda, degradação e fragmentação de hábitat. Portanto, Callithrix aurita foi categorizada como Em Perigo (EN), pelo critério A4cde."",""Sim"",""Sim"",""Minas Gerais, Rio de Janeiro, São Paulo"",""|Sudeste|"",""Cerrado, Mata Atlântica"",""Sub-bacia Doce Sub-bacia Grande Sub-bacia Litoral RJ Sub-bacia Litoral RJ SP Sub-bacia Litoral SP Sub-bacia Paraíba do Sul Sub-bacia São Francisco Alto Sub-bacia Tietê"",""APA Bacia do Rio Paraíba do Sul, APA Cairuçu, APA Cananéia-Iguape-Peruíbe, APA Petrópolis, APA Serra da Mantiqueira, FLONA de Passa Quatro, PARNA da Serra da Bocaina, PARNA da Serra dos Órgãos, PARNA de Itatiaia, REBIO do Tinguá"",""APA CABREUVA, APA CAMPOS DO JORDÃO, APA CORUMBATAí, BOTUCATU E TEJUPá PERIMETRO CORUMBATAí, APA JUNDIAí, APA PIRACICABA JUQUERI MIRIM ÁREA I, APA PIRACICABA JUQUERí-MIRIM AREA II, APA SAPUCAí MIRIM, APA SILVEIRAS, APA SISTEMA CANTAREIRA, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL ÁGUA SANTA DE MINAS, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL DA BACIA DO RIO DOS FRADES, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL DA BACIA DO RIO MACACU, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL DE MACAÉ DE CIMA, AREA DE PROTEçãO AMBIENTAL DO RIO GUANDU, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL FERNÃO DIAS, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL MUNICIPAL DO CAPIVARI-MONOS, ESTAÇÃO ECOLÓGICA BANANAL, ESTAÇÃO ECOLÓGICA DE ITAPETI, ESTAçãO ECOLóGICA DE MOGI-GUAçU, ESTAÇÃO ECOLÓGICA DO BARREIRO RICO, ESTAÇÃO ECOLÓGICA JURÉIA-ITATINS, ESTAÇÃO ECOLÓGICA VALINHOS, MONUMENTO NATURAL ESTADUAL DA PEDRA DO BAú, MONUMENTO NATURAL ESTADUAL DA PEDRA GRANDE, PARQUE ESTADUAL CUNHAMBEBE, PARQUE ESTADUAL DA CANTAREIRA, PARQUE ESTADUAL DA SERRA DO MAR, PARQUE ESTADUAL DE CAMPOS DO JORDÃO, PARQUE ESTADUAL DE ITABERABA, PARQUE ESTADUAL DE VASSUNUNGA, PARQUE ESTADUAL DO DESENGANO, PARQUE ESTADUAL DO RIO DOCE, PARQUE ESTADUAL NOVA BADEN, PARQUE ESTADUAL SERRA DO BRIGADEIRO, PARQUE NATURAL MUNICIPAL MONTANHAS DE TERESóPOLIS, RESERVA BIOLÓGICA DE ARARAS"",""RPPN BOTUJURU-SERRA DO ITAPETY, RPPN Fazenda Suspiro, RPPN Morro do Curussu Mirim, RPPN Panelão dos Muriques"",""Não"",""Declinando"",""1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.1 - Expansão urbana 1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.2 - Áreas comerciais e industriais 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.1 - Culturas anuais e perenes não-madeireiras|2.1.3 - Agricultura agro-industriais 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.3 - Pecuária|2.3.3 - Pecuária agro-industrial 4 - Transportes e serviços de transmissão|4.2 - Atropelamentos 5 - Uso de recursos biológicos|5.1 - Caça e captura de animais terrestres ou marinhos|5.1.1 - Caça/captura intencional (a espécie é o alvo) 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.1 - Incêndios e supressão de incêndios|7.1.1 - Aumento da frequência/intensidade de incêndios 8 - Espécies invasoras problemáticas e doenças|8.1 - Espécies exóticas|8.1.1 - Espécie conhecida|8.1.1.1 - Competidores 8 - Espécies invasoras problemáticas e doenças|8.1 - Espécies exóticas|8.1.1 - Espécie conhecida|8.1.1.3 - Hibridação 8 - Espécies invasoras problemáticas e doenças|8.1 - Espécies exóticas|8.1.2 - Espécie não conhecida|8.1.2.1 - Competidores 8 - Espécies invasoras problemáticas e doenças|8.1 - Espécies exóticas|8.1.2 - Espécie não conhecida|8.1.2.3 - Hibridação"","""",""Educação e comunicação, Manejo de espécies, Plano de Ação Nacional (PAN), Proteção territorial"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação dos Mamíferos da Mata Atlântica Central, Plano de Ação Nacional para a Conservação dos Primatas da Mata Atlântica e da Preguiça-de-Coleira"",""CITES - Anexo I, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Mammalia"",""Primates"",""Atelidae"",""Alouatta"",""Alouatta ululata"",""Alouatta ululata"",""Elliot, 1912"",""capelão, Guariba, guariba-da-Caatinga"",""Mamíferos"",""09/2019"",""Em Perigo"","""",""C2a(i)"",""Alouatta ululata é uma espécie endêmica do Brasil, ocorrendo nos estados do Maranhão, Piauí e Ceará, em áreas na Caatinga e no Cerrado, além de manguezais. Infere-se que há um declínio populacional continuado, causado, principalmente, pela perda, degradação e fragmentação de habitat em função da agricultura, pecuária, mineração, carvoaria e retirada de indivíduos da natureza em virtude de caça. Estima-se que o número de grupos existentes seja menor que 1.000, sendo assim, infere-se que o número de indivíduos maduros esteja próximo de 2.500, distribuídos em subpopulações com menos de 250 indivíduos maduros. Deste modo, Alouatta ululata foi categorizada como Em Perigo (EN) pelo critério C2a(i)."",""Sim"",""Sim"",""Ceará, Maranhão, Piauí"",""|Nordeste|"",""Caatinga, Cerrado"",""Sub-bacia Itapecuru Sub-bacia Jaguaribe Sub-bacia Litoral CE PI Sub-bacia Parnaíba Alto Sub-bacia Parnaíba Baixo Sub-bacia Parnaíba Médio"",""APA Delta do Parnaíba, APA Serra da Ibiapaba, FLONA Palmares, PARNA de Ubajara, PARNA Lençóis Maranhenses, RESEX Marinha do Delta do Parnaíba"",""ÁREA DE PROTEçãO AMBIENTAL DA FOZ DO RIO DAS PREGUIçAS - PEQUENOS LENçóIS - REGIãO LAGUNAR ADJACENTE, ÁREA DE PROTEçãO AMBIENTAL DE UPAON-AçU / MIRITIBA / ALTO PREGUIçAS"",""RPPN Serra das Almas II"",""Não"",""Declinando"",""11 - Mudanças e extremos climáticos|11.2 - Secas 1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.4 - Assentamentos rurais 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.1 - Culturas anuais e perenes não-madeireiras|2.1.3 - Agricultura agro-industriais 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.3 - Pecuária|2.3.3 - Pecuária agro-industrial 3 - Produção energética e mineração|3.3 - Energia renovável|3.3.1 - Hidrelétricas 5 - Uso de recursos biológicos|5.1 - Caça e captura de animais terrestres ou marinhos|5.1.1 - Caça/captura intencional (a espécie é o alvo)"","""",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação dos Primatas do Nordeste, Plano de Ação Nacional para a Conservação dos Primatas do Nordeste - 2º ciclo, Plano de Ação Nacional para Conservação de Espécies Ameaçadas e de Importância Socioeconômica do Ecossistema Manguezal"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Mammalia"",""Primates"",""Atelidae"",""Brachyteles"",""Brachyteles hypoxanthus"",""Brachyteles hypoxanthus"",""(Kuhl, 1820)"",""buriqui, buriquim, mariquina, mono, mono-carvoeiro, mono-da-cara-manchada, muriqui-do-norte, muriquina"",""Mamíferos"",""09/2019"",""Criticamente em Perigo"",""Não"",""A4cde"",""Brachyteles hypoxanthus é endêmica do Brasil, ocorrendo na Mata Atlântica de Minas Gerais, Rio de Janeiro, Espírito Santo e Bahia. Esta espécie sofre impactos resultantes da perda, degradação e fragmentação de habitat, especialmente devido à agropecuária, à retirada de indivíduos da natureza por caça, eletrocussões e impactos da febre amarela, além de incêndios florestais e expansão da infraestrutura rodoviária e energética. Sua população atual está em declínio continuado e é estimada em 1.136 indivíduos, com menos de 250 indivíduos maduros para cada subpopulação. Modelagens climáticas projetam 93% de perda de habitat adequado para a ocorrência da espécie até 2050. Em função desse conjunto de ameaças, suspeita-se de uma redução populacional em curso de, pelo menos, 80% em 60 anos (três gerações). Sendo assim, Brachyteles hypoxanthus foi categorizada como Criticamente em Perigo (CR) pelo critério A4cde."",""Sim"",""Sim"",""Bahia, Espírito Santo, Minas Gerais, Rio de Janeiro"",""|Nordeste|Sudeste|"",""Mata Atlântica"",""Sub-bacia Contas Sub-bacia Doce Sub-bacia Grande Sub-bacia Jequitinhonha Sub-bacia Litoral BA ES Sub-bacia Litoral ES Sub-bacia Paraíba do Sul"",""APA Serra da Mantiqueira, PARNA Alto Cariri, PARNA de Itatiaia, PARNA do Caparaó, REBIO Augusto Ruschi, REBIO da Mata Escura, REVIS Una"",""PARQUE ESTADUAL ALTO DO CARIRI, PARQUE ESTADUAL DO RIO DOCE, PARQUE ESTADUAL SERRA DO BRIGADEIRO, PARQUE ESTADUAL SERRA DO PAPAGAIO, REFÚGIO ESTADUAL DE VIDA SILVESTRE MATA DOS MURIQUIS"",""RPPN Estação Biológica da Mata do Sossego, RPPN Feliciano Miguel Abdala"",""Não"",""Declinando"",""11 - Mudanças e extremos climáticos|11.1 - Mudança/alteração de habitat 1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.3 - Áreas de turismo e recreação 1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.4 - Assentamentos rurais 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.1 - Culturas anuais e perenes não-madeireiras|2.1.3 - Agricultura agro-industriais 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.3 - Pecuária 3 - Produção energética e mineração 4 - Transportes e serviços de transmissão|4.1 - Estradas e ferrovias 4 - Transportes e serviços de transmissão|4.7 - Linhas de força/transmissão 5 - Uso de recursos biológicos|5.1 - Caça e captura de animais terrestres ou marinhos|5.1.1 - Caça/captura intencional (a espécie é o alvo) 6 - Distúrbios humanos|6.1 - Atividades recreacionais/turísticas 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.1 - Incêndios e supressão de incêndios|7.1.1 - Aumento da frequência/intensidade de incêndios 8 - Espécies invasoras problemáticas e doenças|8.5 - Doenças provocadas por vírus ou príons"","""",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação dos Mamíferos da Mata Atlântica Central, Plano de Ação Nacional para a Conservação dos Muriquis, Plano de Ação Nacional para a Conservação dos Primatas da Mata Atlântica e da Preguiça-de-Coleira"",""CITES - Anexo I, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Actinopterygii"",""Siluriformes"",""Pimelodidae"",""Pseudoplatystoma"",""Pseudoplatystoma corruscans"",""Pseudoplatystoma corruscans"",""(Spix & Agassiz, 1829)"",""Pintado, Surubim, Surubim-pintado"",""Peixes Continentais"",""10/2019"",""Vulnerável"","""",""A2bcde"",""Pseudoplatystoma corruscans ocorre na Argentina, Uruguai, Paraguai, Bolívia e no Brasil, onde possui ampla distribuição nas bacias dos rios Paraná, Paraguai, Uruguai e São Francisco. Ao longo de sua distribuição no Brasil as subpopulações sofrem pressões diferentes. Existem registros de diminuição de desembarques da pesca comercial em extenso trecho na bacia do São Francisco (trecho dos reservatórios em cascata de Sobradinho, Paulo Afonso, Itaparica, Moxotó e Xingó) e desaparecimento da espécie a jusante de Xingó. Na bacia do Paraná também houve forte redução de desembarques e em alguns locais a espécie não aparece mais em dados pesqueiros, como no Paranapanema. Na bacia do Uruguai a espécie também sofreu forte redução. Esses dados evidenciam o forte declínio das subpopulações da espécie nessas três bacias. Na bacia do alto Paraguai, a subpopulação encontra-se em situação melhor. As principais ameaças são: barramentos, que provocam fragmentação, redução de habitat e alteração do fluxo hídrico, hibridização da espécie com congêneres, provocada por soltura/escape na natureza de híbridos cultivados em piscicultura, e poluição. Além disso, a sobrepesca pode ser uma ameaça adicional em algumas regiões. Com base nos estudos de desembarque, sobre reprodução e nas ameaças acima citadas, suspeita-se declínios populacionais de pelo menos 30% na bacia do rio São Francisco e de pelo menos 50% nas bacias do Uruguai e Paraná nos últimos 45 anos (três tempos geracionais). Na bacia do Paraguai não existem evidências de redução acentuada da população. No entanto, recentemente foram registrados híbridos, chegando a mais de 10% dos indivíduos na bacia do rio Miranda, o que representa uma importante ameaça no Pantanal Sul. As PCHs instaladas e previstas para a região representam uma ameaça adicional. Considerando a redução das subpopulações no território brasileiro, suspeita-se uma redução populacional de pelo menos 30% nos últimos 45 anos. Dessa forma, P. corruscans foi categorizada como Vulnerável (VU) pelo critério A2bcde."",""Não"",""Sim"",""Bahia, Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Paraná, Rio Grande do Sul, São Paulo"",""|Centro-Oeste|Nordeste|Sudeste|Sul|"",""Amazônia, Caatinga, Cerrado, Mata Atlântica, Pampa, Pantanal"",""Sub-bacia Grande Sub-bacia Ibicuí Sub-bacia Iguaçu Sub-bacia Paraguai 01 Sub-bacia Paraguai 02 Sub-bacia Paraguai 03 Sub-bacia Paranaíba Sub-bacia Paranapanema Sub-bacia Paraná RH1 Sub-bacia São Francisco Alto Sub-bacia São Francisco Médio Sub-bacia São Francisco Submédio Sub-bacia Tietê"",""APA Ilhas e Várzeas do Rio Paraná, ESEC de Taiamã, PARNA do Pantanal Mato-grossense"",""ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL BACIA DO RIO PANDEIROS, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL DA CHAPADA DOS GUIMARÃES, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL DUNAS E VEREDAS DO BAIXO MÉDIO SÃO FRANCISCO, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL LAGO DE SOBRADINHO, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL RIO CÊNICO ROTAS MONÇOEIRAS, PARQUE ESTADUAL DAS VÁRZEAS DO RIO IVINHEMA, PARQUE ESTADUAL DO AGUAPEÍ, PARQUE ESTADUAL MATA SECA"",""CABECEIRA DO PRATA, RPPN Arara Azul, RPPN Fazendinha, RPPN Jubran, RPPN Reserva Ecológica da Mata Fria"",""Sim"",""Declinando"",""3 - Produção energética e mineração|3.3 - Energia renovável|3.3.1 - Hidrelétricas 3 - Produção energética e mineração|3.3 - Energia renovável|3.3.4 - Pequenas Centrais Hidrelétricas 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.1 - Captura intencional - subsistência/pequena escala|5.4.1.2 - Aparelho primitivo|5.4.1.2.1 - Arpão 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.1 - Captura intencional - subsistência/pequena escala|5.4.1.3 - Aparelho com anzol|5.4.1.3.5 - Linha de fundo e linha de mão 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.2 - Represas e uso de água|7.2.11 - Represas (tamanho desconhecido) 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.2 - Represas e uso de água|7.2.3 - Captação de água de superfície - uso na agricultura 8 - Espécies invasoras problemáticas e doenças|8.2 - Espécies domésticas|8.2.3 - Hibridação 9 - Poluição|9.3 - Agropecuária e florestal|9.3.1 - Acúmulo de nutrientes"",""1 - Alimentação humana|1.7 - Pesca artesanal 4 - Caça/pesca esportiva"",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação das Espécies Ameaçadas de Extinção da Fauna Aquática da Bacia do Rio São Francisco, Plano de Ação Nacional para a Conservação das Espécies Ameaçadas de Extinção da Fauna Aquática da Bacia do Rio São Francisco - 2º ciclo, Plano de Ação Nacional para a Conservação das Espécies de Peixes Ameaçadas de Extinção da Bacia do Alto Rio Paraná"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Actinopterygii"",""Siluriformes"",""Loricariidae"",""Pseudotocinclus"",""Pseudotocinclus tietensis"",""Pseudotocinclus tietensis"",""(Ihering, 1907)"",""Cascudinho-do-tietê"",""Peixes Continentais"",""10/2019"",""Em Perigo"","""",""B1ab(i,ii,iii,iv)+2ab(i,ii,iii,iv)"",""Pseudotocinclus tietensis é endêmica do Brasil, restrita a cabeceiras de rios na bacia do alto Tietê e bacias costeiras da região do planalto paulista, no estado de São Paulo. A extensão de ocorrência (EOO) foi calculada em 4.011 km² e a área de ocupação (AOO) em 96 km². Ocorre em uma região relativamente bem amostrada por ictiólogos, sendo que os registros localizados na região metropolitana de São Paulo certamente são históricos. É uma espécie pouco abundante e sua população pode ser considerada severamente fragmentada, seja pela crescente expansão e consolidação urbanas que degradam especialmente os rios, seja pelos diferentes tipos de barramentos instalados na bacia do rio Tietê. Todos esses fatores acarretam declínio continuado da qualidade do hábitat. Por esses motivos, Pseudotocinclus tietensis foi categorizada como Em Perigo (EN) pelos critérios B1ab(i,ii,iii,iv)+2ab(i,ii,iii,iv)."",""Sim"",""Sim"",""São Paulo"",""|Sudeste|"",""Mata Atlântica"",""Sub-bacia Litoral SP Sub-bacia Tietê"","""",""PARQUE ESTADUAL DA CANTAREIRA, PARQUE ESTADUAL DA SERRA DO MAR"",""RPPN BOTUJURU-SERRA DO ITAPETY"",""Desconhecido"",""Desconhecida"",""1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.1 - Expansão urbana 1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.4 - Assentamentos e pequenas propriedades rurais 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.2 - Represas e uso de água|7.2.11 - Represas (tamanho desconhecido) 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.3 - Outras modificações nos ecossistemas 9 - Poluição|9.1 - Doméstica e urbana - escoamento de água|9.1.3 - Tipo desconhecido 9 - Poluição|9.3 - Agropecuária e florestal|9.3.2 - Erosão do solo/sedimentação"","""",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação das Espécies de Peixes Ameaçadas de Extinção da Bacia do Alto Rio Paraná, Plano de Ação Nacional para a Conservação dos Peixes e Eglas da Mata Atlântica"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Actinopterygii"",""Characiformes"",""Characidae"",""Spintherobolus"",""Spintherobolus papilliferus"",""Spintherobolus papilliferus"",""Eigenmann, 1911"",""Lambari"",""Peixes Continentais"",""10/2019"",""Em Perigo"","""",""B1ab(ii,iii,iv)"",""Spintherobolus papilliferus é uma espécie endêmica do Brasil, considerada rara, com registros nas cabeceiras do alto rio Tietê e drenagens costeiras da Serra do Mar, no estado de São Paulo. Na localidade-tipo, exemplares foram registrados pela última vez em 1980"; em 2000, um exemplar foi coletado no Parque Estadual da Cantareira, na zona norte da cidade de São Paulo;" em 2018, foi efetuado um novo registro proveniente de um riacho costeiro no município de Bertioga, SP. Aparentemente ocorre apenas em riachos de Mata Atlântica com cobertura florestal nativa, bem preservada. A extensão de ocorrência calculada é de 2.232 km2, e assumiu-se que S. papilliferus esteja com mais de 50% da sua população original severamente fragmentada pela intensa antropização da Região Metropolitana de São Paulo, e pelo desmatamento da Mata Atlântica que ainda ocorre nas bacias costeiras, embora em taxas baixas. Houve perda de área de ocupação e subpopulações (p. exemplo, no rio Ipiranga, SP). Portanto, Spintherobolus papilliferus foi avaliada como Em Perigo (EN) pelos critérios B1ab(ii,iii,iv)."",""Sim"",""Sim"",""São Paulo"",""|Sudeste|"",""Mata Atlântica"",""Sub-bacia Litoral SP Sub-bacia Tietê"","""",""PARQUE ESTADUAL DA CANTAREIRA, PARQUE ESTADUAL DA SERRA DO MAR"","""",""Desconhecido"",""Declinando"",""1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.1 - Expansão urbana 9 - Poluição|9.1 - Doméstica e urbana - escoamento de água|9.1.2 - Escoamento urbano"","""",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação das Espécies de Peixes Ameaçadas de Extinção da Bacia do Alto Rio Paraná, Plano de Ação Nacional para a Conservação dos Peixes e Eglas da Mata Atlântica"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;; "Animalia,""Chordata"",""Actinopterygii"",""Siluriformes"",""Heptapteridae"",""Taunayia"",""Taunayia bifasciata"",""Taunayia bifasciata"",""(Eigenmann & Norris, 1900)"",""Bagrinho-listrado"",""Peixes Continentais"",""10/2019"",""Vulnerável"","""",""B1ab(iii)"",""Taunayia bifasciata é endêmica do Brasil, com registros em riachos nas bacias do alto Tietê, alto Paraíba do Sul e no alto curso do rio Itapanhaú, uma pequena bacia costeira do estado de São Paulo. A espécie é bentônica e adaptada à vida em corredeiras e ambientes bem oxigenados, sendo bastante sensível a alterações ambientais. A sua extensão de ocorrência, calculada pela área do polígono ao redor das microbacias onde a espécie foi registrada, é de aproximadamente 18.000 km². Toda a região do alto Tietê e Paraíba do Sul é afetada por assoreamento, desmatamento, extração de areia e cascalho, mineração, ocupação desordenada, barramentos de pequenos cursos d´água e poluição. Essas ameaças provocam fragmentação da população e declínio continuado em qualidade do habitat. Portanto, Taunayia bifasciata foi categorizada como Vulnerável (VU) pelos critérios B1ab(iii)."",""Sim"",""Sim"",""São Paulo"",""|Sudeste|"",""Mata Atlântica"",""Sub-bacia Grande Sub-bacia Litoral SP Sub-bacia Paraíba do Sul Sub-bacia Tietê"",""APA Bacia do Rio Paraíba do Sul, APA Serra da Mantiqueira"",""APA CAMPOS DO JORDÃO, APA SILVEIRAS, PARQUE ESTADUAL DA CANTAREIRA, PARQUE ESTADUAL DA SERRA DO MAR"","""",""Desconhecido"",""Desconhecida"",""1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.1 - Expansão urbana 1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.4 - Assentamentos e pequenas propriedades rurais 3 - Produção energética e mineração|3.2 - Mineração|3.2.1 - Extração de areia 3 - Produção energética e mineração|3.3 - Energia renovável|3.3.1 - Hidrelétricas 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.3 - Outras modificações nos ecossistemas 9 - Poluição|9.1 - Doméstica e urbana - escoamento de água|9.1.1 - Esgoto 9 - Poluição|9.1 - Doméstica e urbana - escoamento de água|9.1.2 - Escoamento urbano 9 - Poluição|9.2 - Industrial|9.2.4 - Tipo desconhecido"","""",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação das Espécies Aquáticas Ameaçadas de Extinção da Bacia do Rio Paraíba do Sul, Plano de Ação Nacional para a Conservação das Espécies Aquáticas Ameaçadas de Extinção da Bacia do Rio Paraíba do Sul - 2º ciclo, Plano de Ação Nacional para a Conservação das Espécies de Peixes Ameaçadas de Extinção da Bacia do Alto Rio Paraná"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Actinopterygii"",""Siluriformes"",""Trichomycteridae"",""Cambeva"",""Cambeva crassicaudata"",""Trichomycterus crassicaudatus"",""(Wosiacki & de Pinna, 2008)"",""Candiru"",""Peixes Continentais"",""10/2019"",""Em Perigo"","""",""B1ab(ii,iii)"",""Cambeva crassicaudata é endêmica do Brasil, conhecida apenas da bacia do rio Jordão, afluente do baixo rio Iguaçu, no estado do Paraná. A construção de três hidrelétricas na década de 1990 fragmentou a população da espécie e provocou declínio continuado na sua Área de Ocupação (AOO). Além disso, o habitat da espécie sofre declínio continuado de sua qualidade em decorrência do uso e ocupação do solo e suas consequências no ambiente aquático. A sua Extensão de Ocorrência (EOO) é de 3.630 km2. Portanto, C. crassicaudata foi categorizada como Em Perigo (EN) pelos critérios B1ab(ii,iii)."",""Sim"",""Sim"",""Paraná"",""|Sul|"",""Mata Atlântica"",""Sub-bacia Iguaçu"","""","""","""",""Desconhecido"",""Desconhecida"",""3 - Produção energética e mineração|3.3 - Energia renovável|3.3.1 - Hidrelétricas 9 - Poluição|9.3 - Agropecuária e florestal|9.3.2 - Erosão do solo/sedimentação"","""",""Manejo de espécies, Manejo territorial, Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação da Fauna Aquática e Semiaquática do Baixo Iguaçu"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Actinopterygii"",""Characiformes"",""Characidae"",""Hasemania"",""Hasemania uberaba"","""",""Serra & Langeani, 2015"","""",""Peixes Continentais"",""10/2019"",""Em Perigo"","""",""B1ab(iii)"",""Hasemania uberaba é endêmica do Brasil, conhecida de duas localidades nas cabeceiras do rio Uberaba, bacia do rio Grande, bacia do alto rio Paraná, estado de Minas Gerais. Sua extensão de ocorrência (EOO) foi calculada em 2.717 km². Apesar dessa área, a espécie ocorre em ambientes muito específicos (alagados), bastante raros na região. Essa região é bem amostrada em estudos ictiológicos, e a espécie não foi localizada em áreas adjacentes. A principal ameaça é a destruição dos seus ambientes pelas plantações agrícolas, o que caracteriza duas localizações. Levando-se em conta os impactos do entorno ocasionados pela agricultura, captação de água para abastecimento público e irrigação, que promovem o declínio continuado da qualidade do hábitat da espécie, H. uberaba foi categorizada como Em Perigo (EN) pelo critério B1ab(iii)."",""Sim"",""Sim"",""Minas Gerais"",""|Sudeste|"",""Cerrado"",""Sub-bacia Grande Sub-bacia Paranaíba"","""","""","""",""Não"",""Desconhecida"",""2 - Agropecuária e Aquacultura|2.1 - Culturas anuais e perenes não-madeireiras|2.1.4 - Agricultura de escala desconhecida 4 - Transportes e serviços de transmissão|4.1 - Estradas e ferrovias"","""",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação das Espécies de Peixes Ameaçadas de Extinção da Bacia do Alto Rio Paraná"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"",""1020"",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Actinopterygii"",""Siluriformes"",""Trichomycteridae"",""Cambeva"",""Cambeva pascuali"","""",""(Ochoa, Silva, Costa e Silva, Oliveira & Datovo, 2017)"","""",""Peixes Continentais"",""10/2019"",""Criticamente em Perigo"",""Não"",""B1ab(iii)+2ab(iii)"",""Cambeva pascuali é endêmica do Brasil, conhecida apenas de sua localidade-tipo, um pequeno afluente do rio Tamanduá, tributário do rio Paranapanema, bacia do alto rio Paraná, próximo à cidade de Itatinga, estado de São Paulo. A espécie é conhecida somente do material-tipo, composto por menos de 15 indivíduos. A sua região de ocorrência é relativamente bem amostrada, mas não há registros adicionais. O fato de ser facilmente identificada, já que não apresenta nadadeira pélvica, característica única dentre os congêneres simpátricos, sugere fortemente que a sua distribuição seja bastante restrita. O riacho onde a espécie foi registrada é fortemente impactado por silvicultura (eucalipto), o que afeta a qualidade do habitat de sua única localização conhecida. A extensão de ocorrência da espécie, considerando a área da sub-bacia do riacho, foi estimada em cerca de 140 km2, e sua área de ocupação foi calculada em 4 km2. Portanto, Cambeva pascuali foi categorizada como Criticamente em Perigo (CR) pelos critérios B1ab(iii)+2ab(iii)."",""Sim"",""Sim"",""São Paulo"",""|Sudeste|"",""Cerrado"",""Sub-bacia Paranapanema"","""",""APA CORUMBATAÍ BOTUCATU TEJUPA PERIMETRO BOTUCATU"","""",""Não"",""Desconhecida"",""2 - Agropecuária e Aquacultura|2.2 - Silvicultura"","""",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação das Espécies de Peixes Ameaçadas de Extinção da Bacia do Alto Rio Paraná"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Actinopterygii"",""Characiformes"",""Characidae"",""Astyanax"",""Astyanax eremus"",""Astyanax eremus"",""Ingenito & Duboc, 2014"",""Lambari, Piaba"",""Peixes Continentais"",""10/2019"",""Criticamente em Perigo"",""Não"",""B2ab(iii)"",""Astyanax eremus é endêmica do Brasil, conhecida unicamente de sua série-tipo, com 38 exemplares coletados em 2008, restritos ao rio Canivete no município de Balsa Nova, estado do Paraná, um pequeno afluente independente do rio Iguaçu isolado por um conjunto de quedas com cerca de dez metros cada. A região do entorno da localidade-tipo é bem amostrada, com coletas desde 1908, realizadas primeiramente por Haseman, até expedições recentes e frequentes, em especial a partir da década de 1990. Mesmo assim, a espécie foi unicamente registrada em um trecho de mata bem preservada, a qual está imersa em uma grande área ocupada por plantações de soja e trigo. A principal ameaça identificada é a perda de habitat pela expansão das atividades agrícolas. A área de ocupação (AOO) foi calculada em 4 km2, sendo identificada uma única localização e declínio continuado da qualidade do hábitat em função da degradação do ambiente. Portanto, A. eremus foi categorizada como Criticamente em Perigo (CR) pelo critério B2ab(iii)."",""Sim"",""Sim"",""Paraná"",""|Sul|"",""Mata Atlântica"",""Sub-bacia Iguaçu"","""",""ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL ESTADUAL DA ESCARPA DEVONIANA"","""",""Não"",""Desconhecida"",""2 - Agropecuária e Aquacultura|2.1 - Culturas anuais e perenes não-madeireiras|2.1.4 - Agricultura de escala desconhecida 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.3 - Pecuária|2.3.4 - Pecuária em escala desconhecida"","""",""Manejo de espécies, Manejo territorial, Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação dos Peixes e Eglas da Mata Atlântica"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Actinopterygii"",""Siluriformes"",""Loricariidae"",""Harttia"",""Harttia panara"","""",""Oyakawa, Fichberg & Rapp Py-Daniel, 2018"","""",""Peixes Continentais"",""10/2019"",""Vulnerável"","""",""D2"",""Harttia panara é endêmica do Brasil e conhecida apenas para um pequeno trecho isolado entre duas quedas de 40 m e 60 m de altitude do rio Curuá, afluente do rio Iriri, na área da Serra do Cachimbo, estado do Pará. Tal região já foi apontada com alto grau de endemismo. Esta espécie habita exclusivamente áreas de corredeiras, sendo sensível a alterações de habitats. Esta área já apresenta duas PCHs (Buriti e Curuá) e uma ampla área de desmatamento. A Área de Ocupação (AOO) da espécie, foi calculada em 12 km2. Com base nessas informações, H. panara foi categorizada como Vulnerável (VU) pelo critério D2."",""Sim"",""Sim"",""Pará"",""|Norte|"",""Amazônia"",""Sub-bacia Xingu"",""REBIO Nascentes da Serra do Cachimbo"","""","""",""Não"",""Desconhecida"",""3 - Produção energética e mineração|3.3 - Energia renovável|3.3.1 - Hidrelétricas 3 - Produção energética e mineração|3.3 - Energia renovável|3.3.4 - Pequenas Centrais Hidrelétricas 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.3 - Outras modificações nos ecossistemas"","""",""Plano de Ação Nacional (PAN)"","""",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Actinopterygii"",""Siluriformes"",""Loricariidae"",""Hypancistrus"",""Hypancistrus zebra"",""Hypancistrus zebra"",""Isbrücker & Nijssen, 1991"","""",""Peixes Continentais"",""10/2019"",""Criticamente em Perigo"",""Não"",""A4cd"",""Hypancistrus zebra é endêmica do Brasil, ocorrendo na região da Volta Grande do Rio Xingu, estado do Pará. A principal ameaça sobre a espécie é o impacto decorrente da construção da usina hidrelétrica (UHE) Belo Monte. A Área de Ocupação (AOO) calculada da espécie é de 528km2, e está totalmente incluída na área diretamente afetada por esta UHE. Após o enchimento do reservatório da UHE Belo Monte em 2016, parte da sua população foi intensamente afetada a montante do barramento de Pimental, pela transformação do habitat lótico para lêntico. A jusante de Pimental, a espécie está sendo impactada pela redução da vazão original e perda da regularidade natural do ciclo hidrológico, provavelmente tendo consequências no ciclo reprodutivo da espécie que acarretarão declínio populacional nos próximos anos. Adicionalmente, no trecho de vazão reduzida, a espécie está mais vulnerável à captura para o comércio ilegal de peixes ornamentais. Apesar da proibição da captura desta espécie, a pesca ilegal continua ocorrendo e cerca de 10 mil indivíduos/mês são contrabandeados via Colômbia, de onde são exportados regularmente. Considerando o impacto da construção de Belo Monte (declínio na qualidade do habitat) e a captura excessiva da espécie para o comércio ilegal de peixes ornamentais (níveis potenciais de exploração), uma janela de tempo de 10 anos entre 2016 e 2026 (tempo geracional estimado de 2,5 anos), suspeita-se um declínio populacional superior a 80%, com altíssimo risco de extinção. Nesse contexto, H. zebra foi categorizada como Criticamente em Perigo (CR) sob o critério A4cd."",""Sim"",""Sim"",""Pará"",""|Norte|"",""Amazônia"",""Sub-bacia Xingu"","""","""","""",""Não"",""Declinando"",""3 - Produção energética e mineração|3.3 - Energia renovável|3.3.1 - Hidrelétricas 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.3 - Captura intencional - comércio internacional"",""3 - Animais de estimação/ornamentais"",""Conservação ex-situ, Plano de Ação Nacional (PAN), Proteção de locais/áreas"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação das Espécies Endêmicas e Ameaçadas de Extinção da Fauna da Região do Baixo e Médio Xingu, Plano de Ação Nacional para a Conservação dos Peixes Amazônicos"",""CITES - Anexo II, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Onychophora"",""Onychophora"",""Euonychophora"",""Peripatidae"",""Epiperipatus"",""Epiperipatus adenocryptus"",""Epiperipatus adenocryptus"",""Oliveira, Lacorte, Fonseca, Wieloch & Mayer, 2011"",""Onicóforo"",""Invertebrados Terrestres"",""10/2020"",""Criticamente em Perigo"",""Não"",""B1ab(iii)"",""Epiperipatus adenocryptus é endêmica do Brasil, sendo conhecida apenas da localidade-tipo, em Córrego dos Ferreiras, município de Santa Bárbara do Leste, estado de Minas Gerais. Atualmente, a espécie está restrita a um pequeno fragmento de mata Atlântica em topo de morro, isolado por plantações principalmente de café, e fora de unidades de conservação. Esse fragmento também possui trilhas que são usadas pela população local para cerimônias religiosas, constituindo impacto adicional à espécie. A extensão de ocorrência (EOO) foi calculada em cerca de 8 km², com uma localização e declínio continuado na qualidade do habitat em função da expansão da atividade agrícola. Por isso, E. adenocryptus foi categorizada como Criticamente em Perigo (CR) pelo critério B1ab(iii)."",""Sim"",""Sim"",""Minas Gerais"",""|Sudeste|"",""Mata Atlântica"",""Sub-bacia Doce"","""","""","""",""Não"",""Desconhecida"",""2 - Agropecuária e Aquacultura|2.1 - Culturas anuais e perenes não-madeireiras|2.1.4 - Agricultura de escala desconhecida 6 - Distúrbios humanos|6.1 - Atividades recreacionais/turísticas"","""","""","""",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Arthropoda"",""Diplopoda"",""Polydesmida"",""Chelodesmidae"",""Odontopeltis"",""Odontopeltis giganteus"",""Odontopeltis giganteus"",""(Schubart, 1949)"",""Piolho-de-cobra"",""Invertebrados Terrestres"",""12/2021"",""Vulnerável"","""",""B1ab(iii)"",""Odontopeltis giganteus é endêmica do Brasil, registrada para os municípios de Santa Teresa e Linhares, no Espírito Santo. O holótipo é datado de 1911 e o último registro da espécie foi em 1981. Estudos recentes, direcionados para a espécie, foram realizados nas mesmas áreas, principalmente em Santa Teresa, porém a espécie não foi registrada. É o maior membro da família, facilmente coletado em campo. Considerando a área entre dois municípios, sua extensão de ocorrência é estimada em cerca de 7680 km². A Mata Atlântica da região encontra-se bastante fragmentada, e os remanescentes encontram-se sob pressão principalmente de plantações de eucalipto, acarretando o declínio do habitat. Assim, Odontopeltis giganteus foi categorizada como Vulnerável (VU) pelo critério B1ab(iii)."",""Sim"",""Sim"",""Espírito Santo"",""|Sudeste|"",""Mata Atlântica"",""Sub-bacia Doce"","""","""","""",""Desconhecido"",""Desconhecida"",""2 - Agropecuária e Aquacultura|2.2 - Silvicultura|2.2.3 - Plantações em escala desconhecida"","""","""","""",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Arthropoda"",""Insecta"",""Ephemeroptera"",""Baetidae"",""Adebrotus"",""Adebrotus lugoi"",""Adebrotus lugoi"",""Salles, 2010"",""Efemérida"",""Invertebrados de Água Doce"",""11/2019"",""Vulnerável"","""",""D2"",""Adebrotus lugoi é endêmica do Brasil, com poucos registros no estado do Espírito Santo e outro em Pernambuco. A espécie é rara, com apenas cinco indivíduos conhecidos, a despeito de inúmeras tentativas de coleta de material. Embora tenha sido registrada numa unidade de conservação, a nascente daquele rio está fora da unidade e, portanto, sujeita a degradação ambiental, principalmente por atividades agropecuárias. Os locais de ocorrência nos rios São Mateus - ES e Amarají - PE também encontram-se degradados por atividades urbanas e agropecuárias, respectivamente. Há três localizações, considerando o despejo de efluentes nos recursos hídricos como principal ameaça. Portanto A. lugoi foi categorizada como Vulnerável (VU) pelo critério D2."",""Sim"",""Sim"",""Espírito Santo, Pernambuco"",""|Nordeste|Sudeste|"",""Mata Atlântica"",""Sub-bacia Doce Sub-bacia Litoral AL PE PB Sub-bacia Litoral BA ES"",""REBIO de Sooretama"","""","""",""Não"",""Desconhecida"",""2 - Agropecuária e Aquacultura|2.3 - Pecuária|2.3.4 - Pecuária em escala desconhecida 9 - Poluição|9.1 - Doméstica e urbana - escoamento de água|9.1.1 - Esgoto 9 - Poluição|9.3 - Agropecuária e florestal|9.3.3 - Herbicidas e pesticidas"","""","""","""",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Arthropoda"",""Insecta"",""Ephemeroptera"",""Baetidae"",""Camelobaetidius"",""Camelobaetidius juparana"",""Camelobaetidius juparana"",""Boldrini & Salles, 2012"",""Efemérida"",""Invertebrados de Água Doce"",""11/2019"",""Vulnerável"","""",""B1ab(iii)"",""Camelobaetidius juparana é endêmica do Brasil, com registros nos municípios de Sooretama, Nova Venécia e em Rio Bananal - ES e também nos municípios de Pingo d’Água e Bom Jesus do Galho - MG. Possui extensão de ocorrência (EOO) estimada em aproximadamente 9.000 km². Os rios onde vive a espécie são impactados, principalmente pelas atividades agropecuárias da região que promovem desmatamento das matas ciliares e assoreamento. Essas atividades causam, portanto, declínio continuado da qualidade do habitat e fragmentação severa da sua população. Por essas razões, Camelobaetidius juparana foi classificada como Vulnerável (VU) pelo critério B1ab(iii)."",""Sim"",""Sim"",""Espírito Santo, Minas Gerais"",""|Sudeste|"",""Mata Atlântica"",""Sub-bacia Doce Sub-bacia Litoral BA ES"","""","""","""",""Não"",""Desconhecida"",""11 - Mudanças e extremos climáticos|11.2 - Secas 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.1 - Culturas anuais e perenes não-madeireiras|2.1.4 - Agricultura de escala desconhecida 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.3 - Pecuária|2.3.4 - Pecuária em escala desconhecida 9 - Poluição|9.3 - Agropecuária e florestal|9.3.2 - Erosão do solo/sedimentação"","""","""","""",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Arthropoda"",""Insecta"",""Ephemeroptera"",""Baetidae"",""Camelobaetidius"",""Camelobaetidius maranhensis"",""Camelobaetidius maranhensis"",""Salles & Serrão, 2005"",""Efemérida"",""Invertebrados de Água Doce"",""11/2019"",""Vulnerável"","""",""D2"",""Camelobaetidius maranhensis é endêmico do Brasil, conhecida apenas para a sua localidade-tipo, no Maranhão. Possui distribuição bem restrita e estudos recentes não localizaram a espécie em outras áreas de habitat semelhante. A localidade-tipo não possui unidades de conservação e, embora o rio onde foi encontrada esteja em bom estado de conservação, a região já apresenta fortes alterações pela expansão das atividades agrícolas muito próximas da localidade-tipo. Essas atividades e a consequente alteração do riacho podem representar uma ameaça futura. Portanto, Camelobaetidius maranhensis foi categorizada como Vulnerável (VU) pelo critério D2."",""Sim"",""Sim"",""Maranhão"",""|Nordeste|"",""Cerrado"",""Sub-bacia Parnaíba Alto"","""","""","""",""Não"",""Desconhecida"",""2 - Agropecuária e Aquacultura|2.2 - Silvicultura|2.2.3 - Plantações em escala desconhecida 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.3 - Pecuária|2.3.4 - Pecuária em escala desconhecida"","""","""","""",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Arthropoda"",""Insecta"",""Ephemeroptera"",""Baetidae"",""Camelobaetidius"",""Camelobaetidius spinosus"",""Camelobaetidius spinosus"",""Boldrini & Salles, 2012"",""efemérida"",""Invertebrados de Água Doce"",""11/2019"",""Vulnerável"","""",""B1ab(iii)"",""Camelobaetidius spinosus é endêmica do Brasil, registrada nos municípios de Bom Jesus do Galho e Pingo d´Água, Minas Gerais. A espécie é de distribuição restrita, com uma extensão de ocorrência (EOO) estimada em 15.538km². Já houve esforços de coleta na região e a espécie não foi encontrada em outras localidades. Em uma das localidades, no entorno do Parque Estadual do Rio Doce, a região está bem impactada pela agricultura e os rios são afetados por agrotóxicos, perda de vegetação ripária e consequente assoreamento, que causam declínio continuado na qualidade do habitat. Considerando a provável baixa capacidade de dispersão da espécie e fidelidade ao seu habitat específico, a população encontra-se severamente fragmentada. Por essas razões, Camelobaetidius spinosus foi categorizada como Vulnerável (VU), pelo critério B1ab(iii)."",""Sim"",""Sim"",""Minas Gerais"",""|Sudeste|"",""Mata Atlântica"",""Sub-bacia Doce"","""","""","""",""Não"",""Desconhecida"",""2 - Agropecuária e Aquacultura|2.2 - Silvicultura|2.2.3 - Plantações em escala desconhecida 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.3 - Pecuária|2.3.4 - Pecuária em escala desconhecida 9 - Poluição|9.3 - Agropecuária e florestal|9.3.2 - Erosão do solo/sedimentação 9 - Poluição|9.3 - Agropecuária e florestal|9.3.3 - Herbicidas e pesticidas"","""","""","""",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Arthropoda"",""Insecta"",""Ephemeroptera"",""Leptophlebiidae"",""Simothraulopsis"",""Simothraulopsis eurybasis"","""",""Nascimento, Salles & Hamada, 2017"",""Efemérida"",""Invertebrados de Água Doce"",""11/2019"",""Vulnerável"","""",""D2"",""Simothraulopsis eurybasis é endêmica do Brasil, registrada apenas no estado do Espírito Santo. Os rios de ocorrência da espécie sofrem impacto relacionados à urbanização e o consequente despejo de efluentes domésticos, e agropecuária com desmatamento, assoreamento, desvio de água para irrigação, que causam um declínio continuado da qualidade do habitat. Esta situação foi agravada devido a uma crise hídrica no norte do Espírito Santo. Naquele momento de estiagem, os níveis destes rios baixaram intensamente e houve alteração da composição da fauna do local. Apesar dos recentes esforços de coleta em um dos pontos a espécie não foi mais encontrada. Considerando a estiagem como a principal ameaça, o número de localizações é igual a 3. Portanto, Simothraulopsis eurybasis foi categorizada como Vulnerável (VU), pelo critério D2."",""Sim"",""Sim"",""Espírito Santo"",""|Sudeste|"",""Mata Atlântica"",""Sub-bacia Doce Sub-bacia Litoral BA ES"","""","""","""",""Não"",""Desconhecida"",""11 - Mudanças e extremos climáticos|11.2 - Secas 1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.1 - Expansão urbana 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.2 - Silvicultura|2.2.3 - Plantações em escala desconhecida 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.3 - Pecuária|2.3.4 - Pecuária em escala desconhecida 9 - Poluição|9.1 - Doméstica e urbana - escoamento de água|9.1.1 - Esgoto 9 - Poluição|9.3 - Agropecuária e florestal|9.3.2 - Erosão do solo/sedimentação"","""","""","""",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Actinopterygii"",""Perciformes"",""Labridae"",""Halichoeres"",""Halichoeres rubrovirens"",""Halichoeres rubrovirens"",""Rocha, Pinheiro & Gasparini, 2010"",""Budião-fogueira, Sabonete-de-Trindade"",""Peixes Marinhos (ósseos)"",""11/2019"",""Vulnerável"","""",""D2"",""Halichoeres rubrovirens é uma espécie recifal, endêmica do Brasil, que ocorre nos montes da cadeia Vitória-Trindade (Montes Vitória, Almirante Saldanha, Jaseur, Davis e Dogaressa) e no complexo Trindade-Martin Vaz, resultando em duas localizações. As principais ameaças, que podem levar a espécie à condição de Criticamente em Perigo (CR) ou Extinta (EX) em curto prazo, são impactos antrópicos crônicos como ocupação da Ilha da Trindade, tráfego de embarcações na região com a possibilidade de acidentes marítimos e a atividade de mineração na cadeia Vitória-Trindade, assim como os efeitos indiretos da pesca. Considerando que a espécie ocorre em apenas duas localizações (D2) e existe um conjunto, em sinergia, de ameaças futuras plausíveis, H. rubrovirens foi categorizada como Vulnerável (VU), sob o critério D2."",""Sim"",""Sim"",""Espírito Santo"",""|Sudeste|"",""Sistema Costeiro-Marinho"","""",""MONA do Arquipélago de Trindade e Martim Vaz e Monte Columbia"","""","""","""",""Desconhecida"",""3 - Produção energética e mineração|3.2 - Mineração 4 - Transportes e serviços de transmissão|4.4 - Tráfego de embarcações 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.3 - Outras modificações nos ecossistemas 8 - Espécies invasoras problemáticas e doenças|8.1 - Espécies exóticas|8.1.1 - Espécie conhecida|8.1.1.1 - Competidores 8 - Espécies invasoras problemáticas e doenças|8.1 - Espécies exóticas|8.1.1 - Espécie conhecida|8.1.1.2 - Predadores"","""",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para Conservação dos Ambientes Coralíneos do Brasil"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""5 , 84""";;;;;; "Animalia,""Arthropoda"",""Arachnida"",""Pseudoscorpiones"",""Chernetidae"",""Spelaeochernes"",""Spelaeochernes gracilipalpus"",""Spelaeochernes gracilipalpus"",""Mahnert, 2001"",""falso-escorpião, pseudoescorpião"",""Invertebrados Terrestres"",""09/2021"",""Em Perigo"","""",""B1ab(iii)"",""Spelaeochernes gracilipalpus é endêmica do Brasil, registrada em cavernas da região do PETAR e PEI, nos municípios de Iporanga, Apiaí e Ribeirão Branco, no estado de São Paulo. Em Iporanga, foram feitas amostragens fora das grutas e em outras cavidades da região, e a distribuição da espécie não foi ampliada. A EOO da espécie é estimada em 228 Km². Na região de Iporanga, a principal ameaça à qualidade do habitat da espécie é a visitação turística descontrolada às cavidades, uma vez que os visitantes podem pisotear a fauna e possivelmente alterar o microclima e estrutura das grutas. Além disso, a poluição dos corpos d'água que alimentam o sistema de cavernas pode ser prejudicial à qualidade do hábitat. Considerando a distribuição dos registros de ocorrência e EOO muito restrita, bem como as ameaças identificadas, a suspeita de que a espécie ocorra em baixas densidades, considerando o pequeno número de indivíduos conhecidos da espécie, além do fato de que as cavernas são ecossistemas únicos e muito sensíveis a perturbações, foram consideradas três localizações. Portanto, S. gracilipalpus foi categorizada como Em Perigo (EN) pelo critério B1ab(iii)."",""Sim"",""Sim"",""São Paulo"",""|Sudeste|"",""Mata Atlântica"",""Sub-bacia Litoral RJ SP Sub-bacia Paranapanema"","""",""PARQUE ESTADUAL INTERVALES, PARQUE ESTADUAL TURÍSTICO DO ALTO DO RIBEIRA"","""",""Não"",""Desconhecida"",""6 - Distúrbios humanos|6.1 - Atividades recreacionais/turísticas 9 - Poluição|9.1 - Doméstica e urbana - escoamento de água|9.1.1 - Esgoto 9 - Poluição|9.1 - Doméstica e urbana - escoamento de água|9.1.2 - Escoamento urbano"","""",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação das Cavernas do Brasil"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Arthropoda"",""Arachnida"",""Schizomida"",""Hubbardiidae"",""Rowlandius"",""Rowlandius ubajara"",""Rowlandius ubajara"",""Santos, Ferreira & Buzatto, 2013"",""Escorpião-chicote-de-cauda-curta"",""Invertebrados Terrestres"",""09/2021"",""Criticamente em Perigo"",""Não"",""B1ab(iii)+2ab(iii)"",""Rowlandius ubajara é endêmica do Brasil, conhecida apenas do Parque Nacional de Ubajara, Ceará. Em 15 cavernas amostradas dentro do Parque, a espécie foi localizada em apenas uma caverna, e ocorre também fora dela. Áreas florestais amostradas fora do Parque não localizaram a espécie, e seu entorno é formado por Caatinga degradada e habitações humanas, onde a espécie também não foi encontrada. Estudos em outras cavernas do Ceará e Piauí também não localizaram a espécie. O Parque possui área de 62km2 e é formado apenas por vegetação secundária. A AOO foi calculada em 4km2. A exploração turística no Parque é intensa, e pode representar uma ameaça. Além disso, a população do entorno utiliza as trilhas do parque diariamente para deslocamento. Considerando a EOO a área do Parque e apenas uma localização, R. ubajara foi categorizada como Criticamente em Perigo (CR) pelo critério B1ab(iii)+2ab(iii)."",""Sim"",""Sim"",""Ceará"",""|Nordeste|"",""Caatinga"",""Sub-bacia Litoral CE PI"",""PARNA de Ubajara"","""","""",""Não"",""Desconhecida"",""1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.3 - Áreas de turismo e recreação 6 - Distúrbios humanos|6.1 - Atividades recreacionais/turísticas"","""",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação das Cavernas do Brasil"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Arthropoda"",""Arachnida"",""Amblypygi"",""Charinidae"",""Charinus"",""Charinus asturius"",""Charinus asturius"",""Pinto-da-Rocha, Machado & Weygoldt, 2002"",""Amblipígio, Aranha-chicote"",""Invertebrados Terrestres"",""09/2021"",""Em Perigo"","""",""B1ab(iii)+2ab(iii)"",""Charinus asturius é endêmica do Brasil e foi registrada na região do Monte Pacuíba, na trilha Jabaquara e trilha Água Branca, na Ilha Bela, São Paulo. A espécie parece ter uma exigência de microhabitat em afloramentos de rochas graníticas. A Extensão de Ocorrência foi estimada em 348 km², e a Área de Ocupação é de 16 km². Existe uma crescente ocupação humana na ilha, bem como o aumento do turismo desordenado, o que leva ao declínio da qualidade do habitat. Foram consideradas 3 localizações para a espécie: trilha Água Branca, trilha Jabaquara e Monte Pacuíba todas áreas com grande circulação de pessoas. Portanto, Charinus asturius foi categorizada como Em Perigo (EN) pelos critérios B1ab(iii)+2ab(iii)."",""Sim"",""Sim"",""São Paulo"",""|Sudeste|"",""Mata Atlântica"",""Sub-bacia Litoral SP"","""",""PARQUE ESTADUAL DE ILHABELA"","""",""Não"",""Desconhecida"",""1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.1 - Expansão urbana 1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.3 - Áreas de turismo e recreação"","""","""","""",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Reptilia"",""Squamata"",""Gymnophthalmidae"",""Bachia"",""Bachia didactyla"",""Bachia didactyla"",""Freitas, Strüssmann, Carvalho, Kawashita-Ribeiro & Mott, 2011"",""Lagarto-Ápodo, Lagarto-sem-Pata"",""Répteis"",""04/2021"",""Em Perigo"","""",""B1ab(ii,iii)"",""Bachia didactyla é endêmica do Brasil e conhecida apenas de duas localidades na região da Chapada dos Parecis, uma no município de Sapezal, estado de Mato Grosso, próximo à hidrelétrica Cachoeirão, e outra no município de Vilhena, no estado de Rondônia. A região é bem amostrada, não havendo registros adicionais, e sua extensão de ocorrência foi estimada em pouco menos de 5.000 km2. A espécie é semi-fossorial e habita enclaves de Cerrado arenoso. Esses ambientes são impactados na região pelo avanço da agricultura em larga escala e aumento da frequência e intensidade de incêndios, atividades que provocam declínio contínuo da área e da qualidade do habitat. Considerando duas localizações, tendo como principal ameaça a perda de hábitat pelo avanço de atividades agropecuárias Bachia didactyla foi avaliada como Em Perigo (EN) pelo critério B1ab(ii,iii)."",""Sim"",""Sim"",""Mato Grosso, Rondônia"",""|Centro-Oeste|Norte|"",""Amazônia, Cerrado"",""Sub-bacia Madeira Sub-bacia Tapajós"","""","""","""","""",""Desconhecida"",""2 - Agropecuária e Aquacultura|2.1 - Culturas anuais e perenes não-madeireiras|2.1.3 - Agricultura agro-industrial 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.3 - Pecuária|2.3.3 - Pecuária agro-industrial 3 - Produção energética e mineração|3.3 - Energia renovável|3.3.1 - Hidrelétricas 4 - Transportes e serviços de transmissão|4.1 - Estradas e ferrovias 4 - Transportes e serviços de transmissão|4.8 - Hidrovias 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.1 - Incêndios e supressão de incêndios|7.1.1 - Aumento da frequência/intensidade de incêndios"","""",""Criação de áreas protegidas, Identificação de novas áreas protegidas, Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para Conservação das Espécies Ameaçadas de Extinção da Ictiofauna, Herpetofauna e Primatas do Cerrado e Pantanal"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Actinopterygii"",""Characiformes"",""Characidae"",""Lepidocharax"",""Lepidocharax diamantina"",""Lepidocharax diamantina"",""Ferreira, Menezes & Quagio-Grassioto, 2011"","""",""Peixes Continentais"",""10/2021"",""Em Perigo"","""",""B1ab(ii,iii)"",""Lepidocharax diamantina é endêmica do Brasil e ocorre nos rios Santo Antônio e Pratinha, bacia do rio Paraguaçu, no estado da Bahia. Sua extensão de ocorrência (EOO) foi calculada em 1.723 km², baseado na área das microbacias onde a espécie foi registrada. A lagoa do rio Pratinha, de onde a espécie é descrita, é intensamente modificada pelo turismo e, desde 1998, a espécie não é mais registrada lá. Considerando o pequeno porte da espécie, sua baixa capacidade de dispersão e a heterogeneidade do curso d`água, suspeita-se que não haja fluxo gênico entre as supopulações remanescentes e, por isso, a população esteja severamente fragmentada. Toda a região de entorno da Chapada Diamantina é intensamente explorada para recreação, além de existirem barramentos para irrigação e expansão das atividades agrícolas, que juntos promovem declínio continuado da qualidade do habitat. Dessa forma, Lepidocharax diamantina foi categorizada como Em Perigo (EN) pelo critério B1ab(ii,iii)."",""Sim"",""Sim"",""Bahia"",""|Nordeste|"",""Caatinga"",""Sub-bacia Itapecuru-Paraguaçu"","""",""ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL MARIMBUS / IRAQUARA"","""",""Desconhecido"",""Declinando"",""1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.1 - Expansão urbana 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.1 - Culturas anuais e perenes não-madeireiras|2.1.4 - Agricultura de escala desconhecida 3 - Produção energética e mineração|3.3 - Energia renovável|3.3.1 - Hidrelétricas 6 - Distúrbios humanos|6.1 - Atividades recreacionais/turísticas"","""",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação dos Peixes e Eglas da Mata Atlântica"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Arthropoda"",""Insecta"",""Hymenoptera"",""Andrenidae"",""Arhysosage"",""Arhysosage cactorum"",""Arhysosage cactorum"",""Moure, 1999"",""Abelha, Abelha do cacto"",""Invertebrados Terrestres"",""07/2021"",""Vulnerável"","""",""B1ab(iii)"",""Arhysosage cactorum é endêmica do Brasil, registrada apenas em campos do bioma Pampa, no Rio Grande do Sul. Sua extensão de ocorrência é calculada em cerca de 16.000 km². O ambiente de ocorrência da espécie é afetado pela conversão das paisagens naturais em culturas anuais e silvicultura. Essas atividades também fazem uso constante de agrotóxicos, pesticidas e fogo, que promovem declínio continuado da qualidade do habitat. A transformação das paisagens naturais também causa intensa fragmentação do habitat remanescente e, considerando a baixa capacidade de dispersão desta espécie, podemos inferir que a fragmentação do habitat conduz à severa fragmentação da população. Além disso, essas abelhas são profundamente dependentes das flores de algumas cactáceas, as quais são amplamente coletadas para o comércio ilegal e susceptíveis ao pastejo de caprinos e ovinos. Essa perda de cactos pode promover um eventual colapso reprodutivo. Portanto, Arhysosage cactorum foi categorizada como Vulnerável (VU), segundo o critério B1ab(iii)."",""Sim"",""Sim"",""Rio Grande do Sul"",""|Sul|"",""Pampa"",""Sub-bacia Guaíba Sub-bacia Ibicuí Sub-bacia Litoral RS Sub-bacia Negro RS"","""","""","""",""Não"",""Desconhecida"",""2 - Agropecuária e Aquacultura|2.1 - Culturas anuais e perenes não-madeireiras|2.1.4 - Agricultura de escala desconhecida 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.2 - Silvicultura|2.2.3 - Plantações em escala desconhecida 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.3 - Pecuária|2.3.4 - Pecuária em escala desconhecida 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.1 - Incêndios e supressão de incêndios|7.1.1 - Aumento da frequência/intensidade de incêndios 9 - Poluição|9.3 - Agropecuária e florestal|9.3.3 - Herbicidas e pesticidas"","""",""Plano de Ação Nacional (PAN), Proteção de locais/áreas, Proteção de recursos/habitat"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação de Insetos Polinizadores"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Arthropoda"",""Insecta"",""Hymenoptera"",""Apidae"",""Melipona"",""Melipona capixaba"",""Melipona capixaba"",""Moure & Camargo, 1994"",""abelha-sem-ferrão, pé-de-pau, uruçu-capixaba, uruçu-negra, uruçu-preta"",""Invertebrados Terrestres"",""07/2021"",""Em Perigo"","""",""B1ab(iii)"",""Melipona capixaba é endêmica do Brasil, registrada apenas no estado do Espírito Santo. Está restrita à Mata Atlântica em Floresta Ombrófila, em áreas elevadas entre 800m e 1200m. Sua extensão de ocorrência (EOO) foi calculada em 3.741 km². A área de distribuição da espécie encontra-se altamente impactada pela expansão urbana e das atividades agrícolas, que causam redução e fragmentação das áreas naturais remanescentes, com perda da qualidade de recursos de alimentação e de nidificação. Essas atividades também estão relacionadas ao despejo de poluentes químicos (de origem urbana e agrícola), que causam declínio continuado da qualidade do habitat. Considerando a baixa capacidade de dispersão e dependência dos remanescentes florestais, infere-se que a fragmentação do habitat reflete a fragmentação severa da população. A espécie também é alvo da exploração predatória, quando seus ninhos são abertos e deixados, após a extração do mel, expostos à ação das intempéries e de inimigos naturais ou são transferidos para caixas levados para meliponários, diminuindo as populações naturais nos remanescentes florestais. Por fim, ainda é afetada pela hibridação com M. scutellaris, espécie exótica desta região, introduzida e criada pela atividade de meliponicultura. Por essas razões, Melipona capixaba foi categorizada como Em Perigo (EN) pelo critério B1ab(iii)."",""Sim"",""Sim"",""Espírito Santo"",""|Sudeste|"",""Mata Atlântica"",""Sub-bacia Doce Sub-bacia Litoral ES"","""",""PARQUE ESTADUAL DO FORNO GRANDE"","""",""Desconhecido"",""Desconhecida"",""11 - Mudanças e extremos climáticos|11.1 - Mudança/alteração de habitat 5 - Uso de recursos biológicos|5.1 - Caça e captura de animais terrestres ou marinhos|5.1.1 - Caça/captura intencional (a espécie é o alvo)|5.1.1.2 - Comercial - Nacional/Local 8 - Espécies invasoras problemáticas e doenças|8.1 - Espécies exóticas|8.1.1 - Espécie conhecida"",""1 - Alimentação humana|1.4 - Produção de mel e subprodutos"",""Controle e fiscalização, Legislação e política, Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação de Insetos Polinizadores"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Arthropoda"",""Insecta"",""Coleoptera"",""Scarabaeidae"",""Dichotomius"",""Dichotomius mysticus"",""Dichotomius mysticus"",""(Luederwaldt, 1935)"",""besouro-rola-bosta"",""Invertebrados Terrestres"",""07/2022"",""Em Perigo"","""",""B1ab(iii)+2ab(iii)"",""Dichotomius mysticus é endêmica do Brasil, registrada no Rio Grande do Norte. A espécie é associada a ambientes de dunas vegetadas, que por estarem próximas de destinos turísticos encontra-se sob grande pressão. É conhecida somente de duas localidades, uma delas na região urbana da cidade de Natal que é intensamente utilizada para turismo. A outra (RPPN Mata Estrela), apesar de não sofrer urbanização no mesmo nível, encontra-se com vegetação bastante fragmentada. A espécie apresenta restrição na capacidade de dispersão e sua população encontra-se severamente fragmentada. A urbanização e o turismo promovem, conjuntamente, declínio continuado da qualidade do habitat. Sua extensão de ocorrência (EOO) é estimada em aproximadamente 400km² e sua área de ocupação (AOO) é calculada em 398km². Portanto, foi categorizada como Em Perigo (EN) segundo os critérios B1ab(iii)+2ab(iii)."",""Sim"",""Sim"",""Rio Grande do Norte"",""|Nordeste|"",""Mata Atlântica"",""Sub-bacia Litoral CE PB"","""","""",""RPPN Mata Estrela"",""Não"",""Desconhecida"",""1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.1 - Expansão urbana 6 - Distúrbios humanos|6.1 - Atividades recreacionais/turísticas"","""",""Proteção de recursos/habitat"","""",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Actinopterygii"",""Siluriformes"",""Callichthyidae"",""Corydoras"",""Corydoras lacerdai"","""",""Hieronimus, 1995"","""",""Peixes Continentais"",""11/2013"",""Em Perigo"","""",""B1ab(iii)"",""Corydoras lacerdai foi descrita do rio Ribeira da Terra Firme e coletas recentes identificaram a espécie nos rios Cahy, no Prado, e rio Pardo, em Canavieiras, todos no estado da Bahia, Brasil. Existem poucos lotes em coleções e com poucos exemplares. A espécie ocupa as microbacias litorâneas do sul da Bahia e pequenos tributários do rio Pardo, que estão progressivamente sendo descaracterizadas pela expansão imobiliária (b iii). A extensão de ocorrência estimada pela soma das microbacias é de 2000 km² (EN B1). Foram identificadas três localizações (a), tendo a degradação de hábitat como a principal ameaça. Portanto, C. lacerdai foi listada na categoria Em Perigo (EN) pelo critério B1ab(iii)."",""Sim"",""Não"",""Bahia"",""|Nordeste|"",""Mata Atlântica"",""Sub-bacia Contas Sub-bacia Jequitinhonha Sub-bacia Litoral BA ES"",""REVIS Una"","""","""",""Desconhecido"",""Desconhecida"","""","""","""","""","""","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Actinopterygii"",""Characiformes"",""Anostomidae"",""Leporinus"",""Leporinus guttatus"","""",""Birindelli & Britski, 2009"",""Aracu"",""Peixes Continentais"",""05/2012"",""Vulnerável"","""",""D2"",""Leporinus guttatus é uma espécie endêmica do Brasil, descrita recentemente, que possui distribuição aparentemente restrita a um pequeno trecho isolado por duas cachoeiras, no rio Curuá, na Serra do Cachimbo, estado do Pará. A extensão de ocorrência estimada para a espécie foi de aproximadamente 20 km2, o que lhe confere uma área de ocupação menor, uma vez que nem toda essa extensão é adequada à sobrevivência da espécie. Como ameaças principais foram identificadas o desmatamento, a construção de pequenas centrais hidrelétricas e o mau uso do solo, causando o assoreamento do rio. Sendo assim, em razão de sua área de ocupação estimada ser inferior a 20 km2 e por possuir ameaças significativas, atuais e futuras, Leporinus guttatus foi categorizada como Vulnerável (VU) sob o critério D2."",""Sim"",""Não"",""Pará"",""|Norte|"",""Amazônia"",""Região Hidrográfica Amazônica Sub-bacia Xingu"",""REBIO Nascentes da Serra do Cachimbo"","""","""","""","""",""3 - Produção energética e mineração|3.3 - Energia renovável 5 - Uso de recursos biológicos 5 - Uso de recursos biológicos|5.3 - Extração florestal"","""",""Proteção de recursos/habitat"","""","""","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Aves"",""Passeriformes"",""Rhynchocyclidae"",""Cnipodectes"",""Cnipodectes superrufus"",""Cnipodectes superrufus"",""Lane, Servat, Valqui & Lambert, 2007"",""flautim-rufo"",""Aves"",""08/2018"",""Vulnerável"","""",""B1ab(iii)"",""Cnipodectes superrufus ocorre no sudeste do Peru, norte da Bolívia e extremo oeste da Amazônia brasileira, no leste do estado do Acre. Considerando que seu habitat restringe-se a tabocais, e que a espécie é rara e de distribuição local, sua extensão de ocorrência foi calculada em 7.050 km2. Além disso, a população está severamente fragmentada e existe um declínio continuado na qualidade do habitat em função da expansão agropecuária e a degradação florestal. Não há alteração de categoria levando em consideração o ajuste regional. Dessa forma, C. superrufus foi categorizada como Vulnerável (VU) segundo os critérios B1ab(iii)."",""Não"",""Sim"",""Acre"",""|Norte|"",""Amazônia"",""Sub-bacia Purus"",""ESEC Rio Acre, RESEX Chico Mendes"",""ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL IGARAPÉ SÃO FRANCISCO"","""",""Não"",""Declinando"",""1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.4 - Assentamentos e pequenas propriedades rurais 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.1 - Culturas anuais e perenes não-madeireiras|2.1.4 - Agricultura de escala desconhecida 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.3 - Pecuária|2.3.4 - Pecuária em escala desconhecida 5 - Uso de recursos biológicos|5.3 - Extração florestal|5.3.5 - Motivação desconhecida"","""",""Plano de Ação Nacional (PAN), Proteção de locais/áreas"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação das Aves Ameaçadas do Bioma Amazônia - 2º ciclo"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Arthropoda"",""Arachnida"",""Araneae"",""Caponiidae"",""Carajas"",""Carajas paraua"","""",""Brescovit & Sánchez-Ruiz, 2016"","""",""Invertebrados Terrestres"",""05/2018"",""Em Perigo"","""",""B1ab(iii)"",""Carajas paraua é endêmica do Brasil conhecida apenas de cavernas de ferro da região de Carajás/Pará em áreas alvo de mineração e regiões de formação ferrífera com alto interesse econômico. Essa exploração afeta a qualidade do habitat. Sua extensão de ocorrência foi calculada em 616km2 pelo método do mínimo polígono comum. Foram definidas 5 localizações, considerando os platôs com cavernas onde a espécie ocorre. Dessa forma, Carajas paraua foi categorizada como Em Perigo (EN) pelo critério B1ab(iii)."",""Sim"",""Sim"",""Pará"",""|Norte|"",""Amazônia"",""Sub-bacia Tocantins Baixo"","""","""","""",""Não"",""Desconhecida"",""3 - Produção energética e mineração|3.2 - Mineração|3.2.3 - Extração de minérios - subsolo"","""",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação das Cavernas do Brasil"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Arthropoda"",""Insecta"",""Coleoptera"",""Carabidae"",""Schizogenius"",""Schizogenius ocellatus"",""Schizogenius ocellatus"",""Whitehead, 1972"","""",""Invertebrados Terrestres"",""05/2018"",""Em Perigo"","""",""B1ab(iii)"",""Schizogenius ocellatus é endêmica do Brasil, conhecida de quatro cavernas do Sistema de Grutas das Areias e outras três cavernas, todas no interior do Parque Estadual Turístico do Alto do Ribeira (PETAR), São Paulo. A espécie parece ser abundante nas cavernas do PETAR. Sua extensão de ocorrência, estimada pelo mínimo polígono convexo, é de cerca de 65km2. A principal ameaça nessas cavernas é o turismo desordenado, que provoca declínio da qualidade do habitat. Além disso, as áreas de recarga do sistema Areias estão fora da unidade de conservação e sofrem com aporte de poluentes, principalmente esgoto doméstico e descarte de água cinza, provocando declínio da qualidade da água e, portanto, do habitat da espécie. Considerando cinco localizações, a espécie foi categorizada como Em Perigo (EN) pelo critério B1ab(iii)."",""Sim"",""Sim"",""São Paulo"",""|Sudeste|"",""Mata Atlântica"",""Sub-bacia Litoral RJ SP"","""",""PARQUE ESTADUAL TURÍSTICO DO ALTO DO RIBEIRA"","""",""Não"",""Desconhecida"",""11 - Mudanças e extremos climáticos|11.1 - Mudança/alteração de habitat 1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.1 - Expansão urbana 1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.3 - Áreas de turismo e recreação 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.3 - Pecuária|2.3.2 - Pecuária em pequenas propriedades 6 - Distúrbios humanos|6.1 - Atividades recreacionais/turísticas 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.3 - Outras modificações nos ecossistemas"","""",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação das Cavernas do Brasil"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Aves"",""Passeriformes"",""Thamnophilidae"",""Hypocnemis"",""Hypocnemis ochrogyna"",""Hypocnemis ochrogyna"",""Zimmer, 1932"",""cantador-ocráceo"",""Aves"",""08/2018"",""Vulnerável"","""",""A2c"",""Hypocnemis ochrogyna ocorre no nordeste da Bolívia e oeste do Brasil, sendo encontrada nos estados de Rondônia e Mato Grosso (na porção centro-sul até o alto Xingu). Ocupa principalmente florestas de terra firme, com distribuição visivelmente sobreposta à áreas de desmatamento mais intenso na Amazônia. Apesar de ser comum em florestas próximas à clareiras, a espécie é sensível à fragmentação. Considerando a perda florestal na área de distribuição da espécie nos últimos 15 anos (três gerações), suspeita-se que tenha ocorrido um declínio populacional de pelo menos 30% nesse mesmo período. Por estas razões, H. ochrogyna foi categorizada como Vulnerável (VU), pelo critério A2c."",""Não"",""Sim"",""Mato Grosso, Rondônia"",""|Centro-Oeste|Norte|"",""Amazônia, Cerrado, Pantanal"",""Sub-bacia Araguaia Sub-bacia Madeira Sub-bacia Paraguai 03 Sub-bacia Tapajós Sub-bacia Xingu"",""ESEC da Serra das Araras, FLONA Jamari, PARNA Campos Amazônicos, PARNA Serra da Cutia, REBIO do Guaporé, REBIO do Jaru, RESEX Rio Ouro Preto"",""PARQUE ESTADUAL SERRA RICARDO FRANCO, RESERVA BIOLÓGICA TRAÇADAL, RESERVA EXTRATIVISTA JACI-PARANÁ"",""RPPN Água Boa, RPPN Jubran, RPPN Seringal Assunção"",""Não"",""Declinando"",""2 - Agropecuária e Aquacultura|2.3 - Pecuária|2.3.4 - Pecuária em escala desconhecida 5 - Uso de recursos biológicos|5.3 - Extração florestal|5.3.5 - Motivação desconhecida 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.1 - Incêndios e supressão de incêndios|7.1.3 - Tendência desconhecida"","""",""Plano de Ação Nacional (PAN), Proteção de locais/áreas"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação das Aves Ameaçadas do Bioma Amazônia, Plano de Ação Nacional para a Conservação das Aves Ameaçadas do Bioma Amazônia - 2º ciclo"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Actinopterygii"",""Cyprinodontiformes"",""Poeciliidae"",""Poecilia"",""Poecilia pertapeh"",""Pamphorichthys pertapeh"",""(Figueiredo, 2008)"",""Barrigudinho"",""Peixes Continentais"",""11/2018"",""Criticamente em Perigo"",""Não"",""B1+2ab(iii)"",""Poecilia pertapeh é conhecida, exclusivamente, da localidade-tipo, a lagoa Perta-pé, no município de Formosa, estado de Goiás, na porção alta da bacia do São Francisco, Brasil. A Extensão de Ocorrência (EOO) foi calculada em 120 km² e a Área de Ocupação (AOO), em 4 km². Essa lagoa possui uma várzea relativamente preservada, em uma área de propriedade do Exército com intensa atividade agrícola em seu entorno. Portanto, a lagoa pode estar sujeita a eutrofização e contaminação por agrotóxicos, caracterizando uma única localização. Se as estratégias reprodutivas e a estrutura populacional de P. pertapeh forem semelhantes à de outros Poeciliidae, é possível que a espécie ocorra também em corpos hídricos próximos. No entanto, coletas posteriores na região não resultaram em registros adicionais. Portanto, Poecilia pertapeh foi categorizada como Criticamente em Perigo (CR) pelos critérios B1+2ab(iii)."",""Sim"",""Sim"",""Goiás"",""|Centro-Oeste|"",""Cerrado"",""Sub-bacia São Francisco Médio"","""","""","""",""Desconhecido"",""Desconhecida"",""2 - Agropecuária e Aquacultura|2.1 - Culturas anuais e perenes não-madeireiras|2.1.4 - Agricultura de escala desconhecida 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.2 - Represas e uso de água|7.2.3 - Captação de água de superfície - uso na agricultura 9 - Poluição|9.3 - Agropecuária e florestal|9.3.3 - Herbicidas e pesticidas"","""",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação das Espécies Ameaçadas de Extinção da Fauna Aquática da Bacia do Rio São Francisco, Plano de Ação Nacional para a Conservação das Espécies Ameaçadas de Extinção da Fauna Aquática da Bacia do Rio São Francisco - 2º ciclo"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Aves"",""Caprimulgiformes"",""Caprimulgidae"",""Nyctiprogne"",""Nyctiprogne vielliardi"",""Hydropsalis vielliardi"",""(Lencioni-Neto, 1994)"",""bacurau-do-são-francisco"",""Aves"",""10/2018"",""Em Perigo"","""",""B2ab(iii)"",""Nyctiprogne vielliardi é endêmica do Brasil, distribuindo-se pelo rio São Francisco e tributários (rio Paracatu, rio das Velhas e rio Corrente), no norte da Bahia e de Minas Gerais. Ocupa a vegetação ciliar como sítio de nidificação e dormitório";" e forrageia sobre o espelho d´água. Boa parte da vegetação ciliar do rio São Francisco está severamente degradada em função da ocupação humana, expansão da atividade agropecuária, empreendimentos hidrelétricos ao longo da calha e afluentes do rio São Francisco e ocorrência de incêndios. Sua área de ocupação (AOO) foi calculada em 468 km2. A população é severamente fragmentada, tendo cerca de 50% de sua área de ocupação separada por grandes distâncias, não havendo fluxo gênico. Também há declínio na qualidade do habitat em função da degradação das matas ciliares do rio São Francisco. Dessa forma, N. vielliardi foi categorizada como Em Perigo (EN) pelo critério B2ab(iii)."",""Sim"",""Sim"",""Bahia, Minas Gerais"",""|Nordeste|Sudeste|"",""Caatinga, Cerrado"",""Sub-bacia São Francisco Alto Sub-bacia São Francisco Médio"","""",""ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL BACIA DO RIO PANDEIROS, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL DUNAS E VEREDAS DO BAIXO MÉDIO SÃO FRANCISCO"","""",""Não"",""Declinando"",""1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.1 - Expansão urbana 1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.4 - Assentamentos e pequenas propriedades rurais 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.3 - Pecuária|2.3.4 - Pecuária em escala desconhecida 3 - Produção energética e mineração|3.3 - Energia renovável|3.3.1 - Hidrelétricas 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.1 - Incêndios e supressão de incêndios|7.1.1 - Aumento da frequência/intensidade de incêndios"","""",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação das Aves do Cerrado e Pantanal - 2º ciclo"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;; "Animalia,""Arthropoda"",""Arachnida"",""Palpigradi"",""Eukoeneniidae"",""Leptokoenenia"",""Leptokoenenia pelada"",""Leptokoenenia pelada"",""Souza & Ferreira, 2013"",""palpígrado"",""Invertebrados Terrestres"",""09/2021"",""Criticamente em Perigo"",""Não"",""B2ab(iii)"",""Leptokoenenia pelada é endêmica do Brasil, conhecida apenas da localidade-tipo, uma caverna na região da Serra Pelada, em Curionópolis, estado do Pará. Houve esforço amostral em outras cavernas nas proximidades e essa espécie não foi registrada. A AOO foi estimada em 4 km². A caverna onde a espécie foi encontrada é afetada pela exploração de minério de ferro e inserida em um contexto de desmatamento intenso. Portanto, L. pelada foi categorizada como Criticamente em Perigo (CR) pelos critério B2ab(iii)."",""Sim"",""Sim"",""Pará"",""|Norte|"",""Amazônia"",""Sub-bacia Tocantins Baixo"","""","""","""",""Não"",""Desconhecida"",""3 - Produção energética e mineração|3.2 - Mineração|3.2.3 - Extração de minérios - subsolo 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.3 - Outras modificações nos ecossistemas"","""",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação das Cavernas do Brasil"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Arthropoda"",""Arachnida"",""Araneae"",""Salticidae"",""Neonella"",""Neonella noronha"","""",""Ruiz, Brescovit & Freitas, 2007"",""Aranha-papa-mosca, aranha-saltadora"",""Invertebrados Terrestres"",""03/2014"",""Vulnerável"","""",""D2"",""Neonella noronha é endêmica da Ilha de Fernando de Noronha, onde ocupa habitats naturais. Apesar de esforços de coleta, a espécie nunca foi registrada no nordeste, onde outras espécies do gênero foram observadas. A ilha tem uma área de 17km². É a espécie mais abundante na ilha. Acredita-se que seja endêmica da ilha. Por estar isolada, está sujeita a eventos estocásticos naturais e introdução de espécies, como lagartos e outras aranhas, que podem afetar a dinâmica da população, levando a espécie a condição de CR ou EX. Portanto, a espécie foi categorizada com Vulnerável (VU) pelo critério D2."",""Sim"",""Não"",""Pernambuco"",""|Nordeste|"",""Mata Atlântica"","""",""APA Fernando de Noronha"","""","""",""Não"",""Estável"","""","""","""","""","""","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Aves"",""Psittaciformes"",""Psittacidae"",""Pyrrhura"",""Pyrrhura pallescens"",""Pyrrhura snethlageae"",""Miranda-Ribeiro, 1926"",""tiriba-do-madeira"",""Aves"",""09/2017"",""Vulnerável"","""",""A2c"",""Pyrrhura pallescens ocorre no norte da Bolívia e no Brasil a leste do rio Madeira ao nordeste do Mato Grosso e nos estados do Amazonas, Pará e Rondônia. É dependente de floresta, sensível à fragmentação e alteração de habitat. Suspeita-se que houve perda populacional entre 30% e 50% em três gerações (18 anos). Por esta razão, Pyrrhura pallescens foi categorizada como Vulnerável (VU) A2c."",""Não"",""Sim"",""Amazonas, Mato Grosso, Pará, Rondônia"",""|Centro-Oeste|Norte|"",""Amazônia, Cerrado"",""Sub-bacia Madeira Sub-bacia Purus Sub-bacia Tapajós Sub-bacia Xingu"",""FLONA Iquiri, PARNA Juruena, PARNA Mapinguari, PARNA Serra da Cutia, REBIO do Jaru, RESEX Ituxi, RESEX Médio Purus"",""RESERVA BIOLÓGICA TRAÇADAL"",""RPPN Água Boa, RPPN Lote Cristalino, RPPN Seringal Assunção"",""Desconhecido"",""Declinando"",""2 - Agropecuária e Aquacultura|2.1 - Culturas anuais e perenes não-madeireiras|2.1.4 - Agricultura de escala desconhecida 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.2 - Silvicultura|2.2.3 - Plantações em escala desconhecida 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.3 - Pecuária|2.3.4 - Pecuária em escala desconhecida 5 - Uso de recursos biológicos|5.3 - Extração florestal|5.3.1 - Uso intencional - subsistência/pequena escala 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.1 - Incêndios e supressão de incêndios|7.1.1 - Aumento da frequência/intensidade de incêndios"","""",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação das Aves Ameaçadas do Bioma Amazônia - 2º ciclo"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Arthropoda"",""Entognatha"",""Poduromorpha"",""Brachystomellidae"",""Maricaella"",""Maricaella duna"",""Maricaella duna"",""Mendonça & Fernandes, 1997"",""Colêmbolo, Pulga-de-jardim"",""Invertebrados Terrestres"",""05/2018"",""Criticamente em Perigo"",""Não"",""B2ab(iii)"",""Maricaella duna é endêmica do Brasil, ocorrendo exclusivamente nas dunas da restinga da praia da Barra de Maricá (RJ), região intensamente urbanizada. Apesar da área estar dentro de uma APA, a área sofre de intensa expansão urbana e incêndios frequentes na vegetação de restinga. A principal ameaça a espécie é a degradação do ambiente. A Área de Ocupação é inferior à 10km2 (B2). Apresenta uma única localização (a) e declínio continuado da qualidade do habitat (biii). Por isso, M. duna foi categorizada como Criticamente em Perigo (CR) pelos critérios B2ab(iii)."",""Sim"",""Sim"",""Rio de Janeiro"",""|Sudeste|"","""",""Sub-bacia Litoral RJ"","""",""ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL DE MARICÁ"","""",""Desconhecido"",""Desconhecida"",""1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.1 - Expansão urbana 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.1 - Incêndios e supressão de incêndios|7.1.1 - Aumento da frequência/intensidade de incêndios"","""","""","""",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Arthropoda"",""Entognatha"",""Symphypleona"",""Arrhopalitidae"",""Arrhopalites"",""Aethiopella littoralis"",""Aethiopella littoralis"",""Fernandes & Mendonça, 2002"",""Colêmbolo, Pulga-de-jardim"",""Invertebrados Terrestres"",""05/2018"",""Criticamente em Perigo"",""Não"",""B2ab(iii)"",""Aethiopella litoralis é endêmica do Brasil, ocorrendo exclusivamente nas dunas da restinga da praia da Barra de Maricá, estado do Rio de Janeiro, região intensamente urbanizada. Apesar de estar dentro de uma APA, a área sofre intensa expansão urbana e incêndios frequentes na vegetação de restinga. A principal ameaça à espécie é a degradação do ambiente. Sua Área de Ocupação é inferior à 10km2 (B2), com uma única localização (a) e declínio continuado da qualidade do habitat (biii). Por isso, A. litoralis foi categorizada como Criticamente em Perigo (CR) pelo critério B2ab(iii)."",""Sim"",""Sim"",""Rio de Janeiro"",""|Sudeste|"",""Mata Atlântica"",""Sub-bacia Litoral RJ"","""",""ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL DE MARICÁ"","""",""Não"",""Desconhecida"",""1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.1 - Expansão urbana 9 - Poluição|9.1 - Doméstica e urbana - escoamento de água|9.1.3 - Tipo desconhecido"","""","""","""",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Aves"",""Cuculiformes"",""Cuculidae"",""Neomorphus"",""Neomorphus geoffroyi geoffroyi"",""Neomorphus geoffroyi geoffroyi"",""(Temminck, 1820)"",""jacu-estalo"",""Aves"",""11/2016"",""Criticamente em Perigo"",""Sim"",""D"",""Neomorphus geoffroyi geoffroyi ocorre na Bahia, nos municípios de Sento Sé e Campo Formoso. É possível que exemplares registrados na região do Boqueirão da Onça, na Bahia, pertençam a este táxon, mas essa hipótese requer confirmação. De toda forma, a população desta subespécie é certamente menor que 50 indivíduos maduros. Assim sendo, N. g. geoffroyi foi categorizada como Criticamente em Perigo (CR), pelo critério D."",""Sim"",""Sim"",""Bahia"",""|Nordeste|"",""Caatinga"",""Sub-bacia Itapecuru-Paraguaçu Sub-bacia São Francisco Médio Sub-bacia São Francisco Submédio"",""APA do Boqueirao da Onça"","""","""",""Desconhecido"",""Desconhecida"",""11 - Mudanças e extremos climáticos|11.1 - Mudança/alteração de habitat 3 - Produção energética e mineração|3.2 - Mineração|3.2.3 - Extração de minérios - subsolo 3 - Produção energética e mineração|3.3 - Energia renovável|3.3.2 - Parques eólicos 5 - Uso de recursos biológicos|5.3 - Extração florestal|5.3.5 - Motivação desconhecida"","""",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação das Aves Ameaçadas do Bioma Mata Atlântica, Plano de Ação Nacional para a Conservação das Aves da Caatinga, Plano de Ação Nacional para a Conservação das Aves da Caatinga - 2º ciclo"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Aves"",""Psittaciformes"",""Psittacidae"",""Pyrrhura"",""Pyrrhura griseipectus"",""Pyrrhura griseipectus"",""Salvadori, 1900"",""periquito-cara-suja, tiriba-de-peito-cinza"",""Aves"",""05/2021"",""Em Perigo"","""",""B2ab(i,ii,iii,iv)"",""Pyrrhura griseipectus é endêmica do Brasil, com registros históricos nos estados de Alagoas, Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba e Pernambuco, associada a habitats florestais nos enclaves de matas secas da Caatinga. Atualmente, ocorre apenas no Ceará e na Bahia, onde uma subpopulação foi descoberta recentemente em área de mangue. A espécie é impactada pela perda de habitat, captura para o comércio ilegal e introdução de patógenos, sendo a perda de habitat caracterizada por incêndios florestais, expansão urbana, avanço da agropecuária, extração florestal seletiva e produção de carvão. Sua área de ocupação (AOO) foi calculada em 352 km², considerando registros confirmados e inferidos. Cinco localizações foram calculadas, sendo o fogo sua principal ameaça onde ocorre mais de 80% de sua população. A destruição da cobertura vegetal em função das ameaças citadas caracteriza o declínio continuado da extensão de ocorrência, área de ocupação, qualidade do habitat e subpopulações. Assim sendo,P. griseipectus foi categorizada como Em Perigo (EN), pelo critério B2ab(i,ii,iii,iv)."",""Sim"",""Sim"",""Alagoas, Bahia, Ceará, Paraíba, Pernambuco, Rio Grande do Norte"",""|Nordeste|"",""Caatinga, Mata Atlântica"",""Sub-bacia Itapecuru-Paraguaçu Sub-bacia Jaguaribe Sub-bacia Litoral CE PI Sub-bacia Litoral SE"","""",""ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL DA SERRA DE BATURITÉ"","""",""Não"",""Aumentando"",""11 - Mudanças e extremos climáticos|11.2 - Secas 1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.1 - Expansão urbana 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.1 - Culturas anuais e perenes não-madeireiras|2.1.2 - Agricultura em pequenas propriedades 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.3 - Pecuária|2.3.2 - Pecuária em pequenas propriedades 5 - Uso de recursos biológicos|5.1 - Caça e captura de animais terrestres ou marinhos|5.1.1 - Caça/captura intencional (a espécie é o alvo)|5.1.1.2 - Comercial - Nacional/Local 5 - Uso de recursos biológicos|5.1 - Caça e captura de animais terrestres ou marinhos|5.1.1 - Caça/captura intencional (a espécie é o alvo)|5.1.1.3 - Comercial - Internacional 5 - Uso de recursos biológicos|5.3 - Extração florestal|5.3.1 - Uso intencional - subsistência/pequena escala 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.1 - Incêndios e supressão de incêndios|7.1.1 - Aumento da frequência/intensidade de incêndios"",""3 - Animais de estimação/ornamentais"",""Conscientização/comunicação, Controle e fiscalização, Instrumentos de gestão, Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação das Aves da Caatinga, Plano de Ação Nacional para a Conservação das Aves da Caatinga - 2º ciclo"",""CITES - Anexo II, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Aves"",""Passeriformes"",""Thamnophilidae"",""Phlegopsis"",""Phlegopsis nigromaculata confinis"",""Phlegopsis nigromaculata confinis"",""Zimmer, 1932"",""mãe-de-taoca"",""Aves"",""09/2017"",""Vulnerável"","""",""A2c"",""Phlegopsis nigromaculata confinis é endêmica do Brasil, restrita ao Centro de Endemismo Xingu, localizado no interflúvio Xingu-Tocantins, região que vem sofrendo altas taxas de desmatamento. Tendo em vista a forte pressão de desmatamento e degradação das florestas e a sensibilidade do táxon, estima-se que houve perda populacional entre 30% e 50% em três gerações passadas (14 anos). Por estas razões, P. n. confinis foi categorizada como Vulnerável (VU) A2c."",""Sim"",""Sim"",""Pará, Tocantins"",""|Norte|"",""Amazônia"",""Sub-bacia Araguaia Sub-bacia Foz Amazonas Sub-bacia Tocantins Baixo Sub-bacia Xingu"",""FLONA Carajás, FLONA Caxiuanã, FLONA Tapirape-Aquiri, REBIO Tapirapé"",""ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL DO LAGO DE TUCURUI"",""RPPN Fazenda Pioneira"",""Desconhecido"",""Declinando"",""11 - Mudanças e extremos climáticos|11.1 - Mudança/alteração de habitat 5 - Uso de recursos biológicos|5.3 - Extração florestal|5.3.5 - Motivação desconhecida 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.1 - Incêndios e supressão de incêndios|7.1.1 - Aumento da frequência/intensidade de incêndios"","""",""Controle e fiscalização, Criação de áreas protegidas, Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação das Aves Ameaçadas do Bioma Amazônia"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Amphibia"",""Anura"",""Hylodidae"",""Crossodactylus"",""Crossodactylus boulengeri"","""",""(De Witte, 1930)"","""",""Anfíbios"",""09/2017"",""Criticamente em Perigo"",""Sim"",""D"",""Crossodactylus boulengeri é endêmica do Brasil, do bioma Mata Atlântica, conhecida de poucas localidades entre os estados do Rio de Janeiro (Paraty e Angra dos Reis) e São Paulo (Santo André e São José do Barreiro). Trata-se de uma região preservada. No entanto, os registros são históricos, pontuais, sendo o último encontro em 1970. As localidades conhecidas e os ambientes propícios na região têm sido amostrados por diferentes pesquisadores nos últimos 50 anos, mas a espécie não tem sido encontrada. Suspeita-se que esteja extinta ou que haja menos de 50 indivíduos maduros. Portanto, Crossodactylus boulengeri foi avaliada como Criticamente em Perigo (CR) segundo o critério D, estando possivelmente extinta (PEX)."",""Sim"",""Sim"",""Rio de Janeiro, São Paulo"",""|Sudeste|"",""Mata Atlântica"",""Sub-bacia Litoral RJ Sub-bacia Litoral SP Sub-bacia Paraíba do Sul"",""PARNA da Serra da Bocaina"","""","""",""Não"",""Declinando"",""8 - Espécies invasoras problemáticas e doenças|8.8 - Doenças de causas desconhecidas 9 - Poluição|9.2 - Industrial|9.2.4 - Tipo desconhecido 9 - Poluição|9.5 - Poluição do ar|9.5.1 - Chuva ácida 9 - Poluição|9.5 - Poluição do ar|9.5.2 - Fumaça (industrial veículos etc)"","""",""Plano de Ação Nacional (PAN)"","""",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Aves"",""Gruiformes"",""Psophiidae"",""Psophia"",""Psophia obscura"",""Psophia obscura"",""Pelzeln, 1857"",""jacamim-de-costas-escuras"",""Aves"",""09/2017"",""Criticamente em Perigo"",""Não"",""A2cd"",""Psophia obscura é endêmica do Centro de Endemismo Belém, atualmente o mais antropizado de toda a Amazônia. É sensível às alterações do seu habitat, a floresta de terra firme, e é muito procurada por caçadores. O desmatamento e a caça praticamente exterminaram esta espécie, estando atualmente restrita ao mosaico de áreas protegidas do Gurupi e a uns poucos fragmentos nos municípios de Paragominas e Tailândia. A floresta primária nestas áreas remanescentes continua sofrendo degradação. A pressão de caça continua intensa e evidências de sua presença em observações de campo são muito raras. Considerando-se a perda, a degradação e a fragmentação de habitat, a pressão de caça, a falta de habitat adequado para a espécie, infere-se que o declínio populacional no passado foi maior que 80%. Desta forma, P. obscura foi categorizada como Criticamente em Perigo (CR) A2cd."",""Sim"",""Sim"",""Maranhão, Pará"",""|Nordeste|Norte|"",""Amazônia"",""Sub-bacia Gurupi Sub-bacia Mearim Sub-bacia Tocantins Baixo"",""REBIO do Gurupi"","""","""",""Desconhecido"",""Declinando"",""5 - Uso de recursos biológicos|5.1 - Caça e captura de animais terrestres ou marinhos|5.1.1 - Caça/captura intencional (a espécie é o alvo)|5.1.1.1 - Uso de subsistência/escambo local 5 - Uso de recursos biológicos|5.3 - Extração florestal|5.3.5 - Motivação desconhecida"",""1 - Alimentação humana 1 - Alimentação humana|1.1 - Caça de subsistência"",""Criação de áreas protegidas, Plano de Ação Nacional (PAN), Proteção de locais/áreas, Reintrodução de espécies, Reprodução em cativeiro/propagação artificial"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação das Aves Ameaçadas do Bioma Amazônia, Plano de Ação Nacional para a Conservação das Aves Ameaçadas do Bioma Amazônia - 2º ciclo"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Aves"",""Psittaciformes"",""Psittacidae"",""Pyrilia"",""Pyrilia vulturina"",""Pyrilia vulturina"",""(Kuhl, 1820)"",""curica-urubu"",""Aves"",""09/2017"",""Vulnerável"","""",""A2c"",""Pyrilia vulturina é endêmica da Amazônia brasileira, sendo restrita ao norte dos interflúvios Tapajós, Xingu e Belém, e também Amazônia Tocantinense, uma das regiões com maior índice de desmatamento da Amazônia. A espécie apresenta padrões diferenciados de abundância local e é restrita a áreas de florestas primárias bem conservadas. As perdas populacionais em três gerações passadas, baseadas em perda de habitat, podem ser consideradas entre 30% e 50%. Por estas razões, P. vulturina foi categorizada como Vulnerável (VU) A2c."",""Sim"",""Sim"",""Maranhão, Pará, Tocantins"",""|Nordeste|Norte|"",""Amazônia, Cerrado"",""Sub-bacia Araguaia Sub-bacia Foz Amazonas Sub-bacia Gurupi Sub-bacia Paru Sub-bacia Tapajós Sub-bacia Tocantins Baixo Sub-bacia Trombetas Sub-bacia Xingu"",""FLONA Carajás, FLONA Caxiuanã, FLONA do Tapajós, FLONA Tapirape-Aquiri, FLONA Trairão, PARNA Amazônia, PARNA do Jamanxim, REBIO do Gurupi, REBIO Tapirapé"",""ÁREA DE PROTEçãO AMBIENTAL DAS REENTRâNCIAS MARANHENSES, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL DO LAGO DE TUCURUI"",""RPPN Fazenda Santo Antonio do Pindaré,Gleba Barra da Jurema, RPPN Sumaúma"",""Desconhecido"",""Declinando"",""5 - Uso de recursos biológicos|5.3 - Extração florestal|5.3.5 - Motivação desconhecida"","""",""Criação de áreas protegidas, Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação das Aves Ameaçadas do Bioma Amazônia, Plano de Ação Nacional para a Conservação das Aves Ameaçadas do Bioma Amazônia - 2º ciclo"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Aves"",""Passeriformes"",""Thamnophilidae"",""Rhegmatorhina"",""Rhegmatorhina gymnops"",""Rhegmatorhina gymnops"",""Ridgway, 1888"",""mãe-de-taoca-de-cara-branca"",""Aves"",""09/2017"",""Vulnerável"","""",""A4c"",""Rhegmatorhina gymnops é endêmica do Brasil, ocorrendo no interflúvio Tapajós-Xingu. É restrita à floresta primária, sendo altamente sensível à fragmentação e outros tipos de modificação de seu habitat. Sua distribuição geográfica vem sofrendo alta taxa de desmatamento e sobrepõe-se à área de influência da BR-163. Tendo em vista a forte pressão de desmatamento e degradação das florestas e a sensibilidade do táxon, estima-se que houve perda populacional no passado e há suspeita de que haverá no futuro, em uma janela de três gerações (14 anos), em níveis superiores a 30%. Assim sendo, R. gymnops foi categorizada como Vulnerável (VU) A4c."",""Sim"",""Sim"",""Mato Grosso, Pará"",""|Centro-Oeste|Norte|"",""Amazônia"",""Sub-bacia Paru Sub-bacia Tapajós Sub-bacia Trombetas Sub-bacia Xingu"",""APA Tapajós, ESEC da Terra do Meio, FLONA Altamira, FLONA Crepori, FLONA do Tapajós, FLONA Itaituba I, FLONA Itaituba II, FLONA Jamanxim, FLONA Trairão, PARNA Amazônia, PARNA do Jamanxim, PARNA Juruena, PARNA Serra do Pardo, REBIO Nascentes da Serra do Cachimbo, RESEX Rio Iriri"",""PARQUE ESTADUAL CRISTALINO"",""CRISTALINO III, RPPN Lote Cristalino"",""Desconhecido"",""Declinando"",""11 - Mudanças e extremos climáticos|11.1 - Mudança/alteração de habitat 4 - Transportes e serviços de transmissão|4.1 - Estradas e ferrovias 5 - Uso de recursos biológicos|5.3 - Extração florestal|5.3.2 - Uso intencional - larga escala 5 - Uso de recursos biológicos|5.3 - Extração florestal|5.3.4 - Efeitos indiretos - larga escala"","""",""Implementação de corredores, Plano de Ação Nacional (PAN), Proteção de locais/áreas"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação das Aves Ameaçadas do Bioma Amazônia, Plano de Ação Nacional para a Conservação das Aves Ameaçadas do Bioma Amazônia - 2º ciclo"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Aves"",""Passeriformes"",""Tyrannidae"",""Serpophaga"",""Serpophaga hypoleuca pallida"",""Serpophaga hypoleuca pallida"",""Snethlage, 1907"",""alegrinho-do-rio"",""Aves"",""09/2017"",""Vulnerável"","""",""A3c"",""Serpophaga hypoleuca pallida é endêmica do Brasil, ocorrendo no rio Tocantins e Araguaia. Ocupa vegetação em estágios iniciais de sucessão, em ilhas fluviais dos grandes rios. Após a construção da Usinas Hidrelétricas de Tucuruí, no rio Tocantins, verificou-se que a subespécie desapareceu da região. A extinção local poderá ser novamente experimentada ao longo dos rios Tocantins e Araguaia, principalmente à montante da UHE de Tucuruí, em cujas calhas está prevista a construção de novas hidrelétricas, em especial a UHE de Marabá. A UHE de Estreito, ativada em 2011, já inundou trecho expressivo da área de ocorrência da espécie no rio Tocantins. Como principal consequência, projeta-se o alagamento de considerável extensão de habitats ao longo de ambos os rios com redução de 50% da área disponível para o táxon. Suspeita-se que haverá perda populacional entre 30% e 50% em três gerações (11 anos). Por estas razões, S. h. pallida foi categorizada como Vulnerável (VU) A3c."",""Sim"",""Sim"",""Pará, Tocantins"",""|Norte|"",""Amazônia, Cerrado"",""Sub-bacia Araguaia Sub-bacia Tocantins Alto"",""PARNA Araguaia"",""ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL ILHA DO BANANAL/CANTÃO, PARQUE ESTADUAL DA SERRA DOS MARTÍRIOS/ANDORINHAS, PARQUE ESTADUAL DO CANTãO"","""",""Desconhecido"",""Declinando"",""11 - Mudanças e extremos climáticos|11.1 - Mudança/alteração de habitat 3 - Produção energética e mineração|3.3 - Energia renovável|3.3.1 - Hidrelétricas"","""",""Controle e fiscalização, Criação de áreas protegidas, Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação das Aves Ameaçadas do Bioma Amazônia"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Aves"",""Passeriformes"",""Furnariidae"",""Syndactyla"",""Syndactyla ucayalae"",""Syndactyla ucayalae"",""(Chapman, 1928)"",""limpa-folha-de-bico-virado"",""Aves"",""09/2017"",""Vulnerável"","""",""A2c"",""Syndactyla ucayalae ocorre no Peru, Bolívia e Brasil";" nos estados do Acre, Rondônia, Mato Grosso e Pará. É uma espécie incomum de sub-bosque de floresta, geralmente associada à presença de bambus ou tabocas (Guadua sp.). Aparentemente, apresenta flutuações populacionais locais associadas ao ciclo de vida das tabocas, fenômeno ainda não bem estudado. Em sua área de distribuição, a extração de minério, gás, construção de estradas, queimadas e colonização descontrolada gera contínua perda e fragmentação de habitat. Estima-se que houve perda populacional entre 30% e 50% em três gerações (11 anos). Dessa forma, S. ucayalae foi categorizada como como Vulnerável (VU) A2c."",""Não"",""Sim"",""Acre, Mato Grosso, Pará, Rondônia"",""|Centro-Oeste|Norte|"",""Amazônia"",""Sub-bacia Madeira Sub-bacia Purus Sub-bacia Solimões Sub-bacia Tapajós Sub-bacia Tocantins Baixo Sub-bacia Xingu"",""RESEX Alto Juruá"",""PARQUE ESTADUAL CHANDLESS"",""RPPN Água Boa"",""Não"",""Declinando"",""1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.1 - Expansão urbana 3 - Produção energética e mineração|3.1 - Extração de petróleo e gás natural 3 - Produção energética e mineração|3.2 - Mineração|3.2.3 - Extração de minérios - subsolo 4 - Transportes e serviços de transmissão|4.1 - Estradas e ferrovias 5 - Uso de recursos biológicos|5.3 - Extração florestal|5.3.5 - Motivação desconhecida"","""",""Plano de Ação Nacional (PAN), Proteção de locais/áreas"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação das Aves Ameaçadas do Bioma Amazônia - 2º ciclo"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;; "Animalia,""Chordata"",""Aves"",""Psittaciformes"",""Psittacidae"",""Pyrrhura"",""Pyrrhura anerythra"",""Pyrrhura anerythra"",""Neumann, 1927"",""tiriba-do-xingu"",""Aves"",""09/2017"",""Vulnerável"","""",""A2c"",""Pyrrhura anerythra é endêmica do Brasil e ocorre nos interflúvios Xingu-Tocantins, e Tocantins-Araguaia. É preferencialmente associada a florestas úmidas de terra firme que está sob constante pressão de desmatamento e corte seletivo de madeira o que ameaça a conservação da espécie em longo prazo. É tolerante a determinados níveis de degradação florestal e é pouco capturada para comércio. As perdas populacionais em três gerações passadas (18 anos), baseadas em perda de habitat, podem ser consideradas entre 30% e 50%. Desta forma, P. anerythra foi categorizada como Vulnerável (VU) A2c."",""Sim"",""Sim"",""Mato Grosso, Pará, Tocantins"",""|Centro-Oeste|Norte|"",""Amazônia, Cerrado"",""Sub-bacia Araguaia Sub-bacia Foz Amazonas Sub-bacia Tapajós Sub-bacia Tocantins Alto Sub-bacia Tocantins Baixo Sub-bacia Xingu"",""FLONA Carajás, FLONA Caxiuanã"","""",""RPPN Fazenda Pioneira"",""Não"",""Declinando"",""2 - Agropecuária e Aquacultura|2.2 - Silvicultura|2.2.3 - Plantações em escala desconhecida 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.3 - Pecuária|2.3.4 - Pecuária em escala desconhecida 5 - Uso de recursos biológicos|5.3 - Extração florestal|5.3.5 - Motivação desconhecida 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.1 - Incêndios e supressão de incêndios|7.1.1 - Aumento da frequência/intensidade de incêndios"","""",""Manejo de locais/áreas, Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação das Aves Ameaçadas do Bioma Amazônia - 2º ciclo"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Aves"",""Passeriformes"",""Dendrocolaptidae"",""Dendrocincla"",""Dendrocincla taunayi"",""Dendrocincla taunayi"",""Pinto, 1939"",""arapaçu-pardo-do-nordeste"",""Aves"",""06/2019"",""Em Perigo"","""",""B2ab(iii)"",""Dendrocincla taunayi é endêmica do nordeste do Brasil e ocorre apenas em Pernambuco e Alagoas. Habita florestas úmidas em planícies, bases de montanhas e sua área de ocupação (AOO) foi calculada em 360 km². Considerada altamente sensível à alterações humanas e dependente de florestas. É incapaz de deslocar-se por grandes distâncias através de habitat inadequado e sua população encontra-se severamente fragmentada. Além disso, há declínio continuado da qualidade do habitat decorrente da expansão agrícola e urbana. Dessa forma, D. taunayi foi categorizado como Em Perigo (EN) pelo critério B2ab(iii)."",""Sim"",""Sim"",""Alagoas, Pernambuco"",""|Nordeste|"",""Caatinga, Mata Atlântica"",""Sub-bacia Litoral AL PE PB"",""ESEC de Murici, REBIO de Pedra Talhada, REBIO de Saltinho"",""ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL DE MURICÍ"",""MATA DO CEDRO, RPPN Frei Caneca"",""Não"",""Desconhecida"",""1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.1 - Expansão urbana 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.1 - Culturas anuais e perenes não-madeireiras|2.1.4 - Agricultura de escala desconhecida"","""",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação das Aves Ameaçadas do Bioma Mata Atlântica"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Reptilia"",""Squamata"",""Dipsadidae"",""Atractus"",""Atractus caete"",""Atractus caete"",""Passos, Fernandes, Bérnils & Moura-Leite, 2010"",""cobra-da-terra-da-floresta"",""Répteis"",""11/2019"",""Em Perigo"","""",""B1ab(iii)"",""Atractus caete é endêmica do Brasil, conhecida de apenas três registros, próximos entre si, na Mata Atlântica do estado de Alagoas. Outros fragmentos florestais na região foram amostrados, mas não há registros adicionais, e a extensão de ocorrência da espécie foi calculada em 79 km2. A Mata Atlântica da região já sofreu grande perda histórica de vegetação, principalmente pela sua conversão em áreas para atividades agropecuárias. Atualmente, a intensa atividade agrícola, principalmente o plantio de cana-de-açúcar, provoca declínio continuado da qualidade do hábitat da espécie. Considerando essa ameaça a principal ameaça e os poucos registros conhecidos, foram definidas três localizações. Por essas razões, Atractus caete foi avaliada como Em Perigo (EN) pelo critério B1ab(iii)."",""Sim"",""Sim"",""Alagoas"",""|Nordeste|"",""Mata Atlântica"",""Sub-bacia Litoral AL PE PB"",""REBIO de Pedra Talhada"","""",""RPPN Vera Cruz"","""",""Desconhecida"",""2 - Agropecuária e Aquacultura|2.1 - Culturas anuais e perenes não-madeireiras|2.1.3 - Agricultura agro-industrial"","""",""Criação de áreas protegidas, Implementação de áreas protegidas, Implementação de corredores, Plano de Ação Nacional (PAN), Proteção de recursos/habitat"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação da Herpetofauna Ameaçada da Mata Atlântica Nordestina, Plano de Ação Nacional para a Conservação da Herpetofauna do Nordeste - 2º ciclo"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Arthropoda"",""Insecta"",""Hymenoptera"",""Formicidae"",""Diaphoromyrma"",""Diaphoromyrma sofiae"",""Diaphoromyrma sofiae"",""Fernández, Delabie & Nascimento, 2009"",""formiga, Formiga"",""Invertebrados Terrestres"",""11/2019"",""Em Perigo"","""",""B1ab(iii)"",""Diaphoromyrma sofiae é endêmica do Brasil. As localidades de ocorrência são remanescentes de mata nativa isoladas no sul da Bahia, nos municípios de Porto Seguro e Santa Cruz Cabrália e no Norte do Espírito Santo, no município de Linhares. Apesar dos esforços regionais de coleta, a espécie é encontrada em apenas alguns fragmentos. A extensão de ocorrência (EOO) é seguramente menor do que 5.000 km². A população encontra-se fragmentada em função da silvicultura, que também ocasiona o declínio da qualidade do habitat. Portanto, D. sofiae foi categorizada como Em Perigo (EN) pelo critério B1ab(iii)."",""Sim"",""Sim"",""Bahia, Espírito Santo"",""|Nordeste|Sudeste|"",""Mata Atlântica"",""Sub-bacia Doce Sub-bacia Litoral BA ES"",""FLONA de Goytacazes, PARNA do Pau Brasil"","""","""",""Não"",""Desconhecida"",""2 - Agropecuária e Aquacultura|2.2 - Silvicultura|2.2.3 - Plantações em escala desconhecida"","""","""","""",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Aves"",""Procellariiformes"",""Procellariidae"",""Pterodroma"",""Pterodroma incerta"",""Pterodroma incerta"",""(Schlegel, 1863)"",""grazina-de-barriga-branca"",""Aves"",""10/2019"",""Em Perigo"","""",""A4bce"",""Pterodroma incerta é espécie migratória que se reproduzia nas Ilhas Tristão da Cunha e Gough, mas foi extinta da primeira localidade há cerca de 35 anos. Distribui-se pelo Atlântico Sul";" utiliza as águas do Brasil, no litoral Sul e Sudeste como área de alimentação e registro para o estado da Bahia. A principal ameaça à espécie é a predação de ovos e filhotes nos ninhos por camundongos (Mus musculus), agravada pelo baixo recrutamento e crescimento lento dos filhotes. A área de ocupação reprodutiva é menor que 500 km², sendo caracterizada como uma única localização cuja ameaça é a introdução de camundongos que predam ninhos. Modelagens indicam um declínio populacional maior que 50% em três gerações (47 anos), englobando passado e futuro. Assim, P. incerta foi categorizada como Em Perigo (EN), pelos critérios A4bce."",""Não"",""Sim"",""Bahia, Rio Grande do Sul"",""|Nordeste|Sul|"",""Pampa"",""Sub-bacia Litoral RS"",""REBIO Marinha do Arvoredo"","""","""",""Sim"",""Declinando"",""11 - Mudanças e extremos climáticos|11.4 - Tempestades/enchentes 8 - Espécies invasoras problemáticas e doenças|8.1 - Espécies exóticas|8.1.1 - Espécie conhecida|8.1.1.2 - Predadores"","""",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação das Aves Marinhas"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"",""150 , 600"",""""";;;;; "Animalia,""Chordata"",""Aves"",""Suliformes"",""Fregatidae"",""Fregata"",""Fregata trinitatis"",""Fregata ariel"",""Miranda-Ribeiro, 1919"",""tesourão-pequeno"",""Aves"",""10/2019"",""Criticamente em Perigo"",""Não"",""B1ab(iv,v)"; C2a(i,ii);" D"",""Fregata trinitatis ocorre nos oceanos Índico, Pacífico e Atlântico. No Brasil, é atualmente restrita nas Ilhas da Trindade e Martin Vaz, no Espírito Santo. Estes os únicos registros para o Atlântico. A espécie era anteriormente difundida em diversas ilhas tropicais do Atlântico Sul, como Santa Helena e Ascensão, mas essas populações foram extintas, nos últimos 500 anos, devido ao impacto humano. Sua extensão de ocorrência não é maior que 10 km2. Há registro de 15 ninhos em um período de três gerações passadas e observações atuais indicam a existência de pouquíssimos indivíduos maduros (menos de 10). Sendo assim, F. trinitatis foi categorizada como Criticamente em Perigo (CR), pelos critérios B1ab(iv,v)"; C2a(i,ii);" D."",""Não"",""Sim"",""Espírito Santo"",""|Sudeste|"",""Mata Atlântica, Sistema Costeiro-Marinho"","""",""MONA do Arquipélago de Trindade e Martim Vaz e Monte Columbia"","""","""",""Não"",""Declinando"",""3 - Produção energética e mineração|3.3 - Energia renovável|3.3.2 - Parques eólicos 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.7 - Motivação desconhecida"","""",""Controle de espécies invasoras/problemáticas, Manejo de locais/áreas, Plano de Ação Nacional (PAN), Restauração de habitat e processos naturais"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação das Aves Marinhas"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";; "Animalia,""Chordata"",""Aves"",""Passeriformes"",""Platyrinchidae"",""Platyrinchus"",""Platyrinchus leucoryphus"",""Platyrinchus leucoryphus"",""Wied, 1831"",""patinho-de-asa-castanha"",""Aves"",""06/2019"",""Vulnerável"","""",""C2a(i)"",""Platyrinchus leucoryphus ocorre no nordeste da Argentina, leste do Paraguai e sudeste e sul do Brasil, com registros recentes para Alagoas e o sul da Bahia. Estima-se que a população seja menor que 10.000 indivíduos maduros neste país, onde cada subpopulação contém menos de 1.000 indivíduos maduros. Há declínio continuado (extinções locais no sul e norte de sua distribuição, nos últimos 20 anos) por perda de habitat devido à conversão de áreas para agricultura, mineração, urbanização, industrialização e construção de rodovias. Desta forma, P. leucoryphus foi categorizada como Vulnerável (VU) pelo critério C2a(i)."",""Não"",""Sim"",""Bahia, Espírito Santo, Paraná, Rio de Janeiro, Santa Catarina, São Paulo"",""|Nordeste|Sudeste|Sul|"",""Cerrado, Mata Atlântica"",""Sub-bacia Jequitinhonha Sub-bacia Litoral BA ES Sub-bacia Litoral ES Sub-bacia Litoral RJ Sub-bacia Litoral RJ SP Sub-bacia Litoral SP Sub-bacia Litoral SP PR SC Sub-bacia Paraíba do Sul Sub-bacia Paranapanema Sub-bacia Tietê"",""APA Guaraqueçaba, APA Petrópolis, PARNA da Serra da Bocaina, PARNA da Serra do Itajaí, PARNA da Serra dos Órgãos, PARNA do Pau Brasil, PARNA Saint-Hilaire/Lange, REBIO Augusto Ruschi"",""APA SERRA DO MAR, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL DA BACIA DO RIO MACACU, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL DE TAMOIOS, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL ESTADUAL DE GUARATUBA, PARQUE ESTADUAL CARLOS BOTELHO, PARQUE ESTADUAL DA ILHA DO CARDOSO, PARQUE ESTADUAL DA ILHA GRANDE, PARQUE ESTADUAL DA SERRA DO MAR, PARQUE ESTADUAL DA SERRA DO TABULEIRO, PARQUE ESTADUAL INTERVALES"",""RPPN Bio Estação Águas Cristalinas, RPPN Caetezal, RPPN Chácara Edith, RPPN Fazenda Limeira, RPPN Fazenda Palmital, RPPN Gleba O Saquinho de Itapirapuá, RPPN Morro do Curussu Mirim, RPPN Parque Ecológico ARTEX, RPPN Reserva Burgerkopf, RPPN Reserva Rizzieri, RPPN Sítio do Bananal, RPPN Sítio do Jacu"",""Não"",""Declinando"",""1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.1 - Expansão urbana 1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.2 - Áreas comerciais e industriais 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.1 - Culturas anuais e perenes não-madeireiras|2.1.4 - Agricultura de escala desconhecida 3 - Produção energética e mineração|3.2 - Mineração|3.2.3 - Extração de minérios - subsolo 4 - Transportes e serviços de transmissão|4.1 - Estradas e ferrovias 5 - Uso de recursos biológicos|5.3 - Extração florestal|5.3.5 - Motivação desconhecida"","""",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação das Aves Ameaçadas do Bioma Mata Atlântica"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"",""1000"",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Aves"",""Passeriformes"",""Platyrinchidae"",""Platyrinchus"",""Platyrinchus mystaceus niveigularis"",""Platyrinchus mystaceus niveigularis"",""Pinto, 1954"",""patinho-do-nordeste"",""Aves"",""06/2019"",""Vulnerável"","""",""B2ab(ii,iii)"",""Platyrinchus mystaceus niveigularis é endêmica do Brasil, tendo distribuição restrita ao Centro de Endemismo Pernambuco. Devido à fragmentação do habitat e ao seu baixo poder de deslocamento a população é severamente fragmentada, tendo mais de 50% de sua população separada por grandes distâncias, não havendo fluxo gênico. Sua área de ocupação (AOO) foi calculada em 556 km2. Além disso, há declínio continuado da população devido à perda de área de ocupação e de qualidade de habitat, uma vez que a espécie é exigente e não resiste à alteração de habitat decorrente da conversão de florestas em áreas para agropecuária, expansão urbana e incêndios. Desta forma, Platyrinchus mystaceus niveigularis foi categorizada como Vulnerável (VU) pelos critérios B2ab(ii,iii)."",""Sim"",""Sim"",""Alagoas, Paraíba, Pernambuco, Rio Grande do Norte"",""|Nordeste|"",""Caatinga, Mata Atlântica"",""Sub-bacia Litoral AL PE PB Sub-bacia Litoral CE PB Sub-bacia Paraíba"",""APA Barra do Rio Mamanguape, ESEC de Murici, FLONA Restinga de Cabedelo, REBIO de Pedra Talhada, REBIO de Saltinho, REBIO Guaribas"",""ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL ALDEIA-BEBERIBE, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL DE MURICÍ, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL DE SIRINHAÉM, ESTAÇÃO ECOLÓGICA DE CAETÉS, PARQUE ESTADUAL DE DOIS IRMÃOS, REFúGIO DE VIDA SILVESTRE MATA DE TAPACURá, REFúGIO DE VIDA SILVESTRE MATAS DO SISTEMA GURJAú"",""MATA DO CEDRO, RPPN do Pereira, RPPN Engenho Gargaú, RPPN Fazenda Pacatuba, RPPN Frei Caneca, RPPN Reserva Santa Tereza"",""Não"",""Declinando"",""1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.1 - Expansão urbana 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.3 - Pecuária|2.3.4 - Pecuária em escala desconhecida 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.1 - Incêndios e supressão de incêndios|7.1.1 - Aumento da frequência/intensidade de incêndios"","""",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação das Aves Ameaçadas do Bioma Mata Atlântica, Plano de Ação Nacional para a Conservação das Aves da Caatinga, Plano de Ação Nacional para a Conservação das Aves da Caatinga - 2º ciclo"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Onychophora"",""Onychophora"",""Euonychophora"",""Peripatidae"",""Epiperipatus"",""Epiperipatus diadenoproctus"",""Epiperipatus diadenoproctus"",""Oliveira, Lacorte, Fonseca, Wieloch & Mayer, 2011"",""Onicóforo"",""Invertebrados Terrestres"",""10/2020"",""Vulnerável"","""",""D2"",""Epiperipatus diadenoproctusé endêmica do Brasil, sendo conhecida apenas da localidade-tipo, a RPPN Mata do Sossego, um fragmento de Mata Atlântica de 133 ha no município de Simonésia, estado de Minas Gerais. Embora seja uma Unidade de Conservação, a região onde a espécie ocorre sofre impactos decorrentes do avanço de atividades agropecuárias, como cafezais e pastagens no entorno. Assim, considerando que o único registro da espécie representa uma localização e que o fragmento de mata onde ocorre está sujeito ao efeito de borda e incêndios, que podem levar a espécie à condição de CR ou EX em curto prazo, E. diadenoproctus foi categorizada como Vulnerável (VU) pelo critério D2."",""Sim"",""Sim"",""Minas Gerais"",""|Sudeste|"",""Mata Atlântica"",""Sub-bacia Doce"","""","""",""RPPN Estação Biológica da Mata do Sossego"",""Não"",""Desconhecida"",""2 - Agropecuária e Aquacultura|2.1 - Culturas anuais e perenes não-madeireiras|2.1.4 - Agricultura de escala desconhecida 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.3 - Pecuária|2.3.4 - Pecuária em escala desconhecida"","""","""","""",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Onychophora"",""Onychophora"",""Euonychophora"",""Peripatidae"",""Epiperipatus"",""Epiperipatus paurognostus"",""Epiperipatus paurognostus"",""Oliveira, Lacorte, Fonseca, Wieloch & Mayer, 2011"",""Onicóforo"",""Invertebrados Terrestres"",""10/2020"",""Criticamente em Perigo"",""Não"",""B2ab(ii,iii)"",""Epiperipatus paurognostus é endêmica do Brasil, conhecida de apenas dois fragmentos de Mata Atlântica distantes entre si cerca de 3 km no município de Piedade de Caratinga, em Minas Gerais. A região onde a espécie foi registrada encontra-se bastante fragmentada, com expansão de cafezais e pastagens. Os dois fragmentos são muito pequenos e uma das localidades foi parcialmente desmatada para instalação de infraestrutura turística. Buscas mais recentes em uma das localidades não registraram a espécie. Nesse contexto, a AOO foi calculada em 8 Km², com duas localizações e declínio continuado na extensão de ocorrência e qualidade do habitat em função da expansão da atividade agropecuária e da infraestrutura turística. Por isso, E. paurognostus foi categorizada como Criticamente em Perigo (CR) pelo critério B2ab(ii,iii)."",""Sim"",""Sim"",""Minas Gerais"",""|Sudeste|"",""Mata Atlântica"",""Sub-bacia Doce"","""","""","""",""Não"",""Desconhecida"",""1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.3 - Áreas de turismo e recreação 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.1 - Culturas anuais e perenes não-madeireiras|2.1.4 - Agricultura de escala desconhecida"","""","""","""",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Arthropoda"",""Insecta"",""Ephemeroptera"",""Leptophlebiidae"",""Hermanella"",""Hermanella amere"",""Hermanella amere"",""Nascimento & Salles, 2013"",""efemérida, siriruia"",""Invertebrados de Água Doce"",""11/2019"",""Em Perigo"","""",""B1ab(iii)"",""Hermanella amere é endêmica do Brasil, conhecida apenas da localidade-tipo, um riacho no Parque Estadual da Cachoeira da Fumaça, município de Alegre - ES. A região oeste do Espírito Santo foi bem amostrada, porém, mesmo assim a espécie não foi encontrada em outras localidades. Embora ocorra em uma unidade de conservação, a área possui apenas 27 hectares e seu entorno encontra-se cercado por atividades agropecuárias. Os riachos estão sujeitos ao despejo de agrotóxico (principal ameaça) além da remoção da vegetação ripária, degradação e assoreamento. Sua extensão de ocorrência foi estimada em 527km² calculada pela área da microbacia. Considerando apenas uma localização, Hermanella amere foi categorizada como Em Perigo (EN) pelo critério B1ab(iii)."",""Sim"",""Sim"",""Espírito Santo"",""|Sudeste|"",""Mata Atlântica"",""Sub-bacia Litoral ES"","""","""","""",""Não"",""Desconhecida"",""2 - Agropecuária e Aquacultura|2.2 - Silvicultura|2.2.3 - Plantações em escala desconhecida 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.3 - Pecuária|2.3.4 - Pecuária em escala desconhecida 9 - Poluição|9.3 - Agropecuária e florestal|9.3.2 - Erosão do solo/sedimentação 9 - Poluição|9.3 - Agropecuária e florestal|9.3.3 - Herbicidas e pesticidas"","""","""","""",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Arthropoda"",""Insecta"",""Ephemeroptera"",""Leptophlebiidae"",""Hermanella"",""Hermanella nigra"",""Hermanella nigra"",""Nascimento & Salles, 2013"",""efemérida, siriruia"",""Invertebrados de Água Doce"",""11/2019"",""Vulnerável"","""",""B1ab(iii)"",""Hermanella nigra é endêmica do Brasil, conhecida apenas para o estado do Espírito Santo, nos municípios de Rio Bananal, Boa Esperança e Nova Venécia. A região é bem amostrada, inclusive áreas entre os dois municípios, mas a espécie não foi registrada em localidades adicionais. A região ao redor dos registros encontra-se bastante fragmentada devido às atividades agropecuárias e urbanização, o que prejudica a qualidade dos riachos, principalmente pelo assoreamento. A Extensão de Ocorrência (EOO) da espécie é estimada em cerca de 18.200km2. Considerando sua provável baixa capacidade de dispersão, a especificidade de microhabitats e a alta taxa de transformação da paisagem onde ela vive, infere-se que a população encontra-se severamente fragmentada. Portanto, Hermanella nigra foi categorizada como Vulnerável (VU) pelo critério B1ab(iii)."",""Sim"",""Sim"",""Espírito Santo"",""|Sudeste|"",""Mata Atlântica"",""Sub-bacia Doce Sub-bacia Litoral BA ES"","""","""","""",""Não"",""Desconhecida"",""1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.1 - Expansão urbana 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.2 - Silvicultura|2.2.3 - Plantações em escala desconhecida 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.3 - Pecuária|2.3.4 - Pecuária em escala desconhecida 9 - Poluição|9.3 - Agropecuária e florestal|9.3.2 - Erosão do solo/sedimentação 9 - Poluição|9.3 - Agropecuária e florestal|9.3.3 - Herbicidas e pesticidas"","""","""","""",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Actinopterygii"",""Cyprinodontiformes"",""Rivulidae"",""Maratecoara"",""Maratecoara splendida"","""",""Costa, 2007"",""annual-fish, killifish, Peixe anual"",""Peixes Continentais"",""11/2014"",""Vulnerável"","""",""D2"",""Maratecoara splendida é endêmica do Brasil e conhecida somente da localidade-tipo, uma lagoa sazonal próxima ao rio Canabrava, bacia do rio Tocantins, estado do Tocantins, em uma região de cerrado. A área de ocupação conhecida da espécie é menor que 20 km2, já considerando áreas potenciais adjacentes à localidade-tipo. A região do entorno é ocupada por agricultura e pecuária, que constituem ameaças potenciais futuras capazes de levar o táxon à condição de Criticamente em Perigo ou Extinto em curto prazo. Portanto, Maratecoara splendida foi categorizada como Vulnerável (VU) pelo critério D2."",""Sim"",""Não"",""Tocantins"",""|Norte|"",""Cerrado"",""Sub-bacia Tocantins Alto"","""","""","""",""Desconhecido"",""Desconhecida"","""","""","""","""","""","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Reptilia"",""Squamata"",""Dipsadidae"",""Atractus"",""Atractus thalesdelemai"",""Atractus thalesdelemai"",""Passos, Fernandes & Zanella, 2005"",""cobra-da-terra-do-sul"",""Répteis"",""11/2019"",""Em Perigo"","""",""B1ab(iii)"",""Atractus thalesdelemai ocorre no Paraguai e no Brasil. No Brasil, é conhecida de poucos registros em localidades próximas à área urbana do município de Passo Fundo, no Rio Grande do Sul, e sua extensão de ocorrência foi calculada em 858 km2. A espécie habita áreas de campos e zonas de transição com floresta semidecídua, sub-montana e matas de galeria, entre 100 e 700 metros de altitude, no bioma Mata Atlântica. Essa região, localizada no Planalto Médio do Rio Grande do Sul, apresenta um alto grau de conversão das formações vegetais nativas em plantações, especialmente para cultivo de soja, atividade que provoca declínio continuado da qualidade do hábitat em função do uso intensivo do solo. Não há áreas protegidas na região e os fragmentos são pequenos e isolados. Considerando a baixa capacidade de dispersão da espécie, sua população encontra-se severamente fragmentada. Por essas razões, Atractus thalesdelemai foi categorizada como Em Perigo (EN), pelo critério B1ab(iii)."",""Não"",""Sim"",""Rio Grande do Sul"",""|Sul|"",""Mata Atlântica"",""Sub-bacia Guaíba Sub-bacia Uruguai Alto"","""","""","""","""",""Desconhecida"",""1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.1 - Expansão urbana 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.1 - Culturas anuais e perenes não-madeireiras|2.1.3 - Agricultura agro-industrial"","""",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação da Herpetofauna do Sul - 2º ciclo, Plano de Ação Nacional para a Conservação de Répteis e Anfíbios Ameaçados da Região Sul do Brasil"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Cnidaria"",""Hydrozoa"",""Capitata"",""Milleporidae"",""Millepora"",""Millepora laboreli"","""",""Amaral, 2008"","""",""Invertebrados Marinhos"",""02/2012"",""Vulnerável"","""",""D2"",""Essa espécie está restrita a uma única localização, com extensão de ocorrência de cerca de 450 Km2, no Parque Estadual Marinho do Parcel do Manuel Luis, Maranhão. O tempo geracional da espécie é de 10 anos. Sabe-se que, no geral, as maiores ameaças aos corais de todo o mundo são as mudanças climáticas globais, acidificação dos oceanos, temperaturas extremas que levam a eventos de branqueamento e ao aumento de susceptibilidade a doenças, entre outras. Assim, considerando que a espécie ocorre em apenas uma localização e que as ameaças acima podem ocasionar um declínio na população nas próximas duas gerações categorizamos Millepora laboreli como Vulnerável – VU, segundo o critério D2."",""Sim"",""Não"","""",""||"",""Sistema Costeiro-Marinho"","""","""",""PARQUE ESTADUAL MARINHO DO PARCEL DE MANUEL LUíS"","""",""Não"",""Desconhecida"",""12 - Outras ameaças 5 - Uso de recursos biológicos 9 - Poluição"","""","""","""","""","""",""""";;;;;; "Animalia,""Arthropoda"",""Arachnida"",""Palpigradi"",""Eukoeneniidae"",""Leptokoenenia"",""Leptokoenenia thalassophobica"",""Leptokoenenia thalassophobica"",""Souza & Ferreira, 2013"",""palpígrado"",""Invertebrados Terrestres"",""09/2021"",""Em Perigo"","""",""B2ab(iii)"",""Leptokoenenia talassophobica é endêmica do Brasil, conhecida de uma área com três cavernas, muito próximas entre si, no município de Parauapebas, estado do Pará. O cálculo da AOO foi estimado em 8 km². As cavernas onde a espécie foi encontrada são afetadas pela exploração de minério de ferro, que poluí os corpos hídricos e compromete a biota das cavernas, ocasionando a redução da quantidade de habitats disponíveis, considerando três localizações que sofrem com as mesmas ameaças, L. talassophobica foi categorizada como Em Perigo (EN) pelos critério B2ab(iii)."",""Sim"",""Sim"",""Pará"",""|Norte|"",""Amazônia"",""Sub-bacia Tocantins Baixo"",""FLONA Carajás"","""","""",""Não"",""Desconhecida"",""3 - Produção energética e mineração|3.2 - Mineração|3.2.3 - Extração de minérios - subsolo"","""",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação das Cavernas do Brasil"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Arthropoda"",""Arachnida"",""Araneae"",""Pholcidae"",""Metagonia"",""Metagonia potiguar"",""Metagonia potiguar"",""Ferreira, Souza, Machado & Brescovit, 2011"",""Aranha, Aranha-de-pernas-longas, aranha-treme-treme, aranha-vibratória"",""Invertebrados Terrestres"",""09/2021"",""Criticamente em Perigo"",""Não"",""B1ab(iii)+2ab(iii)"",""Metagonia potiguar é conhecida pela localidade-tipo e outras cavernas na Chapada do Apodi, município de Felipe Guerra, Rio Grande do Norte. A extensão de ocorrência (EOO) foi estimada em 6 km², e a área de ocupação (AOO) em 16 km². A mineração de calcário e a exploração de petróleo são intensas na região, afetando as cavernas e seu entorno simultaneamente, o que compromete diretamente o habitat da espécie. As cavernas da Chapada do Apodi estão interligadas e formam um único sistema, assim para o cálculo de localização foi considerada que todas às cavernas da região correspondem a uma única unidade (1 localização), que está sob a mesma ameaça da mineração. Sendo assim, M. potiguar foi categorizada como Criticamente em Perigo (CR) pelos critérios B1ab(iii)+B2b(iii)."",""Sim"",""Sim"",""Rio Grande do Norte"",""|Nordeste|"",""Caatinga"",""Sub-bacia Piranhas"","""","""","""",""Não"",""Desconhecida"",""3 - Produção energética e mineração|3.1 - Extração de petróleo e gás natural 3 - Produção energética e mineração|3.2 - Mineração|3.2.2 - Extração de seixo/pedra"","""",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação das Cavernas do Brasil"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Arthropoda"",""Arachnida"",""Araneae"",""Ochyroceratidae"",""Ochyrocera"",""Ochyrocera ibitipoca"",""Ochyrocera ibitipoca"",""Baptista, Gonzalez & Tourinho, 2008"",""Aranha"",""Invertebrados Terrestres"",""09/2021"",""Em Perigo"","""",""B1ab(iii)"",""Ochyrocera ibitipoca é endêmica do Brasil, conhecida apenas de cinco grutas na região do Parque Estadual de Ibitipoca, em Lima Duarte, Minas Gerais. Estudos fora das cavernas não registraram a espécie. Sua extensão de ocorrência é estimada em apenas 22km². O turismo desordenado é a principal ameaça. A espécie é encontrada principalmente no solo e o pisoteio no interior das cavernas é intenso. As cavernas são areníticas e, portanto, mais vulneráveis aos impactos da visitação. Queimadas de origem antrópicas também podem representar ameaça. Considerando quatro localizações, sendo a principal ameaça o turismo desordenado, O. ibitipoca foi categorizada como Em Perigo (EN) segundo o critério B1ab(iii)."",""Sim"",""Sim"",""Minas Gerais"",""|Sudeste|"",""Mata Atlântica"",""Sub-bacia Grande Sub-bacia Paraíba do Sul"","""","""","""",""Não"",""Desconhecida"",""6 - Distúrbios humanos|6.1 - Atividades recreacionais/turísticas 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.1 - Incêndios e supressão de incêndios|7.1.1 - Aumento da frequência/intensidade de incêndios"","""",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação das Cavernas do Brasil"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Arthropoda"",""Arachnida"",""Pseudoscorpiones"",""Olpiidae"",""Progarypus"",""Progarypus nigrimanus"",""Progarypus nigrimanus"",""Mahnert, 2001"",""escorpião-de-livro, falso-escorpião, pseudoescorpião"",""Invertebrados Terrestres"",""09/2021"",""Criticamente em Perigo"",""Não"",""B1ab(iii)"",""Progaripus nigrimanus é endêmica do Brasil, conhecida inicialmente da sério-tipo em 1988 (dois indivíduos), proveniente da Caverna Santana, no PETAR em Iporanga. Posteriormente foi registrada em 2005 na cavidade Anta Magra, em 2009 na Caverna Santana e novamente em 2012 em trabalho de campo na região do PETAR. A região tem sido extensivamente amostrada, inclusive o interior da caverna, e não resultou na captura de exemplares adicionais nem ampliação da distribuição da espécie. A EOO foi calculada com base no desenvolvimento horizontal da caverna e pelo método buffer (5km de raio), totalizando 78,5 Km2. A principal ameaça à qualidade do habitat da espécie é a visitação turística da Caverna Santana, uma vez que os visitantes podem pisotear a fauna e alterar o microclima e estrutura das grutas. Além disso, a poluição dos corpos d'água que alimentam o sistema de cavernas pode ser prejudicial à qualidade do habitat. Considerando apenas uma localização, a espécie foi categorizada como Criticamente em Perigo (CR) pelo critério B1ab(iii)."",""Sim"",""Sim"",""São Paulo"",""|Sudeste|"",""Mata Atlântica"",""Sub-bacia Litoral RJ SP"","""",""PARQUE ESTADUAL TURÍSTICO DO ALTO DO RIBEIRA"","""",""Não"",""Desconhecida"",""6 - Distúrbios humanos|6.1 - Atividades recreacionais/turísticas 9 - Poluição|9.4 - Lixo e resíduos sólidos|9.4.1 - Urbanos"","""",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação das Cavernas do Brasil"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Arthropoda"",""Arachnida"",""Araneae"",""Theraphosidae"",""Pterinopelma"",""Pterinopelma sazimai"",""Pterinopelma sazimai"",""Bertani, Nagahama & Fukushima, 2011"",""Aranha, Aranha-caranguejeira, tarântula-sazima"",""Invertebrados Terrestres"",""09/2021"",""Vulnerável"","""",""B1ab(iii)"",""Pterinopelma sazimai é endêmica do Brasil, conhecida de quatro registros na Serra do Espinhaço (Chapada Diamantina, Serra do Cipó e Serra do Ambrósio), nos estados da Bahia e Minas Gerais. A distribuição da espécie aparentemente é e associada a campos rupestres de altitude, com extensão de ocorrência estimada em 10.079km². Apresenta população restrita a topos de morro, cujo estado de conservação se torna comprometido devido às interferências antrópicas, tais como extração de areia, exploração madeireira e queimadas frequentes. Além disso, existe a pressão do comércio ilegal dessa espécie para utilização como animais domésticos, devido à sua coloração azul. Considerado 3 localizações e a diminuição na qualidade do habitat, P. sazimai foi categorizada como Vulnerável (VU) pelo critério B1ab(iii)."",""Sim"",""Sim"",""Bahia, Minas Gerais"",""|Nordeste|Sudeste|"",""Caatinga, Cerrado, Mata Atlântica"",""Sub-bacia Doce Sub-bacia Itapecuru-Paraguaçu Sub-bacia São Francisco Alto"",""APA do Morro da Pedreira, PARNA da Chapada Diamantina, PARNA da Serra do Cipó"","""","""",""Não"",""Desconhecida"",""3 - Produção energética e mineração|3.2 - Mineração|3.2.1 - Extração de areia 5 - Uso de recursos biológicos|5.1 - Caça e captura de animais terrestres ou marinhos|5.1.1 - Caça/captura intencional (a espécie é o alvo)|5.1.1.2 - Comercial - Nacional/Local 5 - Uso de recursos biológicos|5.3 - Extração florestal|5.3.5 - Motivação desconhecida 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.1 - Incêndios e supressão de incêndios|7.1.1 - Aumento da frequência/intensidade de incêndios"",""3 - Animais de estimação/ornamentais"","""","""",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"",""1080 , 1350"",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Reptilia"",""Squamata"",""Liolaemidae"",""Liolaemus"",""Liolaemus occipitalis"",""Liolaemus occipitalis"",""Boulenger, 1885"","""",""Répteis"",""03/2021"",""Vulnerável"","""",""B1ab(ii,iii)"",""Liolaemus occipitalis ocorre no Brasil e Uruguai. No Brasil, a espécie habita a faixa de dunas nas restingas costeiras dos estados do Rio Grande do Sul e Santa Catarina, sendo o limite norte de sua distribuição a Ilha de Santa Catarina. Sua extensão de ocorrência no país foi estimada em 13.896 km2. A espécie é afetada pela destruição, fragmentação e descaracterização dos ambientes de dunas e restingas ao longo de sua distribuição, sendo a expansão urbana a principal ameaça. Localmente, há pressões decorrentes da instalação de parques eólicos, turismo desordenado com veículos e avanço da silvicultura, atividades que provocam declínio contínuo da área de ocupação e da qualidade do habitat. Muitas subpopulações encontram-se isoladas e muitas estão em declínio, especialmente em Santa Catarina, havendo até extinções locais. Considerando a baixa capacidade de dispersão da espécie, supõe-se que sua população esteja severamente fragmentada. Por esses motivos, Liolaemus occipitalis foi avaliada como Vulnerável (VU) pelo critério B1ab(ii,iii)."",""Não"",""Sim"",""Rio Grande do Sul, Santa Catarina"",""|Sul|"",""Mata Atlântica, Pampa"",""Sub-bacia Litoral RS Sub-bacia Litoral SP PR SC"",""APA Baleia Franca, ESEC do Taim, PARNA da Lagoa do Peixe"",""PARQUE ESTADUAL DE ITAPEVA, PARQUE ESTADUAL DO RIO VERMELHO"","""","""",""Declinando"",""1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.1 - Expansão urbana 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.2 - Silvicultura|2.2.3 - Plantações em escala desconhecida 3 - Produção energética e mineração|3.3 - Energia renovável|3.3.2 - Parques eólicos 6 - Distúrbios humanos|6.1 - Atividades recreacionais/turísticas 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.3 - Outras modificações nos ecossistemas"","""",""Criação de áreas protegidas, Plano de Ação Nacional (PAN), Proteção de recursos/habitat, Restauração de habitat e processos naturais"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação da Herpetofauna do Sul - 2º ciclo, Plano de Ação Nacional para a Conservação de Répteis e Anfíbios Ameaçados da Região Sul do Brasil"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Aves"",""Passeriformes"",""Thamnophilidae"",""Rhegmatorhina"",""Rhegmatorhina hoffmannsi"",""Rhegmatorhina hoffmannsi"",""(Hellmayr, 1907)"",""mãe-de-taoca-papuda"",""Aves"",""08/2018"",""Vulnerável"","""",""A4c"",""Rhegmatorhina hoffmannsi é endêmica do interflúvio Madeira-Tapajós";" nos estados do Amazonas, Rondônia e Mato Grosso. Habita sub-bosque de floresta perenifólia de várzea úmida, a 300 m. É especialista de habitat e altamente sensível à perturbação humana. A área da espécie sofre com intensos desmatamentos, devido à construção de hidrelétricas e à expansão agropecuária, principalmente no estado de Rondônia, no sul do estado do Amazonas e no norte do Mato Grosso. Além disso, há perda da qualidade do habitat devido ao desmatamento seletivo e a incêndios. Assim, suspeita-se de um declínio populacional de pelo menos 30% nos próximos 14 anos (três gerações), baseado no declínio na qualidade do habitat. Dessa forma, R. hoffmannsi foi categorizada como Vulnerável (VU) pelo critério A4c."",""Sim"",""Sim"",""Amazonas, Mato Grosso, Rondônia"",""|Centro-Oeste|Norte|"",""Amazônia, Cerrado"",""Sub-bacia Madeira Sub-bacia Purus Sub-bacia Tapajós"",""ESEC da Serra das Araras, FLONA Humaitá, FLONA Iquiri, PARNA Campos Amazônicos, PARNA Pacaás Novos, PARNA Serra da Cutia, REBIO do Jaru"",""FLORESTA ESTADUAL DE RENDIMENTO SUSTENTADO DO RIO MACHADO, RESERVA BIOLÓGICA TRAÇADAL"",""RPPN Seringal Assunção"",""Não"",""Declinando"",""2 - Agropecuária e Aquacultura|2.1 - Culturas anuais e perenes não-madeireiras|2.1.4 - Agricultura de escala desconhecida 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.3 - Pecuária|2.3.4 - Pecuária em escala desconhecida 3 - Produção energética e mineração|3.3 - Energia renovável|3.3.1 - Hidrelétricas 5 - Uso de recursos biológicos|5.3 - Extração florestal|5.3.4 - Efeitos indiretos - larga escala 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.1 - Incêndios e supressão de incêndios|7.1.1 - Aumento da frequência/intensidade de incêndios"","""",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação das Aves Ameaçadas do Bioma Amazônia - 2º ciclo"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;; "Animalia,""Chordata"",""Actinopterygii"",""Siluriformes"",""Pimelodidae"",""Pimelodus"",""Pimelodus joannis"","""",""Ribeiro, Lucena & Lucinda, 2008"","""",""Peixes Continentais"",""09/2013"",""Vulnerável"","""",""B2ab(i,ii,iii,iv)"",""Pimelodus joannis é endêmica do Brasil, da região do alto e médio rio Tocantins, (TO), onde é pouco frequente e pouco abundante. A área de ocupação calculada para a espécie é de 840 km2. Os represamentos provocados pela construção das usinas hidrelétricas Lajeado e Peixe-Angical resultaram na perda de 430 km2, o que equivale a 51% da área original de P. joannis. Considerando a distribuição geográfica restrita da espécie, associada a uma fragmentação e declínio continuado na extensão de ocorrência, área de ocupação e qualidade de habitat, P. joannis foi categorizada como Vulnerável (VU) sob os critérios B2 ab(i,ii,iii,iv)."",""Sim"",""Não"",""Tocantins"",""|Norte|"",""Cerrado"",""Região Hidrográfica do Tocantins/Araguaia Sub-bacia Tocantins Alto"","""",""ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL LAGO DE PEIXE/ANGICAL"","""","""","""","""","""","""","""","""","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Actinopterygii"",""Cyprinodontiformes"",""Rivulidae"",""Austrolebias"",""Austrolebias nigrofasciatus"",""Austrolebias nigrofasciatus"",""Costa & Cheffe, 2001"",""Peixe anual"",""Peixes Continentais"",""05/2019"",""Em Perigo"","""",""B1ab(ii,iii)"",""Austrolebias nigrofasciatus é endêmica do Brasil, e ocorre nos municípios de Pelotas, Capão do Leão e Rio Grande, no sistema da laguna dos Patos, no estado do Rio Grande do Sul. A Extensão de Ocorrência (EOO) é de 2.378 km². A principal ameaça para a espécie é a expansão urbana e atualmente a sua população está severamente fragmentada. Outras ameças incluem a construção de rodovias e o cultivo de arroz, as quais evidenciam o declínio continuado da sua Área de Ocupação (AOO) e qualidade do habitat. Portanto, a espécie foi categorizada como Em Perigo (EN) pelos critérios B1ab(ii,iii). Recomenda-se efetivar a RPPN Pontal da Barra e ampliá-la, já que esta é uma das áreas mais importantes para conservar a espécie, onde ocorre sua maior e mais abundante subpopulação."",""Sim"",""Sim"",""Rio Grande do Sul"",""|Sul|"",""Pampa"",""Sub-bacia Litoral RS"","""","""",""RPPN Pontal da Barra"",""Não"",""Desconhecida"",""1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.1 - Expansão urbana 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.1 - Culturas anuais e perenes não-madeireiras|2.1.4 - Agricultura de escala desconhecida 4 - Transportes e serviços de transmissão|4.1 - Estradas e ferrovias"","""",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional Lagoas do Sul, Plano de Ação Nacional para a Conservação dos Peixes Rivulídeos Ameaçados de Extinção, Plano de Ação Nacional para a Conservação dos Peixes Rivulídeos Ameaçados de Extinção - 2º ciclo"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Actinopterygii"",""Cyprinodontiformes"",""Rivulidae"",""Campellolebias"",""Campellolebias chrysolineatus"",""Campellolebias chrysolineatus"",""Costa, Lacerda & Brasil, 1989"",""Peixe anual"",""Peixes Continentais"",""05/2019"",""Criticamente em Perigo"",""Não"",""B2ab(i,ii,iii)"",""Campellolebias chrysolineatus é endêmica do Brasil, ocorrendo na porção nordeste do litoral do estado de Santa Catarina. A Área de Ocupação (AOO) calculada é de 8 km². Campellolebias chrysolineatus é altamente especializada, típica de floresta e já foi abundante na região. Apesar disso, atualmente são raros os registros da espécie, estando sua população severamente fragmentada pela conversão de uso de solo e expansão urbana. Além disso, C. chrysolineatus está sob declínio continuado de sua Área de Ocupação (AOO), com redução de pelo menos 90% da área de distribuição, e da qualidade do habitat. Portanto, Campellolebias chrysolineatus foi categorizada como Criticamente em Perigo (CR) pelos critérios B2ab(i,ii,iii)."",""Sim"",""Sim"",""Santa Catarina"",""|Sul|"",""Mata Atlântica"",""Sub-bacia Litoral SP PR SC"","""","""","""",""Desconhecido"",""Declinando"",""1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.1 - Expansão urbana 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.1 - Captura intencional - subsistência/pequena escala|5.4.1.1 - Coleta manual"",""3 - Animais de estimação/ornamentais"",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação dos Peixes Rivulídeos Ameaçados de Extinção, Plano de Ação Nacional para a Conservação dos Peixes Rivulídeos Ameaçados de Extinção - 2º ciclo"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Elasmobranchii"",""Carcharhiniformes"",""Carcharhinidae"",""Carcharhinus"",""Carcharhinus leucas"",""Carcharhinus leucas"",""(Müller & Henle, 1839)"",""cabeça-chata, cação-baiacu, cação-de-rio, pirarara, tubarão-touro"",""Tubarões e Raias"",""11/2017"",""Vulnerável"","""",""A2cd"",""Carcharhinus leucas é um tubarão costeiro de grande porte, comum em ambientes tropicais e subtropicais, ocorrendo em ambientes marinhos, estuarinos e de água-doce. Pode resistir longos períodos na água-doce e adentra longas distâncias nos grandes rios. É capturado pela pesca em toda sua área de distribuição, mas raramente é a espécie alvo da pescaria. Declínios acentuados foram observados nos estados do Sul, Sudeste e Nordeste e apenas poucos indivíduos neonatos capturados na costa Norte. A utilização de áreas estuarinas como berçários o torna mais vulnerável aos impactos antrópicos e modificações do habitat. Suas características intrínsecas (baixa fecundidade, maturação extremamente tardia, alta longevidade e abundância naturalmente baixa) implicam em vulnerabilidade à pesca. Para o Estado de São Paulo, dados comparativos entre os períodos de 1962 a 1967 e 1997 a 2003, indicam um declínio populacional de 99,4% para a espécie, com base numa CPUE de 0,002 ind./km de rede. Pelo exposto, infere-se num declínio populacional conservador de pelo menos 30% ao longo dos últimos 45 anos (três gerações). Assim, C. leucas foi categorizada como Vulnerável (VU), sob os critérios A2cd."",""Não"",""Não"",""Alagoas, Amapá, Amazonas, Bahia, Ceará, Espírito Santo, Maranhão, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe"",""|Nordeste|Norte|Sudeste|Sul|"",""Amazônia, Sistema Costeiro-Marinho"",""Sub-bacia Amapá Litoral Sub-bacia Itapecuru Sub-bacia Litoral RJ SP Sub-bacia Mearim Sub-bacia Parnaíba Baixo Sub-bacia Purus"",""APA Costa dos Corais, APA Delta do Parnaíba, PARNA do Cabo Orange, REBIO Marinha do Arvoredo, RESEX Cururupu"",""ÁREA DE PROTEçãO AMBIENTAL DA BAIXADA MARANHENSE, ÁREA DE PROTEçãO AMBIENTAL DAS REENTRâNCIAS MARANHENSES, ÁREA DE PROTEçãO AMBIENTAL DE UPAON-AçU / MIRITIBA / ALTO PREGUIçAS, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL MARGEM DIREITA DO RIO NEGRO- SETOR PADUARI-SOLIMÕES"","""",""Sim"",""Desconhecida"",""1 - Desenvolvimento residencial e comercial 5 - Uso de recursos biológicos|5.1 - Caça e captura de animais terrestres ou marinhos|5.1.1 - Caça/captura intencional (a espécie é o alvo)|5.1.1.4 - Esportiva 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.1 - Captura intencional - subsistência/pequena escala|5.4.1.3 - Aparelho com anzol|5.4.1.3.3 - Espinhel fixo de fundo 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.2 - Captura intencional - larga escala|5.4.2.2 - Linha de mão 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.5 - Captura indireta - subsistência/pequena escala|5.4.5.7 - Emalhe|5.4.5.7.1 - Emalhe de fundo 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.5 - Captura indireta - subsistência/pequena escala|5.4.5.7 - Emalhe|5.4.5.7.2 - Emalhe de superfície 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.5 - Captura indireta - subsistência/pequena escala|5.4.5.7 - Emalhe|5.4.5.7.5 - Caçoeiro 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.5 - Captura indireta - subsistência/pequena escala|5.4.5.7 - Emalhe|5.4.5.7.6 - Feiticieira 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.6 - Captura indireta - larga escala|5.4.6.8 - Espinhel|5.4.4.8.2 - Espinhel de fundo 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.6 - Captura indireta - larga escala|5.4.6.8 - Espinhel|5.4.6.8.1 - Espinhel de superfície 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.3 - Outras modificações nos ecossistemas"",""1 - Alimentação humana 1 - Alimentação humana|1.7 - Pesca artesanal 1 - Alimentação humana|1.8 - Pesca industrial 4 - Caça/pesca esportiva"",""Controle e fiscalização, Criação de áreas protegidas, Educação e comunicação, Legislação, Proteção de locais/áreas, Proteção de recursos/habitat"","""",""CITES - Anexo II"","""",""1 , 100""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Elasmobranchii"",""Hexanchiformes"",""Hexanchidae"",""Notorynchus"",""Notorynchus cepedianus"",""Notorynchus cepedianus"",""(Péron, 1807)"",""cação-bruxa, tubarão-de-sete-fendas-pintado"",""Tubarões e Raias"",""11/2017"",""Criticamente em Perigo"",""Não"",""A2cd"",""Notorhyncus cepedianus é uma espécie demersal com distribuição global em águas temperadas das regiões costeiras. Era encontrada no Brasil do Rio de Janeiro ao Rio Grande do Sul, em maior abundância com o aumento da latitude. As principais ameaças relacionam-se às interações com a pesca, principalmente em capturas incidentais de arrastos-de-portas, emalhe-de-fundo e superfície. Os registros na região norte de sua distribuição no Brasil (RJ e SP) são exclusivamente históricos. Há o registro de pescarias direcionadas a esta espécie no RS entre a década de 1970 e 1980, que incidia sobre as fêmeas grávidas com arrasto de beira de praia e de jovens com redes-de-emalhe, e que ocasionou o desaparecimento da espécie em áreas da costa onde era anteriormente abundante. Entre 1980 e 1983, neonatos de N. cepedianus foram registrados na praia do Cassino (RS), uma área considerada um importante berçário para outros elasmobrânquios, onde a espécie não é mais observada atualmente. Tal fato remete a um declínio da sua área de ocupação e extensão de ocorrência. Em 2005, neonatos foram registrados na frota de Passos de Torres, mais ao norte no estado do Rio Grande do Sul. Dentro do cenário apresentado estima-se que houve um declínio populacional de pelo menos 90% no Brasil nos últimos 60 anos (três tempos geracionais). Desta forma, a espécie foi categorizada como Criticamente em Perigo (CR) pelo critério A2cd."",""Não"",""Sim"",""Santa Catarina, São Paulo"",""|Sudeste|Sul|"",""Sistema Costeiro-Marinho"",""Sub-bacia Litoral SP PR SC"",""REBIO Marinha do Arvoredo, RESEX Marinha Pirajubaé"",""APA MARINHA DO LITORAL CENTRO"","""",""Sim"",""Declinando"",""5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.1 - Captura intencional - subsistência/pequena escala|5.4.1.6 - Arrasto|5.4.1.6.3 - Arrasto de praia 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.1 - Captura intencional - subsistência/pequena escala|5.4.1.7 - Emalhe|5.4.1.7.1 - Emalhe de fundo 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.1 - Captura intencional - subsistência/pequena escala|5.4.1.7 - Emalhe|5.4.1.7.2 - Emalhe de superfície 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.5 - Captura indireta - subsistência/pequena escala|5.4.5.6 - Arrasto 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.5 - Captura indireta - subsistência/pequena escala|5.4.5.7 - Emalhe"",""1 - Alimentação humana 1 - Alimentação humana|1.7 - Pesca artesanal"",""Controle e fiscalização, Educação e comunicação, Plano de Ação Nacional (PAN), Proteção de recursos/habitat"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação dos Elasmobrânquios Ameaçados de Extinção"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""6 , 250""";;;;;; "Animalia,""Arthropoda"",""Insecta"",""Lepidoptera"",""Riodinidae"",""Rhetus"",""Rhetus belphegor"","""",""(Westwood, 1851)"",""Fadinha"",""Invertebrados Terrestres"",""11/2010"",""Criticamente em Perigo"",""Não"",""B1ab(i,ii,iii)+2ab(i,ii,iii)"",""Rhetus belphegor é endêmica de áreas altas e descontínuas de campo rupestre da Cadeia do Espinhaço, acima de 1.200 m de altitude. É conhecida de 16 localidades, até o momento. Sua extensão de ocorrência é estimada em menos de 100 km2 e sua área de ocupação, em menos de 10 km2. A população encontra-se fragmentada e as áreas onde a espécie foi registrada estão sujeitas a fortes pressões antrópicas. A destruição do habitat (campos rupestres) para silvicultura, mineração e coleta de plantas representa a principal ameaça. Portanto, a espécie foi categorizada como Criticamente em Perigo (CR), segundo os critérios B1ab(i, ii,iii)+2ab(i, ii,iii)."",""Sim"",""Não"",""Minas Gerais"",""|Sudeste|"",""Cerrado, Mata Atlântica"",""Sub-bacia Doce Sub-bacia Jequitinhonha Sub-bacia São Francisco Alto"",""APA do Morro da Pedreira, PARNA da Serra do Cipó, PARNA das Sempre-Vivas"",""ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL SUL-RMBH, PARQUE ESTADUAL RIO PRETO"","""",""Desconhecido"",""Desconhecida"",""6 - Distúrbios humanos 8 - Espécies invasoras problemáticas e doenças"","""",""Proteção de recursos/habitat"","""","""","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Mammalia"",""Rodentia"",""Cricetidae"",""Wilfredomys"",""Wilfredomys oenax"","""",""(Thomas, 1928)"",""Rato-do-mato, Rufous-nosed Mouse"",""Mamíferos"",""06/2013"",""Em Perigo"","""",""B2ab(ii,iii)"",""Wilfredomys oenax ocorre em algumas localidades do Uruguai e no Brasil, sendo conhecido de poucas localidades no Rio Grande do Sul e Paraná. No estado do Paraná, a espécie foi registrada pela última vez em 1981 na região metropolitana de Curitiba e esforços recentes na área não obtiveram sucesso em seu registro. A espécie é extremamente rara, com poucos registros fortuitos e presente em egagropilos de coruja. Embora tenha uma extensão de ocorrência relativamente ampla, sua área de ocupação é extremamente reduzida, pois a espécie vive em refúgios vegetacionais florestais, ou seja, sua distribuição é disjunta. Em toda área de distribuição as formações florestais estão ameaçadas por diversas atividades antrópicas dentre as quais, abertura de pastagem, lavouras, expansão das cidades, reservatórios de hidrelétricas e retração significativa das florestas com araucária e das florestas estacionais onde a espécie poderia ocorrer. Acredita-se que sua área de ocupação seja menor de 500 km2. Portanto, W. oenax foi classificada como Em Perigo (EN) pelo critério B2ab(ii, iii). Histórico das avaliações nacionais anteriores: Criticamente em perigo (CR), segundo o Livro Brasileiro da Fauna Brasileira Ameaçada de Extinção (Machado et al., 2008). Justificativa para a mudança: Mudança na forma de aplicação dos critérios."",""Não"",""Não"","""",""||"","""","""","""","""","""","""",""Desconhecida"","""","""","""","""","""","""",""""";;;;;; "Animalia,""Arthropoda"",""Insecta"",""Blattodea"",""Blattellidae"",""Litoblatta"",""Litoblatta camargoi"","""",""Gutiérrez, 2005"","""",""Invertebrados Terrestres"",""05/2018"",""Em Perigo"","""",""B1ab(iii)"",""Litoblatta camargoi é endêmica do Brasil e tem ocorrência conhecida na região da Chapada Diamantina, restrita às cavernas Lapa Doce I, Lapa Doce II, Gruta da Torrinha, Gruta da Fumaça e Gruta do Ioio, no município de Iraquara/Bahia. A extensão de ocorrência foi estimada em menos de 10 km2. A espécie é abundante nas localidades. As principais ameaças na região de Iraquara são a exploração drástica e descontrolada das águas subterrâneas e a poluição dos aquíferos por pesticidas. O nível das águas subterrâneas da região está diminuindo drasticamente nos últimos dois anos, afetando tanto o habitat aquático como o terrestre. Além disso, as cavernas são alvo de visitação, que, de forma geral, é desordenada. Considerando três localizações, a espécie foi categorizada como Em Perigo (EN) pelo critério B1ab(iii)."",""Sim"",""Sim"",""Bahia"",""|Nordeste|"",""Caatinga"",""Sub-bacia Itapecuru-Paraguaçu"","""",""ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL MARIMBUS / IRAQUARA"","""",""Não"",""Desconhecida"",""6 - Distúrbios humanos|6.1 - Atividades recreacionais/turísticas 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.2 - Represas e uso de água|7.2.7 - Captação de água subterrânea - uso na agricultura 9 - Poluição|9.3 - Agropecuária e florestal|9.3.3 - Herbicidas e pesticidas"","""",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação das Cavernas do Brasil"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Arthropoda"",""Chilopoda"",""Scolopendromorpha"",""Scolopocryptopidae"",""Newportia"",""Newportia potiguar"","""",""Ázara & Ferreira, 2014"","""",""Invertebrados Terrestres"",""05/2018"",""Vulnerável"","""",""D2"",""Newportia (Newportia) potiguar é registrada em apenas duas cavernas próximas no município de Felipe Guerra (Rio Grande do Norte), denominadas gruta do Varão (Gruta Geraldo Gusso) e Gruta do Abandono (Gruta da Carrapateira). As cavernas estão em um afloramento calcário e não são visitadas. No entanto, a área já foi alvo de sondagens visando exploração de petróleo, mas como não foi encontrado óleo o poço foi desativado. A extração ilegal de calcário na área é certamente uma preocupação já que a maioria das cavernas da área é pequena e relativamente rasa, o que as torna vulneráveis a tais atividades. Toda a região está incluída em polígonos minerários com autorização de pesquisa, requerimento e concessão de lavra, o que representa uma ameaça potencial plausível. Portanto, a espécie foi avaliada como Vulnerável (VU) pelo critério D2."",""Sim"",""Sim"",""Rio Grande do Norte"",""|Nordeste|"",""Caatinga"",""Sub-bacia Piranhas"","""","""","""",""Não"",""Desconhecida"",""3 - Produção energética e mineração|3.2 - Mineração|3.2.3 - Extração de minérios - subsolo 6 - Distúrbios humanos|6.1 - Atividades recreacionais/turísticas"","""",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação das Cavernas do Brasil"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Actinopterygii"",""Gymnotiformes"",""Apteronotidae"",""Sternarchorhynchus"",""Sternarchorhynchus severii"",""Sternarchorhynchus severii"",""de Santana & Nogueira, 2006"",""Ituí"",""Peixes Continentais"",""05/2018"",""Vulnerável"","""",""D2"",""Sternarchorhynchus severii é uma espécie reofílica, endêmica do Brasil, conhecida apenas da localidade-tipo, Cachoeira Paredão 2, na bacia do rio Mucajaí, em Roraima. Nesta região está prevista a construção da Usina Hidrelétrica Cachoeira Paredão";" a instalação desta usina afetará toda a área de distribuição conhecida da espécie (uma localização), constituindo uma ameaça futura plausível de levar o táxon a CR em curto prazo. Portanto, S. severii foi categorizada como Vulnerável (VU) pelo critério D2."",""Sim"",""Sim"",""Roraima"",""|Norte|"",""Amazônia"",""Sub-bacia Negro"","""","""","""",""Não"",""Desconhecida"",""3 - Produção energética e mineração|3.3 - Energia renovável|3.3.1 - Hidrelétricas"","""",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação dos Peixes Amazônicos"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;; "Animalia,""Chordata"",""Amphibia"",""Anura"",""Hylidae"",""Sphaenorhynchus"",""Sphaenorhynchus bromelicola"",""Sphaenorhynchus bromelicola"",""Bokermann, 1966"",""Perereca-limão-da-Bahia"",""Anfíbios"",""09/2018"",""Em Perigo"","""",""B1ab(iii)"",""Sphaenorhynchus bromelicola é endêmica do Brasil, conhecida apenas de três registros muito próximos entre si no município de Maracás, no estado da Bahia, em região de transição entre os biomas Mata Atlântica e Caatinga. Sua extensão de ocorrência foi estimada em 1 km2. Apesar dos constantes esforços direcionados para amostragem da espécie na região nos últimos 15 anos, S. bromelicola não foi mais encontrada. Foram consideradas duas localizações, sendo as principais ameaças a perda de hábitat causada pela substituição da vegetação por Caatinga mais secas e a redução drástica dos mananciais hídricos da região, que provocam declínio da qualidade do hábitat da espécie. Por esses motivos, Sphaenorhynchus bromelicola foi avaliada como Em Perigo (EN) segundo o critério B1ab(iii)."",""Sim"",""Sim"",""Bahia"",""|Nordeste|"",""Caatinga, Mata Atlântica"",""Sub-bacia Contas Sub-bacia Itapecuru-Paraguaçu"","""","""","""",""Não"",""Desconhecida"",""1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.1 - Expansão urbana 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.1 - Culturas anuais e perenes não-madeireiras|2.1.4 - Agricultura de escala desconhecida 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.2 - Silvicultura|2.2.3 - Plantações em escala desconhecida 5 - Uso de recursos biológicos|5.2 - Coleta de plantas terrestres|5.2.2 - Efeitos indiretos (a espécie não é o alvo) 5 - Uso de recursos biológicos|5.3 - Extração florestal|5.3.5 - Motivação desconhecida 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.3 - Outras modificações nos ecossistemas"","""",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação da Herpetofauna Ameaçada da Mata Atlântica Nordestina, Plano de Ação Nacional para a Conservação da Herpetofauna do Nordeste - 2º ciclo"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Arthropoda"",""Entognatha"",""Entomobryomorpha"",""Isotomidae"",""Arlea"",""Arlea arenicola"",""Arlea arenicola"",""Abrantes & Mendonça, 2005"",""Colêmbolo, Pulga-de-jardim"",""Invertebrados Terrestres"",""05/2018"",""Criticamente em Perigo"",""Não"",""B2ab(iii)"",""Arlea arenicola é endêmica do Brasil, ocorrendo exclusivamente nas dunas da restinga da praia da Barra de Maricá, estado do Rio de Janeiro, região intensamente urbanizada. Apesar de estar dentro de uma APA, a área sofre intensa expansão urbana e incêndios frequentes na vegetação de restinga. A principal ameaça à espécie é a degradação do ambiente. Sua Área de Ocupação é inferior à 10km² (B2), com uma única localização (a) e declínio continuado da qualidade do habitat (biii). Por isso, A. arenicola foi categorizada como Criticamente em Perigo (CR) pelo critério B2ab(iii)."",""Sim"",""Sim"",""Rio de Janeiro"",""|Sudeste|"",""Sistema Costeiro-Marinho"","""","""","""","""",""Não"",""Desconhecida"",""1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.1 - Expansão urbana 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.1 - Incêndios e supressão de incêndios|7.1.1 - Aumento da frequência/intensidade de incêndios"","""","""","""",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Aves"",""Passeriformes"",""Dendrocolaptidae"",""Xiphocolaptes"",""Xiphocolaptes carajaensis"",""Xiphocolaptes carajaensis"",""Silva, Novaes & Oren, 2002"",""arapaçu-do-carajás"",""Aves"",""09/2017"",""Vulnerável"","""",""A4c"",""Xiphocolaptes carajaensis é endêmica do Brasil, restrita ao interflúvio Xingu-Tocantins, região que vem sofrendo altas taxas de desmatamento. Ocorre apenas em grandes áreas de floresta, estando aparentemente extinta em locais alterados e fragmentados. Assim sendo, considera-se que a perda de habitat leva a perda populacional, no mínimo, proporcional. Suspeita-se que a perda populacional, no passado e no futuro, englobando três gerações (14 anos), seja maior que 30%. Por estas razões, X. carajaensis foi categorizada como Vulnerável (VU) A4c."",""Sim"",""Sim"",""Pará"",""|Norte|"",""Amazônia"",""Sub-bacia Foz Amazonas Sub-bacia Tocantins Baixo Sub-bacia Xingu"",""FLONA Carajás, FLONA Caxiuanã, FLONA Tapirape-Aquiri, REBIO Tapirapé"",""ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL DO LAGO DE TUCURUI"","""",""Desconhecido"",""Declinando"",""11 - Mudanças e extremos climáticos|11.1 - Mudança/alteração de habitat 5 - Uso de recursos biológicos|5.3 - Extração florestal|5.3.2 - Uso intencional - larga escala"","""",""Criação de áreas protegidas, Plano de Ação Nacional (PAN), Proteção de locais/áreas"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação das Aves Ameaçadas do Bioma Amazônia, Plano de Ação Nacional para a Conservação das Aves Ameaçadas do Bioma Amazônia - 2º ciclo"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Mammalia"",""Cingulata"",""Dasypodidae"",""Priodontes"",""Priodontes maximus"",""Priodontes maximus"",""(Kerr, 1792)"",""Tatu-açú, Tatu-canastra"",""Mamíferos"",""11/2018"",""Vulnerável"","""",""A2cd"",""Priodontes maximus possui ampla distribuição na América do Sul. No Brasil é encontrada nos biomas Amazônia, Cerrado, Mata Atlântica e Pantanal, mas suas populações estão em declínio e cada vez mais isoladas. Estima-se que pelo menos 15% do habitat adequado à espécie tenha sido perdido nas últimas 3 gerações (33 anos). Devido aos altos requerimentos de habitat da espécie e a sua reprodução lenta, suspeita-se de um declínio populacional de pelo menos 20% nas últimas três gerações em virtude da perda de habitat. Complementarmente, suspeita-se que a espécie tenha perdido pelo menos 10% de sua população nas últimas três gerações devido à perda de indivíduos por conflitos com humanos, ao intenso impacto da caça, à existência de atropelamentos e aos incêndios florestais. Assim, suspeita-se que pelo menos 30% da população da espécie foi perdida nas últimas três gerações. Por essas razões, P. maximus foi categorizada como Vulnerável (VU) pelos critérios A2cd."",""Não"",""Sim"",""Acre, Amapá, Amazonas, Bahia, Distrito Federal, Espírito Santo, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Piauí, Rondônia, Roraima, Tocantins"",""|Centro-Oeste|Nordeste|Norte|Sudeste|"",""Amazônia, Caatinga, Cerrado, Mata Atlântica, Pantanal"",""Sub-bacia Amapá Litoral Sub-bacia Araguaia Sub-bacia Doce Sub-bacia Foz Amazonas Sub-bacia Gurupi Sub-bacia Jequitinhonha Sub-bacia Madeira Sub-bacia Mearim Sub-bacia Negro Sub-bacia Paraguai 01 Sub-bacia Paraguai 02 Sub-bacia Paraguai 03 Sub-bacia Paranaíba Sub-bacia Paraná RH1 Sub-bacia Parnaíba Alto Sub-bacia Paru Sub-bacia Purus Sub-bacia São Francisco Alto Sub-bacia São Francisco Médio Sub-bacia Solimões Sub-bacia Tapajós Sub-bacia Tocantins Alto Sub-bacia Tocantins Baixo Sub-bacia Trombetas Sub-bacia Xingu"",""APA Planalto Central, ESEC da Terra do Meio, ESEC de Maracá, ESEC de Uruçuí-Una, ESEC do Jari, ESEC Rio Acre, FLONA Altamira, FLONA Amapá, FLONA Carajás, FLONA Caxiuanã, FLONA Crepori, FLONA do Tapajós, FLONA Jamari, FLONA Purus, PARNA Amazônia, PARNA Campos Amazônicos, PARNA da Chapada dos Guimarães, PARNA da Chapada dos Veadeiros, PARNA das Emas, PARNA da Serra da Canastra, PARNA das Sempre-Vivas, PARNA de Brasília, PARNA do Cabo Orange, PARNA do Jamanxim, PARNA do Pantanal Mato-grossense, PARNA do Viruá, PARNA Grande Sertão Veredas, PARNA Jaú, PARNA Mapinguari, PARNA Montanhas do Tumucumaque, PARNA Nascentes do Lago Jari, PARNA Nascentes do Rio Parnaíba, PARNA Pacaás Novos, PARNA Pico da Neblina, PARNA Serra do Divisor, PARNA Serra do Pardo, REBIO de Sooretama, REBIO do Gurupi, REBIO Nascentes da Serra do Cachimbo, REBIO Rio Trombetas, REBIO Uatumã, RESEX Alto Tarauacá, RESEX Arapixi, RESEX Baixo Rio Branco Jauaperi, RESEX Cazumbá-Iracema, RESEX Riozinho da Liberdade, RESEX Tapajós-Arapiuns"",""APA DA BACIA DOS RIBEIRÕES DO GAMA E CABEÇA DE VEADO, APA DO LAGO PARANOÁ, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL - BAIXO RIO BRANCO, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL COCHÁ E GIBÃO, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL DA CHAPADA DOS GUIMARÃES, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL DO LAGO DE TUCURUI, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL DO RIO PRETO, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL ILHA DO BANANAL/CANTÃO, Área de Proteção Ambiental Jalapão, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL POUSO ALTO, ESTAÇÃO ECOLÓGICA DE ÁGUAS EMENDADAS, PARQUE ESTADUAL CHANDLESS, PARQUE ESTADUAL DA MATA ATLÂNTICA, PARQUE ESTADUAL DO MATUPIRI, PARQUE ESTADUAL DO RIO DOCE, PARQUE ESTADUAL RIO PRETO, PARQUE ESTADUAL SERRA AZUL, PARQUE ESTADUAL SERRA SANTA BÁRBARA, RESERVA DE DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL AMANÃ, RESERVA DE DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL IGAPÓ-AÇU, RESERVA EXTRATIVISTA DO RIO GREGÓRIO"",""CRISTALINO I, CRISTALINO III, PEUGEOT-ONF-BRASIL, Reserva Natural do Tombador, RPPN Estância Ecológica SESC - Pantanal, RPPN Fazendinha, RPPN Reserva Boca da Mata, RPPN Santuário Ecológico Sonhem, RPPN Unidade de Conservação de Galheiros"",""Não"",""Declinando"",""1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.1 - Expansão urbana 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.1 - Culturas anuais e perenes não-madeireiras|2.1.3 - Agricultura agro-industriais 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.2 - Silvicultura|2.2.2 - Plantações agro-industriais 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.3 - Pecuária|2.3.3 - Pecuária agro-industrial 4 - Transportes e serviços de transmissão|4.2 - Atropelamentos 5 - Uso de recursos biológicos|5.1 - Caça e captura de animais terrestres ou marinhos|5.1.1 - Caça/captura intencional (a espécie é o alvo)|5.1.1.1 - Uso de subsistência/escambo local 5 - Uso de recursos biológicos|5.1 - Caça e captura de animais terrestres ou marinhos|5.1.1 - Caça/captura intencional (a espécie é o alvo)|5.1.1.6 - Retaliação/controle 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.1 - Incêndios e supressão de incêndios|7.1.1 - Aumento da frequência/intensidade de incêndios"",""1 - Alimentação humana|1.1 - Caça de subsistência"",""Controle e fiscalização, Criação de áreas protegidas, Educação e comunicação, Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação das Espécies Endêmicas e Ameaçadas de Extinção da Fauna da Região do Baixo e Médio Xingu, Plano de Ação Nacional para a Conservação do Tamanduá-bandeira e Tatu-canastra"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022, CITES - Anexo I"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Aves"",""Passeriformes"",""Oxyruncidae"",""Oxyruncus"",""Oxyruncus cristatus tocantinsi"","""",""Chapman, 1939"",""araponga-do-horto"",""Aves"",""09/2017"",""Vulnerável"","""",""B1ab(ii,iii)+2ab(ii,iii)"",""Oxyruncus cristatus tocantinsi é endêmica do Brasil, com população restrita a Serra dos Carajás. Esta população possui uma extensão de ocorrência de 5.550 km² e área de ocupação de 28 km2, ocorrendo em uma área que sofre pressão de desmatamento, queimadas e mineração. Ocorre apenas em restritos topos de morros e necessita de habitats florestais pouco perturbados, havendo declínio continuado da área de ocupação e da qualidade do habitat. Foram definidas menos de 10 localizações para o táxon em função das atividades de mineração. Desta forma, O. cristatus tocantinsi foi categorizada como Vulnerável (VU) pelo critério B1ab(ii,iii)+2ab(ii,iii)."",""Sim"",""Sim"",""Pará"",""|Norte|"",""Amazônia"",""Sub-bacia Tocantins Baixo"",""FLONA Carajás, FLONA Tapirape-Aquiri"","""","""","""",""Desconhecida"",""2 - Agropecuária e Aquacultura|2.2 - Silvicultura|2.2.3 - Plantações em escala desconhecida 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.3 - Pecuária|2.3.4 - Pecuária em escala desconhecida 3 - Produção energética e mineração|3.2 - Mineração|3.2.3 - Extração de minérios - subsolo 3 - Produção energética e mineração|3.2 - Mineração|3.2.4 - Extração de minérios - garimpo 5 - Uso de recursos biológicos|5.3 - Extração florestal|5.3.5 - Motivação desconhecida 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.1 - Incêndios e supressão de incêndios|7.1.1 - Aumento da frequência/intensidade de incêndios"","""","""","""",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"",""400 , 1100"",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Mammalia"",""Rodentia"",""Caviidae"",""Cavia"",""Cavia intermedia"",""Cavia intermedia"",""Cherem, Olimpio & Ximenez, 1999"","""",""Mamíferos"",""09/2021"",""Criticamente em Perigo"",""Não"",""D"",""Cavia intermedia é endêmica do Brasil, ocorrendo exclusivamente no estado de Santa Catarina, na maior ilha do Arquipélago Moleques do Sul, que possui área aproximada de 0,1 km². O número de indivíduos maduros foi estimado em 33. Apesar de o arquipélago já estar protegido legalmente por fazer parte da zona intangível do Parque Estadual da Serra do Tabuleiro, o uso não autorizado da ilha, como local de acampamento e pesca, ainda ocorre por pescadores e aventureiros. Esse uso ilegal representa a principal ameaça à espécie, devido à possibilidade de introdução de espécies exóticas (predadores, competidores, patógenos), remoção de indivíduos e incêndios, que podem afetar toda a população de uma só vez. Portanto, Cavia intermedia foi categorizada como Criticamente em Perigo (CR) pelo critério D."",""Sim"",""Sim"",""Santa Catarina"",""|Sul|"",""Mata Atlântica"","""",""APA Baleia Franca"",""PARQUE ESTADUAL DA SERRA DO TABULEIRO"","""",""Desconhecido"",""Estável"",""6 - Distúrbios humanos|6.1 - Atividades recreacionais/turísticas 6 - Distúrbios humanos|6.3 - Trabalho e outras atividades 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.1 - Incêndios e supressão de incêndios|7.1.3 - Tendência desconhecida"","""",""Conscientização/comunicação, Manejo de locais/áreas, Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação dos Pequenos Mamíferos de Áreas Florestais"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Arthropoda"",""Insecta"",""Coleoptera"",""Lucanidae"",""Altitatiayus"",""Altitatiayus trifurcatus"","""",""(Grossi & Racca-Filho, 2004)"",""besouro-tesoura"",""Invertebrados Terrestres"",""10/2014"",""Vulnerável"","""",""D2"",""Altitatiayus trifurcatus é endêmica do Brasil, conhecida apenas da localidade-tipo, na Floresta Nacional de Passa Quatro. A espécie é encontrada somente em uma altitude superior a 2700m. Embora ocorra em uma unidade de conservação, a área de ocupação da espécie é extremamente restrita (1000m2). A espécie tem tamanho pequeno (16 mm), é diurna e não tem capacidade de voo, utilizando o caminho das trilhas durante o dia. Já foi observado o pisoteio de alguns exemplares, podendo representar uma ameaça. No entanto, não é possível avaliar o impacto dessa ameaça na população da espécie. Também não há informações sobre a biologia da espécie. Considerando apenas uma localização e AOO de 1000m2, Altitatiayus trifurcatus foi categorizada como Vulnerável, segundo critério D2."",""Sim"",""Não"",""Minas Gerais"",""|Sudeste|"",""Mata Atlântica"",""Sub-bacia Paraíba do Sul"",""APA Serra da Mantiqueira"","""",""RPPN PEDRA DA MINA"",""Não"",""Desconhecida"",""11 - Mudanças e extremos climáticos 6 - Distúrbios humanos|6.1 - Atividades recreacionais/turísticas 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.1 - Incêndios e supressão de incêndios|7.1.1 - Aumento da frequência/intensidade de incêndios"","""","""","""","""","""",""""";;;;;; "Animalia,""Arthropoda"",""Insecta"",""Coleoptera"",""Lampyridae"",""Amydetes"",""Amydetes bellorum"",""Amydetes bellorum"",""Silveira e Mermudes, 2014"","""",""Invertebrados Terrestres"",""07/2022"",""Em Perigo"","""",""B1ab(iii)"",""Amydetes bellorum é endêmica do Brasil, conhecida apenas em quatro localidades no estado do Rio de Janeiro. A espécie é de fácil detecção, mas não foi localizada em outras áreas amostradas da região. Sua extensão de ocorrência é estimada em 1.460km2. No continente, a espécie ocorre numa área de forte urbanização, e a poluição luminosa decorrente do crescimento das regiões do entorno pode impactar a espécie, já que mesmo níveis baixos de fotopoluição sabidamente interferem na reprodução dos vagalumes. Mesmo na Ilha Grande, o lado continental é bastante ocupado, e a vegetação próxima às praias já foi modificada. Conjuntamente, essas ameaças e transformações da paisagem natural promovem declínio continuado da qualidade do habitat remanescente. A espécie possui baixa capacidade de dispersão e, considerando a matriz urbana em que se insere, suspeita-se que sua população esteja severamente fragmentada. Portanto, A. bellorum foi categorizada como Em Perigo (EN) segundo o critério B1ab(iii)."",""Sim"",""Sim"",""Rio de Janeiro"",""|Sudeste|"",""Mata Atlântica, Sistema Costeiro-Marinho"",""Sub-bacia Litoral RJ"","""",""ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL DE TAMOIOS, PARQUE ESTADUAL DA ILHA GRANDE"","""",""Não"",""Desconhecida"",""1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.1 - Expansão urbana 9 - Poluição|9.6 - Excesso de energia|9.6.1 - Poluição luminosa"","""","""","""",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Arthropoda"",""Insecta"",""Lepidoptera"",""Nymphalidae"",""Morpho"",""Morpho epistrophus nikolajewna"",""Morpho epistrophus nikolajewna"",""Weber, 1951"",""Borboleta"",""Invertebrados Terrestres"",""08/2021"",""Vulnerável"","""",""B1ab(ii,iii)"",""Morpho epistrophus nikolajewna é endêmica do Brasil, registrada nos estados da Paraíba, Pernambuco e Alagoas. Sua extensão de ocorrência (EOO) foi calculada em 7.165km2. A área de distribuição da espécie é afetada, principalmente, pela expansão urbana e atividades agropecuárias, que causam redução e fragmentação do habitat remanescente. Essas últimas atividades também fazem uso recorrente de pesticidas, herbicidas e fogo que contribuem para declínio continuado da qualidade do habitat. As subpopulações da espécie vêm sendo eliminadas por desmatamento intenso e fragmentação das florestas. Em João Pessoa, a maioria dos fragmentos em que se conhecia a espécie foram desmatados e a única localidade de registro atual desta espécie se encontra em parque na malha urbana. Devido sua capacidade de dispersão relativamente baixa e fidelidade a habitats preservados, a fragmentação do habitat se reflete em fragmentação severa da população. Por essas razões, Morpho epistrophus nikolajewna foi categorizada como Vulnerável (VU), pelo critério B1ab(ii,iii)."",""Sim"",""Sim"",""Alagoas, Paraíba, Pernambuco"",""|Nordeste|"",""Mata Atlântica"",""Sub-bacia Litoral AL PE PB Sub-bacia Paraíba"","""","""","""",""Desconhecido"",""Desconhecida"",""1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.1 - Expansão urbana 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.1 - Culturas anuais e perenes não-madeireiras|2.1.4 - Agricultura de escala desconhecida 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.3 - Pecuária|2.3.4 - Pecuária em escala desconhecida 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.1 - Incêndios e supressão de incêndios|7.1.1 - Aumento da frequência/intensidade de incêndios 9 - Poluição|9.3 - Agropecuária e florestal|9.3.3 - Herbicidas e pesticidas"","""",""Criação de áreas protegidas, Plano de Ação Nacional (PAN), Proteção de recursos/habitat, Restauração de habitat e processos naturais"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação de Lepidópteros"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Actinopterygii"",""Cyprinodontiformes"",""Anablepidae"",""Jenynsia"",""Jenynsia sanctaecatarinae"",""Jenynsia sanctaecatarinae"",""Ghedotti & Weitzman, 1996"","""",""Peixes Continentais"",""11/2021"",""Em Perigo"","""",""B1ab(iii)"",""Jenynsia sanctaecatarinae é endêmica do Brasil e ocorre nas sub-bacias dos rios Itoupava, Manoel Alves, São Bento e Cedro, na bacia do rio Araranguá, no estado de Santa Catarina. Esta bacia tem sido altamente impactada por diversas atividades antrópicas, como mineração, poluição industrial, resíduos urbanos, esgoto doméstico e agricultura intensiva. A espécie é conhecida de poucos exemplares coletados principalmente entre as décadas de 1970 e 2000. Esforços de coleta recentes na região adicionaram poucos registros à espécie, mas presume-se que ela ocorra em toda a bacia, principalmente em seus trechos menos impactados. A Extensão de Ocorrência (EOO) foi calculada em 4.537 km². Os impactos aos corpos hídricos da bacia causados pelas atividades descritas acima implicam em declínio continuado da qualidade do habitat, devido principalmente, ao assoreamento, supressão da vegetação marginal, aumento da turbidez e carreamento de agrotóxicos. A poluição relacionada às atividades de mineração e beneficiamento de carvão, principal ameaça identificada, impacta todo o eixo central da bacia (formada pelos rios Mãe Luzia e Araranguá), da região da cabeceira até a foz, e afluentes da margem esquerda (sub-bacias dos rios Sangão, Araranguá e dos Porcos) representando cinco localizações. Por isso, Jenynsia sanctaecatarinae foi categorizada como Em Perigo (EN) pelo critério B1ab(iii)."",""Sim"",""Sim"",""Santa Catarina"",""|Sul|"",""Mata Atlântica"",""Sub-bacia Litoral SP PR SC"","""","""","""",""Desconhecido"",""Desconhecida"",""11 - Mudanças e extremos climáticos|11.2 - Secas 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.3 - Pecuária|2.3.4 - Pecuária em escala desconhecida 3 - Produção energética e mineração|3.2 - Mineração|3.2.2 - Extração de seixo/pedra 9 - Poluição|9.1 - Doméstica e urbana - escoamento de água|9.1.1 - Esgoto 9 - Poluição|9.2 - Industrial|9.2.4 - Tipo desconhecido 9 - Poluição|9.3 - Agropecuária e florestal|9.3.2 - Erosão do solo/sedimentação 9 - Poluição|9.3 - Agropecuária e florestal|9.3.3 - Herbicidas e pesticidas"","""",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação dos Peixes e Eglas da Mata Atlântica"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Aves"",""Passeriformes"",""Cotingidae"",""Xipholena"",""Xipholena lamellipennis"",""Xipholena lamellipennis"",""(Lafresnaye, 1839)"",""bacacu-preto"",""Aves"",""09/2017"",""Vulnerável"","""",""A2c"",""Xipholena lamellipennis é endêmica do Brasil, ocorrendo estados do Amazonas, Pará, Tocantins e Maranhão. É dependente de florestas. Baseado em perda de habitat florestal em sua distribuição, em três gerações passadas, suspeita-se que houve declínio populacional entre 30 e 50%. Dessa forma, X. lamellipennis foi categorizada como Vulnerável (VU) pelo critério A2c."",""Sim"",""Sim"",""Amazonas, Maranhão, Pará, Tocantins"",""|Nordeste|Norte|"",""Amazônia, Cerrado"",""Sub-bacia Araguaia Sub-bacia Foz Amazonas Sub-bacia Gurupi Sub-bacia Madeira Sub-bacia Mearim Sub-bacia Paru Sub-bacia Tapajós Sub-bacia Tocantins Baixo Sub-bacia Trombetas"",""FLONA Amaná, FLONA Carajás, FLONA Caxiuanã, FLONA do Tapajós, FLONA Tapirape-Aquiri, FLONA Trairão, PARNA Amazônia, REBIO do Gurupi, REBIO Nascentes da Serra do Cachimbo, RESEX Marinha Mocapajuba"",""ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL DO ARQUIPÉLAGO DO MARAJÓ"",""RPPN Fazenda Santo Antonio do Pindaré,Gleba Barra da Jurema, RPPN Sumaúma"",""Desconhecido"",""Declinando"",""2 - Agropecuária e Aquacultura|2.1 - Culturas anuais e perenes não-madeireiras|2.1.4 - Agricultura de escala desconhecida 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.2 - Silvicultura|2.2.3 - Plantações em escala desconhecida 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.3 - Pecuária|2.3.4 - Pecuária em escala desconhecida 5 - Uso de recursos biológicos|5.3 - Extração florestal|5.3.5 - Motivação desconhecida 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.1 - Incêndios e supressão de incêndios|7.1.1 - Aumento da frequência/intensidade de incêndios"","""",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação das Aves Ameaçadas do Bioma Amazônia - 2º ciclo"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Mammalia"",""Rodentia"",""Cricetidae"",""Cerradomys"",""Cerradomys goytaca"",""Cerradomys goytaca"",""Tavares, Pessôa & Gonçalves, 2011"",""Rato-do-chão, Rato-goytacá, Restinga Rice Rat"",""Mamíferos"",""11/2021"",""Em Perigo"","""",""B1ab(ii,iii)+2ab(ii,iii)"",""Cerradomys goytaca é endêmica do Brasil, encontrada exclusivamente em restingas, atualmente descontínuas, no litoral norte do estado do Rio de Janeiro e no litoral sul do estado do Espírito Santo. Embora seja comum onde ocorre e esteja contemplada em uma unidade de conservação, sua Extensão de Ocorrência (EOO) é restrita, calculada em 3.795 km², e sua Área de Ocupação (AOO), calculada em 200km², sofreu redução de 33% nos últimos 10 anos. Grande parte das restingas ocupadas pela espécie sofre intensa pressão pela expansão urbana, industrial e pelas atividades agropastoris sobre as áreas de formações naturais. No extremo sul do litoral do Espírito Santo, há previsão de instalação de um porto, enquanto no litoral norte do Rio de Janeiro, já existe um porto em operação. Ambos estão associados aos parques industriais dentro da área de distribuição da espécie, o que também promove redução da área e da qualidade do habitat remanescente. Considerando o tamanho desses animais, sua baixa capacidade de dispersão, sua restrição a habitats de restinga arbustiva e a taxa de transformação dessa paisagem, infere-se que sua população esteja severamente fragmentada. Por essas razões, Cerradomys goytaca foi categorizada como Em Perigo (EN), pelos critérios B1ab(ii,iii)+2ab(ii,iii)."",""Sim"",""Sim"",""Espírito Santo, Rio de Janeiro"",""|Sudeste|"",""Mata Atlântica"",""Sub-bacia Litoral RJ"",""PARNA Restinga de Jurubatiba"",""PARQUE ESTADUAL DA LAGOA DO AÇU"",""FAZENDA CARUARA"",""Não"",""Declinando"",""1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.1 - Expansão urbana 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.3 - Pecuária|2.3.4 - Pecuária em escala desconhecida 3 - Produção energética e mineração|3.1 - Extração de petróleo e gás natural 4 - Transportes e serviços de transmissão|4.3 - Portos 8 - Espécies invasoras problemáticas e doenças|8.1 - Espécies exóticas|8.1.1 - Espécie conhecida"","""",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação dos Pequenos Mamíferos de Áreas Florestais"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Arthropoda"",""Insecta"",""Odonata"",""Coenagrionidae"",""Leptagrion"",""Leptagrion bocainense"",""Leptagrion bocainense"",""Santos, 1979"",""Agulhinha, Donzelinha, Donzelinha das bromélias, Lava-bunda, Libélula, Libélula das bromélias"",""Invertebrados de Água Doce"",""06/2022"",""Vulnerável"","""",""B1ab(ii,iii)"",""Leptagrion bocainense é endêmica do Brasil, sendo encontrada associada a bromélias em habitat florestal e registrada nos estados de Minas Gerais, Rio de Janeiro e São Paulo. Sua Extensão de Ocorrência (EOO) é calculada em 10.164 km2. Apesar de existirem áreas bem preservadas na região, como a Serra do Mar, Bocaina e Serra da Mantiqueira, a área de distribuição da espécie passa por intensa perda de habitat com conversão para agricultura e urbanização. Conjuntamente, essas atividades promovem também um declínio continuado da qualidade do habitat remanescente. Considerando sua baixa capacidade de dispersão e sua afinidade por habitat específico e preservado, infere-se que sua população esteja severamente fragmentada. Portanto, L. bocainense foi categorizada como Vulnerável (VU), pelo critério B1ab(ii,iii)."",""Sim"",""Sim"",""Minas Gerais, Rio de Janeiro, São Paulo"",""|Sudeste|"",""Mata Atlântica"",""Sub-bacia Grande Sub-bacia Litoral RJ Sub-bacia Paraíba do Sul"",""APA Bacia do Rio Paraíba do Sul, PARNA da Serra da Bocaina, PARNA de Itatiaia"",""APA CAMPOS DO JORDÃO, APA SILVEIRAS"","""","""",""Desconhecida"",""1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.1 - Expansão urbana 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.1 - Culturas anuais e perenes não-madeireiras|2.1.4 - Agricultura de escala desconhecida"","""","""","""",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Mammalia"",""Sirenia"",""Trichechidae"",""Trichechus"",""Trichechus inunguis"",""Trichechus inunguis"",""(Natterer, 1883)"",""Peixe-boi-da-amazônia"",""Mamíferos"",""05/2018"",""Vulnerável"","""",""A4cd"",""Trichechus inunguis é uma espécie com ampla distribuição na Bacia Amazônica. Devido ao comportamento críptico da espécie, dados de abundância e densidade confiáveis são inexistentes. Historicamente, as populações eram mais abundantes do que hoje. A principal causa da redução populacional foi a caça indiscriminada ocorrida desde o Brasil colonial. Cerca de 80 a 140 mil peixes-boi foram abatidos entre os anos de 1935 e 1954, sem considerar a caça de subsistência, que ainda persiste. Além dessas, a captura acidental de filhotes, a projeção de construção de hidrelétricas e atividades de exploração e produção de petróleo e gás na Bacia Amazônica, a contaminação ambiental e bioacumulação, e a degradação do habitat em virtude dos desmatamentos e assoreamento nas margens, são ameaças reais para a espécie. Considerando o efeito cumulativo e a intensificação das ameaças no futuro, suspeita-se um declínio populacional de pelo menos 30% ao longo de três gerações. Portanto, T. inunguis foi categorizada como Vulnerável (VU) segundo o critério A4cd. A espécie não é endêmica do Brasil e, por isso, há necessidade de se considerar a possibilidade do ajuste da avaliação regional (3° passo). Como não existem informações suficientes sobre a contribuição da população vizinha para a população brasileira optou-se por manter a categoria identificada na avaliação preliminar (2° passo)."",""Não"",""Sim"",""Acre, Amapá, Amazonas, Ceará, Pará, Rondônia, Roraima"",""|Nordeste|Norte|"",""Amazônia, Caatinga"",""Sub-bacia Amapá Litoral Sub-bacia Foz Amazonas Sub-bacia Jaguaribe Sub-bacia Madeira Sub-bacia Negro Sub-bacia Paru Sub-bacia Purus Sub-bacia Solimões Sub-bacia Tapajós Sub-bacia Tocantins Baixo Sub-bacia Trombetas"",""APA Chapada do Araripe, ESEC Cuniã, ESEC de Caracaraí, ESEC de Maracá, ESEC do Jari, ESEC Juami-Japurá, ESEC Jutaí-Solimões, ESEC Niquiá, FLONA Altamira, FLONA Caxiuanã, FLONA do Tapajós, FLONA Humaitá, FLONA Jatuarana, FLONA Mapiá-Inauini, FLONA Mulata, FLONA Purus, FLONA Saracá-Taquera, PARNA Amazônia, PARNA Anavilhanas, PARNA do Cabo Orange, PARNA do Viruá, PARNA Jaú, PARNA Serra do Divisor, REBIO Abufari, REBIO do Lago Piratuba, REBIO Rio Trombetas, REBIO Uatumã, RESEX Auati-Paraná, RESEX Baixo Juruá, RESEX Lago do Capanã Grande, RESEX MAR Soure, RESEX Médio Juruá, RESEX Rio Cajari, RESEX Rio Jutaí, RESEX Tapajós-Arapiuns"",""ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL DO ARQUIPÉLAGO DO MARAJÓ, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL MARGEM DIREITA DO RIO NEGRO- SETOR PADUARI-SOLIMÕES, PARQUE ESTADUAL DE MONTE ALEGRE, PARQUE ESTADUAL RIO NEGRO SETOR SUL, RESERVA DE DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL AMANÃ, RESERVA DE DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL CUJUBIM, RESERVA DE DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL MAMIRAUÁ, RESERVA DE DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL PIAGAÇU PURUS, RESERVA EXTRATIVISTA CATUÁ-IPIXUNA, RESERVA EXTRATIVISTA RIO PRETO-JACUNDÁ"","""",""Sim"",""Declinando"",""11 - Mudanças e extremos climáticos|11.1 - Mudança/alteração de habitat 11 - Mudanças e extremos climáticos|11.2 - Secas 3 - Produção energética e mineração|3.1 - Extração de petróleo e gás natural 3 - Produção energética e mineração|3.2 - Mineração|3.2.4 - Extração de minérios - garimpo 3 - Produção energética e mineração|3.3 - Energia renovável|3.3.1 - Hidrelétricas 4 - Transportes e serviços de transmissão|4.4 - Tráfego de embarcações 5 - Uso de recursos biológicos|5.1 - Caça e captura de animais terrestres ou marinhos|5.1.1 - Caça/captura intencional (a espécie é o alvo)|5.1.1.1 - Uso de subsistência/escambo local 5 - Uso de recursos biológicos|5.1 - Caça e captura de animais terrestres ou marinhos|5.1.1 - Caça/captura intencional (a espécie é o alvo)|5.1.1.2 - Comercial - Nacional/Local 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.1 - Captura intencional - subsistência/pequena escala|5.4.1.2 - Aparelho primitivo|5.4.1.2.1 - Arpão 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.5 - Captura indireta - subsistência/pequena escala|5.4.5.4 - Armadilha|5.4.5.4.3 - Cerco fixo (curral) 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.5 - Captura indireta - subsistência/pequena escala|5.4.5.6 - Arrasto|5.4.5.6.1 - Arrasto simples 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.5 - Captura indireta - subsistência/pequena escala|5.4.5.6 - Arrasto|5.4.5.6.2 - Arrasto duplo 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.3 - Outras modificações nos ecossistemas 9 - Poluição|9.1 - Doméstica e urbana - escoamento de água|9.1.1 - Esgoto 9 - Poluição|9.1 - Doméstica e urbana - escoamento de água|9.1.2 - Escoamento urbano 9 - Poluição|9.2 - Industrial|9.2.1 - Derramamento de óleo 9 - Poluição|9.2 - Industrial|9.2.2 - Infiltraçao oriunda de mineração 9 - Poluição|9.3 - Agropecuária e florestal|9.3.2 - Erosão do solo/sedimentação 9 - Poluição|9.4 - Lixo e resíduos sólidos|9.4.1 - Urbanos 9 - Poluição|9.4 - Lixo e resíduos sólidos|9.4.2 - Industriais 9 - Poluição|9.6 - Excesso de energia|9.6.3 - Poluição sonora"","""",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação das Espécies Endêmicas e Ameaçadas de Extinção da Fauna da Região do Baixo e Médio Xingu, Plano de Ação Nacional para a Conservação dos Mamíferos Aquáticos Amazônicos, Plano de Ação Nacional para a Conservação dos Sirênios, Plano de Ação Nacional para Conservação de Espécies Ameaçadas e de Importância Socioeconômica do Ecossistema Manguezal"",""CITES - Anexo I, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Amphibia"",""Anura"",""Microhylidae"",""Chiasmocleis"",""Chiasmocleis alagoana"",""Chiasmocleis alagoanus"",""Cruz, Caramaschi & Freire, 1999"",""Rãzinha-da-mata"",""Anfíbios"",""09/2018"",""Vulnerável"","""",""B1ab(iii)"",""Chiasmocleis alagoana é endêmica do Brasil, ocorrendo em remanescentes florestais da Mata Atlântica nordestina. Apresenta distribuição conhecida para os estados de Alagoas, Pernambuco e Paraíba, com uma extensão de ocorrência estimada em 13.860 km2. É uma espécie restrita a pequenas manchas florestais e seu hábitat encontra-se extremamente fragmentado. Assim, infere-se que sua população também esteja severamente fragmentada, visto que não utiliza a matriz agrícola e não há evidências de que haja fluxo gênico entre as subpopulações. A principal ameaça é a perda do hábitat e declínio de sua qualidade devido à expansão urbana e das atividades agropecuárias, especialmente formação de pastagem e cultivo de cana-de-açúcar. Por esses motivos, Chiasmocleis alagoana foi avaliada como Vulnerável (VU) pelo critério B1ab(iii)."",""Sim"",""Sim"",""Alagoas, Paraíba, Pernambuco"",""|Nordeste|"",""Mata Atlântica"",""Sub-bacia Litoral AL PE PB Sub-bacia Paraíba"",""ESEC de Murici, REBIO de Saltinho"",""ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL ALDEIA-BEBERIBE, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL DE MURICÍ, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL DO CATOLÉ E FERNÃO VELHO, PARQUE ESTADUAL DE DOIS IRMÃOS, REFúGIO DE VIDA SILVESTRE MATA DE MIRITIBA"",""MATA DO CEDRO"",""Não"",""Desconhecida"",""1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.1 - Expansão urbana 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.1 - Culturas anuais e perenes não-madeireiras|2.1.4 - Agricultura de escala desconhecida 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.3 - Pecuária|2.3.4 - Pecuária em escala desconhecida"","""",""Criação de áreas protegidas, Identificação de novas áreas protegidas, Manejo de locais/áreas, Plano de Ação Nacional (PAN), Políticas e regulamentações"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação da Herpetofauna Ameaçada da Mata Atlântica Nordestina, Plano de Ação Nacional para a Conservação da Herpetofauna do Nordeste - 2º ciclo"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Mammalia"",""Carnivora"",""Felidae"",""Panthera"",""Panthera onca"",""Panthera onca"",""(Linnaeus, 1758)"",""Canguçu, Onça-pintada, Onça-preta"",""Mamíferos"",""11/2018"",""Vulnerável"","""",""A2cd"",""Panthera onca ocorre na região neotropical, desde o México até o norte da Argentina e, no Brasil, está distribuída em quase todos os biomas, com exceção do Pampa, onde já foi extinta. Atividades agrícolas, principalmente cultivo de soja e pecuária, foram as principais causas de conversão de habitat. Efeitos secundários, tais como: retaliação em decorrência de conflitos, caça, atropelamentos e, a recente ameaça de comércio ilegal de partes de onça pintada, precisam ser quantificadas. Ações recentes de fiscalização e controle indicam que estes números são elevados haja vista que um único caçador foi responsabilizado pela morte de 50 indivíduos/ano no estado do Acre. Cabe ressaltar que desde 2015 as taxas de desmatamento vêm aumentando significativamente sendo que as perspectivas futuras são de incrementos ainda maiores. Projeta-se que a espécie tenha sua população reduzida em mais que 30% em 21 anos (3 gerações";" 2010-2031) apenas pela perda de qualidade de habitat. Somando-se os impactos das demais ameaças à espécie que levam à redução da população como a caça/abate por conflitos socioambientais, atropelamentos em rodovias e contato com animais domésticos. Portanto, P. onca foi categorizada como Vulnerável (VU) pelo critério A2cd."",""Não"",""Sim"",""Acre, Amapá, Amazonas, Bahia, Distrito Federal, Espírito Santo, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraná, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Rondônia, Roraima, Santa Catarina, São Paulo, Tocantins"",""|Centro-Oeste|Nordeste|Norte|Sudeste|Sul|"",""Amazônia, Caatinga, Cerrado, Mata Atlântica, Pantanal"",""Sub-bacia Amapá Litoral Sub-bacia Araguaia Sub-bacia Doce Sub-bacia Foz Amazonas Sub-bacia Grande Sub-bacia Gurupi Sub-bacia Iguaçu Sub-bacia Itapecuru-Paraguaçu Sub-bacia Jequitinhonha Sub-bacia Litoral BA ES Sub-bacia Litoral ES Sub-bacia Litoral RJ Sub-bacia Litoral RJ SP Sub-bacia Litoral SE Sub-bacia Litoral SP Sub-bacia Litoral SP PR SC Sub-bacia Madeira Sub-bacia Mearim Sub-bacia Negro Sub-bacia Paraguai 01 Sub-bacia Paraguai 02 Sub-bacia Paraguai 03 Sub-bacia Paraíba do Sul Sub-bacia Paranaíba Sub-bacia Paranapanema Sub-bacia Paraná RH1 Sub-bacia Parnaíba Alto Sub-bacia Parnaíba Médio Sub-bacia Paru Sub-bacia Purus Sub-bacia São Francisco Alto Sub-bacia São Francisco Médio Sub-bacia São Francisco Submédio Sub-bacia Solimões Sub-bacia Tapajós Sub-bacia Tietê Sub-bacia Tocantins Alto Sub-bacia Tocantins Baixo Sub-bacia Trombetas Sub-bacia Uruguai Médio Sub-bacia Xingu"",""APA Cavernas do Peruaçu, APA do Boqueirao da Onça, APA Guaraqueçaba, APA Ilhas e Várzeas do Rio Paraná, APA Petrópolis, APA Planalto Central, ESEC da Serra das Araras, ESEC da Terra do Meio, ESEC de Maracá, ESEC de Taiamã, ESEC de Uruçuí-Una, ESEC Maracá Jipioca, ESEC Mico-Leão-Preto, ESEC Raso da Catarina, ESEC Serra Geral do Tocantins, FLONA Altamira, FLONA Amapá, FLONA Carajás, FLONA do Tapajós, FLONA Jamari, FLONA Tapirape-Aquiri, FLONA Trairão, MONA Pontões Capixabas, PARNA Amazônia, PARNA Anavilhanas, PARNA Araguaia, PARNA Campos Amazônicos, PARNA Cavernas do Peruaçu, PARNA da Chapada das Mesas, PARNA da Chapada Diamantina, PARNA da Chapada dos Guimarães, PARNA da Chapada dos Veadeiros, PARNA das Emas, PARNA da Serra da Bocaina, PARNA da Serra da Bodoquena, PARNA da Serra da Capivara, PARNA da Serra das Confusões, PARNA da Serra dos Órgãos, PARNA das Sempre-Vivas, PARNA de Ilha Grande, PARNA de Itatiaia, PARNA do Boqueirao da Onça, PARNA do Cabo Orange, PARNA do Caparaó, PARNA do Jamanxim, PARNA do Pantanal Mato-grossense, PARNA do Pau Brasil, PARNA Grande Sertão Veredas, PARNA Guaricana, PARNA Iguaçu, PARNA Jaú, PARNA Juruena, PARNA Mapinguari, PARNA Montanhas do Tumucumaque, PARNA Nascentes do Lago Jari, PARNA Nascentes do Rio Parnaíba, PARNA Serra do Pardo, REBIO Bom Jesus, REBIO de Sooretama, REBIO do Córrego Grande, REBIO do Guaporé, REBIO do Gurupi, REBIO do Jaru, REBIO do Lago Piratuba, REBIO Tapirapé, RESEX Arapixi, RESEX Auati-Paraná, RESEX Cazumbá-Iracema, RESEX Chico Mendes, RESEX Lago do Cedro, RESEX Médio Juruá, RESEX Médio Purus, RESEX Rio Cajari, RESEX Riozinho da Liberdade, RESEX Riozinho do Anfrísio, RESEX Tapajós-Arapiuns, REVIS das Veredas do Oeste Baiano"",""APA DA BACIA DOS RIBEIRÕES DO GAMA E CABEÇA DE VEADO, APA JUNDIAí, APA QUILOMBOS DO MéDIO RIBEIRA, APA SERRA DO MAR, APA SISTEMA CANTAREIRA, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL BACIA DO RIO PANDEIROS, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL DA CHAPADA DOS GUIMARÃES, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL ESTADUAL DE GUARATUBA, ARIE SANTUÁRIO DE VIDA SILVESTRE DO RIACHO FUNDO, ESTAÇÃO ECOLÓGICA DE XITUÉ, PARQUE ESTADUAL CARLOS BOTELHO, PARQUE ESTADUAL DA CAMPINA DO ENCANTADO, PARQUE ESTADUAL DA SERRA DO CABRAL, PARQUE ESTADUAL DA SERRA DO MAR, PARQUE ESTADUAL DO CANTãO, PARQUE ESTADUAL DO JALAPãO, PARQUE ESTADUAL DO LAJEADO, PARQUE ESTADUAL DO MORRO DO CHAPÉU, PARQUE ESTADUAL DO RIO DOCE, PARQUE ESTADUAL DO RIO TURVO, PARQUE ESTADUAL DO TURVO, PARQUE ESTADUAL ENCONTRO DAS ÁGUAS, PARQUE ESTADUAL IGARAPÉS DO JURUENA, PARQUE ESTADUAL INTERVALES, PARQUE ESTADUAL NASCENTES DO PARANAPANEMA, PARQUE ESTADUAL TURÍSTICO DO ALTO DO RIBEIRA, PARQUE ESTADUAL VEREDAS DO PERUAÇU, RESERVA DE DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL AMANÃ, RESERVA DE DESENVOLVIMENTO SUSTENTAVEL DO RIO MADEIRA, RESERVA DE DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL MAMIRAUÁ"",""RPPN Bio Estação Águas Cristalinas, RPPN Estância Caiman, RPPN Fazenda Figueira, RPPN Fazenda Pioneira, RPPN Reserva Santa Mônica"",""Não"",""Declinando"",""2 - Agropecuária e Aquacultura|2.1 - Culturas anuais e perenes não-madeireiras|2.1.4 - Agricultura de escala desconhecida 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.3 - Pecuária|2.3.4 - Pecuária em escala desconhecida 3 - Produção energética e mineração|3.2 - Mineração|3.2.6 - Tipo desconhecido 3 - Produção energética e mineração|3.3 - Energia renovável|3.3.1 - Hidrelétricas 4 - Transportes e serviços de transmissão|4.1 - Estradas e ferrovias 5 - Uso de recursos biológicos|5.1 - Caça e captura de animais terrestres ou marinhos|5.1.1 - Caça/captura intencional (a espécie é o alvo)|5.1.1.2 - Comercial - Nacional/Local 5 - Uso de recursos biológicos|5.1 - Caça e captura de animais terrestres ou marinhos|5.1.1 - Caça/captura intencional (a espécie é o alvo)|5.1.1.3 - Comercial - Internacional 5 - Uso de recursos biológicos|5.1 - Caça e captura de animais terrestres ou marinhos|5.1.1 - Caça/captura intencional (a espécie é o alvo)|5.1.1.6 - Retaliação/controle 8 - Espécies invasoras problemáticas e doenças|8.5 - Doenças provocadas por vírus ou príons|8.5.2 - Espécie conhecida (Doença)"",""5 - Medicina humana ou veterinária"",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação da Onça-pintada, Plano de Ação Nacional para a Conservação das Aves da Caatinga - 2º ciclo, Plano de Ação Nacional para a Conservação das Espécies Endêmicas e Ameaçadas de Extinção da Fauna da Região do Baixo e Médio Xingu, Plano de Ação Nacional para a Conservação dos Grandes Felinos"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022, CITES - Anexo I"","""",""""";;;;; "Animalia,""Chordata"",""Actinopterygii"",""Cyprinodontiformes"",""Rivulidae"",""Atlantirivulus"",""Atlantirivulus nudiventris"",""Atlantirivulus nudiventris"",""(Costa & Brasil, 1991)"",""Peixe das nuvens, Peixe não-anual"",""Peixes Continentais"",""09/2021"",""Criticamente em Perigo"",""Sim"",""B1ab(i,ii,iii,iv,v)+2ab(i,ii,iii,iv,v)"",""Atlantirivulus nudiventris é endêmica do Brasil e conhecida apenas de uma poça no braço direito do rio Itapemirim, a cerca de 2 km do mar, município de Itapemirim, estado do Espírito Santo. É uma espécie rara, visto que a única população conhecida ocupava um brejo, com vegetação de taboas e que se encontrava em adiantado estágio de destruição na época de descrição da espécie. Posteriormente, a área foi urbanizada e a espécie não foi encontrada depois de 1992, apesar dos esforços de coleta. A principal ameaça à espécie é a perda de habitat pelo processo de urbanização em sua restrita distribuição. Além disso, projetos de construção de um porto e um mineroduto na região representam impactos potenciais futuros. Ambas a Extensão de Ocorrência (EOO) e a Área de Ocupação (AOO) foram calculadas em 4 km², com uma localização e declínio continuado na EOO, AOO, qualidade do habitat em função da expansão urbana, número de subpopulações e número de indivíduos maduros. É inclusive possível que esteja extinta. Por isso, A. nudiventris foi categorizada como Criticamente Em Perigo (Possivelmente Extinta) - CR-PEX - pelos critérios B1ab(i,ii,iii,iv,v)+2ab(i,ii,iii,iv,v)."",""Sim"",""Sim"",""Espírito Santo"",""|Sudeste|"",""Mata Atlântica"",""Sub-bacia Litoral ES"","""","""","""",""Não"",""Declinando"",""1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.1 - Expansão urbana 1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.2 - Áreas comerciais e industriais 4 - Transportes e serviços de transmissão|4.3 - Portos 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.3 - Outras modificações nos ecossistemas"","""",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação dos Peixes Rivulídeos Ameaçados de Extinção - 2º ciclo"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Aves"",""Psittaciformes"",""Psittacidae"",""Touit"",""Touit surdus"",""Touit surdus"",""(Kuhl, 1820)"",""apuim-de-cauda-amarela"",""Aves"",""06/2019"",""Vulnerável"","""",""C2a(i)"",""Touit surdus é uma espécie endêmica da Mata Atlântica, ocorrendo da Paraíba ao Rio de Janeiro. A população total da espécie não ultrapassa 10.000 indivíduos maduros, sendo que cada subpopulação contém menos de 1.000 indivíduos. Há declínio populacional continuado devido à perda de qualidade de habitat. Por essas razões, T. surdus foi categorizada como Vulnerável (VU), pelo critério C2a(i)."",""Sim"",""Sim"",""Alagoas, Bahia, Espírito Santo, Minas Gerais, Paraíba, Pernambuco, Rio de Janeiro, Sergipe"",""|Nordeste|Sudeste|"",""Mata Atlântica"",""Sub-bacia Contas Sub-bacia Doce Sub-bacia Itapecuru-Paraguaçu Sub-bacia Jequitinhonha Sub-bacia Litoral AL PE PB Sub-bacia Litoral BA ES Sub-bacia Litoral CE PB Sub-bacia Litoral ES Sub-bacia Litoral RJ Sub-bacia Litoral SE Sub-bacia Paraíba Sub-bacia Paraíba do Sul"",""APA Petrópolis, ESEC de Murici, PARNA da Serra da Bocaina, PARNA da Serra dos Órgãos, PARNA da Tijuca, PARNA do Descobrimento, PARNA do Monte Pascoal, PARNA do Pau Brasil, PARNA Serra das Lontras, REBIO Augusto Ruschi, REBIO Comboios, REBIO da Mata Escura, REBIO de Pedra Talhada, REBIO de Sooretama, REBIO de Una, REBIO do Tinguá, REBIO Guaribas, REBIO União, RESEX Marinha da Baia de Iguape, REVIS Boa Nova, REVIS Una"",""ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL ALDEIA-BEBERIBE, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL CARAÍVA/ TRANCOSO, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL DE MURICÍ, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL DO PICO DO GOIAPABA-AÇU, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL LAGOA ENCANTADA, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL SANTO ANTÔNIO, PARQUE ESTADUAL DE DOIS IRMÃOS, PARQUE ESTADUAL DO DESENGANO, PARQUE ESTADUAL DO FORNO GRANDE, REFúGIO DE VIDA SILVESTRE MATA DA USINA SãO JOSé, REFúGIO DE VIDA SILVESTRE MATAS DO SISTEMA GURJAú, RESERVA BIOLÓGICA DE ARARAS"",""MATA DO CEDRO, RESERVA PARTICULAR PATRIMôNIO NATURAL IRARA, RPPN Frei Caneca, RPPN Reserva da Peninha, RPPN São Joquim da Cabonha APA I e APA II"",""Não"",""Declinando"",""1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.1 - Expansão urbana 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.1 - Culturas anuais e perenes não-madeireiras|2.1.4 - Agricultura de escala desconhecida"","""",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação das Aves Ameaçadas do Bioma Mata Atlântica"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022, CITES - Anexo II"",""900"",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Actinopterygii"",""Cyprinodontiformes"",""Rivulidae"",""Austrolebias"",""Austrolebias adloffi"",""Austrolebias adloffi"",""(Ahl, 1922)"",""Peixe anual"",""Peixes Continentais"",""05/2019"",""Em Perigo"","""",""B1ab(iii)"",""Austrolebias adloffi é endêmica do Brasil e ocorre na região da Grande Porto Alegre, no estado do Rio Grande do Sul. É encontrada atualmente em alagados temporários nos municípios de Canoas, Eldorado do Sul, Porto Alegre, Gravataí e São Leopoldo, com Extensão de Ocorrência (EOO) calculada em 2.581 km². Há fragmentação severa da população, atribuída à intensa urbanização da região de Porto Alegre, o que caracteriza declínio continuado da qualidade do hábitat. Portanto, A. adloffi foi categorizada como Em Perigo (EN) pelo critério B1ab(iii)."",""Sim"",""Sim"",""Rio Grande do Sul"",""|Sul|"",""Pampa"",""Sub-bacia Guaíba"","""",""ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL DO BANHADO GRANDE"","""",""Não"",""Desconhecida"",""1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.1 - Expansão urbana 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.2 - Represas e uso de água|7.2.11 - Represas (tamanho desconhecido) 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.3 - Outras modificações nos ecossistemas"",""3 - Animais de estimação/ornamentais"",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação dos Peixes Rivulídeos Ameaçados de Extinção, Plano de Ação Nacional para a Conservação dos Peixes Rivulídeos Ameaçados de Extinção - 2º ciclo"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Actinopterygii"",""Cyprinodontiformes"",""Rivulidae"",""Austrolebias"",""Austrolebias alexandri"",""Austrolebias alexandri"",""(Castello & López, 1974)"",""Peixe anual"",""Peixes Continentais"",""05/2019"",""Em Perigo"","""",""B2ab(ii,iii)"",""Austrolebias alexandri é restrita à bacia do rio Uruguai, conhecida de três localidades no oeste do Rio Grande do Sul, Brasil. A espécie também ocorre no oeste do Uruguai e noroeste da Argentina. Austrolebias alexandri habita alagados temporários menores que 1 km², sendo sua Área de Ocupação (AOO) calculada em 12 km². A principal ameaça à espécie é o cultivo do arroz e da soja, atividades que ocorrem em toda a distribuição da espécie. De acordo com as ameaças identificadas, os registros da espécie correspondem a três localizações, as quais sofrem declínio continuado de sua Área de Ocupação (AOO) e da qualidade do habitat. Desse modo, Austrolebias alexandri foi categorizada como Em Perigo (EN) pelos critérios B2ab(ii,iii). Recomenda-se a efetivação da Reserva Biológica de São Donato como uma Unidade de Conservação, visto que a área está sob forte impacto antrópico e é uma das áreas de registro da espécie."",""Não"",""Sim"",""Rio Grande do Sul"",""|Sul|"",""Pampa"",""Sub-bacia Uruguai Médio"","""","""","""",""Não"",""Declinando"",""2 - Agropecuária e Aquacultura|2.1 - Culturas anuais e perenes não-madeireiras|2.1.4 - Agricultura de escala desconhecida 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.2 - Silvicultura|2.2.3 - Plantações em escala desconhecida 3 - Produção energética e mineração|3.3 - Energia renovável|3.3.1 - Hidrelétricas"","""",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação dos Peixes Rivulídeos Ameaçados de Extinção, Plano de Ação Nacional para a Conservação dos Peixes Rivulídeos Ameaçados de Extinção - 2º ciclo"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Actinopterygii"",""Cyprinodontiformes"",""Rivulidae"",""Campellolebias"",""Campellolebias intermedius"",""Campellolebias intermedius"",""Costa & de Luca, 2006"",""Peixe anual"",""Peixes Continentais"",""05/2019"",""Criticamente em Perigo"",""Não"",""B2ab(ii,iii)"",""Campellolebias intermedius é endêmica do Brasil, e ocorre na bacia do rio Juquiá, afluente do rio Ribeira de Iguape, no município de Juquiá, estado de São Paulo. A Área de Ocupação (AOO) calculada é de 4 km². Campellolebias intermedius é conhecida de três localidades, duas delas descaracterizadas pela conversão do uso do solo pela expansão imobiliária litorânea. A espécie apresenta declínio continuado de sua Área de Ocupação (AOO) e da qualidade do habitat. Desse modo, Campellolebias intermedius foi categorizada como Criticamente em Perigo (CR) pelos critérios B2ab(ii,iii)."",""Sim"",""Sim"",""São Paulo"",""|Sudeste|"",""Mata Atlântica"",""Sub-bacia Litoral RJ SP"","""","""","""",""Não"",""Declinando"",""1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.1 - Expansão urbana"",""3 - Animais de estimação/ornamentais"",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação dos Peixes Rivulídeos Ameaçados de Extinção - 2º ciclo"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Actinopterygii"",""Cyprinodontiformes"",""Rivulidae"",""Hypsolebias"",""Hypsolebias janaubensis"",""Hypsolebias janaubensis"",""(Costa, 2006)"",""Peixe anual, Peixe das nuvens"",""Peixes Continentais"",""05/2019"",""Criticamente em Perigo"",""Não"",""B1ab(ii,iii,iv)+2ab(ii,iii,iv)"",""Hypsolebias janaubensis é endêmica do Brasil, conhecida de poucas poças temporárias, fora de áreas protegidas, na cidade de Janaúba e proximidades, estado de Minas Gerais. A extensão de ocorrência (EOO) e a área de ocupação (AOO) são de 8 km². Sabe-se que uma das lagoas foi aterrada (a oeste), e duas das demais localidades, incluindo a localidade-tipo, podem ser consideradas severamente fragmentadas pelo uso e ocupação do solo (rodovias, extração de argila e urbanização). Foi constatado declínio continuado na área de ocorrência, na qualidade do hábitat e no número de subpopulações. Portanto, Hypsolebias janaubensis foi categorizada como Criticamente em Perigo (CR) pelos critérios B1+2ab(ii,iii,iv)."",""Sim"",""Sim"",""Minas Gerais"",""|Sudeste|"",""Cerrado"",""Sub-bacia São Francisco Médio"","""","""","""",""Não"",""Declinando"",""1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.1 - Expansão urbana 3 - Produção energética e mineração|3.2 - Mineração|3.2.5 - Extração de Argila e Brita 4 - Transportes e serviços de transmissão|4.1 - Estradas e ferrovias 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.3 - Outras modificações nos ecossistemas"",""3 - Animais de estimação/ornamentais"",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação dos Peixes Rivulídeos Ameaçados de Extinção - 2º ciclo"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Actinopterygii"",""Cyprinodontiformes"",""Rivulidae"",""Hypsolebias"",""Hypsolebias gilbertobrasili"",""Hypsolebias gilbertobrasili"",""Costa, 2012"",""Killifish, Peixe anual"",""Peixes Continentais"",""05/2019"",""Criticamente em Perigo"",""Não"",""B2ab(iii)"",""Hypsolebias gilbertobrasili é endêmica do Brasil e conhecida apenas da localidade-tipo, um alagado sazonal que consistia em canais rasos dentro de uma floresta de Caatinga, situada numa depressão rasa que corre perpendicularmente ao rio São Francisco, ao sul da cidade de Bom Jesus da Lapa, estado da Bahia. A depressão se estende para o oeste em direção ao rio São Francisco, onde a área é intensamente desmatada. A leste, a depressão se estende por cerca de 4,5 km dentro de floresta de savana pantanosa, à época de sua descrição. Estudos de campo indicam que a espécie provavelmente se restringe a essa área de depressão, sendo substituída em áreas limítrofes por H. pterophyllus e, nas várzeas da margem oposta do rio São Francisco, por H. flagellatus. Imagens de satélite analisadas em 2019 comprovam a conversão da savana pantanosa em área aberta antropizada. A principal ameaça identificada à espécie é a destruição do hábitat. A área de ocupação (AOO) foi calculada em 4 km2, com uma localização e declínio continuado da qualidade do hábitat em função do impacto identificado. Por isso, H. gilbertobrasili foi categorizada como Criticamente em Perigo (CR) pelo critério B2ab(iii)."",""Sim"",""Sim"",""Bahia"",""|Nordeste|"",""Caatinga"",""Sub-bacia São Francisco Médio"","""","""","""",""Não"",""Desconhecida"",""7 - Modificações nos sistemas naturais|7.3 - Outras modificações nos ecossistemas"","""","""","""",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Actinopterygii"",""Cyprinodontiformes"",""Rivulidae"",""Hypsolebias"",""Hypsolebias longignatus"",""Hypsolebias longignatus"",""(Costa, 2008)"",""Peixe anual"",""Peixes Continentais"",""05/2019"",""Vulnerável"","""",""D2"",""Hypsolebias longignatus é endêmica do Brasil e conhecida de poças temporárias na várzea do rio Pacoti, uma bacia costeira isolada no município de Aquiraz, estado do Ceará. Há uma suspeita de novo registro distante 16 km da localidade-tipo, próximo à barragem do rio Cocó, dentro do Parque Estadual do Cocó, que necessita confirmação. A principal ameaça identificada à espécie é a perda de hábitat pela expansão urbana em virtude da construção de complexos turísticos na região, que pode levar a espécie à extinção em curto prazo. A área de ocupação (AOO) foi calculada em 8 km². Por isso, H. longignatus foi categorizada como Vulnerável (VU) pelo critério D2."",""Sim"",""Sim"",""Ceará"",""|Nordeste|"",""Caatinga"",""Sub-bacia Litoral CE PI"","""","""","""",""Não"",""Desconhecida"",""1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.1 - Expansão urbana 1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.3 - Áreas de turismo e recreação 6 - Distúrbios humanos|6.1 - Atividades recreacionais/turísticas"",""3 - Animais de estimação/ornamentais"",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação dos Peixes Rivulídeos Ameaçados de Extinção - 2º ciclo"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Actinopterygii"",""Cyprinodontiformes"",""Rivulidae"",""Ophthalmolebias"",""Ophthalmolebias ilheusensis"",""Ophthalmolebias ilheusensis"",""(Costa & Lima, 2010)"",""Peixe anual, Peixe das nuvens"",""Peixes Continentais"",""05/2019"",""Em Perigo"","""",""B1ab(iii)"",""Ophthalmolebias ilheusensis é endêmica do Brasil, restrita a alagados temporários de uma microbacia costeira isolada ao norte do rio Pipite, tributário da margem esquerda do rio Almada, distrito de Aritaguá, município de Ilhéus, no estado da Bahia. A principal ameaça identificada à espécie é a destruição do hábitat por desmatamento e drenagem associados à expansão urbana. A extensão de ocorrência (EOO) foi calculada em 377 km², sendo reconhecidas três localizações e declínio continuado na qualidade do hábitat em função dos impactos identificados. Por isso, O. ilheusensis foi categorizada como Em Perigo (EN) pelo critério B1ab(iii)."",""Sim"",""Sim"",""Bahia"",""|Nordeste|"",""Mata Atlântica"",""Sub-bacia Contas"","""",""ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL LAGOA ENCANTADA"","""",""Não"",""Desconhecida"",""1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.1 - Expansão urbana"","""",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação dos Peixes Rivulídeos Ameaçados de Extinção - 2º ciclo"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Actinopterygii"",""Cyprinodontiformes"",""Rivulidae"",""Kryptolebias"",""Kryptolebias gracilis"",""Kryptolebias gracilis"",""Costa, 2007"",""Peixe das nuvens, Peixe não-anual"",""Peixes Continentais"",""05/2019"",""Criticamente em Perigo"",""Não"",""B1ab(i,ii,iii,iv)+2ab(i,ii,iii,iv)"",""Kryptolebias gracilis é endêmica do Brasil e conhecida da drenagem do rio Mato Grosso, Sistema Lagunar de Saquarema, município de Saquarema, estado do Rio de Janeiro. A espécie era abundante na década de 1980, mas sofreu declínios acentuados e, atualmente, é conhecida de poucos registros e apenas uma localidade. A principal ameaça, no passado, foi a extração de areia que alterou o fluxo hídrico do Sistema Lagunar de Saquarema. Atualmente a principal ameaça é a degradação do ambiente resultante da expansão urbana. A extensão de ocorrência da espécie foi estimada em menos de 100 km² (B1) e a área de ocupação foi estimada em menos de 10 km². A população remanescente está severamente fragmentada (a), com declínio continuado na extensão de ocorrência (bi), área de ocupação (bii), qualidade do habitat (biii) e número de subpopulações (biv). Portanto, Kryptolebias gracilis foi categorizada como Criticamente em Perigo (CR) pelos critérios B1ab(i,ii,iii,iv)+2ab(i,ii,iii,iv)."",""Sim"",""Sim"",""Rio de Janeiro"",""|Sudeste|"",""Mata Atlântica"",""Sub-bacia Litoral RJ"","""","""","""",""Não"",""Declinando"",""1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.1 - Expansão urbana 3 - Produção energética e mineração|3.2 - Mineração|3.2.1 - Extração de areia"","""",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação dos Peixes Rivulídeos Ameaçados de Extinção - 2º ciclo"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Actinopterygii"",""Cyprinodontiformes"",""Rivulidae"",""Leptopanchax"",""Leptopanchax opalescens"",""Leptolebias opalescens"",""(Myers, 1942)"",""Peixe anual, Peixe das nuvens"",""Peixes Continentais"",""05/2019"",""Criticamente em Perigo"",""Não"",""B2ab(i,ii,iii,iv)"",""Leptopanchax opalescens é endêmica do Brasil, ocorrendo em pequenas poças dentro e nas bordas de florestas, no estado do Rio de Janeiro. Foi abundante no passado, com diversos registros datados da década de 1940. Com o avanço da ocupação da baixada fluminense, seus habitats originais foram destruídos ou degradados, resultando na fragmentação severa da população. A espécie havia sido registrada pela última vez na década de 1980 em Nova Iguaçu Seropédica, e só foi reencontrada em 2012, no campo militar de Gericinó, localizado no município do Rio de Janeiro. A atual Área de Ocupação (AOO) da espécie é de 4 km². Próximo a essa área está prevista a construção de um autódromo, cujo desenvolvimento da obra pode afetar o único ponto onde a espécie ainda é registrada. Dessa forma, Leptopanchax opalescens foi categorizada como Criticamente em Perigo (CR) pelo critério B2ab(i,ii,iii,iv)."",""Sim"",""Sim"",""Rio de Janeiro"",""|Sudeste|"",""Mata Atlântica"",""Sub-bacia Litoral RJ"","""","""","""",""Desconhecido"",""Declinando"",""1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.1 - Expansão urbana 6 - Distúrbios humanos|6.2 - Exercícios militares distúrbio civil guerra"","""",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação dos Peixes Rivulídeos Ameaçados de Extinção, Plano de Ação Nacional para a Conservação dos Peixes Rivulídeos Ameaçados de Extinção - 2º ciclo"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Actinopterygii"",""Cyprinodontiformes"",""Rivulidae"",""Hypsolebias"",""Hypsolebias mediopapillatus"",""Hypsolebias mediopapillatus"",""(Costa, 2006)"",""Peixe anual"",""Peixes Continentais"",""05/2019"",""Vulnerável"","""",""D2"",""Hypsolebias mediopapillatus é endêmica do Brasil e conhecida de duas poças temporárias ao sul do município de Pindaí, drenagem do rio São Domingos, tributário do rio Verde Pequeno, bacia do rio São Francisco, estado da Bahia. A principal ameaça identificada à espécie é a perda de hábitat pela expansão de atividades agropecuárias que podem levar a espécie à extinção em curto prazo. A área de ocupação (AOO) foi calculada em 4 km². Por isso, H. mediopapillatus foi categorizada como Vulnerável (VU) pelo critério D2."",""Sim"",""Sim"",""Bahia"",""|Nordeste|"",""Caatinga"",""Sub-bacia São Francisco Médio"","""","""","""",""Não"",""Desconhecida"",""2 - Agropecuária e Aquacultura|2.1 - Culturas anuais e perenes não-madeireiras|2.1.4 - Agricultura de escala desconhecida 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.3 - Pecuária|2.3.4 - Pecuária em escala desconhecida 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.3 - Outras modificações nos ecossistemas"","""",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação dos Peixes Rivulídeos Ameaçados de Extinção - 2º ciclo"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Actinopterygii"",""Cyprinodontiformes"",""Rivulidae"",""Hypsolebias"",""Hypsolebias nielseni"",""Hypsolebias nielseni"",""(Costa, 2005)"",""Peixe anual"",""Peixes Continentais"",""05/2019"",""Em Perigo"","""",""B2ab(ii,iii)"",""Hypsolebias nielseni é endêmica do Brasil e conhecida de um alagado temporário dentro da área urbana do município de Pirapora, estado de Minas Gerais. A principal ameaça à espécie é a poluição por depósito de lixo e resíduos sólidos urbanos. Além disso, a área de ocorrência da espécie foi altamente impactada pela construção de uma rodovia (entroncamento da BR-365 com a entrada da área urbana do município de Pirapora) que corta o alagado e potencialmente fragmenta sua população. A área de ocupação (AOO) foi calculada em 12 km², com três localizações e declínio continuado da área de ocupação e qualidade do hábitat em função dos impactos identificados. Por isso, H. nielseni foi categorizada como Em Perigo (EN) pelo critério B2ab(ii,iii)."",""Sim"",""Sim"",""Minas Gerais"",""|Sudeste|"",""Cerrado"",""Sub-bacia São Francisco Alto"","""","""","""",""Não"",""Declinando"",""4 - Transportes e serviços de transmissão|4.1 - Estradas e ferrovias 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.3 - Outras modificações nos ecossistemas 9 - Poluição|9.3 - Agropecuária e florestal|9.3.2 - Erosão do solo/sedimentação 9 - Poluição|9.4 - Lixo e resíduos sólidos|9.4.1 - Urbanos"","""",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação dos Peixes Rivulídeos Ameaçados de Extinção - 2º ciclo"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Actinopterygii"",""Cyprinodontiformes"",""Rivulidae"",""Hypsolebias"",""Hypsolebias radiseriatus"",""Hypsolebias radiseriatus"",""Costa, 2012"",""Peixe anual"",""Peixes Continentais"",""05/2019"",""Em Perigo"","""",""B2ab(ii,iii,iv)"",""Hypsolebias radiseriatus é endêmica do Brasil e ocorre em poças temporárias na várzea do rio Verde Grande, perto da aldeia de Gado Bravo, município de Gameleiras, bacia do rio São Francisco, estado de Minas Gerais. A região mudou consideravelmente nos últimos anos com a vegetação natural sendo substituída por campos agrícolas. Um conjunto de pequenas poças situadas a oeste da aldeia de Gado Bravo, onde a espécie foi coletada em 1999, foi destruído devido à expansão urbana, enquanto que um pântano temporário a leste de Gado Bravo e a localidade-tipo, na margem direita do rio Verde Grande, ainda está bem preservada. A principal ameaça identificada à espécie é a destruição do hábitat pela atividade agrícola. Além disso a expansão urbana representa impacto adicional. A área de ocupação (AOO) foi calculada em 8 km2, com duas localizações e declínio continuado da área de ocupação, qualidade do hábitat e número de subpopulações em função dos impactos identificados. Por isso, H. radiseriatus foi categorizada como Em Perigo (EN) pelo critério B2ab(ii,iii,iv)."",""Sim"",""Sim"",""Minas Gerais"",""|Sudeste|"",""Caatinga"",""Sub-bacia São Francisco Médio"","""","""","""",""Não"",""Desconhecida"",""11 - Mudanças e extremos climáticos|11.1 - Mudança/alteração de habitat 1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.1 - Expansão urbana 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.1 - Culturas anuais e perenes não-madeireiras|2.1.4 - Agricultura de escala desconhecida"","""","""","""",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Arthropoda"",""Malacostraca"",""Decapoda"",""Aeglidae"",""Aegla"",""Aegla renana"","""",""Bond-Buckup & Santos, 2010"",""Egla"",""Invertebrados Marinhos"",""09/2010"",""Criticamente em Perigo"",""Não"",""B2ab(iii)"",""Sua área de ocupação (AOO) foi estimada em menos de 10 km2. Após coletas em bacias hidrográficas próximas e contíguas constatou-se que a espécie ocorre somente em uma localidade/localização. O curso d´água onde a espécie ocorre é próximo à cidade de Nova Petrópolis, RS e sofre impacto de ações antrópicas, especialmente a destruição da mata ciliar e o assoreamento do curso d’água que descaracterizam o habitat. A fragmentação e o constante declínio na qualidade do habitat são potenciais ameaças a sua existência."",""Sim"",""Não"","""",""||"",""Mata Atlântica"","""","""","""","""","""",""Desconhecida"",""9 - Poluição|9.1 - Doméstica e urbana - escoamento de água"","""",""Controle e fiscalização, Educação e comunicação"","""","""","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Reptilia"",""Squamata"",""Teiidae"",""Ameivula"",""Ameivula nativo"","""",""(Rocha, Bergallo & Peccinini-Seale, 1997)"",""lagartinho-de-Linhares, lagartinho-nativo"",""Répteis"",""10/2013"",""Em Perigo"","""",""A2ac"",""Ameivula nativo é endêmica das áreas de restinga do bioma Mata Atlântica no Brasil, ocorrendo apenas nos estados do Espírito Santo e Bahia. Algumas das subpopulações encontram-se completamente disjuntas. Embora sua extensão de ocorrência calculada seja de 33.550,9km2, trata-se de espécie especialista de habitat, ocorrendo na borda das moitas e sob vegetação herbácea, principalmente nas formações de dunas de moitas abertas, ou seja, sua área de ocupação certamente é muito menor que esse valor. Estima-se que nos últimos 10 anos tenha ocorrido uma redução de aproximadamente 50% da área de ocupação da espécie, com algumas subpopulações tendo sido localmente extintas. Considerando que 10 anos representam mais que três gerações para a espécie e considerando sua especificidade ecológica, pode-se suspeitar que a taxa de redução da população seja muito próxima da redução do habitat. Resultados de estudos recentes juntamente com a crescente fragmentação e perda da qualidade do habitat permitem inferir uma tendência de declínio da população. Deve-se ressaltar que as ameaças persistem em ritmo acelerado. Por essas razões, Ameivula nativo foi categorizada como Em Perigo (EN), pelo critério A2ac."",""Sim"",""Não"","""",""||"","""","""","""","""","""","""",""Declinando"",""1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.1 - Expansão urbana"","""","""","""","""","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Actinopterygii"",""Characiformes"",""Parodontidae"",""Apareiodon"",""Apareiodon davisi"","""",""Fowler, 1941"",""Peixe-rei"",""Peixes Continentais"",""11/2013"",""Em Perigo"","""",""B2ab(iii)"",""Apareiodon davisi é endêmica do Nordeste médio-oriental, sendo descrita de nove lotes provenientes dos rios Jaguaribe, Piranhas e Paraíba, nos estados do Ceará e Paraíba. Outros lotes conhecidos das décadas de 1940 e 50 são bastante numerosos (aproximadamente 100 exemplares ou mais). Coletas entre 1996 e 2012 ampliaram a distribuição da espécie para os rios Curimataú (RN/PB) e rio Ipojuca (PE). A maioria dos lotes recentes, entretanto, contém poucos exemplares (menos de 10), sendo que esforços de coleta nas bacias da localidade-tipo (Russas, rio Jaguaribe) e do rio Piranhas coletaram um único exemplar na sub-bacia do rio Salgado, em 2011. Na bacia do rio Paraíba, poucos indivíduos ainda são encontrados atualmente. Essas bacias receberão águas da transposição do rio São Francisco, sendo que as consequências da mudança do regime hidrológico para a espécie são desconhecidas. Além disso, os locais de ocorrência atuais sofrem alterações antrópicas como desmatamento, expansão do plantio de cana-de-açúcar, pecuária extensiva, erosão, assoreamento, dentre outros, indicando que existe um declínio continuado da qualidade do habitat (biii). Os sucessivos barramentos (açudes) nos rios com registro da espécie contribuem para fragmentar sua população de maneira severa (a). Embora os declínios populacionais não possam ser quantificados, sua Área de Ocupação (AOO) foi calculada em 93,9 km² (B2), somando-se as áreas das bacias dos rios Salgado, Paraíba, Curimataú e Ipojuca, onde a espécie ainda ocorre. Desta maneira, A. davisi foi categorizada como Em Perigo (EN) pelos critérios B2ab(iii)."",""Sim"",""Não"",""Ceará, Paraíba, Pernambuco, Rio Grande do Norte"",""|Nordeste|"",""Caatinga"",""Sub-bacia Jaguaribe Sub-bacia Litoral CE PB Sub-bacia Paraíba Sub-bacia São Francisco Baixo"","""","""","""",""Desconhecido"",""Desconhecida"","""","""","""","""","""","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Aves"",""Psittaciformes"",""Psittacidae"",""Aratinga"",""Aratinga solstitialis"",""Aratinga solstitialis"",""(Linnaeus, 1766)"",""jandaia-amarela"",""Aves"",""08/2018"",""Em Perigo"","""",""A2cd"",""Aratinga solstitialis é uma espécie endêmica do Escudo das Guianas no norte da América do Sul, ocorrendo exclusivamente no extremo norte do Brasil e oeste da Guiana. Com base nos registros recentes da espécie, o tamanho populacional global é estimado em menos de 2.500 indivíduos maduros. Há alterações de habitat em sua distribuição";" a área de ocupação no Brasil foi estimada em menos de 4.000 km². Foi excessivamente capturada nas últimas décadas e desapareceu da maioria das localidades de ocorrência, de modo que uma redução populacional é suspeitada em mais de 50% nos últimos 21 anos (três gerações). Considerando que as causas que levaram ao declínio populacional não cessaram, A. solstitialis foi categorizada como Em Perigo (EN), segundo os critérios A2cd."",""Não"",""Sim"",""Roraima"",""|Norte|"",""Amazônia"",""Sub-bacia Negro"",""ESEC de Maracá"","""","""",""Não"",""Declinando"",""2 - Agropecuária e Aquacultura|2.1 - Culturas anuais e perenes não-madeireiras|2.1.4 - Agricultura de escala desconhecida 5 - Uso de recursos biológicos|5.1 - Caça e captura de animais terrestres ou marinhos|5.1.1 - Caça/captura intencional (a espécie é o alvo) 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.1 - Incêndios e supressão de incêndios"",""3 - Animais de estimação/ornamentais"",""Controle e fiscalização, Educação e comunicação, Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação das Aves Ameaçadas do Bioma Amazônia, Plano de Ação Nacional para a Conservação das Aves Ameaçadas do Bioma Amazônia - 2º ciclo, Plano de Ação Nacional para a Conservação das Aves da Caatinga - 2º ciclo"",""CITES - Anexo II, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;; "Animalia,""Chordata"",""Actinopterygii"",""Gymnotiformes"",""Sternopygidae"",""Archolaemus"",""Archolaemus ferreirai"",""Archolaemus ferreirai"",""Vari, de Santana & Wosiacki, 2012"","""",""Peixes Continentais"",""05/2018"",""Vulnerável"","""",""D2"",""Archolaemus ferreirai é endêmica do Brasil, conhecida dos rios Mucajaí e Uraricoera, estado de Roraima. Como a espécie parece viver apenas em trechos de corredeira, que são justamente as regiões mais visadas em empreendimentos hidrelétricos, presume-se que A. ferreirai seja altamente impactada pela construção de barragens. Considerando que a subpopulação do rio Mucajaí foi severamente impactada pela construção da hidrelétrica Cachoeira Paredão e que a subpopulação do rio Uraricoera está sob forte influência da expansão do garimpo, assumida como uma localização (location) que pode colocar a espécie em CR ou EX em curto prazo, A. ferreirai foi categorizada como Vulnerável (VU) pelo critério D2."",""Sim"",""Sim"",""Roraima"",""|Norte|"",""Amazônia"",""Sub-bacia Negro"","""","""","""",""Não"",""Desconhecida"",""3 - Produção energética e mineração|3.2 - Mineração|3.2.4 - Extração de minérios - garimpo 3 - Produção energética e mineração|3.3 - Energia renovável|3.3.1 - Hidrelétricas"","""",""Plano de Ação Nacional (PAN)"","""",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Arthropoda"",""Insecta"",""Coleoptera"",""Carabidae"",""Coarazuphium"",""Coarazuphium cessaima"",""Coarazuphium cessaima"",""Gnaspini, Vanin & Godoy, 1998"","""",""Invertebrados Terrestres"",""05/2018"",""Em Perigo"","""",""B2ab(iii)"",""Coarazuphium cessaima é endêmica do Brasil, registrada em apenas duas cavernas: a Lapa do Bode e o Poço Encantado, no município de Itaetê, Bahia. Estudos na região não localizaram a espécie em outras localidades. Sua área de ocupação, considerando a extensão da caverna, é estimada em menos de 10km2. Mudanças no microhabitat da caverna constituem ameaças a população da espécie. As cavernas não estão em área protegida e a presença de turistas no interior das grutas é fator de ameaça. Além disso, o entorno das cavernas encontram-se bastante alterado. Considerando duas localizações, Coarazuphium cessaima foi categorizada como Em Perigo (EN) pelo critério B2ab(iii)."",""Sim"",""Sim"",""Bahia"",""|Nordeste|"",""Caatinga"",""Sub-bacia Itapecuru-Paraguaçu"","""","""","""",""Não"",""Desconhecida"",""11 - Mudanças e extremos climáticos|11.1 - Mudança/alteração de habitat 1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.1 - Expansão urbana 1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.3 - Áreas de turismo e recreação 6 - Distúrbios humanos|6.1 - Atividades recreacionais/turísticas 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.3 - Outras modificações nos ecossistemas"","""",""Manejo de locais/áreas, Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação das Cavernas do Brasil"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Mammalia"",""Carnivora"",""Canidae"",""Chrysocyon"",""Chrysocyon brachyurus"",""Chrysocyon brachyurus"",""(Illiger, 1815)"",""Guará, Lobão, Lobo, Lobo-de-crina, Lobo-de-juba, Lobo-guará, Lobo-vermelho"",""Mamíferos"",""11/2018"",""Vulnerável"","""",""C1"",""Chrysocyon brachyurus ocorre nos campos abertos da América do Sul, entre o sul do Peru e Uruguai e, no Brasil, vive principalmente no Cerrado. Considerando a densidade populacional conhecida no Brasil e os remanescentes dos biomas ocupados pela espécie nas áreas apontadas como adequadas em um modelo de nicho e a proporção de indivíduos que reproduz anualmente, foram estimados que em 2012 a população de lobos-guará no Brasil era de 6.085 indivíduos. Em 2020, a população foi reduzida a 5.642, o que representa uma perda de 5% no número de indivíduos maduros nos últimos 8 anos, também indicando uma estimativa de perda linear de 12% até o ano de 2030 (três vezes o tempo geracional). A conversão de áreas naturais em áreas antropizadas, principalmente para a expansão agrícola, é a responsável por essa perda. No entanto, há outras ameaças que também oferecem risco à espécie. Estima-se que cerca de 1.500 indivíduos são atropelados por ano apenas nas estradas pavimentadas já existentes no Brasil. Essa estimativa não leva em consideração estradas de terra e os animais que morrem em decorrência dos atropelamentos fora das faixas de rolagem. Também há conflitos que levam à morte de indivíduos por retaliação à predação de animais domésticos e doenças de animais domésticos que prejudicam a saúde dos lobos em idade reprodutiva. Por essas razões, Chrysocyon brachyurus foi categorizada como Vulnerável (VU) pelo critério C1."",""Não"",""Sim"",""Bahia, Distrito Federal, Espírito Santo, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraná, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, São Paulo, Tocantins"",""|Centro-Oeste|Nordeste|Norte|Sudeste|Sul|"",""Amazônia, Caatinga, Cerrado, Mata Atlântica, Pampa, Pantanal"",""Sub-bacia Araguaia Sub-bacia Doce Sub-bacia Grande Sub-bacia Guaíba Sub-bacia Ibicuí Sub-bacia Iguaçu Sub-bacia Itapecuru Sub-bacia Jequitinhonha Sub-bacia Litoral RJ Sub-bacia Litoral RJ SP Sub-bacia Litoral SP PR SC Sub-bacia Paraguai 01 Sub-bacia Paraguai 02 Sub-bacia Paraguai 03 Sub-bacia Paraíba do Sul Sub-bacia Paranaíba Sub-bacia Paranapanema Sub-bacia Paraná RH1 Sub-bacia Parnaíba Alto Sub-bacia São Francisco Alto Sub-bacia São Francisco Médio Sub-bacia Tapajós Sub-bacia Tietê Sub-bacia Tocantins Alto Sub-bacia Uruguai Alto Sub-bacia Uruguai Médio Sub-bacia Xingu"",""APA Bacia do Rio Descoberto, APA Bacia do Rio Paraíba do Sul, APA Bacia do Rio São João/Mico-Leão-Dourado, APA Cavernas do Peruaçu, APA do Morro da Pedreira, APA Ilhas e Várzeas do Rio Paraná, APA Petrópolis, APA Planalto Central, APA Serra da Mantiqueira, ARIE Mata de Santa Genebra, ARIE Matão de Cosmópolis, ESEC da Serra das Araras, ESEC de Uruçuí-Una, ESEC Pirapitinga, ESEC Serra Geral do Tocantins, FLONA Capão Bonito, FLONA de Brasília, FLONA de Passa Quatro, FLONA Lorena, FLONA São Francisco de Paula, FLONA Silvânia, FLONA Três Barras, Parna Aparados da Serra, PARNA Araguaia, PARNA Araucárias, PARNA Campos Gerais, PARNA Cavernas do Peruaçu, PARNA da Chapada das Mesas, PARNA da Chapada dos Guimarães, PARNA da Chapada dos Veadeiros, PARNA das Emas, PARNA da Serra da Bocaina, PARNA da Serra da Canastra, PARNA da Serra do Cipó, PARNA da Serra do Gandarela, PARNA da Serra dos Órgãos, PARNA da Serra Geral, PARNA das Sempre-Vivas, PARNA de Brasília, PARNA de Ilha Grande, PARNA de Itatiaia, PARNA Grande Sertão Veredas, PARNA Iguaçu, PARNA Nascentes do Rio Parnaíba, PARNA São Joaquim, REBIO da Contagem, REBIO de Poço das Antas, REBIO de Sooretama, RESEX Lago do Cedro, RESEX Recanto das Araras de Terra Ronca, REVIS das Veredas do Oeste Baiano"",""APA CAMPOS DO JORDÃO, APA CORUMBATAí, BOTUCATU E TEJUPá PERIMETRO CORUMBATAí, APA DA BACIA DOS RIBEIRÕES DO GAMA E CABEÇA DE VEADO, APA DE CAFURINGA, APA PIRACICABA JUQUERí-MIRIM AREA II, APA RIO BATALHA, APA SISTEMA CANTAREIRA, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL CACHOEIRA DAS ANDORINHAS, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL DA BACIA DO RIO MACACU, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL DA CHAPADA DOS GUIMARÃES, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL ESTADUAL DA ESCARPA DEVONIANA, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL POUSO ALTO, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL SERRA GERAL DE GOIÁS, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL SUL-RMBH, ESTAÇÃO ECOLÓGICA DE ÁGUAS EMENDADAS, ESTAçãO ECOLóGICA DE ASSIS, ESTAÇÃO ECOLÓGICA DE BAURU, ESTAÇÃO ECOLÓGICA DE ITIRAPINA, ESTAçãO ECOLóGICA DE MOGI-GUAçU, ESTAÇÃO ECOLÓGICA DE RIBEIRÃO PRETO, ESTAÇÃO ECOLÓGICA DE SAGARANA, ESTAçãO ECOLóGICA DE SANTA BáRBARA, ESTAçãO ECOLóGICA DE SANTA MARIA, ESTAÇÃO ECOLÓGICA DE SÃO CARLOS, ESTAÇÃO ECOLÓGICA DOS CAETETUS, ESTAÇÃO ECOLÓGICA IBICATU, ESTAÇÃO ECOLÓGICA JATAÍ, ESTAÇÃO ECOLÓGICA VALINHOS, FLORESTA ESTADUAL DO UAIMII, PARQUE ESTADUAL DA SERRA DO CABRAL, PARQUE ESTADUAL DAS FURNAS DO BOM JESUS, PARQUE ESTADUAL DAS NASCENTES DO RIO TAQUARI, PARQUE ESTADUAL DAS VÁRZEAS DO RIO IVINHEMA, PARQUE ESTADUAL DE CAMPOS DO JORDÃO, PARQUE ESTADUAL DE PORTO FERREIRA, PARQUE ESTADUAL DE VASSUNUNGA, PARQUE ESTADUAL DO AGUAPEÍ, PARQUE ESTADUAL DO ITACOLOMI, PARQUE ESTADUAL DO JALAPãO, PARQUE ESTADUAL DO JUQUERY, PARQUE ESTADUAL DO MORRO DO DIABO, PARQUE ESTADUAL DO RIO DOCE, PARQUE ESTADUAL DOS MANANCIAIS DE CAMPOS DO JORDÃO, PARQUE ESTADUAL GRÃO MOGOL, PARQUE ESTADUAL RIO PRETO, PARQUE ESTADUAL SERRA DAS ARARAS, PARQUE ESTADUAL SERRA DO BRIGADEIRO, PARQUE ESTADUAL SERRA DO ROLA MOÇA, PARQUE ESTADUAL VEREDAS DO PERUAÇU, RESERVA BIOLÓGICA JAÍBA"",""RPPN Fazenda Cruzeiro, RPPN Itajurú ou Sobrado"",""Não"",""Declinando"",""1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.1 - Expansão urbana 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.1 - Culturas anuais e perenes não-madeireiras|2.1.4 - Agricultura de escala desconhecida 4 - Transportes e serviços de transmissão|4.2 - Atropelamentos 5 - Uso de recursos biológicos|5.1 - Caça e captura de animais terrestres ou marinhos|5.1.1 - Caça/captura intencional (a espécie é o alvo)|5.1.1.6 - Retaliação/controle 8 - Espécies invasoras problemáticas e doenças|8.2 - Espécies domésticas 8 - Espécies invasoras problemáticas e doenças|8.3 - Espécies nativas problemáticas|8.3.2 - Espécie não conhecida|8.3.2.4 - Patógenos/parasitas 8 - Espécies invasoras problemáticas e doenças|8.5 - Doenças provocadas por vírus ou príons|8.5.2 - Espécie conhecida (Doença)"","""",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação do Lobo-guará, Plano de Ação Nacional para a Conservação dos Canídeos"",""CITES - Anexo II, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Actinopterygii"",""Cyprinodontiformes"",""Rivulidae"",""Plesiolebias"",""Plesiolebias xavantei"",""Plesiolebias xavantei"",""(Costa, Lacerda & Tanizaki, 1988)"",""killifish, Peixe-anual"",""Peixes Continentais"",""08/2019"",""Em Perigo"","""",""B2ab(iii)"",""Plesiolebias xavantei é endêmica do Brasil e conhecida da localidade-tipo em Porto Nacional, e mais três registros no médio rio Tocantins, todos no estado de Tocantins. A espécie é um peixe anual de pequeno porte, que habitat pequenas lagoas temporárias, com vegetação ripária, em áreas alagáveis na várzea do médio rio Tocantins. A localidade-tipo foi destruída em 2001 por uma plantação de soja. Há registros recentes (2016 e 2022), um próximo à cidade de Brejinho de Nazaré e dois próximos à Ipueiras. A sua Área de Ocupação (AOO) foi calculada em 80 km2, levando em conta habitats potenciais (várzea com vegetação) ao redor dos registros. Apesar da legislação considerar a preservação de ilhas e das margens do rio (habitat da espécie), a região onde ela ocorre apresenta um histórico de diversos impactos antrópicos. Na região de Brejinho de Nazaré foi registrada atividade de olaria (1996), com retirada de barro para fazer cerâmica, mas não se estabeleceu. Tanto na região de Brejinho de Nazaré quanto na região próxima à cidade de Ipueiras, atualmente a principal ameaça à sobrevivência da espécie é a ocupação agropecuária no entorno das poças onde ocorre, podendo levar a perda total do habitat em casos extremos, como o assoreamento da poça e perda completa da qualidade de água (agrotóxicos), assim como causar o declínio continuado do habitat. Levando em consideração a fragilidade e as dimensões reduzidas do habitat da espécie, e a ocupação agropecuária da região, as três poças onde há registro da espécie foram consideradas três localizações. Portanto, P. xavantei foi categorizada como Em Perigo (EN), pelo critério B2ab(iii)."",""Sim"",""Sim"",""Tocantins"",""|Norte|"",""Cerrado"",""Sub-bacia Tocantins Alto"","""","""","""",""Não"",""Declinando"",""2 - Agropecuária e Aquacultura|2.1 - Culturas anuais e perenes não-madeireiras|2.1.3 - Agricultura agro-industrial 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.3 - Pecuária|2.3.4 - Pecuária em escala desconhecida"",""3 - Animais de estimação/ornamentais"",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação dos Peixes Rivulídeos Ameaçados de Extinção, Plano de Ação Nacional para a Conservação dos Peixes Rivulídeos Ameaçados de Extinção - 2º ciclo"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Actinopterygii"",""Cichliformes"",""Cichlidae"",""Teleocichla"",""Teleocichla centisquama"",""Teleocichla centisquama"",""Zuanon & Sazima, 2002"","""",""Peixes Continentais"",""10/2021"",""Vulnerável"","""",""B2ab(ii,iii)c(ii)"",""Teleocichla centisquama é endêmica do Brasil, ocorrendo na bacia do rio Xingu, da boca do rio Iriri até a região da Volta Grande do rio Xingu, estado do Pará. A espécie é bentônica e ocorre solitariamente em ambientes de corredeiras com fundo rochoso. A UHE Belo Monte causou um impacto local na população da espécie por perda habitat estimada em 19 % da AOO da espécie, em decorrência da formação do reservatório, que também fragmentou a área de distribuição da espécie. Além disso, houve uma redução drástica da vazão no trecho de remanescente da Volta Grande do Xingu e flutuações extremas e imprevisíveis de vazão decorrentes das regras de operação da hidrelétrica. Isso resultou em uma Área de Ocupação (AOO) estimada de 724 km2, calculada pelo método de quadriculas entre os extremos dos registros de ocorrência. Portanto, T. centisquama foi categorizada como Vulnerável (VU) sob os critérios B2ab(ii,iii)c(ii)."",""Sim"",""Sim"",""Pará"",""|Norte|"",""Amazônia"",""Sub-bacia Xingu"","""","""","""",""Não"",""Desconhecida"",""3 - Produção energética e mineração|3.3 - Energia renovável|3.3.1 - Hidrelétricas"",""3 - Animais de estimação/ornamentais"",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação dos Peixes Amazônicos"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Arthropoda"",""Arachnida"",""Amblypygi"",""Charinidae"",""Charinus"",""Charinus potiguar"","""",""Vasconcelos, Giupponi & Ferreira, 2013"",""Aranha-chicote"",""Invertebrados Terrestres"",""03/2014"",""Vulnerável"","""",""B1ab(iii)"",""Charinus potiguar é endêmica do Brasil e ocorre em 32 cavernas próximas (destas, 25 não citadas nominalmente) na região da Chapada do Apodi, RN, municípios de Felipe Guerra, Governador Dix-Sept Rosado, Baraúna, sempre em pequeno número de indivíduos. A extensão de ocorrência foi estimada em 380 km², e nessa área foram detectadas atividades de mineração, que comprometem diretamente o habitat da espécie. Considerando que a mineração afeta várias cavernas e seu entorno simultaneamente, o número de localizações foi estimado em menor que 10. Portanto, Charinus potiguar foi categorizado como Vulnerável – VU pelos critérios B1 ab(iii)."",""Sim"",""Não"",""Rio Grande do Norte"",""|Nordeste|"",""Caatinga"",""Sub-bacia Piranhas"","""","""","""",""Não"",""Desconhecida"","""","""","""","""","""","""",""""";;;;;; "Animalia,""Arthropoda"",""Arachnida"",""Araneae"",""Ctenidae"",""Celaetycheus"",""Celaetycheus mungunza"","""",""Polotow & Brescovit, 2013"",""Aranha"",""Invertebrados Terrestres"",""03/2014"",""Criticamente em Perigo"",""Não"",""B2ab(iii)"",""Celaetycheus mungunza é endêmica do Brasil, conhecida somente para um fragmento de Mata Atlântica no município de Camacan, na Bahia. Outros fragmentos próximos à localidade-tipo foram amostrados, mas a espécie não foi encontrada. Considerando os tamanhos dos fragmentos florestais da região, a área de ocupação da espécie é estimada em menos de 10km². A região não possui Unidades de Conservação e os fragmentos são pequenos, isolados e encontram-se sob pressão de atividades agropecuárias. Assim, considerando apenas uma localização, a espécie foi categorizada como Criticamente em Perigo (CR) pelo critério B2ab(iii)."",""Sim"",""Não"",""Bahia"",""|Nordeste|"",""Mata Atlântica"",""Sub-bacia Jequitinhonha"","""","""","""",""Não"",""Desconhecida"","""","""","""","""","""","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Aves"",""Passeriformes"",""Furnariidae"",""Anabazenops"",""Anabazenops dorsalis"",""Anabazenops dorsalis"",""(Sclater & Salvin, 1880)"",""barranqueiro-de-topete"",""Aves"",""08/2018"",""Vulnerável"","""",""A2c"",""Anabazenops dorsalis ocorre do sudeste da Colômbia ao extremo noroeste da Bolívia e sul da Amazônia brasileira, nos estados do Acre, Rondônia, norte do Mato Grosso e Pará, em área sobreposta ao arco do desmatamento. A espécie é dependente de floresta em bom estado de conservação. Devido à perda, fragmentação e degradação do seu habitat em função do avanço da agropecuária, suspeita-se um declínio populacional de pelo menos 30% nos últimos 12 anos (três gerações), baseado no declínio na qualidade do habitat. Por isso, A. dorsalis foi categorizada como Vulnerável (VU) pelo critério A2c. MERGEFIELD Justificativa"",""Não"",""Sim"",""Acre, Mato Grosso, Pará, Rondônia"",""|Centro-Oeste|Norte|"",""Amazônia"",""Sub-bacia Madeira Sub-bacia Purus Sub-bacia Tapajós"",""ESEC Rio Acre, PARNA Juruena, REBIO do Jaru, RESEX Chico Mendes"","""",""RPPN Lote Cristalino"",""Não"",""Declinando"",""2 - Agropecuária e Aquacultura|2.1 - Culturas anuais e perenes não-madeireiras|2.1.4 - Agricultura de escala desconhecida 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.2 - Silvicultura|2.2.3 - Plantações em escala desconhecida 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.3 - Pecuária|2.3.4 - Pecuária em escala desconhecida 5 - Uso de recursos biológicos|5.3 - Extração florestal|5.3.5 - Motivação desconhecida 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.1 - Incêndios e supressão de incêndios|7.1.1 - Aumento da frequência/intensidade de incêndios"","""",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação das Aves Ameaçadas do Bioma Amazônia - 2º ciclo"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Actinopterygii"",""Siluriformes"",""Trichomycteridae"",""Listrura"",""Listrura camposi"","""",""(Miranda Ribeiro, 1957)"",""Cambeva-minhoca-do-ribeira"",""Peixes Continentais"",""05/2013"",""Criticamente em Perigo"",""Não"",""B1+2ab(iii)"",""Listrura camposi foi registrada somente em dois pontos da bacia do Ribeira do Iguape, no estado de São Paulo, Brasil, em um dos quais (a localidade-tipo) a subpopulação foi extirpada. A bacia do rio Ribeira de Iguape encontra-se na Mata Atlântica, um bioma fortemente impactado, com menos de 5% da sua extensão original preservada. A única subpopulação restante de L. camposi está restrita a uma localização (a=1), de aproximadamente 30 m², que equivale a um curto trecho de um pequeno riacho fora de Unidade de Conservação, próxima a uma estrada que cruza o tributário do rio Itariri. Esta área está sujeita a uma série de impactos, incluindo obras relacionadas a essa estrada e alterações diversas de origem antrópica, como barragens provavelmente irregulares nesse trecho do rio. Outras ameaças difusas incluem destruição de hábitat, drenagem, aterramento, desmatamento e poluição no entorno desse trecho do riacho. Por esses motivos, L. camposi foi categorizada como Criticamente Em Perigo (CR) pelos critérios B1+2ab(iii)."",""Sim"",""Não"",""São Paulo"",""|Sudeste|"",""Mata Atlântica"",""Sub-bacia Litoral RJ SP Sub-bacia Litoral SP"","""",""APA SERRA DO MAR, PARQUE ESTADUAL DA SERRA DO MAR"","""",""Desconhecido"",""Desconhecida"","""","""","""","""","""","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Actinopterygii"",""Cyprinodontiformes"",""Rivulidae"",""Kryptolebias"",""Kryptolebias campelloi"","""",""(Costa, 1990)"","""",""Peixes Continentais"",""11/2014"",""Criticamente em Perigo"",""Não"",""B2ab(ii, iii)"",""Kryptolebias campelloi é endêmica do Brasil e conhecida apenas da localidade-tipo, no município de Primavera, estado do Pará. Os exemplares utilizados na sua descrição foram coletados em 1974, e desde então não havia novos registros mesmo com intenso esforço de coleta. Em 2008, a espécie foi novamente registrada em sua localidade-tipo, já bastante descaracterizada. A área de ocupação (AOO) conhecida é menor do que 1,0 km2 (B2), inserida em uma paisagem completamente alterada por desmatamento. Aparentemente é uma espécie associada a florestas, pois foi reencontrada em um trecho de mata ciliar remanescente. Presume-se declínio na área de ocupação e na qualidade do hábitat da espécie (b ii, iii). Como é conhecida de uma única localidade, e considerando o desmatamento das áreas ciliares como a principal ameaça, configura-se apenas uma localização (a). Portanto, Kryptolebias campelloi foi categorizada como Criticamente em Perigo (CR), pelos critérios B2 ab(ii, iii)."",""Sim"",""Não"",""Pará"",""|Norte|"",""Amazônia"",""Sub-bacia Gurupi"",""RESEX Marinha de Tracuateua"","""","""","""",""Desconhecida"","""","""","""","""","""","""",""""";;;;;; "Animalia,""Arthropoda"",""Insecta"",""Lepidoptera"",""Nymphalidae"",""Forsterinaria"",""Forsterinaria itatiaia"","""",""C. Peña & Lamas, 2005"",""Borboleta"",""Invertebrados Terrestres"",""04/2018"",""Vulnerável"","""",""D2"",""Forsterinaria itatiaia é conhecida apenas de duas localidades, uma no Parque Nacional de Itatiaia e outra no Parque Nacional do Caparaó, ambos acima de 2.000m de altitude. Não foi encontrada em áreas adjuntas, que já foram intensamente amostradas. Vive restritamente em hábitat susceptível ao fogo, que pode levar o táxon à condição de CR ou EX em curto prazo. Por isso, F. itatiaia foi classificada como Vulnerável (VU), pelo critério D2."",""Sim"",""Sim"",""Espírito Santo, Rio de Janeiro"",""|Sudeste|"",""Mata Atlântica"",""Sub-bacia Litoral ES Sub-bacia Paraíba do Sul"",""PARNA de Itatiaia, PARNA do Caparaó"","""","""",""Desconhecido"",""Desconhecida"",""1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.1 - Expansão urbana 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.1 - Incêndios e supressão de incêndios|7.1.1 - Aumento da frequência/intensidade de incêndios"","""","""","""",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Actinopterygii"",""Cyprinodontiformes"",""Rivulidae"",""Melanorivulus"",""Melanorivulus kayapo"","""",""(Costa, 2006)"","""",""Peixes Continentais"",""11/2014"",""Vulnerável"","""",""D2"",""Melanorivulus kayapo é endêmica do Brasil e conhecida somente da localidade-tipo, um pequeno córrego na serra dos Caiapós, drenagem do alto rio Caiapó, bacia do alto rio Araguaia, estado de Goiás. Considerando áreas potenciais adjacentes à localidade-tipo, a área de ocupação conhecida da espécie é menor que 20 km2. A região do entorno é intensamente ocupada por agricultura, sendo a conversão dessas áreas uma ameaça potencial futura capaz de levar o táxon à condição de Criticamente em Perigo ou Extinto em curto prazo. Portanto, Melanorivulus kayapo foi categorizada como Vulnerável (VU) pelo critério D2."",""Sim"",""Não"",""Goiás"",""|Centro-Oeste|"",""Cerrado"",""Sub-bacia Araguaia"","""","""","""","""",""Desconhecida"","""","""","""","""","""","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Actinopterygii"",""Cyprinodontiformes"",""Rivulidae"",""Melanorivulus"",""Melanorivulus rubromarginatus"","""",""(Costa, 2007)"","""",""Peixes Continentais"",""11/2014"",""Vulnerável"","""",""D2"",""Melanorivulus rubromarginatus é endêmica do Brasil, conhecida apenas da localidade-tipo, um córrego da drenagem do rio do Peixe, afluente da margem direita do rio Araguaia, estado de Goiás. Mesmo considerando áreas potenciais adjacentes à localidade-tipo, a área de ocupação provável da espécie é menor que 20 km2. A região do entorno é intensamente ocupada por agricultura e pecuária, que constituem ameaças potenciais futuras capazes de levar o táxon à condição de Criticamente em Perigo ou Extinto em curto prazo. Portanto, Melanorivulus rubromarginatus foi categorizada como Vulnerável (VU) pelo critério D2."",""Sim"",""Não"",""Goiás"",""|Centro-Oeste|"",""Cerrado"",""Sub-bacia Araguaia"","""","""","""","""",""Desconhecida"","""","""","""","""","""","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Actinopterygii"",""Cyprinodontiformes"",""Rivulidae"",""Melanorivulus"",""Melanorivulus salmonicaudus"","""",""(Costa, 2007)"","""",""Peixes Continentais"",""11/2014"",""Vulnerável"","""",""D2"",""Melanorivulus salmonicaudus é endêmica do Brasil e conhecida apenas da região da localidade-tipo, em córregos e brejos próximos ao canal do médio rio Araguaia, estado de Goiás. Mesmo considerando áreas potenciais adjacentes à localidade-tipo, a área de ocupação provável da espécie é menor que 20 km2. A região do entorno é intensamente ocupada por agricultura e pecuária, que constituem ameaças potenciais futuras capazes de levar o táxon à condição de Criticamente em Perigo ou Extinto em curto prazo. Portanto, Melanorivulus salmonicaudus foi categorizada como Vulnerável (VU) pelo critério D2."",""Sim"",""Não"",""Goiás"",""|Centro-Oeste|"",""Cerrado"",""Sub-bacia Araguaia"","""","""","""","""",""Desconhecida"","""","""","""","""","""","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Elasmobranchii"",""Myliobatiformes"",""Urotrygonidae"",""Urotrygon"",""Urotrygon microphthalmum"",""Urotrygon microphthalmum"",""Delsman, 1941"",""raia-de-fogo, raia-foguinho, raia-roliça"",""Tubarões e Raias"",""11/2017"",""Vulnerável"","""",""A2cd"",""Urotrygon microphthalmum é uma pequena raia costeira tropical do Atlântico ocidental, ocorrendo da Venezuela ao Nordeste do Brasil em águas rasas. Sua ocorrência, outrora comum em pescarias de arrastos costeiros, aparentemente se tornou rara ou não foi mais registrada em algumas áreas (e.g. costa do Maranhão, do Ceará e da Paraíba). A espécie é impactada por pescarias costeiras artesanais e de subsistência, e sua área de ocupação tem diminuído em função da degradação do habitat. Além disso a espécie possui alta susceptibilidade devido a sua baixa fecundidade. Com os dados disponíveis de declínios observados, suspeita-se que houve uma redução no tamanho populacional de pelo menos 30% ao longo da área de distribuição, em 10 anos no passado (três gerações). Portanto, a espécie foi categorizada como Vulnerável (VU) A2cd."",""Não"",""Sim"",""Amapá, Ceará, Maranhão, Pará, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Norte"",""|Nordeste|Norte|"",""Sistema Costeiro-Marinho"",""Sub-bacia Litoral CE PB"",""APA Delta do Parnaíba, RESEX Cururupu"",""ÁREA DE PROTEçãO AMBIENTAL DAS REENTRâNCIAS MARANHENSES"","""",""Sim"",""Declinando"",""1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.1 - Expansão urbana 1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.2 - Áreas comerciais e industriais 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.5 - Captura indireta - subsistência/pequena escala|5.4.5.6 - Arrasto|5.4.5.6.2 - Arrasto duplo 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.5 - Captura indireta - subsistência/pequena escala|5.4.5.6 - Arrasto|5.4.5.6.3 - Arrasto de praia 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.5 - Captura indireta - subsistência/pequena escala|5.4.5.6 - Arrasto|5.4.5.6.4 - Arrasto de parelha 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.6 - Captura indireta - larga escala|5.4.6.6 - Arrasto|5.4.6.6.1 - Arrasto simples 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.6 - Captura indireta - larga escala|5.4.6.6 - Arrasto|5.4.6.6.2 - Arrasto duplo 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.6 - Captura indireta - larga escala|5.4.6.6 - Arrasto|5.4.6.6.3 - Arrasto de parelha 9 - Poluição|9.1 - Doméstica e urbana - escoamento de água|9.1.1 - Esgoto 9 - Poluição|9.1 - Doméstica e urbana - escoamento de água|9.1.2 - Escoamento urbano"","""",""Manejo/ordenamento de caça/pesca, Proteção de locais/áreas"","""",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""0 , 55""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Reptilia"",""Squamata"",""Gymnophthalmidae"",""Heterodactylus"",""Heterodactylus lundii"",""Heterodactylus lundii"",""Reinhardt & Lütken, 1862"",""Briba, Calango-que-vira-cobra, Cobra-de-pé, Cobra-de-vidro, Cobrinha"",""Répteis"",""03/2021"",""Vulnerável"","""",""B2ab(ii,iii)"",""Heterodactylus lundii é endêmica do Brasil, com ocorrência restrita a regiões de campos rupestres ou de cerrados abertos (campos limpos), entre 900 e 1.300 metros de altitude, no estado de Minas Gerais. Sua extensão de ocorrência (EOO) é estimada em 52.434 km², mas sua área de ocupação (AOO) é muito mais reduzida, já que seu ambiente é bastante específico, e foi estimada em 1.068 km². A espécie parece ser geograficamente rara e localmente pouco abundante. Boa parte do hábitat onde ocorre é impactado principalmente pelo fogo, silvicultura, mineração e turismo desordenado, provocando descaracterização, declínio da qualidade e fragmentação dos ambientes. Entre 2009 e 2019, houve redução de 55,2 km² (2,5%) do hábitat dentro de sua EOO. Considerando a especificidade do hábitat e a baixa capacidade de dispersão da espécie, sua população encontra-se severamente fragmentada. Por essas razões, Heterodactylus lundii foi avaliada como Vulnerável (VU), pelo critério B2ab(ii,iii)."",""Sim"",""Sim"",""Minas Gerais"",""|Sudeste|"",""Cerrado, Mata Atlântica"",""Sub-bacia Doce Sub-bacia Grande Sub-bacia Jequitinhonha Sub-bacia São Francisco Alto"",""APA do Morro da Pedreira, PARNA da Serra da Canastra, PARNA da Serra do Cipó, PARNA das Sempre-Vivas"",""ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL SUL-RMBH, PARQUE ESTADUAL DA SERRA DO CABRAL"",""RPPN Santuário Caraça"","""",""Desconhecida"",""2 - Agropecuária e Aquacultura|2.1 - Culturas anuais e perenes não-madeireiras|2.1.3 - Agricultura agro-industrial 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.2 - Silvicultura|2.2.2 - Plantações agro-industriais 3 - Produção energética e mineração|3.2 - Mineração|3.2.3 - Extração de minérios - subsolo 6 - Distúrbios humanos|6.1 - Atividades recreacionais/turísticas 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.1 - Incêndios e supressão de incêndios|7.1.1 - Aumento da frequência/intensidade de incêndios 9 - Poluição|9.3 - Agropecuária e florestal|9.3.3 - Herbicidas e pesticidas 9 - Poluição|9.4 - Lixo e resíduos sólidos|9.4.2 - Industriais"","""",""Criação de áreas protegidas, Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação da Herpetofauna do Espinhaço Mineiro - 2º ciclo, Plano de Ação Nacional para a Conservação dos Répteis e Anfíbios Ameaçados de Extinção na Serra do Espinhaço"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Reptilia"",""Squamata"",""Gymnophthalmidae"",""Leposoma"",""Leposoma nanodactylus"",""Leposoma nanodactylus"",""Rodrigues, 1997"","""",""Répteis"",""04/2021"",""Em Perigo"","""",""B1ab(iii)"",""Leposoma nanodactylus é endêmica do Brasil e conhecida de poucos registros de uma região restrita da Mata Atlântica do sul da Bahia. Sua extensão de ocorrência foi calculada em 2.135 km². A espécie ocorre predominantemente em regiões montanhosas e necessita de florestas em bom estado de conservação. Boa parte da floresta ao longo da sua distribuição foi intensamente descaracterizada pela agricultura e extrativismo madeireiro, que provocam declínio contínuo da qualidade do hábitat. Considerando a especificidade de hábitat e a baixa capacidade de dispersão da espécie, sua população encontra-se severamente fragmentada. Portanto, Leposoma nanodactylus foi avaliada como Em Perigo (EN) pelo critério B1ab(iii)."",""Sim"",""Sim"",""Bahia"",""|Nordeste|"",""Mata Atlântica"",""Sub-bacia Contas Sub-bacia Jequitinhonha"",""PARNA Serra das Lontras, REBIO de Una"",""ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL LAGOA ENCANTADA"","""","""",""Desconhecida"",""2 - Agropecuária e Aquacultura|2.1 - Culturas anuais e perenes não-madeireiras|2.1.4 - Agricultura de escala desconhecida 5 - Uso de recursos biológicos|5.3 - Extração florestal|5.3.2 - Uso intencional - larga escala"","""",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação da Herpetofauna Ameaçada da Mata Atlântica Nordestina, Plano de Ação Nacional para a Conservação da Herpetofauna do Nordeste - 2º ciclo"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Reptilia"",""Squamata"",""Amphisbaenidae"",""Leposternon"",""Leposternon octostegum"",""Leposternon octostegum"",""(Duméril, 1851)"",""Cobra-cega, Cobra-de-duas-cabeças"",""Répteis"",""04/2021"",""Em Perigo"","""",""B1ab(iii)"",""Leposternon octostegum é endêmica do Brasil e conhecida apenas de alguns municípios do litoral norte da Bahia, com extensão de ocorrência de 1.229 km². A espécie, que é fossorial, não ocorre em nenhuma área protegida e sua distribuição é restrita a uma região que sofre intensa pressão, principalmente da urbanização e avanço da silvicultura, atividades que provocam fragmentação e declínio contínuo da qualidade do hábitat. A espécie possui baixa capacidade de dispersão e sua população encontra-se severamente fragmentada. Portanto, Leposternon octostegum foi avaliada como Em Perigo (EN) pelo critério B1ab(iii)."",""Sim"",""Sim"",""Bahia"",""|Nordeste|"",""Mata Atlântica"",""Sub-bacia Itapecuru-Paraguaçu"","""","""","""","""",""Desconhecida"",""1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.1 - Expansão urbana 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.2 - Silvicultura|2.2.3 - Plantações em escala desconhecida"","""",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação da Herpetofauna Ameaçada da Mata Atlântica Nordestina, Plano de Ação Nacional para a Conservação da Herpetofauna do Nordeste - 2º ciclo"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Arthropoda"",""Insecta"",""Lepidoptera"",""Pieridae"",""Moschoneura"",""Moschoneura pinthous methymna"","""",""(Godart, 1819)"",""Borboleta"",""Invertebrados Terrestres"",""11/2010"",""Vulnerável"","""",""B2ab(ii,iii)"",""Embora Moschoneura pinthous methymna tenha uma distribuição geográfica relativamente ampla na Mata Atlântica, a subespécie está associada a ambientes bem específicos, locais úmidos próximos a pequenos córregos nas encostas de serras, de modo que sua área de ocupação (AOO) é estimada em menos de 2.000 km2. O táxon é registrado em nove localizações isoladas no sudeste do Brasil. Encontra-se sob ameaça devido à fragmentação crescente de seus habitat em decorrência do desmatamento. Portanto, M. p. methymna foi categorizada como Vulnerável (VU), segundo o critério B2ab(ii,iii)."",""Sim"",""Não"",""Espírito Santo, Minas Gerais, Rio de Janeiro"",""|Sudeste|"",""Mata Atlântica"",""Sub-bacia Grande Sub-bacia Litoral ES Sub-bacia Litoral RJ"",""APA Petrópolis, PARNA da Serra dos Órgãos, PARNA de Itatiaia, REBIO Augusto Ruschi"","""","""",""Desconhecido"",""Desconhecida"","""","""",""Proteção de recursos/habitat"","""","""","""",""""";;;;;; "Animalia,""Arthropoda"",""Insecta"",""Lepidoptera"",""Nymphalidae"",""Paulogramma"",""Paulogramma hydarnis"","""",""(Godart, 1824)"",""Borboleta"",""Invertebrados Terrestres"",""11/2010"",""Em Perigo"","""",""B1ab(iii)+2ab(iii)"",""Apesar de aparentemente existir bastante habitat adequado para sua ocorrência, o número reduzido de populações conhecidas sugere que a espécie tenha requerimentos específicos para se manter. Suaextensão de ocorrência (EOO) é menor do que 5.000 km2 e sua área de ocupação (AOO) é menor do que 500 km2. Além disso, duas das cinco populações conhecidas estão fora de unidades de conservação.As populações encontram-se isoladas e as áreas estão sujeitas a destruição e a degradação ambiental provocadas pela ocupação urbana, desmatamentos e substituição de habitat. Portanto, P. hydarnis foicategorizada como Em Perigo (EN), segundo os critérios B1ab(iii)+2ab(iii)."",""Sim"",""Não"",""Espírito Santo, Minas Gerais, Rio de Janeiro"",""|Sudeste|"",""Mata Atlântica"",""Sub-bacia Grande Sub-bacia Litoral ES Sub-bacia Litoral RJ"",""APA Petrópolis, APA Serra da Mantiqueira, PARNA da Serra dos Órgãos, PARNA de Itatiaia, PARNA do Caparaó"","""","""",""Desconhecido"",""Desconhecida"",""1 - Desenvolvimento residencial e comercial"","""",""Proteção de recursos/habitat"","""","""","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Actinopterygii"",""Siluriformes"",""Loricariidae"",""Pareiorhaphis"",""Pareiorhaphis scutula"","""",""Pereira, Vieira & Reis, 2010"","""",""Peixes Continentais"",""11/2013"",""Em Perigo"","""",""B1ab(iii)"",""Pareiorhaphis scutula é uma espécie endêmica da sub-bacia do rio Piracicaba, bacia do rio Doce, estado de Minas Gerais, Brasil. A espécie é típica de córregos e riachos encachoeirados com substrato composto por blocos grandes de rocha. A Extensão de Ocorrência (EOO) da espécie, calculada pelo método do mínimo polígono convexo, é de aproximadamente 1.500 km² (EN B1). Desde o século XVIII, a bacia do rio Piracicaba foi intensamente explorada pela mineração (ouro e ferro), além do desmatamento para fabricação de carvão usado na siderurgia. Na segunda metade do século XX, foram construídas hidrelétricas na calha dos rios principais, barragens de contenção de rejeitos nas áreas mineradas e amplas áreas se tornaram cultivos de eucaliptos. Todos esses processos persistem até o presente e são responsáveis pela atual fragmentação das subpopulações (a) e declínio continuado da qualidade do hábitat (biii). Diante dessas informações, P. scutula foi categorizada como Em Perigo (EN) pelos critérios B1ab(iii)."",""Sim"",""Não"",""Minas Gerais"",""|Sudeste|"",""Mata Atlântica"",""Sub-bacia Doce"",""PARNA da Serra do Gandarela"",""ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL SUL-RMBH"","""",""Desconhecido"",""Desconhecida"","""","""","""","""","""","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Aves"",""Passeriformes"",""Thamnophilidae"",""Phlegopsis"",""Phlegopsis nigromaculata paraensis"","""",""Hellmayr, 1904"",""Mãe-de-taoca"",""Aves"",""10/2011"",""Vulnerável"","""",""C1"",""Phlegopsis nigromaculata paraensis é endêmica do Brasil, ocorrendo a sul do rio Amazonas, do leste do Pará (margem leste do rio Tocantins) ao oeste amazônico do Maranhão. Tem tamanho populacional pequeno, com cerca de 3.000 indivíduos maduros. A subespécie sofreu perda de habitat de cerca de 70% em relação à sua distribuição original. É restrita a grandes áreas de floresta, mas também já foi registrada em mata secundária e em matas que sofreram corte seletivo. Suspeita-se de declínio populacional continuado, podendo atingir 10% em três gerações (15 anos). Por estas razões, P. n. paraensis foi categorizada como Vulnerável (VU) C1."",""Sim"",""Não"","""",""||"","""","""","""","""","""",""Desconhecido"",""Declinando"",""11 - Mudanças e extremos climáticos|11.1 - Mudança/alteração de habitat"","""",""Plano de Ação Nacional (PAN), Proteção de locais/áreas"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação das Aves Ameaçadas do Bioma Amazônia"","""","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Mammalia"",""Rodentia"",""Echimyidae"",""Phyllomys"",""Phyllomys thomasi"","""",""(Ihering, 1897)"",""Giant Atlantic Tree-rat, Rato-da-árvore"",""Mamíferos"",""06/2013"",""Em Perigo"","""",""B1ab(iii)"",""Phyllomys thomasi é endêmica do Brasil, conhecido apenas na localidade tipo na Ilha de São Sebastião, São Paulo. A extensão de ocorrência foi estimada em 348 km2, área da ilha, sendo considerada como uma localização. Na ilha está inserido o município de Ilhabela, onde tem havido um intenso crescimento populacional com crescente urbanização e ocupação de áreas florestais, queimada, introdução de animais domésticos e empreendimentos turísticos como a construção de um teleférico. Portanto, foi categorizada como Em Perigo (EN) B1 ab(iii)."",""Sim"",""Não"","""",""||"","""","""","""","""","""",""Desconhecido"",""Desconhecida"","""","""","""","""","""","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Aves"",""Passeriformes"",""Rhynchocyclidae"",""Phylloscartes"",""Phylloscartes beckeri"","""",""Gonzaga & Pacheco, 1995"",""borboletinha-baiana"",""Aves"",""08/2013"",""Em Perigo"","""",""B2ab(iii)";" C2a(i)"",""Phylloscartes beckeri é endêmica do Brasil, com registros de ocorrência na Bahia e Minas Gerais. A área de ocupação foi calculada em 64 km2. A população total da espécie não ultrapassa 2.500 indivíduos maduros, sendo que cada subpopulação contém menos de 250 deles. Há fragmentação severa da população. Suspeita-se que haja declínio continuado da população, uma vez que a espécie é dependente de floresta preservada e que há perda de área e de qualidade de habitat. Portanto, P. beckeri foi categorizada como Em Perigo (EN) B2ab(iii)";" C2a(i)."",""Sim"",""Não"",""Bahia, Minas Gerais"",""|Nordeste|Sudeste|"",""Caatinga, Mata Atlântica"",""Sub-bacia Contas Sub-bacia Itapecuru-Paraguaçu Sub-bacia Jequitinhonha Sub-bacia Litoral BA ES"",""PARNA Alto Cariri, PARNA da Chapada Diamantina, PARNA de Boa Nova, PARNA Serra das Lontras, REBIO da Mata Escura"","""","""","""",""Declinando"",""2 - Agropecuária e Aquacultura|2.1 - Culturas anuais e perenes não-madeireiras 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.3 - Pecuária"","""",""Criação de áreas protegidas, Identificação de novas áreas protegidas, Plano de Ação Nacional (PAN), Proteção de locais/áreas"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação das Aves Ameaçadas do Bioma Mata Atlântica, Plano de Ação Nacional para a Conservação das Aves da Caatinga"","""",""750 , 1200"",""""";;;; "Animalia,""Chordata"",""Actinopterygii"",""Cyprinodontiformes"",""Rivulidae"",""Plesiolebias"",""Plesiolebias canabravensis"","""",""Costa & Nielsen, 2007"",""annual killifish, Peixe anual"",""Peixes Continentais"",""11/2014"",""Vulnerável"","""",""D2"",""Plesiolebias canabravensis é endêmica do Brasil, conhecida somente da localidade-tipo, uma lagoa sazonal próxima ao rio Canabrava, bacia do rio Tocantins, em uma região de cerrado, no estado do Tocantins. A área de ocupação presumida da espécie é menor que 20 km2, já considerando áreas potenciais adjacentes à sua localidade-tipo. A região do entorno é ocupada por agricultura e pecuária, que constituem ameaças potenciais futuras capazes de levar o táxon à condição de Criticamente em Perigo ou Extinto em curto prazo. Portanto, Plesiolebias canabravensis foi categorizada como Vulnerável (VU) pelo critério D2."",""Sim"",""Não"",""Tocantins"",""|Norte|"",""Cerrado"",""Sub-bacia Tocantins Alto"","""","""","""","""",""Desconhecida"","""","""","""","""","""","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Aves"",""Tinamiformes"",""Tinamidae"",""Taoniscus"",""Taoniscus nanus"",""Taoniscus nanus"",""(Temminck, 1815)"",""codorna-carapé, inhambu-carapé"",""Aves"",""10/2018"",""Em Perigo"","""",""B2ab(ii,iii)"",""Taoniscus nanus distribui-se no nordeste da Argentina e localmente no centro-leste, sudeste e sul do Brasil, ocorrendo em campos naturais do bioma Cerrado. Há três subpopulações consideradas relevantes em unidades de conservação (Parques Nacionais da Serra da Canastra, das Emas e dos Veadeiros). Sua área de ocupação foi calculada em 448 km2. A população é severamente fragmentada e embora ocorra principalmente em áreas protegidas, estas ainda sofrem com incêndios descontrolados, supressão dos campos naturais em função da expansão das atividades agrosilvopastoris, invasões de espécies exóticas (Pinus e gramíneas), mineração, resultando em redução de área de ocupação e perda de qualidade de habitat, havendo declínio populacional continuado. Por essas razões, T. nanus foi categorizada como Em Perigo (EN) pelo critério B2ab(ii,iii)."",""Não"",""Sim"",""Bahia, Distrito Federal, Goiás, Minas Gerais, Tocantins"",""|Centro-Oeste|Nordeste|Norte|Sudeste|"",""Caatinga, Cerrado"",""Sub-bacia Grande Sub-bacia Itapecuru-Paraguaçu Sub-bacia Paranaíba Sub-bacia São Francisco Alto Sub-bacia Tocantins Alto"",""APA Bacia do Rio São Bartolomeu, APA Planalto Central, ESEC Serra Geral do Tocantins, PARNA da Chapada dos Veadeiros, PARNA das Emas, PARNA da Serra da Canastra, PARNA de Brasília"",""APA DA BACIA DOS RIBEIRÕES DO GAMA E CABEÇA DE VEADO, Área de Proteção Ambiental Jalapão, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL MARIMBUS / IRAQUARA, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL POUSO ALTO, ESTAÇÃO ECOLÓGICA DE ÁGUAS EMENDADAS, PARQUE ESTADUAL DO JALAPãO"",""RPPN Cachoeira do Cerradão, RPPN Chakra Grisu, RPPN Fazenda Mata Funda, RPPN Linda Serra dos Topázios"",""Não"",""Declinando"",""1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.1 - Expansão urbana 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.2 - Silvicultura|2.2.2 - Plantações agro-industriais 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.1 - Incêndios e supressão de incêndios|7.1.1 - Aumento da frequência/intensidade de incêndios"","""",""Conservação ex-situ, Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação das Aves Ameaçadas do Bioma Amazônia, Plano de Ação Nacional para a Conservação das Aves do Cerrado e Pantanal, Plano de Ação Nacional para a Conservação das Aves do Cerrado e Pantanal - 2º ciclo"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Aves"",""Passeriformes"",""Grallariidae"",""Grallaria"",""Grallaria varia intercedens"",""Grallaria varia intercedens"",""Berlepsch & Leverkühn, 1890"",""tovacuçu"",""Aves"",""06/2019"",""Em Perigo"","""",""B2ab(ii,iii)"",""Grallaria varia intercedens é endêmica do Brasil, com registros no sul do Bahia e extremo nordeste de Minas Gerais, em áreas de florestas úmidas e matas secundárias maduras. Há diversos casos de extinção local e sua área de ocupação (AOO) foi calculada em 324 km². Está restrita à unidades de conservação e a população é considerada severamente fragmentada, a qual está isolada em localidades distantes entre si e separada por habitat inadequado, não havendo fluxo gênico. Sua extensão de ocorrência foi severamente reduzida devido à expansão agrícola e urbana na Mata Atlântica, gerando declínio na AOO e na qualidade do habitat. Dessa forma, G. v. intercedens foi categorizada como Em Perigo (EN) pelo critério B2ab(ii,iii)."",""Sim"",""Sim"",""Bahia, Minas Gerais, Pernambuco"",""|Nordeste|Sudeste|"",""Mata Atlântica"",""Sub-bacia Contas Sub-bacia Jequitinhonha Sub-bacia Litoral BA ES"",""PARNA de Boa Nova, PARNA do Descobrimento, PARNA do Monte Pascoal, PARNA do Pau Brasil, PARNA Serra das Lontras, REBIO de Una, REVIS Una"",""ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL COSTA DE ITACARÉ/ SERRA GRANDE"",""MATA DO PASSARINHO, RPPN Reserva Natural da Serra do Teimoso"",""Não"",""Declinando"",""1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.1 - Expansão urbana 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.1 - Culturas anuais e perenes não-madeireiras|2.1.4 - Agricultura de escala desconhecida"","""",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação das Aves Ameaçadas do Bioma Mata Atlântica"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Arthropoda"",""Arachnida"",""Opiliones"",""Gonyleptidae"",""Iandumoema"",""Iandumoema uai"",""Iandumoema uai"",""Pinto-da-Rocha, 1996"","""",""Invertebrados Terrestres"",""05/2018"",""Criticamente em Perigo"",""Não"",""B1ab(iii)+2ab(iii)"",""Iandumoema uai é espécie endêmica do Brasil, conhecida de duas cavernas: a gruta Olhos d´Água e a a Lapa do Cipó, no Município de Itacarambi/Minas Gerais, localizados no Parque Nacional Cavernas do Peruaçu. Essas cavernas constituem um único sistema. A extensão de ocorrência e a área de ocupação são estimadas em menos de 10km2. Amostragens em outras cavernas dentro do Parque não localizaram a espécie. A ressurgência da Olhos d´Água localiza-se fora dos limites do Parque Nacional. Tem sido observada diminuição da precipitação e aumento do uso de água subterrânea para fins agrícolas na região, acompanhado pela construção de várias represas a montante do sumidouro e dentro da caverna Olhos d´Água para armazenar água para uso durante a estação seca. A Lapa D'Água João Ferreira é impactada pela retirada de água. Esses impactos alteram a quantidade de alimento disponível à comunidade de troglóbios nas cavernas. Considerando uma localização, a espécie foi categorizada como Criticamente em Perigo (CR) pelos critérios B1ab(iii)+2ab(iii)."",""Sim"",""Sim"",""Minas Gerais"",""|Sudeste|"",""Cerrado"",""Sub-bacia São Francisco Médio"",""APA Cavernas do Peruaçu, PARNA Cavernas do Peruaçu"","""","""",""Não"",""Desconhecida"",""11 - Mudanças e extremos climáticos|11.1 - Mudança/alteração de habitat 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.1 - Culturas anuais e perenes não-madeireiras|2.1.4 - Agricultura de escala desconhecida 5 - Uso de recursos biológicos|5.3 - Extração florestal|5.3.5 - Motivação desconhecida 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.2 - Represas e uso de água|7.2.8 - Captação de água subterrânea - uso desconhecido 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.2 - Represas e uso de água|7.2.9 - Represas (pequenas) 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.3 - Outras modificações nos ecossistemas"","""",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação das Cavernas do Brasil, Plano de Ação Nacional para Conservação do Patrimônio Espeleológico nas Áreas Cársticas da Bacia do Rio São Francisco"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Actinopterygii"",""Gymnotiformes"",""Apteronotidae"",""Sternarchorhynchus"",""Sternarchorhynchus higuchii"",""Sternarchorhynchus higuchii"",""de Santana & Vari, 2010"","""",""Peixes Continentais"",""05/2018"",""Criticamente em Perigo"",""Não"",""B2ab(ii,iii,v)"",""Sternarchorhynchus higuchii é uma espécie reofílica, endêmica do Brasil, conhecida de duas localidades: Cachoeira do Miriti (17 exemplares) e Cachoeira Morena (27 exemplares), ambas no rio Uatumã, na porção leste do Amazonas. A área de ocupação (AOO) da espécie foi estimada em 8 km2. Tal região foi fortemente afetada pela construção e funcionamento da UHE Balbina, principalmente pela descarga de água desoxigenada e carregada com metano e gás sulfídrico, que causou grande mortandade de peixes naquele trecho (localização = 1). Embora a descrição da espécie seja de 2010, todos os exemplares de S. higuchii foram coletados em 1987, durante a fase de enchimento do reservatório da UHE, quando o trecho de rio a jusante teve o fluxo de água interrompido pela barragem durante cerca de um ano. Depois deste período não houve um esforço de coleta intensivo na área direcionado à espécie. Contudo, por se tratar de uma espécie associada a corredeiras, e, considerando a mortandade decorrente da interrupção prolongada do fluxo do rio, e da descarga de água em péssimas condições na localidade-tipo, estima-se um declínio continuado da AOO, do número de indivíduos maduros e da qualidade de hábitat ocupado originalmente pela espécie. Portanto, Sternarchorhynchus higuchii foi categorizada como Criticamente em Perigo (CR) pelo critério B2ab(ii,iii,v)."",""Sim"",""Sim"",""Amazonas"",""|Norte|"",""Amazônia"",""Sub-bacia Trombetas"","""",""ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL DE PRESIDENTE FIGUEIREDO - CAVERNA DO MOROAGA"","""",""Não"",""Declinando"",""3 - Produção energética e mineração|3.3 - Energia renovável|3.3.1 - Hidrelétricas"","""",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação dos Peixes Amazônicos"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Actinopterygii"",""Siluriformes"",""Callichthyidae"",""Scleromystax"",""Scleromystax macropterus"","""",""(Regan, 1913)"",""Limpa-fundo"",""Peixes Continentais"",""11/2013"",""Em Perigo"","""",""B2ab(iii)"",""Scleromystax macropterus é endêmica do Brasil e ocorre em drenagens costeiras do sul de São Paulo ao norte de Santa Catarina, exclusivamente em pequenos riachos de águas pretas, associados à vegetação de restinga. A área de ocupação da espécie foi calculada em 52 km² (B2), na qual foram detectadas ameaças de poluição, desmatamento e fragmentação de hábitats devido à expansão imobiliária (biii). Além disso, a espécie é pouco abundante e a população encontra-se fragmentada (a). Portanto, Scleromystax macropterus foi categorizada como Em Perigo (EN) pelos critérios B2ab(iii)."",""Sim"",""Não"",""Paraná, Santa Catarina, São Paulo"",""|Sudeste|Sul|"",""Mata Atlântica"",""Sub-bacia Litoral RJ SP Sub-bacia Litoral SP Sub-bacia Litoral SP PR SC"",""APA Cananéia-Iguape-Peruíbe, APA Guaraqueçaba"",""ESTAÇÃO ECOLÓGICA CHAÚAS, ESTAÇÃO ECOLÓGICA JURÉIA-ITATINS, PARQUE ESTADUAL ACARAI"","""",""Desconhecido"",""Desconhecida"","""","""","""","""","""","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Elasmobranchii"",""Lamniformes"",""Alopiidae"",""Alopias"",""Alopias vulpinus"",""Alopias vulpinus"",""(Bonnaterre, 1788)"",""tubarão-rabudo, tubarão-raposa, tubarão-saltador"",""Tubarões e Raias"",""11/2017"",""Criticamente em Perigo"",""Não"",""A4bd"",""A distribuição geográfica de Alopias vulpinus é ampla, ocorrendo em todos os oceanos. A espécie nunca foi considerada abundante na costa brasileira e por este motivo sua biologia é pouco conhecida. É capturada como by-catch em diversas artes de pesca incluindo espinhéis, redes de emalhar e redes de arrasto. Embora a captura da espécie seja incidental na pesca dirigida a outras espécies de peixes pelágicos, quando capturada é aproveitada para o consumo humano. Assumindo uma única população para o Atlântico Sul, os resultados de estudo conduzido em uma área significativa da distribuição da espécie no Brasil que indicaram redução nas taxas de captura de aproximadamente 97%, bem como a perspectiva de continuidade de ameaças a espécie, infere-se um declínio populacional maior que 80% em uma janela de 45 anos (equivalente a três gerações) a partir de 2002. Assim, a espécie foi categorizada como Criticamente em Perigo (CR) pelos critérios A4bd."",""Não"",""Sim"",""Alagoas, Amapá, Bahia, Ceará, Espírito Santo, Maranhão, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe"",""|Nordeste|Norte|Sudeste|Sul|"",""Sistema Costeiro-Marinho"","""",""APA Baleia Franca, PARNA Marinho dos Abrolhos"",""APA MARINHA DO LITORAL CENTRO"","""",""Sim"",""Declinando"",""5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.2 - Captura intencional - larga escala|5.4.2.6 - Arrasto 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.2 - Captura intencional - larga escala|5.4.2.7 - Emalhe 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.2 - Captura intencional - larga escala|5.4.2.8 - Espinhel"",""13 - Outros bens de consumo 1 - Alimentação humana|1.8 - Pesca industrial 1 - Alimentação humana|1.8 - Pesca industrial|1.8.6 - Arrasto 1 - Alimentação humana|1.8 - Pesca industrial|1.8.7 - Emalhe 1 - Alimentação humana|1.8 - Pesca industrial|1.8.8 - Espinhel 4 - Caça/pesca esportiva"",""Criação de áreas protegidas, Legislação e política, Plano de Ação Nacional (PAN), Proteção de locais/áreas"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação dos Elasmobrânquios Ameaçados de Extinção"",""Comissão Internacional para a Conservação do Atum do Atlântico - ICCAT, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022, CITES - Anexo II"","""",""350""";;;;;; "Animalia,""Arthropoda"",""Arachnida"",""Palpigradi"",""Eukoeneniidae"",""Eukoenenia"",""Eukoenenia maquinensis"",""Eukoenenia maquinensis"",""Souza & Ferreira, 2010"","""",""Invertebrados Terrestres"",""05/2018"",""Vulnerável"","""",""D2"",""Eukoenenia maquinensis é endêmica do Brasil, conhecida apenas para a localidade tipo, a Gruta de Maquiné, Cordisburgo, Minas Gerais. A extensão conhecida da caverna é de cerca de 1,3 km. A extensão de ocorrência da espécie é estimada em menos de 1 km². A gruta é utilizada para turismo intenso, possuindo infraestrutura para os visitantes, como iluminação artificial, pontes e escadas, o que altera o microclima (temperatura e umidade), entretanto, as atuais condições ambientais na caverna estão melhorando em decorrência de ações adequadas de manejo local. Ainda assim, o risco causado por mudanças do manejo, associado ao turismo intenso ainda podem levar o risco da espécie à CR ou EX em um futuro próximo. Por isso, Eukoenenia maquinensis foi categorizada como Vulnerável (VU) pelo critério D2."",""Sim"",""Sim"",""Minas Gerais"",""|Sudeste|"",""Cerrado"",""Sub-bacia São Francisco Alto"","""",""MONUMENTO NATURAL ESTADUAL PETER LUND"","""",""Não"",""Desconhecida"",""11 - Mudanças e extremos climáticos|11.1 - Mudança/alteração de habitat 1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.3 - Áreas de turismo e recreação 6 - Distúrbios humanos|6.1 - Atividades recreacionais/turísticas 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.3 - Outras modificações nos ecossistemas"","""",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação das Cavernas do Brasil"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Arthropoda"",""Insecta"",""Hemiptera"",""Cixiidae"",""Ferricixius"",""Ferricixius davidi"","""",""Hoch & Ferreira, 2012"","""",""Invertebrados Terrestres"",""05/2018"",""Criticamente em Perigo"",""Não"",""B2ab(iii)"",""Ferricixius davidi é endêmica do Brasil, conhecida apenas da região do Quadrilátero Ferrífero, e só foi registrada na caverna MP-8, no Município de Itabirito-Minas Gerais. A área de ocupação é estimada em 500 m2. Seu habitat está severamente ameaçado pela extração de minério de ferro em larga escala. Considerando uma localização, F. davidi foi categorizada como Criticamente em Perigo (CR) pelo critério B2ab(iii)."",""Sim"",""Sim"",""Minas Gerais"",""|Sudeste|"",""Mata Atlântica"",""Sub-bacia São Francisco Alto"","""",""ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL SUL-RMBH"","""",""Não"",""Desconhecida"",""3 - Produção energética e mineração|3.2 - Mineração|3.2.3 - Extração de minérios - subsolo"","""",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação das Cavernas do Brasil"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Platyhelminthes"",""Rhabditophora"",""Tricladida"",""Dugesiidae"",""Girardia"",""Girardia multidiverticulata"","""",""De Souza, Morais, Cordeiro & Leal-Zanchet, 2015"","""",""Invertebrados de Água Doce"",""05/2018"",""Criticamente em Perigo"",""Não"",""B2ab(iii)"",""Girardia multidiverticulata é endêmica do Brasil e conhecida somente da localidade-tipo, a gruta Buraco do Bicho, no Município de Bodoquena, Mato Grosso do Sul. Sua extensão de ocorrência é estimada em menos de 10km2. A caverna não está em área protegida e seu entorno próximo encontra-se impactado pelo uso de agrotóxicos, amplamente utilizados em um plato próximo à caverna. Além disso, seu entorno sofre com retirada de madeira e a região possui polígonos minerários com concessão de lavra de calcário. Essas ameaças provocam declínio da qualidade do habitat. Considerando uma localização, a espécie foi categorizada como Criticamente em Perigo (CR) segundo o critério B2ab(iii)."",""Sim"",""Sim"",""Mato Grosso do Sul"",""|Centro-Oeste|"",""Cerrado"",""Sub-bacia Paraguai 01"","""","""","""",""Não"",""Desconhecida"",""2 - Agropecuária e Aquacultura|2.1 - Culturas anuais e perenes não-madeireiras|2.1.2 - Agricultura em pequenas propriedades 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.1 - Culturas anuais e perenes não-madeireiras|2.1.3 - Agricultura agro-industrial 3 - Produção energética e mineração|3.2 - Mineração|3.2.3 - Extração de minérios - subsolo"","""",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação das Cavernas do Brasil"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Platyhelminthes"",""Turbellaria"",""Tricladida"",""Dimarcusidae"",""Hausera"",""Hausera hauseri"","""",""Leal-Zanchet, Souza & Ferreira, 2014"","""",""Invertebrados de Água Doce"",""05/2018"",""Vulnerável"","""",""D2"",""Hausera hauseri é endêmica do Brasil e conhecida somente da localidade-tipo, a gruta dos Crotes, no Município de Felipe Guerra-Rio Grande do Norte. Diversas cavernas foram inventariadas no afloramento (lajedo do Rosário) e em toda a região mas nenhum indivíduo de H. hauseri foi encontrado. Isto, aliado ao fato de que a espécie ocorre em uma drenagem epicárstica, reforça que é provavelmente endêmica a esta única caverna. Apesar da espécie estar localizada em um conduto superior de difícil acesso, a caverna tem recebido visitantes esporadicamente e está incluída em um projeto de aproveitamento do potencial espeleoturístico do município. Se o o turismo não ocorrer de forma manejada, representa um risco potencial à espécie. Além disso, está inserida em polígonos minerários com autorização de pesquisa. Por esses motivos, foi categorizada como Vulnerável pelo critério D2."",""Sim"",""Sim"",""Rio Grande do Norte"",""|Nordeste|"",""Caatinga"",""Sub-bacia Piranhas"","""","""","""",""Não"",""Desconhecida"",""3 - Produção energética e mineração|3.1 - Extração de petróleo e gás natural 3 - Produção energética e mineração|3.2 - Mineração|3.2.3 - Extração de minérios - subsolo 6 - Distúrbios humanos|6.1 - Atividades recreacionais/turísticas"","""",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação das Cavernas do Brasil"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Arthropoda"",""Arachnida"",""Opiliones"",""Gonyleptidae"",""Iandumoema"",""Iandumoema setimapocu"",""Iandumoema setimapocu"",""Hara & Pinto-da-Rocha, 2008"","""",""Invertebrados Terrestres"",""05/2018"",""Vulnerável"","""",""D2"",""Iandumoema setimapocu é endêmica do Brasil, conhecida somente da localidade-tipo, a Caverna Lapa do Zu, Coração de Jesus, Minas Gerais. A distribuição é bastante restrita, e sua área de ocupação é estimada em menos de 10km2. A cavidade não é intensamente visitada e configura-se como um sumidouro, e modificações no ambiente externo constituem uma ameaça potencial e plausível, já que a área não é protegida. Boa parte da vegetação da região já foi convertida em pastagens ou plantações de eucalipto. Considerando uma localização, a espécie foi categorizada como Vulnerável (VU) pelo critério D2."",""Sim"",""Sim"",""Minas Gerais"",""|Sudeste|"",""Cerrado"",""Sub-bacia São Francisco Alto"","""","""","""",""Não"",""Desconhecida"",""11 - Mudanças e extremos climáticos|11.1 - Mudança/alteração de habitat 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.2 - Silvicultura|2.2.3 - Plantações em escala desconhecida 3 - Produção energética e mineração|3.2 - Mineração|3.2.3 - Extração de minérios - subsolo 5 - Uso de recursos biológicos|5.3 - Extração florestal|5.3.5 - Motivação desconhecida 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.3 - Outras modificações nos ecossistemas"","""",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação das Cavernas do Brasil"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Mammalia"",""Carnivora"",""Felidae"",""Leopardus"",""Leopardus wiedii"",""Leopardus wiedii"",""(Schinz, 1821)"",""Gato-do-mato, Gato-maracajá, Gato-peludo, Maracajá-peludo"",""Mamíferos"",""11/2018"",""Vulnerável"","""",""A4b"",""Leopardus wiedii ocorre na região neotropical desde a zona costeira do México até o norte do Uruguai e Argentina. No Brasil possui uma distribuição ampla, ocorrendo em todos os biomas, exceto na Caatinga. A espécie é afetada negativamente pelos efeitos conjuntos da perda e fragmentação de habitat pela expansão agrícola, abate por retaliação à predação de animais domésticos e atropelamentos. Estima-se, com base em 122 estimativas de abundância médias para os anos de 2014 a 2018, um declínio médio populacional de 40% para um período de 15 anos caso a tendência se mantenha até 2029 (3 gerações). Portanto, L. wiedii foi categorizada como Vulnerável (VU) pelo critério A4b."",""Não"",""Sim"",""Acre, Alagoas, Amapá, Amazonas, Bahia, Espírito Santo, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Minas Gerais, Pará, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Rondônia, Roraima, Santa Catarina, São Paulo, Tocantins"",""|Centro-Oeste|Nordeste|Norte|Sudeste|Sul|"",""Amazônia, Caatinga, Cerrado, Mata Atlântica, Pampa"",""Sub-bacia Amapá Litoral Sub-bacia Araguaia Sub-bacia Contas Sub-bacia Doce Sub-bacia Grande Sub-bacia Guaíba Sub-bacia Gurupi Sub-bacia Ibicuí Sub-bacia Iguaçu Sub-bacia Litoral AL PE PB Sub-bacia Litoral BA ES Sub-bacia Litoral ES Sub-bacia Litoral RJ Sub-bacia Litoral RJ SP Sub-bacia Litoral RS Sub-bacia Litoral SP Sub-bacia Litoral SP PR SC Sub-bacia Madeira Sub-bacia Mearim Sub-bacia Negro Sub-bacia Paraguai 03 Sub-bacia Paraíba do Sul Sub-bacia Paranapanema Sub-bacia Paraná RH1 Sub-bacia Parnaíba Médio Sub-bacia Paru Sub-bacia Purus Sub-bacia São Francisco Alto Sub-bacia São Francisco Baixo Sub-bacia São Francisco Médio Sub-bacia Solimões Sub-bacia Tapajós Sub-bacia Tietê Sub-bacia Tocantins Alto Sub-bacia Trombetas Sub-bacia Uruguai Alto Sub-bacia Uruguai Médio Sub-bacia Xingu"",""APA Ibirapuitã, APA Nascentes do Rio Vermelho, APA Petrópolis, APA Serra da Mantiqueira, ESEC da Serra das Araras, ESEC da Terra do Meio, ESEC de Maracá, ESEC do Taim, FLONA Altamira, FLONA Amapá, FLONA de Irati, FLONA do Rio Preto, FLONA do Tapajós, FLONA Piraí do Sul, FLONA São Francisco de Paula, FLONA Três Barras, PARNA Amazônia, PARNA Anavilhanas, Parna Aparados da Serra, PARNA Araucárias, PARNA Campos Amazônicos, PARNA Campos Gerais, PARNA da Chapada dos Guimarães, PARNA da Serra da Bocaina, PARNA da Serra da Canastra, PARNA da Serra da Capivara, PARNA da Serra do Itajaí, PARNA da Serra dos Órgãos, PARNA da Serra Geral, PARNA de Itatiaia, PARNA do Cabo Orange, PARNA do Caparaó, PARNA do Monte Pascoal, PARNA do Pau Brasil, PARNA Grande Sertão Veredas, PARNA Iguaçu, PARNA Mapinguari, PARNA Nascentes do Lago Jari, PARNA São Joaquim, PARNA Serra do Divisor, REBIO de Poço das Antas, REBIO de Saltinho, REBIO de Sooretama, REBIO de Una, REBIO do Gurupi, REBIO do Jaru, REBIO União, RESEX Arapixi, RESEX Cazumbá-Iracema, RESEX Lago do Cedro, RESEX Médio Juruá, RESEX Médio Purus, RESEX Riozinho da Liberdade"",""APA CABREUVA, APA CAMPOS DO JORDÃO, APA JUNDIAí, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL DA CHAPADA DOS GUIMARÃES, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL DO BANHADO GRANDE, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL ESTADUAL DA ESCARPA DEVONIANA, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL LAGO DE PALMAS, ÁREA DE PROTEçãO AMBIENTAL ROTA DO SOL, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL SERRA DO LAJEADO, ESTAçãO ECOLóGICA DE MARíLIA, FLORESTA ESTADUAL DE ASSIS, PARQUE ESTADUAL CARLOS BOTELHO, PARQUE ESTADUAL DA SERRA DO CABRAL, PARQUE ESTADUAL DA SERRA DO MAR, PARQUE ESTADUAL DA SERRA DO TABULEIRO, PARQUE ESTADUAL DE CAMPOS DO JORDÃO, PARQUE ESTADUAL DO CANTãO, PARQUE ESTADUAL DO TURVO, PARQUE ESTADUAL FRITZ PLAUMANN, REFúGIO DE VIDA SILVESTRE BANHADO DOS PACHECOS, RESERVA BIOLÓGICA ESTADUAL DO AGUAÍ, RESERVA BIOLOGICA ESTADUAL DO SASSAFRAS, RESERVA DE DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL AMANÃ, RESERVA DE DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL MAMIRAUÁ"","""",""Não"",""Declinando"",""1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.1 - Expansão urbana 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.1 - Culturas anuais e perenes não-madeireiras|2.1.4 - Agricultura de escala desconhecida 4 - Transportes e serviços de transmissão|4.1 - Estradas e ferrovias 4 - Transportes e serviços de transmissão|4.2 - Atropelamentos 5 - Uso de recursos biológicos|5.1 - Caça e captura de animais terrestres ou marinhos|5.1.1 - Caça/captura intencional (a espécie é o alvo)|5.1.1.6 - Retaliação/controle 8 - Espécies invasoras problemáticas e doenças|8.2 - Espécies domésticas|8.2.1 - Competidores 8 - Espécies invasoras problemáticas e doenças|8.2 - Espécies domésticas|8.2.4 - Patógenos/Parasitas 8 - Espécies invasoras problemáticas e doenças|8.5 - Doenças provocadas por vírus ou príons|8.5.2 - Espécie conhecida (Doença)"","""",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional Lagoas do Sul, Plano de Ação Nacional para a Conservação das Espécies Endêmicas e Ameaçadas de Extinção da Fauna da Região do Baixo e Médio Xingu, Plano de Ação Nacional para a Conservação dos Pequenos Felinos - 2º ciclo, Plano de Ação Nacional para a Conservação dos Pequenos Felinos Ameaçados de Extinção"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022, CITES - Anexo I"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Arthropoda"",""Malacostraca"",""Isopoda"",""Scleropactidae"",""Circoniscus"",""Circoniscus carajasensis"","""",""Campos-Filho & Araujo, 2011"","""",""Invertebrados Terrestres"",""05/2018"",""Em Perigo"","""",""B1ab(iii)"",""Circoniscus carajaensis é endêmica do Brasil, de ocorrência restrita à localidade tipo, a caverna S11-07, e outras duas cavernas no interior da Flona de Carajás, na Serra de Carajás (Serra Sul), no Município de Canaã dos Carajás/Pará. Sua extensão de ocorrência foi estimada em 38km2. No entorno da caverna S11-07 foi construído o ramal ferroviário para escoamento do minério de ferro extraído do projeto S11-D. Tal intervenção aparentemente alterou uma pequena drenagem na área da caverna. As duas cavernas no interior da Flona estão em área de influencia da cava de S11-D. O impacto da atividade pode também afetar as populações de morcegos, importantes provedores de recursos tróficos. Considerando duas localizações, a espécie foi considerada Em Perigo (EN) pelo critério B1ab(iii)."",""Sim"",""Sim"",""Pará"",""|Norte|"",""Amazônia"",""Sub-bacia Tocantins Baixo"",""FLONA Carajás"","""","""",""Não"",""Desconhecida"",""11 - Mudanças e extremos climáticos|11.1 - Mudança/alteração de habitat 1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.1 - Expansão urbana 1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.2 - Áreas comerciais e industriais 4 - Transportes e serviços de transmissão|4.1 - Estradas e ferrovias 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.3 - Outras modificações nos ecossistemas"","""",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação das Cavernas do Brasil"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Arthropoda"",""Arachnida"",""Opiliones"",""Gonyleptidae"",""Discocyrtus"",""Discocyrtus pedrosoi"",""Discocyrtus pedrosoi"",""Kury, 2008"","""",""Invertebrados Terrestres"",""05/2018"",""Vulnerável"","""",""B1ab(iii)"",""Discocyrtus pedrosoi é uma espécie endêmica do Brasil que ocorre apenas em cavernas siliciclásticas da região do Parque Nacional da Chapada Diamantina, no município de Andaraí, com uma extensão de ocorrência estimada em cerca de 30km2. A região é bem amostrada, mas a espécie não foi localizada em outras cavernas. As cavernas estão localizadas no interior do Parque Nacional. A maioria das cavernas no setor superior da Chapada Diamantina foi fortemente impactada pela mineração de diamantes no passado, uma atividade que se estendeu até o início dos anos 90 e continua, ilegalmente, até os dias atuais. Essa atividade afeta a feição das cavernas e muitas vezes os riachos são represados, o que impacta diretamente o ambiente da espécie. Considerando nove localizações (a), a espécie foi categorizada como Vulnerável (VU) pelo critério B1ab(iii)."",""Sim"",""Sim"",""Bahia"",""|Nordeste|"",""Caatinga"",""Sub-bacia Itapecuru-Paraguaçu"",""PARNA da Chapada Diamantina"","""","""",""Não"",""Desconhecida"",""3 - Produção energética e mineração|3.2 - Mineração|3.2.4 - Extração de minérios - garimpo"","""",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação das Cavernas do Brasil"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Arthropoda"",""Insecta"",""Hymenoptera"",""Formicidae"",""Fulakora"",""Fulakora cleae"",""Stigmatomma cleae"",""(Lacau & Delabie, 2002)"",""formiga, Formiga"",""Invertebrados Terrestres"",""11/2019"",""Criticamente em Perigo"",""Não"",""B1ab(iii)+2ab(iii)"",""Fulakora cleae é endêmica do Brasil, conhecida apenas da localidade-tipo, num remanescente de floresta semi-decidual em topo de morro, em Itororó, no centro-sul da Bahia. O único registro foi realizado em 2002, e apesar dos frequentes esforços de coleta na região e em áreas apropriadas à sobrevivência da espécie e com utilização dos métodos de coleta adequados, a distribuição não foi ampliada. Além disso, é uma espécie facilmente identificável. O registro foi realizado apenas num fragmento de mata estacional decidual do bioma Mata Atlântica isolado num topo de uma elevação cercado por pastagens e sujeito a fogo. A remoção da vegetação nativa em toda a região ocasiona o isolamento da população e limita sua capacidade de expansão, e restando portanto, uma área de ocupação (AOO) seguramente menor que 10km² e extensão de ocorrência (EOO) menor que 100km², com declínio da qualidade do habitat. Considerando apenas uma localização, F. cleae foi categorizada como Criticamente em Perigo (CR) pelos critérios B1ab(iii)+2ab(iii)."",""Sim"",""Sim"",""Bahia"",""|Nordeste|"",""Mata Atlântica"",""Sub-bacia Contas"","""","""","""",""Não"",""Desconhecida"",""2 - Agropecuária e Aquacultura|2.3 - Pecuária|2.3.4 - Pecuária em escala desconhecida 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.1 - Incêndios e supressão de incêndios|7.1.1 - Aumento da frequência/intensidade de incêndios"","""","""","""",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Arthropoda"",""Diplopoda"",""Polydesmida"",""Chelodesmidae"",""Leodesmus"",""Leodesmus yporangae"",""Leodesmus yporangae"","""","""",""Invertebrados Terrestres"",""05/2018"",""Em Perigo"","""",""B2ab(iii,v)"",""Leodesmus yporangae é endêmico do Brasil, conhecido de quatro cavernas na região do PETAR. A espécie não foi encontrada em outras cavernas da região, e sua área de ocupação é estimada em menos de 10km². A existência de três formas sugere um possível isolamento e fragmentação da população, e tem sido observado declínio populacional drástico em uma das subpopulações. Embora as cavernas estejam em uma área protegida em bom estado de conservação, as áreas de recarga do sistema Areias estão fora da unidade de conservação e sofrem com aporte de poluentes, principalmente esgoto doméstico e descarte de água cinza, provocando declínio da qualidade da água e, portanto, do habitat da espécie. Uma das cavernas (Ressurgência das Areias) ainda é impactada pelo turismo desordenado. Considerando duas localizações, a espécie foi categorizada como Em Perigo (EN) pelo critério B2ab(iii,v)."",""Sim"",""Sim"",""São Paulo"",""|Sudeste|"",""Mata Atlântica"",""Sub-bacia Litoral RJ SP"","""",""PARQUE ESTADUAL TURÍSTICO DO ALTO DO RIBEIRA"","""",""Não"",""Desconhecida"",""11 - Mudanças e extremos climáticos|11.1 - Mudança/alteração de habitat 5 - Uso de recursos biológicos|5.3 - Extração florestal|5.3.5 - Motivação desconhecida 6 - Distúrbios humanos|6.1 - Atividades recreacionais/turísticas 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.3 - Outras modificações nos ecossistemas"","""",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação das Cavernas do Brasil"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Arthropoda"",""Arachnida"",""Araneae"",""Gnaphosidae"",""Tricongius"",""Tricongius ybyguara"",""Lygromma ybyguara"",""Rheims & Brescovit, 2004"","""",""Invertebrados Terrestres"",""05/2018"",""Vulnerável"","""",""D2"",""Tricongius ybyguara é endêmica do Brasil, conhecida apenas para a localidade tipo, a Gruta de Maquiné, em Cordisburgo, Minas Gerais. A espécie possui características troglomórficas e somente o holótipo é conhecido, coletado em 2002 na zona afótica da gruta. A extensão conhecida da caverna é de cerca de 1,3 km. A extensão de ocorrência da espécie é estimada em menos de 1 km2. Esforços posteriores de captura não registraram a espécie. A gruta é utilizada para turismo intenso, possuindo infraestrutura para os visitantes, como iluminação artificial, pontes e escadas, o que altera o microclima (temperatura e umidade), entretanto, as atuais condições ambientais na caverna estão melhorando em decorrência de ações adequadas de manejo local. Ainda assim, o risco causado por mudanças do manejo, associado ao turismo intenso ainda podem levar o risco da espécie à CR ou EX em um futuro próximo. Por isso, Tricongius ybyguara foi categorizada como Vulnerável (VU) pelo critério D2."",""Sim"",""Sim"",""Minas Gerais"",""|Sudeste|"",""Cerrado"",""Sub-bacia São Francisco Alto"","""",""MONUMENTO NATURAL ESTADUAL PETER LUND"","""",""Não"",""Desconhecida"",""11 - Mudanças e extremos climáticos|11.1 - Mudança/alteração de habitat 1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.3 - Áreas de turismo e recreação 6 - Distúrbios humanos|6.1 - Atividades recreacionais/turísticas 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.3 - Outras modificações nos ecossistemas"","""",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação das Cavernas do Brasil"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Arthropoda"",""Entognatha"",""Collembola"",""Sminthuridae"",""Pararrhopalites"",""Pararrhopalites wallacei"",""Pararrhopalites wallacei"",""(Palacios-Vargas & Zeppelini, 1995)"","""",""Invertebrados Terrestres"",""05/2018"",""Criticamente em Perigo"",""Não"",""B2ab(iii)"",""Pararrhopalites wallacei é endêmica do Brasil e restrita à caverna Morro Preto, no Parque Estadual Turístico do Alto Ribeira (PETAR), em Iporanga-São Paulo. A área de ocupação da espécie é menor que 1 km², representando uma localização, e sofre pressão e desgaste oriundos da atividade de visitação turística, permitida pelo plano de manejo atual ao longo de toda a caverna. Os visitantes causam degradação e perda de hábitat e indivíduos da população através do pisoteamento da fauna de solo e dos locais habitados por ela, como acúmulos de guano e poças d’água, configurando um declínio continuado na qualidade do habitat. Há também um planejamento para ampliação das áreas de visitação nesta caverna. Por isso, P. wallacei foi categorizada como Criticamente em Perigo (CR) segundo o critério B2ab(iii)."",""Sim"",""Sim"",""São Paulo"",""|Sudeste|"",""Mata Atlântica"",""Sub-bacia Litoral RJ SP"","""",""PARQUE ESTADUAL TURÍSTICO DO ALTO DO RIBEIRA"","""",""Não"",""Desconhecida"",""11 - Mudanças e extremos climáticos|11.1 - Mudança/alteração de habitat 6 - Distúrbios humanos|6.1 - Atividades recreacionais/turísticas 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.3 - Outras modificações nos ecossistemas"","""",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação das Cavernas do Brasil"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Arthropoda"",""Malacostraca"",""Amphipoda"",""Mesogammaridae"",""Potiberaba"",""Potiberaba porakuara"","""",""Fišer, Zagmajster & Ferreira, 2013"",""Anfípode"",""Invertebrados de Água Doce"",""05/2018"",""Vulnerável"","""",""B1ab(iii)"",""Potiberaba porakuara é endêmica do Brasil, conhecida de cavernas nos municípios de Felipe Guerra, Governador Dix-Sept Rosado e Baraúna, no Rio Grande do Norte, e Quixeré, no Ceará. Sua extensão de ocorrência foi calculada em 1.294km2. Com exceção da localidade no Parque Nacional da Furna Feia, as demais cavernas encontram-se em áreas diretamente afetadas por atividades humanas, como turismo desordenado, mineração irregular, agricultura com uso de agrotóxicos e diminuição do lençol freático pela exploração de água subterrânea. Considerando seis localizações, a espécie foi categorizada como Vulnerável pelo critério B1ab(iii)."",""Sim"",""Sim"",""Ceará, Rio Grande do Norte"",""|Nordeste|"",""Caatinga"",""Sub-bacia Piranhas"",""PARNA da Furna Feia"","""","""",""Não"",""Desconhecida"",""11 - Mudanças e extremos climáticos|11.1 - Mudança/alteração de habitat 11 - Mudanças e extremos climáticos|11.2 - Secas 1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.1 - Expansão urbana 1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.3 - Áreas de turismo e recreação 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.1 - Culturas anuais e perenes não-madeireiras|2.1.2 - Agricultura em pequenas propriedades 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.1 - Culturas anuais e perenes não-madeireiras|2.1.3 - Agricultura agro-industrial 3 - Produção energética e mineração|3.2 - Mineração|3.2.3 - Extração de minérios - subsolo 5 - Uso de recursos biológicos|5.3 - Extração florestal 6 - Distúrbios humanos|6.1 - Atividades recreacionais/turísticas 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.2 - Represas e uso de água|7.2.7 - Captação de água subterrânea - uso na agricultura 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.3 - Outras modificações nos ecossistemas 9 - Poluição|9.3 - Agropecuária e florestal|9.3.3 - Herbicidas e pesticidas"","""",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação das Cavernas do Brasil"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Arthropoda"",""Diplopoda"",""Spirostreptida"",""Spirostreptidae"",""Pseudonannolene"",""Pseudonannolene spelaea"",""Pseudonannolene spelaea"",""Iniesta & Ferreira, 2013"","""",""Invertebrados Terrestres"",""05/2018"",""Criticamente em Perigo"",""Não"",""B1ab(iii)"",""Pseudonannolene spelaea é endêmica do Brasil e ocorre apenas em cavernas da região conhecida como Serra Norte de Carajás (Floresta Nacional de Carajás), Pará, tendo sido registrada em nove cavernas muito próximas entre si. Sua extensão de ocorrência foi estimada em menos de 10km2. A espécie não é encontrada em outros platôs da região. As cavernas na Serra Norte de Carajás sofrem intensa exploração mineral (minério de ferro), o que vem causando declínio continuado da qualidade do habitat. Considerando uma localização, a espécie foi categorizada como Criticamente em Perigo (CR) pelo critério B1ab(iii)."",""Sim"",""Sim"",""Pará"",""|Norte|"",""Amazônia"",""Sub-bacia Tocantins Baixo"",""FLONA Carajás"","""","""",""Não"",""Desconhecida"",""3 - Produção energética e mineração|3.2 - Mineração|3.2.3 - Extração de minérios - subsolo"","""",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação das Cavernas do Brasil"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Porifera"",""Demospongiae"",""Spongillida"",""Spongillidae"",""Racekiela"",""Racekiela cavernicola"",""Racekiela cavernicola"",""Volkmer-Ribeiro, Bichuette & Machado, 2010"","""",""Invertebrados de Água Doce"",""05/2018"",""Vulnerável"","""",""D2"",""Racekiela cavernicola é endêmica do Brasil, registrada apenas para a localidade-tipo, no rio Jacaré, na gruta dos Brejões, em São Gabriel (Bahia). Estudos recentes na região, inclusive no mesmo rio mas fora da caverna, não a detectaram em outras localidades. A espécie é avistada facilmente na localidade onde ocorre, e pode ser encontrada tanto na calha do rio como em poças no interior da caverna. Embora encontre-se aparentemente em bom estado de conservação, uma ameaça plausível é a mineração, já que existem vários polígonos minerários no entorno da caverna com solicitação e autorização de pesquisa, e a espécie é sensível tanto à poluição química como à turbidez da água. A área de ocupação da espécie, estimada a partir da extensão da caverna (7,5km), é de menos de 10km². Por esses motivos, foi categorizada como Vulnerável (VU) segundo o critério D2."",""Sim"",""Sim"",""Bahia"",""|Nordeste|"",""Caatinga"",""Sub-bacia São Francisco Médio"","""",""ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL GRUTAS DOS BREJÕES / VEREDAS DO ROMÃO GRAMACHO"","""",""Não"",""Desconhecida"",""1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.3 - Áreas de turismo e recreação 3 - Produção energética e mineração|3.2 - Mineração|3.2.3 - Extração de minérios - subsolo 6 - Distúrbios humanos|6.1 - Atividades recreacionais/turísticas 9 - Poluição|9.1 - Doméstica e urbana - escoamento de água|9.1.1 - Esgoto"","""",""Manejo de locais/áreas, Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação das Cavernas do Brasil"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Arthropoda"",""Malacostraca"",""Amphipoda"",""Artesiidae"",""Spelaeogammarus"",""Spelaeogammarus bahiensis"","""",""Da Silva Brum, 1975"","""",""Invertebrados de Água Doce"",""05/2018"",""Vulnerável"","""",""D2"",""Spelaeogammarus bahiensis é endêmica do Brasil e conhecida apenas da localidade-tipo, a gruta Patamuté (conhecida localmente como Loca D´Água de Patamuté), próximo ao povoado de mesmo nome, no município de Curaçá/Bahia. A gruta foi alterada no passado pela retirada de salitre e retirada de água. Atualmente, não é utilizada pela população local e não há ameaças diretas. No entanto, em seu entorno há vários polígonos minerários com autorização de pesquisa, o que representa ameaça potencial plausível. Portanto, a espécie foi categorizada como Vulnerável (VU) pelo critério D2."",""Sim"",""Sim"",""Bahia"",""|Nordeste|"",""Caatinga"",""Sub-bacia São Francisco Submédio"","""","""","""",""Não"",""Desconhecida"",""3 - Produção energética e mineração|3.2 - Mineração|3.2.3 - Extração de minérios - subsolo"","""",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação das Cavernas do Brasil"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Arthropoda"",""Malacostraca"",""Amphipoda"",""Artesiidae"",""Spelaeogammarus"",""Spelaeogammarus santanensis"","""",""Koenemann & Holsinger, 2000"","""",""Invertebrados de Água Doce"",""05/2018"",""Criticamente em Perigo"",""Não"",""B2ab(iii)"",""Spelaeogrammarus santanensis é endêmica do Brasil, registrada somente na localidade-tipo, a Gruta do Padre, município de Santana, Bahia. A sua área de ocupação é certamente menor do que 10km2. A caverna não está localizada em área protegida e seu entorno encontra-se profundamente alterado em função de atividades agrícolas e pecuárias. Como a área de captação da caverna é muito grande, ela é mais suscetível a alterações do ambiente externo e, por ser uma espécie aquática, S. santanensis está mais suscetível às ameaças. Além dessas ameaças atuais, existem nas proximidades polígonos minerários com requerimento de lavra para extração de ouro no rio Corrente. Considerando o declínio da qualidade do habitat e apenas uma localização, a espécie foi categorizada como Criticamente em Perigo (CR) pelo critério B2ab(iii)."",""Sim"",""Sim"",""Bahia"",""|Nordeste|"",""Cerrado"",""Sub-bacia São Francisco Médio"","""","""","""",""Não"",""Desconhecida"",""2 - Agropecuária e Aquacultura|2.1 - Culturas anuais e perenes não-madeireiras|2.1.4 - Agricultura de escala desconhecida 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.3 - Pecuária|2.3.4 - Pecuária em escala desconhecida 3 - Produção energética e mineração|3.2 - Mineração|3.2.3 - Extração de minérios - subsolo"","""",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação das Cavernas do Brasil"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Mammalia"",""Cetartiodactyla"",""Balaenopteridae"",""Balaenoptera"",""Balaenoptera borealis"",""Balaenoptera borealis"",""Lesson, 1828"",""Baleia-sei, espadarte"",""Mamíferos"",""05/2018"",""Em Perigo"","""",""A1ad"",""Balaenoptera borealis é uma espécie oceânica cosmopolita. A exploração de baleias-sei ocorreu desde o início do século passado, e foi intensa entre 1950 e 1970, quando os estoques foram seriamente reduzidos. A exploração comercial cessou em 1979 e estima-se que tenha reduzido a população global em cerca de 80% nas últimas três gerações, especialmente no Hemisfério Sul. A população no Brasil foi reduzida concomitantemente à redução na Antártica. Índices de abundância na área de caça da Paraíba indicaram um declínio de quase 90% no período 1966-72. Considerando o declínio populacional global e que a maior exploração ocorreu no Hemisfério Sul, infere-se um declínio de pelo menos 70% na população de baleia-sei no Brasil. Sendo assim, B. borealis foi categorizada como Em Perigo (EN) segundo os critérios A1ad. A espécie não é endêmica do Brasil e, por isso, há necessidade de se considerar a possibilidade do ajuste da avaliação regional (3° passo). Como não existem informações suficientes sobre a contribuição da população vizinha para a população brasileira optou-se por manter a categoria identificada na avaliação preliminar (2° passo)."",""Não"",""Sim"",""Rio Grande do Sul, São Paulo"",""|Sudeste|Sul|"",""Sistema Costeiro-Marinho"",""Sub-bacia Litoral RS"","""",""APA MARINHA DO LITORAL CENTRO"","""",""Sim"",""Desconhecida"",""11 - Mudanças e extremos climáticos|11.1 - Mudança/alteração de habitat 4 - Transportes e serviços de transmissão|4.2 - Atropelamentos 4 - Transportes e serviços de transmissão|4.4 - Tráfego de embarcações 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.6 - Captura indireta - larga escala|5.4.6.9 - Outro 9 - Poluição|9.4 - Lixo e resíduos sólidos|9.4.1 - Urbanos 9 - Poluição|9.4 - Lixo e resíduos sólidos|9.4.2 - Industriais 9 - Poluição|9.6 - Excesso de energia|9.6.3 - Poluição sonora"","""",""Instrumentos de gestão, Legislação, Legislação e política, Nível internacional, Nível nacional, Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação dos Cetáceos Marinhos, Plano de Ação Nacional para a Conservação dos Mamíferos Aquáticos Grandes Cetáceos e Pinípedes"",""CITES - Anexo I, Convenção sobre Espécies Migratórias – CMS, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Mammalia"",""Cetartiodactyla"",""Physeteridae"",""Physeter"",""Physeter macrocephalus"",""Physeter macrocephalus"",""Linnaeus, 1758"",""Cachalote"",""Mamíferos"",""05/2018"",""Vulnerável"","""",""A1cd"",""Physeter macrocephalus é uma espécie oceânica cosmopolita. No Brasil ocorre ao longo de toda a costa. A espécie foi intensamente caçada no passado, suspeitando-se que houve um declínio populacional de pelo menos 50% nas últimas três gerações, inclusive no Brasil. As causas da redução (caça) são claramente reversíveis, compreendidas e cessadas. Atualmente o lixo marinho, a interação negativa com a atividade pesqueira e a expansão das atividades de exploração e produção de petróleo e gás representam ameaças à espécie. Não existem evidências que indiquem recuperação da espécie no Brasil ou globalmente. Portanto, a espécie foi categorizada como Vulnerável (VU), segundo o critério A1cd. A espécie não é endêmica do Brasil e, por isso, há necessidade de se considerar a possibilidade do ajuste da avaliação regional (3° passo). Como não existem informações suficientes sobre a contribuição da população vizinha para a população brasileira optou-se por manter a categoria identificada na avaliação preliminar (2° passo)."",""Não"",""Sim"",""Alagoas, Amapá, Amazonas, Bahia, Ceará, Espírito Santo, Maranhão, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe"",""|Nordeste|Norte|Sudeste|Sul|"",""Sistema Costeiro-Marinho"",""Sub-bacia Itapecuru-Paraguaçu Sub-bacia Litoral BA ES Sub-bacia Litoral CE PI Sub-bacia Litoral RS Sub-bacia Litoral SP PR SC Sub-bacia Piranhas"",""APA Baleia Franca, APA Costa dos Corais, APA Delta do Parnaíba, REBIO Atol das Rocas, REBIO Marinha do Arvoredo, RESEX Marinha Pirajubaé"",""ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL DE TAMOIOS, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL LAGOA ENCANTADA, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL PONTA DA BALEIA / ABROLHOS, PARQUE ESTADUAL ACARAI"",""Estação Veracel"",""Sim"",""Desconhecida"",""11 - Mudanças e extremos climáticos|11.1 - Mudança/alteração de habitat 4 - Transportes e serviços de transmissão|4.4 - Tráfego de embarcações 5 - Uso de recursos biológicos|5.1 - Caça e captura de animais terrestres ou marinhos|5.1.1 - Caça/captura intencional (a espécie é o alvo)|5.1.1.4 - Esportiva 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.6 - Captura indireta - larga escala|5.4.6.7 - Emalhe|5.4.6.7.1 - Emalhe de fundo 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.6 - Captura indireta - larga escala|5.4.6.8 - Espinhel|5.4.4.8.2 - Espinhel de fundo 9 - Poluição|9.1 - Doméstica e urbana - escoamento de água|9.1.1 - Esgoto 9 - Poluição|9.1 - Doméstica e urbana - escoamento de água|9.1.2 - Escoamento urbano 9 - Poluição|9.2 - Industrial|9.2.1 - Derramamento de óleo 9 - Poluição|9.4 - Lixo e resíduos sólidos|9.4.1 - Urbanos 9 - Poluição|9.4 - Lixo e resíduos sólidos|9.4.2 - Industriais 9 - Poluição|9.6 - Excesso de energia|9.6.3 - Poluição sonora"","""",""Nível nacional, Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação dos Cetáceos Marinhos, Plano de Ação Nacional para a Conservação dos Mamíferos Aquáticos Grandes Cetáceos e Pinípedes"",""CITES - Anexo I, Convenção Internacional para a Regulamentação da Pesca da Baleia, Convenção sobre Espécies Migratórias – CMS, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Echinodermata"",""Holothuroidea"",""Apodida"",""Synaptidae"",""Synaptula"",""Synaptula secreta"","""",""Ancona Lopez, 1958"","""",""Invertebrados Marinhos"",""10/2014"",""Criticamente em Perigo"",""Não"",""B2ab(iii)"",""Synaptula secreta é uma espécie endêmica do Brasil, ocorrendo somente em uma única praia no litoral norte de São Paulo. Sua extensão de ocorrência é menor que 10 m2. Na área de distribuição ocorrem diversos derramamentos de óleo, sendo uma ameaça de grande impacto na população. Por este motivo, a espécie é categorizada como Criticamente em Perigo (CR), segundo o critério B2ab(iii)."",""Sim"",""Não"","""",""||"","""","""","""","""","""","""","""","""","""","""","""","""","""",""""";;;;;; "Animalia,""Arthropoda"",""Insecta"",""Lepidoptera"",""Pieridae"",""Cunizza"",""Cunizza hirlanda fulvinota"","""",""(Butler, 1871)"",""Borboleta"",""Invertebrados Terrestres"",""11/2010"",""Vulnerável"","""",""D2"",""Subespécie rara que possui poucos registros na região da Mata Atlântica do Rio de Janeiro. Considerando que existe registro adequado de ocorrência para apenas uma localidade e que o estado doRio de Janeiro possui poucas áreas bem conservadas, Cunizza hirlanda fulvinota foi categorizada como Vulnerável (VU), segundo o critério D2."",""Sim"",""Não"","""",""||"","""","""","""","""","""",""Desconhecido"",""Desconhecida"","""","""","""","""","""","""",""""";;;;;; "Animalia,""Arthropoda"",""Diplopoda"",""Polydesmida"",""Dobrodesmidae"",""Dobrodesmus"",""Dobrodesmus mirabilis"","""",""Shear, Ferreira & Iniesta, 2016"","""",""Invertebrados Terrestres"",""05/2018"",""Criticamente em Perigo"",""Não"",""B2ab(iii)"",""Dobrodesmus mirabilis é conhecida apenas da localidade tipo, a gruta da Mangabeira, Ituaçu/Bahia. Inventários em outras cavernas não registraram a espécie em outras localidades, mas a região ainda não é bem amostrada. A gruta da Mangabeira é historicamente utilizada para visitação (turismo religioso), que ocorre de forma intensa e desordenada, contribuído para significativo declínio da qualidade do habitat da espécie. Considerando uma área de ocupação de menos de 10km2 e uma localização, a espécie foi categorizada como Criticamente em Perigo (CR) pelo critério B2ab(iii)."",""Sim"",""Sim"",""Bahia"",""|Nordeste|"",""Caatinga"",""Sub-bacia Contas"","""","""","""",""Não"",""Desconhecida"",""11 - Mudanças e extremos climáticos|11.1 - Mudança/alteração de habitat 1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.1 - Expansão urbana 1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.2 - Áreas comerciais e industriais 1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.3 - Áreas de turismo e recreação 6 - Distúrbios humanos|6.1 - Atividades recreacionais/turísticas 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.3 - Outras modificações nos ecossistemas 9 - Poluição|9.4 - Lixo e resíduos sólidos|9.4.1 - Urbanos"","""",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação das Cavernas do Brasil"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Arthropoda"",""Malacostraca"",""Isopoda"",""Pudeoniscidae"",""Iansaoniscus"",""Iansaoniscus iraquara"","""",""Campos-Filho, Araujo & Taiti, 2017"",""Tatuzinho"",""Invertebrados Terrestres"",""05/2018"",""Criticamente em Perigo"",""Não"",""B2ab(iii)"",""Iansaoniscus iraquara é restrita à localidade-tipo, a caverna Buraco do Cão (Bolo de Noiva), município de Iraquara/Bahia. A caverna é alvo de visitação, que ocorre de forma ordenada. No entanto, as principais ameaças na região de Iraquara são a exploração drástica e descontrolada das águas subterrâneas e a poluição dos aquíferos por pesticidas. O nível das águas subterrâneas da região está diminuindo drasticamente nos últimos dois anos, algo que poderia alterar não apenas as funções do ecossistema aquático, e a caverna encontra-se próxima a um polígono minerário com requerimento de pesquisa, o que representa ameaças potenciais a espécie. Considerando as ameaças atuais e uma localização, a espécie foi categorizada como Criticamente em Perigo (CR) pelo critério B2ab(iii)."",""Sim"",""Sim"",""Bahia"",""|Nordeste|"",""Caatinga"",""Sub-bacia Itapecuru-Paraguaçu"","""",""ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL MARIMBUS / IRAQUARA"","""",""Não"",""Desconhecida"",""11 - Mudanças e extremos climáticos|11.1 - Mudança/alteração de habitat 1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.3 - Áreas de turismo e recreação 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.1 - Culturas anuais e perenes não-madeireiras|2.1.4 - Agricultura de escala desconhecida 6 - Distúrbios humanos|6.1 - Atividades recreacionais/turísticas 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.2 - Represas e uso de água|7.2.7 - Captação de água subterrânea - uso na agricultura 9 - Poluição|9.3 - Agropecuária e florestal|9.3.3 - Herbicidas e pesticidas"","""",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação das Cavernas do Brasil"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Arthropoda"",""Arachnida"",""Opiliones"",""Kimulidae"",""Relictopiolus"",""Relictopiolus galadriel"","""",""Pérez-González, Ceccarelli, Monte, Proud, DaSilva & Bichuette, 2017"","""",""Invertebrados Terrestres"",""05/2018"",""Criticamente em Perigo"",""Não"",""B1ab(iii)+2ab(iii)"",""Relictopiolus galadriel é espécie endêmica do Brasil, conhecida apenas da localidade-tipo: a gruta Olhos d´Água, no Município de Itacarambi/Minas Gerais, localizada no Parque Nacional Cavernas do Peruaçu. A espécie foi registrada somente na parte mais interior da caverna. Sua Extensão de Ocorrência (EOO) e Área de Ocupação são estimadas em menos de 1km2. Amostragens em outras cavernas dentro do Parque não localizaram a espécie. A ressurgência da gruta Olhos d´Água localiza-se fora dos limites do Parque Nacional. Tem sido observada diminuição da precipitação e aumento do uso de água subterrânea para fins agrícolas na região, acompanhado pela construção de várias represas a montante do sumidouro e dentro da caverna Olhos d´Água para armazenar água para uso durante a estação seca. Estes impactos alteram a quantidade de alimento disponível à comunidade de troglóbios na caverna. Considerando uma localização, a espécie foi categorizada como Criticamente em Perigo (CR) pelos critérios B1ab(iii)+2ab(iii)."",""Sim"",""Sim"",""Minas Gerais"",""|Sudeste|"",""Cerrado"",""Sub-bacia São Francisco Médio"",""APA Cavernas do Peruaçu, PARNA Cavernas do Peruaçu"","""","""",""Não"",""Desconhecida"",""11 - Mudanças e extremos climáticos|11.1 - Mudança/alteração de habitat 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.1 - Culturas anuais e perenes não-madeireiras|2.1.4 - Agricultura de escala desconhecida 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.2 - Represas e uso de água|7.2.11 - Represas (tamanho desconhecido) 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.2 - Represas e uso de água|7.2.7 - Captação de água subterrânea - uso na agricultura 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.2 - Represas e uso de água|7.2.9 - Represas (pequenas) 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.3 - Outras modificações nos ecossistemas"","""",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação das Cavernas do Brasil"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Arthropoda"",""Malacostraca"",""Decapoda"",""Gecarcinidae"",""Cardisoma"",""Cardisoma guanhumi"",""Cardisoma guanhumi"",""Latreille, 1828"","""",""Invertebrados Marinhos"",""10/2016"",""Vulnerável"","""",""A4c"",""Cardisoma guanhumi é uma espécie que ocorre no Atlântico Ocidental, distribuindo-se na Bermuda, Flórida, Golfo do México, Antilhas, Colômbia, Venezuela e Brasil. No Brasil ocorre em áreas de apicum do Ceará até Santa Catarina, com registros esparsos no Amapá e Pará. Os dados de produção disponíveis indicam que há redução das capturas, porém, considerando-se a descontinuidade da série histórica não é possível inferir sobre o declínio populacional da espécie. No entanto, o habitat ocupado pela espécie declinou 45% nas últimas cinco décadas, suspeitando-se que este declínio tenha resultado em uma redução de, no mínimo, 30% da população de C. guanhumi no Brasil. Considerando, ainda, que houve e continua ocorrendo o declínio na área de ocupação, extensão de ocorrência e qualidade de habitat, a espécie foi categorizada como Vulnerável na categoria A4c."",""Não"",""Sim"",""Alagoas, Bahia, Ceará, Espírito Santo, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe"",""|Nordeste|Sudeste|Sul|"",""Caatinga, Mata Atlântica, Sistema Costeiro-Marinho"","""",""APA Bacia do Rio São João/Mico-Leão-Dourado, APA Costa das Algas, RESEX Canavieiras, RESEX Cassurubá"",""APA DA ORLA MARíTIMA DA BAíA DE SEPETIBA, APA MARINHA DO LITORAL NORTE, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL BAÍA DE CAMAMU, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL CONCEIÇÃO DA BARRA, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL COSTA DE ITACARÉ/ SERRA GRANDE, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL LAGOA ENCANTADA, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL PONTA DA BALEIA / ABROLHOS, PARQUE ESTADUAL DA SERRA DO MAR, RESERVA BIOLÓGICA ESTADUAL DE GUARATIBA"",""RPPN Tibiriçá"",""Desconhecido"",""Declinando"",""1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.3 - Áreas de turismo e recreação 1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.4 - Assentamentos e pequenas propriedades rurais 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.4 - Aquacultura marinha e de água doce|2.4.2 - Aquacultura industrial 9 - Poluição|9.3 - Agropecuária e florestal|9.3.3 - Herbicidas e pesticidas"","""",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para Conservação de Espécies Ameaçadas e de Importância Socioeconômica do Ecossistema Manguezal"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Aves"",""Passeriformes"",""Thraupidae"",""Sporophila"",""Sporophila nigrorufa"",""Sporophila nigrorufa"",""(d'Orbigny & Lafresnaye, 1837)"",""caboclinho-do-sertão"",""Aves"",""10/2018"",""Vulnerável"","""",""C2a(ii)"",""Sporophila nigrorufa ocorre no oeste do Brasil e leste da Bolívia. Atualmente, no Brasil, a espécie concentra-se em Vila Bela de Santíssima Trindade, no Mato Grosso. Essa população é residente e, embora não haja censos populacionais formais, estima-se que não há mais de 10.000 indivíduos maduros no Brasil e que todos pertencem a uma única subpopulação. Há declínio continuado devido à perda de campos limpos, habitat do qual a espécie é dependente. Assim, S. nigrorufa foi categorizada como Vulnerável (VU) pelo critério C2a(ii)."",""Não"",""Sim"",""Mato Grosso, Mato Grosso do Sul"",""|Centro-Oeste|"",""Amazônia, Cerrado, Pantanal"",""Sub-bacia Madeira Sub-bacia Paraguai 01 Sub-bacia Paraguai 02"","""","""",""RPPN Arara Azul"",""Desconhecido"",""Declinando"",""2 - Agropecuária e Aquacultura|2.1 - Culturas anuais e perenes não-madeireiras|2.1.4 - Agricultura de escala desconhecida 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.3 - Pecuária|2.3.4 - Pecuária em escala desconhecida"",""3 - Animais de estimação/ornamentais"",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação das Aves Ameaçadas do Bioma Amazônia, Plano de Ação Nacional para a Conservação das Aves do Cerrado e Pantanal, Plano de Ação Nacional para a Conservação das Aves do Cerrado e Pantanal - 2º ciclo"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Arthropoda"",""Insecta"",""Lepidoptera"",""Nymphalidae"",""Tithorea"",""Tithorea harmonia caissara"","""",""(Zikán, 1941)"",""Borboleta"",""Invertebrados Terrestres"",""11/2010"",""Vulnerável"","""",""B2ab(iii,iv)"",""Apesar de amplamente distribuída, as populações conhecidas de Tithorea harmonia caissara são muito restritas a algumas áreas de mata densa e úmida da Mata Atlântica do sudeste do Brasil. Sua área de ocupação é estimada em menos de 2.000 km2. São conhecidas atualmente dez localidades com registro da subespécie, e já foi documentado o seu desaparecimento em algumas áreas. Há degradação do habitat provocada por atividades agropecuárias, industriais, poluição, ocupação urbana e uso de fogo. A maior ameaça de fato é a invasão da subespécie do interior, Tithorea harmonia pseudethra Butler, 1873, a qual forma híbridos com T. h. caissara em áreas de mata perturbada. Portanto, o táxon foi categorizado como Vulnerável (VU), segundo o critério B2ab(iii,iv)."",""Sim"",""Não"",""Minas Gerais, São Paulo"",""|Sudeste|"",""Mata Atlântica"",""Sub-bacia Grande Sub-bacia Tietê"",""PARNA de Itatiaia"",""ESTAÇÃO ECOLÓGICA DE ITAPETI"","""",""Desconhecido"",""Desconhecida"",""1 - Desenvolvimento residencial e comercial 2 - Agropecuária e Aquacultura"","""",""Proteção de recursos/habitat, Restauração de habitat e processos naturais"","""","""","""",""""";;;;;; "Animalia,""Arthropoda"",""Entognatha"",""Entomobryomorpha"",""Isotomidae"",""Isotomodes"",""Isotomodes cariocus"",""Isotomodes cariocus"",""Thibaud & Palacios-Vargas, 1999"",""Colêmbolo, Pulga-de-jardim"",""Invertebrados Terrestres"",""05/2018"",""Criticamente em Perigo"",""Não"",""B2ab(iii)"",""Isotomodes cariocus é endêmica do Brasil, ocorrendo no cordão arenoso e dunas da praia da Barra de Maricá (RJ), região intensamente urbanizada. Apesar da área estar dentro de uma APA, a área sofre de intensa expansão urbana e incêndios frequentes na vegetação de restinga. A principal ameaça a espécie é a degradação do ambiente. A Área de Ocupação é inferior à 10km2 (B2). Apresenta uma única localização (a) e declínio continuado da qualidade do habitat (biii). Por isso, Isotomodes cariocus foi categorizada como Criticamente em Perigo (CR) pelos critérios B2ab(iii)."",""Sim"",""Sim"","""",""||"","""","""","""","""","""",""Desconhecido"",""Desconhecida"",""1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.1 - Expansão urbana 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.1 - Incêndios e supressão de incêndios|7.1.1 - Aumento da frequência/intensidade de incêndios"","""","""","""",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Actinopterygii"",""Characiformes"",""Bryconidae"",""Brycon"",""Brycon opalinus"",""Brycon opalinus"",""(Cuvier, 1819)"",""Pirapitinga, Pirapitinga-do-Sul"",""Peixes Continentais"",""10/2021"",""Vulnerável"","""",""B2ab(iii,iv,v)"",""Brycon opalinus é endêmica do Brasil e ocorre nos riachos de cabeceira das bacias dos rios Paraíba do Sul, Itapemirim e Doce, nos estados do Espírito Santo, Minas Gerais, São Paulo e Rio de Janeiro. É uma espécie associada a ambientes de riachos íntegros, com cobertura vegetal e, por isso, dependente de conservação. Embora possa ser considerada uma espécie frequente, é pouco abundante. Sabe-se que em canais de rios principais e tributários dessas bacias, em geral mais degradados, os registros são raros. Existem registros de subpopulações extintas localmente na região de Sapucaia, no trecho médio do rio Paraíba do Sul, e diversos registros históricos. O rompimento de uma barragem de rejeitos no alto rio Doce em novembro de 2015, que lançou milhões de toneladas de resíduos de ferro na bacia e devastou todo o seu curso, provavelmente não teve impacto nas subpopulações de B. opalinus desta bacia, uma vez que estão restritos a alguns afluentes das sub-bacias dos rios Santo Antônio, Piranga e Piracicaba, que não foram diretamente afetados pelos resíduos. No entanto, relatos de pescadores indicam o desaparecimento da espécie após a passagem da lama no rio Gualaxo do Norte. A Área de Ocupação (AOO) calculada considerando os registros atuais e potenciais em trechos livres de barramentos resultaram em 1.820 km². Os principais impactos que levaram à redução ou mesmo ao desaparecimento das subpopulações da espécie estão relacionados à perda ou descaracterização dos ambientes ripários, assoreamento, poluição e barramento de rios, o que caracteriza declínio continuado da qualidade do habitat. Pequenas Centrais Hidrelétricas instaladas e previstas representam uma ameaça concreta à fragmentação e redução da população. Assume-se que nenhuma subpopulação conhecida de pirapitinga represente mais de 50% dos indivíduos. Dessa forma, Brycon opalinus foi categorizada como Vulnerável (VU) pelo critério B2ab(iii,iv,v)."",""Sim"",""Sim"",""Espírito Santo, Minas Gerais, Rio de Janeiro, São Paulo"",""|Sudeste|"",""Cerrado, Mata Atlântica"",""Sub-bacia Doce Sub-bacia Litoral ES Sub-bacia Paraíba do Sul"",""APA Bacia do Rio Paraíba do Sul, APA Serra da Mantiqueira"",""APA SILVEIRAS, PARQUE ESTADUAL DA SERRA DO MAR, PARQUE ESTADUAL SERRA DO INTENDENTE"",""RPPN Sítio Estrela da Serra"",""Sim"",""Declinando"",""3 - Produção energética e mineração|3.2 - Mineração|3.2.3 - Extração de minérios - subsolo 3 - Produção energética e mineração|3.3 - Energia renovável|3.3.1 - Hidrelétricas 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.2 - Represas e uso de água|7.2.11 - Represas (tamanho desconhecido) 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.3 - Outras modificações nos ecossistemas 9 - Poluição|9.1 - Doméstica e urbana - escoamento de água|9.1.1 - Esgoto 9 - Poluição|9.1 - Doméstica e urbana - escoamento de água|9.1.2 - Escoamento urbano"","""",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação das Espécies Aquáticas Ameaçadas de Extinção da Bacia do Rio Paraíba do Sul, Plano de Ação Nacional para a Conservação das Espécies Aquáticas Ameaçadas de Extinção da Bacia do Rio Paraíba do Sul - 2º ciclo"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Amphibia"",""Anura"",""Hylidae"",""Bokermannohyla"",""Bokermannohyla napolii"","""",""Carvalho, Giaretta & Magrini, 2012"","""",""Anfíbios"",""06/2017"",""Vulnerável"","""",""D2"",""Bokermannohyla napolii é endêmica do Brasil, conhecida somente da localidade-tipo, na Estação de Pesquisa e Desenvolvimento Ambiental Galheiro (EPDA-Galheiro), uma área particular no município de Perdizes, no estado de Minas Gerais. Infere-se que sua extensão de ocorrência corresponda à área da estação de pesquisa (23 km2), sendo que sua área de ocupação pode ser menor que 20 km2. No entrono da localidade há predominância de pastagens, o que propicia a ocorrência de incêndios, que podem atingir o fragmento de mata onde a espécie ocorre, podendo levá-la à condição de Criticamente em Perigo (CR) ou mesmo Extinta (EX) em curto espaço de tempo. Por esses motivos, Bokermannohyla napolii foi avaliada como Vulnerável (VU) pelo critério D2."",""Sim"",""Sim"",""Minas Gerais"",""|Sudeste|"",""Cerrado"",""Sub-bacia Paranaíba"","""","""","""",""Não"",""Desconhecida"",""2 - Agropecuária e Aquacultura|2.1 - Culturas anuais e perenes não-madeireiras|2.1.4 - Agricultura de escala desconhecida 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.3 - Pecuária|2.3.4 - Pecuária em escala desconhecida 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.1 - Incêndios e supressão de incêndios|7.1.1 - Aumento da frequência/intensidade de incêndios"","""",""Plano de Ação Nacional (PAN)"","""",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Aves"",""Passeriformes"",""Conopophagidae"",""Conopophaga"",""Conopophaga lineata lineata"",""Conopophaga lineata lineata"",""Wied, 1831"",""chupa-dente"",""Aves"",""06/2019"",""Vulnerável"","""",""B1ab(iii)"",""Conopophaga lineata lineata é endêmica do Brasil e ocorre no sul da Bahia, na Serra das Lontras, Serra Bonita e Serra da Ouricana. Sua extensão de ocorrência (EOO) foi calculada a partir dos registros atuais conhecidos e resultou em 7.856 km². Ocupa, preferencialmente, florestas perenes e matas de galeria que têm sido continuamente degradadas pela presença de culturas agrícolas e pecuária de corte, os quais tem gerado declínio continuado na qualidade do habitat. A população é considerada severamente fragmentada, estando isoladas em áreas altas, sem qualquer possibilidade de conexão entre si. Dessa forma, C. l. lineata foi categorizada como Vulnerável (VU) pelo critério B1ab(iii)."",""Sim"",""Sim"",""Bahia"",""|Nordeste|"",""Mata Atlântica"",""Sub-bacia Contas Sub-bacia Jequitinhonha"",""PARNA de Boa Nova, PARNA Serra das Lontras, REVIS Boa Nova"","""","""",""Não"",""Desconhecida"",""1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.1 - Expansão urbana 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.1 - Culturas anuais e perenes não-madeireiras|2.1.4 - Agricultura de escala desconhecida 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.3 - Pecuária|2.3.4 - Pecuária em escala desconhecida"","""",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação das Aves Ameaçadas do Bioma Mata Atlântica"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Aves"",""Passeriformes"",""Thamnophilidae"",""Dysithamnus"",""Dysithamnus plumbeus"",""Dysithamnus plumbeus"",""(Wied, 1831)"",""choquinha-chumbo"",""Aves"",""06/2019"",""Em Perigo"","""",""B2ab(ii,iii,v)"",""Dysithamnus plumbeus é endêmica do Brasil e ocorre do sul da Bahia ao extremo norte do Rio de Janeiro. Habita o sub-bosque de florestas primárias e sua área de ocupação (AOO) foi calculada em 448 km². A população é severamente fragmentada, há casos de extinção local e declínio continuado no número de indivíduos maduros, na área de ocupação e na qualidade de habitat devido à retirada de madeira e lenha, principalmente na Bahia e no Espírito Santo. Dessa forma, D. plumbeus foi categorizada como Em Perigo (EN) pelo critério B2ab(ii,iii,v)."",""Sim"",""Sim"",""Bahia, Espírito Santo, Minas Gerais, Rio de Janeiro"",""|Nordeste|Sudeste|"",""Mata Atlântica"",""Sub-bacia Contas Sub-bacia Doce Sub-bacia Itapecuru-Paraguaçu Sub-bacia Jequitinhonha Sub-bacia Litoral BA ES Sub-bacia Litoral ES Sub-bacia Paraíba do Sul"",""FLONA Pacotuba, REBIO Augusto Ruschi, REBIO de Sooretama"",""PARQUE ESTADUAL DO RIO DOCE"",""FAZENDA BOA ESPERANÇA, MATA DO PASSARINHO, RPPN Cachoeira Boa Vista, RPPN Feliciano Miguel Abdala, RPPN Itacira"",""Não"",""Declinando"",""5 - Uso de recursos biológicos|5.3 - Extração florestal|5.3.5 - Motivação desconhecida"","""",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação das Aves Ameaçadas do Bioma Mata Atlântica"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Aves"",""Passeriformes"",""Furnariidae"",""Leptasthenura"",""Leptasthenura platensis"",""Leptasthenura platensis"",""Reichenbach, 1853"",""rabudinho"",""Aves"",""10/2021"",""Criticamente em Perigo"",""Não"",""D"",""Leptasthenura platensis ocorre na Argentina, Uruguai, Paraguai e sul do Brasil - apenas no Rio Grande do Sul, em formação parque espinilho. Dentre as espécies que ocorrem nesse habitat, no Brasil, esta é a que apresenta os menores contingentes populacionais. Também apresenta maior especificidade de habitat, restringindo-se a áreas de parque espinilho stricto sensu. Com base em amostragens quantitativas observadas em campo, estima-se que a população total no Brasil seja de 28 indivíduos maduros. Tendo em vista a mobilidade supostamente baixa da espécie, suspeita-se que não haja fluxo significativo de indivíduos a partir do território uruguaio e argentino, não alterando a categoria definida. Dessa forma, L. platensis foi categorizada como Criticamente em Perigo (CR) pelo critério D."",""Não"",""Sim"",""Rio Grande do Sul"",""|Sul|"",""Pampa"",""Sub-bacia Litoral RS Sub-bacia Uruguai Médio"","""","""","""",""Não"",""Declinando"",""2 - Agropecuária e Aquacultura|2.1 - Culturas anuais e perenes não-madeireiras|2.1.4 - Agricultura de escala desconhecida 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.3 - Pecuária|2.3.4 - Pecuária em escala desconhecida 5 - Uso de recursos biológicos|5.3 - Extração florestal|5.3.5 - Motivação desconhecida 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.1 - Incêndios e supressão de incêndios|7.1.1 - Aumento da frequência/intensidade de incêndios"","""",""Conscientização/comunicação, Controle e fiscalização, Criação de áreas protegidas, Implementação de áreas protegidas, Implementação de corredores, Plano de Ação Nacional (PAN), Proteção de locais/áreas"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação das Aves dos Campos Sulinos - 2º ciclo, Plano de Ação Nacional para a Conservação dos Passeriformes Ameaçados dos Campos Sulinos e Espinilho"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Aves"",""Passeriformes"",""Thraupidae"",""Nemosia"",""Nemosia rourei"",""Nemosia rourei"",""Cabanis, 1870"",""saíra-apunhalada"",""Aves"",""06/2019"",""Criticamente em Perigo"",""Não"",""C2a(i)";" D"",""Nemosia rourei é endêmica do sudeste do Brasil, com distribuição original para regiões serranas do Espírito Santo e Rio de Janeiro. Os registros atuais restringem-se a apenas duas localidades no Espírito Santo, em Vargem Alta e Santa Teresa. Habita, preferencialmente, florestas úmidas e densas de montana e sua população é severamente fragmentada, tendo mais de 50% dos indivíduos separados por distâncias intransponíveis para espécie. Estima-se o tamanho populacional não ultrapassa 50 indivíduos maduros e há tendência de declínio populacional continuado decorrente da degradação e converção do habitat em plantações de café, pedreiras, extração ilegal de palmeiras e exploração madeireira. Dessa forma, N. rourei foi categorizada como Criticamente em Perigo (CR) pelos critérios C2a(i)";" D."",""Sim"",""Sim"",""Espírito Santo, Rio de Janeiro"",""|Sudeste|"",""Mata Atlântica"",""Sub-bacia Litoral ES"",""REBIO Augusto Ruschi"","""","""",""Não"",""Declinando"",""2 - Agropecuária e Aquacultura|2.1 - Culturas anuais e perenes não-madeireiras|2.1.4 - Agricultura de escala desconhecida 3 - Produção energética e mineração|3.2 - Mineração|3.2.2 - Extração de seixo/pedra 3 - Produção energética e mineração|3.2 - Mineração|3.2.3 - Extração de minérios - subsolo 5 - Uso de recursos biológicos|5.3 - Extração florestal|5.3.5 - Motivação desconhecida"","""",""Conscientização/comunicação, Criação de áreas protegidas, Implementação de corredores, Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação das Aves Ameaçadas do Bioma Mata Atlântica"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"",""850 , 1250"",""""";;;; "Animalia,""Chordata"",""Actinopterygii"",""Cyprinodontiformes"",""Rivulidae"",""Austrolebias"",""Austrolebias pongondo"","""",""Costa & Cheffe, 2017"",""Peixe anual"",""Peixes Continentais"",""05/2019"",""Em Perigo"","""",""B1ab(ii,iii,iv)"",""Austrolebias pongondo é endêmica do Brasil, ocorrendo em alagados temporários e áreas de brejo nas planícies ao sul do canal São Gonçalo, município de Rio Grande, estado do Rio Grande do Sul. A Extensão de Ocorrência (EOO) é de 595 km2. As localidades de ocorrência de A. pongondo adjacentes à BR-392 foram impactadas pela sua duplicação entre os anos de 2011 e 2012, com algumas áreas sendo aterradas e outras com sua área total reduzida, causando a fragmentação severa de sua população. Além disso, A. pongondo vem sofrendo declínio continuado de sua Área de Ocupação (AOO), da qualidade do hábitat e do número de subpopulações. Portanto, Austrolebias pongondo foi categorizada como Em Perigo (EN) pelos critérios B1ab(ii,iii,iv)."",""Sim"",""Sim"",""Rio Grande do Sul"",""|Sul|"",""Pampa"",""Sub-bacia Litoral RS"","""","""","""",""Não"",""Declinando"",""4 - Transportes e serviços de transmissão|4.1 - Estradas e ferrovias"","""","""","""",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Actinopterygii"",""Cyprinodontiformes"",""Rivulidae"",""Hypsolebias"",""Hypsolebias marginatus"",""Hypsolebias marginatus"",""(Costa & Brasil, 1996)"",""annual fish, killifish, pearl fish, peixe anual, Peixe das nuvens"",""Peixes Continentais"",""08/2019"",""Criticamente em Perigo"",""Sim"",""B2ab(ii,iii,iv)";" D"",""Hypsolebias marginatus é endêmica do Brasil e foi descrita de apenas uma poça temporária próxima ao rio dos Patos, um afluente do alto rio Maranhão, bacia do rio Tocantins, município de Barro Alto, estado de Goiás. A área da localidade-tipo, único local de registro da espécie (AOO de 4km2, com aplicação do gride de 2x2km), foi destruída devido à expansão da atividade agropecuária, substituída pelo cultivo de soja. Adicionalmente, a região possui intensa atividade pecuária e de mineração. Além disso, o relevo acidentado das áreas adjacentes à localidade-tipo não favorece a ocorrência de poças temporárias, habitat típico da espécie, o que diminui a probabilidade de sua ocorrência. Outros esforços de amostragem de Rivulidae na região não tiveram sucesso em registrar a espécie. Nesse contexto, não existem registros adicionais da espécie e suspeita-se que esteja extinta ou que haja menos de 50 indivíduos maduros. Por esse motivo, H. marginatus foi categorizada como Criticamente em Perigo (CR) pelos critérios B2ab(ii,iii,iv)";" D, estando possivelmente extinta."",""Sim"",""Sim"",""Goiás"",""|Centro-Oeste|"",""Cerrado"",""Sub-bacia Tocantins Alto"","""","""","""",""Não"",""Declinando"",""2 - Agropecuária e Aquacultura|2.1 - Culturas anuais e perenes não-madeireiras|2.1.3 - Agricultura agro-industrial 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.3 - Pecuária|2.3.4 - Pecuária em escala desconhecida 3 - Produção energética e mineração|3.2 - Mineração|3.2.6 - Tipo desconhecido"",""3 - Animais de estimação/ornamentais"",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação dos Peixes Rivulídeos Ameaçados de Extinção, Plano de Ação Nacional para a Conservação dos Peixes Rivulídeos Ameaçados de Extinção - 2º ciclo"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;; "Animalia,""Chordata"",""Aves"",""Procellariiformes"",""Diomedeidae"",""Diomedea"",""Diomedea exulans"",""Diomedea exulans"",""Linnaeus, 1758"",""albatroz-errante, albatroz-gigante"",""Aves"",""10/2019"",""Criticamente em Perigo"",""Não"",""A4bd"",""Diomedea exulans ocorre nos mares do sul desde as Ilhas Geórgias do Sul para o leste até as Ilhas Antípodas e para o norte até o litoral sul e sudeste do Brasil. Os indivíduos que ocorrem no Brasil são oriundos das Ilhas Geórgias do Sul, onde o monitoramento populacional tem demonstrado declínio anual de 4,8% desde final da década de 90. O declínio populacional foi intensificado pelo aumento da frota de pesca com espinhel, uma vez que há elevada taxa de captura incidental por esse tipo de pesca. Nas colônias há predação de ovos e filhotes por ratos. Sendo assim, suspeita-se que a tendência de declínio populacional é superior a 80% em três gerações (passado e futuro). Portanto, D. exulans foi categorizada como Criticamente em Perigo (CR) pelo critério A4bd."",""Não"",""Sim"",""Rio Grande do Sul, Santa Catarina, São Paulo"",""|Sudeste|Sul|"",""Mata Atlântica, Pampa, Sistema Costeiro-Marinho"",""Sub-bacia Litoral RS Sub-bacia Litoral SP"","""",""APA MARINHA DO LITORAL NORTE"","""",""Sim"",""Declinando"",""5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.6 - Captura indireta - larga escala|5.4.6.8 - Espinhel|5.4.6.8.1 - Espinhel de superfície 8 - Espécies invasoras problemáticas e doenças|8.2 - Espécies domésticas|8.2.2 - Predadores"","""",""Educação e comunicação, Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação de Albatrozes e Petréis, Plano de Ação Nacional para a Conservação de Albatrozes e Petréis - 2º ciclo, Plano de Ação Nacional para a Conservação de Albatrozes e Petréis - 3º ciclo"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Arthropoda"",""Insecta"",""Lepidoptera"",""Nymphalidae"",""Pampasatyrus"",""Pampasatyrus glaucope boenninghauseni"",""Pampasatyrus glaucope boenninghauseni"",""(Foetterle, 1902)"",""Borboleta"",""Invertebrados Terrestres"",""08/2021"",""Em Perigo"","""",""B1ab(iii)"",""Pampasatyrus glaucope boenninghauseni é endêmica do Brasil, encontrada em ambientes campestres de altitude entre 1.600 e 2.400m, na Serra da Mantiqueira, entre os estados de Minas Gerais, São Paulo e Rio de janeiro. Sua extensão de ocorrência é calculada em 2.487km2. A área de distribuição da espécie é fortemente afetada pela expansão urbana, turismo desordenado, atividades agropecuárias e silvicultura, que causam perda e fragmentação do habitat remanescente. Essas atividades também fazem uso recorrente de pesticidas e herbicidas que contribuem para declínio continuado da qualidade do habitat. Incêndios periódicos nessas áreas ameaçam a população remanescente e, atualmente, configuram a principal ameaça à espécie, apresentando cinco localizações. Por essas razões, P. glaucope boenninghauseni foi categorizada como Em Perigo (EN), pelo critério B1ab(iii)."",""Sim"",""Sim"",""Minas Gerais, Rio de Janeiro, São Paulo"",""|Sudeste|"",""Mata Atlântica"",""Sub-bacia Grande Sub-bacia Paraíba do Sul"",""APA Serra da Mantiqueira, PARNA de Itatiaia"",""APA CAMPOS DO JORDÃO, APA SAPUCAí MIRIM, MONUMENTO NATURAL ESTADUAL DA PEDRA DO BAú, PARQUE ESTADUAL DE CAMPOS DO JORDÃO, PARQUE ESTADUAL SERRA DO PAPAGAIO"","""",""Não"",""Desconhecida"",""1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.1 - Expansão urbana 1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.3 - Áreas de turismo e recreação 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.2 - Silvicultura|2.2.3 - Plantações em escala desconhecida 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.3 - Pecuária|2.3.4 - Pecuária em escala desconhecida 6 - Distúrbios humanos|6.1 - Atividades recreacionais/turísticas 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.1 - Incêndios e supressão de incêndios|7.1.1 - Aumento da frequência/intensidade de incêndios 8 - Espécies invasoras problemáticas e doenças|8.1 - Espécies exóticas|8.1.1 - Espécie conhecida|8.1.1.5 - Modificadores de habitat"","""",""Plano de Ação Nacional (PAN), Proteção de recursos/habitat"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação de Insetos Polinizadores, Plano de Ação Nacional para a Conservação de Lepidópteros"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Arthropoda"",""Arachnida"",""Araneae"",""Theraphosidae"",""Ybyrapora"",""Ybyrapora gamba"",""Avicularia gamba"",""(Bertani & Fukushima, 2009)"",""Aranha, Aranha-caranguejeira, tarântula"",""Invertebrados Terrestres"",""09/2021"",""Criticamente em Perigo"",""Não"",""B1ab(iii)"",""Ybirapora gamba é endêmica do Brasil, conhecida somente da localidade-tipo, a Reserva Jequitibá, Trilha do Guapuruvu, entre os municípios de Elísio Medrado e Varzedo, estado da Bahia. A extensão de ocorrência da espécie não deve ser maior que 66 km2, considerando um polígono abrangendo toda a área florestal que ainda existe na região. A espécie é arborícola, dependendo diretamente da existência de vegetação, principalmente arbustiva e arbórea. Sua região de ocorrência encontra-se fragmentada e há grande pressão de desflorestamento para a plantação de pastagens e monoculturas e ocorrência de queimadas. Assim, considerando a extensão de ocorrência extremamente pequena da espécie e as ameaças de desmatamento e incidência de queimadas, identificou-se para a espécie apenas uma localização. Portanto,Y. gamba foi categorizada como Criticamente em Perigo (CR), segundo o critério B1ab(iii)."",""Sim"",""Sim"",""Bahia"",""|Nordeste|"",""Mata Atlântica"",""Sub-bacia Itapecuru-Paraguaçu"","""","""","""",""Não"",""Desconhecida"",""2 - Agropecuária e Aquacultura|2.1 - Culturas anuais e perenes não-madeireiras|2.1.4 - Agricultura de escala desconhecida 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.3 - Pecuária|2.3.4 - Pecuária em escala desconhecida 5 - Uso de recursos biológicos|5.1 - Caça e captura de animais terrestres ou marinhos|5.1.1 - Caça/captura intencional (a espécie é o alvo) 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.1 - Incêndios e supressão de incêndios|7.1.1 - Aumento da frequência/intensidade de incêndios"",""3 - Animais de estimação/ornamentais"","""","""",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Arthropoda"",""Arachnida"",""Araneae"",""Theraphosidae"",""Ybyrapora"",""Ybyrapora diversipes"",""Avicularia diversipes"",""Fukushima & Bertani, 2017"",""Aranha, Aranha-caranguejeira, tarântula"",""Invertebrados Terrestres"",""09/2021"",""Em Perigo"","""",""B1ab(iii)"",""Ybirapora diversipes é endêmica do Brasil, conhecida para algumas localidades na Bahia, e sua extensão de ocorrência é estimada em 3.702 km2. A espécie é arborícola, dependendo diretamente da existência de vegetação, principalmente arbustiva e arbórea. A região de ocorrência da espécie encontra-se fragmentada e há grande pressão de desflorestamento para a plantação de pastagens e monoculturas. Estas áreas plantadas, tornam o habitat fragmentado, isolando e fragmentado as populações da espécie. Além disso, são muito visados como animais de estimação no exterior e, assim, são alvo para o tráfico de animais. Por essas razões, Y. diversipes foi categorizada como Em Perigo (EN), segundo o critério B1ab(iii)."",""Sim"",""Sim"",""Bahia"",""|Nordeste|"",""Mata Atlântica"",""Sub-bacia Contas Sub-bacia Itapecuru-Paraguaçu"","""",""ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL LAGOA ENCANTADA"","""",""Não"",""Desconhecida"",""2 - Agropecuária e Aquacultura|2.1 - Culturas anuais e perenes não-madeireiras|2.1.4 - Agricultura de escala desconhecida 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.3 - Pecuária|2.3.4 - Pecuária em escala desconhecida 5 - Uso de recursos biológicos|5.1 - Caça e captura de animais terrestres ou marinhos|5.1.1 - Caça/captura intencional (a espécie é o alvo)|5.1.1.3 - Comercial - Internacional"",""3 - Animais de estimação/ornamentais"","""","""",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Actinopterygii"",""Characiformes"",""Characidae"",""Mimagoniates"",""Mimagoniates sylvicola"",""Mimagoniates sylvicola"",""Menezes & Weitzman, 1990"",""Piaba"",""Peixes Continentais"",""10/2021"",""Em Perigo"","""",""B2ab(iii,iv)"",""Mimagoniates sylvicola é endêmica do Brasil e possui uma distribuição disjunta em pequenas drenagens costeiras do leste, entre o extremo norte do estado da Bahia e o norte do Espírito Santo. A espécie é pouco frequente e pouco abundante, típica de um biótopo específico, em alagados permanentes rasos, florestados, com águas preta e ácida. Sua distribuição é bem conhecida e a área de ocupação (AOO) foi calculada em 360 km². Essa região é altamente alterada, principalmente, pela expansão das atividades agrícolas, silvicultura e imobiliária que promovem redução da cobertura vegetal e alteração da qualidade da água, caracterizando o declínio da qualidade do habitat remanescente. Provavelmente, a espécie ocorria de maneira contínua ao longo de toda a costa do estado da Bahia e norte do estado do Espírito Santo, e as subpopulações podem ter sido perdidas localmente até restar a atual distribuição. Em função da dinâmica de ocupação antrópica dos ambientes naturais da espécie, sua restrição a ambientes preservados e baixa capacidade de dispersão, pode-se inferir a severa fragmentação da população. Dessa forma, Mimagoniates sylvicola foi categorizada como Em Perigo (EN) pelo critério B2ab(iii,iv)."",""Sim"",""Sim"",""Bahia, Espírito Santo"",""|Nordeste|Sudeste|"",""Mata Atlântica, Sistema Costeiro-Marinho"",""Sub-bacia Itapecuru-Paraguaçu Sub-bacia Jequitinhonha Sub-bacia Litoral BA ES Sub-bacia Litoral SE"",""REBIO do Córrego Grande"","""",""RPPN Rio do Brasil I, RPPN Rio do Brasil II, RPPN Rio do Brasil IV"",""Desconhecido"",""Desconhecida"",""1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.1 - Expansão urbana 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.1 - Culturas anuais e perenes não-madeireiras|2.1.4 - Agricultura de escala desconhecida 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.2 - Silvicultura|2.2.3 - Plantações em escala desconhecida"","""",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação dos Peixes e Eglas da Mata Atlântica"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Actinopterygii"",""Siluriformes"",""Loricariidae"",""Parotocinclus"",""Parotocinclus spilurus"",""Parotocinclus spilurus"",""(Fowler, 1941)"",""Cascudinho"",""Peixes Continentais"",""04/2021"",""Em Perigo"","""",""B2ab(iii)"",""Parotocinclus spilurus é endêmica do Brasil e ocorre na bacia do alto rio Jaguaribe, no estado do Ceará. A espécie está restrita a ambientes de águas claras, de fluxo rápido e substrato rochoso. Em função das alterações na bacia, oriundas de diversos barramentos e açudes, pode-se caracterizar declínio continuado da qualidade do hábitat. A Área de Ocupação (AOO) da espécie foi calculada em 28 km². Em todas as localidades, a espécie está associada aos vertedouros onde permanece com fluxo contínuo e forte de água e substrato rochoso, habitat preferencial da espécie. Dessa forma, a disponibilidade de hábitats fica totalmente sujeita ao manejo desses açudes";" por esse motivo, é plausível afirmar que a população se encontra severamente fragmentada. Considerando as informações disponíveis, Parotocinclus spilurus foi categorizada como Em Perigo (EN) pelo critério B2ab(iii)."",""Sim"",""Sim"",""Ceará"",""|Nordeste|"",""Caatinga"",""Sub-bacia Jaguaribe"","""","""","""",""Desconhecido"",""Desconhecida"",""1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.1 - Expansão urbana 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.1 - Captura intencional - subsistência/pequena escala|5.4.1.1 - Coleta manual 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.2 - Represas e uso de água|7.2.11 - Represas (tamanho desconhecido) 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.2 - Represas e uso de água|7.2.5 - Captação de água subterrânea - uso doméstico 9 - Poluição|9.3 - Agropecuária e florestal|9.3.2 - Erosão do solo/sedimentação"",""3 - Animais de estimação/ornamentais"",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação dos Peixes e Eglas da Mata Atlântica"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;; "Animalia,""Chordata"",""Actinopterygii"",""Siluriformes"",""Trichomycteridae"",""Ituglanis"",""Ituglanis ramiroi"",""Ituglanis ramiroi"",""Bichuette & Trajano, 2004"",""Bagrinho-de-caverna"",""Peixes Continentais"",""03/2021"",""Vulnerável"","""",""D2"",""Ituglanis ramiroi é endêmica do Brasil, conhecida do sistema cavernícola São Bernardo-Palmeiras, rio Paranã, bacia do alto rio Tocantins, no estado de Goiás. Ocorre em poças formadas por água de infiltração, restrita a um sistema de afluentes superiores vadosos. A Área de Ocupação (AOO) da espécie foi calculada em 4 km². Apesar do grande esforço de coleta, a espécie é encontrada apenas nas áreas acessíveis do sistema. A caverna apresenta visitação e se encontra no limite do Parque Estadual de Terra Ronca (PETER)";" os visitantes podem acessar os bagres com facilidade. Além disso, a região abrange atividades agropecuárias, sendo susceptível a assoreamento e poluição, o que pode constituir uma ameaça potencial a toda a população, em virtude da diminuição da recarga hídrica do epicarste e da pluviosidade. Considerando a distribuição muito restrita, e os impactos potenciais no entorno, Ituglanis ramiroi foi categorizada como Vulnerável (VU) pelo critério D2."",""Sim"",""Sim"",""Goiás"",""|Centro-Oeste|"",""Cerrado"",""Sub-bacia Tocantins Alto"","""",""ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL SERRA GERAL DE GOIÁS"","""",""Não"",""Desconhecida"",""11 - Mudanças e extremos climáticos|11.2 - Secas 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.3 - Pecuária|2.3.4 - Pecuária em escala desconhecida 6 - Distúrbios humanos|6.1 - Atividades recreacionais/turísticas 9 - Poluição|9.3 - Agrícola e florestal|9.3.2 - Erosão do solo/sedimentação"","""",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação das Cavernas do Brasil"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;; "Animalia,""Arthropoda"",""Insecta"",""Hymenoptera"",""Apidae"",""Partamona"",""Partamona littoralis"",""Partamona littoralis"",""Pedro & Camargo, 2003"",""Abelha, abelha-sem-ferrão"",""Invertebrados Terrestres"",""07/2021"",""Em Perigo"","""",""B1ab(iii)"",""Partamona littoralis é endêmica do Brasil, conhecida de poucas localidades na Mata Atlântica do nordeste, com registros no Rio Grande do Norte e Paraíba. Sua extensão de ocorrência é calculada em 2.445km². A espécie ocorre nos ambientes em bom estado de conservação, e, aparentemente, não é tolerante a perturbações e alterações de habitat. Entretanto, em sua área de distribuição, a região de Mata Atlântica é extremamente fragmentada, e os remanescentes são pequenos e encontram-se isolados por extensas áreas de atividades agropecuárias. Estas atividades fazem uso intenso e constante do fogo, agrotóxicos e pesticidas, que causam declínio continuado do habitat. Considerando a baixa capacidade de dispersão da espécie, bem como seus requisitos de habitat, infere-se que a fragmentação da paisagem reflete-se também na severa fragmentação da sua população. Por essas razões, Partamona littoralis foi categorizada como Em Perigo (EN) segundo o critério B1ab(iii)."",""Sim"",""Sim"",""Paraíba, Rio Grande do Norte"",""|Nordeste|"",""Mata Atlântica"",""Sub-bacia Litoral AL PE PB Sub-bacia Litoral CE PB Sub-bacia Paraíba"",""REBIO Guaribas"","""","""",""Desconhecido"",""Desconhecida"",""2 - Agropecuária e Aquacultura|2.1 - Culturas anuais e perenes não-madeireiras|2.1.4 - Agricultura de escala desconhecida 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.3 - Pecuária|2.3.4 - Pecuária em escala desconhecida 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.1 - Incêndios e supressão de incêndios|7.1.1 - Aumento da frequência/intensidade de incêndios"","""",""Plano de Ação Nacional (PAN), Proteção de locais/áreas"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação de Insetos Polinizadores"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Annelida"",""Clitellata"",""Haplotaxida"",""Glossoscolecidae"",""Fimoscolex"",""Fimoscolex sporadochaetus"",""Fimoscolex sporadochaetus"",""Michaelsen, 1918"",""Minhoca, Minhoca-branca"",""Invertebrados Terrestres"",""04/2022"",""Em Perigo"","""",""B1ab(iii)"",""Fimoscolex sporadochaetus é endêmica do Brasil, registrada apenas em três municípios no estado de Minas Gerais. Amostragens em outros locais do estado não encontraram a espécie que, aparentemente, tem preferência por solos superficiais de florestas semidecíduas primárias e secundárias. Sua Extensão de Ocorrência (EOO) foi calculada em 1.445km². Ainda que a espécie ocorra no Parque Estadual do Itacolomi e, possivelmente, no Parque Nacional da Serra do Gandarela, a região de ocorrência da espécie é fortemente alterada pela matriz de uso do solo diversificada e atividade intensa de mineração que promovem forte fragmentação e declínio continuado da qualidade do habitat remanescente. Considerando a baixa capacidade de dispersão e a matriz da paisagem em que a espécie está inserida, suspeita-se que sua população esteja severamente fragmentada. Portanto, F. sporadochaetus foi categorizada como Em Perigo (EN), pelo critério B1ab(iii)."",""Sim"",""Sim"",""Minas Gerais"",""|Sudeste|"",""Mata Atlântica"",""Sub-bacia Doce Sub-bacia São Francisco Alto"","""","""","""",""Não"",""Desconhecida"",""1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.1 - Expansão urbana 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.1 - Culturas anuais e perenes não-madeireiras|2.1.2 - Agricultura em pequenas propriedades 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.3 - Pecuária|2.3.2 - Pecuária em pequenas propriedades 3 - Produção energética e mineração|3.2 - Mineração|3.2.3 - Extração de minérios - subsolo"","""","""","""",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Aves"",""Galliformes"",""Cracidae"",""Penelope"",""Penelope jacucaca"",""Penelope jacucaca"",""Spix, 1825"",""jacucaca"",""Aves"",""11/2016"",""Vulnerável"","""",""A2b"",""Penelope jacucaca é endêmica do Brasil, ocorrendo principalmente na Caatinga. Atualmente, as maiores populações ocorrem em unidades de conservação do Piauí, Ceará, Bahia e Pernambuco. Apesar de possuir ampla extensão de ocorrência, os registros são, na maioria das vezes, de poucos exemplares por localidade. Estima-se uma perda populacional de 31% em três gerações passadas (17,1 anos) devido à perda de habitat e pressão cinegética. Assim sendo, P. jacucaca foi categorizada como Vulnerável (VU), pelos critérios A2b."",""Sim"",""Sim"",""Alagoas, Bahia, Ceará, Maranhão, Minas Gerais, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Norte"",""|Nordeste|Sudeste|"",""Caatinga, Cerrado, Mata Atlântica"",""Sub-bacia Contas Sub-bacia Itapecuru-Paraguaçu Sub-bacia Jaguaribe Sub-bacia Litoral CE PI Sub-bacia Litoral SE Sub-bacia Paraíba Sub-bacia Parnaíba Alto Sub-bacia Parnaíba Baixo Sub-bacia Parnaíba Médio Sub-bacia Piranhas Sub-bacia São Francisco Alto Sub-bacia São Francisco Baixo Sub-bacia São Francisco Médio Sub-bacia São Francisco Submédio"",""APA Chapada do Araripe, APA da Ararinha Azul, APA Delta do Parnaíba, APA do Boqueirao da Onça, APA Serra da Ibiapaba, ESEC de Aiuaba, ESEC Raso da Catarina, FLONA Contendas do Sincorá, FLONA de Negreiros, FLONA do Araripe-Apodi, PARNA da Chapada Diamantina, PARNA da Furna Feia, PARNA da Serra da Capivara, PARNA da Serra das Confusões, PARNA de Sete Cidades, PARNA do Catimbau, REBIO de Serra Negra, REVIS da Ararinha Azul"",""ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL DA SERRA DA ARATANHA, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL DA SERRA DE BATURITÉ, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL DUNAS E VEREDAS DO BAIXO MÉDIO SÃO FRANCISCO, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL MARIMBUS / IRAQUARA, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL SERRA BRANCA / RASO DA CATARINA, PARQUE ESTADUAL MATA SECA"",""RPPN Fazenda Almas, RPPN Fazenda Boa Ventura, RPPN Mãe da Lua, RPPN Reserva Ecológica Maurício Dantas"",""Não"",""Declinando"",""11 - Mudanças e extremos climáticos|11.1 - Mudança/alteração de habitat 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.2 - Silvicultura|2.2.3 - Plantações em escala desconhecida 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.3 - Pecuária|2.3.4 - Pecuária em escala desconhecida 5 - Uso de recursos biológicos|5.1 - Caça e captura de animais terrestres ou marinhos|5.1.1 - Caça/captura intencional (a espécie é o alvo)|5.1.1.1 - Uso de subsistência/escambo local"",""1 - Alimentação humana"",""Conservação ex-situ, Implementação de corredores, Plano de Ação Nacional (PAN), Proteção de locais/áreas, Restauração de habitat e processos naturais"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação das Aves da Caatinga, Plano de Ação Nacional para a Conservação das Aves da Caatinga - 2º ciclo, Plano de Ação Nacional para a Conservação dos Galliformes"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Aves"",""Passeriformes"",""Thamnophilidae"",""Thamnophilus"",""Thamnophilus caerulescens cearensis"",""Thamnophilus caerulescens cearensis"",""(Cory, 1919)"",""choca-da-mata-cearense"",""Aves"",""11/2016"",""Vulnerável"","""",""C1"",""Thamnophilus caerulescens cearensis ocorre apenas no Ceará, nas serras de Baturité e Ibiapaba. A população foi estimada em cerca de 3.000 indivíduos, o que indica que certamente há menos de 10.000 indivíduos maduros. Estima-se um declínio continuado de pelo menos 10% em três gerações (14,7 anos) devido à perda de qualidade de habitat, devido a exploração madeireira, incêndios florestais e agropecuária. Desta forma, T. c. cearensis foi categorizada como Vulnerável (VU) pelo critério C1."",""Sim"",""Sim"",""Ceará"",""|Nordeste|"",""Caatinga"",""Sub-bacia Litoral CE PI Sub-bacia Parnaíba Baixo"","""",""ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL DA SERRA DE BATURITÉ"","""",""Desconhecido"",""Declinando"",""11 - Mudanças e extremos climáticos|11.1 - Mudança/alteração de habitat 1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.1 - Expansão urbana 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.2 - Silvicultura|2.2.3 - Plantações em escala desconhecida"","""",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação das Aves da Caatinga, Plano de Ação Nacional para a Conservação das Aves da Caatinga - 2º ciclo"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Aves"",""Piciformes"",""Ramphastidae"",""Pteroglossus"",""Pteroglossus bitorquatus bitorquatus"",""Pteroglossus bitorquatus bitorquatus"",""Vigors, 1826"",""araçari-de-pescoço-vermelho"",""Aves"",""09/2017"",""Vulnerável"","""",""A2c"",""Pteroglossus bitorquatus bitorquatus é endêmica do Brasil, restrita ao Centro de Endemismo Belém, o menor dos centros de endemismo amazônicos. Esta região já perdeu 80% de sua cobertura vegetal original. Tendo em vista a forte pressão de desmatamento e degradação das florestas e a sensibilidade do táxon, estima-se que houve perda populacional entre 30% e 50% em três gerações passadas (21 anos). Por estas razões, P. b. bitorquatus foi categorizada como Vulnerável (VU) A2c."",""Sim"",""Sim"",""Maranhão, Pará"",""|Nordeste|Norte|"",""Amazônia, Cerrado"",""Sub-bacia Gurupi Sub-bacia Itapecuru Sub-bacia Mearim Sub-bacia Tocantins Alto Sub-bacia Tocantins Baixo"",""PARNA Lençóis Maranhenses, REBIO do Gurupi, RESEX Cururupu, RESEX Marinha de Caeté-Taperaçu"",""ÁREA DE PROTEçãO AMBIENTAL DA BAIXADA MARANHENSE, ÁREA DE PROTEçãO AMBIENTAL DAS REENTRâNCIAS MARANHENSES, ÁREA DE PROTEçãO AMBIENTAL DE UPAON-AçU / MIRITIBA / ALTO PREGUIçAS, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL DO LAGO DE TUCURUI, PARQUE ESTADUAL DO UTINGA"",""RPPN Fazenda Santo Antonio do Pindaré,Gleba Barra da Jurema, RPPN Nadir Júnior, RPPN Sumaúma"",""Desconhecido"",""Declinando"",""11 - Mudanças e extremos climáticos|11.1 - Mudança/alteração de habitat 5 - Uso de recursos biológicos|5.3 - Extração florestal|5.3.5 - Motivação desconhecida"","""",""Controle e fiscalização, Criação de áreas protegidas, Implementação de corredores, Plano de Ação Nacional (PAN), Proteção de locais/áreas, Restauração de habitat e processos naturais"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação das Aves Ameaçadas do Bioma Amazônia"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Amphibia"",""Anura"",""Strabomantidae"",""Euparkerella"",""Euparkerella robusta"",""Euparkerella robusta"",""Izecksohn, 1988"",""Rãzinha-do-folhiço"",""Anfíbios"",""09/2017"",""Criticamente em Perigo"",""Não"",""B1ab(i,ii,iii,iv)+2ab(i,ii,iii,iv)"",""Euparkerella robusta é endêmica do Brasil, do bioma Mata Atlântica, conhecida apenas da localidade-tipo, no município de Mimoso do Sul, no estado de Espírito Santo. Fragmentos de mata na região são bem amostrados, mas não há registros adicionais da espécie. Sendo assim, é possível supor que sua extensão de ocorrência seja menor que 100 km2 e sua área de ocupação menor que 10 km2. A espécie habita a serapilheira de área florestada e o remanescente em que foi encontrada não é protegido, tendo sido parcialmente convertido em área de pastagem, configurando uma única localização. A principal ameaça à espécie é a atividade agropecuária no entorno do fragmento, que provoca declínio contínuo da extensão de ocorrência, área de ocupação, qualidade do hábitat e número de localizações. Por essas razões, Euparkerella robusta foi avaliada como Criticamente em Perigo (CR) pelos critérios B1ab(i,ii,iii,iv)+2ab(i,ii,iii,iv)."",""Sim"",""Sim"",""Espírito Santo"",""|Sudeste|"",""Mata Atlântica"",""Sub-bacia Litoral ES"","""","""","""",""Não"",""Desconhecida"",""2 - Agropecuária e Aquacultura|2.1 - Culturas anuais e perenes não-madeireiras|2.1.4 - Agricultura de escala desconhecida 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.3 - Pecuária|2.3.4 - Pecuária em escala desconhecida"","""",""Criação de áreas protegidas, Plano de Ação Nacional (PAN), Proteção de locais/áreas"",""Plano de Ação Nacional para conservação da Herpetofauna Ameaçada da Mata Atlântica da Região Sudeste do Brasil"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Amphibia"",""Anura"",""Strabomantidae"",""Holoaden"",""Holoaden bradei"",""Holoaden bradei"",""Lutz, 1958"",""Rãzinha-verrugosa-da-serra-de-Bradei, Sapinho-manicure"",""Anfíbios"",""09/2017"",""Criticamente em Perigo"",""Sim"",""D"",""Holoaden bradei é endêmica do Brasil, do bioma Mata Atlântica, com registros somente para o Parque Nacional do Itatiaia, na divisa dos estados de Minas Gerais e Rio de Janeiro. Sua extensão de ocorrência foi estimada em 19 km2. A espécie foi registrada no solo de áreas de altitude acima de 2.000 metros. Todos os registros são históricos e Holoaden bradei não é observada desde 1979, apesar dos esforços de amostragem direcionados para ela. As causas do declínio populacional são desconhecidas. Dadas as circunstâncias, é possível supor que existam menos de 50 indivíduos maduros ou mesmo que esteja extinta. Por essas razões, Holoaden bradei foi avaliada como Criticamente em Perigo (CR) pelo critério D, estando possivelmente extinta (PEX)."",""Sim"",""Sim"",""Minas Gerais, Rio de Janeiro"",""|Sudeste|"",""Mata Atlântica"",""Sub-bacia Grande Sub-bacia Paraíba do Sul"",""PARNA de Itatiaia"","""","""",""Não"",""Declinando"",""11 - Mudanças e extremos climáticos|11.3 - Extremos térmicos 12 - Outras ameaças 6 - Distúrbios humanos|6.1 - Atividades recreacionais/turísticas 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.1 - Incêndios e supressão de incêndios|7.1.1 - Aumento da frequência/intensidade de incêndios"","""",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para conservação da Herpetofauna Ameaçada da Mata Atlântica da Região Sudeste do Brasil"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Aves"",""Gruiformes"",""Psophiidae"",""Psophia"",""Psophia interjecta"",""Psophia interjecta"",""Griscom & Greenway, 1937"",""jacamim-do-xingu"",""Aves"",""09/2017"",""Em Perigo"","""",""A2cd"",""Psophia interjecta é endêmica do Brasil, distribuindo-se a sul do rio Amazonas, no interflúvio Xingu-Tocantins. É naturalmente rara. Ocupa uma das áreas mais pressionadas na Amazônia. É sensível a alterações de habitat e muito procurada por caçadores. As perdas populacionais em três gerações passadas, baseadas em perda de habitat, podem ser consideradas maiores que 50%. Desta forma, P. interjecta foi categorizada como Em Perigo (EN) A2cd."",""Sim"",""Sim"",""Pará, Tocantins"",""|Norte|"",""Amazônia"",""Sub-bacia Araguaia Sub-bacia Foz Amazonas Sub-bacia Tocantins Baixo Sub-bacia Xingu"",""FLONA Carajás, FLONA Caxiuanã, FLONA Tapirape-Aquiri, REBIO Tapirapé"",""ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL DO LAGO DE TUCURUI"",""RPPN Fazenda Pioneira"",""Desconhecido"",""Declinando"",""5 - Uso de recursos biológicos|5.1 - Caça e captura de animais terrestres ou marinhos|5.1.1 - Caça/captura intencional (a espécie é o alvo)|5.1.1.1 - Uso de subsistência/escambo local 5 - Uso de recursos biológicos|5.3 - Extração florestal|5.3.5 - Motivação desconhecida"","""",""Criação de áreas protegidas, Plano de Ação Nacional (PAN), Reintrodução, Reprodução em cativeiro/propagação artificial"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação das Aves Ameaçadas do Bioma Amazônia, Plano de Ação Nacional para a Conservação das Aves Ameaçadas do Bioma Amazônia - 2º ciclo"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Aves"",""Psittaciformes"",""Psittacidae"",""Pyrrhura"",""Pyrrhura amazonum"",""Pyrrhura amazonum"",""Hellmayr, 1906"",""tiriba-de-hellmayr"",""Aves"",""09/2017"",""Vulnerável"","""",""A2c"",""Pyrrhura amazonum é endêmica do Brasil, ocorrendo nas bacias do Tapajós, Xingu e médio e baixo Tocantins. É dependente de florestas, que vêm sendo convertidas em pastagens e monocultura. Baseado em perda de habitat florestal em sua distribuição, em três gerações passadas, suspeita-se que houve declínio populacional entre 30 e 50%. Desta forma, P. amazonum foi categorizada como Vulnerável (VU) pelo critério A2c."",""Sim"",""Sim"",""Maranhão, Pará, Tocantins"",""|Nordeste|Norte|"",""Amazônia, Cerrado"",""Sub-bacia Araguaia Sub-bacia Gurupi Sub-bacia Mearim Sub-bacia Paru Sub-bacia Tapajós Sub-bacia Tocantins Alto Sub-bacia Tocantins Baixo Sub-bacia Trombetas Sub-bacia Xingu"",""ESEC da Terra do Meio, FLONA Carajás, FLONA do Tapajós, FLONA Tapirape-Aquiri, FLONA Trairão, PARNA Amazônia, PARNA Serra do Pardo, REBIO do Gurupi, REBIO Tapirapé"",""ÁREA DE PROTEçãO AMBIENTAL DA BAIXADA MARANHENSE, ÁREA DE PROTEçãO AMBIENTAL DAS REENTRâNCIAS MARANHENSES, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL DO LAGO DE TUCURUI, PARQUE ESTADUAL DO CANTãO"",""RPPN Fazenda Pioneira"",""Desconhecido"",""Declinando"",""1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.4 - Assentamentos e pequenas propriedades rurais 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.1 - Culturas anuais e perenes não-madeireiras|2.1.4 - Agricultura de escala desconhecida 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.2 - Silvicultura|2.2.3 - Plantações em escala desconhecida 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.3 - Pecuária|2.3.4 - Pecuária em escala desconhecida 5 - Uso de recursos biológicos|5.3 - Extração florestal|5.3.5 - Motivação desconhecida 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.1 - Incêndios e supressão de incêndios|7.1.1 - Aumento da frequência/intensidade de incêndios"","""",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação das Aves Ameaçadas do Bioma Amazônia - 2º ciclo"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Aves"",""Tinamiformes"",""Tinamidae"",""Tinamus"",""Tinamus tao"",""Tinamus tao"",""Temminck, 1815"",""azulona"",""Aves"",""09/2017"",""Vulnerável"","""",""A2cd"",""Tinamus tao ocorre na Venezuela, Colômbia, Equador, Peru, Bolívia e Brasil"; A sul do rio Amazonas, nos estados do Acre, Amazonas, Pará, Maranhão, Tocantins, Mato Grosso e Rondônia. É uma espécie sensível a distúrbios florestais, ocorrendo preferencialmente em florestas primárias e sendo menos frequente em locais impactados;" é sensível ao aumento de clareiras, de florestas secundárias e do efeito de borda. A maior parte de sua área de ocorrência é sobreposta às áreas de desmatamento mais intenso no bioma amazônico. Além disso, as florestas remanescentes estão sujeitas às atividades de exploração madeireira e incêndios. É intensamente pressionada pela caça, o que acentua consideravelmente a redução populacional da espécie. As perdas populacionais em três gerações passadas, baseadas em perda de habitat, podem ser consideradas entre 30% e 50%. A avaliação da espécie não foi alterada no ajuste regional. Dessa forma, T. tao foi categorizada como Vulnerável (VU) A2cd."",""Não"",""Sim"",""Acre, Amazonas, Maranhão, Mato Grosso, Pará, Rondônia, Tocantins"",""|Centro-Oeste|Nordeste|Norte|"",""Amazônia, Cerrado, Pantanal"",""Sub-bacia Araguaia Sub-bacia Gurupi Sub-bacia Madeira Sub-bacia Mearim Sub-bacia Paraguai 03 Sub-bacia Paru Sub-bacia Purus Sub-bacia Solimões Sub-bacia Tapajós Sub-bacia Tocantins Alto Sub-bacia Tocantins Baixo Sub-bacia Trombetas Sub-bacia Xingu"",""APA Tapajós, ESEC da Serra das Araras, ESEC Rio Acre, FLONA Altamira, FLONA Balata-Tufari, FLONA Carajás, FLONA Caxiuanã, FLONA do Tapajós, FLONA Humaitá, FLONA Iquiri, FLONA Jamanxim, FLONA Jamari, FLONA Pau-Rosa, FLONA Tapirape-Aquiri, FLONA Trairão, PARNA Amazônia, PARNA do Jamanxim, PARNA Juruena, PARNA Mapinguari, PARNA Nascentes do Lago Jari, PARNA Serra da Cutia, PARNA Serra do Divisor, REBIO do Guaporé, REBIO do Gurupi, REBIO do Jaru, REBIO Nascentes da Serra do Cachimbo, REBIO Tapirapé, RESEX Cazumbá-Iracema, RESEX Chico Mendes, RESEX Ituxi, RESEX Lago do Capanã Grande, RESEX Lago do Cuniã, RESEX Riozinho da Liberdade, RESEX Tapajós-Arapiuns"",""ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL DA CHAPADA DOS GUIMARÃES, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL IGARAPÉ SÃO FRANCISCO, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL ILHA DO BANANAL/CANTÃO, FLORESTA ESTADUAL DE RENDIMENTO SUSTENTADO DO RIO MACHADO, PARQUE ESTADUAL DO CANTãO, PARQUE ESTADUAL SERRA RICARDO FRANCO, RESERVA BIOLÓGICA TRAÇADAL"",""RPPN Lote Cristalino, RPPN Reserva Ecológica da Mata Fria, RPPN Seringal Assunção"",""Não"",""Declinando"",""11 - Mudanças e extremos climáticos|11.1 - Mudança/alteração de habitat 5 - Uso de recursos biológicos|5.1 - Caça e captura de animais terrestres ou marinhos|5.1.1 - Caça/captura intencional (a espécie é o alvo)|5.1.1.1 - Uso de subsistência/escambo local 5 - Uso de recursos biológicos|5.3 - Extração florestal|5.3.5 - Motivação desconhecida"","""",""Conscientização/comunicação, Plano de Ação Nacional (PAN), Proteção de locais/áreas"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação das Aves Ameaçadas do Bioma Amazônia, Plano de Ação Nacional para a Conservação das Aves Ameaçadas do Bioma Amazônia - 2º ciclo"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;; "Animalia,""Chordata"",""Aves"",""Passeriformes"",""Cardinalidae"",""Granatellus"",""Granatellus pelzelni paraensis"","""",""Rothschild, 1906"","""",""Aves"",""09/2017"",""Vulnerável"","""",""A2c"",""Granatellus pelzelni paraensis é restrita ao Centro de Endemismo Belém. Área sobreposta ao Arco do Desmatamento. É dependente de floresta, sensível à fragmentação e alteração de habitat. Suspeita-se que houve perda populacional entre 30% e 50% em três gerações (12 anos). Por esta razão, G. pelzelni paraensis foi categorizada como Vulnerável (VU) A2c."",""Sim"",""Sim"",""Maranhão, Pará, Tocantins"",""|Nordeste|Norte|"",""Amazônia"",""Sub-bacia Gurupi Sub-bacia Mearim Sub-bacia Tocantins Alto Sub-bacia Tocantins Baixo"",""REBIO do Gurupi"",""ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL DO LAGO DE TUCURUI"",""RPPN Fazenda Santo Antonio do Pindaré,Gleba Barra da Jurema"",""Não"",""Declinando"",""1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.1 - Expansão urbana 1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.4 - Assentamentos e pequenas propriedades rurais 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.1 - Culturas anuais e perenes não-madeireiras|2.1.4 - Agricultura de escala desconhecida 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.2 - Silvicultura|2.2.3 - Plantações em escala desconhecida 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.3 - Pecuária|2.3.4 - Pecuária em escala desconhecida 5 - Uso de recursos biológicos|5.3 - Extração florestal|5.3.5 - Motivação desconhecida 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.1 - Incêndios e supressão de incêndios|7.1.3 - Tendência desconhecida"","""","""","""",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Aves"",""Apodiformes"",""Trochilidae"",""Campylopterus"",""Campylopterus calcirupicola"","""",""Lopes, De Vasconcelos & Gonzaga, 2017"",""asa-de-sabre-da-mata-seca"",""Aves"",""10/2018"",""Em Perigo"","""",""B2ab(iii)"",""Campylopterus calcirupicola é endêmica do Brasil, ocorrendo no vale do São Francisco, na fronteira Bahia-Goiás-Tocantins e nas matas secas do médio São Francisco em Minas Gerais. Sua área de ocupação foi calculada em 48 km2. A população é severamente fragmentada e há declínio continuado da população devido à expansão da atividade pecuária, culturas irrigadas, extração de madeira e mineração de calcário. Desta forma, C. calcirupicola foi categorizada como Em Perigo (EN) pelo critério B2ab(iii)."",""Sim"",""Sim"",""Bahia, Goiás, Minas Gerais, Tocantins"",""|Centro-Oeste|Nordeste|Norte|Sudeste|"",""Cerrado"",""Sub-bacia São Francisco Alto Sub-bacia São Francisco Médio Sub-bacia Tocantins Alto"",""APA Cavernas do Peruaçu, PARNA Cavernas do Peruaçu"",""PARQUE ESTADUAL DA LAPA GRANDE"","""",""Não"",""Declinando"",""2 - Agropecuária e Aquacultura|2.1 - Culturas anuais e perenes não-madeireiras|2.1.4 - Agricultura de escala desconhecida 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.3 - Pecuária|2.3.4 - Pecuária em escala desconhecida 3 - Produção energética e mineração|3.2 - Mineração|3.2.3 - Extração de minérios - subsolo 5 - Uso de recursos biológicos|5.3 - Extração florestal|5.3.5 - Motivação desconhecida 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.1 - Incêndios e supressão de incêndios|7.1.3 - Tendência desconhecida"","""",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação das Aves do Cerrado e Pantanal - 2º ciclo"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Aves"",""Accipitriformes"",""Accipitridae"",""Circus"",""Circus cinereus"",""Circus cinereus"",""Vieillot, 1816"",""gavião-cinza"",""Aves"",""10/2021"",""Vulnerável"","""",""D1"",""Circus cinereus ocorre na Colômbia, Equador, Peru, Bolívia, Paraguai, Uruguai, Chile, Argentina e Brasil. Assume-se que no Brasil esteja restrito ao Rio Grande do Sul, uma vez que os demais registros são pontuais ou duvidosos. O tamanho estimado da população brasileira é menos de 1.000 indivíduos maduros, possivelmente féis às suas respectivas localidades reprodutivas: na planície costeira externa (a leste do sistema lagunar Patos-Mirim e terrenos adjacentes ao norte)";" na planície costeira interna (a oeste do sistema Patos-Mirim) e na Campanha. Em face da perda de habitat reprodutivo (banhados com palha ou outro tipo de vegetação densa) que ocorre em todo o estado, infere-se que a população esteja em declínio continuado, embora não muito acentuado. A construção de parques eólicos, inclusive junto aos locais de reprodução, constitui ameaça adicional à espécie. A raridade da espécie e sua distribuição restrita em conjunto com uma estimativa de indivíduos maduros tornam a espécie suscetível as ameaças da perda de habitat nos sítios de reprodução. Desta forma, C. cinereus foi categorizada como Vulnerável (VU) pelo critério D1."",""Não"",""Sim"",""Paraná, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, São Paulo"",""|Sudeste|Sul|"",""Mata Atlântica, Pampa"",""Sub-bacia Guaíba Sub-bacia Ibicuí Sub-bacia Litoral RS Sub-bacia Negro RS Sub-bacia Uruguai Médio"",""APA Ibirapuitã, ESEC do Taim, PARNA da Lagoa do Peixe"",""ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL DO BANHADO GRANDE, REFúGIO DE VIDA SILVESTRE BANHADO DOS PACHECOS, RESERVA BIOLóGICA DO IBIRAPUITã, RESERVA BIOLóGICA DO MATO GRANDE"",""RPPN Reserva Particular Professor Delmar Harry dos Reis"",""Não"",""Declinando"",""1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.1 - Expansão urbana 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.1 - Culturas anuais e perenes não-madeireiras|2.1.4 - Agricultura de escala desconhecida 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.2 - Silvicultura|2.2.3 - Plantações em escala desconhecida 3 - Produção energética e mineração|3.3 - Energia renovável|3.3.2 - Parques eólicos 5 - Uso de recursos biológicos|5.3 - Extração florestal|5.3.5 - Motivação desconhecida 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.1 - Incêndios e supressão de incêndios|7.1.1 - Aumento da frequência/intensidade de incêndios 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.2 - Represas e uso de água|7.2.3 - Captação de água de superfície - uso na agricultura 9 - Poluição|9.3 - Agropecuária e florestal|9.3.3 - Herbicidas e pesticidas"","""",""Controle e fiscalização, Criação de áreas protegidas, Manejo territorial, Plano de Ação Nacional (PAN), Proteção de recursos/habitat"",""Plano de Ação Nacional Lagoas do Sul, Plano de Ação Nacional para a Conservação das Aves de Rapina, Plano de Ação Nacional para a Conservação das Aves dos Campos Sulinos - 2º ciclo, Plano de Ação Nacional para a Conservação dos Passeriformes Ameaçados dos Campos Sulinos e Espinilho"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022, CITES - Anexo II"","""",""""";;;;; "Animalia,""Chordata"",""Actinopterygii"",""Cyprinodontiformes"",""Rivulidae"",""Hypsolebias"",""Hypsolebias gardneri"","""",""Costa, Amorim & Mattos, 2018"",""Peixe anual"",""Peixes Continentais"",""05/2019"",""Em Perigo"","""",""B1ab(iii)+2ab(iii)"",""Hypsolebias gardneri é endêmica do Brasil e conhecida de cinco alagados temporários no trecho médio da bacia do rio São Francisco, no município de Malhada, estado da Bahia. Foi desmembrada a partir do complexo de espécies H. magnificus e apresenta grande interesse para aquariofilia. A principal ameaça é a destruição de hábitat pela conversão de áreas para atividades agropecuárias, que se intensificaram nas últimas décadas. A extensão de ocorrência (EOO) foi calculada em 431 km2, a área de ocupação em 12 km2, com cinco localizações e declínio continuado na qualidade do hábitat em função dos impactos identificados. Por isso, H. gardneri foi categorizada como Em Perigo (EN) pelos critérios B1ab(iii)+2ab(iii)."",""Sim"",""Sim"",""Bahia"",""|Nordeste|"",""Caatinga, Cerrado"",""Sub-bacia São Francisco Médio"","""","""","""",""Não"",""Desconhecida"",""11 - Mudanças e extremos climáticos|11.1 - Mudança/alteração de habitat 2 - Agropecuária e Aquacultura"","""","""","""",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Aves"",""Passeriformes"",""Thraupidae"",""Coryphaspiza"",""Coryphaspiza melanotis"",""Coryphaspiza melanotis"",""Temminck"",""tico-tico-de-máscara-negra"",""Aves"",""10/2018"",""Vulnerável"","""",""A2c"",""Coryphaspiza melanotis ocorre na Bolívia, Paraguai, Argentina e Brasil";" nas regiões Norte (Amazonas, Pará e Tocantins), Nordeste (Rio Grande do Norte), Centro-Oeste (todos) e Sudeste (Minas Gerais) e Sul (Paraná). A espécie ocupa principalmente áreas de campos naturais pouco perturbados. Dentre as subpopulações consideradas relevantes, três estão em unidades de conservação (Parques Nacionais da Chapada dos Veadeiros, das Emas e da Serra da Canastra), entretanto, uma das subpopulações mais relevante, que habita o Campo das Vertentes/MG, não se encontra protegida por nenhuma unidade de conservação. O habitat específico da espécie (campos naturais) está sendo rapidamente perdido devido às queimadas de origem antrópica, ocupação pelas práticas agrossilvopastoris, invasão de gramíneas exóticas, instalação de empreendimentos hidrelétricos, mineração de quartzito e de argila refratária e expansão urbana. Essas ameaças causam declínio na área de ocupação, extensão da ocorrência e qualidade do habitat. Cálculos realizados para estimar a perda de habitat usado pela espécie revelam que em três gerações passadas (11 anos) houve uma perda de 38,5% de campos naturais em seu polígono de ocorrência. Neste sentido, baseado no declínio da perda de habitat, suspeita-se que tenha ocorrido, no passado, um declínio populacional de 30% em três gerações (11 anos). Dessa forma, C. melanotis foi categorizada como Vulnerável (VU) pelo critério A2c."",""Não"",""Sim"",""Amazonas, Distrito Federal, Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraná, Rio Grande do Norte, Tocantins"",""|Centro-Oeste|Nordeste|Norte|Sudeste|Sul|"",""Amazônia, Caatinga, Cerrado, Mata Atlântica, Pantanal"",""Sub-bacia Araguaia Sub-bacia Doce Sub-bacia Foz Amazonas Sub-bacia Grande Sub-bacia Jequitinhonha Sub-bacia Litoral CE PB Sub-bacia Madeira Sub-bacia Paraguai 01 Sub-bacia Paraguai 03 Sub-bacia Paraíba do Sul Sub-bacia Paranaíba Sub-bacia Paranapanema Sub-bacia Paraná RH1 Sub-bacia Purus Sub-bacia São Francisco Alto Sub-bacia Tocantins Alto"",""APA Bacia do Rio Descoberto, APA Bacia do Rio São Bartolomeu, APA do Morro da Pedreira, APA Planalto Central, FLONA de Brasília, PARNA da Chapada dos Veadeiros, PARNA das Emas, PARNA da Serra da Canastra, PARNA de Brasília"",""APA DA BACIA DOS RIBEIRÕES DO GAMA E CABEÇA DE VEADO, APA DE CAFURINGA, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL DA CHAPADA DOS GUIMARÃES, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL DO ARQUIPÉLAGO DO MARAJÓ, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL DOS PIRENEUS, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL ESTADUAL DA ESCARPA DEVONIANA, Área de Proteção Ambiental Jalapão, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL POUSO ALTO, ESTAÇÃO ECOLÓGICA DE ÁGUAS EMENDADAS, ESTAÇÃO ECOLÓGICA DO JARDIM BOTÂNICO, MONUMENTO NATURAL ESTADUAL SERRA DA MOEDA, PARQUE ESTADUAL DO PANTANAL DO RIO NEGRO, PARQUE ESTADUAL DOS PIRINEUS, PARQUE ESTADUAL RIO PRETO, PARQUE ESTADUAL SERRA DO OURO BRANCO"",""RPPN Cachoeira Boa Vista, RPPN Cachoeira do Cerradão, RPPN Chakra Grisu, RPPN Estância Santa Inês, RPPN Fazenda Cachoeira, RPPN Fazenda Cruzeiro, RPPN Fazenda da Serra, RPPN Fazenda Mata Funda, RPPN Nave da Esperança, RPPN Reserva Ecológica da Mata Fria"",""Não"",""Declinando"",""1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.1 - Expansão urbana 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.1 - Culturas anuais e perenes não-madeireiras|2.1.4 - Agricultura de escala desconhecida 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.2 - Silvicultura|2.2.3 - Plantações em escala desconhecida 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.3 - Pecuária|2.3.4 - Pecuária em escala desconhecida 3 - Produção energética e mineração|3.2 - Mineração|3.2.3 - Extração de minérios - subsolo 3 - Produção energética e mineração|3.3 - Energia renovável|3.3.1 - Hidrelétricas 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.1 - Incêndios e supressão de incêndios|7.1.1 - Aumento da frequência/intensidade de incêndios 8 - Espécies invasoras problemáticas e doenças|8.1 - Espécies exóticas|8.1.2 - Espécie não conhecida|8.1.2.1 - Competidores 9 - Poluição|9.3 - Agropecuária e florestal|9.3.3 - Herbicidas e pesticidas"","""",""Criação de áreas protegidas, Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação das Aves Ameaçadas do Bioma Amazônia, Plano de Ação Nacional para a Conservação das Aves Ameaçadas do Bioma Mata Atlântica, Plano de Ação Nacional para a Conservação das Aves do Cerrado e Pantanal, Plano de Ação Nacional para a Conservação das Aves do Cerrado e Pantanal - 2º ciclo"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;; "Animalia,""Chordata"",""Actinopterygii"",""Perciformes"",""Serranidae"",""Hyporthodus"",""Hyporthodus niveatus"",""Hyporthodus niveatus"",""(Valenciennes, 1828)"",""Badejo branco, Cerigado cherne, Cherna, Cherna preto, Cherne, Cherne claro, Cherne pintado, Chernete, cherne-verdadeiro, tapoan"",""Peixes Marinhos (ósseos)"",""11/2019"",""Vulnerável"","""",""A4bd"",""Hyporthodus niveatus, o cherne-verdadeiro, ocorre no Atlântico ocidental entre Massachusetts (EUA) e a Argentina. No Brasil, a espécie é registrada desde o Amapá até o Rio Grande do Sul, de águas rasas a 525 m de profundidade. A espécie possui grande interesse comercial e é principalmente capturada ao longo de sua distribuição pelo espinhel de fundo, havendo também registros de captura pelas pescarias de arrasto, linha de mão, emalhe e amadora. Os desembarques e, principalmente, os dados de rendimento por viagem disponíveis para o \""cherne-verdadeiro\"", indicam que de 1999 a 2020, nas regiões Sudeste e Sul, houve um declínio nestes índices entre 40 e 60%. Tendo em conta, a ampla distribuição de ocorrência da espécie, a implementação de um plano de recuperação e indícios de diminuição do esforço de pesca, suspeita-se que em uma janela temporal no passado (23 anos) e no futuro (37 anos) que inclui o período de três gerações (60 anos), haja uma redução do tamanho populacional próxima a 50%. Portanto, Hyporthodus niveatus foi categorizada como Vulnerável (VU) de acordo com o critério A4bd."",""Não"",""Sim"",""Amapá, Bahia, Espírito Santo, Pará, Paraná, Pernambuco, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, São Paulo"",""|Nordeste|Norte|Sudeste|Sul|"",""Sistema Costeiro-Marinho"","""",""MONA Arquipélago das Ilhas Cagarras, PARNA Marinho das Ilhas dos Currais, REBIO Marinha do Arvoredo"",""APA MARINHA DO LITORAL CENTRO, APA MARINHA DO LITORAL NORTE, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL ESTADUAL DE GUARATUBA, PARQUE ESTADUAL MARINHO DA LAJE DE SANTOS"","""",""Sim"",""Declinando"",""5 - Uso de recursos biológicos|5.1 - Caça e captura de animais terrestres ou marinhos|5.1.1 - Caça/captura intencional (a espécie é o alvo)|5.1.1.4 - Esportiva 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.2 - Captura intencional - larga escala|5.4.2.2 - Linha de mão 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.2 - Captura intencional - larga escala|5.4.2.6 - Arrasto|5.4.2.6.2 - Arrasto duplo 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.2 - Captura intencional - larga escala|5.4.2.7 - Emalhe|5.4.2.7.1 - Emalhe de fundo 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.2 - Captura intencional - larga escala|5.4.2.8 - Espinhel|5.4.2.8.2 - Espinhel de fundo"",""1 - Alimentação humana|1.7 - Pesca artesanal 1 - Alimentação humana|1.8 - Pesca industrial"",""Criação de áreas protegidas, Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para Conservação dos Ambientes Coralíneos do Brasil"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""20 , 525""";;;;;; "Animalia,""Arthropoda"",""Arachnida"",""Opiliones"",""Gonyleptidae"",""Giupponia"",""Giupponia chagasi"",""Giupponia chagasi"",""Pérez & Kury, 2002"","""",""Invertebrados Terrestres"",""05/2018"",""Em Perigo"","""",""B1ab(iii)"",""Giupponia chagasi é endêmica do Brasil e conhecida de três cavernas nos municípios de São Félix do Coribe e Serra do Ramalho no Estado da Bahia (Boqueirão, Gruta de Zé Bastos e sistema Água Clara). Sua extensão de ocorrência foi estimada em menos de 100km2. A região da Serra do Ramalho não é legalmente protegida e a extração acelerada da vegetação original para o cultivo de algodão e soja representa a principal ameaça para os ecossistemas subterrâneos, afetando a qualidade do habitat da espécie. Tem sido observada diminuição da precipitação, e a redução do nível freático, o que representa uma ameaça para os ambientes subterrâneos aquáticos e terrestres. A espécie é altamente dependente de umidade. Considerando duas localizações, a espécie foi categorizada como Em Perigo (EN) pelo critério B1ab(iii)."",""Sim"",""Sim"",""Bahia"",""|Nordeste|"",""Cerrado"",""Sub-bacia São Francisco Médio"","""","""","""",""Não"",""Desconhecida"",""11 - Mudanças e extremos climáticos|11.1 - Mudança/alteração de habitat 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.3 - Pecuária|2.3.4 - Pecuária em escala desconhecida 3 - Produção energética e mineração|3.2 - Mineração|3.2.3 - Extração de minérios - subsolo 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.3 - Outras modificações nos ecossistemas"","""",""Criação de áreas protegidas, Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação das Cavernas do Brasil, Plano de Ação Nacional para Conservação do Patrimônio Espeleológico nas Áreas Cársticas da Bacia do Rio São Francisco"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Amphibia"",""Anura"",""Leptodactylidae"",""Crossodactylodes"",""Crossodactylodes izecksohni"",""Crossodactylodes izecksohni"",""Peixoto, 1983"",""Rãzinha-de-bromélia"",""Anfíbios"",""09/2017"",""Em Perigo"","""",""B1ab(i,ii,iii)"",""Crossodactylodes izecksohni é endêmica do Brasil, do bioma Mata Atlântica, conhecida apenas do município de Santa Teresa, estado do Espírito Santo. Sua extensão de ocorrência foi calculada em 38 km2. A espécie é encontrada apenas em bromélias de solo em florestas primárias bem preservadas, não ocorrendo em florestas secundárias ou qualquer outro tipo de matriz não natural, e é suscetível ao efeito de borda. Tem havido declínio contínuo da extensão de ocorrência, área de ocupação e qualidade do hábitat da espécie em decorrência da expansão da cafeicultura e extração de bromélias. Dada sua distribuição restrita e as ameaças apontadas, é possível supor que tenha menos de cinco localizações. Sendo assim, Crossodactylodes izecksohni foi avaliada como Em perigo (EN) pelo critério B1ab(i,ii,iii)."",""Sim"",""Sim"",""Espírito Santo"",""|Sudeste|"",""Mata Atlântica"",""Sub-bacia Doce Sub-bacia Litoral ES"",""REBIO Augusto Ruschi"","""","""",""Não"",""Desconhecida"",""2 - Agropecuária e Aquacultura|2.1 - Culturas anuais e perenes não-madeireiras|2.1.3 - Agricultura agro-industrial 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.2 - Silvicultura|2.2.2 - Plantações agro-industriais 5 - Uso de recursos biológicos|5.2 - Coleta de plantas terrestres|5.2.2 - Efeitos indiretos (a espécie não é o alvo)"","""",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para conservação da Herpetofauna Ameaçada da Mata Atlântica da Região Sudeste do Brasil"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Aves"",""Passeriformes"",""Thamnophilidae"",""Myrmotherula"",""Myrmotherula urosticta"",""Myrmotherula urosticta"",""(Sclater, 1857)"",""choquinha-de-rabo-cintado"",""Aves"",""06/2019"",""Vulnerável"","""",""B2ab(ii,iii)"",""Myrmotherula urosticta é endêmica da costa do Brasil e originalmente ocorria da Bahia ao Rio de Janeiro. Está restrita a poucas localidades na Bahia e Espírito Santo e há diversos casos de extinção em Minas Gerais e Rio de Janeiro. Ocupa o sub-bosque e o estrato médio de florestas perenes de baixadas sombreadas. A área de ocupação (AOO) da espécie foi calculada em 1800 km². A população é severamente fragmentada tendo mais de 50% de sua população localizada em fragmentos com habitat que são menores do que o necessário para sustentar uma população viável e separados de outros fragmentos por grandes distâncias. Além disso, há declínio continuado na área de ocupação e na qualidade do habitat devido à perda decorrente da conversão de florestas em pastagem para pecuária, expansão urbana e instalações de infraestrutura como portos e estaleiros. Portanto, M. urosticta foi categorizada como Vulnerável (VU) pelo critério B2ab(ii,iii)."",""Sim"",""Sim"",""Bahia, Espírito Santo"",""|Nordeste|Sudeste|"",""Mata Atlântica"",""Sub-bacia Contas Sub-bacia Doce Sub-bacia Itapecuru-Paraguaçu Sub-bacia Jequitinhonha Sub-bacia Litoral BA ES"",""PARNA do Descobrimento, PARNA do Monte Pascoal, PARNA do Pau Brasil, PARNA Serra das Lontras, REBIO de Sooretama, REBIO de Una, REBIO União, REVIS Una"",""ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL BAÍA DE CAMAMU, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL COSTA DE ITACARÉ/ SERRA GRANDE, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL LAGOA ENCANTADA, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL SANTO ANTÔNIO, PARQUE ESTADUAL DO DESENGANO"",""Estação Veracel, RESERVA PARTICULAR PATRIMôNIO NATURAL IRARA, RPN Salto Apepique, RPPN Araçari, RPPN Ecoparque de Una, RPPN Fazenda Paraíso, RPPN Itacira, RPPN Reserva Capitão, RPPN Reserva Natural da Serra do Teimoso, RPPN São Joquim da Cabonha APA I e APA II"",""Não"",""Declinando"",""1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.1 - Expansão urbana 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.3 - Pecuária|2.3.4 - Pecuária em escala desconhecida 4 - Transportes e serviços de transmissão|4.4 - Tráfego de embarcações 5 - Uso de recursos biológicos|5.3 - Extração florestal|5.3.5 - Motivação desconhecida"","""",""Criação de áreas protegidas, Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação das Aves Ameaçadas do Bioma Mata Atlântica"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Aves"",""Piciformes"",""Picidae"",""Piculus"",""Piculus polyzonus"",""Piculus polyzonus"",""(Valenciennes, 1826)"",""pica-pau-dourado-grande"",""Aves"",""06/2019"",""Em Perigo"","""",""B2ab(ii,iii)"",""Piculus polyzonus é endêmica do Brasil, ocorrendo apenas da Bahia ao Rio de Janeiro, estando provavelmente extinta nesse último estado e em diversas localidades do Espírito Santo. Restrito à florestas de baixada bem preservadas. Devido à fragmentação do habitat e ao baixo poder de seu deslocamento a população é severamente fragmentada, tendo mais de 50% de sua população separada por grandes distâncias, não havendo fluxo gênico. Sua área de ocupação (AOO) foi calculada em 292 km2. Além disso, há declínio continuado da população devido à conversão de florestas em pastagens, agricultura e incêndios florestais. Desta forma, P. polyzonus foi categorizada como Em Perigo (EN), pelo critério B2ab(ii,iii)."",""Sim"",""Sim"",""Bahia, Espírito Santo, Minas Gerais"",""|Nordeste|Sudeste|"",""Mata Atlântica"",""Sub-bacia Doce Sub-bacia Itapecuru-Paraguaçu Sub-bacia Jequitinhonha Sub-bacia Litoral BA ES Sub-bacia Litoral ES"",""PARNA do Caparaó, PARNA do Descobrimento, REBIO de Sooretama"",""ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL BAÍA DE CAMAMU, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL SANTO ANTÔNIO, PARQUE ESTADUAL DO RIO DOCE"",""Estação Veracel, RPPN Juerana"",""Não"",""Declinando"",""2 - Agropecuária e Aquacultura|2.1 - Culturas anuais e perenes não-madeireiras|2.1.4 - Agricultura de escala desconhecida 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.3 - Pecuária|2.3.4 - Pecuária em escala desconhecida 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.1 - Incêndios e supressão de incêndios|7.1.1 - Aumento da frequência/intensidade de incêndios"","""",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação das Aves Ameaçadas do Bioma Mata Atlântica"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Actinopterygii"",""Cyprinodontiformes"",""Rivulidae"",""Leptopanchax"",""Leptopanchax citrinipinnis"",""Leptolebias citrinipinnis"",""Costa, Lacerda & Tanizaki, 1988"",""Peixe anual, Peixe das nuvens"",""Peixes Continentais"",""05/2019"",""Criticamente em Perigo"",""Não"",""B2ab(i,ii,iii,iv)"",""Leptopanchax citrinipinnis é endêmica do Brasil, sendo conhecida apenas da restinga de Maricá, entre Barra de Maricá e Itaipuaçu, estado do Rio de Janeiro. Sua Área de Ocupação (AOO) atual foi calculada em 4 km². A espécie é rara e de distribuição restrita, presente em biótopos específicos da restinga, a qual vem sendo destruída ao longo dos últimos anos em função de forte especulação imobiliária e degradação de habitat, gerando severa fragmentação da população. A implantação de um complexo turístico residencial na área de ocorrência da espécie é uma ameaça real e grave, e descaracterizou um dos registros. Apesar da proposição da criação de uma RPPN pelo empreendedor, a mesma não contemplará a proteção dos pontos de ocorrência conhecidos para a espécie. Considerando a presença das ameaças e os declínios populacionais passados, Leptopanchax citrinipinnis foi categorizada como Criticamente em Perigo (CR) pelos critérios B2ab(i,ii,iii,iv)."",""Sim"",""Sim"",""Rio de Janeiro"",""|Sudeste|"",""Mata Atlântica"",""Sub-bacia Litoral RJ"","""",""ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL DE MARICÁ"","""",""Desconhecido"",""Declinando"",""1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.3 - Áreas de turismo e recreação 6 - Distúrbios humanos|6.1 - Atividades recreacionais/turísticas"","""",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação dos Peixes Rivulídeos Ameaçados de Extinção, Plano de Ação Nacional para a Conservação dos Peixes Rivulídeos Ameaçados de Extinção - 2º ciclo"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Elasmobranchii"",""Carcharhiniformes"",""Carcharhinidae"",""Carcharhinus"",""Carcharhinus brevipinna"",""Carcharhinus brevipinna"",""(Müller & Henle, 1839)"",""galha-preta, sicuri-da-galha-preta, tubarão galha-preta"",""Tubarões e Raias"",""11/2017"",""Vulnerável"","""",""A2bcd"",""Carcharhinus brevipinna é uma espécie costeira de médio a grande porte que apresenta distribuição circunglobal, ocorrendo na plataforma continental de águas tropicais, subtropicais e temperadas. No Brasil, ocorre de forma continua da Bahia até o Rio Grande do Sul, com um registro no estado do Pará. Utiliza áreas costeiras e estuarinas específicas como berçário, onde é capturado com frequência pela pesca artesanal, o que aumenta sua vulnerabilidade ao declínio populacional em função da concentração sazonal e espacial de jovens e fêmeas adultas em áreas de atuação da pesca. A utilização de áreas costeiras o torna mais vulnerável aos impactos antrópicos e modificações do habitat. Suas características intrínsecas (baixa fecundidade, maturação tardia e alta longevidade) implicam em vulnerabilidade à pesca. Na costa centro-sul de São Paulo a pesca de emalhe costeiro resultou num declínio populacional de 98,1% entre as décadas de 1960 e 2000 por conta da captura de neonatos em áreas de berçário. Esse mesmo padrão de exploração de neonatos em áreas costeiras ocorre em outros pontos da costa brasileira. A partir da estatística pesqueira dos desembarques em Itajaí/Navegantes (SC), durante o período de 2002 a 2012, foi observada uma redução de 45% do desembarque de “machote” no arrasto e emalhe de fundo, que pode incluir nestes dados C. signatus e C. brevipinna, entretanto não é conhecida a variação do esforço pesqueiro. Nesse contexto, infere-se que um declínio populacional de pelo menos 30% tenha ocorrido nos últimos 27 anos (três gerações) ao longo de toda a sua distribuição no Brasil. Tendo isso em vista, a espécie foi avaliada como Vulnerável (VU) pelo critério A2bcd."",""Não"",""Não"",""Alagoas, Amapá, Bahia, Ceará, Espírito Santo, Maranhão, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe"",""|Nordeste|Norte|Sudeste|Sul|"",""Sistema Costeiro-Marinho"","""",""ESEC Tupinambás, RESEX Arraial do Cabo"",""APA MARINHA DO LITORAL CENTRO, APA MARINHA DO LITORAL NORTE"","""",""Sim"",""Desconhecida"",""5 - Uso de recursos biológicos|5.1 - Caça e captura de animais terrestres ou marinhos|5.1.1 - Caça/captura intencional (a espécie é o alvo)|5.1.1.4 - Esportiva 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.5 - Captura indireta - subsistência/pequena escala|5.4.5.6 - Arrasto|5.4.5.6.2 - Arrasto duplo 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.5 - Captura indireta - subsistência/pequena escala|5.4.5.7 - Emalhe|5.4.5.7.1 - Emalhe de fundo 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.5 - Captura indireta - subsistência/pequena escala|5.4.5.7 - Emalhe|5.4.5.7.2 - Emalhe de superfície 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.5 - Captura indireta - subsistência/pequena escala|5.4.5.7 - Emalhe|5.4.5.7.5 - Caçoeiro 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.5 - Captura indireta - subsistência/pequena escala|5.4.5.7 - Emalhe|5.4.5.7.6 - Feiticieira 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.6 - Captura indireta - larga escala|5.4.6.6 - Arrasto|5.4.6.6.1 - Arrasto simples 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.6 - Captura indireta - larga escala|5.4.6.6 - Arrasto|5.4.6.6.2 - Arrasto duplo 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.6 - Captura indireta - larga escala|5.4.6.6 - Arrasto|5.4.6.6.3 - Arrasto de parelha 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.6 - Captura indireta - larga escala|5.4.6.7 - Emalhe|5.4.6.7.1 - Emalhe de fundo 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.6 - Captura indireta - larga escala|5.4.6.7 - Emalhe|5.4.6.7.2 - Emalhe de superfície 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.6 - Captura indireta - larga escala|5.4.6.7 - Emalhe|5.4.6.7.3 - Emalhe de meia-água 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.6 - Captura indireta - larga escala|5.4.6.8 - Espinhel|5.4.6.8.1 - Espinhel de superfície"",""1 - Alimentação humana 1 - Alimentação humana|1.7 - Pesca artesanal 1 - Alimentação humana|1.7 - Pesca artesanal|1.7.3 - Aparelho com anzol 1 - Alimentação humana|1.7 - Pesca artesanal|1.7.3 - Aparelho com anzol|1.7.3.4 - Espinhel de superfície 1 - Alimentação humana|1.7 - Pesca artesanal|1.7.7 - Emalhe 1 - Alimentação humana|1.8 - Pesca industrial 1 - Alimentação humana|1.8 - Pesca industrial|1.8.7 - Emalhe 1 - Alimentação humana|1.8 - Pesca industrial|1.8.8 - Espinhel|1.8.8.1 - Espinhel de superfície"","""","""",""CITES - Anexo II"","""",""0 , 100""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Actinopterygii"",""Cyprinodontiformes"",""Rivulidae"",""Atlantirivulus"",""Atlantirivulus simplicis"",""Atlantirivulus simplicis"",""(Costa, 2004)"",""Peixe das nuvens, Peixe não-anual"",""Peixes Continentais"",""09/2021"",""Em Perigo"","""",""B2ab(iii)"",""Atlantirivulus simplicis é endêmica do Brasil e conhecida por dois registros de ocorrência numa pequena baixada costeira isolada, no município de Paraty, estado do Rio de Janeiro. A principal ameaça à espécie é a perda de habitat decorrente da urbanização. A Área de Ocupação (AOO) conhecida foi calculada em 8 km², com duas localizações e declínio continuado na qualidade do habitat caracterizado pela expansão urbana. Por isso, A. simplicis foi categorizada como Em Perigo (EN) pelo critério B2ab(iii)."",""Sim"",""Sim"",""Rio de Janeiro"",""|Sudeste|"",""Mata Atlântica"",""Sub-bacia Litoral RJ"","""","""","""",""Não"",""Declinando"",""1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.1 - Expansão urbana"","""",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação dos Peixes Rivulídeos Ameaçados de Extinção - 2º ciclo"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Actinopterygii"",""Cyprinodontiformes"",""Rivulidae"",""Leptolebias"",""Leptolebias marmoratus"",""Leptolebias marmoratus"",""(Ladiges, 1934)"",""Peixe anual, Peixe das nuvens"",""Peixes Continentais"",""05/2019"",""Criticamente em Perigo"",""Não"",""B1ab(i,ii,iii,iv)"",""Leptolebias marmoratus é endêmica do Brasil e ocorria originalmente nas planícies costeiras da baixada fluminense, próximo a riachos que drenam e direção à baía de Guanabara, estado do Rio de Janeiro, Brasil. A espécie foi considerada comum na base da serra de Petrópolis, em Raiz da Serra (hoje Inhomirim), durante as décadas de 1930 e 1940";" porém, desapareceu após a devastação das florestas locais e foi considerada como presumivelmente extinta. Foi redescoberta no ano de 2000, em poças florestais na Vila de Cava, Nova Iguaçu, Rio de Janeiro, em uma localidade a aproximadamente 30 km em linha reta da localidade-tipo, sendo esta considerada a única subpopulação hoje existente. É exclusiva de pequenos canais em florestas, e no passado foi considerada abundante na região da localidade-tipo. Apesar de existirem esforços de amostragem na região de ocorrência da espécie, não foram encontrados exemplares da mesma na última década. A Extensão de Ocorrência (EOO) calculada é de 24 km². Em função da forte redução de seus ambientes originais, considera-se a população severamente fragmentada. Desta forma, Leptolebias marmoratus foi categorizada como Criticamente em Perigo (CR) pelos critérios B1ab(i,ii,iii,iv)."",""Sim"",""Sim"",""Rio de Janeiro"",""|Sudeste|"",""Mata Atlântica"",""Sub-bacia Litoral RJ"","""",""ÁREA DE PROTEçãO AMBIENTAL DO ALTO IGUAçU"","""",""Não"",""Declinando"",""1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.1 - Expansão urbana"","""",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação dos Peixes Rivulídeos Ameaçados de Extinção, Plano de Ação Nacional para a Conservação dos Peixes Rivulídeos Ameaçados de Extinção - 2º ciclo"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;; "Animalia,""Chordata"",""Actinopterygii"",""Cyprinodontiformes"",""Rivulidae"",""Kryptolebias"",""Kryptolebias brasiliensis"",""Kryptolebias brasiliensis"",""(Valenciennes, 1821)"",""Peixe das nuvens, Peixe não-anual"",""Peixes Continentais"",""05/2019"",""Em Perigo"","""",""B1ab(ii,iii,iv)"",""Kryptolebias brasiliensis é endêmica do Brasil e distribui-se nas baixadas do entorno da Baía da Guanabara, estado do Rio de Janeiro. É uma espécie de floresta, altamente especializada, hoje restrita a pouquíssimas subpopulações na APA de Petrópolis. No passado, a contar pelos registros antigos de aquaristas, a espécie era abundante e amplamente encontrada, tendo sofrido declínios acentuados. A principal ameaça à espécie é a ocupação urbana que avança sobre os remanescentes florestais. A extensão de ocorrência da espécie (EOO) foi calculada em 2.958 km². A população remanescente está severamente fragmentada, com declínio continuado na área de ocupação, qualidade do habitat e número de subpopulações. Portanto, Kryptolebias brasiliensis foi categorizada como Em Perigo (EN) pelo critério B1ab(ii,iii,iv)."",""Sim"",""Sim"",""Rio de Janeiro"",""|Sudeste|"",""Mata Atlântica"",""Sub-bacia Litoral RJ"","""","""","""",""Não"",""Declinando"",""1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.1 - Expansão urbana"",""3 - Animais de estimação/ornamentais"",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação dos Peixes Rivulídeos Ameaçados de Extinção - 2º ciclo"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Aves"",""Passeriformes"",""Cotingidae"",""Xipholena"",""Xipholena atropurpurea"",""Xipholena atropurpurea"",""(Wied, 1820)"",""anambé-de-asa-branca"",""Aves"",""06/2019"",""Vulnerável"","""",""C2a(i)"",""Xipholena atropurpurea é endêmica da Mata Atlântica brasileira, ocorrendo da Paraíba ao Rio de Janeiro, embora inexista registros recentes neste último estado e no sul do Espírito Santo. Está em situação crítica no Centro de Endemismo Pernambuco. Com base em dados de densidade populacional, registros da espécie, conhecimento da sua área de ocupação, e considerando a existência de extinções locais, infere-se que sua população seja menor que 10.000 indivíduos maduros. Cada unidade de conservação abriga uma subpopulação, uma vez que estão separadas de outros fragmentos por grandes distâncias, não havendo fluxo gênico, onde cada subpopulação contém menos de 1.000 indivíduos maduros. Há declínio populacional continuado devido à perda de qualidade de habitat, decorrente do fogo, retirada ilegal de madeira e pelo baixo nível de implementação das unidades de conservação. Portanto, X. atropurpurea foi categorizada como Vulnerável (VU) pelo critério C2a(i)."",""Sim"",""Sim"",""Alagoas, Bahia, Espírito Santo, Paraíba, Pernambuco, Rio de Janeiro, Sergipe"",""|Nordeste|Sudeste|"",""Mata Atlântica, Sistema Costeiro-Marinho"",""Sub-bacia Contas Sub-bacia Doce Sub-bacia Itapecuru-Paraguaçu Sub-bacia Jequitinhonha Sub-bacia Litoral AL PE PB Sub-bacia Litoral BA ES Sub-bacia Litoral CE PB Sub-bacia Litoral SE"",""ESEC de Murici, FLONA do Rio Preto, FLONA Pacotuba, PARNA de Boa Nova, PARNA do Descobrimento, PARNA do Monte Pascoal, PARNA do Pau Brasil, PARNA Serra das Lontras, REBIO de Pedra Talhada, REBIO de Sooretama, REBIO de Una, REBIO Guaribas"",""ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL BAÍA DE CAMAMU, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL COSTA DE ITACARÉ/ SERRA GRANDE, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL DE MACAÉ DE CIMA, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL DE MURICÍ, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL DE SIRINHAÉM, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL LAGOA ENCANTADA, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL SANTO ANTÔNIO"",""Estação Veracel, RPN Salto Apepique, RPPN Araçari, RPPN Ecoparque de Una, RPPN Fazenda Paraíso, RPPN Frei Caneca, RPPN Juerana"",""Não"",""Declinando"",""5 - Uso de recursos biológicos|5.3 - Extração florestal|5.3.5 - Motivação desconhecida 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.1 - Incêndios e supressão de incêndios|7.1.1 - Aumento da frequência/intensidade de incêndios"","""",""Implementação de áreas protegidas, Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação das Aves Ameaçadas do Bioma Mata Atlântica"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022, CITES - Anexo I"",""900"",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Aves"",""Passeriformes"",""Thamnophilidae"",""Thamnophilus"",""Thamnophilus aethiops distans"",""Thamnophilus aethiops distans"",""Pinto, 1954"",""choca-lisa"",""Aves"",""06/2019"",""Em Perigo"","""",""B2ab(ii,iii)"",""Thamnophilus aethiops distans apresenta distribuição restrita ao Centro de Endemismo Pernambuco, ocorrendo em algumas localidades de Alagoas e Pernambuco. Habita o sub-bosque baixo de florestas maduras, além de secundárias em estágio avançado de sucessão, e sua área de ocupação (AOO) foi calculada em 404 km². A população é severamente fragmentada, há diversos casos de extinção local e declínio continuado na área de ocupação e na qualidade do habitat, causados pela expansão agrícola. Dessa forma, T. a. distans foi categorizada como Em Perigo (EN) pelo critério B2ab(ii,iii)."",""Sim"",""Sim"",""Alagoas, Pernambuco"",""|Nordeste|"",""Caatinga, Mata Atlântica"",""Sub-bacia Litoral AL PE PB"",""ESEC de Murici, REBIO de Saltinho"",""ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL DE MURICÍ, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL DE SIRINHAÉM, PARQUE ESTADUAL DE DOIS IRMÃOS, REFúGIO DE VIDA SILVESTRE MATAS DO SISTEMA GURJAú"",""MATA DO CEDRO, RPPN Fazenda Rosa do Sol, RPPN Frei Caneca"",""Não"",""Desconhecida"",""2 - Agropecuária e Aquacultura|2.1 - Culturas anuais e perenes não-madeireiras 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.2 - Silvicultura|2.2.2 - Plantações agro-industriais"","""",""Implementação de corredores, Plano de Ação Nacional (PAN), Proteção de recursos/habitat"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação das Aves Ameaçadas do Bioma Mata Atlântica"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"",""3 , 700"",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Actinopterygii"",""Cyprinodontiformes"",""Rivulidae"",""Atlantirivulus"",""Atlantirivulus maricensis"",""Atlantirivulus maricensis"",""Costa, 2014"",""Peixe não-anual"",""Peixes Continentais"",""09/2021"",""Criticamente em Perigo"",""Não"",""B2ab(i,ii,iii,iv,v)"",""Atlantirivulus maricensis é endêmica do Brasil e conhecida somente das drenagens dos rios conectados ao sistema lagunar de Maricá, no estado do Rio de Janeiro. No passado, foi registrada em duas regiões alagadas, ambas destruídas devido ao desmatamento, retirada de areia e expansão de atividades agropecuárias. Atualmente, a espécie é conhecida por apenas um registro na microbacia do rio Ubatiba, na localidade de Manoel Ribeiro, município de Maricá-RJ. A principal ameaça à espécie é a perda e alteração do hábitat pela expansão urbana e das atividades agropecuárias. A Área de Ocupação (AOO) atual da espécie foi calculada em 4 km², com uma localização, e declínio continuado na qualidade do habitat caracterizado pelo processo contínuo de degradação em função da expansão urbana e das atividades agropecuárias. Ainda, houve declínio da extensão de ocorrência, área de ocupação, perda de subpopulações e de indivíduos maduros. Desta forma, A. maricensis foi categorizada como Criticamente em Perigo (CR) pelo critério B2ab(i,ii,iii,iv,v)."",""Sim"",""Sim"",""Rio de Janeiro"",""|Sudeste|"",""Mata Atlântica"",""Sub-bacia Litoral RJ"","""","""","""",""Não"",""Declinando"",""1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.1 - Expansão urbana 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.3 - Pecuária|2.3.4 - Pecuária em escala desconhecida 3 - Produção energética e mineração|3.1 - Extração de petróleo e gás natural 4 - Transportes e serviços de transmissão|4.1 - Estradas e ferrovias 9 - Poluição|9.3 - Agropecuária e florestal|9.3.3 - Herbicidas e pesticidas"","""",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação dos Peixes Rivulídeos Ameaçados de Extinção - 2º ciclo"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Actinopterygii"",""Cyprinodontiformes"",""Rivulidae"",""Austrolebias"",""Austrolebias paucisquama"",""Austrolebias paucisquama"",""Ferrer, Malabarba & Costa, 2008"",""Peixe anual"",""Peixes Continentais"",""05/2019"",""Vulnerável"","""",""D2"",""Austrolebias paucisquama é endêmica do Brasil, sendo conhecida de poucas localidades na bacia do rio Vacacaí, no município de Caçapava do Sul, no sistema da laguna dos Patos, estado do Rio Grande do Sul. A Área de Ocupação (AOO) calculada da espécie é de 8 km². As principais ameaças difusas para a espécie são a conversão do solo para pastagem e o cultivo de arroz e de soja. As subpopulações conhecidas da espécie localizam-se às margens da rodovia BR-290 e sua duplicação é uma ameaça futura plausível capaz de levar o táxon à extinção em curto prazo. Portanto, Austrolebias paucisquama foi categorizada como Vulnerável (VU) pelo critério D2."",""Sim"",""Sim"",""Rio Grande do Sul"",""|Sul|"",""Pampa"",""Sub-bacia Guaíba"","""","""","""",""Não"",""Desconhecida"",""2 - Agropecuária e Aquacultura|2.1 - Culturas anuais e perenes não-madeireiras|2.1.4 - Agricultura de escala desconhecida 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.3 - Pecuária|2.3.4 - Pecuária em escala desconhecida 4 - Transportes e serviços de transmissão|4.1 - Estradas e ferrovias"","""",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação dos Peixes Rivulídeos Ameaçados de Extinção - 2º ciclo"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Actinopterygii"",""Cyprinodontiformes"",""Rivulidae"",""Campellolebias"",""Campellolebias brucei"",""Campellolebias brucei"",""Vaz-Ferreira & Sierra, 1974"",""Peixe anual"",""Peixes Continentais"",""05/2019"",""Criticamente em Perigo"",""Não"",""B2ab(ii,iii)"",""Campellolebias brucei é endêmica do Brasil, com registro em três localidades próximas entre si situadas no município de Içara, no estado de Santa Catarina. A Área de Ocupação (AOO) calculada é de 4 km2, e caracteriza-se uma única localização. A população está impactada pela BR-101 e por atividades agrícolas. Além disso, a espécie está sob declínio continuado de sua Área de Ocupação (AOO) e da qualidade do habitat. Portanto, Campellolebias brucei foi categorizada como Criticamente em Perigo (CR) pelos critérios B2ab(ii,iii)."",""Sim"",""Sim"",""Santa Catarina"",""|Sul|"",""Mata Atlântica"",""Sub-bacia Litoral SP PR SC"","""","""","""",""Desconhecido"",""Desconhecida"",""1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.1 - Expansão urbana 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.1 - Culturas anuais e perenes não-madeireiras|2.1.4 - Agricultura de escala desconhecida 4 - Transportes e serviços de transmissão|4.1 - Estradas e ferrovias"",""3 - Animais de estimação/ornamentais"",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação dos Peixes Rivulídeos Ameaçados de Extinção, Plano de Ação Nacional para a Conservação dos Peixes Rivulídeos Ameaçados de Extinção - 2º ciclo"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Actinopterygii"",""Cyprinodontiformes"",""Rivulidae"",""Cynolebias"",""Cynolebias leptocephalus"",""Cynolebias leptocephalus"",""Costa & Brasil, 1993"",""Peixe anual"",""Peixes Continentais"",""05/2019"",""Em Perigo"","""",""B1ab(ii,iii,iv)"",""Cynolebias leptocephalus é endêmica do Brasil e ocorre em uma área alagada próxima a Guanambi, estado da Bahia. A espécie ocorre em simpatria com Hypsolebias fulminantis e H. carlettoi, ambas endêmicas da drenagem do rio das Rãs, em poças temporárias nas várzeas, na bacia do médio rio São Francisco. A principal ameaça é a destruição de seu habitat pela drenagem das áreas alagáveis para expansão de atividades agrícolas e de olarias. Além disso, a contaminação por pesticidas representa um impacto adicional. À época de sua descrição, era encontrada em dezenas de poças em uma ampla área. Atualmente, os ambientes se encontram bastante alterados e até mesmo destruídos na região da localidade-tipo, caracterizando fragmentação do habitat e das subpopulações e declínio continuado da qualidade do habitat. A extensão de ocorrência (EOO) foi calculada em 2.959 km2, considerando as localidades históricas. Portanto, C. leptocephalus foi categorizada como Em Perigo (EN) pelo critério B1ab(ii,iii,iv)."",""Sim"",""Sim"",""Bahia"",""|Nordeste|"",""Caatinga"",""Sub-bacia São Francisco Médio"","""","""","""",""Não"",""Desconhecida"",""1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.2 - Áreas comerciais e industriais 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.1 - Culturas anuais e perenes não-madeireiras|2.1.4 - Agricultura de escala desconhecida 9 - Poluição|9.3 - Agropecuária e florestal|9.3.2 - Erosão do solo/sedimentação 9 - Poluição|9.3 - Agropecuária e florestal|9.3.3 - Herbicidas e pesticidas 9 - Poluição|9.4 - Lixo e resíduos sólidos|9.4.1 - Urbanos"",""3 - Animais de estimação/ornamentais"",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação dos Peixes Rivulídeos Ameaçados de Extinção - 2º ciclo"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Aves"",""Passeriformes"",""Scleruridae"",""Sclerurus"",""Sclerurus macconnelli"",""Sclerurus macconnelli bahiae"",""Chubb, 1919"",""vira-folha-de-peito-vermelho"",""Aves"",""06/2019"",""Em Perigo"","""",""B2ab(ii,iii)"",""Sclerurus macconnelli bahiae é endêmica do Brasil, ocorrendo esparsamente na Mata Atlântica, de Pernambuco a São Paulo. Habita florestas úmidas perenifólias. Está restrito a apenas algumas localidades, onde são encontrados pouquíssimos casais. Há declínio populacional continuado devido à perda de habitat e fragmentação da população por exploração madeireira ilegal e agropecuária. Dessa forma, a AOO foi calculada em 360 km2. A população é severamente fragmentada tendo mais de 50% de sua área total de ocupação em fragmentos com habitat que são menores do que o necessário para sustentar uma população viável e separados de outros fragmentos por grande distância. Assim sendo, S. m. bahiae foi categorizado como Em Perigo (EN) pelo critério B2ab(ii,iii)."",""Sim"",""Sim"",""Bahia, Minas Gerais, Pernambuco, Rio de Janeiro, São Paulo"",""|Nordeste|Sudeste|"",""Mata Atlântica"",""Sub-bacia Contas Sub-bacia Itapecuru-Paraguaçu Sub-bacia Jequitinhonha Sub-bacia Litoral BA ES Sub-bacia Litoral RJ Sub-bacia Litoral RJ SP Sub-bacia Litoral SP"",""APA Petrópolis, PARNA da Serra dos Órgãos, PARNA do Monte Pascoal"","""",""RPPN Gleba O Saquinho de Itapirapuá, RPPN Morro do Curussu Mirim, RPPN Sítio do Jacu"",""Não"",""Desconhecida"",""2 - Agropecuária e Aquacultura|2.3 - Pecuária|2.3.4 - Pecuária em escala desconhecida 5 - Uso de recursos biológicos|5.3 - Extração florestal|5.3.5 - Motivação desconhecida"","""",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação das Aves Ameaçadas do Bioma Mata Atlântica"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Aves"",""Trogoniformes"",""Trogonidae"",""Trogon"",""Trogon collaris"",""Trogon collaris eytoni"",""Fraser, 1837"",""surucuá-de-coleira"",""Aves"",""06/2019"",""Em Perigo"","""",""B2ab(ii,iii)"",""Trogon collaris eytoni é endêmica do Brasil, ocorrendo de Alagoas (onde está possivelmente extinto), na Bahia até o Espírito Santo. Os registros recentes restringem-se a duas localidades na Bahia e duas no Espírito Santo. Sua área de ocupação (AOO) foi calculada em 32 km2. Devido à fragmentação de habitat e ao baixo poder de deslocamento desta espécie, a subpopulação da Bahia está isolada daquela do Espírito Santo. Portanto, a população é severamente fragmentada tendo mais de 50% da sua área total de ocupação separada entre si por grande distância, não havendo fluxo gênico. Além disso, há declínio continuado da população devido à perda de área de ocupação e de qualidade de habitat, uma vez que a subespécie é exigente e não resiste à alteração de habitat. Desta forma, T. c. eytoni foi categorizada como Em Perigo (EN), pelo critério B2ab(ii,iii)."",""Sim"",""Sim"",""Alagoas, Bahia, Espírito Santo"",""|Nordeste|Sudeste|"",""Mata Atlântica"",""Sub-bacia Doce Sub-bacia Litoral BA ES"",""PARNA do Descobrimento, REBIO de Sooretama, REBIO do Córrego Grande"","""","""",""Não"",""Declinando"",""1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.1 - Expansão urbana 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.1 - Culturas anuais e perenes não-madeireiras|2.1.4 - Agricultura de escala desconhecida 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.3 - Pecuária|2.3.4 - Pecuária em escala desconhecida"","""",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação das Aves Ameaçadas do Bioma Mata Atlântica"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Actinopterygii"",""Cyprinodontiformes"",""Rivulidae"",""Hypsolebias"",""Hypsolebias delucai"",""Hypsolebias delucai"",""(Costa, 2003)"",""Peixe anual"",""Peixes Continentais"",""05/2019"",""Vulnerável"","""",""D2"",""Hypsolebias delucai é endêmica do Brasil, e descrita de uma poça temporária perto da cidade de Urucuia, várzea do rio Urucuia, bacia do São Francisco, estado de Minas Gerais. Existe um novo registro da espécie em uma lagoa próxima à localidade-tipo (Lagoa dos Cinquenta). É conhecida apenas dessas localidades, numa região pouco explorada para inventários ictiológicos. A área de ocupação é certamente menor do que 20 km2. Embora o entorno do biótopo esteja aparentemente bem preservado, há expansão da atividade agropecuária, assim como o avanço da urbanização de Urucuia, que pode comprometer a subpopulação mais próxima. Considerando as informações atuais e o fato de existir ameaças plausíveis que podem elevar o risco de extinção da espécie em curto prazo, Hypsolebias delucai foi categorizada como Vulnerável (VU) pelo critério D2."",""Sim"",""Sim"",""Minas Gerais"",""|Sudeste|"",""Cerrado"",""Sub-bacia São Francisco Médio"","""","""","""",""Não"",""Desconhecida"",""1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.1 - Expansão urbana 2 - Agropecuária e Aquacultura"",""3 - Animais de estimação/ornamentais"","""","""",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Aves"",""Passeriformes"",""Vireonidae"",""Vireo"",""Vireo gracilirostris"",""Vireo gracilirostris"",""Sharpe, 1890"",""juruviara-de-noronha, sebito"",""Aves"",""06/2019"",""Vulnerável"","""",""D2"",""Vireo gracilirostris é endêmica do Brasil e ocorre no arquipélago de Fernando de Noronha, apenas na ilha Principal. A área de ocupação (AOO) foi calculada em 20 km². Habita florestas, áreas arbustivas, matas secundárias e apesar de estar parcialmente protegida por unidades de conservação, há ameaças possíveis de levar o táxon à categoria de Criticamente em Perigo ou Extinto em um curto período de tempo, como a predação por espécies introduzidas (lagarto Tupinambis merianae) e animais domésticos (gatos e ratos). Dessa forma, V. gracilirostris foi categorizada como Vulnerável (VU) pelo critério D2."",""Sim"",""Sim"",""Pernambuco"",""|Nordeste|"",""Mata Atlântica"","""",""APA Fernando de Noronha, PARNA Marinho de Fernando de Noronha"","""","""",""Não"",""Desconhecida"",""1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.1 - Expansão urbana 1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.3 - Áreas de turismo e recreação 5 - Uso de recursos biológicos|5.3 - Extração florestal|5.3.5 - Motivação desconhecida 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.1 - Incêndios e supressão de incêndios|7.1.1 - Aumento da frequência/intensidade de incêndios 8 - Espécies invasoras problemáticas e doenças|8.1 - Espécies exóticas|8.1.1 - Espécie conhecida|8.1.1.2 - Predadores 8 - Espécies invasoras problemáticas e doenças|8.2 - Espécies domésticas|8.2.2 - Predadores"","""",""Controle de espécies invasoras/problemáticas, Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação das Aves Ameaçadas do Bioma Mata Atlântica"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Actinopterygii"",""Cyprinodontiformes"",""Rivulidae"",""Hypsolebias"",""Hypsolebias gibberatus"",""Hypsolebias gibberatus"",""(Costa & Brasil, 2006)"",""Peixe anual"",""Peixes Continentais"",""05/2019"",""Vulnerável"","""",""D2"",""Hypsolebias gibberatus é endêmica do Brasil, está distribuída na drenagem do médio rio Preto, município de Unaí, estado de Minas Gerais, sendo descrita de uma única poça temporária à margem de uma estrada asfaltada (BR-251). Conhecida apenas da localidade-tipo, a espécie ocorre em região pouco explorada e há necessidade de intensificar os esforços de amostragem. A área de ocupação é certamente menor do que 10 km2. No passado não haviam vias de acesso (estradas)";" entretanto, a região vem sendo bastante modificada pela agropecuária, o que é uma ameaça potencial para o hábitat da espécie. Considerando as informações atuais e o fato de existir uma ameaça plausível que pode elevar o risco de extinção da espécie em curto prazo, Hypsolebias gibberatus foi categorizada como Vulnerável (VU) pelo critério D2."",""Sim"",""Sim"",""Minas Gerais"",""|Sudeste|"",""Cerrado"",""Sub-bacia São Francisco Médio"","""","""","""",""Não"",""Desconhecida"",""2 - Agropecuária e Aquacultura|2.1 - Culturas anuais e perenes não-madeireiras|2.1.4 - Agricultura de escala desconhecida 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.3 - Pecuária|2.3.4 - Pecuária em escala desconhecida 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.3 - Outras modificações nos ecossistemas"",""3 - Animais de estimação/ornamentais"",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação dos Peixes Rivulídeos Ameaçados de Extinção - 2º ciclo"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;; "Animalia,""Chordata"",""Actinopterygii"",""Cyprinodontiformes"",""Rivulidae"",""Hypsolebias"",""Hypsolebias virgulatus"",""Hypsolebias virgulatus"",""(Costa & Brasil, 2006)"",""Peixe anual"",""Peixes Continentais"",""05/2019"",""Criticamente em Perigo"",""Não"",""B2ab(iii)"",""Hypsolebias virgulatus é endêmica do Brasil, conhecida apenas da localidade-tipo, uma poça temporária localizada a aproximadamente 7 km do ribeirão Entre Rios, município de Unaí, bacia do rio São Francisco, estado de Minas Gerais. A principal ameaça à espécie é a perda do habitat pela expansão agrícola, visto que a vegetação nativa na região da microbacia da localidade-tipo foi completamente descaracterizada e substituída por plantações de soja. A Área de Ocupação (AOO) foi calculada em 4 km², sendo identificada uma localização e declínio continuado da qualidade do habitat. Por isso, H. virgulatus foi categorizada como Criticamente em Perigo (CR) pelo critério B2ab(iii)."",""Sim"",""Sim"",""Minas Gerais"",""|Sudeste|"",""Cerrado"",""Sub-bacia São Francisco Médio"","""","""","""",""Não"",""Desconhecida"",""2 - Agropecuária e Aquacultura|2.1 - Culturas anuais e perenes não-madeireiras|2.1.4 - Agricultura de escala desconhecida 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.3 - Outras modificações nos ecossistemas"","""",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação dos Peixes Rivulídeos Ameaçados de Extinção - 2º ciclo"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Elasmobranchii"",""Rajiformes"",""Arhynchobatidae"",""Atlantoraja"",""Atlantoraja castelnaui"",""Atlantoraja castelnaui"",""(Miranda Ribeiro, 1907)"",""emplastro, emplastro-marcela, emplastro-pintado, raia-chita, raia-marcela"",""Tubarões e Raias"","""",""Em Perigo"","""",""A4bd"",""Atlantoraja castelnaui é uma raia de grande porte, endêmica do Atlântico Sul ocidental, ocorrendo do Rio de Janeiro ao norte da Argentina. Entre os anos de 1994 e 1999 sua biomassa no Brasil, Uruguai e Argentina declinou 75%, em decorrência da intensa pressão pesqueira. A espécie tem alto valor comercial no Brasil, sendo pescada principalmente por arrasto de fundo de São Paulo ao Rio Grande do Sul, mas também é capturada em grandes quantidades pelo emalhe de fundo direcionado à pesca da corvina e pelo espinhel de fundo no Sul. A CPUE (em kg/h) de pesca científica com redes de arrasto na plataforma continental no sul do Brasil indicou uma redução de 54% entre os anos de 1974 e 1981. A partir dos dados dos desembarques da pesca industrial nos portos de Itajaí, observou-se reduções superiores a 35% nas CPUEs (desembarque em kg por viagem) entre 2001 e 2012 para o emalhe de fundo e parelha, entretanto, nessas pescarias a proporção de emplastros na captura total fica em torno de 0,5 a 1% tendo apresentado diminuição também nessa proporção entre 2001 e 2012 em ambas artes de pesca. Nas pescarias de arrasto duplo e arrasto simples houve uma certa estabilidade e um pequeno aumento na CPUE evidenciando o direcionamento à captura de emplastros, portanto com percentuais maiores de contribuição deste grupo na captura total, seguindo a mesma tendência de redução observadas para as duas outras áreas nesta proporção. Devido às reduções já registradas no passado e ao fato de que a pesca continua sem restrições, infere-se que possa haver uma redução de pelo menos 50% da população em um intervalo de tempo que compreenda três gerações da espécie (60 anos) considerando uma janela de tempo de 42 anos no passado e 18 no futuro. Devido à redução substancial na abundância da espécie, como resultado da pesca sem restrições desde a década de 1970, e ainda o expressivo aumento do seu interesse comercial, infere-se um cenário de contínua redução populacional. Portanto, A. castelnaui foi categorizada como Em Perigo (EN) sob o critério A4bd."",""Não"",""Sim"",""Paraná, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, São Paulo"",""|Sudeste|Sul|"",""Sistema Costeiro-Marinho"","""",""APA Cananéia-Iguape-Peruíbe, ESEC Tupinambás, REBIO Marinha do Arvoredo, RESEX Arraial do Cabo, REVIS Arquipélago de Alcatrazes"",""APA MARINHA DO LITORAL CENTRO, APA MARINHA DO LITORAL NORTE, APA MARINHA DO LITORAL SUL, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL DO PAU BRASIL, RESERVA DE DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL DO AVENTUREIRO"","""",""Sim"",""Declinando"",""5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.3 - Captura intencional - comércio internacional 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.5 - Captura indireta - subsistência/pequena escala|5.4.5.6 - Arrasto|5.4.5.6.1 - Arrasto simples 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.5 - Captura indireta - subsistência/pequena escala|5.4.5.6 - Arrasto|5.4.5.6.2 - Arrasto duplo 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.5 - Captura indireta - subsistência/pequena escala|5.4.5.7 - Emalhe|5.4.5.7.1 - Emalhe de fundo 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.6 - Captura indireta - larga escala|5.4.6.5 - Cerco 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.6 - Captura indireta - larga escala|5.4.6.6 - Arrasto|5.4.6.6.1 - Arrasto simples 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.6 - Captura indireta - larga escala|5.4.6.6 - Arrasto|5.4.6.6.2 - Arrasto duplo 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.6 - Captura indireta - larga escala|5.4.6.6 - Arrasto|5.4.6.6.3 - Arrasto de parelha 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.6 - Captura indireta - larga escala|5.4.6.7 - Emalhe|5.4.6.7.1 - Emalhe de fundo 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.6 - Captura indireta - larga escala|5.4.6.8 - Espinhel|5.4.4.8.2 - Espinhel de fundo"",""1 - Alimentação humana 1 - Alimentação humana|1.5 - Pesca de subsistência 1 - Alimentação humana|1.6 - Pesca - comércio internacional 1 - Alimentação humana|1.7 - Pesca artesanal 1 - Alimentação humana|1.8 - Pesca industrial"",""Controle e fiscalização, Criação de áreas protegidas, Implementação de corredores, Manejo/ordenamento de caça/pesca, Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação dos Elasmobrânquios Ameaçados de Extinção"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""10 , 500""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Actinopterygii"",""Cyprinodontiformes"",""Rivulidae"",""Nematolebias"",""Nematolebias papilliferus"",""Nematolebias papilliferus"",""Costa, 2002"",""Peixe anual, Peixe das nuvens"",""Peixes Continentais"",""05/2019"",""Criticamente em Perigo"",""Não"",""B2ab(i,ii,iii,iv)"",""Nematolebias papilliferus é endêmica do Brasil e conhecida somente nos sistemas lagunares de Maricá, no estado do Rio de Janeiro. A espécie era conhecida de três localidades no passado, das quais duas estão totalmente antropizadas e descaracterizadas, o que fragmentou severamente seu habitat e, consequentemente, sua população pela interrupção de fluxo gênico. A localidade-tipo é uma poça temporária próxima a um pequeno córrego do sistema lagunar de Maricá, que foi parcialmente drenado. Originalmente eram conhecidas diversas subpopulações que ocupavam áreas amplas, mas atualmente as poucas remanescentes encontram-se em ambientes de, no máximo, 50 m². A Área de Ocupação (AOO) da espécie é de 4 km². A principal ameaça é dada pela expansão urbana e especulação imobiliária. Sua área de ocorrência remanescente sofre com o despejo de lixo e degradação continuada por aterro e drenagem das águas. Em função da redução de sua distribuição ao longo dos últimos anos, Nematolebias papilliferus foi categorizada como Criticamente em Perigo (CR) pelo critério B2ab(i,ii,iii,iv)."",""Sim"",""Sim"",""Rio de Janeiro"",""|Sudeste|"",""Mata Atlântica"",""Sub-bacia Litoral RJ"","""","""","""",""Não"",""Declinando"",""1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.1 - Expansão urbana 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.3 - Outras modificações nos ecossistemas"","""",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação dos Peixes Rivulídeos Ameaçados de Extinção - 2º ciclo"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Actinopterygii"",""Cyprinodontiformes"",""Rivulidae"",""Notholebias"",""Notholebias minimus"",""Notholebias minimus"",""(Myers, 1942)"",""Peixe anual, Peixe das nuvens"",""Peixes Continentais"",""05/2019"",""Em Perigo"","""",""B1ab(i,ii,iii,iv)"",""Notholebias minimus é endêmica do Brasil, ocorre na região da bacia do rio Guandu, municípios de Itaguaí e Seropédica, e na porção oeste do município do Rio de Janeiro, estado do Rio de Janeiro. Considerada bastante abundante no passado e conhecida até poucos anos atrás de muitas poças na região ao oeste da cidade do Rio de Janeiro, reconhece-se que aproximadamente 90% das poças foram extintas pelo processo de expansão urbana e as que restam se encontram em situação crítica. Sabe-se de apenas duas subpopulações em condições saudáveis, uma no Parque Municipal Bosque da Barra, RJ e outra na Flona Mário Xavier, em Seropédica/RJ. Esta última subpopulação é composta de diversas poças que resistiram à implantação do Arco Metropolitano (BR 493 e BR 116). A Extensão de Ocorrência (EOO) calculada é de 189 km², em um ambiente severamente fragmentado, que contribuiu para também isolar subpopulações. Há, portanto, declínio da extensão de ocorrência, área de ocupação, qualidade de hábitat e no número de subpopulações. Dessa forma, Notholebias minimus foi categorizada como Em Perigo (EN) pelos critérios B1ab(i,ii,iii,iv)."",""Sim"",""Sim"",""Rio de Janeiro"",""|Sudeste|"",""Mata Atlântica"",""Sub-bacia Litoral RJ"",""FLONA Mario Xavier"","""","""",""Não"",""Declinando"",""1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.1 - Expansão urbana"","""",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação dos Peixes Rivulídeos Ameaçados de Extinção, Plano de Ação Nacional para a Conservação dos Peixes Rivulídeos Ameaçados de Extinção - 2º ciclo"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Actinopterygii"",""Cyprinodontiformes"",""Rivulidae"",""Ophthalmolebias"",""Ophthalmolebias bokermanni"",""Ophthalmolebias bokermanni"",""(Carvalho & Cruz, 1987)"",""Peixe anual, Peixes das Nuvens"",""Peixes Continentais"",""05/2019"",""Criticamente em Perigo"",""Não"",""B2ab(iii)"",""Ophthalmolebias bokermanni é endêmica do Brasil e conhecida apenas da localidade-tipo, um alagado temporário na CEPLAC (Comissão Executiva do Plano da Lavoura Cacaueira), na várzea do rio Cachoeira, município de Ilhéus, estado da Bahia. A espécie habita poças temporárias de água doce no interior de mata densa. A principal ameaça identificada é a perda de hábitat devido à destruição das florestas e cabrucas próximas às margens do rio Cachoeira. A área de ocupação (AOO) foi calculada em 4 km², com uma única localização e declínio continuado da qualidade do hábitat. Por isso, O. bokermanni foi categorizada como Criticamente em Perigo (CR) pelo critério B2ab(iii)."",""Sim"",""Sim"",""Bahia"",""|Nordeste|"",""Mata Atlântica"",""Sub-bacia Contas"","""","""","""",""Não"",""Desconhecida"",""11 - Mudanças e extremos climáticos|11.1 - Mudança/alteração de habitat 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.1 - Culturas anuais e perenes não-madeireiras|2.1.4 - Agricultura de escala desconhecida 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.3 - Outras modificações nos ecossistemas"","""",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação dos Peixes Rivulídeos Ameaçados de Extinção, Plano de Ação Nacional para a Conservação dos Peixes Rivulídeos Ameaçados de Extinção - 2º ciclo"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Actinopterygii"",""Cyprinodontiformes"",""Rivulidae"",""Ophthalmolebias"",""Ophthalmolebias rosaceus"",""Ophthalmolebias rosaceus"",""(Costa, Nielsen & de Luca, 2001)"",""Peixe anual, Peixe das nuvens"",""Peixes Continentais"",""05/2019"",""Criticamente em Perigo"",""Não"",""B2ab(ii,iii)"",""Ophthalmolebias rosaceus é endêmica do Brasil, conhecida apenas de sua localidade-tipo, na bacia do médio rio Pardo, município de Itapetinga, estado da Bahia. Trata-se de uma espécie sensível às alterações do ambiente, cujo único habitat conhecido é uma poça temporária próxima ao rio Pardo, na estrada entre Potiraguá e Itapetinga, onde foi registrada apenas no ano 2.000, mesmo havendo esforço de amostragem posterior. A Área de Ocupação (AOO) conhecida, portanto, é de 4 km². O entorno da localidade-tipo é acidentado, sem ambientes promissores para a ocorrência da espécie. Acredita-se, porém, que no passado, a espécie tinha uma área de ocorrência maior, hoje descaracterizada principalmente pela conversão do seu habitat em áreas de pastagem, caracterizando o declínio da qualidade do habitat. Considera-se, portanto, a pecuária como principal ameaça, configurando apenas uma localização (a=1). Por esses motivos, Ophthalmolebias rosaceus foi categorizada como Criticamente em Perigo (CR) pelo critério B2ab(ii,iii)."",""Sim"",""Sim"",""Bahia"",""|Nordeste|"",""Mata Atlântica"",""Sub-bacia Jequitinhonha"","""","""","""",""Não"",""Desconhecida"",""2 - Agropecuária e Aquacultura|2.1 - Culturas anuais e perenes não-madeireiras|2.1.4 - Agricultura de escala desconhecida 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.3 - Pecuária|2.3.4 - Pecuária em escala desconhecida 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.3 - Outras modificações nos ecossistemas"","""",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação dos Peixes Rivulídeos Ameaçados de Extinção, Plano de Ação Nacional para a Conservação dos Peixes Rivulídeos Ameaçados de Extinção - 2º ciclo"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Actinopterygii"",""Cyprinodontiformes"",""Rivulidae"",""Ophthalmolebias"",""Ophthalmolebias suzarti"",""Ophthalmolebias suzarti"",""(Costa, 2004)"",""Peixe anual, Peixe das nuvens"",""Peixes Continentais"",""05/2019"",""Vulnerável"","""",""D2"",""Ophthalmolebias suzarti é endêmica do Brasil, conhecida apenas da localidade-tipo, uma poça temporária na várzea do rio Pardo, em Canavieiras, estado da Bahia. A Área de Ocupação (AOO) conhecida permanece bastante restrita, calculada em 4 km². As principais ameaças incluem a ocupação urbana, visto que se trata de região de planície costeira, sujeita à expansão de empreendimentos hoteleiros, e o desmatamento, que é crescente na área e já afetou 76% da área da microbacia. A consolidação desses impactos impõe ameaças potenciais que podem levar o táxon a CR ou EX em curto prazo. Portanto, considerando as informações disponíveis, Ophthalmolebias suzarti foi categorizada como Vulnerável (VU) pelo critério D2."",""Sim"",""Sim"",""Bahia"",""|Nordeste|"",""Mata Atlântica"",""Sub-bacia Jequitinhonha"","""","""","""",""Não"",""Desconhecida"",""1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.1 - Expansão urbana 1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.3 - Áreas de turismo e recreação 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.3 - Outras modificações nos ecossistemas"","""",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação dos Peixes Rivulídeos Ameaçados de Extinção - 2º ciclo"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Actinopterygii"",""Cyprinodontiformes"",""Rivulidae"",""Simpsonichthys"",""Simpsonichthys boitonei"",""Simpsonichthys boitonei"",""Carvalho, 1959"",""Peixe anual, Peixe das nuvens"",""Peixes Continentais"",""05/2019"",""Criticamente em Perigo"",""Não"",""B1ab(iii,iv)"",""Simpsonichthys boitonei é endêmica do Brasil e habita poças temporárias em matas de galeria e campos úmidos da drenagem do rio São Bartolomeu, bacia do alto rio Paraná, no Distrito Federal. Até a década de 1960, subpopulações da espécie podiam ser encontradas em diversas veredas dos afluentes do Lago Paranoá. A conversão de brejos e veredas em áreas agrícolas e urbanas para a construção de Brasília, o poluição e o aterramento dos habitats, aliados à captura não regulada por aquaristas, levaram a espécie à extinção na localidade-tipo e em quase todas as outras áreas pretéritas de sua distribuição. A partir da década de 1980, S. boitonei passou a ser registrada em duas novas localidades, principalmente numa vereda do córrego Taquara, bacia do ribeirão Gama, afluente sul do Lago Paranoá, localizado dentro da Estação Ecológica do Jardim Botânico, onde a subpopulação é considerada abundante. Ainda assim, sua extensão de ocorrência (EOO) é restrita, calculada em 61 km² pelo mínimo polígono convexo. Embora as atuais localidades de ocorrência da espécie estejam razoavelmente bem protegidas, a região do entorno é intensamente ocupada, caracterizando declínio continuado da qualidade de habitat e perda sabida de subpopulações, o que torna S. boitonei dependente da manutenção da unidade de conservação para continuar existindo. Considerando a urbanização como principal ameaça, foram identificadas três localizações. Portanto, Simpsonichthys boitonei foi categorizada como Criticamente em Perigo (CR) pelo critério B1ab(iii,iv)."",""Sim"",""Sim"",""Distrito Federal"",""|Centro-Oeste|"",""Cerrado"",""Sub-bacia Paranaíba"",""APA Planalto Central"",""APA DA BACIA DOS RIBEIRÕES DO GAMA E CABEÇA DE VEADO, RESERVA BIOLÓGICA DO GUARÁ"","""",""Não"",""Desconhecida"",""1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.1 - Expansão urbana 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.1 - Culturas anuais e perenes não-madeireiras|2.1.4 - Agricultura de escala desconhecida 9 - Poluição|9.3 - Agropecuária e florestal|9.3.2 - Erosão do solo/sedimentação"",""3 - Animais de estimação/ornamentais"",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação dos Peixes Rivulídeos Ameaçados de Extinção, Plano de Ação Nacional para a Conservação dos Peixes Rivulídeos Ameaçados de Extinção - 2º ciclo"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Arthropoda"",""Malacostraca"",""Decapoda"",""Aeglidae"",""Aegla"",""Aegla inconspicua"",""Aegla inconspicua"",""Bond-Buckup & Buckup, 1994"",""Egla"",""Invertebrados de Água Doce"",""10/2019"",""Vulnerável"","""",""B1ab(iii)"",""Aegla inconspicua é uma espécie endêmica do Brasil, distribuída no nordeste do estado do Rio Grande do Sul, nas Bacias dos Rios Sinos e Caí. A extensão de ocorrência (EOO) foi calculada em 12.623 km2 a partir da área do mínimo polígono convexo formado pelas microbacias onde a espécie já foi registrada. A região de ocorrência da espécie é impactada por intensa atividade agropecuária e urbanização, que resultam em perda da qualidade do habitat e fragmentação da população. Por essas razões, A. inconspicua foi categorizada como Vulnerável (VU), pelo critério B1ab(iii)."",""Sim"",""Sim"",""Rio Grande do Sul"",""|Sul|"",""Mata Atlântica, Pampa"",""Sub-bacia Guaíba"","""",""ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL DO BANHADO GRANDE"","""",""Não"",""Desconhecida"",""1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.1 - Expansão urbana 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.1 - Culturas anuais e perenes não-madeireiras|2.1.4 - Agricultura de escala desconhecida"","""",""Plano de Ação Nacional (PAN), Proteção de recursos/habitat"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação dos Peixes e Eglas da Mata Atlântica"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Actinopterygii"",""Cyprinodontiformes"",""Rivulidae"",""Xenurolebias"",""Xenurolebias myersi"",""Xenurolebias myersi"",""(Carvalho, 1971)"",""Peixe anual, Peixe das nuvens"",""Peixes Continentais"",""05/2019"",""Em Perigo"","""",""B1ab(iii,iv,v)+2ab(iii,iv,v)"",""Xenurolebias myersi é endêmica do Brasil e ocorre no bioma Mata Atlântica, nas baixadas costeiras do entorno do município de Itaúnas, no estado do Espírito Santo. A Extensão de Ocorrência da espécie foi calculada em 343 km² e sua Área de Ocupação é de 12 km². Parte da população de Xenurolebias myersi ocorre dentro do Parque Estadual de Itaúnas. O Parque, no entanto, visa principalmente à proteção dos ambientes de praia, e suas matas estão bastante descaracterizadas. A principal ameaça decorre da conversão de ambientes pela expansão urbana das áreas litorâneas";" por isso, são conhecidas apenas quatro subpopulações, que ocupam pequenas áreas, sendo duas delas situadas no limite do Parque e já sob impacto da urbanização, delimitando menos do que 5 localizações. Há declínio continuado na qualidade do hábitat e, além disso, a substituição da mata nativa por plantações de eucalipto no entorno da unidade de conservação impacta a espécie e possivelmente extirpou ao menos uma de suas subpopulações. Por esse motivo, Xenurolebias myersi foi categorizada como Em Perigo (EN) pelos critérios B1ab(iii,iv,v)+2ab(iii,iv,v)."",""Sim"",""Sim"",""Bahia, Espírito Santo"",""|Nordeste|Sudeste|"",""Mata Atlântica, Sistema Costeiro-Marinho"",""Sub-bacia Litoral BA ES"","""",""PARQUE ESTADUAL DE ITAÚNAS"","""",""Não"",""Declinando"",""1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.1 - Expansão urbana 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.2 - Silvicultura|2.2.3 - Plantações em escala desconhecida"",""3 - Animais de estimação/ornamentais"",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação dos Peixes Rivulídeos Ameaçados de Extinção, Plano de Ação Nacional para a Conservação dos Peixes Rivulídeos Ameaçados de Extinção - 2º ciclo"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;; "Animalia,""Arthropoda"",""Insecta"",""Zygoptera"",""Coenagrionidae"",""Aceratobasis"",""Aceratobasis cornicauda"","""",""(Calvert, 1909)"",""Libélula"",""Invertebrados de Água Doce"",""05/2014"",""Vulnerável"","""",""B2ab(i,ii,iii)"",""Aceratobasis cornicauda é endêmica do Brasil, ocorrendo em quinze localidades nos estados do Espírito Santo e Bahia. Sua extensão de ocorrência foi estimada em 11.000 km2. Essa espécie parece estar associada a ambientes florestais, o que permite estabelecer que a perda desse ambiente dentro de sua extensão de ocorrência tem efeito direto sobre sua manutenção na paisagem. Assim sua área de ocupação, considerando apenas a presença de remanescentes florestais dentro da extensão de ocorrência, foi estimada em 1.800 km2. Sua área de ocupação encontra-se fragmentada pelo intenso processo de conversão para agricultura, plantios de Eucalipto e ambientes urbanizados onde a espécie não é capaz de persistir. As alterações nessa paisagem levam a uma severa perda de extensão e qualidade de habitat, representado uma ameaça direta sobre a população. A região de sua distribuição foi recentemente foco de estudos com intenso esforço amostral que resultaram na identificação apenas de poucas novas subpopulações o que pode indicar sua sensibilidade ao processo de fragmentação e perda de habitat na região. Considerando essa situação, Aceratobasis cornicauda foi categorizada como Vulnerável (VU) pelo critério B2ab(i,ii,iii)."",""Sim"",""Não"",""Espírito Santo"",""|Sudeste|"",""Mata Atlântica"",""Sub-bacia Litoral BA ES Sub-bacia Litoral ES"",""FLONA do Rio Preto, REBIO do Córrego Grande"","""","""",""Não"",""Desconhecida"",""1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.1 - Expansão urbana 2 - Agropecuária e Aquacultura 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.2 - Silvicultura"","""","""","""","""","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Reptilia"",""Squamata"",""Amphisbaenidae"",""Amphisbaena"",""Amphisbaena arda"","""",""Rodrigues, 2003"",""cobra-de-duas-cabeças"",""Répteis"",""08/2014"",""Em Perigo"","""",""B1ab(iii)"",""Amphisbaena arda é endêmica do Brasil, do bioma Caatinga, conhecida apenas de uma localidade no estado da Bahia, na margem esquerda do rio São Francisco, em ambiente de duna. A espécie é aparentemente rara. Devido a seu hábito fossorial e a ter habitat específico em solo arenoso de dunas, estima-se que sua extensão de ocorrência seja menor que a área da duna, aproximando-se de 5.000km2. A localidade de ocorrência foi considerada como uma única localização já que a área está sob pressão antrópica em decorrência da retirada de areia, afetando diretamente a espécie. Essa atividade, associada ao pisoteio, retirada de lenha e agricultura, causa a desestabilização da duna e declínio contínuo da qualidade do habitat. Por essas razões, Amphisbaena arda foi categorizada como Em Perigo (EN), pelo critério B1ab(iii)."",""Sim"",""Não"","""",""||"","""","""","""","""","""","""",""Desconhecida"",""2 - Agropecuária e Aquacultura|2.1 - Culturas anuais e perenes não-madeireiras 3 - Produção energética e mineração|3.2 - Mineração|3.2.1 - Extração de areia 3 - Produção energética e mineração|3.3 - Energia renovável|3.3.3 - Parque de energia solar 5 - Uso de recursos biológicos|5.3 - Extração florestal|5.3.3 - Efeitos indiretos - subsistência/pequena escala"","""","""","""","""","""",""""";;;;;; "Animalia,""Arthropoda"",""Malacostraca"",""Decapoda"",""Aeglidae"",""Aegla"",""Aegla leptodactyla"","""",""Buckup & Rossi, 1977"",""Egla"",""Invertebrados Marinhos"",""09/2013"",""Vulnerável"","""",""B1ab(iii)"",""Aegla leptodactyla Buckup & Rossi, 1977 distribui-se no nordeste do RS e planalto de SC, a extensão de ocorrência (EOO) é menor que 20.000 km² (5.260 km²), com população severamente fragmentada, em áreas com declínio continuado na qualidade do habitat. Considerando as informações, a espécie foi categorizada como Vulnerável (VU), atendendo o critério B1ab(iii)."",""Sim"",""Não"","""",""||"",""Mata Atlântica"","""","""",""PARQUE ESTADUAL DO TAINHAS"","""","""","""","""","""","""","""","""","""",""""";;;;;; "Animalia,""Arthropoda"",""Malacostraca"",""Decapoda"",""Aeglidae"",""Aegla"",""Aegla perobae"","""",""Hebling & Rodrigues, 1977"",""Egla"",""Invertebrados Marinhos"",""09/2010"",""Criticamente em Perigo"",""Não"",""B2ab(iii,v)"",""A espécie é endêmica do município de São Pedro (SP), encontrada somente em 10 localizações. Sua área de ocupação (AOO) é estimada em 0,02km². Sua população está severamente fragmentada e as subpopulações estão reprodutivamente isoladas. Seu habitat sofre contínua degradação em função do avanço da agropecuária. A poluição doméstica e uso de agrotóxicos nos trechos a montante das áreas de ocorrência contribuem para agravar ainda mais a degradação do habitat. Entre 2009 e 2011 observou-se uma significativa diminuição no tamanho da população."",""Sim"",""Não"","""",""||"","""","""","""","""","""","""","""",""2 - Agropecuária e Aquacultura 7 - Modificações nos sistemas naturais 9 - Poluição|9.3 - Agrícola e florestal 9 - Poluição|9.4 - Lixo e resíduos sólidos"","""",""Manejo de locais/áreas, Proteção de locais/áreas"","""","""","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Actinopterygii"",""Cyprinodontiformes"",""Rivulidae"",""Hypsolebias"",""Hypsolebias ghisolfii"",""Hypsolebias ghisolfii"",""(Costa, Cyrino & Nielsen, 1996)"",""Peixe anual"",""Peixes Continentais"",""05/2019"",""Em Perigo"","""",""B1ab(ii,iii,iv)+2ab(ii,iii,iv)"",""Hypsolebias ghisolfii é endêmica do Brasil e vive em alagados temporários nas várzeas da drenagem do rio das Rãs, bacia do rio São Francisco, estado da Bahia. No passado, era bastante abundante, encontrada em dezenas de poças numa ampla área, comumente em simpatria com H. fulminantis e C. leptocephalus. Os ambientes foram bastante alterados na região da localidade-tipo, com redução significativa de indivíduos, tornando a espécie ainda mais vulnerável. Atualmente é conhecida de apenas três alagados. A principal ameaça é a destruição de hábitat pela expansão urbana. Além disso, a atividade agrícola e a pressão de coleta por aquaristas representam impactos adicionais. A extensão de ocorrência (EOO) foi calculada em 1.642 km2, a área de ocupação (AOO) em 12 km2, com três localizações e declínio continuado da área de ocupação, qualidade do hábitat e número de subpopulações em função dos impactos identificados. Por isso, H. ghisolfii foi categorizada como Em Perigo (EN) pelos critérios B1ab(ii,iii,iv)+2ab(ii,iii,iv)."",""Sim"",""Sim"",""Bahia"",""|Nordeste|"",""Caatinga"",""Sub-bacia São Francisco Médio"","""","""","""",""Não"",""Declinando"",""1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.2 - Áreas comerciais e industriais 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.1 - Culturas anuais e perenes não-madeireiras|2.1.4 - Agricultura de escala desconhecida 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.3 - Captura intencional - comércio internacional 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.2 - Represas e uso de água|7.2.3 - Captação de água de superfície - uso na agricultura 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.3 - Outras modificações nos ecossistemas"",""3 - Animais de estimação/ornamentais"",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação das Espécies Ameaçadas de Extinção da Fauna Aquática da Bacia do Rio São Francisco, Plano de Ação Nacional para a Conservação dos Peixes Rivulídeos Ameaçados de Extinção, Plano de Ação Nacional para a Conservação dos Peixes Rivulídeos Ameaçados de Extinção - 2º ciclo"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Arthropoda"",""Insecta"",""Coleoptera"",""Lucanidae"",""Altitatiayus"",""Altitatiayus koikei"","""",""Grossi, 2010"",""besouro-tesoura"",""Invertebrados Terrestres"",""10/2014"",""Vulnerável"","""",""D2"",""Altitatiayus koikei é endêmica do Brasil, conhecida apenas da localidade-tipo, na Floresta Nacional de Passa Quatro. A espécie é encontrada somente em altitude superior a 2700m. Embora ocorra em uma unidade de conservação, a área de ocupação da espécie é extremamente restrita (1000m2). A espécie tem tamanho pequeno (13,5mm), é diurna e não tem capacidade de voo, utilizando o caminho das trilhas durante o dia. Já foi observado o pisoteio de alguns exemplares de outras espécies, podendo representar uma ameaça. No entanto, não é possível avaliar o impacto dessa ameaça na população da espécie. Também não há informações sobre a biologia da espécie. Considerando apenas uma localização e AOO de 1000m2, Altitatiayus koikei foi categorizada como Vulnerável, segundo critério D2."",""Sim"",""Não"",""Minas Gerais"",""|Sudeste|"",""Mata Atlântica"",""Sub-bacia Paraíba do Sul"",""APA Serra da Mantiqueira"","""",""RPPN PEDRA DA MINA"",""Não"",""Desconhecida"",""11 - Mudanças e extremos climáticos 6 - Distúrbios humanos|6.1 - Atividades recreacionais/turísticas 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.1 - Incêndios e supressão de incêndios|7.1.1 - Aumento da frequência/intensidade de incêndios"","""","""","""","""","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Mammalia"",""Rodentia"",""Cricetidae"",""Akodon"",""Akodon mystax"","""",""Hershkovitz, 1998"",""Caparaó Grass Mouse, Rato-do-chão do Caparaó"",""Mamíferos"",""06/2013"",""Vulnerável"","""",""D2"",""Akodon mystax é endêmico do Brasil, conhecido somente na localidade tipo, Parque Nacional do Caparaó, em área de altitude elevada, acima de 1800m. A espécie ocorre em apenas uma localização. A área recebe constantemente visitação estando sujeita a incêndios antropogênicos. Além disso, por ser apenas uma população está sujeita a eventos estocásticos como epizootias ou mudanças ambientais. Estas são ameaças plausíveis que poderão levar a espécie à categoria de Criticamente em Perigo ou Extinta em futuro próximo. Desta forma, a espécie foi classificada como Vulnerável (VU) pelo critério D2."",""Sim"",""Não"","""",""||"","""","""","""","""","""","""",""Desconhecida"","""","""","""","""","""","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Actinopterygii"",""Cyprinodontiformes"",""Rivulidae"",""Anablepsoides"",""Anablepsoides cearensis"","""",""(Costa & Vono, 2009)"",""Peixe-anual"",""Peixes Continentais"",""10/2011"",""Criticamente em Perigo"",""Não"",""B2ab(i,ii,iii,iv)"",""Anablepsoides cearensis é conhecida apenas da localidade-tipo, uma mancha de mata no meio da Caatinga, no município de São Gonçalo do Amarante, estado do Ceará, Brasil. Apesar de ter sido descrita há pouco tempo (2009), esforços de coleta intensivos foram realizados na região da localidade-tipo, não tendo sido encontrado qualquer outro registro de subpopulações desta espécie. A Área de Ocupação (AOO) conhecida é menor do que 10 km² (CR B2). Trata-se de uma espécie pertencente a um grupo exclusivo da Amazônia e Guianas, tendo sido, neste caso, coletada na Caatinga. Estuda-se incluí-la em um novo gênero. De forma geral, a ocupação agropecuária e urbana são ameaças ao bioma da Caatinga e o desmatamento atinge as formações de vegetação ciliar em praticamente toda sua extensão. A poluição de cursos d’água por esgotos urbanos, agrotóxicos e efluentes industriais, além de barramento e interligações de rios são também fatores potencialmente impactantes para a biota aquática. Em função de sua raridade e ameaças potenciais, Anablepsoides cearensis foi categorizada como Criticamente em Perigo (CR) pelos critérios B2ab(i,ii,iii,iv)."",""Sim"",""Não"",""Ceará"",""|Nordeste|"",""Caatinga"",""Sub-bacia Litoral CE PI"","""","""","""",""Desconhecido"",""Desconhecida"","""","""","""","""","""","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Aves"",""Caprimulgiformes"",""Caprimulgidae"",""Hydropsalis"",""Hydropsalis candicans"",""Hydropsalis candicans"",""(Pelzeln, 1867)"",""bacurau-de-rabo-branco"",""Aves"",""10/2018"",""Em Perigo"","""",""B2ab(ii,iii,iv)"",""Hydropsalis candicans distribuía-se no norte da Bolívia, leste do Paraguai, centro e sudeste do Brasil. Atualmente, no Brasil, só há registros no PARNA das Emas e na região de Uberaba/MG. Habita preferencialmente campos abertos com árvores e arbustos esparsos. Sua área de ocupação (AOO) foi calculada em 376 km². A população é severamente fragmentada, tendo mais de 50% de sua área de ocupação (PARNA das Emas) separada por grandes distâncias, não havendo fluxo gênico. Há declínio continuado da área de ocupação, da qualidade do habitat e do número de subpopulações devido à destruição de habitat (conversão de florestas em pastagem e plantações, presença de gramíneas invasoras, supressão dos campos naturais por atividades minerárias para exploração de argila refratária e invasão de Pinus). Além disso, apesar de ser unidade de conservação, o PARNA está frequentemente sujeito a grandes incêndios antrópicos que chegam a consumir a maior parte da unidade. Dessa forma, H. candicans foi categorizada como Em Perigo (EN) pelo critério B2ab(ii,iii,iv)"",""Não"",""Sim"",""Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, São Paulo"",""|Centro-Oeste|Sudeste|"",""Cerrado"",""Sub-bacia Paranaíba Sub-bacia Paraná RH1"",""PARNA das Emas"","""","""",""Não"",""Declinando"",""2 - Agropecuária e Aquacultura|2.1 - Culturas anuais e perenes não-madeireiras|2.1.4 - Agricultura de escala desconhecida 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.1 - Incêndios e supressão de incêndios|7.1.1 - Aumento da frequência/intensidade de incêndios 8 - Espécies invasoras problemáticas e doenças|8.1 - Espécies exóticas|8.1.2 - Espécie não conhecida|8.1.2.1 - Competidores"","""",""Manejo de locais/áreas, Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação das Aves Ameaçadas do Bioma Amazônia, Plano de Ação Nacional para a Conservação das Aves do Cerrado e Pantanal, Plano de Ação Nacional para a Conservação das Aves do Cerrado e Pantanal - 2º ciclo"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Aves"",""Psittaciformes"",""Psittacidae"",""Pyrrhura"",""Pyrrhura molinae"",""Pyrrhura molinae"",""(Massena & Souancé, 1854)"",""tiriba-de-cauda-vermelha"",""Aves"",""10/2018"",""Vulnerável"","""",""B1ab(iii)"",""Pyrrhura molinae ocorre na Bolívia, Paraguai, Argentina e, no sudoeste do Brasil, em matas secas e de galeria, no Mato Grosso e Mato Grosso do Sul. Os registros recentes da espécie no Brasil são restritos a poucas localidades, porém é localmente comum. A principal ameaça é a perda de habitat devido à destruição das matas secas por extração de carvão, mineração de calcário e ferro, expansão agropecuária e desmatamento nas bordas do Pantanal. Nesse contexto, a população está severamente fragmentada, com extensão de ocorrência (EOO) calculada em 17.865 km2 e declínio na qualidade do habitat em função da degradação das matas secas. Assim sendo, P. molinae foi categorizada como Vulnerável (VU) pelo critério B1ab(iii)."",""Não"",""Sim"",""Mato Grosso, Mato Grosso do Sul"",""|Centro-Oeste|"",""Amazônia, Pantanal"",""Sub-bacia Madeira Sub-bacia Paraguai 01 Sub-bacia Paraguai 02 Sub-bacia Paraguai 03"",""PARNA do Pantanal Mato-grossense"","""","""",""Não"",""Desconhecida"",""1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.1 - Expansão urbana 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.1 - Culturas anuais e perenes não-madeireiras|2.1.4 - Agricultura de escala desconhecida 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.2 - Silvicultura|2.2.3 - Plantações em escala desconhecida 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.3 - Pecuária|2.3.4 - Pecuária em escala desconhecida 3 - Produção energética e mineração|3.2 - Mineração|3.2.3 - Extração de minérios - subsolo 5 - Uso de recursos biológicos|5.1 - Caça e captura de animais terrestres ou marinhos|5.1.1 - Caça/captura intencional (a espécie é o alvo)|5.1.1.2 - Comercial - Nacional/Local 5 - Uso de recursos biológicos|5.1 - Caça e captura de animais terrestres ou marinhos|5.1.1 - Caça/captura intencional (a espécie é o alvo)|5.1.1.3 - Comercial - Internacional 5 - Uso de recursos biológicos|5.3 - Extração florestal|5.3.5 - Motivação desconhecida"",""3 - Animais de estimação/ornamentais"",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação das Aves do Cerrado e Pantanal, Plano de Ação Nacional para a Conservação das Aves do Cerrado e Pantanal - 2º ciclo"",""CITES - Anexo II, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Aves"",""Charadriiformes"",""Scolopacidae"",""Numenius"",""Numenius hudsonicus"",""Numenius hudsonicus"",""Latham, 1790"",""maçarico-de-bico-torto"",""Aves"",""10/2017"",""Vulnerável"","""",""A2b"",""Numenius hudsonicus, espécie migratória que passa o período não-reprodutivo no Brasil, é registrada em grande parte da costa brasileira. As maiores concentrações conhecidas da espécie ocorrem no Pará e Maranhão, onde foi registrado declínio populacional em um período de 27,3 anos (três gerações). Ainda que os dados não sejam precisos para toda a população brasileira, avaliando as informações pontuais existentes no Brasil, em países vizinhos e em áreas de passagem da espécie durante a migração, registram-se perdas populacionais da ordem de 50% ou mais. Por inferência, pode-se afirmar que a população brasileira atinja, no mínimo, 30% de perda populacional nas três gerações passadas. Dessa forma, N. hudsonicus foi categorizada como Vulnerável (VU) A2b."",""Não"",""Sim"",""Alagoas, Amapá, Amazonas, Bahia, Ceará, Espírito Santo, Maranhão, Mato Grosso do Sul, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe"",""|Centro-Oeste|Nordeste|Norte|Sudeste|Sul|"",""Amazônia, Caatinga, Cerrado, Mata Atlântica, Pampa, Pantanal"",""Sub-bacia Amapá Litoral Sub-bacia Contas Sub-bacia Foz Amazonas Sub-bacia Gurupi Sub-bacia Itapecuru Sub-bacia Itapecuru-Paraguaçu Sub-bacia Jaguaribe Sub-bacia Litoral AL PE PB Sub-bacia Litoral BA ES Sub-bacia Litoral CE PB Sub-bacia Litoral CE PI Sub-bacia Litoral ES Sub-bacia Litoral RJ Sub-bacia Litoral RS Sub-bacia Litoral SE Sub-bacia Litoral SP Sub-bacia Litoral SP PR SC Sub-bacia Mearim Sub-bacia Paraguai 02 Sub-bacia Paraíba Sub-bacia Paraíba do Sul Sub-bacia Parnaíba Baixo Sub-bacia Piranhas Sub-bacia São Francisco Baixo Sub-bacia Tocantins Baixo Sub-bacia Trombetas"",""APA Barra do Rio Mamanguape, APA Cananéia-Iguape-Peruíbe, APA Delta do Parnaíba, APA Fernando de Noronha, APA Piaçabuçú, PARNA da Lagoa do Peixe, PARNA do Cabo Orange, PARNA Lençóis Maranhenses, PARNA Marinho de Fernando de Noronha, RESEX Acaú-Goiana, RESEX Cururupu, RESEX Marinha Mestre Lucindo"",""APA ILHA COMPRIDA, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL BAÍA DE CAMAMU, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL BAÍA DE TODOS OS SANTOS, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL BONFIM/GUARAÍRA, ÁREA DE PROTEçãO AMBIENTAL DA FOZ DO RIO DAS PREGUIçAS - PEQUENOS LENçóIS - REGIãO LAGUNAR ADJACENTE, ÁREA DE PROTEçãO AMBIENTAL DAS REENTRâNCIAS MARANHENSES, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL DE PRESIDENTE FIGUEIREDO - CAVERNA DO MOROAGA, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL DE SIRINHAÉM, ÁREA DE PROTEçãO AMBIENTAL DE UPAON-AçU / MIRITIBA / ALTO PREGUIçAS, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL DO ARQUIPÉLAGO DO MARAJÓ, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL DO RIO PACOTI, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL PONTA DA BALEIA / ABROLHOS, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL SANTO ANTÔNIO"",""Estação Veracel, RPPN Adão e Eva, RPPN CEFLUSMME, RPPN Ecoparque de Una, RPPN El Nagual, RPPN Fazenda Boa Esperança, RPPN Fazenda Sayonara, RPPN Gleba O Saquinho de Itapirapuá, RPPN Ilha do Caju, RPPN Juerana, RPPN Lagoa do Peixe, RPPN Mercês Sabiaquaba e Nazário, RPPN Morro das Aranhas, RPPN Reserva Rizzieri, RPPN Sítio do Jacu, RPPN Sítio Jaquarema"",""Sim"",""Declinando"",""11 - Mudanças e extremos climáticos|11.1 - Mudança/alteração de habitat 1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.1 - Expansão urbana 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.4 - Aquacultura marinha e de água doce|2.4.3 - Aquacultura em escala desconhecida 3 - Produção energética e mineração|3.1 - Extração de petróleo e gás natural 4 - Transportes e serviços de transmissão|4.3 - Portos 4 - Transportes e serviços de transmissão|4.7 - Linhas de força/transmissão 5 - Uso de recursos biológicos|5.1 - Caça e captura de animais terrestres ou marinhos|5.1.1 - Caça/captura intencional (a espécie é o alvo)|5.1.1.4 - Esportiva 6 - Distúrbios humanos|6.1 - Atividades recreacionais/turísticas"","""",""Conscientização/comunicação, Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação das Aves Limícolas Migratórias - 2º ciclo, Plano de Ação Nacional para Conservação das Aves Limícolas Migratórias"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Arthropoda"",""Insecta"",""Lepidoptera"",""Nymphalidae"",""Scada"",""Scada karschina delicata"",""Scada karschina delicata"",""Talbot, 1932"",""Borboleta"",""Invertebrados Terrestres"",""08/2021"",""Vulnerável"","""",""B1ab(iii)"",""Scada karschina delicata é endêmica do Brasil, registrada apenas em Alagoas e Pernambuco, em fragmentos de Mata Atlântica preservados, em altitudes de 300 a 700m, desde próximo a costa até alguns brejos na região do agreste. Sua extensão de ocorrência (EOO) foi calculada em 5.706km2. A região é profundamente impactada pela expansão da malha urbana e pelas atividades agropecuárias, geralmente associadas à aplicação de pesticidas, herbicidas e intenso uso do fogo. Essas ameaças promovem redução, fragmentação e declínio continuado da qualidade do habitat remanescente. Uma vez que a espécie não ocupa habitats alterados, a fragmentação do habitat se converte em fragmentação severa da sua população. Por essas razões, Scada karschina delicata foi categorizada como Vulnerável (VU), pelo critério B1ab(iii)."",""Sim"",""Sim"",""Alagoas, Pernambuco"",""|Nordeste|"",""Caatinga, Mata Atlântica"",""Sub-bacia Litoral AL PE PB"",""REBIO de Pedra Talhada"",""ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL DE MURICÍ"",""RPPN Frei Caneca"",""Desconhecido"",""Desconhecida"",""1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.1 - Expansão urbana 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.1 - Culturas anuais e perenes não-madeireiras|2.1.4 - Agricultura de escala desconhecida 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.3 - Pecuária|2.3.4 - Pecuária em escala desconhecida 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.1 - Incêndios e supressão de incêndios|7.1.1 - Aumento da frequência/intensidade de incêndios 9 - Poluição|9.3 - Agropecuária e florestal|9.3.3 - Herbicidas e pesticidas"","""",""Criação de áreas protegidas, Plano de Ação Nacional (PAN), Proteção de recursos/habitat, Restauração de habitat e processos naturais"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação de Insetos Polinizadores, Plano de Ação Nacional para a Conservação de Lepidópteros"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Arthropoda"",""Arachnida"",""Scorpiones"",""Buthidae"",""Ananteris"",""Ananteris infuscata"","""",""Lourenço, Giupponi & Leguin, 2013"",""Escorpião"",""Invertebrados Terrestres"",""03/2014"",""Em Perigo"","""",""B1ab(iii)"",""Ananteris infuscata é endêmica do Brasil, conhecida de duas grutas nos municípios de Grão Mogol (Boca Soberba e Tocaia da Paca), e uma gruta no município de Novo Horizonte (Mocororô), todos em Minas Gerais. A distância entre essas grutas é de 70 km e a extensão de ocorrência da espécie é estimada em 3.848km². Foram amostradas aproximadamente 50 outras cavidades na região e não houve ampliação da distribuição da espécie. Na área externa das cavernas existe o plantio extenso de Pinnus em expansão, que ameaça a qualidade do habitat e restringe a distribuição da espécie a duas localizações. Portanto, Ananteris infuscata foi categorizada como Em Perigo - EN pelos critérios B1ab(iii)."",""Sim"",""Não"",""Minas Gerais"",""|Sudeste|"",""Cerrado"",""Sub-bacia Jequitinhonha"","""","""","""",""Não"",""Desconhecida"","""","""","""","""","""","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Reptilia"",""Testudines"",""Cheloniidae"",""Caretta"",""Caretta caretta"",""Caretta caretta"",""(Linnaeus, 1758)"",""Avó de Aruanã, Careba-dura, Tartaruga amarela, Tartaruga-avó, Tartaruga-cabeçuda, Tartaruga mestiça"",""Répteis"",""10/2018"",""Vulnerável"","""",""A1bcd"",""A tartaruga-cabeçuda Caretta caretta é uma espécie migratória e de distribuição global. No Brasil, as áreas prioritárias de desova estão localizadas em Sergipe e norte da Bahia, norte do Espírito Santo e norte do Rio de Janeiro. Ocorrências de indivíduos em diferentes estágios de vida também são registradas em toda a costa brasileira, em águas costeiras ou oceânicas. A espécie apresenta ciclo de vida longo com maturação sexual média de 32 anos e tempo geracional estimado em 46 anos. As principais ameaças no passado, que quase interromperam o ciclo biológico da espécie, foram a coleta de ovos e o abate de fêmeas nas áreas de reprodução, o que de forma geral, não acontecem mais. Atualmente a maior ameaça é a captura incidental na pesca, no Brasil e águas internacionais, impactando todas as classes etárias. Além disso, a ocupação desordenada do ambiente costeiro, a poluição, e as atividades portuárias e de petróleo e gás, também afetam negativamente as populações. Apesar do declínio acentuado ocorrido no passado, iniciativas de conservação, desde a década de 1980, resultaram no início da recuperação destas populações. Entretanto, não se pode assegurar a continuidade dessa recuperação, tendo em vista a mortalidade contínua de indivíduos decorrente do incremento das ameaças atuais, e dos estudos de tendência populacional não cobrirem ainda um período geracional. Nesse contexto, como os estudos de tendência de população cobrem menos de um tempo geracional para este táxon, foram utilizadas estimativas para o período anterior, chegando a uma faixa de reduções estimada que inclui valores superiores a 50% de redução da população nos últimos 138 anos, baseado em um índice de abundância apropriado para o táxon, e considerando como causas da redução os níveis reais de exploração e declínio na qualidade do habitat. Por essas razões, C. caretta foi categorizada como Vulnerável (VU) pelo critério A1bcd."",""Não"",""Sim"","""",""||"",""Amazônia, Caatinga, Cerrado, Mata Atlântica, Pampa, Sistema Costeiro-Marinho"","""",""APA Baleia Franca, APA Cananéia-Iguape-Peruíbe, APA Costa das Algas, APA Costa dos Corais, APA Delta do Parnaíba, APA Guaraqueçaba, APA Piaçabuçú, ESEC do Taim, PARNA da Lagoa do Peixe, PARNA Jericoacoara, PARNA Lençóis Maranhenses, PARNA Marinho dos Abrolhos, PARNA Superagui, REBIO Comboios, REBIO Santa Isabel, RESEX Acaú-Goiana, RESEX Canavieiras, RESEX do Corumbau, RESEX Marinha da Lagoa do Jequiá, REVIS Rio dos Frades"",""APA DA ORLA MARíTIMA, APA DA PEDRA BRANCA, APA DE GRUMARI, APA ILHA COMPRIDA, APA MARINHA DO LITORAL CENTRO, APA MARINHA DO LITORAL NORTE, APA SERRA DO MAR, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL BAÍA DE TODOS OS SANTOS, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL BONFIM/GUARAÍRA, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL CARAÍVA/ TRANCOSO, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL CONCEIÇÃO DA BARRA, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL DE SANTA RITA, ÁREA DE PROTEçãO AMBIENTAL DE UPAON-AçU / MIRITIBA / ALTO PREGUIçAS, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL ESTADUAL DA ESCARPA DEVONIANA, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL LAGOAS DE GUARAJUBA, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL MUNICIPAL TARTARUGAS, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL PLATAFORMA CONTINENTAL DO LITORAL NORTE, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL SANTO ANTÔNIO, ÁREA DE RELEVANTE INTERESSE ECOLóGICO DO DEGREDO, ESTAÇÃO ECOLÓGICA JURÉIA-ITATINS, PARQUE ESTADUAL DA COSTA DO SOL, PARQUE ESTADUAL DA ILHA DO CARDOSO, PARQUE ESTADUAL DA LAGOA DO AÇU, PARQUE ESTADUAL DA SERRA DO MAR, PARQUE ESTADUAL DO ITINGUÇU, PARQUE ESTADUAL XIXOVÁ-JAPUÍ, PARQUE NATURAL MUNICIPAL DE GRUMARI"",""Estação Veracel, FAZENDA CARUARA, RPPN Dunas de Santo Antônio, RPPN Meandros, RPPN Morro das Aranhas, RPPN Morro do Curussu Mirim"",""Sim"",""Aumentando"",""11 - Mudanças e extremos climáticos|11.1 - Mudança/alteração de habitat 1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.1 - Expansão urbana 1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.2 - Áreas comerciais e industriais 1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.3 - Áreas de turismo e recreação 3 - Produção energética e mineração|3.1 - Extração de petróleo e gás natural 4 - Transportes e serviços de transmissão|4.2 - Atropelamentos 4 - Transportes e serviços de transmissão|4.3 - Portos 4 - Transportes e serviços de transmissão|4.4 - Tráfego de embarcações 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.3 - Outras modificações nos ecossistemas 9 - Poluição|9.1 - Doméstica e urbana - escoamento de água 9 - Poluição|9.2 - Industrial 9 - Poluição|9.4 - Lixo e resíduos sólidos"","""",""Educação e comunicação, Plano de Ação Nacional (PAN), Proteção territorial"",""Plano de Ação Nacional Lagoas do Sul, Plano de Ação Nacional para a Conservação das Tartarugas Marinhas - 2º ciclo, Plano de Ação Nacional para Conservação das Tartarugas Marinhas"",""Convenção Interamericana para a Proteção e Conservação das Tartarugas Marinhas, CITES - Anexo I, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Actinopterygii"",""Cyprinodontiformes"",""Rivulidae"",""Trigonectes"",""Trigonectes strigabundus"",""Trigonectes strigabundus"",""Myers, 1925"",""Peixe anual"",""Peixes Continentais"",""08/2019"",""Em Perigo"","""",""B2ab(iii)"",""Trigonectes strigabundus é endêmica do Brasil e conhecida da localidade-tipo em Porto Nacional, e mais dois registros no médio rio Tocantins, todos no estado de Tocantins. É uma espécie de peixe anual de pequeno porte que habita apenas poças temporárias em áreas alagáveis na várzea do médio rio Tocantins. A região de distribuição da espécie foi relativamente bem amostrada ao longo dos anos. Contudo, por conta das dificuldades logísticas, em geral, o esforço é direcionado às poças onde há registros das espécies. A localidade-tipo, no córrego Dona Francisquinha, em Porto Nacional, foi afetada pela construção do reservatório da Usina Hidrelétrica Lajeado, em operação desde 2001. No local há uma Estação de Tratamento de Esgoto (ETE) da cidade e as áreas do entorno estão bastante alteradas por urbanização da cidade de Porto Nacional. O último registro da espécie na localidade-tipo foi em 1994. Desde então ela não tem sido mais encontrada. Nas demais localidades, a espécie tem sido registrada ao longo dos anos, sendo o último registro feito em 2022. A sua Área de Ocupação (AOO) foi calculada em 64 km2, levando em conta os habitats potenciais (várzea com vegetação) ao redor dos registros. Apesar da legislação considerar a preservação de ilhas e das margens do rio (habitat da espécie), a região onde ela ocorre atualmente já foi explorada por olarias (retirada de barro). Atualmente a principal ameaça à sobrevivência da espécie é a ocupação agropecuária no entorno das poças onde ainda ocorre, podendo levar a perda total do habitat em casos extremos, como o assoreamento da poça e perda completa da qualidade de água (agrotóxicos), assim como causar o declínio continuado do habitat. Levando em consideração a fragilidade e as dimensões reduzidas do habitat da espécie, e a ocupação agropecuária da região, as duas poças onde há registro da espécie foram consideradas duas localizações. Portanto, T. strigabundus foi categorizada como Em Perigo (EN), pelo critério B2ab(iii)."",""Sim"",""Sim"",""Tocantins"",""|Norte|"",""Cerrado"",""Sub-bacia Tocantins Alto"","""","""","""",""Não"",""Declinando"",""2 - Agropecuária e Aquacultura|2.1 - Culturas anuais e perenes não-madeireiras|2.1.4 - Agricultura de escala desconhecida 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.3 - Pecuária|2.3.4 - Pecuária em escala desconhecida 3 - Produção energética e mineração|3.2 - Mineração|3.2.5 - Extração de Argila e Brita 3 - Produção energética e mineração|3.3 - Energia renovável|3.3.1 - Hidrelétricas"",""3 - Animais de estimação/ornamentais"",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação dos Peixes Rivulídeos Ameaçados de Extinção - 2º ciclo"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Arthropoda"",""Insecta"",""Lepidoptera"",""Pieridae"",""Charonias"",""Charonias theano"","""",""(Boisduval, 1836)"",""Borboleta"",""Invertebrados Terrestres"",""11/2010"",""Em Perigo"","""",""B2ab(i,ii,iii,iv)"",""Embora tenha uma distribuição geográfica ampla na Mata Atlântica, tendo sido registrada em mais de 26 localidades, algumas delas muito próximas entre si, sua área de ocupação (AOO) é restrita, estimadaem menos de 500 km2, e o táxon encontra-se sob ameaça devido à fragmentação crescente de seus habitat. Levantamentos faunísticos recentes nas localidades de seus registros pretéritos não registraramnovamente a espécie em algumas dessas localidades, mas a espécie foi redescoberta recentemente na Serra do Japi, município de Jundiaí (SP), além de contar com registros recentes na Serra da Cantareira. A destruição do seu habitat natural e o desmatamento, provocados por atividades agropecuárias e ocupação urbana, representam as principais ameaças. Portanto, C. theano foi categorizada como Em Perigo (EN), segundo o critério B2ab(i,ii,iii,iv)."",""Sim"",""Não"",""São Paulo"",""|Sudeste|"",""Mata Atlântica"",""Sub-bacia Tietê"","""",""PARQUE ESTADUAL DA CANTAREIRA"","""","""",""Desconhecida"",""1 - Desenvolvimento residencial e comercial 2 - Agropecuária e Aquacultura"","""",""Proteção de recursos/habitat"","""","""","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Reptilia"",""Squamata"",""Leiosauridae"",""Enyalius"",""Enyalius erythroceneus"","""",""Rodrigues, Freitas, Silva & Bertolotto, 2006"",""papa-vento-da-chapada"",""Répteis"",""08/2014"",""Criticamente em Perigo"",""Não"",""B1ab(iii)"",""Enyalius erythroceneus é endêmica do Brasil, com registros somente no estado da Bahia, no município de Mucugê. É conhecida de três localidades, em áreas de floresta estacional semidecidual e campo rupestre. Sua extensão de ocorrência calculada é de 22,7km2. Essa área sofre com incêndios periódicos, intensa agricultura com irrigação e turismo acelerado e desordenado, causando a fragmentação severa do ambiente e da população da espécie (interrupção do fluxo gênico entre as subpopulações), assim como, declínio da qualidade do habitat. Por essas razões, Enyalius erythroceneus foi avaliada como Criticamente em Perigo (CR), pelo critério B1ab(iii)."",""Sim"",""Não"","""",""||"","""","""","""","""","""","""",""Desconhecida"","""","""","""","""","""","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Mammalia"",""Rodentia"",""Erethizontidae"",""Coendou"",""Coendou speratus"","""",""Mendes Pontes, Gadelha, Melo de Sa, Loss, Caldara Junior, Costa & Leite, 2013"",""Coandu-mirim, Ouriço-cacheiro"",""Mamíferos"",""06/2013"",""Em Perigo"","""",""B1ab(iii)"",""Coendus speratus é endêmico do Brasil, ocorrendo na Mata Atlântica de Pernambuco e com um registro de quase 60 anos no estado de Alagoas. Sua extensão de ocorrência é calculada em 4.536 km2, sendo registrado recentemente em apenas quatro fragmentos e todos fora de unidades de conservação. A região onde ocorre é totalmente fragmentada devido a plantação de cana de açúcar. Além disso, a extração seletiva de madeira, incêndios intencionais, presença de animais domésticos e caça são consideradas ameaças a espécie. Portanto, a espécie é classificada como Em Perigo (EN) pelos critérios B1ab(iii)."",""Sim"",""Não"","""",""||"","""","""","""","""","""","""",""Desconhecida"","""","""","""","""","""","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Reptilia"",""Squamata"",""Boidae"",""Corallus"",""Corallus cropanii"","""",""(Hoge, 1953)"",""jiboia-amarela"",""Répteis"",""04/2012"",""Vulnerável"","""",""D1"",""Corallus cropanii é endêmica do Brasil, ocorrendo no sul do estado de São Paulo, no Vale do Ribeira. Apenas cinco indivíduos dessa espécie foram coletados ou observados, sendo que os mais recentes são de 2003 e 2009. Embora sua extensão de ocorrência calculada seja de 1.257 km2, não se sabe se há fragmentação da população. Considerando que a região onde os exemplares foram capturados ou observados é historicamente habitada por milhares de famílias de agricultores, que eventualmente enviam serpentes ao Instituto Butantan, e que esforços recentes de amostragem, entre 2013 e 2014, de mais de 150 dias de amostragem para serpentes não registrou nenhum indivíduo adicional da espécie, suspeita-se que essa baixíssima taxa de encontro indique que se trata de uma população realmente pequena, possivelmente com menos de 1.000 indivíduos maduros. Por esse motivo, Corallus cropanii foi avaliada como Vulnerável (VU), pelo critério D1."",""Sim"",""Não"","""",""||"","""","""","""","""","""","""",""Desconhecida"",""12 - Outras ameaças"","""","""","""","""","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Actinopterygii"",""Perciformes"",""Epinephelidae"",""Epinephelus"",""Epinephelus morio"","""",""(Valenciennes, 1828)"","""",""Peixes Marinhos (ósseos)"","""",""Vulnerável"","""",""A4d"",""Epinephelus morio tem distribuição no Brasil, desde o Amapá até Santa Catarina. Quedas acentuadas na sua abundância foram registradas em três locais da costa brasileira (Pará, Banco dos Abrolhos e Rio de Janeiro) em função do esforço de pesca excessiva. Acredita-se que tenha havido uma redução de pelo menos 30% no tamanho populacional da espécie. Além disso, o declínio da população deverá continuar no futuro, pois a pressão de pesca não deve cessar ou mesmo diminuir. Assim, Epinephelus morio foi categorizada como Vulnerável (VU) pelo critério A4d."",""Não"",""Não"","""",""||"",""Amazônia, Caatinga, Mata Atlântica, Pampa, Sistema Costeiro-Marinho"","""",""APA Delta do Parnaíba, APA Fernando de Noronha, PARNA Marinho dos Abrolhos, REBIO Marinha do Arvoredo"",""APA MARINHA DO LITORAL NORTE, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL PONTA DA BALEIA / ABROLHOS, ARIE DE SãO SEBASTIãO, PARQUE ESTADUAL DA SERRA DO MAR, PARQUE ESTADUAL DE ILHABELA, RESERVA DE DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL MUNICIPAL PIRAQUE-AÇÚ E PIRAQUE-MIRIM"",""RPPN Reserva Rizzieri"",""Desconhecido"",""Declinando"",""5 - Uso de recursos biológicos 5 - Uso de recursos biológicos|5.1 - Caça e captura de animais terrestres ou marinhos 5 - Uso de recursos biológicos|5.1 - Caça e captura de animais terrestres ou marinhos|5.1.1 - Caça/captura intencional (a espécie é o alvo) 5 - Uso de recursos biológicos|5.1 - Caça e captura de animais terrestres ou marinhos|5.1.1 - Caça/captura intencional (a espécie é o alvo)|5.1.1.4 - Esportiva 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.1 - Captura intencional - subsistência/pequena escala 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.1 - Captura intencional - subsistência/pequena escala|5.4.1.3 - Aparelho com anzol"",""4 - Caça/pesca esportiva"",""Proteção territorial"","""","""","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Reptilia"",""Squamata"",""Teiidae"",""Contomastix"",""Contomastix vacariensis"","""",""(Feltrim & Lema, 2000)"",""lagartinho-de-vacaria, lagartinho-pintado, lagartixa-pintada"",""Répteis"",""10/2013"",""Vulnerável"","""",""B1ab(iii)"",""Contomastix vacariensis é endêmica do Brasil. Ocorre de forma disjunta na região sul do país, havendo registros para várias localidades nos estados de Santa Catarina e Rio Grande do Sul, e uma subpopulação em uma localidade no Paraná. Sua extensão de ocorrência calculada é de 7.871,8km2. A espécie está associada às áreas abertas dos Campos de Cima da Serra, ocupando exclusivamente os campos rochosos, possuindo uma seleção restrita de habitat. Suas subpopulações estão isoladas biológica e geneticamente em consequência da fragmentação de habitat em decorrência da atividade agropecuária, grandes monoculturas de Pinus sp. e Eucalyptus sp. e frequentes queimadas para manejo do solo, causando também, declínio continuado na qualidade do habitat. Por essas razões, Contomastix vacariensis foi categorizada como Vulnerável (VU), pelo critério B1ab(iii)."",""Sim"",""Não"","""",""||"","""","""","""","""","""","""",""Declinando"",""2 - Agropecuária e Aquacultura|2.2 - Silvicultura 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.3 - Pecuária 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.1 - Incêndios e supressão de incêndios|7.1.1 - Aumento da frequência/intensidade de incêndios"","""","""","""","""","""",""""";;;;;; "Animalia,""Arthropoda"",""Insecta"",""Hemiptera"",""Kinnaridae"",""Iuiuia"",""Iuiuia caeca"","""",""Hoch & Ferreira, 2016"","""",""Invertebrados Terrestres"",""05/2018"",""Vulnerável"","""",""D2"",""Iuiuia caeca é endêmica do Brasil, coletada em duas cavernas próximas (Lapa do Baixão e Tapera d'Água) localizadas no município de Iuiu/Bahia. Outras cavernas da região são bem amostradas e a espécie não foi identificada em nenhuma outra localidade. Embora as cavernas estejam relativamente bem preservadas, a região está em fase de pesquisa mineral e esta ameaça pode levar a espécie à condição de CR ou EX em um futuro próximo. Por isso, I. caeca foi categorizada como Vulnerável (VU) pelo critério D2."",""Sim"",""Sim"",""Bahia"",""|Nordeste|"",""Cerrado"",""Sub-bacia São Francisco Médio"","""","""","""",""Não"",""Desconhecida"",""2 - Agropecuária e Aquacultura|2.1 - Culturas anuais e perenes não-madeireiras|2.1.2 - Agricultura em pequenas propriedades 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.3 - Pecuária|2.3.2 - Pecuária em pequenas propriedades 3 - Produção energética e mineração|3.2 - Mineração|3.2.3 - Extração de minérios - subsolo 4 - Transportes e serviços de transmissão|4.1 - Estradas e ferrovias"","""",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação das Cavernas do Brasil"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Arthropoda"",""Insecta"",""Coleoptera"",""Staphylinidae"",""Metopiellus"",""Metopiellus painensis"","""",""Asenjo, Ferreira & Zampaulo, 2017"","""",""Invertebrados Terrestres"",""05/2018"",""Em Perigo"","""",""B2ab(iii)"",""Metopiellus painensis é endêmica do Brasil e ocorre somente em duas Cavernas (Loca dos Negros II e Gruta da Cerâmica), ambas no município de Pains/Minas Gerais. A região é muito bem amostrada, mas a espécie não foi localizada em outras cavidades. A espécie parece ser bastante rara. As cavernas são secas e seu entorno encontra-se com vegetação bastante alterada para pastagens. Há ainda atividade de mineração calcária nas proximidades. Essas atividades afetam a qualidade do habitat da espécie. Considerando uma área de ocupação menor do que 10km2 e duas localizações, a espécie foi categorizada como Em Perigo (EN) pelo critério B2ab(iii)."",""Sim"",""Sim"",""Minas Gerais"",""|Sudeste|"",""Cerrado"",""Sub-bacia São Francisco Alto"","""","""","""",""Não"",""Desconhecida"",""3 - Produção energética e mineração|3.2 - Mineração|3.2.3 - Extração de minérios - subsolo"","""",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação das Cavernas do Brasil"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Arthropoda"",""Malacostraca"",""Amphipoda"",""Bogidiellidae"",""Megagidiella"",""Megagidiella azul"","""",""Koenemann & Holsinger, 1999"","""",""Invertebrados Terrestres"",""05/2018"",""Vulnerável"","""",""B1ab(iii)"",""Megagidiella azul é endêmica do Brasil, conhecida de algumas cavernas no Mato Grosso do Sul, no carste da Serra da Bodoquena. Pertence a um gênero monotípico. Sua extensão de ocorrência foi calculada em 1.900km2. Inventários em outras cavernas da região não registraram a espécie. A espécie habita ambiente freático, e quase todas as localidades conhecidas sofrem algum tipo de impacto antrópico, como uso de agrotóxicos, mineração, turismo desordenado ou presença de espécies exóticas, que provocam declínio da qualidade de seu habitat. Mesmo as cavernas no interior do Parque Nacional da Serra da Bodoquena são impactadas por atividades antrópicas no entorno. Além disso, em quase toda a sua distribuição há polígonos com concessão de lavra de calcário. Considerando sete localizações, a espécie foi categorizada como Vulnerável (VU) pelo critério B1ab(iii)."",""Sim"",""Sim"",""Mato Grosso do Sul"",""|Centro-Oeste|"",""Cerrado"",""Sub-bacia Paraguai 01"",""PARNA da Serra da Bodoquena"",""MONUMENTO NATURAL DA GRUTA DO LAGO AZUL"","""",""Não"",""Desconhecida"",""11 - Mudanças e extremos climáticos|11.1 - Mudança/alteração de habitat 1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.3 - Áreas de turismo e recreação 1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.4 - Assentamentos e pequenas propriedades rurais 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.1 - Culturas anuais e perenes não-madeireiras|2.1.2 - Agricultura em pequenas propriedades 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.1 - Culturas anuais e perenes não-madeireiras|2.1.3 - Agricultura agro-industrial 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.3 - Pecuária|2.3.4 - Pecuária em escala desconhecida 3 - Produção energética e mineração|3.2 - Mineração|3.2.3 - Extração de minérios - subsolo 6 - Distúrbios humanos|6.1 - Atividades recreacionais/turísticas 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.2 - Represas e uso de água|7.2.5 - Captação de água subterrânea - uso doméstico 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.2 - Represas e uso de água|7.2.7 - Captação de água subterrânea - uso na agricultura 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.3 - Outras modificações nos ecossistemas 8 - Espécies invasoras problemáticas e doenças|8.1 - Espécies exóticas|8.1.1 - Espécie conhecida 9 - Poluição|9.1 - Doméstica e urbana - escoamento de água|9.1.3 - Tipo desconhecido 9 - Poluição|9.3 - Agropecuária e florestal|9.3.3 - Herbicidas e pesticidas 9 - Poluição|9.4 - Lixo e resíduos sólidos|9.4.1 - Urbanos"","""",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação das Cavernas do Brasil"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Echinodermata"",""Asteroidea"",""Forcipulatida"",""Asteriidae"",""Coscinasterias"",""Coscinasterias tenuispina"","""",""(Lamarck, 1816)"",""estrela-do-mar"",""Invertebrados Marinhos"",""10/2014"",""Vulnerável"","""",""A2b"",""Coscinasterias tenuispina é amplamente distribuída, ocorrendo da Carolina do Norte (EUA) ao Brasil, até o estado de São Paulo, entre zero e 165 m de profundidade. Foi observada uma queda de 86% na abundância populacional nos últimos doze anos na região litorânea do Rio de Janeiro. Considerando a distribuição no Brasil, suspeita-se que a espécie tenha sofrido redução de pelo menos 30%. Esta redução é fruto da degradação de seus habitat. Por estes motivos, a espécie é categorizada como Vulnerável (VU), segundo os critérios A2b."",""Não"",""Não"","""",""||"","""","""","""","""","""",""Não"",""Declinando"","""","""","""","""","""","""",""0 , 165""";;;;;; "Animalia,""Arthropoda"",""Diplopoda"",""Polydesmida"",""Chelodesmidae"",""Dioplosternus"",""Dioplosternus salvatrix"","""",""Hoffman, 2005"",""Piolho-de-cobra"",""Invertebrados Terrestres"",""08/2014"",""Vulnerável"","""",""B1ab(ii,iii)"",""Dioplosternus salvatrix é endêmica do Brasil, conhecida apenas da localidade-tipo, na área da Usina Hidroelétrica de Guaporé, Vale do São Domingo, MT. A espécie é conhecida apenas do holótipo, que foi coletado nos trabalhos de resgate de fauna da Usina. A espécie aparentemente é rara e materiais provenientes de localidades próximas não registraram o gênero. Sua distribuição não é conhecida, mas acredita-se que a espécie seja endêmica de uma área de transição entre Cerrado, Pantanal e Amazônia, não superior a 20.000km2. A área onde a espécie foi coletada sofreu alagamento, e os fragmentos remanescentes são pequenos e encontram-se isolados por extensas áreas de atividades agropecuárias. Considerando a população severamente fragmentada, a espécie foi categorizada como Vulnerável (VU) pelo critério B1ab(ii,iii)."",""Sim"",""Não"",""Mato Grosso"",""|Centro-Oeste|"",""Amazônia"",""Sub-bacia Madeira"","""","""","""",""Desconhecido"",""Desconhecida"","""","""","""","""","""","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Amphibia"",""Anura"",""Hylidae"",""Nyctimantis"",""Nyctimantis pomba"",""Aparasphenodon pomba"",""(Assis, Santana, da Silva, Quintela & Feio, 2013)"",""Painted tree frog, Perereca, Perereca-de-capacete, Perereca-pintada"",""Anfíbios"",""09/2017"",""Criticamente em Perigo"",""Não"",""B1ab(iii)+2ab(iii)"",""Nyctimantis pomba é endêmica do Brasil, do bioma Mata Atlântica, sendo conhecida somente da localidade-tipo, que corresponde a um fragmento de mata em área particular no município de Cataguases, às margens do rio Pomba, no estado de Minas Gerais. A espécie é rara, mas tem sido encontrada com certa frequência somente em um único bambuzal associado à mata. A região onde ocorre está sob forte pressão, decorrente de queimadas, supressão de vegetação e atividades agropastoris. A extensão de ocorrência e a área de ocupação são menores que 0,50 km2, correspondendo a uma única localização, que está sujeita ao declínio de área e qualidade do hábitat devido às ameaças citadas. Por essas razões, Nyctimantis pomba foi avaliada como Criticamente em Perigo (CR) pelos critérios B1ab(iii)+2ab(iii)."",""Sim"",""Sim"",""Minas Gerais"",""|Sudeste|"",""Mata Atlântica"",""Sub-bacia Paraíba do Sul"","""","""","""",""Não"",""Desconhecida"",""1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.2 - Áreas comerciais e industriais 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.1 - Culturas anuais e perenes não-madeireiras|2.1.4 - Agricultura de escala desconhecida 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.3 - Pecuária|2.3.4 - Pecuária em escala desconhecida 5 - Uso de recursos biológicos|5.3 - Extração florestal|5.3.5 - Motivação desconhecida 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.1 - Incêndios e supressão de incêndios|7.1.1 - Aumento da frequência/intensidade de incêndios 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.3 - Outras modificações nos ecossistemas 8 - Espécies invasoras problemáticas e doenças|8.1 - Espécies exóticas|8.1.1 - Espécie conhecida|8.1.1.1 - Competidores 8 - Espécies invasoras problemáticas e doenças|8.1 - Espécies exóticas|8.1.1 - Espécie conhecida|8.1.1.4 - Patógenos/Parasitas"","""",""Criação de áreas protegidas, Plano de Ação Nacional (PAN), Reprodução em cativeiro/propagação artificial"",""Plano de Ação Nacional para conservação da Herpetofauna Ameaçada da Mata Atlântica da Região Sudeste do Brasil"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Aves"",""Columbiformes"",""Columbidae"",""Paraclaravis"",""Paraclaravis geoffroyi"",""Claravis geoffroyi"",""(Temminck, 1811)"",""pararu-espelho"",""Aves"",""06/2019"",""Criticamente em Perigo"",""Sim"",""D"",""Paraclaravis geoffroyi ocorria no leste do Paraguai, nordeste da Argentina e Brasil, desde o sul da Bahia à Santa Catarina. Os últimos registros confirmados da espécie na natureza são da década de 80. A vocalização não é conhecida e sua distribuição é bastante ampla. No entanto, as áreas de ocorrência históricas são muito bem amostradas e a espécie, que possui porte médio e historicamente era encontrada com facilidade, vem sendo intensamente procurada por ornitólogos e observadores de aves desde 1993, sem qualquer sucesso. Assim, é seguro estimar que, caso ainda exista, a população da espécie é muito pequena, com menos de 50 indivíduos maduros. A avaliação não é alterada quando se verifica a influência da população de países vizinhos. Dessa forma, P. geoffroyi foi categorizada como Criticamente em Perigo (CR), Possivelmente Extinta (PEX), pelo critério D."",""Não"",""Sim"",""Bahia, Espírito Santo, Minas Gerais, Paraná, Rio de Janeiro, Santa Catarina, São Paulo"",""|Nordeste|Sudeste|Sul|"",""Mata Atlântica"","""",""APA Guaraqueçaba, APA Petrópolis, APA Serra da Mantiqueira, PARNA da Serra dos Órgãos, PARNA de Itatiaia, PARNA do Caparaó, PARNA Guaricana, PARNA Iguaçu, REBIO Augusto Ruschi, REBIO Bom Jesus"",""ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL ESTADUAL DE GUARATUBA"",""RPPN Parque Ecológico ARTEX"",""Não"",""Desconhecida"",""5 - Uso de recursos biológicos|5.3 - Extração florestal|5.3.5 - Motivação desconhecida"",""3 - Animais de estimação/ornamentais"",""Controle e fiscalização, Criação de áreas protegidas, Implementação de corredores, Plano de Ação Nacional (PAN), Reintrodução, Reprodução em cativeiro/propagação artificial"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação das Aves Ameaçadas do Bioma Mata Atlântica"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Actinopterygii"",""Cyprinodontiformes"",""Rivulidae"",""Nematolebias"",""Nematolebias whitei"","""",""(Myers, 1942)"",""Peixe-anual"",""Peixes Continentais"",""10/2011"",""Criticamente em Perigo"",""Não"",""B2ab(i,ii,iii,iv)"",""Nematolebias whitei é endêmica do Brasil, muito comum e abundante no início da década de 1980, e encontrada desde Araruama e Rio das Ostras, no estado do Rio de Janeiro, em lugares abertos e taboais. Desde então, seus ambientes começaram a se tornar severamente fragmentados";" hoje, todos os brejos de Araruama, Iguaba Grande e São Pedro da Aldeia, locais onde a espécie era abundante, foram destruídos e essas subpopulações perdidas. Sabe-se de uma subpopulação em Rio das Ostras, subpopulações mínimas em Barra de São João e outra em Cabo Frio. De cinco subpopulações encontradas em Búzios, restou uma, bastante reduzida, sendo que as demais foram provavelmente extintas nos brejos destruídos por um empreendimento imobiliário dentro de uma área supostamente protegida (Área de Proteção Ambiental Pau Brasil). A Área de Ocupação (AOO) conhecida da espécie é inferior a 10 km² (CR B2). É urgente a proteção da mancha de mata entre os municípios de Saquarema e Araruama, locais em que a espécie ainda pode ser encontrada. Face às reduções extremas de suas subpopulações e áreas, em menos de três décadas, Nematolebias whitei foi categorizada como Criticamente em Perigo (CR) pelos critérios B2ab(i,ii,iii,iv)."",""Sim"",""Não"",""Rio de Janeiro"",""|Sudeste|"",""Mata Atlântica"",""Sub-bacia Litoral RJ"","""","""","""",""Desconhecido"",""Declinando"","""","""","""","""","""","""",""""";;;;; "Animalia,""Chordata"",""Elasmobranchii"",""Rhinopristiformes"",""Pristidae"",""Pristis"",""Pristis pectinata"",""Pristis pectinata"",""Latham, 1794"","""",""Tubarões e Raias"",""11/2017"",""Criticamente em Perigo"",""Sim"",""A4cd"",""Pristis pectinata é uma espécie de raia de grande porte, que foi amplamente distribuída antes de ser totalmente ou quase extinta em grande parte da sua distribuição original pela pesca e modificação do habitat. As populações remanescentes são pequenas, fragmentadas e criticamente em perigo globalmente. No Brasil, registros de ocorrência histórica incluíam os estados Amapá, Pará, Maranhão, Ceará, Rio Grande do Norte, Bahia, Rio de Janeiro, São Paulo, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul. As principais ameaças identificadas são a pesca, em suas diversas modalidades, e a perda de hábitat via degradação de áreas costeiras, estuarinas e de manguezais (possíveis áreas de berçário) e recifais. As características da expansão rostral fazem com que esta espécie seja facilmente emalhada em todas as artes de pesca e a remoção de indivíduos das redes requer, quase sempre, o seu sacrifício. Apesar de terem sido supostamente comuns em águas costeiras brasileiras no final do século 19 e início do século 20, os registros de capturas dessa espécie tornaram-se extremamente raros e limitados a alguns pontos da costa norte e nordeste, sendo que os últimos registros comprovados da espécie no Brasil ocorreram entre as décadas de 1970 e 1980 (Pará e Ceará, respectivamente). Nas demais regiões da costa brasileira a espécie já está sendo considerada extinta e é possível que a espécie esteja bem próxima do status de Regionalmente Extinta (RE) em águas brasileiras. Portanto, conclui-se que houve um declínio na população próxima a 100% nos últimos 80 anos, período correspondente a três gerações da espécie, levando a categoria de Criticamente em Perigo (CR) possivelmente Regionalmente Extinto, sob o critério A4cd."",""Não"",""Sim"",""Amapá, Maranhão, Pará, Piauí, Santa Catarina"",""|Nordeste|Norte|Sul|"",""Sistema Costeiro-Marinho"","""","""","""","""",""Desconhecido"",""Declinando"",""5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.5 - Captura indireta - subsistência/pequena escala 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.6 - Captura indireta - larga escala 7 - Modificações nos sistemas naturais 9 - Poluição"",""13 - Outros bens de consumo 1 - Alimentação humana"",""Plano de Ação Nacional (PAN), Plano de Recuperação, Proteção de recursos/habitat, Recuperação de espécies"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação dos Elasmobrânquios Ameaçados de Extinção, Plano de Ação Nacional para Conservação de Espécies Ameaçadas e de Importância Socioeconômica do Ecossistema Manguezal"",""CITES - Anexo I, Convenção sobre Espécies Migratórias – CMS, Memorandum of Understanding on the Conservation of Migratory Sharks - MoU, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Actinopterygii"",""Siluriformes"",""Loricariidae"",""Lithoxus"",""Lithoxus lithoides"","""",""Eigenmann, 1912"","""",""Peixes Continentais"",""11/2012"",""Vulnerável"","""",""A3c"",""Lithoxus lithoides ocorre em rios que drenam o Planalto das Guianas, no Brasil, Guiana e Suriname. No Brasil, a espécie tem ocorrência conhecida para a bacia do rio Uatumã, no município de Presidente Figueiredo, Amazonas (onde está a Usina Hidrelétrica de Balbina), bem como para o rio Jatapu e para o rio Trombetas na área da cachoeira Vira Mundo (uma das quedas da Cachoeira Porteira), em Porto Trombetas, Pará. Há registros obtidos por aquaristas para o rio Cuminá, tributário do baixo rio Trombetas, em Oriximiná, Pará. A área de ocupação foi calculada em cerca de 16 km2, com base em quatro registros de ocorrência. Lithoxus lithoides é uma espécie ecologicamente muito exigente, pouco frequente, mas pode ser localmente abundante, e restrita a áreas de corredeiras e cachoeiras. A subpopulação do rio Uatumã foi possivelmente extinta com a construção da usina hidrelétrica (UHE) de Balbina. A principal ameaça atual a L. lithoides no Brasil é a construção da UHE Cachoeira Porteira, que deverá descaracterizar ou submergir extensos trechos de corredeiras no rio Trombetas, o que deve ocorrer até 2018, dentro do prazo equivalente a três tempos geracionais (12 anos) estimados para a espécie. A construção dessa UHE resultaria na perda acumulada de metade das áreas de ocorrência conhecida para a espécie no Brasil. Porém, é possível que L. lithoides ocorra em ambientes semelhantes em outros tributários da margem esquerda do rio Amazonas. Isso reduziria a perda estimada de área de ocupação da espécie para algo entre 30% e 40%, que corresponderia a uma redução populacional suspeitada um pouco maior do que 30%. Não há indícios de conectividade entre as subpopulações do Brasil, Guiana e Suriname. Sendo assim, Lithoxus lithoides foi categorizada como Vulnerável (VU), sob o critério A3c."",""Não"",""Não"",""Amazonas, Pará, Roraima"",""|Norte|"",""Amazônia"",""Região Hidrográfica Amazônica Sub-bacia Trombetas"","""",""ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL DE PRESIDENTE FIGUEIREDO - CAVERNA DO MOROAGA"",""RPPN Adão e Eva"","""",""Declinando"",""3 - Produção energética e mineração|3.3 - Energia renovável"","""",""Proteção de locais/áreas, Proteção de recursos/habitat"","""","""","""",""""";;;;;; "Animalia,""Echinodermata"",""Echinoidea"",""Camarodonta"",""Toxopneustidae"",""Lytechinus"",""Lytechinus variegatus"","""",""(Lamarck, 1816)"","""",""Invertebrados Marinhos"",""10/2014"",""Vulnerável"","""",""A2de"",""Lytechinus variegatus distribui-se da Carolina do Norte (EUA) até o Brasil, incluindo Fernando de Noronha, entre zero e 250 m de profundidade. Essa espécie é visada para fins comerciais, principalmente para gastronomia, e testes toxicológicos. Além disso, existem registros recentes de possíveis infestações por patógeno desconhecido. Foi uma das espécies mais abundantes no litoral do Ceará e Pernambuco e atualmente é visivelmente pouco numerosa nos ambientes recifais no nordeste brasileiro. Considerando a distribuição no Brasil, suspeita-se que a espécie tenha sofrido redução de pelo menos 30%. Por estes motivos, a espécie é categorizada como Vulnerável (VU), segundo o critério A2de."",""Não"",""Não"","""",""||"","""","""","""","""","""","""",""Desconhecida"","""","""","""","""","""","""",""0 , 250""";;;;;; "Animalia,""Arthropoda"",""Arachnida"",""Araneae"",""Salticidae"",""Matagaia"",""Matagaia chromatopus"","""",""Ruiz, Brescovit & Freitas, 2007"",""Aranha-papa-mosca, aranha-saltadora"",""Invertebrados Terrestres"",""03/2014"",""Vulnerável"","""",""D2"",""Matagaia chromatopus é endêmica da Ilha de Fernando de Noronha. O gênero parece estar relacionado filogeneticamente com as espécies do velho mundo e não com as da América do Sul, o que sugere que seja uma espécie restrita a este conjunto de ilhas. Matagaia chromatopus é abundante na ilha, que tem uma área de 17km². Por estar isolada, está sujeita a eventos estocásticos naturais e introdução de espécies, como lagartos e outras aranhas, que podem afetar a dinâmica da população, levando a espécie a condição de Criticamente em Perigo (CR) ou Extinta (EX). Portanto, M. chromatopus foi categorizada com Vulnerável pelo critério D2."",""Sim"",""Não"",""Pernambuco"",""|Nordeste|"",""Mata Atlântica"","""",""APA Fernando de Noronha, PARNA Marinho de Fernando de Noronha"","""","""",""Não"",""Estável"","""","""","""","""","""","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Actinopterygii"",""Cyprinodontiformes"",""Rivulidae"",""Melanorivulus"",""Melanorivulus ubirajarai"","""",""Costa, 2012"","""",""Peixes Continentais"",""11/2014"",""Vulnerável"","""",""D2"",""Melanorivulus ubirajarai é endêmica do Brasil e conhecida apenas de um córrego, afluente do rio Araguaia, associado a buritizais, entre os municípios de Portelândia e Santa Rita do Araguaia, estado de Goiás. Mesmo considerando áreas potenciais adjacentes à localidade-tipo, a área de ocupação provável da espécie é menor que 20 km2. A região do entorno é intensamente ocupada por agricultura e pecuária, que constituem ameaças potenciais futuras capazes de levar o táxon à condição de Criticamente em Perigo ou Extinto em curto prazo. Portanto, Melanorivulus ubirajarai foi categorizada como Vulnerável (VU) pelo critério D2."",""Sim"",""Não"",""Goiás"",""|Centro-Oeste|"",""Cerrado"",""Sub-bacia Araguaia"","""","""","""",""Desconhecido"",""Desconhecida"","""","""","""","""","""","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Elasmobranchii"",""Rhinopristiformes"",""Trygonorhinidae"",""Zapteryx"",""Zapteryx brevirostris"",""Zapteryx brevirostris"",""(Müller & Henle, 1841)"","""",""Tubarões e Raias"",""11/2017"",""Vulnerável"","""",""A2bcde"",""Zapteryx brevirostris ocorre na região costeira do sudoeste do Atlântico, no sul e sudeste do Brasil, Uruguai e norte da Argentina. As pescarias comerciais de arrasto e emalhe de fundo são as principais ameaças, ocorrendo ao longo de toda sua distribuição, e atingindo todas as fases de seu ciclo de vida. Além disso, altos índices de contaminação por metais e organoclorados foram encontrados nos organismos em algumas localidades, indicando altos níveis de poluentes químicos no seu ambiente. Há registros de diminuição da espécie em mais de 50% de sua população na Argentina e Uruguai para a década de 1990. Comparações de captura de cruzeiros científicos realizados no Rio Grande do Sul entre o início da década de 1980 e 2005 indicam declínios acima de 80% da captura por unidade de esforço (CPUE) em kg/h. Entretanto, observações a bordo de cruzeiros de pesca industrial de arrasto no sul do Brasil apontam que as capturas da espécie ainda são frequentes e, em geral, descartadas. Em outras áreas a espécie ainda é frequente e, dependendo da região, pode ser descartada ou aproveitada.Também foram observados declínios nos desembarques artesanais do litoral Paraná, entre a década de 1990 e 2000, na ordem de 30%. Não se sabe se esse padrão ocorre em outras localidades. Considerando os declínios observados na costa sul do Brasil, a manutenção da pressão de pesca e os registros de alta concentração de poluentes em indivíduos de Z. brevirostris infere-se uma redução do tamanho populacional de pelo menos 30% nos três tempos geracionais no passado (21 anos), categorizando a espécie como Vulnerável (VU) sob o critério A2bcde."",""Não"",""Sim"",""Espírito Santo, Paraná, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, São Paulo"",""|Sudeste|Sul|"",""Sistema Costeiro-Marinho"",""Sub-bacia Litoral SP PR SC"",""APA Anhatomirim, APA Cananéia-Iguape-Peruíbe, APA Guaraqueçaba, ESEC Tupinambás, PARNA Restinga de Jurubatiba, PARNA Superagui, REBIO Marinha do Arvoredo, RESEX Arraial do Cabo"",""APA MARINHA DO LITORAL CENTRO, APA MARINHA DO LITORAL NORTE, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL DO PAU BRASIL, RESERVA DE DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL DO AVENTUREIRO"","""",""Sim"",""Declinando"",""5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.5 - Captura indireta - subsistência/pequena escala|5.4.5.6 - Arrasto|5.4.5.6.1 - Arrasto simples 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.5 - Captura indireta - subsistência/pequena escala|5.4.5.6 - Arrasto|5.4.5.6.2 - Arrasto duplo 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.5 - Captura indireta - subsistência/pequena escala|5.4.5.6 - Arrasto|5.4.5.6.4 - Arrasto de parelha 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.5 - Captura indireta - subsistência/pequena escala|5.4.5.7 - Emalhe|5.4.5.7.1 - Emalhe de fundo 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.6 - Captura indireta - larga escala|5.4.6.6 - Arrasto|5.4.6.6.1 - Arrasto simples 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.6 - Captura indireta - larga escala|5.4.6.6 - Arrasto|5.4.6.6.2 - Arrasto duplo 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.6 - Captura indireta - larga escala|5.4.6.6 - Arrasto|5.4.6.6.3 - Arrasto de parelha 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.6 - Captura indireta - larga escala|5.4.6.7 - Emalhe|5.4.6.7.1 - Emalhe de fundo 9 - Poluição|9.2 - Industrial|9.2.3 - Contaminação por metais pesados"",""1 - Alimentação humana"",""Expansão de áreas protegidas, Identificação de novas áreas protegidas, Implementação de áreas protegidas, Manejo de locais/áreas, Manejo/ordenamento de caça/pesca, Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional Lagoas do Sul, Plano de Ação Nacional para a Conservação dos Elasmobrânquios Ameaçados de Extinção"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""10 , 100""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Actinopterygii"",""Siluriformes"",""Trichomycteridae"",""Microcambeva"",""Microcambeva draco"","""",""Matos & Lima, 2010"","""",""Peixes Continentais"",""05/2013"",""Em Perigo"","""",""B1ab(iii)"",""Microcambeva draco é uma espécie psamófila, conhecida de apenas três exemplares coletados na década de 1990 no baixo rio Jucuruçu, em Itamaraju, sul da Bahia, Brasil. O rio Jucuruçu constitui-se em uma bacia costeira independente, com área de drenagem igual a 5.284 km². Não existem evidências de que M. draco ocorra em outras bacias. Em um levantamento recente na região, a espécie não foi encontrada. Outras espécies do gênero não ocorrem em regiões de cabeceira, e o mesmo muito provavelmente se aplica a M. draco, o que leva à conclusão de que sua Extensão de Ocorrência (EOO) atinge menos de 5.000 km². O vale do rio Jucuruçu tem passado por profundas alterações desde a década de 1960, que implicaram na remoção de grande parte da sua mata ciliar, observando-se intenso assoreamento. Imagens de satélite mostram que a localidade-tipo, que é o único local onde a espécie foi registrada até o momento, está envolta por uma grande área alterada por pastagens e fazendas. Dentre os diversos impactos presentes nessa região, o assoreamento dos corpos hídricos é a principal ameaça à M. draco. Como toda a bacia do Jucuruçu está em processo de assoreamento, o número de localizações inferido é certamente menor ou igual a cinco. Considerando-se a EOO inferior a 5.000 km² (EN B1), o número de localizações reduzido (a) e o declínio na qualidade do hábitat (biii), M. draco foi categorizada como Em Perigo pelo critério B1ab(iii)."",""Sim"",""Não"",""Bahia"",""|Nordeste|"",""Mata Atlântica"",""Sub-bacia Litoral BA ES"","""","""","""",""Desconhecido"",""Desconhecida"","""","""","""","""","""","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Reptilia"",""Squamata"",""Dipsadidae"",""Apostolepis"",""Apostolepis arenaria"",""Apostolepis arenaria"",""Rodrigues, 1992"",""Cobra-rainha-do-são-francisco"",""Répteis"",""11/2019"",""Em Perigo"","""",""B1ab(iii)"",""Apostolepis arenaria é endêmica do Brasil, do bioma Caatinga, conhecida apenas para a localidade-tipo, a vila de Alagoado, no município de Casa Nova, estado da Bahia, localizada na região de dunas do médio rio São Francisco. Embora áreas de dunas adjacentes tenham sido relativamente bem amostradas, não houve novos registros da espécie, sugerido uma distribuição restrita. Considerando uma área mais ampliada com ocorrência potencial da espécie, sua extensão de ocorrência foi estimada em 3.357 km2. Trata-se de espécie de hábito fossorial, registrada somente em solo arenoso. A principal ameaça à espécie é a desestabilização das dunas, causada pela extração de areia e de madeira para produção de carvão. Em menor escala, a região é afetada ainda pela expansão agrícola e implantação das turbinas de usinas eólicas. Todas essas atividades provocam declínio contínuo da qualidade do hábitat. Considerando apenas uma localização, Apostolepis arenaria foi avaliada como Em Perigo (EN) pelo critério B1ab(iii)."",""Sim"",""Sim"",""Bahia"",""|Nordeste|"",""Caatinga"",""Sub-bacia São Francisco Médio"","""",""ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL LAGO DE SOBRADINHO"","""","""",""Desconhecida"",""2 - Agropecuária e Aquacultura|2.1 - Culturas anuais e perenes não-madeireiras|2.1.2 - Agricultura em pequenas propriedades 3 - Produção energética e mineração|3.2 - Mineração|3.2.1 - Extração de areia 3 - Produção energética e mineração|3.3 - Energia renovável|3.3.2 - Parques eólicos 5 - Uso de recursos biológicos|5.3 - Extração florestal|5.3.3 - Efeitos indiretos - subsistência/pequena escala"","""",""Criação de áreas protegidas, Implementação de corredores, Plano de Ação Nacional (PAN), Proteção de locais/áreas, Proteção de recursos/habitat"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação da Herpetofauna Ameaçada da Mata Atlântica Nordestina, Plano de Ação Nacional para a Conservação da Herpetofauna do Nordeste - 2º ciclo"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Reptilia"",""Squamata"",""Viperidae"",""Bothrops"",""Bothrops insularis"",""Bothrops insularis"",""(Amaral, 1922)"",""jararaca-ilhôa"",""Répteis"",""11/2019"",""Criticamente em Perigo"",""Não"",""B1ab(v)+2ab(v)"",""Bothrops insularis é endêmica do Brasil, da Ilha da Queimada Grande, próxima à costa dos municípios de Itanhaém e Peruíbe, no litoral sul do estado de São Paulo. Sua extensão de ocorrência equivale à área da ilha, que é de 0,43km² e sua área de ocupação calculada é de 0,25 km², considerando-se que a espécie ocorre preferencialmente em ambiente de mata. A principal ameaça à espécie é a captura de indivíduos maduros para o comércio ilegal. Assim, há um declínio contínuo no número de indivíduos maduros. Considerando essa ameaça e apenas uma localização, Bothrops insularis foi caracterizada como Criticamente em Perigo (CR), pelos critérios B1ab(v)+2ab(v)."",""Sim"",""Sim"",""São Paulo"",""|Sudeste|"",""Mata Atlântica"","""",""ARIE Ilha Queimada Grande e Queimada Pequena"",""APA MARINHA DO LITORAL CENTRO"","""","""",""Declinando"",""5 - Uso de recursos biológicos|5.1 - Caça e captura de animais terrestres ou marinhos|5.1.1 - Caça/captura intencional (a espécie é o alvo)|5.1.1.3 - Comercial - Internacional 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.1 - Incêndios e supressão de incêndios|7.1.3 - Tendência desconhecida"","""",""Controle e fiscalização, Plano de Ação Nacional (PAN), Reprodução em cativeiro/propagação artificial"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação da Herpetofauna Insular, Plano de Ação Nacional para conservação da Herpetofauna Ameaçada da Mata Atlântica da Região Sudeste do Brasil"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Reptilia"",""Squamata"",""Dipsadidae"",""Ditaxodon"",""Ditaxodon taeniatus"",""Ditaxodon taeniatus"",""(Peters, 1868)"",""Parelheira-listrada-do-campo"",""Répteis"",""11/2019"",""Vulnerável"","""",""B2ab(iii)"",""Ditaxodon taeniatus possui registros conhecidos apenas no Brasil, mas não há certeza de que a espécie seja endêmica do país. Ela ocorre de maneira disjunta, com registros isolados no Paraná, São Paulo e Mato Grosso do Sul, na fronteira com o Paraguai. Boa parte da região onde a espécie foi registrada é bem amostrada, especialmente no Paraná, mas não há registros adicionais. A espécie é bastante rara, dependente de áreas de campos limpos bem preservadas na região de florestas de Araucária. Assim, embora tenha distribuição ampla, sua área de ocupação é consideravelmente menor. As áreas de campo sofreram forte redução no passado e sua área de ocupação atual foi estimada em apenas 84 km2. Os impactos ainda persistem, e os campos sofrem declínio da qualidade do hábitat, sendo afetados pelo avanço das atividades agropecuárias, incluindo silvicultura, além de incêndios recorrentes. Entre 2007 e 2017 houve redução de cerca de 16% das áreas de campo em um raio de 10 km ao redor dos registros conhecidos. Considerando essas ameaças e os poucos registros conhecidos, foram reconhecidas 7 localizações. Assim, Ditaxodon taeniatus foi categorizada como Vulnerável (VU) pelo critério B2ab(iii)."",""Desconhecido"",""Sim"",""Mato Grosso do Sul, Paraná, São Paulo"",""|Centro-Oeste|Sudeste|Sul|"",""Cerrado, Mata Atlântica"",""Sub-bacia Grande Sub-bacia Iguaçu Sub-bacia Paranapanema Sub-bacia Paraná RH1"","""",""APA CAMPOS DO JORDÃO, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL ESTADUAL DA ESCARPA DEVONIANA"",""RPPN Alegrete"","""",""Desconhecida"",""2 - Agropecuária e Aquacultura|2.1 - Culturas anuais e perenes não-madeireiras|2.1.3 - Agricultura agro-industrial 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.3 - Pecuária|2.3.3 - Pecuária agro-industrial 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.1 - Incêndios e supressão de incêndios|7.1.1 - Aumento da frequência/intensidade de incêndios"","""",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação da Herpetofauna do Sul - 2º ciclo, Plano de Ação Nacional para a Conservação de Répteis e Anfíbios Ameaçados da Região Sul do Brasil, Plano de Ação Nacional para conservação da Herpetofauna Ameaçada da Mata Atlântica da Região Sudeste do Brasil"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Reptilia"",""Squamata"",""Gymnophthalmidae"",""Heterodactylus"",""Heterodactylus septentrionalis"",""Heterodactylus septentrionalis"",""Rodrigues, Freitas & Silva, 2009"","""",""Répteis"",""04/2021"",""Em Perigo"","""",""B1ab(iii)"",""Heterodactylus septentrionalis é endêmica do Brasil e conhecida apenas de duas localidades no município de Mucugê, na Bahia, no entorno do Parque Nacional da Chapada Diamantina. Essa região é frequentemente amostrada, mas não há registros adicionais, o que sugere uma distribuição bastante restrita, e sua extensão de ocorrência foi estimada entre 100 e 5.000 km². A espécie é fossorial e foi registrada em ambiente de floresta semidecidual (carrasco), não sendo encontrada em campos rupestres. Uma das localidades em que foi registrada sofre com intensa atividade agrícola de larga escala (plantio de batata e tomate), com uso intensivo de agrotóxico. Incêndios também são frequentes na região de Mucugê e também representam ameaças. Considerando a conversão de hábitat pela agricultura a principal ameaça, foram definidas duas localizações. Portanto, Heterodactylus septentrionalis foi avaliada como Em Perigo (EN) pelo critério B1ab(iii)."",""Sim"",""Sim"",""Bahia"",""|Nordeste|"",""Caatinga"",""Sub-bacia Itapecuru-Paraguaçu"","""","""","""","""",""Desconhecida"",""2 - Agropecuária e Aquacultura|2.1 - Culturas anuais e perenes não-madeireiras|2.1.3 - Agricultura agro-industrial 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.1 - Incêndios e supressão de incêndios|7.1.1 - Aumento da frequência/intensidade de incêndios 9 - Poluição|9.3 - Agropecuária e florestal|9.3.3 - Herbicidas e pesticidas"","""",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação da Herpetofauna do Nordeste - 2º ciclo, Plano de Ação Nacional para a Conservação dos Répteis e Anfíbios Ameaçados de Extinção na Serra do Espinhaço"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Arthropoda"",""Insecta"",""Lepidoptera"",""Nymphalidae"",""Orobrassolis"",""Orobrassolis ornamentalis"","""",""(Stichel, 1906)"",""Borboleta"",""Invertebrados Terrestres"",""11/2010"",""Criticamente em Perigo"",""Não"",""B1ab(iii)+2ab(iii)"",""Orobrassolis ornamentalis ocorre apenas em um frágil sistema de campos de altitude no topo da Serra da Mantiqueira, partes dos quais estão muito degradados ou já foram substituídos por silvicultura e pastagem, de modo que as populações remanescentes da espécie se encontram cada vez mais isoladas. Sua extensão de ocorrência é estimada em menos de 100 km2, e sua área de ocupação, em menos de 10 km2. Adicionalmente, mesmo a área protegida onde a espécie ocorre (PE de Campos do Jordão, SP) está sujeita às queimadas periódicas. Portanto, O. ornamentalis foi categorizada como Criticamente em Perigo (CR), segundo os critérios B1ab(iii)+2ab(iii)."",""Sim"",""Não"",""Minas Gerais, São Paulo"",""|Sudeste|"",""Mata Atlântica"",""Sub-bacia Grande"",""APA Serra da Mantiqueira"",""APA CAMPOS DO JORDÃO, PARQUE ESTADUAL DE CAMPOS DO JORDÃO"","""",""Desconhecido"",""Desconhecida"","""","""",""Proteção de recursos/habitat"","""","""","""",""""";;;;;; "Animalia,""Arthropoda"",""Insecta"",""Lepidoptera"",""Nymphalidae"",""Morpho"",""Morpho menelaus eberti"","""",""Fischer, 1962"",""azulão, Azul-seda, borboleta-azul"",""Invertebrados Terrestres"",""11/2010"",""Criticamente em Perigo"",""Não"",""B2ab(i,ii,iii,iv)"",""O habitat de Morpho menelaus eberti foi praticamente extirpado em toda sua extensão de ocorrência, que se estendia da Paraíba à Bahia. Há registro em apenas quatro fragmentos de Mata Atlântica isolados e com área reduzida, sendo sua área de ocupação estimada atualmente em menos de 10 km². Um dos fragmentos encontra-se dentro de matriz urbana de João Pessoa (PB). As populações da subespécie vêm sendo eliminadas por desmatamento intenso e fragmentação das florestas. Devido às requisições de florestas em bom estado de conservação conhecidas para a subespécie, existe alta probabilidade de extinção local devido à redução de habitat e isolamento das populações. Portanto, o táxon foi categorizado como Criticamente em Perigo (CR), segundo o critério B2ab(i,ii,iii,iv)."",""Sim"",""Não"",""Pernambuco"",""|Nordeste|"",""Mata Atlântica"",""Sub-bacia Litoral AL PE PB"","""","""",""RPPN Frei Caneca"",""Desconhecido"",""Desconhecida"",""1 - Desenvolvimento residencial e comercial 2 - Agropecuária e Aquacultura 9 - Poluição"","""",""Criação de áreas protegidas, Proteção de recursos/habitat"","""","""","""",""""";;;;;; "Animalia,""Arthropoda"",""Insecta"",""Lepidoptera"",""Nymphalidae"",""Pampasatyrus"",""Pampasatyrus gyrtone"","""",""(Berg, 1877)"",""Borboleta"",""Invertebrados Terrestres"",""11/2010"",""Em Perigo"","""",""B2ab(ii,iii)"",""Pampasatyrus gyrtone ocorre em habitat restrito de campo de altitude. É conhecida dos campos de altitude da Serra da Mantiqueira e da Serra Geral (SC), além de muitas localidades na Argentina. A área de ocupação (AOO) é estimada em menos de 500 km2. Recentemente, a expansão imobiliária, a pecuária e atividades recreativas têm ameaçado os habitat remanescentes fora das unidades de conservação, assim como silvicultura de Pinus sp., que é uma ameaça importante, especialmente para a subpopulação da Mantiqueira. Portanto, P. gyrtone foi categorizada como Em Perigo (EN), segundo o critério B2ab(ii,iii)."",""Não"",""Não"",""Minas Gerais, Rio de Janeiro, Santa Catarina, São Paulo"",""|Sudeste|Sul|"",""Mata Atlântica"",""Sub-bacia Grande Sub-bacia Litoral RJ Sub-bacia Uruguai Alto"",""APA Petrópolis, APA Serra da Mantiqueira, PARNA da Serra dos Órgãos, PARNA de Itatiaia, PARNA São Joaquim"",""APA CAMPOS DO JORDÃO, PARQUE ESTADUAL DE CAMPOS DO JORDÃO"","""",""Desconhecido"",""Desconhecida"",""2 - Agropecuária e Aquacultura 7 - Modificações nos sistemas naturais 8 - Espécies invasoras problemáticas e doenças"","""",""Proteção de recursos/habitat"","""","""","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Actinopterygii"",""Siluriformes"",""Loricariidae"",""Pareiorhaphis"",""Pareiorhaphis nasuta"","""",""Pereira, Vieira & Reis, 2007"","""",""Peixes Continentais"",""11/2013"",""Criticamente em Perigo"",""Não"",""B1ab(iii)"",""Pareiorhaphis nasuta é conhecida de três pontos na sub-bacia do rio Matipó, drenagem do rio Doce, estado de Minas Gerais, Brasil. A espécie é típica de córregos e riachos encachoeirados com substrato composto por blocos grandes de rocha. A Extensão de Ocorrência (EOO) da espécie, calculada pelo método do mínimo polígono convexo, é de 5,25 km² (CR B1). As principais ameaças à espécie decorrem da construção de hidrelétricas e do desmatamento, acarretando no assoreamento das drenagens da sub-bacia do rio Matipó. Estes processos culminaram na severa fragmentação da população (a) e declínio da qualidade do hábitat (biii). Diante dessas informações, P. nasuta foi categorizada como Criticamente em Perigo (CR) pelos critérios B1ab(iii)."",""Sim"",""Não"",""Minas Gerais"",""|Sudeste|"",""Mata Atlântica"",""Sub-bacia Doce"","""","""","""",""Desconhecido"",""Desconhecida"","""","""","""","""","""","""",""""";;;;;; "Animalia,""Arthropoda"",""Insecta"",""Lepidoptera"",""Hesperiidae"",""Parelbella"",""Parelbella polyzona"","""",""(Latreille, 1824)"",""Diabinha"",""Invertebrados Terrestres"",""11/2010"",""Em Perigo"","""",""B2ab(ii,iii)"",""Parelbella polyzona é encontrada na Mata Atlântica, em topo de morro com altitude de até 300 m. Possui apenas três localidades confirmadas e uma área de ocupação menor do que 500 km². As três populações estão em fragmentos isolados e severamente ameaçados pela silvicultura (município de Linhares, ES), ocupação humana (município do Rio de Janeiro, RJ) e por defensivos agrícolas (município de Joinville, SC). Portanto, a espécie foi categorizada como Em Perigo (EN), segundo o critério B2ab(ii,iii)."",""Sim"",""Não"","""",""||"","""","""","""","""","""",""Desconhecido"",""Desconhecida"","""","""",""Proteção de recursos/habitat"","""","""","""",""""";;;;;; "Animalia,""Arthropoda"",""Insecta"",""Lepidoptera"",""Papilionidae"",""Parides"",""Parides ascanius"","""",""(Cramer, 1775)"",""Borboleta-da-praia, borboleta-da-restinga"",""Invertebrados Terrestres"",""11/2010"",""Em Perigo"","""",""B2ab(i,ii,iii,iv)"",""Parides ascanius ocorre em matas de restinga paludosa em altitudes próximas ao nível do mar. A área de ocupação (AOO) é estimada em menos de 500 km2. A maioria das populações existentes encontram se em pequenos fragmentos isolados, alguns inseridos em matriz urbana, com declínio rápido e perdade populações por ação antrópica de diferentes tipos (expansão imobiliária, desmatamento, alteração da dinâmica hídrica na implantação de vias asfaltadas). Toda área de distribuição da espécie está dentro de uma das regiões mais densamente povoadas do Brasil. As populações são pequenas, geralmente menores que 50 indivíduos e frequentemente sofrem extinção local. Portanto, a espécie foi categorizada como Em Perigo (EN), segundo o critério B2ab(i,ii,iii,iv)."",""Sim"",""Não"",""Rio de Janeiro"",""|Sudeste|"",""Mata Atlântica"",""Sub-bacia Litoral RJ"",""REBIO de Poço das Antas"","""","""",""Desconhecido"",""Declinando"","""","""",""Proteção de recursos/habitat"","""","""","""",""""";;;;;; "Animalia,""Arthropoda"",""Insecta"",""Lepidoptera"",""Papilionidae"",""Parides"",""Parides burchellanus"","""",""(Westwood, 1872)"",""Borboleta-ribeirinha, rabo-de-andorinha"",""Invertebrados Terrestres"",""11/2010"",""Criticamente em Perigo"",""Não"",""C2a(i)"",""Parides burchellanus possui diversas populações muito pequenas ocorrendo em duas áreas isoladas, distantes mais de 600 km entre si. As populações estão em declínio como consequência de alterações antrópicas em seus habitat. O crescimento urbano e a atividade rural são os principais fatores de ameaça às populações remanescentes. As populações conhecidas possuem em geral menos de 50 indivíduos, e há pouca possibilidade de dispersão entre elas. A subpopulação mais bem estudada, em Brumadinho (MG), está declinando devido à degradação da mata de galeria localizada no perímetro urbano. Portanto, a espécie foi categorizada como Criticamente em Perigo (CR), segundo o critério C2a(i)."",""Sim"",""Não"",""Distrito Federal, Minas Gerais"",""|Centro-Oeste|Sudeste|"",""Cerrado, Mata Atlântica"",""Região Hidrográfica do São Francisco Região Hidrográfica do Tocantins/Araguaia Sub-bacia São Francisco Alto Sub-bacia Tocantins Alto"",""APA Planalto Central"",""ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL SUL-RMBH, PARQUE ESTADUAL SERRA DO ROLA MOÇA"","""",""Não"",""Declinando"",""11 - Mudanças e extremos climáticos|11.4 - Tempestades/enchentes 1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.1 - Expansão urbana 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.1 - Culturas anuais e perenes não-madeireiras 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.3 - Pecuária 3 - Produção energética e mineração|3.2 - Mineração|3.2.3 - Extração de minérios - subsolo 5 - Uso de recursos biológicos|5.3 - Extração florestal 9 - Poluição|9.1 - Doméstica e urbana - escoamento de água|9.1.2 - Escoamento urbano 9 - Poluição|9.2 - Industrial|9.2.2 - Infiltraçao oriunda de mineração 9 - Poluição|9.3 - Agrícola e florestal|9.3.3 - Herbicidas e pesticidas"","""",""Criação de áreas protegidas, Expansão de áreas protegidas, Plano de Ação Nacional (PAN)"","""","""",""800 , 1100"",""""";;;;;; "Animalia,""Arthropoda"",""Insecta"",""Lepidoptera"",""Hesperiidae"",""Pseudocroniades"",""Pseudocroniades machaon seabrai"","""",""Mielke, 1995"",""Borboleta, diabinha"",""Invertebrados Terrestres"",""11/2010"",""Criticamente em Perigo"",""Não"",""B1ab(ii,iii)"",""Pseudocroniades machaon seabrai é conhecida de apenas três exemplares, e somente o holótipo possui localidade específica de coleta, que corresponde a um fragmento de floresta úmida da Mata Atlântica dentro da cidade do Rio de Janeiro. Assim, há apenas uma localização, e a extensão de ocorrência é menor do que 100 km². O fragmento está sob forte impacto da crescente urbanização da cidade. Portanto, o táxon foi categorizado como Criticamente em Perigo (CR), segundo o critério B1ab(ii,iii)."",""Sim"",""Não"",""Rio de Janeiro"",""|Sudeste|"",""Mata Atlântica"",""Sub-bacia Litoral RJ"",""PARNA da Tijuca"","""","""",""Desconhecido"",""Desconhecida"","""","""",""Proteção de recursos/habitat"","""","""","""",""""";;;;;; "Animalia,""Arthropoda"",""Insecta"",""Coleoptera"",""Scarabaeidae"",""Pedaridium"",""Pedaridium hirsutum"","""",""(Harold, 1859)"",""besouro-rola-bosta"",""Invertebrados Terrestres"",""10/2014"",""Vulnerável"","""",""D2"",""Pedaridium hirsutum é uma espécie de áreas campestres de altitude associadas à Floresta Atlântica Brasileira. A maioria das áreas que contemplam os registros históricos já foram bastante alteradas. A espécie possui distribuição histórica ampla, porém, atualmente é encontrada somente em duas localidades na região serrana do Rio de Janeiro, ambas em unidades de conservação supostamente bem protegidas, e parece estar associada aí a fezes de cavalo. Considerando apenas os registros atuais e conformados, sua área de ocupação é estimada em menos de 27km2, calculado pelo método dos quadrantes. Portanto, Pedaridium hirsutum foi categorizada como Vulnerável (VU) segundo o critério D2."",""Sim"",""Não"",""Minas Gerais, Rio de Janeiro, Santa Catarina"",""|Sudeste|Sul|"",""Mata Atlântica"",""Sub-bacia Litoral RJ Sub-bacia Paraíba do Sul"",""PARNA de Itatiaia"","""","""",""Não"",""Desconhecida"",""2 - Agropecuária e Aquacultura|2.1 - Culturas anuais e perenes não-madeireiras|2.1.4 - Agricultura de escala desconhecida 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.3 - Pecuária|2.3.4 - Pecuária em escala desconhecida"","""",""Proteção de recursos/habitat"","""","""","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Amphibia"",""Anura"",""Brachycephalidae"",""Ischnocnema"",""Ischnocnema manezinho"",""Ischnocnema manezinho"",""(Garcia, 1996)"",""rã-manezinha, rãzinha-do-folhiço-da-ilha"",""Anfíbios"",""09/2018"",""Em Perigo"","""",""B1ab(iii)"",""Ischnocnema manezinho é endêmica do Brasil, do bioma Mata Atlântica, com distribuição restrita à Ilha de Santa Catarina, localizada no município de Florianópolis, estado de Santa Catarina. Sua extensão de ocorrência foi estimada em 222 km2. A espécie é encontrada com facilidade no folhiço, mas somente no interior e na borda de ambientes florestados. Sua região de ocorrência é afetada pela expansão urbana e da malha viária, ocupação ilegal, mineração e turismo desordenado, atividades que provocam declínio contínuo da qualidade do hábitat da espécie e fragmentação severa do ambiente. Dada a especificidade de hábitat e a baixa capacidade de dispersão da espécie, é possível supor que sua população esteja severamente fragmentada. Por essas razões, Ischnocnema manezinho foi avaliada como Em Perigo (EN) pelo critério B1ab(iii)."",""Sim"",""Sim"",""Santa Catarina"",""|Sul|"",""Mata Atlântica"",""Sub-bacia Litoral SP PR SC"","""","""","""",""Não"",""Desconhecida"",""11 - Mudanças e extremos climáticos|11.3 - Extremos térmicos 1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.1 - Expansão urbana 3 - Produção energética e mineração|3.2 - Mineração|3.2.3 - Extração de minérios - subsolo 4 - Transportes e serviços de transmissão|4.1 - Estradas e ferrovias 6 - Distúrbios humanos|6.1 - Atividades recreacionais/turísticas"","""",""Plano de Ação Nacional (PAN), Proteção de recursos/habitat"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação da Herpetofauna do Sul - 2º ciclo, Plano de Ação Nacional para a Conservação de Répteis e Anfíbios Ameaçados da Região Sul do Brasil"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Amphibia"",""Anura"",""Bufonidae"",""Melanophryniscus"",""Melanophryniscus montevidensis"",""Melanophryniscus montevidensis"",""(Philippi, 1902)"",""Sapinho-mão-vermelha-de-Montevidéu"",""Anfíbios"",""09/2018"",""Vulnerável"","""",""B1ab(iii)"",""Melanophryniscus montevidensis ocorre no Uruguai e no Brasil, onde há registros no bioma Pampa no extremo sul do estado do Rio Grande do Sul, nos municípios de Santa Vitória do Palmar e Chuí. Trata-se de espécie de hábitat específico, encontrada somente em solos arenosos de planícies costeiras. Sua extensão de ocorrência no país foi estimada em 977 km². Não há registro da espécie em área protegida e não há aporte da população do Uruguai para as subpopulações no Brasil. Na região onde ocorre no país, há plantio em larga escala de arroz e expansão imobiliária, atividades que causam declínio contínuo da qualidade do hábitat da espécie. Considerando as ameaças e os registros conhecidos, é possível supor que a espécie tenha menos de dez localizações. Por essas razões, Melanophryniscus montevidensis foi avaliada como Vulnerável (VU) pelo critério B1ab(iii)."",""Não"",""Sim"",""Rio Grande do Sul"",""|Sul|"",""Pampa"",""Sub-bacia Litoral RS"","""","""","""",""Não"",""Desconhecida"",""11 - Mudanças e extremos climáticos|11.3 - Extremos térmicos 1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.1 - Expansão urbana 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.1 - Culturas anuais e perenes não-madeireiras|2.1.3 - Agricultura agro-industrial 9 - Poluição|9.3 - Agropecuária e florestal|9.3.3 - Herbicidas e pesticidas"","""",""Plano de Ação Nacional (PAN), Proteção de locais/áreas, Proteção de recursos/habitat"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação da Herpetofauna do Sul - 2º ciclo, Plano de Ação Nacional para a Conservação de Répteis e Anfíbios Ameaçados da Região Sul do Brasil"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Actinopterygii"",""Siluriformes"",""Loricariidae"",""Pogonopoma"",""Pogonopoma parahybae"","""",""(Steindachner, 1877)"",""Cascudo"",""Peixes Continentais"",""11/2012"",""Em Perigo"","""",""B2ab(iii)"",""Pogonopoma parahybae é uma espécie naturalmente pouco frequente e pouco abundante, sendo endêmica à bacia do rio Paraíba do Sul, nos estados de São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais, Brasil. Os registros mais recentes (2014) da espécie foram efetuados no rio Paraitinga, SP, próximo à represa da UHE Paraibuna. Os registros mais pretéritos são de alguns pontos do médio rio Paraíba do Sul, no estado do RJ (1989) e no rio Pomba (2002 e 2005). Estes trechos do rio, contudo, foram recentemente alagados pelos reservatórios das PCHs de Ponte Palestina e Triunfo. Além desses, a espécie ocorre a jusante da UHE Simplício, município de Além Paraíba, RJ. A Extensão de Ocorrência (EOO) calculada pelo menor polígono convexo, considerando a fragmentação da distribuição da espécie, foi de aproximadamente 1600 km² (EN B2). Os barramentos existentes na bacia comprometem os ambientes lóticos que a espécie ocupa, fragmentando a sua distribuição de maneira severa (a) que, em conjunto com a poluição doméstica e industrial, promovem o declínio continuado da área, extensão e qualidade do hábitat (biii). Desse modo, Pogonopoma parahybae foi listada como Em Perigo (EN) pelos critérios B2ab(iii)."",""Sim"",""Não"",""Minas Gerais, São Paulo"",""|Sudeste|"",""Mata Atlântica"",""Sub-bacia Paraíba do Sul"","""","""","""",""Desconhecido"",""Desconhecida"","""","""","""","""","""","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Mammalia"",""Rodentia"",""Echimyidae"",""Phyllomys"",""Phyllomys lundi"","""",""Leite, 2003"",""Lund’s Atlantic tree-rat, Rato-da-árvore"",""Mamíferos"",""06/2013"",""Em Perigo"","""",""B2ab(iii,iv)"",""Phyllomys lundi é endêmico do Brasil, com registros de apenas dois indivíduos, um no Rio de Janeiro e outro em Minas Gerais. A REBIO Poço das Antas, onde a espécie ocorre, tem 50 km2 e ela foi também encontrada em Minas Gerais, na \""Fazenda do Bené\"", sobre a qual a literatura não apresenta nenhuma informação e que se localiza em uma região bastante desmatada. Mesmo assumindo uma área semelhante, a AOO da espécie teria cerca de 100 km2 (EN B2) e consiste de apenas duas localizações (a) sujeitas a uma ameaça plausível, o fogo, que recentemente destruiu uma grande da REBIO. A área de ocupação e qualidade do habitat da espécie foram reduzidas pelo fogo, portanto a espécie foi categorizada com Em perigo (EN) B2ab(iii,iv)."",""Sim"",""Não"","""",""||"","""","""","""","""","""","""",""Desconhecida"","""","""","""","""","""","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Actinopterygii"",""Cyprinodontiformes"",""Rivulidae"",""Pituna"",""Pituna xinguensis"","""",""Costa & Nielsen, 2007"",""annual killifish, Peixe anual"",""Peixes Continentais"",""11/2014"",""Criticamente em Perigo"",""Não"",""A3c"",""Pituna xinguensis é endêmica do Brasil e conhecida apenas da localidade-tipo, Ilha do Arapujá, popularmente conhecida como Ilha do Capacete, em frente à cidade de Altamira, estado do Pará. Essa ilha será permanentemente inundada pelo enchimento do reservatório da Usina Hidrelétrica de Belo Monte, previsto para ocorrer até o ano de 2016. Quando o enchimento do reservatório se concretizar, e caso a espécie não ocorra em outras áreas, será extinta. Nesse caso, a redução da população será superior a 80% (A3) em virtude do declínio na área de ocupação, extensão de ocorrência e qualidade do hábitat. Portanto, Pituna xinguensis foi categorizada como Criticamente em Perigo (CR) pelos critérios A3c."",""Sim"",""Não"",""Pará"",""|Norte|"",""Amazônia"",""Sub-bacia Xingu"","""","""","""","""",""Declinando"","""","""","""","""","""","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Aves"",""Passeriformes"",""Tyrannidae"",""Phyllomyias"",""Phyllomyias reiseri"",""Phyllomyias reiseri"",""Hellmayr, 1905"",""piolhinho-do-grotão"",""Aves"",""10/2018"",""Em Perigo"","""",""B2ab(ii,iii)"",""Phyllomyias reiseri é espécie rara que ocorre no Paraguai e centro-norte do Brasil, em matas secas e matas paludosas. É altamente sensível à degradação ambiental, em razão de sua grande especificidade de habitat. Sua área de ocupação (AOO) foi calculada em 480 km². A população é severamente fragmentada, tendo mais de 50% de sua área de ocupação separada por grandes distâncias. Não há fluxo gênico, pois os indivíduos não se deslocam por longas distâncias fora do seu habitat. Há declínio continuado da população devido à destruição de habitat (atividade agropecuária e mineração de calcário). Neste contexto, P. reiseri foi categorizada como Em Perigo (EN) pelo critério B2ab(ii,iii)."",""Não"",""Sim"",""Bahia, Distrito Federal, Goiás, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Piauí, Tocantins"",""|Centro-Oeste|Nordeste|Norte|Sudeste|"",""Caatinga, Cerrado, Mata Atlântica, Pantanal"",""Sub-bacia Araguaia Sub-bacia Contas Sub-bacia Paraguai 01 Sub-bacia Paranaíba Sub-bacia São Francisco Alto Sub-bacia São Francisco Médio Sub-bacia Tocantins Alto"",""APA Cavernas do Peruaçu, PARNA Cavernas do Peruaçu, PARNA da Serra da Bodoquena"",""ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL JOÃO LEITE, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL POUSO ALTO, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL SERRA DO SABONETAL, PARQUE ESTADUAL ALTAMIRO DE MOURA PACHECO, PARQUE ESTADUAL DA LAPA GRANDE, PARQUE ESTADUAL MATA SECA"",""RPPN Fazenda Caetano, RPPN Fazenda Mata Funda"",""Não"",""Declinando"",""2 - Agropecuária e Aquacultura|2.2 - Silvicultura|2.2.3 - Plantações em escala desconhecida 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.3 - Pecuária|2.3.4 - Pecuária em escala desconhecida 3 - Produção energética e mineração|3.2 - Mineração|3.2.3 - Extração de minérios - subsolo 5 - Uso de recursos biológicos|5.3 - Extração florestal|5.3.5 - Motivação desconhecida 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.1 - Incêndios e supressão de incêndios|7.1.1 - Aumento da frequência/intensidade de incêndios"","""",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação das Aves do Cerrado e Pantanal, Plano de Ação Nacional para a Conservação das Aves do Cerrado e Pantanal - 2º ciclo"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Aves"",""Passeriformes"",""Tityridae"",""Laniisoma"",""Laniisoma elegans"",""Laniisoma elegans"",""(Thunberg, 1823)"",""chibante"",""Aves"",""06/2019"",""Em Perigo"","""",""B2ab(ii,iii)"",""Laniisoma elegans é endêmica do Brasil, ocorrendo sobretudo na região Sudeste, com registros pontuais e históricos no sul da Bahia, Paraná e Santa Catarina. Habita tanto florestas de altitude como de baixada e sua área de ocupação (AOO) foi calculada em 400 km². A população é severamente fragmentada, tendo as localidades de registro distantes entre si e separadas por habitat não adequado à espécie. Há declínio continuado da população, e inclusive diversos casos de extinção local, decorrente do declínio continuado da área de ocupação (AOO) e da qualidade do habitat devido ao corte seletivo de madeira e à abertura de áreas para pastagens e plantações. Dessa forma, L. elegans foi categorizada como Em Perigo (EN) pelo critério B2ab(ii,iii)."",""Sim"",""Sim"",""Espírito Santo, Minas Gerais, Paraná, Rio de Janeiro, Santa Catarina, São Paulo"",""|Sudeste|Sul|"",""Mata Atlântica"",""Sub-bacia Doce Sub-bacia Litoral ES Sub-bacia Litoral RJ Sub-bacia Litoral RJ SP Sub-bacia Litoral SP Sub-bacia Paraíba do Sul Sub-bacia Paranapanema Sub-bacia Tietê"",""APA Bacia do Rio Paraíba do Sul, APA Cairuçu, APA Cananéia-Iguape-Peruíbe, APA Petrópolis, FLONA de Ipanema , PARNA da Serra da Bocaina, PARNA da Serra do Itajaí, PARNA da Serra dos Órgãos, PARNA da Tijuca, PARNA de Itatiaia, PARNA do Caparaó, REBIO Augusto Ruschi, REBIO de Poço das Antas, REBIO do Tinguá, REBIO União"",""APA MARINHA DO LITORAL CENTRO, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL DA BACIA DO RIO MACACU, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL SUL-RMBH, ESTAÇÃO ECOLÓGICA JURÉIA-ITATINS, PARQUE ESTADUAL DA ILHA DO CARDOSO, PARQUE ESTADUAL DA SERRA DO MAR, PARQUE ESTADUAL DE ILHABELA"",""RPPN CEC/Tinguá, RPPN CEFLUSMME, RPPN Fattoria Grigia, RPPN Fazenda Barra do Sana, RPPN Fazenda Limeira, RPPN Fazenda San Michele, RPPN Feliciano Miguel Abdala, RPPN Morro do Curussu Mirim, RPPN Reserva Rizzieri, RPPN Sítio Curucutu, RPPN Sítio do Jacu"",""Não"",""Declinando"",""2 - Agropecuária e Aquacultura|2.1 - Culturas anuais e perenes não-madeireiras|2.1.4 - Agricultura de escala desconhecida 5 - Uso de recursos biológicos|5.3 - Extração florestal|5.3.5 - Motivação desconhecida"","""",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação das Aves Ameaçadas do Bioma Mata Atlântica"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Actinopterygii"",""Siluriformes"",""Loricariidae"",""Microlepidogaster"",""Microlepidogaster perforata"",""Microlepidogaster perforatus"",""Eigenmann & Eigenmann, 1889"",""Cascudinho"",""Peixes Continentais"",""10/2019"",""Criticamente em Perigo"",""Não"",""B2ab(i,ii,iii)"",""Microlepidogaster perforata é endêmica do Brasil e ocorre na bacia do rio Carandaí, município de Carandaí, estado de Minas Gerais. Sua área de ocupação (AOO) foi calculada em 4 km². Buscas realizadas em 2012 indicam que a espécie desapareceu de uma das localidades onde era amostrada há décadas atrás, e prospecções em localidades adjacentes também fracassaram. Dessa forma, a espécie atualmente é conhecida de apenas uma única localidade, na periferia da zona urbana de Carandaí. Considerando como principais ameaças a ocupação urbana e o consequente despejo de efluentes domésticos e industriais nos corpos d´água do município de Carandaí, caracteriza-se uma única localização. Além disso, a expansão urbana também resulta no declínio continuado da qualidade do hábitat pela deterioração da qualidade do corpo d´água que a espécie ocupa. Por essas razões, Microlepidogaster perforata foi categorizada como Criticamente em Perigo (CR) pelo critério B2ab(i,ii,iii)."",""Sim"",""Sim"",""Minas Gerais"",""|Sudeste|"",""Mata Atlântica"",""Sub-bacia Grande"","""","""","""",""Desconhecido"",""Desconhecida"",""1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.1 - Expansão urbana 9 - Poluição|9.1 - Doméstica e urbana - escoamento de água|9.1.1 - Esgoto 9 - Poluição|9.2 - Industrial|9.2.4 - Tipo desconhecido"","""",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação das Espécies de Peixes Ameaçadas de Extinção da Bacia do Alto Rio Paraná, Plano de Ação Nacional para a Conservação dos Peixes e Eglas da Mata Atlântica"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Actinopterygii"",""Cyprinodontiformes"",""Rivulidae"",""Atlantirivulus"",""Atlantirivulus lazzarotoi"",""Atlantirivulus lazzarotoi"",""(Costa, 2007)"",""Peixe das nuvens, Peixe não-anual"",""Peixes Continentais"",""09/2021"",""Criticamente em Perigo"",""Não"",""B2ab(iii)"",""Atlantirivulus lazzarotoi é endêmica do Brasil e conhecida apenas da localidade-tipo, um riacho próximo à rodovia RJ-155, na bacia do rio Jurumirim, município de Angra dos Reis, baía da Ilha Grande, no estado do Rio de Janeiro. É uma espécie rara, visto que a única população conhecida situa-se em uma pequena área de vegetação secundária em planície costeira cercada de montanhas. Apesar de ter sido empregado esforço intensivo de coleta em toda a região, a espécie não foi registrada em outros locais. A principal ameaça à espécie é a perda de habitat em virtude da expansão urbana, o que delimita uma localização. A Área de Ocupação (AOO) conhecida foi calculada em 4 km², com uma localização e declínio continuado na qualidade do habitat. Por isso, A. lazzarotoi foi categorizada como Criticamente em Perigo (CR) pelo critério B2ab(iii)."",""Sim"",""Sim"",""Rio de Janeiro"",""|Sudeste|"",""Mata Atlântica"",""Sub-bacia Litoral RJ"","""","""","""",""Não"",""Desconhecida"",""1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.1 - Expansão urbana 4 - Transportes e serviços de transmissão|4.1 - Estradas e ferrovias"","""",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação dos Peixes Rivulídeos Ameaçados de Extinção - 2º ciclo"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Aves"",""Apodiformes"",""Trochilidae"",""Thalurania"",""Thalurania watertonii"",""Thalurania watertonii"",""(Bourcier, 1847)"",""beija-flor-de-costas-violeta"",""Aves"",""06/2019"",""Em Perigo"","""",""B2ab(ii,iii,v)"",""Thalurania watertonii é endêmica do Brasil, com ocorrência confirmada para Pernambuco e Alagoas, e sua área de ocupação (AOO) foi calculada em 424 km². Habita, principalmente, florestas úmidas costeiras e pode adaptar-se a ambientes antrópicos, desde que existam manchas de florestas próximo ao local. A espécie ocorre em uma matriz florestal onde 50% de sua área total de ocupação está em fragmentos separados entre si por grandes distâncias e são menores do que o necessário para sustentar uma população viável. Além disso, há declínio continuado da população, da área de ocupação e da qualidade do habitat decorrente de incêndios, cultivos de cana-de-açúcar, banana e a pecuária. Dessa forma, T. watertonii foi categorizada como Em Perigo (EN) pelo critério B2ab(ii,iii,v)."",""Sim"",""Sim"",""Alagoas, Pernambuco"",""|Nordeste|"",""Caatinga, Mata Atlântica"",""Sub-bacia Litoral AL PE PB"",""ESEC de Murici, REBIO de Pedra Talhada, REBIO de Saltinho"",""ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL DE MURICÍ, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL DE SIRINHAÉM, PARQUE ESTADUAL DE DOIS IRMÃOS, REFúGIO DE VIDA SILVESTRE MATAS DO SISTEMA GURJAú"",""RPPN Fazenda São Pedro, RPPN Frei Caneca, RPPN Reserva Santa Tereza"",""Não"",""Declinando"",""2 - Agropecuária e Aquacultura|2.1 - Culturas anuais e perenes não-madeireiras|2.1.4 - Agricultura de escala desconhecida 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.2 - Silvicultura|2.2.3 - Plantações em escala desconhecida 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.3 - Pecuária|2.3.4 - Pecuária em escala desconhecida 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.1 - Incêndios e supressão de incêndios|7.1.1 - Aumento da frequência/intensidade de incêndios"","""",""Criação de áreas protegidas, Implementação de corredores, Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação das Aves Ameaçadas do Bioma Mata Atlântica, Plano de Ação Nacional para a Conservação das Aves da Caatinga, Plano de Ação Nacional para a Conservação das Aves da Caatinga - 2º ciclo"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022, CITES - Anexo II"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Actinopterygii"",""Siluriformes"",""Heptapteridae"",""Chasmocranus"",""Chasmocranus brachynemus"",""Chasmocranus brachynemus"",""Gomes & Schubart, 1958"",""Babão, Bagrinho-de-emas"",""Peixes Continentais"",""10/2019"",""Em Perigo"","""",""B1ab(iii)"",""Chasmocranus brachynemus é endêmica do Brasil e ocorre na bacia do rio Mogi-Guaçu, bacia do alto rio Paraná, no estado de São Paulo. A Extensão de Ocorrência (EOO) da espécie é de 3.600 km², com base nos três registros conhecidos. A região é muito bem amostrada e não há registros adicionais, sendo consideradas três localizações. Toda região do rio Mogi-Guaçu é impactada por desmatamento, uso extensivo de fertilizantes e de pesticidas, agropecuária mecanizada extensiva (cana-de-açúcar), esgoto doméstico e construção de hidrelétricas. Assim, C. brachynemus foi categorizada como Em Perigo (EN) pelo critério B1ab(iii)."",""Sim"",""Sim"",""São Paulo"",""|Sudeste|"",""Cerrado, Mata Atlântica"",""Sub-bacia Grande Sub-bacia Tietê"","""",""APA PIRACICABA JUQUERI MIRIM ÁREA I"","""",""Desconhecido"",""Desconhecida"",""2 - Agropecuária e Aquacultura|2.1 - Culturas anuais e perenes não-madeireiras|2.1.4 - Agricultura de escala desconhecida 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.3 - Pecuária|2.3.4 - Pecuária em escala desconhecida 3 - Produção energética e mineração|3.3 - Energia renovável|3.3.1 - Hidrelétricas 9 - Poluição|9.1 - Doméstica e urbana - escoamento de água|9.1.1 - Esgoto 9 - Poluição|9.3 - Agropecuária e florestal|9.3.3 - Herbicidas e pesticidas"","""",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação das Espécies da Fauna Aquática Ameaçadas de Extinção do Ecossistema Mogi-Pardo-Grande, Plano de Ação Nacional para a Conservação das Espécies de Peixes Ameaçadas de Extinção da Bacia do Alto Rio Paraná"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Actinopterygii"",""Cyprinodontiformes"",""Poeciliidae"",""Cnesterodon"",""Cnesterodon omorgmatos"",""Cnesterodon omorgmatos"",""Lucinda & Garavello, 2001"",""Barrigudinho"",""Peixes Continentais"",""10/2019"",""Criticamente em Perigo"",""Não"",""B2ab(iii)"",""Cnesterodon omorgmatos é uma espécie endêmica do Brasil, ocorrendo na sub-bacia do rio Jordão, bacia do rio Iguaçu, estado do Paraná. É conhecida apenas da série-tipo, com os indivíduos coletados em um riacho encachoeirado com fundo de pedras. A Área de Ocupação calculada é de 4 km2. Considerando os impactos derivados da agropecuária como principal ameaça, foi caracterizada uma única localização. Dentre as outras ameaças que afetam a bacia do rio Iguaçu como um todo estão a alteração da qualidade de água devido à silvicultura, assoreamento e poluição por agrotóxicos, os impactos dos diversos barramentos e introdução de espécies de peixes exóticos nas barragens. Dessa forma, Cnesterodon omorgmatos foi categorizada como Criticamente em Perigo (CR) pelos critérios B2ab(iii)."",""Sim"",""Sim"",""Paraná"",""|Sul|"",""Mata Atlântica"",""Sub-bacia Iguaçu"","""","""","""",""Desconhecido"",""Desconhecida"",""2 - Agropecuária e Aquacultura|2.2 - Silvicultura|2.2.3 - Plantações em escala desconhecida 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.3 - Pecuária|2.3.4 - Pecuária em escala desconhecida 3 - Produção energética e mineração|3.3 - Energia renovável|3.3.1 - Hidrelétricas 8 - Espécies invasoras problemáticas e doenças|8.1 - Espécies exóticas|8.1.2 - Espécie não conhecida|8.1.2.2 - Predadores 9 - Poluição|9.3 - Agropecuária e florestal|9.3.2 - Erosão do solo/sedimentação 9 - Poluição|9.3 - Agropecuária e florestal|9.3.3 - Herbicidas e pesticidas"","""",""Manejo de espécies, Manejo territorial, Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação da Fauna Aquática e Semiaquática do Baixo Iguaçu"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Mollusca"",""Gastropoda"",""Pulmonata"",""Physidae"",""Stenophysa"",""Stenophysa marmorata"","""",""(Guilding, 1828)"",""Caramujo"",""Invertebrados de Água Doce"",""09/2014"",""Vulnerável"","""",""A4ce"",""Physa marmorata tem como localidade-tipo a ilha Saint Vincent, no Caribe, com vários registros na América Central e América do Sul. No Brasil, foi encontrada nos estados de Rondônia, Tocantins, Maranhão, Rio Grande do Norte, Bahia, Mato Grosso, Goiás, Minas Gerais, Rio de Janeiro, São Paulo, Paraná e Santa Catarina. Encontrada bem adaptada a corpos d’água límnicos, principalmente lênticos e menos poluídos, incluindo lagos (naturais e artificiais), riachos, rios, represas, valas de drenagem, pântanos, corpos d’água temporários e piscinas à beira da estrada, embora seja sensível à luz solar direta, falta de oxigênio, dessecação e falta de alimento. A descaracterização dos habitat devido ao desenvolvimento de infraestruturas e urbanização, somado ao aumento da construção de barragens, representam ameaças a essa subpopulação. Outra ameaça à espécie é a presença da espécie exótica Physa acuta, mais adaptada a ambientes poluídos e com superioridade reprodutiva sobre P. marmorata. O monitoramento da malacofauna límnica realizado entre 2000 e 2011 na área da UHE Serra da Mesa (GO), demonstrou um declínio populacional de P. marmorata, ao contrário da espécie congenérica exótica P. acuta, após sua introdução no reservatório. Por se tratar de uma espécie com ciclo de vida curto, o declínio foi calculado dentro do período de 10 anos, a partir dos dados de 5 anos passados e da projeção para 5 anos no futuro. Assumindo uma taxa de crescimento da P. acuta ao ano, e consequentemente, perda de P. marmorata, foi observado que em 6 anos, o aumento de P. acuta foi de 75%, enquanto que a redução de P. marmorata foi de ~17%. Assumindo-se que essa taxa se manterá, nos próximos 5 anos, haverá uma redução de ~35% de P. marmorata na área avaliada, e como a espécie exótica ocorre no Brasil inteiro, é possível suspeitar que esse mesmo declínio acontecerá em toda a população brasileira. Portanto, P. marmorata foi categorizada como Vulnerável (VU), pelo critério A4ce."",""Não"",""Não"","""",""||"",""Desconhecido"","""","""","""","""","""",""Desconhecida"","""","""","""","""","""","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Actinopterygii"",""Cichliformes"",""Cichlidae"",""Crenicichla"",""Crenicichla jupiaensis"",""Crenicichla jupiaensis"",""Britski & Luengo, 1968"",""Joaninha"",""Peixes Continentais"",""10/2019"",""Em Perigo"","""",""B2ab(ii,iii)"",""Crenicichla jupiaensis é uma espécie pouco frequente, endêmica da bacia do rio Paraná, no Brasil e na Argentina. Aparentemente, a espécie está restrita a ambientes encachoeirados e é afetada pelos impactos decorrentes dos barramentos. Embora sua extensão de ocorrência supere os 100.000 km2, a área de ocupação é certamente muito menor. Esforços de coleta em localidades com registros pretéritos, anteriores à construção das barragens, especialmente nos rios Paraná e Paranapanema, não obtiveram sucesso, o que reforça a hipótese de se tratar de uma espécie realmente afetada pelos represamentos. Por isso, assumiu-se que a população de C. jupiaensis esteja severamente fragmentada. Considerando os registros mais recentes da espécie (a partir de 2010, localizados nos rios Piquiri e das Cinzas), e os trechos lóticos remanescentes dos rios com registros pretéritos (p. ex. rios Paranapanema e Grande), a área de trechos livres de barramentos, onde a espécie deve ocupar, é inferior a 2.000 km2. No entanto, a área de ocupação calculada é de 36 km2, levando-se em consideração os registros confirmados. Houve um declínio continuado na sua área de ocupação e na qualidade do hábitat, atribuído à construção de barragens e à destruição de ambientes lóticos. Dessa forma, Crenicichla jupiaensis foi avaliada como Em Perigo (EN) pelos critérios B2ab(ii,iii)."",""Não"",""Sim"",""Mato Grosso do Sul, Paraná, São Paulo"",""|Centro-Oeste|Sudeste|Sul|"",""Mata Atlântica"",""Sub-bacia Grande Sub-bacia Iguaçu Sub-bacia Paranapanema Sub-bacia Paraná RH1 Sub-bacia Tietê"","""","""",""RPPN Iguaçu I"",""Desconhecido"",""Desconhecida"",""3 - Produção energética e mineração|3.3 - Energia renovável|3.3.1 - Hidrelétricas 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.3 - Outras modificações nos ecossistemas"","""",""Manejo de espécies, Manejo territorial, Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação das Espécies de Peixes Ameaçadas de Extinção da Bacia do Alto Rio Paraná, Plano de Ação Nacional para a Conservação dos Peixes e Eglas da Mata Atlântica"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Actinopterygii"",""Characiformes"",""Characidae"",""Hasemania"",""Hasemania maxillaris"",""Hasemania maxillaris"",""Ellis, 1911"",""Lambari"",""Peixes Continentais"",""10/2019"",""Criticamente em Perigo"",""Sim"",""D"",""Hasemania maxillaris é endêmica da bacia do rio Iguaçu, conhecida da localidade-tipo \""Porto União\"", hoje União da Vitória, estado do Paraná, de um registro de 1908 e de outro exemplar mais antigo (1907) coletado no rio Negro, bacia do alto rio Iguaçu. A espécie não foi mais registrada na região, apesar da realização de esforços de coletas, em áreas bastante amostradas para estudos ictiológicos. Outras espécies de lambaris são coletadas rotineiramente. A ausência de registros há mais de 100 anos desde a descrição original, combinada com os frequentes esforços de coleta, e ao fato da localidade-tipo situar-se em áreas hoje intensamente antropizadas, permitem inferir que a população dessa espécie possa estar extinta. Dessa forma, Hasemania maxillaris foi avaliada como Criticamente em Perigo Possivelmente Extinta (CR PEX) pelo critério D."",""Sim"",""Sim"",""Paraná"",""|Sul|"",""Mata Atlântica"",""Sub-bacia Iguaçu"","""","""","""",""Desconhecido"",""Desconhecida"",""1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.1 - Expansão urbana 3 - Produção energética e mineração|3.3 - Energia renovável|3.3.1 - Hidrelétricas 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.3 - Outras modificações nos ecossistemas"","""","""","""",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Actinopterygii"",""Cyprinodontiformes"",""Rivulidae"",""Spectrolebias"",""Spectrolebias reticulatus"","""",""(Costa & Nielsen, 2003)"",""annual killifish, Peixe anual"",""Peixes Continentais"",""11/2014"",""Criticamente em Perigo"",""Não"",""A3c"",""Spectrolebias reticulatus é endêmica do Brasil, conhecida apenas da localidade-tipo, Ilha do Arapujá, popularmente conhecida como Ilha do Capacete, em frente à cidade de Altamira, estado do Pará. Essa ilha será permanentemente inundada pelo enchimento do reservatório da Usina Hidrelétrica de Belo Monte. Por se tratar de uma espécie de peixe anual que habita poças sazonais, a redução da população da espécie será superior a 80% (A3) em virtude do declínio na área de ocupação, extensão de ocorrência e qualidade do hábitat, o que poderá levá-la a extinção. Portanto, Spectrolebias reticulatus foi categorizada como Criticamente em Perigo (CR) pelos critérios A3c."",""Sim"",""Não"",""Pará"",""|Norte|"",""Amazônia"",""Sub-bacia Xingu"","""","""","""","""",""Declinando"","""","""","""","""","""","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Actinopterygii"",""Characiformes"",""Characidae"",""Spintherobolus"",""Spintherobolus leptoura"","""",""Weitzman & Malabarba, 1999"",""Lambari"",""Peixes Continentais"",""11/2013"",""Em Perigo"","""",""B1ab(iii,iv)"",""Spintherobolus leptoura é uma espécie endêmica da bacia do rio Ribeira de Iguape, estado de São Paulo, Brasil, sendo pouco frequente e pouco abundante. Vive em riachos de águas ácidas e escuras, com fraca correnteza, dentro de floresta na área de planície litorânea. Eventualmente, pode ser encontrada também em valas e pequenas lagoas com águas paradas e vegetação aquática abundante, na beira de estradas secundárias, mas provavelmente não tolera modificações acentuadas em seu hábitat. A drenagem e aterro de áreas úmidas, a remoção de florestas de restinga e capoeiras, para ceder lugar às plantações e pastos, e a poluição das águas, sobretudo por agrotóxicos, constituem os principais fatores que ameaçam a espécie. A Extensão de Ocorrência (EOO) calculada pelo método do menor polígono convexo foi de 1.650 km² (EN B1). Considerando que a região é bem amostrada e que os registros não são frequentes, pode-se inferir com segurança que a população encontra-se atualmente fragmentada (a). Além disso, a provável destruição da localidade-tipo (biv) e o declínio da qualidade do hábitat pelas atividades agropecuárias (biii) comprometem ainda mais a sua população. Com base nessas informações, S. leptoura foi categorizada como Em Perigo (EN) pelos critérios B1ab(iii,iv)."",""Sim"",""Não"",""São Paulo"",""|Sudeste|"",""Mata Atlântica"",""Sub-bacia Litoral RJ SP Sub-bacia Litoral SP PR SC"",""APA Cananéia-Iguape-Peruíbe"",""APA SERRA DO MAR, PARQUE ESTADUAL DA CAMPINA DO ENCANTADO"","""",""Desconhecido"",""Desconhecida"","""","""","""","""","""","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Mammalia"",""Cetartiodactyla"",""Cervidae"",""Blastocerus"",""Blastocerus dichotomus"",""Blastocerus dichotomus"",""(Illiger, 1815)"","""",""Mamíferos"",""02/2018"",""Vulnerável"","""",""A3bc"",""O cervo-do-pantanal Blastocerus dichotomus distribui-se pelas planícies alagáveis e outras áreas úmidas de ambiente aberto da região centro-Sul da Ámerica do Sul. As principais ameaças para espécie são a perda e degradação de habitat, caça, implantação de hidrelétricas e transmissão de doenças. Considerando o provável declínio populacional de 25% em função das projeções de redução das chuvas e a redução da ordem de 7% das áreas inundáveis pela implantação de uma hidrovia prevista para o Rio Paraguai no Pantanal (maior contingente da espécie no Brasil), bem como a perspectiva de redução mais severa nas demais populações no país, projeta-se declínio populacional de, pelo menos, 30% nos próximos 18 anos (3 gerações). Este cenário permite a classificação da espécie no critério A3, baseado em índice de abundancia apropriado para o táxon (b) e declínio na qualidade do habitat (c). Portanto, B. dichotomus foi categorizada como Vulnerável (VU) pelo critério A3bc."",""Não"",""Sim"",""Bahia, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraná, Piauí, Rio Grande do Sul, Rondônia, São Paulo, Tocantins"",""|Centro-Oeste|Nordeste|Norte|Sudeste|Sul|"",""Amazônia, Cerrado, Mata Atlântica, Pampa, Pantanal"",""Sub-bacia Araguaia Sub-bacia Grande Sub-bacia Guaíba Sub-bacia Madeira Sub-bacia Paraguai 01 Sub-bacia Paraguai 02 Sub-bacia Paraguai 03 Sub-bacia Paranaíba Sub-bacia Paraná RH1 Sub-bacia Parnaíba Alto Sub-bacia São Francisco Médio Sub-bacia Tocantins Alto Sub-bacia Xingu"",""APA Ilhas e Várzeas do Rio Paraná, APA Meandros do Rio Araguaia, ESEC de Taiamã, PARNA Araguaia, PARNA da Chapada dos Veadeiros, PARNA das Emas, PARNA de Ilha Grande, PARNA do Pantanal Mato-grossense, PARNA Grande Sertão Veredas, PARNA Nascentes do Rio Parnaíba, REBIO do Guaporé"",""ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL DO BANHADO GRANDE, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL POUSO ALTO, ESTAÇÃO ECOLÓGICA JATAÍ, PARQUE ESTADUAL DAS VÁRZEAS DO RIO IVINHEMA, PARQUE ESTADUAL DO AGUAPEÍ, PARQUE ESTADUAL DO GUIRÁ, PARQUE ESTADUAL DO PANTANAL DO RIO NEGRO, PARQUE ESTADUAL DO RIO PEIXE, PARQUE ESTADUAL ENCONTRO DAS ÁGUAS, REFúGIO DE VIDA SILVESTRE BANHADO DOS PACHECOS"",""RPPN Estância Ecológica SESC - Pantanal"",""Não"",""Declinando"",""2 - Agropecuária e Aquacultura|2.1 - Culturas anuais e perenes não-madeireiras|2.1.4 - Agricultura de escala desconhecida 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.3 - Pecuária|2.3.4 - Pecuária em escala desconhecida 3 - Produção energética e mineração|3.2 - Mineração|3.2.6 - Tipo desconhecido 3 - Produção energética e mineração|3.3 - Energia renovável|3.3.1 - Hidrelétricas 4 - Transportes e serviços de transmissão|4.1 - Estradas e ferrovias 4 - Transportes e serviços de transmissão|4.2 - Atropelamentos 5 - Uso de recursos biológicos|5.1 - Caça e captura de animais terrestres ou marinhos|5.1.1 - Caça/captura intencional (a espécie é o alvo)|5.1.1.1 - Uso de subsistência/escambo local 5 - Uso de recursos biológicos|5.1 - Caça e captura de animais terrestres ou marinhos|5.1.1 - Caça/captura intencional (a espécie é o alvo)|5.1.1.4 - Esportiva 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.1 - Incêndios e supressão de incêndios|7.1.1 - Aumento da frequência/intensidade de incêndios 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.2 - Represas e uso de água|7.2.10 - Represas (grandes) 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.3 - Outras modificações nos ecossistemas 8 - Espécies invasoras problemáticas e doenças|8.1 - Espécies exóticas 8 - Espécies invasoras problemáticas e doenças|8.2 - Espécies domésticas 8 - Espécies invasoras problemáticas e doenças|8.5 - Doenças provocadas por vírus ou príons 8 - Espécies invasoras problemáticas e doenças|8.6 - Doenças bacterianas"","""",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação dos Cervídeos Ameaçados de Extinção, Plano de Ação Nacional para a Conservação dos Ungulados"",""CITES - Anexo I, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"",""100 , 1000"",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Aves"",""Accipitriformes"",""Accipitridae"",""Urubitinga"",""Urubitinga coronata"",""Urubitinga coronata"",""(Vieillot, 1817)"",""águia-cinzenta"",""Aves"",""10/2018"",""Em Perigo"","""",""C2a(i)"",""Urubitinga coronata ocorre da Argentina à Bolívia e no Brasil extra-amazônico. É espécie rara, com grande área de vida (cerca de 500 km2 por casal). Existem cerca de 300 localidades de ocorrência no Brasil. Assumindo que cada localidade deve ter pelo menos um casal, estima-se que no Brasil deva existir no mínimo entre 600 e 1.000 indivíduos maduros. Nem mesmo as grandes áreas remanescentes onde há registro de U. coronata, no Brasil, suportam subpopulações maiores que 250 indivíduos maduros. A espécie está ameaçada por perda de habitat (especialmente expansão agrícola), perseguição, tráfico ilegal e contaminação por defensivos agrícolas, havendo declínio populacional continuado. A avaliação não é alterada quando se verifica a influência da população oriunda de outros países. Por estas razões U. coronata foi categorizada como Em Perigo (EN), pelos critérios C2a(i)."",""Não"",""Sim"",""Bahia, Distrito Federal, Espírito Santo, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraná, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, São Paulo, Tocantins"",""|Centro-Oeste|Nordeste|Norte|Sudeste|Sul|"",""Amazônia, Caatinga, Cerrado, Mata Atlântica, Pantanal"",""Sub-bacia Araguaia Sub-bacia Contas Sub-bacia Doce Sub-bacia Grande Sub-bacia Guaíba Sub-bacia Iguaçu Sub-bacia Itapecuru-Paraguaçu Sub-bacia Jequitinhonha Sub-bacia Litoral BA ES Sub-bacia Litoral ES Sub-bacia Litoral RJ Sub-bacia Litoral SP Sub-bacia Litoral SP PR SC Sub-bacia Madeira Sub-bacia Paraguai 01 Sub-bacia Paraguai 02 Sub-bacia Paraguai 03 Sub-bacia Paraíba do Sul Sub-bacia Paranaíba Sub-bacia Paranapanema Sub-bacia Paraná RH1 Sub-bacia Parnaíba Alto Sub-bacia São Francisco Alto Sub-bacia São Francisco Médio Sub-bacia São Francisco Submédio Sub-bacia Tapajós Sub-bacia Tietê Sub-bacia Tocantins Alto Sub-bacia Uruguai Alto Sub-bacia Xingu"",""APA Bacia do Rio Paraíba do Sul, APA Cairuçu, APA Carste da Lagoa Santa, APA do Morro da Pedreira, APA Ilhas e Várzeas do Rio Paraná, APA Petrópolis, APA Planalto Central, APA Serra da Mantiqueira, ESEC Serra Geral do Tocantins, FLONA de Ipanema , FLONA São Francisco de Paula, Parna Aparados da Serra, PARNA da Chapada Diamantina, PARNA da Chapada dos Veadeiros, PARNA das Emas, PARNA da Serra da Bocaina, PARNA da Serra da Canastra, PARNA da Serra das Confusões, PARNA da Serra do Cipó, PARNA da Serra dos Órgãos, PARNA da Serra Geral, PARNA de Brasília, PARNA de Itatiaia, PARNA Iguaçu, PARNA São Joaquim, REBIO do Tinguá, REBIO Nascentes da Serra do Cachimbo, REVIS dos Campos de Palmas"",""APA CAMPOS DO JORDÃO, APA CORUMBATAí, BOTUCATU E TEJUPá PERIMETRO CORUMBATAí, APA DA BACIA DOS RIBEIRÕES DO GAMA E CABEÇA DE VEADO, APA PIRACICABA JUQUERí-MIRIM AREA II, APA SAPUCAí MIRIM, APA SISTEMA CANTAREIRA, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL BACIA DO RIO DE JANEIRO, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL BACIA DO RIO PANDEIROS, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL DA BACIA DO RIO MACACU, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL DA BACIA HIDROGRÁFICA DO RIO MACHADO, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL DA CHAPADA DOS GUIMARÃES, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL DA SERRA DOURADA, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL DO RIO PRETO, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL ESTADUAL DA ESCARPA DEVONIANA, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL FERNÃO DIAS, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL ILHA DO BANANAL/CANTÃO, Área de Proteção Ambiental Jalapão, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL MARIMBUS / IRAQUARA, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL POUSO ALTO, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL SUL-RMBH, ESTAÇÃO ECOLÓGICA DE ÁGUAS EMENDADAS, ESTAÇÃO ECOLÓGICA DE ITIRAPINA, ESTAÇÃO ECOLÓGICA DO TRIPUÍ, PARQUE ESTADUAL DAS NASCENTES DO RIO TAQUARI, PARQUE ESTADUAL DE TERRA RONCA, PARQUE ESTADUAL DO ITACOLOMI, PARQUE ESTADUAL DO JALAPãO, PARQUE ESTADUAL DO TAINHAS, PARQUE ESTADUAL PAU FURADO, PARQUE ESTADUAL SERRA DO ROLA MOÇA"",""RPPN Adília Paraguassu Batista, RPPN Água Bonita, RPPN Arara Azul, RPPN Brejo Novo, RPPN Cachoeira do Cerradão, RPPN CEFLUSMME, RPPN Chakra Grisu, RPPN dos Feixos, RPPN Estância Santa Inês, RPPN Fattoria Grigia, RPPN Fazenda América, RPPN Fazenda Araucária, RPPN Fazenda Arruda, RPPN - Fazenda Barra do Pirapetinga, RPPN Fazenda Barra do Sana, RPPN Fazenda Cachoeira, RPPN Fazenda Córrego da Luz, RPPN Fazenda da Serra, RPPN Fazenda Limeira, RPPN Fazenda Margarida, RPPN Fazenda Mata Funda, RPPN Fazenda Palmeiras, RPPN Fazenda Pedra Bonita, RPPN Fazenda Primavera, RPPN Fazenda Roça Grande, RPPN Fazenda San Michele, RPPN Fazenda São Geraldo, RPPN Fazenda Serrinha, RPPN Fazenda Suspiro, RPPN Fazendinha, RPPN Gleba O Saquinho de Itapirapuá, RPPN Gralha-Azul, RPPN Linda Serra dos Topázios, RPPN Monlevade, RPPN Morro do Curussu Mirim, RPPN Racho 55-I, RPPN Rancho Mira-Serra, RPPN Reserva Boca da Mata, RPPN Reserva Ecológica da Mata Fria, RPPN Reserva Santuário de Vida Silvestre Pousada das Araras, RPPN Sítio do Jacu, RPPN Sítio Grimpas, RPPN Sítio Raio Solar, RPPN Unidade de Conservação de Galheiros, RPPN Vila Ana Angélica, RPPN Voturuna II"",""Não"",""Declinando"",""2 - Agropecuária e Aquacultura|2.1 - Culturas anuais e perenes não-madeireiras|2.1.4 - Agricultura de escala desconhecida 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.2 - Silvicultura|2.2.2 - Plantações agro-industriais 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.3 - Pecuária|2.3.4 - Pecuária em escala desconhecida 5 - Uso de recursos biológicos|5.1 - Caça e captura de animais terrestres ou marinhos|5.1.1 - Caça/captura intencional (a espécie é o alvo)|5.1.1.2 - Comercial - Nacional/Local 5 - Uso de recursos biológicos|5.1 - Caça e captura de animais terrestres ou marinhos|5.1.1 - Caça/captura intencional (a espécie é o alvo)|5.1.1.6 - Retaliação/controle 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.1 - Incêndios e supressão de incêndios|7.1.1 - Aumento da frequência/intensidade de incêndios 9 - Poluição|9.3 - Agropecuária e florestal|9.3.3 - Herbicidas e pesticidas"","""",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação das Aves Ameaçadas do Bioma Amazônia, Plano de Ação Nacional para a Conservação das Aves Ameaçadas do Bioma Mata Atlântica, Plano de Ação Nacional para a Conservação das Aves de Rapina, Plano de Ação Nacional para a Conservação das Aves do Cerrado e Pantanal, Plano de Ação Nacional para a Conservação das Aves do Cerrado e Pantanal - 2º ciclo, Plano de Ação Nacional para a Conservação das Aves dos Campos Sulinos - 2º ciclo, Plano de Ação Nacional para a Conservação dos Passeriformes Ameaçados dos Campos Sulinos e Espinilho, Plano de Ação Nacional para Conservação de Espécies Ameaçadas e de Importância Socioeconômica do Ecossistema Manguezal"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Arthropoda"",""Arachnida"",""Amblypygi"",""Charinidae"",""Charinus"",""Charinus troglobius"",""Charinus troglobius"",""Baptista & Giupponi, 2002"","""",""Invertebrados Terrestres"",""05/2018"",""Em Perigo"","""",""B1ab(iii)"",""Charinus troglobius é conhecida de três cavernas nos municípios de São Félix do Coribe e Serra do Ramalho, no Estado da Bahia (Boqueirão, Gruta de Zé Bastos e sistema Água Clara). Sua extensão de ocorrência foi estimada em menos de 100km2. A região da Serra do Ramalho não é legalmente protegida e a extração acelerada da vegetação original para o cultivo de algodão e soja representa a principal ameaça para os ecossistemas subterrâneos, afetando a qualidade do habitat da espécie. Tem sido observada diminuição da precipitação, e a redução do nível freático, o que representa uma ameaça para os ambientes subterrâneos aquáticos e terrestres. A espécie é altamente dependente de umidade. Considerando duas localizações, a espécie foi categorizada como Em Perigo (EN) pelo critério B1ab(iii)."",""Sim"",""Sim"",""Bahia"",""|Nordeste|"",""Cerrado"",""Sub-bacia São Francisco Médio"","""","""","""",""Não"",""Desconhecida"",""2 - Agropecuária e Aquacultura|2.1 - Culturas anuais e perenes não-madeireiras|2.1.4 - Agricultura de escala desconhecida 3 - Produção energética e mineração|3.2 - Mineração|3.2.3 - Extração de minérios - subsolo"","""",""Criação de áreas protegidas, Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação das Cavernas do Brasil, Plano de Ação Nacional para Conservação do Patrimônio Espeleológico nas Áreas Cársticas da Bacia do Rio São Francisco"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Arthropoda"",""Arachnida"",""Palpigradi"",""Eukoeneniidae"",""Eukoenenia"",""Eukoenenia virgemdalapa"",""Eukoenenia virgemdalapa"",""Souza & Ferreira, 2012"","""",""Invertebrados Terrestres"",""05/2018"",""Criticamente em Perigo"",""Não"",""B2ab(iii)"",""Eukoenenia virgemdalapa é registrada apenas para a localidade-tipo, a Caverna Lapa Nova, Vazante, Minas Gerais. É conhecida apenas do holótipo, coletado em 2009. Nas proximidades foram amostradas pelo menos outras oito cavernas e não houve registro da espécie. Mesmo na caverna em que foi registrada, não é encontrada ao longo de toda a sua extensão. Embora exista um plano de manejo para visitação da caverna, o turismo tem ocorrido de forma desordenada, e o grande aporte de visitantes pode alterar as condições microclimáticas da caverna, afetando a espécie. Também foram identificados impactos de mineração e desmatamento, descaracterizando a área do entorno da caverna. Considerando uma área de ocupação de menos de 10km² e uma localização, a espécie foi categorizada como Criticamente em Perigo pelo critério B2ab(iii)."",""Sim"",""Sim"",""Minas Gerais"",""|Sudeste|"",""Cerrado"",""Sub-bacia São Francisco Médio"","""","""","""",""Não"",""Desconhecida"",""11 - Mudanças e extremos climáticos|11.1 - Mudança/alteração de habitat 1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.3 - Áreas de turismo e recreação 3 - Produção energética e mineração|3.2 - Mineração|3.2.3 - Extração de minérios - subsolo 5 - Uso de recursos biológicos|5.3 - Extração florestal|5.3.5 - Motivação desconhecida 6 - Distúrbios humanos|6.1 - Atividades recreacionais/turísticas 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.3 - Outras modificações nos ecossistemas"","""",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação das Cavernas do Brasil"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Mammalia"",""Carnivora"",""Felidae"",""Leopardus"",""Leopardus tigrinus"",""Leopardus tigrinus"",""(Schreber, 1775)"",""Gato-do-mato, Gato-maracajá, gato-maracajá-mirim, Pintadinho"",""Mamíferos"",""11/2018"",""Em Perigo"","""",""A2b"",""Leopardus tigrinus ocorre no extremo norte do país, porção leste do arco do desmatamento e por parcelas consideráveis das regiões nordeste e centro-oeste e parte da região sudeste do Brasil, além das Guianas e parte da Venezuela. No entanto, os limites precisos de distribuição da espécie ainda estão sendo estabelecidos. Sua ocorrência, tida anteriormente como por toda a Amazônia, está restrita no Brasil à uma área de 632.641 km². Extensas amostragens de armadilhamento fotográfico nunca conseguiram registrar a espécie nas áreas florestadas da Amazônia. A população de L. tigrinus é afetada negativamente pelos efeitos conjuntos da perda, fragmentação e degradação de habitat pela expansão agrícola e silvicultura, especialmente na área da nova fronteira agrícola do Brasil, no cerrado MATOPIBA, onde estariam as áreas consideradas mais importantes para a conservação da espécie. Estudos recentes têm demonstrado também que a espécie é negativamente afetada pela proximidade com habitações humanas. O risco de transmissão de doenças por cães domésticos também foi considerado uma ameaça bastante significativa. Com base em 21 estimativas de abundância relativa para os anos de 2007 a 2018 projetou-se um declínio médio populacional de 67,6% para um período de 15 anos (3 gerações passadas, 2007 a 2022). Portanto, L. tigrinus foi categorizada como Em Perigo (EN) pelo critério A2b."",""Não"",""Sim"",""Alagoas, Amapá, Amazonas, Bahia, Ceará, Goiás, Maranhão, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Norte, Rondônia, Roraima, Sergipe, Tocantins"",""|Centro-Oeste|Nordeste|Norte|Sudeste|"",""Amazônia, Caatinga, Cerrado, Mata Atlântica"",""Sub-bacia Amapá Litoral Sub-bacia Contas Sub-bacia Gurupi Sub-bacia Itapecuru Sub-bacia Itapecuru-Paraguaçu Sub-bacia Jequitinhonha Sub-bacia Litoral AL PE PB Sub-bacia Litoral CE PB Sub-bacia Litoral CE PI Sub-bacia Litoral SE Sub-bacia Madeira Sub-bacia Mearim Sub-bacia Negro Sub-bacia Paraíba Sub-bacia Parnaíba Alto Sub-bacia Parnaíba Baixo Sub-bacia Parnaíba Médio Sub-bacia Piranhas Sub-bacia São Francisco Baixo Sub-bacia São Francisco Médio Sub-bacia São Francisco Submédio Sub-bacia Tocantins Alto Sub-bacia Tocantins Baixo Sub-bacia Trombetas"",""APA Cavernas do Peruaçu, APA da Ararinha Azul, APA Delta do Parnaíba, APA do Boqueirao da Onça, ESEC de Maracá, ESEC Seridó, FLONA Contendas do Sincorá, FLONA de Negreiros, MONA Rio São Francisco, PARNA Campos Amazônicos, PARNA Cavernas do Peruaçu, PARNA da Chapada das Mesas, PARNA da Chapada Diamantina, PARNA da Chapada dos Veadeiros, PARNA da Furna Feia, PARNA da Serra da Capivara, PARNA da Serra de Itabaiana, PARNA de Ubajara, PARNA do Boqueirao da Onça, PARNA do Cabo Orange, PARNA do Viruá, PARNA Grande Sertão Veredas, PARNA Lençóis Maranhenses, PARNA Nascentes do Rio Parnaíba, REBIO de Saltinho, REBIO do Gurupi, REBIO do Jaru, REBIO Guaribas, REBIO Tapirapé, REVIS da Ararinha Azul"",""ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL DA SERRA DE BATURITÉ, PARQUE ESTADUAL MATA SECA, PARQUE ESTADUAL VEREDAS DO PERUAÇU, REFUGIO DE VIDA SILVESTRE DA SERRA DOS MONTES ALTOS, REFúGIO DE VIDA SILVESTRE MATA DO JUNCO, RESERVA DE DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL VEREDAS DO ACARI"",""RPPN Reserva Serra das Almas"",""Não"",""Declinando"",""1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.1 - Expansão urbana 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.1 - Culturas anuais e perenes não-madeireiras|2.1.4 - Agricultura de escala desconhecida 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.3 - Pecuária|2.3.4 - Pecuária em escala desconhecida 4 - Transportes e serviços de transmissão|4.2 - Atropelamentos 5 - Uso de recursos biológicos|5.1 - Caça e captura de animais terrestres ou marinhos|5.1.1 - Caça/captura intencional (a espécie é o alvo)|5.1.1.6 - Retaliação/controle 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.1 - Incêndios e supressão de incêndios|7.1.1 - Aumento da frequência/intensidade de incêndios 8 - Espécies invasoras problemáticas e doenças|8.2 - Espécies domésticas"",""12 - Vestuário acessório 1 - Alimentação humana"",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação dos Pequenos Felinos - 2º ciclo, Plano de Ação Nacional para a Conservação dos Pequenos Felinos Ameaçados de Extinção"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022, CITES - Anexo I"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Mammalia"",""Carnivora"",""Felidae"",""Herpailurus"",""Herpailurus yagouaroundi"",""Puma yagouaroundi"",""É. Geoffroy Saint-Hilaire, 1803"",""Gato-azul, Gato-mourisco, Gato-vermelho, Jaguarundi"",""Mamíferos"",""11/2018"",""Vulnerável"","""",""A4bcd"",""Herpailurus yagouaroundi ocorre na região neotropical desde o México até o Uruguai e norte da Argentina. No Brasil possui ampla distribuição, ocorrendo em todos os biomas, porém em baixas densidades populacionais (0.005-0,15 ind./km²). Sofre o efeito sinergético de diferentes ameaças ao longo de toda a sua distribuição: perda e redução da qualidade de habitat, atropelamentos, abates preventivos ou em retaliação à predação de animais domésticos, captura para criação como pet, introdução de patógenos etc. Dois cálculos de perda populacional foram realizados: o primeiro envolvendo redução inferida e suspeitada, a partir da perda de indivíduos por atropelamento e da perda populacional devido à perda de habitat, respectivamente";" o segundo cálculo é uma projeção de perda populacional a partir de dados obtidos em uma área de Caatinga. No primeiro caso, infere-se perda populacional de 23%, por atropelamentos, na janela temporal de 2018 a 2033 (três gerações) e suspeita-se de perda populacional de 8,5% no mesmo período, resultando em uma perda maior que 30%, envolvendo passado e futuro. No segundo caso, a projeção dos dados para o futuro e para toda a distribuição da espécie resultam em uma perda populacional de 39,5%, em uma janela temporal de três gerações, que abrange passado e futuro (2012-2027). Assim sendo, H. yagouaroundi irá sofrer uma redução maior que 30% em três gerações, considerando-se passado e futuro. Portanto, H. yagouaroundi foi categorizado como Vulnerável (VU) pelo critério A4bcd."",""Não"",""Sim"",""Amapá, Amazonas, Bahia, Ceará, Espírito Santo, Goiás, Maranhão, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe, Tocantins"",""|Centro-Oeste|Nordeste|Norte|Sudeste|Sul|"",""Amazônia, Caatinga, Cerrado, Mata Atlântica, Pampa, Pantanal"",""Sub-bacia Amapá Litoral Sub-bacia Araguaia Sub-bacia Doce Sub-bacia Grande Sub-bacia Guaíba Sub-bacia Gurupi Sub-bacia Iguaçu Sub-bacia Itapecuru-Paraguaçu Sub-bacia Jequitinhonha Sub-bacia Litoral CE PB Sub-bacia Litoral CE PI Sub-bacia Litoral RJ Sub-bacia Litoral RJ SP Sub-bacia Litoral RS Sub-bacia Litoral SE Sub-bacia Litoral SP Sub-bacia Litoral SP PR SC Sub-bacia Madeira Sub-bacia Mearim Sub-bacia Negro Sub-bacia Paraguai 01 Sub-bacia Paraguai 03 Sub-bacia Paraíba do Sul Sub-bacia Paranaíba Sub-bacia Paranapanema Sub-bacia Paraná RH1 Sub-bacia Parnaíba Baixo Sub-bacia Parnaíba Médio Sub-bacia Piranhas Sub-bacia São Francisco Alto Sub-bacia São Francisco Baixo Sub-bacia São Francisco Médio Sub-bacia São Francisco Submédio Sub-bacia Tietê Sub-bacia Tocantins Alto Sub-bacia Trombetas Sub-bacia Uruguai Alto Sub-bacia Uruguai Médio Sub-bacia Xingu"",""APA Bacia do Rio Paraíba do Sul, APA Cananéia-Iguape-Peruíbe, APA Cavernas do Peruaçu, APA Chapada do Araripe, APA da Ararinha Azul, APA do Boqueirao da Onça, APA Petrópolis, ESEC da Terra do Meio, ESEC do Taim, FLONA Açu, FLONA Capão Bonito, FLONA de Goytacazes, FLONA de Ipanema , FLONA de Irati, FLONA de Passo Fundo, FLONA Piraí do Sul, FLONA São Francisco de Paula, FLONA Três Barras, MONA Rio São Francisco, Parna Aparados da Serra, PARNA Araucárias, PARNA Campos Amazônicos, PARNA Campos Gerais, PARNA Cavernas do Peruaçu, PARNA da Chapada Diamantina, PARNA da Furna Feia, PARNA da Serra da Bocaina, PARNA da Serra da Bodoquena, PARNA da Serra do Itajaí, PARNA da Serra dos Órgãos, PARNA das Sempre-Vivas, PARNA de Itatiaia, PARNA de Ubajara, PARNA do Boqueirao da Onça, PARNA do Cabo Orange, PARNA Grande Sertão Veredas, PARNA Iguaçu, PARNA Jaú, REBIO Araucárias, REBIO de Sooretama, REBIO do Gurupi, REBIO União, REVIS da Ararinha Azul"",""APA CORUMBATAí, BOTUCATU E TEJUPá PERIMETRO CORUMBATAí, APA JUNDIAí, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL DA SERRA DE BATURITÉ, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL ESTADUAL DA ESCARPA DEVONIANA, ÁREA DE PROTEçãO AMBIENTAL ROTA DO SOL, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL SERRA DO LAJEADO, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL SUL-RMBH, ESTAÇÃO ECOLÓGICA DE ITIRAPINA, ESTAÇÃO ECOLÓGICA DOS CAETETUS, ESTAÇÃO ECOLÓGICA JATAÍ, ESTAÇÃO ECOLÓGICA JURÉIA-ITATINS, PARQUE ESTADUAL CARLOS BOTELHO, PARQUE ESTADUAL DA CANTAREIRA, PARQUE ESTADUAL DAS ARAUCÁRIAS, PARQUE ESTADUAL DA SERRA DO MAR, PARQUE ESTADUAL DA SERRA DO TABULEIRO, PARQUE ESTADUAL DE ITABERABA, PARQUE ESTADUAL DO RIO DOCE, PARQUE ESTADUAL DO TURVO, PARQUE ESTADUAL FRITZ PLAUMANN, PARQUE ESTADUAL RIO PRETO, PARQUE ESTADUAL VEREDAS DO PERUAÇU, REFúGIO DE VIDA SILVESTRE MATA DO JUNCO, RESERVA BIOLÓGICA ESTADUAL DO AGUAÍ, RESERVA BIOLOGICA ESTADUAL DO SASSAFRAS"",""DO CAJU, RESERVA ECOLóGICA DE GUAPIAçU, RPPN Reserva Serra das Almas"",""Não"",""Declinando"",""1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.1 - Expansão urbana 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.1 - Culturas anuais e perenes não-madeireiras|2.1.4 - Agricultura de escala desconhecida 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.2 - Silvicultura|2.2.3 - Plantações em escala desconhecida 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.3 - Pecuária|2.3.4 - Pecuária em escala desconhecida 4 - Transportes e serviços de transmissão|4.1 - Estradas e ferrovias 4 - Transportes e serviços de transmissão|4.2 - Atropelamentos 5 - Uso de recursos biológicos|5.1 - Caça e captura de animais terrestres ou marinhos|5.1.1 - Caça/captura intencional (a espécie é o alvo)|5.1.1.6 - Retaliação/controle 5 - Uso de recursos biológicos|5.3 - Extração florestal|5.3.5 - Motivação desconhecida 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.1 - Incêndios e supressão de incêndios|7.1.1 - Aumento da frequência/intensidade de incêndios 8 - Espécies invasoras problemáticas e doenças|8.2 - Espécies domésticas 8 - Espécies invasoras problemáticas e doenças|8.5 - Doenças provocadas por vírus ou príons|8.5.2 - Espécie conhecida (Doença)"","""",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional Lagoas do Sul, Plano de Ação Nacional para a Conservação dos Pequenos Felinos - 2º ciclo, Plano de Ação Nacional para a Conservação dos Pequenos Felinos Ameaçados de Extinção"",""CITES - Anexo II, CITES - Anexo I, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;; "Animalia,""Arthropoda"",""Insecta"",""Orthoptera"",""Phalangopsidae"",""Endecous"",""Endecous apterus"","""",""Bolfarini & Souza-Dias, 2014"","""",""Invertebrados Terrestres"",""05/2018"",""Em Perigo"","""",""B1ab(iii)"",""Endecous apterus é endêmica do Brasil, é conhecida em três cavidades (duas delas a uma distância de cerca de 400 m uma da outra), no Município de Ituaçu/Bahia. Há também registros na caverna Mangabeira. A Extensão de Ocorrência (EOO) foi calculada em 80km2. Outras cavernas da região foram amostradas e a espécie não foi localizada. Há pesquisa para exploração de calcário na região da localidade-tipo da espécie e na caverna de Mangabeira há intensa visitação, que tem contribuído para significativo declínio da qualidade do habitat. Considerando 2 localizações, E. apterus foi categorizada como Em Perigo (EN) pelo critério B1ab(iii)."",""Sim"",""Sim"",""Bahia"",""|Nordeste|"",""Caatinga"",""Sub-bacia Contas"","""","""","""",""Não"",""Desconhecida"",""3 - Produção energética e mineração|3.2 - Mineração|3.2.3 - Extração de minérios - subsolo 6 - Distúrbios humanos|6.1 - Atividades recreacionais/turísticas"","""",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação das Cavernas do Brasil"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Arthropoda"",""Arachnida"",""Palpigradi"",""Eukoeneniidae"",""Eukoenenia"",""Eukoenenia sagarana"",""Eukoenenia sagarana"",""Souza & Ferreira, 2012"","""",""Invertebrados Terrestres"",""05/2018"",""Criticamente em Perigo"",""Não"",""B2ab(iii)"",""Eukoenenia sagarana é endêmica do Brasil, conhecida apenas para a localidade-tipo: Gruta da Morena, em Cordisburgo, Minas Gerais. Outras cavernas da região foram bem amostradas, mas espécie não foi registrada em outras localidades. Mesmo na Gruta da Morena, foi observada apenas em um dos salões da caverna. Sua área de ocupação é certamente menor do que 1km2. A espécie parece ser pouco abundante no local. A caverna não encontra-se em área protegida. O turismo desordenado é a principal ameaça à integridade do habitat. Portanto, Eukoenenia sagarana foi categorizada como Criticamente em Perigo (CR) pelo critério B2ab(iii)."",""Sim"",""Sim"",""Minas Gerais"",""|Sudeste|"",""Cerrado"",""Sub-bacia São Francisco Alto"","""","""","""",""Não"",""Desconhecida"",""5 - Uso de recursos biológicos|5.3 - Extração florestal|5.3.3 - Efeitos indiretos - subsistência/pequena escala 6 - Distúrbios humanos|6.1 - Atividades recreacionais/turísticas 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.3 - Outras modificações nos ecossistemas"","""",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação das Cavernas do Brasil"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Arthropoda"",""Arachnida"",""Palpigradi"",""Eukoeneniidae"",""Eukoenenia"",""Eukoenenia spelunca"",""Eukoenenia spelunca"",""Souza & Ferreira, 2011"","""",""Invertebrados Terrestres"",""05/2018"",""Criticamente em Perigo"",""Não"",""B2ab(iii)"",""Eukoenenia spelunca é endêmica do Brasil, conhecida apenas da localidade-tipo, a Caverna Archimedes Passini, Vargem Alta, Espírito Santo. A área de ocupação é estimada em cerca de 1km². A área não é protegida e o entorno da caverna vem sofrendo muitas alterações devido a ações antrópicas, principalmente o desmatamento, plantação de café e mineração. Além disso, a caverna também é impactada pelo turismo desordenado e está localizada em um polígono minerário com requerimento de lavra de mármore. Portanto, Eukoenenia spelunca foi categorizada como Criticamente em Perigo (CR) pelo critério B2ab(iii)."",""Sim"",""Sim"",""Espírito Santo"",""|Sudeste|"",""Mata Atlântica"",""Sub-bacia Litoral ES"","""","""","""",""Não"",""Desconhecida"",""2 - Agropecuária e Aquacultura|2.2 - Silvicultura|2.2.3 - Plantações em escala desconhecida 3 - Produção energética e mineração|3.2 - Mineração|3.2.3 - Extração de minérios - subsolo 5 - Uso de recursos biológicos|5.3 - Extração florestal|5.3.5 - Motivação desconhecida 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.3 - Outras modificações nos ecossistemas"","""",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação das Cavernas do Brasil"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Arthropoda"",""Arachnida"",""Pseudoscorpiones"",""Ideoroncidae"",""Ideoroncus"",""Ideoroncus cavicola"",""Ideoroncus cavicola"",""Mahnert, 2001"","""",""Invertebrados Terrestres"",""05/2018"",""Em Perigo"","""",""B1ab(iii)"",""Ideoroncus cavicola é endêmica do Brasil, com registros nas Caverna Areias de Cima, Caverna Alambari de Baixo, em Iporanga (São Paulo), e na Gruta da Lancinha, em Rio Branco do Sul (Paraná). A região de Iporanga é bem amostrada, e a espécie não foi localizada fora da caverna e nem em outras cavernas da região. As cavernas de São Paulo, embora localizadas em uma UC, estão sujeitas à ameaças de turismo desordenado (Alambari de Baixo) e a alterações de habitat do entorno (Areias de Cima). Na gruta da Lancinha a espécie também é afetada pelo turismo desordenado. A extensão de ocorrência, calculada pelo mínimo polígono convexo, é estimada em cerca de 31km2. Considerando três localizações, a espécie foi categorizada como Em Perigo pelo critério B1ab(iii)."",""Sim"",""Sim"",""Paraná, São Paulo"",""|Sudeste|Sul|"",""Mata Atlântica"",""Sub-bacia Litoral RJ SP"","""",""PARQUE ESTADUAL TURÍSTICO DO ALTO DO RIBEIRA"","""",""Não"",""Desconhecida"",""11 - Mudanças e extremos climáticos|11.1 - Mudança/alteração de habitat 1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.1 - Expansão urbana 1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.3 - Áreas de turismo e recreação 6 - Distúrbios humanos|6.1 - Atividades recreacionais/turísticas 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.3 - Outras modificações nos ecossistemas 9 - Poluição|9.1 - Doméstica e urbana - escoamento de água|9.1.1 - Esgoto 9 - Poluição|9.1 - Doméstica e urbana - escoamento de água|9.1.2 - Escoamento urbano 9 - Poluição|9.2 - Industrial|9.2.2 - Infiltraçao oriunda de mineração"","""",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação das Cavernas do Brasil"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Mammalia"",""Carnivora"",""Canidae"",""Atelocynus"",""Atelocynus microtis"",""Atelocynus microtis"",""(Sclater, 1883)"",""cachorro-do-mato-de-orelhas-curtas"",""Mamíferos"",""11/2018"",""Vulnerável"","""",""A4c"",""Atelocynus microtis ocorre na Colômbia, Equador, Peru, Bolívia e, no Brasil, está distribuída na Amazônia, nos estados do Acre, Rondônia, Mato Grosso, Pará e Amazonas. A espécie é rara e de difícil detecção, indicando que ocorre em densidades muito baixas, podendo desaparecer de áreas durante longos períodos. Sua presença está relacionada a florestas não-perturbadas de terras baixas na Amazônia. A principal ameaça à espécie é a redução da qualidade de habitat em função do desmatamento. A ocorrência de Atelocynus microtis é negativamente afetada pela densidade de bordas de florestas, indicando que a fragmentação (ou configuração das áreas de floresta) também tem efeitos negativos para a ocorrência da espécie. Considerando apenas o desmatamento, foi projetada uma redução de 29,4% em sua área de distribuição no período de 2009 a 2027. Esta é uma projeção conservadora, tendo em vista que há outros fatores que influenciam na perda da qualidade do hábitat florestal, como corte seletivo e incêndios, por exemplo. Considerando também as demais ameaças à espécie, como doenças transmitidas por animais domésticos, atropelamentos e caça por retaliação, suspeita-se que a redução populacional de cachorros-de-orelha-curta atinja níveis maiores que 30% nos próximos anos. Desta forma, A. microtis foi categorizada como vulnerável (VU) sob o critério A4c."",""Não"",""Sim"",""Acre, Amazonas, Mato Grosso, Pará, Rondônia"",""|Centro-Oeste|Norte|"",""Amazônia"",""Sub-bacia Gurupi Sub-bacia Madeira Sub-bacia Purus Sub-bacia Solimões Sub-bacia Tapajós Sub-bacia Tocantins Baixo Sub-bacia Trombetas"",""FLONA Carajás, FLONA Caxiuanã, FLONA Itaituba I, FLONA Jamari, FLONA Tapirape-Aquiri, FLONA Trairão, PARNA Amazônia, PARNA Campos Amazônicos, PARNA dos Campos Ferruginosos, PARNA Mapinguari, PARNA Nascentes do Lago Jari, PARNA Serra do Divisor, REBIO do Guaporé, REBIO do Jaru, RESEX Alto Tarauacá, RESEX Arapixi, RESEX Cazumbá-Iracema, RESEX Chico Mendes, RESEX Lago do Capanã Grande, RESEX Médio Juruá, RESEX Médio Purus, RESEX Riozinho da Liberdade, RESEX Tapajós-Arapiuns"",""ESTAÇÃO ECOLÓGICA SAMUEL, PARQUE ESTADUAL CHANDLESS, PARQUE ESTADUAL CRISTALINO, PARQUE ESTADUAL DE GUAJARÁ-MIRIM, RESERVA DE DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL IGAPÓ-AÇU, RESERVA DE DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL MAMIRAUÁ, RESERVA DE DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL PIAGAÇU PURUS, RESERVA DE DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL UACARÍ"","""",""Não"",""Desconhecida"",""12 - Outras ameaças 4 - Transportes e serviços de transmissão|4.2 - Atropelamentos 5 - Uso de recursos biológicos|5.1 - Caça e captura de animais terrestres ou marinhos|5.1.1 - Caça/captura intencional (a espécie é o alvo)|5.1.1.2 - Comercial - Nacional/Local 5 - Uso de recursos biológicos|5.1 - Caça e captura de animais terrestres ou marinhos|5.1.1 - Caça/captura intencional (a espécie é o alvo)|5.1.1.6 - Retaliação/controle 8 - Espécies invasoras problemáticas e doenças|8.5 - Doenças provocadas por vírus ou príons|8.5.2 - Espécie conhecida (Doença)"",""12 - Vestuário acessório 3 - Animais de estimação/ornamentais"",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação dos Canídeos"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Actinopterygii"",""Gymnotiformes"",""Apteronotidae"",""Sternarchella"",""Sternarchella curvioperculata"","""",""Godoy, 1968"",""Ituí"",""Peixes Continentais"",""05/2012"",""Em Perigo"","""",""B2ab(i,ii,iii,iv)"",""Sternarchella curvioperculata é conhecida de exemplares coletados nos rios Paraná, em Ilha Solteira e Jupiá, nos estados de São Paulo e Mato Grosso do Sul, Brasil. A grande alteração das características nos trechos do alto Paraná que sofrem influências de UHEs, e a ausência de registros em aproximadamente 40 anos, indicam que a espécie foi localmente extinta. A última coleta no rio Grande foi em 1978, antes do fechamento definitivo do reservatório da UHE Água Vermelha. A Área de Ocupação (AOO) foi calculada como sendo a distância entre os dois registros históricos nos extremos de distribuição da espécie (rio Paraná na UHE Jupiá e rio Mogi-Guaçu próximo à Cachoeira de Emas, SP), multiplicado por uma estimativa da média da largura dos rios entre essas duas localidades (630 km x 1,15 km), que é igual a 724,5 km². Entretanto, a porção dos rios Paraná e Grande, compreendidos nesta extensão de ocorrência, foi fortemente alterada por pelo menos quatro UHEs de grande porte (Água Vermelha, Marimbondo, Jupiá e Ilha Solteira). Como a espécie não foi coletada nos trechos do alto Paraná após o enchimento dos reservatórios, e tendo em vista que este trecho dos rios Paraná e Grande é relativamente bem amostrado, é provável que S. curvioperculata ocorra somente na região a montante do reservatório da UHE de Marimbondo e no rio Mogi-Guaçu. Portanto, a Área de Ocupação atual foi estimada como sendo a distância entre a UHE de Marimbondo e o rio Mogi-Guaçu em Cachoeira de Emas, multiplicado por uma estimativa da média da largura do rio Mogi-Guaçu (315 km x 0,1 km), que é igual a 31 km² (EN B2). A bacia do rio Mogi-Guaçu tem sofrido um processo histórico cumulativo de alteração de suas características ambientais originais que se intensificaram a partir de meados do século 20. Entre os principais impactos na região estão o despejo de efluentes industriais, residenciais e de agricultura, assoreamento, retificação de certos trechos dos rios, crescimento urbano, construção de rodovias, alteração de vazão para fins de agricultura e abastecimento de centros urbanos, além da redução da mata ciliar (biii). Presume-se que a população de S. curvioperculata tenha sido diretamente afetada por estes impactos e por esse motivo apenas uma localização está sendo considerada (a=1). Portanto, S. curvioperculata foi categorizada como Em Perigo (EN) sob os critérios B2ab(i,ii,iii,iv)."",""Sim"",""Não"",""Mato Grosso do Sul, São Paulo"",""|Centro-Oeste|Sudeste|"",""Cerrado, Desconhecido, Mata Atlântica, Pantanal"",""Sub-bacia Paraguai 02 Sub-bacia Paraná RH1 Sub-bacia Tietê"","""","""",""FAZENDA SANTA SOFIA"",""Desconhecido"",""Desconhecida"","""","""","""","""","""","""",""""";;;;;; "Animalia,""Arthropoda"",""Insecta"",""Hemiptera"",""Kinnaridae"",""Kinnapotiguara"",""Kinnapotiguara troglobia"","""",""Hoch & Ferreira, 2013, Xing et al., 2013"","""",""Invertebrados Terrestres"",""05/2018"",""Vulnerável"","""",""B1ab(iii)+2ab(ii)"",""Kinnapotiguara troglobia é endêmica do Brasil e tem ocorrência registrada em 16 cavernas nos municípios de Felipe Guerra e Governador Dix-Sept Rosado, Rio Grande do Norte. Nenhuma encontra-se em área protegida e todas estão sujeitas a impactos decorrentes de atividades como expansão das atividades de mineração para extração de calcário e exploração de petróleo, além da extração da vegetação nativa principalmente para uso como combustível em caieiras. A extensão de ocorrência foi calculada em 49km2, e a área de ocupação certamente é menor de 10km2. Considerando as ameaças e nove localizações, a espécie foi categorizada como Vulnerável pelos critérios B1ab(iii)+2ab(iii)."",""Sim"",""Sim"",""Rio Grande do Norte"",""|Nordeste|"",""Caatinga"",""Sub-bacia Piranhas"","""","""","""",""Não"",""Desconhecida"",""1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.3 - Áreas de turismo e recreação 3 - Produção energética e mineração|3.2 - Mineração|3.2.3 - Extração de minérios - subsolo 5 - Uso de recursos biológicos|5.3 - Extração florestal|5.3.3 - Efeitos indiretos - subsistência/pequena escala 6 - Distúrbios humanos|6.1 - Atividades recreacionais/turísticas 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.3 - Outras modificações nos ecossistemas"","""",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação das Cavernas do Brasil"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Arthropoda"",""Arachnida"",""Araneae"",""Pholcidae"",""Metagonia"",""Metagonia diamantina"",""Metagonia diamantina"",""Machado, Ferreira & Brescovit, 2011"","""",""Invertebrados Terrestres"",""05/2018"",""Criticamente em Perigo"",""Não"",""B2ab(iii)"",""Metagonia diamantina é endêmica do Brasil, conhecida apenas da localidade-tipo, a caverna Lapa do Bode em Itaetê, Bahia. M. diamantina foi coletada, até o momento, apenas dentro da caverna, demonstrando uma certa especificidade da espécie a esse tipo de ambiente. A área de ocupação da espécie, estimada pela área da caverna, é calculada em apenas 0,004 km². A visitação turística na caverna também pode afetar as condições internas, comprometendo a qualidade do habitat. Por essas razões, e considerando apenas uma localização, M. diamantina foi categorizada como Criticamente em Perigo (CR) pelo critério B2ab(iii)."",""Sim"",""Sim"",""Bahia"",""|Nordeste|"",""Caatinga"",""Sub-bacia Itapecuru-Paraguaçu"","""","""","""",""Não"",""Desconhecida"",""11 - Mudanças e extremos climáticos|11.1 - Mudança/alteração de habitat 1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.4 - Assentamentos rurais 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.3 - Pecuária|2.3.4 - Pecuária em escala desconhecida 6 - Distúrbios humanos|6.1 - Atividades recreacionais/turísticas 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.3 - Outras modificações nos ecossistemas"","""",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação das Cavernas do Brasil"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Arthropoda"",""Arachnida"",""Opiliones"",""Gonyleptidae"",""Pachylospeleus"",""Pachylospeleus strinatii"",""Pachylospeleus strinatii"",""(Silhavý, 1974)"","""",""Invertebrados Terrestres"",""05/2018"",""Criticamente em Perigo"",""Não"",""B2ab(iii)"",""Pachylospeleus strinatii tem distribuição restrita ao sistema Areias, composto pelas grutas das Areias I (Gruta Areias de Cima), Gruta das Areias II e Ressurgência das Areias de Água Quente, no Município de Iporanga/SP. Parte do sistema está inserida no Parque Estadual Turístico do Alto Ribeira (PETAR). A espécie representa uma subfamília monotípica. As cavernas da região são bem amostradas, mas a espécie não foi registrada em outras cavidades. A área de ocupação da espécie é restrita (menor do que 10km²). Embora parte do sistema esteja em uma área protegida em bom estado de conservação, as áreas de recarga estão fora da unidade de conservação e sofrem com aporte de poluentes, principalmente esgoto doméstico, descarte de água cinza e metais pesados decorrentes de mineração, provocando declínio da qualidade da água. Esses impactos no ambiente aquático provavelmente interferem no ambiente terrestre em função da dinâmica hídrica do sistema (inundações cíclicas). Considerando uma localização, a espécie foi categorizada como Criticamente em Perigo de acordo com o critério B2ab(iii)."",""Sim"",""Sim"",""São Paulo"",""|Sudeste|"",""Mata Atlântica"",""Sub-bacia Litoral RJ SP"","""",""PARQUE ESTADUAL TURÍSTICO DO ALTO DO RIBEIRA"","""",""Não"",""Desconhecida"",""11 - Mudanças e extremos climáticos|11.1 - Mudança/alteração de habitat 1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.1 - Expansão urbana 1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.3 - Áreas de turismo e recreação 5 - Uso de recursos biológicos|5.3 - Extração florestal|5.3.5 - Motivação desconhecida 6 - Distúrbios humanos|6.1 - Atividades recreacionais/turísticas 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.3 - Outras modificações nos ecossistemas 9 - Poluição|9.1 - Doméstica e urbana - escoamento de água|9.1.1 - Esgoto 9 - Poluição|9.3 - Agropecuária e florestal|9.3.3 - Herbicidas e pesticidas 9 - Poluição|9.4 - Lixo e resíduos sólidos|9.4.1 - Urbanos"","""",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação das Cavernas do Brasil"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Mollusca"",""Gastropoda"",""Pulmonata"",""Succineidae"",""Succinea"",""Succinea lopesi"","""",""Lanzieri, 1966"","""",""Invertebrados Terrestres"",""09/2014"",""Em Perigo"","""",""B1ab(iii)"",""Succinea lopesi é uma espécie endêmica da Ilha da Trindade, Espírito Santo. A espécie sofre ameaça principalmente pela introdução de espécies exóticas em Trindade. Algumas destas espécies, principalmente as domésticas, interferem diretamente nas populações de S. lopesi, por meio de pisoteio e ingestão eventual, e com isso, há um evidente declínio da qualidade do habitat da espécie. Considerando que a área da ilha é menor que 5.000 km2, que a espécie está presente em não mais do que quatro localizações e que existe redução da área disponível para a espécie e da qualidade do habitat, S. lopesi foi categorizada como Em Perigo (EN), pelo critério B1ab(iii)."",""Sim"",""Não"","""",""||"","""","""","""","""","""","""",""Desconhecida"",""11 - Mudanças e extremos climáticos|11.1 - Mudança/alteração de habitat 7 - Modificações nos sistemas naturais 8 - Espécies invasoras problemáticas e doenças"","""","""","""","""","""",""""";;;;;; "Animalia,""Arthropoda"",""Malacostraca"",""Amphipoda"",""Sebidae"",""Seborgia"",""Seborgia potiguar"","""",""Fiser, Zagmajster & Ferreira, 2013"","""",""Invertebrados de Água Doce"",""05/2018"",""Criticamente em Perigo"",""Não"",""B2ab(iii)"",""Seborgia potiguar é endêmica do Brasil e conhecida apenas da localidade tipo, a caverna da Água (abismo da Água), no Município de Governador Dix-Sept Rosado/Rio Grande do Norte. Amostragens em outras cavidades da região não localizaram a espécie. Devido ao difícil acesso a caverna raramente é visitada e impactos humanos diretos no sistema são baixos. No entanto, não está em área protegida e seu entorno encontra-se alterado em função de extração artesanal de calcário e desmatamentos principalmente para fornecimento de lenha para caieiras (a região é um polo cerâmico do RN). Além disso, a caverna está inserida em polígono minerário de concessão de lavra calcária. Considerando a área de ocupação menor de 10km2 e uma localização, a espécie foi categorizada como Criticamente em Perigo (CR) pelo critério B2ab(iii)."",""Sim"",""Sim"",""Rio Grande do Norte"",""|Nordeste|"",""Caatinga"",""Sub-bacia Piranhas"","""","""","""",""Não"",""Desconhecida"",""11 - Mudanças e extremos climáticos|11.1 - Mudança/alteração de habitat 3 - Produção energética e mineração|3.2 - Mineração|3.2.3 - Extração de minérios - subsolo 5 - Uso de recursos biológicos|5.3 - Extração florestal|5.3.1 - Uso intencional - subsistência/pequena escala 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.3 - Outras modificações nos ecossistemas"","""",""Plano de Ação Nacional (PAN), Proteção de locais/áreas"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação das Cavernas do Brasil"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Arthropoda"",""Entognatha"",""Entomobryomorpha"",""Paronellidae"",""Troglobius"",""Troglobius ferroicus"",""Troglobius ferroicus"",""Zeppelini, Silva & Palacios-Vargas, 2014"","""",""Invertebrados Terrestres"",""05/2018"",""Criticamente em Perigo"",""Não"",""B2ab(iii)"",""Troglobius ferroicus é endêmica do Brasil e restrita à Caverna VL29/30, no Quadrilátero Ferrífero, em Itabirito-MG. A área de ocupação da espécie é menor que 1 km², representando uma localização, e sofre pressão e desgaste oriundos da intensa atividade mineradora da região, que representa um declínio continuado na qualidade do habitat. Por isso, T. ferroicus foi categorizada como Criticamente em Perigo (CR) segundo o critério B2ab(iii)."",""Sim"",""Sim"",""Minas Gerais"",""|Sudeste|"",""Mata Atlântica"",""Sub-bacia São Francisco Alto"","""",""MONUMENTO NATURAL ESTADUAL SERRA DA MOEDA"","""",""Não"",""Desconhecida"",""3 - Produção energética e mineração|3.2 - Mineração|3.2.3 - Extração de minérios - subsolo"","""",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação das Cavernas do Brasil"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Mammalia"",""Cetartiodactyla"",""Balaenopteridae"",""Balaenoptera"",""Balaenoptera musculus"",""Balaenoptera musculus"",""(Linnaeus, 1758)"",""Baleia-azul"",""Mamíferos"",""05/2018"",""Criticamente em Perigo"",""Não"",""A1d"",""Balaenoptera musculus é uma espécie oceânica cosmopolita. No Brasil há poucos registros de caça, avistagens e encalhes, e não existem dados históricos para comprovação da abundância da espécie antes do período de intensa caça. A maior parte do estoque da costa brasileira, provavelmente, é da subespécie antártica (B. m. intermedia). Esforços recentes de levantamento de cetáceos na costa brasileira, resultaram na avistagem de seis baleias-azul, das quais pelo menos 50% são da subespécie antártica. Embora haja evidências de que algumas populações estejam se recuperando, estima-se que a população remanescente na região antártica tenha sofrido um declínio de pelo menos 90% no período de três gerações. Portanto, a espécie foi categorizada como Criticamente em Perigo (CR) segundo os critérios A1d. A espécie não é endêmica do Brasil e, por isso, há necessidade de se considerar a possibilidade do ajuste da avaliação regional (3° passo). Como não existem informações suficientes sobre a contribuição da população vizinha para a população brasileira optou-se por manter a categoria identificada na avaliação preliminar (2° passo)."",""Não"",""Sim"",""Rio Grande do Sul"",""|Sul|"",""Sistema Costeiro-Marinho"","""","""","""","""",""Sim"",""Aumentando"",""11 - Mudanças e extremos climáticos|11.1 - Mudança/alteração de habitat 11 - Mudanças e extremos climáticos|11.3 - Extremos térmicos 12 - Outras ameaças 3 - Produção energética e mineração|3.1 - Extração de petróleo e gás natural 4 - Transportes e serviços de transmissão|4.2 - Atropelamentos 4 - Transportes e serviços de transmissão|4.3 - Portos 4 - Transportes e serviços de transmissão|4.4 - Tráfego de embarcações 5 - Uso de recursos biológicos|5.1 - Caça e captura de animais terrestres ou marinhos|5.1.1 - Caça/captura intencional (a espécie é o alvo)|5.1.1.2 - Comercial - Nacional/Local 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.6 - Captura indireta - larga escala|5.4.6.9 - Outro 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.3 - Outras modificações nos ecossistemas 9 - Poluição|9.2 - Industrial|9.2.1 - Derramamento de óleo 9 - Poluição|9.4 - Lixo e resíduos sólidos|9.4.1 - Urbanos 9 - Poluição|9.4 - Lixo e resíduos sólidos|9.4.2 - Industriais 9 - Poluição|9.6 - Excesso de energia|9.6.3 - Poluição sonora"","""",""Nível nacional, Plano de Ação Nacional (PAN), Proteção de locais/áreas"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação dos Cetáceos Marinhos, Plano de Ação Nacional para a Conservação dos Mamíferos Aquáticos Grandes Cetáceos e Pinípedes"",""Convenção sobre Espécies Migratórias – CMS, CITES - Anexo I, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Mammalia"",""Cetartiodactyla"",""Balaenopteridae"",""Balaenoptera"",""Balaenoptera physalus"",""Balaenoptera physalus"",""(Linnaeus, 1758)"",""Baleia-fin"",""Mamíferos"",""05/2018"",""Em Perigo"","""",""A1d"",""Balaenoptera physalus é uma espécie oceânica cosmopolita, cuja distribuição apresenta um hiato equatorial, aproximadamente entre 20º N e 20º S – no qual se considera a espécie rara ou ausente. A caça comercial ao longo do século XX é a causa da redução das populações de baleias-fin em todos os oceanos, sendo que o maior declínio ocorreu no Hemisfério Sul. Estima-se que a população global foi reduzida em mais de 70% nas últimas 3 gerações (1935-2013). No Brasil houve registro de exploração em Cabo Frio (RJ) no início da década de 1960, provavelmente sobre estoques já sobrexplotados. Embora não se conheça o status atual da população no Hemisfério Sul, não há também evidências ou estimativas que indiquem que houve recuperação, pelo menos ao nível anterior à caça comercial. Em algumas áreas, como África do Sul, Geórgia do Sul e Antártida, as baleias-fin foram intensamente caçadas e, apesar do número de registros mais recentes estar aumentando nessas áreas, o número de baleias-fin ainda é considerado muito baixo. A espécie atualmente também é ameaçada por efeitos cumulativos de degradação do habitat, incluindo os efeitos do aquecimento global nos polos (áreas de alimentação). No Brasil, o total de registros mais recentes, abrangendo quatro anos, ainda é menor do que o total de baleias caçadas e registradas em Cabo Frio (RJ), ao longo de três anos. Sendo assim, B. physalus foi categorizada como Em Perigo (EN) segundo os critérios A1d. A espécie não é endêmica do Brasil e, por isso, há necessidade de se considerar a possibilidade do ajuste da avaliação regional (3° passo). Como não existem informações suficientes sobre a contribuição das populações vizinhas para a população brasileira, optou-se por manter a categoria identificada na avaliação preliminar (2° passo)."",""Não"",""Sim"",""Pará, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, São Paulo"",""|Norte|Sudeste|Sul|"",""Sistema Costeiro-Marinho"",""Sub-bacia Litoral RS"","""",""APA MARINHA DO LITORAL CENTRO"","""",""Sim"",""Aumentando"",""11 - Mudanças e extremos climáticos|11.1 - Mudança/alteração de habitat 4 - Transportes e serviços de transmissão|4.2 - Atropelamentos 4 - Transportes e serviços de transmissão|4.4 - Tráfego de embarcações 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.6 - Captura indireta - larga escala 9 - Poluição|9.3 - Agropecuária e florestal|9.3.3 - Herbicidas e pesticidas 9 - Poluição|9.4 - Lixo e resíduos sólidos|9.4.1 - Urbanos 9 - Poluição|9.4 - Lixo e resíduos sólidos|9.4.2 - Industriais 9 - Poluição|9.6 - Excesso de energia|9.6.3 - Poluição sonora"","""",""Nível nacional, Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação dos Cetáceos Marinhos, Plano de Ação Nacional para a Conservação dos Mamíferos Aquáticos Grandes Cetáceos e Pinípedes"",""CITES - Anexo I, Convenção sobre Espécies Migratórias – CMS, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Arthropoda"",""Arachnida"",""Opiliones"",""Cryptogeobiidae"",""Spinopilar"",""Spinopilar moria"",""Spinopilar moria"",""Kury & Pérez-González, 2008"","""",""Invertebrados Terrestres"",""05/2018"",""Criticamente em Perigo"",""Não"",""B2ab(iii)"",""Spinopilar moria é endêmica do Brasil, conhecida apenas para a localidade-tipo: Gruta da Morena, em Cordisburgo, Minas Gerais. Outras cavernas da região foram bem amostradas, mas a espécie não foi registrada em outras localidades. Sua área de ocupação é certamente menor do que 10km2. A caverna não se encontra em área protegida e o turismo desordenado, aliado aos impactos decorrentes de alterações no ambiente externo, são as principais ameaças e causam declínio continuado da qualidade do habitat da espécie. Portanto, S. moria foi categorizada como Criticamente em Perigo (CR) pelo critério B2ab(iii)."",""Sim"",""Sim"",""Minas Gerais"",""|Sudeste|"",""Cerrado"",""Sub-bacia São Francisco Alto"","""","""","""",""Não"",""Desconhecida"",""11 - Mudanças e extremos climáticos|11.1 - Mudança/alteração de habitat 5 - Uso de recursos biológicos|5.3 - Extração florestal|5.3.5 - Motivação desconhecida 6 - Distúrbios humanos|6.1 - Atividades recreacionais/turísticas"","""",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação das Cavernas do Brasil"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Mammalia"",""Cetartiodactyla"",""Iniidae"",""Inia"",""Inia geoffrensis"",""Inia geoffrensis"",""(de Blainville, 1817)"",""Boto, boto-cor-de rosa, Boto da Amazônia, boto-vermelho"",""Mamíferos"",""05/2018"",""Em Perigo"","""",""A4bcd"",""Inia geoffrensis é uma espécie endêmica dos rios da Bacia Amazônica, onde sempre foi abundante e amplamente distribuída. Os golfinhos fluviais encontram-se entre as espécies mais ameaçadas de extinção em função do conflito pelo uso dos recursos hídricos e ictiológicos. Desde o início dos anos 2000, passou a sofrer ameaça direta por ser utilizada como isca na pesca de piracatinga. Inicialmente, essa captura ocorria apenas no alto e médio Amazonas/Solimões, mas existem registros de expansão da captura. Monitoramentos da população de botos na Amazônia central confirmam que essa captura não é sustentável. Além disso, as hidrelétricas na região, existentes e planejadas, contribuem com uma redução na disponibilidade de recursos alimentares e uma drástica alteração e fragmentação do habitat, com consequente isolamento populacional. As capturas acidentais também são uma ameaça. O aumento das taxas de desmatamento e ocupação humana ao longo das margens dos rios pode afetar diretamente a espécie que está fortemente associada a este ambiente. Considerando essas ameaças, principalmente as hidrelétricas e as capturas dos botos, suspeita-se um declínio populacional de pelo menos 50% no período de três gerações (69 anos) a partir do ano 2000 baseado em um índice de abundância apropriado para o táxon, no declínio da qualidade do habitat e em níveis de exploração. Portanto, I. geoffrensis foi categorizada como Em Perigo (EN) segundo o critério A4bcd. A espécie não é endêmica do Brasil e, por isso, há necessidade de se considerar a possibilidade do ajuste da avaliação regional (3° passo). Como não existem informações suficientes sobre a contribuição da população vizinha para a população brasileira optou-se por manter a categoria identificada na avaliação preliminar (2° passo)."",""Não"",""Sim"",""Acre, Amapá, Amazonas, Pará, Rondônia, Roraima"",""|Norte|"",""Amazônia"",""Região Hidrográfica Amazônica Sub-bacia Amapá Litoral Sub-bacia Foz Amazonas Sub-bacia Gurupi Sub-bacia Madeira Sub-bacia Negro Sub-bacia Paru Sub-bacia Purus Sub-bacia Solimões Sub-bacia Tapajós Sub-bacia Tocantins Baixo Sub-bacia Trombetas"",""ESEC Cuniã, ESEC de Caracaraí, ESEC de Maracá, ESEC do Jari, ESEC Juami-Japurá, ESEC Jutaí-Solimões, ESEC Niquiá, ESEC Rio Acre, FLONA Amazonas, FLONA Caxiuanã, FLONA do Tapajós, FLONA Humaitá, FLONA Itaituba II, FLONA Mapiá-Inauini, FLONA Mulata, FLONA Saracá-Taquera, FLONA Tefé, PARNA Anavilhanas, PARNA Campos Amazônicos, PARNA do Viruá, PARNA Jaú, PARNA Pacaás Novos, PARNA Pico da Neblina, PARNA Serra do Divisor, REBIO Abufari, REBIO do Guaporé, REBIO do Lago Piratuba, REBIO Rio Trombetas, REBIO Uatumã, RESEX Auati-Paraná, RESEX Lago do Capanã Grande, RESEX Médio Juruá, RESEX Rio Cajari, RESEX Tapajós-Arapiuns"",""ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL DE ALGODOAL-MAIANDEUA, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL DO ARQUIPÉLAGO DO MARAJÓ, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL MARGEM DIREITA DO RIO NEGRO- SETOR PADUARI-SOLIMÕES, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL NHAMUNDÁ, PARQUE ESTADUAL RIO NEGRO SETOR NORTE, PARQUE ESTADUAL SERRA DO ARACÁ, RESERVA DE DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL AMANÃ, RESERVA DE DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL DO RIO NEGRO, RESERVA DE DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL MAMIRAUÁ, RESERVA DE DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL PIAGAÇU PURUS"","""",""Não"",""Declinando"",""12 - Outras ameaças 3 - Produção energética e mineração|3.2 - Mineração|3.2.4 - Extração de minérios - garimpo 3 - Produção energética e mineração|3.3 - Energia renovável|3.3.1 - Hidrelétricas 5 - Uso de recursos biológicos|5.1 - Caça e captura de animais terrestres ou marinhos|5.1.1 - Caça/captura intencional (a espécie é o alvo) 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.1 - Captura intencional - subsistência/pequena escala|5.4.1.2 - Aparelho primitivo|5.4.1.2.1 - Arpão 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.5 - Captura indireta - subsistência/pequena escala 6 - Distúrbios humanos|6.1 - Atividades recreacionais/turísticas 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.2 - Represas e uso de água|7.2.10 - Represas (grandes) 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.2 - Represas e uso de água|7.2.9 - Represas (pequenas) 9 - Poluição|9.2 - Industrial|9.2.2 - Infiltraçao oriunda de mineração 9 - Poluição|9.3 - Agropecuária e florestal|9.3.2 - Erosão do solo/sedimentação 9 - Poluição|9.3 - Agropecuária e florestal|9.3.3 - Herbicidas e pesticidas"",""16 - Outro"",""Legislação e política, Manejo/ordenamento de caça/pesca, Nível nacional, Plano de Ação Nacional (PAN), Proteção de locais/áreas"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação dos Mamíferos Aquáticos Amazônicos, Plano de Ação Nacional para a Conservação dos Mamíferos Aquáticos Pequenos Cetáceos"",""Convenção sobre Espécies Migratórias – CMS, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022, CITES - Anexo II"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Arthropoda"",""Arachnida"",""Scorpiones"",""Buthidae"",""Troglorhopalurus"",""Troglorhopalurus translucidus"",""Troglorhopalurus translucidus"",""Lourenço, Baptista & Giupponi, 2004"","""",""Invertebrados Terrestres"",""05/2018"",""Em Perigo"","""",""B1ab(iii)"",""Troglorhopalurus translucidus é espécie endêmica do Brasil e conhecida apenas de algumas grutas na região do Parque Nacional da Chapada Diamantina: Gruta do Lapão (Lençóis), Gruna Parede Vermelha, Gruna Lava Pé e Gruna Rio dos Pombos (Andaraí). Sua extensão de ocorrência foi estimada em cerca de 17km2. A região é bem amostrada, mas a espécie não foi localizada em outras cavernas. As cavernas estão localizadas no interior do Parque Nacional. A localidade-tipo é alvo de intenso turismo, mas de forma ordenada. A maioria das cavernas no setor superior da Chapada Diamantina foi fortemente impactada pela mineração de diamantes no passado, uma atividade que se estendeu até o início dos anos 90 e continua, ilegalmente, até os dias atuais. Essa atividade afeta a feição das cavernas e muitas vezes os riachos são represados, o que afeta diretamente o ambiente da espécie. Considerando quatro localizações, a espécie foi categorizada como Em Perigo (EN) pelo critério B1ab(iii)."",""Sim"",""Sim"",""Bahia"",""|Nordeste|"",""Caatinga"",""Sub-bacia Itapecuru-Paraguaçu"",""PARNA da Chapada Diamantina"","""","""",""Não"",""Desconhecida"",""3 - Produção energética e mineração|3.2 - Mineração|3.2.4 - Extração de minérios - garimpo"","""",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação das Cavernas do Brasil"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Arthropoda"",""Arachnida"",""Amblypygi"",""Charinidae"",""Charinus"",""Charinus spelaeus"","""",""Vasconcelos & Ferreira, 2017"","""",""Invertebrados Terrestres"",""05/2018"",""Vulnerável"","""",""D2"",""Charinus spelaeus é endêmica do Brasil, conhecida somente da localidade-tipo, a Lapa d´Água, em Minas Gerais, município de Presidente Juscelino. Embora o entorno da caverna encontra-se em bom estado de conservação, há relatos de diminuição do nível de água na caverna. A alteração do regime hídrico na caverna pode influenciar tanto o microclima como o aporte de nutrientes, podendo impactar a espécie, que é dependente de umidade. Além disso, no entorno da Lapa d´Água há diversos polígonos minerários com requerimento ou autorização de pesquisa. Considerando estas ameaças potenciais, a espécie foi categorizada como Vulnerável pelo critério D2."",""Sim"",""Sim"",""Minas Gerais"",""|Sudeste|"",""Cerrado"",""Sub-bacia São Francisco Alto"","""","""","""",""Não"",""Desconhecida"",""11 - Mudanças e extremos climáticos|11.1 - Mudança/alteração de habitat 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.1 - Culturas anuais e perenes não-madeireiras|2.1.3 - Agricultura agro-industrial 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.2 - Represas e uso de água|7.2.8 - Captação de água subterrânea - uso desconhecido 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.3 - Outras modificações nos ecossistemas"","""",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação das Cavernas do Brasil"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Actinopterygii"",""Gymnotiformes"",""Apteronotidae"",""Sternarchorhynchus"",""Sternarchorhynchus caboclo"",""Sternarchorhynchus caboclo"",""de Santana & Nogueira, 2006"","""",""Peixes Continentais"",""05/2018"",""Vulnerável"","""",""D2"",""Sternarchorhynchus caboclo é uma espécie reofílica, endêmica do Brasil e conhecida apenas da localidade-tipo, Cachoeira Paredão 2, no rio Mucajaí, em Roraima. Para esta região está prevista a construção da usina hidrelétrica (UHE) Cachoeira Paredão. A descrição de S. caboclo fez parte de um estudo de revisão do gênero, que avaliou espécies de um grande número de rios encachoeirados, afluentes do rio Amazonas (Uatumã, Trombetas, Jari, Xingu, Tocantins, Tapajós, entre outros), sem registro da espécie em qualquer desses outros locais. Mesmo que a espécie tenha uma distribuição um pouco mais ampla na bacia do rio Branco e venha a ser registrada na região da cachoeira do Bem Querer (um ambiente de corredeiras, similar ao da Cachoeira Paredão), também haveria a perspectiva de impacto similar, decorrente da construção da UHE Bem Querer (planejada). Dessa forma, considerando os impactos previstos em decorrência da construção da UHE Cachoeira Paredão, o que atualmente caracteriza uma localização (location) e a ameaça futura plausível em curto prazo, S. caboclo foi categorizada como Vulnerável (VU) pelo critério D2."",""Sim"",""Sim"",""Roraima"",""|Norte|"",""Amazônia"",""Sub-bacia Negro"","""","""","""",""Não"",""Desconhecida"",""3 - Produção energética e mineração|3.3 - Energia renovável|3.3.1 - Hidrelétricas"","""",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação dos Peixes Amazônicos"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Actinopterygii"",""Gymnotiformes"",""Apteronotidae"",""Sternarchorhynchus"",""Sternarchorhynchus inpai"",""Sternarchorhynchus inpai"",""de Santana & Vari, 2010"","""",""Peixes Continentais"",""05/2018"",""Vulnerável"","""",""D2"",""Sternarchorhynchus inpai é uma espécie reofílica, endêmica do Brasil, conhecida apenas da localidade-tipo na Cachoeira Porteira (12 exemplares coletados em 1985), localizada no rio Mapuera, estado do Pará. Nesta região está sendo planejada a construção da UHE Cachoeira Porteira ainda sem previsão de início das instalações. Contudo, considerando que a concretização do planejamento hidrelétrico afeta toda a área de distribuição conhecida da espécie, representando uma forte ameaça à espécie e alteraria imediatamente seu estado de conservação, S. inpai foi categorizada como Vulnerável (VU) pelo critério D2."",""Sim"",""Sim"",""Pará"",""|Norte|"",""Amazônia"",""Sub-bacia Trombetas"",""REBIO Rio Trombetas"","""","""",""Não"",""Desconhecida"",""3 - Produção energética e mineração|3.3 - Energia renovável|3.3.1 - Hidrelétricas"","""",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação dos Peixes Amazônicos"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Actinopterygii"",""Gymnotiformes"",""Apteronotidae"",""Sternarchorhynchus"",""Sternarchorhynchus kokraimoro"",""Sternarchorhynchus kokraimoro"",""de Santana & Vari, 2010"","""",""Peixes Continentais"",""05/2018"",""Em Perigo"","""",""B2ab(iii)"",""Sternarchorhynchus kokraimoro é endêmica do Brasil e conhecida somente das corredeiras da Cachoeira de Kaituká, no município de Altamira, estado do Pará, no curso inferior do rio Xingu, porção leste da bacia Amazônica. O único registro se refere à localidade-tipo (três exemplares), em trecho de corredeiras de difícil acesso e amostragem, na região de influência direta da Usina Hidrelétrica de Belo Monte, caracterizando apenas uma localização. A área de ocupação (AOO) da espécie foi estimada em 480 km2, considerando os locais de registro e potenciais habitats. A instalação da UHE Belo Monte impôs declínio continuado da qualidade do hábitat e foi considerada a principal ameaça. Portanto, S. kokraimoro foi categorizada como Em Perigo (EN) pelo critério B2ab(iii)."",""Sim"",""Sim"",""Pará"",""|Norte|"",""Amazônia"",""Sub-bacia Xingu"","""","""","""",""Não"",""Desconhecida"",""3 - Produção energética e mineração|3.3 - Energia renovável|3.3.1 - Hidrelétricas"","""",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação dos Peixes Amazônicos"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Arthropoda"",""Insecta"",""Lepidoptera"",""Pieridae"",""Cunizza"",""Cunizza hirlanda planasia"","""",""Fruhstorfer, 1910"",""Borboleta"",""Invertebrados Terrestres"",""11/2010"",""Vulnerável"","""",""D2"",""Subespécie rara que possui poucos registros na região do Cerrado. Considerando sua ocorrência em poucas localidades, Cunizza hirlanda planasia foi categorizada como Vulnerável (VU), segundo o critério D2."",""Sim"",""Não"",""Distrito Federal"",""|Centro-Oeste|"",""Cerrado"",""Sub-bacia Paranaíba"",""APA Planalto Central"",""APA DA BACIA DOS RIBEIRÕES DO GAMA E CABEÇA DE VEADO"","""",""Desconhecido"",""Desconhecida"","""","""","""","""","""","""",""""";;;;;; "Animalia,""Arthropoda"",""Arachnida"",""Pseudoscorpiones"",""Chernetidae"",""Maxchernes"",""Maxchernes iporangae"",""Maxchernes iporangae"",""Mahnert & Andrade, 1998"","""",""Invertebrados Terrestres"",""05/2018"",""Criticamente em Perigo"",""Não"",""B2ab(iii)"",""Maxchernes iporangae é uma espécie endêmica do Brasil, guanóbio e troglóbio, registrada para duas cavernas do Parque Estadual Turístico do Alto Ribeira, Iporanga, São Paulo. A ocorrência desta espécie na Caverna Ressurgência das Areias de Águas Quentes pode ser acidental, visto a especificidade de microhabitat de M. iporangae e a possibilidade de dispersão do único indivíduo encontrado por forese. Para a avaliação foi considerado apenas o registro na gruta Alambari de Baixo, e sua área de ocupação é estimada em menos de 10 km2. A população de M. iporangae apresenta grande densidade em pilhas de guano no interior de cavernas. A principal ameaça é a passagem de turistas que, além do pisoteio, causam perturbações nas colônias de morcegos, que são os principais responsáveis por fornecer o microhabitat onde eles habitam. Mesmo com o plano de manejo espeleológico implementado, a condição ambiental da caverna não sofreu alteração. Portanto Maxchernes iporangae foi classificada como Criticamente em Perigo (CR), pelo critério B2ab(iii)."",""Sim"",""Sim"",""São Paulo"",""|Sudeste|"",""Mata Atlântica"",""Sub-bacia Litoral RJ SP"","""",""PARQUE ESTADUAL TURÍSTICO DO ALTO DO RIBEIRA"","""",""Não"",""Desconhecida"",""11 - Mudanças e extremos climáticos|11.1 - Mudança/alteração de habitat 6 - Distúrbios humanos|6.1 - Atividades recreacionais/turísticas"","""",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação das Cavernas do Brasil"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Arthropoda"",""Insecta"",""Coleoptera"",""Carabidae"",""Coarazuphium"",""Coarazuphium amazonicus"","""",""Pellegrini & Ferreira, 2017"","""",""Invertebrados Terrestres"",""05/2018"",""Criticamente em Perigo"",""Não"",""B1ab(iii)"",""Coarazuphium amazonicus é distribuído em cavernas da região conhecida como Serra Norte de Carajás (Floresta Nacional de Carajás), Pará, tendo sido registrado em 12 cavernas muito próximas entre si. Sua extensão de ocorrência foi estimada em 11km2. A espécie não é encontrada em outros platôs da região. As cavernas na Serra Norte de Carajás sofrem intensa exploração mineral (minério de ferro). Considerando uma localização, a espécie foi categorizada como Criticamente em Perigo (CR) pelo critério B1ab(iii)."",""Sim"",""Sim"",""Pará"",""|Norte|"",""Amazônia"",""Sub-bacia Tocantins Baixo"",""FLONA Carajás"","""","""",""Não"",""Desconhecida"",""3 - Produção energética e mineração|3.2 - Mineração|3.2.3 - Extração de minérios - subsolo"","""",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação das Cavernas do Brasil"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Amphibia"",""Anura"",""Hylodidae"",""Hylodes"",""Hylodes sazimai"",""Hylodes sazimai"",""Haddad & Pombal, 1995"",""Rã-de-corredeira, Rãzinha-do-sazima"",""Anfíbios"",""09/2017"",""Em Perigo"","""",""B1ab(iii)"",""Hylodes sazimai é endêmica do Brasil, conhecida de poucos fragmentos florestais de Mata Atlântica semidecidual nos estados de São Paulo e Minas Gerais. Sua extensão de ocorrência foi estimada em 2.250 km2. A espécie é praticamente restrita a riachos e altamente sensível a supressão de matas ciliares. Os remanescentes de floresta semidecidual na região onde a espécie ocorre estão severamente fragmentados em decorrência de ações antrópicas, como mineração, urbanização, poluição, agricultura e pecuária, atividades que provocam declínio contínuo da qualidade do habitat da espécie. Dada a baixa capacidade de dispersão da espécie e sua especificidade de hábitat, é possível supor que sua população esteja severamente fragmentada. Sendo assim, Hylodes sazimai foi avaliada como Em Perigo (EN) pelo critério B1ab(iii)."",""Sim"",""Sim"",""Minas Gerais, São Paulo"",""|Sudeste|"",""Mata Atlântica"",""Sub-bacia Grande Sub-bacia Tietê"","""",""PARQUE NATURAL MUNICIPAL DA SERRA DE SãO DOMINGOS"","""",""Não"",""Desconhecida"",""1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.1 - Expansão urbana 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.1 - Culturas anuais e perenes não-madeireiras|2.1.4 - Agricultura de escala desconhecida 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.3 - Pecuária|2.3.4 - Pecuária em escala desconhecida 3 - Produção energética e mineração|3.2 - Mineração|3.2.2 - Extração de seixo/pedra 5 - Uso de recursos biológicos|5.3 - Extração florestal|5.3.5 - Motivação desconhecida 9 - Poluição|9.3 - Agropecuária e florestal|9.3.2 - Erosão do solo/sedimentação"","""",""Controle e fiscalização, Manejo de locais/áreas, Plano de Ação Nacional (PAN)"","""",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Mammalia"",""Rodentia"",""Cricetidae"",""Thalpomys"",""Thalpomys cerradensis"","""",""Hershkovitz, 1990"",""Cerrado Mouse, Rato-do-chão"",""Mamíferos"",""06/2013"",""Vulnerável"","""",""A2c+3c"",""Thalpomys cerradensis ocorre no sudoeste do estado da Bahia, Distrito Federal, Goiás, Tocantins, sudoeste do Piauí e sudeste do Mato Grosso, sendo associado a fisionomias abertas do Cerrado, apesar de também ter sido capturado em mata de galeria. O fogo não representa ameaça à espécie, pois a mesma aumenta de densidade após queimadas e é menos frequente em áreas bem preservadas. Entretanto, a espécie deve ter perdido mais de 30% de sua população nos últimos dez anos devido ao avanço das plantações de soja e Eucalyptus, e esta perda deve continuar pelos próximos anos. Portanto, Thalpomys cerradensis é categorizada como Vulnerável (VU) A2c+A3c."","""",""Não"","""",""||"","""","""","""","""","""","""",""Desconhecida"","""","""","""","""","""","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Actinopterygii"",""Characiformes"",""Characidae"",""Myleus"",""Myleus tiete"","""",""(Eigenmann & Norris, 1900)"",""Pacu-prata"",""Peixes Continentais"",""05/2012"",""Em Perigo"","""",""B2ab(iii)"",""Myleus tiete é endêmica do Brasil e, no passado, esteve amplamente distribuída pela bacia do alto rio Paraná. No entanto, a sua Área de Ocupação (AOO) foi estimada considerando apenas os trechos lóticos dos rios, uma vez que a espécie ocupa quase que exclusivamente essas áreas para completar seu ciclo de vida. Com base na existência de 37 localidades de registro conhecidas, a AOO da espécie foi calculada em aproximadamente de 150 km² (EN B2). A espécie é naturalmente rara e sua área de ocupação está severamente fragmentada pelos numerosos barramentos existentes na bacia do rio Paraná (a). Além disso, a expansão agrícola pode influenciar de maneira direta e negativa o seu hábito alimentar. Portanto, observa-se um declínio contínuo da qualidade do hábitat decorrente desses impactos (biii). Myleus tiete foi categorizada como Em Perigo (EN) pelos critérios B2ab(iii)."",""Sim"",""Não"",""Goiás, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Paraná, São Paulo"",""|Centro-Oeste|Sudeste|Sul|"",""Cerrado, Mata Atlântica"",""Sub-bacia Grande Sub-bacia Paranaíba Sub-bacia Paraná RH1 Sub-bacia São Francisco Médio"",""APA Ilhas e Várzeas do Rio Paraná"",""PARQUE ESTADUAL DAS VÁRZEAS DO RIO IVINHEMA"","""",""Desconhecido"",""Desconhecida"","""","""","""","""","""","""",""""";;;;;; "Animalia,""Arthropoda"",""Entognatha"",""Entomobryomorpha"",""Isotomidae"",""Psammisotoma"",""Psammisotoma restingae"",""Psammisotoma restingae"",""Abrantes & Mendonça, 2009"",""Colêmbolo, Pulga-de-jardim"",""Invertebrados Terrestres"",""05/2018"",""Criticamente em Perigo"",""Não"",""B2ab(iii)"",""Psammisotoma restingae é endêmica do Brasil e ocorre exclusivamente no cordão arenoso, próximo à vegetação nas praias de Itaipuaçu e Barra de Maricá, no estado do Rio de Janeiro, região intensamente urbanizada. A principal ameaça à espécie é a degradação do ambiente em função da expansão urbana e incêndios frequentes na vegetação de restinga. A área de ocupação (AOO) foi calculada em 8km², com uma única localização e declínio continuado da qualidade do habitat. Por isso, A. intermedia foi categorizada como Criticamente em Perigo (CR) pelos critérios B2ab(iii)."",""Sim"",""Sim"",""Rio de Janeiro"",""|Sudeste|"",""Mata Atlântica"",""Sub-bacia Litoral RJ"","""",""ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL DE MARICÁ"","""",""Não"",""Desconhecida"",""1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.1 - Expansão urbana 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.1 - Incêndios e supressão de incêndios|7.1.1 - Aumento da frequência/intensidade de incêndios"","""","""","""",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Actinopterygii"",""Siluriformes"",""Ariidae"",""Potamarius"",""Potamarius grandoculis"","""",""(Steindachner, 1877)"","""",""Peixes Continentais"",""08/2011"",""Criticamente em Perigo"",""Sim"",""A2bce"",""Potamarius grandoculis é uma espécie pouco conhecida, endêmica da região sudeste do Brasil, com distribuição restrita ao baixo rio Doce, no Espírito Santo, e ao baixo rio Paraíba do Sul, no Rio de Janeiro. A espécie é rara, conhecida através de poucos exemplares depositados nas coleções Zoológicas e os últimos indivíduos coletados foram capturados no ano de 1965, apesar de ter havido, após este período, um aumento no esforço de coleta, não necessariamente direcionada a espécie. A área de extensão estimada é de 200 km2, com apenas duas localizações conhecidas, havendo um declínio da qualidade do habitat nas últimas décadas, por estarem bastante antropizadas. O tempo de geração máximo da espécie é de quatro anos, estimado com base em dados de espécies de bagres de tamanho máximo aproximado (Cathorops spixii e Genidens genidens). No período de 3 gerações, nenhum indivíduo foi coletado, indicando uma redução drástica da população. Entretanto, uma vez que não há evidências de que o esforço de coleta tenha sido exaustivo na área de distribuição da espécie, nos seus habitats característicos, no tempo apropriado (diurno, sazonal e anual) e considerando as diversas fases de vida da espécie, a espécie não pode, no momento, ser categorizada como extinta. Sendo assim, de acordo com o critério A2bce, a espécie é classificada em Criticamente em Perigo (CR), presumivelmente extinta, com um decréscimo mais de 80% no passado."",""Sim"",""Não"","""",""||"","""","""","""","""","""",""Desconhecido"",""Declinando"",""7 - Modificações nos sistemas naturais|7.3 - Outras modificações nos ecossistemas"","""",""Manejo de locais/áreas, Proteção de locais/áreas"","""","""","""",""""";;;;;; "Animalia,""Arthropoda"",""Entognatha"",""Poduromorpha"",""Tullbergiidae"",""Mesaphorura"",""Mesaphorura maricaensis"",""Mesaphorura maricaensis"",""Fernandes & Mendonça, 2004"",""Colêmbolo, Pulga-de-jardim"",""Invertebrados Terrestres"",""05/2018"",""Criticamente em Perigo"",""Não"",""B2ab(iii)"",""Mesaphorura maricaensis é endêmica do Brasil, ocorrendo exclusivamente nas dunas da restinga de Itaipuaçu, na APA de Maricá (RJ), região intensamente urbanizada. Apesar da área estar dentro de uma APA, a área sofre de intensa expansão urbana e incêndios frequentes na vegetação de restinga. A principal ameaça a espécie é a degradação do ambiente. A Área de Ocupação é inferior à 10km2 (B2). Apresenta uma única localização (a) e declínio continuado da qualidade do habitat (biii). Por isso, M. maricaensis foi categorizada como Criticamente em Perigo (CR) pelos critérios B2ab(iii)."",""Sim"",""Sim"","""",""||"","""",""Sub-bacia Litoral RJ"","""",""ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL DE MARICÁ"","""",""Desconhecido"",""Desconhecida"",""1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.1 - Expansão urbana 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.1 - Incêndios e supressão de incêndios|7.1.1 - Aumento da frequência/intensidade de incêndios"","""","""","""",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Arthropoda"",""Entognatha"",""Poduromorpha"",""Neanuridae"",""Micranurida"",""Micranurida fluminensis"",""Micranurida fluminensis"",""Fernandes & Mendonça, 2004"",""Colêmbolo, Pulga-de-jardim"",""Invertebrados Terrestres"",""05/2018"",""Criticamente em Perigo"",""Não"",""B2ab(iii)"",""Micranurida fluminensis é endêmica do Brasil, ocorrendo nas dunas e áreas alagáveis da restinga da praia de Itaipuaçu (RJ), região intensamente urbanizada. Apesar da área estar dentro da APA de Maricá, sofre com a intensa expansão urbana e incêndios frequentes na vegetação de restinga. A principal ameaça a espécie é a degradação do ambiente. A Área de Ocupação é inferior à 10km2 (B2). Apresenta uma única localização (a) e declínio continuado da qualidade do habitat (biii). Por isso, M. fluminensis foi categorizada como Criticamente em Perigo (CR) pelos critérios B2ab(iii)."",""Sim"",""Sim"",""Rio de Janeiro"",""|Sudeste|"",""Mata Atlântica"",""Sub-bacia Litoral RJ"","""",""ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL DE MARICÁ"","""",""Não"",""Desconhecida"",""1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.1 - Expansão urbana 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.1 - Incêndios e supressão de incêndios|7.1.1 - Aumento da frequência/intensidade de incêndios"","""","""","""",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Mammalia"",""Cetartiodactyla"",""Delphinidae"",""Tursiops"",""Tursiops gephyreus"","""",""Lahille, 1908"",""Boto, Boto-da-tainha, Boto-de-Lahille, Golfinho, Golfinho-fliper"",""Mamíferos"",""05/2018"",""Em Perigo"","""",""D"",""Tursiops gephyreus é uma espécie que ocorre em águas costeiras no Brasil, Uruguai e Argentina. No Brasil ocorre do Paraná ao Rio Grande do Sul. A principal ameaça a espécie é a captura incidental em artes de pesca costeira, especialmente o emalhe. Além disso a degradação do habitat, a intensificação de atividades portuárias, e a crescente incidência de doenças também afetam a população como um todo. As estimativas populacionais realizadas em seis localidades indicaram um número aproximado de 300 indivíduos. Nesse contexto infere-se um número de indivíduos maduros menor que 250. Portanto, T. gephyreus foi categorizada como Em Perigo (EN) sobre o critério D. A espécie não é endêmica do Brasil e, por isso, há necessidade de se considerar a possibilidade do ajuste da avaliação regional (3° passo). Como não existem informações suficientes sobre a contribuição da população vizinha para a população brasileira optou-se por manter a categoria identificada na avaliação preliminar (2° passo)."",""Não"",""Sim"",""Rio Grande do Sul, Santa Catarina"",""|Sul|"",""Sistema Costeiro-Marinho"",""Sub-bacia Litoral SP PR SC"","""","""","""",""Não"",""Desconhecida"",""11 - Mudanças e extremos climáticos|11.1 - Mudança/alteração de habitat 4 - Transportes e serviços de transmissão|4.3 - Portos 4 - Transportes e serviços de transmissão|4.4 - Tráfego de embarcações 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.5 - Captura indireta - subsistência/pequena escala|5.4.5.4 - Armadilha|5.4.5.4.2 - Cerco flutuante 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.5 - Captura indireta - subsistência/pequena escala|5.4.5.4 - Armadilha|5.4.5.4.3 - Cerco fixo (curral) 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.5 - Captura indireta - subsistência/pequena escala|5.4.5.7 - Emalhe|5.4.5.7.1 - Emalhe de fundo 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.3 - Outras modificações nos ecossistemas 8 - Espécies invasoras problemáticas e doenças|8.8 - Doenças de causas desconhecidas 9 - Poluição|9.2 - Industrial|9.2.1 - Derramamento de óleo 9 - Poluição|9.2 - Industrial|9.2.4 - Tipo desconhecido 9 - Poluição|9.4 - Lixo e resíduos sólidos|9.4.1 - Urbanos 9 - Poluição|9.4 - Lixo e resíduos sólidos|9.4.2 - Industriais"","""",""Nível nacional, Nível regional, Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação dos Cetáceos Marinhos"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Arthropoda"",""Arachnida"",""Araneae"",""Segestriidae"",""Ariadna"",""Ariadna aurea"","""",""Giroti & Brescovit, 2018"","""",""Invertebrados Terrestres"",""05/2018"",""Vulnerável"","""",""D2"",""Ariadna aurea é conhecida apenas para a localidade-tipo, a gruta dos Brejões, em São Gabriel (Bahia). Embora encontre-se aparentemente em bom estado de conservação, uma ameaça plausível é a mineração, já que existem vários polígonos minerários no entorno da caverna com solicitação e autorização de pesquisa. A atividade pode impactar o habitat da espécie. Sua área de ocupação, estimada a partir da extensão da caverna (7,5km), é de menos de 10km². Por esses motivos, foi categorizada como Vulnerável (VU) segundo o critério D2."",""Sim"",""Sim"",""Bahia"",""|Nordeste|"",""Caatinga"",""Sub-bacia São Francisco Médio"","""",""ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL GRUTAS DOS BREJÕES / VEREDAS DO ROMÃO GRAMACHO"","""",""Não"",""Desconhecida"",""3 - Produção energética e mineração|3.2 - Mineração|3.2.3 - Extração de minérios - subsolo"","""",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação das Cavernas do Brasil"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Aves"",""Procellariiformes"",""Diomedeidae"",""Diomedea"",""Diomedea sanfordi"",""Diomedea sanfordi"",""Murphy, 1917"",""albatroz-real-do-norte"",""Aves"",""10/2019"",""Em Perigo"","""",""A4bd"",""Diomedea sanfordi é espécie migratória que reproduz na Nova Zelândia, apenas nas Ilhas Chatham e na Península Otago. Cerca de 99% da população reprodutiva concentra-se na ilha Chatham. Há histórico de tempestades capazes de devastar as colônias da espécie nos dois sítios reprodutivos. Há declínio continuado no número de indivíduos maduros devido à captura incidental em pesca de espinhel no Brasil e declínio na qualidade de habitat das áreas reprodutivas como efeito de mudanças climáticas e tempestades recorrentes. Monitoramento nas áreas reprodutivas durante o período de 20 anos (1985-2005) houve uma redução total de 50 a 60% na produtividade para as espécies. Sendo assim, suspeita-se que a tendência de declínio populacional é superior a 50% em três gerações (passado e futuro). Portanto, D. sanfordi foi categorizada como Em Perigo (EN) pelo critério A4bd."",""Não"",""Sim"",""Rio Grande do Sul, Santa Catarina"",""|Sul|"",""Sistema Costeiro-Marinho"","""","""","""","""",""Sim"",""Desconhecida"",""11 - Mudanças e extremos climáticos|11.4 - Tempestades/enchentes 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.6 - Captura indireta - larga escala|5.4.6.8 - Espinhel|5.4.6.8.1 - Espinhel de superfície"","""",""Educação e comunicação, Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação de Albatrozes e Petréis, Plano de Ação Nacional para a Conservação de Albatrozes e Petréis - 2º ciclo, Plano de Ação Nacional para a Conservação de Albatrozes e Petréis - 3º ciclo"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Aves"",""Procellariiformes"",""Procellariidae"",""Procellaria"",""Procellaria aequinoctialis"",""Procellaria aequinoctialis"",""Linnaeus, 1758"",""pardela-preta"",""Aves"",""10/2019"",""Vulnerável"","""",""A4bcde"",""Procellaria aequinoctialis é migrante que se reproduz principalmente nas Ilhas Geórgias do Sul e ocupa os mares do sul, especialmente abaixo do Trópico de Capricórnio. No Brasil, ocorre no período não reprodutivo, havendo registros desde o litoral sul até o litoral de Sergipe. Monitoramentos nas áreas reprodutivas indicam tendência de declínio populacional de 45% em três gerações (74 anos) envolvendo passado e futuro. Esse declínio se reflete no Brasil, por tratar-se de subpopulação visitante, que é impactada regionalmente pela captura incidental, perda de qualidade, contaminação por poluentes orgânicos e ingestão de plástico. Assim, P. aequinoctialis foi categorizada como Vulnerável (VU) pelo critério A4bcde."",""Não"",""Sim"",""Bahia, Espírito Santo, Pará, Paraná, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe"",""|Nordeste|Norte|Sudeste|Sul|"",""Amazônia, Mata Atlântica, Pampa"",""Sub-bacia Foz Amazonas Sub-bacia Itapecuru-Paraguaçu Sub-bacia Litoral BA ES Sub-bacia Litoral ES Sub-bacia Litoral RS Sub-bacia Litoral SE Sub-bacia Litoral SP Sub-bacia Litoral SP PR SC Sub-bacia Tocantins Baixo"",""APA Baleia Franca, APA Guaraqueçaba, PARNA da Lagoa do Peixe, PARNA Superagui, REBIO Marinha do Arvoredo, REVIS Arquipélago de Alcatrazes"",""APA ILHA COMPRIDA, APA MARINHA DO LITORAL CENTRO, APA MARINHA DO LITORAL NORTE, APA MARINHA DO LITORAL SUL, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL DO ARQUIPÉLAGO DO MARAJÓ, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL ESTADUAL DE GUARATUBA, ESTAÇÃO ECOLÓGICA DA ILHA DO MEL, PARQUE ESTADUAL ACARAI, PARQUE ESTADUAL DA ILHA DO CARDOSO, PARQUE ESTADUAL DO RIO VERMELHO, PARQUE NATURAL MUNICIPAL DA GALHETA (FLORIANóPOLIS)"","""",""Sim"",""Declinando"",""5 - Uso de recursos biológicos|5.1 - Caça e captura de animais terrestres ou marinhos|5.1.2 - Efeitos indiretos (a espécie não é o alvo) 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.6 - Captura indireta - larga escala|5.4.6.8 - Espinhel|5.4.4.8.2 - Espinhel de fundo 8 - Espécies invasoras problemáticas e doenças|8.1 - Espécies exóticas|8.1.2 - Espécie não conhecida|8.1.2.1 - Competidores 9 - Poluição|9.1 - Doméstica e urbana - escoamento de água|9.1.3 - Tipo desconhecido"","""",""Educação e comunicação, Manejo/ordenamento de caça/pesca, Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação de Albatrozes e Petréis, Plano de Ação Nacional para a Conservação de Albatrozes e Petréis - 2º ciclo, Plano de Ação Nacional para a Conservação de Albatrozes e Petréis - 3º ciclo"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Aves"",""Passeriformes"",""Tyrannidae"",""Heteroxolmis"",""Heteroxolmis dominicanus"",""Xolmis dominicanus"",""(Vieillot, 1823)"",""noivinha-de-rabo-preto"",""Aves"",""10/2021"",""Vulnerável"","""",""A4c"",""Heteroxolmis dominicanus ocorre no Paraguai, Uruguai, Argentina e sul do Brasil, sendo mais comum no Rio Grande do Norte e Santa Catarina, e mais escasso no Paraná. Vive em campos entremeados por áreas úmidas. A espécie é ameaçada pela expansão de parques eólicos, destruição e descaracterização dos campos e banhados, decorrentes do avanço agrícola, da expansão da silvicultura (Pinnus sp.), da drenagem, construção de barragens em banhados. O sobrepastejo reduz a densidade da cobertura vegetal na borda dos banhados, podendo gerar aumento nas taxas de predação de ninhos e de parasitismo por Molothrus bonariensis. A projeção da perda de habitat, baseada nos dados de sensoriamento remoto (passado) e em um modelo de suavização exponencial (futuro), indicam perda de 31,7% da vegetação campestre em três gerações, quando consideradas perdas no passado e futuro (2014-2025). Entende-se que sua redução populacional é proporcional à redução do habitat. A avaliação não é alterada por influência da população oriunda de outros países. Assim, H. dominicanus foi categorizada como Vulnerável (VU) pelo critério A4c."",""Não"",""Sim"",""Paraná, Rio Grande do Sul, Santa Catarina"",""|Sul|"",""Cerrado, Mata Atlântica, Pampa"",""Sub-bacia Guaíba Sub-bacia Ibicuí Sub-bacia Iguaçu Sub-bacia Litoral RS Sub-bacia Litoral SP PR SC Sub-bacia Negro RS Sub-bacia Paranapanema Sub-bacia Uruguai Alto Sub-bacia Uruguai Médio"",""ESEC Aracuri-Esmeralda, ESEC do Taim, Parna Aparados da Serra, PARNA da Serra Geral, PARNA São Joaquim, REVIS dos Campos de Palmas"",""ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL DO BANHADO GRANDE, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL ESTADUAL DA ESCARPA DEVONIANA, PARQUE ESTADUAL DO TAINHAS, REFúGIO DE VIDA SILVESTRE BANHADO DOS PACHECOS"",""RPPN das Araucárias, RPPN Fazenda Araucária, RPPN Fazenda Primavera, RPPN Gralha-Azul, RPPN Rancho Mira-Serra, RPPN Reserva Particular Professor Delmar Harry dos Reis"",""Não"",""Declinando"",""2 - Agropecuária e Aquacultura|2.1 - Culturas anuais e perenes não-madeireiras|2.1.4 - Agricultura de escala desconhecida 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.2 - Silvicultura|2.2.3 - Plantações em escala desconhecida 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.3 - Pecuária|2.3.4 - Pecuária em escala desconhecida 3 - Produção energética e mineração|3.3 - Energia renovável|3.3.2 - Parques eólicos 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.1 - Incêndios e supressão de incêndios|7.1.1 - Aumento da frequência/intensidade de incêndios 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.2 - Represas e uso de água|7.2.11 - Represas (tamanho desconhecido) 8 - Espécies invasoras problemáticas e doenças|8.3 - Espécies nativas problemáticas|8.3.1 - Espécie conhecida|8.3.1.1 - Competidores 8 - Espécies invasoras problemáticas e doenças|8.3 - Espécies nativas problemáticas|8.3.1 - Espécie conhecida|8.3.1.2 - Predadores 9 - Poluição|9.3 - Agropecuária e florestal|9.3.3 - Herbicidas e pesticidas"","""",""Conscientização/comunicação, Controle e fiscalização, Criação de áreas protegidas, Expansão de áreas protegidas, Implementação de áreas protegidas, Manejo territorial, Meios de subsistência, economia e outros incentivos, Pagamentos por serviços ambientais, Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação das Aves dos Campos Sulinos - 2º ciclo, Plano de Ação Nacional para a Conservação dos Passeriformes Ameaçados dos Campos Sulinos e Espinilho"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Actinopterygii"",""Ophidiiformes"",""Ophidiidae"",""Otophidium"",""Otophidium chickcharney"",""Otophidium chickcharney"",""Böhlke e Robins, 1959"","""",""Peixes Marinhos (ósseos)"",""09/2018"",""Criticamente em Perigo"",""Sim"",""D"",""Otophidium chickcharney é conhecida apenas nas Bahamas e no Brasil, em águas rasas de fundo arenoso na zona de arrebentação de ambientes recifais (poças e piscinas de maré). Embora no Atlântico Norte a espécie ocorra até 15 m de profundidade, os registros confirmados no Brasil provêm de poças de maré na Bahia (Itapoã, Itaparica e Arembepe). Os únicos exemplares (quatro lotes) conhecidos no Brasil foram coletados na década de 1970 e desde então a espécie não foi coletada em qualquer outro local do país, apesar dos extensivos esforços em áreas de poças de maré do litoral Norte e Nordeste do Brasil, incluindo ilhas oceânicas. Não são conhecidos dados sobre a contribuição de populações estrangeiras para a manutenção das populações nacionais. No Brasil, sua distribuição é restrita e os habitats em que ela ocorre são sujeitos a impactos como turismo, urbanização, poluição por esgoto doméstico, pisoteio e ocupação desordenada, havendo constante declínio da qualidade destes habitats. Nesse contexto, suspeita-se que houve uma redução populacional extrema, o que provavelmente levou a espécie a extinção no Brasil baseado no declínio da qualidade do habitat, restando poucos (O. chickcharney foi categorizada como Criticamente em Perigo (CR), pelo critério D, sendo considerada possivelmente extinta (PEX)."",""Não"",""Sim"","""",""||"",""Sistema Costeiro-Marinho"","""","""",""ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL BAÍA DE TODOS OS SANTOS"","""",""Desconhecido"",""Desconhecida"",""1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.1 - Expansão urbana 1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.3 - Áreas de turismo e recreação 6 - Distúrbios humanos|6.1 - Atividades recreacionais/turísticas 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.3 - Outras modificações nos ecossistemas 9 - Poluição|9.1 - Doméstica e urbana - escoamento de água|9.1.1 - Esgoto"","""","""","""",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""0 , 25""";;;;;; "Animalia,""Mollusca"",""Gastropoda"",""Caenogastropoda"",""Hydrobiidae"",""Potamolithus"",""Potamolithus karsticus"","""",""Simone & Moracchioli, 1994"",""Caramujo de caverna"",""Invertebrados de Água Doce"",""09/2014"",""Criticamente em Perigo"",""Não"",""B1ab(i,iii)"",""Potamolithus karsticus é endêmica do Brasil, da cidade de Apiaí, na caverna Calcário Branco, São Paulo. É uma espécie troglófila, que necessita da existência da caverna para manutenção de sua população. A extensão de ocorrência (EOO) foi calculada com base no sistema ao qual a caverna pertence (sistema Areias), resultando em 10 km2. Esse sistema está ameaçado devido à presença humana no local, que se dá através do turismo, da coleta de água, prospecção de mineradoras e criação de gado. Essas atividades descaracterizam o ecossistema cavernícola, e dessa forma, a espécie encontra-se restrita a uma localização, associada a um declínio continuado da extensão de ocorrência e qualidade do habitat. Portanto, P. karsticus foi categorizada como Criticamente em Perigo (CR), pelos critérios B1ab(i,iii)."",""Sim"",""Não"","""",""||"","""","""","""","""","""","""",""Desconhecida"",""6 - Distúrbios humanos|6.1 - Atividades recreacionais/turísticas 8 - Espécies invasoras problemáticas e doenças 9 - Poluição"","""","""","""","""","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Amphibia"",""Anura"",""Aromobatidae"",""Anomaloglossus"",""Anomaloglossus apiau"","""",""Fouquet, Souza, Nunes, Kok, Curcio, Carvalho, Grant & Rodrigues, 2015"","""",""Anfíbios"",""06/2017"",""Em Perigo"","""",""B1ab(iii)+2ab(iii)"",""Anomaloglossus apiau é endêmica do Brasil, do bioma Amazônia, com registro de ocorrência somente para a Serra do Apiaú, uma região serrana isolada por florestas de baixada e ecossistemas savânicos no estado de Roraima. A espécie é abundante no local. Sua extensão de ocorrência foi considerada equivalente à área da serra, 150 km2, e sua área de ocupação certamente é menor do que esse valor, já que ela foi registrada somente acima de 500 metros de altitude. Embora as áreas acima de 200 metros estejam ainda relativamente bem preservadas, todo o entorno da serra sofre pressão de extração de madeira, desmatamento e ocupação pela atividade agropecuária, levando ao declínio continuado da qualidade do hábitat. Considerando o fogo utilizado em práticas agrícolas como a principal ameaça, foi definida apenas uma localização. Por essas razões, Anomaloglossus apiau foi avaliada como Em Perigo (EN) pelos critérios B1ab(iii)+2ab(iii)."",""Sim"",""Sim"",""Roraima"",""|Norte|"",""Amazônia"",""Sub-bacia Negro"","""","""","""",""Não"",""Desconhecida"",""1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.1 - Expansão urbana 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.1 - Culturas anuais e perenes não-madeireiras|2.1.4 - Agricultura de escala desconhecida 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.3 - Pecuária|2.3.4 - Pecuária em escala desconhecida 5 - Uso de recursos biológicos|5.3 - Extração florestal 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.1 - Incêndios e supressão de incêndios|7.1.1 - Aumento da frequência/intensidade de incêndios"","""",""Plano de Ação Nacional (PAN)"","""",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Aves"",""Charadriiformes"",""Charadriidae"",""Charadrius"",""Charadrius wilsonia"",""Charadrius wilsonia"",""Ord, 1814"",""batuíra-bicuda"",""Aves"",""10/2017"",""Vulnerável"","""",""D1"",""Charadrius wilsonia ocorre nas Américas, sendo migratória em parte de sua distribuição. É residente no Brasil. Suspeita-se que o tamanho da população brasileira não ultrapasse 1.000 indivíduos maduros. Não houve alteração da categorização no ajuste regional. Assim sendo, C. wilsonia foi categorizada como Vulnerável (VU) D1."",""Não"",""Sim"",""Alagoas, Amapá, Bahia, Ceará, Maranhão, Pará, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Norte, Santa Catarina, Sergipe"",""|Nordeste|Norte|Sul|"",""Amazônia, Caatinga, Cerrado, Mata Atlântica"",""Sub-bacia Amapá Litoral Sub-bacia Gurupi Sub-bacia Itapecuru Sub-bacia Itapecuru-Paraguaçu Sub-bacia Litoral AL PE PB Sub-bacia Litoral CE PB Sub-bacia Litoral CE PI Sub-bacia Litoral SE Sub-bacia Parnaíba Baixo Sub-bacia Piranhas Sub-bacia São Francisco Baixo Sub-bacia Tocantins Baixo Sub-bacia Uruguai Alto"",""APA Delta do Parnaíba, APA Piaçabuçú, PARNA do Cabo Orange, PARNA Lençóis Maranhenses, REBIO do Lago Piratuba, RESEX Cururupu, RESEX Marinha Mestre Lucindo"",""ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL BAÍA DE TODOS OS SANTOS, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL DA MARITUBA DO PEIXE, ÁREA DE PROTEçãO AMBIENTAL DAS REENTRâNCIAS MARANHENSES, ÁREA DE PROTEçãO AMBIENTAL DE UPAON-AçU / MIRITIBA / ALTO PREGUIçAS"","""",""Não"",""Desconhecida"",""6 - Distúrbios humanos|6.1 - Atividades recreacionais/turísticas 8 - Espécies invasoras problemáticas e doenças|8.2 - Espécies domésticas|8.2.2 - Predadores 9 - Poluição|9.4 - Lixo e resíduos sólidos|9.4.1 - Urbanos"","""",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação das Aves Limícolas Migratórias - 2º ciclo, Plano de Ação Nacional para Conservação das Aves Limícolas Migratórias"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Aves"",""Charadriiformes"",""Scolopacidae"",""Limnodromus"",""Limnodromus griseus"",""Limnodromus griseus"",""Gmelin, 1789"",""maçarico-de-costas-brancas"",""Aves"",""10/2017"",""Em Perigo"","""",""A2b"",""Limnodromus griseus, espécie migratória que passa o período não-reprodutivo no Brasil, sofreu declínio de 62% em sua população no centro-norte do litoral brasileiro em um período de 18 anos. Considerando que essa população representa mais de 90% do total de indivíduos de L. griseus que migra para este país, esse declínio pode ser inferido para a população total que ocorre no Brasil. Não há informações de que ameaças ou ações de manejo fora do Brasil estejam afetando a população que frequenta o território brasileiro, de modo que não houve alteração na classificação devido ao ajuste regional. Assim sendo, L. griseus foi categorizada como Em Perigo (EN), pelo critério A2b."",""Não"",""Sim"",""Alagoas, Amazonas, Bahia, Ceará, Maranhão, Pará, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Sergipe"",""|Nordeste|Norte|Sul|"",""Amazônia, Caatinga, Cerrado, Mata Atlântica, Pampa"",""Sub-bacia Foz Amazonas Sub-bacia Gurupi Sub-bacia Itapecuru Sub-bacia Itapecuru-Paraguaçu Sub-bacia Litoral AL PE PB Sub-bacia Litoral CE PB Sub-bacia Litoral CE PI Sub-bacia Litoral RS Sub-bacia Litoral SE Sub-bacia Mearim Sub-bacia Negro Sub-bacia Parnaíba Baixo Sub-bacia Piranhas Sub-bacia São Francisco Baixo Sub-bacia Solimões Sub-bacia Tocantins Baixo"",""APA Barra do Rio Mamanguape, APA Delta do Parnaíba, APA Fernando de Noronha, APA Piaçabuçú, ARIE Manguezais da Foz do Rio Mamanguape, PARNA da Lagoa do Peixe, PARNA Lençóis Maranhenses, PARNA Marinho de Fernando de Noronha, REBIO Atol das Rocas, REBIO Santa Isabel, RESEX Araí Peroba, RESEX Cururupu, RESEX Gurupi-Piriá, RESEX Mãe Grande de Curuçá, RESEX Maracanã, RESEX Marinha de Caeté-Taperaçu, RESEX Marinha de Tracuateua, RESEX Marinha Mestre Lucindo"",""ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL BAÍA DE TODOS OS SANTOS, ÁREA DE PROTEçãO AMBIENTAL DA BAIXADA MARANHENSE, ÁREA DE PROTEçãO AMBIENTAL DA FOZ DO RIO DAS PREGUIçAS - PEQUENOS LENçóIS - REGIãO LAGUNAR ADJACENTE, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL DA MARITUBA DO PEIXE, ÁREA DE PROTEçãO AMBIENTAL DAS REENTRâNCIAS MARANHENSES, ÁREA DE PROTEçãO AMBIENTAL DE UPAON-AçU / MIRITIBA / ALTO PREGUIçAS, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL DO ARQUIPÉLAGO DO MARAJÓ, ÁREA DE PROTEçãO AMBIENTAL DO MANGUEZAL DA BARRA GRANDE, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL PLATAFORMA CONTINENTAL DO LITORAL NORTE, RESERVA BIOLÓGICA DO PARAZINHO, RESERVA DE DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL AMANÃ, RESERVA DE DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL MAMIRAUÁ"","""",""Sim"",""Desconhecida"",""1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.1 - Expansão urbana 1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.2 - Áreas comerciais e industriais 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.2 - Silvicultura|2.2.3 - Plantações em escala desconhecida 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.4 - Aquacultura marinha e de água doce|2.4.3 - Aquacultura em escala desconhecida 3 - Produção energética e mineração|3.1 - Extração de petróleo e gás natural 3 - Produção energética e mineração|3.3 - Energia renovável|3.3.2 - Parques eólicos 4 - Transportes e serviços de transmissão|4.4 - Tráfego de embarcações 6 - Distúrbios humanos|6.1 - Atividades recreacionais/turísticas 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.2 - Represas e uso de água|7.2.11 - Represas (tamanho desconhecido) 9 - Poluição|9.1 - Doméstica e urbana - escoamento de água|9.1.1 - Esgoto 9 - Poluição|9.2 - Industrial|9.2.1 - Derramamento de óleo 9 - Poluição|9.2 - Industrial|9.2.4 - Tipo desconhecido"","""",""Conscientização/comunicação, Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação das Aves Limícolas Migratórias - 2º ciclo, Plano de Ação Nacional para Conservação das Aves Limícolas Migratórias"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Amphibia"",""Anura"",""Brachycephalidae"",""Ischnocnema"",""Ischnocnema garciai"","""",""Taucce, Canedo & Haddad, 2018"",""Rãzinha-da-mata-do-Garcia"",""Anfíbios"",""09/2018"",""Criticamente em Perigo"",""Não"",""B2ab(iii)"",""Ischnocnema garciai é endêmica do Brasil, do bioma Mata Atlântica, registrada somente para a localidade-tipo, a Usina da Fumaça, no município de Muriaé, na região da Serra do Brigadeiro, no estado de Minas Gerais. Fragmentos florestais nas proximidades têm sido frequentemente amostrados desde 2005, mas a espécie não foi registrada em outras localidades. Assim, sua área de ocupação foi estimada em 5km2, considerando o tamanho do fragmento onde a espécie foi encontrada. Esse remanescente não é protegido e seu entorno encontra-se bastante desmatado devido às atividades agropecuárias, além de estar às margens de uma represa, cujas comportas da barragem são periodicamente abertas, afetando diretamente parte do hábitat da espécie e possivelmente diminuindo o recrutamento. Além disso, há atividade de turismo no local, o que provoca risco de incêndio e declínio contínuo da qualidade do hábitat devido ao acúmulo de lixo no fragmento. Considerando essas ameaças e uma localização, Ischnocnema garciai foi avaliada como Criticamente em Perigo (CR) pelo o critério B2ab(iii)."",""Sim"",""Sim"",""Minas Gerais"",""|Sudeste|"",""Mata Atlântica"",""Sub-bacia Paraíba do Sul"","""","""","""",""Não"",""Desconhecida"",""2 - Agropecuária e Aquacultura|2.1 - Culturas anuais e perenes não-madeireiras|2.1.4 - Agricultura de escala desconhecida 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.3 - Pecuária|2.3.4 - Pecuária em escala desconhecida 3 - Produção energética e mineração|3.2 - Mineração|3.2.3 - Extração de minérios - subsolo 6 - Distúrbios humanos|6.1 - Atividades recreacionais/turísticas 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.1 - Incêndios e supressão de incêndios|7.1.1 - Aumento da frequência/intensidade de incêndios 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.2 - Represas e uso de água|7.2.10 - Represas (grandes) 9 - Poluição|9.4 - Lixo e resíduos sólidos|9.4.1 - Urbanos"","""",""Plano de Ação Nacional (PAN)"","""",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Aves"",""Passeriformes"",""Furnariidae"",""Acrobatornis"",""Acrobatornis fonsecai"",""Acrobatornis fonsecai"",""Pacheco, Whitney & Gonzaga, 1996"",""acrobata"",""Aves"",""06/2019"",""Vulnerável"","""",""B1ab(i,ii,iii,v)"",""Acrobatornis fonsecai é endêmica do Brasil, com ocorrência restrita ao sul da Bahia e nordeste de Minas Gerais, onde há apenas registros históricos, e sua extensão de ocorrência (EOO) foi calculada em 18.867 km². Habita cabrucas que sobreiam áreas de plantação de cacau e sua sobrevivência depende inteiramente da manutenção destes cacauais consorciados com floresta nativa. A população está severamente fragmentada e há suspeitas de redução no número de indivíduos maduros de ao menos 10% em um período de 11,4 anos (três gerações), devido à desvalorização da cultura cacaueira, e mais recentemente, relacionadas à expansão das áreas urbanas, cultivo de café e eucalipto, e abertura de pastagens. Essas ameaças têm levado à derrubada das matas de cabruca, gerando declínio continuado na extensão de ocorrência, na área de ocupação e na qualidade do habitat. Dessa forma, A. fonsecai foi categorizada como Vulnerável (VU) pelo critério B1ab(i,ii,iii,v)."",""Sim"",""Sim"",""Bahia, Minas Gerais"",""|Nordeste|Sudeste|"",""Mata Atlântica"",""Sub-bacia Contas Sub-bacia Jequitinhonha"",""PARNA de Boa Nova, PARNA Serra das Lontras"",""ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL LAGOA ENCANTADA"","""",""Não"",""Declinando"",""1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.1 - Expansão urbana 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.1 - Culturas anuais e perenes não-madeireiras|2.1.4 - Agricultura de escala desconhecida 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.2 - Silvicultura|2.2.3 - Plantações em escala desconhecida 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.3 - Pecuária|2.3.4 - Pecuária em escala desconhecida"","""",""Criação de áreas protegidas, Plano de Ação Nacional (PAN), Restauração de habitat e processos naturais"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação das Aves Ameaçadas do Bioma Mata Atlântica"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Aves"",""Nyctibiiformes"",""Nyctibiidae"",""Nyctibius"",""Nyctibius leucopterus"",""Nyctibius leucopterus"",""(Wied, 1821)"",""urutau-de-asa-branca"",""Aves"",""06/2019"",""Criticamente em Perigo"",""Não"",""C2a(i)"",""Nyctibius leucopterus é endêmica da Mata Atlântica da Bahia e do Espírito Santo, estando restrita a poucos fragmentos florestais bem preservados. A população da Amazônia, ainda tratada na literatura sob o nome de N. leucopterus, representa um táxon distinto, ainda não formalmente descrito. Nesta avaliação, apenas a população da Mata Atlântica foi considerada e os únicos registros conhecidos provêm da Bahia (Reserva Biológica de Una, RPPN Estação Veracel e Parque Nacional do Pau Brasil) e norte do Espírito Santo (Reserva Natural Vale e Reserva Biológica de Sooretama). A escassez de registros em áreas bem inventariadas permite suspeitar que o tamanho populacional é menor que 250 indivíduos maduros, com menos de 50 indivíduos em cada subpopulação. Além disso, há declínio populacional continuado a ponto de estar restrita apenas a unidades de conservação, devido à perda de habitat e fragmentação da população. Dessa forma, N. leucopterus foi categorizada como Criticamente em Perigo (CR) pelo critério C2a(i)."",""Sim"",""Sim"",""Amapá, Amazonas, Bahia, Espírito Santo, Maranhão, Mato Grosso, Pará, Roraima"",""|Centro-Oeste|Nordeste|Norte|Sudeste|"",""Amazônia, Mata Atlântica"",""Sub-bacia Amapá Litoral Sub-bacia Contas Sub-bacia Doce Sub-bacia Foz Amazonas Sub-bacia Gurupi Sub-bacia Litoral BA ES Sub-bacia Madeira Sub-bacia Mearim Sub-bacia Negro Sub-bacia Paru Sub-bacia Solimões Sub-bacia Tapajós Sub-bacia Tocantins Baixo Sub-bacia Trombetas"",""ESEC do Jari, ESEC Juami-Japurá, FLONA do Tapajós, FLONA Trairão, PARNA Amazônia, PARNA do Pau Brasil, PARNA Jaú, PARNA Montanhas do Tumucumaque, REBIO de Sooretama, REBIO de Una, REBIO do Gurupi, RESEX Auati-Paraná, RESEX Gurupá-Melgaço, RESEX Rio Cajari, REVIS Una"",""ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL DE PRESIDENTE FIGUEIREDO - CAVERNA DO MOROAGA, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL SANTO ANTÔNIO, FLORESTA ESTADUAL DO PARU, PARQUE ESTADUAL RIO NEGRO SETOR NORTE, RESERVA DE DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL AMANÃ, RESERVA DE DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL DO RIO NEGRO"",""Estação Veracel, RPPN Adão e Eva, RPPN Ecoparque de Una, RPPN Laço de Amor"",""Não"",""Desconhecida"",""5 - Uso de recursos biológicos|5.3 - Extração florestal|5.3.5 - Motivação desconhecida"","""",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação das Aves Ameaçadas do Bioma Mata Atlântica"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Aves"",""Galbuliformes"",""Bucconidae"",""Monasa"",""Monasa morphoeus"",""Monasa morphoeus morphoeus"",""(Hahn & Küster, 1823)"",""chora-chuva-de-cara-branca"",""Aves"",""06/2019"",""Em Perigo"","""",""B2ab(ii,iii)"",""Monasa morphoeus morphoeus é endêmica da Mata Atlântica do Brasil, ocorrendo na Bahia, Espírito Santo e, historicamente, Rio de Janeiro. Habita o interior de matas da Mata Atlântica e sua área de ocupação (AOO) foi calculada em 336 km². Devido à fragmentação de habitat e ao baixo poder de deslocamento, a subpopulação da Bahia está isolada daquela do Espírito Santo. Portanto, a população é severamente fragmentada tendo mais de 50% de sua população separada por grande distância, não havendo fluxo gênico. Além disso, há declínio continuado da população decorrente do declínio continuado da qualidade de habitat e da área de ocupação (AOO), causados pela conversão de florestas em pastagem para pecuária, expansão urbana e incêndios. Dessa forma, M. m. morphoeus foi categorizada como Em Perigo (EN) pelo critério B2ab(ii,iii)."",""Sim"",""Sim"",""Bahia, Espírito Santo, Rio de Janeiro"",""|Nordeste|Sudeste|"",""Mata Atlântica"",""Sub-bacia Contas Sub-bacia Doce Sub-bacia Itapecuru-Paraguaçu Sub-bacia Jequitinhonha Sub-bacia Litoral BA ES"",""PARNA do Descobrimento, PARNA Serra das Lontras, REBIO de Sooretama"",""ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL BAÍA DE CAMAMU, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL COSTA DE ITACARÉ/ SERRA GRANDE, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL LAGOA ENCANTADA, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL SANTO ANTÔNIO"",""Estação Veracel, RPN Salto Apepique, RPPN Araçari, RPPN Ecoparque de Una, RPPN Fazenda Água Branca, RPPN Fazenda Paraíso, RPPN Juerana"",""Não"",""Declinando"",""1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.1 - Expansão urbana 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.1 - Culturas anuais e perenes não-madeireiras|2.1.4 - Agricultura de escala desconhecida 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.3 - Pecuária|2.3.4 - Pecuária em escala desconhecida 5 - Uso de recursos biológicos|5.3 - Extração florestal|5.3.5 - Motivação desconhecida 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.1 - Incêndios e supressão de incêndios|7.1.1 - Aumento da frequência/intensidade de incêndios"","""",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação das Aves Ameaçadas do Bioma Mata Atlântica"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Aves"",""Passeriformes"",""Furnariidae"",""Coryphistera"",""Coryphistera alaudina"",""Coryphistera alaudina"",""Burmeister, 1860"",""corredor-crestudo"",""Aves"",""10/2021"",""Criticamente em Perigo"",""Não"",""D"",""Coryphistera alaudina ocorre na Bolívia, Paraguai, Argentina, Uruguai e extremo sul do Brasil, no Rio Grande do Sul, com um registro no município de Uruguaiana e vários registros no município de Barra do Quaraí. A população é muito reduzida no país, não ultrapassando 20 indivíduos maduros, estando essencialmente restrita ao Parque Estadual do Espinilho e exclusivamente associada à formação vegetal de parque espinilho. A espécie tem uma população muito pequena e de distribuição muito restrita, tendo como ameaça o manejo inadequado das pastagens nativas, que elimina totalmente o habitat desta espécie. A população do Brasil está relativamente isolada de outras populações de países vizinhos e supõe-se que as taxas de imigração, se existentes, sejam insuficientes para gerar algum efeito de resgate. Dessa forma, C. alaudina foi categorizada como Criticamente em Perigo (CR), pelo critério D."",""Não"",""Sim"",""Rio Grande do Sul"",""|Sul|"",""Pampa"",""Sub-bacia Uruguai Médio"","""","""","""",""Não"",""Desconhecida"",""2 - Agropecuária e Aquacultura|2.1 - Culturas anuais e perenes não-madeireiras|2.1.4 - Agricultura de escala desconhecida 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.3 - Pecuária|2.3.4 - Pecuária em escala desconhecida 5 - Uso de recursos biológicos|5.3 - Extração florestal|5.3.5 - Motivação desconhecida"","""",""Conscientização/comunicação, Controle e fiscalização, Criação de áreas protegidas, Implementação de áreas protegidas, Implementação de corredores, Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação das Aves dos Campos Sulinos - 2º ciclo, Plano de Ação Nacional para a Conservação dos Passeriformes Ameaçados dos Campos Sulinos e Espinilho"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Aves"",""Passeriformes"",""Cotingidae"",""Cotinga"",""Cotinga maculata"",""Cotinga maculata"",""(Statius Muller, 1776)"",""crejoá"",""Aves"",""06/2019"",""Em Perigo"","""",""B2ab(iii)"",""Cotinga maculata é endêmica do Brasil, com registros recentes no sul da Bahia e extremo nordeste de Minas Gerais, registros históricos no Rio de Janeiro e Espírito Santo e um registro recente e inusitado no litoral sul de Pernambuco. Habita matas de baixada bem conservadas, ocupando dossel da floresta primária e vegetação secundária adjacente, sempre abaixo de 200 m de altitude. A área de ocupação (AOO) foi calculada através da sobreposição de um grid com quadrículas de 4 km² aos pontos de registros conhecidos, inferidos e suspeitados, resultando em 300 km² de AOO. A massiva destruição da Mata Atlântica de baixada, a primeira a desaparecer no bioma, e a captura de indivíduos para o comércio ilegal são as principais ameaças à espécie. Além disso, a população é considerada severamente fragmentada, tendo mais de 50% de sua área de ocupação separada por grandes distâncias de habitat não adequado e intransponível à espécie. Dessa forma, C. maculata foi categorizada como Em Perigo (EN) pelo critério B2ab(iii)."",""Sim"",""Sim"",""Bahia, Espírito Santo, Minas Gerais, Pernambuco, Rio de Janeiro"",""|Nordeste|Sudeste|"",""Mata Atlântica, Sistema Costeiro-Marinho"",""Sub-bacia Contas Sub-bacia Itapecuru-Paraguaçu Sub-bacia Jequitinhonha Sub-bacia Litoral AL PE PB Sub-bacia Litoral BA ES"",""PARNA Alto Cariri, PARNA de Boa Nova, PARNA do Descobrimento, PARNA do Monte Pascoal, REBIO de Sooretama, REBIO de Una, REVIS Boa Nova"",""ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL BAÍA DE CAMAMU, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL SANTO ANTÔNIO, PARQUE ESTADUAL DO RIO DOCE"",""Estação Veracel, MATA DO PASSARINHO, RPPN Itacira"",""Não"",""Declinando"",""5 - Uso de recursos biológicos|5.1 - Caça e captura de animais terrestres ou marinhos|5.1.1 - Caça/captura intencional (a espécie é o alvo)|5.1.1.2 - Comercial - Nacional/Local 5 - Uso de recursos biológicos|5.3 - Extração florestal|5.3.5 - Motivação desconhecida 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.1 - Incêndios e supressão de incêndios|7.1.1 - Aumento da frequência/intensidade de incêndios"",""14 - Artesanato jóias objetos decorativos 1 - Alimentação humana 3 - Animais de estimação/ornamentais"",""Implementação de corredores, Plano de Ação Nacional (PAN), Proteção de locais/áreas"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação das Aves Ameaçadas do Bioma Mata Atlântica"",""CITES - Anexo I, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Aves"",""Passeriformes"",""Thamnophilidae"",""Myrmotherula"",""Myrmotherula fluminensis"",""Myrmotherula fluminensis"",""Gonzaga, 1988"",""choquinha-fluminense"",""Aves"",""06/2019"",""Criticamente em Perigo"",""Sim"",""D"",""Myrmotherula fluminensis é endêmica do estado do Rio de Janeiro. O único registro conhecido (exemplar-tipo) é proveniente das proximidades do sopé da Serra dos Órgãos, em área altamente pressionada devido à construção do Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro. Pesquisas falharam em detectar a espécie e caso ainda exista uma população, esta certamente será muito pequena, com menos de 50 indivíduos maduros. Dessa forma, M. fluminensis foi categorizada como Criticamente em Perigo (CR), Possivelmente Extinta (PEX), pelo critério D."",""Sim"",""Sim"",""Rio de Janeiro"",""|Sudeste|"",""Mata Atlântica"","""","""","""","""",""Não"",""Desconhecida"",""3 - Produção energética e mineração|3.1 - Extração de petróleo e gás natural"","""",""Manejo territorial, Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação das Aves Ameaçadas do Bioma Mata Atlântica"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Aves"",""Apodiformes"",""Trochilidae"",""Glaucis"",""Glaucis dohrnii"",""Glaucis dohrnii"",""(Bourcier & Mulsant, 1852)"",""balança-rabo-canela"",""Aves"",""06/2019"",""Vulnerável"","""",""C2a(i)"",""Glaucis dohrnii é endêmica do leste do Brasil, com registros em poucas localidades do sul da Bahia, centro-norte do Espírito Santo e extremo nordeste de Minas Gerais. Ocupa o sub-bosque de florestas primárias litorâneas, principalmente em áreas úmidas ao longo de córregos e em áreas com abundância de helicônias. Este habitat tem sido continuamente substituído por monoculturas de eucalipto, agricultura, construção de estradas e degradado devido à urbanização, mineração, exploração madeireira e queimadas. Como consequência, suspeita-se que essas ameaças têm gerado declínio continuado na população da espécie. Há casos de extinção local e suspeita-se que haja menos de 10.000 indivíduos maduros, com menos de 1.000 deles em cada subpopulação. Dessa forma, G. dohrnii foi categorizada como Vulnerável (VU) pelo critério C2a(i)."",""Sim"",""Sim"",""Bahia, Espírito Santo, Minas Gerais"",""|Nordeste|Sudeste|"",""Mata Atlântica"",""Sub-bacia Contas Sub-bacia Doce Sub-bacia Jequitinhonha Sub-bacia Litoral BA ES"",""PARNA do Descobrimento, PARNA do Monte Pascoal, PARNA do Pau Brasil, REBIO de Sooretama, REBIO de Una, REBIO do Córrego do Veado"",""ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL LAGOA ENCANTADA, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL SANTO ANTÔNIO"",""Estação Veracel, RPPN Fazenda Paraíso"",""Não"",""Declinando"",""1 - Desenvolvimento residencial e comercial 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.1 - Culturas anuais e perenes não-madeireiras|2.1.4 - Agricultura de escala desconhecida 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.2 - Silvicultura|2.2.3 - Plantações em escala desconhecida 3 - Produção energética e mineração|3.2 - Mineração|3.2.6 - Tipo desconhecido 4 - Transportes e serviços de transmissão|4.1 - Estradas e ferrovias 5 - Uso de recursos biológicos|5.3 - Extração florestal|5.3.5 - Motivação desconhecida 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.1 - Incêndios e supressão de incêndios|7.1.1 - Aumento da frequência/intensidade de incêndios"","""",""Controle e fiscalização, Criação de áreas protegidas, Implementação de áreas protegidas, Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação das Aves Ameaçadas do Bioma Mata Atlântica"",""CITES - Anexo I, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"",""500"",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Aves"",""Passeriformes"",""Thamnophilidae"",""Myrmoderus"",""Myrmoderus ruficauda"",""Myrmoderus ruficaudus"",""(Wied, 1831)"",""formigueiro-de-cauda-ruiva"",""Aves"",""06/2019"",""Em Perigo"","""",""B2ab(ii,iii)"",""Myrmoderus ruficauda é espécie endêmica da Mata Atlântica do Brasil, ocorrendo da Paraíba à Alagoas (M. r. soror), e do sul da Bahia até o Espírito Santo e nordeste de Minas Gerais (M. r. ruficauda). Habita o solo de florestas perenes úmidas e semi-úmidas sombreadas. Altamente terrestre, busca áreas sombrias da mata e, frequentemente, permanece em locais onde o sub-bosque é bastante denso. A área de ocupação (AOO) da espécie foi calculada em 468 km². A população é severamente fragmentada tendo mais de 50% de sua população localizada em fragmentos com habitat que são menores do que o necessário para sustentar uma população viável e separados de outros fragmentos por grande distância. Além disso, há declínio continuado da população decorrente do declínio continuado da área de ocupação (AOO) e da qualidade do habitat, causados pela conversão de florestas em pastagem para pecuária, cultivo de cana-de-açúcar e incêndios. Portanto, M. ruficauda foi categorizada como Em Perigo (EN) pelo critério B2ab(ii,iii)."",""Sim"",""Sim"",""Alagoas, Bahia, Espírito Santo, Minas Gerais, Paraíba, Pernambuco"",""|Nordeste|Sudeste|"",""Caatinga, Mata Atlântica"",""Sub-bacia Contas Sub-bacia Doce Sub-bacia Itapecuru-Paraguaçu Sub-bacia Jequitinhonha Sub-bacia Litoral AL PE PB Sub-bacia Litoral BA ES Sub-bacia Litoral CE PB Sub-bacia Paraíba"",""ESEC de Murici, REBIO de Pedra Talhada, REBIO de Saltinho, REBIO de Sooretama, REBIO do Córrego do Veado, REBIO Guaribas"",""ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL DE MURICÍ, REFúGIO DE VIDA SILVESTRE MATAS DO SISTEMA GURJAú"",""RPPN Frei Caneca, RPPN Tibiriçá"",""Não"",""Declinando"",""2 - Agropecuária e Aquacultura|2.1 - Culturas anuais e perenes não-madeireiras|2.1.4 - Agricultura de escala desconhecida 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.3 - Pecuária|2.3.4 - Pecuária em escala desconhecida 5 - Uso de recursos biológicos|5.3 - Extração florestal|5.3.5 - Motivação desconhecida 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.1 - Incêndios e supressão de incêndios|7.1.1 - Aumento da frequência/intensidade de incêndios"","""",""Plano de Ação Nacional (PAN), Proteção de locais/áreas"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação das Aves Ameaçadas do Bioma Mata Atlântica, Plano de Ação Nacional para a Conservação das Aves da Caatinga, Plano de Ação Nacional para a Conservação das Aves da Caatinga - 2º ciclo"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Aves"",""Passeriformes"",""Rhinocryptidae"",""Merulaxis"",""Merulaxis stresemanni"",""Merulaxis stresemanni"",""Sick, 1960"",""entufado-baiano"",""Aves"",""06/2019"",""Criticamente em Perigo"",""Não"",""A2ac"; B2ab(ii,iii,iv,v); C1+2a(i,ii);" D"",""Merulaxis stresemanni é endêmica do Brasil, ocorrendo apenas na Bahia e no nordeste de Minas Gerais. Apesar de exaustivas buscas nas áreas de ocorrência potencial, o único local onde a espécie tem sido registrada na última década tem sido a Reserva Mata do Passarinho (30 km2), que abrange os municípios de Macarani na Bahia e Bandeira em Minas Gerais, onde foram registrados apenas seis indivíduos até 2015. Após um grande incêndio no bloco florestal da Mata do Passarinho, em janeiro de 2016, apenas uma única fêmea vem sendo detectada na região (AOO menor que 10 km2). Isso representou um declínio populacional maior que 25% em um tempo geracional (3,2 anos). A região onde a espécie ocorre é severamente fragmentada e é afetada pela expansão da pecuária, da cacauicultura e da silvicultura (eucalipto), queimadas e pequenos desmates nas bordas da floresta remanescente para agricultura familiar. Dessa forma, M. stresemanni foi avaliada como Criticamente em Perigo (CR) A2ac"; B2ab(ii,iii,iv,v); C1+2a(i,ii);" D."",""Sim"",""Sim"",""Bahia, Minas Gerais"",""|Nordeste|Sudeste|"",""Mata Atlântica"",""Sub-bacia Jequitinhonha"","""","""",""MATA DO PASSARINHO"",""Não"",""Declinando"",""2 - Agropecuária e Aquacultura|2.1 - Culturas anuais e perenes não-madeireiras|2.1.2 - Agricultura em pequenas propriedades 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.2 - Silvicultura|2.2.3 - Plantações em escala desconhecida 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.3 - Pecuária|2.3.4 - Pecuária em escala desconhecida 5 - Uso de recursos biológicos|5.3 - Extração florestal|5.3.5 - Motivação desconhecida 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.1 - Incêndios e supressão de incêndios|7.1.1 - Aumento da frequência/intensidade de incêndios 8 - Espécies invasoras problemáticas e doenças|8.2 - Espécies domésticas|8.2.2 - Predadores"","""",""Criação de áreas protegidas, Implementação de corredores, Manejo de espécies, Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação das Aves Ameaçadas do Bioma Mata Atlântica"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"",""800"",""""" "Animalia,""Chordata"",""Actinopterygii"",""Cyprinodontiformes"",""Rivulidae"",""Cynolebias"",""Cynolebias elegans"","""",""Costa, 2017"",""Peixe anual"",""Peixes Continentais"",""05/2019"",""Criticamente em Perigo"",""Não"",""B2ab(iii)"",""Cynolebias elegans é endêmica do Brasil e conhecida apenas da localidade-tipo, uma poça temporária na bacia do rio Verde Grande, município de Pindaí, estado da Bahia. A poça foi inicialmente explorada em 2002";" naquela época, o local estava densamente coberto por vegetação aquática, tornando difícil a amostragem. Em uma segunda expedição, realizada em 2005, foi registrada a presença de gado na área, que foi fortemente desmatada, tendo sua vegetação original substituída por pastagens. Nessa época, apenas seis exemplares foram capturados, estando ausente nas demais lagoas temporárias presentes na região. Em novas tentativas, realizadas em 2009 e 2010, nenhum exemplar foi capturado na área. Em 2017 foi constatado que a poça temporária foi transformada em uma lagoa permanente, mas não há informações recentes sobre a ocorrência da espécie. A principal ameaça identificada à espécie é a destruição do hábitat pela atividade pecuária. A área de ocupação (AOO) foi calculada em 4 km2, com uma localização e declínio continuado na qualidade do hábitat em função dos impactos identificados. Por isso, C. elegans foi categorizada como Criticamente em Perigo (CR) pelo critério B2ab(iii)."",""Sim"",""Sim"",""Bahia"",""|Nordeste|"",""Caatinga"",""Sub-bacia São Francisco Médio"","""","""","""",""Não"",""Desconhecida"",""2 - Agropecuária e Aquacultura|2.3 - Pecuária|2.3.4 - Pecuária em escala desconhecida 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.3 - Outras modificações nos ecossistemas"","""","""","""",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;; "Animalia,""Chordata"",""Aves"",""Passeriformes"",""Furnariidae"",""Synallaxis"",""Synallaxis infuscata"",""Synallaxis infuscata"",""Pinto, 1950"",""tatac"",""Aves"",""10/2021"",""Em Perigo"","""",""B2ab(i,ii,iii,iv)"",""Synallaxis infuscata é endêmica do Brasil, com ocorrência restrita aos estados de Alagoas, Pernambuco e Paraíba. Habita ambientes florestados, preferindo clareiras de interior de mata ou bordas bem preservadas e densas. Ocorre entre 500 a 900 m de altitude. A área de ocupação (AOO) da espécie foi calculada em 432 km², através da sobreposição de um grid com quadrículas de 4 km² aos pontos de registro atuais confirmados, inferidos e suspeitados. Apesar de não ter ocorrido perda significativa de vegetação nativa nos últimos 10 anos, a espécie está confinada em poucos, pequenos e isolados remanescentes de Mata Atlântica imersos em matriz de cana-de-açúcar, estando sua população severamente fragmentada. Foi extinta localmente ao longo de sua distribuição e as constantes ameaças, como incêndios, extração seletiva de madeira e remoção de lenha, plantio de culturas de subsistência e caça, têm causado declínios em sua extensão de ocorrência, área de ocupação, qualidade do habitat e também no número de subpopulações. Dessa forma. S. infuscata foi categorizada como Em Perigo (EN) pelo critério B2ab(i,ii,iii,iv)."",""Sim"",""Sim"",""Alagoas, Paraíba, Pernambuco"",""|Nordeste|"",""Caatinga, Mata Atlântica"",""Sub-bacia Litoral AL PE PB Sub-bacia Litoral CE PB"",""ESEC de Murici, REBIO de Pedra Talhada, REBIO de Saltinho"",""ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL DE MURICÍ, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL DE SIRINHAÉM, PARQUE ESTADUAL MATA DO PAU FERRO"",""RPPN Frei Caneca"",""Não"",""Declinando"",""2 - Agropecuária e Aquacultura|2.1 - Culturas anuais e perenes não-madeireiras|2.1.4 - Agricultura de escala desconhecida 5 - Uso de recursos biológicos|5.1 - Caça e captura de animais terrestres ou marinhos|5.1.4 - Motivação desconhecida 5 - Uso de recursos biológicos|5.3 - Extração florestal|5.3.5 - Motivação desconhecida 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.1 - Incêndios e supressão de incêndios|7.1.1 - Aumento da frequência/intensidade de incêndios"","""",""Criação de áreas protegidas, Implementação de áreas protegidas, Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação das Aves Ameaçadas do Bioma Mata Atlântica, Plano de Ação Nacional para a Conservação das Aves da Caatinga, Plano de Ação Nacional para a Conservação das Aves da Caatinga - 2º ciclo"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Actinopterygii"",""Cyprinodontiformes"",""Rivulidae"",""Austrolebias"",""Austrolebias araucarianus"","""",""Costa, 2014"",""Peixe anual"",""Peixes Continentais"",""05/2019"",""Vulnerável"","""",""D2"",""Austrolebias araucarianus é endêmica do Brasil e conhecida apenas da localidade-tipo, um banhado situado na microbacia do rio Claro, tributário do rio Iguaçu, afluente do rio Paraná, em São Mateus do Sul, Paraná. Apesar de haver atividade agrícola na região de São Mateus do Sul, o entorno da área de ocorrência da espécie está bem conservado. Mesmo assim, a obra de adequação da BR-476/PR, que está em fase inicial de licenciamento, pode suprimir a população de A. araucarianus e, por isso, representa uma ameaça futura plausível que pode levar a espécie à condição de Criticamente em Perigo (CR) ou extinta em curto prazo. A área de distribuição da espécie é muito restrita e sua área de ocupação (AOO) foi calculada em 4 km2. Por isso, A. araucarianus foi categorizada como Vulnerável (VU) pelo critério D2."",""Sim"",""Sim"",""Paraná"",""|Sul|"",""Mata Atlântica"",""Sub-bacia Iguaçu"","""","""","""",""Não"",""Desconhecida"",""4 - Transportes e serviços de transmissão|4.1 - Estradas e ferrovias"","""","""","""",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"",""785"",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Aves"",""Galliformes"",""Cracidae"",""Ortalis"",""Ortalis remota"",""Ortalis guttata remota"",""Pinto, 1960"",""aracuã, aracuan"",""Aves"",""06/2019"",""Criticamente em Perigo"",""Não"",""C2a(i)"",""Ortalis remota é endêmica do Brasil, ocorrendo no noroeste de São Paulo, com um registro histórico no Mato Grosso do Sul. Pouco se conhece sobre sua biologia. Sua população é severamente fragmentada e houve grande perda de habitat em toda sua distribuição, gerando declínio populacional. Infere-se que a população atual seja inferior a 250 indivíduos maduros e que em cada subpopulação há menos de 50 indivíduos. Há declínio populacional continuado devido à perda de habitat e fragmentação da população. Portanto, O. remota foi categorizada como Criticamente em Perigo (CR), pelo critério C2a(i)."",""Sim"",""Sim"",""Mato Grosso do Sul, São Paulo"",""|Centro-Oeste|Sudeste|"",""Cerrado, Mata Atlântica"",""Sub-bacia Grande Sub-bacia Tietê"","""","""","""",""Não"",""Declinando"",""1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.1 - Expansão urbana 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.1 - Culturas anuais e perenes não-madeireiras|2.1.4 - Agricultura de escala desconhecida 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.3 - Pecuária|2.3.4 - Pecuária em escala desconhecida"","""",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação das Aves Ameaçadas do Bioma Mata Atlântica, Plano de Ação Nacional para a Conservação das Aves do Cerrado e Pantanal - 2º ciclo"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Mollusca"",""Gastropoda"",""Pulmonata"",""Odontostomidae"",""Odontostomus"",""Odontostomus dautzenbergianus"",""Macrodontes dautzenbergianus"",""(Pilsbry, 1898)"","""",""Invertebrados Terrestres"",""07/2022"",""Vulnerável"","""",""B2ab(ii,iii,iv)"",""Odontostomus dautzenbergianus é endêmica do Brasil, sendo registrada para os estados de São Paulo (Raíz da Serra) e Paraná (Antonina, Curitiba e Bituruna). Os registros são baseados em material de museu e as últimas coletas foram realizadas em 1948. Esforços de coleta recentes falharam em registrar a espécie e nem mesmo conchas foram encontradas. O processo de urbanização e remoção da vegetação nativa, inclusive com o uso de fogo, restringiu a distribuição de O. dautzenbergianus, que não foi mais registrada desde o início desse processo. Além da introdução de espécies exóticas invasoras, tanto de outros moluscos que competem por espaço e alimento, quanto a introdução de espécies transmissoras de doenças e predadoras. Porém, mais estudos são necessários para confirmar a extinção local nas localidades conhecidas e para localizar novas subpopulações. A espécie é habitat dependente e sua área de ocupação (AOO) foi estimada em 1.988km². Considerando a conversão direta do ambiente natural de floresta em áreas antropizadas, a população atualmente encontra-se severamente fragmentada, somado ao declínio continuado da extensão de ocorrência, qualidade do habitat e número de subpopulações. Portanto, O. dautzenbergianus foi categorizada como Vulnerável (VU), pelo critério B2ab(ii,iii,iv)."",""Sim"",""Sim"",""Paraná, São Paulo"",""|Sudeste|Sul|"",""Mata Atlântica"",""Sub-bacia Iguaçu Sub-bacia Litoral SP Sub-bacia Litoral SP PR SC Sub-bacia Tietê"",""APA Guaraqueçaba"","""","""",""Não"",""Desconhecida"",""1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.1 - Expansão urbana 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.1 - Incêndios e supressão de incêndios 8 - Espécies invasoras problemáticas e doenças|8.1 - Espécies exóticas"","""","""","""",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Mammalia"",""Primates"",""Callitrichidae"",""Leontopithecus"",""Leontopithecus chrysopygus"",""Leontopithecus chrysopygus"",""(Mikan, 1823)"",""Mico-leão-preto, Sauim-preto"",""Mamíferos"",""09/2019"",""Em Perigo"","""",""B2ab(ii,iii,v)"",""Leontopithecus chrysopygus é uma espécie endêmica da Mata Atlântica do Brasil, onde ocorre no sudoeste, centro e sudeste de São Paulo, tendo sua distribuição limitada entre os rios Paranapanema e Tietê, não ultrapassando o rio Paraná. A atual área de ocupação da espécie foi estimada em 480 km². A população da espécie está severamente fragmentada e apresenta um declínio populacional continuado, tendo sido registradas extinções locais em virtude dos principais fatores de ameaça, que estão relacionados a problemas demográficos e perda, degradação e fragmentação de hábitat. Assim, Leontopithecus chrysopygus foi categorizada como Em Perigo (EN) pelo critério B2ab(ii,iii,v)."",""Sim"",""Sim"",""São Paulo"",""|Sudeste|"",""Cerrado, Mata Atlântica"",""Sub-bacia Paranapanema Sub-bacia Paraná RH1"",""ESEC Mico-Leão-Preto, FLONA Capão Bonito"",""APA CORUMBATAÍ BOTUCATU TEJUPA PERIMETRO BOTUCATU, ESTAçãO ECOLóGICA DE PARANAPANEMA, ESTAÇÃO ECOLÓGICA DOS CAETETUS, PARQUE ESTADUAL CARLOS BOTELHO, PARQUE ESTADUAL DO MORRO DO DIABO"",""RPPN MOSQUITO"",""Não"",""Declinando"",""11 - Mudanças e extremos climáticos|11.1 - Mudança/alteração de habitat 1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.1 - Expansão urbana 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.1 - Culturas anuais e perenes não-madeireiras|2.1.3 - Agricultura agro-industrial 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.2 - Silvicultura|2.2.2 - Plantações agro-industriais 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.3 - Pecuária|2.3.3 - Pecuária agro-industrial 4 - Transportes e serviços de transmissão|4.1 - Estradas e ferrovias 4 - Transportes e serviços de transmissão|4.2 - Atropelamentos 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.1 - Incêndios e supressão de incêndios|7.1.1 - Aumento da frequência/intensidade de incêndios 8 - Espécies invasoras problemáticas e doenças|8.5 - Doenças provocadas por vírus ou príons"",""3 - Animais de estimação/ornamentais"",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação dos Mamíferos da Mata Atlântica Central, Plano de Ação Nacional para a Conservação dos Primatas da Mata Atlântica e da Preguiça-de-Coleira"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022, CITES - Anexo I"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Actinopterygii"",""Characiformes"",""Characidae"",""Hyphessobrycon"",""Hyphessobrycon taurocephalus"",""Hyphessobrycon taurocephalus"",""Ellis, 1911"",""Lambari"",""Peixes Continentais"",""10/2019"",""Criticamente em Perigo"",""Sim"",""D"",""Hyphessobrycon taurocephalus é endêmica do Brasil, conhecida apenas da série-tipo coletada em 1908 nas cercanias de uma antiga estação ferroviária, em ramal já desativado, às margens do rio Iguaçu, na localidade de Serrinha, próxima à cidade de Balsa Nova, no estado do Paraná. Diversos esforços de amostragem foram realizados na região da localidade-tipo e proximidades sem sucesso em capturar a espécie, embora outras espécies de lambaris tenham sido coletadas rotineiramente. A ausência de registros há mais de 100 anos desde a descrição original, combinada com os frequentes esforços de coleta, e ao fato da localidade-tipo situar-se em área hoje intensamente antropizada, permitem inferir que a população dessa espécie pode estar extinta. Por isso, H. taurocephalus foi categorizada como Criticamente em Perigo (CR) pelo critério D, estando possivelmente extinta (PE)."",""Sim"",""Sim"",""Paraná"",""|Sul|"",""Mata Atlântica"",""Sub-bacia Iguaçu"","""","""","""",""Desconhecido"",""Desconhecida"",""1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.1 - Expansão urbana 3 - Produção energética e mineração|3.3 - Energia renovável|3.3.1 - Hidrelétricas"","""","""","""",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Reptilia"",""Squamata"",""Teiidae"",""Glaucomastix"",""Glaucomastix abaetensis"","""",""(Dias, Rocha & Vrcibradic, 2002)"","""",""Répteis"",""04/2021"",""Em Perigo"","""",""B1ab(i,ii,iii,iv)+2ab(i,ii,iii,iv)"",""Glaucomastix abaetensis é endêmica do Brasil e possui distribuição restrita às matas de restinga do litoral norte do estado da Bahia, entre o rio Itapicuru e a Baia de Todos os Santos. Sua extensão de ocorrência é de 1.080 km2 e sua área de ocupação é consideravelmente menor, já que a espécie é encontrada apenas em uma faixa de vegetação relativamente pequena de restingas, sendo menor do que 500 km2. A espécie ocupa principalmente ambientes com vegetação herbáceo-arbustiva. A principal ameaça é a contínua perturbação e fragmentação de seu hábitat, que está sendo rapidamente substituída por habitações e construções urbanas. Essas pressões provocam declínio de área e da qualidade do hábitat, além de fragmentarem severamente a população da espécie, que possui baixa capacidade de dispersão. A espécie não tem sido observada em pelo menos uma localidade nos últimos cinco anos, apesar dos intensos esforços de monitoramento, e não é registrada em nenhuma unidade de conservação de proteção integral. Por esses motivos, Glaucomastix abaetensis foi avaliada como Em Perigo (EN) pelos critérios B1ab(i,ii,iii,iv)+2ab(i,ii,iii,iv)."",""Sim"",""Sim"",""Bahia"",""|Nordeste|"",""Mata Atlântica, Sistema Costeiro-Marinho"",""Sub-bacia Itapecuru-Paraguaçu"","""",""ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL LAGOAS DE GUARAJUBA"","""","""",""Declinando"",""1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.1 - Expansão urbana 1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.3 - Áreas de turismo e recreação 4 - Transportes e serviços de transmissão|4.1 - Estradas e ferrovias 6 - Distúrbios humanos|6.1 - Atividades recreacionais/turísticas 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.1 - Incêndios e supressão de incêndios|7.1.1 - Aumento da frequência/intensidade de incêndios"","""",""Criação de áreas protegidas, Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação da Herpetofauna Ameaçada da Mata Atlântica Nordestina, Plano de Ação Nacional para a Conservação da Herpetofauna do Nordeste - 2º ciclo"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Reptilia"",""Squamata"",""Amphisbaenidae"",""Amphisbaena"",""Amphisbaena supernumeraria"",""Amphisbaena supernumeraria"",""Mott, Rodrigues & Santos, 2009"",""Cobra-cega, Cobra-de-duas-cabeças"",""Répteis"",""04/2021"",""Em Perigo"","""",""B1ab(iii)+2ab(iii)"",""Amphisbaena supernumeraria é endêmica do Brasil, conhecida apenas da Caatinga do estado de Pernambuco, com registros no Parque Nacional de Catimbau e no município de Paranatama. Sua extensão de ocorrência e área de ocupação foram calculadas em 336 km² e 56 km², respectivamente. A espécie é fossorial e foi registrada apenas em solos arenosos. A vegetação nativa do entorno do Parque já sofreu grande redução histórica e fragmentação, e a região ainda é fortemente impactada pela fruticultura de larga escala, criação de caprinos e especulação imobiliária. Mesmo dentro do Parque, cuja situação fundiária não é totalmente regularizada, o ambiente da espécie pode ser afetado pela presença de gado e uso de recursos por moradores da região. Todas essas pressões provocam declínio continuado da qualidade do hábitat. Considerando a fragmentação do ambiente e a baixa capacidade de dispersão da espécie, supõe-se que sua população esteja severamente fragmentada. Portanto, Amphisbaena supernumeraria foi avaliada como Em Perigo (EN) pelos critérios B1ab(iii)+2ab(iii)."",""Sim"",""Sim"",""Pernambuco"",""|Nordeste|"",""Caatinga, Mata Atlântica"",""Sub-bacia Litoral AL PE PB Sub-bacia São Francisco Baixo Sub-bacia São Francisco Submédio"",""PARNA do Catimbau"","""","""","""",""Desconhecida"",""1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.1 - Expansão urbana 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.1 - Culturas anuais e perenes não-madeireiras|2.1.3 - Agricultura agro-industrial 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.3 - Pecuária|2.3.4 - Pecuária em escala desconhecida"","""",""Plano de Ação Nacional (PAN), Proteção de recursos/habitat"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação da Herpetofauna do Nordeste - 2º ciclo"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Actinopterygii"",""Characiformes"",""Characidae"",""Mimagoniates"",""Mimagoniates lateralis"",""Mimagoniates lateralis"",""(Nichols, 1913)"",""Lambari-azul-listrado"",""Peixes Continentais"",""11/2021"",""Vulnerável"","""",""B1ab(iii)"",""Mimagoniates lateralis é endêmica do Brasil e ocorre nos riachos e alagadiços de águas ácidas e pretas, nas regiões litorâneas de remanescentes de Mata Atlântica e restinga entre o sul do estado de São Paulo (município de Itanhaém, ao norte) e o norte do estado de Santa Catarina (município de Araquari, ao sul). A espécie é relativamente abundante, porém pouco frequente por ser típica de um biótopo específico, dependente da vegetação ripária para manter subpopulações viáveis. A Extensão de Ocorrência (EOO) calculada foi de 17.855 km². Seus ambientes preferenciais são bastante sensíveis à degradação ambiental e altamente impactados e fragmentados pela expansão imobiliária litorânea, sendo razoável assumir a fragmentação severa da população, pois nenhuma subpopulação conhecida detém mais de 50% dos indivíduos. Além disso, é possível aplicar o declínio continuado da qualidade do hábitat. Dessa forma, Mimagoniates lateralis foi categorizada como Vulnerável (VU) pelo critério B1ab(iii)."",""Sim"",""Sim"",""Paraná, Santa Catarina, São Paulo"",""|Sudeste|Sul|"",""Mata Atlântica, Sistema Costeiro-Marinho"",""Sub-bacia Litoral RJ SP Sub-bacia Litoral SP Sub-bacia Litoral SP PR SC"",""APA Cananéia-Iguape-Peruíbe, APA Guaraqueçaba"",""ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL ESTADUAL DE GUARATUBA, PARQUE ESTADUAL ACARAI, PARQUE ESTADUAL LAGAMAR DE CANANEIA"",""RPPN Fazenda Palmital, RPPN Sítio do Bananal"",""Desconhecido"",""Desconhecida"",""1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.1 - Expansão urbana 3 - Produção energética e mineração|3.2 - Mineração|3.2.1 - Extração de areia 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.1 - Captura intencional - subsistência/pequena escala|5.4.1.1 - Coleta manual 7 - Modificações nos sistemas naturais 9 - Poluição|9.1 - Doméstica e urbana - escoamento de água|9.1.1 - Esgoto 9 - Poluição|9.2 - Industrial|9.2.4 - Tipo desconhecido 9 - Poluição|9.4 - Lixo e resíduos sólidos|9.4.1 - Urbanos"",""3 - Animais de estimação/ornamentais"",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação dos Peixes e Eglas da Mata Atlântica"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Actinopterygii"",""Siluriformes"",""Heptapteridae"",""Pimelodella"",""Pimelodella kronei"",""Pimelodella kronei"",""(Ribeiro, 1907)"",""Bagre-cego-de-iporanga"",""Peixes Continentais"",""03/2021"",""Em Perigo"","""",""B1ab(i,ii,iii,v)+2ab(i,ii,iii,v)"",""Pimelodella kronei é endêmica do Brasil, com registros em seis localidades, em quatro sistemas distintos na microbacia do rio Betari, bacia do rio Ribeira de Iguape, no estado de São Paulo. A espécie habita riachos nas cavernas Areias de Cima (localidade-tipo) e Areias de Baixo, e ressurgência da Areias da Água Quente (sistema Areias)"; ressurgência das Bombas (sistema Bombas); caverna Córrego Seco (sistema Córrego Fundo); e caverna Alambari de Cima (registros históricos) e abismo Gurutuva (sistema Alambari). Essas cavernas estão dentro dos limites do Parque Estadual Turístico do Alto Ribeira (PETAR), correspondendo a quatro áreas de recarga. A Extensão de Ocorrência (EOO) foi calculada em 298 km² e a Área de Ocupação (AOO), em 24 km². Considerando os impactos da visitação como a principal ameaça, foram delimitadas quatro localizações. As ameaças adicionais e específicas são a visitação turística no Sistema Areias e a coleta excessiva, que já provocou acentuados declínios na população mais numerosa e acessível, a da Areias de Cima; no caso da Areias de Baixo e Águas Quentes, a poluição causada por esgoto doméstico e saponáceos;" e a possível presença de metais pesados provenientes da atividade de mineração ocorrida no passado, no sistema Gurutuva-Alambari. Essas atividades têm provocado declínio continuado da qualidade, da extensão de ocorrência, da área de ocupação e do número de indivíduos maduros, já que a espécie não foi mais encontrada na caverna Alambari de Cima. Desse modo, Pimelodella kronei foi classificada como Em Perigo (EN) pelos critérios B1ab(i,ii,iii,v)+2ab(i,ii,iii,v)."",""Sim"",""Sim"",""São Paulo"",""|Sudeste|"",""Mata Atlântica"",""Sub-bacia Litoral RJ SP"","""",""PARQUE ESTADUAL TURÍSTICO DO ALTO DO RIBEIRA"","""",""Não"",""Desconhecida"",""5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.7 - Motivação desconhecida 6 - Distúrbios humanos|6.1 - Atividades recreacionais/turísticas 9 - Poluição|9.1 - Doméstica e urbana - escoamento de água|9.1.1 - Esgoto 9 - Poluição|9.1 - Doméstica e urbana - escoamento de água|9.1.2 - Escoamento urbano 9 - Poluição|9.3 - Agropecuária e florestal|9.3.2 - Erosão do solo/sedimentação"","""",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação das Cavernas do Brasil"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""","""""; "Animalia,""Chordata"",""Actinopterygii"",""Siluriformes"",""Trichomycteridae"",""Trichomycterus"",""Trichomycterus rubbioli"",""Trichomycterus rubbioli"",""Bichuette & Rizzato, 2012"","""",""Peixes Continentais"",""03/2021"",""Vulnerável"","""",""D2"",""Trichomycterus rubbioli é endêmica do Brasil, conhecida do lençol freático que aflora em duas cavernas, a Gruna da Água Clara e um riacho vadoso na Lapa dos Peixes, na Serra do Ramalho, porção média da bacia do rio São Francisco, no estado da Bahia. A Área de Ocupação (AOO) foi calculada em 4 km². A região da Serra do Ramalho tem sido extensivamente explorada para mineração e agricultura e não há Unidades de Conservação que protejam os sistemas de cavernas ali localizados. Pesquisas de campo na Lapa do Peixe revelaram densidades populacionais muito baixas (menos de 20 indivíduos) e flutuações sazonais grandes da população de T. rubbioli nos trechos vadeáveis (180 m de extensão) do riacho estudado, que pode secar completamente em certos períodos. No entanto, por enquanto, as ameaças não atingem diretamente a população da espécie. Em face da ameaça potencial da expansão de mineração de calcário nas cavernas onde a espécie ocorre, condição que pode levá-la a Criticamente em Perigo (CR) ou Extinta (EX) em curto prazo, Trichomycterus rubbioli foi categorizada como Vulnerável (VU) pelo critério D2."",""Sim"",""Sim"",""Bahia"",""|Nordeste|"",""Cerrado"",""Sub-bacia São Francisco Médio"","""","""","""",""Não"",""Declinando"",""2 - Agropecuária e Aquacultura|2.1 - Culturas anuais e perenes não-madeireiras|2.1.4 - Agricultura de escala desconhecida 3 - Produção energética e mineração|3.2 - Mineração|3.2.2 - Extração de seixo/pedra"","""",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação das Cavernas do Brasil"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Arthropoda"",""Insecta"",""Coleoptera"",""Scarabaeidae"",""Canthon"",""Canthon quadripunctatus"",""Canthon quadripunctatus"",""Redtenbacher, 1867"",""besouro-rola-bosta"",""Invertebrados Terrestres"",""07/2022"",""Vulnerável"","""",""B1ab(i,ii,iii)"",""Canthon quadripunctatus é endêmica do Brasil, originalmente registrada para campos nativos nos estados de Paraná, São Paulo e Minas Gerais, entretanto, algumas áreas de campo no Paraná e São Paulo já não existem e a ocorrência da espécie nessas regiões é considerada histórica. Sua Extensão de Ocorrência (EOO) atual é calculada em 5.759km2. A região sofre impactos pela substituição dos campos nativos por áreas de pastagem e outras culturas, como eucalipto. Além disso, a frequência de incêndios é alta nessas áreas e, conjuntamente, essas atividades promovem declínio continuado da qualidade do habitat remanescente. Os campos encontram-se isolados por áreas de pastagens, e, como a espécie não tolera alterações de habitat, é pouco provável que haja deslocamento entre as áreas de campo rupestre, configurando em fragmentação severa da população. Além disso, a espécie não é registrada em nenhuma unidade de conservação. Portanto, C. quadripunctatus foi categorizada como Vulnerável (VU) segundo o critério B1ab(i,ii,iii)."",""Sim"",""Sim"",""Minas Gerais, Paraná, São Paulo"",""|Sudeste|Sul|"",""Mata Atlântica"",""Sub-bacia Grande Sub-bacia Tietê"","""","""","""",""Não"",""Desconhecida"",""2 - Agropecuária e Aquacultura|2.2 - Silvicultura|2.2.3 - Plantações em escala desconhecida 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.3 - Pecuária|2.3.4 - Pecuária em escala desconhecida 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.1 - Incêndios e supressão de incêndios|7.1.1 - Aumento da frequência/intensidade de incêndios"","""",""Proteção de recursos/habitat"","""",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Aves"",""Passeriformes"",""Thamnophilidae"",""Hypocnemis"",""Hypocnemis hypoxantha ochraceiventris"","""",""Chapman, 1921"",""cantador-amarelo"",""Aves"",""08/2018"",""Vulnerável"","""",""A2c"",""Hypocnemis hypoxantha ochraceiventris é endêmica do Brasil e ocorre apenas no interflúvio Tapajós-Xingu, nos estados do Pará, Mato Grosso e extremo sudeste do Amazonas. Necessita de habitats florestais pouco perturbados para sua sobrevivência. Sua distribuição geográfica vem sofrendo alta taxa de desmatamento e sobrepõe-se à área de influência da BR-163. Subpopulações recentemente descobertas entre os rios Madeira e Tapajós representam duas novas espécies relacionadas a H. h. ochraceiventris e estão sujeitas a impactos similares. Tendo em vista a forte pressão de desmatamento e degradação das florestas e a sensibilidade do táxon, suspeita-se que houve perda populacional de pelo menos 30% nos últimos 15 anos (três gerações). Por isso, H. h. ochraceiventris foi categorizada como Vulnerável (VU), pelo critério A2c."",""Sim"",""Sim"",""Amazonas, Mato Grosso, Pará"",""|Centro-Oeste|Norte|"",""Amazônia"",""Sub-bacia Paru Sub-bacia Tapajós Sub-bacia Trombetas Sub-bacia Xingu"",""FLONA do Tapajós, FLONA Jamanxim"",""RESERVA DE DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL BARARATI"","""",""Não"",""Declinando"",""4 - Transportes e serviços de transmissão|4.1 - Estradas e ferrovias"","""","""","""",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Aves"",""Passeriformes"",""Rhinocryptidae"",""Scytalopus"",""Scytalopus novacapitalis"",""Scytalopus novacapitalis"",""Sick, 1958"",""tapaculo-de-brasília"",""Aves"",""10/2018"",""Em Perigo"","""",""B2ab(ii,iii)"",""Scytalopus novacapitalis é endêmica do Brasil com registros no Distrito Federal, Goiás e Minas Gerais, sendo restrita a matas de galeria, em altitudes entre 860 e 1.200 m, e não se deslocando fora de seu habitat. Sua área de ocupação (AOO) foi calculada em 476 km². Devido à fragmentação de habitat e ao seu baixo poder de deslocamento, a população é severamente fragmentada, tendo mais de 50% de sua área de ocupação separada por grandes distâncias, não havendo fluxo gênico. Além disso, há declínio continuado da população devido à perda de área de ocupação e de qualidade de habitat, uma vez que a espécie é exigente e não resiste à alteração decorrente em função da expansão das atividades agrosilvopastoris, mineração de fosfato e nióbio, ocorrência de fogo e pisoteio por gado. Dessa forma, S. novacapitalis foi categorizada como Em Perigo (EN), pelo critério B2ab(ii,iii)."",""Sim"",""Sim"",""Distrito Federal, Minas Gerais"",""|Centro-Oeste|Sudeste|"",""Cerrado"",""Sub-bacia Grande Sub-bacia Paranaíba Sub-bacia São Francisco Alto Sub-bacia Tocantins Alto"",""APA Bacia do Rio Descoberto, APA Planalto Central, ARIE Capetinga-Taquara, FLONA de Brasília, PARNA da Serra da Canastra, PARNA de Brasília"",""APA DA BACIA DOS RIBEIRÕES DO GAMA E CABEÇA DE VEADO, APA DE CAFURINGA"",""RPPN Cachoeira do Cerradão"",""Não"",""Declinando"",""2 - Agropecuária e Aquacultura|2.1 - Culturas anuais e perenes não-madeireiras|2.1.4 - Agricultura de escala desconhecida 3 - Produção energética e mineração|3.2 - Mineração|3.2.3 - Extração de minérios - subsolo 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.1 - Incêndios e supressão de incêndios|7.1.1 - Aumento da frequência/intensidade de incêndios 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.2 - Represas e uso de água|7.2.11 - Represas (tamanho desconhecido)"","""",""Meios de subsistência, economia e outros incentivos, Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação das Aves Ameaçadas do Bioma Amazônia, Plano de Ação Nacional para a Conservação das Aves do Cerrado e Pantanal, Plano de Ação Nacional para a Conservação das Aves do Cerrado e Pantanal - 2º ciclo"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Amphibia"",""Anura"",""Cycloramphidae"",""Cycloramphus"",""Cycloramphus faustoi"",""Cycloramphus faustoi"",""Brasileiro, Haddad, Sawaya & Sazima, 2007"",""Rãzinha-de-corredeira"",""Anfíbios"",""09/2017"",""Vulnerável"","""",""D2"",""Cycloramphus faustoi é endêmica do Brasil e possui ocorrência somente na Ilha dos Alcatrazes, ilha principal do Arquipélago de Alcatrazes, localizado no litoral norte do estado de São Paulo. A área total da ilha principal é de cerca de 1,80 km2 e a área de ocupação da espécie é muito menor, pois ela está restrita à região do Saco do Funil, que corresponde a menos de 1/3 da área total da ilha. O paredão rochoso próximo à região do Saco do Funil, único local conhecido de ocorrência da espécie, foi usado durante décadas pela Marinha Brasileira para atividades de treinamento de artilharia de canhões, o que representava uma ameaça pelo risco de incêndios. Desde 2013 a Marinha não faz mais treino no local e em 2016 a ilha dos Alcatrazes passou a fazer parte do Refúgio de Vida Silvestre do Arquipélago de Alcatrazes. Np entanto, tendo em vista a distribuição extremamente reduzida da espécie e seu modo reprodutivo especializado, seu hábitat está sujeito à eventos estocásticos, como incêndios causados por raios, que, em futuro incerto, poderão ser capazes de tornar a espécie Criticamente em Perigo (CR) ou mesmo Extinta (EX) em curto prazo. Por esses motivos, Cycloramphus faustoi foi avaliada como Vulnerável (VU) pelo critério D2."",""Sim"",""Sim"",""São Paulo"",""|Sudeste|"",""Mata Atlântica"","""",""REVIS Arquipélago de Alcatrazes"","""","""",""Não"",""Desconhecida"",""6 - Distúrbios humanos|6.2 - Exercícios militares distúrbio civil guerra 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.1 - Incêndios e supressão de incêndios|7.1.3 - Tendência desconhecida"","""",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação da Herpetofauna Insular, Plano de Ação Nacional para conservação da Herpetofauna Ameaçada da Mata Atlântica da Região Sudeste do Brasil"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Amphibia"",""Anura"",""Brachycephalidae"",""Ischnocnema"",""Ischnocnema epipeda"",""Ischnocnema epipeda"",""(Heyer, 1984)"",""Rãzinha-da-mata"",""Anfíbios"",""09/2017"",""Criticamente em Perigo"",""Sim"",""D"",""Ischnocnema epipeda é endêmica do Brasil, do bioma Mata Atlântica, conhecida somente da localidade-tipo, na Reserva Biológica Augusto Ruschi, no estado do Espírito Santo, cuja área é de 35 km2. A espécie foi registrada no folhiço no interior de floresta e a última coleta foi em 1978. Desde então, a região tem sido amostrada por diferentes pesquisadores e a espécie não foi mais encontrada. A causa do desaparecimento é desconhecida. Dadas essas circunstâncias, é possível supor que existam menos de 50 indivíduos maduros da espécie. Por essas razões, Ischnocnema epipeda foi avaliada como Criticamente em Perigo (CR) pelo critério D, estando possivelmente extinta (PEX)."",""Sim"",""Sim"",""Espírito Santo"",""|Sudeste|"",""Mata Atlântica"",""Sub-bacia Litoral ES"",""REBIO Augusto Ruschi"","""","""",""Não"",""Declinando"",""1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.1 - Expansão urbana 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.1 - Culturas anuais e perenes não-madeireiras|2.1.4 - Agricultura de escala desconhecida 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.2 - Silvicultura|2.2.3 - Plantações em escala desconhecida 5 - Uso de recursos biológicos|5.3 - Extração florestal|5.3.2 - Uso intencional - larga escala 6 - Distúrbios humanos|6.1 - Atividades recreacionais/turísticas"","""",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para conservação da Herpetofauna Ameaçada da Mata Atlântica da Região Sudeste do Brasil"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Amphibia"",""Anura"",""Leptodactylidae"",""Physalaemus"",""Physalaemus soaresi"",""Physalaemus soaresi"",""Izecksohn, 1965"",""Floninha, Rãzinha, Rãzinha-de-folhiço"",""Anfíbios"",""09/2017"",""Criticamente em Perigo"",""Não"",""B1ab(ii,iii,v)+2ab(ii,iii,v)"",""Physalaemus soaresi é endêmica do Brasil, do bioma Mata Atlântica, conhecida somente para o estado do Rio de Janeiro. Atualmente, a espécie apresenta distribuição restrita à localidade-tipo, na Floresta Nacional (FLONA) Mário Xavier, no município de Seropédica. Há registro também no município de Duque de Caxias, mas o hábitat da espécie no local foi tomado pela expansão urbana, e ela não foi mais registrada. A FLONA Mário Xavier é cortada por uma rodovia que impacta fortemente o hábitat da espécie, e tem-se observado nesta localidade o declínio continuado da área de ocupação, da qualidade do hábitat e do número de indivíduos maduros. Sua extensão de ocorrência corresponde à área da FLONA, 4,84 km2, e sua área de ocupação foi estimada em 4,05 km2. Considerando uma localização, sendo a rodovia a principal ameaça, Physalaemus soaresi foi avaliada como Criticamente em Perigo (CR) pelos critérios B1ab(ii,iii,v)+2ab(ii,iii,v)."",""Sim"",""Sim"",""Rio de Janeiro"",""|Sudeste|"",""Mata Atlântica"",""Sub-bacia Litoral RJ"",""APA Petrópolis, FLONA Mario Xavier"",""ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL DE GERICINÓ/MENDANHA, PARQUE ESTADUAL DO MENDANHA, PARQUE NATURAL MUNICIPAL DA SERRA DO MENDANHA"","""",""Não"",""Desconhecida"",""1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.1 - Expansão urbana 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.1 - Culturas anuais e perenes não-madeireiras|2.1.4 - Agricultura de escala desconhecida 4 - Transportes e serviços de transmissão|4.1 - Estradas e ferrovias 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.1 - Incêndios e supressão de incêndios|7.1.1 - Aumento da frequência/intensidade de incêndios"","""",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação dos Peixes Rivulídeos Ameaçados de Extinção, Plano de Ação Nacional para conservação da Herpetofauna Ameaçada da Mata Atlântica da Região Sudeste do Brasil"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Aves"",""Galliformes"",""Cracidae"",""Penelope"",""Penelope pileata"",""Penelope pileata"",""Wagler, 1830"",""jacupiranga"",""Aves"",""09/2017"",""Vulnerável"","""",""A2cd"",""Penelope pileata é endêmica do Brasil, distribuindo-se a sul do rio Amazonas, do rio Tapajós em sua margem direita e esquerda, até o Maranhão. Ocupa preferencialmente matas primárias. Sua distribuição sobrepõe-se a uma área sob intensa pressão antrópica, sendo as principais ameaças a alteração e perda de habitat e a caça, uma vez que a espécie é alvo preferencial de caçadores. Suas populações têm se reduzido em velocidade alarmante e, a despeito da sua grande extensão de ocorrência, as populações atingiram níveis críticos. As perdas populacionais em três gerações passadas, baseadas em perda de habitat, podem ser consideradas entre 30% e 50%. Por estas razões, P. pileata foi categorizada como Vulnerável (VU) A2cd."",""Sim"",""Sim"",""Amazonas, Maranhão, Pará"",""|Nordeste|Norte|"",""Amazônia"",""Sub-bacia Araguaia Sub-bacia Foz Amazonas Sub-bacia Gurupi Sub-bacia Mearim Sub-bacia Paru Sub-bacia Tapajós Sub-bacia Tocantins Alto Sub-bacia Tocantins Baixo Sub-bacia Trombetas Sub-bacia Xingu"",""ESEC da Terra do Meio, FLONA Amaná, FLONA Carajás, FLONA do Tapajós, FLONA Jamanxim, FLONA Tapirape-Aquiri, FLONA Trairão, PARNA Amazônia, PARNA do Jamanxim, PARNA Serra do Pardo, REBIO do Gurupi, REBIO Nascentes da Serra do Cachimbo, REBIO Tapirapé, RESEX Rio Iriri, RESEX Riozinho do Anfrísio, RESEX Tapajós-Arapiuns"",""ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL DO ARQUIPÉLAGO DO MARAJÓ, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL DO LAGO DE TUCURUI"",""RPPN Fazenda Pioneira, RPPN Fazenda Santo Antonio do Pindaré,Gleba Barra da Jurema"",""Desconhecido"",""Declinando"",""11 - Mudanças e extremos climáticos|11.1 - Mudança/alteração de habitat 1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.4 - Assentamentos e pequenas propriedades rurais 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.2 - Silvicultura|2.2.3 - Plantações em escala desconhecida 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.3 - Pecuária|2.3.4 - Pecuária em escala desconhecida 4 - Transportes e serviços de transmissão|4.1 - Estradas e ferrovias 5 - Uso de recursos biológicos|5.1 - Caça e captura de animais terrestres ou marinhos|5.1.1 - Caça/captura intencional (a espécie é o alvo)|5.1.1.1 - Uso de subsistência/escambo local 5 - Uso de recursos biológicos|5.3 - Extração florestal|5.3.5 - Motivação desconhecida 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.1 - Incêndios e supressão de incêndios|7.1.1 - Aumento da frequência/intensidade de incêndios"",""12 - Vestuário acessório 1 - Alimentação humana|1.1 - Caça de subsistência 1 - Alimentação humana|1.2 - Caça para comércio"",""Criação de áreas protegidas, Plano de Ação Nacional (PAN), Reintrodução"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação das Aves Ameaçadas do Bioma Amazônia, Plano de Ação Nacional para a Conservação das Aves Ameaçadas do Bioma Amazônia - 2º ciclo"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Aves"",""Gruiformes"",""Psophiidae"",""Psophia"",""Psophia dextralis"",""Psophia dextralis"",""Conover, 1934"",""jacamim-de-costas-marrons"",""Aves"",""09/2017"",""Vulnerável"","""",""A2cd"",""Psophia dextralis é endêmica do Brasil, ocorrendo a sul do rio Amazonas, no interflúvio Tapajós-Xingu. É uma espécie naturalmente rara. Ocupa uma das áreas mais pressionadas na Amazônia. É sensível a alterações de habitat e muito procurada por caçadores. As perdas populacionais em três gerações passadas, baseadas em perda de habitat, podem ser consideradas entre 30% e 50%. Desta forma, P. dextralis foi categorizada como vulnerável (VU) A2cd."",""Sim"",""Sim"",""Mato Grosso, Pará"",""|Centro-Oeste|Norte|"",""Amazônia, Cerrado"",""Sub-bacia Foz Amazonas Sub-bacia Paru Sub-bacia Tapajós Sub-bacia Xingu"",""APA Tapajós, ESEC da Terra do Meio, FLONA Crepori, FLONA do Tapajós, FLONA Jamanxim, FLONA Trairão, PARNA do Jamanxim, PARNA Juruena, PARNA Serra do Pardo, REBIO Nascentes da Serra do Cachimbo, RESEX Rio Iriri, RESEX Riozinho do Anfrísio"",""PARQUE ESTADUAL CRISTALINO"",""RPPN Lote Cristalino"",""Desconhecido"",""Declinando"",""5 - Uso de recursos biológicos|5.1 - Caça e captura de animais terrestres ou marinhos|5.1.1 - Caça/captura intencional (a espécie é o alvo)|5.1.1.1 - Uso de subsistência/escambo local 5 - Uso de recursos biológicos|5.3 - Extração florestal|5.3.5 - Motivação desconhecida"",""1 - Alimentação humana"",""Criação de áreas protegidas, Plano de Ação Nacional (PAN), Reprodução em cativeiro/propagação artificial"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação das Aves Ameaçadas do Bioma Amazônia, Plano de Ação Nacional para a Conservação das Aves Ameaçadas do Bioma Amazônia - 2º ciclo"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Aves"",""Psittaciformes"",""Psittacidae"",""Pyrrhura"",""Pyrrhura perlata"",""Pyrrhura perlata"",""(Spix, 1824)"",""tiriba-de-barriga-vermelha"",""Aves"",""09/2017"",""Vulnerável"","""",""A2c"",""Pyrrhura perlata ocorre no nordeste da Bolívia, Pará, Amazonas, Mato Grosso e Rondônia, no interflúvio Madeira-Tapajós e porção centro-sul do interflúvio Tapajós. É dependente de florestas. Baseado em perda de habitat florestal em sua distribuição, em três gerações passadas, suspeita-se que houve declínio populacional entre 30 e 50%. Desta forma, P. perlata foi categorizada como Vulnerável (VU) pelo critério A2c."",""Não"",""Sim"",""Amazonas, Mato Grosso, Pará, Rondônia"",""|Centro-Oeste|Norte|"",""Amazônia"",""Sub-bacia Madeira Sub-bacia Tapajós Sub-bacia Trombetas Sub-bacia Xingu"",""FLONA Amaná, FLONA Itaituba II, FLONA Jamanxim, FLONA Jamari, FLONA Jatuarana, FLONA Pau-Rosa, FLONA Trairão, PARNA Amazônia, PARNA Campos Amazônicos, PARNA Juruena, PARNA Pacaás Novos, PARNA Rio Novo, PARNA Serra da Cutia, REBIO do Jaru"",""PARQUE ESTADUAL SERRA RICARDO FRANCO, RESERVA BIOLÓGICA TRAÇADAL"",""RPPN Lote Cristalino, RPPN Seringal Assunção"",""Não"",""Declinando"",""2 - Agropecuária e Aquacultura|2.1 - Culturas anuais e perenes não-madeireiras|2.1.4 - Agricultura de escala desconhecida 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.2 - Silvicultura|2.2.3 - Plantações em escala desconhecida 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.3 - Pecuária|2.3.4 - Pecuária em escala desconhecida 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.1 - Incêndios e supressão de incêndios|7.1.1 - Aumento da frequência/intensidade de incêndios"","""",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação das Aves Ameaçadas do Bioma Amazônia - 2º ciclo"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022, CITES - Anexo II"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Aves"",""Psittaciformes"",""Psittacidae"",""Pyrrhura"",""Pyrrhura coerulescens"",""Pyrrhura coerulescens"",""Neumann, 1927"",""tiriba-pérola"",""Aves"",""09/2017"",""Vulnerável"","""",""A2c"",""Pyrrhura coerulescens é endêmica do Brasil e ocorre no Centro de Endemismo Belém e Amazônia Tocantinense. É tolerante a determinados níveis de degradação florestal, podendo ocupar florestas secundárias. Entretanto, o desmatamento tem sido completo em sua distribuição, exterminando o habitat adequado à espécie em muitos locais. É pouco caçada e pouco capturada para comércio. As perdas populacionais em três gerações passadas, baseadas em perda de habitat, podem ser consideradas entre 30% e 50%. Desta forma, Pyrrhura coerulescens foi categorizada como Vulnerável (VU) A2c."",""Sim"",""Sim"",""Maranhão, Pará, Tocantins"",""|Nordeste|Norte|"",""Amazônia, Cerrado"",""Sub-bacia Araguaia Sub-bacia Gurupi Sub-bacia Itapecuru Sub-bacia Mearim Sub-bacia Tocantins Alto Sub-bacia Tocantins Baixo"",""PARNA Lençóis Maranhenses, REBIO do Gurupi"",""ÁREA DE PROTEçãO AMBIENTAL DAS REENTRâNCIAS MARANHENSES, ÁREA DE PROTEçãO AMBIENTAL DE UPAON-AçU / MIRITIBA / ALTO PREGUIçAS, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL ILHA DO BANANAL/CANTÃO"",""RPPN Fazenda Santo Antonio do Pindaré,Gleba Barra da Jurema"",""Não"",""Declinando"",""2 - Agropecuária e Aquacultura|2.2 - Silvicultura|2.2.3 - Plantações em escala desconhecida 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.3 - Pecuária|2.3.4 - Pecuária em escala desconhecida 5 - Uso de recursos biológicos|5.3 - Extração florestal|5.3.5 - Motivação desconhecida 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.1 - Incêndios e supressão de incêndios|7.1.1 - Aumento da frequência/intensidade de incêndios"","""",""Identificação de novas áreas protegidas, Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação das Aves Ameaçadas do Bioma Amazônia - 2º ciclo"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Aves"",""Passeriformes"",""Rhynchocyclidae"",""Phylloscartes"",""Phylloscartes roquettei"",""Phylloscartes roquettei"",""Snethlage, 1928"",""cara-dourada"",""Aves"",""10/2018"",""Em Perigo"","""",""B2ab(ii,iii)"",""Phylloscartes roquettei é endêmico do Brasil, ocorrendo nas matas secas de Minas Gerais, Bahia, Goiás e Distrito Federal. Aparenta ser altamente sensível à degradação ambiental em razão de sua grande especificidade de habitat. A área de ocupação (AOO) foi calculada em 496 km². A população é severamente fragmentada e os indivíduos não se deslocam por longas distâncias fora do seu habitat. Há declínio continuado da população devido à perda e fragmentação de habitat por expansão da atividade agropecuária e mineração de calcário. Dessa forma, P. roquettei foi categorizada como Em Perigo (EN) pelo critério B2ab(ii,iii)."",""Sim"",""Sim"",""Bahia, Distrito Federal, Goiás, Minas Gerais"",""|Centro-Oeste|Nordeste|Sudeste|"",""Caatinga, Cerrado, Mata Atlântica"",""Sub-bacia Contas Sub-bacia Itapecuru-Paraguaçu Sub-bacia Jequitinhonha Sub-bacia São Francisco Alto Sub-bacia São Francisco Médio Sub-bacia Tocantins Alto"",""APA Cavernas do Peruaçu, APA Planalto Central, PARNA Cavernas do Peruaçu"",""APA DE CAFURINGA, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL BACIA DO RIO PANDEIROS, MONUMENTO NATURAL DO CONJUNTO ESPELEOLóGICO DO MORRO DA PEDREIRA"","""",""Não"",""Declinando"",""5 - Uso de recursos biológicos|5.3 - Extração florestal|5.3.2 - Uso intencional - larga escala 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.1 - Incêndios e supressão de incêndios|7.1.1 - Aumento da frequência/intensidade de incêndios"","""",""Controle e fiscalização, Implementação de áreas protegidas, Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação das Aves da Caatinga, Plano de Ação Nacional para a Conservação das Aves da Caatinga - 2º ciclo, Plano de Ação Nacional para a Conservação das Aves do Cerrado e Pantanal - 2º ciclo"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Aves"",""Passeriformes"",""Icteridae"",""Anumara"",""Anumara forbesi"",""Curaeus forbesi"",""(Sclater, 1886)"",""anumará"",""Aves"",""06/2019"",""Vulnerável"","""",""C2a(i)"",""Anumara forbesi é endêmica do Brasil, com registros para o Centro de Endemismo Pernambuco, para Minas Gerais e Espírito Santo. A população total da espécie não ultrapassa 10.000 indivíduos maduros, sendo que cada subpopulação contém menos de 1.000 indivíduos. Há declínio populacional continuado devido à perda de área e de qualidade de habitat, especialmente pela expansão agrícola. Defensivos agrícolas também podem afetar a espécie. Há casos de captura para comércio ilegal. A degradação ambiental leva à expansão de Molothrus bonariensis, parasita de ninhos de A. forbesi, o que pode gerar prejuízos ao recrutamento desta espécie. Por esses motivos, A. forbesi foi categorizada como Vulnerável (VU), pelo critério C2a(i)."",""Sim"",""Sim"",""Alagoas, Espírito Santo, Minas Gerais, Pernambuco"",""|Nordeste|Sudeste|"",""Caatinga, Mata Atlântica"",""Sub-bacia Doce Sub-bacia Litoral AL PE PB Sub-bacia Litoral ES"",""ESEC de Murici, REBIO de Pedra Talhada"",""ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL DE MURICÍ, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL DE SIRINHAÉM, REFúGIO DE VIDA SILVESTRE MATAS DO SISTEMA GURJAú"","""",""Não"",""Declinando"",""2 - Agropecuária e Aquacultura|2.1 - Culturas anuais e perenes não-madeireiras|2.1.4 - Agricultura de escala desconhecida 5 - Uso de recursos biológicos|5.1 - Caça e captura de animais terrestres ou marinhos|5.1.1 - Caça/captura intencional (a espécie é o alvo)|5.1.1.2 - Comercial - Nacional/Local 8 - Espécies invasoras problemáticas e doenças|8.3 - Espécies nativas problemáticas|8.3.1 - Espécie conhecida|8.3.1.4 - Patógenos/parasitas 9 - Poluição|9.3 - Agropecuária e florestal|9.3.3 - Herbicidas e pesticidas"",""3 - Animais de estimação/ornamentais"",""Controle de espécies invasoras/problemáticas, Plano de Ação Nacional (PAN), Proteção de locais/áreas"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação das Aves Ameaçadas do Bioma Mata Atlântica"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Aves"",""Passeriformes"",""Furnariidae"",""Automolus"",""Automolus lammi"",""Automolus lammi"",""Zimmer, 1947"",""barranqueiro-do-nordeste"",""Aves"",""06/2019"",""Em Perigo"","""",""B2ab(iii)"",""Automolus lammi é endêmica do Brasil, com ocorrência no Centro de Endemismo Pernambuco, Sergipe e Bahia. A maioria de seus indivíduos são encontrados em subpopulações pequenas e relativamente isoladas restritos a poucos fragmentos florestais. Trata-se de uma espécie que privilegia áreas de mata mais estruturadas e úmida. Não se desloca entre fragmentos e são dependentes de micro-habitat, estando sua presença associada à existência de pequenos riachos no interior das florestas. A espécie enfrenta um processo contínuo de extinção local em toda sua área de extensão de ocorrência, o que pode ser observado em alguns fragmentos do estado da Paraíba e Pernambuco devido a fragmentação severa, proveniente das atividades antrópicas como agricultura, pecuária e expansão urbana. A área de ocupação (AOO) de A. lammi foi calculada através da sobreposição de um grid com quadrículas de 4 km2 aos pontos de registro atuais, sendo somada a área das quadrículas para as quais há ocorrência da espécie. Dessa forma, a AOO foi calculada em 120 km2. Portanto, A. lammi foi categorizada como Em Perigo (EN), pelo critério B2ab(iii)."",""Sim"",""Sim"",""Alagoas, Bahia, Paraíba, Pernambuco, Sergipe"",""|Nordeste|"",""Mata Atlântica"",""Sub-bacia Itapecuru-Paraguaçu Sub-bacia Litoral AL PE PB Sub-bacia Litoral CE PB Sub-bacia Litoral SE Sub-bacia Paraíba"",""ESEC de Murici, REBIO de Saltinho"",""ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL ALDEIA-BEBERIBE, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL DE MURICÍ, ESTAÇÃO ECOLÓGICA DE CAETÉS, REFúGIO DE VIDA SILVESTRE MATAS DO SISTEMA GURJAú"","""",""Não"",""Declinando"",""1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.1 - Expansão urbana 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.1 - Culturas anuais e perenes não-madeireiras|2.1.4 - Agricultura de escala desconhecida 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.3 - Pecuária|2.3.4 - Pecuária em escala desconhecida"","""",""Implementação de corredores, Plano de Ação Nacional (PAN), Proteção de locais/áreas"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação das Aves Ameaçadas do Bioma Mata Atlântica"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Aves"",""Passeriformes"",""Platyrinchidae"",""Calyptura"",""Calyptura cristata"",""Calyptura cristata"",""(Vieillot, 1818)"",""tietê-de-coroa"",""Aves"",""06/2019"",""Criticamente em Perigo"",""Sim"",""D"",""Calyptura cristata é endêmica do Rio de Janeiro. Os últimos registros confirmados na natureza são de 1996, na região da Serra dos Órgãos. As áreas comprovadas de ocorrência histórica por espécimes coletados e disponíveis em museus estão severamente degradadas. Assim sendo, acredita-se que, caso ainda exista, a população da espécie deva ser bem pequena, menor do que 50 indivíduos maduros. Dessa forma, C. cristata foi categorizada como Criticamente em Perigo (CR) Possivelmente Extinta (PEX) pelo critério D."",""Sim"",""Sim"",""Rio de Janeiro"",""|Sudeste|"","""","""",""APA Petrópolis"","""","""",""Não"",""Desconhecida"",""2 - Agropecuária e Aquacultura|2.1 - Culturas anuais e perenes não-madeireiras|2.1.4 - Agricultura de escala desconhecida 3 - Produção energética e mineração|3.2 - Mineração|3.2.4 - Extração de minérios - garimpo"","""",""Plano de Ação Nacional (PAN), Proteção de locais/áreas"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação das Aves Ameaçadas do Bioma Mata Atlântica"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Aves"",""Passeriformes"",""Dendrocolaptidae"",""Campylorhamphus"",""Campylorhamphus trochilirostris trochilirostris"",""Campylorhamphus trochilirostris trochilirostris"",""(Lichtenstein, 1820)"",""arapaçu-beija-flor"",""Aves"",""06/2019"",""Vulnerável"","""",""B1ab(i,ii,iii)"",""Campylorhamphus trochilirostris trochilirostris é endêmica do Brasil e ocorre apenas na Mata Atlântica do sudeste da Bahia. Sua extensão de ocorrência (EOO) foi calculada a partir dos registros atuais conhecidos e resultou em 18.353 km². Habita ambientes florestais e está restrita a grandes blocos de mata conservada, os quais estão severamente fragmentados e sofrem forte pressão madeireira acarretando declínio continuado na sua extensão de ocorrência, área de ocupação e qualidade do habitat. Como consequência, a população está severamente fragmentada, isolada por grandes distâncias muitas vezes intransponíveis para a subespécie, por não se deslocar fora de habitat adequado, e tem sido cada vez menos encontrada nas matas da Bahia. Dessa forma, C. t. trochilirostris foi categorizada como Vulnerável (VU) pelo critério B1ab(i,ii,iii)."",""Sim"",""Sim"",""Bahia"",""|Nordeste|"",""Mata Atlântica"",""Sub-bacia Contas Sub-bacia Itapecuru-Paraguaçu Sub-bacia Jequitinhonha Sub-bacia Litoral BA ES"",""PARNA do Descobrimento"",""ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL BAÍA DE CAMAMU, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL COSTA DE ITACARÉ/ SERRA GRANDE, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL SANTO ANTÔNIO"",""RPPN Ecoparque de Una, RPPN Rio Capitão, RPPN RIO DA BARRA"",""Não"",""Declinando"",""5 - Uso de recursos biológicos|5.3 - Extração florestal|5.3.5 - Motivação desconhecida"","""",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação das Aves Ameaçadas do Bioma Mata Atlântica"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Aves"",""Piciformes"",""Picidae"",""Celeus"",""Celeus flavus subflavus"",""Celeus flavus subflavus"",""Sclater & Salvin, 1877"",""pica-pau-amarelo"",""Aves"",""06/2019"",""Criticamente em Perigo"",""Não"",""C2a(i)"",""Celeus flavus subflavus é endêmica do Brasil e, originalmente, ocorria de Alagoas ao norte do Espírito Santo. Encontra-se restrita a três localidades na Bahia e uma no Espírito Santo. É dependente de floresta e sofre declínio populacional devido à perda de área e à alteração na qualidade do habitat causada pelo desmatamento, corte seletivo, queimada, pastagens e silvicultura. Infere-se que o tamanho população do táxon não ultrapasse 250 indivíduos maduros e que cada subpopulação possui no máximo 48 indivíduos maduros. Por essas razões, C. f. subflavus foi categorizada como Criticamente em Perigo (CR) pelo critério C2a(i)."",""Sim"",""Sim"",""Alagoas, Bahia, Espírito Santo"",""|Nordeste|Sudeste|"",""Mata Atlântica"",""Sub-bacia Doce Sub-bacia Jequitinhonha Sub-bacia Litoral BA ES"",""PARNA do Descobrimento"","""","""",""Não"",""Declinando"",""2 - Agropecuária e Aquacultura|2.1 - Culturas anuais e perenes não-madeireiras|2.1.4 - Agricultura de escala desconhecida 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.2 - Silvicultura|2.2.3 - Plantações em escala desconhecida 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.3 - Pecuária|2.3.4 - Pecuária em escala desconhecida 5 - Uso de recursos biológicos|5.3 - Extração florestal|5.3.5 - Motivação desconhecida 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.1 - Incêndios e supressão de incêndios|7.1.1 - Aumento da frequência/intensidade de incêndios"","""",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação das Aves Ameaçadas do Bioma Mata Atlântica"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Aves"",""Passeriformes"",""Furnariidae"",""Cichlocolaptes"",""Cichlocolaptes mazarbarnetti"",""Cichlocolaptes mazarbarnetti"",""Barnett & Buzzetti, 2014"",""gritador-do-nordeste, trepador-do-nordeste"",""Aves"",""06/2019"",""Extinta"","""","""",""Cichlocolaptes mazarbarnetti era endêmica do Brasil, com ocorrência restrita às áreas montanhosas dos estados de Alagoas e Pernambuco. São conhecidos registros apenas em duas áreas, embora outras tenham sido intensivamente amostradas. Vários ornitólogos experientes vêm buscando a espécie em todas as áreas potenciais de ocorrência, utilizando-se os meios adequados, mas esta não foi registrada após 2007. Uma vez que não há dúvida razoável sobre a existência de exemplares vivos de C. mazarbarnetti, esta foi categorizada como Extinta (EX)."",""Sim"",""Não"",""Pernambuco"",""|Nordeste|"","""","""","""","""","""",""Não"",""Desconhecida"",""5 - Uso de recursos biológicos|5.3 - Extração florestal"","""","""","""","""","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Aves"",""Passeriformes"",""Turdidae"",""Cichlopsis"",""Cichlopsis leucogenys"",""Cichlopsis leucogenys"",""Cabanis, 1851"",""sabiá-castanho"",""Aves"",""06/2019"",""Em Perigo"","""",""B2ab(iii)"",""Cichlopsis leucogenys ocorre nos Andes, Tepuis e no Brasil, em pequena região de Mata Atlântica nos estados do Espírito Santo, Bahia e Minas Gerais. A espécie não ocorre em toda sua extensão de ocorrência, contendo habitat inadequados para sua sobrevivência. Desta forma, a área de ocupação (AOO), considerando somente locais com altitude superior a 700 m, foi calculada em 188 km². Suspeita-se que haja declínio populacional continuado devido à perda de habitat, uma vez que a espécie é dependente de floresta bem conservada e que este tipo de vegetação continua sofrendo pressão antrópica, especialmente devido à expansão agrícola. Considera-se também que a população está severamente fragmentada devido ao seu baixo poder de deslocamento e a perda de áreas contínuas de mata. Dessa forma, C. leucogenys foi categorizada como Em Perigo (EN) pelo critério B2ab(iii)."",""Não"",""Sim"",""Bahia, Espírito Santo, Minas Gerais"",""|Nordeste|Sudeste|"",""Mata Atlântica"",""Sub-bacia Contas Sub-bacia Jequitinhonha Sub-bacia Litoral BA ES Sub-bacia Litoral ES"",""PARNA Alto Cariri, PARNA de Boa Nova, PARNA Serra das Lontras, REBIO Augusto Ruschi, REVIS Boa Nova"","""","""",""Não"",""Declinando"",""2 - Agropecuária e Aquacultura|2.1 - Culturas anuais e perenes não-madeireiras|2.1.4 - Agricultura de escala desconhecida 5 - Uso de recursos biológicos|5.3 - Extração florestal|5.3.5 - Motivação desconhecida"","""",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação das Aves Ameaçadas do Bioma Mata Atlântica"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"",""700"",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Aves"",""Galliformes"",""Cracidae"",""Crax"",""Crax blumenbachii"",""Crax blumenbachii"",""Spix, 1825"",""mutum-de-bico-vermelho, mutum-do-sudeste"",""Aves"",""06/2019"",""Em Perigo"","""",""C2a(i)"",""Crax blumenbachii é endêmica do Brasil e ocorria, originalmente, na Mata Atlântica de baixada desde o sul da Bahia até o Rio de Janeiro. Ocupa, exclusivamente, matas primárias ou em avançado estado de regeneração e está restrita a fragmentos florestais isolados na Bahia e no Espírito Santo. A espécie foi reintroduzida em Minas Gerais e no Rio de Janeiro, estados que possuíam apenas registros históricos. Infere-se que haja menos de 2.500 indivíduos maduros e que cada subpopulação apresenta menos 250 indivíduos maduros. Há declínio populacional continuado devido à caça e à perda de habitat. Dessa forma, C. blumenbachii foi categorizada como Em Perigo (EN) pelo critério C2a(i)."",""Sim"",""Sim"",""Bahia, Espírito Santo, Minas Gerais, Rio de Janeiro"",""|Nordeste|Sudeste|"",""Mata Atlântica"",""Sub-bacia Contas Sub-bacia Doce Sub-bacia Itapecuru-Paraguaçu Sub-bacia Litoral BA ES Sub-bacia Litoral RJ Sub-bacia São Francisco Alto"",""PARNA do Descobrimento, REBIO de Sooretama, REBIO de Una"",""ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL COSTA DE ITACARÉ/ SERRA GRANDE, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL SUL-RMBH, ESTAÇÃO ECOLÓGICA DE FECHOS, PARQUE ESTADUAL DA SERRA DO CONDURU"",""RESERVA ECOLóGICA DE GUAPIAçU"",""Não"",""Declinando"",""5 - Uso de recursos biológicos|5.1 - Caça e captura de animais terrestres ou marinhos|5.1.1 - Caça/captura intencional (a espécie é o alvo)|5.1.1.1 - Uso de subsistência/escambo local 5 - Uso de recursos biológicos|5.1 - Caça e captura de animais terrestres ou marinhos|5.1.1 - Caça/captura intencional (a espécie é o alvo)|5.1.1.4 - Esportiva 5 - Uso de recursos biológicos|5.3 - Extração florestal|5.3.5 - Motivação desconhecida 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.1 - Incêndios e supressão de incêndios|7.1.1 - Aumento da frequência/intensidade de incêndios 8 - Espécies invasoras problemáticas e doenças|8.2 - Espécies domésticas|8.2.2 - Predadores"",""1 - Alimentação humana 4 - Caça/pesca esportiva"",""Conservação ex-situ, Controle e fiscalização, Plano de Ação Nacional (PAN), Proteção de recursos/habitat, Reintrodução, Restauração de habitat e processos naturais"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação das Aves Ameaçadas do Bioma Mata Atlântica, Plano de Ação Nacional para a Conservação do Mutum-do-sudeste, Plano de Ação Nacional para a Conservação dos Galliformes"",""CITES - Anexo I, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Arthropoda"",""Arachnida"",""Araneae"",""Drymusidae"",""Drymusa"",""Drymusa spelunca"",""Drymusa spelunca"",""Bonaldo, Rheims & Brescovit, 2006"",""Aranha, Falsa-aranha-violino"",""Invertebrados Terrestres"",""09/2021"",""Criticamente em Perigo"",""Não"",""B1ab(iii)"",""Drymusa spelunca é endêmica do Brasil, conhecida apenas de quatro pequenas cavernas na Floresta Nacional (Flona) de Carajás, no Pará, todas em uma mesma serra e muito próximas entre si. A extensão de ocorrência é estimada em apenas 14 km2. A Flona de Carajás contém grandes áreas de mineração, que podem ser consideradas ameaças a sobrevivência de indivíduos de D. spelunca. Embora as cavernas estejam aparentemente intactas, a exploração mineral ocorre no entorno imediato das cavernas, podendo afetar as condições internas e, consequentemente, a espécie. Considerando apenas uma localização, já que as cavernas são muito próximas, a espécie foi categorizada como Criticamente em Perigo (CR) segundo o critério B1ab(iii)."",""Sim"",""Sim"",""Pará"",""|Norte|"",""Amazônia"",""Sub-bacia Tocantins Baixo"",""FLONA Carajás"","""","""",""Não"",""Desconhecida"",""3 - Produção energética e mineração|3.2 - Mineração"","""",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação das Cavernas do Brasil"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Aves"",""Passeriformes"",""Dendrocolaptidae"",""Xiphocolaptes"",""Xiphocolaptes falcirostris"",""Xiphocolaptes falcirostris"","""",""arapaçu-do-nordeste"",""Aves"",""11/2016"",""Vulnerável"","""",""A2c"",""Xiphocolaptes falcirostris é endêmica do Brasil, ocorrendo do leste do Maranhão à caatinga nordestina e a oeste do rio São Francisco até norte de Minas Gerais. Apesar de possuir ampla extensão de ocorrência é restrita à vegetação com estrutura de floresta. Estima-se uma perda populacional de 34,3% em três gerações passadas (13,8 anos) devido à perda de habitat. Por essas razões, X. falcirostris foi categorizada como Vulnerável (VU) pelo critério A2c."",""Sim"",""Sim"",""Bahia, Ceará, Maranhão, Minas Gerais, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Norte"",""|Nordeste|Sudeste|"",""Amazônia, Caatinga, Cerrado"",""Sub-bacia Itapecuru Sub-bacia Jaguaribe Sub-bacia Litoral CE PB Sub-bacia Litoral CE PI Sub-bacia Mearim Sub-bacia Parnaíba Alto Sub-bacia Parnaíba Baixo Sub-bacia Parnaíba Médio Sub-bacia Piranhas Sub-bacia São Francisco Médio Sub-bacia São Francisco Submédio"",""APA Cavernas do Peruaçu, APA Chapada do Araripe, APA Delta do Parnaíba, APA Serra da Ibiapaba, ESEC de Aiuaba, FLONA do Araripe-Apodi, PARNA Cavernas do Peruaçu, PARNA da Serra da Capivara, PARNA da Serra das Confusões, PARNA de Ubajara"",""ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL DA SERRA DE BATURITÉ, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL DO RIO PRETO, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL DUNAS E VEREDAS DO BAIXO MÉDIO SÃO FRANCISCO, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL SERRA DO SABONETAL, PARQUE ESTADUAL MATA SECA"",""RPPN Fazenda Olho D'Água do Urucu"",""Desconhecido"",""Declinando"",""11 - Mudanças e extremos climáticos|11.1 - Mudança/alteração de habitat 1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.1 - Expansão urbana 1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.4 - Assentamentos e pequenas propriedades rurais 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.2 - Silvicultura|2.2.3 - Plantações em escala desconhecida 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.3 - Pecuária|2.3.4 - Pecuária em escala desconhecida 4 - Transportes e serviços de transmissão|4.1 - Estradas e ferrovias 5 - Uso de recursos biológicos|5.3 - Extração florestal|5.3.5 - Motivação desconhecida 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.2 - Represas e uso de água|7.2.11 - Represas (tamanho desconhecido)"","""",""Criação de áreas protegidas, Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação das Aves da Caatinga, Plano de Ação Nacional para a Conservação das Aves da Caatinga - 2º ciclo"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Aves"",""Passeriformes"",""Thamnophilidae"",""Rhopornis"",""Rhopornis ardesiacus"",""Rhopornis ardesiacus"",""(Wied, 1831)"",""gravatazeiro"",""Aves"",""11/2016"",""Em Perigo"","""",""B2ab(iii)"",""Rhopornis ardesiacus é endêmica do Brasil, ocorrendo apenas nos estados da Bahia e Minas Gerais, especificamente em uma restrita área de transição entre a Caatinga e a Mata Atlântica. Sua área de ocupação atual (AOO) foi calculada em 328 km2. A população é severamente fragmentada tendo mais de 50% de sua área total de ocupação separadas de outros fragmentos por grande distância e os indivíduos não se deslocam entre os fragmentos fora do seu habitat. Existe um declínio continuado na qualidade do habitat devido especialmente à retirada de lenha e à conversão de áreas naturais para agropecuária. Desta forma, R. ardesiacus foi categorizada como Em Perigo (EN) B2ab(iii)."",""Sim"",""Sim"",""Bahia, Minas Gerais"",""|Nordeste|Sudeste|"",""Caatinga, Mata Atlântica"",""Sub-bacia Contas Sub-bacia Itapecuru-Paraguaçu Sub-bacia Jequitinhonha"",""PARNA de Boa Nova, REVIS Boa Nova"","""",""RPPN Itacira"",""Desconhecido"",""Desconhecida"",""11 - Mudanças e extremos climáticos|11.1 - Mudança/alteração de habitat 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.2 - Silvicultura|2.2.3 - Plantações em escala desconhecida 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.3 - Pecuária|2.3.4 - Pecuária em escala desconhecida 5 - Uso de recursos biológicos|5.3 - Extração florestal|5.3.1 - Uso intencional - subsistência/pequena escala 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.1 - Incêndios e supressão de incêndios|7.1.1 - Aumento da frequência/intensidade de incêndios"","""",""Controle e fiscalização, Criação de áreas protegidas, Manejo territorial, Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação das Aves Ameaçadas do Bioma Mata Atlântica, Plano de Ação Nacional para a Conservação das Aves da Caatinga, Plano de Ação Nacional para a Conservação das Aves da Caatinga - 2º ciclo"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Aves"",""Procellariiformes"",""Diomedeidae"",""Thalassarche"",""Thalassarche chlororhynchos"",""Thalassarche chlororhynchos"",""(Gmelin, 1789)"",""albatroz-de-nariz-amarelo"",""Aves"",""10/2019"",""Em Perigo"","""",""A4bde"",""Thalassarche chlororhynchos reproduz apenas no arquipélago de Tristão da Cunha e Ilhas Gough. Fora do período reprodutivo, ocupa essencialmente mares subtropicais. Em águas brasileiras, ocorre mais frequentemente do Rio Grande do Sul ao Rio de Janeiro, mas há registros no nordeste do país. Há modelagens de declínio populacional que prevêem perda de 54 a 63% da população global em três gerações (incluindo passado e futuro). No Brasil, a espécie é afetada por captura incidental na pesca e, possivelmente, poluentes. Assim, T. chlororhynchos foi categorizada como Em Perigo (EN), pelo critério A4bde."",""Não"",""Sim"",""Espírito Santo, Maranhão, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe"",""|Nordeste|Sudeste|Sul|"",""Amazônia, Mata Atlântica, Pampa"",""Sub-bacia Gurupi Sub-bacia Litoral ES Sub-bacia Litoral RS Sub-bacia Litoral SE Sub-bacia Litoral SP PR SC"",""ESEC Tupinambás, PARNA da Lagoa do Peixe, REBIO Marinha do Arvoredo, RESEX Cururupu"",""APA MARINHA DO LITORAL NORTE, ÁREA DE PROTEçãO AMBIENTAL DAS REENTRâNCIAS MARANHENSES, PARQUE ESTADUAL DA ILHA DO CARDOSO, PARQUE ESTADUAL DO RIO VERMELHO"","""",""Sim"",""Declinando"",""5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.5 - Captura indireta - subsistência/pequena escala|5.4.5.3 - Aparelho com anzol|5.4.5.3.2 - Corrico ou linha de corso 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.6 - Captura indireta - larga escala|5.4.6.2 - Linha de mão 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.6 - Captura indireta - larga escala|5.4.6.8 - Espinhel 9 - Poluição 9 - Poluição|9.4 - Lixo e resíduos sólidos 9 - Poluição|9.4 - Lixo e resíduos sólidos|9.4.1 - Urbanos"","""",""Educação e comunicação, Manejo/ordenamento de caça/pesca, Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação de Albatrozes e Petréis, Plano de Ação Nacional para a Conservação de Albatrozes e Petréis - 2º ciclo, Plano de Ação Nacional para a Conservação de Albatrozes e Petréis - 3º ciclo"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Aves"",""Procellariiformes"",""Procellariidae"",""Puffinus"",""Puffinus lherminieri"",""Puffinus lherminieri"",""Lesson, 1839"",""pardela-de-asa-larga"",""Aves"",""10/2019"",""Criticamente em Perigo"",""Não"",""D"",""Puffnus lherminieri ocorre nas Bermudas, Caribe e Brasil, distribuindo-se pelo litoral sudeste e nordeste. Atualmente no Brasil reproduz apenas em duas ilhas de Fernando de Noronha. A população reprodutiva do Espírito Santo não se reproduz nas ilhas Itatiaia há pelo menos 15 anos. O monitoramento de ninhos indica a existência de cerca de 30 indivíduos adultos no Brasil, não parecendo haver aporte de indivíduos de populações estrangeiras. A tendência da população é desconhecida, podendo ocorrer flutuações, contudo o monitoramento nas ilhas em que a espécie nidifica é extremamente difícil devido ao acesso. Por esses motivos, P. lherminieri foi categorizada como Criticamente em Perigo (CR), pelo critério D."",""Não"",""Sim"",""Espírito Santo, Pernambuco"",""|Nordeste|Sudeste|"",""Mata Atlântica"",""Sub-bacia Litoral ES"",""APA Fernando de Noronha, PARNA Marinho de Fernando de Noronha"","""","""",""Sim"",""Desconhecida"",""6 - Distúrbios humanos|6.1 - Atividades recreacionais/turísticas 8 - Espécies invasoras problemáticas e doenças|8.1 - Espécies exóticas|8.1.1 - Espécie conhecida|8.1.1.2 - Predadores 8 - Espécies invasoras problemáticas e doenças|8.2 - Espécies domésticas|8.2.2 - Predadores"","""",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação das Aves Marinhas, Plano de Ação Nacional para a Conservação de Albatrozes e Petréis, Plano de Ação Nacional para a Conservação de Albatrozes e Petréis - 2º ciclo"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Arthropoda"",""Insecta"",""Hymenoptera"",""Formicidae"",""Atta"",""Atta robusta"",""Atta robusta"",""Borgmeier, 1939"",""Formiga, formiga-cortadeira, saúva-preta"",""Invertebrados Terrestres"",""11/2019"",""Vulnerável"","""",""B2ab(ii,iii)"",""Atta robusta é endêmica do Brasil, de áreas de restinga no litoral dos estados do Rio de Janeiro e do Espírito Santo. É uma espécie que apresenta restrição de habitat, ocorrendo apenas nas restingas e, portanto, com área de ocupação calculada em 1.832 km². As restingas encontram-se sob intenso processo de degradação, devido à urbanização do litoral brasileiro, o que caracteriza declínio continuado da qualidade do habitat, área de ocupação, e fragmentação severa da população. Portanto, Atta robusta foi categorizada como Vulnerável (VU) pelo critério B2ab(ii,iii)."",""Sim"",""Sim"",""Espírito Santo, Rio de Janeiro"",""|Sudeste|"",""Amazônia, Mata Atlântica, Sistema Costeiro-Marinho"",""Sub-bacia Doce Sub-bacia Litoral BA ES Sub-bacia Litoral ES Sub-bacia Litoral RJ"",""APA Costa das Algas, REBIO Comboios"",""PARQUE ESTADUAL DE ITAÚNAS"",""FAZENDA CARUARA"",""Não"",""Desconhecida"",""1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.1 - Expansão urbana 4 - Transportes e serviços de transmissão|4.3 - Portos 9 - Poluição|9.3 - Agropecuária e florestal|9.3.3 - Herbicidas e pesticidas"","""","""","""",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Arthropoda"",""Insecta"",""Hymenoptera"",""Formicidae"",""Brachymyrmex"",""Brachymyrmex micromegas"",""Brachymyrmex micromegas"",""Emery, 1923"",""formiga, Formiga"",""Invertebrados Terrestres"",""11/2019"",""Vulnerável"","""",""B1ab(iii)"",""Brachymyrmex micromegas é endêmica do Brasil, conhecida do estado de São Paulo, nos municípios de Agudos, Anhembi, Mogi das Cruzes, São Paulo, Biritiba Mirim, Bertioga e Ubatuba. Regiões adjacentes foram intensamente amostradas sem êxito de registro. A extensão de ocorrência (EOO) foi calculada em menos de 20.000 km² e essa região encontra-se sob intenso processo de alteração de uso do solo, promovida principalmente pela urbanização e pelas atividades agrícolas em parte da sua distribuição. Essa ameaças causam intensa fragmentação e declínio na qualidade do habitat. Considerando as especificidades do habitat da espécie, sua população foi considerada severamente fragmentada sobretudo na porção noroeste da sua distribuição. Sendo assim, B. micromegas foi categorizada como Vulnerável (VU) pelos critérios B1ab(iii)."",""Sim"",""Sim"",""São Paulo"",""|Sudeste|"",""Cerrado, Mata Atlântica"",""Sub-bacia Litoral SP Sub-bacia Paraíba do Sul Sub-bacia Tietê"","""",""APA VáRZEA DO RIO TIETê, PARQUE ESTADUAL DA SERRA DO MAR"","""",""Não"",""Desconhecida"",""1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.1 - Expansão urbana 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.1 - Culturas anuais e perenes não-madeireiras|2.1.4 - Agricultura de escala desconhecida"","""","""","""",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Aves"",""Suliformes"",""Sulidae"",""Sula"",""Sula sula"",""Sula sula"",""(Linnaeus, 1766)"",""atobá-de-pé-vermelho"",""Aves"",""10/2019"",""Em Perigo"","""",""B2ab(iii)"",""Sula sula distribui-se por grande parte dos mares tropicais. No Brasil, ocorre nos Arquipélagos de Fernando de Noronha, Atol das Rocas e São Pedro e São Paulo. A espécie não tem sido registrada na Ilha da Trindade. Reproduz apenas em Fernando de Noronha, principal local de ocorrência e nidificação da espécie no Atlântico Sul e único no Brasil. A área de ocupação reprodutiva é igual a 26 km² e caracteriza-se como uma única localização devido ao risco de contato com patógenos. Há ainda competição com garças por habitat de nidificação. Essas ameaças levam a declínio continuado de qualidade de habitat. Dessa forma, S. sula foi categorizada como Em Perigo (EN) pelo critério B2ab(iii)."",""Não"",""Sim"",""Bahia, Pernambuco"",""|Nordeste|"",""Mata Atlântica, Sistema Costeiro-Marinho"","""",""APA Fernando de Noronha, MONA do Arquipelago Sao Pedro e Sao Paulo, PARNA Marinho de Fernando de Noronha, PARNA Marinho dos Abrolhos, REBIO Atol das Rocas"","""","""",""Não"",""Estável"",""5 - Uso de recursos biológicos|5.1 - Caça e captura de animais terrestres ou marinhos|5.1.1 - Caça/captura intencional (a espécie é o alvo)|5.1.1.1 - Uso de subsistência/escambo local 6 - Distúrbios humanos|6.1 - Atividades recreacionais/turísticas 8 - Espécies invasoras problemáticas e doenças|8.2 - Espécies domésticas|8.2.4 - Patógenos/Parasitas 8 - Espécies invasoras problemáticas e doenças|8.3 - Espécies nativas problemáticas|8.3.1 - Espécie conhecida 9 - Poluição|9.2 - Industrial|9.2.1 - Derramamento de óleo"","""",""Criação de áreas protegidas, Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação das Aves Marinhas"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Arthropoda"",""Insecta"",""Lepidoptera"",""Nymphalidae"",""Adelpha"",""Adelpha atlantica"","""",""Willmott, 2003"",""Borboleta"",""Invertebrados Terrestres"",""04/2018"",""Em Perigo"","""",""B1ab(iii)"",""Adelpha atlantica é conhecida de apenas três localidades na Baixada Fluminense e Serra dos Órgãos (Rio de Janeiro), em fragmentos florestais, sendo dois deles preservados e um sujeito à destruição pela expansão urbana. Possui Extensão de Ocorrência (EOO) menor que 5.000 km2 (B1), três localizações (a) e declínio continuado na qualidade do habitat (b). Por isso, A. atlantica foi categorizada como Em Perigo (EN) pelo critério B1ab(iii)."",""Sim"",""Sim"",""Rio de Janeiro"",""|Sudeste|"",""Mata Atlântica"",""Sub-bacia Litoral RJ Sub-bacia Paraíba do Sul"",""APA Petrópolis"","""","""","""",""Desconhecida"",""1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.1 - Expansão urbana 9 - Poluição|9.2 - Industrial|9.2.4 - Tipo desconhecido"","""",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação de Insetos Polinizadores"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"",""25"",""""";;;;;; "Animalia,""Arthropoda"",""Arachnida"",""Araneae"",""Gnaphosidae"",""Brasilomma"",""Brasilomma enigmatica"",""Brasilomma enigmatica"",""Brescovit, Ferreira & Rheims, 2012"","""",""Invertebrados Terrestres"",""05/2018"",""Em Perigo"","""",""B1ab(iii)"",""Brasilomma enigmática é endêmica do Brasil, conhecida para três cavernas em Minas Gerais. Sua extensão de ocorrência é estimada em 2.345 km2. Duas das grutas de sua ocorrência estão localizadas próximas a um grande centro urbano e estão sujeitas à intensa pressão antrópica devido às atividades de mineração (calcário) e expansão urbana. Portanto, considerando três localizações, a espécie foi categorizada como Em Perigo (EN) segundo o critério B1ab(iii)."",""Sim"",""Sim"",""Minas Gerais"",""|Sudeste|"",""Cerrado, Mata Atlântica"",""Sub-bacia Paraíba do Sul Sub-bacia São Francisco Alto"",""APA Carste da Lagoa Santa"","""",""RPPN dos Feixos"",""Não"",""Desconhecida"",""1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.1 - Expansão urbana 3 - Produção energética e mineração|3.2 - Mineração|3.2.3 - Extração de minérios - subsolo 6 - Distúrbios humanos|6.1 - Atividades recreacionais/turísticas"","""",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação das Cavernas do Brasil"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Aves"",""Apodiformes"",""Trochilidae"",""Phaethornis"",""Phaethornis margarettae"",""Phaethornis margarettae"",""Ruschi, 1972"",""rabo-branco-de-margarette"",""Aves"",""06/2019"",""Em Perigo"","""",""B2ab(ii,iii)"",""Phaethornis margarettae é endêmica do Brasil e ocorre no Centro de Endemismo Pernambuco, na Bahia e, historicamente, no Espírito Santo, onde foi extinta. Sua área de distribuição é muito bem amostrada por ornitólogos que procuram ativamente por esta espécie e sua a área de ocupação (AOO) foi calculada em 416 km². A população é severamente fragmentada tendo mais de 50% de sua área total de ocupação em fragmentos com habitat que são menores do que o necessário para sustentar uma população viável e separados de outros fragmentos por grande distância. A espécie não se desloca por ambientes alterados, de modo que as subpopulações estão isoladas. Além disso, a perda de habitat, em função do desmatamento por exploração madeireira ilegal e agropecuária, gera declínio continuado na AOO e na qualidade do habitat, levando a um declínio populacional continuado e extinções locais. Dessa forma, P. margarettae foi categorizada como Em Perigo (EN) pelo critério B2ab(ii,iii)."",""Sim"",""Sim"",""Alagoas, Bahia, Espírito Santo, Pernambuco"",""|Nordeste|Sudeste|"",""Mata Atlântica"",""Sub-bacia Contas Sub-bacia Itapecuru-Paraguaçu Sub-bacia Litoral AL PE PB Sub-bacia Litoral BA ES"",""ESEC de Murici, FLONA do Rio Preto, REBIO de Saltinho"",""ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL BAÍA DE CAMAMU, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL COSTA DE ITACARÉ/ SERRA GRANDE, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL DE MURICÍ, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL DE SIRINHAÉM, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL LAGOA ENCANTADA, REFúGIO DE VIDA SILVESTRE MATAS DO SISTEMA GURJAú"",""Estação Veracel, RPN Salto Apepique, RPPN Araçari, RPPN Fazenda Paraíso, RPPN Frei Caneca, RPPN Juerana"",""Não"",""Declinando"",""2 - Agropecuária e Aquacultura|2.1 - Culturas anuais e perenes não-madeireiras|2.1.4 - Agricultura de escala desconhecida 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.3 - Pecuária|2.3.4 - Pecuária em escala desconhecida 5 - Uso de recursos biológicos|5.3 - Extração florestal|5.3.2 - Uso intencional - larga escala"","""",""Implementação de áreas protegidas, Implementação de corredores, Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação das Aves Ameaçadas do Bioma Mata Atlântica"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Amphibia"",""Anura"",""Hylidae"",""Boana"",""Boana cymbalum"",""Hypsiboas cymbalum"",""(Bokermann, 1963)"",""Perereca-gladiadora-de-sino"",""Anfíbios"",""09/2017"",""Extinta"","""","""",""Boana cymbalum era endêmica do Brasil, do bioma Mata Atlântica. A espécie era conhecida apenas de duas localidades no estado de São Paulo, uma na Estação Ferroviária de Campo Grande (Serra de Paranapiacaba), no município de Santo André (localidade-tipo), e outro da Vila Nova Manchester, no município de São Paulo. O local desse último registro foi transformado em estacionamento. Embora de grande porte e com vocalização muito característica, a espécie não é registrada desde 1962, apesar de dezenas de expedições terem sido realizadas nos últimos anos na região da localidade-tipo, por diferentes pesquisadores experientes. Por essas razões, Boana cymbalum foi avaliada como Extinta (EX)."",""Sim"",""Sim"",""São Paulo"",""|Sudeste|"",""Mata Atlântica"","""","""","""","""",""Não"",""Declinando"",""1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.1 - Expansão urbana 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.1 - Culturas anuais e perenes não-madeireiras 8 - Espécies invasoras problemáticas e doenças|8.8 - Doenças de causas desconhecidas 9 - Poluição|9.2 - Industrial"","""",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para conservação da Herpetofauna Ameaçada da Mata Atlântica da Região Sudeste do Brasil"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Aves"",""Nyctibiiformes"",""Nyctibiidae"",""Nyctibius"",""Nyctibius aethereus"",""Nyctibius aethereus aethereus"",""(Wied, 1820)"",""mãe-da-lua-parda"",""Aves"",""06/2019"",""Em Perigo"","""",""B2ab(ii,iii)"",""Nyctibius aethereus aethereus ocorre no Paraguai, Argentina e leste do Brasil: da Bahia ao Paraná. Os registros atuais restringem-se a poucas áreas preservadas nesses estados, com exceção de São Paulo on foi extinto. Apresenta baixo número de registros, extinções locais e exigência de habitat. Dessa forma, a AOO foi calculada em 88 km2. Habita florestas em planícies e matas de galeria. Ocupa o interior de florestas primárias. É bastante exigente quanto ao habitat, estando restrita a florestas muito bem preservadas e com grande extensão. A população é severamente fragmentada tendo mais de 50% de sua área total de ocupação separadas de outros fragmentos por grande distância e os indivíduos não se deslocam entre os fragmentos fora do seu habitat. Além disso, há declínio populacional continuado devido a fragmentação de habitat. Assim, N. a. aethereus foi categorizado como Em Perigo (EN) pelo critério B2ab(ii,iii)."",""Não"",""Sim"",""Bahia, Espírito Santo, Minas Gerais, Paraná, Rio de Janeiro"",""|Nordeste|Sudeste|Sul|"",""Mata Atlântica, Sistema Costeiro-Marinho"",""Sub-bacia Contas Sub-bacia Doce Sub-bacia Jequitinhonha Sub-bacia Litoral ES Sub-bacia Litoral RJ Sub-bacia Paraíba do Sul Sub-bacia Paranapanema Sub-bacia Paraná RH1"",""APA Petrópolis, ESEC Tamoios, PARNA da Serra dos Órgãos, PARNA de Itatiaia, PARNA Serra das Lontras, REBIO Augusto Ruschi, REBIO de Sooretama"",""ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL DA BACIA DO RIO MACACU"",""RPPN Fazenda Barra do Sana, RPPN Fazenda Limeira"",""Não"",""Declinando"",""1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.1 - Expansão urbana 5 - Uso de recursos biológicos|5.3 - Extração florestal|5.3.5 - Motivação desconhecida"","""",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação das Aves Ameaçadas do Bioma Mata Atlântica"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Mammalia"",""Cetartiodactyla"",""Pontoporiidae"",""Pontoporia"",""Pontoporia blainvillei"",""Pontoporia blainvillei"",""(Gervais & d`Orbigny, 1844)"",""Boto-amarelo, Boto-cachimbo, Manico, Toninha"",""Mamíferos"",""05/2018"",""Criticamente em Perigo"",""Não"",""A4ce"",""Pontoporia blainvillei é uma espécie que ocorre em águas costeiras no Brasil, Uruguai e Argentina. No Brasil, ocorre do Espírito Santo ao Rio Grande do Sul e está estruturada em quatro estoques populacionais (Franciscana Management Area – FMA). Não há estimativas de abundância para a FMA Ia, enquanto que para a FMA Ib, estima-se 1.998 indivíduos, na FMA II, 8.500 indivíduos (entre 2008 e 2009), e na FMA III, 16.500 (em 2004) e 9.500 indivíduos (em 2014). A principal ameaça é a pesca de emalhe, tanto artesanal como industrial, e o esforço de pesca ainda é excessivo dentro da área de distribuição da espécie. Por ser costeira, também é afetada pela poluição química e sonora, e a degradação do habitat. O número de encalhes é elevado";" apenas na FMA II foram registrados 1.419 encalhes em 32 meses (2015 a 2018). Considerando que uma grande proporção dos animais que morrem não encalha, estima-se que a mortalidade seja muito superior. Mesmo com incertezas na abundância da espécie, estima-se um declínio de 43% na área de maior abundância. Considerando que os impactos que ocorrem nessa área são comuns em outras áreas e não mostram sinais de diminuição ao longo de sua distribuição, infere-se um declínio populacional de pelo menos 80% no período de 36 anos (três gerações) a partir de 2004, baseado no declínio da qualidade do habitat. Portanto, com base no declínio suspeitado, P. blainvillei foi categorizada como Criticamente em Perigo (CR) sobre o critério A4ce. A espécie não é endêmica do Brasil e, por isso, há necessidade de se considerar a possibilidade do ajuste da avaliação regional (3° passo). Como não existem informações suficientes sobre a contribuição da população vizinha para a população brasileira, optou-se por manter a categoria identificada na avaliação preliminar (2° passo)."",""Não"",""Sim"",""Espírito Santo, Paraná, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, São Paulo"",""|Sudeste|Sul|"",""Sistema Costeiro-Marinho"",""Sub-bacia Doce Sub-bacia Guaíba Sub-bacia Litoral ES Sub-bacia Litoral RJ Sub-bacia Litoral RJ SP Sub-bacia Litoral RS Sub-bacia Litoral SP Sub-bacia Litoral SP PR SC Sub-bacia Paraíba do Sul Sub-bacia Tietê"",""APA Anhatomirim, APA Baleia Franca, APA Cairuçu, APA Cananéia-Iguape-Peruíbe, APA do Arquipélago de Trindade e Martim Vaz, APA Guapi-Mirim, APA Guaraqueçaba, ARIE Ilha do Ameixal, ARIE Ilha Queimada Grande e Queimada Pequena, ESEC Carijós, ESEC Guanabara, ESEC Tamoios, ESEC Tupinambás, ESEC Tupiniquins, MONA Arquipélago das Ilhas Cagarras, PARNA da Lagoa do Peixe, PARNA da Serra da Bocaina, PARNA Guaricana, PARNA Restinga de Jurubatiba, PARNA Superagui, REBIO Comboios, REBIO Marinha do Arvoredo, RESEX Arraial do Cabo, RESEX Marinha Pirajubaé, REVIS Ilha dos Lobos"",""APA ILHA COMPRIDA, APA MARINHA DO LITORAL CENTRO, APA MARINHA DO LITORAL NORTE, APA MARINHA DO LITORAL SUL, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL CONCEIÇÃO DA BARRA, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL ESTADUAL DE GUARATUBA, ARIE DE SãO SEBASTIãO, ESTAÇÃO ECOLÓGICA JURÉIA-ITATINS, PARQUE ESTADUAL ACARAI, PARQUE ESTADUAL DA COSTA DO SOL, PARQUE ESTADUAL DA LAGOA DO AÇU, PARQUE ESTADUAL DA SERRA DO MAR, PARQUE ESTADUAL DE ITAÚNAS, PARQUE ESTADUAL DO RIO VERMELHO, RDS DA BARRA DO UNA"","""",""Não"",""Declinando"",""11 - Mudanças e extremos climáticos|11.1 - Mudança/alteração de habitat 11 - Mudanças e extremos climáticos|11.3 - Extremos térmicos 3 - Produção energética e mineração|3.1 - Extração de petróleo e gás natural 4 - Transportes e serviços de transmissão|4.2 - Atropelamentos 4 - Transportes e serviços de transmissão|4.3 - Portos 4 - Transportes e serviços de transmissão|4.4 - Tráfego de embarcações 5 - Uso de recursos biológicos|5.1 - Caça e captura de animais terrestres ou marinhos|5.1.2 - Efeitos indiretos (a espécie não é o alvo) 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.5 - Captura indireta - subsistência/pequena escala|5.4.5.7 - Emalhe|5.4.5.7.1 - Emalhe de fundo 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.3 - Outras modificações nos ecossistemas 8 - Espécies invasoras problemáticas e doenças|8.8 - Doenças de causas desconhecidas 9 - Poluição|9.1 - Doméstica e urbana - escoamento de água|9.1.2 - Escoamento urbano 9 - Poluição|9.2 - Industrial|9.2.1 - Derramamento de óleo 9 - Poluição|9.4 - Lixo e resíduos sólidos|9.4.1 - Urbanos 9 - Poluição|9.4 - Lixo e resíduos sólidos|9.4.2 - Industriais 9 - Poluição|9.6 - Excesso de energia|9.6.3 - Poluição sonora"","""",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação da Toninha - 2º ciclo, Plano de Ação Nacional para a Conservação do Pequeno Cetáceo Toninha, Plano de Ação Nacional para a Conservação dos Mamíferos Aquáticos Pequenos Cetáceos, Plano de Ação Nacional para Conservação de Espécies Ameaçadas e de Importância Socioeconômica do Ecossistema Manguezal"",""CITES - Anexo II, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;; "Animalia,""Chordata"",""Aves"",""Passeriformes"",""Thamnophilidae"",""Formicivora"",""Formicivora acutirostris"",""Stymphalornis acutirostris"",""(Bornschein, Reinert & Teixeira, 1995)"",""bicudinho-do-brejo"",""Aves"",""06/2019"",""Vulnerável"","""",""B1ab(ii,iii)"",""Formicivora acutirostris é endêmica do sul do Brasil e ocorre do litoral do Paraná ao litoral norte do Rio Grande do Sul, porém de forma disjunta. Habita, principalmente, banhados";" também formações em estágio de transição entre herbáceo e arbóreo sujeitos à flutuações periódicas. A extensão de ocorrência (EOO) da espécie foi calculada em 6.113 km², onde está exposta à ameaças como invasão de espécies vegetais exóticas, expansão da agropecuária, drenagem de áreas úmidas, extração de areia e queimadas, que têm gerado declínio continuado na área de ocupação e na qualidade de habitat. Dentre as ameaças identificadas, eventos de vazamento de derivados de petróleo possuem capacidade de impactar severamente a população, sendo possível caracterizar menos de 10 localizações. Dessa forma, F. acutirostris foi categorizada como Vulnerável (VU) pelo critério B1ab(ii,iii)."",""Sim"",""Sim"",""Paraná, Rio Grande do Sul, Santa Catarina"",""|Sul|"",""Mata Atlântica"",""Sub-bacia Litoral RS Sub-bacia Litoral SP PR SC"",""APA Guaraqueçaba, PARNA Guaricana, PARNA Saint-Hilaire/Lange"",""ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL ESTADUAL DE GUARATUBA, ESTAÇÃO ECOLÓGICA DO GUARAGUAÇU, PARQUE ESTADUAL DO RIO DA ONÇA"",""RPPN Fazenda Palmital"",""Não"",""Declinando"",""2 - Agropecuária e Aquacultura|2.1 - Culturas anuais e perenes não-madeireiras|2.1.4 - Agricultura de escala desconhecida 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.3 - Pecuária|2.3.4 - Pecuária em escala desconhecida 3 - Produção energética e mineração|3.2 - Mineração|3.2.1 - Extração de areia 4 - Transportes e serviços de transmissão|4.1 - Estradas e ferrovias 5 - Uso de recursos biológicos|5.3 - Extração florestal|5.3.5 - Motivação desconhecida 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.1 - Incêndios e supressão de incêndios|7.1.1 - Aumento da frequência/intensidade de incêndios 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.2 - Represas e uso de água|7.2.11 - Represas (tamanho desconhecido) 8 - Espécies invasoras problemáticas e doenças|8.1 - Espécies exóticas|8.1.1 - Espécie conhecida|8.1.1.1 - Competidores 9 - Poluição|9.2 - Industrial|9.2.1 - Derramamento de óleo"","""",""Controle de espécies invasoras/problemáticas, Criação de áreas protegidas, Expansão de áreas protegidas, Implementação de áreas protegidas, Manejo de locais/áreas, Plano de Ação Nacional (PAN), Proteção de locais/áreas"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação das Aves Ameaçadas do Bioma Mata Atlântica"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;; "Animalia,""Chordata"",""Aves"",""Passeriformes"",""Thamnophilidae"",""Myrmotherula"",""Myrmotherula minor"",""Myrmotherula minor"",""Salvadori, 1864"",""choquinha-pequena"",""Aves"",""06/2019"",""Vulnerável"","""",""B2ab(ii,iii)"",""Myrmotherula minor é endêmica do leste do Brasil, ocorrendo da Bahia e leste de Minas Gerais até sul de São Paulo. As principais ameaças à espécie são a perda de habitat e a fragmentação florestal. A área de ocupação (AOO) da espécie foi calculada em 568 km2. A população é severamente fragmentada tendo mais de 50% de sua área total de ocupação separadas de outros fragmentos por grande distância e os indivíduos não se deslocam entre os fragmentos fora do seu habitat. Há declínio continuado da população devido à perda de habitat e a fragmentação florestal, causada pelo crescimento desorganizado das cidades litorâneas, pela expansão de loteamentos e da exploração madeireira ilegal. Dessa forma, M. minor foi categorizada como Vulnerável (VU), pelo critério B2ab(ii,iii)."",""Sim"",""Sim"",""Bahia, Espírito Santo, Minas Gerais, Rio de Janeiro, São Paulo"",""|Nordeste|Sudeste|"",""Mata Atlântica"",""Sub-bacia Contas Sub-bacia Jequitinhonha Sub-bacia Litoral ES Sub-bacia Litoral RJ Sub-bacia Litoral RJ SP Sub-bacia Litoral SP Sub-bacia Litoral SP PR SC Sub-bacia Paraíba do Sul Sub-bacia Paranapanema Sub-bacia Tietê"",""APA Cananéia-Iguape-Peruíbe, APA Petrópolis, PARNA da Serra da Bocaina, PARNA da Serra dos Órgãos, PARNA Serra das Lontras, REBIO Augusto Ruschi, REBIO de Poço das Antas, REBIO do Tinguá, REBIO União"",""APA CABREUVA, APA SERRA DO MAR, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL DA BACIA DO RIO MACACU, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL DE MANGARATIBA, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL DO PICO DO GOIAPABA-AÇU, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL MUNICIPAL DO CAPIVARI-MONOS, ESTAÇÃO ECOLÓGICA JURÉIA-ITATINS, PARQUE ESTADUAL CARLOS BOTELHO, PARQUE ESTADUAL CUNHAMBEBE, PARQUE ESTADUAL DA SERRA DO MAR, PARQUE ESTADUAL DE ILHABELA, PARQUE ESTADUAL DO JURUPARÁ, PARQUE ESTADUAL INTERVALES, PARQUE ESTADUAL RESTINGA DE BERTIOGA, PARQUE ESTADUAL TURÍSTICO DO ALTO DO RIBEIRA"",""RPPN Fazenda Arco-Íris, RPPN Fazenda Silvo Agro-Pastoril Gonçalves, RPPN Gleba O Saquinho de Itapirapuá, RPPN Morro do Curussu Mirim, RPPN Reserva Rizzieri, RPPN Sítio do Jacu"",""Não"",""Declinando"",""1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.1 - Expansão urbana 1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.3 - Áreas de turismo e recreação 5 - Uso de recursos biológicos|5.3 - Extração florestal|5.3.5 - Motivação desconhecida"","""",""Criação de áreas protegidas, Implementação de áreas protegidas, Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação das Aves Ameaçadas do Bioma Mata Atlântica"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Actinopterygii"",""Cyprinodontiformes"",""Rivulidae"",""Austrolebias"",""Austrolebias ibicuiensis"",""Austrolebias ibicuiensis"",""(Costa, 1999)"",""Peixe anual, Peixe das nuvens"",""Peixes Continentais"",""05/2019"",""Em Perigo"","""",""B2ab(ii,iii,iv)"",""Austrolebias ibicuiensis é endêmica do Brasil e conhecida de cinco localidades entre os municípios de Santa Maria, São Pedro do Sul, São Vicente do Sul e Toropi, bacia do rio Uruguai, no estado do Rio Grande do Sul. A Extensão de Ocorrência (EOO) é de 4.431 km². A localidade-tipo, um charco na área de influência do rio Ibicuí-Mirim no município de São Pedro do Sul, foi suprimida, e as demais localidades estão sob forte pressão do cultivo de arroz, caracterizando quatro localizações. Além disso, A. ibicuiensis sofre declínio continuado de sua Área de Ocupação (AOO), da qualidade do seu habitat e do número de localizações. Portanto, Austrolebias ibicuiensis foi categorizada como Em Perigo (EN) pelo critério B1ab(ii,iii,iv)."",""Sim"",""Sim"",""Rio Grande do Sul"",""|Sul|"",""Pampa"",""Sub-bacia Guaíba Sub-bacia Ibicuí"","""","""","""",""Não"",""Declinando"",""2 - Agropecuária e Aquacultura|2.1 - Culturas anuais e perenes não-madeireiras 9 - Poluição|9.3 - Agropecuária e florestal|9.3.2 - Erosão do solo/sedimentação"","""",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação dos Peixes Rivulídeos Ameaçados de Extinção, Plano de Ação Nacional para a Conservação dos Peixes Rivulídeos Ameaçados de Extinção - 2º ciclo"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Actinopterygii"",""Cyprinodontiformes"",""Rivulidae"",""Campellolebias"",""Campellolebias dorsimaculatus"",""Campellolebias dorsimaculatus"",""Costa, Lacerda & Brasil, 1989"",""Peixe anual, Peixe das nuvens"",""Peixes Continentais"",""05/2019"",""Criticamente em Perigo"",""Não"",""B2ab(ii,iii)"",""Campellolebias dorsimaculatus é endêmica do Brasil, sendo conhecida apenas de dois registros no município de Iguape, bacia do rio Ribeira de Iguape, estado de São Paulo. A Área de Ocupação (AOO) calculada é de 4 km², e sua população foi severamente fragmentada pela expansão imobiliária. A espécie ainda está sob declínio continuado de sua Área de Ocupação (AOO) e da qualidade do habitat. Portanto, Campellolebias dorsimaculatus foi categorizada como Criticamente em Perigo (CR) pelo critério B2ab(ii,iii)."",""Sim"",""Sim"",""São Paulo"",""|Sudeste|"",""Mata Atlântica"",""Sub-bacia Litoral SP PR SC"","""","""","""",""Não"",""Declinando"",""1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.1 - Expansão urbana"","""",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação dos Peixes Rivulídeos Ameaçados de Extinção, Plano de Ação Nacional para a Conservação dos Peixes Rivulídeos Ameaçados de Extinção - 2º ciclo"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Aves"",""Passeriformes"",""Scleruridae"",""Sclerurus"",""Sclerurus caudacutus"",""Sclerurus caudacutus umbretta"",""(Lichtenstein, 1823)"",""vira-folha-pardo"",""Aves"",""06/2019"",""Criticamente em Perigo"",""Não"",""C2a(ii)";" D"",""Sclerurus caudacutus umbretta é endêmica do Brasil, possivelmente extinta na Bahia, com ocorrência apenas no Espírito Santo. Rara e restrita à Reserva Natural Vale, sua área de distribuição é exaustivamente amostrada por inúmeros ornitólogos, de modo que estes podem inferir que o tamanho populacional do táxon é menor que 50 indivíduos maduros, sendo que 100% destes encontram-se na única subpopulação remanescente. Há declínio populacional continuado devido, principalmente, à perda e fragmentação do habitat. Dessa forma, S. c. umbretta foi categorizada como Criticamente em Perigo (CR) pelos critérios C2a(ii)";" D."",""Sim"",""Sim"",""Bahia, Espírito Santo"",""|Nordeste|Sudeste|"",""Mata Atlântica"",""Sub-bacia Doce"","""","""","""",""Não"",""Declinando"",""12 - Outras ameaças 5 - Uso de recursos biológicos|5.3 - Extração florestal|5.3.5 - Motivação desconhecida"","""",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação das Aves Ameaçadas do Bioma Mata Atlântica"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;; "Animalia,""Chordata"",""Mammalia"",""Carnivora"",""Felidae"",""Leopardus"",""Leopardus geoffroyi"",""Leopardus geoffroyi"",""(d`Orbigny & Gervais, 1844)"",""Gato-do-mato, Gato-do-mato-grande"",""Mamíferos"",""11/2018"",""Vulnerável"","""",""A4de"",""Leopardus geoffroyi ocorre na porção centro-sul da América do Sul, na Bolívia, Paraguai, Argentina, Uruguai e no Brasil. No Brasil, a espécie está distribuída somente no bioma Pampa, ocorrendo em apenas cerca de 2% do território nacional. É a menor distribuição entre todas as espécies de felídeos no Brasil. Estudos recentes indicam que a espécie possui densidade populacional relativamente alta quando comparada a felinos de pequeno porte, fazendo o uso de áreas abertas, inclusive antropizadas, porém em menor abundância em campos nativos com pecuária onde ocupa áreas de vegetação riparia. Além disso, a variabilidade genética também é considerada elevada. Apesar disso, as populações dessa espécie são altamente impactadas devido à remoção de indivíduos causados por abate por retaliação à predação de animais domésticos e atropelamentos. Sendo a espécie mais caçada e atropelada de felídeo no único bioma onde ocorre no Brasil. Outros impactos como da perda de qualidade de habitat, suscetibilidade à diversos patógenos e possíveis efeitos negativos da hibridização com Leopardus guttulus também são ameaças à espécie. Os híbridos possuem potencial de expansão para o sul da zona híbrida, dentro da distribuição de L. geoffroyi, o que pode trazer sérias consequências para a conservação desta espécie. Estimou-se que somente mortes causadas por conflitos diretos com humanos entre 2017 e 2019 ocorreu uma perda de 13%. Adicionalmente, em atropelamentos estimou-se perda de 1,15% da população por ano. Apesar de aparentar certa resiliência, mantendo-se em números populacionais relativamente elevados e com variabilidade genética relativamente elevada, as populações dessa espécie sofrem com intensas remoções diretas de indivíduos. Para projetar perda populacional para três gerações da espécie, na janela temporal de 2020 a 2035, foram utilizados dados de declínio obtidos entre os anos de 2017 e 2019, em uma taxa de 3,99% ao ano. Neste contexto, L. geoffroyi poderia ser categorizado como Em Perigo (EN) pelo critério A4de, contudo é sugerido um downlist devido à espécie possuir apenas pequena parte de sua distribuição no Brasil e existir fluxo gênico com populações de outros países, onde a espécie está em um melhor estado de conservação. Desta forma, L. geoffroyi poderia ser categorizado como Vulnerável (VU) pelo critério A4de."",""Não"",""Sim"",""Rio Grande do Sul"",""|Sul|"",""Pampa"",""Sub-bacia Guaíba Sub-bacia Ibicuí Sub-bacia Litoral RS Sub-bacia Uruguai Médio"",""APA Ibirapuitã, ESEC do Taim"",""RESERVA BIOLóGICA DO MATO GRANDE"","""",""Não"",""Declinando"",""12 - Outras ameaças 1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.1 - Expansão urbana 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.1 - Culturas anuais e perenes não-madeireiras|2.1.4 - Agricultura de escala desconhecida 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.2 - Silvicultura|2.2.3 - Plantações em escala desconhecida 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.3 - Pecuária|2.3.4 - Pecuária em escala desconhecida 4 - Transportes e serviços de transmissão|4.1 - Estradas e ferrovias 4 - Transportes e serviços de transmissão|4.2 - Atropelamentos 5 - Uso de recursos biológicos|5.1 - Caça e captura de animais terrestres ou marinhos|5.1.1 - Caça/captura intencional (a espécie é o alvo)|5.1.1.6 - Retaliação/controle 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.1 - Incêndios e supressão de incêndios|7.1.1 - Aumento da frequência/intensidade de incêndios 8 - Espécies invasoras problemáticas e doenças|8.2 - Espécies domésticas|8.2.4 - Patógenos/Parasitas 8 - Espécies invasoras problemáticas e doenças|8.3 - Espécies nativas problemáticas|8.3.1 - Espécie conhecida|8.3.1.3 - Hibridação 8 - Espécies invasoras problemáticas e doenças|8.5 - Doenças provocadas por vírus ou príons|8.5.2 - Espécie conhecida (Doença)"",""1 - Alimentação humana|1.2 - Caça para comércio"",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional Lagoas do Sul, Plano de Ação Nacional para a Conservação dos Pequenos Felinos - 2º ciclo, Plano de Ação Nacional para a Conservação dos Pequenos Felinos Ameaçados de Extinção"",""CITES - Anexo I, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"",""0 , 3300"",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Mammalia"",""Cetartiodactyla"",""Delphinidae"",""Sotalia"",""Sotalia guianensis"",""Sotalia guianensis"",""(Van Bénéden, 1864)"",""Boto, Boto-cinza"",""Mamíferos"",""05/2018"",""Vulnerável"","""",""A4bcde"",""Sotalia guianensis é uma espécie costeira que ocorre entre Honduras até o sul do Brasil, onde existem registros desde o Estado do Amapá a Santa Catarina. Entretanto a distribuição é fragmentada o que é evidenciado pelos trabalhos de genética molecular (Cunha et al, 2005, 2010";" Caballero, 2007, 2009, 2018). As principais ameaças à espécie são as capturas acidentais em operações de pesca (artesanal e industrial), as capturas intencionais para usos diversos, a perda de habitat para a construção de portos, marinas e condomínios, a poluição sonora, a contaminação química e doenças emergentes, sendo que o conjunto destes impactos têm efeito cumulativo no estado de conservação da espécie. Estudos ao longo da costa registram populações residentes, algumas estáveis e muitas com evidências de declínio e até mesmo extinção local, como os casos de Santos/SP e Guaratuba/PR. A redução drástica da população da Baía de Guanabara (cerca de 90%), devido a ação antrópica, ocorrida nas últimas décadas, evidencia que a espécie é susceptível a um rápido declínio populacional. Uma epidemia de morbilivírus na Baía de Sepetiba/RJ, em 2017/2018, ocasionou a mortandade de mais de 20% da população em apenas três meses. Considerando que a espécie ocorre principalmente nos ecossistemas costeiros e estuarinos que são afetados por atividades antrópica, que há indícios de efeito cumulativo de impacto nas populações, e que não há perspectiva de redução das ameaças em um futuro próximo, projeta-se um declínio populacional de pelo menos 30% em um período de 42 anos (três gerações) baseado em um índice de abundância apropriado, declínio na qualidade do habitat, níveis de exploração e efeitos de patógenos e poluentes. Portanto, S. guianensis foi categorizada como Vulnerável segundo o critério A4bcde. A espécie não é endêmica do Brasil e, por isso, há necessidade de se considerar a possibilidade do ajuste da avaliação regional (3° passo). Como não existem informações suficientes sobre a contribuição da população vizinha para a população brasileira optou-se por manter a categoria identificada na avaliação preliminar (2° passo)."",""Não"",""Sim"",""Alagoas, Amapá, Bahia, Ceará, Espírito Santo, Maranhão, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe"",""|Nordeste|Norte|Sudeste|Sul|"",""Sistema Costeiro-Marinho"",""Sub-bacia Contas Sub-bacia Doce Sub-bacia Foz Amazonas Sub-bacia Grande Sub-bacia Gurupi Sub-bacia Itapecuru Sub-bacia Itapecuru-Paraguaçu Sub-bacia Jequitinhonha Sub-bacia Litoral AL PE PB Sub-bacia Litoral BA ES Sub-bacia Litoral CE PB Sub-bacia Litoral CE PI Sub-bacia Litoral ES Sub-bacia Litoral RJ Sub-bacia Litoral SE Sub-bacia Litoral SP Sub-bacia Litoral SP PR SC Sub-bacia Mearim Sub-bacia Paraíba do Sul Sub-bacia Parnaíba Baixo Sub-bacia Piranhas Sub-bacia São Francisco Baixo Sub-bacia Tocantins Baixo"",""APA Anhatomirim, APA Bacia do Rio Paraíba do Sul, APA Barra do Rio Mamanguape, APA Cairuçu, APA Cananéia-Iguape-Peruíbe, APA Costa das Algas, APA Costa dos Corais, APA Delta do Parnaíba, APA Guapi-Mirim, APA Guaraqueçaba, APA Piaçabuçú, APA Serra da Mantiqueira, ESEC Guanabara, ESEC Guaraqueçaba, ESEC Maracá Jipioca, ESEC Tamoios, PARNA do Monte Pascoal, PARNA Guaricana, PARNA Lençóis Maranhenses, PARNA Restinga de Jurubatiba, PARNA Superagui, REBIO Comboios, REBIO Santa Isabel, RESEX Canavieiras, RESEX Cassurubá, RESEX do Corumbau, RESEX Mãe Grande de Curuçá, RESEX Maracanã, RESEX Marinha da Lagoa do Jequiá, RESEX Marinha do Delta do Parnaíba, RESEX MAR Soure, REVIS Santa Cruz"",""APA ILHA COMPRIDA, APA MARINHA DO LITORAL CENTRO, APA MARINHA DO LITORAL NORTE, APA MARINHA DO LITORAL SUL, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL BAÍA DE TODOS OS SANTOS, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL BONFIM/GUARAÍRA, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL CARAÍVA/ TRANCOSO, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL CONCEIÇÃO DA BARRA, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL DAS DUNAS DA LAGOINHA, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL DE ALGODOAL-MAIANDEUA, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL DE MANGARATIBA, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL DE MARICÁ, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL DE PRAIA MOLE, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL DE SANTA RITA, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL DE TAMOIOS, ÁREA DE PROTEçãO AMBIENTAL DE UPAON-AçU / MIRITIBA / ALTO PREGUIçAS, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL DO ARQUIPÉLAGO DO MARAJÓ, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL ESTADUAL DE GUARATUBA, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL PLATAFORMA CONTINENTAL DO LITORAL NORTE, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL PONTA DA BALEIA / ABROLHOS, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL SANTO ANTÔNIO, ESTAÇÃO ECOLÓGICA DA ILHA DO MEL, PARQUE ESTADUAL ACARAI, PARQUE ESTADUAL DA ILHA ANCHIETA, PARQUE ESTADUAL DA ILHA DO CARDOSO, PARQUE ESTADUAL DA ILHA GRANDE, PARQUE ESTADUAL DA LAGOA DO AÇU, PARQUE ESTADUAL DA SERRA DO MAR, PARQUE ESTADUAL DE ITAÚNAS, RESERVA DE DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL DO AVENTUREIRO"",""Estação Veracel, RPPN Fazenda Avaí, RPPN Meandros, RPPN Morro do Curussu Mirim, RPPN Reserva Rizzieri, RPPN Tibiriçá"",""Sim"",""Declinando"",""1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.1 - Expansão urbana 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.4 - Aquacultura marinha e de água doce|2.4.3 - Aquacultura em escala desconhecida 3 - Produção energética e mineração|3.1 - Extração de petróleo e gás natural 4 - Transportes e serviços de transmissão|4.3 - Portos 4 - Transportes e serviços de transmissão|4.4 - Tráfego de embarcações 5 - Uso de recursos biológicos|5.1 - Caça e captura de animais terrestres ou marinhos|5.1.1 - Caça/captura intencional (a espécie é o alvo)|5.1.1.1 - Uso de subsistência/escambo local 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.1 - Captura intencional - subsistência/pequena escala|5.4.1.2 - Aparelho primitivo|5.4.1.2.1 - Arpão 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.1 - Captura intencional - subsistência/pequena escala|5.4.1.7 - Emalhe|5.4.1.7.1 - Emalhe de fundo 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.5 - Captura indireta - subsistência/pequena escala|5.4.5.3 - Aparelho com anzol|5.4.5.3.3 - Espinhel fixo de fundo 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.5 - Captura indireta - subsistência/pequena escala|5.4.5.4 - Armadilha|5.4.5.4.2 - Cerco flutuante 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.5 - Captura indireta - subsistência/pequena escala|5.4.5.4 - Armadilha|5.4.5.4.3 - Cerco fixo (curral) 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.5 - Captura indireta - subsistência/pequena escala|5.4.5.5 - Arte caída|5.4.5.5.1 - Tarrafa 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.5 - Captura indireta - subsistência/pequena escala|5.4.5.6 - Arrasto|5.4.5.6.1 - Arrasto simples 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.5 - Captura indireta - subsistência/pequena escala|5.4.5.6 - Arrasto|5.4.5.6.2 - Arrasto duplo 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.5 - Captura indireta - subsistência/pequena escala|5.4.5.7 - Emalhe|5.4.5.7.1 - Emalhe de fundo 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.6 - Captura indireta - larga escala 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.3 - Outras modificações nos ecossistemas 8 - Espécies invasoras problemáticas e doenças|8.5 - Doenças provocadas por vírus ou príons 9 - Poluição|9.1 - Doméstica e urbana - escoamento de água 9 - Poluição|9.2 - Industrial 9 - Poluição|9.4 - Lixo e resíduos sólidos 9 - Poluição|9.6 - Excesso de energia|9.6.3 - Poluição sonora"","""",""Educação e comunicação, Outra, Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação dos Cetáceos Marinhos, Plano de Ação Nacional para a Conservação dos Mamíferos Aquáticos Pequenos Cetáceos, Plano de Ação Nacional para Conservação de Espécies Ameaçadas e de Importância Socioeconômica do Ecossistema Manguezal"",""CITES - Anexo I, Convenção sobre Espécies Migratórias – CMS, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;; "Animalia,""Chordata"",""Aves"",""Galliformes"",""Cracidae"",""Pauxi"",""Pauxi mitu"",""Pauxi mitu"",""(Linnaeus, 1766)"",""mutum-do-nordeste"",""Aves"",""06/2019"",""Extinta na Natureza"","""","""",""Pauxi mitu é endêmica do Brasil e ocorria no Centro de Endemismo Pernambuco, com registros confirmados apenas no estado de Alagoas. Não há dúvida da inexistência de indivíduos na natureza, uma vez que todas as áreas de potencial ocorrência foram exaustivamente amostradas ao longo de décadas. Em 2019, a população de cativeiro é de 108 indivíduos puros. Dessa forma, P. mitu foi categorizada como Extinta na Natureza (EW)."",""Sim"",""Sim"",""Alagoas"",""|Nordeste|"",""Mata Atlântica"","""","""","""","""",""Não"",""Desconhecida"",""2 - Agropecuária e Aquacultura|2.2 - Silvicultura|2.2.2 - Plantações agro-industriais 5 - Uso de recursos biológicos|5.1 - Caça e captura de animais terrestres ou marinhos|5.1.1 - Caça/captura intencional (a espécie é o alvo) 5 - Uso de recursos biológicos|5.3 - Extração florestal 9 - Poluição|9.3 - Agropecuária e florestal|9.3.3 - Herbicidas e pesticidas"",""1 - Alimentação humana 4 - Caça/pesca esportiva"",""Plano de Ação Nacional (PAN), Reintrodução de espécies, Reprodução em cativeiro/propagação artificial"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação das Aves Ameaçadas do Bioma Mata Atlântica, Plano de Ação Nacional para a Conservação do Mutum-de-alagoas, Plano de Ação Nacional para a Conservação dos Galliformes"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Aves"",""Passeriformes"",""Thamnophilidae"",""Pyriglena"",""Pyriglena pernambucensis"",""Pyriglena pernambucensis"",""Zimmer, 1931"",""papa-taoca-de-pernambuco"",""Aves"",""06/2019"",""Vulnerável"","""",""B2ab(i,ii,iii)"",""Pyriglena pernambucensis é endêmica do Brasil, tendo distribuição restrita ao Centro de Endemismo Pernambuco. Devido à fragmentação do habitat e ao seu baixo poder de deslocamento a população é severamente fragmentada, tendo mais de 50% de sua população separada por grandes distâncias, não havendo fluxo gênico. Sua área de ocupação (AOO) foi calculada em 628 km2. Além disso, há declínio continuado da população devido à perda de área de ocupação e de qualidade de habitat, uma vez que a espécie é exigente e não resiste à alteração de habitat decorrente da conversão de florestas em áreas para agropecuária, expansão urbana e incêndios. Dessa forma, P. pernambucensis foi categorizada como Vulnerável (VU) pelo critério B2ab(i,ii,iii)."",""Sim"",""Sim"",""Alagoas, Paraíba, Pernambuco"",""|Nordeste|"",""Caatinga, Mata Atlântica"",""Sub-bacia Litoral AL PE PB Sub-bacia Litoral CE PB Sub-bacia Paraíba"",""ESEC de Murici, REBIO de Pedra Talhada, REBIO de Saltinho"",""ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL DE MURICÍ, REFúGIO DE VIDA SILVESTRE MATAS DO SISTEMA GURJAú"",""MATA DO CEDRO, RPPN Frei Caneca"",""Não"",""Desconhecida"",""1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.1 - Expansão urbana 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.1 - Culturas anuais e perenes não-madeireiras|2.1.4 - Agricultura de escala desconhecida 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.3 - Pecuária|2.3.4 - Pecuária em escala desconhecida 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.1 - Incêndios e supressão de incêndios|7.1.1 - Aumento da frequência/intensidade de incêndios"","""",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação das Aves Ameaçadas do Bioma Mata Atlântica, Plano de Ação Nacional para a Conservação das Aves da Caatinga, Plano de Ação Nacional para a Conservação das Aves da Caatinga - 2º ciclo"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Mammalia"",""Primates"",""Pitheciidae"",""Callicebus"",""Callicebus personatus"",""Callicebus personatus"",""(É. Geoffroy Saint-Hilaire, 1812)"",""Guigó, Guigó-mascarado, Sauá-de-cara-preta"",""Mamíferos"",""09/2019"",""Vulnerável"","""",""C2a(i)"",""Callicebus personatus é endêmica do Brasil, ocorrendo na Mata Atlântica do Espírito Santo e nordeste de Minas Gerais. Observações realizadas nos últimos anos sugerem que esta espécie tem se tornado cada vez mais rara e de difícil detecção, especialmente após surtos de febre amarela. Infere-se um declínio continuado no número de indivíduos maduros da espécie em razão de perda, degradação e fragmentação de habitat (decorrentes de expansão agropecuária e urbana, da infraestrutura rodoviária e energética e de incêndios florestais) e dos impactos da febre amarela. Além disto, estima-se que não existam mais de 10.000 indivíduos maduros na população e, considerando a intensa fragmentação do hábitat e o tamanho das áreas de floresta onde a espécie ocorre, suspeita-se que nenhuma subpopulação tenha mais de 1000 indivíduos maduros. Portanto, Callicebus personatus foi categorizada como Vulnerável (VU) pelo critério C2a(i)."",""Sim"",""Sim"",""Espírito Santo, Minas Gerais"",""|Sudeste|"",""Cerrado, Mata Atlântica"",""Sub-bacia Doce Sub-bacia Jequitinhonha Sub-bacia Litoral BA ES Sub-bacia Litoral ES"",""FLONA do Rio Preto, FLONA Pacotuba, REBIO Augusto Ruschi, REBIO Comboios, REBIO de Sooretama, REBIO do Córrego do Veado"",""ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL ÁGUAS VERTENTES, PARQUE ESTADUAL DE ITAÚNAS, PARQUE ESTADUAL DO FORNO GRANDE, PARQUE ESTADUAL RIO PRETO, PARQUE ESTADUAL SERRA NEGRA"",""VALE DO SOL"",""Não"",""Declinando"",""1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.1 - Expansão urbana 1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.4 - Assentamentos rurais 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.1 - Culturas anuais e perenes não-madeireiras|2.1.3 - Agricultura agro-industriais 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.3 - Pecuária|2.3.3 - Pecuária agro-industrial 3 - Produção energética e mineração|3.2 - Mineração|3.2.4 - Extração de minérios - garimpo 4 - Transportes e serviços de transmissão|4.1 - Estradas e ferrovias 4 - Transportes e serviços de transmissão|4.7 - Linhas de força/transmissão 5 - Uso de recursos biológicos|5.1 - Caça e captura de animais terrestres ou marinhos|5.1.3 - Motivação desconhecida 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.1 - Incêndios e supressão de incêndios|7.1.1 - Aumento da frequência/intensidade de incêndios 8 - Espécies invasoras problemáticas e doenças|8.5 - Doenças provocadas por vírus ou príons"","""",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação dos Mamíferos da Mata Atlântica Central, Plano de Ação Nacional para a Conservação dos Primatas da Mata Atlântica e da Preguiça-de-Coleira"",""CITES - Anexo II, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Aves"",""Psittaciformes"",""Psittacidae"",""Pyrrhura"",""Pyrrhura cruentata"",""Pyrrhura cruentata"",""(Wied, 1820)"",""tiriba-grande"",""Aves"",""06/2019"",""Vulnerável"","""",""C2a(i)"",""Pyrrhura cruentata é endêmica do Brasil, ocorrendo do centro-sul da Bahia ao Rio de Janeiro. Habita, preferencialmente, Mata Atlântica de baixada e está associada à florestas primárias úmidas de planície. Considerando os registros conhecidos, as descrições de abundância e extensão de ocorrência, suspeita-se que há menos de 10.000 indivíduos maduros na população, com menos de 1.000 em cada subpopulação. Há declínio populacional continuado devido à perda de habitat, especialmente pela expansão urbana e por mudanças no sistema de cultivo do cacau, além da intensa captura para o comércio local e internacional de aves silvestres. Dessa forma, P. cruentata foi categorizada como Vulnerável (VU) pelo critério C2a(i)."",""Sim"",""Sim"",""Bahia, Espírito Santo, Minas Gerais, Rio de Janeiro"",""|Nordeste|Sudeste|"",""Caatinga, Mata Atlântica"",""Sub-bacia Contas Sub-bacia Doce Sub-bacia Itapecuru-Paraguaçu Sub-bacia Jequitinhonha Sub-bacia Litoral BA ES Sub-bacia Litoral ES Sub-bacia Litoral RJ Sub-bacia Paraíba do Sul"",""APA Petrópolis, FLONA Pacotuba, PARNA Alto Cariri, PARNA da Chapada Diamantina, PARNA da Serra dos Órgãos, PARNA da Tijuca, PARNA de Boa Nova, PARNA do Descobrimento, PARNA do Monte Pascoal, PARNA do Pau Brasil, PARNA Serra das Lontras, REBIO de Sooretama, REBIO de Una, REBIO do Córrego do Veado, REBIO do Córrego Grande, REBIO União, REVIS Boa Nova, REVIS Una"",""ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL COSTA DE ITACARÉ/ SERRA GRANDE, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL DE MACAÉ DE CIMA, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL LAGOA ENCANTADA, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL LAGOAS E DUNAS DO ABAETÉ, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL MARIMBUS / IRAQUARA, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL SANTO ANTÔNIO, ÁREA DE RELEVANTE INTERESSE ECOLÓGICO CORREDOR ECOLÓGICO LAGOA ENCANTADA / SERRA DO CONDURU, PARQUE ESTADUAL DO RIO DOCE"",""Estação Veracel, FAZENDA BOA ESPERANÇA, MATA DO PASSARINHO, RPN Salto Apepique, RPPN Ecoparque de Una, RPPN Fazenda Barra do Sana, RPPN Feliciano Miguel Abdala, RPPN Tibiriçá"",""Não"",""Declinando"",""1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.1 - Expansão urbana 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.2 - Silvicultura|2.2.3 - Plantações em escala desconhecida 5 - Uso de recursos biológicos|5.1 - Caça e captura de animais terrestres ou marinhos|5.1.1 - Caça/captura intencional (a espécie é o alvo)|5.1.1.2 - Comercial - Nacional/Local 5 - Uso de recursos biológicos|5.1 - Caça e captura de animais terrestres ou marinhos|5.1.1 - Caça/captura intencional (a espécie é o alvo)|5.1.1.3 - Comercial - Internacional"",""3 - Animais de estimação/ornamentais"",""Controle e fiscalização, Plano de Ação Nacional (PAN), Proteção de recursos/habitat, Reintrodução, Restauração de habitat e processos naturais"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação das Aves Ameaçadas do Bioma Mata Atlântica"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022, CITES - Anexo I"",""400"",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Mammalia"",""Primates"",""Pitheciidae"",""Callicebus"",""Callicebus coimbrai"",""Callicebus coimbrai"",""Kobayashi & Langguth, 1999"",""Guigó, Guigó-de-Coimbra-Filho, Guigó de Sergipe"",""Mamíferos"",""09/2019"",""Em Perigo"","""",""C2a(i)"",""Callicebus coimbrai é uma espécie endêmica do Brasil com ocorrência na Mata Atlântica de Sergipe e litoral norte da Bahia. A população foi estimada em cerca de 4.500 indivíduos, portanto, com menos de 2.500 indivíduos maduros. Essa população remanescente está severamente fragmentada, em uma matriz de pastagem, cana-de-açúcar, silvicultura e citricultura. Nenhuma de suas subpopulações tem mais de 250 indivíduos maduros. Sua população está em declínio continuado, com registros de extinções locais recentes, decorrentes, principalmente, da perda, degradação e fragmentação do habitat, causadas pela expansão agropecuária, urbana e de infraestrutura rodoviária e energética. Por isso, Callicebus coimbrai foi categorizada como Em Perigo (EN) pelo critério C2a(i)."",""Sim"",""Sim"",""Bahia, Sergipe"",""|Nordeste|"",""Caatinga, Mata Atlântica"",""Sub-bacia Itapecuru-Paraguaçu Sub-bacia Litoral SE Sub-bacia São Francisco Baixo"","""",""REFúGIO DE VIDA SILVESTRE MATA DO JUNCO"","""",""Não"",""Declinando"",""1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.1 - Expansão urbana 1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.4 - Assentamentos rurais 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.1 - Culturas anuais e perenes não-madeireiras|2.1.3 - Agricultura agro-industriais 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.2 - Silvicultura|2.2.2 - Plantações agro-industriais 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.3 - Pecuária|2.3.3 - Pecuária agro-industrial 3 - Produção energética e mineração 4 - Transportes e serviços de transmissão|4.1 - Estradas e ferrovias 4 - Transportes e serviços de transmissão|4.7 - Linhas de força/transmissão 5 - Uso de recursos biológicos|5.1 - Caça e captura de animais terrestres ou marinhos|5.1.2 - Efeitos indiretos (a espécie não é o alvo)"","""",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação dos Primatas do Nordeste, Plano de Ação Nacional para a Conservação dos Primatas do Nordeste - 2º ciclo"",""CITES - Anexo II, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Aves"",""Passeriformes"",""Thamnophilidae"",""Terenura"",""Terenura sicki"",""Terenura sicki"",""Teixeira & Gonzaga, 1983"",""zidedê-do-nordeste"",""Aves"",""06/2019"",""Em Perigo"","""",""B2ab(ii,iii)"",""Terenura sicki é endêmica do Brasil e ocorre nos estados de Alagoas e Pernambuco. É depende de floresta perenifólia e devido à fragmentação e a seu baixo poder de deslocamento a população está severamente fragmentada, tendo mais de 50% de sua população separada por grandes distâncias, não havendo fluxo gênico. A área de ocupação (AOO) aplicada aos pontos de registros atuais, inferidos e suspeitados foi calculada em 292 km². Há declínio populacional continuado devido à perda de área de ocupação e de qualidade de habitat, uma vez que a espécie é exigente e não resiste à alteração de habitat decorrente da conversão de florestas em áreas para agropecuária, expansão urbana e incêndios. Desta forma, T. sicki foi categorizada como Em Perigo (EN) pelo critério B2ab(ii,iii)."",""Sim"",""Sim"",""Alagoas, Pernambuco"",""|Nordeste|"",""Caatinga, Mata Atlântica"",""Sub-bacia Litoral AL PE PB Sub-bacia Paraíba"",""ESEC de Murici, REBIO de Pedra Talhada"",""ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL DE MURICÍ, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL DE SIRINHAÉM"",""RPPN Frei Caneca"",""Não"",""Declinando"",""12 - Outras ameaças 1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.1 - Expansão urbana 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.1 - Culturas anuais e perenes não-madeireiras|2.1.4 - Agricultura de escala desconhecida 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.3 - Pecuária|2.3.4 - Pecuária em escala desconhecida 5 - Uso de recursos biológicos|5.1 - Caça e captura de animais terrestres ou marinhos|5.1.4 - Motivação desconhecida 5 - Uso de recursos biológicos|5.3 - Extração florestal|5.3.5 - Motivação desconhecida 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.1 - Incêndios e supressão de incêndios|7.1.1 - Aumento da frequência/intensidade de incêndios"","""",""Controle e fiscalização, Criação de áreas protegidas, Educação e comunicação, Implementação de áreas protegidas, Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação das Aves Ameaçadas do Bioma Mata Atlântica, Plano de Ação Nacional para a Conservação das Aves da Caatinga, Plano de Ação Nacional para a Conservação das Aves da Caatinga - 2º ciclo"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Aves"",""Passeriformes"",""Thamnophilidae"",""Thamnophilus"",""Thamnophilus caerulescens pernambucensis"",""Thamnophilus caerulescens pernambucensis"",""Naumburg, 1937"",""choca-da-mata"",""Aves"",""06/2019"",""Vulnerável"","""",""B2ab(ii)"",""Thamnophilus caerulescens pernambucensis apresenta distribuição restrita ao Centro de Endemismo Pernambuco, nos estados de Alagoas, Pernambuco e Paraíba. O táxon é dependente de capoeiras associadas a florestas e nem todos os remanescentes florestais apresentam habitat adequado a sua sobrevivência. Dessa forma, a AOO foi calculada em 860 km². Há casos de extinção local e a população é severamente fragmentada tendo mais de 50% de sua população separada por grande distância, não havendo fluxo gênico. Além disso, há declínio continuado da população devido à perda da área de ocupação, proveniente do avanço da agropecuária, expansão urbana e incêndios florestais. Assim, T. c. pernambucensis foi categorizada como Vulnerável (VU) pelo critério B2ab(ii)."",""Sim"",""Sim"",""Alagoas, Paraíba, Pernambuco"",""|Nordeste|"",""Caatinga, Mata Atlântica"",""Sub-bacia Litoral AL PE PB Sub-bacia Litoral CE PB Sub-bacia Paraíba"",""ESEC de Murici, REBIO de Pedra Talhada, REBIO de Saltinho"",""ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL ALDEIA-BEBERIBE, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL DE MURICÍ, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL DE SIRINHAÉM, PARQUE ESTADUAL DE DOIS IRMÃOS, PARQUE ESTADUAL MATA DO PAU FERRO, REFúGIO DE VIDA SILVESTRE MATAS DO SISTEMA GURJAú"",""MATA DO CEDRO, RPPN Fazenda Pacatuba, RPPN Frei Caneca, SANTA FÉ"",""Não"",""Declinando"",""1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.1 - Expansão urbana 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.1 - Culturas anuais e perenes não-madeireiras|2.1.4 - Agricultura de escala desconhecida 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.3 - Pecuária|2.3.4 - Pecuária em escala desconhecida 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.1 - Incêndios e supressão de incêndios|7.1.1 - Aumento da frequência/intensidade de incêndios"","""",""Implementação de corredores, Plano de Ação Nacional (PAN), Proteção de locais/áreas"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação das Aves Ameaçadas do Bioma Mata Atlântica, Plano de Ação Nacional para a Conservação das Aves da Caatinga, Plano de Ação Nacional para a Conservação das Aves da Caatinga - 2º ciclo"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Aves"",""Passeriformes"",""Xenopidae"",""Xenops"",""Xenops minutus alagoanus"",""Xenops minutus alagoanus"",""Pinto, 1954"",""bico-virado-miúdo"",""Aves"",""06/2019"",""Vulnerável"","""",""B2ab(iii)"",""Xenops minutus alagoanus é endêmica do Brasil, sendo restrita ao Centro de Endemismo Pernambuco. Atualmente, os remanescentes de floresta nessa área somam cerca de 2.200 km². A espécie é dependente de floresta e não está presente em todos os fragmentos, sua área de ocupação (AOO) foi calculada em 592 km2. Devido à fragmentação do habitat e ao seu baixo poder de deslocamento a população é severamente fragmentada, tendo mais de 50% de sua população separada por grandes distâncias, não havendo fluxo gênico. Além disso, há declínio continuado da população devido à perda de área de ocupação e de qualidade do habitat, uma vez que a espécie é exigente e não resiste à alteração do habitat decorrente da conversão de florestas em áreas para agropecuária, expansão urbana e incêndios florestais. Desta forma, X. m. alagoanus foi categorizada como Vulnerável (VU), pelos critérios B2ab(ii,iii)."",""Sim"",""Sim"",""Alagoas, Paraíba, Pernambuco, Rio Grande do Norte"",""|Nordeste|"",""Caatinga, Mata Atlântica"",""Sub-bacia Litoral AL PE PB Sub-bacia Litoral CE PB Sub-bacia Paraíba"",""APA Barra do Rio Mamanguape, ESEC de Murici, REBIO de Saltinho, REBIO Guaribas"",""ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL ALDEIA-BEBERIBE, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL DE MURICÍ, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL DE SIRINHAÉM, PARQUE ESTADUAL DE DOIS IRMÃOS, REFúGIO DE VIDA SILVESTRE MATAS DO SISTEMA GURJAú"",""MATA DO CEDRO, RPPN do Pereira, RPPN Engenho Gargaú, RPPN Fazenda Pacatuba, RPPN Fazenda São Pedro, RPPN Frei Caneca"",""Não"",""Declinando"",""1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.1 - Expansão urbana 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.1 - Culturas anuais e perenes não-madeireiras|2.1.4 - Agricultura de escala desconhecida 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.1 - Incêndios e supressão de incêndios|7.1.1 - Aumento da frequência/intensidade de incêndios"","""",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação das Aves Ameaçadas do Bioma Mata Atlântica, Plano de Ação Nacional para a Conservação das Aves da Caatinga, Plano de Ação Nacional para a Conservação das Aves da Caatinga - 2º ciclo"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Aves"",""Passeriformes"",""Rhinocryptidae"",""Scytalopus"",""Scytalopus iraiensis"",""Scytalopus iraiensis"",""Bornschein, Reinert & Pichorim, 1998"",""macuquinho-da-várzea"",""Aves"",""06/2019"",""Em Perigo"","""",""B2ab(ii,iii)"",""Scytalopus iraiensis é endêmica do Brasil, ocorrendo em Minas Gerais, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul. Habita banhados com capinzais altos e extremamente densos, cobertos com Eleocharis, outras ciperáceas e gramíneas. A população é severamente fragmentada, com área de ocupação (AOO) calculada em 352 km², tendo mais de 50% de sua população separada por grandes distâncias, não havendo fluxo gênico. Há declínio continuado da área de ocupação e da qualidade do habitat devido à drenagem das áreas alagáveis em virtude dos sistemas de canalização para o desenvolvimento da agricultura e pecuária, construção de barragens e açudes, expansão urbana, extração de areia do subsolo e queimadas. Dessa forma, S. iraiensis foi categorizada como Em Perigo (EN) pelo critério B2ab(ii,iii)."",""Sim"",""Sim"",""Minas Gerais, Paraná, Rio Grande do Sul, Santa Catarina"",""|Sudeste|Sul|"",""Cerrado, Mata Atlântica, Pampa"",""Sub-bacia Doce Sub-bacia Grande Sub-bacia Guaíba Sub-bacia Iguaçu Sub-bacia Litoral RJ SP Sub-bacia Litoral RS Sub-bacia Litoral SP PR SC Sub-bacia Paranapanema Sub-bacia São Francisco Alto Sub-bacia Uruguai Alto"",""APA do Morro da Pedreira, FLONA Três Barras, Parna Aparados da Serra, PARNA da Serra do Cipó, PARNA da Serra Geral"",""ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL DO BANHADO GRANDE, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL DO IRAÍ, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL DO PEQUENO, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL SUL-RMBH, REFúGIO DE VIDA SILVESTRE BANHADO DOS PACHECOS"",""Aves Gerais, RPPN - Fazenda Barra do Pirapetinga, RPPN Itajurú ou Sobrado, RPPN Reserva do Caraguatá III, RPPN Reserva Particular Professor Delmar Harry dos Reis, RPPN Sítio São Francisco"",""Não"",""Declinando"",""1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.1 - Expansão urbana 1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.2 - Áreas comerciais e industriais 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.1 - Culturas anuais e perenes não-madeireiras|2.1.4 - Agricultura de escala desconhecida 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.2 - Silvicultura|2.2.3 - Plantações em escala desconhecida 3 - Produção energética e mineração|3.2 - Mineração|3.2.1 - Extração de areia 4 - Transportes e serviços de transmissão|4.1 - Estradas e ferrovias 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.1 - Incêndios e supressão de incêndios|7.1.1 - Aumento da frequência/intensidade de incêndios 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.2 - Represas e uso de água|7.2.11 - Represas (tamanho desconhecido) 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.2 - Represas e uso de água|7.2.3 - Captação de água de superfície - uso na agricultura 8 - Espécies invasoras problemáticas e doenças|8.1 - Espécies exóticas|8.1.1 - Espécie conhecida|8.1.1.1 - Competidores 9 - Poluição|9.3 - Agrícola e florestal|9.3.3 - Herbicidas e pesticidas"","""",""Conscientização/comunicação, Controle e fiscalização, Criação de áreas protegidas, Plano de Ação Nacional (PAN), Proteção de locais/áreas"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação das Aves Ameaçadas do Bioma Amazônia, Plano de Ação Nacional para a Conservação das Aves Ameaçadas do Bioma Mata Atlântica, Plano de Ação Nacional para a Conservação das Aves do Cerrado e Pantanal, Plano de Ação Nacional para a Conservação das Aves do Cerrado e Pantanal - 2º ciclo, Plano de Ação Nacional para a Conservação das Aves dos Campos Sulinos - 2º ciclo, Plano de Ação Nacional para a Conservação dos Passeriformes Ameaçados dos Campos Sulinos e Espinilho"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Actinopterygii"",""Cyprinodontiformes"",""Rivulidae"",""Hypsolebias"",""Hypsolebias auratus"",""Hypsolebias auratus"",""(Costa & Nielsen, 2000)"",""Peixe anual"",""Peixes Continentais"",""05/2019"",""Criticamente em Perigo"",""Não"",""B2ab(ii,iii)"",""Hypsolebias auratus é endêmica do Brasil e conhecida apenas de sua localidade-tipo, uma lagoa temporária de água doce, na várzea do rio Taboca, drenagem do rio Paracatu, município de Lagoa Grande, estado de Minas Gerais. A principal ameaça identificada é a destruição do hábitat pela implantação/ampliação de rodovias. Além disso, a drenagem das áreas alagáveis do rio Paracatu para expansão da atividade agrícola e a contaminação por pesticidas representam impactos adicionais. Em 2003, a lagoa temporária foi parcialmente destruída, sendo dividida ao meio para a construção de uma estrada e, posteriormente, o entorno foi convertido em pastagens. A área de ocupação (AOO) foi calculada em 4 km², com uma única localização e declínio continuado na área de ocupação e na qualidade do habitat. Por isso, H. auratus foi categorizada como Criticamente em Perigo (CR) pelo critério B2ab(ii,iii)."",""Sim"",""Sim"",""Minas Gerais"",""|Sudeste|"",""Cerrado"",""Sub-bacia São Francisco Médio"","""","""","""",""Não"",""Desconhecida"",""2 - Agropecuária e Aquacultura|2.1 - Culturas anuais e perenes não-madeireiras|2.1.4 - Agricultura de escala desconhecida 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.3 - Pecuária|2.3.4 - Pecuária em escala desconhecida 4 - Transportes e serviços de transmissão|4.1 - Estradas e ferrovias 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.2 - Represas e uso de água|7.2.3 - Captação de água de superfície - uso na agricultura 9 - Poluição|9.3 - Agropecuária e florestal|9.3.3 - Herbicidas e pesticidas"",""3 - Animais de estimação/ornamentais"",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação das Espécies Ameaçadas de Extinção da Fauna Aquática da Bacia do Rio São Francisco, Plano de Ação Nacional para a Conservação dos Peixes Rivulídeos Ameaçados de Extinção, Plano de Ação Nacional para a Conservação dos Peixes Rivulídeos Ameaçados de Extinção - 2º ciclo"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Actinopterygii"",""Cyprinodontiformes"",""Rivulidae"",""Hypsolebias"",""Hypsolebias notatus"",""Hypsolebias notatus"",""(Costa, Lacerda & Brasil, 1990)"",""Peixe anual, Peixe-da-chuva"",""Peixes Continentais"",""05/2019"",""Em Perigo"","""",""B2ab(ii,iii)"",""Hypsolebias notatus é endêmica do Brasil e ocorre em poças temporárias em várzeas na bacia do alto rio Tocantins, estado de Goiás. A principal ameaça identificada é a perda de hábitat por conversão dos biótopos para as atividades agropecuárias. A área de ocupação (AOO) foi calculada em 20 km2, com cinco localizações e declínio continuado na qualidade do hábitat e área de ocupação devido aos impactos da construção de rodovias e forte expansão agropecuária. Por isso, H. notatus foi categorizada como Em Perigo (EN) pelo critério B2ab(ii,iii)."",""Sim"",""Sim"",""Goiás"",""|Centro-Oeste|"",""Cerrado"",""Sub-bacia Tocantins Alto"","""",""ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL POUSO ALTO"","""",""Não"",""Declinando"",""2 - Agropecuária e Aquacultura|2.1 - Culturas anuais e perenes não-madeireiras|2.1.4 - Agricultura de escala desconhecida 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.3 - Pecuária|2.3.4 - Pecuária em escala desconhecida 4 - Transportes e serviços de transmissão|4.1 - Estradas e ferrovias 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.3 - Outras modificações nos ecossistemas"",""3 - Animais de estimação/ornamentais"",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação dos Peixes Rivulídeos Ameaçados de Extinção, Plano de Ação Nacional para a Conservação dos Peixes Rivulídeos Ameaçados de Extinção - 2º ciclo"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Actinopterygii"",""Cyprinodontiformes"",""Rivulidae"",""Hypsolebias"",""Hypsolebias picturatus"",""Hypsolebias picturatus"",""(Costa, 2000)"",""Peixe anual"",""Peixes Continentais"",""05/2019"",""Em Perigo"","""",""B1ab(iii)+2ab(iii)"",""Hypsolebias picturatus é endêmica do Brasil e conhecida de cinco alagados temporários no trecho médio do rio São Francisco, entre os municípios de Barra e Paratinga, no estado da Bahia. A principal ameaça à espécie é a perda e degradação do hábitat pela expansão da atividade agropecuária. Além disso, a pressão de coleta indiscriminada por aquaristas representa um impacto adicional. A extensão de ocorrência (EOO) foi calculada em 3.931 km2, a área de ocupação em 20 km2 , com cinco localizações e declínio continuado da qualidade do hábitat em função dos impactos identificados. Por isso, H. picturatus foi categorizada como Em Perigo (EN) pelos critérios B1ab(iii)+2ab(iii)."",""Sim"",""Sim"",""Bahia"",""|Nordeste|"",""Cerrado"",""Sub-bacia São Francisco Médio"","""","""","""",""Não"",""Desconhecida"",""2 - Agropecuária e Aquacultura|2.1 - Culturas anuais e perenes não-madeireiras|2.1.4 - Agricultura de escala desconhecida 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.3 - Pecuária|2.3.4 - Pecuária em escala desconhecida 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.3 - Captura intencional - comércio internacional 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.3 - Outras modificações nos ecossistemas"",""3 - Animais de estimação/ornamentais"",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação dos Peixes Rivulídeos Ameaçados de Extinção - 2º ciclo"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Reptilia"",""Squamata"",""Teiidae"",""Ameiva"",""Ameiva parecis"",""Ameiva parecis"",""(Colli, Costa, Garda, Kopp, Mesquita, Péres, Valdujo, Vieira & Wiederhecker, 2003)"",""Calango, Calanguinho"",""Répteis"",""04/2021"",""Em Perigo"","""",""B2ab(iii)"",""Ameiva parecis é endêmica do Brasil, com poucos registros de ocorrência, em enclaves de Cerrado, entre os estados de Rondônia e Mato Grosso. Sua extensão de ocorrência e área de ocupação foram estimadas em 5.069 e 244 km², respectivamente. A espécie ocorre em áreas abertas de solo arenoso, ambiente que vem sofrendo intensa pressão com o avanço de atividades agropecuárias em larga escala, principalmente soja, com intenso uso de agrotóxicos. Outra ameaça é o aumento da frequência e intensidade de incêndios. Essas ameaças provocam declínio continuado da qualidade de hábitat e, considerando a principal ameaça o avanço da agricultura, foram definidas quatro localizações. Não há registro da espécie em unidade de conservação. Por essas razões, Ameiva parecis foi avaliada como Em Perigo (EN), pelo critério B2ab(iii)."",""Sim"",""Sim"",""Mato Grosso, Rondônia"",""|Centro-Oeste|Norte|"",""Amazônia, Cerrado"",""Sub-bacia Madeira Sub-bacia Tapajós"","""","""","""","""",""Desconhecida"",""2 - Agropecuária e Aquacultura|2.1 - Culturas anuais e perenes não-madeireiras|2.1.3 - Agricultura agro-industrial 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.3 - Pecuária|2.3.3 - Pecuária agro-industrial 3 - Produção energética e mineração|3.3 - Energia renovável|3.3.1 - Hidrelétricas 4 - Transportes e serviços de transmissão|4.1 - Estradas e ferrovias 4 - Transportes e serviços de transmissão|4.8 - Hidrovias 9 - Poluição|9.3 - Agropecuária e florestal|9.3.3 - Herbicidas e pesticidas"","""",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para Conservação das Espécies Ameaçadas de Extinção da Ictiofauna, Herpetofauna e Primatas do Cerrado e Pantanal"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Actinopterygii"",""Cyprinodontiformes"",""Rivulidae"",""Melanorivulus"",""Melanorivulus vittatus"",""Melanorivulus vittatus"",""(Costa, 1989)"",""Peixe das nuvens, Peixe não-anual"",""Peixes Continentais"",""08/2021"",""Em Perigo"","""",""B1ab(i,ii,iii,iv,v)+2ab(i,ii,iii,iv,v)"",""Melanorivulus vittatus é endêmica do Brasil e com dois registros conhecidos em partes baixas da drenagem do rio Claro, bacia do alto rio Paraná, no estado de Goiás. Há dúvidas sobre a exata localização de sua localidade-tipo, que situa-se em algum ponto da rodovia que liga os municípios de Jataí e São Simão, talvez em trecho já não mais apropriado à sobrevivência da espécie. A extensão de ocorrência (EOO) atual foi calculada em 1.218 km² e a área de ocupação (AOO), em 156 km². Sabe-se que houve o declínio tanto da extensão de ocorrência quanto da área de ocupação. A principal ameaça que impacta a espécie é a agropecuária, que resultou na eliminação de 90% da cobertura de vegetação nativa original e consequente impacto nos cursos d'água da região. Considerando que a espécie só tem registro em duas pequenas microbacias, foram delimitadas duas localizações. Além disso, constata-se declínio continuado da qualidade de hábitat. Dessa forma, Melanorivulus vittatus foi categorizada como Em Perigo (EN) pelos critérios B1ab(i,ii,iii,iv,v)+2ab(i,ii,iii,iv,v)."",""Sim"",""Sim"",""Goiás"",""|Centro-Oeste|"",""Cerrado"",""Sub-bacia Paranaíba"","""","""","""",""Não"",""Desconhecida"",""2 - Agropecuária e Aquacultura|2.1 - Culturas anuais e perenes não-madeireiras|2.1.4 - Agricultura de escala desconhecida 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.3 - Pecuária|2.3.4 - Pecuária em escala desconhecida"","""",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação dos Peixes Rivulídeos Ameaçados de Extinção - 2º ciclo"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"",""550 , 600"",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Actinopterygii"",""Cyprinodontiformes"",""Rivulidae"",""Ophthalmolebias"",""Ophthalmolebias perpendicularis"",""Ophthalmolebias perpendicularis"",""(Costa, Nielsen & de Luca, 2001)"",""Peixe anual"",""Peixes Continentais"",""05/2019"",""Criticamente em Perigo"",""Não"",""B2ab(ii,iii)"",""Ophthalmolebias perpendicularis é endêmica do Brasil e conhecida apenas da localidade-tipo, uma poça temporária na bacia do rio Jequitinhonha, estado da Bahia. A principal ameaça identificada é a destruição do hábitat ocupado pela espécie, causada pela remoção da cobertura vegetal, originalmente Mata Atlântica, para a utilização em atividades agropecuárias. A espécie é sensível a alterações ambientais e o único registro foi em 2000, mesmo havendo esforço de amostragem posterior. A área de ocupação (AOO) foi calculada em 4 km², com uma única localização e declínio continuado da área de ocupação e qualidade do hábitat. Por isso, O. perpendicularis foi categorizada como Criticamente em Perigo (CR) pelo critério B2ab(ii,iii)."",""Sim"",""Sim"",""Bahia"",""|Nordeste|"",""Mata Atlântica"",""Sub-bacia Jequitinhonha"","""","""","""",""Não"",""Declinando"",""2 - Agropecuária e Aquacultura|2.1 - Culturas anuais e perenes não-madeireiras|2.1.4 - Agricultura de escala desconhecida 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.3 - Pecuária|2.3.4 - Pecuária em escala desconhecida 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.3 - Outras modificações nos ecossistemas"","""",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação dos Peixes Rivulídeos Ameaçados de Extinção, Plano de Ação Nacional para a Conservação dos Peixes Rivulídeos Ameaçados de Extinção - 2º ciclo"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Actinopterygii"",""Cyprinodontiformes"",""Rivulidae"",""Simpsonichthys"",""Simpsonichthys nigromaculatus"",""Simpsonichthys nigromaculatus"",""Costa, 2007"",""Peixe anual, Peixe-da-chuva, Peixe das nuvens"",""Peixes Continentais"",""05/2019"",""Vulnerável"","""",""D2"",""Simpsonichthys nigromaculatus é endêmica do Brasil e conhecida de uma única localidade na drenagem do rio Aporé, bacia do alto rio Paraná, estado de Goiás. A Área de Ocupação (AOO) foi calculada em 4 km², o que indica uma área de ocupação muito pequena. A ameaça potencial que pode levar a espécie à extinção é a degradação da qualidade do habitat devido ao intenso cultivo de culturas anuais na região, o que configura uma única localização. Portanto, Simpsonichthys nigromaculatus foi categorizada como Vulnerável (VU) pelo critério D2."",""Sim"",""Sim"",""Goiás"",""|Centro-Oeste|"",""Cerrado"",""Sub-bacia Paranaíba"","""","""","""",""Desconhecido"",""Desconhecida"",""2 - Agropecuária e Aquacultura|2.1 - Culturas anuais e perenes não-madeireiras|2.1.3 - Agricultura agro-industrial"","""",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação dos Peixes Rivulídeos Ameaçados de Extinção - 2º ciclo"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Actinopterygii"",""Cyprinodontiformes"",""Rivulidae"",""Pituna"",""Pituna brevirostrata"",""Pituna brevirostrata"",""(Costa, 2007)"",""Peixe anual, Peixe das nuvens"",""Peixes Continentais"",""05/2019"",""Criticamente em Perigo"",""Não"",""B2ab(iii)"",""Pituna brevirostrata é endêmica do Brasil, conhecida apenas da localidade-tipo, uma lagoa temporária na várzea do rio Meia Ponte, drenagem do rio Paranaíba, estado de Goiás, altamente descaracterizada pela urbanização de Goiânia. A Área de Ocupação (AOO) conhecida é de 4 km². A espécie ocorre em uma área sujeita a diversos impactos antrópicos, como a contaminação por lixo e esgoto. Outros impactos potenciais incluem obras estruturantes, como edificações, drenagens e aterros, com forte declínio da qualidade de hábitat. Apesar disso, a espécie tem sido registrada em sua localidade-tipo, sendo a última amostragem realizada em 2018. Considerando a urbanização como a principal ameaça, foi identificada uma localização. Portanto, Pituna brevirostrata foi categorizada como Criticamente em Perigo (CR) pelo critério B2ab(iii)."",""Sim"",""Sim"",""Goiás"",""|Centro-Oeste|"",""Cerrado"",""Sub-bacia Paranaíba"","""","""","""",""Não"",""Desconhecida"",""1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.1 - Expansão urbana 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.3 - Outras modificações nos ecossistemas 9 - Poluição|9.1 - Doméstica e urbana - escoamento de água|9.1.1 - Esgoto 9 - Poluição|9.4 - Lixo e resíduos sólidos|9.4.1 - Urbanos"","""",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação dos Peixes Rivulídeos Ameaçados de Extinção - 2º ciclo"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Arthropoda"",""Insecta"",""Zygoptera"",""Coenagrionidae"",""Aceratobasis"",""Aceratobasis mourei"","""",""(Santos, 1970)"",""Libélula"",""Invertebrados de Água Doce"",""05/2014"",""Em Perigo"","""",""B2ab(i,ii,iii)"",""Aceratobasis mourei é endêmica do Brasil ocorrendo em cinco localidades em dois municípios no Espírito Santo e com extensão de ocorrência (EOO) estimada em 1.950 km2. Essa espécie parece estar associada a ambientes florestais, o que permite estabelecer que a perda desse ambiente dentro de sua extensão de ocorrência tem efeito direto sobre sua manutenção na paisagem. Assim sua área de ocupação (AOO), considerando apenas a presença de remanescentes florestais dentro da extensão de ocorrência, foi estimada em 220 km2. Sua AOO encontra-se fragmentada pelo intenso processo de conversão para agricultura, plantios de Eucalipto e ambientes urbanizados onde a espécie não é capaz de persistir. As alterações nessa paisagem levam a uma severa perda de extensão e qualidade de habitat, representado uma ameaça direta sobre a população. A região de sua distribuição foi recentemente foco de estudos com intenso esforço amostral que resultaram na identificação apenas de poucas novas sub-populações o que pode indicar sua sensibilidade ao processo de fragmentação e perda de habitat na região. Considerando essa situação, Aceratobasis mourei foi categorizada como Em Perigo (EN), pelo critério B2ab(i,ii,iii)."",""Sim"",""Não"",""Espírito Santo"",""|Sudeste|"",""Mata Atlântica"",""Sub-bacia Litoral BA ES"",""REBIO do Córrego Grande"","""","""",""Desconhecido"",""Desconhecida"",""1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.1 - Expansão urbana 2 - Agropecuária e Aquacultura 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.2 - Silvicultura"","""","""","""","""","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Actinopterygii"",""Cyprinodontiformes"",""Rivulidae"",""Austrolebias"",""Austrolebias quirogai"","""",""Loureiro, Duarte & Zarucki, 2011"",""Peixe anual, Peixe das nuvens"",""Peixes Continentais"",""05/2019"",""Criticamente em Perigo"",""Não"",""B2ab(ii,iii)"",""Austrolebias quirogai ocorre no Brasil e Uruguai. No Brasil, habita alagados temporários da bacia do rio Jaguarão, no sistema da laguna dos Patos, no município de Aceguá, estado do Rio Grande do Sul. A Área de Ocupação (AOO) calculada é de 8 km². No Brasil, A. quirogai foi registrada em três localidades, sendo duas delas bastante próximas, o que permite caracterizar duas subpopulações. A principal ameaça para a espécie é a silvicultura, que está causando uma fragmentação severa de sua população no Brasil. Além disso, a espécie está sob declínio continuado de sua Área de Ocupação (AOO) e qualidade do hábitat. Portanto, Austrolebias quirogai foi categorizada como Criticamente em Perigo (CR) critério B2ab(ii,iii)."",""Não"",""Sim"",""Rio Grande do Sul"",""|Sul|"",""Pampa"",""Sub-bacia Litoral RS"","""","""","""",""Não"",""Desconhecida"",""2 - Agropecuária e Aquacultura|2.2 - Silvicultura|2.2.3 - Plantações em escala desconhecida"","""",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação dos Peixes Rivulídeos Ameaçados de Extinção - 2º ciclo"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Aves"",""Gruiformes"",""Rallidae"",""Laterallus"",""Laterallus xenopterus"",""Laterallus xenopterus"",""Conover, 1934"",""sanã-se-cara-ruiva"",""Aves"",""10/2018"",""Em Perigo"","""",""B2ab(ii,iii)"",""Laterallus xenopterus ocorre na Bolívia, Paraguai e Brasil";" em poucas localidades dos estados de Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, São Paulo, Minas Gerais, Goiás, Distrito Federal e Tocantins. É altamente sensível à degradação ambiental, em razão de sua grande especificidade de habitat. Ocupa capim natural denso com fina lâmina d’água, ambiente usualmente encontrado em nascentes do bioma Cerrado, especialmente em nascentes de veredas e de matas ciliares. Sua área de ocupação (AOO) foi calculada em 356 km², sua população é severamente fragmentada (indivíduos não se deslocam por longas distâncias fora do seu habitat) e há declínio continuado da área de ocupação e da qualidade do habitat (expansão da atividade pecuária, aumento do barramento e uso da água para irrigação). Dessa forma, L. xenopterus foi categorizado como Em Perigo (EN) pelo critério B2ab(ii,iii)."",""Não"",""Sim"",""Distrito Federal, Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, São Paulo, Tocantins"",""|Centro-Oeste|Norte|Sudeste|"",""Cerrado, Mata Atlântica"",""Sub-bacia Paraguai 03 Sub-bacia Paranaíba Sub-bacia Paranapanema Sub-bacia Paraná RH1 Sub-bacia São Francisco Alto Sub-bacia São Francisco Médio Sub-bacia Tietê Sub-bacia Tocantins Alto"",""APA Planalto Central, ESEC Serra Geral do Tocantins, PARNA de Brasília, RESEX Recanto das Araras de Terra Ronca"",""APA CORUMBATAí, BOTUCATU E TEJUPá PERIMETRO CORUMBATAí, APA DA BACIA DOS RIBEIRÕES DO GAMA E CABEÇA DE VEADO, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL SERRA GERAL DE GOIÁS, ESTAÇÃO ECOLÓGICA DE ITIRAPINA, ESTAçãO ECOLóGICA DE SANTA BáRBARA, RESERVA DE DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL VEREDAS DO ACARI"","""",""Não"",""Declinando"",""2 - Agropecuária e Aquacultura|2.1 - Culturas anuais e perenes não-madeireiras|2.1.4 - Agricultura de escala desconhecida 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.2 - Silvicultura|2.2.3 - Plantações em escala desconhecida 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.3 - Pecuária|2.3.4 - Pecuária em escala desconhecida 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.1 - Incêndios e supressão de incêndios|7.1.3 - Tendência desconhecida 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.2 - Represas e uso de água|7.2.11 - Represas (tamanho desconhecido) 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.2 - Represas e uso de água|7.2.3 - Captação de água de superfície - uso na agricultura 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.2 - Represas e uso de água|7.2.7 - Captação de água subterrânea - uso na agricultura"","""",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação das Aves do Cerrado e Pantanal, Plano de Ação Nacional para a Conservação das Aves do Cerrado e Pantanal - 2º ciclo"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;; "Animalia,""Chordata"",""Reptilia"",""Squamata"",""Amphisbaenidae"",""Amphisbaena"",""Amphisbaena nigricauda"","""",""Gans, 1966"",""cobra-de-duas-cabeças"",""Répteis"",""08/2014"",""Em Perigo"","""",""B1ab(iii)"",""Amphisbaena nigricauda é uma espécie endêmica do Brasil, fossorial, restrita à áreas de restinga da Mata Atlântica e conhecida de poucos exemplares. É conhecida de cinco localidades, nos estados do Espírito Santo e Bahia. A extensão de ocorrência calculada é de 4.947,9km2. Os ambientes de restinga estão sob forte pressão de degradação e fragmentação causadas pela especulação imobiliária, turismo, urbanização, extração ilegal de areia, construção de portos, grilagem de terra, dentre outros fatores, provavelmente causando também fragmentação severa da população, com interrupção do fluxo gênico entre as subpopulações, assim como declínio continuado da qualidade do habitat. Por essas razões, Amphisbaena nigricauda foi avaliada como Em Perigo (EN), pelo critério B1ab(iii)."",""Sim"",""Não"","""",""||"","""","""","""","""","""","""",""Desconhecida"",""1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.1 - Expansão urbana 1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.3 - Áreas de turismo e recreação 3 - Produção energética e mineração|3.2 - Mineração|3.2.1 - Extração de areia 4 - Transportes e serviços de transmissão|4.3 - Portos"","""","""","""","""","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Aves"",""Columbiformes"",""Columbidae"",""Columbina"",""Columbina cyanopis"",""Columbina cyanopis"",""(Pelzeln, 1870)"",""rolinha-do-planalto"",""Aves"",""10/2018"",""Criticamente em Perigo"",""Não"",""D"",""Columbina cyanopis ocorria originalmente em poucas localidades do centro-oeste do Brasil. Não houve registros documentados da espécie de 1940 a 2015, quando uma pequena população foi encontrada em Minas Gerais. Buscas recentes realizadas desde 2015 falharam em encontrar novos registros. Censos populacionais preliminares revelaram uma população conhecida inferior a 20 indivíduos. Assim, C. cyanopis foi categorizada como Criticamente em Perigo (CR) pelo critério D."",""Sim"",""Sim"",""Goiás, Mato Grosso, Minas Gerais, São Paulo"",""|Centro-Oeste|Sudeste|"",""Cerrado"",""Sub-bacia Jequitinhonha"","""","""","""",""Não"",""Desconhecida"",""2 - Agropecuária e Aquacultura|2.1 - Culturas anuais e perenes não-madeireiras|2.1.4 - Agricultura de escala desconhecida 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.2 - Silvicultura|2.2.3 - Plantações em escala desconhecida 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.3 - Pecuária|2.3.4 - Pecuária em escala desconhecida 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.1 - Incêndios e supressão de incêndios|7.1.3 - Tendência desconhecida"","""",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação das Aves Ameaçadas do Bioma Amazônia, Plano de Ação Nacional para a Conservação das Aves do Cerrado e Pantanal, Plano de Ação Nacional para a Conservação das Aves do Cerrado e Pantanal - 2º ciclo"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Arthropoda"",""Insecta"",""Lepidoptera"",""Nymphalidae"",""Dasyophthalma"",""Dasyophthalma delanira"",""Dasyophthalma rusina delanira"",""Hewitson, 1862"",""Borboleta"",""Invertebrados Terrestres"",""08/2021"",""Em Perigo"","""",""B1ab(iii)+2ab(iii)"",""Dasyophthalma delanira é endêmica do Brasil, registrada apenas nos municípios de Nova Friburgo e Cachoeiras de Macacu, Rio de Janeiro. Sua extensão de ocorrência (EOO) é estimada em pouco mais de 100 km2 e sua AOO é calculada em 80 km2. A área de distribuição da espécie é afetada pela ocupação urbana que promove redução, fragmentação e declínio da qualidade do habitat remanescente utilizado pela espécie. A região também é frequentemente impactada pelo fogo, considerada sua principal ameaça, apresentando três localizações. Por esses motivos, Dasyophthalma delanira foi categorizada como Em Perigo (EN), pelos critérios B1ab(iii)+2ab(iii)."",""Sim"",""Sim"",""Rio de Janeiro"",""|Sudeste|"",""Mata Atlântica"",""Sub-bacia Litoral RJ Sub-bacia Paraíba do Sul"","""",""ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL DA BACIA DO RIO MACACU"","""",""Desconhecido"",""Desconhecida"",""1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.1 - Expansão urbana 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.1 - Incêndios e supressão de incêndios|7.1.1 - Aumento da frequência/intensidade de incêndios"","""",""Plano de Ação Nacional (PAN), Proteção de recursos/habitat"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação de Lepidópteros"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Arthropoda"",""Insecta"",""Coleoptera"",""Carabidae"",""Coarazuphium"",""Coarazuphium ricardoi"",""Coarazuphium ricardoi"",""Bená & Vanin, 2014"","""",""Invertebrados Terrestres"",""05/2018"",""Criticamente em Perigo"",""Não"",""B2ab(iii)"",""Coarazuphium ricardoi é endêmica do Brasil, conhecida apenas da localidade-tipo, a Gruta do Varzeão, município de Doutor Ulysses, Paraná. A gruta é extensa, com mais de 2.000 metros de desenvolvimento, e a área de ocupação da espécie é estimada em menos de 10km2. É conhecida somente do material-tipo. A espécie foi registrada somente no interior da caverna, a cerca de 30 metros de sua entrada. A gruta não se encontra em área protegida e a visitação desordenada representa ameaça. Além disso, seu entorno encontra-se bastante alterado, principalmente por plantações de Pinnus, e ela está localizada em polígono minerário com requerimento de lavra. Considerando apenas uma localização, Coarazuphium ricardoi foi categorizada como Criticamente em Perigo (CR) pelo critério B2ab(iii)."",""Sim"",""Sim"",""Paraná"",""|Sul|"",""Mata Atlântica"",""Sub-bacia Litoral RJ SP"","""","""","""",""Não"",""Desconhecida"",""2 - Agropecuária e Aquacultura|2.2 - Silvicultura|2.2.2 - Plantações agro-industriais 6 - Distúrbios humanos|6.1 - Atividades recreacionais/turísticas"","""",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação das Cavernas do Brasil"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Aves"",""Charadriiformes"",""Burhinidae"",""Burhinus"",""Burhinus bistriatus"",""Burhinus bistriatus"",""(Wagler, 1829)"",""téu-téu-da-savana"",""Aves"",""08/2018"",""Vulnerável"","""",""A3c"",""Burhinus bistriatus distribui-se esparsamente pelo México, Costa Rica, Hispaniola, norte da Colômbia, Venezuela, Guiana e extremo norte do Brasil. É vítima frequente de atropelamento em estradas, especialmente à noite. No estado do Amapá e Roraima, a área de ocorrência da espécie esta sendo convertida em soja, plantação de eucalipto, fogo e extração de areia, o que reduz a área de nidificação e de vida da espécie. A partir da perda e degradação do seu habitat devido ao avanço da agricultura, fogo e extração de areia, projeta-se um declínio populacional de pelo menos 30% nos próximos 30 anos (três gerações), baseado no declínio na qualidade do habitat. Por isso, B. bistriatus foi categorizada como Vulnerável (VU) pelo critério A3c."",""Não"",""Sim"",""Amapá, Pará, Roraima"",""|Norte|"",""Amazônia"",""Sub-bacia Amapá Litoral Sub-bacia Foz Amazonas Sub-bacia Negro Sub-bacia Tocantins Baixo"",""ESEC de Maracá"","""",""RPPN Aldeia Ekinox, RPPN Retiro Boa Esperança"",""Não"",""Declinando"",""2 - Agropecuária e Aquacultura|2.1 - Culturas anuais e perenes não-madeireiras|2.1.4 - Agricultura de escala desconhecida 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.2 - Silvicultura|2.2.3 - Plantações em escala desconhecida 3 - Produção energética e mineração|3.2 - Mineração|3.2.1 - Extração de areia 4 - Transportes e serviços de transmissão|4.2 - Atropelamentos 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.1 - Incêndios e supressão de incêndios|7.1.1 - Aumento da frequência/intensidade de incêndios"","""",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação das Aves Ameaçadas do Bioma Amazônia - 2º ciclo"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022, CITES - Anexo III"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Actinopterygii"",""Characiformes"",""Crenuchidae"",""Characidium"",""Characidium vestigipinne"","""",""Buckup & Hahn, 2000"","""",""Peixes Continentais"",""05/2013"",""Criticamente em Perigo"",""Não"",""B2ab(iii)"",""Characidium vestigipinne é conhecida de apenas uma localidade no estado do Rio Grande do Sul, nas cabeceiras do rio Caraguatá, bacia do rio Uruguai, no município de Coxilha, Brasil. O último registro foi em 1997, apesar de vários esforços de coleta posteriores. A Área de Ocupação (AOO) calculada foi de 4 km², sendo tomada pelo cultivo de soja. A expansão do cultivo de soja é uma ameaça iminente que configura a área de ocupação da espécie como uma única localização (a), com declínio continuado na qualidade do habitat (biii). Portanto, a espécie foi categorizada como Criticamente em Perigo (CR) segundo os critérios B2ab(iii)."",""Sim"",""Não"",""Rio Grande do Sul"",""|Sul|"",""Mata Atlântica"",""Sub-bacia Uruguai Alto"","""","""","""",""Desconhecido"",""Desconhecida"","""","""","""","""","""","""",""""";;;;;; "Animalia,""Arthropoda"",""Arachnida"",""Amblypygi"",""Charinidae"",""Charinus"",""Charinus acaraje"","""",""Pinto-da-Rocha, Machado & Weygoldt, 2002"",""Aranha-chicote"",""Invertebrados Terrestres"",""03/2014"",""Vulnerável"","""",""D2"",""Charinus acaraje é endêmica do Brasil, conhecida somente da localidade-tipo, a Gruta Pedra do Sino, no município de Santa Luzia, BA. O exemplar foi coletado na zona afótica da caverna, e com base nas características morfológicas, trata-se de uma espécie cavernícola, mas não se sabe se é troglóbia. A caverna está inserida na Mata Atlântica em área com intensa ação antrópica, que provoca desmatamento e fragmentação, comprometendo a qualidade do ambiente onde a espécie ocorre. Considerando apenas uma localização, e a vulnerabilidade das espécies de caverna, C acarajé foi categorizada como Vulnerável (VU) pelo critério D2."",""Sim"",""Não"",""Bahia"",""|Nordeste|"",""Mata Atlântica"",""Sub-bacia Contas"","""","""","""",""Não"",""Desconhecida"","""","""","""","""","""","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Reptilia"",""Squamata"",""Viperidae"",""Bothrops"",""Bothrops pirajai"","""",""Amaral, 1923"",""jararacuçu-tapete"",""Répteis"",""04/2012"",""Em Perigo"","""",""B1ab(iii)"",""Bothrops pirajai é endêmica do Brasil, típica de Mata Atlântica, ocorrendo em matas ombrófilas densas no sul do estado da Bahia, entre a região cacaueira de Itabuna e Ilhéus até o sul do Recôncavo Baiano, com extensão de ocorrência calculada de 4.639 km2. Essa área coincide com uma região de intensa exploração agrícola e turística. As florestas onde a espécie ocorre continuam sendo alteradas ou removidas, principalmente para assentamentos na região central da sua distribuição. A maior parte da área de ocorrência conhecida de B. pirajai abrange a zona cacaueira do sudeste da Bahia. Considerando todas essas alterações no ambiente natural e que a espécie é especialista de habitat, supõe-se que sua população esteja severamente fragmentada, isolada geográfica e geneticamente. Por essas razões, Bothrops pirajai foi categorizada como Em Perigo (EN), pelo critério B1ab(iii)."",""Sim"",""Não"","""",""||"","""","""","""","""","""","""",""Desconhecida"",""1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.4 - Assentamentos rurais 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.1 - Culturas anuais e perenes não-madeireiras"","""","""","""","""","""",""""";;;;;; "Animalia,""Brachiopoda"",""Rhynchonellata"",""Terebratulida"",""Bouchardiidae"",""Bouchardia"",""Bouchardia rosea"","""",""(Mawe, 1823)"",""braquiópode"",""Invertebrados Marinhos"",""10/2014"",""Em Perigo"","""",""A2b"",""Bouchardia rosea é uma espécie marinha endêmica do Brasil, ocorrendo entre o Espírito Santo e o Chuí (RS), entre zero e 550 m de profundidade. No passado, foi o braquiópode mais comum na plataforma continental brasileira. A grande escassez de exemplares vivos indica um recente declínio das populações locais, principalmente na plataforma interna do estado de São Paulo, onde estudo recente avaliou um decréscimo de 99,9% da subpopulação. Considerando a distribuição no Brasil, suspeita-se que a espécie tenha sofrido redução de pelo menos 50%. Por estes motivos, a espécie é categorizada como Em Perigo (EN), segundo o critério A2b."",""Sim"",""Não"",""Espírito Santo, Paraná, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, São Paulo"",""|Sudeste|Sul|"",""Sistema Costeiro-Marinho"","""","""","""","""",""Não"",""Declinando"",""12 - Outras ameaças 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.3 - Outras modificações nos ecossistemas 9 - Poluição"","""","""","""","""","""",""0 , 485""";;;;;; "Animalia,""Arthropoda"",""Insecta"",""Coleoptera"",""Ciidae"",""Ceracis"",""Ceracis cassumbensis"","""",""Antunes-Carvalho & Lopes-Andrade, 2011"","""",""Invertebrados Terrestres"",""10/2014"",""Em Perigo"","""",""B1ab(iii)"",""Ceracis cassumbensis é conhecida somente da localidade-tipo (Ilha da Cassumba) no município de Caravelas, Bahia. A ilha possui aproximadamente 120 Km2 e coletas recentes na região, incluindo o continente, não localizaram a espécie em outras localidades. A principal ameaça é a possível presença de espécies invasoras na ilha, que são fortes competidores. Além disso, a ilha possui uma vegetação única que é difícil de ser encontrada em outras localidades e que vem sendo afetada pela expansão do turismo. Considerando a área da ilha como a extensão de ocorrência da espécie e apenas uma localização, Ceracis cassumbensis foi categorizada como Em Perigo (EN) pelo critério B1ab(iii)."",""Sim"",""Não"",""Bahia"",""|Nordeste|"",""Mata Atlântica"",""Sub-bacia Litoral BA ES"",""RESEX Cassurubá"",""ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL PONTA DA BALEIA / ABROLHOS"","""",""Não"",""Desconhecida"","""","""","""","""","""","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Actinopterygii"",""Cyprinodontiformes"",""Poeciliidae"",""Cnesterodon"",""Cnesterodon iguape"","""",""Lucinda, 2005"",""Guarú-de-apiaí"",""Peixes Continentais"",""11/2013"",""Criticamente em Perigo"",""Não"",""B2ab(iii)"",""Cnesterodon iguape é uma espécie rara e da qual são conhecidos somente 12 exemplares capturados na localidade-tipo, que é um pequeno riacho em área de mineração de cal no município de Apiaí, no Vale do Ribeira, no estado de São Paulo, Brasil. Apesar da região do Ribeira de Iguape ser relativamente bem amostrada, a espécie não foi registrada após a coleta do material-tipo em 1999. Com base nesse único registro, a Área de Ocupação (AOO) foi calculada em 4 km² (um registro multiplicado por gride de 4 km²) (CR B2). Considerando a mineração como a principal ameaça à espécie, é possível caracterizar uma única localização (a=1) e que a mesma acarreta no declínio continuado da qualidade do hábitat (biii) da espécie. Portanto, Cnesterodon iguape foi avaliada como Criticamente em Perigo (CR) pelos critérios B2ab(iii)."",""Sim"",""Não"",""Rio Grande do Sul, São Paulo"",""|Sudeste|Sul|"",""Mata Atlântica, Pampa"",""Sub-bacia Litoral RJ SP Sub-bacia Litoral RS"","""","""","""",""Desconhecido"",""Desconhecida"","""","""","""","""","""","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Reptilia"",""Squamata"",""Tropiduridae"",""Eurolophosaurus"",""Eurolophosaurus amathites"","""",""(Rodrigues, 1984)"","""",""Répteis"",""10/2013"",""Em Perigo"","""",""B1ab(iii)"",""Eurolophosaurus amathites é endêmica do Brasil, ocorrendo apenas no estado da Bahia, em ambientes de dunas na margem esquerda do rio São Francisco, no bioma Caatinga. Com base na biologia da espécie e disponibilidade de seus micro-habitat, infere-se que sua extensão de ocorrência seja próxima à área da duna, em torno de 5.000km2. A espécie é conhecida de três localidades na mesma duna, que é ameaçada com a retirada de areia, correspondendo a uma única localização. Essa atividade, associada ao pisoteio, retirada de lenha e agricultura, causam a desestabilização da duna e declínio contínuo da qualidade do habitat. Por essas razões, Eurolophosaurus amathites foi categorizada como Em Perigo (EN), pelo critério B1ab(iii)."",""Sim"",""Não"","""",""||"","""","""","""","""","""","""",""Desconhecida"","""","""","""","""","""","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Actinopterygii"",""Perciformes"",""Cichlidae"",""Crenicichla"",""Crenicichla empheres"","""",""Lucena, 2007"",""Joana"",""Peixes Continentais"",""05/2013"",""Vulnerável"","""",""B1ab(ii,iii)"",""Crenicichla empheres é restrita ao alto rio Uruguai e rio Chapecó, nos estados de Santa Catarina e Rio Grande do Sul, Brasil. É uma espécie descrita recentemente (2007), com três registros em coleções, embora toda a região do alto Uruguai seja bem amostrada. Está associada a ambientes de corredeiras, em uma região bastante comprometida por barramentos atuais e previstos. A Extensão de Ocorrência (EOO) calculada foi de 6.497 km² (B1), considerando os registros conhecidos até o momento. A formação de reservatórios em cascata no alto rio Uruguai tem alterado os hábitats preferenciais da espécie (bii e iii). Até o momento existem cinco usinas hidrelétricas na área onde a espécie foi registrada. Considerando a instalação de empreendimentos hidrelétricos como a principal ameaça, foram identificadas duas localizações (a) (1 = a montante da barragem da UHE Machadinho no rio Forquilha"; 2 = a montante de 4 barragens;" Quebra Queixo, Santa Luíza Alto, Ludesa e Foz do Chapecó, rio Chapecó, Santa Catarina). Além disso, existem projetos em prospecção de pelo menos seis outros empreendimentos hidrelétricos nessa área, tornando a população da espécie severamente fragmentada. Portanto, Crenicichla empheres foi avaliada na categoria Vulnerável (VU) pelo critério B1ab(ii,iii)."",""Sim"",""Não"",""Rio Grande do Sul, Santa Catarina"",""|Sul|"",""Mata Atlântica"",""Sub-bacia Uruguai Alto"","""","""","""",""Desconhecido"",""Desconhecida"","""","""","""","""","""","""",""""";;;; "Animalia,""Arthropoda"",""Insecta"",""Hymenoptera"",""Formicidae"",""Dinoponera"",""Dinoponera lucida"","""",""Emery, 1901"",""formiga, Formiga"",""Invertebrados Terrestres"",""05/2014"",""Em Perigo"","""",""B2ab(ii,iii,iv)"",""Dinoponera lucida é uma espécie endêmica do Corredor Central da Mata Atlântica, que se estende do sul da Bahia até o Espírito Santo além de pequenas áreas de floresta isolada do leste de Minas Gerais. A área de ocupação (AOO) foi calculada em 156 km², e a fragmentação de habitat em decorrência da ação antrópica (agricultura, silvicultura, produção de carvão, pecuária) resulta no isolamento de populações, visto que elas se tornam incapazes de colonizar à distância. O sistema de reprodução da espécie agrava a situação de conservação, pois as novas colônias são produzidas a partir da fissão de colônias estabelecidas, tornando sua distribuição agregada e estimulando o aumento da taxa de endogamia entre colônias. Isso tem levado a extinções locais da espécie (subpopulações), principalmente no sul da Bahia e no nordeste de Minas Gerais, onde a perda e a fragmentação de habitat são mais expressivas. Portanto, D. lucida foi categorizada como Em Perigo (EN), pelo critério B2ab(ii,iii,iv)."",""Sim"",""Não"",""Bahia, Espírito Santo"",""|Nordeste|Sudeste|"",""Mata Atlântica"",""Sub-bacia Doce Sub-bacia Litoral BA ES Sub-bacia Litoral ES"",""FLONA de Goytacazes, PARNA do Monte Pascoal, PARNA do Pau Brasil, REBIO de Sooretama"",""PARQUE ESTADUAL DA FONTE GRANDE"","""","""",""Desconhecida"",""11 - Mudanças e extremos climáticos|11.1 - Mudança/alteração de habitat"","""","""","""","""","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Aves"",""Passeriformes"",""Rhynchocyclidae"",""Poecilotriccus"",""Poecilotriccus albifacies"",""Poecilotriccus albifacies"",""(Blake, 1959)"",""ferreirinho-de-cara-branca"",""Aves"",""08/2018"",""Vulnerável"","""",""B1ab(iii)"",""Poecilotriccus albifacies ocorre no Brasil, Peru e Bolívia. Considerando que seu habitat restringe-se a tabocais, e que a espécie é rara e de distribuição local, sua extensão de ocorrência foi calculada em 7.535 km2. Além disso, a população está severamente fragmentada e existe um declínio continuado na qualidade do habitat em função da expansão agropecuária e a degradação florestal. Não há alteração de categoria levando em consideração o ajuste regional. Dessa forma, P. albifacies foi categorizada como Vulnerável (VU) pelo critério B1ab(iii)."",""Não"",""Sim"",""Acre"",""|Norte|"",""Amazônia"",""Sub-bacia Purus"",""RESEX Cazumbá-Iracema"","""","""",""Não"",""Declinando"",""2 - Agropecuária e Aquacultura|2.1 - Culturas anuais e perenes não-madeireiras|2.1.4 - Agricultura de escala desconhecida 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.3 - Pecuária|2.3.4 - Pecuária em escala desconhecida 3 - Produção energética e mineração|3.1 - Extração de petróleo e gás natural 3 - Produção energética e mineração|3.2 - Mineração|3.2.1 - Extração de areia 4 - Transportes e serviços de transmissão|4.1 - Estradas e ferrovias 5 - Uso de recursos biológicos|5.3 - Extração florestal|5.3.5 - Motivação desconhecida"","""",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação das Aves Ameaçadas do Bioma Amazônia - 2º ciclo"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Annelida"",""Polychaeta"",""Eunicida"",""Onuphidae"",""Diopatra"",""Diopatra cuprea"","""",""(Bosc, 1802)"","""",""Invertebrados Marinhos"",""10/2014"",""Vulnerável"","""",""A2b"",""Diopatra cuprea é muito provavelmente um complexo de espécies, mas está sendo considerada como uma entidade específica para efeitos de avaliação. A espécie apresenta uma distribuição geográfica muito ampla, praticamente cosmopolita. Foi observada uma queda de cerca de 90% na abundância populacional nos últimos dez anos na região litorânea dos estados de São Paulo, Rio de Janeiro e Santa Catarina. Considerando a distribuição no Brasil, suspeita-se que a população tenha sofrido redução de pelo menos 30%. Por estes motivos D. cuprea, é categorizada como Vulnerável (VU), segundo o critério A2b."",""Não"",""Não"","""",""||"",""Caatinga, Mata Atlântica, Sistema Costeiro-Marinho"","""",""APA Cairuçu, PARNA da Serra da Bocaina"",""PARQUE ESTADUAL DA SERRA DO MAR"","""",""Não"",""Desconhecida"",""12 - Outras ameaças 4 - Transportes e serviços de transmissão|4.1 - Estradas e ferrovias 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos"",""2 - Alimentação animal 4 - Caça/pesca esportiva"","""","""","""","""",""0 , 31""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Aves"",""Passeriformes"",""Icteridae"",""Cacicus"",""Cacicus koepckeae"",""Cacicus koepckeae"",""Lowery & O`Neill, 1965"",""tecelão-do-acre"",""Aves"",""08/2018"",""Vulnerável"","""",""D2"",""Cacicus koepckeae ocorre predominantemente no sudeste do Peru. Há um único registro no Brasil, no Parque Estadual Chandless, no Acre. Acredita-se que este registro represente uma população no extremo nordeste da distribuição global da espécie. A ampliação da malha viária que liga Santa Rosa do Purus-AC ao Peru é uma ameaça plausível. Não há alteração de categoria levando em consideração o ajuste regional. Dessa forma, C. koepckeae foi categorizada como Vulnerável (VU) D2."",""Não"",""Sim"",""Acre"",""|Norte|"",""Amazônia"",""Sub-bacia Purus"","""",""PARQUE ESTADUAL CHANDLESS"","""",""Não"",""Declinando"",""4 - Transportes e serviços de transmissão|4.1 - Estradas e ferrovias"","""",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação das Aves Ameaçadas do Bioma Amazônia - 2º ciclo"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Arthropoda"",""Insecta"",""Lepidoptera"",""Nymphalidae"",""Napeogenes"",""Napeogenes rhezia rhezia"","""",""(Geyer, 1834)"",""Borboleta"",""Invertebrados Terrestres"",""11/2010"",""Criticamente em Perigo"",""Não"",""B2ab(iii,iv,v)c(iv)"",""Napeogenes rhezia rhezia ocorre em bolsões de umidade em Mata Atlântica no sul da Bahia. Sua extensão de ocorrência foi estimada em 12.600 km2 , porém, existem apenas quatro populações conhecidas, e sua área de ocupação é estimada em menos do que 10 km2 . As densidades populacionais são muito baixas na natureza, e sua região de ocorrência tem sido bastante impactada por desmatamento e conversão de habitat. O táxon apresenta grandes flutuações populacionais interanuais que, aliadas à intensa fragmentação do ambiente no sul da Bahia, impõem uma condição de alto risco à extinção das populações locais. Portanto, N. r. rhezia foi categorizada como Criticamente em Perigo (CR), segundo o critério B2ab(ii,iii,iv)c(iv)."",""Sim"",""Não"",""Bahia"",""|Nordeste|"",""Mata Atlântica"",""Sub-bacia Contas"","""","""","""",""Desconhecido"",""Desconhecida"","""","""",""Criação de áreas protegidas, Proteção de recursos/habitat"","""","""","""",""""";;;;;; "Animalia,""Arthropoda"",""Insecta"",""Lepidoptera"",""Crambidae"",""Parapoynx"",""Parapoynx restingalis"","""",""Da Silva & Nessimian, 1990"",""Mariposa"",""Invertebrados Terrestres"",""08/2014"",""Vulnerável"","""",""B1ab(ii,iii)"",""Parapoynx restingalis é endêmico de áreas de restinga da Mata Atlântica do Brasil, sendo conhecido de três localidades, Maricá (RJ), Arraial do Cabo (RJ) e Nova Viçosa (BA). Além destes, há novos registros de ocorrência com localidades imprecisas para o Espírito Santo. Considerando que os registros conhecidos estão localizados exclusivamente em áreas de restinga, a área de ocupação foi calculada em cerca de 700 km². As restingas vem sofrendo processo histórico de degradação e conversão de áreas devido principalmente a ocupações desordenadas de áreas costeiras, levando à fragmentação severa da população e ao declínio continuado na qualidade do habitat e da área de ocupação. Portanto, Parapoynx restingalis foi categorizada como Vulnerável (VU) pelos critérios B2 ab (ii, iii)."",""Sim"",""Não"","""",""||"","""","""",""RESEX Arraial do Cabo"","""","""",""Desconhecido"",""Desconhecida"",""1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.1 - Expansão urbana"","""","""","""","""","""",""""";;;;;; "Animalia,""Arthropoda"",""Insecta"",""Lepidoptera"",""Hesperiidae"",""Drephalys"",""Drephalys miersi"","""",""Mielke, 1968"",""Borboleta, Diabinha"",""Invertebrados Terrestres"",""11/2010"",""Em Perigo"","""",""B1ab(ii,iii)+2ab(ii,iii)"",""Drephalys miersi é uma espécie de Mata Atlântica. É considerada rara, tendo sido registrada apenas em duas localidades em áreas não protegidas, consideradas como duas localizações. Em Joinville, ao ladodo morro onde a espécie ocorre, existe uma plantação de bananas que faz uso de defensivos agrícolas, prática com grande potencial de impactar negativamente essa espécie e outros insetos. Sua extensão deocorrência é menor do que 5.000 km² e sua área de ocupação é menor do que 500 km². O desmatamento e a destruição de habitat são grandes ameaças à espécie, que tem sofrido com a diminuição da sua áreade ocupação e qualidade do habitat. Portanto, D. miersi foi categorizada como Em Perigo (EN), segundo os critérios B1ab(ii,iii)+2ab(ii,iii)."",""Sim"",""Não"","""",""||"","""","""","""","""","""",""Desconhecido"",""Desconhecida"","""","""",""Conscientização/comunicação, Proteção de recursos/habitat"","""","""","""",""""";;;;;; "Animalia,""Arthropoda"",""Insecta"",""Lepidoptera"",""Hesperiidae"",""Drephalys"",""Drephalys mourei"","""",""Mielke, 1968"",""Borboleta, Diabinha"",""Invertebrados Terrestres"",""11/2010"",""Criticamente em Perigo"",""Não"",""B2ab(ii,iii,iv)"",""Drephalys mourei é uma espécie rara da Mata Atlântica registrada em apenas três localidades. Sua área de ocupação é menor do que 10 km². Uma das localidades, um fragmento de mata em Niterói (RJ), está severamente ameaçado pela ocupação humana, onde acredita-se que a espécie não esteja mais presente. A localidade em Joinville (SC) está ameaçada pelo uso de defensivos agrícolas em seu entorno.O desmatamento, a diminuição de sua área de ocupação e a destruição e degradação de habitat são grandes ameaças à espécie. Portanto, D. mourei foi categorizada como Criticamente em Perigo (CR), segundo o critério B2ab(ii,iii,iv)."",""Sim"",""Não"","""",""||"","""","""","""","""","""",""Desconhecido"",""Desconhecida"",""1 - Desenvolvimento residencial e comercial"","""",""Conscientização/comunicação, Proteção de recursos/habitat"","""","""","""",""""";;;;;; "Animalia,""Arthropoda"",""Insecta"",""Odonata"",""Libellulidae"",""Elasmothemis"",""Elasmothemis schubarti"","""",""(Santos, 1945)"",""Libélula"",""Invertebrados de Água Doce"",""05/2014"",""Em Perigo"","""",""B2ab(i,ii,iii)"",""Elasmothemis schubarti é endêmica do Brasil sendo conhecida de quatro localidades nos estados de São Paulo e Rio de Janeiro. É uma espécie de distribuição restrita, com extensão de ocorrência (EOO) estimada em 9.400 km² e área de ocupação (AOO) estimada em 450 km², na forma de remanescentes florestais dentro da extensão de ocorrência. Considerando a intensidade de perda de habitat com conversão para agricultura e urbanização dentro da extensão de ocorrência, conclui-se que sua população está severamente fragmentada com declínio continuado da área de ocupação e de qualidade de habitat. Além disso, não existem registros recentes de sua ocorrência. Por essas razões, Elasmothemis schubarti foi categorizada como Em Perigo (EN), pelo critério B2ab(i,ii,iii)."",""Sim"",""Não"",""Rio de Janeiro, São Paulo"",""|Sudeste|"",""Mata Atlântica"",""Sub-bacia Grande Sub-bacia Paraíba do Sul Sub-bacia Paraná RH1 Sub-bacia Tietê"","""","""",""RPPN Fazenda Suspiro"","""",""Desconhecida"",""1 - Desenvolvimento residencial e comercial 1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.1 - Expansão urbana 2 - Agropecuária e Aquacultura"","""","""","""","""","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Actinopterygii"",""Elopiformes"",""Megalopidae"",""Megalops"",""Megalops atlanticus"",""Megalops atlanticus"",""Valenciennes, 1847"",""amaripim, camburupu, camurupim, cangôa, cangurupi, pema, pirapema, pomboca, tarpão"",""Peixes Marinhos (ósseos)"",""04/2022"",""Vulnerável"","""",""A2abde"",""Megalops atlanticus é uma espécie pelágica encontrada em baías, estuários e áreas rasas da plataforma continental, no Atlântico ocidental e oriental. Na porção ocidental, ocorre desde os Estados Unidos até a Argentina, possivelmente constituindo uma única população. No Brasil, a espécie é afetada pela degradação de ambientes costeiros ao longo de sua distribuição, além de ser mais intensamente pescada nas regiões Norte e Nordeste, onde é mais frequente e abundante. Os desembarques pesqueiros nestas regiões, em um período de 38 anos no passado, que equivale a três gerações, indicam um claro declínio nas capturas (ca. 50%), oscilando entre 1700t a partir de meados da década de 1980 , passando para cerca de 800 t em meados da década de 2010. Como esta taxa de redução foi calculada a partir de dados oriundos de desembarques de parte considerável de sua distribuição e de abundância, no Brasil, suspeita-se que esteja relacionada a um declínio no tamanho populacional de pelo menos 30%. Por esses motivos, Megalops atlanticus foi categorizada como Vulnerável (VU) pelos critérios A2abde."",""Não"",""Sim"",""Alagoas, Amapá, Bahia, Ceará, Espírito Santo, Maranhão, Pará, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, São Paulo, Sergipe"",""|Nordeste|Norte|Sudeste|"",""Sistema Costeiro-Marinho"","""",""APA Barra do Rio Mamanguape, APA Costa das Algas, APA Delta do Parnaíba, RESEX Acaú-Goiana, RESEX Marinha de Caeté-Taperaçu, RESEX Prainha do Canto Verde"",""APA MARINHA DO LITORAL CENTRO, APA MARINHA DO LITORAL SUL, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL BAÍA DE TODOS OS SANTOS, ÁREA DE PROTEçãO AMBIENTAL DA BAIXADA MARANHENSE, ÁREA DE PROTEçãO AMBIENTAL DAS REENTRâNCIAS MARANHENSES, ÁREA DE PROTEçãO AMBIENTAL DE UPAON-AçU / MIRITIBA / ALTO PREGUIçAS, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL DO CATOLÉ E FERNÃO VELHO, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL PONTA DA BALEIA / ABROLHOS"","""",""Sim"",""Declinando"",""11 - Mudanças e extremos climáticos|11.1 - Mudança/alteração de habitat 1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.1 - Expansão urbana 5 - Uso de recursos biológicos|5.1 - Caça e captura de animais terrestres ou marinhos|5.1.1 - Caça/captura intencional (a espécie é o alvo)|5.1.1.4 - Esportiva 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.1 - Captura intencional - subsistência/pequena escala 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.2 - Captura intencional - larga escala|5.4.2.1 - Armadilhas 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.2 - Captura intencional - larga escala|5.4.2.2 - Linha de mão 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.2 - Captura intencional - larga escala|5.4.2.6 - Arrasto 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.2 - Captura intencional - larga escala|5.4.2.7 - Emalhe 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.3 - Outras modificações nos ecossistemas 9 - Poluição|9.2 - Industrial|9.2.3 - Contaminação por metais pesados"",""1 - Alimentação humana"",""Manejo de espécies, Manejo/ordenamento de caça/pesca, Proteção de locais/áreas"","""",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""0 , 40""";;;;;; "Animalia,""Mollusca"",""Gastropoda"",""Littorinimorpha"",""Strombidae"",""Eustrombus"",""Eustrombus goliath"","""",""(Schröter, 1805)"","""",""Invertebrados Marinhos"",""11/2010"",""Vulnerável"","""",""A2cd"",""Eustrombus goliath é uma espécie endêmica do Brasil, encontrada do Ceará a Bahia e no Arquipélago de Abrolhos, ocorrendo em substratos lamosos ou areno-lamosos desde a região entre marés até 50 m de profundidade. É uma espécie comestível, sua concha é amplamente utilizada em artesanatos e é particularmente sensível à destruição do seu habitat. A espécie é capturada e seu habitat vem sofrendo grande impacto antrópico. Nos estados do Ceará, Rio Grande do Norte e Bahia (que representam 70% de sua área de distribuição), observa-se o desaparecimento da espécie na faixa entre zero e 20 m de profundidade (40% da área de ocorrência da espécie na plataforma continental). Considerando que existe uma relação direta espécie-habitat, infere-se uma queda populacional de pelo menos 45% em toda distribuição geográfica da espécie nos últimos 15 anos. Destaca-se que esta estimativa é conservadora, pelo fato da distribuição não ser homogênea ao longo da plataforma, e a faixa entre 0 a 20 m representar uma área muito maior da plataforma continental do que a faixa entre 20 e 50 m de profundidade. Por essas razões, Eustrombus goliath foi categorizada como Vulnerável (VU), pelo critério A2cd."","""",""Não"","""",""||"","""","""","""","""","""","""","""","""","""","""","""","""","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Actinopterygii"",""Syngnathiformes"",""Syngnathidae"",""Hippocampus"",""Hippocampus patagonicus"","""",""Piacentino & Luzzato, 2004"",""cavalinho, cavalinho-do-mar, cavalo-marinho, hipocampo"",""Peixes Marinhos (ósseos)"","""",""Vulnerável"","""",""A2cd"",""Hippocampus patagonicus ocorre no Atlântico ocidental, de Pernambuco até a Argentina, onde vive tipicamente em manguezais, baías, recifes costeiros e prados submersos. A contribuição da subpopulação Argentina para a manutenção da subpopulação brasileira não é conhecida. Todas as espécies de cavalosmarinhos do Brasil são um recurso intensamente explorado. Estudos efetuados com a frota pesqueira de arrasto mostram que números alarmantes de cavalos-marinhos secos são comercializados a partir de exemplares de “focinho curto”, incluindo H. patagonicus, coletados principalmente no sudeste e sul. Outros mostram que estes cavalos-marinhos também são comercializados para fins ornamentais. Os cavalos-marinhos não são contemplados por registros oficiais da estatística pesqueira. Entretanto, dados obtidos diretamente dos pescadores indicam um declínio populacional nas ultimas décadas, com uma diminuição ou desaparecimento bem documentado em áreas onde esses animais eram comumente encontrados. Tendo em vista que os cavalos-marinhos continuam sendo intensamente explorados e que existe uma redução da população que pode chegar a até 90% em algumas localidades, infere-se uma redução de pelo menos 30% da subpopulação em todo o país nos últimos 10 anos. Os ambientes tipicamente habitados pelos cavalos-marinhos são suscetíveis às ações antrópicas, causando um declínio da qualidade do habitat que pode comprometer a manutenção da subpopulação do país. Somado a isso, características de sua biologia como baixa fecundidade, viviparidade e baixa mobilidade, potencializam os impactos negativos identificados para a espécie. Por esses motivos, Hippocampus patagonicus foi categorizada como Vulnerável (VU), sob o critério A2cd"",""Não"",""Não"","""",""||"","""","""","""","""","""",""Sim"",""Declinando"",""12 - Outras ameaças 5 - Uso de recursos biológicos"","""",""Reprodução em cativeiro/propagação artificial"","""","""","""",""""";;;;;; "Animalia,""Arthropoda"",""Insecta"",""Odonata"",""Coenagrionidae"",""Leptagrion"",""Leptagrion capixabae"","""",""Santos, 1965"",""Libélula"",""Invertebrados de Água Doce"",""05/2014"",""Vulnerável"","""",""B1ab(i,iii)"",""Leptagrion capixabae é endêmica do Brasil, sendo conhecida de 11 localidades, todas no estado do Espírito Santo. É uma espécie de distribuição restrita, com extensão de ocorrência (EOO) estimada em 11.033 km2. Essa espécie ocorre preferencialmente em bromélias sobre afloramentos rochosos. Considerando a intensidade de perda de habitat a partir da extração de granito, urbanização e fogo dentro da EOO, conclui-se que sua população está severamente fragmentada com declínio continuado da vegetação e de qualidade de habitat. Por essas razões, Leptagrion capixabae foi categorizada como Vulnerável (VU), pelo critério B1ab(i,iii)."",""Sim"",""Não"",""Espírito Santo"",""|Sudeste|"",""Mata Atlântica"",""Sub-bacia Doce Sub-bacia Litoral BA ES Sub-bacia Litoral ES"","""",""MONUMENTO NATURAL ESTADUAL SERRA DAS TORRES"","""","""",""Desconhecida"",""3 - Produção energética e mineração|3.2 - Mineração|3.2.2 - Extração de seixo/pedra 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.1 - Incêndios e supressão de incêndios"","""","""","""","""","""",""""";;;;;; "Animalia,""Arthropoda"",""Insecta"",""Lepidoptera"",""Pieridae"",""Glennia"",""Glennia pylotis"","""",""(Godart, 1819)"",""Borboleta"",""Invertebrados Terrestres"",""11/2010"",""Em Perigo"","""",""B1ab(iii)+2ab(iii)"",""Glennia pylotis ocorre em poucas localidades de florestas de restinga no domínio da Mata Atlântica. Sua extensão de ocorrência (EOO) e área de ocupação (AOO) são estimadas em menos de 5.000 km2 e menos de 500 km2, respectivamente. Todas as áreas em que a espécie ocorre estão sujeitas a pressões antrópicas, principalmente a especulação imobiliária. As populações encontram-se severamente fragmentadas. Portanto, G. pylotis foi categorizada como Em Perigo (EN), segundo os critérios B1ab(iii)+2ab(iii)."",""Não"",""Não"",""São Paulo"",""|Sudeste|"",""Mata Atlântica"",""Sub-bacia Litoral SP"","""",""PARQUE ESTADUAL DA SERRA DO MAR"","""",""Desconhecido"",""Desconhecida"",""1 - Desenvolvimento residencial e comercial 6 - Distúrbios humanos"","""",""Proteção de recursos/habitat"","""","""","""",""""";;;;;; "Animalia,""Arthropoda"",""Insecta"",""Hymenoptera"",""Formicidae"",""Gnamptogenys"",""Gnamptogenys wilsoni"","""",""Lattke 2007"",""formiga, Formiga"",""Invertebrados Terrestres"",""05/2014"",""Em Perigo"","""",""B2ab(iii)"",""Gnamptogenys wilsoni é endêmica do Brasil, conhecida de poucos registros em Ilhéus, na Bahia. Apesar das amostragens realizadas na região, não há registros nos últimos dez anos, e portanto, sua distribuição ficou restrita à área do CEPEC (Centro de Estudos de Pesquisas do Cacau), resultando em uma área de ocupação (AOO) menor que 20 km². A alteração recente no manejo dos cacauais gerou uma variedade de efeitos negativos às populações dessas formigas, como por exemplo, a utilização de fungicidas, que altera a taxa de decomposição da serrapilheira. Além disso, ocorre a diminuição no sombreamento e consequentemente do efeito de floresta que os cacauais exercem, e isso também aumenta o impacto de chuvas, bem como a amplitude térmica ao nível do solo. Considerando a única localização, a AOO menor que 20 km2, a existência de ameaça e declínio de qualidade de habitat, foi categorizada como Em Perigo (EN), segundo o critério B2ab(iii)."",""Sim"",""Não"","""",""||"","""","""","""","""","""","""",""Desconhecida"",""2 - Agropecuária e Aquacultura|2.2 - Silvicultura"","""","""","""","""","""",""""";;;;;; "Animalia,""Mollusca"",""Gastropoda"",""Stylommatophora"",""Strophocheilidae"",""Gonyostomus"",""Gonyostomus insularis"","""",""Leme, 1974"",""Caracol-da-ilha"",""Invertebrados Terrestres"",""09/2014"",""Em Perigo"","""",""B1ab(i,ii,iii)+2ab(i,ii,iii)"",""Gonyostomus insularis é endêmica do Brasil, sendo registrada apenas na localidade-tipo: Ilha das Cobras (Ilha de Búzios) em São Paulo. A área de ocupação (AOO) e extensão de ocorrência (EOO) foram calculadas com base no tamanho da ilha, resultando em uma área de 7,5 km2. Ao longo da extensão marginal da ilha é possível observar empreendimentos de infraestrutura, e a presença humana no local resulta em ameaças à população de G. insularis tais como queimadas, introdução de espécies exóticas, remoção da vegetação nativa e poluição. Apesar de a espécie ocorrer em uma única localidade, esta não pode ser considerada uma única localização, pois seria necessária a soma de mais de um destes fatores para eliminarem a espécie. Portanto, G. insularis foi categorizada como Em Perigo (EN), pelos critérios B1ab(i,ii,iii)+2ab(i,ii,iii)."",""Sim"",""Não"",""São Paulo"",""|Sudeste|"",""Mata Atlântica"",""Sub-bacia Litoral SP"","""",""PARQUE ESTADUAL DE ILHABELA"","""","""",""Desconhecida"",""1 - Desenvolvimento residencial e comercial 3 - Produção energética e mineração 6 - Distúrbios humanos 7 - Modificações nos sistemas naturais 8 - Espécies invasoras problemáticas e doenças"","""","""","""","""","""",""""";;;;;; "Animalia,""Arthropoda"",""Insecta"",""Lepidoptera"",""Nymphalidae"",""Heliconius"",""Heliconius nattereri"","""",""C. Felder & R. Felder, 1865"",""Borboleta"",""Invertebrados Terrestres"",""11/2010"",""Em Perigo"","""",""B2ab(ii,iii)"",""Heliconius nattereri possui ampla distribuição na Mata Atlântica montana entre o Espírito Santo e a Bahia, porém com registros atuais em apenas cinco localidades, restritas às matas acima de 600 m, de modoque a área de ocupação (AOO) é estimada em menos de 10 km2. As populações entram rapidamente em declínio até extinção local em fragmentos pequenos de floresta, já que os adultos necessitam de extensasáreas de floresta. A degradação e destruição dos habitat, com consequente fragmentação das populações representam as principais ameaças. A perturbação antrópica também favorece o aumento de espéciescompetidoras mais agressivas do gênero Heliconius. Isso, aliado às extremas flutuações populacionais registradas para a espécie, a qualifica como Em Perigo (EN), segundo o critério B2 ab(ii,iii)."",""Sim"",""Não"","""",""||"","""","""","""","""","""",""Desconhecido"",""Desconhecida"","""","""",""Criação de áreas protegidas, Proteção de recursos/habitat"","""","""","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Elasmobranchii"",""Rhinopristiformes"",""Pristidae"",""Pristis"",""Pristis pristis"",""Pristis pristis"",""(Linnaeus, 1758)"","""",""Tubarões e Raias"",""11/2017"",""Criticamente em Perigo"",""Não"",""A4cd"",""Pristis pristis é um peixe-serra de grande porte, ocupando ambientes estuarinos, marinhos e de água doce. Possui distribuição histórica em águas tropicais e subtropicais ao redor do mundo, ocorrendo, no Atlântico ocidental, do Golfo do México ao Brasil. No litoral brasileiro, sua distribuição original ia desde o litoral norte até o sudeste do país. Atualmente, encontra-se extinta na maior parte dessa área, estando restrita ao litoral norte. A principal ameaça é a pesca artesanal e industrial e a degradação de habitats. Foi muito capturada pela pesca incidental e dirigida, e é extremamente susceptível às capturas em praticamente todas as pescarias ao longo de toda sua distribuição no Atlântico tropical. No Brasil, mesmo estando protegida com a atual legislação, continua sendo capturada, particularmente nos estados do Amapá, Pará e Maranhão. Desembarques artesanais estão em declínio em regiões onde ela ainda ocorre. É uma espécie de vida longa (>30 anos), com pouca capacidade para se recuperar da depleção. Adicionalmente, a degradação do habitat, principalmente a destruição dos mangues, também é uma ameaça. Considerando que a espécie não é mais encontrada na maior parte de sua distribuição histórica no Brasil, e que os desembarques artesanais e comerciais são bastante limitados e estão em grande declínio na única região onde ela ainda ocorre (> 80% na região Norte nos últimos 20 anos), estima-se uma redução populacional de pelo menos 90% no período de três gerações (cerca de 52 anos). As ameaças não cessaram, e redução semelhante é esperada para o futuro. Portanto, com base nos declínios observados, P. pristis foi categorizada como Criticamente em Perigo (CR) segundo os critérios A4cd."",""Não"",""Sim"",""Amapá, Amazonas, Maranhão, Pará, Piauí"",""|Nordeste|Norte|"",""Sistema Costeiro-Marinho"",""Sub-bacia Amapá Litoral Sub-bacia Foz Amazonas Sub-bacia Itapecuru Sub-bacia Mearim Sub-bacia Parnaíba Baixo Sub-bacia Tocantins Baixo"",""APA Delta do Parnaíba, PARNA do Cabo Orange, RESEX Arapiranga-Tromai, RESEX Cururupu"",""ÁREA DE PROTEçãO AMBIENTAL DA BAIXADA MARANHENSE, ÁREA DE PROTEçãO AMBIENTAL DA FOZ DO RIO DAS PREGUIçAS - PEQUENOS LENçóIS - REGIãO LAGUNAR ADJACENTE, ÁREA DE PROTEçãO AMBIENTAL DAS REENTRâNCIAS MARANHENSES, ÁREA DE PROTEçãO AMBIENTAL DE UPAON-AçU / MIRITIBA / ALTO PREGUIçAS, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL DO ARQUIPÉLAGO DO MARAJÓ"","""",""Desconhecido"",""Declinando"",""5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.5 - Captura indireta - subsistência/pequena escala 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.6 - Captura indireta - larga escala 6 - Distúrbios humanos 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.3 - Outras modificações nos ecossistemas 9 - Poluição"",""14 - Artesanato jóias objetos decorativos 1 - Alimentação humana|1.7 - Pesca artesanal 1 - Alimentação humana|1.8 - Pesca industrial"",""Conscientização/comunicação, Controle e fiscalização, Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação dos Elasmobrânquios Ameaçados de Extinção, Plano de Ação Nacional para Conservação de Espécies Ameaçadas e de Importância Socioeconômica do Ecossistema Manguezal"",""CITES - Anexo I, Convenção sobre Espécies Migratórias – CMS, Memorandum of Understanding on the Conservation of Migratory Sharks - MoU, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Actinopterygii"",""Cyprinodontiformes"",""Rivulidae"",""Hypsolebias"",""Hypsolebias flammeus"","""",""(Costa, 1989)"",""peixe anual, Peixe anual, peixe das nuvens, Peixe das nuvens"",""Peixes Continentais"",""10/2011"",""Em Perigo"","""",""B2ab(ii,iii,iv)"",""Hypsolebias flammeus é endêmica do Brasil e conhecida de quatro poças temporárias (quatro localizações), nas margens do rio Paranã, alto rio Tocantins, sendo que uma foi parcialmente destruída pela construção de uma rodovia (trecho Nova Roma – Iaciara, Goiás). A área de ocupação da espécie foi estimada em menos que 500 km². Foi constatado declínio continuado na qualidade do habitat, área de ocupação e número de localizações devido à construção de uma rodovia, expansão urbana e agrícola. Além disso, a construção de hidrelétricas ao longo dos rios Paranã e Tocantins também representa uma forte ameaça à sobrevivência da espécie. Portanto, Hypsolebias flammeus foi categorizada como Em Perigo (EN), de acordo com os critérios B2ab(ii,iii,iv)."",""Sim"",""Não"",""Goiás"",""|Centro-Oeste|"",""Cerrado"",""Região Hidrográfica do Tocantins/Araguaia Sub-bacia Tocantins Alto"","""",""ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL POUSO ALTO"","""",""Não"",""Declinando"",""2 - Agropecuária e Aquacultura 3 - Produção energética e mineração|3.3 - Energia renovável 4 - Transportes e serviços de transmissão|4.1 - Estradas e ferrovias"","""",""Plano de Ação Nacional (PAN), Proteção de locais/áreas, Proteção de recursos/habitat"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação dos Peixes Rivulídeos Ameaçados de Extinção"","""","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Actinopterygii"",""Cyprinodontiformes"",""Rivulidae"",""Hypsolebias"",""Hypsolebias multiradiatus"","""",""(Costa & Brasil, 1994)"",""annual fish, killifish, pearl fish, peixe anual, Peixe das nuvens"",""Peixes Continentais"","""",""Criticamente em Perigo"",""Não"",""B2ab(ii,iii)"",""Hypsolebias multiradiatus é conhecida apenas de sua localidade-tipo (uma localização) na planície de inundação do rio Tocantins, em Brejinho de Nazaré, estado do Tocantins. A área de ocupação da espécie foi estimada em menos que 10 km². A única localidade de ocorrência conhecida de H. multiradiatus foi fortemente modificada por atividades agrícolas, e a usina hidrelétrica de Lajeado pode ter destruído completamente o habitat da espécie. Portanto, há um declínio continuado na qualidade do habitat com a possibilidade de H. multiradiatus estar extinta. Assim, a espécie foi categorizada como Criticamente em Perigo (CR) pelos critérios B2ab(ii,iii)."",""Sim"",""Não"",""Tocantins"",""|Norte|"",""Cerrado"",""Sub-bacia Tocantins Alto"","""","""","""","""",""Declinando"","""","""","""","""","""","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Actinopterygii"",""Characiformes"",""Prochilodontidae"",""Prochilodus"",""Prochilodus britskii"","""",""Castro, 1993"","""",""Peixes Continentais"",""11/2013"",""Em Perigo"","""",""B2ab(iii)"",""Prochilodus britskii é endêmica do Brasil e conhecida apenas da série-tipo, coletada na bacia do rio Arinos, a montante da primeira corredeira antes da confluência com o rio Juruena, drenagem do rio Tapajós, estado de Mato Grosso. A Área de Ocupação estimada foi menor que 500 km2 (B2), em um trecho do rio fortemente alterado por ocupação antrópica para fins agropecuários e urbanos. Além disso, há a previsão de construção de pelo menos uma usina hidrelétrica no rio Arinos, o que poderá comprometer severamente o habitat da espécie. Considerando a pequena área de ocupação, número de localizações menor que cinco, e o declínio continuado na qualidade do habitat, Prochilodus britskii foi categorizada como Em Perigo (EN) pelos critérios B2ab(iii)."",""Sim"",""Não"",""Mato Grosso"",""|Centro-Oeste|"",""Amazônia"",""Sub-bacia Tapajós"","""","""","""","""","""",""1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.1 - Expansão urbana 2 - Agropecuária e Aquacultura 3 - Produção energética e mineração|3.3 - Energia renovável"","""","""","""","""","""",""""";;;;;; "Animalia,""Echinodermata"",""Asteroidea"",""Valvatida"",""Ophidiasteridae"",""Linckia"",""Linckia guildingi"","""",""Gray, 1840"","""",""Invertebrados Marinhos"",""10/2014"",""Vulnerável"","""",""C2a(i)"",""Linckia guildingii é uma espécie circuntropical, ocorrendo da região entremarés até 300 m de profundidade. Tem sido explorada para comércio e seus ambientes têm sido degradados para uma população estimada restrita. A espécie é categorizada, portanto, como Vulnerável (VU), segundo o critério C2a(i)."",""Não"",""Não"","""",""||"","""","""","""","""","""","""","""","""","""","""","""","""","""",""0 , 300""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Actinopterygii"",""Siluriformes"",""Trichomycteridae"",""Listrura"",""Listrura nematopteryx"","""",""de Pinna, 1988"","""",""Peixes Continentais"",""11/2012"",""Criticamente em Perigo"",""Não"",""B2ab(iii,iv)"",""Listrura nematopteryx ocorre na bacia do rio Estrela, município de Magé, estado do Rio de Janeiro, Brasil. A espécie é conhecida somente de micro-hábitats formados por substrato inconsolidado, com água corrente e com vegetação. Esforços de coleta recentes na região não revelaram novas subpopulações. Das duas localidades onde há registros da espécie, uma delas (localidade-tipo) foi severamente descaracterizada e a subpopulação extinta (biv). Sua Área de Ocupação (AOO) conhecida foi calculada em 4 km² (CR B2) e o número de localizações é igual a um (a=1). A intensa urbanização compromete a qualidade do hábitat (biii). Assim, Listrura nematopteryx foi listada como Criticamente Em Perigo (CR) pelos critérios B2ab(iii,iv)."",""Sim"",""Não"",""Rio de Janeiro"",""|Sudeste|"",""Mata Atlântica"",""Sub-bacia Litoral RJ"","""",""ÁREA DE PROTEçãO AMBIENTAL SURUí"",""RPPN El Nagual"",""Desconhecido"",""Desconhecida"","""","""","""","""","""","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Mammalia"",""Carnivora"",""Felidae"",""Leopardus"",""Leopardus guttulus"","""",""(Hensel, 1872)"",""Gato-do-mato"",""Mamíferos"",""12/2011"",""Vulnerável"","""",""C1"",""Leopardus guttulus ocorre no Paraguai, Argentina e no Brasil, do centro-oeste ao sul do país. A população desta espécie foi calculada utilizando-se uma área de remanescentes de 150.425 km2. A população efetiva estimada, de acordo com as densidades populacionais típicas da espécie, varia entre 1.844 e 9.174 indivíduos. Estima-se que nos próximos 15 anos, ou três gerações, ocorrerá um declínio de pelo menos 10% desta população, principalmente pela perda e fragmentação de habitat causado pela expansão agrícola. Portanto, a espécie foi categorizada como Vulnerável (VU) C1. Há conectividade com as populações dos países vizinhos, mas não existem informações sobre a dinâmica fonte-sumidouro. Assim, a categoria indicada na avaliação regional não foi alterada."",""Não"",""Não"",""Bahia, Espírito Santo, Minas Gerais, Paraná, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, São Paulo"",""|Nordeste|Sudeste|Sul|"",""Cerrado, Mata Atlântica"",""Sub-bacia Doce Sub-bacia Grande Sub-bacia Guaíba Sub-bacia Iguaçu Sub-bacia Jequitinhonha Sub-bacia Litoral BA ES Sub-bacia Litoral ES Sub-bacia Litoral RJ Sub-bacia Litoral RJ SP Sub-bacia Litoral SP Sub-bacia Litoral SP PR SC Sub-bacia Paraíba do Sul Sub-bacia Paranapanema Sub-bacia São Francisco Médio Sub-bacia Tietê"",""APA Cairuçu, APA Cavernas do Peruaçu, APA Guaraqueçaba, APA Petrópolis, APA Serra da Mantiqueira, ARIE Cerrado Pé-de-Gigante, ESEC Guaraqueçaba, FLONA de Ipanema , FLONA São Francisco de Paula, PARNA Cavernas do Peruaçu, PARNA da Serra da Bocaina, PARNA da Serra da Canastra, PARNA da Serra dos Órgãos, PARNA das Sempre-Vivas, PARNA de Itatiaia, PARNA do Caparaó, PARNA Grande Sertão Veredas, PARNA Iguaçu, REBIO de Sooretama, REBIO do Córrego do Veado"",""APA CAMPOS DO JORDÃO, APA CORUMBATAí, BOTUCATU E TEJUPá PERIMETRO CORUMBATAí, APA SERRA DO MAR, ESTAÇÃO ECOLÓGICA DE ITIRAPINA, ESTAçãO ECOLóGICA DE MOGI-GUAçU, ESTAÇÃO ECOLÓGICA DE RIBEIRÃO PRETO, ESTAçãO ECOLóGICA DE SANTA BáRBARA, ESTAçãO ECOLóGICA DE SANTA MARIA, ESTAÇÃO ECOLÓGICA DE SÃO CARLOS, ESTAÇÃO ECOLÓGICA JATAÍ, ESTAÇÃO ECOLÓGICA VALINHOS, PARQUE ESTADUAL CARLOS BOTELHO, PARQUE ESTADUAL DA ILHA DO CARDOSO, PARQUE ESTADUAL DA SERRA DO MAR, PARQUE ESTADUAL DAS FURNAS DO BOM JESUS, PARQUE ESTADUAL DE CAMPOS DO JORDÃO, PARQUE ESTADUAL DE VASSUNUNGA, PARQUE ESTADUAL DO JURUPARÁ, PARQUE ESTADUAL DO RIO TURVO, PARQUE ESTADUAL DOS MANANCIAIS DE CAMPOS DO JORDÃO, PARQUE ESTADUAL INTERVALES, PARQUE ESTADUAL RIO PRETO, PARQUE ESTADUAL TURÍSTICO DO ALTO DO RIBEIRA, PARQUE ESTADUAL VEREDAS DO PERUAÇU"","""","""","""",""11 - Mudanças e extremos climáticos|11.1 - Mudança/alteração de habitat 2 - Agropecuária e Aquacultura 4 - Transportes e serviços de transmissão|4.2 - Atropelamentos 5 - Uso de recursos biológicos|5.1 - Caça e captura de animais terrestres ou marinhos 8 - Espécies invasoras problemáticas e doenças 8 - Espécies invasoras problemáticas e doenças|8.2 - Espécies domésticas"",""12 - Vestuário acessório"","""","""","""","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Aves"",""Passeriformes"",""Pipridae"",""Lepidothrix"",""Lepidothrix iris"",""Lepidothrix iris"",""(Schinz, 1851)"",""cabeça-de-prata"",""Aves"",""09/2017"",""Em Perigo"","""",""A2c"",""Lepidothrix iris é endêmica do Brasil, com ocorrência restrita aos estados do Pará, Maranhão e Mato Grosso. Sua distribuição se sobrepõe a áreas de intenso desmatamento, incluindo áreas de influência da BR-163. Baseado em perda de habitat suspeita-se que houve perda populacional maior que 50% em três gerações (13 anos). Desta forma, L. iris foi categorizada como Em Perigo (EN) pelo critério A2c."",""Sim"",""Sim"",""Maranhão, Mato Grosso, Pará"",""|Centro-Oeste|Nordeste|Norte|"",""Amazônia"",""Sub-bacia Araguaia Sub-bacia Gurupi Sub-bacia Mearim Sub-bacia Paru Sub-bacia Tapajós Sub-bacia Tocantins Baixo Sub-bacia Trombetas Sub-bacia Xingu"",""APA Igarapé Gelado, FLONA Carajás, FLONA do Tapajós, FLONA Itacaiunas, FLONA Tapirape-Aquiri, FLONA Trairão, PARNA Amazônia, REBIO do Gurupi, REBIO Tapirapé"","""",""RPPN Fazenda Pioneira"",""Não"",""Desconhecida"",""11 - Mudanças e extremos climáticos|11.1 - Mudança/alteração de habitat 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.2 - Silvicultura|2.2.3 - Plantações em escala desconhecida 5 - Uso de recursos biológicos|5.3 - Extração florestal|5.3.5 - Motivação desconhecida 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.1 - Incêndios e supressão de incêndios|7.1.1 - Aumento da frequência/intensidade de incêndios"","""",""Expansão de áreas protegidas, Implementação de corredores, Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação das Aves Ameaçadas do Bioma Amazônia, Plano de Ação Nacional para a Conservação das Aves Ameaçadas do Bioma Amazônia - 2º ciclo"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Arthropoda"",""Insecta"",""Lepidoptera"",""Sphingidae"",""Nyceryx"",""Nyceryx mielkei"","""",""Haxaire, 2009"",""Mariposa, Mariposa-esfinge"",""Invertebrados Terrestres"",""08/2014"",""Criticamente em Perigo"",""Não"",""B1ab(i,ii,iii,iv)+2ab(i,ii,iii,iv)"",""Nyceryx mielkei é endêmica do Brasil, conhecida de dois registros no estado do Maranhão, em Balsas. A extensão de ocorrência (EOO) e área de ocupação (AOO) da espécie, calculadas em menos de 100km² e 10km² respectivamente, encontram-se seriamente alteradas, com intensa conversão de áreas nativas e processo de fragmentação devido à expansão agrícola, e além disso, a utilização constante de agrotóxicos, ocasionando a perda contínua da qualidade de habitat e fragmentação severa da população. Somado a essas ameaças, a espécie é rara em toda a sua extensão. Portanto, Nyceryx mielkei foi categorizada como Criticamente em Perigo – CR pelos critérios B1ab(i,ii,iii,iv)+2ab(i,ii,iii,iv)."",""Sim"",""Não"","""",""||"","""","""","""","""","""",""Desconhecido"",""Desconhecida"",""2 - Agropecuária e Aquacultura|2.1 - Culturas anuais e perenes não-madeireiras"","""","""","""","""","""",""""";;;;;; "Animalia,""Arthropoda"",""Insecta"",""Odonata"",""Pseudostigmatidae"",""Mecistogaster"",""Mecistogaster pronoti"","""",""Sjöstedt, 1918"",""Libélula"",""Invertebrados de Água Doce"",""05/2014"",""Criticamente em Perigo"",""Sim"",""B1ab(iii,iv)"",""Mecistogaster pronoti é endêmica do Brasil sendo conhecida apenas pelo exemplar-tipo fêmea proveniente do Espírito Santo. Na Mata Atlântica, as larvas das espécies de Mecistogaster são frequentemente encontradas em ocos de árvores. Fêmeas desse gênero foram observadas ovipondo nesses ambientes. São espécies florestais e, considerando a intensidade de perda de habitat com conversão para agricultura e urbanização dentro da extensão de ocorrência, conclui-se que sua população está severamente fragmentada com declínio continuado da vegetação e perda de qualidade de habitat. Além disso, não existem registros dessa espécie há pelo menos 96 anos, apesar de ser procurada por especialistas há vários anos no Espírito Santo, sul da Bahia e Rio de Janeiro. Por essas razões, Mecistogaster pronoti foi categorizada como Criticamente em Perigo, estando Possivelmente Extinta (CR-PEX), pelo critério B1ab(iii,iv)."",""Sim"",""Não"","""",""||"","""","""","""","""","""","""",""Desconhecida"",""1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.1 - Expansão urbana 2 - Agropecuária e Aquacultura"","""","""","""","""","""",""""";;;;;; "Animalia,""Arthropoda"",""Insecta"",""Odonata"",""Libellulidae"",""Micrathyria"",""Micrathyria divergens"","""",""Westfall, 1992"",""Libélula"",""Invertebrados de Água Doce"",""05/2014"",""Vulnerável"","""",""B1ab(i,ii)+2ab(i,ii)"",""Micrathyria divergens é endêmica do Brasil sendo conhecida de quatro localidades no estado de Minas Gerais. É uma espécie de distribuição restrita, associada principalmente a restingas, com extensão de ocorrência (EOO) estimada em 10.000 km² e área de ocupação (AOO), considerando a presença de remanescentes dentro da extensão de ocorrência, estimada em 5.500 km². Considerando a intensidade de perda de habitat com conversão para agricultura e urbanização dentro da extensão de ocorrência, conclui-se que sua população está severamente fragmentada, sofrendo com declínio continuado de sua extensão de ocorrência e qualidade de habitat. Coletas recentes em locais de sua distribuição histórica (Marliéria, MG) não revelaram a presença dessa espécie. Por essas razões, Micrathyria divergens foi categorizada como Vulnerável (VU), pelos critérios B1(i,ii)+2ab(i,ii)."",""Sim"",""Não"",""Minas Gerais"",""|Sudeste|"",""Cerrado, Mata Atlântica"",""Sub-bacia Doce Sub-bacia Grande Sub-bacia São Francisco Alto"","""",""PARQUE ESTADUAL DO RIO DOCE"","""","""",""Desconhecida"",""1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.1 - Expansão urbana 2 - Agropecuária e Aquacultura"","""","""","""","""","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Actinopterygii"",""Cyprinodontiformes"",""Rivulidae"",""Melanorivulus"",""Melanorivulus crixas"","""",""(Costa, 2007)"",""annual-fish, killifish, Peixe anual"",""Peixes Continentais"",""11/2014"",""Vulnerável"","""",""D2"",""Melanorivulus crixas é endêmica do Brasil e conhecida apenas da localidade-tipo, um córrego da drenagem do rio Crixás-Açu, afluente da margem direita do rio Araguaia, estado de Goiás. A área de ocupação conhecida da espécie é menor que 20 km2 mesmo considerando áreas potenciais adjacentes à localidade-tipo. A região do entorno é intensamente ocupada por agricultura e pecuária, que constituem ameaças potenciais futuras capazes de levar o táxon à condição de Criticamente em Perigo ou Extinto em curto prazo. Portanto, Melanorivulus crixas foi categorizada como Vulnerável (VU) pelo critério D2."",""Sim"",""Não"",""Goiás"",""|Centro-Oeste|"",""Cerrado"",""Sub-bacia Araguaia"","""","""","""","""",""Desconhecida"","""","""","""","""","""","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Actinopterygii"",""Cyprinodontiformes"",""Rivulidae"",""Melanorivulus"",""Melanorivulus karaja"","""",""(Costa, 2007)"","""",""Peixes Continentais"",""11/2014"",""Vulnerável"","""",""D2"",""Melanorivulus karaja é endêmica do Brasil, conhecida apenas do córrego Dueré, na drenagem do rio Formoso, afluente da margem direita do rio Araguaia, estado do Tocantins. Considerando áreas potenciais adjacentes à localidade-tipo, a área de ocupação conhecida da espécie é menor que 20 km2. A região do entorno é intensamente ocupada por agricultura e pecuária, que constituem ameaças potenciais futuras capazes de levar o táxon à condição de Criticamente em Perigo ou Extinto em curto prazo. Portanto, Melanorivulus karaja foi categorizada como Vulnerável (VU) pelo critério D2."",""Sim"",""Não"",""Tocantins"",""|Norte|"",""Cerrado"",""Sub-bacia Araguaia"","""","""","""","""",""Desconhecida"","""","""","""","""","""","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Actinopterygii"",""Cyprinodontiformes"",""Rivulidae"",""Melanorivulus"",""Melanorivulus kunzei"","""",""Costa, 2012"","""",""Peixes Continentais"",""11/2014"",""Vulnerável"","""",""D2"",""Melanorivulus kunzei é endêmica do Brasil, descrita de um córrego, associado a buritizais, afluente do rio Araguaia, estado de Goiás. Considerando áreas potenciais adjacentes à localidade-tipo, a área de ocupação conhecida da espécie é menor que 20 km2. A região do entorno é intensamente ocupada por agricultura e pecuária, que constituem ameaças potenciais futuras capazes de levar o táxon à condição de Criticamente em Perigo ou Extinto em curto prazo. Portanto, Melanorivulus kunzei foi categorizada como Vulnerável (VU) pelo critério D2."",""Sim"",""Não"",""Goiás"",""|Centro-Oeste|"",""Cerrado"",""Sub-bacia Araguaia"","""","""","""",""Desconhecido"",""Desconhecida"","""","""","""","""","""","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Aves"",""Passeriformes"",""Dendrocolaptidae"",""Xiphorhynchus"",""Xiphorhynchus guttatoides gracilirostris"",""Xiphorhynchus guttatus gracilirostris"",""Pinto & Camargo, 1957"",""arapaçu-de-lafresnaye"",""Aves"",""11/2016"",""Em Perigo"","""",""C2a(i)"",""Xiphorhynchus guttatoides gracilirostris é endêmica do Brasil, com ocorrência restrita nas serras de Baturité, Aratanha e Maranguape, no Ceará. Estima-se que o tamanho populacional total seja menor que 2.500 indivíduos maduros e que cada subpopulação tenha menos de 250 deles. Há declínio populacional continuado pela perda de qualidade de habitat, devido exploração madeireira, conversão de ambientes florestais em pastagens e incêndios florestais. Desta forma, X. g. gracilirostris foi categorizada como Em Perigo (EN), pelo critério C2a(i)."",""Sim"",""Sim"",""Ceará"",""|Nordeste|"",""Caatinga"",""Sub-bacia Litoral CE PI"","""",""ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL DA SERRA DA ARATANHA, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL DA SERRA DE BATURITÉ"","""",""Não"",""Declinando"",""1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.1 - Expansão urbana 1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.3 - Áreas de turismo e recreação 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.3 - Pecuária|2.3.4 - Pecuária em escala desconhecida 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.1 - Incêndios e supressão de incêndios|7.1.1 - Aumento da frequência/intensidade de incêndios"","""","""","""",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Reptilia"",""Squamata"",""Dipsadidae"",""Apostolepis"",""Apostolepis quirogai"",""Apostolepis quirogai"",""Giraudo & Scrocchi, 1998"","""",""Répteis"",""11/2019"",""Em Perigo"","""",""B1ab(iii)"",""Apostolepis quirogai ocorre Brasil e no nordeste da Argentina. A espécie é conhecida de apenas três indivíduos no Brasil, oriundos de três localidades no noroeste do Rio Grande do Sul, sendo o último registro de 2012. Sua extensão de ocorrência no país foi calculada em 2.122 km². Essa região já sofreu grande perda de vegetação nativa e os fragmentos encontram-se isolados por extensas áreas com atividades agrícolas, especialmente plantações de soja, que provocam declínio contínuo da qualidade do hábitat em decorrência do intenso uso do solo. Os fragmentos são pequenos e isolados e a população da espécie, que possui baixa capacidade de dispersão, encontra-se severamente fragmentada. Por essas razões, Apostolepis quirogai foi categorizada como Em Perigo (EN), pelo critério B1ab(iii)."",""Não"",""Sim"",""Rio Grande do Sul"",""|Sul|"",""Mata Atlântica"",""Sub-bacia Uruguai Médio"","""","""","""","""",""Desconhecida"",""2 - Agropecuária e Aquacultura|2.1 - Culturas anuais e perenes não-madeireiras|2.1.3 - Agricultura agro-industrial"","""",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação da Herpetofauna do Sul - 2º ciclo, Plano de Ação Nacional para a Conservação de Répteis e Anfíbios Ameaçados da Região Sul do Brasil"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Reptilia"",""Squamata"",""Viperidae"",""Bothrops"",""Bothrops otavioi"",""Bothrops otavioi"",""Barbo, Grazziotin, Sazima, Martins & Sawaya, 2012"","""",""Répteis"",""11/2019"",""Criticamente em Perigo"",""Não"",""B1ab(iii,v)+2ab(iii,v)"",""Bothrops otavioi é endêmica do Brasil, registrada somente na Ilha da Vitória, no litoral norte do estado de São Paulo. Sua extensão de ocorrência é de 2,2 km2, que corresponde à área da ilha, e a sua área de ocupação é estimada em 1,87 km2, que corresponde à área da ilha excluindo os ambientes rochosos. A ilha é habitada por comunidades de pescadores que, por meio das atividades agrícolas e introdução de animais domésticos, provocam declínio continuado da qualidade do hábitat de B. otavioi, além do declínio do número de indivíduos maduros pela eliminação direta. Considerando apenas uma localização, Bothrops otavioi foi categorizada como Criticamente em perigo (CR) pelos critérios B1ab(iii,v)+2ab(iii,v)."",""Sim"",""Sim"",""São Paulo"",""|Sudeste|"",""Mata Atlântica"","""","""",""APA MARINHA DO LITORAL NORTE"","""","""",""Desconhecida"",""2 - Agropecuária e Aquacultura|2.1 - Culturas anuais e perenes não-madeireiras|2.1.2 - Agricultura em pequenas propriedades 5 - Uso de recursos biológicos|5.1 - Caça e captura de animais terrestres ou marinhos|5.1.1 - Caça/captura intencional (a espécie é o alvo) 8 - Espécies invasoras problemáticas e doenças|8.2 - Espécies domésticas|8.2.2 - Predadores"","""",""Plano de Ação Nacional (PAN), Proteção de recursos/habitat, Reprodução em cativeiro/propagação artificial"",""Plano de Ação Nacional para conservação da Herpetofauna Ameaçada da Mata Atlântica da Região Sudeste do Brasil"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Reptilia"",""Squamata"",""Sphaerodactylidae"",""Coleodactylus"",""Coleodactylus natalensis"",""Coleodactylus natalensis"",""Freire, 1999"",""Lagarto-de-folhiço"",""Répteis"",""04/2021"",""Em Perigo"","""",""B1ab(iii)+2ab(iii)"",""Coleodactylus natalensis é endêmica do Brasil e conhecida somente da Mata Atlântica do Rio Grande do Norte. Tanto sua extensão de ocorrência como sua área de ocupação foram estimadas em 364 km². A espécie é de pequeno porte, ocorre em baixas densidades e habita preferencialmente a serapilheira de florestas baixas e úmidas. Esses ambientes ao longo da distribuição da espécie já sofreram grande redução histórica e fragmentação, estando ainda sujeitos a pressões e declínio contínuo da qualidade, especialmente em função da expansão urbana, poluição e turismo desordenado. Considerando a baixa capacidade de dispersão da espécie, sua população encontra-se severamente fragmentada. Portanto, foi avaliada como Em Perigo (EN) pelos critérios B1ab(iii)+2ab(iii)."",""Sim"",""Sim"",""Rio Grande do Norte"",""|Nordeste|"",""Mata Atlântica"",""Sub-bacia Litoral CE PB"",""FLONA Nísia Floresta"",""ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL BONFIM/GUARAÍRA, AREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL DE JENIPABU"","""","""",""Desconhecida"",""1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.1 - Expansão urbana 6 - Distúrbios humanos|6.1 - Atividades recreacionais/turísticas 9 - Poluição|9.1 - Doméstica e urbana - escoamento de água|9.1.3 - Tipo desconhecido"","""",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação da Herpetofauna Ameaçada da Mata Atlântica Nordestina, Plano de Ação Nacional para a Conservação da Herpetofauna do Nordeste - 2º ciclo"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Reptilia"",""Squamata"",""Amphisbaenidae"",""Leposternon"",""Leposternon kisteumacheri"",""Leposternon kisteumacheri"",""Porto, Soares & Caramaschi, 2000"",""Cobra-cega, Cobra-de-duas-cabeças"",""Répteis"",""03/2021"",""Vulnerável"","""",""B1ab(iii)"",""Leposternon kisteumacheri é endêmica do Brasil e conhecida de poucos registros no norte do estado de Minas Gerais e no estado da Bahia. Sua extensão de ocorrência (EOO) é estimada em 14.757 km2. A espécie é fossorial e foi registrada em áreas de solo arenoso de florestas secas decíduas, em área de transição entre os biomas Caatinga e Cerrado. Esses ambientes na região de ocorrência da espécie já sofreram e ainda sofrem grande redução e fragmentação em decorrência de atividades agropecuárias. Entre 2009 e 2019 houve redução de 373,5km² (5,1%) de vegetação nativa na sua EOO. Considerando a fragmentação do ambiente e a baixa capacidade de dispersão da espécie, sua população é considerada severamente fragmentada. Os impactos persistem, provocando declínio continuado da qualidade do hábitat. Por esses motivos, Leposternon kisteumacheri foi avaliada como Vulnerável (VU) pelo critério B1ab(iii)."",""Sim"",""Sim"",""Bahia, Minas Gerais"",""|Nordeste|Sudeste|"",""Caatinga, Mata Atlântica"",""Sub-bacia Contas Sub-bacia São Francisco Médio"","""","""","""","""",""Desconhecida"",""2 - Agropecuária e Aquacultura|2.1 - Culturas anuais e perenes não-madeireiras|2.1.4 - Agricultura de escala desconhecida 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.3 - Pecuária|2.3.4 - Pecuária em escala desconhecida"","""",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação da Herpetofauna Ameaçada da Mata Atlântica Nordestina, Plano de Ação Nacional para a Conservação da Herpetofauna do Nordeste - 2º ciclo, Plano de Ação Nacional para a Conservação dos Répteis e Anfíbios Ameaçados de Extinção na Serra do Espinhaço"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Reptilia"",""Squamata"",""Gymnophthalmidae"",""Placosoma"",""Placosoma cipoense"",""Placosoma cipoense"",""Cunha, 1966"",""Lagartinho-do-cipó"",""Répteis"",""03/2021"",""Em Perigo"","""",""B1ab(iii)"",""Placosoma cipoense é endêmica do Brasil e conhecida dos campos rupestres da Cadeia do Espinhaço de Minas Gerais, com registros na região da Serra do Cipó e no Parque Estadual do Pico do Itambé. A espécie é encontrada em ambiente bem específico dos campos rupestres, sempre próxima a riachos. Sua extensão de ocorrência (EOO) foi estimada em 1.941 km2 e sua área de ocupação, em 736 km². A destruição, a descaracterização e a fragmentação das matas e campos rupestres provocadas por incêndios - que atingem também as áreas protegidas -, pisoteio por gado e expansão urbana representam as principais ameaças, Essas atividades provocam declínio da qualidade do hábitat, além de fragmentarem severamente a população da espécie, que possui baixa capacidade de dispersão. Por esses motivos, Placosoma cipoense foi avaliada como Em Perigo (EN), pelo critério B1ab(iii)."",""Sim"",""Sim"",""Minas Gerais"",""|Sudeste|"",""Cerrado, Mata Atlântica"",""Sub-bacia Doce Sub-bacia São Francisco Alto"",""APA do Morro da Pedreira, PARNA da Serra do Cipó"",""ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL ÁGUAS VERTENTES, PARQUE ESTADUAL PICO DO ITAMBÉ, PARQUE ESTADUAL SERRA DO INTENDENTE"","""","""",""Desconhecida"",""1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.1 - Expansão urbana 1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.4 - Assentamentos e pequenas propriedades rurais 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.3 - Pecuária|2.3.4 - Pecuária em escala desconhecida 3 - Produção energética e mineração|3.2 - Mineração|3.2.3 - Extração de minérios - subsolo 3 - Produção energética e mineração|3.2 - Mineração|3.2.4 - Extração de minérios - garimpo 4 - Transportes e serviços de transmissão|4.1 - Estradas e ferrovias 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.1 - Incêndios e supressão de incêndios|7.1.1 - Aumento da frequência/intensidade de incêndios"","""",""Conscientização/comunicação, Plano de Ação Nacional (PAN), Proteção de recursos/habitat"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação da Herpetofauna do Espinhaço Mineiro - 2º ciclo, Plano de Ação Nacional para a Conservação dos Répteis e Anfíbios Ameaçados de Extinção na Serra do Espinhaço"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Reptilia"",""Squamata"",""Amphisbaenidae"",""Leposternon"",""Leposternon scutigerum"",""Leposternon scutigerum"",""(Hemprich, 1820)"",""Cobra-cega, Cobra-de-duas-cabeças"",""Répteis"",""03/2021"",""Em Perigo"","""",""B1ab(ii,iii)+2ab(ii,iii)"",""Leposternon scutigerum é endêmica do Brasil e conhecida da Mata Atlântica do estado do Rio de Janeiro. Sua extensão de ocorrência (EOO) foi estimada em 2.990 km². A espécie possui hábito fossorial, parece ser naturalmente rara e ocorre principalmente em áreas de baixada de solo arenoso. Sua área de ocupação, considerando os remanescentes de vegetação nativa, foi estimada em pouco menos do que 500 km². A distribuição da espécie coincide com uma região bastante populosa e urbanizada, onde os ambientes naturais já sofreram grande redução e fragmentação, decorrentes principalmente da expansão urbana. Os impacto persiste e, entre 2009 e 2019 houve redução de 15km² (11,6%) de ambientes naturais dentro da EOO. As ameaças provocam declínio contínuo da área e da qualidade do hábitat, além de fragmentarem severamente a população da espécie, que possui baixa capacidade de dispersão. Por esses motivos, Leposternon scutigerum foi avaliada como Em Perigo (EN) pelos critérios B1ab(ii,iii)+2ab(ii,iii)."",""Sim"",""Sim"",""Rio de Janeiro"",""|Sudeste|"",""Mata Atlântica"",""Sub-bacia Litoral RJ"",""MONA Arquipélago das Ilhas Cagarras"",""ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL DA SERRA DE SAPIATIBA"",""RPPN CEFLUSMME, RPPN Mato Grosso"","""",""Desconhecida"",""1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.1 - Expansão urbana 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.1 - Culturas anuais e perenes não-madeireiras|2.1.4 - Agricultura de escala desconhecida 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.3 - Pecuária|2.3.4 - Pecuária em escala desconhecida"","""",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para conservação da Herpetofauna Ameaçada da Mata Atlântica da Região Sudeste do Brasil"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Actinopterygii"",""Siluriformes"",""Loricariidae"",""Ancistrus"",""Ancistrus cryptophthalmus"",""Ancistrus cryptophthalmus"",""Reis, 1987"",""Cascudinho-de-caverna"",""Peixes Continentais"",""03/2021"",""Em Perigo"","""",""B2ab(iii)"",""Ancistrus cryptophthalmus é endêmica do Brasil, conhecida de dois sistemas de cavernas, o Sistema Angélica-Bezerra e o Sistema São Vicente (nas cavernas São Vicente 1 e Passa Três), na área cárstica de São Domingos, interior do Parque Estadual de Terra Ronca, bacia do alto rio Tocantins, no estado de Goiás. A Área de Ocupação (AOO) estimada é igual a 16 km2. Esses dois sistemas não possuem conectividade subterrânea através de rios, o que indica isolamento geográfico. Estudo baseado em morfometria geométrica mostrou que as subpopulações nas cavernas Passa Três e São Vicente 1 diferem morfologicamente entre si e com relação às subpopulações do sistema Angélica-Bezerra, sendo a da Passa Três a menor e mais divergente. Há diferentes impactos afetando as diferentes subpopulações: na caverna Bezerra, há assoreamento"; na Angélica, visitação turística; na Passa Três, a diminuição do volume de água com seca total do riacho;" e na São Vicente 1, intenso assoreamento e também redução do volume de água. O avanço da agropecuária em direção aos limites do Parque, o uso de agrotóxicos aplicados por deriva, o assoreamento, e o aumento da captação de água qualificam declínio continuado da qualidade do habitat. Considerando a contaminação química como a principal ameaça capaz de afetar a maior parte das subpopulações, e considerando o isolamento geográfico de cada subpopulação, configura-se quatro localizações. Dessa forma, Ancistrus cryptophthalmus foi categorizada como Em Perigo (EN) pelo critério B2ab(iii)."",""Sim"",""Sim"",""Goiás"",""|Centro-Oeste|"",""Cerrado"",""Sub-bacia Tocantins Alto"","""",""PARQUE ESTADUAL DE TERRA RONCA"","""",""Não"",""Desconhecida"",""2 - Agropecuária e Aquacultura|2.1 - Culturas anuais e perenes não-madeireiras|2.1.4 - Agricultura de escala desconhecida 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.3 - Pecuária|2.3.4 - Pecuária em escala desconhecida 6 - Distúrbios humanos|6.1 - Atividades recreacionais/turísticas 9 - Poluição|9.3 - Agropecuária e florestal|9.3.2 - Erosão do solo/sedimentação 9 - Poluição|9.3 - Agropecuária e florestal|9.3.3 - Herbicidas e pesticidas"",""3 - Animais de estimação/ornamentais"",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação das Cavernas do Brasil"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;; "Animalia,""Chordata"",""Aves"",""Accipitriformes"",""Accipitridae"",""Morphnus"",""Morphnus guianensis"","""",""(Daudin, 1800)"",""uiraçu-falso"",""Aves"",""08/2014"",""Vulnerável"","""",""A4c"",""Morphnus guianensis ocorre do sul do México à Bolívia, Paraguai, extremo nordeste da Argentina e Brasil, com registros desde a região norte até o sul do país. Ocorre em baixas densidades e de maneira esparsa, ocupando preferencialmente floresta primária. A espécie é citada como Quase Ameaçada na lista mundial de espécies ameaçadas e como ameaçada ou Regionalmente Extinta em quase todas as listas estaduais de espécies ameaçadas existentes no Brasil. Os registros na Mata Atlântica são escassos. A situação da espécie na Amazônia é um pouco mais confortável, mas modelagens de perda de habitat nesse bioma estimam uma perda mínima de 30% em três gerações (54 anos), no passado e no futuro. Considerando que a perda populacional seja proporcional ou superior à perda de habitat, que a espécie é rara e que há extinções regionais, infere-se que o declínio populacional seja de, no mínimo, 30% no tempo de três gerações da espécie, no passado e no futuro. Por estas razões, M. guianensis foi categorizada como Vulnerável (VU), segundo o critério A4c."",""Não"",""Não"",""Acre, Amapá, Amazonas, Espírito Santo, Mato Grosso do Sul, Pará, Paraná, Rondônia, Roraima"",""|Centro-Oeste|Norte|Sudeste|Sul|"",""Amazônia, Cerrado, Mata Atlântica"",""Sub-bacia Doce Sub-bacia Foz Amazonas Sub-bacia Litoral ES Sub-bacia Litoral SP PR SC Sub-bacia Madeira Sub-bacia Negro Sub-bacia Paraguai 01 Sub-bacia Paru Sub-bacia Purus Sub-bacia Solimões Sub-bacia Tapajós Sub-bacia Tocantins Baixo Sub-bacia Trombetas"",""APA Guaraqueçaba, ESEC de Maracá, FLONA Carajás, FLONA do Tapajós, FLONA Mapiá-Inauini, FLONA Tefé, PARNA da Serra da Bodoquena, PARNA do Caparaó, PARNA do Viruá, PARNA Serra da Cutia, REBIO de Sooretama, REBIO do Jaru, REBIO Rio Trombetas, RESEX Alto Juruá, RESEX Lago do Capanã Grande, RESEX Rio Cajari, RESEX Tapajós-Arapiuns"",""RESERVA DE DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL AMANÃ"","""","""",""Desconhecida"",""2 - Agropecuária e Aquacultura|2.2 - Silvicultura 3 - Produção energética e mineração|3.2 - Mineração 3 - Produção energética e mineração|3.3 - Energia renovável|3.3.1 - Hidrelétricas 5 - Uso de recursos biológicos|5.1 - Caça e captura de animais terrestres ou marinhos|5.1.1 - Caça/captura intencional (a espécie é o alvo)|5.1.1.6 - Retaliação/controle"","""",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação das Aves Ameaçadas do Bioma Amazônia, Plano de Ação Nacional para a Conservação das Aves Ameaçadas do Bioma Mata Atlântica"","""",""0 , 2200"",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Actinopterygii"",""Characiformes"",""Characidae"",""Rachoviscus"",""Rachoviscus graciliceps"",""Rachoviscus graciliceps"",""Weitzman & Cruz, 1981"",""Lambari"",""Peixes Continentais"",""10/2021"",""Em Perigo"","""",""B2ab(ii,iii,iv)"",""Rachoviscus graciliceps é endêmica do Brasil e ocorre da bacia do rio Pardo, na cidade de Canavieiras, no estado da Bahia, até as drenagens costeiras do norte do Espírito Santo (registros históricos). É uma espécie pouco frequente, mas localmente abundante, típica de alagados permanentes rasos, florestados, com água pretas e ácida, sempre próximos a grotas d’água nascentes, na região da planície costeira. Sua distribuição é bem conhecida e a área de ocupação (AOO) foi calculada em 332 km². Essa região é bastante sensível à degradação ambiental, pois é altamente visada pela expansão imobiliária litorânea, que promove redução da cobertura vegetal e alteração da qualidade da água que, consequente, promovem declínio da qualidade do habitat. A construção de açudes também afeta particularmente esses ambientes e, por consequência, as subpopulações de R. graciliceps. Provavelmente, a espécie ocorria de maneira contínua ao longo da costa entre as bacias do rio Pardo (estado da Bahia) e sub-bacia do rio São José, rio Doce (estado do Espírito Santo), e as subpopulações podem ter sido perdidas localmente até o padrão atual de distribuição. Em função da dinâmica de ocupação antrópica dos ambientes naturais da espécie, sua restrição a ambientes preservados e baixa capacidade de dispersão, pode-se inferir a severa fragmentação da população. Dessa forma, Rachoviscus graciliceps foi categorizada como Em Perigo (EN) pelo critério B2ab(ii,iii,iv)."",""Sim"",""Sim"",""Bahia, Espírito Santo"",""|Nordeste|Sudeste|"",""Mata Atlântica, Sistema Costeiro-Marinho"",""Sub-bacia Contas Sub-bacia Jequitinhonha Sub-bacia Litoral BA ES"","""","""",""RPPN Rio do Brasil I, RPPN Rio do Brasil II, RPPN Rio do Brasil III, RPPN Rio do Brasil V"",""Desconhecido"",""Desconhecida"",""1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.1 - Expansão urbana 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.2 - Represas e uso de água|7.2.11 - Represas (tamanho desconhecido) 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.2 - Represas e uso de água|7.2.4 - Captação de água de superfície - uso desconhecido"","""",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação dos Peixes e Eglas da Mata Atlântica"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Mammalia"",""Rodentia"",""Echimyidae"",""Phyllomys"",""Phyllomys brasiliensis"",""Phyllomys brasiliensis"",""Lund, 1840"",""Orange-brown Atlantic tree-rat, Rato-da-árvore"",""Mamíferos"",""09/2021"",""Em Perigo"","""",""B1ab(ii,iii)+2ab(ii,iii)"",""Phyllomys brasiliensis é endêmica do Brasil, descrita a partir de ossos encontrados em pelotas de coruja no século XIX, na região de Lagoa Santa, estado de Minas Gerais. Desde então, só foram encontrados mais cinco indivíduos, todos no estado de Minas Gerais. A espécie não é encontrada em áreas protegidas e é rara nas coletas. Sua extensão de ocorrência (EOO) foi calculada em 509 km² e sua área de ocupação (AOO) em 52 km². A região de ocorrência da espécie, sobretudo, é afetada pelas atividades agropecuárias, de silvicultura e por UHEs que promovem redução, fragmentação e declínio continuado da qualidade do habitat remanescente. Em uma das localidades de registro da espécie, o habitat em que ela ocorria foi parcialmente destruído pela construção de hidrelétricas. Considerando a possível baixa capacidade de dispersão, a fidelidade aos habitats florestais preservados e a fragmentação em curso desses ambientes, infere-se que a população esteja severamente fragmentada. Portanto, Phyllomys brasiliensis foi categorizada como Em Perigo (EN), pelos critérios B1ab(ii,iii)+2ab(ii,iii)."",""Sim"",""Sim"",""Minas Gerais"",""|Sudeste|"",""Cerrado"",""Sub-bacia São Francisco Alto"",""APA Carste da Lagoa Santa"",""PARQUE ESTADUAL DO SUMIDOURO"","""","""",""Desconhecida"",""2 - Agropecuária e Aquacultura|2.1 - Culturas anuais e perenes não-madeireiras|2.1.4 - Agricultura de escala desconhecida 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.2 - Silvicultura|2.2.3 - Plantações em escala desconhecida 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.3 - Pecuária|2.3.4 - Pecuária em escala desconhecida 5 - Uso de recursos biológicos|5.3 - Extração florestal 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.2 - Represas e uso de água"","""",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação dos Mamíferos da Mata Atlântica Central, Plano de Ação Nacional para a Conservação dos Pequenos Mamíferos de Áreas Abertas"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"",""500 , 800"",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Aves"",""Apodiformes"",""Trochilidae"",""Colibri"",""Colibri delphinae greenewalti"","""",""(Ruschi, 1962)"",""beija-flor-marrom"",""Aves"",""11/2016"",""Em Perigo"","""",""D"",""Colibri delphinae greenewalti é endêmica do Brasil, com distribuição restrita dentro da Chapada Diamantina, no estado da Bahia. É uma espécie rara, com poucos registros, mesmo com ocorrência em áreas extensamente amostradas. Embora pouco se conheça de sua biologia, pode-se afirmar que a população é pequena, não superior a 250 indivíduos maduros. Desta forma, C. delphinae greenewalti foi categorizada como Em Perigo (EN) pelo critério D."",""Sim"",""Sim"",""Bahia"",""|Nordeste|"",""Caatinga"",""Sub-bacia Itapecuru-Paraguaçu"",""PARNA da Chapada Diamantina"","""","""",""Não"",""Estável"",""11 - Mudanças e extremos climáticos|11.1 - Mudança/alteração de habitat 5 - Uso de recursos biológicos|5.3 - Extração florestal|5.3.5 - Motivação desconhecida 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.1 - Incêndios e supressão de incêndios|7.1.3 - Tendência desconhecida"","""",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação das Aves da Caatinga - 2º ciclo"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Arthropoda"",""Malacostraca"",""Decapoda"",""Aeglidae"",""Aegla"",""Aegla inermis"",""Aegla inermis"",""Bond-Buckup & Buckup, 1994"",""Egla"",""Invertebrados de Água Doce"",""10/2019"",""Em Perigo"","""",""B1ab(iii)"",""Aegla inermis é uma espécie endêmica do Brasil, distribuída no Rio Grande do Sul nos tributários das bacias do Rio Caí e dos Sinos. A extensão de ocorrência (EOO) foi calculada em 2.136 km2 a partir da área do mínimo polígono convexo formado pelas microbacias onde a espécie já foi registrada. A região de ocorrência da espécie é impactada por intensa atividade agropecuária e urbanização, que resultam em perda da qualidade do habitat e fragmentação da população. Por essas razões, A. inermis foi categorizada como Em Perigo (EN), pelo critério B1ab(iii)."",""Sim"",""Sim"",""Rio Grande do Sul"",""|Sul|"",""Mata Atlântica"",""Sub-bacia Guaíba Sub-bacia Litoral RS"","""",""ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL DO BANHADO GRANDE"","""",""Não"",""Desconhecida"",""2 - Agropecuária e Aquacultura|2.1 - Culturas anuais e perenes não-madeireiras|2.1.4 - Agricultura de escala desconhecida 4 - Transportes e serviços de transmissão|4.1 - Estradas e ferrovias 9 - Poluição|9.3 - Agropecuária e florestal|9.3.3 - Herbicidas e pesticidas"","""",""Educação e comunicação, Plano de Ação Nacional (PAN), Proteção de locais/áreas"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação dos Peixes e Eglas da Mata Atlântica"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Arthropoda"",""Insecta"",""Lepidoptera"",""Nymphalidae"",""Actinote"",""Actinote zikani"",""Actinote zikani"",""D´Almeida, 1951"",""Borboleta"",""Invertebrados Terrestres"",""09/2016"",""Criticamente em Perigo"",""Não"",""B1ab(i,ii,iii,v)c(iv)"",""Actinote zikani é endêmica do Brasil, registrada em uma única localidade, ao longo de uma trilha de 1,5km, no distrito de Paranapiacaba (município de Santo André) (SP). Sua Extensão de Ocorrência (EOO) e sua Área de Ocupação (AOO) foram calculadas em 12km2. Duas das três subpopulações originais da localidade tipo (Boracéia e Alto da Serra, SP), não foram localizadas desde o início da década de 90, mesmo com esforço de amostragem, o que caracteriza declínio da extensão de ocorrência, da área de ocupação e do número de indivíduos maduros de sua população. A porção restante da população conhecida está muito próxima de áreas de extrema pressão antrópica (vila de Paranapiacaba, município de Santo André), quase emendada com a região metropolitana de São Paulo e adjacente ao parque industrial de Cubatão, que adicionalmente promovem declínio da qualidade do habitat remanescente oriundas, sobretudo, da expansão urbana e poluição doméstica e industrial. Estudo populacional revelou flutuações extremas entre 1994 e 2006. Por essas razões, Actinote zikani foi categoriza como Criticamente em Perigo (CR), segundo os critérios B1ab(i,ii,iii,v)c(iv)."",""Sim"",""Sim"",""São Paulo"",""|Sudeste|"",""Mata Atlântica"",""Sub-bacia Litoral SP"","""",""PARQUE ESTADUAL DA SERRA DO MAR"","""",""Não"",""Declinando"",""1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.1 - Expansão urbana 1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.2 - Áreas comerciais e industriais 9 - Poluição|9.5 - Poluição do ar|9.5.1 - Chuva ácida 9 - Poluição|9.5 - Poluição do ar|9.5.2 - Fumaça (industrial veículos etc)"","""",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação de Insetos Polinizadores, Plano de Ação Nacional para a Conservação de Lepidópteros"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Arthropoda"",""Insecta"",""Lepidoptera"",""Papilionidae"",""Parides"",""Parides tros danunciae"","""",""(O. Mielke, Casagrande & C. Mielke, 2000"",""Borboleta, rabo-de-andorinha"",""Invertebrados Terrestres"",""11/2010"",""Em Perigo"","""",""B1ab(iii)"",""Parides tros danunciae é conhecida de apenas duas localizações na Mata Atlântica do Paraná e Santa Catarina, em áreas extensamente exploradas por lepidopterologistas, uma das quais se encontra sob pressão urbana. Sua extensão de ocorrência (EOO) é estimada em menos de 5.000 km2. Apesar de conspícuo, o táxon é raramente observado nas suas localidades de registro. Portanto, foi categorizado como Em Perigo (EN), segundo o critério B1ab(iii)."",""Sim"",""Não"",""Paraná"",""|Sul|"",""Mata Atlântica"",""Sub-bacia Litoral SP PR SC"",""PARNA Guaricana"",""ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL ESTADUAL DE GUARATUBA"","""",""Desconhecido"",""Desconhecida"","""","""",""Criação de áreas protegidas, Proteção de recursos/habitat"","""","""","""",""""";;;;;; "Animalia,""Arthropoda"",""Insecta"",""Lepidoptera"",""Papilionidae"",""Parides"",""Parides panthonus castilhoi"","""",""(D’Almeida, 1967)"",""Rabo-de-andorinha"",""Invertebrados Terrestres"",""11/2010"",""Criticamente em Perigo"",""Não"",""B1ab(i,ii,iii,iv)+2ab(i,ii,iii,iv)"",""Parides panthonus castilhoi é atualmente conhecida de apenas uma localidade isolada de várzea no oeste do estado de São Paulo. Possui extensão de ocorrência menor que 100 km² e área de ocupação menor que 10 km². O desmatamento, a fragentação de habitat e o isolamento populacional, provocados por atividades agropecuárias e industriais, representam as principais ameaças, potencializadas pelo estabelecimento de indústrias de grande porte em Três Lagoas (MS) e consequente aumento demográfico desse município. Portanto, o táxon foi categorizado como Criticamente em Perigo (CR), segundo os critérios B1ab(i,ii,iii,iv)+2ab(i,ii,iii,iv)."",""Sim"",""Não"","""",""||"","""","""","""","""","""",""Desconhecido"",""Desconhecida"",""1 - Desenvolvimento residencial e comercial 2 - Agropecuária e Aquacultura 7 - Modificações nos sistemas naturais 9 - Poluição"","""",""Criação de áreas protegidas, Proteção de recursos/habitat"","""","""","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Mammalia"",""Rodentia"",""Echimyidae"",""Trinomys"",""Trinomys mirapitanga"","""",""Lara, Patton & Hingst-Zaher, 2002"",""Dark-caped Atlantic Spiny-rat, Rato-do-espinho"",""Mamíferos"",""06/2013"",""Em Perigo"","""",""B1ab(iii)"",""Trinomys mirapitanga é endêmica do Brasil, sendo registrada apenas na localidade tipo nos municípios de Porto Seguro e Prado, Bahia, distantes 83 km. Coletas realizadas na região de ocorrência da espécie inclusive em unidades de conservação não registram a espécie. As análises de amostras de Trinomys do extremo sul da Bahia e norte do Espírito Santo indicam a presença de outras espécies do gênero, sugerindo que T. mirapitanga provavelmente possui distribuição restrita. A extensão de ocorrência é estimada em 1.660 km2. Sua área de distribuição está numa região que vem sendo impactada devido à expansão de atividades agropecuárias. A população encontra-se severamente fragmentada e há um declínio da qualidade do habitat. Portanto, T. mirapitanga foi categorizado como Em Perigo (EN) pelo critério B1ab(iii)."",""Sim"",""Não"","""",""||"","""","""","""","""","""","""",""Desconhecida"","""","""","""","""","""","""",""""";;;;;; "Animalia,""Arthropoda"",""Diplopoda"",""Spirostreptida"",""Spirostreptidae"",""Pseudonannolene"",""Pseudonannolene imbirensis"","""",""Fontanetti, 1996"",""Piolho-de-cobra"",""Invertebrados Terrestres"",""08/2014"",""Em Perigo"","""",""B1ab(iii)"",""Pseudonannolene imbirensis é endêmica do Brasil, conhecida de cinco cavernas em São Domingos, GO, todas no interior do Parque Estadual de Terra Ronca. A extensão de ocorrência da espécie é estimada em menos de 100km2. Embora as cavernas estejam em uma área protegida, algumas nascentes de rios encontram-se fora. Assim, os rios que cruzam as cavernas encontram-se assoreados e o aporte de alimento trazido por enxurradas na estação chuvosa diminui. Algumas cavernas também são intensivamente visitadas e ainda não há plano de manejo no Parque. Considerando cinco localizações, já que diferentes rios atravessam as cavernas, a espécie foi categorizada como Em Perigo (EN) pelo critério B1ab(iii)."",""Sim"",""Não"",""Goiás"",""|Centro-Oeste|"",""Cerrado"",""Sub-bacia Tocantins Alto"","""",""PARQUE ESTADUAL DE TERRA RONCA"","""",""Desconhecido"",""Desconhecida"","""","""","""","""","""","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Aves"",""Apodiformes"",""Trochilidae"",""Phaethornis"",""Phaethornis aethopygus"","""",""Zimmer, 1950"",""rabo-branco-do-tapajós"",""Aves"",""10/2011"",""Vulnerável"","""",""A3c+4c"",""Phaethornis aethopygus é endêmica do Brasil, ocorrendo apenas no Centro de Endemismo Tapajós, localizado no interflúvio Tapajós-Xingu. É dependente de floresta, sendo rara em matas secundárias. Sua área de distribuição vem sofrendo altas taxas de desmatamento e sobrepõe-se à área de influência da BR-163, com previsão de perda de cerca de 27% do habitat original nos próximos 13 anos (três gerações). Modelagens para espécies com mesma distribuição indicam perdas populacionais de até 42%, devido à perda de habitat ao longo de três gerações, envolvendo passado e futuro. Por estas razões, P. aethopygus foi categorizada como Vulnerável (VU) A3c+4c."",""Sim"",""Não"","""",""||"","""","""","""","""","""",""Desconhecido"",""Declinando"",""11 - Mudanças e extremos climáticos|11.1 - Mudança/alteração de habitat 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.2 - Silvicultura 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.3 - Pecuária 4 - Transportes e serviços de transmissão|4.1 - Estradas e ferrovias 5 - Uso de recursos biológicos|5.3 - Extração florestal"","""",""Criação de áreas protegidas, Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação das Aves Ameaçadas do Bioma Amazônia"","""","""",""""";;;;;; "Animalia,""Arthropoda"",""Arachnida"",""Amblypygi"",""Charinidae"",""Charinus"",""Charinus taboa"","""",""Vasconcelos, Giupponi & Ferreira, 2016"","""",""Invertebrados Terrestres"",""05/2018"",""Criticamente em Perigo"",""Não"",""B2ab(iii)"",""Charinus taboa é espécie endêmica do Brasil é conhecida de duas localidades em cavernas muito próximas (no mesmo maciço calcário) em Sete Lagoas - Minas Gerais. É ameaçada pelo desmatamento e degradação do ambiente externo causados pela atividade pecuária, além de assoreamento (decorrente da degradação externa) no sistema de drenagem que passa por dentro da caverna. A Área de Ocupação foi estimada em menos de 10km2 e foi considerada apenas uma localização. Por isso, C. taboa foi categorizada como Criticamente em Perigo (CR) pelo critério B2ab(iii)."",""Sim"",""Sim"",""Minas Gerais"",""|Sudeste|"",""Cerrado"",""Sub-bacia São Francisco Alto"","""","""","""",""Não"",""Desconhecida"",""11 - Mudanças e extremos climáticos|11.1 - Mudança/alteração de habitat 1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.1 - Expansão urbana 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.1 - Culturas anuais e perenes não-madeireiras|2.1.4 - Agricultura de escala desconhecida 3 - Produção energética e mineração|3.2 - Mineração|3.2.3 - Extração de minérios - subsolo 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.3 - Outras modificações nos ecossistemas"","""",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação das Cavernas do Brasil"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Amphibia"",""Anura"",""Phyllomedusidae"",""Pithecopus"",""Pithecopus rusticus"","""",""(Bruschi, Lucas, Garcia & Recco-Pimentel, 2015)"",""Perereca-macaco-rustica"",""Anfíbios"",""09/2018"",""Criticamente em Perigo"",""Não"",""B1ab(iii)"",""Pithecopus rusticus é endêmica Brasil, do bioma Mata Atlântica da região Sul do país. A espécie é conhecida apenas de sua localidade-tipo, lagoas em área de campo no município de Água Doce, estado de Santa Catarina. A região é bem amostrada, inclusive ambientes semelhantes ao da localidade-tipo, porém não há registros adicionais da espécie. Sua extensão de ocorrência é considerada menor de 100 km2. A localidade não é protegida e ameaças à população incluem plantio agrícola nas proximidades das lagoas, descaracterização da área para acesso de gado, introdução de peixe exótico e presença de estradas e de aerogeradores nas proximidades. Em janeiro de 2018, a área foi intensamente descaracterizada para a formação de um barramento para fornecimento de água para o gado. Essas ameaças afetam toda a região do município de Água Doce, que registrou nos últimos 10 anos redução de mais de 50% dos campos nativos. Considerando uma localização e o declínio contínuo da qualidade do hábitat, Pithecopus rusticus, foi avaliada como Criticamente Ameaçada (CR) pelo critério B1ab(iii)."",""Sim"",""Sim"",""Santa Catarina"",""|Sul|"",""Mata Atlântica"",""Sub-bacia Uruguai Alto"","""","""","""",""Não"",""Desconhecida"",""2 - Agropecuária e Aquacultura|2.1 - Culturas anuais e perenes não-madeireiras|2.1.4 - Agricultura de escala desconhecida 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.3 - Pecuária|2.3.4 - Pecuária em escala desconhecida 3 - Produção energética e mineração|3.3 - Energia renovável|3.3.2 - Parques eólicos 4 - Transportes e serviços de transmissão|4.1 - Estradas e ferrovias 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.2 - Represas e uso de água|7.2.9 - Represas (pequenas) 8 - Espécies invasoras problemáticas e doenças|8.1 - Espécies exóticas|8.1.1 - Espécie conhecida|8.1.1.2 - Predadores"","""",""Criação de áreas protegidas, Expansão de áreas protegidas, Plano de Ação Nacional (PAN), Reprodução em cativeiro/propagação artificial"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação da Herpetofauna do Sul - 2º ciclo"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Amphibia"",""Anura"",""Bufonidae"",""Rhinella"",""Rhinella casconi"","""",""Roberto, Brito & Thomé, 2014"",""Cururu-do-Cascon"",""Anfíbios"",""09/2018"",""Criticamente em Perigo"",""Não"",""B1ab(iii)"",""Rhinella casconi é endêmica do Brasil, conhecida somente do maciço de Baturité, no estado do Ceará, em uma área restrita de floresta úmida (brejos de altitude) em meio à matriz de Caatinga. Buscas direcionadas em áreas adjacentes com ambientes similares foram realizadas, entretanto, a espécie não foi encontrada. Sua extensão de ocorrência foi estimada em 4 km². A espécie sofre forte pressão antrópica, principalmente pela perda e degradação de hábitat devido à expansão urbana, com a construção de casas de veraneio, e de plantações de café e banana, que atingem as porções mais altas da Serra. Foi considerada apenas uma localização, tendo a perda de hábitat como principal ameaça. Por essas razões, Rhinella casconi foi avaliada como Criticamente em Perigo (CR) pelo critério B1ab(iii)."",""Sim"",""Sim"",""Ceará"",""|Nordeste|"",""Caatinga"",""Sub-bacia Litoral CE PI"","""",""ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL DA SERRA DE BATURITÉ"","""",""Não"",""Desconhecida"",""1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.1 - Expansão urbana 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.1 - Culturas anuais e perenes não-madeireiras|2.1.2 - Agricultura em pequenas propriedades 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.2 - Represas e uso de água|7.2.5 - Captação de água subterrânea - uso doméstico 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.2 - Represas e uso de água|7.2.6 - Captação de água subterrânea - uso comercial 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.2 - Represas e uso de água|7.2.7 - Captação de água subterrânea - uso na agricultura 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.2 - Represas e uso de água|7.2.9 - Represas (pequenas)"","""",""Manejo de locais/áreas, Plano de Ação Nacional (PAN), Proteção de locais/áreas, Proteção de recursos/habitat"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação da Herpetofauna do Nordeste - 2º ciclo"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Amphibia"",""Anura"",""Hylodidae"",""Crossodactylus"",""Crossodactylus dantei"",""Crossodactylus dantei"",""Carcerelli & Caramaschi, 1993"",""Rãzinha-de-riacho"",""Anfíbios"",""09/2018"",""Criticamente em Perigo"",""Não"",""B1ab(iii)"",""Crossodactylus dantei é endêmica do Brasil, do bioma Mata Atlântica, conhecida somente para a Estação Ecológica de Murici, no município de Murici, estado de Alagoas. Trata-se de espécie de hábitat restrito, com ocorrência associada a cursos d'água corrente em área florestal preservada da ESEC. Sua extensão de ocorrência é estimada em menos de 1km2. Embora a espécie esteja em uma unidade de conservação de proteção integral, os ambientes onde ocorre sofrem declínio continuado na qualidade, principalmente em função dos desmatamentos causados pela expansão agrícola, extração de madeira e assentamentos humanos. Foi considerad uma localização, cuja principal ameaça é a degradação do hábitat provocada pelas invasões. Por essas razões, Crossodactylus dantei foi avaliada como Criticamente em Perigo (CR) pelo critério B1ab(iii)."",""Sim"",""Sim"",""Alagoas"",""|Nordeste|"",""Mata Atlântica"",""Sub-bacia Litoral AL PE PB"",""ESEC de Murici"",""ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL DE MURICÍ"","""",""Não"",""Desconhecida"",""2 - Agropecuária e Aquacultura|2.1 - Culturas anuais e perenes não-madeireiras|2.1.4 - Agricultura de escala desconhecida 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.3 - Pecuária|2.3.4 - Pecuária em escala desconhecida 5 - Uso de recursos biológicos|5.3 - Extração florestal|5.3.5 - Motivação desconhecida"","""",""Implementação de áreas protegidas, Plano de Ação Nacional (PAN), Políticas e regulamentações, Proteção de locais/áreas, Proteção de recursos/habitat"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação da Herpetofauna Ameaçada da Mata Atlântica Nordestina, Plano de Ação Nacional para a Conservação da Herpetofauna do Nordeste - 2º ciclo"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Amphibia"",""Anura"",""Brachycephalidae"",""Brachycephalus"",""Brachycephalus pernix"",""Brachycephalus pernix"",""Pombal, Wistuba & Bornschein, 1998"",""Sapinho-de-colete, Sapinho-dourado, Sapinho-pingo-de-ouro-sardento"",""Anfíbios"",""09/2018"",""Criticamente em Perigo"",""Não"",""B1ab(iii)+2ab(iii)"",""Brachycephalus pernix é endêmica do Brasil, do bioma Mata Atlântica, conhecida somente da localidade-tipo, o Morro do Anhangava, no Parque Estadual da Serra da Baitaca, no município de Quatro Barras, estado do Paraná. Apesar de esforços de amostragem na região, não há registro em outras localidades além da localidade-tipo. A espécie é de pequeno porte, com baixa capacidade de dispersão e possui hábitat específico, sendo encontrada somente na serrapilheira de floresta altomontana acima de 1.100 metros de altitude. Assim, sua distribuição está restrita à área do topo do morro (1,96 km2) e acredita-se que sua extensão de ocorrência e área de ocupação sejam menores que essa área. O turismo no Parque é intenso e não controlado, e o pisoteio da serrapilheira pelos visitantes provoca declínio da qualidade do hábitat da espécie. Considerando essa a principal ameaça, foi definida apenas uma localização. Por essas razões, Brachycephalus pernix foi avaliada como Criticamente em Perigo (CR) pelos critérios B1ab(iii)+2ab(iii)."",""Sim"",""Sim"",""Paraná"",""|Sul|"",""Mata Atlântica"",""Sub-bacia Litoral RJ SP"","""",""ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL DO IRAÍ"","""",""Não"",""Desconhecida"",""11 - Mudanças e extremos climáticos|11.1 - Mudança/alteração de habitat 6 - Distúrbios humanos|6.1 - Atividades recreacionais/turísticas"","""",""Conscientização/comunicação, Manejo de locais/áreas, Plano de Ação Nacional (PAN), Proteção de recursos/habitat"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação da Herpetofauna do Sul - 2º ciclo, Plano de Ação Nacional para a Conservação de Répteis e Anfíbios Ameaçados da Região Sul do Brasil"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Amphibia"",""Anura"",""Bufonidae"",""Melanophryniscus"",""Melanophryniscus dorsalis"",""Melanophryniscus dorsalis"",""(Mertens, 1933)"",""Sapinho-da-barriga-colorida, Sapinho-da-barriga-vermelha, Sapinho-mão-vermelha-da-restinga"",""Anfíbios"",""09/2018"",""Vulnerável"","""",""B1ab(iii)"",""Melanophryniscus dorsalis é endêmica da região Sul do Brasil. Ocorre nos biomas Mata Atlântica e Pampa, com registros em vários municípios litorâneos dos estados de Santa Catarina e Rio Grande do Sul. Sua presença está associada a solos arenosos da planície litorânea e sua extensão de ocorrência foi estimada em 15.114 km2. Seu hábitat sofre redução, desconexão e perda contínua da qualidade devido à expansão urbana e consequente poluição do ambiente. No litoral médio do Rio Grande do Sul tem havido crescente interesse em atividade de mineração, com empreendimentos já licenciados. A retirada de areia também é uma ameaça em todo sua distribuição. Considerando o pequeno porte da espécie e sua baixa capacidade de dispersão, é possível supor que a fragmentação dessas áreas cause também a fragmentação severa da população. Por essas razões, Melanophryniscus dorsalis foi avaliada como Vulnerável (VU) pelo critério B1ab(iii)."",""Sim"",""Sim"",""Rio Grande do Sul, Santa Catarina"",""|Sul|"",""Mata Atlântica, Pampa"",""Sub-bacia Guaíba Sub-bacia Litoral RS Sub-bacia Litoral SP PR SC"",""APA Baleia Franca"",""ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL DO BANHADO GRANDE, PARQUE ESTADUAL DE ITAPEVA"","""",""Não"",""Declinando"",""11 - Mudanças e extremos climáticos|11.1 - Mudança/alteração de habitat 1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.1 - Expansão urbana 3 - Produção energética e mineração|3.2 - Mineração|3.2.1 - Extração de areia 3 - Produção energética e mineração|3.2 - Mineração|3.2.3 - Extração de minérios - subsolo 6 - Distúrbios humanos|6.1 - Atividades recreacionais/turísticas 6 - Distúrbios humanos|6.3 - Trabalho e outras atividades 9 - Poluição|9.4 - Lixo e resíduos sólidos|9.4.1 - Urbanos"",""16 - Outro"",""Criação de áreas protegidas, Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação da Herpetofauna do Sul - 2º ciclo, Plano de Ação Nacional para a Conservação de Répteis e Anfíbios Ameaçados da Região Sul do Brasil"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Mammalia"",""Carnivora"",""Mustelidae"",""Pteronura"",""Pteronura brasiliensis"","""",""(Zimmermann, 1780)"",""Ariranha, lontra gigante, onça-d’água"",""Mamíferos"",""12/2011"",""Vulnerável"","""",""A3cd"",""Ariranhas, Pteronura brasiliensis, são sociais, vivendo em grupos monogâmicos sob cooperação reprodutiva, o que restringe o tamanho populacional efetivo da espécie aos casais dominantes. Indivíduos estão maduros a partir de dois anos de vida, sendo que fêmeas na natureza reproduzem aproximadamente até os 11 anos de idade e os machos podem reproduzir até os 15. Dessa forma, estima-se que o ciclo de três gerações da espécie represente um período aproximado de 20 anos. A espécie, que ocorria nos biomas Cerrado, Mata Atlântica, Pantanal e Amazônia, sofreu uma drástica redução populacional no passado devido principalmente à caça. Atualmente há registros isolados no bioma Cerrado e possivelmente na Mata Atlântica, no estado do Paraná, sendo que populações viáveis da espécie estão limitadas à Bacia Amazônica e ao Pantanal. Essas áreas, no entanto, serão diretamente impactadas pela construção de hidrelétricas de pequeno e grande porte em grande quantidade e num futuro próximo (prazo menor que 20 anos, ou três gerações da espécie), ocasionando uma representativa perda de habitat e provável alteração na comunidade de peixes, que são seu principal recurso alimentar (sub-critério Ac). Perdas populacionais também ocorrem devido a conflitos com pescadores e interferência da espécie na aqüicultura (sub-critério Ad). Desta forma, considera-se que a espécie sofrerá uma redução populacional de pelo menos 30% nos próximos 20 anos, o que justifica sua categorização como Vulnerável (VU), segundo o critério A3cd."",""Não"",""Não"",""Acre"",""|Norte|"",""Amazônia"",""Sub-bacia Purus"",""ESEC Rio Acre"","""","""","""","""",""11 - Mudanças e extremos climáticos|11.1 - Mudança/alteração de habitat 3 - Produção energética e mineração 3 - Produção energética e mineração|3.3 - Energia renovável 5 - Uso de recursos biológicos|5.1 - Caça e captura de animais terrestres ou marinhos 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos 8 - Espécies invasoras problemáticas e doenças 8 - Espécies invasoras problemáticas e doenças|8.2 - Espécies domésticas 9 - Poluição|9.1 - Doméstica e urbana - escoamento de água 9 - Poluição|9.3 - Agrícola e florestal"",""12 - Vestuário acessório 13 - Outros bens de consumo 14 - Artesanato jóias objetos decorativos 1 - Alimentação humana 3 - Animais de estimação/ornamentais"","""","""","""","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Actinopterygii"",""Siluriformes"",""Loricariidae"",""Pogonopoma"",""Pogonopoma obscurum"","""",""Quevedo & Reis, 2002"",""Cascudo-preto"",""Peixes Continentais"",""05/2013"",""Em Perigo"","""",""B2ab(ii,iii)"",""Pogonopoma obscurum é endêmica do Brasil, ocorrendo na bacia do alto rio Uruguai, nos estados de Santa Catarina e Rio Grande do Sul. A espécie tem uma Área de Ocupação (AOO) de cerca de 300 km², calculada pela soma de trechos livres do alto rio Uruguai. Apesar do intenso esforço de coleta na porção média do rio Uruguai, durante os últimos quinze anos, a espécie não foi coletada nessa seção da bacia. Por ser uma espécie migradora e seu hábitat estar severamente fragmentado (a) pela existência de um grande número de hidrelétricas ao longo de sua distribuição, somado ao declínio continuado da área de ocupação (bii) e qualidade do hábitat (biii), Pogonopoma obscurum foi categorizada como Em Perigo (EN) pelos critérios B2ab(ii,iii)."",""Sim"",""Não"",""Rio Grande do Sul, Santa Catarina"",""|Sul|"",""Mata Atlântica"",""Sub-bacia Uruguai Alto Sub-bacia Uruguai Médio"","""",""PARQUE ESTADUAL DO TURVO"","""",""Desconhecido"",""Desconhecida"","""","""","""","""","""","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Actinopterygii"",""Characiformes"",""Anostomidae"",""Hypomasticus"",""Hypomasticus thayeri"",""Hypomasticus thayeri"",""(Borodin, 1929)"",""Timburé"",""Peixes Continentais"",""11/2018"",""Vulnerável"","""",""B1ab(iii)"",""Hypomasticus thayeri apresenta registros de ocorrência nas bacias dos rios Paraíba do Sul, Doce, Itapemirim, Benevente e Santa Maria da Vitória, nos estados de São Paulo, Minas Gerais e Espírito Santo. Provavelmente foi mais abundante no passado, sendo que hoje é uma espécie dificilmente encontrada, exceto em um trecho restrito e ainda livre no médio-alto rio Santo Antônio/MG, e no rio Pardo, afluente do rio Itapemirim/ES. Os registros provenientes da bacia do rio Paraíba do Sul são históricos, por isso não foram considerados para o cálculo da extensão de ocorrência da espécie. A EOO calculada pelo mínimo polígono convexo é 13.421 km². É uma espécie associada a trechos encachoeirados dos rios e sofre impactos negativos com os sucessivos barramentos, que contribuíram para fragmentar a população. Além disso, existe declínio continuado da qualidade do habitat em toda a sua área de ocorrência atual e histórica. Portanto, Hypomasticus thayeri foi categorizada como Vulnerável (VU) pelos critérios B1ab(iii)."",""Sim"",""Sim"",""Espírito Santo, Minas Gerais, Rio de Janeiro, São Paulo"",""|Sudeste|"",""Mata Atlântica"",""Sub-bacia Doce Sub-bacia Litoral ES Sub-bacia Paraíba do Sul"","""","""","""",""Desconhecido"",""Declinando"",""1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.1 - Expansão urbana 1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.2 - Áreas comerciais e industriais 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.3 - Pecuária 3 - Produção energética e mineração|3.3 - Energia renovável|3.3.1 - Hidrelétricas 7 - Modificações nos sistemas naturais 8 - Espécies invasoras problemáticas e doenças|8.1 - Espécies exóticas 9 - Poluição|9.1 - Doméstica e urbana - escoamento de água 9 - Poluição|9.2 - Industrial"","""",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação das Espécies Aquáticas Ameaçadas de Extinção da Bacia do Rio Paraíba do Sul, Plano de Ação Nacional para a Conservação das Espécies Aquáticas Ameaçadas de Extinção da Bacia do Rio Paraíba do Sul - 2º ciclo"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Aves"",""Passeriformes"",""Dendrocolaptidae"",""Dendrexetastes"",""Dendrexetastes paraensis paraensis"",""Dendrexetastes rufigula paraensis"",""Lorenz von Liburnau, 1895"",""arapaçu-canela-de-belém"",""Aves"",""09/2017"",""Vulnerável"","""",""A2c"",""Dendrexetastes paraensis paraensis é endêmica do Brasil, restrita ao Centro de Endemismo Belém, a região que sofreu a maior pressão de desmatamento da Amazônia. Naturalmente raro, é dependente de mata primária, mas tolerante a certo grau de degradação, como corte seletivo e queimadas. A distribuição é fragmentada dentro de sua extensão de ocorrência, mas não se conhecem os motivos que determinam sua presença ou ausência. Tendo em vista a forte pressão de desmatamento e degradação das florestas e a sensibilidade do táxon, estima-se que houve perda populacional entre 30% e 50% em três gerações passadas (13 anos). Desta forma, D. p. paraensis foi categorizada como Vulnerável (VU) A2c."",""Sim"",""Sim"",""Maranhão, Pará"",""|Nordeste|Norte|"",""Amazônia"",""Sub-bacia Gurupi Sub-bacia Tocantins Baixo"",""REBIO do Gurupi"","""","""","""",""Declinando"",""2 - Agropecuária e Aquacultura|2.1 - Culturas anuais e perenes não-madeireiras|2.1.4 - Agricultura de escala desconhecida 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.3 - Pecuária|2.3.4 - Pecuária em escala desconhecida 5 - Uso de recursos biológicos|5.3 - Extração florestal|5.3.5 - Motivação desconhecida"","""",""Criação de áreas protegidas, Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação das Aves Ameaçadas do Bioma Amazônia, Plano de Ação Nacional para a Conservação das Aves da Caatinga - 2º ciclo"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Aves"",""Passeriformes"",""Dendrocolaptidae"",""Dendrocincla"",""Dendrocincla merula badia"",""Dendrocincla merula badia"",""Zimmer, 1934"",""arapaçu-da-taoca"",""Aves"",""09/2017"",""Vulnerável"","""",""A2c"",""Dendrocincla merula badia ocorre no Centro de endemismo Belém. Suspeita-se que houve perda populacional entre 30% e 50% em três gerações (16 anos), decorrente da perda de habitat, da dependência de florestas e de formigas de correição (formigas carnívoras que se movimentam em milhares pela mata na busca de outros insetos), que necessitam de grandes áreas. Desta forma, D. merula badia foi categorizada como Vulnerável (VU) A2c."",""Sim"",""Sim"",""Maranhão, Pará"",""|Nordeste|Norte|"",""Amazônia"",""Sub-bacia Gurupi Sub-bacia Tocantins Baixo"",""REBIO do Gurupi"","""","""",""Não"",""Declinando"",""5 - Uso de recursos biológicos|5.3 - Extração florestal|5.3.5 - Motivação desconhecida 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.1 - Incêndios e supressão de incêndios|7.1.3 - Tendência desconhecida 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.3 - Outras modificações nos ecossistemas"","""",""Criação de áreas protegidas, Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação das Aves Ameaçadas do Bioma Amazônia, Plano de Ação Nacional para a Conservação das Aves da Caatinga - 2º ciclo"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Aves"",""Passeriformes"",""Tyrannidae"",""Elaenia"",""Elaenia ridleyana"",""Elaenia ridleyana"",""Sharpe, 1888"",""cocoruta"",""Aves"",""06/2019"",""Vulnerável"","""",""D2"",""Elaenia ridleyana é endêmica do Brasil, com ocorrência restrita ao arquipélago de Fernando de Noronha. A área de ocupação (AOO) foi calculada em 20 km². Habita florestas, capoeiras, vegetação arbustivo-arbórea e apesar de estar parcialmente protegida por unidades de conservação, a predação por espécies introduzidas, como o lagarto Tupinambis merianae e animais domésticos (gatos e ratos), é uma ameaça possível de levar o táxon à categoria de Criticamente em Perigo ou Extinto em um curto período de tempo. Dessa forma, E. ridleyana foi categorizada como Vulnerável (VU) pelo critério D2."",""Sim"",""Sim"",""Pernambuco"",""|Nordeste|"",""Mata Atlântica, Sistema Costeiro-Marinho"","""",""APA Fernando de Noronha, PARNA Marinho de Fernando de Noronha"","""","""",""Não"",""Desconhecida"",""1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.1 - Expansão urbana 1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.3 - Áreas de turismo e recreação 4 - Transportes e serviços de transmissão|4.2 - Atropelamentos 5 - Uso de recursos biológicos|5.1 - Caça e captura de animais terrestres ou marinhos|5.1.4 - Motivação desconhecida 5 - Uso de recursos biológicos|5.3 - Extração florestal|5.3.5 - Motivação desconhecida 6 - Distúrbios humanos|6.1 - Atividades recreacionais/turísticas 8 - Espécies invasoras problemáticas e doenças|8.1 - Espécies exóticas|8.1.1 - Espécie conhecida|8.1.1.2 - Predadores 8 - Espécies invasoras problemáticas e doenças|8.2 - Espécies domésticas|8.2.2 - Predadores"","""",""Controle de espécies invasoras/problemáticas, Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação das Aves Ameaçadas do Bioma Mata Atlântica"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Actinopterygii"",""Siluriformes"",""Heptapteridae"",""Rhamdiopsis"",""Rhamdiopsis krugi"","""",""Bockmann & Castro, 2010"",""Bagrinho-cego"",""Peixes Continentais"",""10/2011"",""Vulnerável"","""",""B1ab(iii)"",""Rhamdiopsis krugi é uma espécie extremamente especializada e conhecida somente de cavernas calcárias na região da Chapada Diamantina, bacia do rio Paraguaçu, na porção central do estado da Bahia, Brasil. É conhecida de dez cavernas, que representam seis localizações (a=6), em uma Extensão de Ocorrência (EOO) de 125 km². Todas as cavernas estão fora de Unidade de Conservação e algumas estão sujeitas a impactos, tais como presença de gado no entorno da caverna, causando soterramento (Lapa do Bode), poluição por pesticidas e nitrogênio de urina de gado (Sistemas da Pratinha), atividades de mergulho desordenadas (Poço Azul) e a exploração desordenada de águas subterrâneas através de poços artesianos, que pode acarretar em declínio do lençol freático (região de Iraquara). Essas atividades têm provocado declínio continuado na qualidade do hábitat. Assim, a espécie foi classificada como Vulnerável (VU) pelo critério B1ab(iii). É essencial o ordenamento e fiscalização dessas atividades, além de ser urgente a realização dos planos de manejo dessas cavernas."",""Sim"",""Não"",""Bahia"",""|Nordeste|"",""Caatinga"",""Sub-bacia Itapecuru-Paraguaçu"","""",""ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL MARIMBUS / IRAQUARA"","""",""Não"",""Desconhecida"","""","""","""","""","""","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Aves"",""Passeriformes"",""Thamnophilidae"",""Formicivora"",""Formicivora erythronotos"",""Formicivora erythronotos"",""Hartlaub, 1852"",""formigueiro-de-cabeça-negra"",""Aves"",""06/2019"",""Criticamente em Perigo"",""Não"",""C2a(ii)"",""Formicivora erythronotos é endêmica do sudeste do Brasil, ocorrendo apenas no sul do Rio de Janeiro. Habita áreas arbustivas, ambientes em regeneração e matas secundárias em planícies costeiras. Estima-se que haja menos de 250 indivíduos maduros, sendo que de 90 a 100% deles estão em uma única subpopulação, localizada nos Vales do Mambucaba e do Ariró. Há declínio populacional continuado suspeitado em função da perda de habitat, pois sua área de ocorrência tem sido constantemente ameaçada pela expansão imobiliária, especialmente em Mambucaba e Ariró devido ao aumento da infraestrutura turística, e também pela expansão de pastagens e monoculturas. Dessa forma, F. erythronotos foi categorizada como Criticamente em Perigo (CR) pelo critério C2a(ii)."",""Sim"",""Sim"",""Rio de Janeiro"",""|Sudeste|"",""Mata Atlântica"",""Sub-bacia Litoral RJ"",""PARNA da Serra da Bocaina"","""",""RPPN Gleba O Saquinho de Itapirapuá"",""Não"",""Declinando"",""1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.1 - Expansão urbana 1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.3 - Áreas de turismo e recreação 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.2 - Silvicultura|2.2.3 - Plantações em escala desconhecida 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.3 - Pecuária|2.3.4 - Pecuária em escala desconhecida 6 - Distúrbios humanos|6.1 - Atividades recreacionais/turísticas"","""",""Criação de áreas protegidas, Educação e comunicação, Manejo de espécies, Manejo de locais/áreas, Plano de Ação Nacional (PAN), Políticas e regulamentações"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação das Aves Ameaçadas do Bioma Mata Atlântica"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Actinopterygii"",""Cyprinodontiformes"",""Rivulidae"",""Austrolebias"",""Austrolebias cyaneus"",""Austrolebias cyaneus"",""(Amato, 1987)"",""Peixe anual, Peixe das nuvens"",""Peixes Continentais"",""05/2019"",""Em Perigo"","""",""B1ab(ii,iii)"",""Austrolebias cyaneus é endêmica do Brasil e conhecida de Cachoeira do Sul, Pântano Grande, Minas do Leão e Rio Pardo, na bacia do rio Jacuí, sistema da laguna dos Patos, estado do Rio Grande do Sul. Apesar de ser relativamente abundante em algumas localidades, a espécie ocorre em charcos pequenos (geralmente inferiores a 1.000 m²) cercados por plantações de arroz, com uma Extensão de Ocorrência (EOO) calculada de 2.756 km². A principal ameaça para a espécie é a expansão agrícola com o cultivo de arroz, o que fragmentou sua população. Além disso, a duplicação da rodovia BR-290/RS, que está atualmente em andamento, pode levar ao declínio acentuado da Área de Ocupação (AOO) e da qualidade dos biótipos. Portanto, Austrolebias cyaneus foi categorizada como Em Perigo (EN) pelo critério B1ab(ii,iii)."",""Sim"",""Sim"",""Rio Grande do Sul"",""|Sul|"",""Pampa"",""Sub-bacia Guaíba"","""","""","""",""Não"",""Desconhecida"",""2 - Agropecuária e Aquacultura|2.1 - Culturas anuais e perenes não-madeireiras|2.1.4 - Agricultura de escala desconhecida 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.3 - Pecuária|2.3.4 - Pecuária em escala desconhecida 3 - Produção energética e mineração|3.2 - Mineração|3.2.2 - Extração de seixo/pedra 4 - Transportes e serviços de transmissão|4.1 - Estradas e ferrovias"","""",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação dos Peixes Rivulídeos Ameaçados de Extinção, Plano de Ação Nacional para a Conservação dos Peixes Rivulídeos Ameaçados de Extinção - 2º ciclo"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Aves"",""Passeriformes"",""Furnariidae"",""Philydor"",""Philydor novaesi"",""Philydor novaesi"",""Teixeira & Gonzaga, 1983"",""limpa-folha-do-nordeste"",""Aves"",""06/2019"",""Extinta"","""","""",""Philydor novaesi era endêmica do Brasil, com ocorrência restrita aos estados de Alagoas e Pernambuco. A espécie era bastante conspícua (respondia a playback e poderia ser captura em rede, como espécies similares). Vários ornitólogos experientes vêm buscando a espécie em todas as áreas potenciais de ocorrência, mas esta não é vista ou registrada em Murici, Alagoas, desde o final da década de 1990, e em Jaqueira, Pernambuco, desde setembro de 2011. Foram feitas inúmeras amostragens posteriores para buscar a espécie, utilizando-se os meios adequados, mas sem sucesso. Mesmo antes disso, a espécie sempre foi registrada em baixíssimas densidades. Uma vez que não há dúvida razoável sobre a inexistência de exemplares vivos de P. novaesi, esta foi categorizada como Extinta (EX)."",""Sim"",""Não"",""Alagoas"",""|Nordeste|"","""","""","""","""","""",""Não"",""Declinando"",""2 - Agropecuária e Aquacultura|2.1 - Culturas anuais e perenes não-madeireiras 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.1 - Culturas anuais e perenes não-madeireiras|2.1.2 - Agricultura em pequenas propriedades 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.3 - Pecuária 5 - Uso de recursos biológicos|5.1 - Caça e captura de animais terrestres ou marinhos 5 - Uso de recursos biológicos|5.3 - Extração florestal"","""","""","""","""","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Aves"",""Strigiformes"",""Strigidae"",""Pulsatrix"",""Pulsatrix perspicillata"",""Pulsatrix perspicillata pulsatrix"",""(Wied, 1820)"",""murucututu"",""Aves"",""06/2019"",""Criticamente em Perigo"",""Não"",""C2a(i)"",""Pulsatrix perspicillata pulsatrix é endêmica do Brasil, ocorrendo historicamente ao longo da costa sudeste da Bahia ao nordeste do Rio Grande do Sul. O último registro data de 1995, no nordeste do Rio Grande do Sul. Não há conhecimento sobre a presença deste táxon, devendo estar, possivelmente, extinto em grande parte de sua distribuição. Com base nos últimos registros conhecidos, descrições de abundância e extensão de ocorrência, estima-se que o tamanho populacional seja menor do que 50 indivíduos maduros. É provável que o declínio populacional do táxon tenha ocorrido devido à perda massiva de habitat decorrente da ocupação por gado bovino, bubalino e dendeicultura. Dessa forma, P. p. pulsatrix foi categorizada como Criticamente em Perigo (CR) pelo critério C2a(i)."",""Sim"",""Sim"",""Bahia, Espírito Santo, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, São Paulo"",""|Nordeste|Sudeste|Sul|"",""Mata Atlântica"","""",""Parna Aparados da Serra, PARNA da Serra do Itajaí, PARNA da Serra Geral, PARNA do Caparaó, REBIO Augusto Ruschi, REBIO de Sooretama"","""","""",""Não"",""Declinando"",""2 - Agropecuária e Aquacultura|2.1 - Culturas anuais e perenes não-madeireiras|2.1.4 - Agricultura de escala desconhecida 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.3 - Pecuária|2.3.4 - Pecuária em escala desconhecida"","""",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação das Aves Ameaçadas do Bioma Mata Atlântica, Plano de Ação Nacional para a Conservação das Aves de Rapina"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Actinopterygii"",""Cyprinodontiformes"",""Rivulidae"",""Austrolebias"",""Austrolebias nachtigalli"",""Austrolebias nachtigalli"",""Costa & Cheffe, 2006"",""Peixe anual, Peixe das nuvens"",""Peixes Continentais"",""05/2019"",""Vulnerável"","""",""B1ab(ii,iii)"",""Austrolebias nachtigalli é endêmica do Brasil e ocorre entre os municípios de Arroio Grande, Jaguarão e Pedro Osório, em uma faixa de extensão de cerca de 100 km ao longo da planície costeira interna, no sistema da laguna dos Patos, estado do Rio Grande do Sul. A Extensão de Ocorrência (EOO) calculada é de 5.790 km². A principal ameaça para a espécie é a expansão agrícola com o cultivo de arroz, o que fragmentou severamente sua população. Além disso, A. nachtigalli é fortemente impactada também pela expansão urbana no município de Jaguarão. Considerando o declínio continuado na Área de Ocupação (AOO) e na qualidade do seu habitat, Austrolebias nachtigalli foi categorizada como Vulnerável (VU) pelos critérios B1ab(ii,iii). Uma das áreas mais importantes para a conservação da espécie situa-se entre a foz do rio Jaguarão e a foz do Arroio Juncal, onde recomenda-se a criação de unidade de conservação."",""Sim"",""Sim"",""Rio Grande do Sul"",""|Sul|"",""Pampa"",""Sub-bacia Litoral RS"","""","""","""",""Não"",""Desconhecida"",""11 - Mudanças e extremos climáticos|11.1 - Mudança/alteração de habitat 1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.1 - Expansão urbana 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.1 - Culturas anuais e perenes não-madeireiras|2.1.4 - Agricultura de escala desconhecida"","""",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação dos Peixes Rivulídeos Ameaçados de Extinção - 2º ciclo"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Aves"",""Passeriformes"",""Scleruridae"",""Sclerurus"",""Sclerurus caudacutus"",""Sclerurus caudacutus caligineus"",""Pinto, 1954"",""vira-folha-pardo"",""Aves"",""06/2019"",""Criticamente em Perigo"",""Não"",""B1ab(i,ii,iii,iv,v)+2ab(ii,iii)"",""Sclerurus caudacutus caligineus é endêmica do Brasil, registrada somente em Alagoas. Os registros documentados são poucos e restritos a apenas três localidades: Jequié da Praia, São Miguel dos Campos e Murici. Não há registros em outros locais, apesar da área ser bastante inventariada. Extinta em duas das três localidades conhecidas, há declínio continuado no número de subpulações e no número de indivíduos maduros. Considerada rara e com 100% da população isolada na ESEC de Murici, está fadada à endogamia. A extensão de ocorrência (EOO), calculada através do Mínimo Polígono Convexo (MPC), resultou em 14 km². Entretanto, considerando que a espécie ocorre exclusivamente na ESEC de Murici, sua EOO foi estimada baseando-se na área da ESEC, que é de 60 km². Já a área de ocupação (AOO) foi aplicada aos registros atuais conhecidos da subespécie, o que resultou em 8 km². Tanto a EOO quanto a AOO têm sofrido declínio continuado, tendo em vista as extinções locais e a progressiva substituição florestal por plantações de cana-de-açúcar, bem como a ocorrência de incêndios, as quais também têm gerado declínio continuado na qualidade desse habitat. Apesar de relativamente protegida em unidade de conservação, os incêndios foram identificados como a principal ameaça ao táxon. Tendo em vista as proporções que o fogo pode atingir e a distribuição restrita à ESEC de Murici, foi possível caracterizar 1 localização que poderá afetar toda a população do táxon. Dessa forma, S. c. caligineus foi categorizada como Criticamente em Perigo (CR) pelo critério B1ab(i,ii,iii,iv,v)+2ab(ii,iii)."",""Sim"",""Sim"",""Alagoas"",""|Nordeste|"",""Mata Atlântica"",""Sub-bacia Litoral AL PE PB"",""ESEC de Murici"",""ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL DE MURICÍ"","""",""Não"",""Declinando"",""2 - Agropecuária e Aquacultura|2.2 - Silvicultura|2.2.2 - Plantações agro-industriais 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.1 - Incêndios e supressão de incêndios|7.1.1 - Aumento da frequência/intensidade de incêndios"","""",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação das Aves Ameaçadas do Bioma Mata Atlântica"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Aves"",""Passeriformes"",""Rhynchocyclidae"",""Hemitriccus"",""Hemitriccus kaempferi"",""Hemitriccus kaempferi"",""(Zimmer, 1953)"",""maria-catarinense"",""Aves"",""06/2019"",""Vulnerável"","""",""B1ab(iii)"",""Hemitriccus kaempferi é endêmica do Brasil, e ocorre próximo à costa, no sudeste do Paraná e centro-norte de Santa Catarina. Ocupa, preferencialmente, florestas tropicais perenes de baixada e sua extensão de ocorrência (EOO) foi calculada em 10.357 km². A espécie é considerada rara, possui baixa mobilidade, o que reduz seu potencial de dispersão, e a população é considerada severamente fragmentada. Os remanescentes de florestas de baixada que ainda restam continuam sofrendo pressão pela expansão da agricultura, mineração, urbanização, industrialização e construção de rodovias, os quais têm gerado declínio continuado na qualidade do habitat. Dessa forma, H. kaempferi foi categorizada como Vulnerável (VU) pelo critério B1ab(iii)."",""Sim"",""Sim"",""Paraná, Santa Catarina"",""|Sul|"",""Mata Atlântica"",""Sub-bacia Litoral SP PR SC"",""PARNA Guaricana, PARNA Saint-Hilaire/Lange"",""ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL ESTADUAL DE GUARATUBA, ÁREA DE PROTEçãO AMBIENTAL SERRA DONA FRANCISCA, ESTAÇÃO ECOLÓGICA DO GUARAGUAÇU, PARQUE ESTADUAL DA SERRA DO TABULEIRO"",""RPPN Bio Estação Águas Cristalinas, RPPN Caetezal, RPPN Fazenda Palmital, RPPN Parque Ecológico ARTEX, RPPN Reserva do Caraguatá II"",""Não"",""Desconhecida"",""1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.1 - Expansão urbana 1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.2 - Áreas comerciais e industriais 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.1 - Culturas anuais e perenes não-madeireiras|2.1.4 - Agricultura de escala desconhecida 3 - Produção energética e mineração|3.2 - Mineração|3.2.6 - Tipo desconhecido 4 - Transportes e serviços de transmissão|4.1 - Estradas e ferrovias"","""",""Controle e fiscalização, Criação de áreas protegidas, Expansão de áreas protegidas, Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação das Aves Ameaçadas do Bioma Mata Atlântica"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Aves"",""Passeriformes"",""Onychorhynchidae"",""Onychorhynchus"",""Onychorhynchus swainsoni"",""Onychorhynchus swainsoni"",""(Pelzeln, 1858)"",""maria-leque-do-sudeste"",""Aves"",""06/2019"",""Vulnerável"","""",""C2a(i)"",""Onychorhynchus swainsoni é endêmica do Brasil e ocorria, originalmente, do nordeste de Minas Gerais (Município de Teófilo Otoni) à Santa Catarina. Atualmente está restrita à florestas altas e úmidas no extremo sul de Minas Gerais e desde o Rio de Janeiro ao nordeste de Santa Catarina. Baseado na avaliação de registros conhecidos, descrições de abundância e extensão de ocorrência, a população possui entre 667 a 1.666 indivíduos maduros, com menos de 1.000 indivíduos maduros em cada subpopulação. Sempre associada à riachos e córregos, a alteração do habitat é uma ameaça e tem gerado declínio populacional continuado. Dessa forma, O. swainsoni foi categorizada como Vulnerável (VU) pelo critério C2a(i)."",""Sim"",""Sim"",""Minas Gerais, Paraná, Rio de Janeiro, Santa Catarina, São Paulo"",""|Sudeste|Sul|"",""Mata Atlântica"",""Sub-bacia Grande Sub-bacia Iguaçu Sub-bacia Litoral RJ Sub-bacia Litoral RJ SP Sub-bacia Litoral SP Sub-bacia Litoral SP PR SC Sub-bacia Paraíba do Sul Sub-bacia Paranapanema Sub-bacia Tietê"",""APA Cairuçu, APA Guaraqueçaba, APA Petrópolis, PARNA da Serra da Bocaina, PARNA da Serra dos Órgãos, PARNA de Itatiaia"",""APA ITUPARARANGA, APA SERRA DO MAR, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL DO IRAÍ, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL ESTADUAL DE GUARATUBA, PARQUE ESTADUAL DA SERRA DO MAR, PARQUE ESTADUAL INTERVALES"",""RPPN Fazenda Silvo Agro-Pastoril Gonçalves, RPPN Meandros II, RPPN Morro do Curussu Mirim, RPPN Sítio do Bananal, RPPN Sítio do Jacu"",""Não"",""Declinando"",""11 - Mudanças e extremos climáticos|11.1 - Mudança/alteração de habitat 5 - Uso de recursos biológicos|5.3 - Extração florestal|5.3.5 - Motivação desconhecida"","""",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação das Aves Ameaçadas do Bioma Mata Atlântica"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Arthropoda"",""Insecta"",""Lepidoptera"",""Nymphalidae"",""Polygrapha"",""Polygrapha suprema"","""",""(Schaus, 1920)"",""Borboleta"",""Invertebrados Terrestres"",""11/2010"",""Em Perigo"","""",""B1ab(iii)+2ab(iii)"",""Polygrapha suprema é conhecida de três localidades de floresta de altitude na Serra da Mantiqueira. A extensão de ocorrência é estimada em menos de 5.000 km² e a área de ocupação, em menos de 500 km². Recentemente, a expansão imobiliária e atividades recreativas (ecoturismo) têm ameaçado os habitats remanescentes fora das unidades de conservação. Portanto, Polygrapha suprema foi categorizada como Em Perigo (EN), segundo os critérios B1ab(iii)+2ab(iii)."",""Sim"",""Não"",""Minas Gerais, São Paulo"",""|Sudeste|"",""Mata Atlântica"",""Sub-bacia Grande"",""APA Serra da Mantiqueira, PARNA de Itatiaia"",""APA CAMPOS DO JORDÃO, PARQUE ESTADUAL DE CAMPOS DO JORDÃO"","""",""Desconhecido"",""Desconhecida"","""","""",""Proteção de recursos/habitat"","""","""","""",""""";;;;;; "Animalia,""Arthropoda"",""Insecta"",""Lepidoptera"",""Lycaenidae"",""Strymon"",""Strymon ohausi"","""",""(Spitz, 1933)"",""Borboleta, fadinha"",""Invertebrados Terrestres"",""11/2010"",""Em Perigo"","""",""B2ab(i,ii,iii,iv)"",""Strymon ohausi é uma espécie de biologia pouco conhecida. Embora existam indícios de que seja localmente abundante (ex. PARNA da Serra do Cipó e PARNA das Sempre-Vivas, MG), a espécie é restrita a ambientes de Cerrado e campos naturais em áreas acima de 1.100 m de altitude, possuindo uma área de ocupação (AOO) menor do que 500 km2. Desde sua descrição em 1933, não tem sido registrada em sua localidade-tipo, no município de São Caetano do Sul (SP). Apresenta redução de habitat ao longo de sua área de distribuição geográfica. As principais ameaças são a perda e a destruição de habitat provocada por atividades agropecuárias, com consequente isolamento populacional. Portanto, S. ohausi foi categorizada como Em Perigo (EN), segundo o critério B2ab(i,ii,iii,iv)."",""Sim"",""Não"",""Distrito Federal, Goiás, Minas Gerais"",""|Centro-Oeste|Sudeste|"",""Cerrado"",""Sub-bacia Jequitinhonha Sub-bacia Paranaíba Sub-bacia Tocantins Alto"",""PARNA da Chapada dos Veadeiros, PARNA das Sempre-Vivas, PARNA de Brasília"",""ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL DOS PIRENEUS, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL POUSO ALTO"","""","""",""Desconhecida"","""","""",""Proteção de recursos/habitat"","""","""","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Aves"",""Passeriformes"",""Thamnophilidae"",""Pyriglena"",""Pyriglena atra"",""Pyriglena atra"",""(Swainson, 1825)"",""papa-taoca-da-bahia"",""Aves"",""06/2019"",""Em Perigo"","""",""B2ab(i,ii,iii)"",""Pyriglena atra é endêmica do Brasil, restrita ao Sergipe e nordeste da Bahia. É dependente sub-bosques de florestas perenes de baixada. Sua área de ocupação (AOO) foi calculada em 108 km². A população encontra-se severamente fragmentada e seu habitat está ameaçado pela silvicultura e expansão imobiliária. Dessa forma, P. atra foi avaliada como Em Perigo (EN) B2ab(i,ii,iii)."",""Sim"",""Sim"",""Bahia, Sergipe"",""|Nordeste|"",""Caatinga, Mata Atlântica"",""Sub-bacia Itapecuru-Paraguaçu Sub-bacia Litoral SE"","""",""REFúGIO DE VIDA SILVESTRE MATA DO JUNCO"",""RPPN Fazenda Panema, RPPN Fonte da Bica, RPPN São Joquim da Cabonha APA I e APA II"",""Não"",""Desconhecida"",""1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.1 - Expansão urbana 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.1 - Culturas anuais e perenes não-madeireiras|2.1.4 - Agricultura de escala desconhecida 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.2 - Silvicultura|2.2.3 - Plantações em escala desconhecida"","""",""Criação de áreas protegidas, Implementação de corredores, Plano de Ação Nacional (PAN), Proteção de locais/áreas"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação das Aves Ameaçadas do Bioma Mata Atlântica"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Aves"",""Passeriformes"",""Furnariidae"",""Thripophaga"",""Thripophaga macroura"",""Thripophaga macroura"",""(Wied, 1821)"",""rabo-amarelo"",""Aves"",""06/2019"",""Vulnerável"","""",""C2a(i)"",""Thripophaga macroura é endêmica do Brasil, ocorrendo no centro-sul da Bahia, nordeste de Minas Gerais, Espírito Santo e historicamente no norte do Rio de Janeiro. Ocupa florestas de baixada e submontanas, com densos emaranhados de lianas, dependendo de matas em bom estado de conservação para sobreviver. Suspeita-se que haja menos de 10.000 indivíduos maduros, sendo que há menos de 1.000 em cada subpopulação. A população está altamente fragmentada, com pouca ou nenhuma possibilidade de conexão, e há declínio populacional continuado devido à perda de habitat. Dessa forma, T. macroura foi categorizada como Vulnerável (VU) pelo critério C2a(i)."",""Sim"",""Sim"",""Bahia, Espírito Santo, Minas Gerais, Rio de Janeiro"",""|Nordeste|Sudeste|"",""Mata Atlântica, Sistema Costeiro-Marinho"",""Sub-bacia Contas Sub-bacia Doce Sub-bacia Itapecuru-Paraguaçu Sub-bacia Jequitinhonha Sub-bacia Litoral BA ES Sub-bacia Litoral ES"",""FLONA Pacotuba, PARNA Alto Cariri, PARNA de Boa Nova, PARNA do Descobrimento, PARNA Serra das Lontras, REBIO da Mata Escura, REBIO de Sooretama, REBIO de Una, REVIS Boa Nova"",""ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL BAÍA DE CAMAMU, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL COSTA DE ITACARÉ/ SERRA GRANDE, PARQUE ESTADUAL DO DESENGANO"",""Estação Veracel, FAZENDA BOA ESPERANÇA, MATA DO PASSARINHO, RPPN Araçari"",""Não"",""Declinando"",""5 - Uso de recursos biológicos|5.3 - Extração florestal|5.3.5 - Motivação desconhecida"","""",""Plano de Ação Nacional (PAN), Proteção de locais/áreas"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação das Aves Ameaçadas do Bioma Mata Atlântica"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"",""0 , 1000"",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Actinopterygii"",""Cyprinodontiformes"",""Rivulidae"",""Austrolebias"",""Austrolebias arachan"",""Austrolebias arachan"",""Loureiro, Azpelicueta & Garcia, 2004"",""Peixe anual"",""Peixes Continentais"",""05/2019"",""Vulnerável"","""",""D2"",""Austrolebias arachan ocorre em uma área úmida no baixo curso da drenagem do rio Jaguarão-Chico, bacia do rio Jaguarão, sistema lagunar Patos-Mirim, município de Pedras Altas, estado do Rio Grande do Sul, Brasil. A espécie ocorre também no Uruguai, porém é pouco provável que exista conexão entre as subpopulações dos dois países. A principal ameaça à espécie é a drenagem dos charcos para plantio de arroz, que vem descaracterizando seu habitat natural, porém esta ameaça pode ser caracterizada como difusa. A Área de Ocupação (AOO) conhecida até o momento é de 12 km². Considerando a restrita área de ocupação da espécie, A. arachan foi categorizada como Vulnerável (VU) pelo critério D2."",""Não"",""Sim"",""Rio Grande do Sul"",""|Sul|"",""Pampa"",""Sub-bacia Litoral RS"","""","""","""",""Não"",""Desconhecida"",""2 - Agropecuária e Aquacultura|2.1 - Culturas anuais e perenes não-madeireiras|2.1.4 - Agricultura de escala desconhecida 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.2 - Silvicultura|2.2.3 - Plantações em escala desconhecida 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.7 - Motivação desconhecida"",""3 - Animais de estimação/ornamentais"",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação dos Peixes Rivulídeos Ameaçados de Extinção - 2º ciclo"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Actinopterygii"",""Cyprinodontiformes"",""Rivulidae"",""Austrolebias"",""Austrolebias carvalhoi"",""Austrolebias carvalhoi"",""(Myers, 1947)"",""Peixe anual"",""Peixes Continentais"",""05/2019"",""Criticamente em Perigo"",""Não"",""B2ab(ii,iii,iv)"",""Austrolebias carvalhoi é endêmica do Brasil e foi descrita de Porto União, no estado de Santa Catarina. Apesar de esforços de coleta, a espécie não foi registrada por 50 anos após sua descrição. Em 1997, A. carvalhoi foi registrada dentro da área urbana do município de União da Vitória, estado do Paraná, uma área adjacente à área de Santa Catarina. Esforços de coleta na região realizados após o ano 2000 não resultaram em registro adicional da espécie. A área onde a espécie ocorre em Porto União foi aterrada e em sua área foi instalado um campo de futebol. A ameaça direta mais significativa à espécie é a expansão urbana. A Área de Ocupação (AOO) calculada de A. carvalhoi é de 4 km², e os impactos da urbanização sobre sua área de distribuição remanescente permitem inferir uma única localização. Além disso, a espécie está sob declínio continuado de sua Área de Ocupação (AOO) e da qualidade de habitat. Portanto, Austrolebias carvalhoi foi categorizada como Criticamente em Perigo (CR) pelos critérios B2ab(ii,iii,iv)."",""Sim"",""Sim"",""Paraná"",""|Sul|"",""Mata Atlântica"",""Sub-bacia Iguaçu"","""","""","""",""Não"",""Desconhecida"",""1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.1 - Expansão urbana"","""",""Manejo de espécies, Manejo territorial, Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação da Fauna Aquática e Semiaquática do Baixo Iguaçu, Plano de Ação Nacional para a Conservação dos Peixes Rivulídeos Ameaçados de Extinção, Plano de Ação Nacional para a Conservação dos Peixes Rivulídeos Ameaçados de Extinção - 2º ciclo"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Actinopterygii"",""Siluriformes"",""Trichomycteridae"",""Cambeva"",""Cambeva mboycy"",""Trichomycterus mboycy"",""(Wosiacki & Garavello, 2004)"",""Candiru"",""Peixes Continentais"",""10/2019"",""Em Perigo"","""",""B1ab(ii,iii)"",""Cambeva mboycy é endêmica do Brasil e conhecida de poucas localidades na bacia do rio Jordão, afluente do baixo rio Iguaçu, no estado do Paraná. A principal ameaça identificada é a perda e degradação do hábitat pela construção de hidrelétricas. Além disso, a poluição decorrente do uso e ocupação do solo por atividades agrícolas representa impacto adicional. A extensão de ocorrência (EOO) foi calculada em 2.606 km², com duas localizações e declínio continuado da área de ocupação e qualidade do habitat em função dos impactos identificados. Por isso, C. mboycy foi categorizada como Em Perigo (EN) pelo critério B1ab(ii,iii)."",""Sim"",""Sim"",""Paraná"",""|Sul|"",""Mata Atlântica"",""Sub-bacia Iguaçu"","""","""","""",""Desconhecido"",""Desconhecida"",""3 - Produção energética e mineração|3.3 - Energia renovável|3.3.1 - Hidrelétricas 9 - Poluição|9.3 - Agropecuária e florestal|9.3.2 - Erosão do solo/sedimentação"","""",""Manejo de espécies, Manejo territorial, Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação da Fauna Aquática e Semiaquática do Baixo Iguaçu"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Actinopterygii"",""Siluriformes"",""Trichomycteridae"",""Cambeva"",""Cambeva papillifera"",""Trichomycterus papilliferus"",""(Wosiacki & Garavello, 2004)"",""Candiru"",""Peixes Continentais"",""10/2019"",""Em Perigo"","""",""B1ab(iii)+2ab(iii)"",""Cambeva papillifera é endêmica do Brasil, conhecida de poucas localidades nas bacias dos rios Jordão e Areia, afluentes do baixo rio Iguaçu, no estado do Paraná. A construção de hidrelétricas em ambos os afluentes fragmentou os ambientes da espécie, que ocupam uma extensão de ocorrência calculada em 4.925 km2. Considerando as alterações de habitat provocadas pela construção de hidrelétricas como a principal ameaça, foram delimitadas três localizações, em uma área de ocupação calculada de 12 km2. Além disso, é possível afirmar que a população de C. papillifera sofre declínio continuado da qualidade do habitat em decorrência de outros usos do solo que impactam os ambientes aquáticos. Dessa forma, Cambeva papillifera foi categorizada como Em Perigo (EN) pelos critérios B1ab(iii)+2ab(iii)."",""Sim"",""Sim"",""Paraná"",""|Sul|"",""Mata Atlântica"",""Sub-bacia Iguaçu"","""","""","""",""Desconhecido"",""Desconhecida"",""3 - Produção energética e mineração|3.3 - Energia renovável|3.3.1 - Hidrelétricas 9 - Poluição|9.3 - Agropecuária e florestal|9.3.2 - Erosão do solo/sedimentação"","""",""Manejo de espécies, Manejo territorial, Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação da Fauna Aquática e Semiaquática do Baixo Iguaçu"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Actinopterygii"",""Perciformes"",""Scaridae"",""Scarus"",""Scarus trispinosus"","""",""(Valenciennes, 1840)"",""peixe-papagaio-azul";" budião-azul"",""Peixes Marinhos (ósseos)"",""09/2012"",""Em Perigo"","""",""A4cd"",""Scarus trispinosus é endêmica do Brasil, onde é considerada frequente em algumas partes de sua distribuição, especialmente áreas protegidas. É uma espécie pescada em muitas áreas, usando uma variedade de petrechos. Na região do Banco dos Abrolhos, que abriga grande parte da população desta espécie, foram observados declínios de até 90% entre 2001 e 2009. Ao longo de sua distribuição S. trispinosus é pouco abundante ou ausente em recifes desprotegidos. Áreas integralmente protegidas cobrem menos de 0,1% dos recifes brasileiros. Além disso, ambientes recifais historicamente têm sido alvo de diversas ações antrópicas que alteram suas características originais, diminuindo a qualidade do habitat. A espécie é um dos alvos principais da pesca na costa central do Brasil, onde a maior parte da sua população está concentrada. Com base em uma estimativa geracional de cerca de oito anos, são projetadas extinções locais nas áreas desprotegidas para os próximos 24 anos. Baseado em declínios medidos em várias localidades, estima-se que a população global desta espécie declinou por pelo menos 50% nos últimos 30 anos (ou três gerações). Se medidas de conservação não forem implementadas urgentemente, esse declínio deve continuar. Sendo assim, S. trispinosus é categorizada como Em Perigo (EN) sob o critério A4cd. Essa espécie deve ser monitorada e frequentemente reavaliada."",""Sim"",""Não"","""",""||"","""","""","""","""","""","""",""Declinando"",""5 - Uso de recursos biológicos 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos"",""1 - Alimentação humana"","""","""","""","""",""1 , 45""";;;;; "Animalia,""Arthropoda"",""Insecta"",""Zygentoma"",""Nicoletiidae"",""Cubacubana"",""Cubacubana spelaea"","""",""Galán, 2001"","""",""Invertebrados Terrestres"",""05/2018"",""Vulnerável"","""",""D2"",""Cubacubana spelaea é espécie endêmica do Brasil, com ocorrência registrada na Toca da Boa Vista, Toca da Barriguda, Toca do Calor de Cima e Toca da Tiquara, no Município de Campo Formoso-Bahia. Essas grutas são próximas umas das outras. Os parques eólicos instalados e planejados em toda a região podem reduzir as populações de morcegos, o que por sua vez altera a disponibilidade de guano (importante fonte alimentar da espécie). Considerando 2 localizações desta ameaça, C. spelaea foi categorizada como Vulnerável (VU) pelo critério D2."",""Sim"",""Sim"",""Bahia"",""|Nordeste|"",""Caatinga"",""Sub-bacia São Francisco Submédio"",""APA do Boqueirao da Onça"","""","""",""Não"",""Desconhecida"",""3 - Produção energética e mineração|3.2 - Mineração|3.2.3 - Extração de minérios - subsolo 3 - Produção energética e mineração|3.3 - Energia renovável|3.3.2 - Parques eólicos 6 - Distúrbios humanos|6.1 - Atividades recreacionais/turísticas"","""",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação das Cavernas do Brasil"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Arthropoda"",""Arachnida"",""Opiliones"",""Gonyleptidae"",""Eusarcus"",""Eusarcus elinae"",""Eusarcus elinae"",""Kury, 2008"","""",""Invertebrados Terrestres"",""05/2018"",""Em Perigo"","""",""B2ab(iii)"",""Eusarcus elinae é endêmica do Brasil e registrada em duas cavernas do sistema Lapa Doce (Iraquara) e na Toca dos Ossos, em Ourolândia, na Bahia. Sua área de ocupação é estimada em menos de 10km2. As principais ameaças na região de Iraquara são a exploração drástica e descontrolada das águas subterrâneas e a poluição dos aquíferos por pesticidas. O nível das águas subterrâneas da região está diminuindo drasticamente nos últimos dois anos, afetando tanto o habitat aquático como o terrestre. Além disso, as cavernas são alvo de visitação, que, de forma geral, é desordenada. Na Toca dos Ossos a principal ameaça é a mineração, já tendo sido removido calcário acima da caverna. Considerando duas localizações, a espécie foi categorizada como Em Perigo (EN) pelo critério B2ab(iii)."",""Sim"",""Sim"",""Bahia"",""|Nordeste|"",""Caatinga"",""Sub-bacia Itapecuru-Paraguaçu Sub-bacia São Francisco Submédio"","""",""ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL MARIMBUS / IRAQUARA"","""",""Não"",""Desconhecida"",""11 - Mudanças e extremos climáticos|11.1 - Mudança/alteração de habitat 1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.1 - Expansão urbana 1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.3 - Áreas de turismo e recreação 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.1 - Culturas anuais e perenes não-madeireiras|2.1.4 - Agricultura de escala desconhecida 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.3 - Pecuária|2.3.4 - Pecuária em escala desconhecida 4 - Transportes e serviços de transmissão|4.1 - Estradas e ferrovias 5 - Uso de recursos biológicos|5.3 - Extração florestal|5.3.5 - Motivação desconhecida 6 - Distúrbios humanos|6.1 - Atividades recreacionais/turísticas 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.3 - Outras modificações nos ecossistemas"","""",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação das Cavernas do Brasil"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Arthropoda"",""Diplopoda"",""Glomeridesmida"",""Glomerodesmidae"",""Glomeridesmus"",""Glomeridesmus spelaeus"",""Glomeridesmus spelaeus"",""Iniesta, Ferreira & Wesener, 2012"","""",""Invertebrados Terrestres"",""05/2018"",""Em Perigo"","""",""B1ab(iii)"",""Glomeridesmus spelaeus é endêmica do Brasil e conhecida de algumas cavernas próximas entre si nas regiões denominadas Serra Leste 1 e Serra Leste 2, no município de Curionópolis/Pará. A região é intensamente amostrada e a espécie não foi localizada em outras áreas. Sua extensão de ocorrência é estimada em menos de 6km2. Toda a região da Serra Leste sofre intensa exploração mineral (minério de ferro). Considerando duas localizações, a espécie foi categorizada como Em Perigo (EN) pelo critério B1ab(iii)."",""Sim"",""Sim"",""Pará"",""|Norte|"",""Amazônia"",""Sub-bacia Tocantins Baixo"","""","""","""",""Não"",""Desconhecida"",""11 - Mudanças e extremos climáticos|11.1 - Mudança/alteração de habitat 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.3 - Pecuária|2.3.4 - Pecuária em escala desconhecida 3 - Produção energética e mineração|3.2 - Mineração|3.2.3 - Extração de minérios - subsolo 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.3 - Outras modificações nos ecossistemas"","""",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação das Cavernas do Brasil"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Arthropoda"",""Arachnida"",""Amblypygi"",""Charinidae"",""Charinus"",""Charinus eleonorae"",""Charinus eleonorae"",""Baptista & Giupponi, 2003"","""",""Invertebrados Terrestres"",""05/2018"",""Em Perigo"","""",""B1ab(iii)"",""Charinus eleonorae é espécie endêmica do Brasil, conhecida de três cavernas onde é abundante: a gruta Olhos d´Água, a Lapa do Cipó e a Lapa D'Água João Ferreira, no Município de Itacarambi/Minas Gerais, localizadas no Parque Nacional Cavernas do Peruaçu, com Extensão de Ocorrência (EOO) calculada em 30km2. Amostragens em outras cavernas dentro do Parque não localizaram a espécie. A ressurgência da Olhos d´Água localiza-se fora dos limites do Parque Nacional. Tem sido observada diminuição da precipitação e aumento do uso de água subterrânea para fins agrícolas na região, acompanhado pela construção de várias represas a montante do sumidouro e dentro da caverna Olhos d´Água para armazenar água para uso durante a estação seca. A Lapa D'Água João Ferreira é impactada pela retirada de água. Esses impactos alteram a quantidade de alimento disponível à comunidade de troglóbios nas cavernas. Considerando duas localizações, a espécie foi categorizada como Em Perigo (EN) pelo critério B1ab(iii)."",""Sim"",""Sim"",""Minas Gerais"",""|Sudeste|"",""Cerrado"",""Sub-bacia São Francisco Médio"",""APA Cavernas do Peruaçu, PARNA Cavernas do Peruaçu"","""","""",""Não"",""Desconhecida"",""11 - Mudanças e extremos climáticos|11.1 - Mudança/alteração de habitat 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.2 - Represas e uso de água|7.2.7 - Captação de água subterrânea - uso na agricultura 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.2 - Represas e uso de água|7.2.9 - Represas (pequenas)"","""",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação das Cavernas do Brasil"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Arthropoda"",""Malacostraca"",""Amphipoda"",""Dogielinotidae"",""Hyalella"",""Hyalella caeca"",""Hyalella caeca"",""Pereira, 1989"","""",""Invertebrados de Água Doce"",""05/2018"",""Vulnerável"","""",""D2"",""Hyalella caeca é endêmica do Brasil e conhecida somente da localidade-tipo, a Gruta Tobias de Baixo. A gruta localiza-se no interior do Parque Estadual Turístico do Alto Ribeira (PETAR), Iporanga (São Paulo), mas próximo dos seus limites. Ocorre em área bem preservada e sem ameaças atuais. No entanto, no entorno do parque há polígonos de concessão de lavra de chumbo, o que representa uma ameaça potencial. Portanto, a espécie foi categorizada como Vulnerável (VU) pelo critério D2."",""Sim"",""Sim"",""São Paulo"",""|Sudeste|"",""Mata Atlântica"",""Sub-bacia Litoral RJ SP"","""","""","""",""Não"",""Desconhecida"",""3 - Produção energética e mineração|3.2 - Mineração|3.2.3 - Extração de minérios - subsolo 9 - Poluição|9.3 - Agropecuária e florestal|9.3.4 - Tipo desconhecido"","""",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação das Cavernas do Brasil"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Arthropoda"",""Chilopoda"",""Scolopendromorpha"",""Scolopocryptopidae"",""Newportia"",""Newportia spelaea"","""",""Ázara & Ferreira, 2014"","""",""Invertebrados Terrestres"",""05/2018"",""Criticamente em Perigo"",""Não"",""B2ab(iii)"",""Newportia (Newportia) spelaea é endêmica do Brasil, conhecida apenas da localidade-tipo, a toca do Gonçalo, em Campo Formoso, Bahia. Somente o holótipo é conhecido e a espécie parece ser rara no local. A localidade-tipo e outras cavernas da região foram visitadas diversas vezes desde 1998, mas apenas um indivíduo foi registrado. A caverna é fortemente impactada principalmente pela redução do nível da água, resultando em declínio da qualidade de habitat. Além disso, a vegetação do entorno encontra-se bastante desmatada e a região possui polígonos minerários com requerimento de lavra. Considerando uma área de ocupação menor do que 10km2 e uma localização, a espécie foi categorizada em Criticamente em Perigo (CR) pelo critério B2ab(iii)."",""Sim"",""Sim"",""Bahia"",""|Nordeste|"",""Caatinga"",""Sub-bacia São Francisco Submédio"","""","""","""",""Não"",""Desconhecida"",""11 - Mudanças e extremos climáticos|11.1 - Mudança/alteração de habitat 11 - Mudanças e extremos climáticos|11.2 - Secas 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.1 - Culturas anuais e perenes não-madeireiras|2.1.2 - Agricultura em pequenas propriedades 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.1 - Culturas anuais e perenes não-madeireiras|2.1.3 - Agricultura agro-industrial 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.2 - Represas e uso de água|7.2.5 - Captação de água subterrânea - uso doméstico 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.2 - Represas e uso de água|7.2.7 - Captação de água subterrânea - uso na agricultura 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.3 - Outras modificações nos ecossistemas"","""",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação das Cavernas do Brasil"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Arthropoda"",""Diplopoda"",""Polydesmida"",""Cryptodesmidae"",""Peridontodesmella"",""Peridontodesmella alba"",""Peridontodesmella alba"","""","""",""Invertebrados Terrestres"",""05/2018"",""Vulnerável"","""",""B1ab(iii,v)"",""Peridontodesmella alba é espécie endêmica do Brasil, com registros em sete cavernas na região do Parque Estadual Turístico do Alto Ribeira e Parque Estadual Intervales, em São Paulo, e no Paraná. Sua extensão de ocorrência é estimada em cerca de 460km2. A principal ameaça nessas cavernas é o turismo desordenado, que provoca declínio da qualidade do habitat. Além disso, em pelo menos uma caverna (Bethary de Baixo) foi observado declínio populacional em anos recentes, provavelmente devido ao controle de morcegos hematófagos da caverna. As cavernas do Paraná estão em polígonos minerários com concessão de lavra. Considerando sete localizações, a espécie foi categorizada como Vulnerável (VU) pelo critério B1ab(iii,v)."",""Sim"",""Sim"",""Paraná, São Paulo"",""|Sudeste|Sul|"",""Mata Atlântica"",""Sub-bacia Litoral RJ SP"","""",""PARQUE ESTADUAL TURÍSTICO DO ALTO DO RIBEIRA"","""",""Não"",""Declinando"",""11 - Mudanças e extremos climáticos|11.1 - Mudança/alteração de habitat 12 - Outras ameaças 5 - Uso de recursos biológicos|5.3 - Extração florestal|5.3.5 - Motivação desconhecida 6 - Distúrbios humanos|6.1 - Atividades recreacionais/turísticas 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.3 - Outras modificações nos ecossistemas"","""",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação das Cavernas do Brasil"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Arthropoda"",""Arachnida"",""Pseudoscorpiones"",""Chthoniidae"",""Pseudochthonius"",""Pseudochthonius biseriatus"",""Pseudochthonius biseriatus"",""Mahnert, 2001"","""",""Invertebrados Terrestres"",""05/2018"",""Em Perigo"","""",""B1ab(iii)+2ab(iii)"",""Psudochthonius biseriatus é endêmica do Brasil, conhecida de três cavernas: a gruta Olhos d´Água, a Lapa do Cipó e a Lapa Mina D'Água, no Município de Itacarambi/MG, localizadas no Parque Nacional Cavernas do Peruaçu. A Extensão de Ocorrência (EOO) e Área de Ocupação (AOO) são estimadas em menos de 10km2. Duas das cavernas onde a espécie ocorre constituem um mesmo sistema e amostragens em outras cavernas dentro do Parque não localizaram a espécie. A ressurgência da Olhos d´Água localiza-se fora dos limites do Parque Nacional. Tem sido observada diminuição da precipitação e aumento do uso de água subterrânea para fins agrícolas na região, acompanhado pela construção de várias represas a montante do sumidouro e dentro da caverna Olhos d´Água para armazenar água para uso durante a estação seca. A Lapa D'Água João Ferreira é impactada pela retirada de água. Esses impactos alteram a quantidade de alimento disponível à comunidade de troglóbios nas cavernas. Considerando duas localizações, a espécie foi categorizada como Em Perigo (EN) pelos critérios B1ab(iii)+2ab(iii)."",""Sim"",""Sim"",""Minas Gerais"",""|Sudeste|"",""Cerrado"",""Sub-bacia São Francisco Médio"",""APA Cavernas do Peruaçu, PARNA Cavernas do Peruaçu"","""","""",""Não"",""Desconhecida"",""11 - Mudanças e extremos climáticos|11.1 - Mudança/alteração de habitat 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.1 - Culturas anuais e perenes não-madeireiras|2.1.4 - Agricultura de escala desconhecida 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.3 - Pecuária|2.3.4 - Pecuária em escala desconhecida 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.2 - Represas e uso de água|7.2.8 - Captação de água subterrânea - uso desconhecido 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.2 - Represas e uso de água|7.2.9 - Represas (pequenas) 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.3 - Outras modificações nos ecossistemas"","""",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação das Cavernas do Brasil"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Arthropoda"",""Diplopoda"",""Spirostreptida"",""Spirostreptidae"",""Pseudonannolene"",""Pseudonannolene ambuatinga"",""Pseudonannolene ambuatinga"",""Iniesta & Ferreira, 2013"","""",""Invertebrados Terrestres"",""05/2018"",""Em Perigo"","""",""B1ab(iii)"",""Pseudonannolene ambuatinga é endêmica do Brasil, registrada em cavernas nos municípios de Pains e Arcos, Minas Gerais. Sua extensão de ocorrência foi calculada em 11km2 As cavernas não estão em área protegida. A degradação do ambiente externo devido ao desmatamento, substituição da vegetação nativa por pastagens e monoculturas diminui o aporte de nutrientes, reduz a disponibilidade de matéria orgânica e leva ao ressecamento no interior da gruta. A mineração é uma atividade em expansão nos municípios. Considerando três localizações, Pseudonannolene ambuatinga foi categorizada como Em Perigo (EN) pelo critério B1ab(iii)."",""Sim"",""Sim"",""Minas Gerais"",""|Sudeste|"",""Cerrado"",""Sub-bacia São Francisco Alto"","""","""","""",""Não"",""Desconhecida"",""11 - Mudanças e extremos climáticos|11.1 - Mudança/alteração de habitat 1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.1 - Expansão urbana 1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.2 - Áreas comerciais e industriais 3 - Produção energética e mineração|3.2 - Mineração|3.2.3 - Extração de minérios - subsolo 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.3 - Outras modificações nos ecossistemas 9 - Poluição|9.1 - Doméstica e urbana - escoamento de água|9.1.1 - Esgoto"","""",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação das Cavernas do Brasil"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Arthropoda"",""Arachnida"",""Opiliones"",""Escadabiidae"",""Spaeleoleptes"",""Spaeleoleptes spaeleus"",""Spaeleoleptes spaeleus"",""(H. Soares, 1966)"","""",""Invertebrados Terrestres"",""05/2018"",""Em Perigo"","""",""B1ab(iii)"",""Spaeleoleptes spaeleus é endêmica do Brasil, registrada para as grutas de Maquiné, Sumidouro da Represa da Lagoinha e Gruta do Salitre, todas da mesma formação, em Cordisburgo, Minas Gerais. Houve um esforço de coleta em 15 cavernas na região, porém apenas nas três supracitadas foram registrados indivíduos dessa espécie. Estimou-se a extensão de ocorrência em cerca de 9 km². O turismo e impactos associados (instalação de infraestrutura, iluminação, escavações e até lavagens para retirada de musgos e algas, no passado) representam as principais ameaças na gruta de Maquiné. A gruta Sumidouro da Represa da Lagoinha encontra-se fora da área de proteção e seu entorno está desmatado, comprometendo a qualidade do habitat dessa cavidade. A Gruta do Salitre é a que se encontra em melhor estado de conservação, sem ameaças aparentes atuais. Portanto, considerando três localizações e um declínio continuado da qualidade do habitat, Spaeleoleptes spaeleus foi categorizada como Em Perigo (EN) pelo critério B1ab(iii)."",""Sim"",""Sim"",""Minas Gerais"",""|Sudeste|"",""Cerrado"",""Sub-bacia São Francisco Alto"","""",""MONUMENTO NATURAL ESTADUAL PETER LUND"","""",""Não"",""Desconhecida"",""11 - Mudanças e extremos climáticos|11.1 - Mudança/alteração de habitat 1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.3 - Áreas de turismo e recreação 5 - Uso de recursos biológicos|5.3 - Extração florestal|5.3.5 - Motivação desconhecida 6 - Distúrbios humanos|6.1 - Atividades recreacionais/turísticas 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.3 - Outras modificações nos ecossistemas"","""",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação das Cavernas do Brasil"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Mammalia"",""Cetartiodactyla"",""Balaenidae"",""Eubalaena"",""Eubalaena australis"",""Eubalaena australis"",""(Desmoulins, 1822)"",""Baleia-franca, Baleia-franca-austral, Baleia-franca-do-sul"",""Mamíferos"",""05/2018"",""Em Perigo"","""",""A1d";" D"",""Eubalaena australis é uma espécie que apresenta distribuição circumpolar no Hemisfério Sul. No Brasil, ocorre da Bahia ao Rio Grande do Sul, com maior concentração em Santa Catarina. A caça, realizada até 1973, reduziu a população de baleias-franca na costa brasileira a números insignificantes e seus números totais continuam baixos, quando comparados aos dados históricos pré-caça. Ainda que a população de baleias-franca venha se recuperando nas últimas décadas houve um declínio populacional de pelo menos 70% nas últimas três gerações. Há evidências de gargalo genético intensificado pela caça comercial intensiva realizada em todo Hemisfério Sul. São estimadas aproximadamente 200 fêmeas maduras. Por essa razões E. australis foi categorizada como Em Perigo (EN) segundo os critérios A1d";" D. A espécie não é endêmica do Brasil e, por isso, há necessidade de se considerar a possibilidade do ajuste da avaliação regional (3° passo). Como não existem informações suficientes sobre a contribuição da população vizinha para a população brasileira optou-se por manter a categoria identificada na avaliação preliminar (2° passo)."",""Não"",""Sim"",""Bahia, Paraná, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Santa Catarina"",""|Nordeste|Sudeste|Sul|"",""Mata Atlântica, Sistema Costeiro-Marinho"",""Sub-bacia Litoral RS Sub-bacia Litoral SP PR SC"",""APA Baleia Franca, PARNA da Lagoa do Peixe, PARNA Marinho dos Abrolhos, RESEX Marinha Pirajubaé, REVIS Ilha dos Lobos"",""ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL PONTA DA BALEIA / ABROLHOS, PARQUE ESTADUAL DA SERRA DO TABULEIRO"","""",""Sim"",""Aumentando"",""11 - Mudanças e extremos climáticos|11.1 - Mudança/alteração de habitat 4 - Transportes e serviços de transmissão|4.2 - Atropelamentos 4 - Transportes e serviços de transmissão|4.3 - Portos 4 - Transportes e serviços de transmissão|4.4 - Tráfego de embarcações 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.6 - Captura indireta - larga escala|5.4.6.7 - Emalhe 6 - Distúrbios humanos|6.1 - Atividades recreacionais/turísticas 8 - Espécies invasoras problemáticas e doenças|8.3 - Espécies nativas problemáticas|8.3.1 - Espécie conhecida|8.3.1.4 - Patógenos/parasitas 8 - Espécies invasoras problemáticas e doenças|8.5 - Doenças provocadas por vírus ou príons|8.5.2 - Espécie conhecida (Doença) 9 - Poluição|9.1 - Doméstica e urbana - escoamento de água|9.1.1 - Esgoto 9 - Poluição|9.4 - Lixo e resíduos sólidos|9.4.1 - Urbanos 9 - Poluição|9.4 - Lixo e resíduos sólidos|9.4.2 - Industriais 9 - Poluição|9.6 - Excesso de energia|9.6.3 - Poluição sonora"","""",""Nível nacional, Nível regional, Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação dos Cetáceos Marinhos, Plano de Ação Nacional para a Conservação dos Mamíferos Aquáticos Grandes Cetáceos e Pinípedes"",""Convenção sobre Espécies Migratórias – CMS, CITES - Anexo I, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;; "Animalia,""Arthropoda"",""Malacostraca"",""Amphipoda"",""Artesiidae"",""Spelaeogammarus"",""Spelaeogammarus titan"","""",""Senna, Andrade, Castelo-Branco & Ferreira, 2014"","""",""Invertebrados de Água Doce"",""05/2018"",""Criticamente em Perigo"",""Não"",""B2ab(iii)"",""Spelaeogammarus titan é conhecida somente da localidade-tipo, a caverna PEA-0445, no Município de Santa Maria da Vitória-Bahia. Ela não recebe visitantes e sua porção interna é bastante preservada. No entanto, não está em área protegida e seu entorno imediato encontra-se bastante desmatado, o que implica em alterações nos processos de entrada de recursos orgânicos e sua disponibilidade para a fauna cavernícola. Está em planejamento a construção de uma ferrovia, cujo traçado está muito próximo à caverna. Considerando uma área de ocupação menor do que 10km2 e uma localização, a espécie foi categorizada como Criticamente em Perigo (CR) pelo critério B2ab(iii)."",""Sim"",""Sim"",""Bahia"",""|Nordeste|"",""Cerrado"",""Sub-bacia São Francisco Médio"","""","""","""",""Não"",""Desconhecida"",""11 - Mudanças e extremos climáticos|11.1 - Mudança/alteração de habitat 1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.1 - Expansão urbana 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.1 - Culturas anuais e perenes não-madeireiras|2.1.4 - Agricultura de escala desconhecida 5 - Uso de recursos biológicos|5.3 - Extração florestal|5.3.5 - Motivação desconhecida 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.3 - Outras modificações nos ecossistemas"","""",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação das Cavernas do Brasil"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Arthropoda"",""Arachnida"",""Araneae"",""Ochyroceratidae"",""Speocera"",""Speocera eleonorae"",""Speocera eleonorae"",""Baptista, 2003"","""",""Invertebrados Terrestres"",""05/2018"",""Em Perigo"","""",""B1ab(iii)"",""Speocera eleonorae é endêmica do Brasil, com ocorrência em duas grutas no município de Bonito, Mato Grosso do Sul, nenhuma delas no interior do Parque Nacional da Serra da Bodoquena. Estudos mais recentes em outras cavernas da região da Bodoquena não registraram a espécie e tentativas posteriores nas mesmas cavernas não tiveram êxito em encontrá-la. Sua extensão de ocorrência, calculada com base nas áreas das formações calcárias onde as cavernas estão localizadas, é estimada em aproximadamente 3.900 km2. A região da Bodoquena, no entorno do Parque Nacional, é afetada por atividades agropecuárias, principalmente formação de pastos, e encontra-se bastante degradada. Considerando duas localizações, a espécie foi categorizada como Em Perigo (EN) segundo o critério B1ab(iii)."",""Sim"",""Sim"",""Mato Grosso do Sul"",""|Centro-Oeste|"",""Cerrado"",""Sub-bacia Paraguai 01"","""","""","""",""Não"",""Desconhecida"",""2 - Agropecuária e Aquacultura|2.3 - Pecuária|2.3.4 - Pecuária em escala desconhecida 3 - Produção energética e mineração|3.2 - Mineração|3.2.3 - Extração de minérios - subsolo"","""",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação das Cavernas do Brasil"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Arthropoda"",""Arachnida"",""Araneae"",""Caponiidae"",""Tisentnops"",""Tisentnops onix"","""",""Brescovit & Sánchez-Ruiz, 2016"","""",""Invertebrados Terrestres"",""05/2018"",""Criticamente em Perigo"",""Não"",""B2ab(iii)"",""Tisentnops onix é espécie endêmica do Brasil e conhecida de duas cavernas muito próximas (no mesmo maciço calcário) em Sete Lagoas – Minas Gerais. É ameaçada pelo desmatamento e degradação do ambiente externo causados pela atividade pecuária e assoreamento (decorrente da degradação externa) no sistema de drenagem que passa por dentro da caverna. A Área de Ocupação foi estimada em menos de 10km2 e foi considerada apenas uma localização. Por isso, T. onix foi categorizada como Criticamente em Perigo (CR) pelo critério B2ab(iii)."",""Sim"",""Sim"",""Minas Gerais"",""|Sudeste|"",""Cerrado"",""Sub-bacia São Francisco Alto"","""","""","""",""Não"",""Desconhecida"",""2 - Agropecuária e Aquacultura|2.3 - Pecuária|2.3.4 - Pecuária em escala desconhecida 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.3 - Outras modificações nos ecossistemas"","""",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação das Cavernas do Brasil"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Arthropoda"",""Malacostraca"",""Isopoda"",""Styloniscidae"",""Xangoniscus"",""Xangoniscus odara"","""",""Campos-Filho, Bichuette & Taiti, 2016"","""",""Invertebrados Terrestres"",""05/2018"",""Em Perigo"","""",""B1ab(iii)"",""Xanoniscus odara é espécie endêmica do Brasil, conhecida de três cavernas: a Lapa do Cipó, Lapa D'Água João Ferreira, Lapa D'Água do Zezé, no Município de Itacarambi/Minas Gerais, localizados no Parque Nacional Cavernas do Peruaçu. A Extensão de Ocorrência (EOO) foi calculada em 3km2. Amostragens em outras cavernas dentro do Parque não localizaram a espécie. Tem sido observada diminuição da precipitação e aumento do uso de água subterrânea para fins agrícolas na região, acompanhado pela construção de várias represas para armazenar água para uso durante a estação seca. A Lapa D'Água João Ferreira e Lapa D'Água do Zezé são impactadas pela retirada de água. Esses impactos alteram a quantidade de alimento disponível à comunidade de troglóbios nas cavernas. Considerando três localizações, a espécie foi categorizada como Em Perigo (EN) pelo critério B1ab(iii)."",""Sim"",""Sim"",""Minas Gerais"",""|Sudeste|"",""Cerrado"",""Sub-bacia São Francisco Médio"",""PARNA Cavernas do Peruaçu"","""","""",""Não"",""Desconhecida"",""2 - Agropecuária e Aquacultura|2.1 - Culturas anuais e perenes não-madeireiras|2.1.4 - Agricultura de escala desconhecida 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.2 - Represas e uso de água|7.2.5 - Captação de água subterrânea - uso doméstico 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.2 - Represas e uso de água|7.2.7 - Captação de água subterrânea - uso na agricultura 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.2 - Represas e uso de água|7.2.9 - Represas (pequenas)"","""",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação das Cavernas do Brasil"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Arthropoda"",""Chilopoda"",""Scolopendromorpha"",""Cryptopidae"",""Cryptops"",""Cryptops iporangensis"",""Cryptops iporangensis"",""Ázara & Ferreira, 2013"","""",""Invertebrados Terrestres"",""05/2018"",""Em Perigo"","""",""B1ab(iii)"",""Cryptops (Trigonocryptops) iporangensis é endêmica do Brasil. É conhecida da localidade-tipo, a caverna Ressurgência da Areias, no entorno do Parque Estadual Turístico do Alto do Ribeira (PETAR), e de outras cavernas do Parque (Gruta Monjolinho, Caverna Alambari de Baixo e Caverna Santana), em São Paulo. Sua extensão de ocorrência foi calculada em 36km2. Embora estejam no interior de uma área protegida, somente a Gruta do Monjolinho não sofre impactos atualmente. As áreas de recarga do sistema Areias estão fora da unidade de conservação e sofrem com aporte de poluentes, principalmente esgoto doméstico e descarte de água cinza, provocando declínio da qualidade da água e, portanto, do habitat da espécie. Uma das cavernas (Ressurgência das Areias) ainda é impactada pelo turismo desordenado. As grutas do Alambari de Baixo e Santana são impactadas pelo turismo intenso, apesar do plano de manjo implementado, e têm histórico de contaminação de água devido à mineração no entorno do Parque. Considerando quatro localizações, a espécie foi categorizada como Em Perigo (EN) pelo critério B1ab(iii)."",""Sim"",""Sim"",""São Paulo"",""|Sudeste|"",""Mata Atlântica"",""Sub-bacia Litoral RJ SP"","""",""PARQUE ESTADUAL TURÍSTICO DO ALTO DO RIBEIRA"","""",""Não"",""Desconhecida"",""11 - Mudanças e extremos climáticos|11.1 - Mudança/alteração de habitat 1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.1 - Expansão urbana 1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.3 - Áreas de turismo e recreação 5 - Uso de recursos biológicos|5.3 - Extração florestal|5.3.5 - Motivação desconhecida 6 - Distúrbios humanos|6.1 - Atividades recreacionais/turísticas 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.3 - Outras modificações nos ecossistemas 9 - Poluição|9.2 - Industrial|9.2.2 - Infiltraçao oriunda de mineração"","""",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação das Cavernas do Brasil"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Arthropoda"",""Arachnida"",""Amblypygi"",""Charinidae"",""Charinus"",""Charinus ferreus"","""",""Giupponi & Miranda, 2016"","""",""Invertebrados Terrestres"",""05/2018"",""Criticamente em Perigo"",""Não"",""B1ab(iii)"",""Charinus ferreus é distribuída e registrada em cavernas da região conhecida como Serra Sul de Carajás (Floresta Nacional de Carajás), Pará, tendo sido registrado em 75 cavernas muito próximas entre si. Sua extensão de ocorrência foi estimada em 53km2. A espécie não é encontrada em outros platôs da região. As cavernas na Serra Sul de Carajás sofrem intensa exploração mineral (minério de ferro). Considerando uma localização, a espécie foi categorizada como Criticamente em Perigo (CR) pelo critério B1ab(iii)."",""Sim"",""Sim"",""Pará"",""|Norte|"",""Amazônia"",""Sub-bacia Tocantins Baixo"",""FLONA Carajás"","""","""",""Não"",""Desconhecida"",""11 - Mudanças e extremos climáticos|11.1 - Mudança/alteração de habitat 1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.2 - Áreas comerciais e industriais 3 - Produção energética e mineração|3.2 - Mineração|3.2.3 - Extração de minérios - subsolo 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.3 - Outras modificações nos ecossistemas"","""",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação das Cavernas do Brasil"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Actinopterygii"",""Gymnotiformes"",""Apteronotidae"",""Sternarchogiton"",""Sternarchogiton zuanoni"",""Sternarchogiton zuanoni"",""de Santana & Vari, 2010"","""",""Peixes Continentais"",""05/2018"",""Em Perigo"","""",""B2ab(iii)"",""Sternarchogiton zuanoni é endêmica do Brasil e ocorre somente nas corredeiras da Cachoeira de Kaituká, curso inferior do rio Xingu, no município de Altamira, estado do Pará. É a única espécie conhecida do gênero associada a rios de fluxo rápido e leitos rochosos. O único registro se refere à localidade-tipo (nove exemplares), na região de influência direta da usina hidrelétrica (UHE) Belo Monte, caracterizando apenas uma localização (location). Embora tenha sido coletada em apenas uma localidade, é provável que ocorra em toda a Volta Grande do Xingu, dada a similaridade de hábitat. A área de ocupação (AOO) estimada da espécie, considerando este trecho, é de 480 km2. A conclusão da instalação da UHE Belo Monte impõe declínio continuado da qualidade de hábitat sobre a única população conhecida da espécie (biii). Portanto, S. zuanoni foi categorizada como Em Perigo (EN) pelos critérios B2ab(iii)."",""Sim"",""Sim"",""Pará"",""|Norte|"",""Amazônia"",""Sub-bacia Xingu"","""","""","""",""Não"",""Desconhecida"",""3 - Produção energética e mineração|3.3 - Energia renovável|3.3.1 - Hidrelétricas"","""",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação dos Peixes Amazônicos"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Actinopterygii"",""Gymnotiformes"",""Apteronotidae"",""Sternarchorhynchus"",""Sternarchorhynchus jaimei"",""Sternarchorhynchus jaimei"",""de Santana & Vari, 2010"","""",""Peixes Continentais"",""05/2018"",""Criticamente em Perigo"",""Não"",""B2ab(ii,iii,v)"",""Sternarchorhynchus jaimei é uma espécie endêmica do Brasil, reofílica, conhecida de duas localidades: Cachoeira do Miriti (três exemplares) e Cachoeira Morena (11 exemplares), ambas no rio Uatumã, na porção leste do Amazonas. A região de ocorrência da espécie foi fortemente afetada pela construção e funcionamento da UHE Balbina, principalmente pela descarga de água desoxigenada e carregada com metano e gás sulfídrico, que causou grande mortandade de peixes naquele trecho (AOO estimada em 8 km2";" localização = 1). Embora a descrição da espécie seja de 2010, todos os exemplares foram coletados em 1987, durante a fase de enchimento do reservatório da UHE, quando o trecho de rio a jusante teve o fluxo de água interrompido pela barragem durante cerca de um ano. Depois deste período, não houve um esforço de coleta intensivo na área direcionado à espécie. Contudo, uma revisão taxonômica recente do gênero Sternarchorhynchus evidenciou um forte padrão alopátrico na distribuição das espécies, o que indica que a distribuição real de S. jaimei não deve ser muito maior do que a conhecida atualmente. Por se tratar de uma espécie associada a corredeiras, e, considerando a mortandade decorrente da interrupção prolongada do fluxo do rio Uatumã durante o enchimento do reservatório da UHE Balbina, e da descarga de água em péssimas condições na localidade-tipo, estima-se um declínio continuado da AOO, no número de indivíduos maduros e na qualidade de hábitat ocupado originalmente pela espécie. Assim, Sternarchorhynchus jaimei foi categorizada como Criticamente em Perigo (CR) pelo critério B2ab(ii,iii,v)."",""Sim"",""Sim"",""Amazonas"",""|Norte|"",""Amazônia"",""Sub-bacia Trombetas"","""",""ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL DE PRESIDENTE FIGUEIREDO - CAVERNA DO MOROAGA"","""",""Não"",""Declinando"",""3 - Produção energética e mineração|3.3 - Energia renovável|3.3.1 - Hidrelétricas"","""",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação dos Peixes Amazônicos"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;; "Animalia,""Chordata"",""Actinopterygii"",""Gymnotiformes"",""Apteronotidae"",""Sternarchorhynchus"",""Sternarchorhynchus mareikeae"",""Sternarchorhynchus mareikeae"",""de Santana & Vari, 2010"","""",""Peixes Continentais"",""05/2018"",""Vulnerável"","""",""D2"",""Sternarchorhynchus mareikeae é uma espécie reofílica, endêmica do Brasil, conhecida apenas da localidade-tipo na Cachoeira Porteira (14 exemplares coletados em 1985), localizada no rio Mapuera, estado do Pará. Nesta região está sendo planejada a construção da UHE Cachoeira Porteira ainda sem previsão de início das instalações. Contudo, considerando que a concretização do planejamento hidrelétrico afeta toda a área de distribuição conhecida da espécie, representando uma forte ameaça à espécie e alteraria em curto prazo seu estado de conservação, S. mareikeae foi categorizada como Vulnerável (VU) pelo critério D2."",""Sim"",""Sim"",""Pará"",""|Norte|"",""Amazônia"",""Sub-bacia Trombetas"",""REBIO Rio Trombetas"","""","""",""Não"",""Desconhecida"",""3 - Produção energética e mineração|3.3 - Energia renovável|3.3.1 - Hidrelétricas"","""",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação dos Peixes Amazônicos"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Arthropoda"",""Arachnida"",""Pseudoscorpiones"",""Bochicidae"",""Spelaeobochica"",""Spelaeobochica allodentatus"",""Spelaeobochica allodentatus"",""Mahnert, 2001"","""",""Invertebrados Terrestres"",""05/2018"",""Em Perigo"","""",""B2ab(iii)"",""Spelaeobochica allodentatus é endêmica do Brasil, registrada na Gruta do Impossível, em Palmeiras, e na gruta do Baio, em Iraquara, ambos na Bahia. Essa região foi intensamente vistoriada e a sua distribuição não foi ampliada. Sua área de ocupação é estimada em menos de 10km². As grutas não têm visitação, mas seu entorno encontra-se bastante desmatado, principalmente para pastagens e plantação de tomates. O uso de agrotóxicos é intenso, o que leva ao aporte de pesticidas ao ambiente cavernícola. Tem sido ainda observada redução do lençol freático. Tais alterações impactam todo o ambiente subterrâneo, não apenas o aquático. Considerando duas localizações, a espécie foi categorizada como Em Perigo (EN) pelo critério B2ab(iii)."",""Sim"",""Sim"",""Bahia"",""|Nordeste|"",""Caatinga"",""Sub-bacia Itapecuru-Paraguaçu"","""",""ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL MARIMBUS / IRAQUARA"","""",""Não"",""Desconhecida"",""2 - Agropecuária e Aquacultura|2.1 - Culturas anuais e perenes não-madeireiras|2.1.4 - Agricultura de escala desconhecida 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.2 - Represas e uso de água|7.2.7 - Captação de água subterrânea - uso na agricultura 9 - Poluição|9.3 - Agropecuária e florestal|9.3.3 - Herbicidas e pesticidas"","""",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação das Cavernas do Brasil"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Arthropoda"",""Malacostraca"",""Isopoda"",""Styloniscidae"",""Xangoniscus"",""Xangoniscus itacarambiensis"","""",""Bastos-Pereira, Souza & Ferreira, 2017"","""",""Invertebrados Terrestres"",""05/2018"",""Criticamente em Perigo"",""Não"",""B1ab(iii)+2ab(iii)"",""Xangoniscus itacarambiensis é espécie endêmica do Brasil, conhecida apenas da localidade-tipo: a gruta Olhos d´Água, no Município de Itacarambi/Minas Gerais, localizada no Parque Nacional Cavernas do Peruaçu. Sua Extensão de Ocorrência (EOO) e Área de Ocupação são estimadas em menos de 1km2. Amostragens em outras cavernas dentro do Parque não localizaram a espécie. A ressurgência da Olhos d´Água localiza-se fora dos limites do Parque Nacional. Tem sido observada diminuição da precipitação e aumento do uso de água subterrânea para fins agrícolas na região, acompanhado pela construção de várias represas a montante do sumidouro e dentro da caverna Olhos d´Água para armazenar água para uso durante a estação seca. A Lapa D'Água João Ferreira é impactada pela retirada de água. Esses impactos alteram a quantidade de alimento disponível à comunidade de troglóbios nas cavernas. Considerando uma localização, a espécie foi categorizada como Criticamente em Perigo (CR) pelos critérios B1ab(iii)+2ab(iii)."",""Sim"",""Sim"",""Minas Gerais"",""|Sudeste|"",""Cerrado"",""Sub-bacia São Francisco Médio"",""APA Cavernas do Peruaçu"","""","""",""Não"",""Desconhecida"",""2 - Agropecuária e Aquacultura|2.1 - Culturas anuais e perenes não-madeireiras|2.1.4 - Agricultura de escala desconhecida 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.2 - Represas e uso de água|7.2.5 - Captação de água subterrânea - uso doméstico 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.2 - Represas e uso de água|7.2.7 - Captação de água subterrânea - uso na agricultura 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.2 - Represas e uso de água|7.2.9 - Represas (pequenas)"","""",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação das Cavernas do Brasil"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Arthropoda"",""Chilopoda"",""Scolopendromorpha"",""Scolopocryptopidae"",""Scolopocryptops"",""Scolopocryptops troglocaudatus"","""",""Chagas-Jr & Bichuette, 2015"","""",""Invertebrados Terrestres"",""05/2018"",""Em Perigo"","""",""B1ab(iii)"",""Scolopocryptops troglocaudatus é endêmica do Brasil e provavelmente ocorre apenas em cavernas siliciclásticas de Igatu e Andaraí, na Bahia, ocorrendo em uma extensão de ocorrência estimada em menos de 10km2. Há registro para quatro cavernas: gruta do Cantinho (localidade-tipo), gruna Rio dos Pombos, gruna Lava Pé e gruna Parede Vermelha. As cavernas estão localizadas no interior do Parque Nacional e não são alvo de visitação. A maioria das cavernas no setor superior da Chapada Diamantina foi fortemente impactada pela mineração de diamantes no passado, uma atividade que se estendeu até o início dos anos 90 e continua, ilegalmente, até os dias atuais. Essa atividade afeta a feição das cavernas e muitas vezes os riachos são represados, o que afeta diretamente o ambiente da espécie. Considerando quatro localizações, a espécie foi categorizada como Em Perigo (EN) pelo critério B1ab(iii)."",""Sim"",""Sim"",""Bahia"",""|Nordeste|"",""Caatinga"",""Sub-bacia Itapecuru-Paraguaçu"",""PARNA da Chapada Diamantina"","""","""",""Não"",""Desconhecida"",""3 - Produção energética e mineração|3.2 - Mineração|3.2.4 - Extração de minérios - garimpo"","""",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação das Cavernas do Brasil"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Amphibia"",""Anura"",""Bufonidae"",""Melanophryniscus"",""Melanophryniscus biancae"","""",""Bornschein, Baldo, Pie, Firkowski, Ribeiro & Corrêa, 2015"",""Sapinho-Bianca"",""Anfíbios"",""09/2018"",""Em Perigo"","""",""B1ab(iii)"",""Melanophryniscus biancae é endêmica do Brasil, do sul do bioma Mata Atlântica, conhecida para áreas montanhosas nos estados de Santa Catarina (região da Serra do Quiriri) e Paraná (pico Araçatuba). Outros morros nas proximidades, com hábitat semelhante, são bem amostrados, porém a espécie não foi registrada, e sua extensão de ocorrência foi estimada em 16 km2. A espécie é encontrada apenas em brejos no interior de capões de mata em campos de altitude, entre 1.310 e 1.465 metros. A principal ameaça na serra do Quiriri é o estabelecimento de empreendimentos como pequenas represas e mineração (extração de caulim), havendo, inclusive, uma área de extração mineral a apenas 28 metros de distância de um dos brejos onde a espécie foi amostrada. No pico Araçatuba, no Paraná, a principal ameaça são as plantações de Pinus, que vêm avançando sobre as áreas de campos de altitude. A partir dessas ameaças, foram consideradas duas localizações. Além disso, toda a região sofre outros impactos antrópicos, tais como queimadas e pastoreio do gado, que causam declínio contínuo da qualidade de hábitat ao eliminarem e danificarem os sítios reprodutivos da espécie (Eriocaulon ligulatum, Eriocaulaceae). Por essas razões, Melanophryniscus biancae foi avaliada como Em Perigo (EN) segundo o critério B1ab(iii)."",""Sim"",""Sim"",""Paraná, Santa Catarina"",""|Sul|"",""Mata Atlântica"",""Sub-bacia Litoral SP PR SC"","""",""ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL ESTADUAL DE GUARATUBA"","""",""Não"",""Desconhecida"",""2 - Agropecuária e Aquacultura|2.2 - Silvicultura|2.2.3 - Plantações em escala desconhecida 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.3 - Pecuária|2.3.4 - Pecuária em escala desconhecida 3 - Produção energética e mineração|3.2 - Mineração|3.2.3 - Extração de minérios - subsolo 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.1 - Incêndios e supressão de incêndios|7.1.1 - Aumento da frequência/intensidade de incêndios 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.2 - Represas e uso de água|7.2.9 - Represas (pequenas)"","""",""Manejo de locais/áreas, Plano de Ação Nacional (PAN), Proteção de locais/áreas, Proteção de recursos/habitat, Restauração de habitat e processos naturais"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação da Herpetofauna do Sul - 2º ciclo"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Amphibia"",""Anura"",""Hylodidae"",""Hylodes"",""Hylodes glaber"",""Hylodes glaber"",""(Miranda-Ribeiro, 1926)"",""Itatiaia Tree Toad"",""Anfíbios"",""09/2017"",""Criticamente em Perigo"",""Sim"",""D"",""Hylodes glaber é endêmica do Brasil, do bioma Mata Atlântica, sendo conhecida apenas da localidade-tipo, um riachos a 1.850 metros de altitude no Parque Nacional do Itatiaia, na fronteira entre os estados de Minas Gerais e Rio de Janeiro. A espécie não é encontrada desde 1978, apesar de esforços recentes de amostragem na região. Dadas as circunstâncias, suspeita-se que esteja extinta ou que haja menos de 50 indivíduos maduros. Por essas razões, Hylodes glaber foi avaliada como Criticamente em Perigo (CR) pelo critério D, estando possivelmente extinta (PEX)."",""Sim"",""Sim"",""Minas Gerais"",""|Sudeste|"",""Mata Atlântica"",""Sub-bacia Grande"",""PARNA de Itatiaia"","""","""",""Não"",""Declinando"",""11 - Mudanças e extremos climáticos|11.3 - Extremos térmicos 12 - Outras ameaças 6 - Distúrbios humanos|6.1 - Atividades recreacionais/turísticas"","""",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para conservação da Herpetofauna Ameaçada da Mata Atlântica da Região Sudeste do Brasil"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Amphibia"",""Anura"",""Hylodidae"",""Hylodes"",""Hylodes mertensi"",""Hylodes mertensi"",""(Bokermann, 1956)"",""Rã-de-riacho-de-Mertens"",""Anfíbios"",""09/2017"",""Criticamente em Perigo"",""Não"",""B1ab(iii)"",""Hylodes mertensi é endêmica do Brasil, sendo conhecida apenas da localidade-tipo, um fragmento de Mata Atlântica no Parque Estadual da Serra do Mar, no estado de São Paulo. A espécie possui habitat específico, tendo sido registrada em riacho no interior de floresta montanhosa. Seu último registro foi há mais de 60 anos, em 1956. Embora não haja amostragens recentes na localidade-tipo, há amostragens voltadas para anfíbios em regiões próximas, mas Hylodes mertensi não foi registrada, sugerindo que tenha distribuição bastante restrita. Assim, é possível supor que sua extensão de ocorrência seja menor que 100 km2. Embora seu registro seja em uma unidade de conservação de proteção integral, essa região sofre impacto da poluição proveniente do polo industrial da cidade de Cubatão, causando declínio contínuo da qualidade do hábitat. Considerando apenas uma localização, tendo a poluição como principal ameaça, Hylodes mertensi foi avaliada como Criticamente em Perigo (CR) pelo critério B1ab(iii)."",""Sim"",""Sim"",""São Paulo"",""|Sudeste|"",""Mata Atlântica"",""Sub-bacia Litoral SP"","""",""PARQUE ESTADUAL DA SERRA DO MAR"","""",""Não"",""Desconhecida"",""9 - Poluição|9.5 - Poluição do ar|9.5.1 - Chuva ácida 9 - Poluição|9.5 - Poluição do ar|9.5.2 - Fumaça (industrial veículos etc)"","""",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para conservação da Herpetofauna Ameaçada da Mata Atlântica da Região Sudeste do Brasil"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Arthropoda"",""Entognatha"",""Symphypleona"",""Arrhopalitidae"",""Arrhopalites"",""Agraphorura mariapetrae"",""Agraphorura mariapetrae"",""(Thibaud, 1993)"",""Colêmbolo, Pulga-de-jardim"",""Invertebrados Terrestres"",""05/2018"",""Criticamente em Perigo"",""Não"",""B2ab(iii)"",""Agraphorura mariapetrae ocorre nas Antilhas e no Brasil, onde é registrada em áreas alagadas e substrato de dunas da restinga de Itaipuaçu, estado do Rio de Janeiro, na APA de Maricá, região intensamente urbanizada. Apesar de estar dentro de uma APA, a área é impactada por intensa expansão urbana e incêndios frequentes na vegetação de restinga. A principal ameaça à espécie é a degradação do ambiente. Sua Área de Ocupação é inferior à 10km² (B2), com uma localização (a) e declínio continuado da qualidade do habitat (biii). Por isso, A. mariapetrae foi categorizada como Criticamente em Perigo (CR) pelo critério B2ab(iii)."",""Não"",""Sim"",""Rio de Janeiro"",""|Sudeste|"",""Sistema Costeiro-Marinho"",""Sub-bacia Litoral RJ"","""",""ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL DE MARICÁ"","""",""Não"",""Desconhecida"",""1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.1 - Expansão urbana 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.1 - Incêndios e supressão de incêndios|7.1.1 - Aumento da frequência/intensidade de incêndios"","""","""","""",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Arthropoda"",""Entognatha"",""Poduromorpha"",""Neanuridae"",""Hyleanura"",""Hyleanura mendoncae"",""Hyleanura mendoncae"",""Zeppelini & Palacios-Vargas, 2013"",""Colêmbolo, Pulga-de-jardim"",""Invertebrados Terrestres"",""05/2018"",""Vulnerável"","""",""B1ab(iii)"",""Hyleanura mendoncae é endêmica do Brasil, registrada apenas no Quadrilátero Ferrífero (QF) de Minas Gerais. A atividade de mineração de ferro tem amplo impacto sobre o habitat da espécie em toda a sua distribuição conhecida. A área total do QF, de cerca de 6.500 km², sofre degradação continuada pela atividade de mineração e parte da vegetação da área já foi retirada para exploração do minério. Apesar da área estar sendo continuamente amostrada no Plano de Monitoramento, não foram observados novos registros. A Extensão de Ocorrência (EOO) foi calculada como equivalendo à área do QF, sendo portanto, menor que 20.000km² (B1). O número de localizações é no máximo igual a 10 (a), havendo também declínio continuado da qualidade do habitat (biii). Por estes motivos, H. mendoncae foi categorizada como Vulnerável (VU) pelo critério B1ab(iii)."",""Sim"",""Sim"",""Minas Gerais"",""|Sudeste|"",""Mata Atlântica"",""Sub-bacia Doce Sub-bacia São Francisco Alto"","""",""ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL SUL-RMBH"","""",""Desconhecido"",""Desconhecida"",""3 - Produção energética e mineração|3.2 - Mineração"","""","""","""",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Arthropoda"",""Entognatha"",""Symphypleona"",""Arrhopalitidae"",""Arrhopalites"",""Arlesia intermedia"",""Arlesia intermedia"",""Fernandes & Mendonça, 2004"",""Colêmbolo, Pulga-de-jardim"",""Invertebrados Terrestres"",""05/2018"",""Criticamente em Perigo"",""Não"",""B2ab(iii)"",""Arlesia intermedia é endêmica do Brasil, ocorrendo em substrato de dunas e áreas alagáveis da praia de Itaipuaçu, na APA de Maricá, estado do Rio de Janeiro, região intensamente urbanizada. Apesar de estar dentro de uma APA, a área sofre intensa expansão urbana e incêndios frequentes na vegetação de restinga. A principal ameaça à espécie é a degradação do ambiente. Sua Área de Ocupação é inferior à 10km² (B2), com uma única localização (a) e declínio continuado da qualidade do habitat (biii). Por isso, A. intermedia foi categorizada como Criticamente em Perigo (CR) pelo critério B2ab(iii)."",""Sim"",""Sim"",""Rio de Janeiro"",""|Sudeste|"",""Sistema Costeiro-Marinho"",""Sub-bacia Litoral RJ"","""",""ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL DE MARICÁ"","""",""Não"",""Desconhecida"",""1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.1 - Expansão urbana 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.1 - Incêndios e supressão de incêndios|7.1.1 - Aumento da frequência/intensidade de incêndios"","""","""","""",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Amphibia"",""Anura"",""Hylidae"",""Sphaenorhynchus"",""Sphaenorhynchus cammaeus"","""",""Roberto, Araujo-Vieira, Carvalho-e-Silva & Ávila, 2017"","""",""Anfíbios"",""09/2018"",""Criticamente em Perigo"",""Não"",""B1ab(iii)"",""Sphaenorhynchus cammaeus é endêmica do Brasil, conhecida apenas de uma lagoa na Reserva Biológica (REBIO) de Pedra Talhada, no município de Quebrângulo, estado de Alagoas. Trata-se de espécie de hábitat específico, restrita à floresta ombrófila submontana, a cerca de 850 metros de altitude. Houve esforços de procura na região, mas a espécie não foi encontrada em outras localidades, e sua extensão de ocorrência foi estimada em 44 km2. Apesar de ser uma unidade de conservação de proteção integral, a REBIO localiza-se em região amplamente impactada e fragmentada, e os poucos remanescentes continuam sob pressão de atividades agropecuárias, especialmente plantações de cana-de-açúcar e pecuária extensivas. Além disso, tem ocorrido perda de vegetação nativa dentro da REBIO. Todas essas perturbações causam declínio contínuo da qualidade do hábitat da espécie. Considerando uma localização, Sphaenorhynchus cammaeus foi avaliada como Criticamente em Perigo (CR) pelo critério B1ab(iii)."",""Sim"",""Sim"",""Alagoas"",""|Nordeste|"",""Mata Atlântica"",""Sub-bacia Litoral AL PE PB"",""REBIO de Pedra Talhada"","""","""",""Não"",""Desconhecida"",""2 - Agropecuária e Aquacultura|2.1 - Culturas anuais e perenes não-madeireiras|2.1.4 - Agricultura de escala desconhecida 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.3 - Pecuária|2.3.3 - Pecuária agro-industrial 5 - Uso de recursos biológicos|5.3 - Extração florestal|5.3.5 - Motivação desconhecida 6 - Distúrbios humanos|6.1 - Atividades recreacionais/turísticas 9 - Poluição|9.3 - Agropecuária e florestal|9.3.3 - Herbicidas e pesticidas"","""",""Implementação de áreas protegidas, Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação da Herpetofauna do Nordeste - 2º ciclo"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Actinopterygii"",""Siluriformes"",""Pimelodidae"",""Steindachneridion"",""Steindachneridion parahybae"",""Steindachneridion parahybae"",""(Steindachner, 1877)"",""Surubim-do-paraíba"",""Peixes Continentais"",""11/2018"",""Em Perigo"","""",""B2ab(i,ii,iii,v)"",""Steindachneridion parahybae é endêmica do Brasil e ocorria originalmente em toda a bacia do rio Paraíba do Sul, nos estados de São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais. É uma espécie pouco frequente e pouco abundante. A Área de Ocupação (AOO) é de 292 km², calculada com base na área potencial de ocorrência da espécie, geralmente associada a pedrais em poços próximos a corredeiras. Os diversos barramentos que existem na bacia do rio Paraíba do Sul provocam fragmentação severa da população, uma vez que os indivíduos não habitam os reservatórios. Os barramentos são responsáveis pela alteração ou eliminação dos ambientes lóticos ocupados por esta espécie que, em conjunto com o assoreamento e a efluentes domésticos e industriais, promovem o declínio continuado da área, extensão e qualidade do habitat. Desse modo, S. parahybae foi categorizada na categoria Em Perigo (EN) pelo critério B2ab(i,ii,iii,v)."",""Sim"",""Sim"",""Minas Gerais, Rio de Janeiro, São Paulo"",""|Sudeste|"",""Mata Atlântica"",""Sub-bacia Paraíba do Sul"",""APA Bacia do Rio Paraíba do Sul"","""","""","""",""Declinando"",""3 - Produção energética e mineração|3.3 - Energia renovável|3.3.1 - Hidrelétricas 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.2 - Captura intencional - larga escala|5.4.2.2 - Linha de mão 8 - Espécies invasoras problemáticas e doenças|8.1 - Espécies exóticas|8.1.1 - Espécie conhecida|8.1.1.1 - Competidores 8 - Espécies invasoras problemáticas e doenças|8.1 - Espécies exóticas|8.1.1 - Espécie conhecida|8.1.1.2 - Predadores 9 - Poluição|9.1 - Doméstica e urbana - escoamento de água|9.1.1 - Esgoto 9 - Poluição|9.2 - Industrial|9.2.4 - Tipo desconhecido 9 - Poluição|9.3 - Agropecuária e florestal|9.3.3 - Herbicidas e pesticidas"",""1 - Alimentação humana 4 - Caça/pesca esportiva"",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação das Espécies Aquáticas Ameaçadas de Extinção da Bacia do Rio Paraíba do Sul, Plano de Ação Nacional para a Conservação das Espécies Aquáticas Ameaçadas de Extinção da Bacia do Rio Paraíba do Sul - 2º ciclo"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Aves"",""Charadriiformes"",""Scolopacidae"",""Numenius"",""Numenius borealis"",""Numenius borealis"",""(Forster, 1772)"",""maçarico-esquimó"",""Aves"",""10/2017"",""Regionalmente Extinta"","""","""",""Numenius borealis foi espécie globalmente numerosa no século XIX, mas a população sofreu grave declínio devido à caça excessiva na costa do Atlântico e no rio Mississipi. A espécie não é registrada no Brasil há mais de 150 anos. Tendo em vista que esta espécie ocorria em áreas bastante estudadas por diversos pesquisadores brasileiros, considera-se que houve esforço amostral suficiente para afirmar que a espécie está Regionalmente Extinta (RE)."",""Não"",""Não"",""Amazonas, Mato Grosso, São Paulo"",""|Centro-Oeste|Norte|Sudeste|"",""Amazônia, Mata Atlântica, Pantanal"",""Sub-bacia Madeira Sub-bacia Paraguai 03 Sub-bacia Tietê"",""FLONA de Ipanema"","""","""",""Sim"",""Desconhecida"",""11 - Mudanças e extremos climáticos|11.1 - Mudança/alteração de habitat 3 - Produção energética e mineração|3.1 - Extração de petróleo e gás natural 5 - Uso de recursos biológicos|5.1 - Caça e captura de animais terrestres ou marinhos"","""",""Nível internacional"","""",""CITES - Anexo I"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Amphibia"",""Anura"",""Hylidae"",""Scinax"",""Scinax pinimus"",""Scinax pinima"",""(Bokermann & Sazima, 1973)"","""",""Anfíbios"",""06/2017"",""Vulnerável"","""",""D2"",""Scinax pinimus é endêmica do Brasil, do bioma Cerrado, sendo conhecida somente da localidade-tipo, atualmente inserida no município de Santana do Riacho, na Área de Proteção de Ambiental Morro da Pedreira, no estado de Minas Gerais. Apesar de esforços de coleta na região entre 1973 e 2015, que incluíram o Parque Nacional da Serra do Cipó e seu entorno, a espécie não foi registrada até 2016, quando foram encontrados novos exemplares na localidade-tipo. Trata-se de um corpo d´água pequeno (2), correspondendo à área de ocupação da espécie e a uma localização, que pode estar sob ameaça futura plausível de acontecer (transformação da lagoa em um bebedouro para o gado, incêndio ou manutenção da rede elétrica e estrada), e levar a espécie a um grau de risco de extinção mais elevado ou mesmo à extinção em curto prazo. Por isso, Scinax pinimus foi avaliada como Vulnerável (VU) pelo critério D2."",""Sim"",""Sim"",""Minas Gerais"",""|Sudeste|"",""Cerrado"",""Sub-bacia São Francisco Alto"",""APA do Morro da Pedreira"","""","""",""Não"",""Desconhecida"",""2 - Agropecuária e Aquacultura|2.3 - Pecuária|2.3.4 - Pecuária em escala desconhecida 4 - Transportes e serviços de transmissão|4.1 - Estradas e ferrovias 4 - Transportes e serviços de transmissão|4.7 - Linhas de força/transmissão 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.1 - Incêndios e supressão de incêndios|7.1.1 - Aumento da frequência/intensidade de incêndios"","""",""Plano de Ação Nacional (PAN), Proteção de locais/áreas"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação da Herpetofauna do Espinhaço Mineiro - 2º ciclo, Plano de Ação Nacional para a Conservação dos Répteis e Anfíbios Ameaçados de Extinção na Serra do Espinhaço"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Aves"",""Passeriformes"",""Icteridae"",""Leistes"",""Leistes defilippii"",""Sturnella defilippii"",""(Bonaparte, 1850)"",""peito-vermelho-grande"",""Aves"",""10/2021"",""Regionalmente Extinta"","""","""",""Sturnella defilippii ocorre na Argentina, Uruguai e sul do Brasil, sendo que os únicos registros para este país são do Rio Grande do Sul, datando mais de 100 anos atrás. A população mais próxima conhecida habita o oeste do Departamento de Salto, no norte do Uruguai, a mais de 100 km da divisa com o Rio Grande do Sul, sendo ínfima a possibilidade de alguns indivíduos alcançarem o Brasil, recolonizando-o. Dessa forma, S. defilippii foi categorizada como Regionalmente Extinta (RE)."",""Não"",""Não"",""Rio Grande do Sul"",""|Sul|"","""","""","""","""","""",""Não"",""Declinando"",""2 - Agropecuária e Aquacultura|2.1 - Culturas anuais e perenes não-madeireiras 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.3 - Pecuária 5 - Uso de recursos biológicos|5.1 - Caça e captura de animais terrestres ou marinhos|5.1.1 - Caça/captura intencional (a espécie é o alvo)|5.1.1.2 - Comercial - Nacional/Local 8 - Espécies invasoras problemáticas e doenças|8.3 - Espécies nativas problemáticas|8.3.1 - Espécie conhecida|8.3.1.1 - Competidores"","""","""","""","""","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Actinopterygii"",""Siluriformes"",""Pimelodidae"",""Steindachneridion"",""Steindachneridion melanodermatum"",""Steindachneridion melanodermatum"",""Garavello, 2005"",""Surubim-do-iguaçu"",""Peixes Continentais"",""11/2018"",""Em Perigo"","""",""B2ab(ii,iii)"",""Steindachneridion melanodermatum é endêmica do rio Iguaçu, encontrada principalmente a jusante da barragem de Salto Osório, no estado do Paraná, Brasil. Embora descrita recentemente (2005), sabe-se que a espécie foi alvo de pesca comercial no passado, sendo que sua população aparentemente está bastante reduzida. A Área de Ocupação (AOO) da espécie foi calculada em 464 km². A população da espécie pode ser considerada severamente fragmentada, em função dos vários barramentos"; observa-se também, declínio continuado da área de ocupação e na qualidade de habitat. Desse modo, Steindachneridion melanodermatum foi categorizada como Em Perigo (EN) pelos critérios B2ab(ii;"iii)."",""Sim"",""Sim"",""Paraná"",""|Sul|"",""Mata Atlântica"",""Sub-bacia Iguaçu"",""PARNA Iguaçu"","""","""",""Desconhecido"",""Declinando"",""3 - Produção energética e mineração|3.3 - Energia renovável|3.3.1 - Hidrelétricas 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.1 - Captura intencional - subsistência/pequena escala|5.4.1.3 - Aparelho com anzol|5.4.1.3.5 - Linha de fundo e linha de mão 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.2 - Represas e uso de água|7.2.11 - Represas (tamanho desconhecido)"",""1 - Alimentação humana|1.1 - Caça de subsistência"",""Manejo de espécies, Manejo territorial, Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação da Fauna Aquática e Semiaquática do Baixo Iguaçu"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;; "Animalia,""Arthropoda"",""Malacostraca"",""Decapoda"",""Aeglidae"",""Aegla"",""Aegla leachi"",""Aegla leachi"",""Bond-Buckup & Santos, 2012"",""Egla"",""Invertebrados de Água Doce"",""10/2019"",""Em Perigo"","""",""B1ab(iii)"",""Aegla leachi é endêmica do Brasil, ocorrendo nas sub-bacias dos Rios Canoas e Caveiras no estado de Santa Catarina. A extensão de ocorrência (EOO) foi calculada em 2.351 km2 a partir da área do mínimo polígono convexo formado pelas microbacias onde a espécie já foi registrada. A degradação do habitat e a fragmentação da população são provocadas pela silvicultura de larga escala, considerada a principal ameaça. Por essas razões, A. leachi foi categorizada como Em Perigo (EN) sob o critério B1ab(iii)."",""Sim"",""Sim"",""Santa Catarina"",""|Sul|"",""Mata Atlântica"",""Sub-bacia Uruguai Alto"","""","""","""",""Não"",""Desconhecida"",""2 - Agropecuária e Aquacultura|2.2 - Silvicultura|2.2.2 - Plantações agro-industriais 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.1 - Incêndios e supressão de incêndios|7.1.1 - Aumento da frequência/intensidade de incêndios"","""",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação dos Peixes e Eglas da Mata Atlântica"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Arthropoda"",""Malacostraca"",""Decapoda"",""Aeglidae"",""Aegla"",""Aegla obstipa"",""Aegla obstipa"",""Bond-Buckup & Buckup, 1994"",""Egla"",""Invertebrados de Água Doce"",""10/2019"",""Em Perigo"","""",""B1ab(iii)"",""Aegla obstipa é endêmica do Brasil, sendo registrada em sete locais na micro-bacia do Arroio dos Ratos (RS). A extensão de ocorrência (EOO) foi calculada em 1.294 km2 a partir da área do mínimo polígono convexo formado pelas microbacias onde a espécie foi registrada. A qualidade do habitat da espécie vem sofrendo um declínio contínuo, cujos efeitos são bastante acentuados considerando-se sua distribuição restrita. A degradação do habitat provocado pelo plantio de Eucaliptus spp. é a principal ameaça. Esse impacto tem provocado a redução da mata ciliar em toda a distribuição da espécie, também ocasionando fragmentação severa da população. Sendo assim, A. obstipa foi categorizada como Em Perigo (EN), pelo critério B1ab(iii)."",""Sim"",""Sim"",""Rio Grande do Sul"",""|Sul|"",""Pampa"",""Sub-bacia Guaíba Sub-bacia Litoral RS"","""","""","""",""Não"",""Desconhecida"",""2 - Agropecuária e Aquacultura|2.2 - Silvicultura|2.2.3 - Plantações em escala desconhecida 9 - Poluição|9.3 - Agropecuária e florestal|9.3.2 - Erosão do solo/sedimentação"","""",""Controle e fiscalização, Educação e comunicação, Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional Lagoas do Sul, Plano de Ação Nacional para a Conservação dos Peixes e Eglas da Mata Atlântica"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Mammalia"",""Rodentia"",""Cricetidae"",""Euryoryzomys"",""Euryoryzomys lamia"",""Euryoryzomys lamia"",""(Thomas, 1901)"",""Buffy-sided Rice Rat, Rato-do-mato"",""Mamíferos"",""10/2021"",""Em Perigo"","""",""B1ab(i,ii,iii)+2ab(i,ii,iii)"",""Euryoryzomys lamia é endêmica do Brasil, conhecida de quatro localidades, no oeste do estado de Minas Gerais (localidade-tipo) e no leste do estado de Goiás. A espécie parece estar associada a ambientes florestais, campos úmidos e campo cerrado, em altitudes entre 700m e 900m. Os registros de Anápolis em Goiás, e Araguari em Minas Gerais, são considerados históricos. Dessa forma, sua extensão de ocorrência (EOO) atual foi calculada em 2.544 km² e sua área de ocupação (AOO) em 504 km². Os incêndios na região são a principal ameaça à espécie, e grandes queimadas podem impactar severamente as duas populações remanescentes, e que caracterizam 2 localizações. Além disso, o fogo também promove declínio continuado da qualidade do habitat, pois reduz os recursos disponíveis, e a área de distribuição remanescente da espécie é afetada pela expansão das atividades agropecuárias, que contribuem para a redução da área e qualidade do habitat na região. Portanto, Euryoryzomys lamia foi categorizada como Em Perigo (EN), pelos critérios B1ab(i,ii,iii)+2ab(i,ii,iii)."",""Sim"",""Sim"",""Goiás, Minas Gerais"",""|Centro-Oeste|Sudeste|"",""Cerrado"",""Sub-bacia Tocantins Alto"",""PARNA da Chapada dos Veadeiros"",""ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL POUSO ALTO"","""",""Desconhecido"",""Desconhecida"",""1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.1 - Expansão urbana 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.1 - Culturas anuais e perenes não-madeireiras|2.1.3 - Agricultura agro-industrial 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.3 - Pecuária|2.3.2 - Pecuária em pequenas propriedades 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.3 - Pecuária|2.3.3 - Pecuária agro-industrial 5 - Uso de recursos biológicos|5.3 - Extração florestal|5.3.2 - Uso intencional - larga escala 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.1 - Incêndios e supressão de incêndios|7.1.3 - Tendência desconhecida"","""",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação dos Pequenos Mamíferos de Áreas Abertas"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"",""700 , 900"",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Actinopterygii"",""Cyprinodontiformes"",""Rivulidae"",""Cynopoecilus"",""Cynopoecilus feltrini"","""",""Costa, Amorim & Mattos, 2016"",""Peixe anual"",""Peixes Continentais"",""05/2019"",""Vulnerável"","""",""D2"",""Cynopoecilus feltrini é endêmica do Brasil, sendo conhecida apenas de sua localidade-tipo, uma alagado temporário situado na bacia do baixo rio Tubarão, estado de Santa Catarina. A Área de Ocupação da espécie é de 4 km2 e está situada em um local relativamente preservado e de difícil acesso. A principal ameaça para C. feltrini é a conversão do uso do solo, haja vista que na margem oposta do rio Tubarão já se observa grande modificação da paisagem natural pela pecuária, com o estabelecimento de inúmeros canais para drenagem das áreas alagadas visando o estabelecimento de pastagem. A drenagem tem o potencial de destruir totalmente o habitat da espécie (poças) e eliminar sua população. Com base em sua distribuição muito restrita e nesta ameaça potencial que pode levar a espécie a extinção em curto prazo, Cynopoecilus feltrini foi categorizada como Vulnerável (VU) pelo critério D2."",""Sim"",""Sim"",""Santa Catarina"",""|Sul|"",""Mata Atlântica"",""Sub-bacia Litoral SP PR SC"",""APA Baleia Franca"","""","""",""Não"",""Desconhecida"",""2 - Agropecuária e Aquacultura|2.3 - Pecuária|2.3.4 - Pecuária em escala desconhecida"","""","""","""",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Aves"",""Piciformes"",""Picidae"",""Piculus"",""Piculus paraensis"",""Piculus paraensis"",""Snethlage, 1907"",""pica-pau-dourado-de-belém"",""Aves"",""09/2017"",""Vulnerável"","""",""A2c"",""Piculus paraensis é endêmico do Brasil, com distribuição restrita ao Centro de Endemismo Belém, a região que sofreu o maior desmatamento da Amazônia. A espécie perdeu 80% de seu habitat original e estima-se que houve perda populacional entre 30% e 50% em três gerações passadas (13 anos). Por estas razões, Piculus paraensis foi categorizada como Vulnerável (VU) A2c."",""Sim"",""Sim"",""Maranhão, Pará, Tocantins"",""|Nordeste|Norte|"",""Amazônia, Cerrado"",""Sub-bacia Gurupi Sub-bacia Mearim Sub-bacia Tocantins Alto Sub-bacia Tocantins Baixo"",""REBIO do Gurupi"","""","""",""Desconhecido"",""Declinando"",""11 - Mudanças e extremos climáticos|11.1 - Mudança/alteração de habitat 1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.1 - Expansão urbana 5 - Uso de recursos biológicos|5.3 - Extração florestal|5.3.5 - Motivação desconhecida"","""",""Criação de áreas protegidas, Implementação de corredores, Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação das Aves Ameaçadas do Bioma Amazônia, Plano de Ação Nacional para a Conservação das Aves Ameaçadas do Bioma Amazônia - 2º ciclo"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Actinopterygii"",""Cyprinodontiformes"",""Rivulidae"",""Simpsonichthys"",""Simpsonichthys espinhacensis"","""",""Nielsen, Pessali & Dutra, 2017"",""Peixe anual, Peixe das nuvens"",""Peixes Continentais"",""05/2019"",""Em Perigo"","""",""B2ab(iii)"",""Simpsonichthys espinhacensis é endêmica do Brasil e conhecida de duas localidades próximas à região da localidade-tipo, situada na Vereda Volta da Capoeira e no ribeirão da Areia, tributários de cabeceira da bacia do rio Jequitinhonha, estado de Minas Gerais. A área de ocupação (AOO) conhecida da espécie é de 8 km². Os dois locais de registro estão conectados ao mesmo sistema de drenagem, que está inserido em uma área de plantio de eucalipto que tem sido degradada por fogo, captação de água e construção de barramentos, caracterizando duas localizações (não preenchendo integralmente a categorização para CR). Considerando a reduzida área de ocupação e o declínio continuado da qualidade do habitat, Simpsonichthys espinhacensis foi categorizada como Em Perigo (EN) pelo critério B2ab(iii)."",""Sim"",""Sim"",""Minas Gerais"",""|Sudeste|"",""Cerrado"",""Sub-bacia Jequitinhonha"","""","""","""",""Não"",""Desconhecida"",""2 - Agropecuária e Aquacultura|2.2 - Silvicultura|2.2.3 - Plantações em escala desconhecida 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.3 - Pecuária|2.3.4 - Pecuária em escala desconhecida 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.1 - Incêndios e supressão de incêndios|7.1.3 - Tendência desconhecida 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.2 - Represas e uso de água|7.2.11 - Represas (tamanho desconhecido) 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.2 - Represas e uso de água|7.2.4 - Captação de água de superfície - uso desconhecido"","""",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação dos Peixes Rivulídeos Ameaçados de Extinção - 2º ciclo"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"",""775 , 800"",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Aves"",""Apodiformes"",""Trochilidae"",""Discosura"",""Discosura langsdorffi langsdorffi"",""Discosura langsdorffi langsdorffi"",""(Temminck, 1821)"",""rabo-de-espinho"",""Aves"",""06/2019"",""Em Perigo"","""",""B2ab(ii,iii)"",""Discosura langsdorffi langsdorffi é endêmica do leste do Brasil, com registros unicamente para florestas montanas preservadas acima de 700 m de altitude no sul da Bahia, não sendo encontrada em outros fragmentos. Há registros históricos no Espírito Santo e Rio de Janeiro. Habita uma área muito restrita dentro da sua distribuição, com área de ocupação (AOO) calculada em 364 km², onde há declínio continuado na AOO e na qualidade do habitat decorrente do corte seletivo de madeira, abertura de áreas para pastagens e plantações. A população está severamente fragmentada, tendo mais de 50% de sua área de ocupação separada por grandes distâncias. Dessa forma, D. l. langsdorffi foi categorizada como Em Perigo (EN) pelo critério B2ab(ii,iii)."",""Sim"",""Sim"",""Bahia, Espírito Santo, Rio de Janeiro"",""|Nordeste|Sudeste|"",""Mata Atlântica"",""Sub-bacia Contas Sub-bacia Jequitinhonha"",""PARNA da Tijuca, PARNA do Caparaó, PARNA Serra das Lontras, REBIO Augusto Ruschi"","""","""",""Não"",""Declinando"",""2 - Agropecuária e Aquacultura|2.1 - Culturas anuais e perenes não-madeireiras|2.1.4 - Agricultura de escala desconhecida 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.3 - Pecuária|2.3.4 - Pecuária em escala desconhecida 5 - Uso de recursos biológicos|5.3 - Extração florestal|5.3.5 - Motivação desconhecida"","""",""Criação de áreas protegidas, Implementação de áreas protegidas, Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação das Aves Ameaçadas do Bioma Mata Atlântica"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Aves"",""Passeriformes"",""Tityridae"",""Iodopleura"",""Iodopleura pipra leucopygia"",""Iodopleura pipra leucopygia"",""Salvin, 1885"",""anambezinho"",""Aves"",""06/2019"",""Em Perigo"","""",""B2ab(ii,iii,v)"",""Iodopleura pipra leucopygia é endêmica do Brasil e ocorre apenas na Mata Atlântica dos estados da Paraíba, Pernambuco e Alagoas. É bastante rara e está extinta em diversas localidades de sua área de distribuição original. Ocupa preferencialmente matas primárias ou em avançado estado de regeneração. Considerando que não há registros de deslocamentos deste táxon entre fragmentos, acredita-se que 50% de sua população está separada por grandes distâncias, não havendo fluxo gênico. Sua área de ocupação (AOO) foi calculada em 468 km². Além disso, há declínio continuado da área de ocupação e da qualidade do habitat devido à conversão de florestas em pastagens, agricultura, incêndios florestais e construção de rodovias, além de declínio continuado no número de indivíduos maduros. Desta forma, I. p. leucopygia foi categorizada como Em Perigo (EN) pelo critério B2ab(ii,iii,v)."",""Sim"",""Sim"",""Alagoas, Paraíba, Pernambuco"",""|Nordeste|"",""Mata Atlântica"",""Sub-bacia Litoral AL PE PB Sub-bacia Litoral CE PB Sub-bacia Paraíba"",""ESEC de Murici, REBIO Guaribas"",""ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL DE MURICÍ, PARQUE ESTADUAL DE DOIS IRMÃOS, REFúGIO DE VIDA SILVESTRE MATAS DO SISTEMA GURJAú"",""RPPN Frei Caneca"",""Não"",""Declinando"",""2 - Agropecuária e Aquacultura|2.1 - Culturas anuais e perenes não-madeireiras|2.1.4 - Agricultura de escala desconhecida 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.3 - Pecuária|2.3.4 - Pecuária em escala desconhecida 4 - Transportes e serviços de transmissão|4.1 - Estradas e ferrovias 5 - Uso de recursos biológicos|5.3 - Extração florestal|5.3.5 - Motivação desconhecida 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.1 - Incêndios e supressão de incêndios|7.1.3 - Tendência desconhecida"","""",""Plano de Ação Nacional (PAN), Proteção de locais/áreas"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação das Aves Ameaçadas do Bioma Mata Atlântica"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Aves"",""Passeriformes"",""Thamnophilidae"",""Formicivora"",""Formicivora littoralis"",""Formicivora littoralis"",""Gonzaga & Pacheco, 1990"",""formigueiro-do-litoral"",""Aves"",""06/2019"",""Em Perigo"","""",""B1ab(iii)";" C2a(ii)"",""Formicivora littoralis é endêmica do Brasil e ocorre apenas na Região dos Lagos, no Rio de Janeiro. Habita estreita faixa de restinga arbustiva ou arbórea, a qual tem sido continuamente degradada. Sua extensão de ocorrência foi calculada sobre os registros atuais conhecidos e resultou em 813 km². Suspeita-se que haja menos de 2.500 indivíduos maduros, sendo que de 95 a 100% deles estão em uma única subpopulação. A população é considerada severamente fragmentada e em declínio continuado devido à perda de habitat causada pelo desenvolvimento imobiliário e turístico na Região dos Lagos. Dessa forma, F. littoralis foi categorizada como Em Perigo (EN) pelo critério B1ab(iii)";" C2a(ii)."",""Sim"",""Sim"",""Rio de Janeiro"",""|Sudeste|"",""Mata Atlântica, Sistema Costeiro-Marinho"",""Sub-bacia Litoral RJ"",""RESEX Arraial do Cabo"",""ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL DA SERRA DE SAPIATIBA, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL DE MARICÁ, ÁREA DE PROTEçãO AMBIENTAL DE MASSAMBABA, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL DO PAU BRASIL, PARQUE ESTADUAL DA COSTA DO SOL"","""",""Não"",""Declinando"",""1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.1 - Expansão urbana 1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.2 - Áreas comerciais e industriais 1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.3 - Áreas de turismo e recreação 5 - Uso de recursos biológicos|5.3 - Extração florestal|5.3.5 - Motivação desconhecida 6 - Distúrbios humanos|6.1 - Atividades recreacionais/turísticas 9 - Poluição|9.4 - Lixo e resíduos sólidos|9.4.1 - Urbanos"","""",""Criação de áreas protegidas, Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação das Aves Ameaçadas do Bioma Mata Atlântica, Plano de Ação Nacional para a Conservação do Formigueiro do Litoral"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;; "Animalia,""Chordata"",""Aves"",""Coraciiformes"",""Momotidae"",""Momotus"",""Momotus momota marcgravianus"",""Momotus momota marcgravianus"",""Pinto & Camargo, 1961"",""udu-de-coroa-azul-do-nordeste"",""Aves"",""06/2019"",""Em Perigo"","""",""B2ab(ii,iii)"",""Momotus momota marcgravianus é endêmica do Centro de Endemismo Pernambuco. Sua área de ocupação (AOO) foi calculada em 224 km2. Devido à fragmentação do habitat e ao baixo poder de deslocamento desse táxon a população é severamente fragmentada, tendo mais de 50% de sua população separada por grande distância, não havendo fluxo gênico. Além disso, há declínio continuado da população devido à perda de habitat decorrente da conversão de florestas em pastagem para agropecuária, expansão urbana e incêndios. Dessa forma, M. m. marcgravianus foi categorizada como Em Perigo (EN) pelo critério B2ab(ii,iii)."",""Sim"",""Sim"",""Alagoas, Paraíba, Pernambuco, Rio Grande do Norte"",""|Nordeste|"",""Caatinga, Mata Atlântica"",""Sub-bacia Litoral AL PE PB Sub-bacia Litoral CE PB Sub-bacia Paraíba"",""ESEC de Murici, REBIO de Saltinho, REBIO Guaribas"",""ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL ALDEIA-BEBERIBE, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL DE MURICÍ, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL DE SIRINHAÉM, REFúGIO DE VIDA SILVESTRE MATAS DO SISTEMA GURJAú"",""MATA DO CEDRO, RPPN Frei Caneca, RPPN Mata Estrela"",""Não"",""Declinando"",""1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.1 - Expansão urbana 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.1 - Culturas anuais e perenes não-madeireiras|2.1.4 - Agricultura de escala desconhecida 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.3 - Pecuária|2.3.4 - Pecuária em escala desconhecida 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.1 - Incêndios e supressão de incêndios|7.1.3 - Tendência desconhecida"","""",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação das Aves Ameaçadas do Bioma Mata Atlântica"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Actinopterygii"",""Cyprinodontiformes"",""Rivulidae"",""Austrolebias"",""Austrolebias camaquensis"","""",""Volcan, Gonçalves & Lanés, 2017"",""Peixe anual"",""Peixes Continentais"",""05/2019"",""Em Perigo"","""",""B2ab(ii,iii)"",""Austrolebias camaquensis é endêmica do Brasil, conhecida de apenas cinco banhados temporários do trecho médio do rio Camaquã, sistema da Laguna dos Patos, nos municípios de Encruzilhada do Sul e Canguçu, estado do Rio Grande do Sul. A Área de Ocupação (AOO) calculada é de 16 km2. A principal ameaça para A. camaquensis são atividades agrícolas, caracterizando quatro localizações. Além disso, esses locais têm sido modificados pelo cultivo de arroz, eucalipto, acácia e Pinus e atividades de mineração. Considerando o impacto sobre a Área de Ocupação da espécie e a qualidade do seu habitat, Austrolebias camaquensis foi categorizada como Em Perigo (EN) pelos critérios B2ab(ii,iii)."",""Sim"",""Sim"",""Rio Grande do Sul"",""|Sul|"",""Pampa"",""Sub-bacia Litoral RS"","""","""","""",""Não"",""Desconhecida"",""2 - Agropecuária e Aquacultura|2.1 - Culturas anuais e perenes não-madeireiras|2.1.4 - Agricultura de escala desconhecida 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.2 - Silvicultura|2.2.3 - Plantações em escala desconhecida 3 - Produção energética e mineração|3.2 - Mineração 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.2 - Represas e uso de água"","""","""","""",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Aves"",""Phaethontiformes"",""Phaethontidae"",""Phaethon"",""Phaethon aethereus"",""Phaethon aethereus"",""Linnaeus, 1758"",""grazina, rabo-de-junco, rabo-de-palha-de-bico-vermelho"",""Aves"",""10/2019"",""Em Perigo"","""",""B2ab(iii)"",""Phaethon aethereus ocorre nos oceanos Atlântico, Pacífico e Índico. A subespécie P. a. aethereus nidifica no oceano Atlântico Sul, nas ilhas Ascensão, Santa Helena e nos Arquipélagos de Fernando de Noronha e Abrolhos. Estima-se que os indivíduos que ocorrem no Brasil somam menos de 1.000 indivíduos maduros. As áreas reprodutivas no Brasil são restritas a Fernando de Noronha e Abrolhos, sendo a área de ocupação reprodutiva menor que 500 km². As áreas representam duas localizações, ameaçadas pela predação de ninho por ratos introduzidos. Há declínio continuado da qualidade do habitat, e modelagens indicam risco de extinção da espécie no arquipélago dos Abrolhos de 57,5% em 75 anos. A avaliação não é alterada quando se verifica a influência da população oriunda de outros países. Assim, P. aethereus foi categorizada como Em Perigo (EN), pelo critério B2ab(iii)."",""Não"",""Sim"",""Bahia, Maranhão, Pernambuco, Sergipe"",""|Nordeste|"",""Cerrado, Mata Atlântica"",""Sub-bacia Itapecuru Sub-bacia Jequitinhonha Sub-bacia Litoral BA ES Sub-bacia Litoral SE"",""APA Fernando de Noronha, PARNA Marinho de Fernando de Noronha, PARNA Marinho dos Abrolhos, REBIO Atol das Rocas"",""ÁREA DE PROTEçãO AMBIENTAL DE UPAON-AçU / MIRITIBA / ALTO PREGUIçAS, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL PONTA DA BALEIA / ABROLHOS"",""RPPN Lagoa do Peixe"",""Não"",""Declinando"",""8 - Espécies invasoras problemáticas e doenças|8.1 - Espécies exóticas|8.1.1 - Espécie conhecida|8.1.1.2 - Predadores 8 - Espécies invasoras problemáticas e doenças|8.2 - Espécies domésticas|8.2.2 - Predadores"","""",""Controle de espécies invasoras/problemáticas, Manejo de locais/áreas, Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação das Aves Marinhas"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Aves"",""Phaethontiformes"",""Phaethontidae"",""Phaethon"",""Phaethon lepturus"",""Phaethon lepturus"",""Daudin, 1802"",""rabo-de-palha-de-bico-laranja"",""Aves"",""10/2019"",""Em Perigo"","""",""B2ab(iii)";" D"",""Phaethon lepturus ocorre nos mares tropicais dos Oceanos Atlântico, Pacífico e Índico. Infere-se que a subpopulação total no Brasil não ultrapassa 250 indivíduos maduros. As áreas reprodutivas no Brasil são restritas a Fernando de Noronha e Abrolhos, sendo a área de ocupação reprodutiva menor que 500 km2. Ambas áreas representam localizações ameaçadas pela predação de ninho por caranguejos em Fernando de Noronha, e por ratos e gatos em Abrolhos e Fernando de Noronha. Há declínio continuado de habitat. A avaliação não é alterada quando se verifica a influência da população oriunda de outros países. Dessa forma, P. lepturus foi categorizada como Em Perigo (EN) pelos critérios B2ab(iii)";" D."",""Não"",""Sim"",""Bahia, Pernambuco"",""|Nordeste|"",""Mata Atlântica"",""Sub-bacia Itapecuru-Paraguaçu Sub-bacia Jequitinhonha Sub-bacia Litoral BA ES"",""APA Fernando de Noronha, PARNA Marinho de Fernando de Noronha, PARNA Marinho dos Abrolhos, REBIO Atol das Rocas"",""ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL PONTA DA BALEIA / ABROLHOS"",""RPPN Lagoa do Peixe"",""Não"",""Declinando"",""11 - Mudanças e extremos climáticos|11.4 - Tempestades/enchentes 8 - Espécies invasoras problemáticas e doenças|8.1 - Espécies exóticas|8.1.1 - Espécie conhecida|8.1.1.2 - Predadores 8 - Espécies invasoras problemáticas e doenças|8.2 - Espécies domésticas|8.2.2 - Predadores 8 - Espécies invasoras problemáticas e doenças|8.3 - Espécies nativas problemáticas|8.3.1 - Espécie conhecida|8.3.1.2 - Predadores"","""",""Controle de espécies invasoras/problemáticas, Manejo de locais/áreas, Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação das Aves Marinhas"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;; "Animalia,""Chordata"",""Actinopterygii"",""Cyprinodontiformes"",""Rivulidae"",""Cynolebias"",""Cynolebias akroa"","""",""Nielsen, Martins, Araujo, Lira & Faour, 2018"",""Peixe anual"",""Peixes Continentais"",""05/2019"",""Vulnerável"","""",""D2"",""Cynolebias akroa é endêmica do Brasil, conhecida apenas de sua localidade-tipo, uma lagoa temporária pertencente à bacia do rio Preto, bacia do rio São Francisco, adjacente à rodovia BA-225, município de Santa Rita de Cássia, no estado da Bahia. A espécie ocorre nas dependências de uma propriedade privada, próxima à estrada, imersa em uma matriz de atividades agropecuárias que modificaram fortemente a paisagem. O alagado temporário é utilizado para fins de subsistência, como a criação de peixes para alimentação (tilápias e apaiaris). Há expectativa de registro da espécie em outras localidades, pois o esforço de amostragem que resultou em sua descrição foi pontual. Porém, a área de ocupação calculada é de 4 km2. Diante da existência de ameaças plausíveis que possam levar o táxon à condição de CR ou EX em curto prazo, Cynolebias akroa foi categorizada como Vulnerável (VU) pelo critério D2."",""Sim"",""Sim"",""Bahia"",""|Nordeste|"",""Cerrado"",""Sub-bacia São Francisco Médio"","""","""","""",""Não"",""Desconhecida"",""2 - Agropecuária e Aquacultura 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.2 - Represas e uso de água|7.2.4 - Captação de água de superfície - uso desconhecido 8 - Espécies invasoras problemáticas e doenças|8.1 - Espécies exóticas"","""","""","""",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Aves"",""Charadriiformes"",""Laridae"",""Sterna"",""Sterna hirundinacea"",""Sterna hirundinacea"",""Lesson, 1831"",""trinta-réis-de-bico-vermelho"",""Aves"",""10/2019"",""Vulnerável"","""",""C1"",""Sterna hirundinacea ocorre na costa do sul do Peru e no sudeste do Brasil, até Terra do Fogo, incluindo Ilhas Malvinas/Falkland. No inverno austral, estende sua distribuição até o norte do Equador e com alguns registros de vagantes no norte/nordeste do Brasil. No Brasil, reproduz em ilhas costeiras no Rio de Janeiro, Espírito Santo e Santa Catarina. Estima-se que a população reprodutiva brasileira esteja em torno de 2.000 indivíduos. Atualmente, a ocupação humana nas ilhas costeiras e a predação de ninhos por Larus dominicanus são as principais ameaças, agravadas pela explosão populacional de Larus, espécie oportunista que se aproveita de muitas atividades antrópicas. Na década de 80, houve grande pressão nas colônias reprodutivas do Espírito Santo devido à massiva coleta de ovos. Tendo em vista todas essas ameaças, infere-se que haja declínio populacional continuado, em três gerações, de no mínimo 10% da população. Assim sendo, S. hirundinacea foi categorizada como Vulnerável (VU) C1."",""Não"",""Sim"",""Espírito Santo, Pará, Paraná, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, São Paulo"",""|Norte|Sudeste|Sul|"",""Amazônia, Mata Atlântica, Pampa"",""Sub-bacia Litoral RJ Sub-bacia Litoral RJ SP Sub-bacia Litoral RS Sub-bacia Litoral SP Sub-bacia Litoral SP PR SC"",""APA Baleia Franca, APA Cairuçu, APA Cananéia-Iguape-Peruíbe, APA Guaraqueçaba, ESEC Carijós, ESEC Tamoios, PARNA da Lagoa do Peixe, PARNA da Serra da Bocaina, PARNA Marinho das Ilhas dos Currais, PARNA Marinho dos Abrolhos, PARNA Restinga de Jurubatiba, REBIO Marinha do Arvoredo"",""APA MARINHA DO LITORAL CENTRO, APA MARINHA DO LITORAL NORTE, ESTAÇÃO ECOLÓGICA JURÉIA-ITATINS, PARQUE ESTADUAL DA COSTA DO SOL, PARQUE ESTADUAL DA ILHA DO CARDOSO, PARQUE ESTADUAL DA SERRA DO TABULEIRO, PARQUE ESTADUAL DE ILHABELA, PARQUE ESTADUAL MARINHO DA LAJE DE SANTOS, PARQUE ESTADUAL RESTINGA DE BERTIOGA"","""",""Sim"",""Declinando"",""11 - Mudanças e extremos climáticos|11.4 - Tempestades/enchentes 1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.3 - Áreas de turismo e recreação 3 - Produção energética e mineração|3.3 - Energia renovável|3.3.2 - Parques eólicos 8 - Espécies invasoras problemáticas e doenças|8.3 - Espécies nativas problemáticas|8.3.1 - Espécie conhecida|8.3.1.2 - Predadores"","""",""Criação de áreas protegidas, Plano de Ação Nacional (PAN), Políticas e regulamentações"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação das Aves Marinhas"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Aves"",""Procellariiformes"",""Procellariidae"",""Pterodroma"",""Pterodroma arminjoniana"",""Pterodroma arminjoniana"",""(Giglioli & Salvadori, 1869)"",""grazina-de-trindade"",""Aves"",""10/2019"",""Criticamente em Perigo"",""Não"",""B2ab(iii)"",""Pterodroma arminjoniana é espécie migratória que reproduz na Ilha da Trindade, no Atlântico Sul e na Ilha Round (Ilhas Maurício), no Índico. No Brasil, há registros no nordeste e reproduz apenas em Trindade, tendo uma área de ocupação de 8 km² e caracterizando uma única localização, sendo a mais séria ameaça à espécie a construção de aerogeradores na ilha. A presença de camundongos e a ocorrência de queimadas levam a declínio continuado da qualidade de habitat. Sendo assim, P. arminjoniana foi categorizada como Criticamente em Perigo (CR), pelo critério B2ab(iii)."",""Não"",""Sim"",""Espírito Santo, Rio Grande do Norte"",""|Nordeste|Sudeste|"",""Mata Atlântica, Sistema Costeiro-Marinho"",""Sub-bacia Litoral CE PB Sub-bacia Litoral ES"",""APA do Arquipélago de Trindade e Martim Vaz, MONA do Arquipélago de Trindade e Martim Vaz e Monte Columbia"","""","""",""Sim"",""Declinando"",""3 - Produção energética e mineração|3.3 - Energia renovável|3.3.2 - Parques eólicos 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.1 - Incêndios e supressão de incêndios|7.1.1 - Aumento da frequência/intensidade de incêndios 8 - Espécies invasoras problemáticas e doenças|8.1 - Espécies exóticas|8.1.2 - Espécie não conhecida|8.1.2.2 - Predadores"","""",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação das Aves Marinhas, Plano de Ação Nacional para a Conservação de Albatrozes e Petréis, Plano de Ação Nacional para a Conservação de Albatrozes e Petréis - 2º ciclo"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Mollusca"",""Gastropoda"",""Stylommatophora"",""Odontostomidae"",""Tomigerus"",""Tomigerus gibberulus"",""Tomigerus gibberulus"",""(Burrow, 1815)"",""Caracol"",""Invertebrados Terrestres"",""07/2022"",""Em Perigo"","""",""B1ab(i,ii,iii,iv)"",""Tomigerus gibberulus é endêmica do Brasil, com registros de ocorrência nos estados de Pernambuco (localidade-tipo) e Alagoas (Fazenda Jaqueira, Novo Lino e Roteiro). Em Pernambuco, não foi mais registrada desde a descrição, mesmo com novas visitas à localidade-tipo e região. Para T. gibberulus, uma espécie com baixa capacidade de dispersão, as principais ameaças são a destruição de seu habitat natural, principalmente para o plantio de cana-de-açúcar e aumento da incidência de fogo. Assim, diante dessa característica biológica (baixa dispersão) e das expressivas modificações ambientais que o estado de Pernambuco sofreu e vem sofrendo, é possível assumir que essa subpopulação pode ter sido suprimida, resultando apenas uma extensão de ocorrência (EOO) de 941 km², restrita ao estado de Alagoas. Devido a intensa fragmentação de habitat da região e do baixo sucesso de colonização de novas áreas, a população encontra-se severamente fragmentada, com declínio continuado da extensão de ocorrência, área de ocupação, qualidade do habitat e número de subpopulações. Portanto, T. gibberulus foi categorizada como Em Perigo (EN), pelo critério B1ab(i,ii,iii,iv)."",""Sim"",""Sim"",""Alagoas, Pernambuco"",""|Nordeste|"",""Desconhecido, Mata Atlântica"",""Sub-bacia Litoral AL PE PB"","""","""","""",""Não"",""Desconhecida"",""2 - Agropecuária e Aquacultura 7 - Modificações nos sistemas naturais"","""",""Plano de Recuperação"","""",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Mammalia"",""Primates"",""Cebidae"",""Sapajus"",""Sapajus flavius"",""Sapajus flavius"",""(Schreber, 1774)"",""Macaco, Macaco-prego, Macaco-prego-galego"",""Mamíferos"",""09/2019"",""Em Perigo"","""",""B2ab(iii,v)";" C2a(i)"",""Sapajus flavius é uma espécie endêmica do Brasil, presente na Mata Atlântica e Caatinga nordestinas com ocorrência restrita a poucos fragmentos nos estados do Rio Grande do Norte, Paraíba, Pernambuco e Alagoas. Sua área de ocupação conhecida é de 226 km² para a Mata Atlântica e estima-se que este valor não alcance 500 km2 quando somadas as áreas de ocupação na Caatinga. Além disto, considerando a alta fragmentação do hábitat, a capacidade de dispersão da espécie e os resultados de estudos genéticos recentes, sabe-se que as populações da espécie se encontram severamente fragmentadas. Considerando a perda, a degradação e a fragmentação severa do seu habitat, causadas pela expansão agrícola e urbana, além da retirada de indivíduos da natureza por caça, apanha e conflitos com humanos, estima-se que sua população seja de 2.000 indivíduos (cerca de 1.000 indivíduos maduros), com menos de 250 indivíduos maduros em cada subpopulação. Sendo assim, Sapajus flavius foi categorizada como Em Perigo (EN) pelos critérios B2ab(iii,v)";" C2a(i)."",""Sim"",""Sim"",""Alagoas, Paraíba, Pernambuco, Rio Grande do Norte"",""|Nordeste|"",""Caatinga, Mata Atlântica"",""Sub-bacia Litoral AL PE PB Sub-bacia Litoral CE PB Sub-bacia Paraíba Sub-bacia São Francisco Baixo Sub-bacia São Francisco Submédio"",""APA Barra do Rio Mamanguape, MONA Rio São Francisco"","""",""RPPN Mata Estrela"",""Não"",""Declinando"",""1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.1 - Expansão urbana 1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.4 - Assentamentos e pequenas propriedades rurais 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.1 - Culturas anuais e perenes não-madeireiras|2.1.3 - Agricultura agro-industrial 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.2 - Silvicultura|2.2.2 - Plantações agro-industriais 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.3 - Pecuária|2.3.3 - Pecuária agro-industrial 4 - Transportes e serviços de transmissão|4.1 - Estradas e ferrovias 5 - Uso de recursos biológicos|5.1 - Caça e captura de animais terrestres ou marinhos|5.1.2 - Efeitos indiretos (a espécie não é o alvo) 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.1 - Incêndios e supressão de incêndios|7.1.1 - Aumento da frequência/intensidade de incêndios"","""",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação dos Primatas do Nordeste, Plano de Ação Nacional para a Conservação dos Primatas do Nordeste - 2º ciclo"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;; "Animalia,""Chordata"",""Mammalia"",""Primates"",""Cebidae"",""Sapajus"",""Sapajus xanthosternos"",""Sapajus xanthosternos"",""(Wied-Neuwied, 1826)"",""Macaco prego do peito amarelo, Macaco-prego-do-peito-amarelo"",""Mamíferos"",""09/2019"",""Em Perigo"","""",""C2a(i)"",""Sapajus xanthosternos é endêmica do Brasil, ocorrendo em Minas Gerais, Sergipe e Bahia. Sua população foi estimada entre 3.000 e 5.000 indivíduos, com menos de 2.500 indivíduos maduros (sendo menos de 250 em cada subpopulação) e em declínio continuado. Suspeita-se de uma redução populacional no passado e em curso em razão da perda, degradação e fragmentação de habitat (decorrentes de expansão agropecuária e urbana, da infraestrutura rodoviária e energética e de incêndios florestais), da retirada de indivíduos por caça, apanha e conflitos com humanos e dos impactos da febre amarela. Infere-se que as populações nas formações florestais de Mata Seca estão em maior risco de extinção que as populações da Mata Atlântica. Sendo assim, Sapajus xanthosternos foi classificada como Em Perigo (EN) pelo critério C2a(i)."",""Sim"",""Sim"",""Bahia, Minas Gerais, Sergipe"",""|Nordeste|Sudeste|"",""Caatinga, Cerrado, Mata Atlântica"",""Sub-bacia Contas Sub-bacia Itapecuru-Paraguaçu Sub-bacia Jequitinhonha Sub-bacia Litoral BA ES Sub-bacia Litoral SE Sub-bacia São Francisco Alto Sub-bacia São Francisco Baixo Sub-bacia São Francisco Médio Sub-bacia São Francisco Submédio"",""PARNA da Chapada Diamantina, PARNA da Serra de Itabaiana, PARNA de Boa Nova, PARNA Serra das Lontras, REBIO da Mata Escura, REBIO de Una, RESEX Canavieiras, RESEX Marinha da Baia de Iguape, REVIS Una"",""ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL BAÍA DE CAMAMU, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL BAÍA DE TODOS OS SANTOS, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL COSTA DE ITACARÉ/ SERRA GRANDE, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL LAGOA ENCANTADA, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL MARIMBUS / IRAQUARA, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL SERRA DO SABONETAL, ESTAÇÃO ECOLÓGICA ESTADUAL WENCESLAU GUIMARÃES, PARQUE ESTADUAL DA SERRA DO CONDURU, PARQUE ESTADUAL DAS SETE PASSAGENS, PARQUE ESTADUAL SERRA NOVA"",""RPN Salto Apepique, RPPN Adília Paraguassu Batista, RPPN Araçari, RPPN Ecoparque de Una, RPPN Fazenda Água Branca, RPPN Fazenda Retiro, RPPN Juerana, RPPN Ouro Verde, RPPN Pedra do Sabiá, RPPN Reserva Capitão, RPPN Rio Capitão"",""Não"",""Declinando"",""1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.1 - Expansão urbana 1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.4 - Assentamentos rurais 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.1 - Culturas anuais e perenes não-madeireiras|2.1.3 - Agricultura agro-industriais 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.2 - Silvicultura|2.2.2 - Plantações agro-industriais 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.3 - Pecuária|2.3.3 - Pecuária agro-industrial 3 - Produção energética e mineração 4 - Transportes e serviços de transmissão|4.1 - Estradas e ferrovias 5 - Uso de recursos biológicos|5.1 - Caça e captura de animais terrestres ou marinhos 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.1 - Incêndios e supressão de incêndios|7.1.1 - Aumento da frequência/intensidade de incêndios 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.2 - Represas e uso de água|7.2.11 - Represas (tamanho desconhecido) 8 - Espécies invasoras problemáticas e doenças|8.5 - Doenças provocadas por vírus ou príons"",""1 - Alimentação humana|1.1 - Caça de subsistência 3 - Animais de estimação/ornamentais"",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação dos Mamíferos da Mata Atlântica Central, Plano de Ação Nacional para a Conservação dos Primatas do Nordeste, Plano de Ação Nacional para a Conservação dos Primatas do Nordeste - 2º ciclo, Plano de Ação Nacional para Conservação de Espécies Ameaçadas e de Importância Socioeconômica do Ecossistema Manguezal"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Mammalia"",""Primates"",""Atelidae"",""Brachyteles"",""Brachyteles arachnoides"",""Brachyteles arachnoides"",""(E. Geoffroy Saint-Hilaire, 1806)"",""Buriqui, Buriquim, Mariquina, Mono, Mono-carvoeiro, Muriqui-do-sul, Muriquina, Muriquinina"",""Mamíferos"",""09/2019"",""Em Perigo"","""",""A4cd"",""Brachyteles arachnoides é uma espécie endêmica do Brasil, ocorrendo na Mata Atlântica dos estados do Rio de Janeiro, São Paulo, Minas Gerais e Paraná (em sua região nordeste). Estima-se que não existam mais de 2500 indivíduos maduros e que a espécie apresente declínio populacional continuado. Esta situação decorre da retirada de indivíduos da natureza por caça, e da perda, degradação e fragmentação de habitat decorrentes da expansão da agropecuária, da silvicultura e da infraestrutura energética e rodoviária. Modelagens climáticas projetam perda de habitat adequado para a ocorrência da espécie entre 53,7% (até 2050) a 64,75% (até 2070 - aproximadamente 3 gerações). Em função dessa estimativa e o conjunto de ameaças identificadas para a espécie, suspeita-se de uma redução populacional em curso de, pelo menos, 50% em 60 anos (três gerações). Assim, Brachyteles arachnoides foi categorizada como Em Perigo (EN) pelo critério A4cd."",""Sim"",""Sim"",""Minas Gerais, Paraná, Rio de Janeiro, São Paulo"",""|Sudeste|Sul|"",""Cerrado, Mata Atlântica"",""Sub-bacia Grande Sub-bacia Litoral RJ Sub-bacia Litoral RJ SP Sub-bacia Litoral SP Sub-bacia Litoral SP PR SC Sub-bacia Paraíba do Sul Sub-bacia Paranapanema Sub-bacia Tietê"",""APA Bacia do Rio Paraíba do Sul, APA Cairuçu, APA Cananéia-Iguape-Peruíbe, APA Guaraqueçaba, APA Petrópolis, APA Serra da Mantiqueira, PARNA Campos Gerais, PARNA da Serra da Bocaina, PARNA da Serra dos Órgãos, PARNA de Itatiaia"",""APA ITUPARARANGA, APA SERRA DO MAR, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL DE MACAÉ DE CIMA, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL ESTADUAL DA ESCARPA DEVONIANA, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL FERNÃO DIAS, ESTAÇÃO ECOLÓGICA DE XITUÉ, ESTAÇÃO ECOLÓGICA DO BARREIRO RICO, ESTAÇÃO ECOLÓGICA JURÉIA-ITATINS, PARQUE ESTADUAL CARLOS BOTELHO, PARQUE ESTADUAL CAVERNA DO DIABO, PARQUE ESTADUAL CUNHAMBEBE, PARQUE ESTADUAL DA SERRA DO MAR, PARQUE ESTADUAL DO DESENGANO, PARQUE ESTADUAL DO JURUPARÁ, PARQUE ESTADUAL DO RIO TURVO, PARQUE ESTADUAL INTERVALES, PARQUE ESTADUAL LAGAMAR DE CANANEIA, PARQUE ESTADUAL NASCENTES DO PARANAPANEMA, PARQUE ESTADUAL SERRA DO PAPAGAIO, PARQUE ESTADUAL TURÍSTICO DO ALTO DO RIBEIRA"",""RPPN Vale do Corisco"",""Não"",""Declinando"",""11 - Mudanças e extremos climáticos|11.1 - Mudança/alteração de habitat 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.1 - Culturas anuais e perenes não-madeireiras|2.1.2 - Agricultura em pequenas propriedades 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.1 - Culturas anuais e perenes não-madeireiras|2.1.3 - Agricultura agro-industriais 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.2 - Silvicultura|2.2.2 - Plantações agro-industriais 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.3 - Pecuária|2.3.3 - Pecuária agro-industrial 3 - Produção energética e mineração 4 - Transportes e serviços de transmissão|4.1 - Estradas e ferrovias 5 - Uso de recursos biológicos|5.1 - Caça e captura de animais terrestres ou marinhos|5.1.1 - Caça/captura intencional (a espécie é o alvo)|5.1.1.1 - Uso de subsistência/escambo local 5 - Uso de recursos biológicos|5.1 - Caça e captura de animais terrestres ou marinhos|5.1.1 - Caça/captura intencional (a espécie é o alvo)|5.1.1.4 - Esportiva 5 - Uso de recursos biológicos|5.1 - Caça e captura de animais terrestres ou marinhos|5.1.2 - Efeitos indiretos (a espécie não é o alvo) 6 - Distúrbios humanos|6.1 - Atividades recreacionais/turísticas 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.1 - Incêndios e supressão de incêndios|7.1.1 - Aumento da frequência/intensidade de incêndios"",""1 - Alimentação humana|1.1 - Caça de subsistência"",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação dos Mamíferos da Mata Atlântica Central, Plano de Ação Nacional para a Conservação dos Muriquis, Plano de Ação Nacional para a Conservação dos Primatas da Mata Atlântica e da Preguiça-de-Coleira"",""CITES - Anexo I, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Mollusca"",""Bivalvia"",""Unionida"",""Hyriidae"",""Diplodon"",""Diplodon koseritzi"","""",""(Clessin, 1888)"",""Marisco de água doce, marisco do junco"",""Invertebrados de Água Doce"",""09/2014"",""Em Perigo"","""","""",""Diplodon (Rhipidodonta)koseritzi é endêmica do Brasil, restrita ao estado do Rio Grande do Sul, ocorrendo pontualmente no lago Guaíba e no curso inferior dos rios Jacuí e dos Sinos. Ocorre em densidades muito baixas e pontualmente, sendo uma espécie de pouca mobilidade. Ocorre em ambientes com boa qualidade de água e usualmente em juncais. A área do lago Guaíba (aproximadamente 500 km2) foi utilizada como estimativa da área de ocorrência da espécie. Por mais que a espécies ocorra em outros rios, esta área está superestimada, pois há uma degradação da qualidade do habitat no Guaíba pelo processo de urbanização. O exótico mexilhão-dourado, além de afetar diretamente a espécie, matando por sufocamento, também cresce sob as raízes dos juncos, levando a uma supressão do ambiente preferencial da espécie. Comparando os registros históricos, com o observado atualmente, percebe-se um declínio na frequência na qual a espécie é encontrada. Desta forma, considerando os impactos, a extensão de ocorrência e a perda na qualidade do habitat, D. (R.) koseritzi foi categorizada como Em Perigo (EN), pelo critério B2b(i,ii,iii)c(ii,iii)."",""Sim"",""Não"","""",""||"","""","""","""","""","""",""Desconhecido"",""Declinando"",""8 - Espécies invasoras problemáticas e doenças|8.1 - Espécies exóticas"",""14 - Artesanato jóias objetos decorativos"","""","""","""","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Actinopterygii"",""Characiformes"",""Characidae"",""Hasemania"",""Hasemania melanura"",""Hasemania melanura"",""Ellis, 1911"",""Lambari"",""Peixes Continentais"",""10/2019"",""Criticamente em Perigo"",""Sim"",""D"",""Hasemania melanura é endêmica do Brasil, conhecida apenas da série-tipo, na bacia do rio Iguaçu, coletada em 1908, registrada apenas para “Porto União”, antigo nome da atual cidade União da Vitória, no estado do Paraná. Há um exemplar coletado em 1949 em Canoinha, estado de Santa Catarina, depositado no Museu Nacional do Rio de Janeiro, que se encontra perdido. Apesar de diversas amostragens terem sido realizadas na região da localidade-tipo, os esforços não obtiveram sucesso em capturar a espécie, embora outras espécies de lambaris tenham sido coletadas rotineiramente. A ausência de registros há mais de 100 anos desde a descrição original, combinada com os frequentes esforços de coleta, e ao fato da localidade-tipo situar-se em áreas hoje intensamente antropizadas, permitem inferir que a população dessa espécie possa estar extinta. Dessa forma, Hasemania melanura foi avaliada como Criticamente em Perigo Possivelmente Extinta (CR PEX) pelo critério D."",""Sim"",""Sim"",""Paraná"",""|Sul|"",""Mata Atlântica"",""Sub-bacia Iguaçu"","""","""","""",""Desconhecido"",""Desconhecida"",""1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.1 - Expansão urbana 3 - Produção energética e mineração|3.3 - Energia renovável|3.3.1 - Hidrelétricas 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.3 - Outras modificações nos ecossistemas"","""","""","""",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Actinopterygii"",""Siluriformes"",""Loricariidae"",""Harttia"",""Harttia villasboas"","""",""Oyakawa, Fichberg & Rapp Py-Daniel, 2018"","""",""Peixes Continentais"",""10/2019"",""Vulnerável"","""",""D2"",""Harttia villasboas é endêmica do Brasil e conhecida apenas de um pequeno trecho isolado entre duas quedas de 40 m e 60 m de altitude do rio Curuá, afluente do rio Iriri, que ocorre na área da Serra do Cachimbo, estado do Pará. Tal região já foi apontada com alto grau de endemismo. Esta espécie habita exclusivamente áreas de corredeiras, sendo sensível a alterações de habitats. Esta área já apresenta duas PCHs (Buriti e Curuá) e uma ampla área de desmatamento. A Área de Ocupação (AOO) da espécie foi calculada em 4 km2. Com base nessas informações, H. villasboas foi categorizada como Vulnerável (VU) pelo critério D2."",""Sim"",""Sim"",""Pará"",""|Norte|"",""Amazônia"",""Sub-bacia Xingu"",""REBIO Nascentes da Serra do Cachimbo"","""","""",""Não"",""Desconhecida"",""3 - Produção energética e mineração|3.3 - Energia renovável|3.3.1 - Hidrelétricas 3 - Produção energética e mineração|3.3 - Energia renovável|3.3.4 - Pequenas Centrais Hidrelétricas 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.3 - Outras modificações nos ecossistemas"","""",""Plano de Ação Nacional (PAN)"","""",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Actinopterygii"",""Siluriformes"",""Loricariidae"",""Parancistrus"",""Parancistrus nudiventris"",""Parancistrus nudiventris"",""Rapp Py-Daniel & Zuanon, 2005"","""",""Peixes Continentais"",""10/2019"",""Em Perigo"","""",""A4cd"",""Parancistrus nudiventris é endêmica do Brasil, ocorrendo no rio Xingu, desde a foz do rio Iriri até a parte baixa da Volta Grande do Xingu, estado do Pará. A espécie é bentônica e ocorre em ambientes de corredeiras com fundo rochoso. A principal ameaça sobre a espécie é o impacto decorrente da construção da usina hidrelétrica (UHE) Belo Monte. Após o enchimento do reservatório de Belo Monte em 2016, a maior parte da subpopulação à montante da barragem de Pimental foi impactada devido à transformação do habitat lótico em lêntico. A subpopulação remanescente à jusante de Pimental está sendo impactada pela redução da vazão original e alteração do ciclo hidrológico, provavelmente tendo consequências no ciclo reprodutivo da espécie, que acarretará declínio populacional nos próximos anos. Adicionalmente, neste trecho, a subpopulação está mais vulnerável a captura para o comércio ilegal de peixes ornamentais. A área de ocupação original da espécie (AOO) foi calculada em 1084 km2 e a área diretamente afetada pelos reservatórios e pela vazão reduzida correspondem a 56,82% desta AOO. Assim, tendo em vista o impacto da construção de Belo Monte, a redução da AOO e a captura da espécie para o comércio ilegal de peixes ornamentais, suspeita-se que possa haver um declínio populacional superior a 50% em uma janela de tempo de 25 anos entre 2016 e 2041 (tempo geracional estimado de 8,5 anos). Desta forma, P. nudiventris foi categorizada como Em Perigo (EN) sob o critério A4cd."",""Sim"",""Sim"",""Pará"",""|Norte|"",""Amazônia"",""Sub-bacia Xingu"","""","""","""",""Não"",""Declinando"",""3 - Produção energética e mineração|3.3 - Energia renovável|3.3.1 - Hidrelétricas 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.7 - Motivação desconhecida"",""3 - Animais de estimação/ornamentais"",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação dos Peixes Amazônicos"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Actinopterygii"",""Siluriformes"",""Loricariidae"",""Harttia"",""Harttia depressa"",""Harttia depressa"",""Rapp Py-Daniel & Oliveira, 2001"",""Acari cachimbo"",""Peixes Continentais"",""10/2019"",""Em Perigo"","""",""B2ab(ii,iii,iv)"",""Harttia depressa é endêmica do Brasil, da bacia do rio Uatumã, estado do Amazonas. A espécie é conhecida apenas da série-tipo (quatro exemplares) proveniente de dois locais (rios Pitinga e Uatumã), em áreas de corredeiras, correspondendo a uma área de ocupação (AOO) calculada em 84 km². A construção das barragens Paranapanema, na cachoeira 40 Ilhas no rio Pitinga, e Balbina no rio Uatumã, descaracterizou as duas localidades ao transformar trechos de corredeiras em ambientes lênticos. Isso diminuiu drasticamente a área de ocupação e fragmentou a população em pequenos trechos ainda lóticos a jusante das duas barragens. Não foram mais coletados indivíduos de Harttia depressa desde então, apesar dos esforços continuados de coleta nos tributários da região. Por esse motivo, a espécie foi categorizada como Em Perigo (EN) pelos critérios B2ab(ii,iii,iv)."",""Sim"",""Sim"",""Amazonas"",""|Norte|"",""Amazônia"",""Sub-bacia Trombetas"","""",""ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL DE PRESIDENTE FIGUEIREDO - CAVERNA DO MOROAGA"","""",""Não"",""Desconhecida"",""3 - Produção energética e mineração|3.3 - Energia renovável|3.3.1 - Hidrelétricas"","""",""Plano de Ação Nacional (PAN), Proteção de locais/áreas, Proteção de recursos/habitat"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação dos Peixes Amazônicos"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Arthropoda"",""Arachnida"",""Araneae"",""Theraphosidae"",""Typhochlaena"",""Typhochlaena seladonia"",""Typhochlaena seladonia"",""(C. L. Koch, 1841)"",""Aranha, Aranha-caranguejeira, tarântula"",""Invertebrados Terrestres"",""09/2021"",""Em Perigo"","""",""B1ab(iii)"",""Typhochlaena seladonia é endêmica do Brasil, conhecida para a Mata Atlântica do estado de Sergipe e nordeste do estado da Bahia. Sua extensão de ocorrência é estimada em 3.067km². A espécie foi coletada em áreas urbanas de Salvador, mas sempre próximos a fragmentos florestais. A Mata Atlântica na região de ocorrência da espécie encontra-se extremamente fragmentada, isolando as subpopulações, e sofre pressão de expansão urbana e atividades agropecuárias. Dentre as aranhas caranguejeiras, é a espécie mais visada do mercado de contrabando do Brasil e sua a população encontra-se severamente fragmentada. Portanto, T. seladonia foi categorizada como Em Perigo (EN) segundo o critério B1ab(iii)."",""Sim"",""Sim"",""Bahia, Sergipe"",""|Nordeste|"",""Mata Atlântica"",""Sub-bacia Itapecuru-Paraguaçu Sub-bacia Litoral SE"","""",""ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL LAGOAS E DUNAS DO ABAETÉ, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL PLATAFORMA CONTINENTAL DO LITORAL NORTE"","""",""Não"",""Desconhecida"",""1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.1 - Expansão urbana 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.1 - Culturas anuais e perenes não-madeireiras|2.1.4 - Agricultura de escala desconhecida 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.3 - Pecuária|2.3.4 - Pecuária em escala desconhecida 5 - Uso de recursos biológicos|5.1 - Caça e captura de animais terrestres ou marinhos|5.1.1 - Caça/captura intencional (a espécie é o alvo)|5.1.1.2 - Comercial - Nacional/Local"",""3 - Animais de estimação/ornamentais"","""","""",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Actinopterygii"",""Characiformes"",""Characidae"",""Kolpotocheirodon"",""Kolpotocheirodon figueiredoi"",""Kolpotocheirodon figueiredoi"",""Malabarba, Lima & Weitzman, 2004"","""",""Peixes Continentais"",""10/2021"",""Criticamente em Perigo"",""Não"",""B1ab(iii)+2ab(iii)"",""Kolpotocheirodon figueiredoi é endêmica do Brasil e conhecida apenas de um pequeno trecho do rio Pratinha, drenagem do rio Santo Antônio, bacia do rio Paraguaçu, no estado da Bahia. Esta localidade está inserida em uma área privada de recreação popular, considerada um aquário natural, intensamente explorada por turistas e comunidade local. A Extensão de Ocorrência (EOO), é calculada em 14 km², considerando a área da microbacia onde a espécie é registrada, e a Área de Ocupação (AOO) calculada é de 4 km². Considerando o intenso turismo como a principal ameaça, é possível definir uma única localização. A intensificação dessas atividades também promove o declínio continuado da qualidade do habitat. Dessa forma, Kolpotocheirodon figueiredoi foi categorizada como Criticamente em Perigo (CR) pelos critérios B1ab(iii)+2ab(iii)."",""Sim"",""Sim"",""Bahia"",""|Nordeste|"",""Caatinga"",""Sub-bacia Itapecuru-Paraguaçu"","""",""ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL MARIMBUS / IRAQUARA"","""",""Desconhecido"",""Desconhecida"",""6 - Distúrbios humanos|6.1 - Atividades recreacionais/turísticas"","""",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação dos Peixes e Eglas da Mata Atlântica"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Arthropoda"",""Arachnida"",""Araneae"",""Theraphosidae"",""Dolichothele"",""Dolichothele diamantinensis"",""Oligoxystre diamantinensis"",""(Bertani, Santos & Righi, 2009)"",""Aranha, Aranha-caranguejeira, tarântula"",""Invertebrados Terrestres"",""09/2021"",""Em Perigo"","""",""B1ab(iii)"",""Dolichothele diamantinensisé endêmica do Brasil, ocorrendo em áreas de campo rupestre de Minas Gerais, com registros nos municípios de Diamantina, Gouveia, São Gonçalo do Rio Preto e Grão Mogol. A extensão de ocorrência da espécie é estimada em cerca de 3.605 km². A espécie é alvo de captura para utilização como animal de estimação. Os campos rupestres onde a espécie foi encontrada são afetados por incêndios, e encontram-se isolados por áreas mais baixas dominadas por atividades agropecuárias, estas áreas plantadas, tornam o habitat fragmentado, isolando as populações. Portanto, D. diamantinensis foi categorizada como Em Perigo (EN), segundo o critério B1ab(iii)."",""Sim"",""Sim"",""Minas Gerais"",""|Sudeste|"",""Cerrado"",""Sub-bacia Jequitinhonha Sub-bacia São Francisco Alto"","""",""PARQUE ESTADUAL BIRIBIRI"","""",""Não"",""Desconhecida"",""2 - Agropecuária e Aquacultura|2.1 - Culturas anuais e perenes não-madeireiras|2.1.4 - Agricultura de escala desconhecida 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.3 - Pecuária|2.3.4 - Pecuária em escala desconhecida 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.1 - Incêndios e supressão de incêndios|7.1.1 - Aumento da frequência/intensidade de incêndios"",""3 - Animais de estimação/ornamentais"","""","""",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"",""1150 , 1560"",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Reptilia"",""Squamata"",""Amphisbaenidae"",""Amphisbaena"",""Amphisbaena uroxena"",""Amphisbaena uroxena"",""Mott, Rodrigues, Freitas & Silva, 2008"",""Cobra-cega, Cobra-de-duas-cabeças"",""Répteis"",""04/2021"",""Em Perigo"","""",""B1ab(iii)"",""Amphisbaena uroxena é endêmica do Brasil, conhecida apenas da região do município de Mucugê, na Chapada Diamantina, Bahia. Essa região é frequentemente amostrada, mas não há registros adicionais, o que sugere uma distribuição bastante restrita, com extensão de ocorrência entre 100 e 5.000 km². A espécie é conhecida apenas de duas localidades no entorno do Parque Nacional da Chapada Diamantina e ocorre em floresta seca semidecídua (carrasco). Uma das localidades em que foi registrada sofre com intensa atividade agrícola de larga escala (plantio de batata e tomate), com uso intensivo de agrotóxico. Incêndios também são frequentes na região de Mucugê e representam ameaças. Esses impactos provocam declínio contínuo da qualidade do hábitat, e foram definidas duas localizações, sendo a principal ameaça os incêndios. Portanto, Amphisbaena uroxena foi avaliada como Em Perigo (EN) pelo critério B1ab(iii)."",""Sim"",""Sim"",""Bahia"",""|Nordeste|"",""Caatinga"",""Sub-bacia Itapecuru-Paraguaçu"","""","""","""","""",""Desconhecida"",""2 - Agropecuária e Aquacultura|2.1 - Culturas anuais e perenes não-madeireiras|2.1.3 - Agricultura agro-industrial 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.1 - Incêndios e supressão de incêndios|7.1.1 - Aumento da frequência/intensidade de incêndios 9 - Poluição|9.3 - Agropecuária e florestal|9.3.3 - Herbicidas e pesticidas"","""",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação da Herpetofauna do Nordeste - 2º ciclo, Plano de Ação Nacional para a Conservação dos Répteis e Anfíbios Ameaçados de Extinção na Serra do Espinhaço"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Actinopterygii"",""Characiformes"",""Characidae"",""Spintherobolus"",""Spintherobolus ankoseion"",""Spintherobolus ankoseion"",""Weitzman & Malabarba, 1999"",""Lambari"",""Peixes Continentais"",""11/2021"",""Vulnerável"","""",""B2ab(iii)"",""Spintherobolus ankoseion é endêmica do Brasil e conhecida de alguns córregos e arroios nas florestas costeiras entre Guaraqueçaba, no estado do Paraná, e Içara, no estado de Santa Catarina. A espécie é rara, típica de um biótopo específico, dependente da vegetação ripária para manter as subpopulações viáveis. A Área de Ocupação potencial foi estimada em 960 km². Os ambientes preferenciais da espécie, as matas paludosas, são bastante sensíveis à degradação ambiental e altamente impactados e fragmentados pela expansão imobiliária litorânea. Considerando que a região é bem amostrada e que os registros não são frequentes, pode-se inferir com segurança que a população encontra-se atualmente fragmentada, pois nenhuma subpopulação conhecida possui mais de 50% dos indivíduos da população. Os principais impactos estão associados ao desmatamento da vegetação ripária, exploração mineral, drenagem, aterros e loteamentos provenientes da especulação imobiliária, o que caracteriza o declínio continuado da qualidade do habitat. Dessa forma, Spintherobolus ankoseion foi categorizada como Vulnerável (VU) pelo critério B2ab(iii)."",""Sim"",""Sim"",""Paraná, Santa Catarina"",""|Sul|"",""Mata Atlântica, Pampa, Sistema Costeiro-Marinho"",""Sub-bacia Litoral SP PR SC"",""APA Guaraqueçaba"",""ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL ESTADUAL DE GUARATUBA"","""",""Desconhecido"",""Desconhecida"",""1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.1 - Expansão urbana 3 - Produção energética e mineração|3.2 - Mineração|3.2.1 - Extração de areia 9 - Poluição|9.1 - Doméstica e urbana - escoamento de água|9.1.1 - Esgoto 9 - Poluição|9.2 - Industrial|9.2.4 - Tipo desconhecido 9 - Poluição|9.3 - Agropecuária e florestal|9.3.2 - Erosão do solo/sedimentação 9 - Poluição|9.4 - Lixo e resíduos sólidos|9.4.1 - Urbanos"","""",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação dos Peixes e Eglas da Mata Atlântica"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Actinopterygii"",""Characiformes"",""Anostomidae"",""Sartor"",""Sartor tucuruiense"",""Sartor tucuruiense"",""Santos & Jégu, 1987"","""",""Peixes Continentais"",""11/2021"",""Em Perigo"","""",""B2ab(iii)"",""Sartor tucuruiense é endêmica do Brasil, conhecida de poucos exemplares de áreas de corredeiras no rio Tocantins, nos estados do Pará e Tocantins. A espécie foi descrita a partir de exemplares coletados durante a construção da UHE Tucuruí. Poucos registros foram obtidos após esse período: um em 2007 próximo a Palmas/TO e outro em 2019 em Marabá/PA. A espécie vive exclusivamente em áreas de corredeiras, entre blocos e fendas de rochas e apresenta um elevado grau de endemismo e baixa densidade populacional, condições estas que pré-determinam a vulnerabilidade desta espécie na bacia do rio Tocantins. Soma-se a isso o fato de que esta bacia hidrográfica vem sofrendo profundas alterações decorrentes de hidrelétricas já construídas (Tucuruí, Lajeado, Serra da Mesa, Peixe Angical, Estreito, São Salvador, Cana Brava), e são previstas várias outras barragens, como Marabá, Serra Quebrada e Tupiratins, no rio Tocantins. Sua distribuição foi fragmentada pelas hidrelétricas já construídas, tendo atualmente uma Área de Ocupação (AOO) estimada em 372 km², e que vem sofrendo um declínio continuado da sua área, extensão e qualidade do habitat. Portanto, Sartor tucuruiense foi categorizada como Em Perigo (EN) pelo critério B2ab(iii)."",""Sim"",""Sim"",""Pará, Tocantins"",""|Norte|"",""Amazônia, Cerrado"",""Sub-bacia Tocantins Alto Sub-bacia Tocantins Baixo"","""","""","""",""Não"",""Declinando"",""3 - Produção energética e mineração|3.3 - Energia renovável|3.3.1 - Hidrelétricas"","""",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para Conservação das Espécies Ameaçadas de Extinção da Ictiofauna, Herpetofauna e Primatas do Cerrado e Pantanal"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Actinopterygii"",""Siluriformes"",""Trichomycteridae"",""Ituglanis"",""Ituglanis bambui"",""Ituglanis bambui"",""Bichuette & Trajano, 2004"",""Bagrinho-de-caverna"",""Peixes Continentais"",""03/2021"",""Criticamente em Perigo"",""Não"",""B2ab(iii,v)"",""Ituglanis bambui é endêmica do Brasil, conhecida de uma única caverna, a Lapa do rio Angélica, do sistema Angélica-Bezerra, drenagem do rio Paranã, bacia do alto rio Tocantins, estado de Goiás. A Área de Ocupação (AOO) foi calculada em 4 km². A caverna é muito visitada turisticamente, e a visitação se intensificou nos últimos anos, ocorrendo sem nenhum ordenamento";" portanto, foi considerada a principal ameaça à espécie e configura-se uma única localização. Além do pisoteio e assoreamento do rio, a presença dos turistas provoca o afastamento dos morcegos, diminuindo a quantidade de guano e, consequentemente, dos artrópodes terrestres que fazem parte da dieta da espécie. Em 2011, foi observada redução da população em torno de 35%, o que pode estar relacionada com a visitação intensa e desordenada. No entanto, a aplicação do critério B preencheu requisitos para uma categoria de maior ameaça em relação ao critério A. Portanto, Ituglanis bambui foi categorizada como Criticamente em Perigo (CR) pelo critério B2ab(iii,v)."",""Sim"",""Sim"",""Goiás"",""|Centro-Oeste|"",""Cerrado"",""Sub-bacia Tocantins Alto"","""","""","""",""Não"",""Declinando"",""11 - Mudanças e extremos climáticos|11.2 - Secas 6 - Distúrbios humanos|6.1 - Atividades recreacionais/turísticas 9 - Poluição|9.3 - Agropecuária e florestal|9.3.2 - Erosão do solo/sedimentação"","""",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação das Cavernas do Brasil"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;; "Animalia,""Chordata"",""Actinopterygii"",""Siluriformes"",""Loricariidae"",""Delturus"",""Delturus parahybae"",""Delturus parahybae"",""Eigenmann & Eigenmann, 1889"",""Cascudo, Cascudo-lage"",""Peixes Continentais"",""11/2018"",""Criticamente em Perigo"",""Não"",""B2ab(iii)"",""Delturus parahybae é endêmica do Brasil, conhecida da localidade-tipo, localizada na calha do rio Paraíba do Sul, entre os municípios de Barra do Piraí e Três Rios, de outro exemplar de Barra do Piraí, no estado do Rio de Janeiro, e de dois exemplares mais recentes (1997 e 2002) coletados em dois pontos na calha do rio Pomba, afluente do rio Paraíba do Sul. Apesar de intensos esforços de coleta terem sido empreendidos, não se logrou capturar a espécie nas áreas dos registros mais antigos, incluindo a localidade-tipo. Desse modo, a Área de Ocupação (AOO) calculada foi de 8 km², baseada nos dois registros recentes multiplicados por grides de 4 km² (B2). A represa da UHE Barra do Braúna inundou o local mais a montante do registro recente e compromete o local mais a jusante, em função da variação fluviométrica diária. Por esse motivo, o número de localizações foi considerado igual a um (a=1). A UHE Barra do Braúna, mais a construção de aproveitamentos hidrelétricos no trecho a jusante, promovem o declínio continuado da área, extensão e qualidade do habitat (biii). Assim, a espécie foi categorizada como Criticamente em Perigo (CR) pelo critério B2ab(iii)."",""Sim"",""Sim"",""Minas Gerais, Rio de Janeiro"",""|Sudeste|"",""Mata Atlântica"",""Sub-bacia Paraíba do Sul"","""","""","""",""Desconhecido"",""Declinando"",""3 - Produção energética e mineração|3.3 - Energia renovável|3.3.1 - Hidrelétricas 9 - Poluição|9.1 - Doméstica e urbana - escoamento de água 9 - Poluição|9.4 - Lixo e resíduos sólidos|9.4.1 - Urbanos 9 - Poluição|9.4 - Lixo e resíduos sólidos|9.4.2 - Industriais"","""",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação das Espécies Aquáticas Ameaçadas de Extinção da Bacia do Rio Paraíba do Sul, Plano de Ação Nacional para a Conservação das Espécies Aquáticas Ameaçadas de Extinção da Bacia do Rio Paraíba do Sul - 2º ciclo"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Actinopterygii"",""Characiformes"",""Crenuchidae"",""Characidium"",""Characidium grajahuensis"",""Characidium grajahuensis"",""Travassos, 1944"",""Canivete"",""Peixes Continentais"",""11/2018"",""Criticamente em Perigo"",""Não"",""B2ab(iii,iv)"",""Characidium grajahuensis é endêmica do Brasil e conhecida apenas da localidade-tipo, descrita da caixa d’água do rio Joana, no bairro Grajaú, Rio de Janeiro, RJ, em 1944. O último registro na região da localidade-tipo data de 1976 e, desde então, apesar de esforços recentes de coleta, a espécie não foi encontrada. A principal ameaça identificada à espécie é a destruição do hábitat pela canalização subterrânea do rio Joana. Além disso, o uso da água no trecho a montante, com possível rebaixamento do lençol freático e consequente diminuição da vazão do rio Joana pode ter contribuído para o desaparecimento da espécie na localidade-tipo. A área de ocupação (AOO) foi calculada em 4 km², com uma localização e declínio continuado na qualidade do hábitat e número de subpopulações em função dos impactos identificados. Portanto, C. grajahuensis foi categorizada como Criticamente em Perigo (CR) pelo critério B2ab(iii,iv)."",""Sim"",""Sim"",""Rio de Janeiro"",""|Sudeste|"",""Mata Atlântica"",""Sub-bacia Litoral RJ"","""","""","""",""Desconhecido"",""Declinando"",""1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.1 - Expansão urbana 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.3 - Outras modificações nos ecossistemas"","""",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação dos Peixes e Eglas da Mata Atlântica"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Actinopterygii"",""Siluriformes"",""Loricariidae"",""Plesioptopoma"",""Plesioptopoma curvidens"",""Plesioptopoma curvidens"",""Reis, Pereira & Lehmann A., 2012"",""Cascudinho"",""Peixes Continentais"",""11/2018"",""Criticamente em Perigo"",""Não"",""B1ab(iii)+2ab(iii)"",""Plesioptopoma curvidens é endêmica do Brasil e conhecida de dois locais na porção alta do rio Paraopeba junto à cidade de Cristiano Otoni, um tributário do rio São Francisco, estado de Minas Gerais. A espécie não foi registrada em outros locais da microbacia, apesar de coletas feitas na região. A Extensão de Ocorrência e a Área de Ocupação calculadas são de 4 km², e existe forte declínio continuado na qualidade do habitat, em virtude da ocupação urbana e do lançamento de esgotos diretamente no rio. A cidade está se desenvolvendo nessa porção da bacia e a expansão urbana pode rapidamente descaracterizar severamente o trecho do rio onde a espécie existe, caracterizando uma única localização. Portanto, P. curvidens foi categorizada como Criticamente em Perigo (CR) pelos critérios B1ab(iii)+2ab(iii)."",""Sim"",""Sim"",""Minas Gerais"",""|Sudeste|"",""Mata Atlântica"",""Sub-bacia São Francisco Alto"","""","""","""",""Desconhecido"",""Desconhecida"",""9 - Poluição|9.1 - Doméstica e urbana - escoamento de água|9.1.1 - Esgoto"","""",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação das Espécies Ameaçadas de Extinção da Fauna Aquática da Bacia do Rio São Francisco, Plano de Ação Nacional para a Conservação das Espécies Ameaçadas de Extinção da Fauna Aquática da Bacia do Rio São Francisco - 2º ciclo"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Actinopterygii"",""Perciformes"",""Serranidae"",""Mycteroperca"",""Mycteroperca interstitialis"",""Mycteroperca interstitialis"",""(Poey, 1860)"",""badejo, badejo-amarelo"",""Peixes Marinhos (ósseos)"",""02/2020"",""Vulnerável"","""",""A4bcd"",""Mycteroperca interstitialis, conhecido como badejo-amarelo, distribui-se no Atlântico ocidental da Flórida (EUA) ao sul do Brasil, incluindo o Golfo do México e Bahamas. No Brasil, possui registros do Ceará até Santa Catarina, incluindo os montes submarinos ao norte do Banco dos Abrolhos e a Cadeia Vitória - Trindade. É uma espécie pouco frequente, capturada em pescarias multiespecíficas e comercializada junto com outras espécies que compõem a categoria dos “badejos”. Ao longo de sua distribuição, foram observados declínios populacionais de 50 a 100%, em séries históricas com intervalos de tempo distintos, desde a década de 1970. Por outro lado, em outros pontos da costa não foram observados declínios ou não são conhecidas as variações no tamanho populacional. Ressalta-se que, assim como outros epinefelídeos, apresenta crescimento lento, maturação tardia, hermafroditismo protogínico e a pesca é direcionada aos maiores indivíduos, tornando-a mais susceptível à pesca excessiva. Considerando toda a sua distribuição e que a pressão de pesca e a degradação dos ambientes recifais devem se manter ou agravar nos próximos anos, suspeita-se uma redução de pelo menos 30% em uma janela de tempo de 66 anos (três tempos geracionais) incluindo passado e futuro. Portanto, M. interstitialis foi categorizada como Vulnerável (VU) pelo critério A4bcd."",""Não"",""Sim"","""",""||"",""Sistema Costeiro-Marinho"","""",""APA Costa das Algas, APA Costa dos Corais, APA do Arquipélago de Trindade e Martim Vaz, ESEC Tupinambás, MONA Arquipélago das Ilhas Cagarras, MONA do Arquipélago de Trindade e Martim Vaz e Monte Columbia, PARNA Marinho dos Abrolhos, REBIO Marinha do Arvoredo"",""APA MARINHA DO LITORAL NORTE"","""",""Desconhecido"",""Declinando"",""5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.1 - Captura intencional - subsistência/pequena escala|5.4.1.2 - Aparelho primitivo|5.4.1.2.1 - Arpão 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.1 - Captura intencional - subsistência/pequena escala|5.4.1.3 - Aparelho com anzol|5.4.1.3.3 - Espinhel fixo de fundo 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.1 - Captura intencional - subsistência/pequena escala|5.4.1.3 - Aparelho com anzol|5.4.1.3.5 - Linha de fundo e linha de mão 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.2 - Captura intencional - larga escala|5.4.2.2 - Linha de mão 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.2 - Captura intencional - larga escala|5.4.2.6 - Arrasto|5.4.2.6.1 - Arrasto simples 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.2 - Captura intencional - larga escala|5.4.2.6 - Arrasto|5.4.2.6.2 - Arrasto duplo 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.2 - Captura intencional - larga escala|5.4.2.6 - Arrasto|5.4.2.6.3 - Arrasto de parelha 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.2 - Captura intencional - larga escala|5.4.2.7 - Emalhe|5.4.2.7.1 - Emalhe de fundo 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.3 - Outras modificações nos ecossistemas"",""1 - Alimentação humana"",""Manejo/ordenamento de caça/pesca, Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para Conservação dos Ambientes Coralíneos do Brasil"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""2 , 150""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Amphibia"",""Anura"",""Hylidae"",""Bokermannohyla"",""Bokermannohyla vulcaniae"",""Bokermannohyla vulcaniae"",""(Vasconcelos & Giaretta, 2005)"",""Perereca-do-vulcão"",""Anfíbios"",""09/2017"",""Em Perigo"","""",""B1ab(ii,iii)"",""Bokermannohyla vulcaniae é endêmica do Brasil, do bioma Mata Atlântica, com registros somente no Platô de Poços de Caldas (no município de Poços de Caldas, estado de Minas Gerais). Sua extensão de ocorrência foi estimada em 17 km2, sendo possível supor que tenha menos de cinco localizações, dado que esse ambiente é alvo da expansão de matrizes de pastagem, silvicultura e agricultura, além de atividades minerárias. Ao longo da extensão de ocorrência da espécie, houve perda de 8,2% da vegetação nativa entre os anos de 2006 e 2016. Considerando que a espécie é restrita a áreas florestadas, é possível dizer que, além do declínio da qualidade do habitat, houve também declínio da área de ocupação da espécie. Por essas razões, Bokermannohyla vulcaniae foi avaliada como Em Perigo (EN) pelo critério B1ab(ii,iii)."",""Sim"",""Sim"",""Minas Gerais"",""|Sudeste|"",""Mata Atlântica"",""Sub-bacia Grande"","""",""PARQUE NATURAL MUNICIPAL DA SERRA DE SãO DOMINGOS"","""",""Não"",""Desconhecida"",""2 - Agropecuária e Aquacultura|2.1 - Culturas anuais e perenes não-madeireiras|2.1.3 - Agricultura agro-industrial 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.2 - Silvicultura|2.2.2 - Plantações agro-industriais 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.3 - Pecuária|2.3.3 - Pecuária agro-industrial 3 - Produção energética e mineração|3.2 - Mineração|3.2.3 - Extração de minérios - subsolo 9 - Poluição|9.3 - Agropecuária e florestal|9.3.3 - Herbicidas e pesticidas"","""",""Criação de áreas protegidas, Plano de Ação Nacional (PAN), Restauração de habitat e processos naturais"",""Plano de Ação Nacional para conservação da Herpetofauna Ameaçada da Mata Atlântica da Região Sudeste do Brasil"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Amphibia"",""Anura"",""Leptodactylidae"",""Paratelmatobius"",""Paratelmatobius lutzii"",""Paratelmatobius lutzii"",""Lutz & Carvalho, 1958"",""Rãzinha-de-barriga-colorida"",""Anfíbios"",""09/2017"",""Criticamente em Perigo"",""Sim"",""D"",""Paratelmatobius lutzi é endêmica do Brasil, do bioma Mata Atlântica, conhecida somente de áreas de altitude no Parque Nacional do Itatiaia, na divisa dos estados de Minas Gerais e Rio de Janeiro. A espécie não é encontrada desde 1979, apesar do esforço de procura direcionado especificamente para ela, mas a causa do seu desaparecimento é desconhecida. Suspeita-se que esteja extinta ou que haja menos de 50 indivíduos maduros. Portanto, Paratelmatobius lutzi foi avaliada como Criticamente em Perigo (CR) segundo o critério D, estando possivelmente extinta (PEX)."",""Sim"",""Sim"",""Minas Gerais, Rio de Janeiro"",""|Sudeste|"",""Mata Atlântica"",""Sub-bacia Grande Sub-bacia Paraíba do Sul"",""APA Serra da Mantiqueira, PARNA de Itatiaia"",""PARQUE ESTADUAL SERRA DO PAPAGAIO"","""",""Não"",""Declinando"",""12 - Outras ameaças 6 - Distúrbios humanos|6.1 - Atividades recreacionais/turísticas 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.1 - Incêndios e supressão de incêndios|7.1.1 - Aumento da frequência/intensidade de incêndios 8 - Espécies invasoras problemáticas e doenças|8.8 - Doenças de causas desconhecidas"","""",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para conservação da Herpetofauna Ameaçada da Mata Atlântica da Região Sudeste do Brasil"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Amphibia"",""Anura"",""Phyllomedusidae"",""Phrynomedusa"",""Phrynomedusa marginata"",""Phrynomedusa marginata"",""(Izecksohn & Cruz, 1976)"",""Perereca-das-folhagens, Pererequinha-macaco"",""Anfíbios"",""09/2017"",""Criticamente em Perigo"",""Sim"",""D"",""Phrynomedusa marginata é endêmica do Brasil, do bioma Mata Atlântica, conhecida somente da localidade-tipo, no município de Santa Teresa, região serrana do estado de Espírito Santo. A espécie é conhecida somente de dois registros históricos, fora de unidade de conservação, sendo o último de 1987, embora tenha havido amostragens na localidade-tipo e entorno por diferentes pesquisadores nos últimos anos. A causa do desaparecimento da espécie é desconhecida. Dadas as circunstâncias, é possível supor que existam menos de 50 indivíduos maduros da espécie. Por essas razões, Phrynomedusa marginata foi avaliada como Criticamente em Perigo (CR) pelo critério D, estando possivelmente extinta (PEX)."",""Sim"",""Sim"",""Espírito Santo"",""|Sudeste|"",""Mata Atlântica"",""Sub-bacia Litoral ES"","""","""","""",""Não"",""Declinando"",""1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.1 - Expansão urbana 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.1 - Culturas anuais e perenes não-madeireiras|2.1.4 - Agricultura de escala desconhecida 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.1 - Incêndios e supressão de incêndios|7.1.1 - Aumento da frequência/intensidade de incêndios"","""",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para conservação da Herpetofauna Ameaçada da Mata Atlântica da Região Sudeste do Brasil"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Amphibia"",""Anura"",""Phyllomedusidae"",""Phrynomedusa"",""Phrynomedusa vanzolinii"",""Phrynomedusa vanzolinii"",""Cruz, 1991"","""",""Anfíbios"",""09/2017"",""Criticamente em Perigo"",""Sim"",""D"",""Phrynomedusa vanzolinii é endêmica do Brasil, do bioma da Mata Atlântica, registrada para o município de Salesópolis, na Estação Biológica de Boracéia (localidade-tipo), no estado de São Paulo, e para o município de Teresópolis, no estado do Rio de Janeiro. Poucos indivíduos são conhecidos e o último exemplar foi coletado em 1983, apesar das localidades terem sido amostradas por diferentes pesquisadores nas últimas décadas. A causa do desaparecimento da espécie há mais de 30 anos é desconhecida. Dadas as circunstâncias, é possível supor que existam menos de 50 indivíduos maduros. Por essas razões, Phrynomedusa vanzolinii foi avaliada como Criticamente em Perigo (CR) pelo critério D, estando possivelmente extinta (PEX)."",""Sim"",""Sim"",""Rio de Janeiro, São Paulo"",""|Sudeste|"",""Mata Atlântica"",""Sub-bacia Paraíba do Sul Sub-bacia Tietê"","""",""PARQUE ESTADUAL DA SERRA DO MAR"",""RPPN Fazenda Suspiro"",""Não"",""Declinando"",""12 - Outras ameaças 5 - Uso de recursos biológicos|5.3 - Extração florestal|5.3.1 - Uso intencional - subsistência/pequena escala"","""",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para conservação da Herpetofauna Ameaçada da Mata Atlântica da Região Sudeste do Brasil"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Amphibia"",""Anura"",""Cycloramphidae"",""Thoropa"",""Thoropa lutzi"",""Thoropa lutzi"",""Cochran, 1938"",""Rã-do-paredão, Rãzinha-dos-rochedos"",""Anfíbios"",""09/2017"",""Criticamente em Perigo"",""Sim"",""D"",""Thoropa lutzi é endêmica do Brasil, com registros confirmados no bioma Mata Atlântica do estado do Rio de Janeiro, incluindo o município do Rio de Janeiro e a região da Serra dos Órgãos, todos muito próximos entre si. Toda essa região tem sido amostrada por diferentes pesquisadores nas últimas décadas, mas os últimos registros da espécie ocorreram em 1951. A causa do desaparecimento da espécie ainda é desconhecida Suspeita-se que esteja extinta ou que haja menos de 50 indivíduos maduros. Portanto, Thoropa lutzi foi avaliada como Criticamente em Perigo (CR) segundo o critério D, estando possivelmente extinta (PEX)."",""Sim"",""Sim"",""Rio de Janeiro"",""|Sudeste|"",""Mata Atlântica"",""Sub-bacia Litoral RJ Sub-bacia Paraíba do Sul"",""APA Petrópolis, PARNA da Serra dos Órgãos, PARNA da Tijuca"","""",""RPPN CEFLUSMME, RPPN El Nagual"",""Não"",""Declinando"",""12 - Outras ameaças 1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.1 - Expansão urbana 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.1 - Culturas anuais e perenes não-madeireiras|2.1.4 - Agricultura de escala desconhecida 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.2 - Silvicultura|2.2.3 - Plantações em escala desconhecida 5 - Uso de recursos biológicos|5.3 - Extração florestal|5.3.5 - Motivação desconhecida 6 - Distúrbios humanos|6.1 - Atividades recreacionais/turísticas 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.1 - Incêndios e supressão de incêndios|7.1.1 - Aumento da frequência/intensidade de incêndios"","""",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para conservação da Herpetofauna Ameaçada da Mata Atlântica da Região Sudeste do Brasil"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Amphibia"",""Anura"",""Cycloramphidae"",""Thoropa"",""Thoropa petropolitana"",""Thoropa petropolitana"",""(Wandolleck, 1907)"",""Rã-da-pedra, Rã-das-pedras-de-Petropolis"",""Anfíbios"",""09/2017"",""Criticamente em Perigo"",""Sim"",""D"",""Thoropa petropolitana é endêmica do Brasil, do bioma Mata Atlântica na Serra do Mar, com registros confirmados para os estados do Rio de Janeiro e Espírito Santo, sendo restrita a altitudes acima de 800 metros. Sua extensão de ocorrência foi estimada em 10.393 km². Os últimos registros da espécie ocorreram em 1982, quando a espécie era abundante e muito comum, ocorrendo inclusive em unidade de conservação. Essa região tem sido amostrada por diferentes pesquisadores e a espécie não é encontrada, apesar de ser de fácil detecção. A causa do seu desaparecimento é desconhecida. Dadas as circunstâncias, suspeita-se que esteja extinta ou que haja menos de 50 indivíduos maduros na população. Por essas razões, Thoropa petropolitana foi avaliada como Criticamente em Perigo (CR) segundo o critério D, estando possivelmente extinta (PEX)."",""Sim"",""Sim"",""Espírito Santo, Rio de Janeiro"",""|Sudeste|"",""Mata Atlântica"",""Sub-bacia Litoral ES Sub-bacia Litoral RJ Sub-bacia Paraíba do Sul"",""APA Petrópolis, PARNA da Serra dos Órgãos, REBIO do Tinguá"","""",""RPPN Fattoria Grigia, RPPN Fazenda Limeira, RPPN Fazenda Suspiro"",""Não"",""Declinando"",""12 - Outras ameaças 1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.1 - Expansão urbana 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.1 - Culturas anuais e perenes não-madeireiras|2.1.4 - Agricultura de escala desconhecida 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.2 - Silvicultura|2.2.3 - Plantações em escala desconhecida 5 - Uso de recursos biológicos|5.3 - Extração florestal|5.3.5 - Motivação desconhecida 6 - Distúrbios humanos|6.1 - Atividades recreacionais/turísticas 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.1 - Incêndios e supressão de incêndios|7.1.1 - Aumento da frequência/intensidade de incêndios 8 - Espécies invasoras problemáticas e doenças|8.8 - Doenças de causas desconhecidas"","""",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para conservação da Herpetofauna Ameaçada da Mata Atlântica da Região Sudeste do Brasil"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Amphibia"",""Anura"",""Hylidae"",""Xenohyla"",""Xenohyla truncata"",""Xenohyla truncata"",""(Izecksohn, 1959)"",""Perereca-de-bromélia, Perereca-frugívora, Perereca-fruta"",""Anfíbios"",""09/2017"",""Vulnerável"","""",""B1ab(ii,iii)"",""Xenohyla truncata é endêmica do Brasil, ocorrendo somente em ambientes de restinga do bioma Mata Atlântica no estado do Rio de Janeiro. Sua extensão de ocorrência foi estimada em 6.518 km². A região de ocorrência da espécie encontra-se fortemente fragmentada devido à expansão urbana desordenada, causando séria redução e desconexão das restingas. Essas alterações no ambiente causam declínio continuado da área de ocupação e da qualidade do hábitat da espécie, além de provocarem fragmentação severa da sua população. Por essas razões, Xenohyla truncata foi avaliada como Vulnerável (VU) pelo critério B1ab(ii,iii)."",""Sim"",""Sim"",""Rio de Janeiro"",""|Sudeste|"",""Mata Atlântica"",""Sub-bacia Litoral RJ"","""",""APA DE GRUMARI, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL DE MANGARATIBA, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL DE MARICÁ, ÁREA DE PROTEçãO AMBIENTAL DO ALTO IGUAçU, PARQUE NATURAL MUNICIPAL DE GRUMARI"",""RPPN CEFLUSMME, RPPN Fazenda Santa Izabel"",""Não"",""Desconhecida"",""1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.1 - Expansão urbana 5 - Uso de recursos biológicos|5.2 - Coleta de plantas terrestres|5.2.2 - Efeitos indiretos (a espécie não é o alvo)"","""",""Plano de Ação Nacional (PAN), Proteção de locais/áreas"",""Plano de Ação Nacional para conservação da Herpetofauna Ameaçada da Mata Atlântica da Região Sudeste do Brasil"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Aves"",""Accipitriformes"",""Accipitridae"",""Amadonastur"",""Amadonastur lacernulatus"",""Amadonastur lacernulatus"",""(Temminck, 1827)"",""gavião-pombo-pequeno"",""Aves"",""06/2019"",""Vulnerável"","""",""C2a(i)"",""Amadonastur lacernulatus é endêmica do Brasil e ocorre em baixas densidades da Bahia à Santa Catarina. É dependente de áreas florestadas e apesar de sua distribuição geográfica ser semelhante à pretérita, a espécie está restrita à fragmentos florestais isolados. É considerada incomum e o tamanho populacional foi suspeitado em menos de 10.000 indivíduos maduros, onde cada subpopulação possui no máximo 1.000 indivíduos maduros. A baixa densidade populacional associada à perda e diminuição da qualidade de habitat e à perseguição humana indicam que a espécie está sofrendo declínio populacional continuado. Portanto, A. lacernulatus foi categorizada como Vulnerável (VU) pelo critério C2a(i)."",""Sim"",""Sim"",""Bahia, Espírito Santo, Minas Gerais, Paraná, Rio de Janeiro, Santa Catarina, São Paulo"",""|Nordeste|Sudeste|Sul|"",""Mata Atlântica"",""Sub-bacia Contas Sub-bacia Doce Sub-bacia Grande Sub-bacia Iguaçu Sub-bacia Jequitinhonha Sub-bacia Litoral BA ES Sub-bacia Litoral ES Sub-bacia Litoral RJ Sub-bacia Litoral RJ SP Sub-bacia Litoral SP Sub-bacia Litoral SP PR SC Sub-bacia Paraíba do Sul Sub-bacia Paranapanema Sub-bacia São Francisco Alto Sub-bacia Tietê"",""APA Bacia do Rio São João/Mico-Leão-Dourado, APA Cairuçu, APA Cananéia-Iguape-Peruíbe, APA do Morro da Pedreira, APA Guaraqueçaba, APA Petrópolis, APA Serra da Mantiqueira, FLONA de Goytacazes, FLONA do Rio Preto, PARNA da Chapada Diamantina, PARNA da Serra da Bocaina, PARNA da Serra do Itajaí, PARNA da Serra dos Órgãos, PARNA da Tijuca, PARNA do Caparaó, PARNA do Descobrimento, PARNA do Monte Pascoal, PARNA Guaricana, PARNA Saint-Hilaire/Lange, PARNA Serra das Lontras, PARNA Superagui, REBIO Augusto Ruschi, REBIO de Poço das Antas, REBIO de Sooretama, REBIO do Córrego Grande, REBIO do Tinguá, REBIO União, RESEX Cassurubá"",""APA ILHA COMPRIDA, APA ITUPARARANGA, APA SERRA DO MAR, APA SISTEMA CANTAREIRA, ÁREA DE PROTEçãO AMBIENTAL ALTO TABOãO, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL DA BACIA DO RIO DOS FRADES, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL DA BACIA DO RIO MACACU, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL DE GERICINÓ/MENDANHA, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL DE MANGARATIBA, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL DE TAMOIOS, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL ESTADUAL DE GUARATUBA, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL LAGOA ENCANTADA, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL MARIMBUS / IRAQUARA, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL PONTA DA BALEIA / ABROLHOS, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL SANTO ANTÔNIO, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL SUL-RMBH, ESTAÇÃO ECOLÓGICA DA ILHA DO MEL, ESTAÇÃO ECOLÓGICA DE FECHOS, ESTAÇÃO ECOLÓGICA JURÉIA-ITATINS, PARQUE ESTADUAL DA CANTAREIRA, PARQUE ESTADUAL DA ILHA DO CARDOSO, PARQUE ESTADUAL DA ILHA GRANDE, PARQUE ESTADUAL DA SERRA DO MAR, PARQUE ESTADUAL DA SERRA DO TABULEIRO, PARQUE ESTADUAL DE ILHABELA, PARQUE ESTADUAL DO DESENGANO, PARQUE ESTADUAL DO MENDANHA, PARQUE ESTADUAL DO RIO DOCE, PARQUE ESTADUAL INTERVALES, PARQUE ESTADUAL RESTINGA DE BERTIOGA, PARQUE ESTADUAL SERRA DO PAPAGAIO, PARQUE ESTADUAL XIXOVÁ-JAPUÍ, PARQUE NATURAL MUNICIPAL DA SERRA DO MENDANHA, PARQUE NATURAL MUNICIPAL DE JACARENEMA"",""Estação Veracel, RPPN Bio Estação Águas Cristalinas, RPPN Cachoeira Boa Vista, RPPN Caetezal, RPPN CEC/Tinguá, RPPN CEFLUSMME, RPPN Ecoparque de Una, RPPN Fazenda Barra do Sana, RPPN Fazenda Córrego da Luz, RPPN Fazenda Limeira, RPPN Fazenda Palmital, RPPN Fazenda San Michele, RPPN Fazenda Santa Izabel, RPPN Fazenda Sayonara, RPPN Gleba O Saquinho de Itapirapuá, RPPN Itacira, RPPN Mato Grosso, RPPN Meandros II, RPPN Morro das Aranhas, RPPN Morro do Curussu Mirim, RPPN Parque Ecológico ARTEX, RPPN Reserva do Caraguatá II, RPPN Reserva Rizzieri, RPPN Sítio Curucutu, RPPN Sítio do Bananal, RPPN Sítio do Jacu, RPPN Sítio São Domingos/Agartha"",""Não"",""Declinando"",""1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.1 - Expansão urbana 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.1 - Culturas anuais e perenes não-madeireiras|2.1.4 - Agricultura de escala desconhecida 2 - Agropecuária e Aquacultura|2.3 - Pecuária|2.3.4 - Pecuária em escala desconhecida 5 - Uso de recursos biológicos|5.1 - Caça e captura de animais terrestres ou marinhos|5.1.1 - Caça/captura intencional (a espécie é o alvo)|5.1.1.6 - Retaliação/controle"","""",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação das Aves Ameaçadas do Bioma Mata Atlântica, Plano de Ação Nacional para a Conservação das Aves de Rapina"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Aves"",""Psittaciformes"",""Psittacidae"",""Amazona"",""Amazona rhodocorytha"",""Amazona rhodocorytha"",""(Salvadori, 1890)"",""chauá"",""Aves"",""10/2021"",""Vulnerável"","""",""C1"",""Amazona rhodocorytha é endêmica do leste do Brasil, ocorrendo de Alagoas ao Rio de Janeiro. Habita, preferencialmente, floresta ombrófila densa de terras baixas e submontana, embora também seja encontrada em floresta ombrófila densa montana e na restinga. Estima-se que a população seja de 4.607 indivíduos maduros. Com base em modelagem realizada a partir de dados de perda de habitat, incidência de fogo, captura ilegal, dinâmica de cavidades, dinâmica populacional e doenças (bornavírus e circovírus), foi projetado um declínio populacional de 28% em 41 anos (três gerações). Neste sentido, projeta-se para a espécie um declínio populacional continuado de no mínimo 10% em três gerações. Dessa forma A. rhodocorytha foi categorizada como Vulnerável (VU) pelo critério C1."",""Sim"",""Sim"",""Alagoas, Bahia, Espírito Santo, Minas Gerais, Rio de Janeiro, Sergipe"",""|Nordeste|Sudeste|"",""Mata Atlântica"",""Sub-bacia Contas Sub-bacia Doce Sub-bacia Itapecuru-Paraguaçu Sub-bacia Jequitinhonha Sub-bacia Litoral AL PE PB Sub-bacia Litoral BA ES Sub-bacia Litoral ES Sub-bacia Litoral RJ Sub-bacia Litoral SE Sub-bacia Paraíba do Sul"",""APA Cairuçu, APA Petrópolis, FLONA do Rio Preto, FLONA Pacotuba, PARNA Alto Cariri, PARNA da Serra da Bocaina, PARNA da Serra dos Órgãos, PARNA do Descobrimento, PARNA do Monte Pascoal, PARNA do Pau Brasil, PARNA Serra das Lontras, REBIO Augusto Ruschi, REBIO de Poço das Antas, REBIO de Sooretama, REBIO de Una, REBIO do Córrego do Veado, REBIO do Córrego Grande, REBIO União, REVIS Una"",""ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL BAÍA DE CAMAMU, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL COSTA DE ITACARÉ/ SERRA GRANDE, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL DE TAMOIOS, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL LAGOA ENCANTADA, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL SANTO ANTÔNIO, ÁREA DE RELEVANTE INTERESSE ECOLÓGICO CORREDOR ECOLÓGICO LAGOA ENCANTADA / SERRA DO CONDURU, PARQUE ESTADUAL ALTO DO CARIRI, PARQUE ESTADUAL DA ILHA GRANDE, PARQUE ESTADUAL DO DESENGANO, PARQUE ESTADUAL DO RIO DOCE, PARQUE NATURAL MUNICIPAL DO MONTE MOCHUARA"",""Estação Veracel, FAZENDA BOA ESPERANÇA, RPPN Cachoeira Boa Vista, RPPN Ecoparque de Una, RPPN Fazenda Barra do Sana, RPPN Fazenda Córrego da Luz, RPPN Fazenda Limeira, RPPN Fazenda Paraíso, RPPN Fazenda Pindorama - BA, RPPN Fazenda Santa Izabel, RPPN Fazenda Sayonara, RPPN Gleba O Saquinho de Itapirapuá, RPPN Itacira, RPPN Morro Grande"",""Não"",""Declinando"",""1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.1 - Expansão urbana 5 - Uso de recursos biológicos|5.1 - Caça e captura de animais terrestres ou marinhos|5.1.1 - Caça/captura intencional (a espécie é o alvo)|5.1.1.2 - Comercial - Nacional/Local 5 - Uso de recursos biológicos|5.1 - Caça e captura de animais terrestres ou marinhos|5.1.1 - Caça/captura intencional (a espécie é o alvo)|5.1.1.3 - Comercial - Internacional"",""3 - Animais de estimação/ornamentais"",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação dos Papagaios - 2º ciclo, Plano de Ação Nacional para a Conservação dos Papagaios da Mata Atlântica"",""CITES - Anexo I, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Aves"",""Psittaciformes"",""Psittacidae"",""Amazona"",""Amazona vinacea"",""Amazona vinacea"",""(Kuhl, 1820)"",""papagaio-de-peito-roxo"",""Aves"",""10/2021"",""Vulnerável"","""",""C1"",""Amazona vinacea ocorre no leste do Paraguai, nordeste da Argentina e no Brasil, distribui-se desde a Bahia (onde sua subpopulação é bastante reduzida), até o Rio Grande do Sul, onde encontra-se a maior subpopulação. Habita floresta ombrófila mista e demonstra certa dependência em relação à Araucária e Podocarpus sp. A partir de avistamentos nos dormitórios-coletivos e dados de censos anuais, estima-se que a população brasileira não ultrapasse 3.042 indivíduos maduros. Com base na análise de viabilidade populacional realizada a partir de dados de perda de habitat, incidência de fogo, captura ilegal, dinâmica de cavidades, dinâmica populacional e risco de doenças emergentes (bornavírus e circovírus), obteve-se um declínio populacional continuado projetado de 21% em 31 anos (três gerações). Dessa forma, A. vinacea foi categorizada como Vulnerável (VU), pelo critério C1."",""Não"",""Sim"",""Bahia, Espírito Santo, Minas Gerais, Paraná, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, São Paulo"",""|Nordeste|Sudeste|Sul|"",""Caatinga, Cerrado, Mata Atlântica, Pampa"",""Sub-bacia Doce Sub-bacia Grande Sub-bacia Guaíba Sub-bacia Iguaçu Sub-bacia Itapecuru-Paraguaçu Sub-bacia Jequitinhonha Sub-bacia Litoral BA ES Sub-bacia Litoral ES Sub-bacia Litoral RJ SP Sub-bacia Litoral RS Sub-bacia Litoral SP PR SC Sub-bacia Paraíba do Sul Sub-bacia Paranaíba Sub-bacia Paranapanema Sub-bacia Paraná RH1 Sub-bacia São Francisco Alto Sub-bacia Tietê Sub-bacia Uruguai Alto Sub-bacia Uruguai Médio"",""APA Guaraqueçaba, APA Serra da Mantiqueira, ESEC Aracuri-Esmeralda, FLONA Caçador, FLONA São Francisco de Paula, PARNA Araucárias, PARNA da Chapada Diamantina, PARNA da Serra do Itajaí, PARNA de Itatiaia, REBIO da Mata Escura"",""APA CAMPOS DO JORDÃO, APA PLANALTO DO TURVO, APA RIO PARDINHO E RIO VERMELHO, APA SAPUCAí MIRIM, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL DO BANHADO GRANDE, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL ESTADUAL DA ESCARPA DEVONIANA, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL ESTADUAL DA SERRA DA ESPERANÇA, ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL FERNÃO DIAS, ÁREA DE PROTEçãO AMBIENTAL ROTA DO SOL, PARQUE ESTADUAL DE CAMPOS DO JORDÃO, PARQUE ESTADUAL DE ESPIGãO ALTO, PARQUE ESTADUAL DO PAPAGAIO-CHARãO, PARQUE ESTADUAL DO RIO TURVO, PARQUE ESTADUAL RIO CANOAS"",""RPPN Ano Bom, RPPN Caetezal, RPPN das Araucárias, RPPN Estação Biológica da Mata do Sossego, RPPN Fazenda Araucária, RPPN - Fazenda Barra do Pirapetinga, RPPN Fazenda Macedônia, RPPN Fazenda San Michele, RPPN Gralha-Azul, RPPN Iguaçu I, RPPN Morro das Aranhas, RPPN Nave da Esperança, RPPN Rancho Mira-Serra, RPPN Sítio do Bananal, RPPN Sítio Monte Ararat, RPPN Usina Mauricio"",""Não"",""Declinando"",""5 - Uso de recursos biológicos|5.1 - Caça e captura de animais terrestres ou marinhos|5.1.1 - Caça/captura intencional (a espécie é o alvo)|5.1.1.1 - Uso de subsistência/escambo local 5 - Uso de recursos biológicos|5.1 - Caça e captura de animais terrestres ou marinhos|5.1.1 - Caça/captura intencional (a espécie é o alvo)|5.1.1.2 - Comercial - Nacional/Local 5 - Uso de recursos biológicos|5.1 - Caça e captura de animais terrestres ou marinhos|5.1.1 - Caça/captura intencional (a espécie é o alvo)|5.1.1.4 - Esportiva 5 - Uso de recursos biológicos|5.1 - Caça e captura de animais terrestres ou marinhos|5.1.1 - Caça/captura intencional (a espécie é o alvo)|5.1.1.6 - Retaliação/controle 5 - Uso de recursos biológicos|5.3 - Extração florestal|5.3.2 - Uso intencional - larga escala 8 - Espécies invasoras problemáticas e doenças|8.3 - Espécies nativas problemáticas|8.3.2 - Espécie não conhecida|8.3.2.1 - Competidores"",""1 - Alimentação humana|1.1 - Caça de subsistência 1 - Alimentação humana|1.2 - Caça para comércio|1.2.1 - Nacional/Local 4 - Caça/pesca esportiva"",""Banco genético, Capacitação/treinamento, Conscientização/comunicação, Controle e fiscalização, Implementação de corredores, Manejo de locais/áreas, Plano de Ação Nacional (PAN), Proteção de recursos/habitat"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação dos Papagaios - 2º ciclo, Plano de Ação Nacional para a Conservação dos Papagaios da Mata Atlântica"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022, CITES - Anexo I"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Chordata"",""Actinopterygii"",""Characiformes"",""Bryconidae"",""Brycon"",""Brycon orbignyanus"",""Brycon orbignyanus"",""(Valenciennes, 1850)"",""Piracanjuba"",""Peixes Continentais"",""10/2019"",""Criticamente em Perigo"",""Não"",""A2c"",""Brycon orbignyanus se distribuía originalmente nas bacias dos rios Paraná e Uruguai, abrangendo o Brasil, Argentina, Uruguai e Paraguai. No Brasil, a Extensão de Ocorrência (EOO) original foi calculada em aproximadamente 950.000 km². No entanto, devido à sucessiva fragmentação, sobretudo da bacia do rio Paraná pelos barramentos, a espécie está extinta na maior parte de sua área de ocorrência pretérita. Atualmente ocorre apenas no último trecho de rio livre do alto rio Paraná, situado entre o remanso do reservatório de Itaipu e a usina de Porto Primavera (cerca de 82.500 km²), e na região do rio Uruguai, situado entre o Parque Estadual do Turvo e o rio Ijuí (cerca de 4.300 km²). A área total de distribuição atual é de cerca de 86.800 km² que representa um declínio de aproximadamente 90% da EOO original. A principal ameaça inclui as barragens de usinas hidrelétricas, sendo também afetada pela poluição e pelo desmatamento. A jusante da barragem de Porto Primavera, o hábitat dessa espécie está sendo amplamente modificado pela alteração do pulso de inundação. Nesta região, existem dois complexos de populações com alta variabilidade genética e fluxo gênico, principalmente nos trechos que compreendem o alto rio Paraná, Porto Camargo, Ilha Grande e Ivinhema. A população da bacia do rio Uruguai está comprometida em sua viabilidade devido aos impactos cumulativos ocorridos nas últimas décadas, principalmente a instalação de usinas hidrelétricas. Monitoramentos constantes devem ser mantidos nas localidades onde a espécie ainda é registrada, além da necessária revisão dos planos de construção de hidrelétricas que afetem a sua área atual de ocorrência, em especial no rio Piquiri, onde estão previstos 17 empreendimentos hidrelétricos. Nesse contexto, considerando que, atualmente, a espécie ocorre em aproximadamente 10% de sua área de distribuição original, suspeita-se um declínio populacional de pelo menos 80% ao longo dos últimos 30 anos (três gerações) baseado no declínio da área de ocupação, extensão de ocorrência e qualidade do hábitat, em função da construção de hidrelétricas, poluição e desmatamento. Por isso, B. orbignyanus foi categorizada como Criticamente em Perigo (CR) pelo critério A2c."",""Não"",""Sim"",""Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Paraná, Rio Grande do Sul, Santa Catarina"",""|Centro-Oeste|Sudeste|Sul|"",""Cerrado, Mata Atlântica"",""Sub-bacia Grande Sub-bacia Iguaçu Sub-bacia Paranaíba Sub-bacia Paranapanema Sub-bacia Paraná RH1 Sub-bacia Uruguai Alto Sub-bacia Uruguai Médio"",""APA Ilhas e Várzeas do Rio Paraná, PARNA de Ilha Grande, PARNA Iguaçu"",""PARQUE ESTADUAL DAS VÁRZEAS DO RIO IVINHEMA, PARQUE ESTADUAL DO TURVO"","""",""Sim"",""Declinando"",""3 - Produção energética e mineração|3.3 - Energia renovável|3.3.1 - Hidrelétricas 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.1 - Captura intencional - subsistência/pequena escala|5.4.1.7 - Emalhe|5.4.1.7.3 - Rede de espera fina 5 - Uso de recursos biológicos|5.4 - Pesca e uso de recursos aquáticos|5.4.2 - Captura intencional - larga escala|5.4.2.2 - Linha de mão 7 - Modificações nos sistemas naturais|7.2 - Represas e uso de água|7.2.10 - Represas (grandes) 9 - Poluição|9.1 - Doméstica e urbana - escoamento de água|9.1.1 - Esgoto 9 - Poluição|9.1 - Doméstica e urbana - escoamento de água|9.1.2 - Escoamento urbano 9 - Poluição|9.3 - Agropecuária e florestal|9.3.2 - Erosão do solo/sedimentação 9 - Poluição|9.3 - Agropecuária e florestal|9.3.3 - Herbicidas e pesticidas"",""1 - Alimentação humana|1.7 - Pesca artesanal|1.7.3 - Aparelho com anzol|1.7.3.5 - Linha de fundo e linha de mão 1 - Alimentação humana|1.7 - Pesca artesanal|1.7.7 - Emalhe|1.7.7.3 - Rede de espera fina 4 - Caça/pesca esportiva"",""Plano de Ação Nacional (PAN)"",""Plano de Ação Nacional para a Conservação das Espécies da Fauna Aquática Ameaçadas de Extinção do Ecossistema Mogi-Pardo-Grande, Plano de Ação Nacional para a Conservação das Espécies de Peixes Ameaçadas de Extinção da Bacia do Alto Rio Paraná"",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;; "Animalia,""Onychophora"",""Onychophora"",""Euonychophora"",""Peripatidae"",""Epiperipatus"",""Epiperipatus ohausi"",""Epiperipatus ohausi"",""(Bouvier, 1900)"",""Onicóforo"",""Invertebrados Terrestres"",""10/2020"",""Em Perigo"","""",""B1ab(iii)"",""Epiperipatus ohausi é endêmica do Brasil e conhecida da localidade-tipo, no município de Petrópolis, e de um registro recente na Reserva dos Petroleiros, em Nova Iguaçu, estado do Rio de Janeiro. A espécie habita ambientes úmidos, sombreados e com grande acúmulo de serrapilheira. A região da localidade-tipo foi descaracterizada pela expansão urbana do município de Petrópolis e a espécie não foi encontrada no local em esforços recentes de procura. A espécie hoje está, portanto, restrita à Reserva dos Petroleiros, que juntamente com a área da Rebio Tinguá, forma uma área contínua de floresta, que representa o ambiente potencial para a ocorrência da espécie. A EOO foi calculada em 473 km2 pelo mínimo polígono sobre esta área florestada. A Mata Atlântica na região encontra-se extremamente fragmentada, isolando e fragmentando as subpopulações. A principal ameaça é a intensa expansão urbana, o que compromete a qualidade do habitat da espécie com a fragmentação e alterações severas na composição e qualidade das áreas úmidas de floresta. Considerando uma população severamente fragmentada e declínio continuado na qualidade do habitat, E. ohausi foi categorizada como Em Perigo (EN) segundo o critério B1ab(iii)."",""Sim"",""Sim"",""Rio de Janeiro"",""|Sudeste|"",""Mata Atlântica"",""Sub-bacia Litoral RJ"","""",""ÁREA DE PROTEçãO AMBIENTAL DO ALTO IGUAçU"","""",""Não"",""Desconhecida"",""1 - Desenvolvimento residencial e comercial|1.1 - Expansão urbana"","""","""","""",""Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2014, Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção 2022"","""",""""";;;;;;