Fortalecimento da promoção da doação voluntária de sangue
Disponibilização dos Programas de Avaliação Externa da Qualidade (AEQ) para a Hemorrede
Monitoramento do estoque de sangue no país
O Ministério da Saúde acompanha, diariamente, o quantitativo de bolsas de sangue em estoque nos maiores hemocentros dos Estados e do Distrito Federal. Essa estratégia permite a antecipação da tomada de decisão sobre a mobilização desses insumos no país, visando reduzir os efeitos de eventuais desabastecimentos de sangue e componentes.
Sangue Raro
Os antígenos eritrocitários e plaquetários têm um papel importante na medicina transfusional, nas doenças por incompatibilidade sanguíneas materno-fetal, nas anemias autoimunes, nos transplantes de órgãos, entre outras situações.
Teste de Detecção de Ácidos Nucléicos (NAT) Brasileiro no SUS
Avaliação e Monitoramento de Serviços de Hematologia e Hemoterapia Públicos
Desde de 2008, a Coordenação-Geral de Sangue e Hemoderivados (CGSH) tem como compromisso a promoção da qualificação técnica e gerencial e o aperfeiçoamento dos processos de trabalho e estrutura para desenvolvimento das ações de hematologia e hemoterapia, melhorando a segurança transfusional da Hemorrede Pública Nacional, realizada por meio do processo de avaliação e monitoramento dos serviços de hemoterapia e hematologia públicos. Para atender a este compromisso, definiu-se que seriam realizadas visitas de avaliação formativas e processuais, com ênfase na qualificação técnica e gerencial de todos os processos do ciclo do sangue e atenção hematológica e hemoterápica.
Autorização para fornecimento de hemocomponentes para a indústria de controle de qualidade e diagnóstico
Os serviços de hemoterapia brasileiros, integrantes do SUS ou da rede privada, podem desempenhar um papel estratégico na saúde pública e na sustentabilidade ambiental ao fornecerem hemocomponentes como matéria-prima para a produção de reagentes de diagnóstico e painéis de controle de qualidade laboratorial. Esta iniciativa promove o aproveitamento máximo da doação de sangue, permitindo que materiais que seriam obrigatoriamente descartados por critérios técnicos — como validade expirada para transfusão, volume insuficiente, lipemia ou marcadores sorológicos reagentes — ganhem uma destinação nobre e essencial para a segurança dos exames clínicos no país. Ao transformar o que seria resíduo biológico em insumo industrial, a ação fortalece a responsabilidade social dos serviços ao honrar o gesto altruísta do doador em sua plenitude e gera um impacto positivo direto no meio ambiente, reduzindo drasticamente o volume de descarte de resíduos de serviços de saúde.
É fundamental ressaltar que, no âmbito do Sistema Nacional de Sangue, Componentes e Derivados (SINASAN), a prioridade absoluta permanece sendo o atendimento da demanda transfusional, no caso do plasma excedente do uso terapêutico, que seja priorizado o envio do hemocomponentes para a produção de hemoderivados; portanto, o envio à indústria ou laboratório ocorre sob rigorosa fiscalização, exigindo contrato formal, consentimento do doador e a autorização prévia e obrigatória da Coordenação-Geral de Sangue e Hemoderivados (CGSH), conforme a legislação vigente.
Como solicitar a autorização
- Guia orientativo (Orientações com procedimentos administrativos e sanitários para envio de hemocomponentes)
- Modelo de ofício de solicitação (Documento inicial para requerer a autorização inicial ou renovação)
- Planilha de relatório anual (Modelo obrigatório para prestação de contas do fornecimento realizado)
- Protocolar documentos junto ao Ministério da Saúde (Para envio de documentação)

