No Brasil desde 2006, têm sido identificado casos de beribéri nos estados do Maranhão, Tocantins e Roraima, a partir desses casos, tem sido empreendidas ações em parceria com os estados e municípios na investigação, acompanhamento, prevenção e controle do beribéri. Tendo em vista que há mais de oitenta anos não se tinha registro de surtos no país, sua relevância epidemiológica se deve ao fato de acometer, majoritariamente, adultos jovens do sexo masculino, e pela sua capacidade de causar surtos e epidemias com o adoecimento e óbito em curto período de tempo.